FELIZ PÁSCOA

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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Nº 3 6 6 5 - SÉRIE DE 2018 - (327) - SANTOS DE CADA DIA - 22 DE NOVEMBRO DE 2018 - Nº 16 DO 12º ANO

Caros Amigos






Nº  3 6 6 5



Série - 2018 - (nº 3 2 7)


22 de NOVEMBRO de 2018


SANTOS DE CADA DIA


12º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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CECÍLIA, Santa





Memória de Santa CECÍLIA virgem e mártir, que, segundo a tradição, alcançou a dupla palma da virgindade e do martírio por amor de Cristo, em Roma, no cemitério de Calisto, junto à Via Ápia. Desde a antiguidade, tem o seu nome o título de uma basílica no Transtevére. (data incerta)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas CECÍLIAS, a da história e a da lenda.

CECÍLIA histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastevére; o terreno tornou-se o cemitério de São CALISTO, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos papas. Lá repousou, sem fazer falar de si, até ao século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa CECÍLIA cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia. Para lhes satisfazer a curiosidade foi então publicada uma Paixão, que deu origem à CECÍLIA lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres.
Segundo o relato da sua Paixão é uma jovem da mais alta nobreza que, desposada contra vontade, observa o voto de virgindade antes feito, e morre mártir três dias depois do casamento, depois de converter, neste pouco tempo, o marido, o cunhado, os algozes e outros 400 pagãos.
Ainda hoje está, na mencionada igreja do Trastevére, em Roma, estendido na urna de cipreste, o corpo decapitado de Santa CECÍLIA, com a túnica que levou quando a transportavam para as catacumbas. Não sabemos sequer em que época viveu. Há quem afirme que foi contemporânea de Marco Aurélio, enquanto outros sustentam que foi vítima da perseguição de Diocleciano ou da de Julião Apóstata (imperadores entre 161-180), 284-305 e 361-363).
Diz-se que era uma jovem patrícia muito culta, cujos ascendentes eram tudo o que havia de mais ilustre na história de Roma. Embora tivesse feito voto de virgindade, os pais casaram-na com  Valeriano, que vivia no Trástevere. Logo a seguir aà cerimónia nupcial, CECÍLIA disse.-lhe: «O dulcíssimo et amantíssimi juvenis - Ó dulcíssimo e bem-amado jovem, há um mistério que eu te revelarei se me jurares que o guardarás fielmente». Valeriano jurou, e ela então revelou-lhe que era guardada por um Anjo: «mas, para o veres, acrescentou, tens primeiro de ser purificado».
Por estas indicações, Valeriano foi encontrar-se com o ancião Urbano, que vivia escondido entre os túmulos cristãos, e recebeu das suas mãos o baptismo. Ao regressar, encontrou CECÍLIA em oração e um anjo a seu lado. Este, que tinha nas mãos duas coroas, colocou uma sobre a cabeça de CECÍLIA e outra sobre a de Valeriano e ofereceu-se a este para lhe conceder qualquer favor que desejasse. Valeriano pediu-lhe então que fosse também concedida a graça do baptismo a seu irmão Tibúrcio. Como a perseguição recrudescia e os dois irmãos se dedicavam a inumar os confessores da fé a quem a policia imperial recusava sepultura, foram presos e decapitados. Por sua vez, CECÍLIA foi presa por ter sepultado os corpos deles na sua vila da Via Ápia. Colocada perante a alternativa de sacrificar aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que lhe lembrava que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, respondeu: «É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida». Almáquio condenou-a a morrer asfixiada, como ela sobreviveu a esse suplício, mandou cortar-lhe a cabeça.
Nas Actas de Santa CECÍLIA lê-se esta frase: «Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, CECÍLIA cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro esposo». Estas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram  acreditar no talento musical de Santa CECÍLIA e valeram-lhe ser a padroeira dos músicos.
Diante do altar da basílica de Santa CECÍLIA «in Trastevére», admira-se a bela estátua marmórea de Estêvão Maderno, que em 1600 a representou como foram descobertas as suas relíquias, que se encontram, como dissemos, numa urna de cipreste. A mártir está deitada sobre o lado direito, com a cabeça virada para o chão e uma grande cutilada no pescoço. Tem os dois braços estendidos diante do tronco. apresentando a mão esquerda o dedo indicador, único não dobrado, e a mão direita com o polegar, o indicador e o maior, bem salientes. Um na direita e três na esquerda; afirmação da unidade e da bondade de Deus, dogmas pelos quais a Santa morria. Os joelhos tem-nos um pouco dobrados, para o vestido, em gesto de grande resguardo, chegar bem até ao pé esquerdo, único visível.

FILÉMON e ÁPIA, Santos

Filémon de Colossos e Ápia, Santos



   
Comemoração de Santo FILÉMON DE COLOSSOS na actual Turquia, cujo amor a Jesus Cristo foi causa de alegria para São PAULO; juntamente com ele é venerada sua esposa Santa ÁPIA.

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

FILÉMON era rico habitante de Colossos, na Frígia, Ásia Menor. Encontrou-se com  São PAULO e fez-se cristão, cristão convicto que pregava o Evangelho à sua volta e reunia os irmãos em sua casa. Tinha também um escravo que se chamava ONÉSIMO, belo nome que significa «útil, proveitoso», mas nome que ONÉSIMO não honrava; era preguiçoso e, depois de roubar o senhor, fugiu para Roma, a fim  de escapar ao castigo.
Em Roma, ONÉSIMO esteve com São PAULO que o baptizou e o recambiou, dando-lhe uma breve carta de recomendação dirigida a FILEMÓN, ÁPIA e ARQUIPO sem dúvida, a mulher e o filho. Amavelmente, convidava FILÉMON a que recebesse bem ONÉSIMO; sugeria, sem o exigir, que lhe desse a liberdade. Ao terminar, anunciava-lhe a sua própria visita como provável. Esta carta de São PAULO faz parte do Novo Testamento.
Ter merecido a confiança de São PAULO, que honra! Os hagiógrafos gregos julgaram dever completar a biografia de FILÉMON. Segundo as Constituições apostólicas, veio a ser bispo de Colossos, e lá mesmo sofreu o martírio, conforme conta o martirológio romano. Segundo outros, veio a ser bispo de Gaza. Foram-lhe dedicadas várias igrejas em Constantinopla.
Os latinos foram mais moderados e FILÉMON só entrou no Martirológio com Barónio.



SALVADOR LILLO, JOÃO BALZI e 6 Companheiros K'ADIR, CERUN, VARDAVAR, PAULO, DAVID e TEODORO, Beatos  



  


Junto ao rio Zihun, perto de Maras, cidade da Cilícia, hoje na Turquia, os beatos SALVADOR LILLO presbitero da Ordem dos Frades Menores, JOÃO filho de Balzi e outros 6 companheiros K'ADIR filho de Xodianin; CERUN, filho de K'urazi; VARDAVAR, filho de Dimbalac; PAULO, filho de Jeremias; DAVID e TEODORO, irmãos, filhso de David. naturais da Arménia, mártires, que operante a imposição dos soldados otomanos para renegarem Cristo, recusaram trair a sua fé e, trespassados pelas lanças, emigraram para o reino eterno. (1895)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

No dia 3 de Outubro de 1982, JOÃO PAULO II elevou às honras do altares o padre SALVADOR LILLI, O. F. M., e seus sete companheiros mártires.
Padre SALVADOR nasceu na Cappadócia (Itália) a 19 de Junho de 1853. Em 1870 vestiu o hábito dos Frades menores e no ano seguinte fez a profissão religiosa. Devido às condições históricas da Itália naquele tempo, em que as Ordens religiosas foram extintas, ele partiu para a Palestina e lá, nas cidades de Belém e Jerusalém, fez os estudos de filosofia e teologia, ordenando-se sacerdote no dia 6 de Abril de 1878.
Depois de dois anos de trabalhos apostólicos no templo do Santo sepulcro, foi mandado para Marasc da Arménia Menor, onde durante 15 anos desenvolveu um  apostolado maravilhoso. Movido pela caridade de Cristo, fundou três novas aldeias para reunir os núcleos familiares dispersos, com  o objectivo de melhor protegê-los e instrui-los. Adquiriu um vasto terreno para dar trabalho e pão a quem deles precisava,. desenvolveu muitíssimo a vida religiosa daquelas populações.
«Durante a epidemia de cólera, o seu apostolado iluminou-se de caridade heróica: foi ao mesmo tempo sacerdote e médico. Não temendo o contágio, passava de casa em casa para assistir moral e materialmente os doentes», afirmou o Santo Padre no dia da beatificação.
Em 1894 , foi nomeado pároco na cidade de Mujuk-Deresi. No ano seguinte, os Turcos desencadearam uma feroz perseguição contra os cristãos. A vida do Padre SALVADOR corria grande perigo. Aconselharam-no a pôr-se a salvo, mas ele respondeu que o pastor não pode abandonar as ovelhas, e acrescentou: «Prefiro morrer com elas, se for preciso». De facto, pouco depois foi preso com sete paroquianos, humildes camponeses e fervorosos cristãos. se renegassem da fé católica, salvavam-se, mas eles preferiram dar a vida por Jesus Cristo. Foram assassinados no dia 22 de Novembro de 1895.
AAS 84 (1992) 940-2; L'OSS. ROM. 10-10-1982


Ananias de Arbela, Santo



Em Arbela, na Pérsia, hoje Erbil no Iraque, Santo ANANIAS mártir que no tempo do rei Sapor II por ordem do arquímago Ardisag foi feito prisioneiro e por três vezes espancado com tal crueldade, que os verdugos, julgando-o já morto, o deixaram caído na praça, mas de noite os cristãos levaram-no para sua casa, onde entregou a alma a Deus. (345)



Benigno de Milão, Santo



Em Milão, na Ligúria, hoje Lombardia, Itália, São BENIGNO bispo, que na grande perturbação causada pelas invasões, administrou com grande zelo e piedade a Igreja que lhe foi confiada. (470) 


 

Pragmácio de Autun, Santo




Em Autun, na Gália Lionense, hoje França, São PRAGMÁCIO bispo. (517)

Tomás Réggio, Beato  



Em Triora, na Ligúria, Itália, o Beato TOMÁS RÉGGIO bispo de Génova que, associando a austeridade de vida a uma admirável afabilidade, conseguiu estabelecer a concórdia entre os cidadãos e assistiu com todos os meios os indigentes, atendendo especialmente aos problemas de convivência humana. (1901)


Pedro Esqueda Ramirez, Beato 



Em Teocaltitlan, México, São PEDRO ESQUEDA RAMIREZ presbitero e mártir que, durante a perseguição mexicana, por ser sacerdote foi encarcerado e fuzilado. (1927)


Elias (Julião Torrijo Sánchez) e 
Beltrão Francisco 
(Francisco Lahoz Moliner), Beato

  


Em Paterna, Valência, Espanha, os beatos ELIAS (Julião Torrijo Sánchez) e BELTRÃO FRANCISCO (Francisco Lahoz Moliner) religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártires que, animados pelo exemplo de Cristo, durante a perseguição religiosa mereceram alcançar o prémio eterno prometido aos que perseveram na fé. (1936)



Fernando Maria 
(Fernando Maria Llovera Puigsech), Beato 

Em Orfans, Gerona, Espanha, o beato FERNANDO MARIA (Fernando Maria Llovera Puigsech), presbitero da Ordem dos Carmelitas e mártir. (1936). (1936)


...  e, A i n d a ...




Giovanni de Montefalco, Santo



"Ancora bambina si mostra determinata: niente ama di più che entrare in quella oasi di pace e di giustizia, che sua sorella Giovanna, con un piccolo gruppo di amiche, aveva voluto realizzare alle porte di Montefalco": così scrive il Vescovo di Spoleto-Norcia, Mons. Riccardo Fontana, nella sua lettera ai giovani nella Pasqua 2002.

Giovanna di Damiano, sorella della mistica Chiara della Croce, è l’ispiratrice della vocazione religiosa della Santa di Montefalco.

Giovanna figlia di Damiano e Giacoma, spinta dal desiderio di consacrarsi al Signore, si mette a capo di un gruppo di amiche che iniziano, nel 1271, la costruzione di un reclusorio alle porte della città di Montefalco. Nel 1290 Giovanna, secondo Berengario e altri testimoni oculari "domina mirabilis sanctitatis", chiese al vescovo di Spoleto di trasformare il reclusorio in monastero: il 10 giugno 1290 il vescovo Gerardo riconobbe la nuova famiglia religiosa dando ad essa la Regola di Sant’Agostino e autorizzando l’accettazione delle novizie. Il monastero fu subito detto "della Croce", su proposta della stessa Giovanna, che fu eletta badessa.

La direzione della comunità monastica passò alla sorella Chiara, che divenne la nuova badessa, con la morte di Giovanna avvenuta il 22 novembre 1291.

Le scarse notizie su Giovanna, ci aiutano a guardare questa donna evangelica, che ha saputo, come Giovanni il Battista, farsi strumento nelle mani di Dio ed esse mano che indica in Gesù l’Agnello di Dio! Così molte altre ragazze, tra cui la sua piccola sorella Chiara, hanno saputo accogliere la vocazione del Signore.
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Michele Puig, Beato



Priore del convento mercedario di Barcellona in Spagna, il Beato Michele Puig, fu eletto Maestro Generale il 2 maggio 1546.Il 17 ottobre 1547 celebrò, in Gerona, il suo primo capitolo al quale assistettero numerosi maestri, predicatori e scrittori. Governò l'Ordine sapientemente per circa 22 anni, si preoccupò di porre in pratica tutte le disposizioni del capitolo e non trascurò le redenzioni degli schiavi, infatti molto numerosa fu quella del 1561. Con fama di santità morì a Barcellona il 22 novembre 1567 e fu sepolto con grande onore nella chiesa dello stesso convento.
L'Ordine lo festeggia il 22 novembre.

Valeriano e LXXX companheiros, Santos

Gli Atti che trattano di questi martiri sono poco attendibili. Infatti solo nel sec. XI o ai primi del XII fu redatta una passio cheparla di un Valeriano martire di Forlì. Questa è l'unica fonte che tratta del presunto martire romagnolo e possiamo ritenere che l'autore della passio sia caduto in errore e che il s. Valeriano venerato a Forlì non sia altri che quello di Roma.
Intorno alla metà del sec. XV infatti la festa di s. Valeriano si celebrava a Forlì il 22 novembre: «Dies feriata propter festum S. Sicilie (Cecilia sposa di lui secondo la passio) et Valeriani patroni dictae civitatis et martyris».
Nell'Archivio Notarile di Forlì, fra gli Atti di Filippo d'Asti sono riportati dei Calendari giudiziari, cioè fatti per indicare i giorni festivi e quelli di seduta giudiziaria. In uno di questi calendari si ricordano insieme s. Cecilia e s. Valeriano patrono di Forlì, negli altri si ricorda solo s. Valeriano, ma la data è sempre quella del 22 novembre e mai del 4 maggio. I Bollandisti sulla base della passio ne trattano il 4 maggio

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las





Santa Luzia



Viana do Castelo

ANTÓNIO FONSECA

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Nº 3 6 6 4 - SÉRIE DE 2018 - (326) - SANTOS DE CADA DIA - 21 DE NOVEMBRO DE 2018 - Nº 15 DO 12º ANO

Caros Amigos






Nº  3 6 6 4



Série - 2018 - (nº 3 2 6)


21 de NOVEMBRO de 2018


SANTOS DE CADA DIA


12º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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APRESENTAÇÃO DE 
NOSSA SENHORA NO TEMPLO  





 Memória da APRESENTAÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA. No dia seguinte à Dedicação da Basílica de SANTA MARIA-A-NOVA construída junto ao muro do antigo templo de Jerusalém, celebra-se a Dedicação que fez de si mesma a Deus desde a infância aquela que seria a Mãe de Deus, movida pelo Espírito Santo, que a encheu de graça desde a sua Imaculada Conceição.





Texto inserto no Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA NO TEMPLO

Nesta memória, a piedade litúrgica para com a Mãe do nosso Salvador julga poder referir-se a textos não canónicos. Os nossos Evangelhos, de facto, não falam da infância de Maria. Para satisfazerem piedosas curiosidades, foram ouvidos autores desconhecidos que nos forneceram amáveis pormenores sobre a vinda da Menina para o Templo de Jerusalém.
Contam essas antigas tradições que JOAQUIM e ANA, muito tempo sem filhos, vieram por fim a ter uma filha, MARIA. Quando tinha três anos conduziram-na ao Templo, onde ela ficou ao serviço do Senhor e dedicando-se ao trabalho e ao estudo, principalmente da Sagrada Escritura. Isto leva-nos a pensar em Jesus com 12 anos, ficando no Templo a "ouvir e a interrogar" os doutores. MARIA devia ter o mesmo atractivo para o serviço do Pai do Céu. E a Bíblia (em particular Lc 2, 37) dá a entender que havia mulheres empregadas à volta do lugar sagrado. MARIA penetra no Templo, oferece-se ao Senhor e a Ele se consagra para ser toda sua, e para sempre.
Como faria a Santíssima Virgem esta consagração e como se agradaria d'Ela o Senhor! Recordas as vezes que tu também tens dito alguma coisa de semelhante a Deus... Quantas vezes te tens consagrado a Ele!... e também lhe dizes que querias que a tua alma fosse toda sua e para sempre. Porém, que diferença entre as tuas palavras e as de Maria! As tuas terão causado ao Senhor mais de uma vez grande pena, ao ver quão mal cumpririas o teu oferecimento. Ao contrário, que honra para Deus não derivaria deste oferecimento tão perfeito como foi o da Santíssima Virgem - total e perpétuo.
 Considera como encanta a MARIA este pensamento: ser de Deus... já o era desde o primeiro instante da sua Conceição... Nunca deixou, nem havia jamais de deixar de o ser... bem o sabia Ela, pois não ignorava a graça que tinha recebido do Senhor... E não obstante, ainda quer, se é possível, ter mais união com Deus... ser mais de Deus. Que exemplo para ti!  Tu que tens mais necessidade do que Ela desta união (porque tens mais miséria), quão pouco a estimas! Quão pouco a procuras praticamente! Quão pouco trabalhas para adquiri-la!
Ser de Deus!!! Seja este o teu único pensamento, o teu único anelo. Pede-lhe hoje, deste modo, a MARIA.
A Santa Sé admitiu a festa somente em 1372, a pedido do embaixador do rei de Chipre «e de Jerusalém».
A festa aparece no Missal Romano a partir de 1505. Numerosos pintores célebres representaram a chegada de MARIA ao Templo. Para não citar senão italianos: Giotto, Taddeo Gaddi, Ghirlandio, Carpaccio, Cima de Conegliano, Ticiano, Benvenuto di Giovanni, Pinturicchio e Signorelli.
Beata MARIA DO DIVINO CORAÇÃO dedicava devoção à festa da APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA de modo que quis que os actos mais importantes da sua vida se realizassem neste dia.
Foi no dia 21 de Novembro de 1964 que o Papa PAULO VI na clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II, consagrou o mundo ao Coração de Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja.







GELÁSIO I, Santo



 



Em Roma, junto de São Pedro, São GELÁSIO I papa, ilustre pela sua doutrina e santidade, o qual, para evitar que a autoridade imperial prejudicasse a unidade da Igreja, esclareceu profundamente as competências dos dois poderes e a sua mútua independência; movido pela sua grande caridade e pelas carências dos indigentes, para socorrer os pobres morreu em extrema pobreza. (496)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

GELÁSIOpapa de 492 a 496, teve um pontificado breve mas importante, por causa da personalidade enérgica que mostrou ser. Era africano de origem, mas romano, havia muito,de residência e de pensamento. Tinha combatido com escritos e o monofisismo e o pelagianismo. Africano como TERTULIANO, gostava da polémica e raciocinava nela com vigor e inspiração, não sem repetições e verbosidade. Diante dos que o tinham como demasiado picante, áspero, duro e dificil, ele apelava para o soberano Juiz.
Com Constantinopla prosseguiu a política do seu predecessor. Arrufou-se contra o Patriarca EUFÉMIO e o imperador Anastácio. Admirando-se este do seu silêncio, escreveu-lhe: «Dois poderes, augusto Imperador, partilham entre si soberanamente este mundo: a autoridade soberana dos pontífices e o poder real: e a carga dos sacerdotes é tanto mais pesada quanto, no exame divino, eles terão de dar conta ao Senhor até pelos reis... A tua piedade reconhece evidentemente que ninguém, por qualquer motivo humano, pode elevar-se contra o privilégio, a confissão daquele que a voz de Cristo propôs ao Universo , e que a igreja venerável reconheceu e olha sempre devotamente, como para ue chefe».
O Papa velava com zelo por que os seus princípios fossem observados. O número  das cartas de GELÁSIO é elevadíssimo para a pequena duração do Pontificado. Perseguiu os maniqueus de Roma. Aos bispos dos Balcãs escreveu várias cartas  contra Acácio de Constantinopla (excomungado pela Santa Sé em 484, falecido em 489) e seus partidários. Censurou o bispo africano SUCÓNIO refugiado em Constantinopla, que aceitara a comunhão de EUFÉMIO.
Os prelados gauleses, mal informados, achavam o papa demasiado rígido. Mesmo em Roma, sobretudo no mundo senatorial, julgava-se exagerado o rancor do papa contra ACÁCIOnão bastava manter a fidelidade ao Concilio da Calcedónia?  Num tratado contra o senador Andrómaco, GELÁSIO denunciou a velha festa pagã das lupercais, do deus Pã. causa de desordens, que ameaçava reviver em Roma. O Papa em 494, fez uma longa decretal para os bispos da Itália do Sul e da Sicília.
O sacramentário chamado Gelasiano é de origem romana  e o seu temporal deve ter surgido no século VI. Julgou-se terem reconhecido no sacramentário «leoniano» muitos textos que parecem vir de GELÁSIO.
Quanto ao »decreto de GELÁSIO» a primeira parte poderá datar de 382 - contém um cânone das escrituras. A segunda, elaborada pelo ano de 500 na Gália do Sul, por uma personalidade apaixonada por São JERÓNIMO, oferece o primeiro Índice dos Livros proibidos. O autor, distraído, recomenda São CIPRIANO, mas depois coloca-o entre as obras que merecem proibição.
Livro Pontifical diz-nos que GELÁSIO amava os pobres e aumentou o clero. DINIS, o Pequeno (545) declarou que ele procurou servir mais que dominar, que juntou à castidade os méritos da doutrina; a sua alegria estava em encontrar-se  com os servos de Deus; Morreu pobre depois de enriquecer os necessitados.
Segundo o mesmo Livro, foi enterrado a 21 de Novembro.



MARIA DE JESUS DO BOM PASTOR, Beata



Maria de Jesus Bom Pastor 
(Francisca de Siedliska), Beata  



Em Roma, a Beata MARIA DE JESUS BOM PASTOR (Francisca Siedliska) virgem que deixou a Polónia por causa das difíceis condições impostas pelos governantes e fundou o Instituto das Irmãs da Sagrada Família de Nazaré para prestar assistência aos emigrantes da sua pátria. (1902)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

A vida desta Serva de Deus, que durou 60 anos, divide-se em duas partes iguais: 30 anos na família e outros 30 na fundação e consolidação de um novo instituto de religiosas.
Veio ela ao mundo em Ropzkowa-Wola - Polónia a 12 de Novembro de 1842, no seio da nobre família SIEDLISKA. No baptismo, que recebeu no dia 20 do mesmo mês, impuseram-lhe os nomes de FRANCISCA, ANA, JOSEFA.
Os pais, embora católicos, não eram cristãos exemplares Proporcionaram à filha boa educação literária e humanística, mas não cuidaram da sua educação religiosa. Felizmente, esta foi-lhe ministrada pelo Padre LEANDRO LENDZIAN, que a preparou para a primeira Comunhão e sacramento do Crisma. A menina, movida pelo Espírito Santo, sentiu-se inclinada para a piedade e pensou até entregar-se totalmente a Deus na vida consagrada. Por esta razão rejeitou firmemente todas as propostas de casamento, coisa que muito irritou  os pais. Proibiram-na de frequentar a Igreja. Deus, no entanto, não abandona os que n'Ele confiam e, por caminhos diferentes dos humanos, leva as coisas a bom termo.
FRANCISCA aos 18 anos, caiu doente e tudo levava a crer  que se tratava da tísica. Por isso, de 1860 a 1866 viveu em climas favoráveis à cura, fora do país natal. Entretanto ia oferecendo ao Senhor as próprias dores da alma e do corpo para conseguir a conversão do pai, o que se verificou, pela graça de Deus em 1864.
Devido à abolição das ordens religiosas na Polónia, então sujeita à Rússia, a Serva de Deus, depois da morte do progenitor em 1870, começou a pensar na fundação de uma nova congregação, fora da sua pátria. Foi em peregrinação a Roma e expôs o seu projecto. A 1 de Outubro de 1873 recebeu a benção de PIO IX para a obra que pretendia realizar. Na santa casa do Loreto sentiu a inspiração de dar à congregação o nome de «Irmãs da Sagrada Família de Nazaré».
Com o consentimento do cardeal VIGÁRIO, lançou em Roma, no mês de Outubro de 1878, os fundamentos do Instituto. Não lhe faltaram dificuldades e consolações, tanto pelas muitas vocações na Polónia, como pela benevolência do Sumo Pontifice LEÃO XIII.
 que no mês de Junho de 1878, a recebeu pessoalmente com as primeiras companheiras.
Obtida finalmente a aprovação do Instituto a 1 de maio de 1884, a fundadora tratou de o expandir não apenas na Europa mas inclusive nos Estados Unidos da América. Em 17 anos abriu 29 casas.O que isto supõe de trabalho, preocupações e sacrifícios é fácil de conjecturar, sobretudo tendo-se em conta a delicada saúde da Serva de Deus.
A par desta actividade invulgar de apostolado, tratou ela de progredir na prática de todas as virtudes. A sua ânsia de perfeição levou-a a obrigar-se por voto especial a obedecer aos directores espirituais, a fim de com mais segurança, na peugada dos santos, pôr por obra o que julgasse ser mais perfeito diante de Deus,. Foi desta forma que ela se preparou para a morte inesperada, que veio em Roma, a 21 de Novembro de 1902.
A fama de santidade, que a aureolava em vida, confirmou-se depois da morte. levados a cabo  os processos habituais, JOÃO PAULO II elevou-a às honras da beatificação a 23 de Abril de 1989.
AAS 33 (1941) 166-8; 72 (1980) 761-5.



Rufo, Santo



   
Comemoração de São RUFO a quem o apóstolo São PAULO na sua Epístola aos Romanos, chama eleito do Senhor.


Amaro de Porec, Santo




Em Parentiúm, na Ístria, hoje Porec, na Croácia, Santo AMARO bispo e mártir. (séc. IV)





Agápio de Cesareia da Palestina, Santo



Em Cesareia da Palestina, Santo AGÁPIO mártir que, muitas vezes torturado, mas sempre diferido para suplícios mais duros, durante os jogos do anfiteatro foi atirado a um urso para que o devorasse na presença do imperador Maximino, mas como ainda ficou com vida, no dia seguinte ataram-lhe pedras aos pés e lançaram-no ao mar. (306) 


 


Amaro de Cesena, Santo




Em Cesena, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, Itália, santo AMARO bispo. (946)



...  e, A i n d a ...




Celso e Clemente, Santos



Il 21 novembre nel Martirologio Romano sono commemorati, come martiri a Roma, Celso e Clemente, introdottivi dal Baronio sull'autorità del Martirologio di S. Ciriaco (sec. XI), che, però, è testo di scarso valore storico. In realtà, Clemente è il papa del sec. I, celebrato il 23 novembre, la cui memoria, nel Martirologio Geronimiano, ricorre anche, per un'erronea anticipazione, al 21 novembre. Di Celso, invece, nulla può dirsi, ma è possibile che al 21 novembre sia celebrato uno dei tanti santi di questo nome, che ricorre molto spesso nei martirologi antichi.
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José Vila Barri, Beato



Appena ordinato sacerdote, andò con 13 giovani religiosi nella residenza estiva a Mosqueroles (Barcellona) nel corso del mese di luglio 1936. Li disperse nei boschi per salvarli e due di loro si recò a Vic in casa della sorella, dove si era rifugiato anche qui uno zio religioso scolopio. Insieme hanno pregato il breviario e il rosario ogni giorno. Il 20 settembre 1936, lo zio scolopio cercato di partire per Roma, ma è stato fermato. E al tramonto dello stesso giorno sono stati anche sulle tracce del servo di Dio, che imprigionato, fu ucciso a Gurb de la Plana, la sera del 21 novembre. I suoi resti giaceva nel cimitero parrocchiale Granollers de la Plana fino al 2007 furono trasferite nella cappella nel cimitero parrocchiale di San José Manyanet di Barcellona..

Launo de Thouars, Santo

Una carta di Pietro II, vescovo di Poitiers, concessa nel 1107 all'abbazia dei Cano­nici Regolari di Thouars, ricorda la fondazione di questo monastero tra il 1021 e il 1047 in occa­sione del trasferimento delle reliquie di un s. Laon (Launus).
Questo è quanto si conosce di lui; forse si trattava di reliquie di s. Laudo (Lo) di Coutances, i cui resti vennero trasferiti nel sec. X nell'occi­dente della Francia ad Angers e a Tulle per sottrarli alle invasioni normanne.
Accreditata dal Baillet (Vies des Saints, s. 1. 1701), discussa dal bollandista Suyskens, questa identificazione è stata, anche recentemente, mante­nuta dal Réau. In mancanza di ogni altro docu­mento non si può che dirla verosimile a cagione della rassomiglianza dei nomi e dei luoghi. Oggi Launo è commemorato il 21 nov. nel Proprio della diocesi di Poitiers.


Liberal de Embrun, Santo
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San Liberale è stato vescovo di Embrun. Nella cronotassi della diocesi in alcune fonti figura al ventiduesimo posto, in altre al venticinquesimo, in altre ancora al ventisettesimo, menzionato intorno al 920.
Si ritiene sia nato a Brive, presso Tulle.
Eletto vescovo di Embrun, all’epoca delle invasioni dei pirati saraceni, che devastarono le coste del Mediterraneo, si ritiene che dagli usurpatori, venne cacciato dalla città.
Morì a Brive intorno al 920.
Su di lui c’è stato anche un equivoco. Alcune fonti ritenevano che nel pontificale romano San Liberale di Embrun fosse invocato con San Marco. Ma lo storico Victor Leroquais segnalò che quel San Liberale era da ritenersi il patrono di Treviso.
La sua festa è stata fissata al 21 novembre

Maria Madre della Chiesa

  


Per la prima volta, se non erro, nello svolgersi misterioso della vita della Chiesa Maria entra nella professione della santa fede non più soltanto in adiecto («ex Maria Virgine»), ma in recto e viene posta al centro del dogma della nostra salvezza. I due capoversi che il Vicario di Cristo, Maestro della Chiesa universale, ha dedicato alla Madre di Dio sono il compendio dei privilegi e dei meriti di Maria e quindi anche dei compiti di una robusta devozione mariana ch'è stata sempre, accanto alla devozione alla Croce ed all'Eucaristia, un pilastro fondamentale della pietà cattolica. Nella solennità che Papa Paolo VI, successore di Pietro, ha voluto dare alla sua professio fidei del 30 giugno «.con tutta la forza che un tale mandato - di confermare nella fede i nostri fratelli - imprime nel nostro spirito» ha presentato il suo solenne pronunciamento come la ripresa sostanziale del Credo di Nicea (325), come già avevano certamente pensato un secolo dopo anche i Padri del Concilio di Efeso (430) quando definirono Maria vera Madre di Dio. E possiamo allora dire che come Pio IX è passato alla storia come il pontefice dell'Immacolata e Pio XII come il pontefice dell'Assunzione, Paolo VI passerà come il pontefice di Maria Mater Ecclesiae alla quale nel 1966 dedicava l'Enciclica per l'invocazione di preghiere per la pace.

Non stupisce allora che il documento della professio fidei paolina vibri tutto di fermezza e tenerezza nel proposito di «rendere una ferma testimonianza alla Verità divina, affidata alla Chiesa, perché essa ne dia l'annunzio a tutte le genti». E vuole essere «a gloria di Dio Beatissimo e di Nostro Signore Gesù Cristo e con la fiducia nell'aiuto della Beata Vergine Maria e dei Santi Apostoli Pietro e Paolo» la voce ferma «per confessare veramente, al di là delle umane opinioni, Cristo Figlio di Dio vivente. per il bene e l'edificazione della Chiesa». Così il Papa dell'epoca della scienza e della tecnica, quando tutto il mondo - mentre è scosso da parte a parte dai fremiti di libertà - è dovunque in tensione di catastrofi che possono ad ogni momento cambiare la figura dell'umanità, invita i credenti a stringersi nella fede alle verità che non mutano e che zampillano nello spirito una certezza di speranza per la vita eterna.

Il nucleo della mariologia di Paolo VI è quello che la Chiesa di tutti i tempi ha attinto direttamente dal Vangelo ossia la professione della Maternità divina di Maria: «Egli (Gesù Cristo, Figlio di Dio) si è incarnato per opera dello Spirito nel seno della Vergine Maria e si è fatto uomo». È attorno a questo nucleo che si muove l'intero organismo della nostra fede, poiché è grazie al consenso di Maria che «Dio è entrato nel tempo» (Kierkegaard) così che il tempo, e quando la libertà dell'uomo può scegliere nel tempo davanti a Dio e con la grazia di Cristo, può avere un'importanza eterna ossia liberamente decide della propria salvezza o dannazione eterna.

Non v'è dubbio che una robusta teologia dell'esistenza cristiana più penetrerà la ricchezza, l'altezza e la profondità del dogma cristologico, più dilaterà ed approfondirà le dimensioni del dogma mariano nel tessuto più vivo dello spirito nel circolo operante della persona come un tutto. La pietà mariana discende direttamente dal dogma, come i frutti con i fiori e le foglie discendono dal tronco. Ed anche ove la conoscenza del dogma resta elementare od appena embrionale, nella gente umile e poco adusata alla precisione dei termini ed al nesso astratto delle conseguenze, la fede che Maria è Madre di Dio dà la certezza che l'uomo può ormai avere accesso a Dio e confidare nella sua misericordia poiché Dio stesso ha avuto e voluto una donna per «madre». Il potere illuminante del nome di «madre», che non ha l'eguale nella semantica umana, l'uomo dell'esilio terreno lo trasfigura in Maria immediatamente in una rosa di fulgori celestiali ch'è la corona dei suoi privilegi.

Paolo VI intreccia questa corona con la mano ferma di maestro di verità e con la commozione del figlio devoto, deciso a fugare insinuazioni e oscillazioni vecchie e nuove che il pensiero moderno e la recente teologia protestante avevano messo in circolazione. La dichiarazione si può dividere in due parti: nella prima Maria è considerata soprattutto nel suo rapporto a Cristo: «Noi crediamo che Maria è la Madre, rimasta sempre Vergine, del Verbo Incarnato, nostro Dio e Signore Gesù Cristo, e che, a motivo di questa singolare elezione, essa, in considerazione dei meriti di suo Figlio, è stata redenta in modo più eminente, preservata da ogni macchia del peccato originale e colmata del dono della grazia più che tutte le altre creature». È la Madre di Dio nei privilegi d'Immacolata e sempre Vergine, primizia purissima della redenzione di Cristo Salvatore.

La seconda parte espone l'attuazione dei compiti e dei privilegi di Maria verso Cristo e verso la Chiesa come suo Corpo mistico: «Associata ai Misteri della Incarnazione e della Redenzione con un vincolo stretto e indissolubile, la Vergine Santissima, l'Immacolata, al termine della sua vita terrena è stata elevata in corpo e anima alla gloria celeste e configurata a suo Figlio risorto, anticipando la sorte futura di tutti i giusti; e Noi crediamo che la Madre Santissima di Dio, Nuova Eva, Madre della Chiesa, continua in Cielo il suo ufficio materno riguardo ai membri di Cristo, cooperando alla nascita e allo sviluppo della vita divina nelle anime dei redenti». È la Madre di Dio ch'è diventata madre degli uomini per formare nei credenti, coi misteriosi tocchi della divina misericordia, l'Immagine del suo Figlio.

«Madre della Chiesa» Maria è stata fin dal fiat dell'Annunciazione e soprattutto dal fiat ai piedi della Croce, ma oggi abbiamo la gioia che questo titolo è entrato nella professione di fede dataci dal nostro Padre nella fede, il Papa. «Madre della Chiesa» Paolo VI aveva proclamato solennemente Maria nell'Allocuzione di chiusura della III Sessione del Concilio Vaticano II del 21 novembre 1964: «A gloria dunque della Vergine e a nostro conforto, Noi proclamiamo Maria Santissima Madre della Chiesa, cioè di tutto il popolo di Dio, tanto dei fedeli come dei Pastori, che la chiamano Madre amorosissima; e vogliamo che con tale titolo soavissimo d'ora innanzi la Vergine venga ancor più onorata ed invocata da tutto il popolo cristiano» (cf. Mater Ecclesiae 1965, 1, p. 5).


Mauro de Parenzo, Santo

Tra Trieste e Pola, sulla costa occidentale dell'Istria, l'antica città di Parenzo conserva ancora le vestigia della sua storia millenaria, con monumenti che vanno dall'antichità romana al rinascimento veneziano. E uno dei monumenti maggiori è la bella chiesa a tre navate, preceduta da un atrio e da un battistero, che risale alla prima metà del VI secolo. La chiesa di Parenzo venne edificata al tempo del maggiore splendore della civiltà e dell'arte bizantina in Italia. Sia per stile che per soggetto, i suoi mosaici ricordano quelli celebri di Ravenna, e soprattutto quelli, bellissimi, della chiesa ravennate di San Vitale.
Nel mosaico absidale, accanto a una solenne Madonna in trono, con il Bambino sulle ginocchia, è rappresentata la figura di San Mauro, al quale la chiesa stessa è dedicata. Ed è rappresentata con in mano una corona, cioè con il simbolo del martirio.
Ma San Mauro non fu soltanto Martire. Due antiche iscrizioni, relative alla costruzione della chiesa e al trasporto, in questa, dei corpo dei Santo, confermano che il Martire fu anche Vescovo di Parenzo. Risalgono probabilmente al suo tempo gli avanzi della precedente chiesa, una basilica del IV secolo, preceduta da un oratorio ancor più antico.
Si può arguire, perciò, con molte probabilità, che Mauro fu Vescovo di Parenzo al tempo dell'ultima persecuzione, quella di Diocleziano, avvenuta agli inizi del IV secolo.
Secondo la leggenda, questo Vescovo istriano sarebbe venuto dall'Africa, forse per giustificare il nome, che significa infatti " moro ". Cristiano dall'infanzia e giovane di specchiata vita, Mauro sarebbe diventato monaco e avrebbe trascorso diciotto anni in monastero. Poi si sarebbe spinto pellegrino a Roma, sulla tomba di Pietro. Da Roma sarebbe giunto in Istria, dove sarebbe stato eletto Vescovo di Parenzo.
Durante la persecuzione, avrebbe sopportato i tormenti più dolorosi, senza vacillare nella testimonianza della fede. Finalmente sarebbe stato decapitato, e sepolto ~ secondo la consuetudine romana - in un cimitero suburbano. Due secoli più tardi, un suo successore, il Vescovo Eufrasio, avrebbe trasferito quella reliquia in una nuova chiesa a lui dedicata.
Ma la storia delle reliquie di San Mauro non finisce qui. Gran parte di queste furono portate a Roma nel VII secolo, al tempo del Papa di origine dalmata Giovanni IV, per essere sottratto alla profanazione da parte dei barbari Avari e Slavi. A Roma, le reliquie del Vescovo istriano furono e sono ancora conservate a San Giovanni in Laterano.
Il culto di San Mauro ebbe vasta diffusione, anche in luoghi assai lontani da Parenzo e dall'Istria. Se ne seguono le tracce a Fondi, nel Lazio, a Gallipoli, in Puglia, e addirittura in Bretagna.
Ma i due poli intorno ai quali si snoda la storia, benché leggendaria, di San Mauro, e il culto per le sue reliquie, restano Parenzo e Roma. E ciò sembra ricordare, e sottolineare, il legame di civiltà, oltre che di fede, che unisce la città di Pietro a quella di San Mauro.

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las





Santa Luzia



Viana do Castelo

ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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