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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Mapas das viagens de S. Paulo

retirado de "A Mensagem" n. 393 Setembro/Outubrode 2008

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António Fonseca

Simbolo do Ano Paulino

Primeiro, as datas de início e conclusão do ano Paulino, desde 29 de Junho de 2008 e até ao dia 29 de Junho de 2009, para comemorar os dois mil anos do nascimento de São Paulo, quando este era ainda Saulo, de Tarso, judeu exemplar, fariseu convicto e exímio perseguidor de cristãos.
Logo depois, a Cruz da qual disse São Paulo: "Quanto a mim, de nada me quero gloriar, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo". Paulo abraçou com todo o amor a Cruz de Cristo, nas suas tribulações, calúnias, sofrimentos, prisão e, por fim, no seu martírio.
Seguem-se os nove anéis das algemas, que, segundo a tradição, mantiveram São Paulo preso em Roma. Paulo não hesita em definir-se, várias vezes, como "prisioneiro de Cristo", apoiado na força de Deus, por amor dos pagãos. Ele sente-se também "prisioneiro do Espírito", impelido pelo sopro do Espírito Santo, que o conduz, de cidade em cidade, a anunciar a Boa Nova.
A espada é, sem dúvida, o grande símbolo de São Paulo. Esta espada é o símbolo do verdadeiro "soldado de Cristo", do grande combatente e sofredor! Mas a espada sugere também o vigor penetrante da Palavra de Deus, que é "como uma espada de dois gumes", é uma palavra cortante, que fere e cura; é uma palavra penetrante que vai até aos mais íntimo de nós mesmos. A espada é, por fim e sobretudo, o instrumento com que São Paulo foi martirizado em Roma, no tempo da perseguição de Nero, nos anos 64 a 65.
Não podia faltar, entre os símbolos paulinos, o grande livro, que representa os escritos de São Paulo e as suas treze Cartas que lemos praticamente, em quase todos os domingos, ao longo do ano, como segunda leitura;
Por fim, a chama, que exprime a paixão ardente, o fogo da caridade, o calor da ternura paterna e do amor maternal, com que São Paulo formou e gerou, pelo Evangelho, tantos filhos para a . Esta chama manifesta ainda a extrema afectividade e calor humano que Paulo mantém com todos os seus colaboradores e fiéis.
retirado de "A Mensagem" n. 393 (Setembro-Outubro2008) ver site: www.catequesedoporto.com António Fonseca