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quinta-feira, 30 de março de 2017

Feliz Ano de 2017




Interior da Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso









Caros Amigos:




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Nº 3069


Série - 2017 - (nº 95)

5 de ABRIL de 2017


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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VICENTE FERRER, Santo
     



são VICENTE FERRER, presbitero da Ordem dos Pregadores, natural de Espanha, que percorreu incessantemente as cidades e caminhos do Ocidente, sempre solícito pela paz e unidade da Igreja, pregando a muitos povos o Evangelho da penitência e da vida do Senhor, até que, em Vannes, na Bretanha, França, entregou o espírito a Deus. (1419)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:


A vida dos santos, além de oferecer-nos exemplar e irrecusável testemunho de heroicas virtudes, manifesta sempre a intervenção providencial de Deus, tanto que a presença dalguns santos não se explica sem essa missão providencial. Eles polarizaram muitas vezes na sua vida determinados períodos da história e a sua influência espiritual ou social configurou os contornos de certos estilos de vida, e até pesaram definitivamente na hora de dar solução às crises do seu tempo. É igualmente certo que, por esse mesmo cânone providencial também os santos se viram condicionados nos seus actos pelas circunstâncias em que se moveram.
Tudo isto dá sentido e justificação à vida de São VICENTE FERRER e livra-nos de cair numa interpretação simplista e unilateral sua portentosa obra. Eles polarizaram muitas vezes na sua vida determinados períodos da história e a sua influência espiritual 




Benedito, o Africano, Santo



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

BENEDITO nasceu em Fratello, perto de Messina, por volta de 1526, de pais etíopes, feitos cativos pelos cristãos e vendidos a um latifundiário siciliano. Na Sicília converteram-se ao cristianismo e contraíram matrimónio. A BENEDITO foi concedida a liberdade por ser o primogénito. Levou desde o princípio uma vida tão virtuosa que começaram a designá-lo por «santo mouro». Alguns escarneciam dele, por causa da cor da pele e pela condição dos seus pais, mas ele tudo suportava com grande paciência.
Um jovem de nome LANZA, responsável por um grupo de jovens eremitas franciscanos, intuiu que BENEDITO tinha estofo para ser religioso e convidou-o a juntar.-se a eles. Quando LANZA morreu , BENEDITO foi escolhido para superior da comunidade.
Pouco tempo depois o Papa ordenou a dissolução do grupo e que os membros entrassem numa ordem religiosa, reconhecida pela Igreja, BENEDITO escolheu os Frades Menores da Observância e entrou numa casa da Ordem, perto de Palermo, como irmão converso.
Em 1578 foi eleito para guardião (superior) da casa, apesar de ser analfabeto e simples  irmão leigo. Mostrou-se um superior ideal, dotado de grande capacidade de juízo e de fino tacto. Entretanto, a sua fama de santo e taumaturgo espalhava-se por toda a Sicília e viu-se assediado por numerosas pessoas que lhe pediam graças.
Quando eixou o cargo de guardião, foi nomeado vigário da casa e mestre de noviços. A seu pedido, foi-lhe permitido deixar esses cargos para voltar a ser cozinheiro, como já fora anteriormente. Era, porém, demasiado famoso, para conseguir viver na solidão como ele tanto desejava. Todos os dias apareciam pobres a invocar a sua caridade, doentes que pediam a cura e ricos que buscavam, conselhos e direcção espiritual. A sua vida teve sempre por base a caridade, austeridade e penitência.
Morreu em 1589, depois de uma breve doença. O seu culto divulgou-se por toda a Itália, Espanha e América Meridional. Foi canonizado em 1807 e é um dos santos protectores da cidade de Palermo. 

Irene, Santa



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Santa IRENE era irmã do Papa São DÂMASO. Quando morreu em Roma, aos 20 anos, e foi sepultada no cemitério de CALISTO, na Via Ápia, o irmão dedicou-lhe o seguinte epitáfio, que julgamos poder traduzir do latim desta maneira:
«Descansam agora neste túmulo os restos de quem se consagrou a Deus. Esta é a irmã de Dâmaso: se perguntas o seu nome, chamava-se IRENE. Estando em vida, consagrou-se a Cristo, para que até o exterior patenteasse o mérito da virgindade. Não chegou a contar 20 invernos, mas a idade adiantaram-se insignes costumes, e a piedade veneranda da jovem antecipou-se ao propósito do espírito. deu magníficos frutos nos seus mais belos anos. A ti me refiro, Irmã, agora certificada de quanto de amei. Ao saíres do corpo, deixaste-me um rico penhor,. tu que, ao conseguires a melhor parte, a pátria do céu, longe de temeres a morte, livremente entraste nos céus. Eu, porém, senti dor, confesso, ao ver partir tal companhia da vida. Mas agora, ao vir Deus ao teu encontro, lembra-te de nós, tu virgem, a fim de a recordação de ti me trazer luz mediante o Senhor».


José Bento Dusmet, Beato





Em Catânia, na Sicília, Itália, o Beato JOSÉ BENTO DUSMET bispo da Ordem de São bento, que promoveu diligentemente o culto divino, a instrução cristã do povo e o zelo do clero, e na epidemia da peste prestou grande auxílio aos enfermos. (1894)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:


Este monge beneditino, Cardeal de Santa Igreja, veio ao mundo em Palermo - Itália, a 15 de Agosto de 1818, no seio da família dos Marqueses Luís Dusmet e Maria Dragonetti. Aos 5 anos começou a ser educado pelos Beneditinos e como outro SAMUEL se entregou ao serviço divino, enquanto progredia no estudo das letras. Vencendo a oposição da família, em 1833 vestiu o hábito de São Bento. A 15 de Agosto de 1840 fez a profissão solene da pobreza, castidade e obediência, e dois anos depois recebeu a ordenação sacerdotal
A par do trabalho pastoral, confiaram-lhe os cargos de professor da filosofia e teologia, além da administração dos bens do mosteiro e secretário do Dom Abade. Deu tão boa conta de si que em 1852 foi eleito Abade do mosteiro de Santa Flávia, e em 1858 do de São Nicolau de Catânia.
Por suas eximias virtudes de humildade, prudência e caridade, conquistou a admiração e simpatia de todos. Em 1867 foi elevado a Arcebispo de Catânia. Regeu a Arquidiocese durante 27 anos. Em 1888 foi elevado à dignidade de Cardeal da Santa Igreja.
JOÃO PAULO II na homilia da beatificação, a 25 de Setembro de 1988, expressou-se assim a seu respeito:
"Ergue-se ele como testemunha da caridade evangélica em tempos particularmente conturbados para a vida da Igreja, no meio de inflamados conflitos partidários e de alterações profundas do tecido político e social do País, numa região atribulada pelo suceder de terríveis calamidades naturais: epidemias de cólera, terramotos, inundações, erupções do Etna, além da constante e vastíssima calamidade que é a miséria dos deserdados.
Embora tivesse sido criado entre as comodidades de uma família aristocrática, ele fez da pobreza, vivida em função do serviço e de doação aos outros, uma programática opção de vida, de modo tão radical que, à sua morte - 4 de Abril de 1894 - não se encontrou nem sequer um lençol para o envolver: de tudo, literalmente, ele se tinha desprendido para revestir os pobres, dos quais se sentia humilde servidor.
Grande relevo teve também a obra por ele realizada ao serviço da Ordem Beneditina à qual pertencia. Por especial mandato do Sumo Pontífice LEÃO XIII realizou a refundação do Colégio Internacional de Santo Anselmo no Aventino - levada a cabo exactamente um século antes - e a estruturação da Confederação da Ordem de São Bento que hoje, de  modo tão autorizado , está representada , nesta Praça por mais de 200 Abades beneditinos, vindos de todas as partes do mundo.
O Cardeal Dusmet, decoro e glória do monaquismo, do Episcopado e do Sacro Colégio Cardinalício, transmite-nos assim a mensagem profética de uma autêntica solidariedade evangélica e de uma dócil e operosa fidelidade ao carisma da própria vocação, vividas e expressas na realidade activa do dom total de si , no itinerário traçado pelos passos de Cristo Salvador.
AAS 57 (1965) 735-8; L'OSS. ROM. 21O.1988





AGATÓPODO e TEÓDULO, Santos



Em Tessalónica na Macedónia, hoje Grécia, os santos mártires AGATÓPODO diácono e TEÓDULO leitor que pela sua confissão da fé cristã, sob o regime do imperador Maximiano, por ordem do prefeito Faustino foram lançados ao mar com uma pedra atada ao pescoço. (séc. IV)



AMBRÓSIO, Santo


Em Milão na Ligúria, hoje Lombardia, Itália, o sepultamento de Santo AMBRÓSIO bispo que no dia de Sábado Santo foi ao encontro de Cristo triunfante. A sua memória celebra-se a 7 de Dezembro dia da sua ordenação. (397)

PLATÃO, Santo



Em Constantinopla,. hoje Istambul, na Turquia, São PLATÃO hegúmeno que combateu durante vários anos os opositores ao culto das sagradas imagens e com seu sobrinho São TEODÓSIO STUDITA instituiu o célebre mosteiro de Stúdion. (814)




PEDRO, Santo



Em Poitiers, Aquitânia, hoje França, São PEDRO bispo que favoreceu os inícios da Ordem de Fontevralt e, injustamente removido da sua sede, morreu exilado em Chauvigny. (1115)

GUILHERME CUFFITÉLLI, Santo



Em Scicli, na Sicília, Itália, São GUILHERME CUFFITÉLLI eremita que abandonando a paixão pela caça,passou 57 anos na solidão e na pobreza. (1411)

BENTO MASSARÁRI o Negro, Santo


Em Palermo, na Sicília, Itália, São BENTO MASSARÁRI chamado o Negro por causa da cor da pele, que foi eremita e depois religioso na Ordem dos Frades Menores sempre humilde em todas as circunstâncias e cheio de confiança na Divina Providência. (1589)



FRANCISCO MARTO, Beato, hoje Santo


Em Aljustrel, lugar de Fátima, Portugal, o Beato (hoje Santo) FRANCISCO MARTO que, ainda criança, consumido rapidamente pela enfermidade, manifestou admirável suavidade de comportamento perseverança na adversidade e na fé e assiduidade na oração. (1919)


CAETANO CATANOSO, Santo


Em Réggio Calábria, Itália, São CAETANO CATANOSO presbitero que fundou a Congregação das Irmãs Verónicas da Santa Face para assistência dos pobres e dos marginados. (1953)


... E AINDA  ...


ALETTA, Beata


Nac­que da Bernardo, signore di Montbard di nobile famiglia discendente dai duchi di Borgogna, e da Umberga (Umbelina) di Ricey, nella seconda metà del sec. XI, forse verso il 1070. A quindici anni andò sposa a Tescelino il Sauro, signore di Fontaine-les-Dijon, uomo di grande virtù. Dal matrimonio nacquero sette figli (Guido, Gerardo, Bernardo, Andrea, Bartolomeo, Nivardo, Ombelina) che, al dire dei biografi, Aletta generò non tanto al marito, quanto a Dio : tutti, infatti, entreran­no nel chiostro, attratti dall'esempio del terzo di essi, il grande Bernardo. Aletta fu sposa e madre esemplare, che rese i figli perfetti cristiani ed ec­cellenti gentiluomini. Grande fu anche la sua carità verso i poveri : passava di casa in casa alla ricerca dei più bisognosi e dei malati che poi soc­correva generosamente, non rifuggendo dai ser­vizi più umili. Nel giorno della festa di s. Ambrosiniano, patrono del villaggio, A. invitava nel castello tutti i sacerdoti accorsi alla festa trattenen­doli a mensa. E fu proprio nella festa di s. Ambrosiniano, il 1° sett. di un anno imprecisato, tra il 1105 e il 1110, che Aletta rese, ancor giovane, la sua santa anima a Dio. L'abate Geranno di S. Be­nigno di Digione ne accolse il corpo nella cripta della chiesa del suo monastero : sul sarcofago fece scolpire le immagini dei figli. I biografi dicono che per cinque anni Aletta apparve spesso al figlio Andrea, e che anche s. Bernardo fu sostenuto nel momento della conversione dall'apparizione della madre.
Nel 1250 il corpo di Aletta fu trasferito dall'abate Stefano di Lexington a Chiaravalle: il 19 marzo 1251 fu deposto nella chiesa della celebre abbazia presso l'altare, dove riposò fino alla Rivoluzione Francese, quando, distrutto il monastero, anche le reliquie di Aletta furono disperse.
Venerata affettuosamente dal popolo, special­mente in Borgogna, Aletta è stata accolta in parecchi menologi e calendari cistercensi col titolo di beata: nell'ultimo (del 1952) tale titolo è stato sostituito con l'altro di venerabile. Vi è ricordata due volte : il 19 marzo giorno della traslazione e il 1° sett. giorno della morte. I Bollandisti l'hanno messa tra i « praetermissi » al 4 apr., dichiarando di voler attendere il giudizio della Chiesa che, finora, non si è pronunziata. La figura soave di Aletta resta indis­solubilmente legata a quella del suo grande figlio.



CARLO (NDUE) SERREQI, bEATO



Ndue Serreqi nacque a Scutari, in Albania, il 26 febbraio 1911. Frequentò le medie nel collegio dei Frati Minori della sua città. Proseguì gli studi in vista del sacerdozio a Brescia: fu ordinato nel 1936 e celebrò la Prima Messa il 29 giugno. Il suo nome da religioso era padre Karl (Carlo).
Esercitò quindi il ministero come parroco in vari villaggi delle zone di montagna del Paese, quelle stesse dove molti altri suoi confratelli operavano per conservare e tramandare le antiche tradizioni popolari e per ricondurre le popolazioni a un’autentica vita cristiana.
Era parroco a Nikaj-Merkur quando, il 9 ottobre 1946, venne arrestato in seguito a uno scontro tra i montanari e i soldati del regime comunista. Gli venne quindi ordinato di rivelare quanto gli aveva confidato, durante la confessione, uno di quei patrioti: fedele al segreto sacramentale, il frate rifiutò.
Fu quindi torturato, processato e, il 18 gennaio 1947, condannato a morte. La sentenza venne in seguito cambiata in carcere a vita. Padre Karl morì il 4 aprile 1954, prostrato dai maltrattamenti, nella prigione di Burrel.
L’Ordine dei Frati Minori ha dato altri martiri alla Chiesa in Albania: molti di essi sono compresi nell’elenco dei 38 beatificati a Scutari il 5 novembre 2016. Oltre a padre Karl Serreqi, si tratta del vescovo di Durazzo monsignor Vinçenc Prennushi e dei padri Gjon Shllaku, Serafin Koda, Bernardin Palaj, Mati Prendushi, Cyprian Nikaj e Gaspër Suma.


TOMMASO DA NAPOLI, Beato




Esperti in scienze e Sacre Scritture, il Beato Tommaso da Napoli, venne inviato in Francia nel periodo della rivolta protestante, durante la quale l’Ordine Mercedario, come gli altri Ordini Religiosi, subì gravi perdite di beni e di vite umane. Questo dotto mercedario difese con tanto fervore e zelo la verità della fede, specialmente quello dell’eccellenza della gran Madre di Dio, da essere ucciso a pugnalate dagli eretici Ugonotti nel convento di S. Eulalia in Montpellier nell’anno 1540. L’Ordine lo festeggia il 4 aprile
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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto


miscelania 003


Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las














Cantareira e Pilotos  -  Rio Douro


Blogue: 

 SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

3ª PÁGINA DE 2017 - REZAR NA QUARESMA - 5ª FEIRA - 4ª SEMANA DA QUARESMA - 30 DE MARÇO DE 2017

30 DE MARÇO


QUINTA-FEIRA

4ª SEMANA DA QUARESMA


João 5, 31-47

“Vim em nome de meu Pai..."


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Há muita gente, 
dentro e fora da Igreja, 
a acreditar em Deus
Mas cada um faz de Deus uma ideia muito sua. 
"Deus" torna-Se uma palavra que 
significa muitas coisas diferentes. 
Haverá maneira de clarificar, 
de uma vez por todas, 
qual a verdadeira imagem de Deus
Sim. 
Quando olhamos para Jesus de Nazaré
quando escutamos a suas palavras, 
quando nos deixamos tocar pelos seus gestos, 
descobrimos o rosto verdadeiro de Deus.


**************

Tu vieste em nome de Deus
E quem Te acolhe sabe decifrar os sinais de Deus
Encontra coragem para o caminho. 
Acede a uma esperança que não falha. 
Responde com amor ao amor que nos mostraste.



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www.edisal.salesianos.pt

email: antoniofonseca1940@hotmail.com
ou
antoniofonseca40@gmail.com

IGREJAS DO PORTO - NOVA PÁGINA DE 2017 - (58) - 30 DE MARÇO DE 2017

Meus Amigos:

Como já afirmei aqui no passado dia 1 de Fevereiro, tomei a iniciativa de publicar aqui uma descrição das Igrejas, Capelas e Oratórios que existem na cidade do Porto. Vou-me socorrer de várias fontes, nomeadamente Wikipedia, do livro Porto e as Igrejas editado pela Câmara Municipal do Porto em 2015, e possivelmente de outras fontes. 
Não quero fazer uma enciclopédia, nem nada que se pareça e não vou fazer plágios. Sempre que publicar algo sobre este assunto, darei nota das fontes a que recorrer, respeitando sempre a deontologia e os direitos de Autor.. 
A maior parte das Igrejas e Capelas (e suas histórias) que vão ser aqui mencionadas, nunca as visitei e decerto também, muitos de vós, não conhecem. 
Apesar da minha idade - ser já um pouco avançada - e dado que publicarei diariamente apenas uma monografia (ou História), tenciono completar todo este trabalho, se Deus me der vida e saúde.

Para já vou começar este trabalho-missão, através da transcrição dos textos do Livro 
"O Porto e as Igrejas" por ordem de paróquias.



Vigararia PORTO POENTE

Paróquia dom SANTÍSSIMO SACRAMENTO - SANTÍSSIMO SACRAMENTO


58. Igreja Paroquial do SANTÍSSIMO SACRAMENTO


    
Rua de Guerra Junqueiro









Interior da  Igreja Paroquial do SANTÍSSIMO SACRAMENTO








A Igreja do SANTÍSSIMO SACRAMENTO surgiu no decorrer do desenvolvimento urbanístico da zona da Boavista e Campo Alegre (inícios do século XX). 
Foram, seus promotores os bispos do Porto: Dom António Barroso, Dom António Barbosa Leão e Dom António de Castro Meireles
A construção foi da responsabilidade do Pároco Monsenhor António Augusto Fonseca Soares e da Confraria do Santíssimo Sacramento
Teve duas fases de construção: a capela-mor inaugurada em 1927 e o corpo da Igreja em 1938
A capela-mor de estilo revivalista neoclássico é da autoria do Engenheiro Manuel Moreira de Sá e Melo (1924). 
Devido aos custos da execução elevados foi projectado um novo corpo da Igreja. 
Obra dos arquitectos Ernesto Konrrodi (pai e filho) que lhe deram uma nova orientação estética e material. 
Foi construtora a Cooperativa dos Pedreiros do Porto
Os vitrais interiores são de Ricardo Leone. 
O retábulo da capela-mor é de madeira enegrecida ornada com elementos dourados. 
O painel central, em tela (1946), é da autoria do pintor Abel Mendes e representa a Última Ceia
A ladear o sacrário, o baixo-relevo, em bronze, feito por Américo Gomes (1946) ilustra o milagre da multiplicação dos pães e peixes. A porta do sacrário é da escultora Irene Vilar (1994). 
Em 2000, ano jubilar, atendendo às normas saídas do Concílio do Vaticano II, houve uma profunda remodelação do espaço da capela-mor, levado a cabo pelos arquitectos Pedro Leão e Miguel Carrapa. Para o presbitério foram criados novo altar, ambão, e cadeira presidencial todos em bronze. 
Estes apresentam painéis da referida artista Irene Vilar. Inaugurou este novo espaço Dom Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto, em 2001.
                         



Do Livro O PORTO E AS IGREJAS




ANTÓNIO FONSECA

Nº 3063 - SÉRIE DE 2017 - (89) - SANTOS DE CADA DIA - 30 DE MARÇO DE 2017 - DÉCINMO ANO DE PUBLICAÇÃO

Feliz Ano de 2017




Interior da Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso









Caros Amigos:




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Nº 3063


Série - 2017 - (nº 89)

30 de MARÇO de 2017  


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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JOÃO "CLÍMACO", Santo
     


No monte Sinai, Egipto, São JOÃO, abade, que escreveu para instrução dos monges o memorável tratado "Escada do Paraíso" no qual apresenta o caminho da perfeição espiritual na forma de uma escada de trinta degraus na subida da alma para Deus, o que lhe mereceu o sobrenome de «CLÍMACO». (649)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:


 O monte Sinai, com tantas recordações bíblicas, forma um maciço de cumes e vales pedregosos e muito secos, quase sem vegetação. Quando o visitou a religiosa ETÉRIA (de naturalidade galega, do século IV ou V), o Sinai estava povoado de monges. ETÉRIA viu diferentes mosteiros, capelas guardas por monges, covas em que moravam anacoretas "e uma igreja no alto do vale; diante da igreja há um ameníssimo jardim com água abundante, no qual está a sarça; muito perto, indica-se o lugar onde se encontrava São MOISÉS quando Deus lhe disse: «Desata a correia do teu calçado»".
O mosteiro de Santa catarina, único a manter a vida monacal daquelas paragens agrestes, está situada a mais de 2 000 metros do sopé do Djebel-Musa ou monte de Moisés
Vive no mosteiro uma comunidade de monges ortodoxos gregos e conserva uma famosa biblioteca com 500 manuscritos antigos. No século XIX foi descoberto nela o Códice Sinaítico, do século IV, com todo o Novo Testamento e a maior parte da versão grega do Antigo.
A recordação de MOISÉS e de ELIAS, aos quais falou Deus neste monte, atraiu desde os primeiros tempos muitos anacoretas. Estes viveram em recintos fechados e só se permitia a vida solitária dentro da clausura. Cada mosteiro regia-se a seu modo, sem regra comum; mas todas estas se inspiravam nos preceitos que São BASÍLIO dera aos monges. Os divinos ofícios duravam seis horas. O resto do dia ocupavam-no em trabalhos manuais e no estudo. Teciam para si os vestuários; túnica áspera de pelo de cabra ou de cordeiro, faixa, manta e sandálias. Preparavam pergaminhos, transcreviam e iluminavam códices. Comiam uma só vez ao dia e praticavam jejum rigorosíssimo na Quaresma e no Advento. A caridade em forma de hospitalidade era característica dos monges. Junto a cada mosteiro estava a hospedaria para peregrinos e viajantes.
Nesse ambiente decorreu a vida de São JOÃO CLÍMACO, o mais popular dos escritores ascéticos daqueles séculos, devido à sua única obra Escada do Paraíso. Os poucos dados biográficos que chegaram até nós, conhecemo-los principalmente pelo monge DANIEL. Este redigiu-os pouco depois da morte do Santo, como introdução ao livro dele.
JOÃO CLÍMACO viveu na segunda metade do século VI e primeira metade do VII. Era muito novo quando um dia se apresentou no mosteiro de Sinai, disposto a consagrar-se a Deus. Nem os bens da família, que eram muitos, nem a educação distinta que recebera, nem, um porvir risonho, foram obstáculo para iniciar uma vida humilde e austera. Tudo foi esquecendo heroicamente com as instruções dum excelente religioso chamado MARTÍRIO, e depois de três anos de noviciado - a duração que preceituava a regra - entrou na comunidade de monges. DANIEL afirma sem rodeios que ele era monge submisso e instruído em letras.
Uns anos depois, morreu o monge MARTÍRIO e o nosso Santo retirou-se para o extremo do monte, a uns cem metros duma ermida. Ali vivia mais perto de Deus, num antro apertado ou cela natural, que foi testemunha, durante muitos anos, das suas prolongadas orações, contemplações, penitências e lágrimas. Aprendeu ai o que alguns anos mais tarde, aconselharia ao abade de Raytun numa carta ainda existente: "Entre todas as ofertas que podemos fazer a Deus, a mais agradável a seus olhos é indiscutivelmente a santificação da alma por meio da penitência e caridade". Aí venceu o demónio da gula, comendo pouco; ao mesmo tempo que dominava a vanglória, comendo de tudo o que lhe permitia a regra monástica, pois sabia que as abstinências extremas foram motivo de ostentação de outros monges. Passou 40 anos alheio à indolência, dado ao estudo e ao trabalho, sendo a oração prolongada e breve o sono, e mantendo-se parco no comer e benigno com os visitantes incómodos.
No principio viveu completamente isolado, correu porem a fama da sua erudição e santidade, e várias pessoas iam, ter com ele em busca de conselho,. JOÃO instruía-as com toda a caridade. Não faltaram invejosos que o censuraram de charlatão; por isso ele mesmo se impôs a penitência de não ensinar com palavras, mas com obras de penitência, de doçura e de modéstia. Isto durou até que os mesmos que o tinham difamado , foram pedir-lhe que reavivasse os seus divinos ensinamentos. Passou horas de tristeza e desânimo , com vontade tudo deixar correr. Mas logo se tranquilizava pensando agradar a jesus Cristo e terem muitos chegado à santidade por esse caminho. Quando morreu o abade do Monte Sinai, os monges foram à procura de JOÃO e pediram-lhe que aceitasse o cargo de lhe suceder. O Santo, perante a insistência, sempre aceitou e foi para o mosteiro acompanhando-os. Não se tinham equivocado: JOÃO desempenhou o cargo com sabedoria, bondade de carácter e vida exemplar.
Sendo abade, redigiu, ou pelo terminou, a Escada do Paraíso, fruto de longa experiência ascética. Compôs-se de 30 graus, que são outros tantos capítulos em que o santo explica, em forma de aforismo e sentenças, as virtudes do monge e os vícios que terá de vencer. O estilo é muito simples e claro. Serve-se de exemplos vividos nos mosteiros. Assim diz-nos que, edificando-o a virtude do monge cozinheiro lhe perguntou uma vez como podia andar recolhido a cada momento, praticando um trabalho tão material. O cozinheiro respondeu-lhe: «Quando sirvo os monges, imagino como que sirvo ao próprio Deus na pessoa dos seus servidores, e o fogo da cozinha recorda-me as chamas que abrasarão os pecadores eternamente".
Os primeiros graus da Escada do Paraíso são: a renúncia à vida do mundo, aos afectos terrenos, ao afecto pelos parentes, e a obediência, a penitência, o pensamento da morte e o dom de lágrimas ou, como diz, a tristeza que nos causa alegria. "Caríssimos amigos: - escreve o santo - na hora da morte o juiz supremo não nos lançará em rosto não termos feito milagres, ou não termos sabido subutilizar em matérias elevadas de teologias, como também não termos chegado a um grau elevado de contemplação, mas sim de não termos chorado os nossos pecados de modo que merecêssemos o perdão". Os graus seguintes são: a doçura que triunfa da cólera, esquecimento das injúrias, fugir da maledicência, pois esta seca a virtude da caridade; amor ao silêncio, porque muito falar leva à vanglória : fugir da mentira, que é acto de hipocrisia; combater o enfado e a preguiça, uma vez que esta última destrói por si só todas as virtudes; praticar a temperança, porque gulosar hipocrisia do estômago o qual diz nos vamos saciar com aquilo que realmente não sacia.Contentando a intemperança, vem a impureza; daqui se segue que o grau seguinte seja o amor à castidade. A castidade .- diz - é dom de Deus, e para obtê-lo, convém recorrer a Ele, pois a natureza não a podemos vencer só com as nossas forças. Seguem os graus que tratam da pobreza, virtude oposta à avareza; do endurecimento do coração, que é a morte da alma; do sono; do canto dos salmos, das vigílias; da timidez efeminada; da vanglória, do orgulho e da blasfémia;  Depois as virtudes tipicamente contemplativas: doçura da alma, humildade, vida interior, paz de alma, oração e recolhimento. O último grau do livro estará dedicado às virtudes teologais.
Levado pela caridade prática, mandou edificar uma hospedaria para peregrinos a pouca distância do mosteiro. Informado disto, o Papa São GREGÓRIO MAGNO quis ajudá-lo, enviando-lhe uma quantia juntamente com uma carta, ainda conservada, em que se recomenda às orações de CLÍMACO.
Morreu com a mesma simplicidade com que vivera. A sua Escada do Paraíso depressa se tornou famosa. O livro copiou-se e leu-se em todos os mosteiros, foi traduzido para latim  e o autor imortalizou-se com o sobrenome de CLÍMACO, do grego Clymax, que significa "escada". Também lhe chamaram JOÃO o Escolástico, designação que apenas se dava a pessoas de muita doutrina. JOÃO CLÍMACO é um dos Santos Padres da Igreja grega.




Amadeu de Sabóia, Beato


Em Vercelas, no Piemonte, Itália, o Beato AMADEU IX duque de Sabóia, que no seu governo promoveu por todos os meios a paz e favoreceu com seus bens e ardente zelo a causa dos pobres, das viúvas e dos órfãos. (1472)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


 Nascido em Thonon (Alta Sabóia) em 1 de Fevereiro de 1435, AMADEU IX duque de Sabóia, era neto de AMADEU VIII, que foi eleito antipapa em 1438 e abdicou abnegadamente alguns anos depois. Aquele, prometido desde o nascimento a Iolanda irmã de Luís IX , rei de França, desposou-a em 1451 e teve dela sete filhos.
Em 1465, sucedeu a seu pai Luís I, no Piemonte e na Sabóia, mas durante os sete anos do seu ducado, sofreu de ataques epilépticos e teve por isso de partilhar o poder com a duquesa, sua mulher. Aliás, a união entre os dois esposos foi perfeita, pois tanto um como outra pensavam no bem temporal e espiritual dos súbditos.
Embora vivesse de acordo com a sua alta posição e estivesse preparado para enfrentar a morte a todo o m omento. AMADEU nunca desejou oprimir os seus povos nem expô-los a derramar o sangue inutilmente . Só os libertinos, os concussionários e os blasfemadores eram objecto da sua severidade. Seguindo o seu exemplo, Francisco Sforza, duque de Milão, impôs multas aos cortesãos que fossem apanhados a praguejar e, com as somas assim arrecadadas, construiu uma capela que pôde ornar com magnificência. Observando a extrema bondade e indulgência que AMADEU testemunhava aos pobres, o mesmo principe disse-lhe uma vez: «Percorrendo os vossos Estados, fica-se com  a impressão de viver nos antípodas. por toda a parte, em geral, é melhor ser rico do que pobre, mas, nos vossos Estados, os pobres é que são honrados e os ricos desprezados». O duque praticou sempre a oração e a penitência. Aos que pretendiam dissuadi-lo de jejuar tão rigorosamente, respondia que nada lhe era tão necessário á saúde.
Nos últimos anos de vida, agravaram-se-lhe os padecimentos. À esposa e aos familiares, que se entristeciam, por o verem assim decaído, observava, ao terminarem, as crises: «Porque vos afligis dessa maneira? As humilhações abrem o caminho para o reino de Deus».
Morreu em Vercelli - Piemonte, na segunda-feira de Páscoa, 30 de Março de 1472, com trinta e oito anos.

SEGUNDO, Santo


Em Ásti, na Transpadânia, hoje na Itália, São SEGUNDO, mártir. (data incerta)


SENHORINHO, Santo



Em Tessalónica, na Macedónia, hoje Grécia, São SENHORINHO mártir. (séc. IV)



RÉGULO, Santo

Em Senlis, na Gália Lugdunense, hoje França, São RÉGULO bispo. (séc. IV)
MUITOS SANTOS MÁRTIRES DE CONSTANTINOPLA, 



Comemoração de MUITOS SANTOS MÁRTIRES que em Constantinopla, hoje Istambul, Turquia, no tempo do imperador Constâncio, por ordem do bispo ariano Macedónio foram mandados para o exílio e torturados com inauditos tormentos. (séc. IV)

ZÓSIMO, Santo


Em Siracusa, na Sicília, Itália, São ZÓSIMO bispo que foi primeiramente o humilde guarda do túmulo de Santa LUZIA e depois abade no mosteiro desta localidade. (600)

OSBURGA, Santa


Em Coventry, na Inglaterra, Santa OSBURGA primeira abadessa do mosteiro deste lugar. (1018)

PEDRO REGALADO DE VALLADOLID, Santo


Em Aguilera, Castela, Espanha, São PEDRO REGALADO DE VALLADOLID presbitero da Ordem dos Menores que foi insigne pela sua humildade e rigorosa penitência e fundou dois cenóbios, onde só doze irmãos deviam viver em, cada eremitério. (1456)


CLÍNIO, Santo

Em Aquino, no Lácio, Itália, São CLÍNIO abade. (1030)


AMADEU IX, Beato


Em Vercelas, no Piemonte, Itália, o Beato AMADEU IX duque de Sabóia que no seu governo promoveu por todos os meios a paz e favoreceu com seus bens e ardente zelo a causa dos pobres, das viúvas e órfãos. (1472)


ANTÓNIO DAVELUY, PEDRO AUMAITRE, MARTINHO LUCAS HUIN, JOSÉ CHANG CHI-GI, TOMÉ SON CHA-SON e LUCAS HWANG SOK-TU, Santos



      

Em Su-Ryong, na Coreia, os santos mártires ANTÓNIO DAVELUY, bispo, PEDRO AUMAITRE, MARTINHO LUCAS HUIN, Presbíteros, JOSÉ CHANG CHI-GI, TOMÉ SON CHA-SON e LUCAS HWANG SOK-TU catequistas, que pela fé em Cristo morreram decapitados. (1866)
  

... E AINDA  ...


DAMIÃO, Beato

Il Beato professò la vita eremitica giovanissimo a Fonte Avellana sotto il magistero dello zio san Pier Damiano che poi lo inviò a Parigi a compiervi il trivio e il quatrivio. Coltivò eroicamente la castità; fu così austero che lo zio dovette intervenire perché si mitigasse. Divenne Priore dell’Eremo e fu poi anch’egli Cardinale.
Il menologio camaldolese lo ricorda al 30 marzo


DODON DE HASKE, Beato



Giovane pio e timorato di Dio, dopo la morte di suo padre, Dodone fu costretto contro la sua volontà al matrimonio, ma qualche anno più tardi abbracciò la vita religiosa, andandosi a ritirare nell’abbazia premostratense di Mariengaard, mentre sia la moglie sia la madre entravano nel vicino monastero di Bethlehem. Desideroso di servire il Signore in solitudine, chiese all’abate Siardo di potersi rifugiare in qualche luogo appartato, per cui venne inviato a Bakkeveen, dove prese a condurre una vita di rigida disciplina, abbandonandosi a lunghe veglie e ad estenuanti digiuni e mortificando il suo corpo con dolorosi supplizi. La fama di santità, che si era andata via via acquistando, richiamò su di lui l’attenzione di molti infermi, che andavano a visitarlo fiduciosi di essere risanati, verificandosi in molti casi miracolose guarigioni. Sulla fine del 1225 o al principio dell’anno successivo ottenne di trasferirsi nel romitaggio di Haske, ma anche lì venne raggiunto da quanti speravano di ottenere dal Signore, per suo tramite, la grazia di guarire dai loro mali.


DONINO, Santo


A Salonicco in Macedonia, ora in Grecia, san Donnino, martire


JOAQUIM DE FIORE, Beato


Gioacchino da Fiore nacque a Célico (Cosenza) intorno al 1130, da un'umile famiglia d'agricoltori o, secondo altri, da un notaio. Dopo aver visitato la Palestina, si fece frate cistercense e in seguito fu nominato abate. Tra i vari monasteri di cui fu ospite si ricorda l'abbazia di Casamari. In seguito ad una crisi spirituale, abbandonò l'ordine e dopo un periodo di eremitaggio fondò la congregazione florense, che prende titolo dal monastero di san Giovanni in Fiore, sulla Sila, dove ebbe sede, e che nel 1570 confluì nell'ordine dei cistercensi. Gioacchino morì intorno al 1202, secondo alcuni a Pietralta o Petrafitta, secondo altri a Corazzo o S. Martino di Canale o S. Giovanni in Fiore. La sua morte avvenne quando san Francesco, nella malattia della prigionia a Perugia, concepiva i primi germi della conversione tutta basata sul principio di povertà. A Gioacchino è attribuita la predizione degli ordini francescano e domenicano, nonché dei colori dei relativi abiti. Nell'ordine francescano si videro praticamente realizzate le aspettative di Gioacchino; e i francescani rigorosi (veri e propri gioachimiti) si dissero "spirituali" con tipico termine gioachimita dedotto dalla profezia relativa alla Terza Età, da lui detta "dello Spirito Santo", un'Età di rigenerazione della Chiesa e della società, col ritorno alla primigenia povertà e umiltà

JOÃO GBEC'I, Santo


Soprannominato gbec’i ,cioè “abitante del pozzo”. Sarebbe figlio di una vedova ricca e pia, nato a Cesarea Marittima. Durante le persecuzione contro i cristiani viveva nascosto con la madre e la sorella. Un giorno si imbatté in un vecchio che gli consigliò di fuggire le tentazioni del mondo ritirandosi nel deserto. Giovanni , col permesso della madre, seguì il consiglio e ,a 15 anni, lasciò la Palestina e si recò in Egitto dove incontrò un eremita, Parmuteo, di cui divenne discepolo Avendo trovato nel deserto un pozzo asciutto vi si calò dentro e visse lì per dieci anni. Un eremita di nome Criso venne a visitarlo e Giovanni lo accolse narrandogli la sua vita. Morì a 25 anni e fu sepolto da Criso nel pozzo stesso. 
E’ ricordato il 30 marzo


GREGÓRIO ASCISSO, Beato


ativo di Valenza (Spagna), il Beato Gregorio Ascissio, entrò nell’Ordine Mercedario nell’anno 1540. Fu celeberrimo dottore in medicina e conoscitore della Sacra Scrittura, praticò tutte le virtù umiliandosi come un peccatore e mortificandosi con estremo rigore. Allontanò le malattie sia dalle anime che dai corpi e restituì soprattutto la salute spirituale predicando instancabilmente. Nel 1600, sotto il generalato del Venerabile Pietro Sorell, morì santamente nel convento di Vera Cruz in Salamanca dove sono note le sue eroiche virtù e lì fu sepolt


JÚLIO ALVAREZ MENDONZA, Santo



Nato a Guadalajara, Jalisco il 20 dicembre 1866. Parroco di Mechoacanejo, Jalisco (Diocesi di Aguascalientes). In questo luogo trascorse tutta la vita sacerdotale. Parroco affettuoso, padre ed amico dei bambini. Povero che visse tra i poveri. Sacerdote semplice, insegnò alcuni piccoli lavori affinchè la gente potesse sopravvivere. Il 30 marzo 1927 fu posto su con cumulo di spazzatura per essere fucilato e disse dolcemente: "Sto per morire innocente. Non ho fatto nessun male. Il mio delitto è quello di essere ministro di Dio. Io vi perdono". Incrociò le braccia ed attese la scarica

LEONARDO  MURIALDO, Santo




eonardo Murialdo nacque il 26 ottobre 1828 nel cuore di Torino, in una famiglia benestante che contava ben nove figli. Orfano di padre a cinque anni, crebbe in un contesto familiare cristianamente impegnato, nonostante l’acceso anticlericalismo di quei tempi. La sofferenza per la mancanza del padre gli procurò una grande sensibilità che tramutò, una volta sacerdote, in paternità spirituale per i più giovani. Nadino, come veniva chiamato, ricevuta in casa una prima istruzione, entrò nel 1836 col fratello Ernesto nel Collegio degli Scolopi di Savona dove ricevette una formazione umana e religiosa che gli sarà fondamentale per tutta la vita. Sentì in quegli anni la chiamata al sacerdozio, contrastata però da una grave crisi personale. Tornato a Torino, nel 1845 si iscrisse alla facoltà teologica dell’Università come chierico esterno, secondo l’uso di quei tempi per gli appartenenti alle famiglie agiate. Persa la madre un anno prima di laurearsi, venne ordinato prete il 20 settembre 1851 nella chiesa della Visitazione

LUDOVICO (ARCÂNGELO) PALMENTIEIRI DE CASÓRIA, Santo



Arcangelo Palmentieri nacque a Casoria, in provincia di Napoli, l’11 marzo 1814, terzo dei cinque figli di Candida Zenga e Vincenzo Palmentieri, di professione vinaio. Vestì il saio dei Frati Minori Alcantarini il 17 giugno 1832, assumendo il nome di fra Ludovico. Dopo gli studi necessari come novizio presso Nola, fu ordinato sacerdote il 4 giugno 1837. Inizialmente, gli fu affidato l’insegnamento della d’insegnante di matematica e fisica nei seminari del suo Ordine. Nel contempo istituì una farmacia–infermeria per i frati malati e per i sacerdoti poveri del Terz’Ordine, alloggiandoli in un edificio a Scudillo di Capodimonte in Napoli, detto “La Palma”.
Tra il 1847 e il 1848, a seguito di una malattia e di un’intensa esperienza di grazia, che successivamente definì come “lavacro”, diede un nuovo corso alla propria vita. Rilanciò il Terz’Ordine di San Francesco e istituì una piccola infermeria per i confratelli e per i sacerdoti terziari poveri presso il convento napoletano di San Pietro ad Aram, poi ingrandita e trasferita presso Capodimonte


MARTINO DE SALVATIERRA, Beato



Maestro dei novizi del convento mercedario di Sant’Antolino in Valladolid (Spagna), il Beato Martino de Salvitierra, fu un insigne Maestro per la santità della sua vita il quale preannunziò la sua morte otto giorni prima e abbracciando la croce si addormentò nel Signore


RESTITUTA KAFKA, Beata



La sua è l’umile famiglia di un calzolaio con sette figli; lei è povera e perdipiù balbuziente. Anche un po’ testarda, a giudicare almeno dal carattere forte e dal suo modo di fare, sbrigativo e risoluto, che l’accompagnerà per tutta la vita. A 15 anni vorrebbe continuare a studiare, ma la mandano a far la cameriera; a 18 vorrebbe farsi suora, ma i suoi sono decisamente contrari. Si rassegna così ad aspettare i 20 anni e, quando li raggiunge, scappa di casa per andare in convento. Le Suore Francescane della Carità Cristiana di Vienna le danno il nome di Suor Restituta e la mandano a fare l’infermiera: è sempre stato quello il suo desiderio più grande, perché le piace servire Gesù nei malati. Come infermiera ci sa davvero fare: medici e colleghi l’apprezzano e la stimano sia come infermiera di sala operatoria che come anestesista. Qui e là continua a far capolino quel suo carattere cordiale ma deciso, tanto che suor Restituta viene presto ribattezzata “suor Resoluta” 


VERONO DE LEMBEEK e VERONA, sua sogra, Santos

Verono sarebbe vissuto nel sec. IX, ma la prima testimonianza della sua esistenza ci è giunta due secoli dopo per opera del monaco Olberto (m. 1048), abate di Gembloux, famoso fondatore, scrittore e bibliotecario. Ca. il 1020 egli redasse una "Historia inventionis et miraculorum S. Veroni». Vi apprendiamo che nel 1004 il curato di Lembeek, villaggio situato vicino ad Had nel Brabante, ebbe parecchi avvertimenti in sogno dallo stesso s. Verono di non lasciare più oltre dimenticata la sua tomba, di cui gli rivelò il luogo preciso. Alcuni scavi condotti portarono alla luce il corpo ed anche una piastrina con il nome del santo e la data della sua morte, il 15 delle calende di febbraio (= 18 gennaio). Le reliquie, piamente raccolte, attirarono numerosi pellegrini e le guarigioni miracolose non cessarono più. Per maggiore sicurezza le reliquie furono trasportate nel 1012 presso le canonichesse di S. Waudru a Mons. In seguito la maggior parte di esse fu portata a Lembeek
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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto


miscelania 003


Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las














O Sol encoberto de fumo causado por incêndios na área do Porto, em 9 de Agosto de 2016


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http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com