FELIZ PÁSCOA

https://www.recadosonline.com/img-33713.html https://img1.recadosonline.com/229/127.gif

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

O LIVRO DA CONFIANÇA - (Nº 16) - 16 DE AGOSTO DE 2018

Caros Amigos: 



Apresento com muito gosto os textos do
 "O LIVRO DA CONFIANÇA" da autoria do Padre THOMAS DE SAINT-LAURENT. 

FICHA TÉCNICA DO LIVRO

NIHIL OBSTAT
Cónego José Valdemar Pires
Bragança, 20 de Setembro de 1993
IMPRIMATUR

Abençoo, aprovo e recomendo a mais ampla difusão deste precioso livro.
Confia no Senhor, que Ele venceu o mundo
António José Rafael
Bispo de Bragança-Miranda
Bragança, 22 de Setembro de 1993
Tradução:  António Azevedo

Coordenação editorial:  José Narciso Soares
Projecto gráfico e capa:  Filipe Baradiarán
Livraria Civilização Editora

R. Alberto Aires de Gouveia, 27 - 4050-023  PORTO
Telefone  226 050 900  -  Fax:  226 050 999
ISBN:  972 96598-0-5

Dep. Legal:  246503/06
Impresso por:  CEM Artes Gráficas - Barcelos




Nossa Senhora da Confiança 

*****

Padre THOMAS DE SAINT-LAURENT


CAPÍTULO  III




CONFIANÇA!

A CONFIANÇA em Deus e as nossas necessidades temporais

Rezar pelas nossas necessidades temporais




A CONFIANÇA, que acabamos de descrever, não nos desobriga da prece. Nas necessidades temporais, não basta esperar os socorros de Deus; é preciso ainda pedi-los.

Jesus Cristo deixou-nos no Pai-Nosso o modelo perfeito de oração; ora, aí Ele faz-nos pedir o "Pão de cada dia": "Panem nostrum quotidianum da nobis hodie".

Não descuidamos com frequência deste grande dever?  Que imprudência e que loucura !...  Privamo-nos assim, por leviandade, da protecção celeste, a única soberanamente eficaz. Os Capuchinhos, diz a tradição, nunca morrem de fome, porque recitam, sempre piedosamente o Pai-Nosso. Imitemo-los, e o Altíssimo não nos deixará à míngua do necessário.

Peçamos, pois, o pão quotidiano. É uma obrigação a nós imposta pela e pela Caridade para com nós mesmos.

Poderemos, porém, elevar as nossas pretensões e pedir também a riqueza ?  Nada a isso se opõe, contanto que essa prece se inspire em motivos sobrenaturais e fiquemos bem submissos à vontade de Deus.  O Senhor não proíbe a expressão dos nossos desejos; pelo contrário, quer que procedamos filialmente para com Ele. Não esperemos, no entanto, que Ele se curve às nossas fantasias; a sua própria bondade a isso se opõe. Deus sabe o que nos convém. Só nos concederá os bens da terra, se eles puderem servir à nossa santificação.

Entreguemo-nos completamente à direcção da Providência, e digamos a prece do Sábio:  

"Não me dês nem a pobreza, nem as riquezas; dá-me somente o que for necessário para viver; para que não suceda que eu te renegue e diga;  Quem é o Senhor?  Ou que, constrangido pela pobreza, me veja forçado a roubar, ou a blasfemar contra o nome do meu Deus"  (Prov. 30, 8-9).


***************



Boa leitura e Muita CONFIANÇA é o que desejo a todos...


ANTÓNIO FONSECA

Nº 3 5 6 7 - SÉRIE DE 2018 - (Nº 227) - SANTOS DE CADA DIA - 16 DE AGOSTO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos




Foto do autor
Abril-2018


Nº  3 5 6 7



Série - 2018 - (nº 2 2 7)


16 de AGOSTO de 2018


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



**********************************************************

Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

___________________________________________________________________________

*********************************
***************************
*********************

»»»»»»»»»»»»««««««««««««


ESTEVÃO DA HUNGRIA, Santo


         



            
     
Santo ESTÊVÃO, rei da Hungria que, renascido pelo Baptismo e tendo recebido do papa Silvestre II a coroa do reino, impulsionou a propagação da f´de cristã entre os Húngaros, organizou a Igreja no seu reino e dotou-a de bens e mosteiros, foi justo e pacifico no governo dos seus súbditosaté que, em Alba Régiahoje Szekesfehérvar, no dia da Assunção, a sua alma subiu ao Céu. (1038)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Filho do duque dos magiares, tribo belicosa que viera da longínqua Cítia e do mar Cáspio, para estabelecer-se nas margens do Danúbio, nas ricas províncias da Panónia e Morávia, nasceu Santo ESTEVÃO no ano de 979. Chamava-se VOIK e - convertido ao Cristianismo com o pai GEIZA aos 17 anos, devido à pregação de Santo ADALBERTO, bispo de Praga - tomou o nome do primeiro mártir cristão. Este, segundo a tradição, tinha aparecido à sua mãe SAROLTA e tinha-lhe profetizado que o filho dela seria o primeiro a usar a coroa real na Hungria.
Aos 18 anos foi proclamado duque dos Húngaros. desde o principio do governo, tomou como ponto fundamental do programa a conversão total do seu povo ao Cristianismo. Seu pai tinha-se feito cristão em plena consciência. Um dia que Santo ADALBERTO repreendia os seus costumes e as suas maneiras pagãs, que desejava juntar com a pureza e o culto cristão, respondeu-lhe, mostrando enormes tesouros: «Sou bastante rico para adorar todos os deuses juntos».
O filho, pelo contrário, compreendeu perfeitamente todo o sentido da fé cristã e levou-a até às últimas consequências. Não queria servir mais que a um só Senhor, a Cristo. Como homem privado, era modelo de cristãos: como homem público, exemplar perfeito de governantes.
O dia levavam-lhe os negócios, mas as noites eram para Deus. Entregava-se à oração tanto na paz como na guerra, exactamente como poderia fazer um ermitão. Os seus familiares encontravam-no por vezes elevado no ar. «A prática da oração, dizia ao filho, é a garantia da saúde do reino. Assim não te esqueças nunca de repetir aquelas palavras de Salomão: "Envia, Senhor, a sabedoria desde o trono da tua grandeza, para que viva comigo e trabalhe comigo e eu saiba em todo o tempo o que é agradável diante de Ti».
Verdadeiro pai do seu povo, não havia necessidade que não remediasse. Como pai, os seus súbditos eram filhos e podiam em todo o tempo chegar a ele para expor as suas queixas. A sua caridade fez que olhasse pelos que viviam dentro do reino e também pelos que estavam fora dele. Fundou hospedarias em Roma, Constantinopla e Jerusalém, para os Húngaros peregrinos.
A grande obra de Santo ESTEVÃO como rei foi a conversão do seu povo. A glória característica dele é de ter sido o primeiro apóstolo dos Húngaros. Nele realiza-se tudo quando se pode pedir dum apóstolo santo. Com o exemplo e o ascendente, levou os grandes e o povo inteiro a abraçar a fé católica; deu ao reino legislação genuinamente cristã; fundou e dotou sés episcopais; levantou mosteiros e edificou instituições de beneficência dentro e fora do reino.
Conservam-se a inda as leis que deu à Hungria, e nas normas de governo que deixou ao filho concebe o reino como templo sustentado por dez colunas, que são:

a solidez da fé, 
o esplendor da igreja, 
a pureza e sabedoria dos eclesiásticos, 
a fidelidade e a fortaleza dos barões e cavaleiros, 
a generosidade com os estrangeiros, 
a recta administração da justiça, 
a sábia organização do conselho, 
o respeito à tradição dos maiores, 
o auxilio da oração e, por fim, 
a piedade e a misericórdia.

«O rei que não atende à voz da misericórdia, é tirano. Por isso, meu filho muito amado - doçura do meu coração, esperança da geração futura - recomendo-te que tenhas entranhas de mãe, não só com os teus parentes, não só para com os chefes do exército e os potentados, mas para com todo o povo. As obras da piedade serão a base da tua felicidade. 
Sê paciente não só com os ricos, mas também com os necessitados. Sê forte, de maneira que nem a fortuna te levante nem te desanime a adversidade. Sê humilde, que Deus se encarregará de exaltar-te. Sê doce, sem esquecer a justiça e sem castigar irreflectidamente. Sê casto e evita os estímulos da concupiscência como latidos de morte. Estas são as pedras preciosas duma coroa real. Sem elas perderás o reino da terra e também não conseguirás aquele que não acaba».

Ao dar estes conselhos ao filho, tratava sem querer a imagem de si mesmo. Humilde súbdito da Igreja Romana, não quis usar a coroa de rei até que o papa SILVESTRE II o autorizou, mandando-lhe uma coroa de ouro com uma cruz riquíssima, que o deveria preceder, como aos dignitários da Igreja, em todos os actos públicos.
Sete anos antes da morte, perdeu o seu filho santo EMERICO, anjo de celestial pureza, que Deus glorificou depois com milagres e prodígios. Santo ESTEVÃO seguiu-o a 15 de Agosto de 1038. A sua festa fixou-a INOCÊNCIO IX a 2 de setembro, como recordação da vitória que neste dia obtiveram as armas cristãs contra os Turcos na cidade de Budapeste.
Santo ESTEVÃO é exemplo do que podem fazer todas as pessoas influentes na sociedade. A influência é dom de Deus e há-de orientar-se sempre para o bem. O apostolado cristão é dever de todos os que foram dotados de riquezas, poder e autoridade. Apostolado com exemplo e a vida, primeiro; e apostolado também, com a exortação oportuna e caridade generosa. É a obra mais permanente e mesmo mais proveitosa que nós mesmos podemos realizar, enquanto dura a luz desta vida, conforme os sentimentos de Santo AGOSTINHO: quem salva uma alma, predestina a sua para a glória.

Santo ESTEVÃO por ser o primeiro Rei que consagrou a sua nação a Nossa Senhora, tem uma estátua na Basilica de Nossa Senhora de Fátima e um vitral na Capela do Calvário Húngaro.

ROQUESanto




Na Lombardia, Itália, São ROQUE que, nascido em Montpellier no Languedoc, Françaadquiriu fama de santidade com a sua piedosa peregrinação através da Itália, cuidando os afectados pela peste. (1379)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Nasceu e morreu em Mompilher (Montpellier), França, na primeira parte do século XIV. Tendo perdido os pais cerca dos vinte anos, ROQUE partiu para Roma em peregrinação. Antes dividira os seus bens em duas partes, distribuindo uma aos pobres e confiando a outra à guarda dum tio. Peregrinando, tomava o caminho mais longo, parando onde grassava alguma epidemia, tratando os doentes e muitas vezes curando-os com o sinal da cruz. Viveu bastantes anos na Cidade Eterna e depois resolveu voltar à França para liquidar o resto dos seus bens.
Pelo caminho, foi atacado pela peste e refugiou-se, junto de Placência, numa floresta, para não contaminar a ninguém. Lá teria morrido de fome se não fosse um bom cão que vinha cada manhã trazer-lhe um pão roubado da mesa do senhor. Este, intrigado com o animal que roubava com tanta regularidade, seguiu-o pela floresta, encontrou o doente, travou amizade com ele e fez o possível por lhe melhorar a sorte. «É São ROQUE e o cão», costuma-se dizer e duas pessoas que estão sempre juntas. E numerosos pintores, que representaram, São ROQUE nunca deixaram de colocar este bom cão, seu amigo, nos quadros que fizeram.
Mompilher estava em guerra civil quando ROQUE lá chegou. Tomado por revoltoso, foi levado diante do governador, que era precisamente o seu tio. Nem ele, porém, nem ninguém o reconheceu, tanto as penitências o tinham mudado; e ROQUE nada disse, como fez o Senhor na Paixão. Foi mandado para a cadeia: e ficou esquecido; lá morreu de miséria ao cabo de cinco anos. Foi, ao que se diz, sua avó que o identificou depois de morto, vendo uma mancha cor de vinho, em forma de cruz que ele tinha no peito desde a nascença.




ARSÁCIO DE NICOMÉDIA, Santo



Comemoração de Santo ARSÁCIO que, no tempo do imperador Licínio professou a fé cristã e, deixando a vida militar se retirou para a solidão em Nicomédia; finalmente vaticinando a iminente destruição da cidade, enquanto orava entregou o seu espírito a Deus. (358)

TEODORO DE OCTODURO, Santo

Em Sion, Valais, Helvécia hoje SuíçaSão TEODORO primeiro bispo desta cidade que, seguindo o exemplo de Santo AMBRÓSIO defendeu a fé católica contra os arianos e recebeu com honras solenes as relíquias dos mártires de Agauno. (358)

ARMAGILO, Santo


Na Bretanha Menor, França, Santo ARMAGILO eremita. (séc. VI)


FRAMBALDOSanto




Em Le Mans, na Gália hoje França, São FRAMBALDO monge, que seguiu ora a vida solitária ora a vida cenobítica. (650)

RODOLFO DE LA FUSTAIESanto



Na floresta de Rennes, na Bretanha Menor, França, o Beato RODOLFO DE LA FUSTAUIE presbitero fundador do mosteiro de São SULPÍCIO. (1129)

LOURENÇO (Lorigado) de Subiaco, Santo



  
Em Subiaco, no Lácio, Itália, o beato LOURENÇO chamado Lorigado que, tendo matado um homem acidentalmente decidiu expiar a sua pena com extrema austeridade e penitência, vivendo solitariamente na caverna de um monte. (1243)


ROQUESanto



Na Lombardia, Itália, São ROQUE que, nascido em Montpellier no Languedoc, Françaadquiriu fama de santidade com a sua piedosa peregrinação através da Itália, cuidando os afectados pela peste. (1379)
ÂNGELO AGOSTINHO MAZZINGHIBeato 
 

Em Florença, Etrúria, hoje Toscana, Itália, o Beato ÂNGELO AGOSTINHO MAZZINGHI presbitero da Ordem dos Carmelitas. (1438)

MELCHIOR KUMAGAI MOTONAO, Beato

Em Hagi, no Japão, o Beato MELCHIOR KUMAGAI MOTONAO pai de família e mártir. (1605)


JOÃO DE SANTA MARTA, Beato



Em Kioto, Japão, o beato JOÃO DE SANTA MARTA presbitero da Ordem dos Frades Menores e mártir que, enquanto ia conduzido ao suplício, pregava ao povo e cantava o salmo «Laudate Dóminum, omnes gentes» (Louvai o Senhor, todas as nações). (1618)


SIMÃO BOKUZAI KYOTA, MADALENA BOKUSAI KYOTA, TOMÉ GENGORO, MARIA GENGORO e TIAGO GENGORO,  Beatos


Em Kokura, Japão, os beatos mártires SIMÃO BOKUSAI KYOTA catequista e MADALENA BOKUZAI KYOTA sua esposa, TOMÉ GENGORO e MARIA, também esposos e TIAGO filho destes, ainda criança que, por ordem do governador Yetsundo, foram todos crucificados de cabeça para baixo em ódio ao nome de Cristo. (1620)

JOÃO BAPTISTA MENESTREL, Beato
 


Num sórdido barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, França, o beato JOÃO BAPTISTA MÉNESTREL, presbitero e mártir que, durante a Revolução Francesa foi condenado à galera por causa do seu sacerdócio e, infectado por chagas putrefactas consumou o seu martírio. (1794)


ROSA FAN HUI, Santa


Em Fanjiazhuang, Wujiao, no Hebei, China, Santa ROSA FAN HUI virgem e mártir, que na perseguição desencadeada pela seita dos Yihetuan, espancada e cheia de feridas, foi lançada ao rio ainda com vida. (1900)

PETRA DE SÃO JOSÉ (Ana Josefa Pérez Florido), Beata


Em Barcelona, Espanha, a Beata PETRA DE SÃO JOSÉ (Ana Josefa Pérez Florido) virgem que se dedicou diligentemente à assistência dos anciãos abandonados e fundou a Congregação das Irmãs Mães dos Desamparados. (1906)
PLÁCIDO GARCÍA GILABER, Beato
Em Dénia, Alicante, Espanha, o Beato PLÁCIDO GARCÍA GILABER religioso da Ordem dos Frades menores e mártir, que consumou egregiamente o seu combate por Cristo. (1936)


HENRIQUE GARCÍA BELTRAN, Beato



Em Benicassim, Castellón, Espanha, o Beato HENRIQUE GARCÍA BELTRAN diácono da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir, que pelo martírio se tornou participante na vitória de Cristo. (1936)

GABRIEL MARIA DE BENIFAYÓ 
(José Maria Sanchis Mompó), beato


Em Picassent, Valência, Espanha o beato GABRIEL MARIA DE BENIFAYÓ (José Maria Sanchis Mompó) religioso da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores que, oprimido pela violência dos inimigos da Igreja, foi ao encontro do Senhor. (1936)


ANTÓNIO RODRÍGUEZ BLANCO, Beato
Em Pozoblanco, Córdova, Espanha, o Beato ANTÓNIO RODRÍGUEZ BLANCO presbitero da diocese de Córdova e mártir. (1936)


VÍTOR CHUMILLAS FERNÁNDEZ e 
19 companheiros MARTINHO LOZANO TELLO, JULIÃO NAVIO COLADO, DOMINGOS ALONSO DE FRUTOS, BENIGNO PRIETO DEL POZO, ÂNGELO HERNÁNDEZ-RANERA DE DIEGO, presbíteros; VICENTE MAJADAS MÁLAGA, VALENTIM DIEZ SERNA, TIAGO MATÉ CALZADA, SATURNINO RIO ROJO, RAIMUNDO TEJADO LIBRADO, MARCELINO OVEJERO GÓMEZ, JOSÉ DE VEGA PEDRAZA, JOSÉ ÃLVAREZ RODRÍGUEZ, FREDERICO HERRERA BERMEJO, FÉLIX MAROTO MORENO, ANTÓNIO RODRIGO ANTÓN, ANDRÉ MAJADAS MÁLAGA, ANASTÁSIO GONZÁLEZ RODRÍGUEZ, AFONSO SÁNCHEZ HERNÁNDEZ-RANERA, beatos

  


Em Fuente del Fresno, Ciudad Real, Espanha, os beatos VÍTOR CHUMILLAS FERNÁNDEZ presbitero e 19 companheiros MARTINHO LOZANO TELLO, JULIÃO NAVIO COLADO, DOMINGOS ALONSO DE FRUTOS, BENIGNO PRIETO DEL POZO, ÂNGELO HERNÁNDEZ-RANERA DE DIEGO, presbíteros; VICENTE MAJADAS MÁLAGA, VALENTIM DIEZ SERNA, TIAGO MATÉ CALZADA, SATURNINO RIO ROJO, RAIMUNDO TEJADO LIBRADO, MARCELINO OVEJERO GÓMEZ, JOSÉ DE VEGA PEDRAZA, JOSÉ ÃLVAREZ RODRÍGUEZ, FREDERICO HERRERA BERMEJO, FÉLIX MAROTO MORENO, ANTÓNIO RODRIGO ANTÓN, ANDRÉ MAJADAS MÁLAGA, ANASTÁSIO GONZÁLEZ RODRÍGUEZ, AFONSO SÁNCHEZ HERNÁNDEZ-RANERA, religiosos, mártires, da Ordem dos Frades Menores. (1939)





 ... E AINDA  ...

SERENA DE ROMASanta


Fino alla precedente edizione del ‘Martyrologium Romanum’, s. Serena, presunta sposa dell’imperatore Diocleziano (243-313) era inserita come celebrazione al 16 agosto, come in precedenza l’aveva inserita Adone († 875) arcivescovo di Vienne, nel suo ‘Martirologio’ e di seguito nei Martirologi successivi, fino al ‘Romano’ sopra citato.
Nell’odierna edizione, essa non è più menzionata, il perché scaturisce dalla grande incertezza che la riguarda come sposa di Diocleziano, infatti Lattanzio (Lucio Cecilio, III-IV sec.) scrittore latino cristiano che visse al tempo ed alla corte di Diocleziano, afferma nel suo “De mortibus persecutorem” che la moglie e la figlia si chiamavano Prisca e Valeria e che furono costrette a fare riti pagani.
Mentre i leggendari “Atti” di s. Marcello e di santa Susanna, parlano invece di un’imperatrice di nome Serena, moglie di Diocleziano, che intervenne per difendere i cristiani dalla persecuzione scatenata dal marito, la decima e la più violenta. Evidentemente il suo intervento fu proficuo, riguardo il termine della persecuzione, perché nel 305 Diocleziano abdicò e si ritirò a Spalato.
Probabilmente dall’antichità, venne considerata per questo, una figura santa da venerare, senz’altro con evidente esagerazione.
HUGOLINA DE VERCÉLLISanta



Il primo biografo di S. Ugolina, che scrisse subito dopo la sua morte, fu il confessore domenicano Padre Valentino. Queste importanti memorie, già introvabili nel ‘700, sono citate dal francescano Ludovico della Croce che, consultandole, scrisse a metà del ‘600 quella che è oggi la biografia più antica. Purtroppo l’opera ha principalmente lo scopo di tramandare le virtù e non le notizie storiche su questa santa, la cui vita è simile ad altre figure sorte nel Medioevo a imitazione degli anacoreti orientali.
Ugolina nacque a Vercelli nel 1239, nella nobile e ricca famiglia De Cassami (o De Cassinis, secondo studi recenti). La sua venuta al mondo fu una grazia per i pii genitori che videro in lei, figlia unica, un dono prezioso e la circondarono di cure premurose. A soli dieci anni esercitava mirabilmente la carità verso il prossimo, la pratica costante della preghiera personale e comunitaria, la perfetta adesione agli insegnamenti dei genitori. Un grande amore aveva per i pellegrini, a quei tempi numerosi. Quando veniva a conoscenza che la meta era la Terra Santa la sollecitudine diveniva particolare, dava loro viveri e denaro per il viaggio.
La prima grande prova per la giovane arrivò quando aveva solo quattordici anni: morì colei che l’aveva generata fisicamente e che aveva formato il suo spirito secondo i più nobili sentimenti cristiani. Rimase dunque col padre che, purtroppo, solo per poco tempo frenò l’impulso di sedurla. Il più orrendo dei crimini familiari stava quindi per consumarsi, in quella casa un tempo felice. Il Signore non abbandonò Ugolina che, con le buone maniere e soprattutto con la preghiera, riuscì a ricondurre il padre sulla retta via. L’equilibrio familiare era però compromesso e Ugolina maturò la vocazione che già sentiva nel cuore. Unica confidente era una donna di nome Libera, a cui manifestò il desiderio di servire Cristo con la preghiera, vivendo ritirata dal mondo. Questa le disse di meditare a fondo la decisione, aspettando un segno celeste. Ugolina decise che avrebbe messo in atto la fuga nel momento in cui il padre si fosse assentato per affari e ciò avvenne proprio il giorno seguente, quando il genitore si recò a Torino. Indossati abiti maschili e un cappuccio, la fanciulla lasciò il palazzo. La straordinaria e pericolosa ispirazione la condusse verso un bosco, distante un miglio dalla città, dove sorgeva la cappella di S. Maria di Betlemme. Vi era a fianco la cella, ormai vuota, di un eremita di nome Favorino che, di ritorno dalla Terra Santa, aveva costruito quel romitorio per vivervi santamente. Ugolina decise che sarebbe stata la sua nuova dimora. Per quarantasette anni, facendo credere di essere un uomo di nome Ugone, visse con lo stretto necessario, in preghiera, tra intensi colloqui con Dio e penitenze per combattere le tentazioni che certo non mancarono.
La distanza dalla città era comunque breve e quindi la cappella divenne un punto di riferimento per tutto il territorio circostante, luogo di orazione, di conforto, di consiglio, per persone di differenti ceti sociali. Ugolina comunicava, senza mostrare il volto, attraverso una finestrella. Solo il confessore e la confidente Libera sapevano chi realmente fosse quell’anacoreta. L’antico biografo ci tramanda un fatto  singolare. Una povera vedova di Vercelli, pesantemente vessata dal Procuratore malvagio della città, chiese aiuto ad Ugolina che eccezionalmente la fece entrare nella propria cella. Alla mezzanotte del giorno seguente, nella cappella a fianco, un angelo le confortò dicendo loro che il persecutore avrebbe pagato per le sue malefatte. Da lì a poco fu difatti condannato. La donna mantenne il segreto, andando poi ogni giorno a trovarla. Trascorsero così molti anni, fino a quando il fisico di Ugolina andò declinando: disturbi allo stomaco e febbri la costrinsero a letto. Qualche giorno prima della morte chiamò il Padre Valentino per la confessione generale e la Santa Comunione. Morì il 16 agosto del 1300.
La notizia si diffuse rapidamente per la città. Il sacerdote andò dal Vescovo, Aimone di Challant, che era già informato dei fatti. In processione solenne, col clero e il popolo, volle renderle omaggio. Ugolina, su un povero giaciglio, riposava nella pace del Signore, col costato del Crocifisso, che teneva tra le mani, appoggiato alla bocca. Il Vescovo, commosso, si inginocchiò baciandole le mani. Tutto il popolo sfilò davanti alla salma, scoprendo finalmente che era la figlia del ricco De Cassami. Secondo il suo volere fu sepolta nella cella, poi, successivamente, in chiesa. La tomba divenne meta di pellegrini, sovente miracolati. Fu santa a furor di popolo, con festa l’8 di agosto. Nel 1453 i Francescani eressero a fianco della chiesa un importante convento, detto S. Maria di Billiemme (da Betlemme), perdurando la devozione verso la santa. La reliquia del cranio fu autenticata dal vescovo Mons. D’Angennes il 26 giugno 1832. Ai tempi delle soppressioni napoleoniche degli ordini religiosi fu tenuta, per breve tempo, da una pia persona, poi pervenne al Capitolo Metropolitano e infine ricollocata in chiesa.
La cappella, con le sue volte a vela, fu pregevolmente affrescata nel secolo XVI, mentre la cella venne distrutta nell’assedio del 1704. Nell’800 a Billiemme sorse il cimitero cittadino.
Nel 1996 la secolare presenza dei Francescani cessò, subentrando i Padri Marianisti.


PREGHIERA
O ammirabile Ugolina
che, decisa a imitare l’immagine di Gesù Cristo,
ti applicasti nel povero eremo di Billiemme ai rigori della penitenza,
alle veglie in preghiera, ai digiuni,
alla macerazione della tua carne innocente,
all’orazione fino ad ottenere un’intima unione con Dio,
ottienici la grazia di vincere, con l’esercizio della mortificazione,
le nostre passioni e di sapere gustare le gioie dell’amicizia con Dio.
Amen.


_____

miscelania 003

»»»»»»»»»»»»»»»»


»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las





A Brasileira Pestana Hotel

Porto


ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

Etiquetas