FELIZ PÁSCOA

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terça-feira, 24 de abril de 2018

Nº 3 4 5 3 - SÉRIE DE 2018 - 114 - SANTOS DE CADA DIA - 24 DE ABRIL DE 2018 - 11º ANO






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26-Agosto-2017


Nº  3 4 5 3



Série - 2018 - (nº 1 1 4)


24 de ABRIL de 2018


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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FIEL DE SIGMARINGA (Marcos Rei), Santo
     



São FIEL DE SIGMARINGA (Marcos Rei) presbitero e mártir que era advogado e ingressou na Ordem dos Frades menores Capuchinhos, onde se entregou a uma vida austera de vigílias e orações. Conhecida a sua actividade assídua na pregação da palavra de Deus, foi enviado à região da Récia no território da actual Suiça com a missão de a consolidar na verdadeira doutrina da fé. Em Seewis na Suiça, foi massacrado pelos hereges, morrendo pela fé católica. (1622)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

MARCOS REI, era este o nome do santo antes de ser religioso, nasceu em 1577, em Sigmaringa, na Alemanha.
Fez os primeiros estudos na universidade de Friburgo,monde brilhou tanto que mereceu o título de filósofo cristão. Fixou residência em Colmar, na Alsácia, onde exerceu com muita distinção e integridade a advocacia. Mas, pouco depois, deixou o mundo e retirou-se para os Capuchinhos de Friburgo, onde tomou o hábito em 1612 e recebeu o nome de FIEL.
(...)  (...)  (...)
A 24 de Abril de 1622 foi a Sévis, onde exortou os católicos a permanecerem na verdadeira crença. Enquanto pregava, um calvinista dirigiu contra ele um tiro de mosquete, que o não atingiu. Pediram-lhe que pusesse a sua vida em segurança, respondendo ele que não temia a morte e estava pronto a derramar o sangue pela causa de Deus.
No mesmo dia partiu para Grusch, onde caiu nas mãos dum grupo de calvinistas que tinham um ministro à sua frente.. Tratam-no como sedutor e quiseram-no obrigar a abraçar a pretendida reforma.  «Eu vim, respondeu ele, para refutar os vossos erros e não para os  abraçar; não renunciarei à doutrina católica, que é a doutrina de todos os séculos. Além disso, estai certos de que não temo a morte». Tendo-o um deles lançado por terra, ferindo-o com a espada, FIEL levantou-se sobre os joelhos e disse esta oração: «Meu Jesus, tende piedade de mim; Santa Maria, Mãe de Deus, assisti-me». recebeu em seguida um segundo golpe, caindo por terra banhado em sangue, crivado logo depois com punhaladas, morreu mártir na idade de 45 anos.
BENTO XIII beatificou-o em 1729, e BENTO XIV canonizou-o em 1745. São FIEL foi o primeiro mártir dos missionários enviados pela Propaganda.







Gregório de Elvira, Santo



Em Elvira, na Hispânia Bética, São GREGÓRIO bispo cuja obra «Sobre a fé» é louvada por São JERÓNIMO. (séc. IV)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:


Em Elvira, antiga sé episcopal da Andaluzia, no século IV floresceu São GREGÓRIO prelado digno de eterna memória pelo zelo apostólico, eminente ciência, grande santidade e principalmente pela inflexível constância em não comunicar nunca com os hereges arianos.
(...) (...) (...)
Santo EUSÉBIO DE VERCELLI foi um dos insignes prelados que defenderam em Rimini a fé católica contra todo o poder dos arianos, sendo por isso desterrados das suas sés. Na carta que escreveu ao nosso Santo GREGÓRIO, elogia-lhe a constância em se ter recusado a tratar com os bispos que, no conflito de Rimini, tinham comunicado com Ursário e Valente defensores da heresia,.
Finalmente,  cheio de merecimentos, depois de governar a sua Igreja por muitos anos como zeloso pastor, morreu no Senhor pelos fins do século IV:

Maria de Santa Eufrásia Pelletier 
(Rosa Virgínia Pelletier), Santa 




Em Angers, França, Santa MARIA DE SANTA EUFRÁSIA (Rosa Virginia Pelletier) virgem que para acolher misericordiosamente as mulheres de má conduta chamadas «Madalenas» fundou o Instituto das Irmãs do Bom Pastor. (1808)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

.

ROSA VIRGÍNIA PELLETIER viu a luz em Noirmountier, França, a 31 de Julho de 1796, filha de um médico piedoso e caritativo, que morreu quando a nossa santa, seu oitavo filho, não tinha mais de dez anos. Colocada como interna num Colégio de Ursulinas, e depois em Tours numa comunidade religiosa em formação. ROSA não ocultou o seu desejo de abraçar mais tarde o caminho dos conselhos evangélicos. Sendo jovem muito alegre, mas distintíssima e muito ponderada, orientou-se, no meio das provas dirigidas pelas suas mestras, para a congregação do Refúgio ou do Bom Pastor, fundada em 1641 por São JOÃO EUDES.
A Irmã MARIA DE SANTA EUFRÁSIA - tinha 19 anos - aplicava-se principalmente a meditar a Sagrada Escritura, mas também a examinar os pormenores da organização do instituto e dos seus progressos possíveis. O que tinha em vista, e realizou quando foi eleita Superiora em 1825, era o ramo das Madalenas, distinto das Penitentes e das Preservadas, constituindo verdadeira congregação de Religiosas recrutadas sobretudo entre as arrependidas.
(...) (...) (...)
Em 1868, uma crise de figado e um cancro só tarde descoberto venceram as forças da Madre MARIA DE SANTA EUFRÁSIA PELLETIER. A 24 de Abril, separou-se a alma do corpo, que iria ficar sem corrupção aparente durante várias dezenas de anos. «Sinto Deus em mim e a sofrer comigo».
Foi PIO XII quem a canonizou a 2 de Maio de 1940.



MARIA CLEÓFAS e SALOMÉ, Santas

   

Em Jerusalém, a comemoração das santas mulheres MARIA CLEÓFAS e SALOMÉ que, juntamente com MARIA MADALENA ao amanhecer o dia de Páscoa se dirigiram ao sepulcro do Senhor para ungir o seu corpo e foram as primeiras a ouvir o anúncio da Ressurreição. 



ALEXANDRE, Santo


Em Lião, cidade da Gália, hoje França, Santo ALEXANDRE mártir, que três dias depois da paixão de Santo EPIPÓDIO foi arrastado para fora do cárcere espancado e cravado numa cruz, exalou o seu espírito. (178)

ANTIMO e companheiros, Santos



Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia, Santo ANTIMO bispo e companheiros mártires na perseguição do imperador Diocleciano; ANTIMO, por ter confessado a fé, foi decapitado e assim recebeu a glória do martírio, seguido por toda a multidão do seu rebanho, dos quais, por ordem do juiz, uns foram decapitados, outros lançados às chamas, outros finalmente metidos em pequenas barcas e afogados no mar. (303)




DEUSDADO, Santo



Em Blois, na Gália Lionense, hoje França, São DEUSDADO diácono e abade que, depois de ter vivido como anacoreta foi guia de vários discípulos que com ele formaram uma comunidade. (séc. VI)


MELITO, Santo



Em Cantuária, na Inglaterra, São MELITO bispo que foi enviado à Inglaterra como abade pelo papa São GREGÓRIO MAGNO posteriormente ordenado bispo dos Saxões orientais por Santo Agostinho e, depois de passar muitas tribulações nomeado para a ilustre sede episcopal de Cantuária. (624)

VILFREDO, Santo


Em York, Nortúmbria, Inglaterra, São VILFREDO bispo que exerceu com grande empenho o seu ministério durante 45 anos e, constrangido impetuosamente a ceder a outrem a sua sede, terminou em paz os seus dias entre os monges de Ripon, de quem tinha sido abade. (709)

EGBERTO, Santo


 Em Iona, ilha da Escócia, Santo EGBERTO presbitero e monge que trabalhou com grande diligência na evangelização de várias regiões da Europa e, já em avançada idade, reconciliou os próprios monges de Iona com o uso romano no cômputo da Páscoa e, ao terminar a celebração da solenidade pascal, partiu para a Páscoa eterna. (729)


GUILHERME FIRMATO, Santo



Em Mortain, na Normandia, França, São GUILHERME FIRMATO eremita que sendo cónego e médico em Tours, depois de uma peregrinação a Jerusalém, passou o resto da sua vida na solidão. (1103)




BENTO (Ângelo) MÉNNI, Santo


Em Dinant, França, São BENTO (Ângelo) Ménni, presbitero da Ordem de São João de Deus, que fundou a Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus. (1914)

MARIA ISABEL HESSELBAD, Beata



Em Roma, a Beata MARIA ISABEL HESSELBAD virgem , natural da Suécia, que depois de longo tempo de serviço num hospital, reformou a Ordem de Santa Brígida dedicando-se especialmente à contemplação , à caridade para com os necessitados e à união os cristãos. (1957)

... E AINDA  ...

3 MERCEDÁRIOS MÁRTIRES DE PARIS, Santos


A Parigi, tre Santi mercedari che difendevano la fede cattolica con la predicazione e la santità della loro vita, vennero crudelmente uccisi dagli eretici Ugonotti e vittoriosi raggiunsero la grande schiera dei martiri nel regno celeste

ELIAS IOREST e SAVA BRANCOVICI, Santos

    

San Iorest il Confessore nacque in Transilvania e ricevette al battesimo il nome di Elia. Entrato nel monastero di Puta, assunse il nome religioso di Iorest. Nel 1640 il principe Basilio Lupu di Moldavia propose il suo nome quale successore del metropolita Gennadio di Ardeal. Dopo un periodo di esilio fece ritorno in Moldavia come vescovo di Hushi. Morì il 24 aprile 1657. San Sava Brancovici nacque ad Inau intorno al 1620 da una famiglia serba dell'Herzegovina. Al battesimo ricevette il nome di Simeone. Entrò nel monastero di Comana in Bucharest. Sposatosi, divenne sacerdote, finché nel 1656 fu eletto metropolita di Ardeal. Morì il 24 aprile 1683. Entrambi festeggiati al 24 aprile, questi santi metropoliti furono accomunati anche dalla lotta al protestantesimo che in quel tempo penetrava in Transilvania.

HERMÍNIO, Santo


Mons. Marc'Antonio Oddi, vicegerente di Roma e poi vescovo di Perugia, donò al fratello Giacomo, arcidiacono del capitolo di quella cattedrale, due "corpi santi" tratti dalle catacombe romane: uno si diceva essere quello della martire Agnesia e fu donato al capitolo, I'altro, quello di Erminio, fu posto nella chiesa di S. Benedetto fuori le mura, oggí officiata dalle Clarisse. Il corpo di E. fu trasferito nella predetta chiesa il 23 aprile 1662, con grande pompa e sfarzosa processione il cui racconto si trova in un ms. della Biblioteca comunale di Perugia (Ms. 1859, ff. 4-31) e fu posto sotto l'altare maggiore in "una urna di legno intagliato e dorato". Il Lanzoni riferisce che nella suddetta chiesa " trovasi l'iscrizione: Hermirzius plumbatis coesus, con la corona, con la palma e con lo stesso monogramma alla destra ", ma aggiunge che essa è spuria; e certamente lo è, perché dalla relazione della traslazione del corpo di Erminio a Perugia, contenuta nel ms. sopraccitato, si deduce chiaramente che essa fu preparata proprio per quella occasione. Trattandosi di un " corpo santo", non si possono avere notizie né sulla personalità, né sul martirio di Erminio; tuttavia Clemente XIII (1753-69) concesse l'indulto di celebrare in suo onore la Messa votiva e la festa è tuttora celebrata il 24 aprile


IVO, Santo

Il nome Ivo è molto diffuso in Europa, prendendo secondo i luoghi delle varianti, così in Italia è Ivo o Ivone, in Spagna Ivo o Ivano, Yves in Inghilterra e Francia. Proviene quasi certamente dal celtico ‘ivos’ che vuol dire ‘legno di tasso’; il tasso, infatti, per i Celti era un’albero sacro, con cui venivano fabbricate sia le armi sia le abitazioni.


LUPICINO, Santo


Tutto quanto sappiamo di questo santo è tratto dalla notizia a lui dedicata da s. Gregorio di Tours nelle sue Vitae Vatrum (13, in PL, LXXI, coli. 1064-67). Secondo Gregorio, il quale aveva ottenuto le sue informazioni da un prete ottua­genario, Lupicino era un uomo di grande santità che andava elemosinando di casa in casa. A metà della sua vita si ritirò « ad vicum Berberensem qui nunc Lipidiaco dicitur » dove si installò tra le mura in rovina e condusse un'esistenza di recluso, nascon­dendosi alla vista degli uomini.
Gli passavano il pane da un finestrino ed egli cantava i salmi per tutto il giorno, facendo peni­tenza e portando una grossa pietra sul capo. Molti ammalati andavano a visitarlo ed egli li guariva tracciando su di essi il segno della croce. Tre giorni prima di morire, preannunciò la propria fine a un suo servitore e fece chiamare la gente del vici­nato, cui rivolse un discorso edificante

MÁRTIRES DO GENOCÍDIO ARMÉNIO, Santos

La persecuzione scatenata, tra il 1915 e il 1918, dai turchi nei confronti del popolo armeno residente in Anatolia e nel resto dell’Impero Ottomano rappresenta forse il primo esempio dell’epoca moderna di sistematica soppressione di una minoranza etnico-religiosa. Una campagna di eliminazione che non scaturì soltanto dell’ideologia, scopertamente razzista, del sedicente Partito “modernista e progressista” dei Giovani Turchi, ma trasse le sue origini più profonde anche dall’innata, anche se inconfessabile, insofferenza che i mussulmani ottomani e curdi di Anatolia hanno sempre manifestato nei confronti di una minoranza cristiana, quella armena, portatrice di valori religiosi e culturali semplicemente diversi

MAURÍCIO, JORGE e TIBÉRIO, Santos

Un’antica leggenda locale, raccolta dagli scrittori subalpini dei secc. XVI-XVIII e ormai quasi completamente spenta, assegna a Pinerolo tre santi: Maurizio, Giorgio e Tiberio, i quali, scampati all’eccidio dei loro commilitoni della legione tebea, sarebbero pervenuti nelle terre presso Pinerolo e qui avrebbero trovato gloriosa la morte, dopo averne cristianizzato gli abitanti. Questa tradizione si collega ad altre leggende locali, secondo cui anche altri soldati tebei, quali s. Secondo e s. Valeriano, avrebbero incontrato il martirio rispettivamente nei vicini paesi di S. Secondo e di Cumiana

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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto


miscelania 003


Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las









Sé Catedral  - Porto



Blogue: 

 SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com



ANTÓNIO FONSECA

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Nº 3 4 5 2 - SÉRIE DE 2018 - SANTOS DE CADA DIA - 23 DE ABRIL DE 2018 - 11º ANO






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26-Agosto-2017


Nº  3 4 5 2



Série - 2018 - (nº 1 1 3)


23 de ABRIL de 2018


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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Jorge, Santo


São JORGE mártir, cujo glorioso combate em Dióspolis ou Lida, na Palestina, celebram desde os tempos antigos todas as Igrejas do oriente ao Ocidente. (séc. IV)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

As circunstâncias da sua morte devem ter sido espectaculares para os Orientais lhe terem sempre chamado «o grande Mártir» e para que a sua pessoa se tenha tornado tão depressa lendária. Figura entre os 14 Santos Auxiliadores (8 de Agosto).

Quanto ao culto, não há outro mais antigo ou espalhado. Já no principio do século IV, lhe levantava Constantino uma igreja; o mesmo aconteceu na Síria; no século seguinte, contavam-se nada menos de 40 no Egipto. Depois vêm Ravena, Roma, a Alemanha e a Gália merovíngia a erigir-lhe santuários e altares. Em toda a França, puseram-se sob o seu patrocínio cidades e aldeias; o mesmo se pode dizer de Espanha e Portugal. Na Inglaterra principalmente, o seu culto tornou-se e ainda é o mais popular. Em 1222, o Concílio Nacional de Oxónia ou Oxford estabeleceu uma festa de preceito em sua honra; nos primeiros anos do século XV o arcebispo de Cantuária ordenou que tal festa fosse celebrada com tanta solenidade como o Natal; antes disso, já o rei Eduardo III tinha fundado, em 1330, a célebre ordem dos cavaleiros de São JORGE conhecidos também pelos nome de Cavaleiros da Jarreteira.
Numerosos artistas - em particular Rafael, Donatello e Carpaccio - representaram, São JORGE. Entre as lendas que se contam a respeito deste mártir, a mais conhecida é a do dragão. Este animal temível vivia num lago perto de Silena, na Líbia. Exércitos inteiros foram enviados contra ele, mas não conseguiram exterminá-lo. De vez em quando, deixava o lago e, vomitando fogo, aniquilava tudo o que no caminho encontrava. Para o apaziguarem, acabaram por levar-lhe todos os dias duas ovelhas para as suas refeições. Quando faltavam as ovelhas, era preciso oferecer-lhe raparigas, que eram tiradas à sorte... ou à desventura. Tinha a desventura caído sobre a filha do rei, quando aconteceu chegar a essa região JORGE tribuno militar. Movido de com paixão, fez o sinal da cruz, partiu a cavalo em direcção ao dragão, que já avançava de boca aberta , e atravessou-o com a lança. Fez a seguir a essa gente idólatra um belo sermão, depois do qual o rei e todos os súbditos se converteram e pediram o baptismo. O principe ofereceu grande soma de dinheiro ao salvador da cidade e da filha, mas JORGE distribuiu-o pelos,pobres  e continuou o seu caminho, sem nada querer para si.
Alguns hipercríticos que tentaram provar a inexistência de São JORGE, considera-se que perderam o tempo. Julga-se que foi em Lida - Palestina, no fim do século III, que ele morreu pela fé. Manter porém a sua existência não é o mesmo que aceitar todas as lendas que lhe floreiam a vida.
Quanto ao desenvolvimento do culto do santo em Portugal, assim nos informa o Padre Miguel de Oliveira: 
«O auxílio prestado pelo Duque de Lencastre, filho de Eduardo III de Inglaterra, a el-rei Dom Fernando na luta contra Castela, trouxe-nos daquele país o incremento de devoção a São JORGE. o grito de "São JORGEsubstituiu na guerra, para os portugueses, o de SÃO TIAGOaté então usado em toda a Peninsula. No lugar onde esteve içada a bandeira portuguesa por ocasião da batalha de Aljubarrota, fundou-se em 1388 uma ermida dedicada a São JORGE. Em 1387, começou a incorporar-se na procissão do Corpo de Deus, por ordem de Dom João I, a imagem do mesmo Santo a cavalo»..


ADALBERTO (Vojtech), Santo
     
Santo ADALBERTO (Vojtech), bispo de Praga e mártir, que suportou naquela Igreja muitas adversidades e empreendeu por amor de Cristo numerosas viagens apostólicas, trabalhando com ardor na erradicação dos costumes pagãos; verificando que as suas diligências tinham pouco êxito, dirigiu-se a Roma e fez-se monge; finalmente, tendo chegado à Polónia para trazer à fé os ha bitantes da Prússia, em Têntikken, junto à foz do Vístula, foi trespassado pelas lanças de alguns pagãos. (997)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

ADALBERTO, chamado no baptismo WOYTIECH (isto é, "socorro do exércitoem eslavo), nasceu na Boémia pelo ano de 956. Confiado ao santo arcebispo de Madgeburgo ADALBERTO, tomou em agradecimento o nome deste no crisma. Só por morte do benfeitor saiu de Madgeburgo, tendo 19 anos e levando uma rica biblioteca que reunira e sobretudo muitos conhecimentos que sobre ele atraíam admiração. Foi ordenado pelo bispo de Praga, tendo resolvido levar vida de penitência e austeridades.
Sendo chamado a suceder na sé de Praga, sentiu muito o peso das responsabilidades, de tal maneira que ninguém o viu rir-se. Entrou na cidade descalço; dividiu os seus réditos em quatro partes: para a conservação da igreja, para os cónegos, para os pobres e para as despesas da casa. Em honra dos apóstolos, dava de comer todos os dias a 12 necessitados. Quase quotidianamente pregava, visitava os doentes e os presos.
Encontrou a diocese em estado deplorável; muitos diocesanos eram ainda pagãos e os já convertidos mantinham quase todos os hábitos do paganismo. Durante seis anos, 983 a 989, procurou convertê-los sinceramente, muito sofreu e nenhum resultado obteve; era considerado demasiado exigente e demasiado santo. Por fim pediu a JOÃO XV que o deixasse renunciar, o que obteve.
Tomou o hábito religioso, juntamente com o irmão, GAUDÊNCIO. Passou cinco anos retirado, entregue todo à oração e às austeridades. Mas o arcebispo de Mogúncia desolava-se vendo Praga em tão grande abandono; escreveu ao Papa rogando-lhe mandasse para lá de novo ADALBERTO. este mostrou-se pronto, embora prevendo que o segundo apostolado não seria mais frutuoso que o primeiro; preveniu-se porém com licença para retirar-se de novo, caso o povo mantivesse a mesma indocilidade. Foi o que sucedeu, e o Arcebispo teve de retomar o caminho do mosteiro.
De novo interveio, mas no mesmo sentido, o Arcebispo de Mogúncia. E o papa, já GREGÓRIO V acedeu e ADALBERTO regressou. Mas, desta vez, os diocesanos, irritados, recusaram-se a recebê-lo; e forma mais longe, atacaram os seus parentes, que residiam na Boémia, pilharam-lhes os bens, queimaram-lhes os castelos e assassinaram-nos. Diante disto, ADALBERTO julgou inútil ir mais longe. refugiou-se junto do seu amigo BOLESLAU, filho do duque da Polónia; e resolveu trabalhar na conversão dos idólatras da Prússia, a qual não tinha visto ainda nenhum missionário. O duque da Polónia deu-lhe um barco, com 30 homens de escolta; desceram o Vístula até Dantzig. Lá ADALBERTO teve a consolação de baptizar bom número de pagãos. Depois entrou no Báltico, chegou à costa de Samland, onde desembarcou renunciando à escolta. Os Prussianos maltrataram-no; um deu-lhe tal pancada com um remo que o deitou ao chão meio morto. 
Voltando a si, foi, em companhia de GAUDÊNCIO e do sacerdote BENTO até Têntikken que era então campo reservado dos pagãos. Com azagaias e lanças foi assassinado ADALBERTO e os seus companheiros tomados em cativeiro. Esta cena deu-se a 23 de Abril de 997. Foi mártir de Jesus Cristo apenas com a idade de 41 anos.





Egídio ou Gil de Assis, Beato



Em Perúgia, na Úmbria, Itália, o Beato EGÍDIO ou GIL DE ASSIS religioso da Ordem dos menores, companheiro de São FRANCISCO que resplandeceu nas suas peregrinações pela sua intrépida fé e admirável simplicidade. (1262)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:


Nasceu em Assis por 1190 e faleceu em Monterípido - Úmbria, a 23 de Abril de 1262. Este homem do campo, de Assis, deixou os bois com uns 20 anos para seguir o "Pobrezinho"; foi o quarto seguidor que encontrou e, como São FRANCISCO dizia, o melhor dos seus Cavaleiros da Távola Redonda. EGÍDIO na nova vida, começou por viajar muito, foi a Tunes, donde os mouros o recambiaram para Itália em vez de lhe dar a coroa do martírio que ele desejava; fez numerosas peregrinações, também a da Terra Santa, ganhando o pão ao longo das estradas como jornaleiro nas quintas ou com o coveiro nos cemitérios. Os 30 últimos anos de vida passou-os nos eremitérios franciscanos da Perúgia. O papa GREGÓRIO IX e os cardeais davam.-se ao trabalho de o vir visitar. Se bem que inteligentíssimo, recusara instruir-se, limitando-se ao estudo do Evangelho, escarnecendo dos teólogos, cujas dissertações eram para ele secreções cerebrais sem importância. «Este iliterato, escreve São BOAVENTURA praticou a virtude num grau sublime e mereceu elevar-se até aos cimos da contemplação. Acontecia-lhe tantas vezes ser elevado em êxtase, como verifiquei eu próprio, que parecia levar na terra vida angélica mais que humana». As Florinhas recolheram uma centena dos seus ditos, que são de grande originalidade e profundeza, e muitas vezes cheios de humorismo.

Helena Valentini, de Údine, Beata




Em Údine, na Venécia, hoje Friúli-Venezia  Giúlia, Itália a Beata HELENA VALENTINI viúva, que decidida a viver só para Deus, teve grande actividade na Ordem secular de Santo Agostinho, consagrando-se à oração, à leitura do Evangelho e às obras de misericórdia. (1458)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

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HELENA VALENTINI nasceu em Údine, no Friúli, Itália e casou-se aos 15 anos com António Cavalcanti. Com ele viveu durante 27 anos, cuidando também dos numerosos filhos. Enviuvando, resolveu dar-se inteiramente a Deus: tendo vindo pregar a Údine um  religioso dos eremitas de Santo Agostinho, ela pediu-lhe para ser admitida entre os terceiros da sua ordem. despojou-se então de todas as riquezas para as dar aos pobres,. impôs-se rigorosas penitências e jejuns. Passava a maior parte do dia na igreja dando-se à oração e a leituras piedosas; não quis viver senão de esmolas e impôs-se silêncio perpétuo; exposta às perseguições do demónio, suportou-as com paciência admirável. E Nosso Senhor recompensou-a com alegrias interiores, que ela manifestava cantando as suas glórias.
Durante os três últimos anos da sua vida viu-se obrigada a estar estendida sobre o leito, que tornou mais duro com as pedras que nele ocultou. Faleceu num sábado ao ouvir ler a Paixão. Segundo o seu primeiro biógrafo, morreu a 23 de Abril de 1458.



TERESA MARIA DA CRUZ (Teresa Adelaide Manétti) Beata



Em Campi Bizêncio, na Etrúria, hoje Toscana, Itália, a Beata TERESA MARIA DA CRUZ (Teresa Adelaide Manétti) virgem fundadora da Congregação das Carmelitas de Santa Teresa. (1910)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

«Sofrer, sofrer, sempre sofrer. Fazei de mim o que quiserdes. Basta-me que Vos faça salvar almas». Assim rezava TERESA MARIA DA CRUZ ou Teresa Adelaide Manétti, que veio ao mundo a 2 de Março de 1846, no lugar de São Martinho de Campi Bizênzio na Arquidiocese de Florença, Itália.
Muito nova, perdeu o pai , Salvador Manétti. Sua piedosa mãe, Rosa Bigali, educou-a com disciplina na vida cristã, inculcando-lhe amor aos pobres e humildes.
A menina entendeu bem os ensinamentos maternos. Aos 19 anos recusou o matrimónio para se consagrar  totalmente a Deus. Com duas companheiras, que reuniu a principio em sua casa, partiu para o oratório de São JUSTO, nas margens do rio Bizênzio, por conselho do Padre Ernesto Iacopozzi. A 16 de Julho de 1874, foram admitidas na Terceira Ordem das Carmelitas Descalças, tomando ela o nome de TERESA MARIA DA CRUZ. Naquele humilde lugar, a pequena grei, indo à frente a Serva de Deus, passou os primeiros anos em suma pobreza, orações e penitências, aguardando a manifestação da vontade divina.
Entrementes TERESA MARIA anelando a união com Deus, ardia no fogo da caridade divina que se alimentava no Sacramento da Eucaristia. Pouco a pouco, o seu nome passou a cer citado com  elogios por toda a região de Bizênzio. Homens e senhoras de qualquer condição social batiam-lhe à porta a pedir conselhos e orações.
Em 1877, impelida pela virtude da caridade, abriu o coração e a casa às meninas órfãs e abandonadas , a quem chamava o seu tesouro. Como o seu número fosse crescendo, viu-se obrigada a alugar e, depois, comprar e ampliar uma casa, confiando unicamente em Deus, que foi ao seu encontro por meio de generosos benfeitores.
Juntaram-se-lhe outras jovens piedosas, que ela formou na vida religiosa, encarreirando-as pela senda da disciplina. O pequeno grupo converteu-se numa grande família e a casa, aumentada com  outros edifícios, tornou-se um  verdadeiro convento, que TERESA MARIA como mãe amantíssima, guiava com palavras e sobretudo com exemplos, inculcando a todas a virtude da caridade.
(...)  (...)  (...)
Na homilia da beatificação a 19 de Outubro de 1986, celebrada n o Estádio Municipal de Florença, afirmou o Santo Padre:
«Característica particularmente evidente de TERESA MARIA DA CRUZ era a alegria (...) Mas a alegria de TERESA MARIA não era a alegria ilusória deste mundo. Aquela alegria era fruto de um alto preço, que aliás ela pagava de bom grado, porque movida pelo amor a Cristo e às almas».
AAS 36 (1944) 337-40; 67 (1975) 499-502; L'OSS. ROM. 26.10.1986





MARIA GABRIELA SAGEDDU, Beata



No mosteiro cisterciense de Grottaferrata, Frascáti, próximo de Roma, a beata MARIA GABRIELA SAGHEDDU virgem quem com toda a simplicidade ofereceu a sua vida, terminada aos vinte e cinco anos pela união dos cristãos. (1939)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga


«Ora, como hoje, pelo impulso da graça do Espírito Santo, em muitas partes do mundo pela oração, pela palavra e por obras se fazem muitos esforços para se alcançar aquela plenitude de unidade que Cristo quer, este Santo Concilio exorta todos os fiéis católicos a que, reconhecendo os sinais dos tempos, participem com entusiasmo no movimento ecuménico».
Já muitos anos antes do Concilio Vaticano II formular este voto de união de todos os cristãos, Deus suscitara almas que rezaram e se sacrificaram prl esta intenção. Uma dessas almas foi a Irmã MARIA GABRIELA que veio ao mundo a 17 de Março de 1914, em Dorgali, na Itália. Seus pais, Marco António e Catarina Cucca, de condição humilde, mas avantajados na vivência da fé, encaminharam a filha pela prática das virtudes cristãs.
(...)   (...)   (...)
Foi beatificada por JOÃO PAULO II a 25 de Janeiro de 1983.
AAS 58 (1966) 456-8; 73 (1981) 740-44



EULÓGIO, Santo



Em Edessa, na Síria hoje Sanliurfa, na Turquia, Santo EULÓGIO bispo que, segundo a tradição, morreu na Sexta-feira Santa. (387)



MAROLO, Santo

Em Milão, na Ligúria hoje na Lombardia, Itália, São MAROLO bispo que foi amigo do papa Inocêncio I. (séc. V)

GERARDO, Santo



Em Toul, Lotaríngia, hoje França, São GERARDO bispo que, durante 31 anos dotou a cidade de excelente legislação, criou obras de auxílio aos pobres, socorreu o povo no tempo da peste com as suas preces e jejuns, dedicou a igreja catedral e ajudou os mosteiros não só com beneficências materiais mas também povoando-os com santos discípulos. (994)




JORGE DE SUÉLLI, Santo

Em Suélli, na Sardenha, a comemoração de São JORGE bispo. (1117)



... E AINDA  ...

48 MERCEDÁRIOS MÁRTIRES FRANCESES, Santos


Il Linguadoca, Francia, 48 Santi padri dell’Ordine Mercedario, per la difesa della fede cattolica, furono uccisi in diversi modi dagli eretici Ugonotti nell’anno 1563. Con il martirio effusero così il loro sangue ed ora con Cristo esultano per l’eternità

ETELREDO DE SAXÓNIA, Santo

    

Morì l’anno 871 ed è chiamato santo dal Ferrari, che lo ricorda il 23 aprile; invece, le fonti più antiche sulla storia dei Sassoni non fanno menzione del suo martirio, né gli danno la qualifica di santo.

SEBASTIÃO DE RICCAFONT, Beato


Missionario infaticabile, il Beato Sebastiano de Riccafont, combatté il demonio che spadroneggiavva fra gli indios idolatri, convertendone un numero incalcolabile. Distrusse gli idoli, piantò la Santa Croce, fondò alcuni conventi e pieno di sante opere lasciando di sé un buon nome, morì nel bacio del Signore.
L’Ordine lo festeggia il 23 aprile




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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto


miscelania 003


Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las















Igreja antiga do Carvalhido - Porto


Blogue: 

 SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com



ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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