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sábado, 19 de agosto de 2017

Nº 3205 - SÉRIE DE 2016 - (232) - SNATOS DE CADA DIA - 19 DE AGOSTO DE 2017 - 10º ANO

Feliz Ano de 2017





Interior da Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso



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Nº  3 2 0 5



Série - 2017 - (nº 2 3 2)


19 de AGOSTO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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JOÃO EUDES, Santo



            
     
São JOÃO EUDES presbitero que se dedicou durante muitos anos à pregação nas paróquias e fundou depois a Congregação de Jesus e Maria, para a formação dos sacerdotes nos seminários, e a das monjas de Nossa Senhora da Caridade, para fortalecer na vida cristã as mulheres penitentes; fomentou com grande ardor a devoção aos Sagrados Corações de Jesus e Maria, até que, em Caen, na Normandia, França, adormeceu piedosamente no Senhor. (1680)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

Único sobrevivente duma família aniquilada pela peste, ISAAC EUDES não conseguiu, devido à pobreza, realizar o desejo de ser ordenado sacerdote. Fez-se cirurgião de aldeia, cultivava a terra e rezava o breviário todos os dias. Marta Corbin, a mulher, não era menos piedosa do que ele. Estabeleceram-se em Ri, na Normandia, e aí lhes nasceram 7 filhos, dois dos quais se tornaram célebres. FRANCISCO, denominado o Senhor de Mézeray, que escreveu uma História de França, obra monumental; e JOÃO que foi canonizado pela Igreja.
Este teve uma infância exemplar e fez estudos brilhantes no colégio dos jesuítas de Caen. Conta-se que teve necessidade de empregar esforços heroicos para resistir aos desejos dos pais, que lhe propuseram um partido vantajoso e queriam à viva força que ele se casasse. Entrou em 1624 para o Oratório de Paris, onde teve como mestres os Padres de Bérulle e de Condren, cuja espiritualidade lhe causou muita impressão. Permaneceu nessa congregação até 1642, dedicando-se especialmente a pregar missões nas cidades e aldeias da Normandia. Foi este, aliás, o ministério a que dedicou toda a vida. Percorreu a Bretanha, Perche, a Beócia, a ilha de França, a Picardia, Brie, Champanha e Borganha, ensinando as grandes verdades da fé, fulminando o pecado e fazendo muitas conversões. No púlpito demonstrava qualidades de orador incomparável e no confessionário era pai cheio de misericórdia.
Em determinada altura, porém, JOÃO EUDES, tendo em consideração a opinião de pessoas sensatas, resolveu deixai o Oratório e fundar um Instituto em que a obra das missões se unisse à da reforma do clero. Foi assim que teve origem a Congregação de Jesus e Maria que mais tarde se veio a denominar dos Eudistas e que, de 1643 a 1670, fundou seminários em Caen, Lisieux, Evreux, Ruão, Rennes e Coutances. O Padre EUDES fundou também em 1644, a Congregação de Nossa Senhora da Caridade, que passou a dedicar-se sobretudo à regeneração de mulheres perdidas.
Por intermédio destas duas instituições, e também com a sua palavra e escritos, espalhou em França a devoção ao Sagrado Coração, tendo merecido, por isso, de vários papas a designação de «autor, pai, doutor, apóstolo, promotor e propagandista da devoção litúrgica aos Sagrados Corações de Jesus e Maria».
Nasceu em 1601. Faleceu em 1680. E foi canonizado em 1925.

EZEQUIEL MORENO DIAZSanto

 

Em Monteagudo, Navarra, Espanha, Santo EZEQUIEL MORENO DIAZ, bispo de Pasto, na Colômbia, da Ordem, dos Recolectos de Santo Agostinho que passou a vida a anunciar o Evangelho, tanto nas Filipinas como na América do Sul. (1906)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Nasceu em Alfaro (Logronho - Espanha) no dia 9 de Abril de 1848. Aos dezassete anos, no dia 22 de Setembro de 1865, emitiu a profissão religiosa na Ordem dos Agostinianos Recolectos e foi ordenado sacerdote em Manila, a 3 de Junho de 1871. Os primeiros quinze anos sacerdotais cheios de ardente zelo apostólico, transcorreram nas Filipinas.
De 1888 até pouco antes da morte, dedicou a sua multiforme actividade à Colômbia. restaurou a Província da Candelária, deu início a uma nova fase missionária, foi o primeiro Vigário Apostólico de Casanare e, desde 1896, Bispo de Pasto.
Uniu uma caridade sempre disponível a uma grande fortaleza de ânimo, mornente quando se tratava dos interesses de Cristo e da Igreja.
Foi grande devoto do Sagrado Coração e mostrou sempre intenso amor à Ordem. Morreu no convento de Monteagudo (Navarra, Espanha), onde professara e onde fora prior, a 19 de Agosto de 1906. Foi beatificado por PAULO VI no dia 1 de Novembro  de 1975

LUÍS DE ANGIÓ,Santo

 

Em Brignoles, na Provença, França, o passamento de São LUÍS bispo, sobrinho do rei São LUÍS que procurou mais a pobreza evangélica que as honras e louvores do mjundo e, ainda jovem na idade mas maduro na virtude, foi elevado à sede episcopal de Toulouse e, passado pouco tempo consumido pela precária saúde, adormeceu piedosamente no Senhor. (1297)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga

Era francês. Nasceu em 1274, perto de Marselha, filho de Carlos II, rei das duas Sicílias, e de Maria, princesa húngara; foi parente muito próximo dos reis São LUÍS DE FRANÇA e ESTEVÃO V da Hungria. Sendo menino, mostrou já maturidade de juizo superior aos anos. 
O mundo apresentava-se-lhe com brilhantíssimas perspectivas, mas renunciou a tudo para se fazer humilde Frade franciscano. Tinha estado em Barcelona como refém por seu pai, e lá dedicou-se ao estudo. Ainda que de aspecto esbelto e bem parecido, mostrou-se sempre modesto, recatado e muito exigente para consigo.
Numa viagem que fez a Roma, foi ordenado subdiácono, e em Nápoles recebeu o diaconado e o sacerdócio. designado em 1296 pelo Papa BONIFÁCIO VIII para a sé vacante de Tolosa, não queria aceitar, mas por fim vestiu o hábito franciscano, como dissemos, e tomou posse da mesma.
Na nova dignidade, brilharam ainda mais as grandes virtudes do jovem LUÍS quer totalmente esquecido das coisas mundanas e entregue com incansável zelo à glória de Deus, governou santa e sabiamente a diocese durante dois anos. Em 1299, assuntos urgentes chamaram-no à Provença e surpreendeu-o a morte aos 25 anos de idade, na mesma casa com que nascera.

MAGNO de Ceccano, Santo

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Em 1272 nasceu em Sena, na Itália dividida entre Guelfos e Gibelinos, um menino predestinado. Foi chamado JOÃO e pertencia à ilustre família dos TOLOMEI. Só mudou o nome para BERNARDO ao renunciar ao mundo e rogar o patrocínio do abade de CLARAVAL e doutor da Igreja. Doutorou-se em Direito muito novo e ensinou-o na universidade de Sena.
Um dia, em vez da brilhante disputa anunciada, os alunos ouviram ao professor um inflamado discurso a inculcar o desprezo do mundo. Tais palavras moveram sobretudo os seus dois amigos PATRÍCIO PATRIZZI e AMBRÓSIO PICCOLÓMINI. Todos três saíram  pouco depois para a solidão escarpada de Accona, nos Apeninos. Em grutas na pedra mole, dedicaram-se os três companheiros à vida eremítica como a tinha praticado antes São BENTO em Subiaco.
Não seguiam ainda nenhuma regra determinada e contentavam-se com as inspirações do Espírito Santo. mas o Concilio de Viena actuara, em 1311, contra as seitas que se multiplicavam na Igreja; ora o novo Instituto carecia de qualquer aprovação jerárquica. E BERNARDO teve de  se ir explicar diante do papa, que residia nessa altura em Avinhão. Os concílios de Latrão e de Lião tinham proibido a instituição de novas ordens. Assim o papa, embora recebesse amavelmente a BERNARDO, recomendou-lhe escolher uma Regra e dirigiu-o para o bispo competente, o de Arezzo. Este encarregou um monge camaldulense de os revestir do hábito monástico e deu-lhes a regra de São BENTO.
O mosteiro recebeu o nome de Nossa Senhora do Monte Olivete. Pouco depois os três fizeram a profissão e receberam a cógula branca. E o bispo concedeu-lhes, na carta da nova Ordem, o privilégio de isenção (1319). Levaram vida dura como nas tebaidas do Oriente. E tiveram de construir a casa e uma igreja, fazendo eles mesmo os tijolos. A falta de prática levou a que várias paredes desabassem.
(...) (...)
O culto da sua pessoa foi ratificado em 1664 pela Sagrada Congregação de Ritos . Ainda não houve canonização. Mas ele e os seus companheiros, PATRÍCIO PATRIZZI e AMBRÓSIO PIECOLÉMINI estão incluídos entre os beatos.





MAGNO de Ceccano, Santo



Em Ceccano, no Lácio, Itália, São MAGNO mártir. (data incerta)

MAGINO de Tarragona, Santo



No território de Tarragona, na Hispânia hoje Espanha, São MAGINO mártir. (data incerta)



TIMÓTEO de Gaza, Santo


Em Gaza, PalestinaSão TIMÓTEO mártir que durante a perseguição do imperador Diocleciano e o governador Urbano depois de superar muitos suplícios, foi queimado a fogo lento. (305)


ANDRÉ e companheiros, Santos




Na Cilícia, hoje Turquia, Santo ANDRÉ tribuno e companheiros soldados que, segundo contra a tradição, depois de uma batalha miraculosamente conseguida sobre os Persas, se converteram à fé em Cristo e, acusados por este motivo, no tempo do imperador Maximiano foram massacrados pelo exército do governador Seleuco, nos desfiladeiros dos montes Tauro. (séc. IV)

SISTO IIISanto



Em Roma, junto à Via Tiburtina, perto de São Lourenço, o sepultamento de São SISTO III papa que conciliou as dissensões entre os patriarcados de Antioquia e de Alexandria e construiu em Roma para o povo de Deus a basílica de Santa Maria no Esquilino. (440).

DONATO DE SISTERON, Santo



  
No território de Sisteron, na Gália, hoje França, são DONATO presbitero que, segundo a tradição, passou muitos anos de vida anacorética. (séc. VI)


BERTOLFO DE BÓBBIOSanto




No mosteiro de Bóbbio, na Ligúria, hoje na Emília-Romanha, Itália, São BERTOLFO abade, sucessor de Santo ATALA no mesmo cenóbio. (639)
SEBALDO DE NUREMBERGASanto
 

Em Nuremberga na Francónia, hoje Alemanha, São SEBALDO eremita. (séc. IX)

BARTOLOMEU DE SIMÉRI, Santo

Na Calábria, Itália, São BARTOLOMEU DE SÍMERI presbitero e abade que, depois de algum tempo de vida eremítica, fundou o mosteiro dos Gregos. (1130)


GUERRICO de Igny, Beato


No mosteiro de Igny, França, o Beato GUERRICO abade que, como verdadeiro discípulo de São BERNARDO não podendo dar aos seus confrades um exemplo de trabalho por causa da sua debilidade corporal, com grande humildade e caridade os ajudava muito com assíduas exortações espirituais. (1151)


LEÃO IIBeato



No mosteiro de Cava d'Tirréni, na Campânia, Itália, o Beato LEÃO II, abade. (1295)


LUÍS DE ANGIÓ,Santo

 

Em Brignoles, na Provença, França, o passamento de São LUÍS bispo, sobrinho do rei São LUÍS que procurou mais a pobreza evangélica que as honras e louvores do mjundo e, ainda jovem na idade mas maduro na virtude, foi elevado à sede episcopal de Toulouse e, passado pouco tempo consumido pela precária saúde, adormeceu piedosamente no Senhor. (1297)


JORDÃO DE PISA, Beato




Em Piacenza, na Emília-Romanha. Itália, o Beato JORDÃO DE PISA presbitero da Ordem dos Pregadores , que explicava ao povo em língua vulgar a mais profunda doutrina com grande simplicidade. (1311)


ÂNGELO de Acquapagana, Beato



Em Acquapagana, no Piceno hoje nas Marcas, Itália, o Beato ÂNGELO eremita, da Ordem dos Camaldulenses. (1313)


DAMIÃO, Beato


Em Hagi, no Japão, o beato DAMIÃO catequista e mártir. (1605)

LUÍS FLORES, PEDRO DE ZUÑIGA e 13 companheiros JOAQUIM HIRAYAMA, LEÃO SUKEYEMON, JOÃO SOYEMON, MIGUEL DIAZ, ANTÓNIO YAMADA, MARCOS TAKENOSHIMA SHINYEMON, TOMÉ KOYANAGUI, TIAGO MATSUO DENSHI, LOURENÇO ROKUYEMON, PAULO SANKICHI, JOÃO YAGO, JOÃO NAGATA MATAKICHI e BARTOLOMEU MOHIOYE, Beatos
 

Em Nagasáqui, no Japão, os beatos mártires LUÍS FLORES presbitero da Ordem dos Pregadores, PEDRO DE ZUÑIGA presbitero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho e 13 companheiros JOAQUIM HIRAYAMA, LEÃO SUKEYEMON, JOÃO SOYEMON, MIGUEL DIAZ, ANTÓNIO YAMADA, MARCOS TAKENOSHIMA SHINYEMON, TOMÉ KOYANAGUI, TIAGO MATSUO DENSHI, LOURENÇO ROKUYEMON, PAULO SANKICHI, JOÃO YAGO, JOÃO NAGATA MATAKICHI e BARTOLOMEU MOHIOYE, marinheiros japoneses que, ao chegarem ao porto foram, imediatamente presos por causa da fé cristã e, depois de vários suplícios, todos receberam a mesma coroa do martírio. (1622)

HUGO GREEN, Beato

 

Em Dorchester, na Inglaterra, o Beato HUGO GREEN presbitero e mártir que, depois de ordenado em Douai, exerceu o ministério durante trinta anos na pátria, até que, no reinado de Carlos I, longa e cruelmente dilacerado, mereceu associar-se à paixão de Cristo. (1642)



FRANCISCO IBAÑEZ IBAÑEZ, Beato



Em Llosa de Ranes, Valência, Espanha, o beato FRANCISCO IBAÑEZ IBAÑEZ presbitero e mártir que, durante a perseguição contra a fé, terminou a sua vida seguindo a Cristo até à morte. (1936)


TOMÁS SITJAR FORTIÁBeato

 

Em Gandia, Espanha, o beato TOMÁS SITJAR FORTIÁ presbitero da Companhia de Jesus e mártir que, na mesma perseguição derramou o seu sangue por Cristo. (1936)

ELVIRA DA NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA (Elvira Torrentallé Paraire) e companheiras ROSA DE NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO (Rosa Pedret Rull), MARIA DE NOSSA SENHORA DA PROVIDÊNCIA (Maria Calaf Miracle), FRANCISCA DE SANTA TERESA (Francisca de Amesúa Ibaibarriaga), MARIA DOS DESAMPARADOS DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO (Maria Giner Lister), TERESA DA MÃE DO DIVINO PASTOR (Teresa Chambó Palés), ÁGUEDA DE NOSSA SENHORA DAS VIRTUDES (Águeda Hernandez Amorós), MARIA DAS DORES DE SÃO FRANCISCO XAVIER (Maria das Dores Vidal Cervera) e MARIA DAS NEVES DA SANTÍSSIMA TRINDADE (Maria das Neves Crespo López), Beatas 

 

Em El Saler, Valência, as beatas ELVIRA DA NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA (Elvira Torrentallé Paraire) e companheiras ROSA DE NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO (Rosa Pedret Rull), MARIA DE NOSSA SENHORA DA PROVIDÊNCIA (Maria Calaf Miracle), FRANCISCA DE SANTA TERESA (Francisca de Amesúa Ibaibarriaga), MARIA DOS DESAMPARADOS DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO (Maria Giner Lister), TERESA DA MÃE DO DIVINO PASTOR (Teresa Chambó Palés), ÁGUEDA DE NOSSA SENHORA DAS VIRTUDES (Águeda Hernandez Amorós), MARIA DAS DORES DE SÃO FRANCISCO XAVIER (Maria das Dores Vidal Cervera) e MARIA DAS NEVES DA SANTÍSSIMA TRINDADE (Maria das Neves Crespo López), virgens do Instituto das Irmãs Carmelitas da Caridade e mártires, que também na mesma perseguição, combatendo pela fé em Cristo Esposo, alcançaram a recompensa eterna. (1936)



 ... E AINDA  ...



SARASanta




Nel rituale del sacramento del Matrimonio, la splendida benedizione nuziale augura alla sposa di essere “amabile come Rachele, saggia come Rebecca, longeva e fedele come Sara”. Nelle Chiese cattoliche ed ortodosse di tradizione bizantina i loro nmi sono associati a quelli dei loro mariti, quali esemplari coppie dell’Antico Testamento. Il nome di Sara significava in ebraico “principessa” e proprio come una principessa Abramo la volle con se, ciò nonostante ella fosse sua sorellastra da parte paterna.
Sara condivise così tutte le avventure del santo patriarca, dalla vocazione a Ur sino alla morte in terra di Canaan. Il libro della Genesi pone in evidenza solo quegli eventi direttamente correlati alla formazione del popolo di Dio, essendo lei strumento privilegiato delle promesse che Dio formulò ad Abramo, la cui discendenza numerosa quanto le stelle sarebbe nata proprio da questa donna sterile ed ormai sessantacinquenne. Dio le mutò il nome da Sarai, cioè “mia principessa”, in Sara, dunque “principessa”. La sua straordinaria bellezza fu motivo del rapimento architettato prima dal faraone e poi da Abimelec in Gerar, ma Dio la protesse nel suo onore. Dette in sposa ad Abramo la sua schiava egiziana, Agar, auspicando che per mezzo di lei avesse potuto realizzarsi la promessa divina. Ben presto si accorse però dell’alterigia e del disprezzo provati dalla donna, madre di Ismaele, iniziò a maltrattarla sino a costringerla a fuggire.
Ben venticinque anni dopo l’uscita da Ur, all’età di novant’anni concepì miracolosamente il figlio Isacco, ma non tollerando che quest’ultimo divenisse coerede con il fratellastro Ismaele, costrinse Abramo a cacciare di casa Agar e suo figlio. Nel commovente episodio del sacrificio di Isacco, Sara non compare, anche se è facile immaginare come ne soffrisse sicuramente molto. Alla veneranda età di centoventisette anni Sara lasciò questa terra, morendo presso Ebron (odierna Qiriat Arba), e trovò sepoltura nella spelonca doppia di Macpela difronte a Mamre, tomba comune di Abramo, Isacco, Giacobbe, Rebecca e Lia.
La Bibbia evidenzia di questo celeberrimo personaggio femminile la straordinaria bellezza, la longevità, la fedeltà ad Abramo e la fede in Dio che la rese sua degna sposa. Le Sacre Scritture non danno invece particolare peso ai non pochi lati oscuri della sua esistenza, debolezze umane da giudicarsi nel quadro generale dell’Antico Testamento, tempo di imperfezione. Ciò contribuisce comunque a porre la figura di Sara al di sotto di quella di Abramo. Tra i difetti di Sara troviamo innanzi tutto l’atteggiamento verso la sua emula, Agar, pur trasgredendo così le leggi del tempo secondo cui era vietato allontanare la seconda moglie dopo che la prima aveva generato figli. Sara dubitò inoltre talvolta della promessa di Dio di vincere la sua vecchiaia e la sua sterilità donando così ad Abramo la posterità predetta.
San Pietro, nei sacri scritti a lui attribuiti, censisce Sara tra le sante donne che speravano in Dio, che pur adornandosi erano comunque soggette ai loro mariti ed operavano il bene coltivando la loro spiritualità interiore, e considera Sara madre di tutte le credenti, come Abramo lo è per gli uomini. L’apostolo Paolo menziona Sara in più passi ed in particolare nella Lettera ai Galati, ove sottolinea il tipico significato di Sara ed Isacco, Agar ed Ismaele.
Sara è stata infine decisamente sfortunata in duemila anni di cristianesimo sul piano cultuale. Al contrario di Abramo, che il Martirologio Romano commemora al 9 ottobre, la sua sposa non figura in alcun calendario latino od Orientale, ma solo la Chiesa Copta ha fissato per la sua festa la data del 19 agosto. Indirettamente Santa Sara è festeggiata dalla Chiesa Cattolica, in quanto al 24 dicembre sono festeggiati tutti i santi antenati di Gesù Cristo. In questi ultimi tempi è comunque aumentata la produzione iconografica da parte di diverse Chiese volta a raffigurare Sara con l’aureola della santità.
AGAPITO LEÓN (Remígio Ollala Aldea)Beato




Entrò all'Aspirantato di Bujedo nel 1916, quando aveva 13 anni. Fece i suoi primi Voti il 9 agosto 1921, e i Voti Perpetui il 26 agosto 1928. Dopo lo Scolasticato iniziò il suo apostolato come insegnante all'Aspirantato di Griñon. Nel 1935 fece il Secondo Noviziato a Lembecqlez-Hal. Al rientro fu nominato  provvisoriamente Direttore della Comunità di Santa Cruz de Mudela, perché il Direttore era malato. Ed era lì quando iniziò la persecuzione religiosa del luglio 1936. Fratel Agapito León aveva 33 anni. Beatificato il 28 ottobre 2007.
BERNARDO de CandeledaBeato

Il Menologium Cisterciense ci informa che Bernardo è festeggiato il 19 agosto a Candeleda in Estremadura come patrono del luogo e che fu monaco forse di Valdeiglesias (Vallis Ecclesiarum), aggiungendo che di lui non si hanno altre notizie. Gli storici dell'Ordine, Henriquez e Manrique, citati dai Bollandisti, spiegano che è detto da Candeleda non perché vi abbia avuto i natali, ma perché vi riposa il suo corpo. Narrano poi alcuni dei numerosi miracoli, operati da lui in vita e dopo la morte, tra cui quello di attraversare il fiume che scorreva vicino al monastero servendosi del mantello come barca. La sua festa nel passato si celebrava il 20 agosto, forse per confusione col suo omonimo di Chiaravalle (m. 20 agosto 1153). Non si conosce il tempo della sua morte, che i Bollandisti pongono nel sec. XII o XIII. 
DÂMASO LUÍS (Antolín Martínez Martínez), Beato


Entrò all'Aspirantato di Bujedo i1 29 settembre 1928. Vestì l'abito religioso il 1 febbraio 1931. Dopo lo Scolasticato fu destinato, nel 1934, a Santa Cruz de Mudela. Fu il suo unico campo di apostolato, poiché lì lo sorprese la persecuzione religiosa del 1936. Fratel Damaso Luis aveva 21 anni. Beatificato il 28 ottobre 2007.
DAMIÁN GÓMEZ JIMENEZ, Beato

Solana de Rioalmar, Spagna, 12 febbraio 1871 - Puerto del Pico, Spagna, 19 agosto 1936

FÉLIX GONZÁLEZ BUSTOS, Beato


Alcubillas, Spagna, 23 febbraio 1903 - Valdepeñas, Spagna, 19 agosto 1936
Beatificato il 28 ottobre 2007
JÚLIO DE ROMA, Santo
 Il suo nome compare nella passio dei martiri Eusebio, Ponziano, Vincenzo e Pellegrino, dove i suoi Atti s'inseriscono come parte nel- tutto. Fu infatti in seguito alla loro predicazione che il senatore Giulio si convertí al Cristianesimo; consegnò loro le sue ricchezze perché le distribuissero ai poveri, ricevette il Battesimo dal prete Rufino assieme a tutta la sua famiglia e si diede subito, anche lui, a diffondere le verità cristiane. Tradotto innanzi all'imperatore Commodo, da questi fu consegnato al generale Vitellio, crudele e perverso, perché lo inducesse a sacrificare agli dei. Questi, riuscitogli inutile ogni tentativo, lo fece fustigare tanto che ne morí. Eusebio e compagni raccolsero il cadavere nei pressi dell'anfiteatro e lo seppellirono nel cimitero di Calepodio, il 19 agosto
Cosí la passio donde attinsero i martirologi storici. Il Baronio ne compendiò l'elogio e introdusse la commemorazione di Giulio senatore, nel Martirologio Romano al 19 agosto. Negli Annales Ecclesiastici (a. 192) si chiede se non si tratti di quel Giulio Proculo, che Lampridio elenca tra i senatori fatti uccidere da Commodo, ma i bollandisti recenti nel Commento al Martirologio Romano, come già il Tillemont, giudicano fittizi gli Atti di s. Giulio, assieme all'intera passio di Eusebio e compagni, diversamente da G. B. Du Sollier, che, negli Acta SS. Augusti, li credeva attendibili.
Ci si può chiedere se l'autore della passio abbia inventato di sana pianta i suoi eroi o non invece abbia dato uno sviluppo fantastico a qualche dato di fatto in suo possesso. J. Tamayo de Salazar nel suo Martyrologium hispanicum ricorda al 19 agosto la traslazione, permessa da Urbano VIII, delle reliquie di Giulio a Plasencia in Vertonia (Spagna), ma è nota la tendenza di quest'autore ad attribuire alla Spagna i martiri d'altri paesi. Il Du Sollier, infatti pensa che le reliquie di cui parla il Tamayo non fossero del senatore Giulio, ma di qualche a]tro martire omonimo, e ricorda il ritrovamento, nel 1697, mentre studiava a Roma, del corpo di un Giulio con un'iscrizione che pareva identificarlo col senatore. Quel corpo fu dèposto nella chiesa di S. Maria in Aracoeli. Invece, secondo B. Piazza le reliquie del martire erano nella chiesa dei SS. Nereo ed Achilleo.
JUSTO AREVALO MORA, Beato
Miguelturra, Spagna, 19 giugno 1869 - Valdepeñas, Spagna, 19 agosto 1936
Beatificato il 28 ottobre 2007
 ITALO, Santo
E’ un santo martire quasi sconosciuto, dal nome si suppone che sia vissuto nell’Italia Centro-Meridionale, probabilmente nel sud del Lazio e morto durante le grandi persecuzioni contro i cristiani al tempo di Diocleziano.
Il nome proviene dal greco ‘Italós’ e si riferisce all’eroe eponimo dell’Italia di origine incerta, vi sono varie leggende che lo dicono venuto da Creta, diventato re degli Enotri o dei Siculi e padre di Sicelo; oppure è un re dei Liguri, oppure un eroe nativo dell’Enotria e re dell’estremità della penisola (Calabria) da lui denominata Italia; oppure figlio di Telegono e Penelope e fondatore di Tuscolo e di Preneste nel Lazio.
Tutte le leggende però concordano ad indicarlo come signore dell’Italia Meridionale e lodano la sua bontà e saggezza legislativa; da lui Aristotele fece derivare il nome Italia.

Il nome Italo come Italia per le donne, sono diventati nomi patriottici e hanno avuto alterne fortune, secondo i periodi storici che l’Italia ha attraversato, come il periodo fascista.
L’hanno portato gli scrittori Italo Svevo, Italo Calvino, l’aviatore Italo Balbo, inoltre è usato come aggettivo composto, ad esempio: accordo italo-francese, ecc
JOSAFAT ROQUE (Urbano Corral González), Beato
Entrò all'Aspirantato di Bujedo nel settembre 1913. Vestì l'abito religioso il 2 febbraio 1916. Dopo lo Scolasticato a Bujedo iniziò nel 1919 ad esercitare il suo apostolato nel Collegio de las Maravillas di Madrid. Fu quindi nominato catechista del Noviziato di Griñon e di nuovo passò a las Maravillas, dove si trovava quando il Collegio venne bruciato nel 1931. Passò poi al Collegio San Fernando, in Andalucia, e nel 1933 fu destinato alla scuola di Santa Cruz de Mudela, dove lo sorprese la persecuzione religiosa. Fr. Josafat Roque aveva 36 anni. Beatificato il 28 ottobre 2007
JÚLIO ALFONSO (Valeriano Ruiz Peral), Beato
Entrò all'Aspirantato di Bujedo il 1 febbraio 1926. L'anno seguente, il 1 febbraio 1927, iniziava il Noviziato. Terminato lo Scolasticato nel 1931 iniziò il suo apostolato nella scuola di San Martin a Madrid. Il 12 settembre 1933 giunse nella sua nuova Comunità di Santa Cruz de Mudela dove lo sorprese la persecuzione religiosa del 1936. Fratel Julio Alfonso aveva 24 anni. Beatificato il 28 ottobre 2007
LADISLAU LUÍS (Isidro Muñoz Antolín), Beato
 Entrò all'Aspirantato di Griñon i1 7 febbraio 1929. Ricevette l'abito religioso il 28 settembre 1932. Dopo lo Scolasticato, iniziò il suo apostolato a Santa Cruz de Mudela, dove giunse il 6 settembre 1935. Fu il suo unico campo di apostolato perché lì lo sorprese la persecuzione religiosa del 1936. Fratel Ladislao Luis aveva 20 anni. Beatificato il 28 ottobre 2007
 MAGNO DE ANAGNI, Santo

 San Magno, figlio di un certo Apollonio, nacque a Trani verso la fone del II secolo. Sin da piccolo, per aiutare la famiglia, si dedicò alla pastorizia e, consigliato dal padre, comprò un piccolo gregge e devolvette il ricavato prevalentemente ai poveri. Ricevette il battesimo dal vescovo Redento insieme con suo padre.
Alla morte di Redento, Magno fu chiamato dal popolo e dal clero a succedergli, rivelandosi ardente di carità e zelo. Si impegnò nella diffusione del Vangelo prima nell’agro di Fondi, poi ad Aquino, città ducale, ed infina presso Anagni. In questa città battezzò una giovane di nome Secondina, che anch’ella come lui sarebbe poi morta martire.
Sfuggito alle ire di un certo Tarquinio, Magno si recò a Roma, ma quando era ormai di ritorno fu scovato da alcuni soldati a pregare in una grotta a Fondi. Chiese loro di non ucciderlo subito e così avvenne, ma dopo aver atteso invano e trovatolo morto, lo decapitarono presso Fabreteria, nel Lazio.
Curiosa è la storia delle reliquie del santo, che intorno al IX secolo furono traslate a Veroli da un certo Platone. Muca, sovrano saraceno, profanò il luogo gel sepolcro trasformandolo in una stalla. Trovati in seguito i cavalli morti, restò impaurito e gettò fuori le spoglie del santo, invitando gli anagnini ad acquistarlo a prezzo d’oro. Questi accettarono ed alla presenza del vescovo Zaccaria avvenne la traslazione nella cattedrale di Anagni con grande concorso di popolo.
Succesivamente San Magno fu proclamato patrono della città, ma il santo è inoltre venerato anche a Colle San Magno, sempre in provincia di Frosinone. Questo santo non va confuso con il suo omonimo venerato nel cuneese, leggendario martire della Legione Tebea, anch’egli festeggiato in data odierna. Il Martyrologium Romanum cita comunque solamente San Magno di Anagni. 
MICHELE SORIANO, Beato
 
Di grande austerità e rigida penitenza, il mercedario Beato Michele Soriano, del convento di Santa Maria degli Angeli in El Puig (Spagna), trascorse tutta la sua vita in estrema mortificazione. Ricevette la corona celeste nell'anno 1604, il suo corpo dopo molto tempo trovato incorrotto fu collocato in un sepolcro onorevole.
L'Ordine lo festeggia il 19 agosto
 PIETRO BUITAGRO MORALES, Beato
La Solana, Spagna, 24 gennaio 1883 - Valdepeñas, Spagna, 19 agosto 1936
Beatificato il 28 ottobre 2007
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miscelania 003

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las



NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO





ANTÓNIO FONSECA

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Nº 3204 - SÉRIE DE 2017 - (231) - SANTOS DE CADA DIA - 18 DE AGOSTO DE 2017 - 10º ANO

Feliz Ano de 2017





Interior da Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso



Caros Amigos:




Foto actual do autor




Nº  3 2 0 4



Série - 2017 - (nº 2 3 1)


18 de AGOSTO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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HELENA, Santa


Em Roma, junto à Via Labicana, Santa HELENA mãe do imperador Constantino, que se empenhou generosamente em ajudar os pobres e frequentava a igreja anonimamente integrada na multidão dos fiéis; fez a peregrinação a Jerusalém, para encontrar os lugares do Nascimento, Paixão e Ressurreição de Cristo e honrou com veneráveis basílicas o prestigio e a cruz do Senhor. (329)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Bela, inteligente e boa, era criada duma estalagem quando o centurião Constâncio Cloro a tomou por «concubina», isto é, por esposa de segunda categoria, conforme o direito romano. Repudiou-apor motivos de Estado uns 20 anos mais tarde, quando subiu a César das Gálias (292), para se casar com uma princesa imperial; mas sempre se mostrou bom para com ela. Tinha-lhes nascido em Nish na Sérvia, por 272, um filho: o futuro imperador Constantino.
HELENA era pagã quando se casou. Não sabemos quando se fez cristã, e se foi ela que influiu na conversão de Constantino ou se, como escreve EUSÉBIO DE CESAREIA, foi ele que a converteu a ela. Tinha-lhe muito amor e não parou de a encher de honras. Chamou-a do exílio dourado em que ela vivia em Tréviros havia 20 anos, e construiu-lhe em Roma um palácio magnifico. Conferiu-lhe o título de Augusta, mandou cunhar moedas com a sua efígie, aparecendo ela coroada com o diadema imperial.
Em 326 dirigiu-se HELENA para a terra de Jesus. Informou-se das «três grutas místicas», tão queridas à piedade dos primeiros cristãos: a gruta em que o Salvador nascera: aquela em que foi deposto a seguir à morte; e, por último, a «gruta dos ensinamentos», o seu refúgio nocturno (Lc 21, 37), onde revelou os segredos mais sublimes. Levantou, nesses locais, três basílicas: a Anástásis (Ressurreição), perto do Calvário, «a Natividade», em Belém, e a «Igreja dos discípulos e da Ascensão», no alto do monte das Oliveiras. Mandou ainda construir outras Basílicas e ornar os lugares santificados pela vida e presença de Jesus. deu sempre provas de fé profunda e grande amor a Cristo.
Morreu em Nicomédia, pouco depois da visita à Terra Santa. Os seus restos foram transportados para Roma, onde se vê ainda agora, no Vaticano, o sarcófago de pórfiro que os inclui. Nasceu ela pelo ano de 255 e faleceu em 327 ou 328.
Santo AMBRÓSIO (mais ou menos entre 340 até 397) assim conta a intervenção de Santa HELENA no Encontro (em latim inventio) da Cruz de Nosso Senhor.
«Começou ela por visitar os Lugares santos; O Espírito inspirou-lhe procurar o madeiro da cruz. Aproximou-se do Gólgota e disse
"Aqui está o lugar do combate, onde está a vitória? Eu procuro o estandarte da salvação, mas não o vejo».
Escava no chão, e afasta para longe o entulho. Eis porém que ela encontra desordenados três patíbulos já arrumados, que o inimigo escondera
Mas o triunfo de Cristo pode acaso ficar no esquecimento
Perturbada, HELENA hesita, como mulher. Movida pelo Espírito Santo, lembra-se então de que foram crucificados dois ladrões com o Senhor. Fixa-se portanto na cruz do meio. Mas talvez, ao caírem, se tenham confundido e trocado. Volta à leitura do Evangelho e repara ter sido aplicado à cruz do meio a inscrição: "JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS". Assim chegou ao termo a demonstração da verdade e, devido ao título, foi reconhecida a cruz da salvação... HELENA encontrou portanto o título e adorou o seu Rei».



AGAPITO DE PALESTRINA, Santo


            
     
Em Palestrina, no Lácio, Itália, Santo AGAPITO mártir. (data incerta)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Em Palestrina, perto de Roma, celebra-se o nascimento para o céu de Santo AGAPITO mártir. Tendo apenas quinze anos mas ardendo de amor por Cristo, foi preso por ordem do imperador Aureliano e bateram-lhe durante muito tempo com nervos de boi. Exposto, em seguida, aos leões, estes não lhe fizeram nenhum mal. por fim, foi-lhe cortada a cabeça.
Como certo só nos constam a sua existência, o facto do martírio e o lugar da sepultura. E o seu culto está perfeitamente garantido no século IX e seguintes. A lenda sobre ele parece-se muito com  a de São VENÂNCIO DE CAMERINO.


ALBERTO HURTADO CRUCHAGA, Santo

 

Em Santiago do Chile, Santo ALBERTO HURTADO CRUCHAGA presbitero da Companhia de Jesus que fundou uma obra para que os pobres sem tecto e os vagabundos, sobretudo as crianças, pudessem encontrar uma verdadeira e familiar habitação. (1952)

Texto do livro  SANTOS DE CADA DIA, de Editorial A. O. de Braga:

Nasceu na cidade de Vinha do Mar, Chile, em 22 de janeiro de 1901, numa família muito cristã. O seu pai morreu quando ele tinha apenas 4 anos, ficando a mãe a cuidar dele e doutro irmão.
Em 1901 entrou no Colégio de santo INÁCIO orientado pelos jesuítas e logo se distinguiu como bom companheiro, alegre, comunicativo e muito piedoso. Ocupava o tempo livre a visitar os mais necessitados.~
Terminados os estudos colegiais, estudou Leis na Universidade Católica, e ao mesmo tempo trabalhava para ajudar a mãe, mas a sua vocação era outra: ser sacerdote, Rezava muitas horas para poder concretizá-la e Deus ouviu a sua oração: a sua mãe recebeu um dinheiro proveniente de uma dívida e assim pôde viver tranquila e ele deixou de trabalhar.
Entrou no noviciado dos jesuítas e foi ordenado na Bélgica, em 1933. Regressando ao Chile dedicou-se completamente aos alunos, dando aulas e prestando direcção espiritual e tornou-se um grande educador da juventude.
Uma noite, o Padre HURTADO encontrou um pobre, doente e que não tinha para onde ir: outra noite, viu um  grupo de meninos abandonados e teve desejo de os ajudar.. Reuniu um  grupo de pessoas que eram o que tinham, e assim se fundou aquilo que seria a sua grande obra: «O Lar de Cristo». Com incansável amor saía na sua carrinha, a recolher os pobres e as crianças para as trazer para o Lar. Em cada necessitado via a Cristo sofredor .
Mais tarde há-de criar oficinas para lhes dar educação e capacitá.los para um trabalho digno. Além disso, faz também várias publicações e pronunciou conferências sobre variados assuntos. Foi também fundador da revista «Mensaje» e da «Acção Sindical Chilena».
Quando foi hospitalizado, por ter contraído o cancro, nunca se queixou, repetindo continuamente: «Contente, Senhor, contente». A 18 de Agosto de 1952 o Senhor levou-o para junto de Si. Os seus restos morais encontram-se num santuário erecto em sua memória, em Santiago do Chile.
O processo de beatificação, iniciado em Roma, teve o seu desfecho feliz no dia 16 de Outubro de 1994, em que foi beatificado por JOÃO PAULO II na cidade do Vaticano.





QUADRATO e companheiros MÁRTIRES DA «MASSA CÂNDIDA», Santos



Em Utica, na África Pro Consular, hoje na Turquia, os SANTOS MÁRTIRES DA «MASSA CÂNDIDA» que, mais numerosos que os peixes recolhidos na rede pelos Apóstolos, seguindo fielmente o seu bispo QUADRATO professaram unanimemente a sua fé em Cristo Filho de Deus e por Ele aceitaram generosamente o martírio. (séc. III)

LEÃO, Santo



Em Mira, na Lícia hoje Turquia, São LEÃO, mártir. (séc. III)



FIRMINO DE METZSanto




Em Metz, na Gália Bélgica, hoje em França, São FIRMINO bispo. (séc. IV)

EÓNIO DE ARLESSanto



Em Arles, na Provença, hoje França, Santo EÓNIO bispo que defendeu dos erros de Pelágio a sua Igreja e recomendou ao seu povo como sucessor São CESÁRIO que ele tinha ordenado presbitero.(502)

MACÁRIO DE PELECETESanto



  
Na Bitínia, actual Turquia, o passamento de São MACÁRIO hegúmeno do mosteiro de Pelecete que, no tempo do imperador Leão V, suportou muitas tribulações pela defesa das sagradas imagens. (850)


LEONARDO DA CAMPÂNIABeato


  

No mosteiro de Cava d'Tirréni, na Campânia, Itália, o beato LEONARDO abade, extraordinário homem de paz. (1255)
REINAL DE CONCOREZZO, Beato
 

Em Montefalco, na Úmbria, Itália, Santa CLARA DA CRUZ virgem da Ordem das Eremitas de Santa Agostinho, que dirigiu o mosteiro de Santa Cruz abrasada do amor à Paixão de Cristo. (1308)

PAULA MONTÁLDI, Beata


Em Mântua, na Lombardia, Itália, a Beata PAULA MONTÁLDI virgem abadessa da Ordem das Clarissas célebre pela sua devoção à Paixão do Senhor, assiduidade na oração e austeridade de vida. (1514)


ANTÓNIO BANASSAT, Beato



Num sórdido barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, França, o beato ANTÓNIO BANASSAT,  presbitero e mártir um pároco que,  durante a violenta perseguição religiosa foi preso em ódio à fé cristã , morreu de fome e inan ição. (1794)


FRANCISCO ÁRIAS MARTINBeato



Em Valdemoro, Madrid, Espanha, o Beato FRANCISCO ÁRIAS MARTÍN presbitero e mártir, um noviço da Ordem de São João de Deus que, durante a perseguição religiosa, em breve tempo consumou o caminho da perfeição. (1936)


JAIME FALGAROSA VILANOVA e ATANÁSIO VIDAURRETA LABRA, Beatos

 

Em Barbastro, Huesca, Espanha, os beatos JAIME FALAGAROSA VILANOVA e ATANÁSIO VIDAURRETA LABRA religiosos da Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria e mártires na mesma perseguição. (1936)


MARTINHO MARTÍNEZ PASCUAL, Beato




Em Alcañiz, Teruel, Espanha, o beato MARTINHO MARTÍNEZ PASCUAL presbitero e mártir, agregado à Irmandade dos Sacerdotes Operários Diocesanos que na mesma persguição e no mesmo dia, recebeu a coroa de glória. (1936)


VICENTE MARIA IZQUIERDO ALCÓN, Beato

 

Em Rafelbunyol, Valência, Espanha, o beato VICENTE MARIA IZQUIERDO ALCÓN, presbitero e mártir, morto em ódio à fé cristã na mesma perseguição. (1936)


FÉLIX GONZÁLEZ BUSTOS, PEDRO BUITRAGO MORALES e JUSTO ARÉVALO Y MORA, e 5 religiosos mais AGAPITO LEÃO (Remígio Ângelo Ollala Aldea), DÂMASO LUÍS (Antolino Martínez Martínez), JOSAFAT ROQUE (Urbano Corral González), JÚLIO AFONSO (Valeriano Ruiz Peral), LADISLAU LUÍS (Isidro Muñoz Antolin), Beatos

Em Valdepeñas, Ciudad Real, Espanha, os beatos mártires  FÉLIX GONZÁLEZ BUSTOS, PEDRO BUITRAGO MORALES e JUSTO ARÉVALO Y MORA, e 5 religiosos mais AGAPITO LEÃO (Remígio Ângelo Ollala Aldea), DÂMASO LUÍS (Antolino Martínez Martínez),. JOSAFAT ROQUE (Urbano Corral González), JÚLIO AFONSO (Valeriano Ruiz Peral), LADISLAU LUÍS (Isidro Muñoz Antolin), religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, (1936)


CELESTINO JOSÉ ALONSO VILLAR, GREGÓRIO DÍEZ PÉREZ e TIAGO FRANCO MAYO e ABÍLIO SÁINZ LÓPEZ, Beatos

Em La Tejera, Tíneo, nas Astúrias, Espanha, os beatos CELESTINO JOSÉ ALONSO VILLAR, GREGÓRIO DÍEZ PÉREZ e TIAGO FRANCO MAYO, presbiteros e ABÍLIO SÁINZ LÓPEZ religioso todos da Ordem dos Pregadores e mártires. (1936)

JACOB SAMUEL (José Henrique Chamayou Oulés), Beato

Em Seo de Urgel, Catalunha, Espanha, JACOB SAMUEL (José Henrique Chamayou Oulés) religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir. (1936)


HONORATO ALFREDO (Agostinho Pedro Calvo) e OLEGÁRIO ÂNGELO (Eudaldo Rodas Más), Beatos

Em San Boy de Llusanés, Barcelona, Espanha, os beatos HONORATO ALFREDO (Agostinho Pedro Calvo) e OLEGÁRIO ÂNGELO (Eudaldo Rodas Más) religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártires. (1936)


LIBÉRIO GONZÁLEZ NOMBELA, Beato

Em Torrijos, Toledo, Espanha, o beato LIBÉRIO GONZÁLEZ NOMBELA presbitero da diocese de Toledo e mártir. (1936)



 ... E AINDA  ...

DOMENICO DE MOLINAR e GASPAR DE SALAMANCABeatos




I Beati Domenico de Molinar e Gaspere di Salamanca, mercedari spagnoli, predicarono la fede cristiana nel regno di Granada e liberarono 293 schiavi dalla prigionia dei mori nell'anno 1419. Dopo una vita colma di sante opere, con tanti meriti raggiunsero la felicità eterna del Signore.
L'Ordine li festeggia il 18 agosto.
FLORO e LAUROSantos




I gemelli Floro e Lauro erano stati istruiti nell'arte della scultura. Proclo e Massimo erano stati i loro maestri. Lasciarono Bisanzio, città natale, per portarsi nella regione della Dardania, che è nell'Illiria e si stabilirono ad Ulpiano, dove esercitarono la loro arte presso il preside Licone.
Vennero chiamati da Licinio per la costruzione di un tempio agli dei. Un giorno Alessandro, figlio di Anastasio, sacerdote pagano, mentre assisteva alla costruzione, per puro caso, fu colpito da una scheggia in un occhio. Floro e Lauro istruirono nella fede di Cristo Alessandro e quando lo trovarono arrendevole ad accettare la religione cristiana operarono il miracolo col dare la vista all'occhio offeso. Tale fu l'ammirazione del padre per tale prodigio, che egli stesso si convertì alla religione cattolica.Terminata la costruzione del tempio Floro e Lauro riuniti i cristiani del luogo, di notte tempo con candele accese si recarono al tempio e portando innanzi la croce. Licinio saputa la cosa propose il perdono se avessero sacrificato agli dei. Avendo avuto un energico rifiuto furono flagellati e il pavimento fu cosparso del loro sangue; successivamente furono gettati un un pozzo.
FRANCO de Francavilla a Mare, Santo
Monaco, forse italo-greco, venne in Abruzzo, tra la fine del sec. X e l'inizio dell'XI, dagli estremi confini della Calabria, per sfuggire alle frequenti incursioni saracene, insieme con sei confratelli e con Ilarione, loro archimandrita. Morto questi, i sette, dapprima stabilitisi nella valle dell'Aventino, tra Casoli e Civitella Messer Raimondo, in un luogo detto Prata (o Plata), il cui prezzo fu questuato e pagato al conte di Chieti, non riuscendo ad eleggere un nuovo abate, si separarono, ritirandosi ciascuno in una località prescelta, per lo più tra gli anfratti e le caverne dei massicci appenninici del chietino e della Marsica. Nicola, detto greco, è sepolto e venerato a Guardiagrele (Chieti), Rinaldo a Fallascoso (Chieti), Falco a Palena (Chieti), Stefano, detto il luto nell'eremo celestino di S. Spirito a Majella (Pescara), Giovanni nella Badia di S. Giovanni in Venere, a Fossacesia (Chieti), Orante ad Ortucchio (L'Aquila). Franco è venerato quale compatrono di Francavilla a Mare, ridente cittadina adriatica in provincia di Chieti. Sotto il pontificato di Leone XIII la S. Congregazione dei Riti approvò il culto reso ai sette, anteriore ad Urbano VIII.
L'interesse per questa, come per le altre citate figure di santi, è di natura folkloristica e letteraria piuttosto che agiografica. Dall'insolita immigrazione di alcuni monaci, che si chiamavano tra di loro "fratelli" e morirono tutti in fama di santità, nacque la leggenda, un tempo assai diffusa nel volgo abruzzese, dei "sette santi fratelli", leggenda che proliferò in altre spropositate dinastie di santi, disparatissimi tra loro per origine ed età.
L'unico scritto su Franco, peraltro completamente fantastico, è un bozzetto giovanile di Gabriele D'Annunzio, libro che per volontà dell'autore fu escluso dalle sue Opera Omnia (ultima ed., Milano 1932).
La sagra paesana in suo onore si celebra, presso la bella modernissima chiesa, il 18 agosto.
JOÃO DE RILA, Santo 


San Giovanni, anacoreta del Monte Rila, meglio noto come Ivan Rilski, è il santo più amato dal popolo bulgaro. Nato a Skrino verso l’anno 876 da una famiglia cristiana molto ricca. Quando rimase orfano, Giovanni distribuì tutti i beni ereditati ai poveri ed ai malati per divenire monaco. Abbandonò dunque il paese natio con addosso solo una veste di pelle e si stabilì su una montagna alta e deserta, ove rimase a vivere in una capanna fatta di ramoscelli, nutrendosi esclusivamente di piante selvatiche. Dopo qualche tempo dei briganti lo cacciarono ed il santo trovò allora una grotta profonda in cui abitò per altri dodici anni. Dalla grotta si trasferì poi nel deserto di Rila in una tana scavata in un albero. Pregava continuamente, si nutriva di erba e non aveva alcun modo di incontrare altre persone. Un giorno alcuni pecorai scoprirono il suo nascondiglio e fu così che si sparse la voce: la sua fama crebbe e tanta gente volle andarlo a trovare.
Per sfuggire ai visitatori l’eremita abbandonò la sua quercia e si trasferì su una rupe alta ed inaccessibile. Qui egli trascorse sette anni sotto il cielo aperto, esposto a tutte le intemperie e pregando incessantemente. La sua fama colpì anche lo zar bulgaro San Pietro, che avrebbe anch’egli voluto incontrarlo, ma il santo rifiutò. Il luogo scelto dal santo come eremitaggio attrasse ben presto dei discepoli, che diedero vita al celeberrimo Monastero di Rila, dedicato alla Vergine Ossenovitza, cioè Protettrice. Qui Giovanni rese l’anima a Dio il 18 agosto 946.
La fama di questo grande santo non cessò di crescere anche dopo la sua morte e si diffuse nelle nazioni vicine. Il suo corpo fu traslato con tutti gli onori a Sredez (Sofia) e collocato nella chiesa di San Luca. Nel 1183 le sue spoglie furono portate ad Estergom dal re ungherese Bela III. Restituite in seguito in un feretro d’oro, furono nuovamente conservate a Sofia e nel 1238, durante il regno di Ivan Asen II e del patriarca Vasilij, nell’allora capitale Tirnovo, per finalmente ritornare nel 1469 al Monastero di Rila, che nel frattempo era stato ricostruito dopo la sua distruzione ad opera di bande di briganti. Nel 1961 il Monastero fu confiscato dal regime comunista e trasformato in Museo nazionale, ma tanta fu la pressione popolare che i monaci dovettero essere richiamati nella loro sede.
Il Monastero mariano di Rila rappresenta dunque ancora oggi il cuore del cristianesimo bulgaro e della stessa cultura nazionale. Sorge in una regione montuosa, a 1147 metri di altitudine, a pochi chilometri dalla strada statale che unisce Sofia alla città greca di Salonicco, e si presenta circondato da mura come una vera e propria fortezza. Possiede una chiesa a tre navate, decorata all’esterno da vivaci dipinti a soggetto biblico e tutta affrescata all’interno con altre scene bibliche, vari ritratti di santi e di fedeli donatori e leggende apocrife sulla Madonna, mentre nell’abside domina l’icona della Vergine Odigítria del XII secolo. La "Theotókos Ossenovitza", custodita in una Cappella e ornata di pietre preziose, fu offerta dall’Imperatore bizantino Michele Comneno (sec. XIII) in ringraziamento della guarigione sua e di quella del suo grande dignitario Skilitza, per intercessione riconosciuta ad una reliquia di San Giovanni da Rila. L’afflusso dei pellegrini e dei turisti bulgari e stranieri superi oggi le trecentomila unità annue.
La venerazione per San Giovanni di Rila accomuna le Chiese Ortodosse a quella Cattolica. Quest’ultima, pur non avendolo incluso nel Martyrologium Romanum, lo commemora nei calendari delle Chiese Greco-Cattoliche ed il papa Giovanni Paolo II, che si recò pellegrino sulla sua tomba, lo ha  voluto raffigurato nello splendido mosaico della Cappella Redemptoris Mater in Vaticano, quale sintesi di duemila anni di santità nelle Chiese d’Oriente e d’Occidente.


Ecco alcuni passi del discorso pronunciato dal Santo Padre il 25 maggio 2002: “Il beato Giovanni di Rila – che ho voluto raffigurato con altri santi orientali ed occidentali nel mosaico della Cappella Redemptoris Mater nel Palazzo Apostolico Vaticano e di cui questo Monastero è testimonianza duratura – udita la parola di Gesù, che gli diceva di rinunciare a tutti i suoi beni per darli ai poveri (cfr Mc 10, 21), lasciò ogni cosa per la perla preziosa del Vangelo, e si pose alla scuola di santi asceti per imparare l'arte della lotta spirituale. [...]Con la lotta spirituale, il beato Giovanni di Rila visse anche la "sottomissione" nell'obbedienza e nel servizio reciproco richiesti dalla vita comune. Il cenobio è il luogo della realizzazione quotidiana del "comandamento nuovo", è la casa e la scuola della comunione, è lo spazio in cui ci si fa servi dei fratelli come ha voluto essere servo Gesù in mezzo ai suoi (cfr Lc 22, 27). Quale forte testimonianza cristiana offre una comunità monastica quando vive nella carità autentica! Di fronte ad essa, anche i non cristiani sono portati a riconoscere che il Signore è sempre vivo e operante nel suo popolo. Il beato Giovanni conobbe, poi, la vita eremitica nella "compunzione" e nel pentimento, ma soprattutto nell'ascolto ininterrotto della Parola e nella preghiera incessante, fino a diventare – come dice san Nilo – un "teologo" (cfr De oratione LX, PG 79, 1180B), un uomo cioè dotato di una sapienza che non è di questo mondo, ma che viene dallo Spirito Santo. Il testamento, che Giovanni scrisse per amore dei suoi discepoli desiderosi di avere una sua ultima parola, è un insegnamento straordinario sulla ricerca e sull'esperienza di Dio per quanti desiderano condurre una autentica vita cristiana e monastica”
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