FELIZ PÁSCOA

https://www.recadosonline.com/img-33713.html https://img1.recadosonline.com/229/127.gif

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Nº 3 4 8 5 - SÉRIE DE 2018 - 146 - SANTOS DE CADA DIA - 25 DE MAIO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos




Foto do autor
26-Agosto-2017


Nº 3 4 8 5



Série - 2018 - (nº 1 4 6)


25 de MAIO de 2018


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



**********************************************************

Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

___________________________________________________________________________

*********************************
***************************
*********************

»»»»»»»»»»»»««««««««««««


25º DIA

MÊS DE MAIO, MARIANO E DO ROSÁRIO


Como escreveu PAULO VI, quanto ao mês de MAIO:

"MAIO é o mês em que nos templos e nas casas dos Católicos de todo o mundo se deve rezar mais fervorosamente o Rosário e no qual todos os cristãos deverão Venerar a MARIA, Mãe de Deus".




MADALENA SOFIA BARAT, Santa



Em Paris, França, Santa MADALENA SOFIA BARAT virgem que fundou a Sociedade do Sagrado Coração de Jesus e trabalhou muito para a formação cristã das jovens. (1865)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

A Fundadora da Sociedade Religiosa de Damas do Sagrado Coração nasceu em Joigny, Borgonha, França, a 13 de Dezembro de 1779, e morreu em Paris, a 25 de maio de 1865. Foi solenemente canonizada por Pio XI, em 1925.
Filha dum trabalhador, que por suas mãos cultivava umas vinhas, seu único património, foi educada sob a direcção do irmão mais velho, LUÍS BARAT que lhe ensinou latim, grego, história, ciências naturais, matemática e línguas espanhola e italiana. Chegou a traduzir correntemente Homero, Virgílio e os escritos dos Santos Padres.
Embora não a ajudasse a constituição física, débil e enfermiça, sobrepôs-se a todas as dificuldades com indomável e activa força de vontade. Não tinha ainda cinco anos e já consagrava a Deus a virgindade, com o propósito de se fazer religiosa. Repetidas vezes mostrou o desejo de vestir o hábito de carmelita descalça. Destruídos e encerrados os claustros em França pela Revolução de 17893, os seus desejos não eram de fácui resolução. LUIS, seu irmão, foi encarcerado quando MADALENA contava 14 anos de idade. A Providência ia temperando a alma de aço da futura fundadora. Restituído à liberdade sue irmão LUÍS e ordenado sacerdote, fixou-se em Paris e para lá levou a irmã, a fim de ela continuar ali os estudos, isto quando tinha uns vinte anos.
LUÍS contraiu amizade muito íntima com um membro da extinta Companhia de Jesus. o Padre JOSÉ VARIN que sonhava em fundar um instituto religioso que se dedicasse à formação cristã da juventude feminina. O Padre VARIN tratou com  a irmã de LUIS e viu nela o instrumento providencial para a ambicionada fundação. Ele e a irmã dela fizeram-na desistir dos seus propósitos de ser carmelita.
(...)  (...)  (...)

A 21 de Maio de 1865 estando na casa de Paris, anunciou à comunidade a suia morte próxima, com  estas palavras: «Apresso-me a vir hoje, pois na quinta-feira vamos para o céu». Efectivamente, carregada de méritos e trabalhos pela glória do Sagrado Coração de Jesus, beijando o Santo Crucifixo, morreu no dia em que predissera, 25 de Maio de 1865, festa da Ascensão do Senhor.
(...)  (...)
«A Madre BARAT é a revelação da humildade». dizia um Bispo.




GREGÓRIO VII, Santo



São GREGÓRIO VII, papa que antes abraçara a vida monástica com o nome de HILDEBRANDO e foi várias vezes legado dos papas do seu tempo para a obra da reforma da Igreja;




Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O,. de Braga:


 O período que decorre do ano 1073 a 1085, em que São GREGÓRIO governou a igreja de Deus com  todo o zelo e dignidade, é o período mais notável da história eclesiástica. São doze anos de heroísmo, de lutas contínuas com que o Santo Papa conquistou a, liberdade ca igreja e salvou a sociedade da sua ruína iminente.
(...)  (...)  (...)

São GREGÓRIO reuniu vários concílios e com o conselho e aprovação deles é que procedeu. Este procedimento foi nos séculos seguintes aprovado por homens da maior autoridade, como São TOMÁS DE AQUINO, São BOAVENTURA, Santo ANTONINO, São RAIMUNDO DE PENHAFORTE e inumeráveis doutores e teólogos.
São GREGÓRIO VII morreu pronunciando estas palavras:

DILEXI JUSTITIAM ET ODIVI INIQUITATE, PROPTEREA MORIOR IN EXILIO.

o que quer dizer:

AMEI A JUSTIÇA E ODIEI A INIQUIDADE, POR ISSO MORRO NO EXÍLIO.




VICENTA MARIA LÓPEZ Y VICUÑA, Santa




Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O,. de Braga:

 Foi canonizada neste dia do mês, no Ano Santo de 1975. PAULO VI ao presidir dirigindo-se de maneira especial às continuadoras da Congregação, fez da nova Santa o extenso elogio, que terminou como segue:
(...)  E um compromisso também: o da caridade social, que constitui a herança principal da vossa Fundadora. Em quase cem anos de vida, que bem soube a vossa Congregação empregar esta herança em favor da promoção das jovens, com residências, escolas profissionais, centros sociais e missionários! Dizemo-lo com jubilosa complacência, e vos, queridas Religiosas de Maria Imaculada aqui presentes e a todas as que, não tendo podido vir, dirigem neste momento o seu olhar para esta assembleia eclesial. Ânimo! E sempre avante!».



BEDA VENERÁVEL, Santo


 

São BEDA VENERÁVEL presbitero e doutor da Igreja, que passou toda a sua vida como servo de Cristo, desde os oito anos de idade, no mosteiro de Jarrow, na Nortúmbria, Inglaterra, fervorosamente dedicado à meditação e explicação da Sagrada Escritura. Além, da observância da disciplina monástica e o exercício quotidiano do canto na Igreja, as suas delícias foram sempre aprender, ensinar e escrever. (735)

Texto do Livro SANTOS DE CADA DIA, de Editorial A. O. de Braga:


Ele mesmo se apresenta assim no epílogo que pôs, três anos antes de morrer, na sua História dos Ingleses:
«Eu, BEDA, servo de Deus, nasci perto da abadia de Wearmouth, e só tinha sete anos quando fui confiado aos cuidados do abade BENTO (São BENTO BISCOP). Desde então, passei toda a minha vida no claustro, repartindo o tempo entre o estudo da Sagrada escritura, a observância regular e a celebração do ofício divino. Toda a minha felicidade estava em estudar, ensinar e escrever. Fiz-me padre aos trinta anos. Desde então até agora, que tenho 59, apliquei-me a redigir, para meu uso e para o dos meus irmãos, comentários da Sagrada escritura, uma vezes tirados da Sagrada Escritura, outras vezes tirados dos Santos Padres, e outras ainda concebido no espírito deles...»
Enumerando as suas obras, BEDA cita 45, sem contar as cartas que são, por vezes, verdadeiros tratados. Falou de tudo: da ortografia, dos autores clássicos, do trovão, do Sol, dos santos do Martirológio que ele dotou de notícias históricas, do calendário «gregoriano» que mais que ninguém ajudou a que fosse adoptado no Ocidente... As suas obras de espiritualidade, de exegese e de teologia estabelecerem a lei nos mosteiros e nas escolas da Igreja latina até à chegada da escolástica. Quanto à sua História Inglesa, vai das origens até ao ano de 731, e nenhum historiador dos primeiros séculos da Europa pode prescindir dela. É compilador e vulgarizador incomparável. Foi ele que introduziu o conhecimento dos Padres latinos na Inglaterra. Foi também o primeiro autor a servir-se do inglês, nos escritos.
Nasceu em 673 e faleceu a 26 de maio de 735. A morte foi humilde e tranquila, como fora a vida. Na véspera ainda, sentado na cama, ditava uma tradução inglesa do Evangelho de São João.
Sendo ele vivo, já os seus textos eram lidos nas igrejas. Ora era necessário anunciá-los, dar-lhes um título, um nome de autor. Para não dizerem simplesmente «de BEDA» diziam «do Venerável BEDA». Este adjectivo ainda hoje o juntamos ao seu nome.




MARIA MADALENA DE PAZZI, Santa




Santa MARIA MADALENA DE PÁZZI, virgem da Ordem das Carmelitas que em Florença, Itália, levou uma vida oculta em Cristo, consagrada à oração e abnegação, rezando assiduamente pela reforma da Igreja: recebeu de Deus muitos dons extraordinários e dirigiu sabiamente as suas irmãs no caminho da perfeição. (1607)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Santa MARIA MADALENA, da ilustre casa dos PAZZI, nasceu em Florença, Itália, no dia 2 de Abril de 1566, e foi seu nome de baptismo CATARINA. Pequenina, agarrava-se à mãe com extraordinário ardor nos dias em que esta voltava a casa, depois de ter comungado. Mas, se ela não comungara, a filha não tinha as mesmas expansões. A mãe pergunta-lhe a razão. resposta: a mãe «sabe-me» a Jesus.
Dir-se-ia que nasceu com amor ardente para com Jesus e ternura extrema para com a Santíssima Virgem. Deus favoreceu-a com o dom da oração, ainda antes de ter a idade para aprender a ler.
Passava horas inteiras neste exercício, e quando lhe perguntavam o que fazia no seu oratório, respondia: «Peço a Deus me ensine o que é mister que eu saiba para Lhe agradar».
(...) (...) (...)
Foi beatificada em 1636 e incluida no catálogo dos santos no ano de 1669.




CANIÃO, Santo




Em Atella, na Campânia, Itália, São CANIÃO bispo e mártir. (séc. III)




DIONÍSIO, Santo



Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, Itália, a comemoração de São DIONÍSIO, bispo que por causa da fé católica, foi expulso pelo imperador ariano Constâncio para a Armênia, onde morreu com o glorioso título de mártir. (361)

ZENÓBIO, Santo


Em Florença, na Etrúria, hoje na Toscana, Itália, São ZENÓBIO bispo. (séc. IV)


LEÃO, Santo



No cenóbio de Montenay, junto a Troyes, na Gália, hoje França, São LEÃO abade. (séc. VII)

ALDELMOSanto



Na Inglaterra, Santo ALDELMO bispo, homem célebre pela sua doutrina e seus escritos que, depois de ter sido abade do mosteiro de Malmesbury, foi ordenado primeiro bispo de Sherborne, entre os Saxões ocidentais. (709)

GENÁDIOSanto


Em Peñalba de Santiago, Astorga, Espanha, São GENÁDIO que primeiro foi  abade e depois bispo desta sede; era conselheiro real, mas, movido pela nostalgia do claustro, renunciou à dignidade episcopal e passou o resto da sua vida como monge e, por vezes, eremita. (925)


GERARDO MECÁTTIBeato


Em Villamagna, Florença, Etrúria, hoje Toscana, Itália a comemoração do Beato GERARDO MECÁTTI que, seguindo com entusiasmo os passos de São FRANCISCO distribuiu os seus bens pelos pobres e, retirando-se para a solidão, por amor de Cristo se dedicou a acolher os peregrinos e socorrer os enfermos. (1245)


GÉRIO, Santo


Em Montesanto, no Piceno, hoje nas Marcas, Itália, o passamento de São GÉRIO que, depois de ter sido conde Lanel, abraçou a vida eremita e morreu durante uma santa peregrinação. (1270)



TIAGO FILIPE BERTÓNI (André)  Santos


Em Faenza, na Flamínia hoje na Emília-Romanha, Itália, o Beato TIAGO FILIPE BERTÓNI (André) presbitero da Ordem dos Servos de Maria, insigne pelo dom das lágrimas e profunda humildade. (1483)

PEDRO DOAN VAN VAN, Santo



No Tonquim, hoje Vietname, São PEDRO DOAN VAN VAN mártir, que, sendo catequista e administrador da paróquia de Bau Nô, já octogenário, confirmou a constância da sua fé, derramando o seu sangue no tempo do imperador Tu Duc. (1857) 



DIONÍSIO SEBUGGWAWO, Santo

 


Em Munyongo, Uganda, São  DIONÍSIO SEBUGGWAWO, mártir que, aos 16 anos de idade, afirmando ao rei Mwanga durante um interrogatório que ensinara a dois pajens da corte os rudimentos da religião cristã, foi degolado pelo próprio rei. (1886)

CRISTOVÃO MAGALLANES e AGOSTINHO CALOCA, Santos

    


Em Catatlan, Guadalajara, México, os santos CRISTOVÃO MAGLLANES e AGOSTINHO CALOCA, presbiteros e mártires que durante a perseguiição mexicana, confiando firmemente em Cristo Rei, alcançaram a coroa do martírio . (1927)


NICOLAU CEHELSKYJ, Beato





No Campo prisional de Javas, Moldávia, o Beato NICOLAU CEHELSKYJ presbitero e mártir que, sob um regime perseguidor da religião, venceu com a fortaleza da fé os tormentos do martírio. (1951)



... E AINDA  ...


ANTÓNIO CAIXAL, Santo


Maestro in teologia ed arti, Sant’Antonio Caixal, vene eletto XV° Maestro Generale dell’Ordine Mercedario nel settembre 1405. Strenuo difensore dell’unità della Chiesa, i Re aragonesi trovarono in lui un rappresentante di categoriae come ambasciatore, partecipò ai concili di Perpignano (Francia), e Costanza in Svizzera, lottò con efficacia ed impegno per superare lo scisma d’Occidente. Lì fu nominato vescovo di Lyon che però rinunciò fino a che non fosse raggiunta l’unione della Chiesa. Famoso per i miracoli e degno di ricordo eterno morì santamente a Costanza il 25 maggio 1417 lasciando l’Ordine fortificato sia nella vita interna che nella redenzione degli schiavi



BARTOLOMEU MAGI DE ANGHIARIBeato


Commemorato nel necrologio Francescano nel giorno 25 maggio: “Prope Empolim, in Tuscia, B. Bartholomaei Magi, ab Anglario, Confessoris qui castitate, humilitate et patientia exornatus, vitam prope angelicam duxit”, il culto al Beato Bartolomeo Magi da Anghiari, oltre che all’interno dell’ordine francescano, fu costante nei secoli anche nella devozione della Parrocchia di Anghiari: anzi la Chiesa di Santa Croce, con l’annesso Convento, rimane monumento in onore allo stesso Beato. Egli con i suoi santi consigli organizzò la costruzione di questa Chiesa, che secondo la sua intenzione, doveva ricordare il passaggio di San Francesco stigmatizzato in Anghiari, avvenuto nel 1224, quando passò vicino al Castello e vi innalzo una Croce

JOÃO DE GRANADASanto


Figlio di Ozmin Aben Adriz e nipote del Re di Granada Ismael, entrambi saraceni convertiti alla fede cattolica, San Giovanni da Granada, fece gli studi a Salamanca e vestì l’abito dell’Ordine della Mercede nel convento di Valladolid. Per 13 anni fu commendatore del convento di Cordova, durante i quali costruì la nuova chiesa e nel 1407 fu eletto provinciale di Castiglia. Assieme al confratello San Pietro Malasanch fece due redenzioni in Africa nel 1415 e nel 1427, dal ritorno di quest’ultima furono ambedue catturati dai mori. Dopo vari maltrattamenti vennero assassinati a Granada, San Giovanni meritò la corona dei martiri nell’anno 1428

ISIDORO NGEI KO LAT, Beato
E' stato beatificato sabato 24 maggio 2014 nella cattedrale di Aversa Padre Mario Vergara, portando con sé sull’altare il giovane catechista che insieme a lui è stato ucciso e che diventerà in tal maniera il primo beato della Birmania: si conclude così per padre Mario Vergara un processo di beatificazione durato poco più di 10 anni ed in cui, negli ultimi cinque, è stato affiancato ad Isidoro Ngei Ko Lat. Mario nasce a Frattamaggiore, in una nidiata di nove figli, nel 1910 e, invece di inserirsi nel canapificio di famiglia, entra in seminario a 11 anni, con il suo stile di vita molto “aperto”, l’aria sbarazzina e il suo “carattere ribelle”: insomma, sono davvero pochi a scommettere sul buon esito della vocazione di questo “tipo curioso”. Anche la sua salute si mette di traverso e un giorno arriva agli estremi, per un’appendicite degenerata in peritonite, che non lo fa morire, ma lo lascia con il fisico indebolito


MÁRIO VERGARA, Beato




Giovane missionario, gloria del suo Istituto Religioso e della sua terra Campana. Mario Vergara nacque a Frattamaggiore (Napoli) il 18 novembre 1910, ultimo dei nove figli di Gennaro Vergara e Antonietta Guerra e due giorni dopo venne battezzato nella parrocchia arcipretale di S. Sossio (Diocesi di Aversa).
Una volta terminate le Scuole Elementari nel 1921, vincendo l’opposizione del padre, entrò nel Seminario di Aversa, ma spinto dal desiderio di amare Dio nei fratelli lontani e non credenti, a 19 anni nel 1929 entrò nel Pontificio Istituto Missioni Estere (PIME), fondato dal venerabile mons. Angelo Ramazzotti (1800-1861), vescovo di Pavia e patriarca di Venezia, che ha dato alla Chiesa tanti santi sacerdoti missionari, fra i quali il beato Paolo Manna (1872-1952)

PIETRO MALASANCH, Santo


Di nobile famiglia catalana, San Pietro Malasanch, nacque a Lerida (Spagna); all’età di 18 anni, dopo aver assistito ad una predica, prese la decisione di entrare nell’Ordine Mercedario. Cominciò così una vita in povertà e santità che tutti i religiosi ne ammiravano il fervore.
Nominato redentore compì due redenzioni in Africa con il confratello San Giovanni da Granada negli anni 1415 e 1427, ma dal ritorno dell’ultima, appena arrivati a Granada vennero arrestati dai mori. Subirono diversi maltrattamenti ed infine ricevettero il martirio, San Pietro Malasanch raggiunse la gloria celeste trafitto da frecce nel 1428
SIENZO DE BIEDA, Santo



Di Lui si sa poco. Era un eremita, vissuto nel V secolo. E’ il secondo patrono e protettore di Blera (in provincia di Viterbo) dopo San Vivenzio. Un percorso naturalistico nei pressi di Blera, molto interessante anche dal punto di vista storico-archeologico, passa anche davanti all’eremo del Santo. Camminando lungo il sentiero infatti, dopo il ponte del diavolo (II secolo a.C.) si riprende l’antica via Clodia e si sale alla fontana di San Sensia e alla grotta omonima che, secondo la tradizione, il Santo eremita abitò nel V secolo d.C. Blera, che fu al centro dell’attività evangelizzatrice di San Sensia, è una cittadina molto legata alla cristianità; fu infatti la prima diocesi della Tuscia Romana, con 16 vescovi tra il 457 al 1093, primo dei quali San Vivenzio, principale patrono e protettore della cittadina. Blera diede i natali anche a due Pontefici: Sabiniano I (604-606) e Pasquale II (1099-1118). A San Sensia era dedicata l’attuale chiesa di San Nicola in Blera. Un’immagine del Santo si trova all’interno della chiesa Collegiata di Blera. Nella prima cappella della navata destra infatti, dedicata al SS. Sacramento, troviamo un grande stendardo in tela raffigurante un ostensorio sotto il quale pregano San Sensia e San Vivenzio e la Madonna Assunta in Cielo




miscelania 003

»»»»»»»»»»»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las





MÊS DE MAIO MARIANO E DO ROSÁRIO


Por ser este mês de Maio

o Mês MARIANO

Vou aqui publicar todos os dias (até ao dia 31)

esta imagem.


ANTÓNIO FONSECA

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Nº 3 4 8 4 - SÉRIE DE 2018 - 145 - SANTOS DE CADA DIA - 24 DE MAIO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos




Foto do autor
26-Agosto-2017


Nº 3 4 8 4



Série - 2018 - (nº 1 4 5)


24 de MAIO de 2018


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



**********************************************************

Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

___________________________________________________________________________

*********************************
***************************
*********************

»»»»»»»»»»»»««««««««««««


24º DIA

MÊS DE MAIO, MARIANO E DO ROSÁRIO


Como escreveu PAULO VI, quanto ao mês de MAIO:

"MAIO é o mês em que nos templos e nas casas dos Católicos de todo o mundo se deve rezar mais fervorosamente o Rosário e no qual todos os cristãos deverão Venerar a MARIA, Mãe de Deus".




VIRGEM MARIA AUXILIADORA



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


A fé do povo cristão na intercessão de Virgem Maria provém dos primeiros séculos da Igreja e funda-se na Bíblia e nos Santos Padres.
A invocação «Maria, auxílio dos cristãos», tem a sua origem no século XVI. No ano de 1558 já figurava na invocação das «Ladainhas Lauretanas», aprovadas pelo papa CLEMENTE VIII, em 1601. No dia 7 de Outubro de 1571, travou-se a batalha de Lepanto na qual venceu a armada das nações cristãs, vitória que foi atribuída ao auxílio de Nossa Senhora. Por isso, São PIO V consagrou este dia como a festa de Santa Maria das Vitórias e do Rosário, e acrescentou oficialmente o título de «Maria, auxílio dos cristãos» às «Ladainhas Lauretanas».
No sul da Alemanha, que no tempo do protestantismo se manteve fiel à Igreja  católica, os príncipes católicos fiéis a Roma começaram a invocar Maria com este título e erigiram uma capela sob a mesma invocação, na cidade de Passau. Depressa surgiu a primeira Confraria de Maria Auxiliadora que se transformou em promotora da nova devoção.
Em 1863, os turcos sitiaram Viena, o que representava uma séria ameaça para a cristandade. A vitória foi a favor dos cristãos e também aqui atribuída à invocação da Virgem Maria.  
A devoção chega ao norte da Itália. Aqui a encontrou São JOÃO BOSCO, em meados do século XIX, e encarregou-se imediatamente de lhe imprimir uma grande revitalização e difundindo-a pela Igreja universal. Podemos até afirmar que foi ele o verdadeiro «criador» da devoção a Maria Auxiliadora.
Desde os primeiros anos do seu sacerdócio, JOÃO BOSCO sonha com a construção de um templo em honra de Maria. Em 1863, começa a construir-se a nova igreja, que é concluída em 1867, no meio de grandes festejos populares.
A partir da existência da basílica de Turim, Maria Auxiliadora será sempre a expressão mariana que caracterizará o espírito e o apostolado de JOÃO BOSCO: toda a sua obra se apresentará como obra de Maria Auxiliadora e o ramo feminino das Salesianas receberá o nome de «Filhas de Maria Auxiliadora».
O santuário de Turim é, hoje, um dos centros de espiritualidade mais vivos da Igreja e um dos mais importantes do mundo católico.






DONACIANO e ROGACIANO, Santos




Em Langres, na Gália Lionense, hoje França, a paixão de São DESIDÉRIO bispo que segundo a tradição, ao ver como o seu povo era oprimido pelos Vândalos foi ao encontro do rei vândalo para suplicar pelo povo: mas, por ordem do rei foi imediatamente degolado, oferecendo-se assim voluntariamente pelo rebanho que lhe estava confiado. (355)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O,. de Braga:


 Julga-se que o martírio de ambos se deu no tempo do imperador Maximino, o Trácio (235-238). este sucedeu a Alexandre Severo, sincretista que punha Jesus entre os seus deuses domésticos e gostava dos cristãos. Maximino, porém, empenhou-se em suprimir o cristianismo; mas não pôde dedicar-se muito tempo a tal coisa pois ao cabo de três anos, foi morto pelos soldados.
Viviam então em Nantes, França.os irmãos DONACIANO e ROGACIANO: o primeiro recebera o baptismo: o segundo preparava-se para ele. Acusados como cristãos, compareceram, sucessivamente diante do legado, que disse a DONACIANO
«Parece que, não satisfeito com recusares adorar Júpiter e Apolo, propagas o culto do Crucificado e levas muita gente atrás de ti».
- «Gostaria, replicou o acusado, de os apartar todos do erro e voltá-los para Aquele que é o único a merecer-lhe adorações».
O juiz mandou-o deter na prisão, mas julgou que viria a ser mais feliz com  ROGACIANO: «Já que, disse-lhe, foste convertido pelo teu irmão mas ainda não foste manchado pelo baptismo, abjura o teu erro, para conservares a vida e mereceres o favor dos nossos divinos imperadores».
ROGACIANO não foi menos tenaz que seu irmão mais velho; dirigindo-se por isso aos guardas, disse o legado:«Vá este tolo juntar-se ao seu mestre em estupidez. Amanhã, uma espada far-lhes-á expiar, a ambos, as injúrias que fizeram aos príncipes e aos deuses».No dia seguinte, depois de torturados no ecúleo, foi-lhes cortada a cabeça. Tinham passado a noite a orar juntos e a beijarem-se, porque - diz a Paixão que narra esses martírios - na sua ingenuidade. ROGACIANO julgava que, faltando o padre e água, os beijos de seu irmão lhe podiam servir de baptismo.



NOSSA SENHORA DA ESTRADA




Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O,. de Braga:

NOSSA SENHORA DA ESTRADA é o nome dado a um quadro da Santíssima Virgem, antigamente colocado na rua (estrada) que leva ao Capitólio. Pela metade do século XII, um nobre romano da família dos Astalli ergueu uma igrejinha para acolher a piedosa imagem. Santo INÁCIO DE LOYOLA gostava de celebrar Missa no altar em que ela estava exposta: e obteve que a Igreja e o quadro fossem concedidos à Companhia de Jesus. Abrangendo a área deste modesto templo, O cardeal ALEXANDRE FARNÉSIO mandou construir a magnifica Igreja do «Gesu» onde NOSSA SENHORA DA ESTRADA continua a ser  honrada. Foi a primeira de todas as «Senhoras» a ser coroada solenemente pelo capítulo dos cónegos de São Pedro. Em memória da devoção do santo Fundador deles, os jesuítas conseguiram de LEÃO XIII poder celebrar ofício próprio e Missa de NOSSA SENHORA DA ESTRADA.



LUÍS ZEFERINO MOREAU, Beato




Em Saint-Hyacinte, cidade do Canadá, o beato LUÍS ZEFERINO MOREAU bispo que, nas suas múltiplas actividades pastorais, tinha sempre a intenção de sentir-se ardentemente unido com a Igreja.

Texto do Livro SANTOS DE CADA DIA, de Editorial A. O. de Braga:


Foi o quinto de treze irmãos, filhos do casal Luís Zeferino Moreau e Maria Margarida Champons, humildes agricultores. Veio ao mundo em Beçancour, na diocese de Quebeque, Canadá, no dia 1 de Abril de 1824. Aos 12 anos, tendo concluído os estudos primários, começou a aprender latim com o pároco da freguesia. Dois anos depois entrou no seminário.
Durante a teologia, começou a dar aulas, substituindo um professor doente, mas o excesso de trabalho levou-o a um, tal estado de fraqueza que teve de abandonar o seminário em Novembro de 1845 e voltara para casa dos pais.
A sua ânsia de ser padre impeliu-o a prosseguir o estudo de teologia sob a orientação do pároco. Em Setembro de 1846, pediu licença ao bispo de Quebeque para usar trajo eclesiástico e continuar os estudos em regime de externato, por não se sentir completamente curado, mas o Prelado disse-lhe que não. O Servo de deus não se desconcertou nem perdeu as esperanças. Pediu ao Bispo de Montreal a incardinação da diocese. O Bispo auxiliar Dom João Carlos Prince, hospedou-o na própria residência episcopal e prontificou-se a orientá-lo nos estudos. Achando-o suficientemente versado em filosofia e teologia, a 19 de Dezembro daquele ano, conferiu-lhe a ordem do presbiterado.
No começo de 1847 foi nomeado mestre de cerimónias e capelão na catedral. Entregaram-lhe. além disso, o cuidado do convento dos pobres da Providência, a direcção da comunidade do Bom Pastor e puseram-no à frente da chancelaria da cúria diocesana. No desempenho de todas estas funções, deu mostras de extraordinárias qualidades espirituais e intelectuais.
Em 1852 foi criada a diocese de São jacinto e apontado como primeiro Bispo Dom JOÃO CARLOS PRINCE que escolheu para secretário o Padre LUÍS ZEFERINO MOREAU.
 Encarregou-o da direcção da chancelaria da nova diocese e de atender espiritualmente as religiosas de vários institutos bem como a capelania do hospital da cidade.
(...)  (...)

Morreu santamente no dia 24 de Maio de 1901, aos 77 anos de idade, 54 de padre e 25 de bispo. deixou cerca de 20 000 cartas a padres, religiosos e leigos, que tratam de vida ascética e espiritual, e provam a laboriosidade apostólica do Servo de Deus.
AAS 45 (1953) 56-59; 65 (1973) 510-515; L'OSS. ROM. 17.5.1987



MÁNAEN DE ANTIOQUIA, Santo


Em Comemoração de São MÁNAEN, irmão colaço do tetrarca Herodes, que foi doutor e profeta na Igreja de Antioquia, sob a graça do Novo Testamento. 

JOANA, Beata

  

Comemoração da beata JOANA esposa de Cuza, procurador de Herodes, que, juntamente com outras mulheres, serviam Jesus e os Apóstolos conforme as suas possibilidades e no dia da Ressurreição do Senhor encontrou a pedra do túmulos removida e foi anunciá-lo aos discípulos.



ZOELO, SERVOLO, FELICE, SILVANO e DIOCLE, Santos



Em Listra, na Lacaónia, hoje Turquia, São ZOELO, SERVOLO, FELICE, SILVANO e DIOCLE, mártires. (séc. II)



SÉRVULO, Santo

 

Em Triestre, na Ístria, hoje no Friúli-Venézia Giúlia, Itália, São SÉRVULO mártir. (data incerta)




DONACIANO e ROGACIANO, Santos



Em Nantes, na Gália Lionense, hoje França, os santos irmãos DONACIANO e ROGACIANO mártires, dos quais, segundo a tradição , o primeiro tinha recebido o Baptismo , enquanto o segundo ainda era catecúmeno; na hora extrema do combate, DONACIANO beijou o irmão e orou a Deus para que ele, que não tinha podido tingir-se na sagrada fonte baptismalmerecesse ser aspergido na corrente do seu sangue. (304)

38 MÁRTIRES EM FILIPÓPOLIS, Santos



No Comem,oração dos santos 38 mártires que, segundo a tradição, foram decapitados em Filipópolis, na Trácia, hoje Plovdiv, na actual Bulgária, no tempo de Diocleciano e Maximiano. (304)


ESPERANÇA ou EXUPERÂNCIO ou SPES, Santo



Em Nórcia, Santo ESPERANÇA ou EXUPERÂNCIO ou SPES abade, que durante 40 anos suportou a cegueira com admirável paciência. (517)

VICENTESanto



No mosteiro de Lérins, na Provença, hoje França, São VICENTE presbítero e monge, muito ilustre pela  doutrina cristã e santidade de vida e diligentemente dedicado ao progresso das almas na fé. (4450)

SIMEÃO ESTILISTA o JovemSanto


Em No monte Admirável, na Síria, São SIMEÃO ESTILISTA O Jovempresbítero e anacoreta, que viveu sobre uma coluna em união com Cristo, compôs vários tratados sobre a vida ascética e foi dotado de grandes dons carismáticos. (592)


FILIPE, Beato



Em Piacenza, na Emília-Romanha, Itália, o Beato FILIPE da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho que, para mais severamente se mortificar na carne, usava uma couraça de ferro. (1306)


JOÃO DE PRADOBeato


Em Marrocos, o Beato JOÃO DE PRADO presbitero da Ordem dos Frades Menores e mártir, que foi envuiado para África, a fim de prestar auxílio espiritual aos cristãos reduzidos à escravidão nos reinos dos infiéis; mas tendo sido preso, confessou vigorosamente a sua fé em Cristo perante o tirano Miday al-Walid por ordem do qual sofreu o martírio na fogueira. (1631)



AGOSTINHO YI KWANG-HON, ÁGUEDA KIM A-GI e mais 7 companheiros 
DAMIÃO NAM MYONG-HYOG, catequista; MADALENA KIM O-BI, BÁRBARA HAN A-GI, 
ANA PAK A-GI, ÁGUEDA YI SO-SA, 
LÚCIA PAK HUI-SUN e PEDRO KWON TU-GINSantos



Em Seul, na Coreia, os santos mártires
AGOSTINHO YI KWANG-HON, em cuja casa se lia a Sagrada Escritura, ÁGUEDA KIM A-GI mãe de família, que recebeu o Baptismo no cárcere, e  7 companheiros 
DAMIÃO NAM MYONG-HYOG, catequista; MADALENA KIM O-BI, BÁRBARA HAN A-GI, ANA PAK A-GI, ÁGUEDA YI SO-SA, LÚCIA PAK HUI-SUN
 e PEDRO KWON TU-GINque foram todos degolados pela sua fé em Cristo. (1839)




... E AINDA  ...

VIRGEM MARIA AUXILIADORA

 

“Auxilium Christianorum”; ‘Aiuto dei Cristiani’, è il bel titolo che è stato dato alla Vergine Maria in ogni tempo e così viene invocata anche nelle litanie a Lei dedicate dette anche Lauretane perché recitate inizialmente a Loreto.
Sulle virtù, la vita, la predestinazione, la maternità, la mediazione, l’intercessione, la verginità, l’immacolato concepimento, i dolori sofferti, l’assunzione di Maria, sono stati scritti migliaia di volumi, tenuti vari Concili, proclamati dogmi di fede, al punto che è sorta un’autentica scienza teologica: la Mariologia.
E sempre è stata ribadita la presenza mediatrice e soccorritrice della Madonna per chi la invoca, a lei fummo affidati come figli da Gesù sulla Croce e a noi umanità è stata indicata come madre, nella persona di Giovanni apostolo, anch’egli ai piedi della Croce.
Ma la grande occasione dell’utilizzo ufficiale del titolo “Auxilium Christianorum” si ebbe con l’invocazione del grande papa mariano e domenicano san Pio V (1566-1572), che le affidò le armate ed i destini dell’Occidente e della Cristianità, minacciati da secoli dai turchi arrivati fino a Vienna, e che nella grande battaglia navale di Lepanto (1571) affrontarono e vinsero la flotta musulmana.
Il papa istituì per questa gloriosa e definitiva vittoria, la festa del S. Rosario, ma la riconoscente invocazione alla celeste Protettrice come “Auxilium Christianorum”, non sembra doversi attribuire direttamente al papa, come venne poi detto, ma ai reduci vittoriosi che ritornando dalla battaglia, passarono per Loreto a ringraziare la Madonna; lo stendardo della flotta invece, fu inviato nella chiesa dedicata a Maria a Gaeta dove è ancora conservato.
Il grido di gioia del popolo cristiano si perpetuò in questa invocazione; il Senato veneziano fece scrivere sotto il grande quadro commemorativo della battaglia di Lepanto, nel Palazzo Ducale: “Né potenza, né armi, né condottieri ci hanno condotto alla vittoria, ma Maria del Rosario” e così a fianco agli antichi titoli di ‘Consolatrix afflictorum’ (Consolatrice degli afflitti) e ‘Refugium peccatorum’ (Rifugio dei peccatori), si aggiunse per il popolo e per la Chiesa ‘Auxilium Christianorum (Aiuto dei cristiani).
Il culto pur continuando nei secoli successivi, ebbe degli alti e bassi, finché nell’Ottocento due grandi figure della santità cattolica, per strade diverse, ravvivarono la devozione per la Madonna del Rosario con il beato Bartolo Longo a Pompei e per la Madonna Ausiliatrice con s. Giovanni Bosco a Torino.
Il grande educatore ed innovatore torinese, pose la sua opera di sacerdote e fondatore sin dall’inizio, sotto la protezione e l’aiuto di Maria Ausiliatrice, a cui si rivolgeva per ogni necessità, specie quando le cose andavano per le lunghe e s’ingarbugliavano; a Lei diceva: "E allora incominciamo a fare qualcosa?". S. Giovanni Bosco, nato il 16 agosto 1815 presso Castelnuovo d’Asti e ordinato sacerdote nel 1841, fu il più grande devoto e propagatore del culto a Maria Ausiliatrice, la cui festa era stata istituita sotto questo titolo e posta al 24 maggio, qualche decennio prima, dal papa Pio VII il 24 maggio 1815, in ringraziamento a Maria per la sua liberazione dalla ormai quinquennale prigionia napoleonica.
Il grande sacerdote, apostolo della gioventù, fece erigere in soli tre anni nel 1868, la basilica di Maria Ausiliatrice nella cittadella salesiana di Valdocco - Torino; sotto la Sua materna protezione pose gli Istituti religiosi da lui fondati e ormai sparsi in tutto il mondo: la Congregazione di S. Francesco di Sales, sacerdoti chiamati normalmente ‘Salesiani di don Bosco’; le ‘Figlie di Maria Ausiliatrice’ suore fondate con la collaborazione di s. Maria Domenica Mazzarello e per ultimi i ‘Cooperatori Salesiani’ per laici e sacerdoti che intendono vivere lo spirito di ‘Don Bosco’, come è generalmente chiamato.
Le Congregazioni sono così numerose, che si vede con gratitudine la benevola protezione di Maria Ausiliatrice nella diffusione di tante opere assistenziali ed a favore della gioventù.
Ormai la Madonna Ausiliatrice è divenuta la ‘Madonna di Don Bosco’ essa è inscindibile dalla grande Famiglia Salesiana, che ha dato alla Chiesa una schiera di santi, beati, venerabili e servi di Dio; tutti figli che si sono affidati all’aiuto della più dolce e potente delle madri.
Interi Continenti e Nazioni hanno Maria Ausiliatrice come celeste Patrona: l’Australia cattolica dal 1844, la Cina dal 1924, l’Argentina dal 1949, la Polonia fin dai primi decenni del 1800, diffusissima e antica è la devozione nei Paesi dell’Est Europeo.
Nella bella basilica torinese a Lei intitolata, dove il suo devoto figlio s. Giovanni Bosco e altre figure sante salesiane sono tumulate, vi è il bellissimo e maestoso quadro, fatto eseguire dallo stesso fondatore, che rappresenta la Madonna Ausiliatrice che con lo scettro del comando e con il Bambino in braccio, è circondata dagli Apostoli ed Evangelisti ed è sospesa su una nuvola, sullo sfondo a terra, il  Santuario e l’Oratorio come appariva nel 1868, anno dell’esecuzione dell’opera del pittore Tommaso Lorenzone.
Il significato dell’intero quadro è chiarissimo; come Maria era presente insieme agli apostoli a Gerusalemme durante la Pentecoste, quindi all’inizio dell’attività della Chiesa, così ancora Lei sta a protezione e guida della Chiesa nei secoli, gli apostoli rappresentano il papa ed i vescovi.



AMÁLIA, Santa

A dicembre, il Calendario è folto di bei nomi femminili: Bibiana Barbara, Valeria, Eulalia, Lucia, Adelaide, Eugenia, Anastasia, e così via. Nomi belli nel suono e nel ricordo della santità che evocano.
Non c'è però, né a dicembre né in tutto il resto dell'anno, una Santa con il nome di Amalia: simile nel suono, ma diverso per origine e significato da quello di Amelia, derivante forse dal nome latino di Emiliana

BENEDETTO DE GASSINOBeato



Monaco a Montecassino nella prima metà del sec. XI, Benedetto fu per le sue virtù preposto al monastero di Capua. Quivi rifulse per l'assiduità ai divini uffici, per le elemosine, per l'austerità della vita. Vi morì il 22 magg. 1055. Sul suo sepolcro, situato all'ingresso del monastero, avvennero molti miracoli. Nei calendari benedettini è ricordato il 24 maggio

DIEGO ALONSO, Beato
Missionario in Perù, il Beato Diego Alonso, fu un mercedario che si dedicò completamente per la gloria della chiesa e per la conversione degli indios.
Evangelizzando quei popoli si consumò con grande amore per loro, operando molti miracoli e, lasciando una grande fama di santità, si addormentò nel Signore e fu pianto da tutti


DOMINGOS, Trasladação de, Santo


San Domenico quando fu vicino a morire, manifestando la sua precisa volontà esclamò: “A Dio non piaccia ch’io sia sepolto in altro luogo, che non sia sotto i piedi dei miei Frati!”. Fu questa non solo espressione di verace umiltà, ma più ancora di tenero affetto verso i suoi figli, dai quali neppure morto voleva essere separato. Così fu fatto. Ma l’umile tomba, povera e disadorna, in S. Niccolò di Bologna, attirava i cuori come celeste calamita, e su di essa si moltiplicavano grazie e miracoli. Allora si pensò di trasportare i preziosi resti in luogo più degno. Questa prima traslazione fu fatta il 24 maggio del 1233, martedì di Pentecoste. Erano presenti molti Vescovi, illustri personaggi, il Beato Giordano, successore di San Domenico e più di trecento frati. Appena fu smossa la pietra sepolcrale un odore soavissimo cominciò a diffondersi, mentre gli occhi dei figli si bagnavano delle più dolci lacrime. Il sacro corpo fu trasportato in un’apposita cappella e chiuso in un semplice monumento di marmo. Nel 1267 si volle arricchire la tomba di sculture, e quindi di nuovo le reliquie del glorioso Patriarca furono rimosse in data 5 giugno. Il 15 febbraio 1383 fu ancora aperta la cassa per toglierne il capo e riporlo in un prezioso reliquiario. Nel 1473 il monumento fu rinnovato, e per opera di Niccolò Pisano è divenuto uno dei più bei monumenti sepolcrali. Altre traslazioni, senza però aprire la cassa, ci furono l’11 novembre 1411 e il 25 aprile 1605, quando fu definitivamente trasferito nella sede attuale. Il 23 agosto 1946 quei preziosi resti furono riportati con solenne pompa nell‘artistica arca, di dove erano stati tolti, il 17 aprile 1943, durante l’infausto periodo della II guerra mondiale

GENNADIO DE ASTORGA, Santo



A Peñalba nelle Asturie in Spagna, san Gennadio, che da abate fu fatto vescovo di questa sede; fu consigliere dei re, ma, spinto dal desiderio di vita monastica, rinunciò alla dignità episcopale, per trascorrere i restanti anni della sua vita da monaco ed eremita
JOÃO DE HUETE, Beato


Il Beato Giovanni da Huete, arricchì il convento mercedario di Santa Maria a Huete in Spagna con molti manoscritti, aumentando la biblioteca dello stesso in modo eccellente. Fu carissimo ai Re cristiani e agli infedeli i quali molti furono convertiti a Cristo.
Glorioso per i miracoli e le virtù, nell’anno 1442 morì nella pace del Signore e fu sepolto nella chiesa dello stesso convento




NOSSA SENHORA DE QUERCIOLI


Il Santuario dei Quercioli si trova ad un centinaio di metri dalla stazione di Massa centro, ed è intitolato a «Maria aiuto dei cristiani». Vi si venera un antico affresco che rappresenta la Vergine Madre con il Bambino e Sant’Antonio da Padova in preghiera. La pittura risale alla metà del XVIII secolo. Domenico Nocchi la fece dipingere sul muro della sua casa nel 1754.
Alla sua morte la casa venne venduta e in seguito fu del tutto abbandonata, così la sacra immagine rimase coperta di rovi.
Il 19 settembre 1831, tre donne si recarono per una passeggiata in quella località, e rimasero colpite alla vista di quella bella immagine tutta sorridente e, ai primi giorni del marzo dell’anno seguente, una  delle tre donne condusse nella stessa località una nipote gravemente inferma che, dopo aver pregato, fu improvvisamente guarita. Il vero culto iniziò il lunedì di Pasqua del 1832, quando la fama del miracolo si diffuse. Si pensò subito ad erigere una chiesa che venne terminata l’anno successivo.
Il 25 maggio 1835 si verificò un miracolo: Giuseppe Bertozzi, soldato dell’esercito ducale, cieco, riacquistò la vista dopo aver pregato la Madonna dei Quercioli.
Nel 1932, mentre era rettore del Santuario il padre cappuccino Dionisio Cantarelli, il tempio venne ampliato.
Nel 1909, il Santuario passò sotto la direzione dei Frati Cappuccini della Provincia religiosa di Lucca, i quali prestano ancora il loro servizio religioso.
Nel 1946 il Santuario fu elevato a parrocchia e l’immagine fu solennemente incoronata il 6 giugno 1948.
Nel 1973 è stata avviata un’opera di ampi restauri.
La prima chiesa era a croce greca, con maestosa cupola, su progetto dell’architetto Giuseppe Marchelli di Modena, e un secolo dopo, la Chiesa fu trasformata a croce latina. Il miracolo del soldato, dipinto nell’arcata principale, fu eseguito nel 1932 dal pittore Oreste Bontemps di Massa. Si tratta di un rifacimento di un piccolo quadro ad olio eseguito su tavola, e lasciato dai commilitoni al Santuario dei Quercioli in ricordo del miracolo. Nel Santuario si trova un quadro a tempera, di autore ignoto, raffigurante la Madonna con gli emblemi della Concezione, Santa Maria Maddalena, Santa Caterina Vergine e martire, e alcuni angeli. Tale quadro venne portato dal convento dei frati cappuccini di Massa e si fa risalire tra la fine del XVI secolo e l’inizio del XVII.
L'armonico edificio conserva alcuni pregevoli arredi sacri e una predella in legno, del Cinquecento, raffigurante l'Eterno Padre con angeli, attribuita alla scuola del Ghirlandaio. L'armonico edificio conserva alcuni pregevoli arredi sacri e una predella in legno, del Cinquecento, raffigurante l'Eterno Padre con angeli, attribuita alla scuola del Ghirlandaio. L'armonico edificio conserva alcuni pregevoli arredi sacri e una predella in legno, del Cinquecento, raffigurante l'Eterno Padre con angeli, attribuita alla scuola del Ghirlandaio.

TOMÁS VAZIERE, Beato


Di origine francese, il Beato Tommaso Vasiere, religioso del convento mercedario di Santa Maria in Tolosa, si distinse per la sua ardente pietà. Partito come redentore per l’Africa, predicò con lodevole zelo e viva fede liberando 114 schiavi da una dura prigionia. Ritornato in patria morì nel suo convento in odore di santità

UBERTO DE BRETIGNY, Santo


Secondo una ‘Vita’ compilata nel secolo XVI dal monaco Piso di Brétigny, Uberto, la cui nascita avvenne per le preghiere di un monaco di Brétigny, visse al tempo dei re di Neustria e di Borgogna, Childerico III (683-711) e Dagoberto III (699-715).
Entrò in questo monastero all’età di dodici anni, conducendo una vita piena di virtù e di prodigi miracolosi; morì il 24 maggio 713.
Le sue reliquie si conservavano nella cosiddetta “Cappella delle Bilance”, situata nell’ala Nord della chiesa abbaziale del monastero di Brétigny (diocesi di Soissons), già esistente prima del VII secolo.

E in questa cappella, che venne poi distrutta, godeva di un culto ed era invocato dai fedeli contro la rabbia. A causa dell’omonimia con il santo vescovo Uberto di Maastricht, morto il 30 maggio 727, quindi contemporaneo del santo monaco di Brétigny, si è creata nel tempo una confusione parziale nella commemorazione, che a ragione dovrebbe essere il 24 maggio, data della sua morte; ma la data del 30 maggio deve essere rimasta, anche perché in un Breviario di Coutance del secolo XV, si ricordava al 30 maggio una traslazione delle reliquie di s. Uberto monaco di Brétigny e come si sa, molte volte non si celebra i santi con il giorno della morte, a volte sconosciuto, ma anche con il giorno della traslazione delle reliquie.





miscelania 003

»»»»»»»»»»»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las





MÊS DE MAIO MARIANO E DO ROSÁRIO


Por ser este mês de Maio

o Mês MARIANO

Vou aqui publicar todos os dias (até ao dia 31)

esta imagem.


ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

Etiquetas