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segunda-feira, 10 de Maio de 2010

NOTÍCIAS SOBRE A VINDA DO PAPA A PORTUGAL – AGÊNCIA ECCLESIA

 
In: Boletim da Agência Ecclesia – 10-05-2010
António Fonseca, enviamos as últimas notícias publicadas pela Agência Ecclesia

Notícias nacionais

Papa vai falar aos jovens em Lisboa e no Porto

Em conferência de imprensa na manhã de hoje, D. Carlos Azevedo, o Coordenador-geral da Visita papal, garantiu que Bento XVI vai dirigir uma mensagem aos jovens na sua passagem por Portugal: dia 11 em Lisboa e dia 14 no Porto. «Os jovens quase exigem que o Papa lhes fale e por isso o Papa vai falar», disse D. Carlos. Em Lisboa, a mensagem será pronunciada na Nunciatura...

"Papamóvel" - 80 anos de ligação ao Vaticano

O "Papamóvel", nome dado ao veículo que habitualmente transporta o Papa em percursos por enre a multidão, permitindo ver e ser visto, vai ser um dos principais meios de transporte usados na visita de Bento XVI a Portugal. Apesar de só há alguns anos ter sido aplicado o termo «Papamóvel» para designar a viatura que transporta o Romano Pontífice,...

Bispo de Beja afirma que Alentejo tem recursos para ultrapassar a crise

D. António Vitalino afirma que o Alentejo tem recursos “humanos e agrícolas” para ultrapassar a crise. Na nota semanal para a «Rádio Pax», o bispo de Beja afirma que são os optimistas que estão a mudar a fisionomia do Alentejo. Participando num encontro de agricultores no Baixo Alentejo, o bispo de Beja deu conta de “histórias...

Bento XVI será recebido com tempo instável e algum frio

Nos dois próximos dias pode-se esperar uma grande instabilidade do tempo em Lisboa e o Instituto de Meteorologia afirma que poderá ocorrer pluviosidade durante a manhã de amanhã mas à hora da missa no Terreiro do Paço apenas se sentirá o frio. «Prevê-se grande instabilidade, algumas nuvens e a temperatura relativamente baixa...

Bento XVI: Autoridades mantêm programa, mas há Plano B

As autoridades portuguesas mantêm os planos para a visita de Bento XVI, não estando prevista qualquer alteraçãodevido a eventuais perturbações de tráfego aéreo provocadas por nuvens de cinza do vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia, mas está a postos um Plano B, a revelar ainda hoje à tarde, caso seja necessário...

Bento XVI oferece a Cavaco Silva um mosaico da Praça de São Pedro

Bento XVI vai oferecer ao Presidente da República, Cavaco Silva, um quadro com um mosaico da Praça de São Pedro em Roma. O mosaico inspira-se numa imagem do século XIX e foi produzido no estúdio especializado da Fábrica de São edro. A oferta vai ser feita ao princípio da tarde do dia 11 de Maio quando o Papa efectuar uma visita de cortesia a Cavaco...

Lídia Jorge e Luís Vicente são duas das personalidades algarvias da cultura convidadas para estar com Bento XVI

A Diocese de Algarve convidou 10 personalidades para o encontro que Bento XVI vai ter com personalidades do mundo da cultura, no Centro Cultural de Belém, na manhã do dia 12 de Maio. Os representantes da região algarvia vão ser o Pe. Carlos César Chantre, capelão da Universidade do Algarve (UAlg), o Pe. António Manuel Martins, docente da Faculdade de...

Mais de 500 algarvios vão estar com o Papa em Lisboa e Fátima

A Diocese do Algarve está a mobilizar-se para encontrar-se com o Papa nos dias 11, 12 e 13 de Maio. É impossível contabilizar o número de algarvios que irá estar com o Papa, uma vez que a FOLHA DO DOMINGO teve conhecimento inúmeros casos de particulares que se estão a organizar para seguirem até Lisboa e Fátima em carros próprios...

Comitiva papal inclui 65 profissionais da Comunicação Social

A comitiva que acompanha o Papa na visita a Portugal inclui 65 profissionais da Comunicação Social, entre jornalistas e técnicos, oito dos quais são portugueses. Incluídos no chamado Voo Papal estão os profissionais habitualmente acreditados junto da Sala de Imprensa do Vaticano, entre os quais a jornalista portuguesa Aura Miguel, da Rádio Renascença...

700 escuteiros mobilizados para a visita do Papa

Cerca de 700 escuteiros estão envolvidos na preparação da visita de Bento XVI a Portugal que começa esta Terça-feira, afirma o Corpo Nacional de Escutas através de um comunicado enviado à Agência ECCLESIA. Em Lisboa, estão requisitados 300 voluntários para dar apoio à celebração do Terreiro do Paço, com...

Bento XVI visita Portugal em crise

Bento XVI chega terça-feira a Portugal para uma das viagens mais esperadas do seu pontificado, tornando-se no terceiro Papa a visitar o país, com destaque para o Santuário de Fátima. O Papa estará em território nacional de 11 a 14 de Maio, passando por Lisboa, Fátima e Porto, a convite da presidência da República e da Conferência Episcopal...

Santuário de Fátima une «piedade popular» e teólogos

A peregrinação de Bento XVI ao Santuário de Fátima une gestos de piedade popular e esclarecimentos teológicos sobre as aparições marianas expressa o Pe. Vírgílio Antunes, Reitor do Santuário na diocese de Leiria – Fátima. No editorial do jornal «Voz da Fátima» o Reitor deste Santuário mariano...

Imagem Peregrina despede-se em Machico

Uma multidão de fiéis, das 96 paróquias da Diocese participou ontem na grande celebração de despedida da Imagem Peregrina, em Machico, presidida pelo Bispo do Funchal. Um momento alto do acolhimento devotado ao longo de sete meses em que a Senhora de Fátima passou pelas comunidades, mas em que continua a mensagem, “agora mais viva e presente no coração...

Ministério da Cultura destaca importância "política, cultural e religiosa" de visita de Bento XVI

O despacho governamental que determina o acesso gratuito no dia 11 de Maio aos palácios nacionais, monumentos, museus e sítios tutelados pelo Ministério da Cultura justifica a decisão com o facto de a viagem do Papa a Portugal propiciar “tempos de maior disponibilidade para o lazer espiritual e enriquecimento cultural» tanto aos cidadãos portugueses como...

Bispo de Santarém em peregrinação diocesana a Fátima

Foi em clima de festa que D. Manuel Pelino presidiu à eucaristia do passado domingo no Santuário de Fátima. O Bispo de Santarém acompanhou a peregrinação diocesana. Nas vésperas da chegada de Bento XVI a Portugal D. Manuel Pelino afirmava que «Bento XVI vem como continuador do Apóstolo Pedro confirmar-nos na fé, nestes tempos de descrença...

Portugal em Alerta Amarelo a partir de hoje e durante visita do Papa

Portugal entra hoje em Alerta Amarelo até 14 de Maio, final da visita da Bento XVI, com a Autoridade Nacional de Protecção Civil a antecipar o “elevado número de participantes” que vão acompanhar a viagem do Papa. O dispositivo de segurança, que implica a activação do segundo nível menos grave de prevenção...

CTT lançam selos alusivos à visita de Bento XVI

Os CTT lançam esta Segunda-feira uma emissão de selos alusivos à visita de Bento XVI a Portugal, que decorre de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto. Segundo o site oficial da viagem do Papa ao nosso país, a série é constituída por três selos com os três Papas que visitaram ou vão visitar Portugal: Paulo...

Aveiro: vida e morte em ciclo de filmes e debates

O Instituto Superior de Ciências Religiosas de Aveiro (ISCRA), em parceria com o pólo de Aveiro do Centro de Estudos de Bioética (CEB), promove o ciclo de Cinema Vida, de 10 a 15 de Maio de 2010. Abrangendo temas existenciais candentes como os do mistério da vida e do dilema da morte, este ciclo pretende «despertar» as consciências para uma reflexão...

Funchal: Peregrinação diocesana a Fátima

A diocese do Funchal organiza uma peregrinação ao Santuário de Fátima entre 10 e 13 de Maio, por ocasião da entrega da Imagem Peregrina e da visita do Papa Bento XVI. O programa desta peregrinação diocesana inclui ainda uma passagem por Santiago de Compostela, que está a celebrar o Ano Santo. Esta peregrinação diocesana...

Os passos de Bento XVI em Portugal

Conhecidos os encontros e as celebrações do Papa Bento XVI em Portugal, entre os dias 11 e 14 de Maio, a Coordenação-Geral da visita do Papa a Portugal foi envolvendo pessoas e instituições necessárias à concretização dos vários momentos da visita de Bento XVI. Por implicação protocolar, nuns casos,...

Documentos

Comunicado da LOC/MTC sobre a situação da saúde em Portugal

A Equipa Nacional da LOC/MTC – Movimento de Trabalhadores Cristãos, esteve reunida, em Aveiro, nos dias 8 e 9 de Maio de 2010, para preparar o Seminário Internacional e o XIV Congresso Nacional, este último com o tema “Trabalho Digno, Sociedade Humanizada”, a realizar de 09 a 13 de Junho em Aveiro. Esta Equipa analisou também a reflexão feita pelo...

Consagração da Diocese do Funchal ao Imaculado Coração de Maria

  Santa Mãe de Deus, Mulher cheia de Graça e de Beleza! Ao vosso Imaculado Coração, pleno de Amor, consagro toda a nossa Diocese: o nosso ser e toda a nossa vida, com as suas alegrias, sofrimentos, sonhos, trabalhos e esperanças.   Maria-Mãe, Esposa de José, a vós consagro as nossas famílias. Guardai-as na ternura do vosso Coração,...

Homilia do Bispo de Santarém na peregrinação diocesana a Fátima

1. Peregrinos para a cidade de Deus “Que alegria quando me disseram vamos para a casa do Senhor”! É a alegria e o fortalecimento da fé que vimos procurar na peregrinação ao santuário de Fátima. Neste lugar santo evocamos a visita de Nossa Senhora, revivemos a sua mensagem, ouvimos mais atentamente o seu apelo à conversão ao evangelho...

Entrevistas

O povo português está a abdicar de saber quem é!

Agência Ecclesia – Que oportunidade constitui esta visita de Bento XVI a Portugal? D. José da Cruz Policarpo – É a oportunidade de estar com o Papa, o que não é frequente! É uma novidade dos últimos 50 anos: as igrejas de todo o Mundo podem estar fisicamente com o Santo Padre. E isso é sempre importante porque o Papa é sempre...

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Recolha e transcrição das notícias de Agência Ecclesia, publicadas hoje, 10-Maio e que me foram enviadas no Boletim respectivo. António Fonseca

10 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

• JOAO DE AVILA 
Maio 10 -  Sacerdote e Confessor (1500-1569)

Juan de Ávila, Santo

Juan de Ávila, Santo

Padroeiro do clero secular espanhol

Versão de http://es.catholic.net/santoral

Nacido en Almodóvar del Campo, Ciudad Real (España), el 6 de enero de 1499 ó 1500. El año 1513 fue a estudiar leyes a Salamanca. Regresó a casa después de cuatro años y, aconsejado por un franciscano, estudió filosofía y teología. Al poco tiempo murieron sus padres. Fue ordenado sacerdote el año 1526. A su primera misa asistieron doce pobres que comieron a su mesa. El padre Juan de Ávila repartió sus bienes a los pobres y se entregó a la oración y a la enseñanza del catecismo.
El año 1535, llamado por el obispo, marchó a Córdoba donde conoció a fray Luis de Granada. Allí organizó predicaciones por los pueblos obteniendo muchas conversiones de personas importantes. Dedicó también mucho tiempo al clero para quien fundó centros de estudios como los colegios de San Pelagio y de la Asunción. Al año siguiente, se desplazó a Granada a donde fue llamado para ayudar al arzobispo Gaspar de Ávalos en la fundación de la universidad. En esa ciudad tuvo lugar la conversión de san Juan de Dios, quien después de haber escuchado la predicación del padre Juan de Ávila decidió dedicar su vida a los pobres, enfermos y menesterosos.
El grupo sacerdotal de Juan de Ávila se formó en Granada hacia el año 1537. Los sacerdotes operarios, que se dedicaban a la predicación, vivían en comunidad, bajo la obediencia del maestro Ávila. Él les aconsejaba robustecer su vida interior: recibir frecuentemente la confesión y comunión, hacer dos horas de oración de mañana y tarde, y estudiar el Nuevo Testamento.
Juan acudió a Baeza (Jaén) en 1539, donde ayudó en la fundación de la Universidad, quizá su fundación más célebre. En todas las ciudades por donde pasaba, Juan de Ávila procuraba dejar la fundación de algún colegio o centro de estudios para sacerdotes: tres colegios mayores o universidades y once colegios.
Desde 1551 comenzó a sentirse enfermo. Las molestias de su enfermedad le obligaron a residir en Montilla hasta su muerte. Su retiro le dio la posibilidad de escribir con calma sus cartas y preparar mejor sus sermones y tratados. Las cartas de Juan de Ávila llegaban a todo rincón de España e incluso de Roma. De todas partes le pedían consejo obispos, personas de gobierno, sacerdotes y seminaristas, discípulos, conversos, personas humildes, enfermos, religiosos y religiosas. Estuvo relacionado con grandes santos del siglo de oro español: Juan de Dios, Ignacio de Loyola, Francisco de Borja, Teresa de Jesús. Esta última le dio a examinar el libro de su vida.
Una de las virtudes principales del padre Juan de Ávila fue su gran amor a la Eucaristía. Ya enfermo, quiso ir a celebrar misa a una ermita, pero por el camino se sintió imposibilitado. Entonces, el Señor se le apareció, en figura de peregrino, y le animó a llegar hasta la meta. En una de las últimas ocasiones en que celebró la misa le habló el crucifijo: “Perdonados te son tus pecados”.
Murió el 10 de mayo de 1569. Santa Teresa, al enterarse de la muerte de Juan de Ávila, se puso a llorar. Cuando le preguntaron por qué lloraba, respondió: “Lloro porque la Iglesia de Dios pierde pierde a una gran columna”. Fue beatificado el 4 de abril de 1894 por el papa León XIII. Pío XII lo declaró Patrono del clero secular español el 2 de julio de 1946, y el papa Pablo VI lo canonizó el 31 de mayo de 1970.

e agora Versão portuguesa de www.jesuitas.pt

 

S. João de Ávila com razão se pode dizer o pai dum grande número de santos que floresceram na Espanha no século XVI. Nasceu na diocese de Toledo, em 1500. Desde a infância se fez notar pela muita piedade. Aos 14 anos foi mandado a Salamanca para estudar direito. Era notável o seu espírito de penitência; procurava sempre a alimentação mais simples e o vestido  mais grosseiro; deitava-se sobre molhos de lenha; não abandonava o cilício e disciplinava-se frequentemente. As mortificações do corpo juntava o exercício da mais completa renúncia, multiplicando actos de humildade e obediência. Todo o tempo de que podia dispor era consagrado a oração. Frequentava os sacramentos, preparando-se para a Eucaristia com extraordinário fervor. Mandado para a  universidade de Alcala distinguiu-se de modo extraordinário na ciência e na piedade. O seu professor, o célebre Dominicano Domingos Soto, dizia que o discípulo viria a ser um grande homem, predição que o futuro não desmentiu. Pedro Guerrera, que foi bispo de Granada, era grande admirador e amigo de João de Ávila.

No dia da primeira missa, vestiu doze pobres, a quem serviu por suas mãos o jantar. Voltando a sua terra, desfez-se dos bens próprios, a exemplo dos Apóstolos. Entregou-se com ardor ao ministério da pregação, tomando por modelo e patrono S. Paulo e preparando-se, pelo estudo e exercício das mais extraordinárias virtudes, para o apostolado. Tinha por máxima que de nada valia a ciência sem virtude sólida. Perguntando-lhe um dia um eclesiástico qual o modo de pregar com fruto, respondeu que não conhecia nada melhor do que amar muito Nosso Senhor Jesus Cristo. O seu exemplo era a melhor prova da verdade que afirmava. Dividia o tempo entre os cuidados do ministério e a oração. As maiores dificuldades eram-lhe prazer desde que se tratasse de salvar um pecador. Os obstáculos só serviam para lhe activar o zelo. Os seus sermões, cheios de amor de Deus, tocavam os corações endurecidos. Nunca pregava sem ter pedido a Deus bênçãos para o auditório. E era tão eloquente a sua palavra que se dizia que o Espírito Santo falava pela sua boca.

São admiráveis as suas cartas, monumentos de saber e virtude. era angélico o fervor com que rezava o oficio e celebrava a Santa Missa, para a qual se preparava com meticuloso cuidado, gastando na acção de graças muito tempo. Fazia, alem disso, quatro horas de meditação por dia, duas de manhã e duas de tarde. Viveu sempre pobre; nunca teve criados. Nunca deixava de recomendar a pobreza, pois dizia que a prática desta virtude mata as paixões e faz-nos semelhantes a Jesus Cristo. para o fim da vida, como já não podia exercer o seu ministério, orava continuamente. Tudo o deixava indiferente excepto o amor de Deus. Pregou  com grande fruto em Sevilha, Córdova, Granada e em toda a Andaluzia. As suas instruções formaram santos eminentes, como S. João de Deus, S. Francisco de Borja, Santa Teresa de Jesus e personagens notáveis como Frei Luis de Granada. Teve talento especial para dirigir almas. Para se ajuizar das suas qualidades neste campo, basta ler a sua obra que tem por titulo aquelas palavras do salmo 44: Escuta, minha filha. Eis o que deu origem a esta obra: D. Sancha Carrilha era dotada de extraordinária formosura e grandes virtudes. Querendo ir para a corte como dama de honor, não quis partir sem se confessar ao santo. Ora voltou da Igreja completamente transformada. renunciou das vantagens da sua posição, ficando em casa dos pais, onde levou vida edificante. Foi para dirigir esta alma tão dócil que S. João de Ávila compôs o referido tratado.

Em todos os seus escritos, o que primeiro nos impressiona ´´e a sua terna devoção ``a paixão de Jesus Cristo. Foi na meditação dos sofrimentos do Salvador que formou o edifício da sua virtude e ganhou extraordinário desejo de sofrer. «O bom uso que se faz das provas, dizia, fortalece a alma e torna-a capaz de sofrer mais». Deus quis que o seu servo fosse vitima da inveja. Embora só pregasse a moral de Jesus, foi acusado de rigorismo, dizendo os seus perseguidores que ele excluía os ricos do reino de Deus. Arrastado no tribunal da Inquisição, sofreu muito ate que foi reconhecida a sua inocência. depois, agradeceu humildemente aos seus inimigos terem-lhe dado que sofrer alguma coisa. Aos 50 anos começou a ter muitas doenças, mas, cheio de paciência, dizia a Deus: «Senhor, aumentai os meus sofrimentos, dai-me, porém, paciência». Enfim, depois de 17 anos de doenças, morreu a 10 de Maio de 1569. Foi prodígio de penitência, glória do sacerdócio católico, homem de conhecimentos quase universais, director esclarecido e orador consumado. Para ajuizar do seu extraordinário valor, basta dizer que Santa Teresa o olhava como protector, o consultava como mestre e o seguia como modelo. Foi beatificado em 1894 e canonizado em 1970.   www.jesuitas.pt

 

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florença, Santo
Maio 10   -  Bispo

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florencia, Santo

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florença, Santo

Bispo

Versão de http://es.catholic.net/santoral

Antonio Pierozzi, llamado Antonino por su pequeña estatura, nació en 1389, y era hijo de un notario florentino. Desde muy joven entró al convento de los Dominicos, en donde fue recibido por el Beato Juan Dominici, a quien recitó de memoria las Decretales de Gracián, para demostrar su preparación cultural, a pesar de ser autodidacta. Del año 1413, año de su ordenación sacerdotal, al año 1446, cuando fue elegido arzobispo de Florencia, ocupó varios cargos en su Orden: Vicario, Visitador, Prior en Fiesole, en Roma, en Nápoles y en Florencia.
A él se debe el mérito de haber encargado al Beato Angelico la tarea de decorar con frescos el convento de San Marcos en Florencia. Entre tanta actividad maravilla el hecho de haber tenido tiempo para escribir numerosas obras, entre las cuales merece una mención particular la Summa moral, definida “una grande enciclopedia sistemática del pensamiento y de la práctica de la vida cristiana”. En todos sus escritos se nota la tendencia a descartar las “doctrinas sublimes” para detenerse solamente en lo que consideraba útil para él y para los demás.
Era un hombre práctico, sensible a los problemas sociales de su tiempo, deseoso de dar un significado cristiano a los nuevos fermentos humanísticos. Lo llamaban ingeniosamente “Antonino de los consejos” por su extraordinaria versatilidad en el campo religioso, jurídico, político y económico, que lo ocupaba diariamente en audiencias a los numerosos visitantes de toda clase que iban a plantearle sus problemas. Cuando quedó vacante la sede episcopal de Florencia, el Papa Eugenio IV lo nombró arzobispo, parece que por sugerencia del Beato Angelico, que en ese momento estaba en Roma haciendo una obra de arte por encargo del Papa.

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florencia, Santo

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florença, Santo

El primero en maravillarse, e incluso hasta asustarse ante el inesperado nombramiento, fue el humilde fraile Antonino, que huyó aesconderse en Maremma. Su delicada salud y los achaques físicos que lo acompañaron desde su juventud, desde que era novicio, no le impidieron desarrollar una actividad prodigiosa. A lomo de mula cabalgaba como un humilde fraile para visitar todas las parroquias de su diócesis y de las sufragáneas de Fiesole, Pistoia y Prato. El pueblo florentino lo amaba mucho, y él defendió sus derechos aun contra el mismo Cosimo de Medici, de quien era amigo. Humilde e ingenioso, celoso y bondadoso, el buen pastor se entregó de lleno a su grey hasta la víspera de su muerte, el 2 de mayo de 1459. Fue canonizado por Adriano VI el 31 de mayo de 1523.
El actual Martirologio Romano lo recuerda el 2 de mayo.

Em seguida Versão portuguesa de www.jesuitas.pt

Este santo, chamado António no baptismo, e depois Antonino, por ser de pequena estatura, nasceu em Florença no ano de 1389. Aplicado desde muito jovem ao estudo, fez nele maravilhosos progressos. Havia muito tempo que, para satisfazer a inclinação, que lhe despontara com os primeiros anos, de se consagrar ao serviço de Deus, pensava em entrar para o claustro. Os Frades Pregadores foram o alvo de seus votos. O célebre Padre João Domingues, que foi mais tarde cardeal-arcebispo de Ragusa e legado da Santa Sede na Hungria, depois de o examinar, ficou encantado; mas aconselhou-o a que esperasse ainda; e para se livrar de suas instâncias, sabendo que gostava de ler o Decreto de Graciano, disse-lhe: «Estude bem o direito canónico, e quando o tiver aprendido todo de cor, prometo recebe-lo». A condição era violenta, mas o Padre Domingues ficou agradavelmente surpreendido quando, alguns dias depois, Antonino compareceu pronto a dar-lhe conta de todo o direito canónico. O fervor do jovem noviço tornou-se depressa objecto de emulação para os mais antigos. Pensou-se a principio que não seria capaz de resistir aos rigores da disciplina religiosa; mas a sua coragem deu-lhe forças; aparecia em toda a parte o mais humilde, o mais obediente, o mais mortificado e o mais exacto da comunidade.

A virtude, suprindo nele a idade, fez que fosse escolhido, embora muito jovem, para governar o convento de Roma. Nomearam-no sucessivamente prior dos conventos de Nápoles , Baeta, Cortona, Sena, Florença e outras cidades de Itália; por toda a parte reavivou o espírito primitivo da regra, sobretudo pelos exemplos. Nomeado vigário geral da província da Toscana e depois da de Nápoles, nada afrouxou nas austeridades. Enquanto o santo andava ocupado na visita da província de Nápoles, vagou a sede episcopal de Florença. O papa Eugénio IV, sem atender a solicitações, nomeou-o arcebispo de Florença. Santo Antonino recebeu a nova, ao voltar da visita a uma casa da sua província; ficou tão consternado que, voltando para trás, deixou o caminho de Nápoles sem declarar o seu desígnio, e fugiu para as bandas do mar da Toscana, resolvido a retirar-se para a ilha da Sardenha; mas opuseram-se ao seu embarque e conduziram-no para Sena. Empregou todos os meios para se livrar de tal dignidade; mas o papa mandou-lhe as bulas e ordenou-lhe que recebesse a sagração quanto antes. Começou por dar uma regra aos seus familiares. Os pobres tomavam o primeiro lugar. Estava persuadido que, se a sua dignidade se davam avultadas rendas, era para as distribuir pelos pobres. Proibiu aos seus domésticos despedir algum pobre com as mãos vazias e, depois de ter gasto em esmolas todo o dinheiro, viram-no dar os móveis e reduzir-se ele mesmo, por causa dos pobres, a extrema pobreza.

Fundou o Colégio de S. Martinho, no qual estabeleceu doze administradores em favor das famílias envergonhadas, que, reduzidas a ultima necessidade, tem vergonha de mendigar. Fazia quase todos os anos a visita a diocese; os abusos foram bem depressa  cortados por toda a parte, as desordens abolidas, e por toda a parte os costumes reformados. A avareza e a cupidez tinham introduzido em Florença jogos de azar que arruinavam as famílias; o santo prelado empreendeu aboli-los, e pôde consegui-lo. Como o espírito de Deus foi sempre o móbil de suas acções, santo Antonino nunca se desmentia em seu proceder; dormia muito pouco e chegava sempre antes dos seus cónegos para as Matinas. Visível a toda a hora, afável, acessível a todos, fazia-se tudo para todos para os ganhar para Jesus Cristo. O pobre e o camponês eram escutados como o rico, sem excepção; encontrava-se sempre nele um director, um pastor e um pai; nada foi nunca capaz de alterar a sua doçura e a sua tranquilidade.

Tendo o conselho soberano de Florença mandado prender um oficial do papa, e o santo arcebispo não podendo obter que fosse posto em liberdade, mandou cessar o oficio divino na sua Catedral em presença dos magistrados, e pôs a Igreja sob interdito. Recorreram ao insulto, ficou inflexível; e mostrando, aqueles que ameaçavam expulsa-lo a chave da cela que tinha ocupado no mosteiro de Cortona e trazia sempre a cinta, disse: «Quando me obrigardes a sair de Florença, encontrarei sempre um asilo para me retirar».

Dias muito cheios deixaram-lhe ainda tempo para enriquecer a Igreja de muitas e belas obras, que são a Suma doutrinal ou de Teologia, a Suma histórica, a Suma da Confissão, um tratado da Excomunhão, um escrito sobre os discípulos que iam para Emaus e um Tratado das Virtudes. Ai se deparam por toda a parte sinais da pureza da fé, da santidade da moral, da alta piedade e erudição. O papa Nicolau V disse publicamente que julgava o arcebispo de Florença tão digno de ser posto no catálogo dos santos ainda vivo, como Bernardino de Sena que nessa altura canonizara. Os florentinos escolheram-no para ir a frente de uma célebre embaixada, que enviaram aos papas Calixto III e Pio II; pediram-lhe também para aceitar a embaixada junto do Imperador Frederico III; mas recusou-a, porque não pôde nunca resolver-se a sair da sua diocese senão para interesses da Igreja. O papa Pio II, sabedor de que tinha abolido os escândalos públicos, os jogos de azar e outras desordens inveteradas em Florença, quis que fosse dos escolhidos para reformar muitos abusos em Roma; mas Deus apressou-se a chamar o seu servo as recompensas eternas; morreu a 2 de Maio de 1459, com setenta anos de vida e treze de episcopado.

Job, Santo
Maio 10  - Patriarca

Job, Santo

Job, Santo

Patriarca

Se chama patriarca a um antiquíssimo chefe religioso de Israel. Assim por exemplo,  foram Patriarcas: Noé, Abraão, Jacob, Isaac, etc.
Job foi considerado durante muitos séculos como o melhor modelo de paciência, antes de Jesus Cristo. O profeta Jeremias afirma que a terra onde Job nasceu e viveu (a sul oriente do Jordão) era considerada como região de grandes sábios e profundos pensadores.
A Sagrada Bíblia narra da seguinte maneira os Actos de Job: "Havia na região de Us (a sul oriente de Palestina) um homem de muito bom comportamento, que se afastava do mal e temia muito ofender a Deus. Tinha sete filhos e três filhas. Era imensamente rico. Tinha 7,000 ovelhas, 3,000 camelos, 500 pares de bois, 500 asnos, e muitíssimos operários. Era o mais rico de toda a região".
De vez em quando oferecia sacrifícios de animais a Deus, para lhe pedir perdão pelos pecados de seus filhos, porque dizia: "¡Quem sabe se algum de meus filhos tenha desgostado o Senhor com algum pecado!". Um dia reuniu-se Deus no céu com seus anjos e lhes disse: ¿Têm visto o meu amigo Job? Não há ninguém na terra tão bom como ele. ¡Tem grande temor de me ofender e se afasta do mal! ¡Mas Satanás chegou e disse a Deus: "Apenas tens tratado demasiado bem a Job. Lhe concedeste enorme quantidade de animais, e de pessoas. Assim qualquer um se porta bem. Mas permite-lhe que se lhe acabem suas riquezas, e verás como se portará mal!". - E Deus disse a Satanás "Te concedo permissão para que o ataques nos seus bens, em seus animais e pessoas que o servem. Mas cuidado ¡A ele não lhe podes tocar!". E um dia em que seus sete filhos e suas três filhas estavam celebrando um almoço em casa do filho mais velho, chegou correndo um mensageiro dizendo a Job: "Seus bois estavam arando, e seus asnos estavam pastando na pastagem e chegaram os guerrilheiros e mataram aos trabalhadores e roubaram todos os animais. Somente eu consegui fugir para lhe trazer a noticia". Ainda estava falando quando chegou um segundo operário e disse-lhe: "Caíram raios do céu e mataram a todas suas ovelhas e a seus pastores. Somente eu consegui sair fugindo para lhe trazer a noticia". Ainda este estava falando quando chegou outro que lhe disse: "Os inimigos do país vizinho se dividiram em três esquadrões e atacaram os camelos, mataram aos arrieiros, e levaram todos os animais. Unicamente eu logrei fugir para vir a contar-lhe a noticia". Não havia terminado de falar quando chegou um quarto mensageiro a dizer-lhe: "Seus sete filhos e suas três filhas estavam almoçando em casa do filho mais velho e o tecto caiu, matando-os a todos". Job se levantou, rasgou suas vestes em sinal de tristeza; rapou a cabeça em sinal de dor e exclamou: "Desnudo saí do ventre de minha mãe. Sem nada voltarei ao sepulcro. Deus me deu, Deus me tirou. Bendito seja Deus".
E em tudo isto não pecou Job, nem disse nenhuma palavra contra Deus que havia permitido que lhe sucedesse tantas desgraças.
Voltou Deus a reunir-se com seus anjos no céu e lhes disse: "¿Repararam no meu amigo Job? Não há nenhum tão santo como ele na terra. Tem grande temor de me ofender e afasta-se sempre do mal. ¡E ainda que eu tenha permitido que lhe sucedam tantos sofrimentos, não se afasta de minha amizade!".
Mas Satanás chegou e disse: "Sim, ele se conserva assim porque goza de boa saúde. ¡Mas permite-me tirar-lhe a saúde e verás que agora se maldiz e se porta mal!". - E Deus lhe disse - Podes tirar-lhe a saúde. ¡Mas cuidado: respeita-lhe a vida!. E a Job lhe chegou uma enfermidade na pele, e se tornou numa só chaga desde a cabeça até aos pés. Teve que ir sentar-se junto a uma lixeira, e com um pedaço de telha coçava-se, e vivia entre o lixo. E até sua mulher o desprezava e lhe dizia: "¡Maldiz a tua sorte e morre!".  Mas Job lhe respondeu: Se aceitamos de Deus os bens, ¿Porque não havemos de aceitar os males que Ele permita que nos sucedam?.  E em tudo isto não pecou Job com seus lábios ou suas palavras.  E eram tais suas angústias e os desprezos que lhe faziam, que quando amanhecia exclamava: "¿Quando anoitecerá para que não me desprezem nem se riam mais de mim?". E quando anoitecia dizia: "¿Quando amanhecerá para que não me atormentem mais os pesadelos e espantos?". E tudo isto lhe sucedia, sendo ele tão santo.
Ao saber tão tristes notícias, chegaram três amigos desde diversos sítios, a consolá-lo. E ao vê-lo tão acabado, lançaram gritos de angústia, rasgaram suas vestes em sinal de dor, deitaram pó na cabeça como penitência, e ali ficaram sete dias, sentados no chão, sem dizer palavra, cheios de dor. 
E depois os três amigos começaram um diálogo em verso, dizendo cada um a que se deviam provavelmente aqueles infortúnios tão terríveis do pobre Job. e tiraram como consequência final que provavelmente ele havia sido muito pecador e que por isso era que estava desgostoso Deus. Job respondeu com fortes exclamações que essa não era a causa de suas desgraças. Que ele se havia esmerado durante toda sua vida por se comportar de uma maneira que fosse agradável a Deus. Que havia compartilhado seus bens com os pobres. Que seu desejo de se manter puro era tão sincero que havia feito um pacto com seus olhos para não fitar a mulheres jovens. E dizia: "
estou certo que um dia, com estes olhos verei a meu Deus". 
Num momento de emoção Job chega a dizer a Deus que a ele lhe parece que Nosso Senhor há exagerado no modo de o fazer sofrer. Que sendo Deus tão poderoso porque se vinga de um pobrezito tão miserável como ele. E então intervêm Deus e  contesta fortemente a Job que a criatura não tem porquê pedir contas ao Criador, e começa a voz de Deus a fazer uma descrição maravilhosamente poética dos seres que Ele criou. "¿Quando eu fiz o universo onde estavas tu? ¿Quando fiz o mar e os animais que o enchem, por onde andavas a essa hora?". E logo Deus vai descrevendo a imponência do crocodilo e do rinoceronte, e as astúcias dos animais selvagens, e pergunta a Job: "Quando eu fiz a todos estes animais, onde estavas tu, para que agora me venhas a pedir conta do que eu faço? ¿Quem é este que se atreve a discutir-me?".
Job se dá conta de que fez mal em pôr-se a pedir contas a Deus e lhe disse humildemente: "Senhor: me hei posto a falar o que não devia dizer. Retracto minhas palavras. Me arrependo do que hei dito ao protestar. Te peço perdão humildemente, meu Senhor".
Então Deus voltou a falar com voz amável, e disse aos amigos de Job: "Ofereçam-me um sacrifício para pedir-me perdão pelo que disseram contra meu amigo Job. E pelas orações dele, eu os perdoo".
Logo Deus concedeu a Job o dobro de bens dos que antes havia tido. Vieram todos seus familiares próximos e longínquos e cada um lhe trouxe uma prenda e uma barra de prata, e um anel de ouro e celebraram um grande banquete em sua honra. E Deus bendizeu outra vez a Job e lhe concedeu 14,000 ovelhas, 6,000 camelos, 1,000 pares de bois, e 1,000 asnos. Se casou de novo e teve sete filhos e três filhas. E suas filhas foram as mulheres mais belas de seu tempo. 
E Deus concedeu a Job uma longa vida. Viveu até aos 140 anos. E conheceu aos netos, aos bisnetos e aos tetranetos. e morreu em feliz ancianidade e cheio de alegria e paz.

Solange de Bourges, Santa
Maio 10   -  Virgem e Mártir

Solange de Bourges, Santa

Solange de Bourges, Santa

Virgem e Mártir

Etimologicamente significa” só”. Vem da língua latina.
A esta rapariga francesa, nascida em Bourges, França, e que morreu em 10 de Maio de 880, o Senhor lhe concedeu muitos dons além dos que já tinha por sua natureza encantadora, beleza impressionante e boa trabalhadora.
No le faltaron muchos pretendientes. Los rechazó a todos porque quería vivir en estado de virginidad. Aún así, tuvo sus dificultades. Una de ellas fue el encuentro con el conde Gothie.
Iba paseando por el campo y, al verla tan guapa, se quedó alucinado. Y sin dudarlo, le dijo que se casara con él. La chica interrumpió su oración para decirle que prefería mantenerse virgen.
Desde luego que hay que tener las ideas claras y la voluntad fuerte para rehuir la petición de manos de todo un conde.
Pero el conde, de buenas formas aparentes, era todo un animal. No quería darse por vencido. La vio varias semanas, visitó a sus padres.
Todo fue inútil. Entonces maquinó en su malvado corazón raptarla. Y estando apacentando el ganado, se presentó bruscamente, la sentó en su caballo y huyó.
La chica, una fornida campesina, le hizo frente cuando intentó abusar de ella. Cuando pasaban por un torrente, hizo un esfuerzo muy grande y se cayeron los dos.
Todo el mundo se reía de su torpeza y de sus pocas habilidades para salir de ese sitio.
No obstante logró salir de la corriente del río que había al fondo del torrente.
Enfurecido por no haber podido violarla, la cogió y le cortó la cabeza con su espada.
El vicio ciega los ojos del alma.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Iván Merz, Beato
Maio 10   -  Laico

Iván Merz, Beato

Iván Merz, Beato

Laico

Martirológio Romano: Na cidade de Zagreb, na Croácia, beato Ivan Merz, que, dedicado ao estudo das letras e ao ensino, deu aos jovens o exemplo de um mestre fiel a Cristo e de um laico crente entregue ao bem da sociedade (1928).

Nació en Banja Luka el 16 de diciembre de 1896, en la Bosnia ocupada por el imperio austro-húngaro, en una familia liberal; fue bautizado el 2 de febrero de 1897. En el ambiente multi-étnico y multi-religioso de su ciudad natal realizó sus estudios de primaria y secundaria, que terminó cuando en Sarajevo era asesinado el príncipe heredero Francisco Fernando (28 de junio de 1914). Por voluntad de sus padres, y no suya, entró en la Academia militar de Wiener Noustadt, que abandonó después de tres meses, molesto por la corrupción del ambiente. En 1915 inició los estudios en la universidad de Viena, aspirando a ser profesor, para poder dedicarse a la instrucción y educación de los jóvenes en Bosnia, siguiendo el ejemplo de su profesor Ljubomir Marakovic, hacia el que sentía una profunda gratitud por haberle ayudado a descubrir las riquezas del catolicismo.
En marzo de 1916 tuvo que enrolarse en el ejército. Fue enviado al frente italiano, donde pasó la mayor parte de los años 1917 y 1918. Al concluir la primera guerra mundial se encontraba en Banja Luka, donde vivió el cambio político y el nacimiento del nuevo Estado yugoslavo. La experiencia de la guerra le hizo madurar espiritualmente, pues, impresionado por los horrores de los que fue testigo, poniéndose en las manos de Dios, se propuso tender con todas sus fuerzas a la perfección cristiana.
Se puede seguir su desarrollo espiritual gracias a su diario íntimo, que comenzó a escribir durante sus estudios de secundaria y prosiguió en el ejército, en el frente y durante los estudios universitarios. En él se aprecia que su santidad no fue fácil, que tuvo que luchar mucho por su ideal.
Lo atormentaba el problema del amor y luego el del dolor y la muerte, que resolvía a la luz de la fe.
"No tengo la santa Eucaristía -escribe el 9 de septiembre de 1917-. Vivo aquí como un pagano o una fiera, como si el Agnus no fuera ya el centro del cosmos, como si no existiera para nada. Dios Consolador, ven a compenetrar mi naturaleza con átomos de eternidad, para que, más semejante a ti, comprenda el curso de mi existencia".
El 5 de febrero de 1918, estando en el frente de batalla, escribió en su diario: "Nunca olvidarse de Dios. Desear siempre unirse a él. Cada día, preferentemente al alba, dedicarse a la meditación, a la oración, tal vez cerca de la Eucaristía o durante la santa misa. En esos momentos se han de hacer los proyectos para la jornada que comienza, se examinan los propios defectos, y se pide la gracia para superar todas las debilidades. Sería terrible que esta guerra no me produjera ningún efecto positivo... Debo comenzar una vida regenerada con el espíritu del nuevo conocimiento del catolicismo. Confío sólo en la ayuda del Señor, porque el hombre no puede hacer nada por sí mismo".
Después de la primera guerra mundial prosiguió sus estudios de filosofía en Viena (1919-1920); luego se trasladó a París, donde estudió en la Sorbona y el Instituto Católico (1920-1922). Con su tesis sobre "la influencia de la liturgia en los escritores franceses desde Chateaubriand hasta nuestros días", obtuvo el doctorado en filosofía en la universidad de Zagreb (1923). Durante el resto de su breve vida fue profesor de lengua y literatura francesa y alemana en el Instituto arzobispal de Zagreb, realizando con entrega ejemplar sus deberes de estado.
Colaboró como apóstol de los jóvenes, primero en la Liga de los jóvenes católicos croatas, y luego en la Liga croata de las Águilas, que impulsó y con la que inauguró en Croacia la Acción católica promovida por el Papa Pío XI. Según él, la Organización debía contribuir ante todo a formar una élite de apóstoles de la santidad. Con ese fin debía servir también para la renovación litúrgica, de la que fue uno de los primeros promotores en Croacia, anticipando cuatro décadas las directrices del concilio ecuménico Vaticano II en esa materia.
En su trabajo no le faltaron incomprensiones y dificultades de diversos tipos, que afrontaba con una serenidad admirable, fruto de su continua unión con Dios en la oración. En opinión de quienes lo conocían bien, "con su mente y su corazón se hallaba inmerso en lo sobrenatural".
Convencido de que el medio más eficaz para la salvación de las almas es el sufrimiento ofrecido al Señor, ofrecía sus penas físicas y morales para obtener la bendición de sus actividades apostólicas, y, ya cerca de su muerte, ofreció también su joven vida por sus Águilas. Murió en Zagreb el 10 de mayo de 1928, a los 32 años de edad, con fama de santidad.
Beatificado el 22 de Junio de 2003 por S.S. Juan Pablo II.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Enrique Rebuschini, Beato
Maio 10   -  Sacerdote

Enrique Rebuschini, Beato

Enrique Rebuschini, Beato

Sacerdote Camilo
(Servos dos Enfermos de São Camilo)

Enrique havia nascido em 28 de Abril de 1860 no norte de Itália, em Gravedona, na margem noroeste do lago Como. Seu pai, Domingo, empregado de intendência antes de chegar a ser inspector chefe de impostos da província de Como, não é partidário da religião, e quando acompanha a sua mulher à igreja, fica do lado de fora. Sua mãe, Sofia, cristã exemplar, é oriunda de Liorna, na Toscana. Desse matrimónio haviam nascido cinco filhos, sendo Enrique o segundo. No final de seus estudos secundários, ao não poder seguir sua inclinação pela vida religiosa por causa da oposição de seu pai, Enrique se matricula na Faculdade de Matemáticas da Universidade de Pavía. De carácter tranquilo e bem educado, somente permanece um ano na Faculdade, cujo anticlericalismo lhe produz amargura e desassossego.
Así pues, regresa a Como y cumple su servicio militar como voluntario durante un año. En sus ratos libres, se aísla voluntariamente con la oración y las buenas lecturas. Tras su formación en la Escuela Militar de Milán, obtiene el diploma de subteniente de reserva, estimado por sus superiores, quienes le animan a hacer carrera en el ejército. Pero, al regresar con su familia, prefiere seguir estudios de contabilidad, que culminan en 1882 con un diploma y con notas sobresalientes.
Un camino que no le conviene
El marido de su hermana Dorina, que dirige una sedería a 45 km al norte de Como, lo acoge en su casa y le ofrece un empleo como administrativo. Las relaciones entre Enrique y la familia de su hermana son muy cordiales. Sin embargo, al cabo de tres años, algunos indicios dejan entrever que el joven tiene problemas. Hay tristeza en su mirada. A su padre le confiesa que ese trabajo en la industria y en el comercio no le convienen, y a sus 24 años escribe a su cuñado lo que sigue: «Cuando pienso que voy a ser un lastre en lugar de servir de ayuda..., el hecho de saber también que mis padres nunca estarán tranquilos mientras permanezca en un camino que no conviene a mi naturaleza (y que me hace desgraciado), todo ello me ha persuadido de que debía renunciar a él, por el bien de papá y de mamá, por tu bien y por el mío. Y te digo esto con el corazón compungido» (9 de agosto de 1884).
Los problemas de Enrique no proceden de la elección de una profesión adecuada a sus aptitudes y a sus inclinaciones, sino de su tenaz atracción por la vida religiosa, atracción entorpecida a causa de una fuerte oposición por parte de su padre. A pesar de todos los esfuerzos por aceptar su suerte, cae muy pronto en un estado de abatimiento moral, y adelgaza tanto que parece estar convaleciente de una enfermedad. Finalmente, durante el verano de 1884, el padre termina «rindiéndose», después de largas discusiones con su hijo y tras la intervención del beato Guanella (sacerdote promotor de obras sociales, beatificado en 1964), que había encomendado a todos los monasterios de Como que se rezara por esa vocación.
Tres meses después de dejar su empleo, Enrique se matricula en la Universidad Gregoriana de Roma, con objeto de seguir, con éxito, estudios eclesiásticos. Allí consigue la estima de los profesores, recibiendo las órdenes menores con la siguiente mención: «Conducta edificante y muy buen espíritu de Iglesia». Hacia finales del año 1885, sus padres y su tía Magdalena se desplazan a Roma, alegrándose de encontrarlo satisfecho y sereno. Magdalena anota en su diario: «Enrique está contento y alegre. Entiendo por qué se siente de ese modo. Está seguro de encontrarse en el camino que Dios le ha preparado».
Oprimido
Un obstáculo imprevisto surge de repente: entre marzo de 1886 y mayo de 1887, Enrique es atacado por una grave depresión nerviosa. Su generosa alma y su sentido del deber, que no admite medias tintas, le mueven a realizar penitencias excesivas, sin tener demasiado en cuenta su fragilidad. En realidad necesitaría alimentarse mucho más, pero se esfuerza en imitar, incluso en sobrepasar, los ejemplos de austeridad que observa a su alrededor, por lo que desemboca en un estado de agotamiento nervioso y mental que suele ser causa de depresión. Ya en su época, cuando santa Teresa de Jesús llegaba a un convento carmelita y encontraba tensiones y combates espirituales, exigía a las monjas que durmieran una hora más al día. Efectivamente, porque el cansancio disminuye nuestra capacidad de resistencia, nos vuelve frágiles y aumenta nuestra vulnerabilidad. Una de las armas que utiliza el diablo en el combate espiritual es precisamente sobrecargarnos, con la apariencia de que ello es bueno.
Enrique regresa con su familia, permaneciendo también un tiempo en una clínica. En el diario de Magdalena podemos constatar las siguientes anotaciones: son «momentos en los que la mano de Dios se ha mostrado pesada sobre nosotros y nos ha sumergido en el dolor... ¡Cuántos meses de silencio y de sufrimiento! Ojalá Dios ponga término a esto y nos devuelva nuestro tesoro». Ocho años más tarde, al evocar aquella etapa, Enrique escribirá: «Me mandaron a una clínica de reposo; en ese lugar Dios restableció mi salud dándome una total confianza en su infinita bondad y misericordia».
Una gran capacidad espiritual
Antes de ver cumplida su vocación de religioso hospitalario, Enrique prueba la amargura del sufrimiento. Al igual que en nuestros días el Papa Juan Pablo II, habría podido decir: «También yo conozco, por haberlo probado personalmente, el sufrimiento causado por la incapacidad física, la debilidad propia de la enfermedad, la falta de energía para el trabajo y el hecho de no sentirse en forma para llevar una vida normal. Pero también sé, y quisiera que se entendiera, que ese sufrimiento tiene igualmente otro aspecto sublime, y es que otorga una gran capacidad espiritual; porque el sufrimiento supone una purificación para sí mismo y para los demás, y si se vive en su dimensión cristiana, puede transformarse en un don que se ofrece para completar en la propia carne lo que faltara a las tribulaciones de Cristo, en favor de su Cuerpo, que es la Iglesia (cf. Col 1, 24). A vosotros, queridos enfermos de todos los rincones del mundo, deseo anunciaros la presencia viva y consoladora del Señor. Vuestros sufrimientos, recibidos y aceptados con fe inconmovible, unidos a Cristo, adquieren extraordinario valor para la vida de la Iglesia y el bien de la humanidad» (Mensaje con motivo de la Ia Jornada Mundial del Enfermo, 11 de febrero de 1992).
En mayo de 1887, la crisis se resuelve y Enrique recobra por completo la salud. Tendrá algunas recaídas, pero menos prolongadas y menos graves. Debe tenerse en cuenta que en aquella época no había remedios específicos contra ese tipo de enfermedades, por lo que aquella tribulación fue superada gracias a un conocimiento progresivo cada vez más exacto de Dios, cuya consecuencia fue una relación filial basada en la confianza. El mejor rasgo de la espiritualidad de nuestro beato será en adelante considerar el océano infinito de la misericordia del Corazón de Jesús y de la ternura maternal de nuestra Madre, la Santísima Virgen María, a quien la Iglesia invoca con el nombre consolador de «salud de los enfermos».
Durante el verano de 1887, Enrique trabaja como empleado en el hospital de Como. Pero, poco tiempo después, se deshacen amablemente de él, porque, en lugar de trabajar en lo que le corresponde, pasa el tiempo en las salas del hospital, a la cabecera de los enfermos más pobres, más necesitados y aislados, para quienes sacrifica hasta el último céntimo del que puede disponer, e incluso su ropa personal; también multiplica sus visitas a domicilio a los pobres y a los enfermos. Su vocación de religioso hospitalario nace precisamente del contacto con esos sufrimientos.
Abandonado a María
Enrique suele anotar en un diario su programa espiritual, inspirado en las vías de perfección propuestas por san Ignacio de Loyola. También escribe estas frases: «La Santísima Virgen, a quien me encomendé para que me encontrara un trabajo que se adaptara a mi debilidad, me consiguió un empleo en los servicios administrativos del Hospital Civil, donde trabajaba algunas horas cada día; el resto del tiempo lo pasaba solo, en ejercicios de piedad...; al ver que no podía continuar de ese modo y sentirme llamado a abrazar la vida religiosa, mi padre espiritual (a pesar de haberle manifestado mi inclinación por la familia religiosa de san Francisco) me propuso la de san Camilo, que le parecía más adaptada a mi circunstancia y también porque temía por mi estado de salud. Así lo hice sin discusión, e inmediatamente la abracé». La lectura de la vida de san Camilo conforta a Enrique en su elección.
Camilo de Lelis, nacido en 1550 en el reino de Nápoles y dotado de un vitalidad fuera de lo común, abrazó primero el oficio de las armas; pero poco después cayó en el desenfreno, siendo hospitalizado en el hospital San Jacobo de Roma. Afectado profundamente por la miseria en que estaban sumidos los enfermos, trabajó como enfermero voluntario, consiguiendo agrupar más tarde a algunos compañeros para constituir «la Compañía de los Servidores de los Enfermos» o camilos. Aquejado él mismo de dolores de estómago y de cabeza, de cálculos, de úlceras y de forúnculos casi permanentes, Camilo pasaba por aquellas salas, como enfermo entre los enfermos, atento ante las necesidades de todos. Murió en Roma el 14 de julio de 1614, y la Iglesia lo proclamó patrono de los hospitales, de los enfermos y de las hermanas hospitalarias.
El 27 de septiembre de 1887, Enrique Rebuschini, de 27 años de edad, ingresa en los camilos de Verona. La primera actitud que se propone alcanzar es la amabilidad; esa virtud, aunque muy necesaria, no le resulta fácil. Él tiene ya cierta experiencia de trabajo profesional, mientras que sus compañeros de noviciado todavía son adolescentes y aman la libertad, el esparcimiento y el ruido, y tienen gran facilidad en transformar los pensamientos serios en divertidos juegos de palabras. Así pues, se apresta a adoptar una opinión positiva acerca de los demás, a pesar de sus defectos o de sus irritantes actitudes. Es un ideal que a veces le resulta difícil de alcanzar, como él mismo escribe: «Me dejo llevar por arrebatos de antipatía, sobre todo con uno de mis compañeros. En ocasiones, cuando me pregunta por los estudios, en lugar de contestarle con dulzura y de pensar solamente en dar satisfacción a su pregunta con amabilidad, le respondo con irritación: «Me gustaría que no me preguntaras nada»; y ello no es más que el fruto del orgullo, unido a la falta de unión con los míos en el amor. Me gustaría no pensar en otra cosa sino en hacer en todo momento el mayor bien posible». Pero en la realidad de la vida cotidiana, su resolución de amabilidad es vencida con frecuencia por tentaciones de juicios temerarios, por sentimientos de antipatía, etc. Pero él no se deja vencer por esas luchas, sino que renueva su intención de ver en los demás el templo de Dios, mira el crucifijo y recobra valientemente la lenta labor de dulcificación del corazón.
Recaídas
Su bondadoso temperamento le hace merecedor de la estima de sus superiores, quienes, considerando los estudios que ya había cursado en Roma, le ordenan sacerdote durante su noviciado, el 14 de abril de 1889. El obispo de Mantua que le confiere el sacramento de la orden es monseñor Sarto, el futuro Papa Pío X, amigo de los camilos. El acto de profesión perpetua de Enrique tiene lugar el 8 de diciembre de 1891. Sin embargo, el Padre Rebuschini vuelve a recaer en la depresión nerviosa. Esas recaídas son consecuencia de su principal defecto: un carácter perfeccionista que le mueve a un compromiso espiritual que no considera suficientemente su fragilidad nerviosa. Padece una nueva depresión durante los años 1890 y 1891, sufriendo mucho a causa de una tribulación espiritual, provocada por una excesiva concentración en el concepto de la eternidad, siendo tentado con fuerza por la idea de verse reprobado. Gracias a su nombramiento como capellán de hospital consigue recobrar el equilibro y la serenidad, lo que le ayuda a olvidarse de sí mismo y a dedicarse a las miserias del prójimo. Pero una nueva crisis se manifiesta en 1895. A pesar de haber sido nombrado vicemaestro de los novicios y profesor de teología, se considera incapaz, por desconfianza hacia sí mismo, de asumir sus responsabilidades, de lo cual se deriva un estado de continua tensión. Sus superiores se ven obligados a librarlo de esas cargas y, gracias a Dios, recobra rápidamente su equilibrio. Finalmente, en 1922, un largo período de responsabilidades difíciles y de sobrecarga de trabajo será la causa de una última depresión, que verá superada en pocos meses.
Ante esas manifestaciones depresivas cabría la tentación de pensar que el Padre Enrique tenía un temperamento melancólico y vacilante, pero hay que considerar que entre las crisis de 1895 y de 1922 transcurren más de veinte años de actividad normal, en el transcurso de los cuales asume de manera admirable y con gran generosidad pesadas responsabilidades. Después, de 1922 hasta su muerte en 1938, durante dieciséis años, da más que nunca la impresión de sólido equilibrio y de plena serenidad. El Padre José Moar, compañero suyo durante los últimos siete años de su vida, afirmó en el proceso de beatificación que tuvo conocimiento de las depresiones que había sufrido el Padre Rebuschini por las biografías. «Cuando lo conocí era una persona equilibrada y nada contradictoria. Nunca se me habría ocurrido pensar que hubiera podido tener depresiones».
A través de sus sufrimientos, el Padre Enrique tuvo ocasión de poner en práctica los principios de sabiduría cristiana que el Santo Padre Juan Pablo II da a los enfermos: «Queridos enfermos, me gustaría depositar en vuestras memorias y en vuestros corazones tres pequeñas aclaraciones que considero valiosas. En primer lugar, cualquiera que sea vuestro sufrimiento, físico o moral, personal o familiar, apostólico o incluso eclesial, interesa que toméis lúcida conciencia de él, sin minimizarlo ni agrandarlo, y con todas las conmociones que engendra en vuestra sensibilidad humana: fracaso, inutilidad de vuestra vida, etc. A continuación, es fundamental avanzar por el camino de la aceptación. Sí, aceptar que así sea, pero no por resignación más o menos ciega, sino porque la fe nos garantiza que el Señor puede y quiere obtener el bien a partir del mal. Por último, queda por hacer el mejor de los gestos: el de la oblación. Esa ofrenda, realizada por amor a Dios y a nuestros hermanos, permite alcanzar un grado (muy elevado en ocasiones) de caridad teologal, es decir que permite perderse en el amor de Cristo y de la Santísima Trinidad por la humanidad. Esas tres etapas que viven los sufrientes, cada uno según su ritmo y su gracia, les aportan una sorprendente liberación interior. Acaso no es ésa la enseñanza paradójica referida en los Evangelios según la cual Quien pierde su vida por mí la encontrará?» (Mensaje a los enfermos: Lourdes, 15 de agosto de 1983).
No había manera de resistirse
En 1890, el Padre Enrique es nombrado capellán de los hospitales militar y civil de Verona. Tanto los clérigos como las religiosas, así como los soldados, lo consideran un santo. Pero su santidad es, en sí misma, la más silenciosa de las que puedan imaginarse para un capellán, ya que no está basada en actos notorios, sino —en primer lugar— en la ejemplaridad de su vida en el servicio que aporta a los enfermos. En su apostolado, el Padre Enrique posee el don de conmover los corazones más endurecidos, de lo que da testimonio el párroco de Vescovato: «En más de una ocasión coincidí junto al Padre Enrique en la cabecera de algún enfermo. Resultaba que mis feligreces a quienes no había podido dar los sacramentos en sus casas (en aquel tiempo la parroquia de Vescovato tenía fama de ser «difícil»), se confesaban y comulgaban con serenidad y gozo cuando estaban en la clínica, y cuando les preguntaba cómo se habían decidido a hacerlo, me contestaban que con un sacerdote como el Padre Enrique no había manera de resistirse, porque poseía las palabras y las actitudes para convencerlos».
El éxito del Padre Rebuschini con las almas se explica por su unión a Dios, en especial por la celebración piadosa de la Santa Misa, el rezo fervoroso del breviario, la adoración del Santísimo Sacramento y un destacado amor hacia la Santísima Virgen. Cuando se arrodilla lo hace con gran respeto, y cuando en la Misa llega el momento de elevar al Santísimo, se detiene un momento en adoración. El Padrenuestro, que nos hace rezar con las mismas palabras que empleó Jesús, es para él el momento más emocionante del Santo Sacrificio.
A principios de mayo de 1899, el Padre Enrique es destinado al convento de Cremona, donde se le confía el cargo de capellán de las hermanas camilas. El año siguiente, su superior le nombra –además– ecónomo de su convento. El Padre Enrique es ante todo un hombre de vida interior y de oración, pero desempeña ese cargo –que no es de su agrado– por cumplir la voluntad de Dios. No tiene a su disposición ni despacho ni secretarios, pero puede apoyarse en la colaboración de algunos hermanos activos e inteligentes. De ordinario se encarga de comprar diversos productos, de arreglar las averías de fontanería y de electricidad, de garantizar el funcionamiento del bloque operatorio de la clínica, de rentabilizar el huerto y el gallinero, de vigilar la evolución del vino en las bodegas y de preparar los sobres de los salarios. Pero, con el correr de los años, no faltan los trabajos extraordinarios, como son renovar la cocina, conectarse a la red eléctrica de la ciudad, reparar las cubiertas o instalar la calefacción central, sin contar con las dificultades sobrevenidas a causa de la quiebra del banco donde se hallan depositados los modestos ahorros de la comunidad...
Optimista, por norma
La administración del Padre Enrique se basa en algunos principios referidos por su sucesor en el cargo de ecónomo: «Me enseñó unos criterios de prudencia para gestionar la economía de la casa; quería, por ejemplo, que se comprara siempre buena mercancía, con objeto de servir adecuadamente a los enfermos, y que se pagara enseguida... Era por norma optimista en su opinión sobre los demás, y se resignaba a desgana a constatar el mal del prójimo, excusando siempre su intención». Un abogado cuenta de él lo que sigue: «El Padre vino a consultarme en Cremona para emplear mis servicios profesionales a una causa civil relacionada con una herencia a favor de la clínica San Camilo, cuya validez era cuestionada por los herederos. Tuve diferentes ocasiones de ver al Padre y de tratar con él... Me pareció siempre extraordinariamente sencillo y de un desprendimiento poco común de las cosas y de los intereses mundanos... Recuerdo la edificante impresión que me llevé cuando se me requirió para encargarme de esa herencia. Demostraba que velaba por los intereses de la casa, pero al mismo tiempo destacaba por su bondad en su manera de actuar y por la total ausencia de espíritu quisquilloso».
Atentos con los que sufren
El Padre Rebuschini ejerció el cargo de ecónomo durante 35 años, hasta 1937, pero a partir de 1938 sus fuerzas empiezan a decaer; tiene 78 años de edad. «Los últimos días del Padre Enrique fueron marcados por una serenidad ejemplar y un perfecto abandono a la divina Providencia» –según contó, durante el proceso de beatificación, un neuropsiquiatra que estudió su vida desde el punto de vista médico. En los primeros días de mayo, tras haber recibido el sacramento de los enfermos, el Padre Enrique pide perdón a todos por los malos ejemplos que hubiera podido dar, por sus imperfecciones y por todas las ofensas que hubiera podido cometer. Pide igualmente que recen por él, dejando en manos de Dios la evaluación de su vida pasada. El 9 de mayo, a las seis, el Padre Vanti celebra Misa en su habitación y, en el momento de recibir la comunión, el moribundo extiende los brazos, recibe el Cuerpo del Señor con enorme fervor y luego cruza los brazos y se queda absorto en la oración. El supremo encuentro con su amado Señor acontece el 10 de mayo a las 5,30 horas. «Su ejemplo –dirá de él el Santo Padre en el momento de su beatificación– constituye para todos los creyentes una llamada imperiosa a ser atentos con los enfermos y con los que sufren en su cuerpo y en su espíritu».
Fue beatificado por S.S. Juan Pablo II el 4 de mayo de 1997.

http://es.catholic.net/santoral  e   www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (parcial) por António Fonseca

Notícias sobre a vinda do Papa a Portugal

In: Agência Ecclesia – 9-05-2010

 

Papa receberá obras de arte, a produtos regionais e uma arca com peixe

Esta segunda-feira, dia 10 de Maio, véspera da chegada do Santo Padre a Portugal, o Coordenador-Geral da Visita e Bispo-Auxiliar de Lisboa, D. Carlos Azevedo, faz o balanço do trabalho desenvolvido nos últimos meses tendo em vista a preparação da Visita de Bento XVI ao nosso País. Num encontro com jornalistas, D. Carlos Azevedo, acompanhado do Núncio...

Papa reconhece importância da língua portuguesa no mundo católico

Bento XVI tem uma consideração particular pela língua portuguesa e o seu peso específico no mundo católico, assegurou hoje no Vaticano o Arcebispo Manuel Monteiro de Castro. “O Santo Padre conhece muito bem o que significa a língua portuguesa na Igreja Católica”, afirma. O Secretário da Congregação para os Bispos, da...

Viagem de Bento XVI à margem de polémicas

O Arcebispo português Manuel Monteiro de Castro não receia eventuais polémicas que possam surgir na visita do Papa a Portugal. “O Santo Padre está a realizar o que o Senhor lhe mandou, levar a mensagem a todos, e ele nisso tem sido muito preciso, em todos os países onde tem ido”, afirma o Secretário da Congregação para os Bispos, da...

Referência a Fátima sublinhada com palmas no Vaticano

A referência de Bento XVI à sua próxima viagem a Portugal, particularmente à passagem por Fátima, foi sublinhada com uma salva de palmas pelos milhares de peregrinos reunidos este Domingo na Praça de São Pedro. “Caros amigos, no coração deste mês mariano, terei a alegria de deslocar-me nos próximos dias a Portugal”,...

Porto: Igreja da Trindade é ponto de encontro para sacerdotes inscritos para a missa do dia 14 de Maio

A equipa coordenadora da visita de Bento XVI ao Porto, divulgou um comunicado onde pede a todos os Sacerdotes inscritos para a missa do dia 14 de Maio que deverão dirigir-se, nesse mesmo dia, à Igreja da Trindade. Este local destina-se à paramentação dos sacerdotes e é também na igreja da Trindade (por trás da Câmara Municipal do Porto)...

Vaticano: Papa fala da «alegria» de visitar Portugal

Bento XVI referiu-se este Domingo à “alegria” que sente por causa da sua próxima viagem a Portugal, num encontro com peregrinos de todo o mundo, no Vaticano “Caros amigos, no coração deste mês mariano, terei a alegria de deslocar-me nos próximos dias a Portugal, visitando a capital Lisboa e o Porto, segunda cidade do país”, disse...

Bento XVI tem último encontro com peregrinos antes de rumar a Portugal

Bento XVI tem este Domingo o último encontro com peregrinos no Vaticano antes da visita a Portugal, devendo abordar a viagem ao nosso país e pedir a oração dos católicos pelo seu sucesso. Perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, o Papa vai presidir à recitação do «Regina Caeli» - oração...

Bento XVI aceita renúncia de bispo alemão acusado de violência física sobre menores

Bento XVI aceitou este Sábado a renúncia do bispo de Augsburg, que resignara no seguimento de denúncias que o acusavam de ter batido em antigos alunos de um orfanato católico. D. Walter Mixa referiu no último dia 22 de Abril, quando apresentou a sua demissão, ter “consciência das minhas próprias fraquezas” em “40 anos de padre...

Papa recebe Bispos da Bélgica e lembra «pecado» na Igreja

Bento XVI recebeu no Sábado os membros da Conferência Episcopal da Bélgica, destacando a importância da “comunhão eclesial” num momento em que “a Igreja foi provada pelo pecado”. Apesar desta referência, o Papa nunca falou directamente dos escândalos de pedofilia que envolveram membros do clero belga, incluindo um Bispo, Roger Vangheluwe,...

Papa em Portugal

In: Agência Ecclesia – 9-05-2010

 

Porto: Igreja da Trindade é ponto de encontro para sacerdotes inscritos para a missa do dia 14 de Maio

A equipa coordenadora da visita de Bento XVI ao Porto, divulgou um comunicado onde pede a todos os Sacerdotes inscritos para a missa do dia 14 de Maio que deverão dirigir-se, nesse mesmo dia, à Igreja da Trindade.

Este local destina-se à paramentação dos sacerdotes e é também na igreja da Trindade (por trás da Câmara Municipal do Porto) que se podem levantar as credenciais de acesso (caso ainda não estejam com os sacerdotes que participam nesta celebração).

A equipa coordenadora desta celebração, no dia 14 no Porto, indica que o acesso à igreja da Trindade acontece entre as 7h00 e as 8h30. Após as 8h30 não será possível chegar à igreja da Trindade.

Cada sacerdote deverá apresentar, nesta ocasião o seu documento identificação civil e  o cartão sacerdotal.

Apenas podem dirigir-se à igreja da Trindade os sacerdotes que se tiverem feito a respectiva inscrição para a celebração na manhã do dia 14 de Maio, na Avenida dos Aliados, não podendo ser emitidas novas acreditações neste dia.

Bento XVI visita Portugal entre os dias 11 e 14 de Maio. Na manhã do dia 14 preside a uma eucaristia na Avenida dos Aliados, de onde parte para o aeroporto de Pedras Rubras e daí para Roma.

Nacional | bentoxviportugal.pt | 2010-05-09 | 10:46:43 | 1824 Caracteres | Bento XVI - Portugal, Diocese do Porto

Bento XVI tem último encontro com peregrinos antes de rumar a Portugal

Visita ao nosso país deve estar presente nas palavras do Papa, este Domingo

Bento XVI tem este Domingo o último encontro com peregrinos no Vaticano antes da visita a Portugal, devendo abordar a viagem ao nosso país e pedir a oração dos católicos pelo seu sucesso.

Perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, o Papa vai presidir à recitação do «Regina Caeli» - oração dedicada à Virgem Maria durante os 50 dias do tempo pascal no calendário litúrgico católico.

Já na última audiência pública que decorreu no Vaticano Bento XVI enviou uma saudação ao “querido povo de Portugal”, confessando-se "muito feliz" por poder visitar o nosso país, de 11 a 14 de Maio.

“A todos, sem excluir ninguém, saúdo cordialmente. Até breve, em Lisboa, Fátima e Porto”, disse o Papa, em português.

Em Novembro de 2009, Bento XVI introduziu uma novidade na sua audiência pública das Quartas-feiras, passando a apresentar uma síntese em português da sua intervenção central, em italiano, à imagem do que já fazia em francês, inglês, alemão e espanhol.

Bento XVI será o terceiro Papa a visitar o nosso país, depois de Paulo VI em 1967 e João Paulo II, em 1982, 1991 e 2000 - além de uma escala técnica no Aeroporto de Lisboa (2 de Março de 1983), a caminho da América Central.

Na Quarta-feira, ao saudar os peregrinos de língua portuguesa, o Papa mostrou-se “muito feliz por poder visitar as «Terras de Santa Maria», no décimo aniversário da beatificação dos Pastorinhos de Fátima, Francisco e Jacinta Marto”.

Segundo Bento XVI, Portugal é um “país com uma história muito ligada ao Papa, bispo de Roma”.

“Para lá partirei na próxima Terça-feira, aceitando o convite que me foi feito pelo senhor Presidente da República e pela Conferência Episcopal Portuguesa”, anunciou aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro.

Internacional | Octávio Carmo | 2010-05-09 | 08:53:48 | 2318 Caracteres | Bento XVI - Portugal

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Bento XVI aceita renúncia de bispo alemão acusado de violência física sobre menores

Bento XVI aceitou este Sábado a renúncia do bispo de Augsburg, que resignara no seguimento de denúncias que o acusavam de ter batido em antigos alunos de um orfanato católico.

D. Walter Mixa referiu no último dia 22 de Abril, quando apresentou a sua demissão, ter “consciência das minhas próprias fraquezas” em “40 anos de padre e 14 anos de serviço episcopal”.

O prelado, também responsável pela pastoral das Forças Armadas, pediu perdão “a todos aqueles com quem possa ter sido injusto e a todos a quem causei problemas”.

O bispo, que entrou na diocese de Augsburg a 1 de Outubro de 2005, estava no centro de uma polémica depois de a imprensa ter publicado testemunhos de antigos alunos do orfanato católico de Schrobenhausen, que o acusavam de violências físicas cometidas nos anos de 1970 e 1980, quando era padre naquela comunidade.

Internacional | Agência Ecclesia | 2010-05-09 | 00:26:53 | 1018 Caracteres | Bento XVI

 

Papa recebe Bispos da Bélgica e lembra «pecado» na Igreja

Bento XVI recebeu no Sábado os membros da Conferência Episcopal da Bélgica, destacando a importância da “comunhão eclesial” num momento em que “a Igreja foi provada pelo pecado”.

Apesar desta referência, o Papa nunca falou directamente dos escândalos de pedofilia que envolveram membros do clero belga, incluindo um Bispo, Roger Vangheluwe, da Diocese de Bruges, que renunciou ao cargo.

No seu discurso, Bento XVI convidou os padres a levar “uma vida santa, em plena fidelidade ao seu ministério próprio”.

“Não há que entender como um processo inevitável a diminuição do número de padres. O Concílio Vaticano II afirmou com vigor que a Igreja não pode prescindir do ministério dos padres. É portanto necessário e urgente dar-lhe o justo lugar, reconhecendo o seu insubstituível carácter sacramental”, defendeu.

O Papa alertou para dificuldades reconhecidas pelo episcopado belga, como “a diminuição do número de baptizados que testemunham abertamente a sua fé e a pertença à Igreja”, a falta de padres ou “a problemática relativa ao respeito pela vida e à instituição do matrimónio e da família”.

O discurso papal elencou ainda “as preocupantes situações ligadas à crise económica, ao desemprego, à integração social dos imigrados e à pacífica coexistência das diferentes comunidades linguísticas e culturais da nação” belga.

Em face deste panorama complexo e problemático, Bento XVI recordou a importância de “insistir sobre uma formação religiosa mais sólida e mais profunda”, ajudando os fiéis a “redescobrir a beleza da fé cristã”.

Internacional | Agência Ecclesia | 2010-05-09 | 00:17:46 | 2071 Caracteres | Bento XVI

domingo, 9 de Maio de 2010

9 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

BEATA MARIA CATARINA DE SANTO AGOSTINHO
Maio 8   -  Virgem Hospitaleira Agostinha (*)
(*) A versão de http://es.catholic.net/santoral foi publicada ontem 8/5/2010
María Catalina de San Agustín, Beata
María Catalina de Santo Agostinho, Beata
Religiosa
Em seguida versão de www.jesuitas.pt

BEATA MARIA CATARINA DE SANTO AGOSTINHO
Religiosa (1632-1668)
Nobre por origem, o seu nome de família era Catarina Simon de Longpré. Nasceu em Saint-Sauveur-le-Vicomte, na Normandia (França), a 3 de Maio de 1632. Aos dois anos foi confiada aos cuidados dos avós maternos, que mantinham uma espécie de hospital. Ali a criança recebeu um,a grande influência da parte de S. João Eudes (1601-1680) e outros religiosos que frequentavam aquela Instituição.
Desde pequena ela dizia que queria ser religiosa. Aos dez anos inscreveu-se numa Confraternidade da caridade. Em 1642, num escrito assinado com o próprio sangue, consagrou-se à Santíssima Virgem. talvez influenciada por S. João Eudes, no ano seguinte, fez três votos: tomar a Santíssima Virgem como mãe, não cometer nenhum pecado mortal e viver em castidade perpétua. Com a intenção de se fazer religiosa, a 7 de Outubro de 1644 começou a aprender a profissão de enfermeira no hospital de Bayeux, onde as religiosas Agostinianas da Misericórdia de Jesus davam assistência aos doentes. Entrou no noviciado dessa Congregação e a 4 de Maio de 1648 fez a profissão religiosa. Pouco depois embarcou para o Canadá, a fim de trabalhar no mosteiro e hospital de Quebeque.
Progrediu tanto na prática de todas as virtudes e na profissão de enfermeira que aos 22 anos foi nomeada administradora da comunidade e do hospital. Assumiu depois a direcção do hospital e foi escolhida para Conselheira da Superiora e mestra de Noviças. Procurou aprender a língua dos indígenas, a fim de poder ensinar-lhes o catecismo e encaminhá-los para Deus. O seu zelo e caridade não tinham limites. Humilde, simples e alegre, palmilhou rapidamente o caminho da santidade. De facto, veio a falecer a 8 de Maio de 1668, vítima de grave pneumonia. Foi beatificada a 23 de Abril de 1989. AAS 82 (1990) 652-5; L’OSS. ROM. 30.4.1989. http://www.jesuitas.pt/

SANTA CATARINA DE BOLONHA
Religiosa (1463)

Natural de Bolonha, filha de pais notáveis pela posição social, Catarina recebeu educação aprimorada. Na idade de onze anos, quis a vontade do pai que passasse para a corte do príncipe de Ferrara, onde havia de ser a companheira da jovem princesa Margarida de Este. Catarina permaneceu dois anos em ferrara e, pela morte do pai, entrou numa associação que tomou a regra de Santo Agostinho. Depois optaram pela regra das Clarissas e nomearam-na abadessa do mosteiro em Bolonha. O único desejo que nutria era agradar a deus numa vida santa e perfeita. Por graça especial, Deus livrou-a dum grande incómodo espiritual, dando-lhe a certeza do perdão dos pecados. Para que esta revelação não fosse prejudicial, mostrou-lhe, numa visão, o juízo final, com todas as circunstâncias com que a fé no-lo apresenta. A lembrança do que tinha visto, conservou-a no santo temor de Deus, preservando-a do menor pecado voluntário. Iríamos longe, se quiséssemos fazer uma descrição pormenorizada da vida admirável da Santa, das virtudes, como dos privilégios extraordinários com que Deus a distinguiu. Tenham aqui lugar alguns factos de relevo, que a biografia relata e que ao mesmo tempo nos dão uma ideia do modo por que Deus se comunicava a esta alma privilegiada.
Na noite de Natal de 1456, quando Catarina ainda se achava em Ferrara, pediu à Superiora licença para passar a noite toda no coro. Catarina permaneceu em oração até às quatro horas da  manhã, quando realmente lhe apareceu a Divina Mãe com o Menino Jesus, envolto em paninhos, como qualquer outra criancinha. Maria entregou o Menino a Catarina, que o recebeu com suma alegria, estreitando-O contra o coração e cobrindo-O de beijos. Eis outro facto muito singular, que se deu com uma noviça, em Bolonha: trabalhando na horta, foi infeliz e, descuidada no manejo da pá, decepou um dedo do pé. Catarina, sendo chamada, tomou na mão esquerda a parte cortada, aplicou-a ao pé mutilado, fez o sinal da cruz sobre o mesmo, e qual não foi a admiração de todos os circunstantes, quando viram que o pé estava completamente curado. A vida da Santa está cheia de prodígios desta natureza.
Na prática de todas as virtudes era Catarina modelo perfeito. No amor de Deus parecia mais um Serafim que criatura humana. «Desde que deixei o mundo», assim se exprimiu falando a uma das irmãs, «o meu único desejo tem sido cumprir em tudo a vontade de Deus e amá-lo de todo o coração». Assunto predilecto de suas meditações era a Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo, fonte inesgotável do amor divino. Horas inteiras permanecia imóvel aos pés do altar do Santíssimo Sacramento, engolfando o espírito no mistério da Sagrada Paixão. desde pequena, teve devoção terna a Maria Santíssima , protectora da sua inocência. A esta Divina Mãe e às sua assistência poderosa atribuía Catarina não ter sucumbido, nas fortíssimas tentações contra a fé e a santa pureza, que a acometiam frequentemente.
Paralelo ao amor a Deus era em Catarina o amor ao próximo. Os pobres e doentes eram os primeiros objectos dos seus cuidados . Imensa compaixão tinha dos pobres pecadores e dos que se achavam em grande perigo de pecar. A muitos alcançava a graça da conversão e da perseverança. Grande admiração causou a conversão quase súbita dum malfeitor que, sendo condenado à morte, não só nenhum sinal dava de arrependimento, mas passava os últimos momentos a blasfemar. Sabendo Catarina da infelicidade do homem, pôs-se em oração, de que resultou o mesmo pedir confessor e morrer na graça de Deus. Característica deste seu amor ao próximo é a sua compaixão e devoção às almas do Purgatório, de modo que até grandes Mestres da espiritualidade a chamam “Doutora do Purgatório”. É verdadeiramente magistral o seu tratado sobre esta verdade da nossa fé. Catarina morreu em 1463, em consequência duma curta mas dolorosíssima doença. Sofreu as dores com a mesma resignação e paciência com que sofria as da vida passada, bem, como as calúnias e maledicências de que tinha sido vítima mais do que uma vez. Deus revelou-lhe a hora da morte, para a qual se preparou com todo o fervor. Foi canonizada em 1712 pelo Papa Clemente XI. O corpo conservou-se em Bolonha.
SANTA MARIA DOMINGAS MAZZARELLO
Fundadora (1837-1881)
Maria Domingas Mazzarello nasceu nem 1837 em Mornese, diocese de Acqui (Itália), numa humilde família de lavradores. Fez-se notar durante a juventude pela dedicação pelos seus e pelo zelo com que se aplicou às suas obras da paróquia. Fez parte duma associação piedosa, chamada “Congregação de Maria Imaculada”, fundada por seu Pároco Dom Pastorino. Reunia também as raparigas para lhes ensinar o catecismo e costura. Dom Pastorino deixou então a paroquialidade, para entrar no instituto salesiano com a ideia de voltar para estabelecer em Mornese uma escola de rapazes. Mas Dom Bosco a pedido do bispo de Acqui, encarregou-o de fundar uma escola para meninas. Foi Maria Mazzarello a designada para dirigir esta casa, ajudada pela congregaçãozinha de Maria Imaculada que tomou o nome de Maria Auxiliadora, segundo o desejo de Dom Bosco. Referindo-se a esta fundação, dizia o mesmo Santo: «A sua Congregação é igual à nossa, tem o mesmo fim e os mesmos meios».
A 5 de Agosto de 1872, Maria e as companheiras receberam o hábito religioso das mãos do seu bispo e fizeram os votos. Pio IX, a quem Dom Bosco apresentara a nova fundação, mostrou-se cheio de esperança: «Tenho a convicção, disse, que as irmãs de Maria Auxiliadora prestarão ao ensino das meninas os mesmos serviços que os padres e os irmãos salesianos prestam ao ensino e educação dos rapazes». De facto, por morte da Fundadora, em 1881, a congregação mantinha para cima de 30 casas na Itália, na França e na América, e contava com 250 religiosas.
A 27 de Junho, três dias depois da canonização, assim se expressava Pio XII:
«As notícias que chegavam sobre as maravilhosas obras apostólicas dos salesianos na América latina, avivam o zelo de Maria Mazzarello e das suas filhas e suscitam, uma atrás doutra, numerosas expedições, não só para a Argentina e Uruguai, mas também, bem depressa para as regiões dos índios da Patagónia».
Pio XI beatificou Maria Domingas em 1938 e Pio XII canonizou-a a 24 de Junho de 1951.
Teresa de Jesús Gerhardinger, Beata
Teresa de Jesús Gerhardinger, Beata
Fundadora das Pobres Irmãs Escolásticas de Nossa Senhora

Nació en Ratisbona, Alemania, el 20 de junio de 1797, y fue bautizada con el nombre de Carolina.
Su vida y parte de su obra se vio envuelta en las vicisitudes -sociales, políticas y religiosas-, originadas por la Revolución francesa iniciada en 1789.
Fue educada bajo los cánones de la orden de san Agustín. Se desconocen pormenores de su infancia y juventud; tuvo que abandonar la escuela al ser cerrada ésta por el gobierno bávaro (1809); sin embargo, Carolina conservó los valores cristianos que le habían inculcado con la convicción de dedicarse a Dios.
En 1828, al restablecerse las libertades religiosas, encuentra el clima propicio para cristalizar la idea surgida desde hace tiempo: crear un instituto para la educación cristiana. Así, junto con varias compañeras de ideas afines, abre un convento, donde establece la primera Escuela de las Hermanas de Notre Dame.
Por su admiración a la vida y obra de santa Teresa de Ávila, adopta este nombre.
Funda la congregación de las Pobres Hermanas Escolásticas de Nuestra Señora; recibe la aprobación pontificia de su Regla y Constituciones en 1854.
La hermana Teresa manifestó vocación innata como guía de religiosas y educandas. Su carisma y profunda fe permitió la rápida expansión de su congregación a toda Europa y a Norteamérica, donde fundan escuelas -diurnas y nocturnas para trabajadoras-, primarias y para preescolares, orfelinatos y las llamadas "Casas de Día", donde las madres trabajadoras dejaban a sus hijos mientras laboraban; asimismo, funda escuelas femeninas de capacitación para el trabajo en fábricas, talleres o industrias.
Con fama de santidad, querida, respetada y admirada por alumnas y hermanas religiosas entrega su alma en Munich, Alemania, el 9 de mayo de 1879.
Su Santidad Juan Pablo II la beatificó el 15 de noviembre de 1985.
En la actualidad, la congregación cuenta con cerca de cinco mil religiosas que trabajan en treinta y tres países.
Em seguida Versão de www.jesuitas.pt
O seu nome de família é Carolina Gerhardinger. Veio ao mundo em Stadtarnhof, na Baviera (Alemanha), a 20 de Junho de 1797. Fez os estudos com as Cónegas de Nossa Senhora, fundadas por S. Pedro Fourier. Suprimida a Congregação e a escola em 1809 pelo governo de Napoleão, o pároco Miguel Wittmann, futuro bispo de Ratisbona, com  o fim de dar continuação à formação das meninas, escolheu três das melhores alunas para fazerem o curso de magistério. Entre elas estava Carolina. Obtido o diploma de professora primária, ensinou na terra natal de 1816 a 1833.
Com a possibilidade de as religiosas voltarem ao ensino, D. Miguel Wittmann pensou em fundar uma nova Congregação com as três professoras, mas somente Carolina logrou preservar e superar as grandes dificuldades que se levantaram, sobretudo depois da morte do Bispo Wittmann, em 1834. Ela não desanimou e fez a profissão religiosa em 1835. As Pobres Irmãs Escolares de Nossa Senhora, fundadas por ela, que se estenderam a diversos continentes, foram além disso o ponto de partida para alguns Institutos autónomos em vários países da Europa.
O segredo da sua vida interior é-nos revelado por João Paulo II na homilia da beatificação, a 17 de Novembro de 1985:
«Uma imperturbável confiança em Deus e um amor ardente por Cristo e pelos pobres. A palavra da Escritura, a Eucaristia e a oração eram a sua interior fonte de força. No silêncio da noite, ela passava com frequência longo tempo diante do tabernáculo , para conhecer a vontade de Deus e pedir a força de se pôr em acção. Para si e para as suas Irmãs de hábito escolheu Maria como modelo e consagrou-lhe a Congregação. As Irmãs deviam viver e actuar como Maria, dar totalmente a própria vida a Deus e levar Jesus Cristo aos homens no mundo»-  L’OSS. ROM. 24.11.1985; DIP 4, 1057-8    www.jesuitas.pt
Pacómio, Santo
Maio 9   -  Abade
Pacomio, Santo
Pacómio, Santo
Abade
La extraordinaria vida de los ermitaños, con sus mortificaciones a veces exageradas y con aquella especie de encarnizamiento en sobrecargarse de abstinencias, ayunos, vigilias, era verdaderamente la traducción práctica del Evangelio. Su soledad podía de hecho tapar el engaño de sus extravagancias y de su orgullo.
Para eliminar este peligro un monje egipcio del siglo IV, San Pacomio, tuvo la idea de una nueva forma de monaquismo: el cenobitismo, o la vida en común, donde la disciplina y la autoridad reemplazaba la anarquía de los anacoretas.
Educó a sus monjes a la vida en común, constituyendo, poco lejos de las riberas del Nilo, la primera “koinonía”, una comunidad cristiana, a imitación de la fundada por los apóstoles en Jerusalén, basada en la comunión en la oración, en el trabajo y en el alimento y concretada en el servicio recíproco. El documento fundamental que regulaba esta vida era la Sagrada Escritura, que el monje aprendía de memoria y recitaba en voz baja durante el trabajo manual. Esta era también la forma principal de oración: un contacto con Dios mediante el sacramento de la Palabra.
San Pacomio nació en el Alto Egipto el año 287, de padres paganos. Enrolado a la fuerza en el ejército Imperial a la edad de 20 años, acabó en prisión en Tebas con todos los reclutas. Protegidos por la oscuridad, por la noche los cristianos les llevaban un poco de alimento. El gesto de los desconocidos conmovió a Pacomio, quien preguntó quién los incitaría a traer esto. “El Dios de los cielos” fue la respuesta de los cristianos. Aquella noche Pacomio rezó al Dios de los cristianos que lo liberara de las cadenas, prometiéndole a cambio dedicar su propia vida a su servicio.
Tan pronto recobró su libertad cumplió el voto uniéndose a una comunidad cristiana de una aldea del sur, la actual Kasr-es-Sayad en donde tuvo instrucción necesaria para recibir el bautismo.

Pacomio, Santo
Pacómio, Santo
Por algún tiempo llevóuna vida de asceta entregándose al servicio de la gente del lugar, después se puso por siete años bajo la guía de un monje anciano, Palamone. Durante un paréntesis de soledad en el desierto una voz misteriosa lo invitó a establecer su residencia en aquel lugar, al cual después habrían llegado numerosos discípulos. A la muerte de Pacomio, los monasterios masculinos eran nueve, más uno femenino.
Del santo se desconoce el lugar de la sepultura, pues en su lecho de muerte dijo al discípulo Teodoro que escondiera sus restos para evitar que sobre su tumba edificaran una iglesia, a imitación de los “martyrion” o capillas construidas en las tumbas de los mártires.
Seguidamente versão de www.jesuitas.pt
Pacómio reparte com Santo Antão a honra de ter instituído a vida cenobitica (quer dizer, a vida religiosa em comum, não anacorética), e é o primeiro a fixar por escrito as regras dela.
Nascido de pais idólatras pelo ano de 292, foi alistado à força nos exércitos de Maximino Daia (308-313); confortado pelos cristãos de Tebas, sente-se atraído pela religião deles. Tendo a derrota de Maximino causado a dispersão das tropas, Pacómio fixou-se numa cidade da Tebaida, onde havia uma igreja cristã: lá recebeu o baptismo. tendo sido informado de que um velho chamado Palémon servia a Deus no deserto com grande perfeição, foi à procura dele, encontrou-o e colocou-se sob a sua direcção.
Por vezes, retira-se Pacómio para um extenso deserto chamado Tabena, perto do Nilo. Levado por uma inspiração celestial, constrói lá uma cela pelo ano de 325; vêm ter com ele discípulos , a quem fornece Pacómio um vestuário grosseiro. Ele próprio dá aos seus religiosos exemplo de fantástica austeridade; redige uma regra que será traduzida por S. Jerónimo e existe ainda. É uma das fontes do monaquismo ocidental. Aumentando o número dos cenobitas, Pacómio constrói mais seis mosteiros na Tebaida. Vem a falecer em 348.   www.jesuitas.pt

Gregório Ostiense, Santo
Maio 9   -  Abade e bispo
Gregorio Ostiense, Santo
Gregorio Ostiense, Santo
Abade e Bispo
São bastante confusas as notícias que temos sobre este santo muito venerado nas terras de Rioja e Navarra.
Se o conhece como abade do mosteiro de são Cosme e são Damião, em Roma. 
O papa João XVIII o faz bispo de Ostia e logo o eleva ao cardinalato, passando a ser Bibliotecário Apostólico, posto que manteve durante quatro papados. Participa no governo da Igreja, tomando parte em assuntos árduos e complicados de política exterior no tempo que procura não descuidar o ministério pastoral.
Parece que veio a Espanha na primeira metade do século XI, como Legado papal ante as Cortes de Burgos e Pamplona. Muito provavelmente teve que ver seu envio desde Roma com as questões relativas à organização eclesiástica de Espanha numa conjuntura em que se fazia muito necessária a determinação dos limites das dioceses que era origem e fonte de numerosos conflitos e não só por interferências de jurisdição episcopal, mas também pela pertença a distintos soberanos. Isso levava  a negociações com os reis e com os bispos interessados, e para esse trabalho fazia falta um homem con tacto político e grande sentido eclesial.
Era assunto difícil e espinhoso pelos muitos interesses que encerrava e a delimitação da diocese de Valpuerta cuja extensão pertenceu em grande parte à desaparecida diocese visigoda de Calahorra e que chegou a perdurar até 1086, depois da morte do santo, data em que ficou incorporada a Burgos (Campus Castellae) que absorveu em torno de si a todos os bispados circundantes.
También en el sur de Pamplona, en torno a Nájera, erigen los reyes Santa María la Real como panteón real. Ya había aparecido la figura del Nagalensis o Navarensis o Nazarensis episcopus desde el 925, abarcando las fronteras diocesanas hasta territorios que interfieren Valpuerta y Alava, amén de ocupar toda la Rioja, donde habían proliferado, durante los tres siglos de dominación musulmana, y con la ilusión de ser cada una la continuidad de Calahorra, las diócesis de Albelda, Castella Vetus, San Millán de la Cogolla y Nájera, cuya historia constituye una verdadera maraña, complicada aún más todavía por la presencia de prelados auxiliares u honorarios hasta que se reconquistó Calahorra, en el 1046, y recuperó su antigua capitalidad, aglutinando a las mencionadas.
No siempre dieron buen fruto, o el fruto apetecido, las negociaciones del Legado, pero sí que pudieron hacerse sin discordias entre los reyes y sin enfrentamientos entre los obispos y, desde luego, sentaron las bases para que la obra trascendiera al gestor.
Gregorio no olvidó nunca lo principal de su persona, el ejercicio del ministerio sacerdotal. Predicó en Calahorra y Logroño entre otras poblaciones de la Rioja y Navarra, destacando en sus pláticas la necesidad de conversión y penitencia. Parece ser que esta fue la ocasión en que santo Domingo de la Calzada vivió algún tiempo en su compañía, sirviéndole de paje.
Se cuenta que en cierta ocasión libró los campos riojanos de una plaga de animalitos, y por eso le invocan los agricultores de una manera especial contra la langosta.
Vivió alrededor de cinco años en España.
Esgotado e enfermo se retirou a Logroño onde parece que morreu em redor do ano 1044; mas seu corpo se venera na igreja de são Gregório de Pinave, entre Viana e Logroño.
Nicolás Albergati, Beato
Maio 9   -  Cardeal
Nicolás Albergati, Beato
Nicolás Albergati, Beato
Bispo de Bolonha
Etimologicamente significa “vencedor dos povos”. Vem da língua grega. 
O Beato Micolás Albergati foi bispo de Bolonha no século XV. Era douto e humanista, mas sobretudo era um homem de uma grande piedade.
Nasceu no seio de uma família nobre na cidade de Bolonha no ano 1375.
Ao terminar seus estudos de Direito, decidiu fazer-se religioso. Desta maneira, quando ficou vacante a sede de Certosa, toda a gente o aclamou a ele como seu bispo.
Como pastor da diocese se distinguiu em seguida por sua caridade, sua prudência e sua modéstia. Estes valores lhe outorgaram a confiança do Papa Martinho V. Sem ter a menor dúvida, o nomeou cardeal da santa Cruz de Jerusalém.
Trabalhou para restabelecer a paz entre França e Inglaterra e presidiu ao Concilio de Ferrara. Ao lado de Sena, teve uma cólica renal r que o levou à morte no ano 1443.
Seu culto foi confirmado pelo Papa Bento XIV em 25 de Setembro de 1744.
¡Felicidades a quem leve este nome!
• José (Jozef) Cebula, Beato
Mayo 9   -  Mártir Oblato
José (Jozef) Cebula, Beato
José (Jozef) Cebula, Beato
Durante sua viagem a Polónia em 1999, o Papa João Paulo II beatificou 108 mártires que morreram em campos de concentração de dos Nazis. Entre eles estava um Oblato, o Padre Jozef Cebula, OMI.
Jozef Cebula nasceu em 23 de Março de 1902 em Malnia na Silésia Alta, nesse então era território Alemão.
En 1918, mientras atendía el colegio de entrenamiento para profesores en Opole, se enfermó con tuberculosos y fue declarado no curable. Se recuperó inesperadamente, y mientras visitaba el santuario a Nuestra Señora de Piekary, que estaba bajo el cuidado de los Oblatos, contó su historia al Padre Jan Pawolek, OMI (que luego murió en Auschwitz).
El Padre Pawolek envió a Jozef al recien establecido seminario menor de los Oblatos en Krotoszyn para estudiar con los Oblatos.
Jozef fue ordenado al sacerdocio el 5 de Junio de 1927 y enseñó en el seminario menor en Lubiniec donde fue superior desde 1931 hasta 1937. En 1936- cuando tenia 34 años de edad- fue considerado como candidato para ser Provincial, pero en 1937 fue asignado como maestro de novicios en Markowice.
El 4 de Mayo de 1940, todos los novicios fueron llevados a un campamento de concentración en Dachau, Baviera. El Padre Cebula, quien continuó ejerciendo su ministerio sacerdotal en la region a pesar de la prohibición que había, fue arrestado el 2 de Abril de 1941.
El 18 de Abril fue llevado al campamento de concentración en Mauthausen, cerca de Austria.
“Durante 21 días de detención, fue maltratado, azotado, y particularmente insultado por ser sacerdote, también fue ordenado a que se ahorcara. Al fin fue asignado a la compañía de castigo donde tenia que cargar piedra que pesaban 40-60 Kg sobre sus hombros a un campamento a 2 kilómetros de allí. En el camino, había una escalera de 144 gradas llamada la Escalera de la Muerte. Aquellos en la compañía de castigo tenia que subirla con sus carga entre una lluvia de insultos y golpes que venían de los soldados Alemanes y el SS. Muchos decidieron morir tirándose contra la cerca eléctrica o saltando hacia su muerte en la cantera.
Despues de dos viajes, el Padre Cebula ya no podía más. Recogiendo la fuerza que le quedaba insultó a los guardias y al SS, reprochándolos por su crueldad y amenazándolos con el castigo de Dios. Un poco sorprendidos por su explosión, los guardias lo ordenaron a correr con la piedra sobre su espalda. Desplomó a 50 metros de la cerca. Un guardia le disparó con su ametralladora declarando que, “Disparó porque trataba de escaparse.” Como todavía estaba respirando, terminaron al Padre Jozef con un segundo disparo. Su cuerpo fue llevado al crematorio y quemado. Era Viernes 9 de Mayo de 1941.
Beato de Lungern, Santo
Maio 9   -  Apóstolo de Suíça
Beato de Lungern, Santo
Beato de Lungern, Santo
São Beato é o primeiro apóstolo de Suíça. Ainda que galo de nascimento, foi enviado por São Pedro a esse pais nos primeiros tempos da era cristã, logo depois de ser ordenado sacerdote, para difundir o Evangelho. Na cidade de Vindonissa, sua pregação foi de tal maneira escutada, que os habitantes destruíram os templos pagãos.
Beato viu o demónio numa ocasião, quando se encontrava escutando a um de seus discípulos pregando numa igreja. O maligno estava debaixo de um púlpito anotando numa pele de cordeiro os nomes dos que dormiam durante o sermão. Estava furioso porque a pele era demasiado pequena e não cabiam todos. Por isso, puxou da pele até a rasgar com um movimento tão brusco que sua cabeça chocou contra a parte inferior do púlpito. Com o estrondo despertaram todos os que estavam dormindo e como tudo isto sucedeu antes que terminasse a Missa, puderam escapar sãos e salvos de seu poder. 
Já ancião, Beato decidiu converter-se em ermitão. Buscando um lugar onde terminar seus dias, chegou à margem do lago de Thun. Os habitantes do lugar lhe mostraram uma grande cova onde habitava um dragão. Beato, sem mostrar medo, enfrentou a besta que se atirou contra ele, despedindo fogo e enxofre. Só fez o sinal da Cruz e destruiu ao monstro ante o olhar atónito de uma multidão. Foi nessa cova onde este santo passou o resto de sua vida. Morreu aos noventa anos e seu sepulcro é lugar de peregrinação, já que ali ocorrem numerosos milagres, em especial a cura de enfermidades terminais. 
É protector especial dos enfermos de câncer.
Sua festa se celebra em 9 de Maio.
Estefano Grelewski, Beato
Maio 9   Sacerdote e Mártir
Estefano Grelewski, Beato
Estefano Grelewski, Beato
Nasceu em Dwikozy, Polónia, em 3 de Julho de 1899.
Estefano (Stefan) Grelewski, sacerdote da diocese de Radom, caiu vítima do nazismo no tristemente célebre campo de concentração de Dachau, próximo a Munich, de Baviera, na Alemanha.
Foi torturado até morrer, em 9 de Maio de 1941.
Foi beatificado junto a outros
107 mártires que morreram em campos de concentração dos Nazis, em 13 de Junho de 1999.
http://es.catholic.net/santoral e http://www.jesuitas.pt/
Recolha, transcrição e tradução parcial de espanhol para português por António Fonseca