Bom dia


RecadosOnline


domingo, 12 de dezembro de 2010

Nº 1214 - 12 DE DEZEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

NOSSA SENHIORA DE GUADALUPE

Padroeira da América Latina

Nuestra Señora de Guadalupe

Nuestra Señora de Guadalupe

Em 1519, o conquistador espanhol Hernán Cortez apoderou-se do México, onde reinava uma religião bárbara, em cujos templos eram imoladas vítimas humanas. Pouco a pouco, esses templos, testemunhas de tanta crueldade, foram dando lugar a igrejas cristãs, mas os missionários sentiam grande dificuldade em penetrar naqueles corações dominados pelo terror e inclinados à idolatria.

Até que num sábado, a 9 de Dezembro de 1531, um índio convertido, de cerca de 48 anos, pôs-se a caminho da missão franciscana, logo de manhã cedo, para assistir à missa em honra da Mãe4 de Deus. Atravessava uma colina, chamada Tepeyac, nos arredores da atual capital do México, quando lhe chegam aos ouvidos os sons de uma música maravilhosa. Uma voz chama-o carinhosamente, com doçura maternal, usando os diminutivos: « – Juanito, Juan Dieguito!». Juan Diego (João Diogo, em português) dirigiu-se sem hesitar ao cimo da colina donde vinha aquela voz e deparou com uma jovem de radiosa beleza, aparentando quinze anos. Ao vê-la, sentiu-se possuído por tão grande felicidade que só conseguiu cair de joelhos e sorrir-lhe. No meio do seu enlevo, a jovem falou-lhe: «Juanito, meu querido filho, para onde vais?Senhora e filha minha – respondeu ele – vou a caminho da Igreja, para estudar e aprender os divinos mistérios que os Padres nos ensinam. – Fica a saber, filho querido – continuou a jovem – que sou a sempre Virgem Mãe de Deus verdadeiro, no qual vivemos, Criador e Autor do Céu e da terra. É meu desejo que se construa aqui um templo em minha honra, onde eu derramarei o meu amor, socorro e proteção. Eu sou a vossa Mãe dadivosa, Mãe amorosa para com os que Me amam, confiam em Mim e procuram o meu auxílio, Prestarei ouvidos aos seus lamentos e dar-lhes-ei consolo em todas as suas tristezas e sofrimentos. João Diogo escutava, atento e maravilhado, aquela aparição inaudita. E a jovem continuou: – Para conseguir tudo o que o meu amor pede, vai agora à casa do Bispo e diz-lhe que eu te envio para manifestar o meu grande desejo de ter aqui um templo, edificado em meu nome. Diz-lhe exatamente o que viste e ouviste e que Eu lhe serei agradecida e o recompensarei. Mostrarei como vale a pena dar-se a este trabalho. Agora, filhinho, ouviste o meu desejo. Vai e faz o melhor que puderes. Com o coração cheio de simplicidade e obediência, João Diogo pôs-se logo a caminho. Chegado aio Paço Episcopal m, deu conta a Frei João de Zumárraga do pedido da Senhora, contando tudo quanto tinha visto e ouvido. O Bispo escutou-o com atenção e teve pena daquele pobre índio que lhe vinha com semelhante fantasia. Disse-lhe que ia pensar e mandou-o voltar dali a alguns dias. João Diogo ficou triste e dirigiu-se outra vez à colina, pensando ter sido por culpa sua que o Bispo não tinha acreditado nele, pobre índio inculto que não soubera pôr suficiente força nas suas palavras. Pediria à Senhora que arranjasse outra pessoa que soubesse falar melhor. Perdido nos seus pensamentos, deu de repente com a luz maravilhosa que envolvia a jovem Senhora. Correu para Ela, o coração alvoroçado de alegria por vê-la de novo, mas cheio de desgosto por não trazer a noticia esperada. Deu-lhe conta de como tinha contado tudo ao Bispo e da descrença deste, pedindo-lhe que mandasse alguém mais capaz para ser acreditado. – Filho muito querido – respondeu a Senhora – , deves compreender que há muitos servos de categoria a quem eu poderia confiar a minha mensagem; todavia, eu escolhi-te a ti para te encarregares desta tarefa. É por meu intermédio que o meu plano deve ser cumprido. Volta de novo ao Bispo amanhã, fala-lhe em meu nome e informa-o de que é meu desejo que se erga aqui um templo. Diz-lhe que sou eu, em pessoa, Santa Maria, sempre Virgem, Mãe de Deus, quem te envia. João Diogo sentiu renascer a coragem, e, depois de agradecer as palavras da Mãe amorosa, prometeu-lhe voltar lá no dia seguinte e pôr todo o seu empenho em fazer com que o Bispo acreditasse. Domingo, dia 10, de manhã cedo, depois da missa, o bom índio voltou a casa do Bispo. Em lágrimas, relatou novamente a conversa que tivera e o pedido da Senhora. Dom Frei de Zumárraga interrogou-o então minuciosamente. Quase que o acreditava. Mas não seria melhor pedir um sinal como prova da verdade?O teu recado interessa-me, respondeu, mas não podias trazer-me um sinal da Senhora, uma prova de que realmente Ela é a Mãe de Deus e deseja o templo na colina de Tepeyac? O índio respondeu que iria pedir à Senhora um sinal. João Diogo falou outra vez com a Senhora, a quem deu conta do pedido do Bispo. «– Seja, meu filho. Vem novamente amanhã de manhã e então poderás obter o sinal que o Bispo quer, e ele não voltará a duvidar. Ao chegar a casa, João encontrou seu tio João Bernardino, com quem vivia, muito doente com febre. Temendo que a morte viesse, o tio pediu-lhe que fosse ao mosteiro chamar um Padre para os últimos sacramentos. O dedicado sobrinho apressou-se,  mas ao passar pela colina lembrou-se da Senhora e desviou o caminho, para não a encontrar, pois achava que primeiro tinha que atender o pedido do tio moribundo. Enquanto descia por outro lado, eis que a Senhora voltou a aparecer-lhe, perguntando: – Que te preocupa, meu filho querido? Onde vais?Depois de ter cumprido a minha obrigação, voltarei a Vós e farei o vosso recado. Perdoai-me , Senhora minha,e tende paciência comigo. Enquanto falava, a Senhora contemplava-o com amor e compaixão  ele percebeu que ela sabia todos os seus problemas, sem que precisasse de falar. «– Escuta, meu filho, não temas, não fiques preocupado ou assustado; não tens que temer essa doença, nem qualquer outro dissabor ou aflição. NÃO ESTOU EU AQUI AO TEU LADO? Eu sou a Mãe dadivosa. Não te escolhi para mim e não te tomei ao meu cuidado? Não permitas que nada te aflija ou perturbe. Quanto á doença de teu tio, não é mortal. Acredita: agora mesmo ficará  curado. Ao ouvir estas palavras, o piedoso vidente voltou a renovar o seu oferecimento para levar o sinal ao Bispo. A Santíssima Virgem mandou-o ao lugar onde a tinha visto pela primeira vez, dizendo-lhe que lá encontraria uma grande variedade de flores. Que as colhesse e as trouxesse. Subiu João Diogo ao alto da colina. No frio mês de Dezembro, naquela terra árida e rochosa, onde nem vegetação havia, tinham brotado abundantes rosas de cor e perfume maravilhosos. Nossa Senhora colocou-lhas na mantaEstrela e mandou levá-las ao Bispo, que com este sinal se havia de convencer. Os criados do Paço mostraram-se grosseiros e não o queiram deixar entrar. Esperou várias horas pacientemente. Por fim, lá o deixaram ir ter com o Prelado. O índio voltou a contar a conversa que tivera com a Senhora, deixou cair as pontas da manta, e o chão cobriu-se rosas frescas, rosas de Toledo, em pleno Inverno. Dom Frei João cai de joelhos, maravilhado não tanto pelas rosas, mas por outro prodígio mais espantosos. Na manta de João Diogo aparecia impressa com beleza surpreendente a mesma Senhora que o pobre índio tinha contemplado na colina de Tepeyac. Era o dia 12 de Dezembro de 1531. O Bispo pegou respeitosamente na manta privilegiada, colocou-a no seu oratório particular e deu graças a Deus e à sua Mãe Imaculada. Acorreram multidões de curiosos à residência episcopal para venerar a imagem impressa na manta de João Diogo. O prelado, para satisfazer a devoção dos espanhóis e índios, levou-a para a Sé Catedral e colocou-a em cima do altar-mor, para que todos a pudessem venerar. Em 1622 construíram a segunda capela, substituída em 1709 por uma basílica que ainda dura, mas que foi agora transformada em museu religioso, uma vez que em 12 de Outubro de 1976 foi inaugurada a nova, com capacidade para 10 000 pessoas.

Estrela O «poncho» usado pelos índios da América do Sul, era uma manta com um buraco no meio, por onde enfiavam a cabeça.

Nuestra Señora de Guadalupe

Nuestra Señora de Guadalupe

Milagre contínuo. O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. Os sábios, os técnicos, os pintores e especialistas, usando os meios modernos da Química, Física e dos raios X, não são capazes de explicar como é que se combinam na mesma pintura, sem vestígio de pincel, a aguarela, o óleo e o fresco. O tecido, feito de cacto, não dura mais de 20 anos e este já dura há mais de 4 séculos e meio. Além disso, a pintura resistiu à humidade e ao salitre, muito abundantes naquela região, tendo danificado quadros e tecidos muito mais fortes. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, tendo recebido milhões de beijos e sendo tocados, nas suas mãos e rosto, terços, objetos religiosos sem conta. Só mais tarde a protegeram com um vidro, que por vezes é retirado. A imagem nunca foi retocada e até hoje os peritos de pintura e química não encontraram na tela nenhum  sinal de corrupção o que se torna inexplicável segundo as leis naturais- . Como se tudo isto fosse pouco, em 1971, quando alguns peritos limpavam o caixilho de ouro que a circunda, um frasco de ácido nítrico tombou, entornando-se todo em cima da pintura. Pois nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem. Nesta pintura, tudo quanto vem de Deus conserva-se e quanto é dos homens deteriora-se e desaparece. Com a invenção e ampliação da fotografia, descobriu-se um prodígio ainda maior. Tal como a figura das pessoas com quem falamos se reflete nos nossos olhos, assim a figura de João Diogo e de duas outras pessoas se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Os recentes exames feitos com todo o rigor científico pelos competentes oftalmologistas americanos chegaram à conclusão de que as três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos duma pessoa viva. As três imagens são João Diogo, o intérprete e o Bispo. Com razão podemos concluir com as palavras do Papa Bento XIV, em 1754: «Nela tudo é milagroso; uma imagem estampada num tecido tão transparente que se pode ver através dele facilmente o povo e a nave da Igreja; uma imagem nada deteriorada, nem no seu supremo encanto, nem na nitidez das cores, pelas emanações da humidade do lago vizinho que já corroeram a prata, o ouro e o bronze… Deus não procedeu assim com nenhuma outra nação».

O significado. A maravilhosa Senhora impressa na manta de João Diogo trazia rica mensagem para os índios, a quem era tão difícil ensinar a catequese porque se exprimiam em 22 línguas diversas e 50 dialectos. A Senhora tão atraente, pura e amável, era tão diferente dos seus deuses e deusas! Colocada sobre o Sol e rodeada de raios, indicava que o seu poder era maior que o do Sol,  que os índios adoravam. A Lua debaixo dos pés provava-lhes que a sua deusa Lua nada era perante aquela Senhora. O traje azul-escuro tinha 46 estrelas de oiro, portanto era mais que as estrelas, por eles também  adoradas. Mas tal Senhora não era Deus, pois estava com as mãos juntas e a cabeça inclinada perante um Ser invisível, superior. Trazia ao pescoço um cordão com uma cruz, a mesma cruz que os missionários lhes pregavam. Estas quatro aparições e os prodígios que as acompanharam deram origem ao maior êxito missionário de toda a História da Igreja. Em sete anos converteram-se oito milhões de índios, mais de um milhão por ano. Houve dias em que se batizaram 15 mil. Quinze mil é também a média de peregrinos que cada dia vai visitar e venerar Nossa Senhora. Cada ano são cinco milhões as pessoas que ali acorrem, tornando Guadalupe o segundo lugar religioso mais visitado do mundo, isto é, logo a seguir a Roma, ultrapassando mesmo Fátima e Lourdes. O Papa Leão XIII, por meio dum seu Legado, coroou Nossa Senhora de Guadalupe a 12 de Outubro de 1875; a 12 de Outubro de 1945, o Papa Pio XII declarou-a Padroeira de toda a América, e Paulo VI concedeu-lhe a rosa de ouro em 1968. A 27 de Janeiro de 1979, na sua Viagem Apostólica ao México, o papa João Paulo II visitou este Santuário, consagrando a Nossa Senhora de Guadalupe a toda a América Latina da qual Ela é a Padroeira. Eis algumas palavras dessa oração de Consagração: «OS PRIMEIROS MISSIONÁRIOS CHEGADOS À AMÉRICA, PROVENIENTES DE TERRAS DE EMINENTE TRADIÇÃO MARIANA, JUNTAMENTE COM OS RUDIMENTOS DA FÉ CRISTÃ, FORAM ENSINANDO O AMOR A TI, MÃE DE JESUS E DE TODOS OS HOMENS. E DESDE QUE O ÍNDIO JOÃO DIOGO FALOU DA DOCE SENHORA DE TEPEYAC, TU, MÃE DE GUADALUPE, ENTRAS DE MODO DETERMINANTE NA VIDA CRISTÃ DO POVO DO MÉXICO… SALVE, MÃE DO MÉXICO! MÃE DA AMÉRICA LATINA

¿Queres saber más?
Visita o sitio dedicado a
Juan Diego e o fenómeno guadalupano

 

  • SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL

    Fundadora (1572-1641)

    BEATO TIAGO DE VITERBO

    Religioso (1308)

    SÃO CORENTINO

    Bispo (VI ou VII século)

    Corentino de Quimper, santo

    Corentino de Quimper, santo

    Obispo

    Etimológicamente significa “ de Corinto”. Viene de la lengua griega.
    Fue el primer obispo de Quimper en el siglo VI o VII. Formó parte de un grupo de los siete bretones santos. Es totalmente cierto que existió Corentino. Es infinitamente probable que evangelizara las regiones armoricanas. El hecho es que desde entonces es el santo al que más se venera en la región francesa de la Bretaña. El padre Alberto Magno, un dominico del siglo XVII. Cuenta que en el tiempo en que él llevaba una vida eremítica, Corentino tenia un pescado como amigo, que le ayudaba muchísimo. Dice estas palabras textuales:" Para su alimento y sustento, Dios hacía con él un milagro continuo". Hay personas que viven inmersas en el mudo de Dios. No andan preocupadas por otros asuntos que no sean los estrictamente relacionados con Dios.  Pero el caso es que todas estas personas unidas a Dios, son después las que más hacen por los demás. No son solitarios sino solidarios. Se contentaba con un trozo de pan y raíces que conocía como comestibles en el campo.  No obstante, Dios le enviaba cada día un pescado a su fuente. Hay cosas que no podemos explicarnos humanamente si no hay fe.
    ¡Felicidades a quien lleve este nombre!
    “El hoy es discípulo del ayer” (Siro).

     

    • Alejandro, Santo
    Dezembro 12 Patrono de Kempten,

    Alejandro, Santo

    Alejandro, Santo

    Mártir

    Etimológicamente significa “favorecedor de los hombres”. Viene de la lengua griega.
    Con un corazón sencillo, casi como el alma de un niño, feliz quien dice a Cristo: tú el Resucitado, ves quién soy. Necesito no ocultarte nada de mi corazón. Todo creyente auténtico actúa y vive de este modo. Alejandro y su amigo Epímaco fueron una palpable realidad de las palabras que acabas de leer o meditar. Eran cristianos de Alejandría. Fueron arrestados y procesados a causa de su fe en tiempos de las terribles persecuciones de Decio, en el año 250. Según la “Pasión” o teatro escrito en su honor, los dos se comportaron con valentía ante la pregunta que les hicieron: ¿Renunciáis de Cristo y adoráis a los dioses romanos? Me imagino que no le vendrían dudas a la mente ni les faltaría decisión sus corazones. Efectivamente, ante su negativa a adorar dioses falsos, los arrojaron a una fosa de cal viva. De esta manera entregaron su vida por amor a Cristo y en defensa de su fe. Según el célebre escritor Eusebio de Cesarea, su muerte debió tener lugar el 12 de diciembre. Las reliquias de su amigo las trajeron pronto a Roma. Siglos más tarde, sus figuras aparecieron de nuevo, debido en gran parte, al papel que jugó en este asunto desempeño la reina Hildegarda, esposa de Carlomagno. Fue ella la que logró que sus reliquias se llevasen a la abadía de Kempten, Alemania, de cuya ciudad siguen siendo los patronos. Sus restos se encuentran hoy en la basílica de san Juan de Letrán.
    ¡Felicidades a quien lleve este nombre!
    Para ver más sobre ellos haz "click"
    AQUI

    • Amália, Santa
    Dezembro 12 Mártir,

    Amalia, Santa

    Amalia, Santa

    Etimológicamente significa “negligencia”. Viene de la lengua alemana.
    Jesús dice: “ Quiero la misericordia y no el sacrificio”.
    Fue mártir en el siglo III.
    Es un nombre de origen germánico. Aparece en muchos calendarios en el día de hoy.
    Muchos mártires murieron tal día como hoy bajo la tiranía del emperador Dioceciano.
    De entre estos mártires había una llamada Ammonoaria, de cuyo nombre – cambiado , claro está -, viene el de Amalia.

  • Amalia, Santa

    Amália, Santa

  •  

  • Eran nombres paganos pero que, al convertirse al cristianismo, se los cambiaban.
    Esta chica sufrió el martirio por haber tenido la valentía de plantarle cara al juez.
    Cuando éste vio la decisión de la joven, se quedó dubitativo y dándole vueltas a la cabeza. Pensaba en el origen de la fuerza que demostraban los cristianos ante él por defender su fe en el Crucificado. Tras meditar seriamente qué tenía que hacer con la chica, mandó que le cortasen la cabeza a ella y a todas sus amigas y amigos. El juez seguía meditando en lo que había ordenado. No se le veía feliz porque, en el fondo, había actuado en contra de su conciencia.
    No veía nada falso ni malo en ella.
    ¿Cuál era su problema?
    O bien moría él siendo coherente con su conciencia, o bien hacer lo que hizo. Había que obedecer las órdenes del emperador. Otros jueces – lo hemos visto – ante una verdad tan clara -, se convirtieron al cristianismo. No le ocurrió igual al de Alejandría.
    ¡Felicidades a quien lleve este nombre!
    “No es prudente despertar a un león dormido” (Sydney Philip).

    • Finiano de Clonard, Santo
    Dezembro 12 bispo,

    Finiano de Clonard, Santo

    Finiano de Clonard, Santo

    San Finiano de Clonard fue el más distinguido de los santos de Irlanda en el período inmediatamente posterior al de San Patricio.
    Los relatos de su vida están llenos de contradicciones y anacronismos. Tres siglos después de su muerte, se creía que había pasado largo tiempo en Gales, siendo ya monje.  Se cuenta que estuvo algún tiempo en el monasterio de San Cadoc de Nantcarfan, y que acabó milagrosamente con las plagas que echaban a perder las cosechas de la isla en el estuario de Severn, llamada actualmente Flatholm.  Entre otros muchos milagros que se le atribuyen, se dice que salvó a sus huéspedes de los piratas sajones, haciendo que un terremoto se tragase el campamento de los invasores. San Finiano tenía la intención de hacer una peregrinación a Roma con San Cadoc, pero un ángel le disuadió de ello y le ordenó que volviese a Irlanda.  Aunque es imposible probarlo en detalle, parece que San Finiano estuvo bajo la influencia de San Cadoc, San Gildas y otros monjes ingleses, por la importancia que le atribuía a los estudios y el énfasis que ponía en la superioridad de la vida monástica.  A su regreso a Irlanda, el santo fundó varias iglesias en Leinster y las escuelas y monasterios de Aghowle y Mugna. En este último monasterio se tramó contra él una conspiración, en efecto, Cormac, el hijo del reyezuelo del lugar, indujo a su hermano mayor, Crimtan a que persiguiera al santo, con la esperanza de que así pereciese en la empresa. El siniestro plan de Cormac tuvo éxito hasta cierto punto, ya que Crimtan trató de expulsar a San Finiano por la fuerza y, al hacerlo, se rompió la pierna.  El monasterio más importante de San Finiano estaba situado en Clonard de Meath. Poco después de la llegada del santo a ese sitio, fue a visitarle un pagano de cierta edad llamado Fraechman, que era un mago muy famoso. San Finiano le preguntó si su arte procedía de Dios o de alguien más. Fraechman replicó: "A vos toca averiguarlo". Finiano repuso: "Muy bien. Decidme entonces dónde se halla el sitio de mi resurrección". "No en la tierra, sino en el cielo", fue la respuesta. El santo le dijo: "Tratad otra vez de adivinarlo" .Fracchan volvió a dar la misma respuesta. "Tratad otra vez", le dijo Finiano levantándose de su asiento. Entonces el mago, comprendiendo que San Finiano se estaba burlando de él, le respondió: "El sitio de tu resurrección es el sitio en el que estabas sentado".  La réplica del mago resultó cierta, ya que la sede de Finiano era Clonard, donde tuvo el santo muchos discípulos, y sus enseñanzas produjeron una verdadera resurrección de la religión y el saber. Según se dice, llegó a tener 3,000 discípulos, por lo que se le llamó "el maestro de los santos de Irlanda", o simplemente "El Maestro" y se dijo de él que irradiaba bondad y sabiduría para iluminar al mundo, lo mismo que el sol desde lo alto del cielo".  Varios santos muy posteriores debieron su santidad a las enseñanzas de San Finiano. Fue famoso por su conocimiento de la Sagrada Escritura y su celebridad de exegeta se perpetuó durante muchos siglos en Clonard. Pero la escuela bíblica sufrió mucho durante las invasiones de los daneses y de los normandos; finalmente, a principios del siglo XIII, el monasterio de Clonard dejó de ser el centro religioso de la diócesis de Meath y se transformó en monasterio de agustinos, en cuyas manos estuvo hasta el siglo XVI. Tanto en sus viajes misioneros como durante su estancia en Clonard, San Finiano, que murió durante la epidemia de fiebre amarilla, a mediados del siglo VI, ofreció su vida por sus compatriotas, la fiesta de San Finiano de Clonard se celebra en toda Irlanda. Aunque suele venerársele como obispo, es dudoso que lo haya sido.

    • Bártolo o Bartolomé Buonpedoni, Beato
    Dezembro 12 Presbítero,

    Bartolo o Bartolomé Buonpedoni, Beato

    Bartolo o Bartolomé Buonpedoni, Beato

    Bartolo o Bartolomé Bompedoni de Mucchio nació en 1227 en el castillo feudal de los Condes de Mucchio, cerca de San Gimignano, en la provincia de Siena. Desde joven se consagró al servicio de Dios contra la clara oposición de su padre, que nunca toleró en su hijo este género de vida. Bartolo se trasladó a Pisa y fue durante un año huésped de los benedictinos de San Vito.  Habiendo entrado en la Orden Franciscana Seglar fue a Volterra, donde el Obispo quiso que fuera sacerdote y lo destinó primero como capellán a Peccioli, luego como párroco en Pichena. Atacado de lepra, se retiró al leprosorio de Celiole, cerca de San Gimignano, donde vivió veinte años y mereció, por la paciencia demostrada en soportar tanto tiempo el mal, el sobrenombre de “Job de la Toscana”.
    Nunca se acaba de admirar la maravillosa florescencia espiritual que brotó en el siglo XIII tras la palabra y el ejemplo de San Francisco, madurada en la Primera Orden de los Hermanos Menores, en la Segunda Orden de las Clarisas y sobre todo en la Terdcera Orden, querida por el Santo de Asís para los laicos y casados, gracias a la cual la enseñanza franciscana penetró y renovó la vida espiritual de la sociedad de la época, la vida civil y el tejido social. A la Tercera Orden de San Francisco pertenecieron personajes encumbrados en la historia como San Luis IX rey de Francia, Santa Isabel de Hungría, San Fernando, rey de Castilla, figuras excelsas en el arte y en la cultura, como Giotto, pintor, y Dante, poeta.
    ¿Qué decir de tantos que vivieron en un plano modesto pero no menos tenaz a la sombra de estas grandes plantas? Terciarios como el Beato Luquesio y su mujer Buonadonna, comerciantes de Poggibonsi; San Ivo de Bretaña, abogado de los pobres; Santa Margarita de Cortona, pecadora y penitente; la Beata Humiliana dei Cerchi, asceta y sin mancha. ¿Qué decir de figuras todavía más modestas y hasta pintorescas, como el Beato Novelón, escrupuloso y devoto zapatero de Faenza; el Beato Pedro Pettinaio, silencioso mercader sienés de los peines, y finalmente el Beato Bartolo Buonpedoni de Mucchio, cerca de San Gemignano?. Enviado como párroco a Puchena, durante veinte años maravilló y conmovió al pueblo por su celo excepcional, por la extraordinaria caridad para con los pobres. A los cincuenta años enfermó de lepra, se retiró a un leprosorio, donde se distinguió por su paciencia en la desgracia, o más bien se podría decir serenidad, felicidad y “perfecta alegría”, lograda en la dura tribulación. Murió a los 73 años en 1300, sepultado en San Gemignano en la bella iglesia de San Agustín, Bartolo Buonpedoni de San Gemignano sembró en el mundo, no los gérmenes de su enfermedad, sino el gozo y la serenidad de su alma franciscana.
    San Pió X aprobó su culto el 27 de abril de 1910.

    Santiago Capocci de Viterbo, Beato
    Dezembro 12 Ermitão de San Agustín,

    Santiago Capocci de Viterbo, Beato

    Santiago Capocci de Viterbo, Beato

    Descendiente, quizás, de la noble familia Capocci, nació en Viterbo (Italia) en torno a 1255, pero no se tienen noticias de sus años jóvenes.
    Abrazada bien pronto la vida religiosa, entró en los Ermitaños de san Agustín en el 1272, vistiendo el hábito en el convento viterbés de la Santísima Trinidad. Antes de 1275 fue enviado a París para cursar la teología en el estudio de su Orden, dónde frecuentó las lecciones de Egidio Romano, quien lo tuvo siempre en gran consideración. De regreso a su patria en el 1281-82, desempeñó en un primer momento el cargo de definidor de la Provincia romana en 1283, de visitador en 1284 y luego nuevamente de definidor en 1285, ejerciendo mientras tanto también, con toda probabilidad, las funciones de lector en conventos de la misma Provincia. En 1286 volvió a París para continuar los estudios teológicos, consiguiendo el bachillerato en 1288 y, al final del prescrito aprendizaje, el doctorado en la pascua de 1293. Por designación de Egidio Romano, electo Prior general de la Orden, fue nombrado en el mismo año maestro regente del estudio parisiense, permaneciendo en este cargo hasta 1299. De nuevo en Italia en 1300, enseñó durante dos años en el estudio de Nápoles, ocupación que tuvo que dejar al ser nombrado arzobispo de Benevento por Bonifacio VIII el 3 de setiembre de 1302. El 6 o el 12 de diciembre siguiente fue trasladado a la sede de Nápoles, donde, pastor verdaderamente celoso, supo ganarse la estima y el afecto del rey Carlos II de Anjou y de su hijo Roberto, duque de Calabria, quien le ayudó en la construcción de la nueva catedral. El 13 de mayo de 1306 comenzó a interesarse por la causa de canonización del santo pontífice Celestino V, encargo que le fue confiado expresamente por Clemente V, y en la que puso el máximo empeño, yendo personalmente a recoger testimonios en aquellos lugares dónde el ermitaño Pedro de Morrone había llevado su vida penitente; y en esta actividad continuó hasta la muerte, en olor de santidad, ocurrida en Nápoles a finales de 1307 o primeros de 1308. La memoria del siervo de Dios fue rodeada enseguida de veneración, convirtiéndose pronto en objeto de culto público, confirmado oficialmente en 1911. Considerado uno de los mayores teólogos escolásticos, por la agudeza de su ingenio mereció el título honorífico de doctor speculativus. La única obra de Santiago de Viterbo publicada íntegramente, es el De regimine christiano, compuesta en 1303 con ocasión de la lucha entre Bonifacio VIII y Felipe el Hermoso, escrito que puede considerarse como el primer tratado sistemático sobre la Iglesia.
    Los agustinos lo festejan 12 de Junio, en algunos otros santorales se lo recuerda el 14 de marzo

    • Pio Bartosik (Ludwik Pius)n, Beato
    Dezembro 12 Mártir Polonia,

    Pio Bartosik (Ludwik Pius)n, Beato

    Pio Bartosik (Ludwik Pius)n, Beato

    Sacerdote profeso, nacido en 1909 que ingresó en los Conventuales el año 1926.
    Fue sustituto de San Maximiliano Kolbe en el convento de Niepokalanów, y responsable de la impresión de los periódicos marianos.  Su consigna era: «Con la ayuda de la Inmaculada, conquistar el mundo entero y todas las almas para el Santísimo Corazón de Jesucristo».  San Maximiliano lo consideraba un «santo y gran hombre».
    Arrestado con San Maximiliano el 17 de febrero de 1940 y deportado a Auschwitz, murió allí el 12 de diciembre de 1941, agotado por los malos tratos y las enfermedades.
    Para ver más sobre los 108 mártires Polacos durante la segunda guerra
    mundial haz "click"
    AQUI

    94809 > Beato Arnaldo Martin Mercedario 12 dicembre
    90510 >
    Beato Bartolo Buonpedoni da San Gimignano Confessore 12 dicembre MR
    81100 >
    Beata Maria Vergine di Guadalupe 12 dicembre - Memoria Facoltativa MR
    92841 >
    San Corentino di Quimper Vescovo 12 dicembre MR
    90443 >
    Beato Corrado di Offida Confessore 12 dicembre MR
    90440 >
    Santi Epimaco e Alessandro Martiri 12 dicembre MR
    91073 >
    Sant' Eulalia di Asti Vergine e martire 12 dicembre
    93212 >
    San Finniano di Clonard Vescovo 12 dicembre MR
    90156 >
    Beato Giacomo Capocci da Viterbo 12 dicembre MR
    94805 >
    Beati Giovanni de Josa e Bertrando de Mas Martiri mercedari 12 dicembre
    81120 >
    Sant' Israele di Dorat Sacerdote 12 dicembre MR
    94806 >
    Beato Martino Sanz Mercedario 12 dicembre
    92573 >
    Beato Pio (Pius Ludwik) Bartosik Sacerdote e martire 12 dicembre MR
    94356 >
    Beata Pribyslava Sorella di San Venceslao 12 dicembre
    93254 >
    San Simone Hoa Medico, sindaco, martire 12 dicembre MR
    81475 >
    San Spiridione di Trimithonte Vescovo 12 dicembre MR
    91998 >
    San Valerico Abate 12 dicembre
    81130 >
    San Vicelino di Oldenburg Vescovo 12 dicembre MR

  • www.es.catholic. – www.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

    António Fonseca

     

    NOTA: Por absoluta falta de tempo não tive oportunidade de transcrever o texto referente a Sabnta Joana der Chantal e do Beato Tiago de Viterbo, o que farei em próxima oportunidade , se Deus quiser. AF

    12 de Dezembro de 2010–3º Domingo do Advento

     

    Novamente, através do livro La Religión de Jesus, de José Mª Castilho – editado por Desclée De Brouwer, transcrevo a tradução em português do texto do dia de hoje.

    12 de Dezembro -  Domingo  -  3º do Advento

    Mt 11, 2-11

    “Naquele tempo, João, que havia ouvido na cadeia as obras de Cristo, mandou-lhe perguntar por meio de dois de seus discípulos: És tu o que há-de vir ou temos que esperar outro?. Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que estás vendo e ouvindo; os cegos veem e os inválidos andam, os leprosos ficam limpos e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, e aos pobres é anunciado a Boa Nova. E ditoso aquele que não se sente defraudado por mim. Ao irem-se embora, Jesus opôs-se a falar sobre João. “Que saístes a contemplar no deserto, uma cana sacudida pelo vento? O que fostes ver, um homem vestido com luxo? Os que vestem com luxo habitam nos palácios. Então, a que saístes, a ver um profeta? Sim, vos digo, é mais que um profeta: Ele é aquele de quem se escreveu: “Eu envio o meu mensageiro adiante de ti para que prepare o caminho para ti”. Vos asseguro que não nasceu de mulher ninguém maior que João Baptista, ainda que o mais pequeno no reino dos Céus seja maior do que ele”.

    1. João havia ouvido falar das “obras” de Cristo. Não se faz menção das “palavras”. As “obras” se “veem”; as “palavras” se “ouvem”. E sem embargo, o Evangelho nos diz que o que chama a atenção da gente é o que cada um faz, não o que cada um diz. Nos ambientes eclesiásticos, se fala muito, se prega muito; e no que se fala e se prega, dizem-se coisas sublimes. Mas ao mesmo tempo ocorre, com frequência, fazem-se coisas vergonhosas que o melhor é ocultá-las. Falar é fácil. O de Jesus é viver de tal forma que o que fazemos dê que falar.

    2. Que fazia Jesus? E sobretudo, que fazia para que suas obras fossem a prova de que ele era a solução? O argumento chave que Jesus dá, a prova que ele transmite, não é de carácter sagrado, nem espiritual, nem sobrenatural, nem religioso. É algo humano, muito humano: aliviar penas, dar vida, felicidade e boas noticias. Não nos entra na cabeça que a solução não está nos discursos, nos argumentos, nas teorias e nos dogmas. Só a vida é digna de fé, como só o amor merece ser acreditado. Uma obra tão simples como pôr boa cara em certos momentos, um sorriso de acolhimento, um silêncio oportuno, um olhar de ternura, uma conversação de escuta e sem pressas, reconhecer que alguém se possa equivocar… essas “obras” são salvação e esperança.

    3. O mais chocante, neste evangelho, é que Jesus termina dizendo aos mensageiros de João: “Ditoso o que não se escandalize de mim”. Mas, como é possível que “fazer felizes os que sofrem” seja uma coisa “escandalosa”? Porque há teólogos e catequistas que vão dizendo que o sofrimento é uma prenda divina. Como há confessores que a ensinam que a doença e a dor nos aproximam de Deus. Os que pensam assim, estão persuadidos de que a missão dos “representantes de Deus” não é “dar felicidade e vida”, mas sim “exigir paciência e esperança na outra vida”. Por isso há gente que se escandaliza quando ouve dizer que Deus está presente na alegria de viver, na felicidade do carinho humano, no gozo de sentir-se bem. Jesus nos avisa que há que estar em guarda frente aos “escândalos” desses insuportáveis “santanários”.

    www.edesclee.com

    António Fonseca

    Memória do Falecimento de dois Bispos do Porto–12-12-2010

     

    Por absoluta falta de oportunidade na altura dos acontecimentos, não me foi possível efetuar neste blogue a devida homenagem aos Bispos do Porto, recentemente falecidos, D. Armindo Lopes Coelho e D. Júlio Tavares Rebimbas, que conheci razoavelmente bem, e por quem tinha grande admiração, apesar de praticamente termo-nos encontrado muito poucas vezes, com cada um deles. Pesa-me também, o facto de nunca ter contactado com eles após as datas em que adoeceram e até ao seu falecimento, o que me chocou um pouco, pois gostaria de o ter feito.

    Hoje, dia 10 de Dezembro, data que não têm nada a ver, lembrei-me de esboçar aqui alguns riscos das suas vidas, enquanto Bispos do Porto condição em que tive oportunidade de lhes falar nas ocasiões que foram proporcionadas. Não é que adiante alguma coisa no que foi dito e escrito sobre eles, mas é apenas uma simples homenagem pessoal sobre a recordação que deles tenho:

    Assim, e relativamente a D. Júlio Tavares Rebimbas que apesar de ser mais antigo (e mais idoso) foi o que faleceu mais recentemente.

    Quando foi nomeado Bispo do Porto em 1982, funções que exerceu até 1997 (durante 15 anos) tive o prazer de assistir à sua entronização na Sé do Porto, quando veio substituir D. António Ferreira Gomes, que resignou em 1982. Posteriormente em 1984 assisti à inauguração da Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso. Contactei ainda por várias vezes com D. Júlio em celebrações a que presidiu. Quando resignou em 1997, nunca mais tive qualquer contacto pessoal, mas de vez em quando, procurava saber como se encontrava, sempre que me deslocava à Casa Diocesana de Vilar. Cheguei a prometer a mim mesmo que um dia iria tentar conversar com ele – mas infelizmente não pude cumprir a promessa, e, agora quando faleceu eu só vim a sabê-lo precisamente na hora em que se celebravam as suas exéquias na Sé Catedral do Porto !!! - Fiquei “um pouco abananado”, porque precisamente no dia 4 tinha estado presente numa reunião da SSVP na Casa de Vilar e nem sequer me lembrei de perguntar por ele, como aliás costumava fazer…

    No que se refere a D. Armindo Lopes Coelho, também assisti à sua entrada no Paço Episcopal em 1997, após a renúncia de D. Júlio, por limite de idade, tendo contactado com ele várias vezes, nomeadamente quando veio presidir à Sagração do Altar e à Dedicação da Igreja da Comunidade do Viso, a S. Paulo. Gostava muito de o ouvir falar nas Homilias, principalmente nas que fazia no fim da procissão do Corpo de Deus, em que raramente falava menos de 20 minutos, que chovesse, quer fizesse sol. Não chegou a estar 10 anos completos a exercer as funções de Bispo do Porto, porque em 22 de Fevereiro de 2007 pediu a resignação, por ter atingido o limite de idade, sendo substituído por D. Manuel Clemente (que também aprecio muito). Entretanto adoeceu e esteve às portas da morte, mas tal sucedeu apenas no passado dia 27 de Setembro, – sem também eu ter tido oportunidade de falar mais com ele, apesar de eu ter ido a Ermesinde há alguns meses com essa ideia, mas quando lá cheguei, já não eram horas próprias para visitas, porque algo me atrasou e resolvi adiar para outra oportunidade… o que não foi conseguido, mais uma vez.

    Tenho pena, mas é assim mesmo e nada posso fazer quanto a essas falhas que cometi. Fica assim aqui expressa a minha singela homenagem a dois Bispos que me marcaram e marcaram bem, a sua passagem por esta cidade, depois de ambos terem percorrido quase todo o País em diversas funções, e onde deixaram grande Saudade em todos os católicos, nomeadamente àqueles que estiveram sob a sua direção e guia. Espero encontrá-los um dia no Céu. Ámen.

    António Fonseca