FELIZ PÁSCOA

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sábado, 20 de outubro de 2018

Nº 3 6 3 2 - SÉRIE DE 2018 - (294) - SANTOS DE CADA DIA - 20 DE OUTUBRO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos





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Julho-2018


Nº  3 6 3 2



Série - 2018 - (nº 2 9 4)


20 de OUTUBRO de 2018


SANTOS DE CADA DIA


11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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MARIA BERTÍLA BOSCARDIN, Santa

MARIA BERTILA (Ana Francisca Boscardin), Santa

 

Em Treviso, na Itália, Santa MARIA BERTILA (Ana Francisca Boscardin) virgem da Congregação das Irmãs de Santa Doroteia dos Sagrados Corações, que num  hospital velou solicitamente pela saúde corporal e espiritual dos enfermos. (1922)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga


MARIA BERTÍLA BOSCARDIN, baptizada simplesmente com o nome de ANA, foi beatificada em 1852 por PIO XII e canonizada por JOÃO XXIII em 1961. Era a mais velha de três filhos duma família de pobres lavradores que habitavam em Brendola, na provincia de Vicenza, em Itália. Nascida em Outubro de 1888, instruída pela mãe, cuja doçura devia compensar a violência do marido, aliás bom homem. ANINHAS gostava de rezar  muito tempo de joelhos diante dum quadro de Nossa Senhora que se encontrava dependurado na cozinha. Isto desde a idade dos cinco anos. Ajudava a mãe nos cuidados  da casa e o pai nos trabalhos do campo.
Sendo tão piedosa, conseguiu, coisa não fácil nessa altura, fazer a primeira comunhão com a idade de nove anos. Aos treze, fez voto de castidade. Muito tímida, com inteligência lenta e fraca memória, era chamada na aldeia a ignorante e a pata, mas ela não se ofendia. E estava sempre cheia de boa vontade.
Quando manifestou ao pároco o desejo secreto de entrar na vida religiosa, este respondeu-lhe: «ANINHAS, tu não serves para nada. Quaisquer religiosas não saberiam que fazer duma aldeã ignorante como tu és». Ela afastou-se muito desgostosa. Mas o padre surpreendeu o olhar entristecido da rapariga, arrependeu-se da sua recusa e no dia seguinte, de manhã, chamou-a.
A 8 de Abril de 1905ANINHAS saiu da casa paterna para entrar nas religiosas de Santa Doroteia (não nas de Santa PAULA FRASSINETTI). Tomou entre elas o nome de MARIA BERTILA. Sã e robusta, foram-lhe entregues os trabalhos mais custosos, o forno e a lavandaria. Fez o segundo ano de noviciado no hospital de Treviso. A Superiora Geral destinava-a para o cargo de enfermeira . Mas a superiora do hospital, Irmã MARGARIDA, pensou diferentemente; que esperar de bom dessa noviça tímida, com rosto pastoso e inexpressivo? Pô-la na cozinha com o ajudante de uma freira idosa e enferma, encarregada de a vigiar e formar.
8 de Dezembro de 1907, foi a profissão solene da jovem  religiosa, com a presença dos pais na casa-mãe de Vicenza. A Superiora Geral decidiu pela segunda vez que ela seria enfermeira e mandou-a de novo para o hospital de Treviso. «Tu de novo aqui? - exclamou ao vê-la a Irmã MARGARIDAPreciso de enfermeiras para a cirurgia e para as doenças contagiosas, e mandam-me gente desta! » E a boa religiosa voltou às suas panelas.
No dia seguinte, por falta de pessoal, foi preciso colocá-la na secção de crianças atacadas de difteria ou garrotilho. Como por encanto, a sua imperícia desapareceu. Dum momento para o outro, manifestou-se enfermeira inteligente e hábil. Impunha respeito e inspirava confiança. Embora não tivesse em seu favor senão três anos de escola primária, preparou exames que superou com brilho.
A primeira guerra mundial forneceu à Irmã BERTILA outras ocasiões para se dedicar como enfermeira aos soldados feridos. Mas foi preciso sair de Treviso, que se encontrava na frente das operações militares. Muito teve de sofrer nessa altura, devido à incompreensão duma nova superiora. Mas aceitou esta prova como as precedentes.
A estas humilhações juntou-se um cansaço de velar contínuo. A saúde ressentiu-se. Voltando ao hospital de Treviso, sujeitou-se a uma operação cirúrgica. Mas a recuperação não veio. Morreu no dia 20 de Outubro de 1922, depois de converter, com a sua agonia resignada e serena, o chefe-médico do hospital.
E a 11 de Maio de 1961festa da Ascensão de Nosso Senhor, não chegavam as proporções gigantescas da Basilica de São Pedro do Vaticano; não chegavam luzes, nem galas, nem cerimónias da liturgia papal, para que JOÃO XXIII proclamasse infalivelmente, ao mundo inteiro, a santidade de vida de Soror MARIA BERTILA BOSCARDIN, que morreu tão simples  como tinha vivido.
Roma falou, a Roma sagrada, e por entre a perturbação que produzem os grandes contrastes, é exaltada uma mulher simplicíssima cuja vida, sem história aparente, decorre numa penumbra humilde. E esta vida sem brilho transforma-se agora numa luz no candelabro, numa rocha que ilumina a verdade de tantas vidas semelhantes à sua.
ANA BOSCARDIN teve a sorte de ter uma mãe extraordinária. Ante a pobreza que sempre rondou o seu lar, ante a iracúndia do marido, ante o mal-estar ambiente, ante as dificuldades de toda a vida, MARIA TERESA BENETTI cala-se, tem paciência, reza muito, e os filhos vêem tudo isto. Vêem e escutam dos seus lábios palavras sempre suaves, que lhes falam da fé, de Deus, do céu e da paciência.




CONTARDO FERRINI, Beato
 



Texto do Livro SANTOS DE CADA DIA,da Editorial A. O. de Braga:

«A sua fé e vida cristã sempre me pareceram quase milagrosas na sua situação e na nossa época», declarava Monsenhor AQUILES RATTI, prefeito da Biblioteca  ambrosiana de Milão (futuro PIO XII). Na verdade, o nosso FERRINI (1859-1902) nascia na Itália no momento em que este país atravessava uma perigosa crise de crescimento: o zelo pela independência e a unidade misturava-se então com o anticlericalismo. O grande poeta CARDUCCI chamava ao Vaticano «vergonha sem nome», às igrejas «prisões». Na ponte Vitor Manuel, um grupo patético de pedra esforçava-se por preservar  a chama da Liberdade contra o vento que sopra do bairro papal. Em 1881, o corpo de PIO IX, ao ser transferido para São LOURENÇO fora dos muros, pouco faltou para que fosse lançado ao rio entre gritos de «Ao Tibre o cadáver». Todavia, não vamos enegrecer exageradamente o quadro para fazer ressaltar o nosso herói.
RINALDO FERRINI, professor de física geral e tecnologia no Politécnico  de Milão, e sua mulher LUISA BUCCELATI formavam um par profundamente cristão. A 4 de Abril de 1859, um ano exactamente a contar do casamento, tinham um  filho que foi baptizado com o nome de CONTARDO nesse mesmo dia.
Não lhe ponhamos depressa demais uma auréola. Um dia, CONTARDINHO lembrou-se de lançar um par de chinelos ao fundo dum poço. Grande maroto! Birichino! Aos doze anos, já ajuizado e amadurecido, fez a primeira comunhão. Escrevia um pouco mais tarde a uma irmã mais nova, que se preparava para o mesmo: «Uma combinação eterna, inefável, em que nos comprometemos a não querer senão o bem..., promessa de imperecível amor que nos faça passar através do mundo sem conseguir mesmo compreender como o mal é possível nele; depois disso já não falta senão suspirar pela plenitude da nossa adoração no céu». CONTARDO era estudante de memória prodigiosa, hábil para versejar e para atingir coisas abstractas. Chamavam-lhe «o Aristóteles». Para apresentar aquele que devia ser um perfeito helenista, seja-nos permitido referir o elogio do jovem TEETETO que PLATÃO atribui a TEODORO
«Aprender com uma facilidade que dificilmente se encontraria noutro, e ser ao mesmo tempo duma rara doçura de carácter, ter com isso coragem, tanta como nenhum outro, eis o que, por minha parte, eu julgaria impossivel, e não vejo disso outro exemplo. Aqueles, na verdade, que têm o espírito penetrante como ele, o pensamento pronto e a memória boa, têm também em geral forte propensão para a ira: dão saltos que os levam como navios sem lastro, e são de temperamento mais impulsivo do que corajoso; aqueles, pelo contrário, que têm mais ponderação lançam-se aos estudos com uma espécie de lentidão e por assim dizer carregados de esquecimento. Mas ele, é com um passo tão igual, tão seguro, e para tão belo resultado, que encara as noções e os problemas com doçura espantosa, como lavra silenciosa uma gota de azeite. Podemos assim admirar-nos de ver uma pessoa tão jovem vencer do modo dito tais dificuldades». 
Sócrates conclui: «A tua descrição é perfeita».
Sendo jovem liceísta, CONTARDO veio pedir a Monsenhor CERIANI, prefeito da Ambrosiana lições de hebraico. Depois do hebraico, foi o síriaco. Depois, lições de sânscrito e de copta. Foi estudar Direito em Pavia, em 1876 aos 17 anos. Seu tio, o Padre BUCCELLATI ensinava lá direito penalCONTARDO conheceu, no colégio Borromeu, um internato um tanto análogo aos de Oxford ou Cambridge. Os camaradas viram logo que o recém-chegado era duma pureza escrupulosa. Assim, logo que ele entrava numa sala comum, os patifes começavam com as grandes saídas de obscenidade; e CONTARDO punha-se a andar. O Inverno é frio e húmido em Pavia. O de 1879-1880 foi especialmente rigoroso e só as salas comuns estavam aquecidas. CONTARDO ficava no seu quarto gelado. 
«Senhor, escreveu ele, antes a infelicidade que o pecado; melhor uma vida inteira de lágrimas que uma hora de riso inconveniente». 
A menor alusão ambígua trazia ao seu rosto um trejeito. Nunca olhava para as pessoas de cara. Não ia às festas mundanas, aos serões. Nas carruagens, estar defronte duma senhora levava-o a mudar de lugar. Já na juventude usava o cilício e confessava-se todos os dias. Tinha-se «a impressão de alguma coisa verdadeiramente delicada no capítulo da virtude e de verdadeiramente virginal, que emanava de toda a sua pessoa», notava Monsenhor RATTI. Com o tempo, estabeleceu-se a paz nesta alma um pouco tensa e inquieta. Por outro lado, não queria ser melancólico. Ouvia-se a cantar, desafinado, e foi visto dançar um pouco, no campo, com a irmã. Sorria. A respeito do sorriso escreveu: 
«É muitas vezes acto de heroísmo, o cúmulo da abnegação, um maravilhoso acto de fé. essas almas sorridentes são, de verdade, as flores do jardim de Deus: têm o perfume de Cristo. Ele recebeu a unção do óleo da alegria (Sl 44, 8); desta alegria podemos nós participar: ela será tanto maior quanto maior foi a caridade». 
No Verão de 1881 fez voto de castidade, com  a aprovação do seu director de consciência. Apesar disso, ofereceram-lhe raparigas interessantes, boas escolhas. Uma vez diziam-lhe que escolhesse entre duas irmãs: respondeu que se reservava para a terceira; ainda por nascer.
Em Junho de 1880, defendeu brilhantemente tese em Pavia; uma dissertação latina sobre a importância de Homero e de Hesíodo para a história do direito penal. rendeu-lhe uma bolsa de estudos. Foi a Berlim. Lá apreciou muito o catolicismo sério, corajoso, dos militantes aguerridos por causa do Kulturkampf bismarkiano. Aproveitou muito do ensino de grandes juristas, que reconheceram imediatamente o valor excepcional deste jovem italiano.
FERRINI era um sábio com gostos de ermitão contemplativo, «santamente tímido». A ciência foi a sua dama. Com muito desinteresse, não procurou no estudo um meio de subir a algum posto lucrativo e agradável.  O professorado foi para ele uma espécie de sacerdócio: procurava a verdade para o ensino. Não se especializou nas matérias de êxito fácil, com publicidade assegurada: escolheu o direito penal romano e o direito bizantino. Para esta última disciplina, foi quase um iniciador na Itália. Em 1881, lançou-se a uma edição critica da paráfrase grega das Institutas de Justiniano, atribuídas a Teófilo, e teve de procurar os manuscritos em grandes arquivos europeus. Em Outubro de 1883, aos 24 anos, foi encarregado em Pavia dum curso de história do direito penal romano. Depois deram-lhe uma cátedra, criada por ele, de exegese das fontes do direito romano. Concorreu à cátedra de Bolonha, mas foi preterido um partidário do divórcio. Em 1887 veio ensinar em Messina, e em 1890 em Módena. Em 1894 voltou à faculdade - ao Ateneu - de Pavia. Foi sempre um mestre compenetrado da seriedade do seu ofício e do respeito devido ao auditório.
Nuns vinte anos, este homem laborioso redigiu uns 200 trabalhosPIO XI evocava assim em 1931 a sua obra de sábio: 
«O trabalho! Trabalho cientifico no mais alto grau, trabalho de investigação, reflexão e ensino. Trabalho que FERRINI realizava com um zelo apaixonado, mas que bem se pode classificar entre os mais áridos, desenvolvendo-se quase integralmente sobre textos antigos, escritas difíceis de decifrar e ainda mais difíceis de compreender. Vimo-la em exercício, mais que uma vez, essa inteligência soberana. Li à primeira vista textos embrulhados, escondidos em escritas indecifráveis dos  séculos antigos: do latim, do grego, do síriaco: pois ele passava  com a maior facilidade duma língua à outra. Lia os textos e ao mesmo tempo captava-lhes o sentido, e, ao correr da pena, apresentava logo a tradução latina ou italiana. Labor muito fatigante, essencialmente dificil e árduo, e que só pode apreciar quem dele tem experiência, labor que se parece a verdadeiro e longo cilício, trazido a vida inteira».
Em vista duma síntese  futura sobre Cristo e o direito romano, estudou o pensamento jurídico de Arnóbio, Lactâncio, Minúcio Félix e de Santo AMBRÓSIO
«É necessária, escrevia ele, minuciosa e pacientíssima comparação entre os escritos dos juristas e as obras dos escritores cristãos».
Este homem  de escritório e de biblioteca soube ser um carácter. Afirmou-se, impôs-se com doçura humilde. Em política, era conservador. A sua docilidade às directrizes pontifícias foi incensurável. Em 1895, era vereador da câmara de Milão e mostrou-se excelente neste cargo. Um homem que pelo pensamento vivia nos séculos antigos, lutou valentemente pelas boas causas do seu tempo: contra o divórcio; para salvar a infância abandonada.
Na família, este sábio mantinha-se como empregadinho, disposto para os deveres enfadonhos  que lhe impunha a mãe. Deixava os Digestos para pôr a mesa ou descer à adega, abandonava os livros para recolher lenha. Tinha para com o pai o respeito amigo devido ao paterfamilias.
Foi julgada excessiva a sua modéstia. Se recebia um cumprimento por um artigo, um livro, respondia sorridentemente: «Não tem importância».
Tinha o sentido da liturgia.., sabia dar a honra à sua Missa quotidiana. Diante do tabernáculo, a sua oração parecia-se às vezes com êxtase: podia-se-lhe pegar no chapéu ou no casaco, sem ele reagir. Em Agosto de 1898, foi visto estar horas em adoração num santuário da montanha. Porque ele, era durante as férias, robusto alpinista. «Faça como se eu fosse um penedo» dizia a quem se apoiava nele durante uma excursão.
Levou-o rapidamente desta vida uma febre tifoide em Suana - Novara, a 17 de Outubro de 1902PIO XI assim o pintou: 
«De estatura média, forte, harmoniosa, elegante nas linhas; o passo rápido, mas firme, o passo dum caminhante a isso habituado; e que sabe para onde vai; a pena sempre pronta e sábia, a palavra fácil e persuasiva; no rosto um ar de alegria sempre igual, que o não deixou nunca até à véspera da morte; mas, sobretudo, neste rosto, uma irradiação de pureza e de amável juventude.  O seu olhar tinha todas as doçuras da bondade do coração excelente; os seus olhos e a sua testa vasta tinha o encantador reflexo duma inteligência verdadeiramente soberana».
Era terceiro franciscano desde 1886. Citemos algumas passagens do seu  regulamento de vida: 
«... Procurarei ser modelo de mansidão, de doçura, de caridade e humildade. Repararei cada falta redobrando a atenção e procurando sempre as ocasiões de praticar essas virtudes. Quanto ao café, manter-me-ei indiferente e, se possível, não lhe deitarei açúcar. resistirei a desejar gulodices, mesmo parecendo-me  precisar delas. Durante o dia farei uma visita a Jesus no Santíssimo Sacramento, recordando-me do seu amor, da Sua ternura e da Sua doçura inefáveis: irei ter com Ele com espírito de afectuosa confiança e humildade. Conservar-me-ei em união com Ele o dia inteiro com frequentes aspirações e grande pureza de intenção... A caridade espiritual para com os outros será o meu primeiro cuidado; tornar-me-ei humilde e afável. Falando aos outros de Deus, pedir-Lhe-ei que dê fruto ao que digo pela sua acção inefável...»
O espírito de pobreza de CONTARDO era real. Emprestara todas as suas economias, 30 000  francos-ouro, a um amigo que os dissipou num mau negócio. FERRINI não se queixou nem o mínimo. Não tentou recuperar a quantia nem sequer em parte.
Sendo professor em Pavia, morava com a irmã numa quinta a 3 quilómetros da cidade. Levantar às 5 e meia, ou voltava ao quarto só às 22 horas. depois de se entregar às suas devoções em Pavia, almoçava num alojamento que tinha o cunhado na cidade. Dava o curso vestindo casaco escuro e luvas pretas. Os professores gostavam de se encontrar no café: FERRINI preferia a biblioteca ou a igreja. Visitava o bispo. Depois de receber os estudantes que lhe desejavam falar, voltava a pé para casa da irmã. Depois do jantar, algumas vezes jogava uma partida de cartas. O dia terminava com o terço rezado em família. A uma pergunta, que um dia faziam ao porteiro, este respondeu da seguinte maneira: 
«Nos dias de festas, o professor não é fácil de encontrar. Está sempre na igreja, onde tem muitas coisas para fazer».
FERRINI, falecido aos 43 anos, faz pensar no francês OZANAM, falecido aos quarenta anos, em 1853. Ambos mostraram pelo exemplo que a ciência é compatível com o Cristianismo. OZANAM com uma vida mais activa. FERRINI, de maneira mais oculta.
CONTARDO FERRINI foi beatificado em 1947 pelo Papa PIO XII





IRIA, Santa


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Venerada em Espanha e sobretudo em Portugal, esta santa tem uma história romanesca que se conta assim.
No reinado de Recesvinto, vivia em Nabância, na Lusitânia, uma donzela chamada IRIAfilha de Ermígio e Eugénia, pessoas de sangue ilustre. EUGÉNIA tinha um irmão, chamado CÉLIO, abade dum mosteiro daquela região. Vendo este a vivacidade e boa disposição da sobrinha, encarregou o monge REMÍGIO, homem douto e religioso, de a instruir nas letras e bons costumes. A menina vivia retirada do mundo em companhia de CASTA e JÚLIA, irmãs de seu pai. Todas costumavam, uma só vez por ano, em dia de São PEDRO visitar a Igreja dedicada a este Apóstolo, que se erguia junto ao palácio de Castinaldo, governador daquelas terras.
Também este acudia devotamente à Igreja com a sua família e um filho único, chamado BRITALDO, que, ao ver a donzela numa dessas festas, ficou enamorado da sua formosura. Não se atreveu, porém, a manifestar-lhe o seu amor, porque o conteve o amor de Deus e o respeito devido aos pais de IRIA e ao abade CÉLIO. Essa paixão reprimida ia-o consumindo dia a dia, sem que nada valesse o carinho da família e o auxilio da medicina.
Sabendo do estado do enfermo por divina revelação, IRIA decidiu-se a ir visitá-lo, para lhe dizer que a doença não era mortal e que Deus lhe restituiria a saúde, se ele afastasse o mau afecto a que os olhos o tinham  inclinado. Alentado com as exortações da santa, o doente tranquilizou-se. Como ela lhe prometesse que não casaria com outro, BRITALDO em breve se restabeleceu, e seus pais ficaram a ter maior devoção pelo mosteiro onde IRIA estava recolhida, dando-lhe muitas esmolas e privilégios.
Passados dois anos, entrou o demónio no coração do monge REMÍGIO, inspirando-lhe um  amor impuro pela discípula. Como a santa recusasse as suas solicitações e o repreendesse, o monge ministrou-lhe ocultamente uma beberagem que lhe deu o aspecto de mulher grávida. BRITALDO acreditou nos rumores a respeito do mau procedimento de IRIA e, julgando que ela tinha faltado à promessa, encarregou um soldado de a matar.
Estava ela uma noite a rezar junto do rio Nabão, quando sobreveio o soldado e a degolou, atirando depois o cadáver à corrente. De manhã, como ela não aparecesse, correu a fama de que tinha fugido com um amante. Conhecendo, porém, a verdade por divina revelação, o abade CÉLIO divulgou o acontecimento e todos começaram a procurar o cadáver pelo Nabão e pelo Zézere até ao Tejo. Encontraram-no, enfim, junto à cidade de Scalábis. As águas  do Tejo afastaram-se da margem e deixaram em seco o sepulcro de mármore dentro do qual estava o corpo da virgem. Não houve forças humanas que pudessem removê-lo. Espraiou-se outra vez o Tejo e cobriu-o com as suas águas. Por memória, a cidade ficou a chamar-se de Santa IRENE, e daí vem o nome de SANTARÉM.

Concluindo esta biografia, a edição portuguesa das Vidas dos Santos, 1955, apresenta esta nota: «Retocamos a lenda apresentada pelo Autor, de harmonia com as lições «próprias» de Lisboa. O caso é atribuído ao ano de 653 e anda contado de modo diverso, num conhecido romance popular».

Santos de Portugal, diz nas páginas 21 e 22: «Com semelhante associação de ideias, e ainda outras mais arrojadas, se adensaram, sobre Santa IRIA, a lenda e até o romance tão maravilhosamente que, no seu sermão, o Padre ANTÓNIO VIEIRA começou por exclamar, desde o exórdio: 
"Ó IRIA, Virgem entre todas, e em tudo, singularíssima! Singular na vida, singular na morte, singular na sepultura, e com singularidade, nem antes nem depois de vós, comunicada a outrem, verdadeiramente única!"»
NABÂNCIA, diz o Ano Cristão, vol X, p. 270, é o nome antigo de TOMAR.





CAPRÁSIO, Santo
   
Texto do LÇivro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga: 

Máryir em Agen, França, depois de presenciar os tormentos qye sofreun a virgem Santa FÉ. Celebra-se a 20 de Outubro.
Outro CAPRÁSIO foi ermitão dos Vosgos, FRança, o qual, em união com Santo HONORATO fundou o mosteiro de Lerins. Foi bispo de Arles e morreu pelo ano de 430. É celebradio no dia 1 de Junho.

CORNÉLIO o Centurião, Santo
    
 
Comemoração de São CORNÉLIO centurião que, em Cesareia da Palestina, foi baptizado por São PEDRO como primícias da Igreja dos gentios.


 CAPRÁSIO DE AGEN, Santo


Em Agen, na Aquitânia, França, São CAPRÁSIO mártir. (303)


SINDOLFO DE AUSSONCE, Santo
   

Em Aussonce, território de Reims, França, São SINDOLFO eremita que seguiu a vida solitário somente conhecida por Deus. (600)


VITAL DE SALZBURGOSanto


Em Salzburgo, na Baviera, hoje na Áustria, São VITAL bispo que, originário da Irlanda, foi discípulo de São RUPERTO companheiro nas suas viagens e imitador dos seus trabalhos e vigílias; escolhido por ele como seu sucessor, converteu à fé de Cristo a população de Pinsgau. (730)

ANDRÉ "In Crisiou "Calabita", Santo


Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, Santo ANDRÉ chamado «In Crisi» ou «Calabita» monge e mártir, o qual, nascido na ilha de Creta, por defender o culto das santas imagens, no tempo do imperador Constantino Coprónimo foi repetidamente flagelado e torturado até à morte e finalmente precipitado do alto da muralha da cidade. (767)

ADERALDO ou ADELARDO, Santo



Em Troyes, junto ao rio Sena, na França, Santo ADERALDO ou ADELARDO, arcediago, que ilustrou a Regra canonical com as suas palavras e o seu exemplo, mesmo quando era prisioneiro dos Sarracenos na terra Santa. (1002)

 

ADELINA DE MORTAINSanta



Em Savigny, na Normandia, França, Santa ADELINA primeira abadessa do mosteiro de Mortain que fundou com a ajuda de seu irmão São VITAL. (1125)

TIAGO STREPA, Santo

 


Em L'viv na Roménia, hoje Ucrânia, o Beato TIAGO STREPA bispo de Halic, da Ordem dos menores, ilustre pela sua solicitude pastoral e virtudes apostólicas. (1409)



TIAGO KERN (Francisco Alexandre Kern), Beat

 

Em Viena, na Áustria, o beato TIAGO KERN (Francisco Alexandre Kern) presbitero da Ordem Premonstratense que, ainda aluno seminarista mobilizado durante a primeira guerra mundial, foi ferido em combate; depois entregou-se com grande solicitude ao ministério pastoral que exerceu por breve tempo; efectivamente, afectado por uma longa e penosa enfermidade, suportou-a com grande fortaleza de ânimo, aceitando serenamente a vontade de Deus. (1924)



 ... E AINDA  ...

BERENGARIO ALEMAN DE BELLPUIGBeato



Originario di Valenza (Spagna), il Beato Berengario Aleman de Bellpuig, cavaliere laico mercedario, onorò l'Ordine con le sue eroiche virtù. Nel 1230 prese parte alla liberazione dell'isola di Maiorca sconfiggendo i mori, riportandola alla fede di Cristo. Nella stessa isola nel convento del Santissimo Salvatore terminò la sua vita accompagnato da prodigiosi miracoli che attestarono la sua santità.
L'Ordine lo festeggia il 20 ottobre.
DIEGO DE CERVANTESBeato


Inviato come redentore in terra africana, il Beato Diego de Cervantes, religioso dell'Ordine Mercedario, liberò da una dura schiavitù 443 prigionieri dei saraceni.Amato da Dio e dagli uomini, dopo aver accumulato meriti e buone opere si addormentò nel Signore.
L'Ordine lo festeggia il 20 ottobre.
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IRENE DE PORTUGAL, Santa



Sono più d'una, nei calendari, le Sante con il nome di Irene. Nome bello nel suono e nel significato, perché deriva dalla parola greca che significa " pace ". La Santa Irene di oggi è una delle più note, grazie soprattutto a una pittoresca leggenda che ha incontrato grande popolarità in molti paesi, benché abbia ben poco di verosimile. Narra dunque come Irene, nata nel Portogallo sulla metà del VI secolo, fosse religiosa in un monastero di vergini consacrate a Dio. Benché modesta e pudica, ella spiccava tra le consorelle per la sua eccezionale bellezza di lineamenti.
Si innamorò di lei un giovane signore, che più volte la chiese in sposa. Irene gli fece capire come ciò fosse impossibile, e non per sprezzo o antipatia, ma per restare fedele a un impegno più alto. Al rifiuto, il giovane, sinceramente innamorato, si afflisse tanto da ridursi gravemente ammalato. Spronata dalla carità, Irene si recò a visitarlo, e lo consolò con parole così ispirate da far presto guarire  l'innamorato giovane.
Ma la storia non finì lì. Un religioso indegno, turbato dalla bellezza di Irene, tentò di corrompere la giovane, sua penitente. Non riuscendovi, egli si vendicò atrocemente. Offrì alla fanciulla una misteriosa bevanda, e poco dopo Irene mostrò i segni di una prossima maternità.
Lo scandalo dilagò. Lo seppe anche il primo pretendente, il quale, giustamente si ritenne odiosamente beffato. Mandò perciò un sicario per punire la donna, da lui ritenuta menzognera e impudica.
Il sicario recise con la spada la testa di Irene, poi ne gettò il corpo nelle acque di un fiume. La corrente portò il corpo di Irene fino al Tago, poi lo fece arenare presso la città di Scallabis; dove viveva un Abate, zio della fanciulla. Avvertito in visione dell'accaduto, l'Abate si recò in processione a raccogliere le spoglie dell'uccisa.
Non fu difficile comprovare l'innocenza della fanciulla, Martire senza colpa. La sua vicenda commosse l'intera città, tanto che da allora venne chiamata, non più Scallabis, ma Santarèm, cioè " Sant'Irene ".
Abbiamo già detto che questa popolarissima leggenda non ha nessun fondamento reale. La Santa di oggi, la Santa Irene di Santarèm, altro non è che l'immaginario " doppione " di un'altra Martire dallo stesso nome.
Sant'Irene, Martire di Tessalonica nei primi secoli, era particolarmente venerata a Scallabis, dove si trovavano alcune sue reliquie. La devozione per l'antica Martire orientale dette corpo alla leggenda della Santa dallo stesso nome, ma con le fattezze di una fanciulla portoghese. Si volle insomma rendere più edificante e commovente un esempio di virtù e di eroismo, non però allo scopo di ingannare i fedeli, ma al contrario per accrescere il loro zelo e ravvivare il loro affetto per la Santa.

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LEOPARDO DE ÓSIMOSanto




Tra molti Leoni e non pochi Orsi, due o tre Santi di nome Foca e uno addirittura chiamato Tigre, il serraglio del Calendario presenta anche due Santi di nome Leopardo, e accanto a questi un San Leopardino.
Leopardo, non Leonardo: cioè il nome stesso del felino chiamato anche pantera. Il primo Leopardo, ricordato il 30 settembre, fu un Martire romano caduto sotto Giuliano l'Apostata. Sepolto nel cimitero di Sant'Ermete, sarebbe stato poi trasportato ad Otricoli, da dove le sue reliquie emigrarono ad Aquisgrana, la capitale di Carlo Magno. Nella città dei " tepidi lavacri " fiori e sopravvisse il suo culto e la sua memoria.
Il secondo San Leopardo è Patrono della città di Osimo, e a lui è dedicata la bella cattedrale della città, oggi in forme romaniche, ma che risale ad un'epoca ancora più antica, perché sembra che sia stata eretta nell'VIII secolo.
E' probabile, anzi, che il duomo di Osimo, cioè la cattedrale di San Leopardo, occupi il luogo dove era il Campidoglio dell'antica Auximum romana, con le Terme e il tempio dedicato a Igea e ad Esculapio. Queste due divinità pagane, come è noto, presiedevano alla salute dei mortali, e il loro ricordo sembra alludere alla salubrità dell'aria e delle acque di quel ridente angolo di terra marchigiana. Il culto di San Leopardo ad Osimo è antico di almeno mille anni. L probabile che la vita del Santo stesso risalga a diversi secoli più addietro, e non c'è motivo di dubitare dei dati riferiti dalla sua storia leggendaria, per quanto frammentari e incompleti, secondo la quale egli sarebbe vissuto nel V secolo cristiano, al tempo del Papa Innocenzo I e degli Imperatori Valentiniano III e Teodosio.
Gli eventi della vita di San Leopardo sono incerti, e i documenti scritti sul suo conto sono assai posteriori, frutto in gran parte di immaginazione. Ciò non vuol dire, però, che si debba negare il dato tradizionale che fa di lui il primo Vescovo di Osimo, onorato come tale fin dal X secolo, o prima.
Il nome proprio di Leopardo dovette essere abbastanza diffuso nella regione di Osimo, ed è sicuramente dal nome di un medievale Leopardo, secondo una ben nota regola della formazione di moltissimi cognomi italiani, che la sua discendenza ebbe il nome di famiglia dei Leopardi.


MARIA DE JESUS, Beata




Monaca mercedaria nel convento di Vera Cruz di Berriz in Spagna, la Beata Maria di Gesù, fu resa famosa per le rivelazioni divine dello Spirito profetico. Dopo molte fatiche e gravissime pene, decorata di meriti e di miracoli migrò allo Sposo Divino.
L'Ordine la festeggia il 20 ottobre.

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miscelania 003

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Estátua de JOÃO PAULO II

no

Santuário de Fátima

ANTÓNIO FONSECA

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Nº 3 6 3 1 - SÉRIE DE 2018 - (293) - SANTOS DE CADA DIA - 19 DE OUTUBRO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos





Foto do autor
Julho-2018


Nº  3 6 3 1



Série - 2018 - (nº 2 9 3)


19 de OUTUBRO de 2018


SANTOS DE CADA DIA


11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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PEDRO GAVARITO DE ALCÂNTARA, Santo

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga


Descendente de família nobre, PEDRO GAVARITO nasceu em 1499, em Alcântara - Extremadura espanhola. Estudou em Salamanca e entrou aos dezasseis anos para a Ordem dos Franciscanos, em Manxarretes. Durante cerca de vinte anos, pregou em Espanha e em Portugal, e desempenhou os cargos de Provincial e de Comissário geral da Ordem; morreu no convento de Arenas, em 1562. É um dos grandes místicos espanhóis o século XVI e dos que levaram a austeridade até a um grau sobre-humano.
Escreveu um Tratado da Oração Mental que Santa TERESA, LUÍS GRANADA e São FRANCISCO DE SALES consideravam obra-prima. O Papa GREGÓRIO XV declarava encontrar nesse livro «uma luz brilhante para guiar as almas ao céu e uma doutrina ditada pelo Espírito Santo»; e quando beatificou o seu autor, em 1623, concedeu-lhe o título de «Doutor da teologia mística».
Declarou a Santa TERESA que tinha vivido tr~es anos num convento sem levantar os olhos, conhecendo os confrades apenas pela voz. Andava sempre descalço, sem sandálias; durante 40 anos, só comeu de dois em dois dias; só dormia duas horas por noite. Já na agonia e devorado de febre, recusou o copo de água que lhe ofereciam, suspirando «Jesus também suportou a sede, pregado na cruz!».
A mesma Santa escreveu sobre ele o seguinte: «É à afeição que me dedicava  que devo as confidências que me fez. Contou-me que dormia sentado no chão e com a cabeça encostada à parede. Não tinha senão a pele sobre os ossos quando o conheci. Dir-se-ia que tinha um corpo formado com raízes de árvore. Ele, tão afável e de palavras tão saborosas, não falava se não era interrogado. Apareceu-me um ano antes da sua morte; continua a aparecer-me frequentemente, guiando-me, ajudando-me, consolando-me mais ainda depois que está na glória do que antes» Quanto aos gritos que o Santo lançava no êxtase, Santa TERESA acrescenta: «Vários dos que os ouviram persistem em dizer que estava doido. Feliz doidice, minhas irmãs, oxalá nós participássemos todas dela».

Esteve São PEDRO DE ALCÂNTARA duas vezes em Portugal: a primeira, chamado por Dom João III para sua consolação e direcção espiritual; e a segunda para, no convento da Arrábida, com alguns portugueses, dar princípios à reforma dos Franciscanos arrábidos ou Alcantarinos.
Quando lhe anunciaram que estava a morrer, murmurou: 
«Laetatus sum in his quae sunt mihi - «Regozijo-me com o que dizem, vou para a casa do Senhor». 
Depois da morte apareceu aureolado de glória a Santa TERESA e disse-lhe: «Bendita seja a penitência que me valeu tal recompensa».
A célebre carmelita venerava-o como benfeitor insigne; foi ele, com efeito, quem a amparou quando todos se lhe opuseram ou abandonaram.
Foi ele que lhe obteve autorização para fundar em Ávila o seu primeiro convento de carmelitas «descalças». E, tendo passado pelos mesmos estados místicos, só ele compreender TERESA e a animou: apesar de toda a oposição, declarou-lhe estar convencido que Deus a destinava para reformar o Carmelo.
PEDRO DE ALCÂNTARA introduziu na sua Ordem uma reforma severa, da qual saiu uma plêiade de Santos. cada convento de «Alcantarinos» não podia ter mais de oito religiosos que faziam cada dia três horas de oração mental.




JOÃO DE BRÉBEUF, ISAAC JOGUES, 
JOÃO DE LA LANDE, RENATO GOUPIL, 
GABRIEL LALEMANT, ANTÓNIO DANIEL, 
CARLOS GARNIER e NATAL CHABANEL, Santos
  
 

Os santos mártires JOÃO DE BRÉBEUF, ISAAC JOGUES presbiteros e Companheiros da Companhia de Jesus, no dia em que São JOÃO DE LA LANDE religioso foi assassinado pelos pagãos do lugar de Ossernenon, hoje Auriesville, no Canadá, onde alguns anos antes, tinha alcançado a coroa do martírio São RENATO GOUPIL. Neste dia são também venerados conjuntamente os seus santos companheiros GABRIEL LALEMANT, ANTÓNIO DANIEL, CARLOS GARNIER e NATAL CHABANEL que, no território canadiano, em dias diversos , morreram mártires, depois de muitos trabalhos na missão entre os Hurões para anunciar o Evangelho de Cristo aos povos desta região. (1642-1649)


Texto do Livro SANTOS DE CADA DIA,da Editorial A. O. de Braga:

Neste dia celebram-se oito mártires franceses, da Companhia de Jesus, que se dedicaram ao duríssimo trabalho missionário entre os Hurões; cinco sacerdotes sofreram com extraordinária fortaleza um martírio atroz no território do actual Canadá; JOÃO DE BRÉBEUF (16 de Março de 1649), ANTÓNIO DANIEL (4 de Julho de 1648), GABRIEL LALEMAN (17 de Março de 1649), CARLOS GARNIER (7 de Dezembro de 1649) e NATAL CHABANEL (8 de Dezembro de 1649); os outros três - o sacerdote ISAAC JOGUES (18 de Outubro de 1646) e os irmãos coadjutores RENATO GOUPIL (29 de Setembro de 1642) e JOÃO DE LA LANDE (19 de Outubro de 1646) - ofereceram heroicamente o sacrifício supremo em território dos actuais Estados Unidos da América do Norte. Foram todos canonizados por PIO XI em 1930.
De entre os oito mártires, salientamos as suas duas figuras principais, JOÃO DE BRÉBEUF e ISAAC JOGUES.

Condições de Evangelização

A missão entre os Hurões - na qual se exerceu principalmente o apostolado de BRÉBEUF, JOGUES e seus companheiros - pode ser considerada como uma das mais difíceis de todos os tempos. Estes missionários conheceram, de facto, condições tremendas de clima, alimentação e alojamento. Através dum país de grandes dimensões (Canadá e Norte dos Estados Unidos), venceram distâncias de várias centenas de quilómetros em frágeis embarcações de troncos de árvore. Viagens que se tornavam estafantes por causa das coisas que era precisos transportar dum rio para outro trio, das caminhadas nas florestas, das nuvens de mosquitos, das dificuldades de abastecimento e da ausência de higiene dos índios. No Inverno, após grandes percursos, de patins, na neve, como único abrigo encontravam, ou uma cabana feita com abetos, dentro da qual o vento circula com tanta liberdade como do lado de fora, ou umas choças miseráveis, sem janelas, onde se amontoam pessoas e animais , enquanto o ar se vai carregando  com o cheiro penetrante de peixe e o fumo ataca a garganta, o nariz e os olhos. Depois, foi, durante anos, a aprendizagem duma língua nova, sem qualquer laço de parentesco com as línguas europeias, para compor, à custa de inauditos esforços, um dicionário e uma gramática que permitissem balbuciar, em Hurão, os rudimentos da doutrina cristã. A todas estas provas, veio juntar-se o espectro, mais temível ainda, do insucesso. Com efeito, depois duma fase bastante reconfortante de amizade, os missionários encontraram, por parte daqueles a quem vinham pregar o Evangelho, resistência crescente e obstinada. Esta devia atribuir-se, segundo BRÉBEUF, a três factores: imoralidade dos Hurões; apego aos seus costumes; e sucessivas epidemias, a responsabilidade das quais eles atribuíam aos missionários; estas epidemias, em poucos anos, reduziram a 12 000 uma população de 30 000 habitantes. De 1636 a 1642, a missão viveu constantemente num clima de ameaças, perseguições e tentativas de morte. Como consequência, o ritmo das conversões foi desesperadamente lento. Só em 1637, após seis anos de trabalho duro, é que BRÉBEUF pôde por fim baptizar um adulto com saúde  (isto é, não em perigo de morte). Em 1641, a missão não tinha ainda mais de 60 cristãos. A partir de 1642, hordas de Iroqueses  envolvem, com uma imensa rede todo o país dos Hurões. Começam então grandes desastres que continuarão até 1649: ataque aos comboios de canoas ou de gente a pé, correspondência dos missionários apanhada e destruída. Hurões e Franceses capturados, torturados e chacinados, aldeias saqueadas e incendiadas. Tantas desgraças tiveram como desenlace o trágico esmagamento dos Hurões e o martírio daqueles que tinham dado a sua vida para anunciar o Evangelho.

Princípios espirituais

Num contexto destes, a mediocridade não podia ter lugar. Era preciso optar pelo heroísmo, ou abandonar a missão. De facto, os missionários dos Hurões, foram todos homens duma vida religiosa excepcional. Vários dos que não receberam a graça do martírio, eram dignos dela: e os que foram martirizados, já eram verdadeiros Santos. Todos esses homens foram formados pelos Exercicios Espirituais de Santo INÁCIO, que prosseguiram sendo, para eles, a experiência determinante da sua vida. Cristo é para eles uma presença viva: companheiro de viagem, de solidão, de apostolado, de sofrimento, de martírio. Em seus escritos, a presença de Cristo flora em todas as linhas. Como São PAULO, foram eles atraídos por Cristo e não vivem senão para Ele. O seu amor vai principalmente para Cristo crucificado. Vários deles pediram a missão do Canadá, porque nele se sofria mais por Cristo. Para alguns, como BRÉBEUF e JOGUES esta preferência é acompanhada duma verdadeira vocação à cruz.
Entre as influências que marcaram a vida espiritual destes Mártires, é também preciso mencionar a do Padre LUÍS LALEMANT, cuja forte personalidade domina toda esta geração de jesuítas.

Figuras dominantesBRÉBEUF e JOGUES 


As duas figuras dominantes  do grupo são as de São JOÃO BRÉBEUF e de Santo ISAAC JOGUES. Três textos principais marcam a evolução experimental do primeiro: em 1631, promessa de servir a Cristo até à morte do martírio; entre 1637 e 1639, voto de não recusar nunca a graça do martírio; em 1645, voto do mais perfeito. A vida de BRÉBEUF aparece-nos assim  toda ela inscrita sob o signo da cruz e atravessada pela graça do martírio que desponta nos primeiros dias da sua vida religiosa e cresce até se transformar no fogo que o consome. «Jesus Cristo é a nossa verdadeira grandeza, escreve em 1635é só a Ele e à Cruz que devemos buscar correndo atrás destes povos». No decurso de um período de perseguições, depois de ter sido insultado, escarnecido, espancado e assaltado pelos poderes infernais, Cristo confirma-o na sua vocação para a cruz: «Volta-te para Jesus Cristo crucificado; que Ele seja, de hoje em diante a base e o fundamento das tuas contemplações» (retiro de 1640); caminha agora como uma vítima consagrada ao sacrifício. «O que aparece com mais frequência nas suas Memórias, observa Ragueneau, são os sentimentos que tinha de morrer pela glória de Jesus Cristo... desejos que se mantinham oito ou dez dias seguidos». O martírio, no termo duma vida assim, é apenas uma recapitulação, a derradeira oferta. Em BRÉBEUF encontram-se e harmonizam-se dois extremos: por um lado, o homem realista, amigo da tradição, organizador da missão, humilde religioso; e, por outro lado, o apóstolo que se oferece para todas as loucuras da cruz.
Ao lado de BRÉBEUF, contrasta a personalidade de JOGUES. Não foi nem fundador nem superior da missão. Foi sempre um subalterno. se não fosse o incidente  da sua prisão, todo o seu apostolado se teria desenvolvido na obscuridade. E numa alma  delicada, duma extrema sensibilidade, sempre pronto a emocionar-se; alma de humanista cuidadoso na expressão; homem  que desconfia de si, do seu parecer, das suas iniciativas pessoais. E, no entanto, a graça fez deste homem um Santo. A consciência das suas fraquezas fá-lo admirador dos seus companheiros e magnânimo  para com eles. A sua obediência enche-o  de silenciosa coragem. A sua sensibilidade inspira-lhe para com os selvagens, seus algozes, gestos de ternura maternal. O seu coração, que nasceu para as grandes amizades e sempre pronto a vibrar, a compadecer-se, fez dele um apaixonado de amor a Cristo, sobretudo a Cristo que sofre. Como BRÉBEUF, conheceu na acção as noites purificadoras  do insucesso e sofrimento. Como ele, recebeu uma vocação especial para a cruz. E como ele também, foi favorecido de graças místicas, todas dominadas pela presença do martirio.

Sementes de cristãos

A missão dos Hurões desapareceu com o martírio dos que a fundaram. Da própria tribo, não restavam, em 1630, mais que umas centenas de sobreviventes. A dispersão dos Hurões teve como efeito a propagação da fé  entre os povos da bacia dos Grandes Lagos do Canadá e das margens do rio Hudson. Estes convertidos formaram o núcleo das cristandades que os jesuítas irão fundar entre os Iroqueses e os povos do Oeste. Por um desígnio misterioso de Deus, a salvação dada aos Hurões no sangue dos mártires, germinou e propagou-se por toda a América Setentrional. Por eles, a luz brilhou nas trevas.
Em cada época, a Igreja descobre de novo a Cristo e esta descoberta é marcada por um novo esforço missionário. Os jesuítas missionários que largaram da França no século XVII, formados pelos Exercicios de Santo Inácio, descobriram a Cristo no sinal do seu chamamento supremo à Caridade: a Cruz. Só um amor apaixonado a Cristo, que Se deu e entregou pelos homens até à maior prova de amor, poder explicar a presença na América do Norte deste grupo de jovens missionários de zelo tão inflamado.






PAULO DA CRUZ, Santo



São PAULO DA CRUZ presbitero que, desde a juventude se distinguiu pela sua vida de penitência, zelo ardente e, movido pelo singular amor a Cristo crucificado, que ele via nos pobres e enfermos, fundou a Congregação dos Clérigos Regrantes da Cruz e Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo; o aniversário da sua morte ocorreu ontem dia 18. (1775)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

O fundador dos Clérigos Descalços da Santíssima Cruz e Paixão de Nosso Senhor, chamado no século PAULO FRANCISCO DANEI, nasceu em Ovada (Alessândria, Itália), em 1694, e morreu em Roma, a 18 de Outubro de 1775. Foi o segundo de 16 filhos.
Aos 19 anos ouvindo uma exortação do pároco, sentiu-se profundamente comovido e resolveu entregar-se inteiramente ao serviço de Deus: foi a sua «conversão», como ele lhe chamava. Levado pelo desejo de morrer pela fé, aos 21 anos alistou-se como voluntário no exército da República de Veneza, que preparava uma expedição contra os Turcos, recomendada e abençoada pelo papa; mas, rezando numa igreja diante do Santíssimo Sacramento exposto para as Quarenta Horas, ficou sabendo que outras eram as batalhas a que Deus o destinava. Voltando a Castelazzo, para onde a família se transferira, iniciou uma vida de extraordinária penitência e oração.
22 de Novembro de 1720 recebeu, do bispo de Alessândria e seu padre espiritual, a túnica preta de penitência que seria a divisa do novo Instituto, que era chamado por Deus a fundar. Retirando-se depois para um miserável quartinho pegado à igreja de São Carlos «nel Castelazzo», escreve em 50 dias as Regras do novo Instituto, sem antes ler outras regras, mas com tanta abundância de luz celestial, que lhe parecia ouvi-las ditadas por alguém.
Em 1721 PAULO dirigiu-se a Roma para solicitar de INOCÊNCIO XIII a aprovação das regras, mas, ao vê-lo tão miseravelmente vestido, um oficial da corte papal afastou-o. PAULO tendo voltado a Castelazzo para levar consigo o irmão JOÃO BAPTISTA, retirou-se juntamente com ele para o monte Argentário, que devia ser o berço do novo Instituto, renovando nele as penitências da antiga Tebaida. Nos dias de festa desciam às aldeias a instruir os fiéis na doutrina cristã e a afervorá-los com santas exortações, sobretudo recordando-lhes a Paixão do Senhor. 
No Ano Santo de 1725 conseguiram de BENTO XIII licença, dada de viva voz, para reunir companheiros: em 1727, encontrando-se de novo em Roma servindo os doentes do hospital de São GALICANO, foram ambos ordenados sacerdotes pelo mesmo Sumo Pontifice na Basilica Vaticana. Mas, logo que se viram livres para seguir a vocação, regressaram ao monte Argentário e começaram vida missionária propriamente dita, com missões ao povo e exercícios espirituais ao clero e as comunidades religiosas, voltando, de vez em quando, à solidão para retemperar o espírito na oração e na penitência. Deus não tardou em mandar-lhes fervorosos companheiros, com os quais PAULO chegou a estabelecer a ideia da Congregação dos Passionistas. Viu as Regras aprovadas sucessivamente por BENTO XIV, CLEMENTE XIV e PIO VI. Além, da Congregação dos Passionistas, fundou também um instituto feminino de estrita clausura, as Passionistas.
Não só todavia como fundador, mas também, como missionário, místico e director espiritual, merece ele especial consideração. 
Como missionário, por cerca de 40 anos fez ouvir a sua voz pelas cidades, vilas e aldeias da Toscana  e do Lácio, renovando espiritualmente povoações inteiras.
Como místico, pode incluir-se entre os mais ilustres da Igreja, como se revela já no seu diário, escrito por ordem de Dom Francisco de Gattinara o retiro de 40 dias em Castelazzo, em 1720. Podem distinguir-se três períodos na sua vida mística:

Dos 19 aos 31 anos passa por todos os graus de contemplação, até ser favorecido com o «matrimónio espiritual»;
dos 31 aos 76 anos agoniza num martírio interior de trevas e horríveis desolações, participando do abandono de Jesus na cruz; 
Dos 76 anos até à morte, as suas penas diminuem e começa a pré-gostar as alegrias do paraíso.

 A sua união a Jesus Crucificado foi autenticado pelos instrumentos da Paixão impressos  no seu coração. Dignas de nota na sua vida mística são as contínuas orações e lágrimas pela conversão da Inglaterra.
Como director espiritual, conduziu muitíssimas almas à mais alta perfeição, e as mais de 2 000 cartas que deixou são uma mina preciosa de ensinamentos, adaptados a todos os géneros de pessoas, recomendando sobretudo, como introdução a cada grau da escada mística, a meditação quotidiana dos sofrimentos de Jesus, sendo ela 
«a porta que leva a alma à intima união com Deus, ao interior recolhimento e à mais sublime contemplação».
A fama de santo acompanhou-o por toda a vida, não só entre o povo, mas também entre bispos, cardeais e papas. CLEMENTE XIV chamava-lhe «o seu paizinho» e visitou-o no retiro dos Santos JOÃO e PAULO, em Roma; visitou-o também PIO VI a quem, o Santo fez que previsse as graves tribulações que o esperavam.
Morreu o fundador dos Passionistas e das Passionistas, no sobredito retiro, com a idade de 81 anosPIO IX canonizou-o em 1867. O seu corpo venera-se na basilica dos Santos JOÃO e PAULO.





JOEL, Santo
   
 

Comemoração de São JOEL profeta que anunciou o grande dia do Senhor e o mistério da efusão do seu Espírito sobre toda a criatura, que a majestade divina realizou admiravelmente em Cristo no dia de Pentecostes. 


PTOLOMEU, LÚCIO e outro CompanheiroSantos


Em Roma, a comemoração dos santos PTOLOMEU, LÚCIO e outro COMPANHEIRO que, como refere São JUSTINO reconhecidos como cristãos por terem repreendido os costumes licenciosos e a injustiça nas sentenças, foram condenados à morte pelo prefeito Lolo Urbico no tempo do imperador Antonino Pio. (160)

ASTÉRIO DE ÓSTIA, Santo



Em Óstia no Lácio, Itália Santo ASTÉRIO mártir. (séc. III)

SABINIANO e POTENCIANOSantos



Perto de Sens, na Gália Lionense, hoje França, a comemoração dos santos SABINIANO e POTENCIANO que, segundo a tradição foram os primeiros pastores desta cidade e consumaram a confissão da fé com o martírio. (séc. IV)

 

VARÃO e 6 companheirosSantos



No EgiptoSanto VARÃO soldado que, no tempo do imperador Maximiano visitando e prestando auxílio a seis santos eremitas encarcerados, ao saber que o sétimo tinha morrido no ermo, quis ocupar o seu lugar e, depois de crudelíssimos tormentos com eles recebeu a palma do martírio. (307)

GRATO DE OLORON, Santo

Em Oloron, junto aos Pirenéus, na Aquitânia, FrançaSão GRATO bispo que, no tempo de Alarico, ariano rei dos Godos, participou no Concílio de Ágide para restaurar a Igreja nessa região da Gália. (506)


ETVINO DE KILDARE, Santo

 Na Bretanha Menor, hoje França, Santo ETVINO monge que levou vida solitária. (589)


VERÃO DE CAVAILLON, Bispo 

 
AQUILINO DE EVREUX, Santo

Em Evreux, Gália, hoje França, São VERÃO bispo que era dotado de grandes virtudes especialmente na assistência aos enfermos. (séc. VI)


FRIDESVIDA de OXFORD, Santa


Em Oxford, Inglaterra, Santa FRIDESVIDA virgem que sendo de estirpe régia e eleita abadessa dirigiu dois mosteiros um de monges e outro de monjas. (1257)


TOMÁS HÉLYE, Beato



Em Biville, próximo de Cherburgo, na Normandia, França, o Beato TOMÁS HÉLYE presbitero que passava os dias no exercício do ministério pastoral e as noites em oração e penitência. (1595)


FILIPE HOWARD, Santo



Em Londres, Inglaterra, São FILIPE HOWARD mártir que sendo conde de Arundel e pai de família, caiu em desgraça perante a rainha Isabel I por ter abraçado a fé católica e, por isso, foi metido no cárcere, onde admiravelmente entregue à oração e penitência, mereceu alcançar a coroa do martírio, consumido pelas privações e tormentos. (1633)



LUCAS AFONSO GORDA, Santo
MATEUS KOYIOYE, Santo



Em Nagasáqui, Japão, os santos mártires LUCAS AFONSO GORDA presbitero e MATEUS KOYIOYE religioso, ambos da Ordem dos Pregadores; o primeiro trabalhou antes nas Filipinas e depois no Japão, onde foi ministro ardente do Evangelho; o segundo de 18 anos de idade foi seu companheiro na propagação e no testemunho de fé. (1634)


INÊS DE JESUS GALAND DE LANGEAC, Beata



Em Langeac, junto ao rio Allier, em França, a beata INÊS DE JESUS GALAND virgem da Ordem dos Pregadores que foi prioresa do seu convento e se distinguiu pelo seu amor ardente a Jesus Cristo e pela dedicação à Igreja, oferecendo contínuas orações e penitências pelos seus pastores. )1634)


JORGE POPIELUSZKO, Beato



Em Wloclawek, Polónia, o Beato JORGE POPIELUSZKO, presbitero da diocese de Varsóvia e mártir. (1984)




 ... E AINDA  ...

CLEOPATRASanta



Era molto devota di san Varo, un martire egiziano e principio del IV secolo. Dopo la morte del marito, un ufficicla egiziano, chiese al preside della provincia di poterlo seppellire in Palestina sua terra natale. Ma invece della salma del marito, portò le reliquie di san Varo e le seppellì a Syre o Edra, sul monte Tabor, nella tomba della di lei famiglia.
In seguito, a causa dei numerosi pellegrini e ammalati che accorevano a venerare le reliquie del santo martire, Cleopatra decise di edificare una grande cappella. Qualche anno dopo le morì anche il filgio e lo seppellì accanto alle reliquie di san Varo. Trascorsero altri sette anni nell'esercizio della carità e della povertà cristiana.
Alla sua morte venne sepolta accanto a san Varo e al figlio, nel tempio che aveva costruito.
E' ricordata il 19 ottobre.
GIOVANNI DE LA LANDE, Santo


Jean de la Lande nacque a Dieppe nella regione della Normandia in Francia. Entrò tra i coadiutori della Società di Gesù, laici che si ponevano gratuitamente al servizio dei Gesuiti in cambio del loro sostentamento. Fu inviato missionario nella cosiddetta “Nouvelle-France”, nel Nord-America, per evangelizzare le popolazioni indigene, ben conscio che il desiderio di servire Dio lo portasse in un paese in cui era ben sicuro di doversi aspettare la morte.
Il 24 Settembre 1646 lasciò Trois-Rivieres con il Padre Isaac Jogues ed alcuni indiani diretti in Uronia in missione di pace. Ad Ossenon, odierna Auriesville nello stato di New York,vennero però ricevuti con diffidenza dagli Irochesi, che reputavano la religione dei “Manti Neri” quale responsabile delle malattie che avevano decimato il loro villaggio. Padre Jogues venne ucciso con un colpo alla nuca e decapitato il 18 Ottobre 1646 e Giovanni de la Lande subì la stessa sorte il giorno seguente.
Furoni in tutto otto i martiri gesuiti che effusero con il loro sangue la terra nordamericana, beatificati nel 1925 e canonizzati nel 1930 da Papa Pio XI. Mentre la commemorazione del singolo San Giovanni de la Lande ricorre in data odierna nell’anniversario del suo martirio, la festa collettiva di questo gruppo di martiri è fissata dal calendario liturgico al 19 ottobre
.
GIOVANNI JANUARI, Beato



Cavaliere laico dell'Ordine Mercedario,il Beato Giovanni Januari, fu grandedifensore della fede cattolica.Il suo coraggio nelle lotte contro i saracenifu ammirevole e le sue virtù non sismentirono mai.Terminò i suoi giorni nel convento diMontflorite in Aragona (Spagna),pensando unicamente al Signore nelritiro e nella preghiera.
L'Ordine lo festeggia il 19 ottobre.

JUSTO, FLAVIANO e companheirosSantos


  

I santi Giusto e Flaviano sembrano essere gli unici martiri storicamente accertati della Val di Susa, in quanto oltre a loro vi sono solo dei leggendari soldati della Legione Tebea quali Sant’Jorio e Sant’Antonino. Gli storici collocano il martirio di Giusto e Flaviano nel 575 per mano dei Longobardi oppure nel 906 circa ad opera dei Saraceni, anche se questa seconda ipotesi sembra essere la più probabile. Ormai anziani monaci presso la grande abbazia della Novalesa, non scapparono a Torino con l’abate e gli altri confratelli, ma preferirono restare a prestare soccorso ai viandanti ed agli indigeni, oppressi dalle violente incursioni saracene provenienti dalla Provenza. Una prima semplice versione della loro vicenda vuole che trovarono la morte presso Oulx in un sito poi denominati “Pian dei martiri”. Una narrazione più elaborata narra che i due compagni proseguirono invece sino alla valle di Bardonecchia, ove fecero sgorgare una fonte miracolosa nella grotta che avevano scelto come rifugio presso i monti Beaulard. Una apparizione angelica li avvertì però di una sanguinosa persecuzione cristiana ad Oulx, ove decisero di far dunque ritorno per andare anch’essi in contro al martirio. Nel 1027, in seguito al miracoloso ritrovamento del corpo di San Giusto, il marchese Olderico Manfredi fece appositamente edificare in Susa una nuova chiesa romanica per collocarvi tali reliquie. A tale chiesa dedicata al martire Giusto fu affiancato due anni dopo una grande abbazia benedettina, che nel 1581 passo poi ai Canonici Lateranensi. Nel 1772, con l’istituzione della nuova diocesi piemontese di Susa, la chiesa abbaziale divenne cattedrale e conseguentemente San Giusto divenne il patrono principale, ancor oggi festeggiato il 19 ottobre. E’ invece purtroppo andato perduto il culto liturgico di San Flaviano, assai probabilmente a causa dell’assenza di reliquie. 


LAURA DE CÓRDOVA, Santa




Santa Laura sarebbe stata una monaca del monastero di S. Maria di Cuteclara, nei pressi di Cordova in Spagna, di cui nell’856 divenne badessa succedendo a s. Aurea..
Nel “Martyrologium hispanicum” si narra, con poca certezza, che durante l’occupazione musulmana rifiutò di abiurare la propria fede cristiana; condotta davanti ad un giudice islamico, fu processata e condannata a morire in un bagno di pece bollente, dove diede la sua anima a Dio dopo tre ore di atroci dolori, era l’anno 864.
A dispetto delle scarne notizie che si sanno, il culto per la martire Laura ebbe grande espansione e il suo nome è molto diffuso in tutta Europa.
Molti studiosi fanno derivare Laura dal latino ‘laurus’, alloro, pianta sacra ad Apollo e simbolo di sapienza e gloria. Ai tempi dei romani comunque era più facile trovare Laurentia che Laura; il significato lo si fa risalire al serto di alloro con cui venivano incoronati i vincitori di varie gare; nei secoli successivi, con il serto sulla testa, si sono raffigurati i poeti ed i sapienti, del resto ancora oggi chi completa il ciclo degli studi è detto laureato.


LUPO DE SOISSONS, Santo

 Due giorni or sono, parlando di San Rodolfo, Vescovo di Gubbio, non potemmo fare a meno d'accennare a quel lupo di Gubbio famosissimo per il capitolo a lui dedicato nei Fioretti di San Francesco.
Quel lupo ammansito, che dopo l'ammonimento di San Francesco visse fino alla morte in modo esemplare, come un vero convertito, non potrebbe davvero aspirare a nessun titolo di santità.
Nel catalogo dei Santi è presente anche il nome di Lupo e viene ripetuto molte volte, mentre quello di un altro animale feroce, Orso, ricorre sei volte, con in più i diminutivi di Ursino, Ursicino e Orsola.
Quasi per contrasto, nove dei Santi col nome di Lupo sono Vescovi, cioè pastori, e quindi nemici dei veri lupi minaccianti i greggi dei fedeli. Il Vangelo mette in guardia dai lupi rivestiti con la pelle d'agnello, ma evidentemente i vari Lupi di cui parleremo oggi non avevano pelle d'agnello e zanne di lupo, se alla fine della loro opera pastorale furono ritenuti degni dell'aureola.
Il primo Lupo che s'incontra nel Calendario, il 27 gennaio, è l'ottavo Vescovo di Chalon-sur-Saône, al tempo di Gregorio Magno, che gli indirizzò una lettera, nel 601. Passato l'inverno, nel maggio abbiamo San Lupo di Limoges e nel luglio, si incontra un terzo Lupo, Santo Vescovo di Troyes nei tempestosi tempi di Attila, dal quale fu trascinato fuor dalla sua diocesi. Morì eremita sopra una montagna.
Di San Lupo, Vescovo di Angers, ricordato il 17 ottobre, si sa soltanto che, per umiltà, non volle essere sepolto nella cattedrale, e preferì il cimitero dei poveri, tra i quali era vissuto.
Il 25 ottobre, ecco un Lupo Vescovo di Bayeux e il 1° settembre è la volta di San Lupo Vescovo di Sens, anch'egli esiliato al tempo del Re Clotario e morto fuori della sua diocesi, nel 623.
Il 25 settembre, la città di Lione festeggia il suo San Lupo Vescovo, morto nel 542.
Quello di oggi, anch'egli vissuto in Francia, come tutti gli altri, fu nipote del grande San Remigio, che lo ricordò nel testamento, come suo erede. Anch'egli ebbe giurisdizione episcopale, a Soissons. Mori verso il 535.
L'ultimo dell'anno sarà un Lupo italiano, anch'egli Vescovo, a Verona, dove viene ancora onorato il 2 dicembre, per quanto non si ricordi più nulla della sua vita. Si sa che fu un lupo Santo, un pastore degno.
E il suo nome, tutt'altro che promettente, è l'unica testimonianza di una presenza luminosa nelle oscure vicende italiane del VI secolo, in piena epoca barbarica, quando i Vescovi dovettero lottare con l'energia dei lupi per difendere i loro greggi assaliti da ogni lato, dilaniati dalle guerre e dispersi dalle invasioni.

SANCHA DE ARAGÃO, Beata



Figlia del Beato Giacomo I° Re d’Aragona e cofondatore dell’Ordine Mercedario, la Beata Sancia, nacque a Barcellona verso l’anno 1242.
La giovane principessa ebbe un’educazione molto cristiana che la indusse ben presto ad abbandonare il palazzo regale e le delizie di questo mondo per il bene della Mercede.
Volle portarsi in Terra Santa per visitare i luoghi dove visse il Signore, e percorrendo quelle strade di città in città arrivò a Gerusalemme. Spinta da una forte fede si mise al servizio nell’Ospedale soccorrendo i pellegrini poveri e bisognosi, rivestita da varie virtù e famosa per i miracoli si spense dolcemente nel bacio del Signore il 19 ottobre 1262 alal giovane età di 20 anni.
Il suo corpo fu inumato a Gerusalemme vicino alla Basilica del Santo Sepolcro.
L’Ordine la festeggia il 19 ottobre.

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miscelania 003

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Estátua de JOÃO PAULO II

no

Santuário de Fátima

ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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