FELIZ PÁSCOA

https://www.recadosonline.com/img-33713.html https://img1.recadosonline.com/229/127.gif

sábado, 21 de julho de 2018

Nº 3 5 42 - SÉRIE DE 2018 - 202 - SANTOS DE CADA DIA - 21 DE JULHO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos




Foto do autor
Abril-2018


Nº  3 5 4 2



Série - 2018 - (nº 202)


21 de JULHO de 2018


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



**********************************************************

Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

___________________________________________________________________________

*********************************
***************************
*********************

»»»»»»»»»»»»««««««««««««



LOURENÇO DE BRINDES, Santo

Doutor da Igreja




     
São LOURENÇO DE BRINDES presbitero e doutor da Igreja que, tendo entrado na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, desempenhou incansavelmente o ministério da pregação em várias regiões  da Europa, quer para defender a Igreja dos ataques dos infiéis, quer para promover a reconciliação dos príncipes, quer no governo da sua Ordem, realizando toda a sua actividade com simplicidade e humildade. Morreu em Lisboa, Portugal, no dia 22 de Julho. (1619)

Texto do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Doutor da Igreja declarado em 1959 por JOÃO XXIII, nasceu em Brindes - Itália, em 1559 e morreu em Lisboa, a 22 de Julho de 1619. Foi um dos mais assinalados religiosos do seu tempo e adversário temível do protestantismo. Fez-se capuchinho em Veneza, em 1575, recebeu o sacerdócio em 1582, pregou por uns 20 anos na Itália e na Alemanha e em 1602 subiu a ministro geral da sua Ordem. Excelente diplomata, foi sem cessar encarregado pela Santa Sé das mais altas missões, durante os últimos quinze anos  de vida. Faleceu estando em Lisboa, aonde viera tratar com Filipe III de Espanha da causa dos napolitanos, vezados e oprimidos pelo vice-rei. Deixou LOURENÇO obras de controvérsias e de exegese; e também outros escritos que o elevam a mestre da vida espiritual.
Aos quatro anos já pedia que o autorizassem a viver entre os franciscanos conventuais. Mas fez-se capuchinho, depois de ter estudado filosofia e direito canónico.
Muito novo, já fixava de cor e repetia aos da sua idade os sermões ouvidos os da Igreja. Fixou de cor toda a Bíblia. Em hebraico pregava aos judeus.
Às suas orações foi atribuída a tomada de Alba Real aos turcos. Foi sempre observantíssimo da disciplina religiosa e aspérrimo penitente.



PRAXEDES de Roma, Santa



Em Roma, a comemoração de Santa PRAXEDES a cujo título foi dedicada a Deus uma igreja no Esquilino. (491)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


Celebrava-se hoje a festa duma virgem romana contemporânea dos Apóstolos. Chamava-se Santa PRAXEDES e foi irmã de Santa PUDENCIANA. O pai, com grande probabilidade, foi o senador Pudente, discipulo e acolhedor dos Apóstolos São PEDRO e São PAULO. Este último envia saudações de Pudente, ao escrever a segunda carta a TIMÓTEO. Uma tradição antiquissíma diz-nos que São PEDRO foi hospedado por Pudente, que tinha duas casas em Roma: uma nas vizinhanças, que deu origem ao cemitério de Priscila, na Via Salária; e outra no interior, onde hoje está edificada a antiquissima Igreja de Santa PUDENCIANA, no Viminal. Tanto Pudente como ambas as suas filhas, PUDENCIANA e PRAXEDES foram sepultadas no mencionado cemitério de Priscila.
De Santa PRAXEDES só conhecemos a generosidade com os cristãos, a intrepidez e caridade com os mártires e a longevidade, pois viveu até meados do século II, nos tempos de PIO I.

MÁRTIRES ESCILITANOS


Na falta de outros dados mais concretos sobre Santa PRAXEDES (além dos acima citados) , transcreve-se a seguir um dos documentos cristãos mais antigos e mais puros, a juizo de todos os críticos modernos. Referimo-nos às Actas dos MÁRTIRES ESCILITANOS, da pequena colónia romana Scillium, na Numídia. A cena passou-se a 19 de Julho mais ou menos do ano de 195, segundo a cronologia mais segura hoje, sendo imperador Septímio Severo.
São chamados a julgamento vários cristãos e cristãs, e as Actas reproduzem o diálogo entre eles e os juízes.

O Procônsul Saturnino disse: - «Podeis obter o perdão imperial, caso sigais os conselhos da prudência».
ESPERATO respondeu: - «Não fizemos nem dissemos mal algum, mas damos graças a Deus pelo mal que nos fazem, pois temos a Deus como Rei e Senhor».
Saturnino - «Não quero ouvir os teus insultos à nossa religião. Jurai pela felicidade do Imperador, nosso senhor».
ESPERATO - «Eu não conheço o génio do imperador da terra, mas sirvo o meu Deus, que é o Deus do Céu, a quem nenhum viu nunca nem pode ver. Não sou culpado de delito. Não me aproprio dos bens alheios. Se compro alguma coisa, pago os direitos aos tesoureiros do Imperador, porque sei que Deus mo deu por amo».
Saturnino - «Abandonai essa crença vã».
ESPERATO - «Não há crença mais perigosa do que a que permite o homicídio e o falso testemunho».
Saturnino - «Parai de ser ou parecer cúmplice de tal loucura».
CITINO, levantando os olhos - «Nós não temos nem tememos senão a um Deus, aquele que está nos céus».
DONATA - «Damos a César a honra devida a César: mas Deus temos só um».
VÉSTIA - «Eu sou cristã».
SEGUNDA - «Eu também e continuarei a sê-lo».
Saturnino - dirigindo-se a ESPERATO - «Também tu continuas a ser cristão
ESPERATO e outros, a uma voz - «Sou cristão».
Saturnino - «Necessitais de tempo para deliberar».
ESPERATO - «É assunto tão evidente, que tudo está pensado».
Saturnino - «Que livros conservais nos vossos armários?».
ESPERATO - «Os nossos livros sagrados e, além disso, as cartas de São PAULO, apóstolo, homem justo».
Saturnino - «Dou-vos uma trégua de 30 dias para, se quiserdes, vos arrependerdes».
ESPERATO - «Sou cristão e adorarei o Senhor, meu Deus».
Os outros repetiram o mesmo
Então Saturnino pegou nas suas tabuazinhas e leu esta sentença: 
«Uma vez que ESPERATO, NARÇAL, CITINO, DONATA, VÉSTIA e SEGUNDA... declaram viver como cristãos e rejeitam a oferta que lhes fiz para reflectirem e entrarem no modo de viver próprio dos Romanos, persistindo assim na obstinação, condenamo-los a que morram à espada».
ESPERATO  -  «Não podemos quanto baste para dar graças a Deus».
NARÇAL - «Merecemos ser mártires. Demos graças a Deus».
Conduzidos ao lugar do suplício, ajoelharam.-se, louvaram a Deus e apesentaram as suas cabeças. Coroados pelo martírio, reinam com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Ámen.


DANIELSanto


 


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Sobre o profeta DANIEL (nome que significaO meu juiz é Deus) temos de contentar-nos com magras informações fornecidas pelo livro do Antigo Testamento que tem o seu nome:
Descendia duma família nobre de Judá. O historiador judaico JOSEFO e São JERÓNIMO chamavam-lhe Principe real. Ainda jovem, foi deportado para a Babilónia, depois da batalha de Karkemisch (605) quando Nabucodonosor tomou Jerusalém. Com três companheiros, foi educado durante três anos na corte da Babilónia e instruído nas letras e na língua dos Caldeus. Impuseram-lhe então o nome babilónico de BALTASAR, que quer dizer: Ó Bel, protege-lhe a vida - sendo Bel deus do panteão local. Depois foi admitido ao serviço do rei. Graças a uma revelação divina, soube explicar ao soberano um sonho misterioso e ficou sendo conselheiro favorito dele. Esta boa sorte lembra a de JOSÉ no Egipto, No treinado de Nabucodonosor como dos sucessores - como tais são chamados seu filho BALTASAR, o rei medo Dario e Ciro - DANIEL ocupou as mais altas situações. O último oráculo que lhe é atribuído data do terceiro ano de Ciro (536).
O livro de DANIEL, na Bíblia hebraica, compreende seis narrações e quatro profecias
Estas Narrações (1-6) referem a deportação de DANIEL e sua educação na Babilónia; a estátua colossal com pés de barro abatida por uma pedra que é o reino de Deus: sonho de Nabucodonosor; os três amigos de DANIEL deitados à fornalha e salvos por um anjo; um sonho, seguido pela loucura do rei; o festim e a morte do rei Baltasar; DANIEL lançado aos leões e defendido por Deus. 
As profecias são: a visão dos quatro animais (quatro impérios) e do filho do homem, Messias (7); o carneiro e o bode (segundo, terceiro e quarto impérios - 8); o oráculo das setenta semanas (9); as lutas entre o Egipto e a Síria depois de Alexandre, e a perseguição dos judeus por Antíoco Epifânio, da Síria, seguida pela libertação deles (10-12). E devem assinalar-se três acrescentos: a oração de Azarias e o cântico dos três jovens (3, 24-90); a história de Susana (13); Bel e o dragão (14).
Em DANIEL não há exortações morais como nos outros grandes profetas. São-lhe feitas revelações por sonhos ou visões extraordinárias, devidas a  anjos que lhe explicam em seguida o que ele viu ou ouviu. Estas visões proféticas são extremamente preciosas quanto aos factos que relatam; mas as perspectivas estão muitas vezes fundidas, e os acontecimentos macabeus, messiânicos e do fim dos tempos aparecem, na mesma luz.
livro de DANIEL tem carácter apocalíptico (Deus manifestando aos homens coisas só por Ele conhecidas); este livro é o primeiro autêntico apocalipse, o primeiro exemplar deste género literário. São JOÃO imitou-o. O livro de DANIEL recebeu a forma definitiva no tempo dos Macabeus, mas apoia-se em tradições do tempo do exílio.
Teve grande importância histórica, ou mais exactamente historiográfica; durante longos séculos, foi uma das grandes fontes para a história da antiguidade. A sua influência teológica é capital. O «filho do homem», que vem sobre as nuvens diante do trono de Deus e recebe o governo do mundo (7, 13-14), tem a honra de aparecer de novo nos Evangelhos. O anúncio da ressurreição dos mortos (12, 2-3) é o acabamento da doutrina dos novíssimos no Antigo Testamento. Os anjos figuram de maneira especial em DANIEL.
Quanto à iconografia, o tema de DANIEL entre os leões foi representado desde as catacumbas. Aparecem também os três jovens na fornalha; ou Habacuc, levado por um anjo, a dar de comer a DANIEL na cova dos leões; ou DANIEL defendendo Susana, acusada injustamente; ou ainda DANIEL envenenando o dragão. Seria interessante ainda notar as representações do profeta na Idade Média, em que os textos se escreviam em bandeirola para os tornar conhecidos. No tecto da Capela SistinaMIGUEL ÂNGELO viu-o como jovem de cabelos louros vaporosos, absorvido em comparar textos: consulta um livro à direita, enquanto com o braço esquerdo musculoso abre uma grande Bíblia apoiada nos joelhos. segura-a um anjinho nu com a atitude do Atlas a segurar o universo.
Notemos, para acabar, que é preciso não confundir este DANIEL com DANIEL (Ez 14, 14 e 20; 28, 3). EZEQUIEL nomeia DANIEL como grande justo ao lado de NOÉ e de JOB. este herói foi cantado num poema fenício.



VÍTOR, Santo
   
  

Em Marselha, na Provença, Gália hoje França, São VÍTOR mártir. (292)


SIMEÃO SALO e JOÃOSantos

  

Em Emessa, hoje Homs, na Síria, São SIMEÃO SALO que , movido pelo Espírito Santo, quis ser considerado louco por amor de Cristo e ignóbil aos olhos dos homens. Também a comemoração de São JOÃO eremita que, durante quase trinta anos, foi companheiro de São SIMEÃO na peregrinação aos Lugares Santos e no ermo próximo do lago Asfáltite, na Judeia. (séc. IV)




ARBOGASTOSanto



Em Estrasburgo, Borgonha, hoje na França, santo ARBOGASTO bispo. (séc. VI)


GABRIEL PERGAUDBeato

  


Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, França, o Beato GABRIEL PERGAUD presbitero e mártir que, sendo cónego regular na abadia de Beaulieu, no territorio de Saint-Brieuc durante a revolução francesa, por causa do sacerdócio foi arrebatado para fora da abadia e encarcerado na esquálida galera, onde consumou o seu martirio, morrendo afectado por uma enfermidade contagiosa. (1794)


ALBERICO CRESCITÉLLISanto



Em Yanzibian, próximo de Yangpingguan, na China, Santo ALBERICO CRESCITÉLLI presbitero do Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras e mártir que, durante a perseguição dos «Yihetuan» cruelmente espancado quase até à morte, fui no dia seguinte arrastado por um caminho pedregoso com os pés ligados até ao rio, onde, minuciosamente dilacerado e finalmente decapitado, recebeu a coroa do martírio. (1900)


JOSÉ WANG YUMEISanto
 


  
A caminho de Daining, próximo de Yongnian, Hebei, China, a paixão de São JOSÉ WANG YUMEI mártir na mesma perseguição. (1900)

AGRÍCOLA RODRIGUEZ GARCIA DE LOS HUERTOS, Beato



Em Mora, próximo de Toledo, erspan ha, o Beato AGRÍCOLA RODRIGUEZ GARCIA DE LOS HUERTOS presbitero da diocese de Toledo e mártir. (1936)

JOSÉ LIMÓN LIMÓN e JOSÉ BLANCO SALGADO, Beatos



Em Morón de La Frontera, Sevilha, Espanha, os beatos mártires JOSÉ LIMÓN LIMÓN presbitero e JOSÉ BLANCO SALGADO religioso ambnos da Sociedade Salesiana. (1936)



 ... E AINDA  ...


JOÃO DE LAS VARILLASBeato

 

Grande missionario mercedario fu, il Beato Giovanni de Las Varillas, che accompagnò Herman Cortés come suo consigliere e cappellano nella sua prima spedizione in Honduras nell’anno 1524. Anche se non riuscì a stabilire l’Ordine Mercedario nella terra atzeca (infatti non furono fondati conventi fino al 1597), fu comunque un’eccellente evangelizzatore e convertì alla fede di Cristo una moltitudine di quei popoli vincendoli dalle superstizioni. Colmo di virtù e meriti morì santamente in terra messicana.
L’Ordine lo festeggia il 21 lugli

JOÃO DE ZAMBRANA, Beato


Giunto in Guatemala nell’anno 1535, il missionario Beato Giovanni de Zambrana, fu l’evangelizzatore più rinomato del paese, il quale eresse dalle fondamenta il convento mercedario di San Giacomo dei cavalieri nella città di Santiago. Portò alla fede cattolica molte popolazioni barbare e fu il primo a predicare il vangelo agli indios del Guatemala. Dopo aver accumulato molti meriti in fama di santità passò alla vita eterna.
L’Ordine lo festeggia il 21 luglio
LUCRÉCIA GARCIA SOLANAS, Beata

 

Lucrecia García Solanas nacque ad Aniñón, presso Saragozza, il 13 agosto 1866. Il 9 ottobre 1910 si sposò con José Gaudí Negre, il quale morì nel 1926. Da allora in poi, visse nel convento delle monache Minime di Barcellona, in un’abitazione esterna alla clausura, per stare vicino a una sua sorella, madre Maria di Montserrat. Sempre a disposizione delle monache, accorreva in portineria a ricevere i messaggi per loro. Si era abituata a seguire la preghiera della comunità, da donna molto religiosa qual era. Non è dato sapere se avesse figli.
Allo scoppio della guerra civile spagnola, venne costretta ad abbandonare il convento e, insieme alla sorella e ad altre otto monache, si rifugiò in un edificio vicino, la Torre Arnau. Nonostante le fosse stata offerta la possibilità di rifugiarsi presso alcuni parenti a Barcellona, Lucrecia non volle abbandonare madre Maria di Montserrat e le altre.
Alle tre e mezza della notte del 23 luglio, alcuni miliziani, informati da Esteban, il portinaio del convento, assaltarono la torre in cerca di dieci monache. Entrati nella sala da pranzo, videro nove donne che recitavano il Rosario e chiesero chi di loro fosse la superiora, per ottenere da lei i valori del convento.
Le nove monache e Lucrecia vennero gettate in un camion e, dopo essere fatte scendere, torturate e uccise. Al momento del martirio, la vedova aveva settant’anni. Insieme alle sue compagne di martirio, è stata beatificata a Tarragona il 13 ottobre 2013, inclusa nel più vasto gruppo di cinquecentoventidue martiri caduti durante la guerra civile spagnola.


________________________________ _____

miscelania 003

»»»»»»»»»»»»»»»»


»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




Universidade de Coimbra 


ANTÓNIO FONSECA

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Nº 3 5 4 1 - SÉRIE DE 2018 - 201 - SANTOS DE CADA DIA - 20 DE JULHO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos




Foto do autor
Abril-2018


Nº  3 5 4 1



Série - 2018 - (nº 201)


20 de JULHO de 2018


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



**********************************************************

Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

___________________________________________________________________________

*********************************
***************************
*********************

»»»»»»»»»»»»««««««««««««


ELIAS, Santo

  



  

ELIAS (ELIYAHU, o meu Deus é Iavé) constitui uma das mais fortes personalidades da história da revelação no Testamento Antigo. Com ELISEU é o grande profeta do século IX a. C., no reino do Norte, numa época em que a religião era violentamente perseguida pela idolatria. ELIAS foi o arauto de Deus para uma missão claramente religiosa e moral. 
Era de Tisbe, em Galaad. À perversão religiosa de Israel anunciou a sanção divina: «Pela vida do Senhor, Deus de Israel, a Quem sirvo, não cairá nestes anos orvalho nem chuva, senão quando eu disser». 
Sanção terrível nesse país de fogo em que o Sol dardeja morte. Em seguida à palavra do tribuno de Deus, as multidões encapeladas das nuvens de trovoada desapareceram, do mesmo modo que as provisões nocturnas das gotas de orvalho. Profeta de desgraças !  Que diria Acab, rei absoluto ? Se ele lhe pedisse o próprio sangue para lhe ensinar a fechar o céu ?

«Vai, disse Deus ao profeta de manto de pelo e tanga de couro. Vai para o oriente, esconde-te na torrente do Carit, ao Oriente do Jordão. Beberás da torrente e ordenei aos corvos que te levem de comer». Todavia, os preceitos de Deus não trazem só descanso. depois deles é preciso caminhar, andar para a frente; o Carit secou.
O profeta refugiou-se então na Fenícia, em Sarepta (entre Tiro e Sídon). Fiada na sua palavra, uma pobre viúva não hesitou em sacrificar-lhe o que lhe restava para ela e para o filho, um punhado de farinha e um resto de azeite. Mas não ganhou pouco: a panela e a ânfora foram inesgotáveis até vir a chuva. 
Mas em que pensa Deus? O filho desta mulher morre. ELIAS, por três vezes, deita-se sobre o cadáver: «Senhor, meu Deus, fazei que a alma deste menino volte a entrar nele». E houve ressurreição. 
Onde vivia Acab havia fome, os mantimentos não tinham preço. A polícia dele cercava ELIAS. No terceiro ano de seca, disse Deus a ELIAS:
 «Vai ter com Acab, farei que chova». 
Que maravilha de encontro !  O potentado não acreditava no que via: «Tu, aqui, o perturbador de Israel ?» ELIAS respondeu: «Não perturbo Israel. És tu, e a  casa de teu pai, o vosso abandono dos mandamentos de Iavé, e o vosso culto dos Baals. Vamos, convoca-me todo o Israel no monte Carmelo e os 450 profetas da Vergonha (de Baal)...».
As nossas missões populares imaginam encenamentos do inimigo, inventam manifestações "espectaculares". O que realizou ELIAS foi prodigioso. Quando toda a gente se encontrava no local: «Até quando claudicareis dos dois pés? - exclamou ELIAS. Se IAVÉ é DEUS, segui-O, mas se é Baal, segui a Baal!» Silêncio. 
Então ELIAS mandou preparar para o sacrifício dois touros,  mas sem fogo. Ele estava só, afrontando-se com os 450 de Baal. Ele e eles invocaram os respectivos deuses. O céu responderia. Encantada com o programa - a liturgia pelo raio - a multidão exclamou: «Bravo!» Desde a manhã até ao meio dia, o batalhão da vergonha invocou o seu deus, gritando, dançando e retalhando os corpos com incisões sangrentas. ELIAS zombava deles: «Gritai com mais força. Talvez ele durma e é preciso acordá-lo». Eles profetizaram até à hora da oblação, sem resultado.
Então ELIAS mandou que o povo se aproximasse, restaurou o altar de IAVÉ e colocou a vítima: mas ordenou que a regassem com água, nada menos que três vezes. Depois invocou a Deus. E caiu o fogo de IAVÉ, que tudo devorou. O povo prostrou-se, repetindo: «É IAVÉ que é DEUSELIAS mandou degolar todos os profetas de Baal. E a chuva caiu com abundância.
Que triunfo !  ELIAS já não pensava na rainha Jezabel. Esta mandou dizer-lhe: «Tratar-te-ei como tu trataste os profetas». ELIAS fugiu para o deserto. Percorrido um dia de caminho, parou, desanimado: «Basta, IAVÉ, tirai-me a vida, porque não sou melhor que os meus pais». Animado por um anjo, chegou ao Sinai, a  montanha sagrada em que MOISÉS tivera audiência do ETERNO. IAVÉ comunicou-se a ELIAS
Soprou um vento furioso, capaz de fender as montanhas e quebrar os rochedos: mas IAVÉ não estava naquele vento. 
Em seguida, foi um tremor de terra: mas IAVÉ não estava no tremor de terra. Depois acendeu-se um fogo: mas IAVÉ não estava no fogo. 
Por fim, o murmúrio duma brisa ligeira e uma voz disse: 
«Que fazes aqui, ELIAS?» Respondeu: 
«Ardo em zelo por IAVÉ, Deus dos exércitos, pois os filhos de Israel abandonaram a vossa aliança, derribaram os altares, passaram os vossos profetas ao fio da espada. escapei eu só, mas querem matar-me!» O Senhor mandou ao seu arauto que fosse a Damasco, para sagrar um rei da Síria, e sagrar um rei de Israel e sagrar um profeta, ELISEU. Haveria morticínios, mas que deixariam subsistir 7000 justos em Israel. ELIAS encontrou ELISEU  a lavrar. Cobriu-o com o sue manto, acto simbólico da tomada de posse por parte de Deus. ELISEU revestiu-o com magnanimidade.
depois ELIAS compareceu diante de Acab, que tinha mandado matar Nabot, a conselho de Jezabel, a soberana, para lhe confiscar a vinha. O principe disse a ELIAS. «Encontraste-me de novo, ó meu inimigoELIAS respondeu: «Sim, porque te vendeste para fazer mal aos olhos de IAVÉ». O castigo será sensacional! Sangue por sangue. Os cães comerão Jezabel no fosso de Jezrael...» Acab, muito comovido, fez penitência. IAVÉ transferiu o castigo para o filho dele. As decisões divinas podem ser retardador: as duas sagrações reais prescritas a ELIAS foram realizadas por ELISEU. Ao cabo de dois anos dum reinado funesto, Ozonias, filho de Acab, caiu da janela, pondo os seus dias em perigo. recorreu a Bealzebub, Baal das moscas, deus curador e insecticida .
ELIAS veio a saber a notícia. Que afronta para IAVÉ !  Foi à espera dos mensageiros de Ozonias e disse-lhes que voltassem: o rei estava a morrer. O príncipe pediu-lhe os sinais daquele que tinha assim apanhado a mosca: «Um homem vestido de peles, com um cinto de couro à volta dos rins. - É ELIAS, o tesbita!» O régio ferido enviou-lhe imediatamente um chefe  com os seus 50 homens: «Homem de Deus, o rei manda que desçasELIAS estava no seu auge. «Se eu sou homem de Deus, caia fogo do céu e consuma-te, a ti e aos teus 50». Na verdade, caiu fogo do céu que devorou o oficial e os seus 50. Nova expedição: «Ó homem de Deus, o rei ordena que desças depressa!». Novo raio e mais 51 mortos. Terceira embaixada. Ensinado pela hecatombe precedente, o terceiro chefe pediu suplicante.  ELIAS desce, vai ter com o soberano e anuncia a morte dele; e Ocozias morreu.
O profeta inflamado de zelo, com réplicas de génio, com apologética flamejante, desapareceu de maneira digna dele. Andava com o discipulo ELISEU do lado de lá de Jericó, não longe do Jordão, que tinha passado a pé seco, em virtude dum prodígio semelhante ao milagre de JOSUÉ. de repente. ELIAS viu-se separado do seu primogénito espiritual por um carro de fogo e cavalos de fogo, E ELIAS subiu ao céu num redemoinho. ELISEU via-o e gritava: «Meu pai, meu pai! Carro e condutor de Israel!». E deixou de o ver.
ELIAS deve regressar no fim dos tempos para a conversão dos Judeus. São JOÃO BAPTISTA foi o profeta  análogo a ELIAS, que representa toda a ordem profética e a este título, apareceu ELIAS na Transfiguração.
A sua lembrança conserva-se ainda no monte Carmelo: na extremidade sudeste da cadeia, num alto raso, chamado «o holocausto» encontra-se o lugar imortalizado  pelo sacrifício de ELIAS. No fundo do declive do cabo Carmelo rodeado por uma construção chamada Escola dos Profetas, depara-se-nos a gruta do «Verdejante» identificado com Santo ELIAS. Há, por último, uma fonte de ELIAS. Todas as imediações sem distinção de crenças, prestam culto enternecedor ao santo profeta.
É venerado no oriente. O Ocidente festejou-o a 17 de Junho, e depois a 20 de Julho com os gregos.




MARGARIDA de Antioquia, Santa




Expulsa de casa por se ter feito cristã, fez-se pastora e guardava, nesse dia, as ovelhas perto de Antioquia quando viu passar o governador Olíbrio. Este ganhou-lhe logo amor e disse ao criado: « Se ela é livre, caso com ela, se não é, quero-a para concubina». 
O criado falou-lhe e ela informou-o que era nobre e se chamava MARGARIDA; mas declarou-se cristã. «As duas primeiras coisas, replicou ele, quadram-te bem; tudo é nobre em ti e não há pérola (margarita) no mundo tão bela como tu; mas é indigno de ti adorar um deus vergonhosamente crucificado». E o que ela lhe disse na audiência do dia seguinte, tanto o irritou que lhe mandou cortar a cabeça.
Outra lenda afirma que MARGARIDA foi atacada pelo diabo , disfarçado em dragão, o qual se lançou sobre ela e a engoliu viva. Mas, com uma cruzinha que ela trazia sempre, abriu-lhe a barriga, donde pôde sair para estrangular o animal imundo com o cinto, indo depois deitar-lhe o cadáver ao mar.
Na realidade, nada sabemos desta mártir, dos fins do século III diz-se, a qual foi tão popular na Europa desde as cruzadas e da qual tantas rainhas , santas e simples cristãs herdaram o nome. Apenas sabemos o que sobre ela disse Santa JOANA D'ARC: Santa MARGARIDA foi, de facto, uma das Vozes que lhe falaram desde os treze anos, a guiaram durante toda a sua missão e a ajudaram a subir ao cadafalso.
Faz parte dos 14 Santos Auxiliadores.




AURÉLIO de Cartago, Santo 
  


 Do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Santo AURÉLIO foi bispo de Cartago (actual Tunísia) de 392 a 430 e, durante todo este tempo, chefe verdadeiro da igreja de África, que então contava perto de 500 bispos. Governou-a de maneira exemplar, ajudado, aconselhado e confortado pelo seu grande amigo Santo AGOSTINHO.  Tão numerosos eram lá e turbulentos os hereges, que AURÉLIO teve de reunir 36 concílios locais para os combater. Presidia à assembleia e velava pela execução dos decretos; mas era AGOSTINHO que falava, atacando o erro e estabelecendo a doutrina. Foi a pedido de AURÉLIO que ele escreveu o tratado De Opere monachorum (Do trabalho monástico); era dirigido contra os monges que difundiam relíquias de mártires, autorizando aqueles que lhes davam dinheiro a beijá-las e a conseguir deste modo a salvação. «Fechai-lhes a porta, dizia, porque é o meio único de levar esses mandriões ao trabalho». AURÉLIO morreu em 430, no mesmo ano que Santo AGOSTINHO, quando os Vândalos invadiram o país.


   
VILGEFORTE (ou LIBERATA ou COMBA), Santa

No livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga,

Ver NOVE IRMÃS GÉMEAS em 8 de Junho,
 onde diz o seguinte:
     

LIBERATA - Esta Santa retirou-se para o deserto e padeceu o martírio da cruz. (Uns dizem que em Miragaia - Porto, outros que em Castelo Branco. O Padre Cardoso  no seu Dicionário geográfico, diz que foi em Águas Santas, uma légua para o norte da cidade do Porto (Maia) no sítio onde rebentou uma fonte chamada Santa, pelos efeitos milagrosos com que eram beneficiados os doentes que a ela concorriam.

No mesmo Livro  acima citado e no dia de hoje (21-Julho), diz-se o seguinte:

O Martirológio Romano apresenta hoje: em Portugal, Santa VILGEFORTE ou LIBERATA, virgem e mártir, a qual, pelejando denodadamente pela fé em Cristo e pela castidade, finalmente crucificada, consumou o seu glorioso triunfo.
Em Luca (Toscana - Itália) há um crucifixo atribuído ao pincel de Nicodemos. Chama-se Santo VOLFO (SANTO ROSTO). JESUS está vestido e coroado. Foi muito reproduzido pela Europa. Era uma figura estranha, parecia mulher.  Longe de Luca, tornou-se incompreensível. Daí nasceu a lenda de um rei de Portugal ter prometido uma filha em casamento a um principe pagão. Ela, para se livrar, pede a Deus que a transfigure. O pai, desgosto, crucifica-a.
Daí o nome de VIRGO FORTIS (VILGEFORTE). A Imagem concedia muitas graças. Recebeu o nome flamengo de Santa OUTKOMMEN, o francês de Saint COMBE, o português de Santa COMBA. Do sentido activo flamengo passou-se ao passivo: de CONSOLAÇÃO  CONSOLADA, logo AFLITA. Daí Santa KUEMMERIUS, Santa DOR, Santa AFLIÇÃO, Santo SOFRIMENTO.
Em 1576 fez-se em Coimbra um inquérito a propósito dos milagres obtidos no túmulo da mártir chamada COMBA. Os padres Agostinhos interrogados responderam nada saber da vida nem da morte de tal Santa



MACEDÓNIO, TEÓDULO e TACIANO, Santos
   


Em Meros,na Frígia, hoje Turquia, os santos MACEDÓNIO, TEÓDULO e TACIANO mártires, que no tempo do imperador Juliano o Apóstata por ordem do governador Almáquio, foram colocados sobre grades de ferro em brasa, onde consumaram com alegria o seu martirio. (362)


MACRINA a JovemSanta


No mosteiro de Annesis junto ao rio Íris, no Ponto, hoje Turquia, Santa MACRINA  a Jovem, virgem, irmã dos santos BASÍLIO MAGNO, GREGÓRIO DE NISSA e PEDRO DE SEBASTE erudita na Sagrada Escritura, que se retirou para a vida solitária e foi admirável exemplo do amor de Deus e abandono da vaidade do mundo. (379)

DIO DE CONSTANTINOPLA o Taumaturgo, Santo


Em Constantinopla, hoje Istambul, Turquia, São DIO o Taumaturgo arquimandrita natural de Antioquia que, nesta cidade foi ordenado sacerdote e construiu um mosteiro sob a regra dos Acemetas. (séc. V)



SÍMACOSanto



Em Roma, junto a São Pedro, São SÍMACO papa que, depois de ter sofrido muito tempo0pela facção dos cismáticos, morreu como autêntico confessor da fé. (514)


ÁUREA DE CÓRDOVA, Santa
  


Em Córdova, na Andaluzia, Espanha, Santa ÁUREA virgem irmã dos santos mártires ADOLFO e JOÃO que, durante a perseguição dos Mouros, acometida pelo medo, abjurou perante o juiz; mas logo se arrependeu e, renovando a batalha, venceu o inimigo num novo combate com o derramamento do seu sangue. (856)



BERNOLDO ou BERNOLFOSanto



Em Utrecht, na Gélbria da Lotaríngia, território da actual Holanda, São BERNOLDO ou BERNOLFO bispo que libertou igrejas e mosteiros do domínio dos poderosos e construiu muitas igrejas e fomentou nos mosteiros a observância dos Cluniacenses. (1054)


ESTILA DE ABENBERGBeata
  



  
No mosteiro de Marienburg, na Francónia, Alemanha, a Beata ESTILA virgem consagrada que foi sepultada na igreja por ela construída. (1140)

BRUNO DE SOLERO, Santo




Em Ségni, no Lácio, Itália, São BRUNO bispo que trabalhou e sofreu muito pela renovação da Igreja e, por isso, obrigado a deixar a sua sede episcopal encontrou refúgio em Montecassino, aio qual presidiu como abade temporário do mosteiro. (1123)


PEDRO CRISCI, Beato



Em Foligno, na Úmbria, Itália, o Beato PEDRO CRISCI que, tendo distribuindo todos os seus bens pelos pobres, exercitou o ministério na Igreja catedral e viveu em grande humildade e penitência na torre do campanario da igreja. (1323)

JOÃO PLESSINGTONSanto



Em Chester, na Inglaterra, São JOÃO PLESSINGTON presbitero e mártir, que, ordenado sacerdote em Segóvia e regressando à Inglaterra, foi por isso condenado ao suplicio da forca no reinado de Carlos II. (1679)


JOÃO BAPTISTA ZHOU WURUI, Santo




Em Lujiazuang, Yingzian, no Hebei, na China, São JOÃO BAPTISTA ZHOU WURUI mártir que, ainda adolescente se declarou abertamente cristão perante os sectários «Yihetuan» e por isso foi desmembrado a golpes de machado. (1900)

ISABEL QIN BIANZHI e SIMÃO QIN  CHUNFU, Santos



Em Liucun, Renkin, Hebei, China, os santos mártires ISABEL QIN BIANZHI e seu filho SIMÃO QIN CHUNFU de 14 anos que, durante a mesma perseguição dos «Yihetuan» fortes na fé, superaram toda a crueldade dos inimigos. (1906)


AQUILES PUCHALA e HERMANO STEPIEN, Beatos 

    

Em, Borowikowsczyzna, Polónia, os beatos AQUILES PUCHALA e HERMANO STEPIEN presbiteros da Ordem dos Frades Menores Conventuais e mártires que, durante a ocupação da Polónia sua pátria, sob um regime militar estrangeiro, foram mortos em ódio à fé crista. (1943)



 ... E AINDA  ...


ANTÓNIO DE VALLADOLIDBeato



Provinciale perpetuo dell’Ordine Mercedario di Castiglia, il Beato Antonio da Valladolid, come profondo conoscitore delle Sacre Scritture fu consigliere dei Re cattolici spagnoli. Con chiara visione di futuro, prese l’inestimabile decisione di inviare i primi missionari in America, con il consenso dato da papa Alessandro VI° nel 1493 ai Re, il diritto di conquista di quelle terre con la condizione di evangelizzarle nella fede cattolica. Inoltre visitò molte chiese della Spagna e per la sua grandissima carità, spesso veniva chiamato padre dei poveri. Dopo una vita piena di meriti, nell’anno 1514 consegnò la sua purissima anima al Signore.
L’Ordine lo festeggia il 19 lugli
ARSÉNIO o GrandeSanto



Nella Chiesa primitiva le debolezze umane venivano combattute con una disciplina assai rigorosa. In tempo di persecuzione l'ideale era rappresentato dalla morte per Cristo, col martirio. Poi, a cominciare dal IV secolo, si cercava un'altra morte: la rinuncia al mondo e la solitudine del deserto. La vita eremitica, che ha nell'egiziano S. Antonio abate l'esempio più imitato e più popolare, grazie anche alla biografia scritta da S. Atanasio, costituì per molti anni il rifugio preferito di questi simpatici anarchici dello spirito, inizialmente autonomi come i primi pionieri del West americano, poi organizzati da una Regola ascetica, che fissava tempi di digiuno e di preghiera nella vita parzialmente comunitaria, che mitigava la rigida separazione dai propri simili.
Molti cristiani intraprendevano lunghi e disagiati pellegrinaggi per avere un colloquio con questi anacoreti illuminati, tra i quali vi è appunto S. Arsenio, eremita in Egitto e uno dei più celebri "padri del deserto". Il santo anacoreta però non amava rompere la rigida osservanza del silenzio neppure con un pellegrino che venisse da lontano. E quando non poteva sottrarsi a queste visite d'obbligo, le sue rare e monosillabiche risposte scoraggiavano anche il più devoto degli interlocutori, al punto che questi se ne andava quasi più sconcertato che edificato. Arsenio era nato a Roma intorno al 354 da nobile famiglia senatore. Un'antica tradizione dice che egli fu ordinato diacono dallo stesso papa Damaso.
Nel 383 l'imperatore Teodosio lo volle a Costantinopoli per affidargli l'educazione dei figli Arcadio e Onorio. Vi restò undici anni, fino al 394, quando in seguito a una profonda crisi spirituale ottenne l'esonero da quell'incarico per ritirarsi nel deserto egiziano. Chiedendo a Dio una sicura via per giungere alla salvezza, una voce misteriosa gli avrebbe risposto: "Fuggi gli uomini". Il quarantenne Arsenio seguì alla lettera il consiglio: sbarcato ad Alessandria d'Egitto, si aggregò alla comunità degli anacoreti di Scete, in pieno deserto. Concedendosi pochissimo sonno, trascorreva notti intere in preghiera e meditazione: una preghiera fatta più di lacrime che di parole, poiché egli ebbe da Dio il "dono del pianto".
Dal 434 al 450, che si presume sia l'anno della morte, Arsenio dovette vivere lontano dalla tranquilla Scete, invasa da una tribù libica. Morì a Troe presso Menfi. Di lui, oltre a una cronistoria e a sagge massime, riferite da Daniele di Pharan, amico di due discepoli di Arsenio, ci resta addirittura un ritratto in cui appare di bell'aspetto, maestosamente alto e asciutto

FÉLIZ DE VERONA, Santo 

 3

Occupa il diciassettesimo posto nella serie dei vescovi veronesi quale ci è fornita dall'autorevolissimo Velo di Classe. Tale nome si trova anche in una iscrizione (sec. XI o XII) dell'antica pieve di S. Stefano in Verona insieme con il nome di altri presuli veronesi, autentici o no; le sue reliquie riposerebbero nella stessa chiesa. L'Ordo veronese del sec. XI, detto Carpsum, nel calendario porta: "Iulius a IIII Natalis sancti Felicis confessoris" cui da mano del sec. XIII fu aggiunto il predicato et martiris. Molto probabilmente si volle identificare il vescovo con un omonimo martire veronese quale ci è riferito dal Martirologio Geronimiano al 2 agosto.
La tradizione locale pone l'episcopato di s. Felice contemporaneamente al dominio ostrogoto in Italia e precisamente quando Teodorico amava soggiornare lungamente a Verona di cui aveva fatto la sua residenza preferita tanto da essere chiamato, nelle saghe germaniche, Teodorico di Verona (Dietrich von Bern).
Una chiesa sui colli della città sarebbe stata dedicata a s. Felice, ed il nome rimase al castello fortificato in seguito costruito, anche dopo la distruzione della chiesa stessa (1407).
Il nome di Felice è nel Martirologio Romano al 19 luglio. Con la riforma del Proprio veronese (1961) la sua festa è venuta a cessare
SANTOS INOCENTES DE MILÃO (DIODORO E 3 companheiros), Santos



All’inizio della navata centrale della basilica di Santo Stefano Maggiore, in piazza Santo Stefano a Milano, si trova una grata che nasconde una pietra. I milanesi di una volta non osavano calpestarla, forse per superstizione o forse per rispetto nei confronti di ciò che protegge.
Non va confusa con l’altra che nasconde l’apertura attraverso cui si entra nella cripta dei Disciplini, presso l’adiacente chiesa di San Bernardino alle Ossa, bensì indica il luogo dove, nel 367, vennero uccisi quattro funzionari dell’impero romano.
La loro vicenda viene brevemente presentata dallo storico Ammiano Marcellino nel libro XXVII, capitolo VII, paragrafo 5 delle sue «Storie» (traduzione di Matilde Caltabiano):
«Destò tuttavia un certo scalpore in quel tempo, tra in quel tempo, tra altre uccisioni di uomini di umile condizione, la morte di Diocle, ex comes largitionum dell’Illirico, che l’imperatore condannò ad essere arso vivo per lievi colpe, e quelle di Diodoro, ex agens in rebus, e di tre impiegati subalterni del vicarius d’Italia, crudelmente uccisi per il fatto che il comes si era lamentato presso Valentiniano che Diodoro aveva invocato a buon diritto contro di lui il soccorso della legge, e che i funzionari per ordine del giudice avevano osato ammonirlo, mentre era sul punto di partire, di rispondere secondo la legge. La loro memoria è ancora oggi onorata presso Milano dai cristiani che chiamano il luogo dove sono sepolti Ad Innocentes».
Sul luogo della loro sepoltura venne costruita in primo luogo una cappella che, nel corso dei secoli, è stata sostituita con altri edifici, fino ad arrivare all’attuale, risalente al 1596. Col Calendario ambrosiano approvato nel 2008, la memoria dei santi Diodoro e compagni è stata fissata, per la sola basilica di Santo Stefano, al 19 luglio.
Le reliquie di uno dei quattro Innocenti si trovano presso la chiesa di Sant’Ambrogio a Sant’Ambrogio Olona, dove vengono solennemente esposte il 19 e il 20 luglio di ogni anno.




KRAGON, Santo



È conosciuto anche sotto la denominazione di ‘Abba Karazün’; s. Kragon è inserito nel ‘Sinassario Alessandrino’ compilato dal vescovo di Atrïb, Michele al 19 luglio e questa è la fonte più credibile delle notizie che lo riguardano, salvo le consuete favole dei redattori delle ‘Vite’ dei martiri egiziani.
Kragon originario di Banawän visse al tempo dell’imperatore Diocleziano (243-313), fu dapprima un brigante, poi incontrato un santo eremita (siamo nella terra dei grandi eremiti d’Egitto) si convertì con due compagni divenendo anch’egli monaco; dopo sei anni, nel 303, quando Diocleziano emanò l’editto di persecuzione contro i cristiani, il suo padre spirituale gli annunziò che sarebbe morto martire.
A questo punto Kragon lasciò l’eremo e si mise in cammino (si può dire alla ricerca del suo carnefice) e andò a predicare Cristo a Niqyüs dove subì una prima serie di tormenti; proseguì poi paese per paese fino a giungere a Samannüd vicino ad Alessandria e a Banawän suo paese natio e anche in questi luoghi, racconta il ‘Sinassario Alessandrino’ subì nuovi tormenti, uscendone sempre incolume.
Percorse più volte, sempre predicando, il percorso da Samannüd ad Alessandria e viceversa; in una delle volte che giunse a Samannüd dopo aver subito dei supplizi, operò un miracolo davanti al visir Justus, che si convertì con sua moglie e molti soldati, che in seguito sarebbero morti tutti martiri.
E in una di queste trasferte, in zona denominata “Colle di Barmüdah” fu decapitato; un prete della cittadina di Manüf, miracolosamente avvertito, si recò sul posto a recuperare il corpo e dopo la persecuzione in atto, si edificò a Banawän una chiesa dove fu deposto

PASCÁSIO DE  LIONE, Beato

 Vescovo mercedario in Lycaonia, il Beato Pascasio da Lione, fu zelante e virtuoso pastore del suo gregge. Famoso per la dottrina e santità morì nella pace del Signore.
L’Ordine lo festeggia il 19 luglio



________________________________ _____

miscelania 003

»»»»»»»»»»»»»»»»


»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




Universidade de Coimbra 


ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

Etiquetas