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segunda-feira, 26 de junho de 2017

IGREJAS DO PORTO - NOVA PÁGINA DE 2017 - (147) - 26 DE JUNHO DE 2017

Meus Amigos:

Como já afirmei aqui no passado dia 1 de Fevereiro, tomei a iniciativa de publicar aqui uma descrição das Igrejas, Capelas e Oratórios que existem na cidade do Porto. Vou-me socorrer de várias fontes, nomeadamente Wikipedia, do livro Porto e as Igrejas editado pela Câmara Municipal do Porto em 2015, e possivelmente de outras fontes. 
Não quero fazer uma enciclopédia, nem nada que se pareça e não vou fazer plágios. Sempre que publicar algo sobre este assunto, darei nota das fontes a que recorrer, respeitando sempre a deontologia e os direitos de Autor.. 
A maior parte das Igrejas e Capelas (e suas histórias) que vão ser aqui mencionadas, nunca as visitei e decerto também, muitos de vós, não conhecem. 
Apesar da minha idade - ser já um pouco avançada - e dado que publicarei diariamente apenas uma monografia (ou História), tenciono completar todo este trabalho, se Deus me der vida e saúde.

Para já vou começar este trabalho-missão, através da transcrição dos textos do Livro 
"O Porto e as Igrejas" por ordem de paróquias.



Vigararia PORTO POENTE

Paróquia da SENHORA DA CONCEIÇÃO


147.  Capela do Hospital de Santa Maria

Capela Privada

Rua de Camões, 906











Interior da  Capela do Hospital de Santa Maria

Capela Privada






No dia 8 de Setembro de 1888, Dia da Natividade de Nossa Senhora, as Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora, abrem um Hospital destinado ao internamento e tratamento de doentes, sobretudo para pessoas idosas e a doentes pobres. 
A Capela sempre esteve situada em lugar nobre do Hospital: é semipública, aberta a todos os fiéis e cumpre as Normas da Igreja em vigor para o serviço de culto. 
A par do cuidado da saúde física e assistência, a saúde espiritual foi sempre uma preocupação para esta Entidade Religiosa
Ao longo de mais de 125 anos de vida do Hospital, a Capela foi sofrendo algumas remodelações e actualizações sendo a penúltima vez nos anos 70, para cumprimento das Normas propostas pela Igreja, após a realização do Concílio Vaticano II; a mais recente e profunda remodelação foi concluída no ano de 2010
O projecto é de autoria do Arquitecto Augusto Mouta
A Capela conserva um coro, que faz memória da sua antiguidade, possui um espaço amplo, para os doentes que utilizam cadeiras de rodas ou cama e uma claraboia sobre o altar que permite a entrada de luz natural. Sobre a porta principal, há um vitral atribuído à Irmã Maria Rita de Jesus, cujo processo de canonização está a decorrer em Roma. 
É titular da Capela e do Hospital a Imaculada Conceição, daí o nome atribuído, Santa Maria.
                         




Do Livro O PORTO E AS IGREJAS




ANTÓNIO FONSECA

Nº 3151 - SÉRIE DE 2017 - (177) - SANTOS DE CADA DIA - 26 DE JUNHO DE 2017 - DÉCIMO ANO DE PUBLICAÇÃO

Feliz Ano de 2017




Interior da Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso









Caros Amigos:




Foto actual do autor




Nº 3151



Série - 2017 - (nº 177)


26 de JUNHO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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JOÃO e PAULO, Santos

 

Em Roma a comemoração dos santos JOÃO e PAULO a quem está dedicada uma basílica no monte Célio, junto à ladeira de Scauro, numa propriedade do senador Pamáquio. (século IV)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:




Segundo todos os documentos históricos e arqueológicos estudados até à data, JOÃO e PAULO assinalaram-se em meados do século IV desde o reinado de Constantino o Magno até ao de Julião Apóstata. Pode-se fixar que nasceram na primeira ou na segunda dezena do século IV, por alturas de CONSTANTINO conceder a paz à Igreja, no ano de 313.
 Na inscrição de São DÂMASO diz-se que eram irmãos e de família ilustre. Parece inteiramente certo que militaram nas legiões de Constantino, em cujo tempo receberam o baptismo  e, pelo valoroso comportamento que tiveram, foram nomeados oficiais da guarda nobre do palácio. Neste travaram amizade íntima com JOVINIANO, capitão das guardas imperiais e sucessor de Julião no império.
Tudo isto nos faz suspeitar que JOÃO e PAULO passaram grande parte da vida no Oriente e provavelmente viveram em Constantinopla até que, mortos os filhos de Constantino Magno, subiu ao trono Julião Apóstata. Nesta altura, os nossos Santos renunciaram os cargos militares e retiraram-se para a sua cidade natal, Roma, onde possuíam casa no Monte Célio. Aí se dedicaram à prática intensa da virtude cristã, em oração e obras de caridade.
Julião empenhou-se em que retomassem os seus cargos e mandou-lhes aviso por Terêncio, capitão da coorte. Os nossos Santos não aceitaram, e Julião, irritado, mandou que fossem decapitados secretamente na casa deles, mas havendo de correr a voz de que tinham sido desterrados como inimigos do império.
A cronologia não é inteiramente certa. Mas o facto do martírio na própria casa e nela a sepultura, parecem coisas inegáveis. Tendo sido a morte secreta, impôs-se também uma sepultura secreta e mesmo dentro do recinto urbano, contra o costume universal. Parece que houve outras vítimas no mesmo lugar, tais como os Santos CRISPO, CRISPINIANO e BENTA. Serem os Santos JOÃO e PAULO enterrados dentro da cidade, ao contrário dos outros mártires, que sempre eram depositados fora dos muros, considerou-se honra especial concedida pela Divina Providência. O culto deles principiou ainda no mesmo século IV.
São LEÃO MAGNO levantou em honra dos dois uma basílica e no Vaticano um mosteiro. A casa onde foram martirizados converteu-se bem depressa em santuário, por ordem do senador Bizante e seu filho São PAMÁQUIO, amigo de São JERÓNIMO.
Nos subterrâneos da actual Igreja descobriram-se em 1887 as ruínas da primeira casa dos dois mártires, que era constituída, coisa rara então, por dois andares. Nela se vêem, hoje em dia, três grupos de edifícios: 

1) Um com carácter de palácio e ornamentação pagã de pássaros, pavões e geniozinhos com coroas de flores. 
2) Outro cristão, com os símbolos do peixe, da pomba, do vaso de leite e das ovelhas, coisas tão frequentes nas catacumbas; num fresco vêem-se também os Santos JOÃO e PAULO com anjos e a tenda, esta simbolo dom,paraíso; e perto encontram-se CRISPO, CRISPINIANO e BENTA com os olhos vendados, à espera da decapitação. 
3) O último repartimento é um oratório.

A inscrição de São DÂMASO conserva-se só em parte. Diz assim: 

«PAULO e JOÃO de ilustre prosápia... deram juntos a vida, unidos pelo casto vínculo da fé, vassalos fiéis do Rei da eterna mansão. Os dois irmãos tiveram na vida a mesma casa e a mesma fé; agora no céu cingem a mesma coroa imortal. Ficai sabendo que DÂMASO teceu o panegírico dos dois irmãos, para que o povo cristão aprenda a celebrar os nossos Patronos».

A história mais que milenária da casa do Monte Célio, de ambos os irmãos, mostra-nos que a santidade da Igreja não é simples memória histórica de ilustres antepassados, mas água límpida constantemente a correr e a fertilizar o solo do povo cristão.
O martírio destes dois Santos inicia uma história constante da santidade naquele local.. Seguem-nos ali mesmo, os seus amigos e devotos CRISPO, CRISPINIANO e BENTA que, por terem dado a conhecer o segredo da morte e da sepultura, foram também martirizados. Conseguem a mesma graça o verdugo TERENCIANO e a filha que abrem os olhos à fé de Cristo. E em dias mais próximos, São PAULO DA CRUZ o austero fundador dos Padres Passionistas, cujos restos descansam ali, junto dos Santos JOÃO e PAULO. A santidade pertence como coisa própria à verdadeira Igreja de Cristo. 


PELÁGIO ou PAIO, Santo


Em Córdova, na Andaluzia, Espanha, São PELÁGIO ou PAIO mártir que aos treze anos, pela fé de Cristo e por conservar a castidade contra as seduções sensuais do califa dos Mouros, 'Abd ar-Rahman III, foi esquartejado com tenazes de ferro por ordem deste califa e assim  consumou o seu glorioso martírio. (925)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O,. de Braga:


Era São PELÁGIO natural da Galiza. PELÁGIO, nome muito usado naquele tempo, por corrupção degenerou em PELAIO ou PAIO. Seu pai, homem rico, era irmão de Hermígio bispo de Tuy nos princípios do século X.
A ocasião da sua vinda a Córdova, que foi a do martírio, refere-a um sacerdote dessa cidade chamado RAGUEL. Ensoberbecido, Abderraman (ou  'Abd ar-Rahman) III, rei emir de Córdova, quis assenhorear-se das restantes províncias de Espanha, habitadas pelos cristãos. para tal fim chamou em seu auxílio, aí por volta do ano de 920, os mouros de África.
Com um exército numeroso e bem equipado entrou por Castela no reino da Galiza, ao tempo em Dom Ordonho II, rei de Leão, o era também daquela provincia.. Sabendo este religioso principe a determinação do orgulhoso agareno, e auxiliado por Dom Garcia, rei de Navarra, e pelos Grandes prelados de ambos os reinos, marchou a conter o ímpeto dos bárbaros. Encontrara-se as duas hostes. Sendo incomparável o número dos cristãos com o dos mouros, tocou a vitória a estes. Voltaram os mouros a Córdova, vencedores e carregados de despojos. Entre os muito cativos que levavam, ia HERMÍGIO bispo de Tuy a quem puseram carregado de grilhões numa obscura masmorra. Tinha em Córdova alguns amigos, que angariou por ocasião da sua estada naquela cidade, donde trasladou as relíquias de Santo EULÓGIO. Tratou, ao cabo de ano e meio, do seu resgate, oferecendo aos mouros as somas que quisessem pedir. E, para cumprimento da palavra, teve de deixar como refém o sobrinho PELÁGIO menino de rara formosura e extraordinários talentos. O ilustre menino sofria resignado as durezas da prisão, não se queixando nem lamentando como os outros cativos. Escolheu para mestre a São PAULO lendo as suas cartas e meditando os seus trabalhos apostólicos.
Guardava tanta gravidade em todas as conversas que detinha os que se desmandavam, e se, por acaso, os infiéis tratavam algum ponto de doutrina, confundia-os com a verdade da fé revelada. Não podia o inimigo da salvação ver com  indiferença os progressos feitos por PELÁGIO na virtude e, por isso queriam perdê-lo. 
Um filho ou pajem de el-rei viu por acaso na prisão o menino cristão de rara formosura e, ponderando o caso a Abderramão, este mandou-o vir imediatamente à sua presença. Ardendo este nos mais torpes desejos, fez-lhe grande ofertas, procurando afastá-lo do amor a Jesus Cristo e à sua lei. Este respondeu: 
«Fica sabendo que tudo quanto me ofereces tem um  fim mortal; não assim os bens quem, sendo cristão, espero conseguir. Jamais negarei a meu Senhor Jesus Cristo, a quem adoro e confesso por verdadeiro Deus».
Pareceu a Abderrramão que estas expressões nasciam de um coração pueril e, querendo acariciá-lo, tocou-lhe brandamente no rosto, dizendo palavras aliciadoras. Mas PELÁGIO revestido de um valor superior à idade, repeliu-o, dizendo: 
«Desvia-te: pensas acaso que eu sou algum dos teus efeminados lacaios?».
Fiou o rei a empresa a uns cortesãos lisonjeiros, os quais não omitiram meio algum de quantos podiam contribuir para perverter o nobilíssimo mancebo. Vendo Abderramão que era inflexível a resistência de PELÁGIO, trocou a sua amorosa paixão em raivosa cólera, mandando imediatamente que, levantando-o do chão com umas tenazes de ferro, o deixassem cair muitas vezes e com grande crueldade, até que, ou negasse a Jesus Cristo, ou acabasse a vida nos tormentos. Arremeteram contra PELÁGIO os verdugos e começaram a fazer em seu corpo a carniçaria que aquele lobo ordenara.
Despedaçavam-no com algazarra, sem em seus rostos  se ver sombra de piedade. Levantava o menino as mãos para o céu, pedindo a Deus fortaleza para consumar o sacrifício. Imediatamente lhas derrubaram com o alfange. Outros lhe cortaram os braços, outros os pés, decapitando-o em seguiida. Feito assim em pedaços, lançaram-no ao rio Guadalquivir. Durou este glorioso combate desde as onze e meia da manhã até às duas da tarde do dia 26 de Junho de 925, o qual foi domingo naquele ano. Foi assim despedaçado aos 13 anos. O seu culto veio a tornar-se popular em Portugal.





JOSEMARIA ESCRIVÁ Y BALAGUER, Santo     
 

Em Roma, São JOSEMARIA (José Maria) ESCRIVÁ Y BALAGUER, presbitero fundador do Opus Dei e da Sociedade Sacerdotal de Santa Cruz. (1975)

  Texto do livro SANTOS DE CADA DIA de Editorial A. O. de Braga:


JOSÉMARIA ESCRIVÁ DE BALAGUER, nasceu em Barbastro, Espanha, a 9 de Janeiro de 1902. Foi ordenado sacerdote em Saragoça, a 28 de Março de 1925.
No dia 2 de Outubro de 1928 fundou em Madrid o OPUS DEI como caminho de santificação para todos os fiéis, através do exercício do trabalho profissional quotidiano e do cumprimento dos deveres pessoais, familiares e sociais, sendo assim fermento de vida cristã em todos os ambientes.
A 14 de Fevereiro de 1943 fundou a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, unida ao Opus Dei. Este foi definitivamente aprovado pela Santa Sé a 16 de Junho de 1950. A 28 de Novembro de 1982, foi erigido como Prelatura pessoal, segundo a forma jurídica desejada pelo seu fundador.
A Santa Missa era a raiz e o centro da sua vida interior. O sentido profundo da sua filiação divina, levava-o a viver em contínua presença de Deus e em zelosa solicitude pela santificação do próximo. Procurava uma radical identificação com Cristo. Cultivava uma forte devoção a Nossa Senhora e a São José. Nas várias vezes que visitou Portugal, nunca deixou de ir em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima. As linhas mestras do seu pensamento deixou-as em vários livros, mas especialmente no Caminho que em poucos anos alcançou dezenas de edições em variadas línguas.
Monsenhor ESCRIVÁ oferecera a sua vida, repetidas vezes, pela Igreja e pelo Romano Pontífice. O Senhor acolheu este oferecimento, entregando a sua alma a Deus, em Roma, no dia 26 de Junho de 1975, no seu gabinete de trabalho. Por esta altura, a OPUS DEI tinha já chegado aos cinco continentes e contava mais de 60 000 membros de 80 nacionalidades.
O Santo Padre JOÃO PAULO II declarou a heroicidade das suas virtudes cristãs e, a 6 de Julho de 1991, decretou o carácter milagroso de uma cura atribuída à sua intercessão, tendo sido beatificado, em Roma, na Praça da Basilica de São Pedro, no dia 17 de Maio de 1992, e canonizado a 6 de Outubro de 2002.
Por ocasião da sua beatificação, o Santo Padre JOÃO PAULO II na homilia, que então proferiu, apesentou uma síntese do que foi a vida e espiritualidade deste Santo:

«JOSEMARIA ESCRIVÁ DE BALAGUER nascido numa família profundamente cristã, já na adolescência  sentiu o chamamento de Deus para uma vida de maior entrega. Poucos anos depois de ser ordenado sacerdote, deu início à missão de Fundador, à qual dedicaria 47 anos de amorosa e infatigável solicitude em favor dos sacerdotes dos leigos, de que hoje é a Prelazia de Opus Dei.
A vida espiritual e apostólica do novo Beato esteve fundamentada no facto de ele saber, pela fé, que era filho de Deus, em Cristo. Desta fé alimentava-se o seu amor ao Senhor, o seu impeto evangelizador, a sua alegria constante, inclusive nas grandes provas e dificuldades  que teve de superar. "Ter a cruz é encontrar a felicidade, a alegria - diz-nos numa das suas Meditações -; ter a cruz é identificar-se com Cristo, é ser Cristo e, por isso, ser filho de Deus"».
A seguir o Santo Padre refere-se aos  pontos doutrinais que o Servo de Deus procurou difundir pela palavra e por escrito:
«Com intuição sobrenatural, o Beato JOSEMARIA pregou incansavelmente o chamamento universal à santidade e ao apostolado. Cristo convoca todos a santificarem-se na realidade da vida quotidiana; por isso, o trabalho é também meio de santificação pessoal e de apostolado, quando se vive em união com Jesus Cristo, pois o Filho de Deus, ao encarnar, se uniu de certo modo a toda a realidade do homem  e a toda a criação.. Numa sociedade em que o afã desenfreado de possuir coisas materiais as converte num ídolo e motivo de afastamento de Deus e do engenho humano, se as usam rectamente para glória do Criador e ao serviço dos irmãos, podem ser caminho para o encontro dos homens com Cristo. "Todas as coisas da terra - ensinava -, também as actividades terrenas e temporais dos homens, hão-de ser levadas a Deus" (Carta 19-Março-1954).
Finalmente JOÃO PAULO II cita um passo dos textos litúrgicos para se referir aos dois amores do novo Beato:
«"Ó meu Deus, meu Rei..., bendirei o Vosso Nome pelos séculos dos séculos". Esta aclamação que fizemos no Salmo responsorial é como o compêndio da vida espiritual do Beato JOSEMARIA. O seu grande amor a Cristo, por quem se sente fascinado, leva-o a consagrar-se para sempre Ele e a participar no mistério da sua Paixão e Ressurreição. Ao mesmo tempo, o seu amor filial à Virgem Maria inclina--o a imitar as suas virtudes. "Bendirei o Vosso Nome pelos séculos dos séculos"; eis aqui o hino que brotava espontaneamente da sua alma e que o impelia a oferecer a Deus tudo o que tinha e quanto o rodeava».


VIGÍLIO, Santo

Bispo que recebeu de Santo AMBRÓSIO DE MILÃO as insignias do seu mandato acabou por ser mártir em Trento - Venécia - hoje no Trentino Alto Ádige - Itália - (405)

DEUSDADO, Santo

Bispo que foi sucessor de São PAULINO em Nola - Campânia - Itália - (405)


MAXÊNCIO,  Santo

Abade em Poitiers - Aquitânia - França - (515)

DAVID, Santo


Eremita que viveu 80 anos numa cela junto das portas da cidade - Tessalónica - Macedónia hoje Grécia - (540)

SÁLVIO e um discipulo, Santos

Bispo e um discípulo que vieram de Auvergne para Valenciennes - Austrásia hoje França onde acabaram por ser mártires - (séc. VIII)

PAIO, São

Mártir aos 13 anos de idade, em Córdova - Andaluzia - Espanha - (925)


RODOLFO, Santo

Bispo - Gúbbio - Úmbria - Itália - (1064)

ANTELMO, Santo

Bispo de Belley - Saboia - França , que antes como monge da Grande Cartuxa reconstruiu os edificios destruídos por uma avalanche e foi prior convocando um capítulo geral para corrigir o comportamento dos clérigos e as atitudes de alguns nobres. ( 1177)

RAIMUNDO PETINIAUD DE JOURGNAC, Beato

Presbitero e mártir num barco ancorado ao largo de Rochefort - França - (1794)


MADALENA FONTAINE, FRANCISCA LANEL, 
TERESA FANTOU e JOANA GÉRARD, Beatas

Virgens e mártires Filhas da Caridade - Cambrai - França - (1794)


JOSÉ MA TAISHUN, Santo

Médico e catequista mártir - Qianshenzhuang - Liushuitao - Hebei - China - (1900)


JOSÉ MARIA ROBLES, Santo


Presbitero e mártir - Jalisco - Guadalajara - México - (1927)

ANDRÉ JACINTO LONGHIN, Beato

Bispo - Treviso - Itália - (1936)


NICOLAU KONRAD e VLADIMIRO PRYJMA, Beatos

Presbiteros e mártires - Biriok .- Stradch - L'viv - Ucrânia - (1941)


ANDRÉ ISCAK, Beato

Presbitero e mártir - Sykhiv - L'viv - Ucrânia - (1941)

TIAGO GHAZIR HADDAD (Khalil Haddad), Beato

Presbitero da Ordem dos Frades Capuchinhos e fundador da Congregação das Irmãs Franciscanas da Cruz - Líbano - (1954)







miscelania 003

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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Porto antigo e actual, aliás 
Rio Douro, Porto e Gaia.





ANTÓNIO FONSECA

domingo, 25 de junho de 2017

IGREJAS DO PORTO - NOVA PÁGINA DE 2017 - (146) - 25 DE JUNHO DE 2017

Meus Amigos:

Como já afirmei aqui no passado dia 1 de Fevereiro, tomei a iniciativa de publicar aqui uma descrição das Igrejas, Capelas e Oratórios que existem na cidade do Porto. Vou-me socorrer de várias fontes, nomeadamente Wikipedia, do livro Porto e as Igrejas editado pela Câmara Municipal do Porto em 2015, e possivelmente de outras fontes. 
Não quero fazer uma enciclopédia, nem nada que se pareça e não vou fazer plágios. Sempre que publicar algo sobre este assunto, darei nota das fontes a que recorrer, respeitando sempre a deontologia e os direitos de Autor.. 
A maior parte das Igrejas e Capelas (e suas histórias) que vão ser aqui mencionadas, nunca as visitei e decerto também, muitos de vós, não conhecem. 
Apesar da minha idade - ser já um pouco avançada - e dado que publicarei diariamente apenas uma monografia (ou História), tenciono completar todo este trabalho, se Deus me der vida e saúde.

Para já vou começar este trabalho-missão, através da transcrição dos textos do Livro 
"O Porto e as Igrejas" por ordem de paróquias.



Vigararia PORTO POENTE

Paróquia da SENHORA DA CONCEIÇÃO


146.  Capela do Colégio de Nossa Senhora da Paz 
- Irmãs de Santa Doroteia
Oratório Privado

Rua Latino Coelho, 465











Interior da Capela do Lar Rosa Santos 
da Congregação das Irmãs Reparadoras 
de Nossa Senhora de Fátima






A Capela do Colégio de Nossa Senhora da Paz começou a ser construída no ano de 1947 tendo sido inaugurada em 26 de Abril de 1949, pelo então Bispo do Porto, Dom Agostinho de Jesus e Sousa, autoridades religiosas e civis da nossa cidade do Porto. 
Pode ler-se em documento de arquivo: 
«Aprovado pela Câmara Municipal do Porto um grandioso projecto de construção em que ocupa lugar primacial uma Capela magnifica»
Foram responsáveis o Engenheiro Ferreira da Silva e o Arquitecto Rufino
Inicialmente destinada à Comunidade das Irmãs de Santa Doroteia bem como às alunas e a todos os seus educadores, comportava cerca de 
800 pessoas
Com  o passar dos anos e o aumento do número de alunos, no ano de 1978, houve uma remodelação de parte do edifício que incluía a Capela
Nessa altura sofreu alterações na forma e no tamanho, possibilitando a construção de salas de aula. 
A Capela inclui três imagens da Capela primitiva: Um Cristo em madeira de cedro e duas outras: Coração de Jesus e Coração de Maria em pedra e o altar de mármore. 
No entanto, continua a proporcionar um espaço de culto para celebrações eucarísticas e momentos de oração para os alunos e educadores. O Colégio tem um projecto: ampliar de novo a Capela para poder responder mais e melhor às necessidades do tempo presente.
                         




Do Livro O PORTO E AS IGREJAS




ANTÓNIO FONSECA

Nº 3150 .- SÉRIE DE 2017 - (176) - SANTOS DE CADA DIA - 25 DE JUNHO DE 2017 - DÉCIMOP ANO DE PUBLICAÇÃO

Feliz Ano de 2017




Interior da Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso









Caros Amigos:




Foto actual do autor




Nº 3150



Série - 2017 - (nº 176)


25 de JUNHO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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PRÓSPERO DE AQUITÂNIA, Santo

   

 Comemoração de São PRÓSPERO DE AQUITÂNIA bem formado em filosofia e arte literária, que depois da sua vida matrimonial íntegra e honesta, fez-se monge em Marselha, defendeu vigorosamente a doutrina de Santo AGOSTINHO contra os Pelagianos sobre a graça de Deus e sobre o dom da preserverança e exerceu a função de secretário do papa São LEÃO MAGNO em Roma. (463)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


 Nasceu em Aquitânia, região da Gália antiga, pelos fins do século IV, e recebeu educação literária e filosófica esmerada, que o tornou capaz de escrever agradavelmente tanto em verso como em prosa, e de captar com felicidade o pensamento por vezes obscuro de Santo AGOSTINHO.
 Frequentou o mosteiro de Marselha, ao que parece. O poema dum esposo à sua mulher (se é verdadeiramente dele) dá a entender que foi casado, o que não pode negar-se é que em 415, data provável deste escrito, convidava a mulher à vida perfeita.
As misérias do tempo solicitam a desprezar as riquezas e honras, e a colocar a esperança única a Deus. escreve: «Como hei-de eu recusar-me a sofrer, tendo a esperança de tantos bens como o  Deus de bondade  me prepara? Que é que poderá separar-me d'Ele?... Se me prenderem num cárcere escuro, e se me lançarem cadeias, poderei, não obstante tudo, elevar-me em espírito até Deus... Não tendo medo do exílio: o mundo é casa comum de todos os homens. Podem-me fazer suportar a fome corporal; mas pouco me importa. A palavra de Deus será o meu alimento. Não é de mim mesmo que me prometo tal força. Sois, ó Jesus, quem põe estas palavras na minha boca, e quem me concederá a graça para as seguir. De mim mesmo não me atrevo a prometer-me nada, todas as  minhas esperanças estão em vós. Mandais-nos lutar; e fazeis que vençamos».
E dirige-se à mulher,. nestes termos:
«Tende cuidado de me reprimir, se o orgulho me elevar. Sede-me consolação nos meus sofrimentos. Demos ambos exemplos duma vida santa, verdadeiramente cristã, Cumpri comigo os deveres que estou obrigado a cumprir convosco. Velar por aquele que tem de velar por vós. Levantai-me se eu cair. Esforçai-vos por vos levantar, quando eu vos avisar dalguma falta. Não nos contentemos com ser um só corpo, sejamos também uma só alma».
Encontrava-se na Provença, por 426, quando rebentou a controvérsia semipelagiana. O pelagianismo, exagerando a força do livre arbítrio, chegava a negar a necessidade da graça, a transmissão do pecado original e a distinção entre natural e sobrenatural; o semipelagianismo, por sua vez, tornava demasiado honrosa a parte do homem  e demasiado reduzidas as antecipações de Deus na obra de salvação.  Então PRÓSPERO escreveu a um certo RUFINO uma extensa carta sobre a graça, para defender audaciosamente Santo AGOSTINHO
No fim de 428, escreveu ao bispo de Hipona para o informar da polémica em debate e lhe pedir esclarecimentos. Enquanto esperava a resposta do Mestre, PRÓSPERO deu uma espécie de versão em verso da sua carta a RUFINO: é o Carmen de Ingratis, em 1002 hexâmetros (ingratis, sem a graça, não havendo nada de mais ingrato do que atribuir a si mesmo e às forças do seu livre arbítrio aquilo que nos vem da misericórdia e da omnipotência do Salvador) AGOSTINHO respondeu com os seus tratados Da predestinação dos santos e Do dom da perseverança, primitivamente uma só obra. Morreu AGOSTINHO pouco depois, a 28 de Agosto de 430.

Dois padres de Génova, CAMILO e TEODORO, impressionaram-se com a doutrina vinda de Hipona. Pediram a opinião do nosso PRÓSPERO, que lhes respondeu com uma apologia da tese agostiniana: «Não que eu presuma da minha ciência, escrevia, mas para obedecer às vossas ordens, e por confiança no Senhor, que dá sabedoria aos pequeninos».
A Provença espiritual estava em fogo. PRÓSPERO tomou o caminho de Roma com um amigo, HILÁRIO, a fim de pedir ao Papa CELESTINO uma condenação decidida das doutrinas professadas pelos monges marselheses ou lerienses. São CELESTINO escreveu aos bispos gauleses pedindo simplesmente silêncio e paz. PRÓSPERO voltou à Gália e escreveu por 432-434, contra CASSIANO (chamava-lhe o «conferencista» sem o designar pelo seu nome) contra ARNÓBIO, o Moço, e contra VICENTE DE LÉRINS, tríade completa anti-agostiniana.
CASSIANO morreu em 435, e as lutas teológicas cessaram, ao menos por algum tempo. PRÓSPERO foi fixar-se em Roma. Publicou um comentário aos salmos, em que utilizou o de Santo AGOSTINHO, conhecido sob o nome de Enarrationes e apresentou resumo ou Compilações, sob várias formas, do pensamento do seu querido mestre. Por 450 foi a vez de A vocação de todos os Gentios corrigindo o que tinha AGOSTINHO de excessivamente duro; esta obra incluía concessões em favor da paz.
Segundo um autor, PRÓSPERO serviu de secretário ao papa São LEÃO I, o Magno, eleito em 440; e são-lhe atribuídas as cartas do pontífice contra Êutiques. PRÓSPERO utilizou os seus vagares em compor uma Crónica, das origens até 455 ou até 378. E terá composto um Ciclo pascal, para o cômputo da festa da Páscoa, obra que se perdeu.
Não se confunda este PRÓSPERO com PRÓSPERO DE RIEZ ou com PRÓSPERO DE REGGIO. Estes últimos dois foram clérigos, não assim aquele de que nos ocupamos.



GUILHERME DE VERCELLI, Santo



Em Goleto, perto de Nusco, na Campânia, Itália, São GUILHERME abade, que procedendo da cidade de Vercella (Vercelli) como peregrino e abraçando a pobreza por amor de Cristo, por sugestão de São JOÃO DE MATERA fundou o mosteiro de Montevérgine, onde reuniu outros companheiros, que formou na sua profunda doutrina espiritual; fundou ainda outros numerosos mosteiros, mas culinos e femininos, nas regiões meridionais de Itália. (1142)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O,. de Braga:


 Natural de Vercelli, na Lombardia, Itália, o GUILHERME bem depressa perdeu os pais, muito ricos e nobres.  Aos 15 anos resolveu retirar-se do mundo para se dar à vida penitente. Começou por peregrinar a São TIAGO DE COMPOSTELA , a pé, descalço e vestido com cilício. Sempre se distinguiu pela austeridade e rigor para consigo mesmo.
Regressando a Itália, pensou lançar-se em segunda peregrinação, mais longa, a dos Lugares Santos. Movido interiormente, desistiu porém, do propósito, convencido de a vontade de Deus o querer em Itália.
Vendeu os bens que tinha herdado, abandonou a sua terra e dirigiu-se para o Sul, até encontrar uma montanha deserta no reino de Nápoles, adaptada para a vida de isolamento e oração que projectava.
Como o aroma de santidade é semelhante ao das flores, que quanto mais se esconde mais se atraiçoa a si mesmo, o nosso Santo foi muito depressa descoberto. Contam, entre outros milagres, que deu vista a um cego.
GUILHERME resolveu fugiu e chegou, entre Nola e Benevento, a um monte que chamavam de Virgílio, por causa da tradição de ter lá estado o grande poeta romano. Depressa surgiu uma bela igreja dedicada a Nossa Senhora. Desde então, o monte começou a chamar-se da Virgem. Monte-Vérgine
Afluíram pouco a pouco, discípulos, entre eles muitos sacerdotes. Assim nasceu a Congregação dos Eremitas do Monte-Vérgine, aprovada por CALISTO II em 1119 e muito difundida por todo o Sul de Itália, até que no século XIX se uniu com os Beneditinos  de Subiaco, São GUILHERME não escreveu regras ou constituições ; contentou-se com o ensino oral e do exemplo. Tudo tão rigoroso que, por fim, os discípulos de Monte-Vérgine cansaram-se e pediram ao abade que se dese a fundar outros mosteiros.
Rogério I de Nápoles queria conhecê-lo pessoalmente. Para lá se dirigiu o Santo. O rei ficou cativado com a sua afabilidade e unção.  Tudo lhe facilitou para que fundasse uma casa em Salerno, pregasse e reformasse na corte todos os abusos.
Vieram, em seguida, as queixas e as calúnias. Rogério começou a desconfiar. Talvez aquilo não fosse de Deus e se tratasse dum falsário e hipócrita. Valeu-se duma mulher desregrada para tirar prova da virtude dele. O Santo recebeu-a muito amavelmente da primeira vez e pediu-lhe mesmo que voltasse. Voltou, de facto, a cortesã, julgando que ia vencer a castidade de GUILHERME, mas qual não foi o seu assombro, quando o encontrou estendido numa cama de carvões acesos. O milagre foi duplo: São GUILHERME nada sofreu com os carvões e a mulher converteu-se sinceramente, pediu perdão e ofereceu-se para fazer penitência num mosteiro. Chegou a ser abadessa e é conhecida pelo nome de INÊS DE VENOSA.
São GUILHERME levado à igreja e deitado no chão, exortou os seus monges e pediu-lhes que o enterrassem com o mesmo hábito que vestia. Morreu a 25 de Junho de 1142, com 57 anos de idade. A sua estátua figura na basílica de São PEDRO DO VATICANO na longa série dos Fundadores de Ordens religiosas.



MÁXIMO DE TURIM, Santo     
   

Em Turim, na Ligúria, Itália, São MÁXIMO primeiro bispo desta cidade, que chamou com linguagem paterna multidões de pagãos à fé de Cristo e com a sua doutrina celeste as conduziu ao prémio da salvação. (408-423)

  


PRÓSPERO DE RÉGGIO EMÍLIA Santo

   

Em ggio Emília, cidade de Emília-Romanha, Itália, São PRÓSPERO bispo. (séc. V)

TÍGRIDES (Tecla ou Tigre), Santa



Em Maurienne, na Sabóia, hoje França, Santa TÍGRIDES (Tecla ou Tigre) virgem que, neste lugar promoveu com grande fervor o culto de São JOÃO, o Precursor. (séc. VI)

MOLOC ou LUANO, Santo



Em Rosemarkie, na Escócia, São MOLOC ou LUANO bispo. (592)

EURÓSIA ou ORÓSIASanta



Em Jaca, na Hispânia Tarraconense, Santa EURÓSIA ou ORÓSIA virgem e mártir. (714)


ADALBERTO DE EGMOND, Santo



Em Egmond, na Frísia, hoje Holanda, santo ADALBERTO diácono e abade, que auxiliosanto VILIBRORDO na obra de evangelização. (séc. VIII)

SALOMÃOSanto


Na Bretanha Menor, França, São SALOMÃO mártir que, durante o tempo em que foi rei, favorecer a instituição de sedes episcopais, protregeu os mosteiros e procedeu com justa equidade; mas, deposto da realeza, os adversários cegaram-no e assassinaram-no quando estava numa igreja. (874)


GUILHERME DE MONTEVÉRGINE, Santo

 

Em Goleto, perto de Nusco, Campânia, Itália, São GUILHERME abade que, procedendo da cidade de Vercelas como peregrino e abraçando a pobreza por amor a Cristo, por sugestão de São JOÃO DE MATERA fundou o mosteiro de Montevérgine, onde reuniu outros companheiros, que formou na sua profunda doutrina espiritual; fundou ainda numerosos mosteiros, masculinos e femininos nas regiões meridionais de Itália. (1142)


JOÃO DE ESPANHASanto



Na Cartuxa de Le Reposoir, na Sabóia, hoje França, São JOÃO DE ESPANHA monge, que escreveu os estatutos das monjas da Ordem Cartusiana. (1160)


DOROTEIA DE  MONTAU, Beata



Em Marienwerder, na Prússia hoje Kwidzyn, na Polónia, a Beata DOROTEIA DE MONTAU que, depois de ficar viúva, passou o resto da sua vida como reclusa  numa cela junto à igreja catedral, dedicando-se assiduamente à oração e à penitência. (1394)


MARIA LHUILLIER, Beata



Em Laval, na França, a Beata MARIA LHUILLIER virgem e mártir das Hospitaleiras da Misericórdia que, durante a Revolução Francesa, ardentemente fiel à Igreja nos votos religiosos, morreu decapitada. (1794)


DOMINGOS HENARES e FRANCISCO DO MINH CHIEU, Santos

     


Em Nam Dinh, Tonquim, hoje Vietname, os santos DOMINGOS HENARES bispo,. da Ordem dos Pregadores e FRANCISCO DO MINH CHIEU mártires; o primeiro trabalhou na propagação da fé cristã durante 49 anos e o segundo colaborou valorosamente com ele como catequista; no tempo do imperador Minh Mang, ambos foram ao mesmo tempo decapitados por amor de Cristo. (1838)

 ... E AINDA  ...


FEBRÓNIASanta



Il Martirologio Romano commemora il 25 giugno a Sibapoli (ossia Nisibi) il martirio di Febronia al tempo dell'imperatore Diocleziano e del prefetto Lisimaco. Dopo i lunghi tormenti che le furono inflitti a causa della sua ostinazione nell'attaccamento alla fede, ella sarebbe stata decapitata.

L'origine della notizia del Martirologio Romano va ricercata nei sinassari bizantini, i quali, infatti, dedicano ad Febronia, nello stesso giorno, una lunga notizia secondo cui costei era monaca e, nonostante i pericoli della persecuzione, aveva rifiutato di seguire le sue compagne nella fuga. La notizia dei sinassari bizantini è a sua volta un sunto di una passio greca che il Papebroch ha pubblicato  con una traduzione latina; esiste anche di Febronia una passio siriaca pubblicata da P. Bedjan in base a due mss. del British Muscum, uno dei quali risale al sec. VII
FULGÊNCIO DE LARA, Beato


Inviato più volte in redenzione dall’Ordine Mercenario, il Beato Fulgenzio de Lara, nel 1280 fu in Andalusia (Spagna), poi passò in Africa. In Marocco convertì molti infedeli a Cristo e liberò dalla tirannia dei mussulmani più di 200 schiavi e lì morì in pace nell’anno 1287.
L’Ordine lo festeggia il 25 giugno
PAULO GIUSTINIANI, Beato


Era figlio della nobile famiglia Giustiniani di Venezia. Vi nacque il 15 Giugno 1476. Dopo essere diventato superiore maggiore nell'eremo di Camaldoli fino al 1520, ottenne da Leone X il permesso di fondare un nuovo istituto eremitico, il quale da principio fu chiamato la "Compagnia di San Romualdo".Più tardi ebbe il nome canonico di "Congregazione degli eremiti camaldolesi di Monte Corona" anche detti più brevemente "Montecoronesi". Tra gli eremi cui dette vita, dopo quello di Monte Cucco, che fu il primo eremo ad accoglierlo, vanno ricordati tra gli altri quello delle grotte di Cupramontana e quello di San Silvestro sul Monte Soratte. A Macerata fu imprigionato per amore e difesa degli eremiti. Trovandosi a Roma nel 1527, cadde prigioniero dei Lanzichenecchi, in quel terribile sacco. Fu torturato insieme a San Gaetano da Thiene, ma ne scampò riacquistando la libertà. Nella primavera del 1528 contrasse la peste a Viterbo. Non perfettamente guarito si rimise in viaggio alla volta di Roma per ricevere in donazione l'eremo del Monte Soratte. Ma proprio in quell'eremo morì di peste ancora giovane di 52 anni, il 25 Giugno 1528
PIETRO (David) e FEBRÓNIA, Santos




Di questi personaggi manca una biografia e le brevi notizie che se ne possono raccogliere derivano da sinassari ruteni e da menologi russi, riportati negli “Acta Sanctorum” e da memorie slave riassunte dal  Martinov.
Pietr, principe russo, nato a Murom nella Vladimiria, regione a Nord-Est di Mosca, da Giorgio Vladimiride, sposà Febronia, anch’ella di famiglia principesca. Dopo lunghi anni di vita improntata ad ascetica severità di costumi e a generosa carità, ormai vecchi, decisero di abbracciare la vita religiosa. Entrarono pertanto in due monasteri diversi, Pietro professando col nome di David, Febronia con quello di Eufrosina. Morirono ambedue nel 1228 a distanza di pochi mesi l’uno dall’altra e furono sepolti in un unico sepolcro nella cattedrale di Murom, dove furono oggetto di intensa venerazione.
Il concilio di Mosca del 1547 ne fissò la festa al 25 giugno, e, in questa data, sono iscritti nei sinassari ruteni e nei menologi russi riportati dai Bollandisti. In merito alla posizione religiosa dei due santi in ordine allo scisma, questi ultimi credono di poterli considerare estranei ad esso e perciò li hanno accolti negli “Acta Sanctorum”: “securum extimamus Sanctorum titulum ipsis concedere, atque in hoc opere locum dare”.





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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Porto antigo e actual, aliás 
Rio Douro, Porto e Gaia.





ANTÓNIO FONSECA