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Imagens e Frases de Natal Religioso

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

SILVESTRE, Santo (e outros) 31 de Dezembro

Os Santos de hoje Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

Silvestre I, Santo
Papa, 31 de Dezembro.

Silvestre I, Santo

Silvestre I, Santo

XXXIII Papa

O longo pontificado de São Silvestre (de 314 a 335) transcorreu paralelo ao governo do imperador Constantino, época muito importante para a Igreja que acabava de sair da clandestinidade e das perseguições. Foi nesse período quando se formou uma organização eclesiástica que duraria vários séculos. Nesta obra teve Constantino um lugar de consideração. Este, efectivamente, era o herdeiro da grande tradição romana imperial e por isso se considerava o legítimo representante da divindade (nunca renunciou a ostentar o titulo pagão depontifex maximus´), e portanto do Deus dos cristãos.
Foi ele, portanto, e no Papa Silvestre, que convocou em 314 um sínodo para acabar com o cisma que havia estalado em África; e foi também ele quem convocou em 325 o primeiro concílio ecuménico da história, em Nicea (Bitinia), residência de verão do imperador.
Ao obrar assim, Constantino introduziu um método de intromissão do poder civil nos assuntos eclesiásticos que teria desastrosas consequências. Mas por agora as consequências foram positivas, entre outras coisas pela boa harmonia que reinava entre o Papa Silvestre e Constantino. Este, com efeito, não aforrou suas aprovações e seus apoios ainda económicos para a vasta obra de construção de edifícios eclesiásticos.

Silvestre I, Santo

Silvestre I, Santo

Precisamente Constantino, na sua qualidade de “pontifex maximus”, foi quem pôde autorizar e consentir o “sacrilegium” de construir uma grande basílica em honra de São Pedro sobre a colina Vaticana, depois de haver parcialmente destruído ou tapado o cemitério pagão, descoberto pelas escavações ordenadas por Pio XII em 1939. Foi também a colaboração entre o Papa Silvestre e Constantino a que permitiu a construção de outras duas importantes basílicas romanas, uma em honra de São Paulo sobre a via Ostiense, e sobretudo a outra em honra de São João. Inclusive, Constantino quis manifestar sua simpatia pelo Papa Silvestre dando-lhe seu próprio palácio lateranense, que desde então e por vários séculos foi a residência dos Papas.
¿Queres saber mais? Consulta ewtn

Mário, Santo
Bispo, Dezembro 31

Mario, Santo

Mário, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Lausanne, entre os helvécios (hoje Suíça), santo Mário, bispo, que trasladou para ali a sede de Aventicum, edificou muitas igrejas e foi defensor dos pobres (594).
Em recentes investigações que levou a cabo Mário Besson, encontraram-se notícias seguras acerca da vida e das obras apostólicas de santo Mário.
Pelo que disse, parece ser que nasceu no ano 530, e que chegou a ser bispo de Aventicum em 574.
Em 587 tomou parte activa no concílio de Macon.
Nesse mesmo ano consagrou uma igreja dedicada à Virgem de Payerne.
Para maior segurança de sua pessoa, o trasladaram a Aventicum como bispo. Havia lutas políticas e insegurança social.
Morreu aqui no ano 594. Enterraram-no na  igreja de santo Tirso, que mais tarde se chamou de santo Mário.
Seu culto começou a pôr-se em prática a princípios do primeiro milénio.
Sua representação como bispo não aparece até ao século XVI. Umas vezes aparece com uma palma e ornamentos episcopais e o título de mártir.
A diocese de Lausana e de Basilea, Suíça, o festejam em 31 de Dezembro.
Mário é o autor de uma crónica de santo Próspero. É um documento muito exacto, breve e precioso para os históricos.
Bastem estas notas para se fazer uma ideia de como estava Itália e o Oriente, Os reinos francos e o de Borgonha.
¡Felicidades a quem leve este nome!
¡Feliz final de Ano!
Se o enfermo se envergonha de descobrir sua chaga ao médico, a medicina não cura o que ignora” (São Jerónimo).
Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

Melania a Jovem, Santa
Penitente, 31 de Dezembro

Melania la Jóven, Santa

Melania a Jovem, Santa

Dezembro 31

Etimologicamente significa “obscura”. Vem da língua grega.
Disse Mateus: “Os discípulos se aproximaram de Jesus e ele os ensinava dizendo: Ditosos os que têm um coração de pobre, pois o Reino de Deus lhes pertence”.
Aos 14 anos, esta rapariga aristocrata romana se casou com seu primo Pinio, que tinha 17.
Dez anos mais tarde, perderam a seus dois filhos.
Em seu desconsolo, tomaram uma opção na vida.
Se puseram de mútuo acordo para seguir os conselhos evangélicos.
Como eram ricos, se reuniram para ver a maneira de repartir seus bens aos pobres.
Uma vez que o fizeram, saíram para Roma pouco antes de que Alarico os pudesse levá-los.
Em primeiro lugar, se retiraram para a Sicília, depois a Tagaste cuja diocese tinha por pastor a um amigo e vizinho, Santo Agostinho, bispo de Hipona.
Chegaram com eles quinze eunucos e outras tantas escravas.
Lhe pertenciam todas as terras de Tagaste.
Os fieis queriam que Pinio fosse o bispo, pois desta maneira estava assegurada a fortuna para a comunidade cristã.
Mas Pinio e Melanie foram para Jerusalém.
Ele morreu ali no ano 432.
Melanie fundou um mosteiro não longe do lugar da Ascensão, no Monte das Oliveiras, em que morreu à volta de uma festa.
¡Felicidades a quem leve este nome!
“Conhece-te a ti mesmo” (Sócrates).
¡Feliz final de Ano!

Josefina (Giuseppina) Nicoli, Beata
Filha da Caridade, Dezembro 31

Josefina (Giuseppina) Nicoli, Beata

Josefina (Giuseppina) Nicoli, Beata

Conhecida como Soror Sorriso
digna Filha da Caridade de São Vicente de Paulo

Josefina Nicoli nasceu em Casatisma (Pavía, Itália) em 18 de Novembro de 1863. Era a quinta de dez filhos de uma família de classe média e de profunda fé.
Cursou a escola primária com as religiosas agostinhas, em Voghera; e estudou magistério em Pavía. Seu desejo secreto, que a impulsionou a realizar estes estudos, era o de dedicar-se à educação de crianças pobres num tempo em que era muito alta a percentagem de analfabetismo entre a gente de menos recursos. Este desejo foi amadurecendo, sobre todo, a través de la experiência da dor, que visitou sua família con la muerte de algunos de sus hijos, entre ellos Juan, de quien Josefina se había convertido en su servicial enfermera personal. En medio de estas situaciones dolorosas aprendió a considerar el valor de la vida y la fragilidad de las cosas humanas.
Josefina era querida por todos, su carácter dulce era un don natural; y un sacerdote de Voghera, don Giacomo Prinetti, su director espiritual, la guió en el camino de la perfección del espíritu, mientras maduraba la llamada a consagrar su vida a Dios.
El 24 de septiembre de 1883, a la edad de veinte años, ingresó en la Compañía de las Hijas de la Caridad de San Vicente de Paúl, en la casa "San Salvario" de Turín, donde hizo el postulantado y el noviciado. Recibió el hábito propio de la Compañía en París, en una ceremonia que tuvo lugar en la Casa madre de las Hijas de la Caridad.
En el año 1885 fue trasladada a Cerdeña. Su primera misión, que acogió con gran entusiasmo, fue la de enseñar en el "Conservatorio de la Providencia" de Cágliari. La experiencia educativa entre niñas pobres la marcó de forma especial. Durante este tiempo no se limitó a mirar sólo lo que sucedía entre los muros del conservatorio, sino que intensificó cada vez más su unión con el Señor crucificado en medio de las vicisitudes cotidianas.
En el año 1886, la ciudad de Cágliari fue azotada por la epidemia del cólera, y sor Josefina, juntamente con sus hermanas del conservatorio, se dedicó, en los momentos que le quedaban libres después del horario escolar, a socorrer a las familias pobres de la ciudad, organizando "cocinas económicas" que pusieron a disposición de las autoridades civiles.
Este servicio le permitió salir al encuentro de los muchachos abandonados por las calles de Cágliari, enseñándoles el catecismo en los encuentros que programaba los domingos. Más tarde organizó a los muchachos en una asociación que llamó "Los Luisitos", estimulándolos a vivir en actitud de ayuda fraterna y educándolos a una sana sociabilidad que, a muchos de ellos, los condujo a cambiar de vida.
Después de casi quince años de activa vida apostólica en Cágliari, en el año 1889 fue trasladada al orfanato de Sássari. También allí desarrolló un amplio proyecto apostólico, organizando diversas instituciones orientadas siempre al servicio hacia los pobres.
Se preocupó por la formación de escuelas de catequesis que cada domingo reunían a cerca de 800 niños, y, sobre todo, dedicó muchas de sus energías a dar vida a la "Escuela de religión" para las jóvenes universitarias, con el fin de prepararlas para ser buenas maestras en la fe, y así contrarrestar la masonería que se difundía por Sássari y trataba de debilitar la presencia de los católicos en la ciudad.
En los proyectos de la divina Providencia, le espera un nuevo destino: Turín (1910-1913). Por sus dotes organizativas la nombraron ecónoma provincial, y un tiempo después pasó a ser directora de la casa de formación de las Hijas de la Caridad, misión a la que se dedicó con gran entrega. Se enfermó gravemente de tuberculosis y fue trasladada a Cerdeña —con gran dolor para el consejo provincial—, ya que el clima de las islas era favorable para su salud.
De regreso a Sássari, en el año 1914, reinaba un ambiente hostil a causa del anticlericalismo. Su permanencia en las islas mejoró el estado de su salud, pero comenzó su calvario interior. Una serie de malentendidos y falsos testimonios por parte de la administración del orfanato obligaron a los superiores a trasladarla nuevamente. Sor Josefina estaba a completa disposición, aceptando en silencio la humillación más grande que hubieran podido hacerle: la declararon incapaz de administrar el orfanato. Ante esta situación se repetía a sí misma: "Josefina, esto te viene muy bien. Aprende a ser humilde". La Providencia la condujo en la última etapa de su vida al Asilo de la Marina, en Cágliari.
En su nuevo destino, se encontró en medio de un barrio superpoblado, ubicado en las cercanías del puerto, y donde la pobreza alcanzaba índices muy altos, haciendo que las condiciones de vida fueran muy precarias. A los niños, por ser pobres, se les negaba el derecho a la educación, lo que favorecía los malos comportamientos.
En el contacto directo con la pobreza material descubrió heridas aún más secretas: las de la pobreza moral y espiritual. Su celo apostólico la impulsó nuevamente a salir al encuentro de los jóvenes, enseñándoles el catecismo, y orientando a quienes emigraban de las zonas rurales a la ciudad. Fundó la primera sección en Italia de la "Pequeña obra de Luisa de Marillac". Formó también el primer grupo de la Acción Católica femenina en Cágliari. Pero a quienes dedicó gran parte de sus iniciativas apostólicas, como una bondadosa y paciente madre, fue a los llamados "is piccioccus de crobi", "los muchachos de la cesta". Era un grupo numeroso que vagaba por la ciudad, sobre todo en las cercanías del mercado de la ciudad, llevando consigo su instrumento de trabajo: una cesta; y se ganaban su sustento llevando equipajes de la estación al puerto.
La caridad fue la norma de su vida, y en cada circunstancia hizo realidad su constante deseo de entregarse al Señor, formulando, desde edad muy temprana, como un firme propósito: "Deseo ser toda suya".
En el último año de su vida, no obstante todo el bien realizado, se repitió la situación de calvario al ser calumniada ella y su obra en el Asilo de la Marina. Como en otras ocasiones, sor Josefina aceptó en silencio cuanto acontecía, y el testimonio de su vida llevó al funcionario que la calumnió a retractarse y reconocer su error. La caridad humilde que testimonió hizo que el funcionario difamador se acercara a su lecho de muerte, y ella, sonriendo, lo perdonó.
Murió en Cágliari, a causa de una bronco-pulmonía, el 31 de diciembre de 1924; el funeral se celebró el día 1 de enero. Su muerte —dijo una hermana de la comunidad— fue "la corona de una vida íntegra y la prueba de una virtud practicada de modo heroico".
El milagro por su intercesión presentado para la beatificación tuvo lugar en Milán: un joven militar fue curado de un tumor óseo.
La caridad ha glorificado a sor Josefina en un camino de humildad que la llevaba a ocultarse ante los aplausos del mundo y le abría las puertas a la inhabitación de Cristo. La caridad era la norma de todos sus pensamientos, de todas sus palabras, de todas sus acciones; y así penetró el misterio de la caridad hacia los pobres como acto de amor hacia el Señor, esa fue su gloria.
Fue beatificada por S.S. Benedicto XVI el 3 de febrero de 2008.
Reproducido con autorización de Vatican.va

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António Fonseca

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

TRASLADAÇÃO DO CORPO DE SANTIAGO - (e Santos do Dia) – 30 de Dezembro

Os Santos de hoje Quarta-feira 30 de Dezembro de 2009

Trasladação do corpo de Santiago
Festa, Dezembro 30

Traslado del cuerpo de Santiago

Trasladação do corpo de Santiago

De facto, pelos breves apostólicos de dois papas, Gregório XIII e Sixto V, se celebra em Santiago e em Espanha a festa da Translação.
O rei Herodes mandou decapitar a Santiago. Foi o proto mártir dos Apóstolos; logo se seguiriam todos os demais e sucedeu na cidade Santa de Jerusalém. Este é o dado histórico e ponto de partida de uma lenda que parece ser um inverosímil jogo imaginativo mas, como tantas vezes sucede, a fantasia melhor intencionada cobre os espaços em branco que a história não pode preencher com dados comprováveis.
E a lenda se expõe assim resumindo: Uma vez morto Santiago, os sete discípulos que havia levado consigo quando esteve em Espanha roubaram pela noite o corpo que Herodes proibiu enterrar e deixou exposto às aves, cães e outros animais. Ocultamente o levaram até ao porto de Jaffa onde milagrosamente encontraram um navio sem remadores nem piloto, mas com tudo o necessário para uma longa travessia. Ajudados por um vento favorável e sem escolhos nem tempestade arribam a Iria Flavia — hoje Padrón — perto de Finisterra. Com isto comprem o desejo que lhes havia encarregado o próprio Santiago prevendo o acontecimento de sua morte.
Terra adentro encontram uma gruta. Lhes parece sítio apto para depositar os restos mortais. Mãos à obra, destroem um ídolo de pedra dos pagãos do país e escavam na pedra um sepulcro onde depositam o corpo com sua cabeça que haviam transportado. Logo levantam uma casa que será capela. Teodoro e Atanásio ficaram custodiando a relíquia, enquanto que os outros cinco companheiros saíram pelos campos e povoados a pregar o Evangelho. Quando morrem os dois custódios recebem sepultura junto aos restos de Santiago.
As invasões e guerras que se sucedem no lugar são factores determinantes para que, junto com a própria passagem dos anos, se relegue ao esquecimento transitoriamente tanto o lugar já tapado pelos matagais como o tesouro que contém.
Quando reina Alfonso o Casto se descobrem os antigos sepulcros e o rei manda edificar um templo. E outros monarcas o seguem. É Compostela. Os papas concedem privilégios, Urbano II desliga o bispado da jurisdição de Braga e com Calixto II começa a ser arcebispado. Os milagres e as maravilhas se produzem no tempo para espanhóis e estrangeiros. Se assinala de modo muito especial a protecção na longa luta de reconquista chegando a ser-lhe aplicado o nome de "Matamoros" por se o ter visto com todas as armas precedendo o exército cristão. As rotas de peregrinação de Europa começam a ter outro caminho para culminar o perdão dos pecados com arrependimento.

Neste dia também se festeja a São Fulgêncio

Fulgêncio de Ruspe, Santo

Bispo, Janeiro 1

Fulgencio de Ruspe, Santo

Fulgêncio de Ruspe, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Ruspe, cidade de Bizacena (hoje Tunis), são Fulgêncio, bispo, que depois de haver sido procurador de Bizacena, abraçou a vida monástica e, constituído bispo, durante a perseguição pelos vândalos sofreu muito a causa dos arianos e foi exilado a Sardenha pelo rei Trasamundo. De regresso a Ruspe, dedicou o resto de sua vida a alimentar a seus fiéis com palavras de graça e de verdade (c. 632).
Etimologia: Fulgêncio = Aquele que brilha ou resplandece, é de origem latina.

Em começos do século VI, Ruspe, pequena cidade da província romana bizantina, havia ficado sem bispo, como outras cidades africanas, porque o rei visigodo Trasamundo, zeloso ariano, havia proibido a eleição de novos bispos católicos. Mas, no final, os bispos da região bizantina resolveram não acatar a injusta disposição. Entre os candidatos estava também Fulgêncio, um homem de grande cultura teológica e humanística, que ao amor do estudo unia a prática da ascética cristã. Havia nascido em 467 de uma família romana que se havia estabelecido em Cartago, e se havia demonstrado bom administrador do rico património paterno e bom procurador dos impostos da província.
Depois de haver lido o Comentário de Santo Agostinho ao salmo 36, orientou decididamente sua vida na austeridade e na procura da solidão. Inclusive tratou de unir-se aos monges egípcios, mas o navio que o levava teve que deter-se em Siracusa. Ordenado sacerdote, pouco depois lhe chegou a notícia de que estava na lista dos candidatos ao episcopado.
Era demasiado. Fulgêncio foi e se escondeu num lugar afastado, até que soube que todos os novos bispos haviam sido já consagrados. Quando reapareceu, restava todavia uma sede vacante, a da pequena cidade de Ruspe, e os bispos se apressaram a consagrar o recalcitrante monge, no momento preciso para que fosse enviado ao desterro para a Sardenha pelo furiosíssimo rei Trasamundo, que desterrou junto com Fulgêncio a outros 59 bispos católicos.
Em Cagliari, Fulgêncio pôde desenvolver uma intensa actividade religiosa. O próprio Trasamundo, que se julgava  teólogo, lhe escreveu propondo-lhe algumas difíceis questões e oferecendo assim a Fulgêncio a ocasião para escrever alguns tratados teológicos que chegariam a ser muito famosos.
Morto Trasamundo em 523, os bispos desterrados puderam regressar a suas sedes. Durante nove anos Fulgêncio governou sua pequena diocese de Ruspe segundo o estilo monástico. Com efeito, perto da igreja catedral havia fundado um novo mosteiro, onde ele próprio vivia pobremente, dedicando grande parte de seu tempo à oração coral e à composição de obras doutrinais e pastorais. Padre e pastor de seu rebanho, dava aos pobres tudo o que recebia. Tinha uma grande atitude para a pregação. Se conta que o bispo de Cartago, ao escutar um sermão seu na basílica de Furnos, chorou de comoção. São Fulgêncio morreu em Ruspe em l de Janeiro de 532, aos sessenta anos de idade, rodeado por seus sacerdotes e depois de ter distribuído aos pobres seus últimos haveres.

Perpétuo de Tours, Santo
Bispo, Dezembro 30

Perpetuo de Tours, Santo

Perpetuo de Tours, Santo

Bispo de Tours

Martirológio Romano: Em Tours, da Galia Lugdunense, são Perpétuo, bispo, que edificou a basílica de São Martín e muitas outras em honra dos santos, e regulou na sua Igreja a prática de jejuns e vigílias (491).
Etimologicamente: Perpétuo = duradoiro, é de origem latina.

Perpétuo era de família senatorial. Uma vez que o nomearam bispo de Tours, deixou tudo quanto tinha – que era muito – para o consolo dos pobres. Os pobres são meus herdeiros. Lhes deixou campos, casas, jardins, pastos, vinhas e até a própria roupa.
Sem dúvida alguma foi um dos bispos mais sobre salientes de seu tempo.
Tinha sempre presente a seu predecessor, são Martín, o soldado que rasgou sua capa em duas para entregar uma parte a um mendigo.
Perpétuo engrandeceu a basílica dedicada a san Martín e fez uma casa grande a seu lado para albergue de peregrinos.
Desde o primeiro ano de seu episcopado, convocou um concílio provincial em Tours.
Decretou que os fieis observaram alguns dias da semana com especial atenção às coisas do espírito.
A influência de são Perpétuo foi enorme. Treze séculos depois de sua morte, alguém escreveu estas palavras atribuídas ao santo: “Vós, meus queridos irmãos, minha coroa, minha alegria, quer dizer, o pobre de Cristo, necessitados, mendigos, enfermos, viúvas e órfãos...A todos vós declaro meus herdeiros”.
Tinha uma primavera no coração, porque sabia perdoar a todo o mundo e, além disso, entregava seu próprio ser para o bem dos outros.
Catorze anos antes de morrer, escreveu seu testamento, um documento perfeito de como deviam ser os bispos daqueles tempos.
Os últimos anos de sua vida foram maus, devido à invasão dos Godos e à doutrina ariana.
Morreu no ano 494.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários ao P. Felipe Santos
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Judith, Santa
Personagem Bíblica, Dezembro 30

Judith, Santa

Judith, Santa

Etimologia: Judith = aquela que louva a Deus. Vem da língua hebraica.
Se queres ler e meditar um livro sumamente interessante na Bíblia é o desta heroína que defendeu a liberdade de seu povo e a religião contra o tirano general Holofernes.
Este militar, assessorado por seus chefes, sabia que o povo judeu quando está bem com seu Deus, não há quem possa com eles.
O orgulhoso general, com tantos homens sob suas ordens, mandou sitiar a cidade até que morressem extenuados de fome de sede. Quando as coisas iam muito mal, o sacerdote Ozías, disse-lhe: "Esperem cinco dias e nesse prazo decidiremos que devemos fazer".
Mas neste momento se apresentou uma bela mulher, viúva e entregue à penitência e à oração. Era a admiração de todos por sua beleza física e sua simpatia.
Judith lhes disse: " Deus nos está provando mas não nos abandonou. Eu vou fazer nestes dias algo cuja recordação se prolongará por muitos séculos. Esta noite sairei da cidade e logo Deus fará por minha mão algo que agora não lhes posso contar". Logo se prostrou ante Deus e lhe rogou que bendizesse seu plano e a ajudasse. O sacerdote e os demais chefes lhe disseram: "Vai em paz e que o Senhor te proteja e te guie".
Se pôs belíssima com seus melhores vestidos e jóias e deslocou-se ao campo dos inimigos. Ao ver os sentinelas, ela lhes disse que fugia de Betulia para se avistar com Holofernes.
Pediu ao general que a deixassem actuar e que cada noite lhe permitisse ir ao campo a orar. Lhe disse que não havia inconveniente. Se enamorou dela nesse instante. Mandou fazer uma grande festa em que se emborrachou. Uma vez que ficou sozinha, com ele, pegou numa espada e cortou-lhe a cabeça. Actuou em consciência. Entre dois males, elegeu o menor. Todos foram a felicitá-la. E lhe disseram: "Tu és a glória de Jerusalém, o orgulho de Israel. Bendita sejas pelo Senhor Omnipotente por todos os séculos. Ámen".
¡Felicidades às Judith!
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Sabino, Santo
Mártir, Dezembro 30

Sabino, Santo

Sabino, Santo

Mártir

Etimologia: Sabino = Nativo nas Sabinas (antigo povo da Itália Central). Vem da língua latina.
Este mártir é de época incerta. Ao ler sua “Paixão” o teatro para dá-lo a conhecer, se fala que o imperador ordenou a Venustiano que se apresentasse ante o tribunal Sabino, que era bispo de Assis.
¿Porquê e com que direito dizes ao povo que deixe nossos deuses para adorar a um homem morto?
Saiba, contestou Sabino, que Cristo, depois de morrer, ressuscitou ao terceiro dia.
Podes eleger entre adorar a nossos deuses ou morrer. E a ver se ressuscitas como Cristo, teu mestre.
Venustiano
ordenou que lhe fossem cortando as mãos e o levassem assim para a cadeia.
Nela devolveu a vista a um cego. O próprio governador foi a ver se era verdade.
E não somente lhe curou a vista, mas também a alma enquanto que o curado lhe pediu que o baptizasse porque queria ser cristão.
E não somente a ele mas também a sua mulher e filhos. Uma vez que chegou a Roma a notícia de que se haviam convertido, mudou o governador e o encarregou que acabasse com o bispo e com o governador.
Tudo isto é fruto da “Paixão”, escrita no século V ou VI. Mas o claro é que são Sabino é um mártir autêntico, ainda que saibamos pouco de sua vida.
¡Felicidades a quem leve este nome!
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Margarita Colonna, Beata
Monja, Dezembro 30

Margarita Colonna, Beata

Margarita Colonna, Beata

Monja

Martirológio Romano: Em Palestrina, de Lacio, beata Margarita Colonna, virgem, que preferiu às riquezas e deleites do século a pobreza por Cristo, a quem serviu professando a Regra de santa Clara (1280).
Etimologia: Margarita = Aquela de beleza pouco comum, é de origem latina.
Margarita nasceu em 1255, em Palestrina, filha de Odón, dos Príncipes Colonna, e de Mabilia ou Magdalena Orsini, que tinham outros dois filhos: Juan e Giacomo (Santiago). Corria nela, portanto, o sangue de duas das mais poderosas famílias romanas, protagonistas de excepção da história da cidade de Roma, com fases de paz e fases de enfrentamentos. Palestrina era a praça forte da família. As grandes famílias romanas estavam estreitamente unidas ao papado e à cúria, e os Colonna. Em 1212 havia sido legado pontifício para a V Cruzada Juan Colonna, cardeal de Santa Práxedes. Foi ele quem trouxe a Roma desde Oriente a coluna a que, segundo a tradição, esteve atado Jesus durante a flagelação, e que ainda se conserva na igreja de que ele foi titular.
Os anos em que viveu Margarita foram tumultuosos e complicados para a Igreja. A sede papal ficou vacante durante 20 anos, o período mais longo da história. Os pontificados dos papas que saiam do conclave eram demasiado breves, e isso prejudicava sua autoridade e prestigio, tão necessários para manter o equilíbrio entre as pretensões de França e do Império germano sobre o território italiano.
Desde la más tierna infancia había sido educada por su madre en las virtudes cristianas por su madre, que había conocido a san Francisco en la casa de su hermano Mateo, tío de Margarita. Pero ella y sus hermanos quedaron pronto huérfanos, primero de padre, y luego de madre. Quedó bajo la tutela de su hermano Juan, dos veces senador de Roma, quien le preparó un matrimonio prestigioso y conveniente para las alianzas nobiliarias, mas ella sólo deseaba ser esposa virginal de Jesucristo.
El 6 de marzo de 1273, apoyada por su otro hermano, el cardenal Giacomo Colonna, se retiró con otras dos jóvenes piadosas en la iglesia de Santa María de la Costa, en el Monte Prenestino, hoy llamado Castel San Pietro, encima de Palestrina, donde fundaron una comunidad religiosa, sin aprobación canónica. Vistió el sayo de las damianitas, bajo el cual llevaba un cilicio ceñido a sus carnes. Entre ayunos y penitencias pedía al Señor le concediese su mayor deseo: ser clarisa. Así vivió unos años, siendo un escándalo para su familia.
En 1278, siendo su hermano Juan senador de Roma, su otro hermano, Giacomo, fue nombrado cardenal por expreso deseo del papa Nicolás III (Giangaetano Orsini, también pariente de Margarita). La elección no se obedeció solamente al hecho de pertenecer a una familia importante. El joven Giacomo era un verdadero creyente y amaba a Cristo, de modo que tomó consigo a su hermana y la llevó a Roma, para orar juntos ante los sepulcros de san Pedro y san Pablo. Fue el comienzo de una nueva etapa en la vida de Margarita, pues su ejemplo despertó el interés de otras mujeres, interesadas en dedicar enteramente su vida, como ella, al servicio de Cristo.
Hacía sólo 20 años que había muerto santa Clara, y su ideal de vida y el de Francisco atraía a multitud de personas de toda condición social. A petición de Margarita, el ministro general de los frailes menores fray Jerónimo Masci, futuro papa Nicolás IV, le permitió entrar en el monasterio de santa Clara de Asís, pero los planes del Señor eran otros, y una enfermedad se lo impidió. Pensó entonces en retirarse con sus compañeras en el convento de la Méntola sobre el monte Guadagnolo, entre Palestrina y Tívoli), donde se veneraba una imagen de la Virgen a la que le tenía mucha devoción, pero era un feudo del conde de Poli, que no veía con buenos ojos a una Colonna en su territorio. Fue por eso que, al poco tiempo, se trasladó a Roma, y pasó largo tiempo como huésped de una noble muy piadosa y generosa, llamada Altrudis, apodada “de los pobres” por aquellos a quienes ella había dado sus bienes. Hasta que, en 1278, con ayuda de su hermano cardenal, regresó al monte Prenestrino, junto a su ciudad natal, para fundar monasterio donde se viviera pobremente y se alabara al Señor día y noche.
Ella misma se ocupó de la formación de sus compañeras; pero su caridad se extendía más allá, hasta los enfermos y pobres de la comarca. Cada año, para la fiesta de San Juan Bautista, del que era muy devota, organizaba para ellos una comida. Cuenta la tradición que, en cierta ocasión, se presentaron Jesús y el Bautista a su mesa, pero desaparecieron cuando los reconoció Margarita. Toda su rica dote fue a parar a manos de los pobres y enfermos. Una vez agotado su rico patrimonio personal, no permitió que sus hermanos le ayudasen, sino que prefirió vivir como franciscana, y no le importó recurrir a la “Mesa del Señor”, pidiendo limosna de puerta en puerta, para continuar su obra en favor de los pobres.
Practicó de manera heroica todas las virtudes, edificando al pueblo con la oración asidua y el ejemplo de una caridad heroica. Con ocasión de una epidemia, Margarita se hizo “toda para todos” asistiendo maternalmente a los hermanos enfermos y corrió también en ayuda de los franciscanos de Zagarolo. Otra vez acogió en casa a un leproso de Poli, comiendo y bebiendo en el mismo plato y, en un ímpetu de amor, besó aquellas repugnantes llagas. Sería demasiado prolijo recordar todas las manifestaciones de la intensa vida mística de Margarita: la observancia escrupulosa de la regla de Santa Clara, el amor a la pobreza, la continua unión con Dios, los éxtasis, las efusiones de lágrimas, las frecuentes visiones celestiales, el matrimonio místico con el Señor, quien se le apareció colocándole un anillo en el dedo y una corona de lirios sobre la cabeza y le imprimió la llaga del corazón.
Durante siete años sobrellevó pacientemente una herida ulcerosa en el costado, como si llevara una llaga de la pasión de Jesucristo. Aún no había cumplido los 30 años cuando murió al alba del 30 de diciembre de 1284, a causa de la úlcera y de unas fiebres altísimas. Su muerte fue en todo digna de una perfecta hija de San Francisco, el cual por amor de dama pobreza quiso morir desnudo sobre la desnuda tierra. La noche de Navidad se le había aparecido la Virgen con el Niño en brazos, y la dejó en un estado de profunda exaltación. Después que hubo recibido el viático y la unción de los enfermos, pidió a su hermano el cardenal Giacomo, que la colocaran en tierra, deseando morir pobre como Jesús y el Seráfico Padre San Francisco. Fue complacida, pero sólo por un breve espacio de tiempo, porque estaba demasiado extenuada. Por último pidió que le dieran el crucifijo: habiéndolo besado con intenso afecto, lo mostró a sus hermanas, exhortándolas a amarlo con todas sus fuerzas. Se adormeció un poco y luego volviendo en sí exclamó con vigor: “He ahí a la santísima Trinidad que viene, adoradla!”. Luego, cruzados los brazos sobre el pecho, y fijando los ojos en el cielo, expiró serenamente.
Los funerales se desarrollaron el mismo día, en la iglesia de San Pietro sul Monte Prenestino con gran concurso de pueblo y de todos los franciscanos de la zona. El sepulcro de Margarita se convirtió enseguida en meta de peregrinos, que recibían gracias por su intercesión. Cuando el papa Honorio IV autorizó en 1285 el traslado de su comunidad de clarisas al monasterio de San Silvestre in Cápite de Roma, éstas se llevaron consigo el cuerpo de la beata, que permaneció allí hasta el año 1871. Hoy sus reliquias se veneran en la iglesia de Castel San Pietro, donde la semilla sembrada por Margarita hace más de siete siglos sigue aún viva, gracias a las clarisas del monasterio de Santa María de los Ángeles.
Sus primeros biógrafos fueron su hermano Juan y la primera abadesa de San Silvestre. Pío IX aprobó su culto el 17 de septiembre de 1847. Pocos años antes el papa Gregorio XVI había dispuesto que los Colonna y los Orsini eran las únicas familias con el privilegio exclusivo de Príncipes asistentes de la sede pontificia.
Margarita representa para el mundo una delicadísima figura de mujer en quien las dotes naturales de inteligencia, fascinación y sensibilidad, unidas al realismo y a la dignidad de su hogar, se insertan en el robusto árbol de la espiritualidad franciscana. Su vida brilla como un arco iris de paz en la historia tormentosa de su tiempo.

ORAÇÃO
Oh Dios, que has hecho admirable
en el desprecio de los bienes terrenos
a la Beata virgen Margarita,
ardiente de amor por ti:
concédenos, por su intercesión,
permanecer siempre unidos solamente a ti
mientras cargamos con nuestra cruz.
Derrama sobre nosotros, Señor,
el espíritu de santidad
que concediste a la Beata Margarita Colonna,
para que podamos conocer el amor de Cristo,
que supera todo conocimiento,
y gozar de la plenitud de la vida divina.
Por Cristo nuestro Señor.
Amén.

 

João (Giovanni) Maria Boccardo, Beato
Presbítero e Fundador, Dezembro 30

Juan (Giovanni) Marìa Boccardo, Beato

Juan (Giovanni) Maria Boccardo, Beato

Presbítero y Fundador

Martirológio Romano: No povo de Pancalieri, perto de Turim, em Itália, beato Juan María Boccardo, presbítero, o qual, trabalhando infatigavelmente no cuidado dos anciãos e enfermos, fundou a Congregação de Irmãs dos Pobres Filhas de São Cayetano (1913).
Nascido em 1848 dedicou sua vida a assistir aos enfermos durante a epidemia de cólera de 1884.
Foi Pároco de Pancalieri, ao norte de Itália, fundou a congregação religiosa das Pobres Filhas de São Cayetano.
Don Giovanni Maria Boccardo fue un hombre de profunda espiritualidad y, a la vez, un apóstol dinámico, promotor de la vida religiosa y del laicado, siempre atento a discernir los signos de los tiempos. Escuchando, en la oración, la palabra de Dios, maduró una fe vivísima y profunda. Escribió: «Sí, Dios mío, lo que quieres tú, lo quiero también yo».
Y ¿qué decir de su infatigable celo en favor de los más pobres? Supo acercarse a todas las miserias humanas con el espíritu de san Cayetano de Thiene, espíritu que infundió en la congregación femenina que fundó para el cuidado de los ancianos y los enfermos, y para la educación de la juventud. Hizo suya la invitación evangélica: «Buscad primero el reino de Dios y su justicia» (Mt 6, 33).
Como el santo cura de Ars, del que era devoto, indicó a sus parroquianos, con su palabra y sobre todo con su ejemplo, el camino del cielo. El día de su ingreso en Pancalieri como párroco, dijo a los fieles: «Vengo aquí, queridos hermanos, para vivir como uno de vosotros, como vuestro padre, vuestro hermano y vuestro amigo, y para compartir con vosotros las alegrías y las penas de la vida (...). Vengo como servidor de todos, y cada uno podrá disponer de mí, y yo me consideraré siempre dichoso y feliz de poderos servir, buscando sólo hacer el bien a todos».
Se declaraba siempre hijo devoto de la Virgen, y a ella recurría con constante confianza. A una persona que le preguntó: «¿Es tan difícil ganar el Paraíso?», le respondió: «Sé devoto de María, que es su "puerta", y entrarás». Su ejemplo sigue vivo en la memoria de la gente, que a partir de hoy puede invocarlo como intercesor en el cielo.
Muriò el 30 de Diciembre de 1913, y beatificado por Juan Pablo II el 24 de Mayo de 1998, durante la celebraciòn del V Domingo de Pascua en su visita apostòlica a Turín.

Eugénia Ravasco, Beata
Virgem e Fundadora, 30 de Dezembro

Eugenia Ravasco, Beata

Eugenia Ravasco, Beata

Fundadora do Instituto das Irmãs dos Sagrados Corações de Jesus e Maria

Martirologio Romano: En Génova, de la Liguria, en Italia, beata Eugenia Ravasco, virgen, que fundó el Instituto de las Hermanas Hijas de los Sagrados Corazones de Jesús y María, a las que encomendó la educación de niñas y el cuidado de enfermos y de la infancia menesterosa (1900)
Etimología: Eugenia = Aquella de noble cuna, es de origen griego.
Nació en Milán el 4 de Enero de 1845, la tercera, entre seis hijos del banquero genovés Francisco Mateo y de la noble Carolina Mozzoni Frosconi.
Fue bautizada en la Basílica de Santa María de la Pasión, con los nombres de Eugenia, María. La familia, acomodada y religiosa, le ofreció un ambiente rico de afecto, de fe y educación refinada.
Luego de la muerte prematura de dos hijos pequeños y de su joven esposa, el padre regresó a la Ciudad de Génova, llevando consigo al primogénito, Ambrosio y a la menor, Elisa, quien contaba apenas año y medio de edad.
Eugenia permaneció en Milán con la hermanita Constancia, confiada a los cuidados de la tía Marieta Anselmi, quien, como verdadera madre, la acompañó en su crecimiento, educándola con amor pero también con firmeza. Eugenia, vivaz y expansiva, en su infancia la consideró su verdadera madre y demostró hacia ella un afecto muy tierno.
En 1852 decidieron fuera a vivir a Génova con su familia. La separación de su tía le causó un dolor muy hondo, a tal punto que enfermó. En Génova, desde entonces su ciudad adoptiva, encontró nuevamente a su padre y a los dos hermanos; conoció al tío Luis Ravasco, quien tanto aportó a su formación; a la tía Elisa Parodi y a sus diez hijos con quienes convivió durante algún tiempo. De manera especial se encariñó a su hermana menor, Elisa, reservada y sensible, estableciendo con ella una profunda sintonía espiritual.
Al cabo de tres años, en marzo de 1855, falleció también su padre. Luis Ravasco, banquero y cristiano convencido, se responsabilizó de los tres sobrinos huérfanos cuidando de su formación: confió a una Institutriz cualificada las dos niñas. Eugenia de carácter vivaz y exuberante sufrió bastante bajo el régimen severo adoptado por la señora Serra, pero supo aceptarlo con docilidad.
El 21 de junio de 1855, en la Iglesia de San Ambrosio (hoy Iglesia “de Jesús”) en Génova, a los 10 años, recibió la primera Comunión y la Confirmación luego de una atenta preparación realizada por el Canónigo Salvador Magnasco. Desde ese día se sintió atraída por el misterio de la presencia Eucarística, de tal manera que no pasaba delante de ninguna Iglesia sin entrar para adorar el SSmo. Sacramento. El culto a la Eucaristía es en efecto uno de los goznes de su espiritualidad, junto al culto de los Corazones de Jesús y de María Inmaculada. Movida por una compasión connatural hacia los que sufren, desde su adolescencia donó abundantemente y de todo corazón a los necesitados, muy contenta de hacer sacrificios personales para lograrlo. En diciembre de 1862, la joven Eugenia perdió también el apoyo del tío Luis, quien había sido para ella más que padre. Recibió de Él no solamente la herencia moral de grande rectitud, coherencia cristiana y gran liberalidad hacia los pobres, sino también la responsabilidad de la familia, ahora en las manos de administradores no siempre fieles. No se acobardó. Confiando en Dios y aconsejada por el canónigo Magnasco, futuro Arzobispo de Génova, y por sabios abogados, tomó las riendas de los negocios de familia. Lamentablemente no logró salvar al hermano del camino extraviado por el que estaba marchando y que lo llevó a un extremo degrado moral y físico. Fue éste uno de los mayores sufrimientos para la Madre y una grande prueba para su Fe. En este mismo período la tía Marieta inició los preparativos para conseguir para la sobrina un brillante porvenir de esposa. Pero Eugenia oraba ardientemente en su corazón, para que Dios le mostrara el verdadero camino por donde deseaba llevarla. Tenía aspiraciones más elevadas. El 31 de mayo de 1863, en la Iglesia de Sta. Sabina en Génova, en donde entrara para saludar a Jesús Eucarístico, mediante las palabras del Misionero P. Jacinto Bianchi, quien estaba en ese momento dirigindose a los fieles, Eugenia Ravasco recibió la invitación divina a “consagrarse para hacer el bien por amor al Corazón de Jesús”. Fue el acontecimiento que iluminó su futuro y cambió su vida. Bajo la guía del Director espiritual, ella se puso sin reservas a disposición de Dios, consagrándole a Él, a su gloria y al bien de las almas, sus energías de inteligencia y de corazón y el patrimonio heredado de los suyos: “Este dinero —acostumbraba repetir— no es mío, sino del Señor, yo soy solamente la depositaria” (cfr. Positio C.I., 70)
Soportó con fortaleza las protestas de los parientes, las críticas y el desprecio de las damas de su misma clase social e inició con valor a “hacer el bien” a su alrededor. Dio clases de catecismo en su Parroquia, N.S. del Carmen; colaboró con las Hijas de la Inmaculada en la Obra de S. Dorotea, como asistenta de las niñas del barrio, enseñó costura y bordado. Como “Dama de Caridad” de S. Catalina en Portoría, asistió a los enfermos en el Hospital de Pammatone y de los Crónicos; visitó a los pobres en sus casas, llevando el consuelo de su caridad. Sentía una grande pena viendo a tantos niños y jovencitas abandonados a sí mismos, en medio de toda clase de peligros y totalmente ignorantes de las cosas de Dios.
El 6 de diciembre de 1868, a los 23 años, fundó la Congregación religiosa de las Hijas de los Sagrados Corazones de Jesús y de María, con la misión de hacer el bien especialmente a la juventud. Se iniciaron así las escuelas, la enseñanza del catecismo, las asociaciones, los oratorios; el proyecto educativo de la Madre Ravasco consistía en educar a los jóvenes y formarlos a una vida cristiana activa y abierta, para que fueran “honestos ciudadanos en medio de la sociedad y santos en el cielo”; educarlos a los valores trascendentes y al mismo tiempo a la lectura de los acontecimientos en perspectiva histórico-salvífica. Les propuso la santidad como meta de la vida.
En 1878, en un período de abierta hostilidad a la Iglesia y de laicización de la vida social, Eugenia Ravasco, atenta a las necesidades de su tiempo, dio inicio a una Escuela Normal femenina, con la finalidad de darle a las jóvenes una instrucción orientada cristianamente y de preparar “maestras cristianas” para la sociedad. Para llevar a cabo esta obra, pupila de sus ojos, se enfrentó con fortaleza y confiando en Dios sólo, a los ataques venenosos de la prensa de opinión laicista.
Encendida de caridad ardiente a imitación del Corazón de Jesús y animada por la voluntad de ayudar a su prójimo, de acuerdo con los Párrocos, organizó Ejercicios Espirituale, Retiros, Ceremonias religiosas y Sagradas Misiones Populares, hallando un grande consuelo viendo a muchos corazones que retornaban a Dios para encontrar su misericordia mediante la oración, el canto litúrgico y los Sacramentos. Oraba: “Corazón de Jesús, concededme porder hacer este bien y niguno otro, en todas partes”.
Soñaba con poder ir a Misiones, pero ello no se concretizó sino después de su fallecimiento. Promovió el culto del Corazón de Jesús, de la Eucaristía, del Corazón Inmaculado de María; organizó Asociaciones para las Madres de Familia, tanto pobres como acomodadas; a estas últimas propuso ayudar a las jóvenes necesitadas y proveer a las Iglesias pobres. Alcanzó con su caridad a los moribundos, encarcelados, los lejanos de la Iglesia. Vivió de fe, de oración, de sufrimiento, de abandono en la Voluntad de Dios.
En 1884, junto con otras cohermanas, Eugenia Ravasco hizo su Profesión Perpetua. Siguió entregada al desarrollo y fortalecimiento del Instituto, el cual, aprobado por la Iglesia Diocesana en 1882, obtendrá la aprobación pontificia en 1909. Fundó algunas Casas Filiales que visitó no obstante su poca salud. Guió la Comunidad con amor, prudencia y la mirada hacia el futuro, considerándose la última de las hermanas. Trabajó para mantener encendida en sus hijas la llama de la caridad y grande celo para la salvación del mundo, proponiéndoles como modelos los Corazones SS.mos de Jesús y de María. “Arder en el deseo del bien ajeno, especialmente de la juventud” fue su ideal apostólico; “Vivir abandonada en Dios y en las manos de María Inmaculada” fue su programa de vida.
Purificada por la prueba de la enfermedad, de la incomprensión y del aislamiento dentro de la misma Comunidad, Eugenia Ravasco nunca desistió de actuar con pasión evangélica para la salvación de las almas, especialmente de la juventud de toda edad y condición social. En 1892, un año después de la Encíclica “Rerum Novarum” de S.S. el Papa León XIII, quiso construir un edificio en la plaza de Carignano, en Génova, para hacer de él la “Casa de las Obreras”: las jóvenes, quienes trabajaban en las fábricas y en los talleres de artesanía, hallarían en el un hogar seguro y la posibilidad de una formación cristiana. En 1898, para las jóvenes que trabajaban a servicio de las familias, fundó la Asociación de Sta. Zita; al mismo tiempo construyó el “pequeño teatro” para los momentos recreativos de las jóvenes del Oratorio y de las numerosas Asociaciones que estaban organizadas en el Instituto, convencida de que la alegría es la atmósfera educativa más eficaz: “Estad alegres —acostumbraba repetir— divertios, pero santamente...” y a las religiosas: “Vuestro gozo atraiga otros corazones para alabar a Dios” (de sus escritos).
Consumida por la enfermedad Eugenia Ravasco falleció en Génova en vísperas de cumplir sus 56 años de vida, en la Casa Madre del Instituto, en la madrugada del 30 de diciembre de 1900.
“Os dejo a todas en el Corazón de Jesús” fueron sus palabras de despedida de las hijas y de sus queridas jóvenes.
En 1948 S. E. Mons. José Siri, Arzobispo de Génova, da inicio al Proceso Diocesano. El 1 de julio del 2000, año Jubilar, el S. Padre Juan Pablo II reconoce la heroicidad de sus virtudes. El 5 de julio del 2002 el mismo S. Padre Juan Pablo II firma el Decreto de aprobación del milagro —la curación de la niña Eilen Jiménez Cardozo de Cochabamba (Bolivia)— obtenido por intercesión de Madre Eugenia Ravasco.
Fue beatificada el 27 de abril de 2003 por S.S. Juan Pablo II.

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

TOMÁS BECKET, Santo e outros - 29 de Dezembro

SANTOS DESTE DIA
Tomás Becket, Santo
Tomás Becket, Santo
Bispo e mártir
Martirológio Romano: Santo Tomás Becket, bispo e mártir, que por defender a justiça e a Igreja foi obrigado a desterrar-se da sede Canterbury e da própria Inglaterra, voltando ao cabo de seis anos à sua pátria, onde padeceu muito até que foi assassinado na catedral pelos esbirros do rei Enrique II, emigrando para Cristo (1170).
Etimologia: Tomás = gémeo; vem do aramaico.
Uma das mais adivinhadas eleições do grande soberano inglês, Enrique II, foi a de seu chanceler na pessoa de Tomás Becket. Havia nascido em Londres em 1118 de pai normando, e foi ordenado arquidiácono e colaborador do arcebispo de Canterbury, Teobaldo. Como chanceler do reino, Tomás se sentia perfeitamente nos seus anseios: tinha ambição, audácia, beleza e um destacado gosto pela magnificência. Quando era necessário sabia ser valente, sobretudo quando se tratava de defender os bons direitos de seu príncipe, de quem era íntimo amigo e companheiro nos momentos de descanso e de diversão. 
O arcebispo Teobaldo morreu em 1161, e Enrique II, graças ao privilégio que lhe havia concedido o Papa, pôde eleger a Tomás como sucessor para a sede primaz de Canterbury. Ninguém, e muito menos o rei, se imaginava que um personagem tão “mencionado” se ia a transformar imediatamente num grande defensor dos direitos da Igreja e num zeloso pastor de almas. Mas Tomás havia advertido a seu rei: “Senhor, se Deus permite que eu seja arcebispo de Canterbury, perderei a amizade de Vossa Majestade”.
Tomás Becket, Santo
Tomás Becket, Santo

Ordenado sacerdote em 3 de Junho de 1162 e consagrado bispo ao dia seguinte, Tomás Becket não tardou em indispor-se com o soberano. As “Constituições” de 1164 haviam restabelecido certos direitos abusivos do rei caídos em desuso. Por isso Tomás Becket não quis reconhecer as novas leis e escapou às iras do rei fugindo para França, onde passou seis anos de desterro, levando uma vida ascética num mosteiro cisterciense.
Restabelecida com o rei uma paz formal, graças aos conselhos de moderação do Papa Alejandro III, com quem se encontrou, Tomás pôde regressar a Canterbury e foi recebido triunfalmente pelos fieis, a quem ele saudou com estas palavras: “Hei regressado para morrer entre vós”. Como primeiro acto desautorizou os bispos que haviam feito pactos com o rei, aceitando as “Constituições”, e desta vez o rei perdeu a paciência e deixou escapar esta frase imprudente: “¿Quem me tirará de entre os pés a este cura intrigante?”.
Houve quem se encarregou disso. Quatro cavaleiros armados saíram para Canterbury. Avisou-se o arcebispo, mas ele permaneceu em seu posto: “O medo à morte não pode fazer-nos perder de vista a justiça”. Recebeu aos sicários do rei na catedral, revestido com os ornamentos sagrados. Deixou-se apunhalar sem opor resistência, murmurando: “Aceito a morte pelo nome de Jesús e pela Igreja”. Era em 23 de Dezembro de 1170. Três anos depois o Papa Alejandro III o inscreveu na lista dos santos.
David, Santo
David, Santo
Rei, antepassado de Jesus
Martirológio Romano: Comemoração de são David, rei e profeta, filho de Jessé betlehemita, quem encontrou graça ante Deus e foi ungido com o santo óleo pelo profeta Samuel para reger o povo de Israel. Mudou para a cidade de Jerusalém a arca do Senhor, e o Senhor lhe jurou que sua descendência permaneceria para sempre, porque dele nasceria Jesus Cristo segundo a carne.
Etimologia: David = aquele que é amado, é de origem hebraica.
Na Bíblia, o nome de David só o ostenta o segundo rei de Israel, o bisneto de Booz e Ruth (Ruth 4 18 ss.). Era o mais jovem dos oito filhos de Isaí, ou Jessé (I Reis 16 8; cf. I Cro 2 13), um pequeno proprietário da tribo de Judá que habitava em Belém, onde nasceu David. Nosso conhecimento da vida e características de David se deriva exclusivamente das páginas de Sagrada Escritura (ver I R 16; II R 2; I Cro 2, 3 y 10-19; Ruth 4 18-22) e os títulos de muitos Salmos. Segundo a cronologia usual, David nasceu em 1085 (AC) e reinou de 1055 a 1015 a.C. Recentes escritores hão datado seu reinado, deduzindo-o de inscrições assírias, uns 30 ou 50 anos mais tarde. Pelas limitações, não é possível dar mais que um esboço dos eventos de sua vida e uma simples estimação de suas características e sua importância na história do povo eleito, como rei, salmista, profeta e imagem do Messias. 
A história de David se divide em três períodos: (1) antes de sua elevação ao trono; (2) seu reinado, em Hebrón sobre Judá e em Jerusalém sobretudo Israel, até seu pecado; (3) seu pecado e seus últimos años. Aparece primeiro na história sagrada como um jovem pastor que cuidava os rebanhos de seu pai nos campos próximos a Belém, "ruivo, de belos olhos e formosa presença”.
Samuel, o profeta e último dos juízes, foi enviado a ungi-lo em lugar de Saul. a quem Deus havia recusado por sua desobediência. Os relatos de David não parecem ter reconhecido a importância desta unção que o marcou como sucessor ao trono depois da morte de Saul.
Durante um período de doença, quando um espírito maligno atormentava a Saul, David foi levado à corte para aliviar o rei tocando a harpa. Ganhou la gratidão de Saul e o pôs à frente do exército, mas sua estadia na corte foi breve. Mais tarde, enquanto seus três irmãos mais velhos estavam no campo, lutando sob Saul contra os Filisteus, David foi enviado ao acampamento com alguns comestíveis e prendas; ali ouviu as palavras com que o gigante, Golias de Gat, desafiava a todo Israel a um combate singular e ele se ofereceu para matar ao filisteu com a ajuda de Deus. Sua vitória sobre Golias provocou a derrota do inimigo. As perguntas de Saul a Abner neste momento, parecem implicar que ele nunca havia visto antes a David, sem embargo, como temos visto, David já havia estado na corte. Se hão feito várias conjecturas para explicar esta dificuldade. Como a passagem faz pensar numa contradição no texto hebreu, é omitido pela tradução dos Setenta, alguns autores aceitaram o texto grego em preferência ao hebraico. Outros supõem que a ordem das narrações se há confundido em nosso texto hebraico actual. Uma solução mais simples e mais provável mantém que, na segunda ocasião Saul só perguntou a Abner pela família de David e sobre sua infância. Antes não havia prestado atenção a estas coisas. 
A vitória de David sobre Golias ganhou a amizade entranhável de Jonatán, o filho de Saul. Obteve um lugar permanente na corte, mas, como chefe de mil homens buscou novos riscos para ganhar a mão de Merab, a filha mais velha de Saul: mas, apesar da promessa do rei, foi dada a Adriel de Mejolá. Mical, a outra filha de Saul, estava enamorada de David, e, com a esperança de que finalmente fosse morto pelos Filisteus, seu pai prometeu dá-la em matrimónio, com tal de que David matasse a cem Filisteus. David teve êxito e se casou com Mical. Este êxito, sem embargo, fez temer mais a Saul e finalmente o induziu a ordenar que devesse matar-se a David. Por mediação de Jonatán foi perdoado durante um tempo, mas o ódio de Saul o obrigou finalmente a fugir da corte.
Primeiro foi a Ramá e desde ali, com Samuel, a Nayot. Os grandes esforços de Saul para assassiná-lo eram frustradas pela interposição directa de Deus. Uma entrevista com Jonatán o convenceu de que a reconciliação com Saul era impossível e de que, para o resto do reino, ele era um desterrado e um bandido. Em Nob, David e seus companheiros foram armados pelo sacerdote Ajimélec, que depois foi acusado de conspiração e assassinado com todos seus sacerdotes. De Nob, David foi à corte de Aquis, rei de Gat, de onde escapou da morte fingindo loucura. Em seu retorno se converteu em cabeça de uma banda de aproximadamente quatrocentos homens, alguns parentes seus outros desesperados, que se reuniram na cova ou refúgio de Adulán. Pouco tempo depois seu número chegou a seiscentos. David libertou a cidade de Queilá dos filisteus, mas foi obrigado a fugir de novo de Saul. Sua seguinte morada foi o deserto de Zif, memorável pela visita de Jonatán e pela aleivosia dos zifitas que avisaram o rei. David se livrou pela chamada a Saul para recusar um ataque dos filisteus. Nos desertos de Engadí esteve de novo em grande perigo; mas, quando Saul estava à sua mercê, ele generosamente lhe perdoou a vida. A aventura com Nabal, o matrimónio de David com Abigail, e uma segunda ocasião recusada de matar a Saul, foram seguidas pela decisão de David de oferecer seus serviços a Aquis de Gat e assim pôr fim à perseguição de Saul. Como vassalo do rei filisteu, se estabeleceu em Sicelag, desde onde fez incursões às tribos vizinhas, devastando suas terras e não deixando com vida homem nem mulher. Pretendendo que estas expedições eram contra seu próprio povo de Israel, se assegurou o favor de Aquis. Sem embargo, quando os filisteus se prepararam em Afec para empreender a guerra contra Saul, os outros príncipes não foram partidários de confiar em David, e ele regressou a Sicelag. Durante sua ausência havia sido atacada pelos amalecitas. David os perseguiu, destruiu suas forças e recuperou todo seu botim. Entretanto havia tido lugar a fatal batalha no monte de Gelboé, na que Saul e Jonatán foram mortos. A elegia comovedora, que se conserva para nós em II Reis 1, é um arranque de pesar de David por sua morte.
Por mandato de Deus, David, que tinha agora trinta anos, subiu a Hebrón para reclamar o poder real. Os homens de Judá o aceitaram como rei e foi ungido de novo, solene e publicamente. Por influência de Abner, o resto de Israel permanecia fiel a Isbóset, filho de Saul. Abner atacou as forças de David, mas foi derrotado em Gabaón. A guerra civil continuou durante algum tempo, mas o poder de David aumentava continuamente. Em Hebrón teve seis filhos: Amnón, Quilab, Absalón, Adonías, Sefatías, e Yitreán. Como resultado de uma rixa com Isbóset, Abner fez manobras para levar a todo Israel sob  o poder de David; sem embargo, foi aleivosamente assassinado por Joab, sem o consentimento do rei. Isbóset foi assassinado por dois benjamitas e David foi aceite por todo Israel e ungido rei. Seu reinado em Hebrón sobre Judá havia durado sete anos e meio.
David teve êxito em suas sucessivas guerras, fazendo de Israel um estado independente e provocando que seu próprio nome fosse respeitado por todas as nações circundantes. Uma notável façanha foi, ao princípio de seu reinado, a conquista da cidade jebusita de Jerusalém, a que fez capital de seu reino, “a cidade de David”, o centro político da nação. Construiu um palácio, tomou mais esposas e concubinas, e engendrou mais filhos e filhas. Havendo-se libertado do jugo dos filisteus, resolveu fazer de Jerusalém o centro religioso de seu povo, transportando a Arca da Aliança (ver artigo) desde Baalá (Quiriat Yearín). A trouxe para Jerusalém e a pôs na nova tenda construída pelo rei. Depois, quando propôs construir um templo para ela, lhe foi dito, pelo profeta Natán, que Deus havia reservado esta tarefa para seu sucessor. Em prémio à sua piedade, lhe foi feita a promessa de que Deus lhe construiria a uma casa e estabeleceria seu reino para sempre.
Não há detalhes sobre as diversas guerras empreendidas por David; só temos alguns factos isolados. A guerra com os amonitas é recordada de um modo mais completo porque, quando seu exército estava no campo durante esta campanha, David cometeu os pecados de adultério e assassinato, atraindo por isso grandes calamidades para ele e sua casa. Estava então na plenitude de seu poder, era um governante respeitado por todas as nações, do Eufrates ao Nilo. Depois de seu pecado com Betsabé e o assassinato indirecto de Urías seu marido, David a converteu em sua esposa. Passou um ano de arrependimento por seu pecado, mas sua contrição foi tão sincera que Deus o perdoou ainda que, ao mesmo tempo, lhe anunciou os severos sofrimentos que lhe sucederiam. O espírito com que David aceitou estas penas o fez em todo tempo modelo de penitentes. O incesto de Amnón e o fratricídio de Absalón (ver artigo) trouxeram a vergonha e a aflição a David. Absalón permaneceu três anos no desterro. Quando foi chamado de regresso, David o manteve em desgraça durante dois anos mais e então o restaurou na sua anterior dignidade, sem nenhum sinal de arrependimento. Molesto pelo tratamento de seu pai, Absalón se consagrou durante os seguintes quatro anos a seduzir a gente e finalmente se proclamou rei em Hebrón. David foi colhido de surpresa e obrigado a fugir de Jerusalém. As circunstâncias de sua fuga se narram na Escritura com grande simplicidade e patético. A recusa de Absalón do conselho de Ajitófel e seu consequente atraso na perseguição do rei, fez possível a este último reunir suas forças e vencer em Majanáin onde Absalón morreu. David retornou triunfante a Jerusalém. Uma grande rebelião sob Seba foi reprimida rapidamente no Jordão.
Neste ponto da narração de II de Reis lemos que “houve fome, nos dias de David, durante três anos consecutivos”, em castigo pelo pecado de Saul contra os gabaonitas. A sua chamada, sete da família de Saul foram entregues para ser crucificados. Não é possível fixar a data exacta da fome. Em outras ocasiões, David mostrou grande compaixão com os descendentes de Saul, sobretudo com Mefibóset, o filho de seu amigo Jonatán. Depois de uma breve menção de quatro expedições contra os filisteus, o escritor sagrado recorda um pecado de orgulho por parte de David em sua resolução de fazer um censo do povo. Como penitência por este pecado, se lhe permitiu escolher entre fome, derrotas ou peste. David escolheu a terceira e em três dias morreram 70.000. Quando o anjo estava a ponto de ferir Jerusalém, Deus se apiedou e cessou a peste. David foi enviado a oferecer um sacrifício na era de Arauná, o lugar do futuro templo.
Os últimos dias de David foram perturbados pela ambição de Adonías, cujos planos para a sucessão foram frustrados por Natán, o profeta, e Betsabé, a mãe de Salomão. O filho que nasceu depois do arrependimento de David, foi eleito com preferência sobre seus irmãos mais velhos. Para assegurar-se que Salomão lhe sucederia no trono, David o havia ungido publicamente. As últimas palavras recolhidas do ancião rei são uma exortação a Salomão a ser fiel a Deus, premiar aos serventes fieis e para castigar aos maus. David faleceu com a idade de setenta anos, após ter reinado em Jerusalém trinta e três anos. Foi enterrado no Monte Sión. São Pedro disse que seu túmulo todavia existia no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos (Hch 2 29). David é honrado pela Igreja como um santo. Se lhe cita no Martirológio romano, em 29 de Dezembro. 

Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato
Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato
Sacerdote e Mártir
Martirológio Romano: Na localidade de São Miguel de los Reyes, na mesma região, beato Juan Bautista Ferreres Boluda, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que durante a perseguição contra a fé em Espanha, imitando a paixão de Cristo, conseguiu a palma do martírio (1936).
Padre Juan Bautista Ferreres Boluda nasceu em Olleira (Valentia) em 27 de Novembro de 1861 e entrou na Companhia de Jesus em 1888, onde se fez sacerdote.
Era mestre de Teologia Moral e de Direito Canónico no teologato de Sarriá.
Morreu em Valência no lugar chamado “Picadero Paterna” em 29 de Dezembro de 1936 em consequência dos maus tratos recebidos.
Tinha 75 años.

Enrique Juan Requena, Beato
Enrique Juan Requena, Beato
Mártir
Martirológio Romano: No povo de Picadero de Paterna, na região de Valência, Espanha, beatos mártires Enrique Juan Requena, presbítero, e José Perpiñá Nácher, os quais lutaram nobremente por Cristo (1936).
Etimologia: Enrique = Aquele que é chefe de lar. É de origem germânica.
Enrique Juan Requena nasceu em Aielo de Malferit, em Espanha, em 19 de Janeiro de 1883 e foi sacerdote da Arquidiocese de Valência. Ao  estalido da guerra civil e da feroz perseguição religiosa que atravessou Espanha, foi chamado a testemunhar com sangue sua fé em Cristo.
Foi executado por conseguinte perto de Picadero Paterna em 29 de Dezembro de 1936 junto com José Aparicio Sanz e José Perpiña Nácher. (ver biografias a seguir). 
O Papa João Paulo II o beatificou em 11 Março de 2001 com outras 232 vítimas da mesma perseguição
José Perpiñá Nácher, Beato
José Perpiñá Nácher, Beato
Mártir
Martirologio Romano: No povo de Picadero de Paterna, na região de Valência, Espanha, beatos mártires Enrique Juan Requena, presbítero, e José Perpiñá Nácher, os quais lutaram nobremente por Cristo (1936).
José Perpiña Nácher, fiel laico, nasceu em 22 de Fevereiro de 1911 em Sueca, perto de Valência -Espanha.
Foi baptizado em 25 de Fevereiro 25 de 1911 e recebeu a primeira comunhão pelo mês de Maio de 1919, sempre na igreja da paróquia de São Pedro Apóstolo de sua cidade natal.
Telegrafista de profissão, prestou seus serviços na nave “Buenos Aires”.
Graduado em Jurisprudência, o fizeram secretário do Sindicato da Policia Rural.
Trabalhou muito pelos pobres, sobretudo como advogado sem cobrar por seus serviços.
Se uniu à Acção Católica e a Adoração Nocturna.
Homem muito devoto, era usual que recebesse a Eucaristia periodicamente e distinguiu-se por servir a sua comunidade como catequista e periodista.
Em Abril 22 de 1935 se casou com Francisca Bosch Pieva na igreja paroquial da Santíssima Virgem de Sales, mas a relação durou desgraçadamente muito pouco.
Com o estalido da guerra civil e a feroz perseguição religiosa que a caracterizou, foi preso em 3 de Setembro de 1936 e em 29 de Dezembro seguinte sofreu o martírio por ódio à fé cristã no Picadero Paterna.
Junto a ele também morreram José Aparicio Sanz (ver biografia a seguir) e Enrique Juan Requena (ver biografia anterior). 
O Papa João Paulo II o beatificou em 11 de Março de 2001 com outras 232 vítimas da mesma perseguição.
José Aparicio Sanz, Beato
José Aparicio Sanz, Beato
Presbítero y Mártir
Martirológio Romano: Na cidade de Paterna, na região de Valência, em Espanha, beato José Aparicio Sanz, presbítero e mártir, que derramou seu sangue por Cristo quando decorria a perseguição contra a fé (1936). 
O P. José Aparicio Sanz nasceu em 12 de Março de 1893 em Enguera. Seus pais foram Manuel Aparicio Sanz e Leonor Sanz Sanz, que o educaram num ambiente profundamente cristão, dando sinais desde muito menino de piedade e vocação sacerdotal.
Logo depois de finalizar seus estudos secundários, ingressou no Colégio de Vocações Eclesiásticas de São José, de Valência. Depois passou ao Seminário Conciliar Central de Valência, que então tinha o ramo de Universidade Pontifícia, onde foi um seminarista modelo tanto por sua aplicação ao estudo como por suas virtudes.
Foi ordenado sacerdote em 17 de Junho de 1916 pelo bispo de Segorbe, o também Servo de Deus frei Luis Amigó Ferrer. No dia 30 do mesmo mês celebrou sua primeira Missa em sua paróquia natal, a arciprestal de São Miguel de Enguera. Exerceu seu primeiro ministério sacerdotal na vigararia de Benalí, onde, além de seu bom exemplo, deixou a recordação da reconstrução da igreja e da casa abadia.
En 1917 fue trasladado a Santa María de Oliva, como coadjutor, y, al tratarse de una parroquia mayor, pudo tener más campo para desarrollar sus actividades en todos los sectores de la pastoral, añadiendo a ello el alto espíritu de caridad que demostró durante la epidemia de gripe del año 1918, que afectó gravemente a numerosas poblaciones valencianas.
Más tarde pasó a Luchente, parroquia de la que tomó posesión el 16 de octubre de 1921 y lugar apropiado para el desarrollo de su profunda devoción eucarística. Tal vez desde entonces comenzó a firmar sus escritos como director espiritual de almas y escritor místico con el título de "Centinela de mi Sagrario". De este pueblo, santificado por el prodigio de los Corporales de Daroca, hizo un centro de irradiación y atracción eucarísticas.
En 1930, cuando tenía 37 años, fue nombrado arcipreste de su población natal, Enguera, parroquia que dirigió hasta coronar su vida de apóstol con el martirio. Fue en esta parroquia donde culminó su trabajo pastoral iniciado anteriormente en otros pueblos, y en todos los campos, aspectos y matices del apostolado dejó huellas indelebles de la fuerza de su espíritu. Al estallar la revolución española de 1936, el P. José Sanz reaccionó como verdadero sacerdote católico. El 11 de octubre de 1936 fue detenido por unos milicianos en casa de su familia, siendo trasladado a la Cárcel Modelo donde encontró a otros feligreses. Estos feligreses le pidieron al P. Sanz que interceda y pida clemencia al Comité de Enguera, que los habaía encarcelado, al estar cerca las fiestas navideñas. El sacerdote accedió y el resultado fue que pusieron en libertad a unos y a otros les martirizaron, entre ellos el fiel sacerdote. Durante los meses que permaneció en cautiverio, el P. Sanz animó a sus compañeros a sufrir el martirio por Cristo y a perdonar de corazón a sus ejecutores, pues la recompensa del "cielo" estaba esperando por ellos. Fue ejecutado el 29 de diciembre de 1936 en Paterna. Sus restos descansan en la Capilla del Santísimo de la parroquia de Enguera.
Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato
Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato
Religioso Franciscano
Martirológio Romano: Em Palermo, de Sicília, beato Gerardo Cagnoli, religioso da Ordem de Irmãos Menores, que durante muito tempo fez vida eremítica (1342). 
O culto que desde tempo imemorial se tributava em Palermo e outras partes, a este franciscano, foi confirmado por Pío X em 13 de Maio de 1908.
Gerardo nasceu em 1270. Era o único filho de uma nobre família do norte de Itália. Aos dez anos de idade perdeu a seu pai. Sua mãe morreu alguns anos depois.
Resistiu aos conselhos de seus parentes que queriam casá-lo e, distribuiu seus bens entre os pobres. 
Até aos quarenta anos, viveu como ermitão nos sítios más inóspitos de Sicília.
A princípios do século XIV, se falou muito da santidade e milagres de São Luis de Anjou, que havia renunciado ao trono que o esperava para se fazer franciscano.
Gerardo, tomando-o por padroeiro, ingressou na mesma ordem em redor de 1310. 
A simplicidade e devoção com que cumpriu seus deveres de irmão leigo, foram a admiração de todos.
Um dia de festa, quando ele era cozinheiro do convento, ficou absorto em oração e se  esqueceu de preparar a comida. Quando a meio da manhã o guardião se inteirou de que nem sequer havia acendido o fogo, repreendeu o irmão por seu descuido. Sem se importar com isso, Gerardo se dirigiu à cozinha. Assistido por um jovem desconhecido, de radiante beleza, conseguiu preparar, para a hora fixada, o banquete mais delicioso que a comunidade havia jamais provado.
A intercessão do Beato Gerardo se atribuíram muitos milagres. Por exemplo, numa ocasião, encontrou chorando um menino que havia partido uma jarra de cristal que levava a sua mãe; o irmão Gerardo recolheu os fragmentos, os benzeu e entregou ao menino a jarra em perfeito estado.
Para os milagres de cura empregava o aceite da lâmpada do altar de seu padroeiro, São Luis. Vivia a pão e água, dormia sobre uma tábua, se disciplinava até sair sangue e, com frequência, era arrebatado em êxtases a vários palmos sobre o solo, rodeado de um halo luminoso.
Deus o chamou a Si em 29 de Dezembro de 1345. Os restos mortais do Beato Gerardo Cágnoli repousam no templo de São Francisco em Palermo, a poucos passos da porta do convento que por longos anos foi testemunho de sua santidade.
Guillermo (William) Howard, Beato
Guillermo (William) Howard, Beato
Mártir

Martirológio Romano: Em Londres, em Inglaterra, beato Guillermo Howard, mártir, que, sendo visconde de Stafford, professou a fé católica e por isto foi acusado de conspiração contra o rei Carlos II, morrendo degolado por amor a Cristo (1680).
Nasceu em 30 de Novembro de 1614.
Neto de São Felipe Howard, sendo visconde de Stafford, professou a fé católica e por isto foi acusado de conspiração contra o rei Carlos II, encarcerado na tristemente célebre Torre de Londres.
Morrendo degolado em Londres, Inglaterra em 29 de Dezembro de 1680.


Otros Santos y Beatos
Outros Santos e Beatos
São Trófimo, bispo

Em Arlés, da Provença, na Gália, são Trófimo, considerado como o primeiro bispo desta cidade (s. III).

São Libósio, bispo  mártir

Em Cartago, são Libósio, bispo de Vaga e mártir, que no concílio de Cartago afirmou acerca do baptismo dos hereges: Cristo disse no Evangelho: Eu sou a verdade, e não disse: Eu sou o costume (c. 258).
São Martiniano, bispo

Em Milão, da Ligúria, são Martiniano, bispo (c. 431).
 
São Marcelo, abade

Em Constantinopla, são Marcelo, abade do mosteiro dos Acemetes no Bósforo, onde dia e noite, sem parar, se cantavam salmos
(c. 480).

São Ebrulfo, abade

Em Oroër, de Neustria, são Ebrulfo, abade do mosteiro de Saint-Fuscien, no tempo do rei Childerberto (c. 596).

Santos Benedicta Ion Kyong-nyon
e seis companheiros, mártires

Em Seul, de Coreia, santos Benedicta Ion Kyong-nyon, viúva e catequista, e seis companheiros, mártires, todos os quais sofreram muitos suplícios por causa do nome de cristão, acabando degolados (1839).
Seus nomes são:
Pedro Ch’oe Ch’ang-hub, catequista;
Bárbara Cho Chungi, viúva de são Sebastián Nam I-gwam;
Magdalena Han Yong-i, viuda;
Isabel Chong Chong-hye,
virgem, filha de santa Cecília Yu So-sa e irmã de san Pablo Chong Hasang;
Bárbara Ko Sun-i,
mulher de san Agustín Pak Chong-won; e
Magdalena Yi Yongdog,
virgem, irmã de santa Catalina Yi.


Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, OS SANTOS INOCENTES e outros Santos (28 de Dezembro)

Os Santos de hoje Segunda-feira 28 de Dezembro de 2009

Sagrada Família de Jesus
Festa, Domingo seguinte ao Natal

Sagrada Familia de Jesùs

Sagrada Família de Jesus

Na festividade da Sagrada Família, recordamos e celebramos que Deus quis nascer dentro de uma família para que tivesse alguém que o cuidasse, o protegesse, o ajudasse e o aceitasse como era.
Ao nascer Jesus numa família, o Filho de Deus há santificado a família humana. Por isso nós veneramos a Sagrada Família como Família de Santos.


¿Como era a Sagrada Família?


Maria e José cuidavam a Jesus, se esforçavam e trabalhavam para que nada lhe faltasse, tal como o fazem todos os bons pais por seus filhos.
José era carpinteiro, Jesus o ajudava em seus trabalhos, já que depois o reconhecem como o “filho de carpinteiro”.
Maria se dedicava a cuidar que no faltara nada na casa de Nazaré.
Tal como era costume naquela época, os filhos ajudavam a suas mães moendo o trigo e acarretando água do poço e a seus pais em seu trabalho. Podemos supor que no caso de Jesus não era diferente. Jesus aprendeu a trabalhar e a ajudar a sua família com generosidade. Ele sendo Todo-poderoso, obedecia a seus pais humanos, confiava neles, os ajudava e os queria.
¡Que ensino nos dá Jesus, que teria podido reinar no mais sumptuoso palácio de Jerusalém sendo obedecido por todos! Ele, em troca, recusou tudo isto para se esconder do mundo obedecendo fielmente a Maria e a José e dedicando-se aos mais humildes trabalhos diários, na oficina de São José e na casa de Nazaré.
As famílias de hoje, devem seguir este exemplo tão formoso que nos deixou Jesus tratando de imitar as virtudes que vivia a Sagrada Família: simplicidade, bondade, humildade, caridade, laboriosidade, etc.
A família deve ser uma escola de virtudes. É o lugar onde crescem os filhos, onde se formam os cimentos de sua personalidade para o resto de sua vida e onde se aprende a ser um bom cristão. É na família onde se formará a personalidade, inteligência e vontade do menino. Este é um trabalho formoso e delicado. Ensinar às crianças o caminho até Deus, levar estas almas ao céu. Isto se faz com amor e carinho.
A família é a primeira comunidade de vida e amor o primeiro ambiente onde o homem pode aprender a amar e a sentir-se amado, não só por outras pessoas, mas também e antes de tudo por Deus.” (João Paulo II, Encontro com as Famílias em Chihuahua 1990).
O Papa João Paulo II em sua carta às famílias nos diz que é necessário que os esposos orientem, desde o princípio, seu coração e seus pensamentos para Deus, para que sua paternidade e maternidade, encontre n’Ele a força para se renovar continuamente no amor.
Assim como Jesus cresceu em sabedoria e graça ante Deus e os homens, em nossas famílias deve suceder o mesmo. Isto significa que as crianças devem aprender a ser amacies e respeitosos com todos, ser estudiosos, obedecer a seus pais, confiar  neles, ajudá-los e querê-los, orar por eles, e todo isto em família.
Recordemos que “a salvação do mundo veio através do coração da Sagrada Família”.
A salvação do mundo, o porvir da humanidade dos povos e sociedades passa sempre pelo coração de toda família. É a célula da sociedade.


Oração

“Oremos hoje por todas as famílias do mundo para que consigam responder a sua vocação tal e como respondeu a Sagrada Família de Nazaré.
Oremos especialmente pelas famílias que sofrem, passam por muitas dificuldades ou se vêem ameaçadas em sua indissolubilidade e no grande serviço ao amor e à vida para que Deus as elegeu” (João Paulo II)
“Oh Jesus, acolhe com bondad a nossa família que agora se entrega e consagra a Ti, protege-a, guarda-a e infunde nela tua paz para poder chegar a gozar todos da felicidade eterna.”
“Oh Maria, Mãe amorosa de Jesus e Mãe nossa, te pedimos que intercedas por nós, para que nunca falte o amor, a compreensão e o perdão entre nós e obtenhamos sua graça e bênções.”
“Oh São José, ajuda-nos com nossas orações em todas nossas necessidades espirituais e temporais, a fim de que possamos agradar eternamente a Jesus. Ámen.”

Os Santos Inocentes
Festa, 28 de Dezembro, é boa ocasião de fazer agradável a vida aos outros

Los Santos Inocentes

Os Santos Inocentes

A consulta bem intencionada daqueles Magos que chegaram de Oriente ao rei foi o detonador do espectáculo dantesco que organizou a crueldade aberrante de Herodes a raiz do nascimento de Jesus.
Haviam perdido o brilho celeste que os guiava, chegou a desorientação, não sabiam por onde andavam, temeram não chegar à meta da árdua viagem empreendida tempo atrás e decidiram queimar o último cartucho antes de dar a volta a sua pátria entre o ridículo e o fracasso.
Ao rei lhe produziu estranheza a visita e terror a ansiosa pergunta sobre o lugar do nascimento do Messias; rapidamente fez os seus cálculos e chegando à conclusão de que está em perigo seu status porque o que as profecias antigas apresentavam em futuro parece que já é presente realidade. Se armou uma revolução no palácio, convocaram uma reunião aos mais sábios com a esperança de que se pronunciassem e deram ditame sobre o esconderijo do menino "libertador". O plano será utilizar os visitantes estrangeiros como engodo para encontrá-lo.

Los Santos Inocentes

Os Santos Inocentes

Assim que voltaram para sua terra por outro caminho, depois de adorarem ao Salvador. Impaciente contou Herodes os dias; se irritou consigo mesmo por sua estupidez; os emissários que distribuiu pelo país não dão notícia daqueles personagens que parecem ter desaparecido como fumo, e se confirma sua ausência. Vêem os cálculos do tempo, e contando com uma margem de segurança, lhe saem dois anos com o arredondamento.
Os meninos que não ultrapassem dois anos em toda a comarca morrerão. Há que durar no poder. O banho de sangue é um simples assunto administrativo, ainda que quando passe um tempo faltem homens para a semente, sejam escassos os braços para trabalhar e não haja noivos para as raparigas casadoiras; hoje só será uma dor passageira para as famílias sem nome, sem força, sem armas e sem voz. Umas vítimas já se haviam iniciado a andar, e balbuciavam as primeiras palavras; outras alimentavam-se ainda do peito de suas mães. Mas para Herodes era o preço de sua tranquilidade.
São os Santos Inocentes. Estão crescendo para Deus em sua maturidade eterna. Nem sequer tiveram tempo de ser tentados para exibir méritos, mas não ficam por menos. Estão agarrados à mão que abre a glória. Aplicados os méritos de Cristo sem que fosse preciso crescer para pedir o baptismo de sangue, como tantos louvavelmente hoje são baptizados na fé da Igreja com água sem cobrir expediente pessoal. O Baptismo é graça.
Entraram no âmbito de Cristo inconscientes, sem o saber nem o pretender; como cada vez que por ódio a Deus, à fé, há revoltas, matanças e guerras; nessas circunstâncias surgem mártires involuntários, que ainda sem o saber, morrem revestidos e purificados pelo sangue de Cristo, fazendo-se companheiros seus no martírio; e não se lhes negará o prémio só porque eles mesmo, um a um, não puderam pedi-lo. Neste caso é o sagrado azar providente de cair por causa de Cristo, porque a melhor glória que o homem pode dar a Deus é morrendo.
Já o próprio Jeremias deixou dito e escrito que "da boca dos que não sabem falar se tira louvor".
Hoje os maiores também fazem gracejos em recordação  do modo de ser brinquedo e alegria daqueles bebés que não tiveram tempo de fazê-las; é boa ocasião de fazer agradável a vida aos outros, com admiração e surpresa, em desagravo do mal que provocou o egoísmo daquele que tanto se fixou no seu que esmagou aos demais.
¿Queres saber mais? Consulta ewtn

Gaspar de Búfalo, Santo
Presbítero e Fundador, 28 de Dezembro

Gaspar de Búfalo, San

Gaspar de Búfalo, São

Fundador dos Missionários
do Precioso Sangue

Martirológio Romano: Em Roma, são Gaspar del Búfalo, presbítero, o qual lutou denodadamente pela liberdade da Igreja e, encarcerado, não cessou de conduzir os pecadores pelo caminho recto, principalmente com a devoção ao preciosíssimo sangue de Cristo, em cuja honra fundou as Congregações de Missionários e de Irmãos. (1837)
Etimologicamente: Gaspar = Aquele que administra tesouros. Vem das línguas hebraica e persa.

Este santo nasceu em Roma em 1786. Era filho de um capitão. Foi ordenado sacerdote em 1808. Mas em 1809 Napoleão pôs preso ao Sumo Pontífice Pío VII e então o Padre Gaspar e todos os sacerdotes que permaneceram fieis ao Papa, foram desterrados. Em 1814, ao ser derrotado Napoleão, pôde voltar livre o Pontífice a Roma e também o Padre Gaspar voltou à cidade eterna, e encontrou que por haver estado a cidade vários anos quase sem sacerdotes havia muitíssimo trabalho que fazer em confissões e pregações e em tratar de instruir a juventude, e se dedicou a isso com toda sua energia e de tempo completo.

Gaspar de Búfalo, San

Gaspar de Búfalo, San

Vendo que se necessitavam fervorosos missionários que pregassem de povo em povo e de cidade em cidade, se propôs fundar uma nova comunidade religiosa: Os Missionários do Precioso Sangue. O Papa o ajudou e o animou e assim cedo teve já um bom número de missionários. Ele queria que as casas de sua nova comunidade se fundassem nos bairros mais pobres, mais abandonados e mais pervertidos de cada cidade.
E começou pela cidade de Nápoles que nesse tempo era uma verdadeira guarida de bandidos, onde ninguém tinha a vida segura. O próprio Sumo Pontífice lhe recomendou que começasse por Nápoles, pois essa gente necessitava muito da conversão .E as dificuldades que se lhe apresentavam eram extremas. Parecia que Nosso Senhor o estava pondo a prova, pois apenas solucionava uma dificuldade lhe apareciam várias mais. Sem embargo ele, com uma grande confiança em Deus, logrou reunir um bom número de sacerdotes e lá se foi a fundar casas de missões e obtiveram grandes conversões.
A seus missionários lhes recomendava que trabalhassem fortemente, e que nunca se dessem por vencidos apesar das dificuldades e que não deixassem um só dia sem se instruir mais e mais em nossa santa religião. Ele e seus sacerdotes percorriam povos e cidades pregando o evangelho e a conversão. Aguentavam fomes, frios, perseguições e pobreza, mas conseguiam um grande número de conversões, com sua pregação, seu bom exemplo e seus sacrifícios.
As gentes ao vê-los tão mortificados e tão instruídos e ao ouvi-los falar com tanto entusiasmo acerca da conversão e da salvação da alma se entusiasmavam e mudavam de modo de viver e começavam a ser melhores. O santo, que terminava cada missão terrivelmente fatigado, dizia a seus amigos: ¿Se é tão bonito trabalhar por Nosso Senhor aqui no mediu de tantas fadigas, quanto mais será estar junto a Ele no céu onde não há dor nem cansaço?.
Por todas partes por onde andava pregando ia propagando a Adoração Nocturna: esse dedicar uma noite cada mês para passar várias horas rezando ante o Santíssimo Sacramento.
Já bastante enfermo sofria muitíssimo de sede e pelo calor e pela febre, mas fazia o sacrifício de não tomar água, para obter com esse sofrimento a conversão dos pecadores. No inverno o frio o fazia sofrer muitíssimo mas não tinha aquecimento, porque o martírio do  frio podia converter pecadores.
Morreu em Roma em 1836, e foram tantos os milagres que se obtiveram por sua intercessão, que o Sumo Pontífice o declarou santo em 1954.
São Gaspar: te encomendamos nossas cidades, especialmente aqueles bairros onde há más maldade, para que rogues a Deus por eles e consigas a conversão de muitos pecadores.

Gregório (Hryhorij) Khomysyn, Beato
Bispo e Mártir, 28 de Dezembro

Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Beato

Gregório (Hryhorij) Khomysyn, Beato

Bispo e Mártir

Ao crente não muito metido no coração de Deus, é seu passado, suas culpas e seus remorsos que o atormentam. Deus, sem embargo, há posto nosso futuro em mãos de Cristo e o passado o há sepultado no esquecimento para sempre. ¿Quando vais a começar a viver esta realidade?
Este nome ucraniano não te soa a nada. Sem embargo, merece a pena que saibas algo de sua vida.
Nasceu em Ternopil em 1867 e morreu em 28 de Dezembro de 1945.

¿Quem foi este jovem?


Desde pequeno desejava entrar no seminário para chegar um dia a ser sacerdote. Este acontecimento, fundamental para o resto de sua vida, teve lugar em 1893.
Dada sua valia pessoal, o elegeram Reitor do Seminário em 1902, aos dois anos o consagraram bispo Ivano-Frankivsk.
Os comunistas de então, cegos por sua mania de desterrar a Deus dos corações da gente, foram direitos a ele em 1939. O submeteram a torturas de todo tipo, sobretudo o “come cocos”.
O deixaram em liberdade durante dois anos.
Esperavam que a tortura a que o haviam submetido, surtisse efeito. E isto, numa alma de Deus, não é possível.
Por isso, em 1945 o prenderam de novo. Já estava muito mal de saúde pelos sofrimentos e horríveis interrogatórios que havia padecido.
Dia e noite se mudava o turno da polícia soviética para que renegasse de sua fé e não fizesse apostolado entre os fieis católicos.
Como já não podia suportar tanta dor, morreu na mesma cadeia de Lukianivska em Kiev.
Ele é um dos 26 mártires da igreja greco-católica mortos entre 1935 e 1973.
Foram duramente perseguidos pelo regime comunista. Este apoiava só a  igreja ortodoxa. Eles não quiseram unir-se a ela.
Dados seus méritos, o Papa João Paulo II os beatificou em 27 de Junho do ano 2001 em Leópoli (Lviv) durante sua peregrinação apostólica a Ucrânia.


O grupo beatificado está integrado por:


Mykolay Charneckyj, Bispo, 2 Abril
Josafat Kocylovskyj, Bispo, 17 Novembro
Symeon Lukac, Bispo, 22 Agosto
Basílio Velyckovskyj, Bispo, 30 Junho
Ivan Slezyuk, Bispo, 2 Dezembro
Mykyta Budka, Bispo, 28 Setembro
Gregório (Hryhorij) Lakota, Bispo, 5 Novembro
Gregório (Hryhorij) Khomysyn, Bispo, 28 Dezembro
Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 Março
Mykola Konrad, Sacerdote, 26 Junho
Andrij Iscak, Sacerdote, 26 Junho
Román Lysko, Sacerdote, 14 Outubro
Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 Maio
Petro Verhun, Sacerdote, 7 Fevereiro
Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 Outubro
Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 Maio
Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 Junho
Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 Junho
Zynovij (Zenón) Kovalyk, Sacerdote, 30 Junho
Vidal Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Maio
Ivan Ziatyk, Sacerdote, 17 Maio
Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julho
Olympia (Olha) Bidà, Soror, 28 Janeiro
Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 Agosto
Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junho

 
(as datas indicadas correspondem às de seu martírio)

Catalina (Caterina) Volpicelli, Santa
Fundadora, 28 Dezembro

Catalina (Caterina) Volpicelli, Santa

Catalina (Caterina) Volpicelli, Santa

Fundadora das Escravas do Sagrado Coração

Catalina Volpicelli, Fundadora das Escravas do Sagrado Coração, pertence à companhia dos "apóstolos dos pobres e dos marginais" que, no século XIX, foram para Nápoles um sinal resplandecente da presença de Cristo "bom Samaritano" que se aproxima de cada homem ferido no corpo e no espírito, para derramar sobre suas feridas o azeite da consolação e o vinho da esperança (cf. Missal Romano, 2 ed.. Italiana, Roma 1983, Prefácio comum VIII, pág.. 375).
Nascida em Nápoles em 21 de Janeiro de 1839, Catalina teve na sua família, pertencente à alta burguesia, uma sólida formação humana e religiosa. No Colégio Real de São Marcelino, sob a sábia guia de Margarita Salatino (futura co-fundadora, com o Beato Ludovico de Casoria das Irmãs Franciscanas Elizabetinas Bigie), aprendeu letras, idiomas e música, coisa que não era usual para uma mulher de seu tempo.
Guiada por el Espíritu del Señor, que le revelaba el plan de Dios a través de la voz de sabios y santos Directores espirituales, Catalina que mientras insistía en rivalizar con su hermana y en brillar en la sociedad, frecuentando teatros y espectáculos de danzas, rápidamente renunció a los valores efímeros de una vida elegante y despreocupada, para adherir con generosa decisión a una vocación de perfección y de santidad.
El encuentro ocasional con el Beato Ludovico de Casoria, el 19 septiembre de 1854, en "La Palma" en Nápoles, fue, como afirmó ella misma: "un momento singular de la gracia obsequiosa, de la caridad y de la predilección del S. Corazón enamorado de las miserias de su Sierva". El Beato la asoció a la Orden Franciscana Seglar y le indicó como única finalidad de su vida, el culto al Sagrado Corazón de Jesús, invitándola a permanecer en medio a la sociedad, en la cual debía ser "pescadora de almas".
Guiada por su confesor, el barnabita P. Leonardo Matera, el 28 mayo de 1859 Catalina entró a formar parte de las Adoradoras perpetuas de Jesús Sacramentado, pero en poco tiempo se retiró, por graves motivos de salud.
Otro era el designio de Dios para Catalina. Lo había intuído muy bien el Beato Ludovico que a menudo le repetía: "El Corazón de Jesús, oh Catalina, ésta es tu obra !"
Por indicación de su confesor, la Volpicelli conoce la hoja mensual del Apostolado de la Oración "Le Messager du Coeur de Jèsus". Escribe al P. Enrique Ramière, director general del Apostolado de la Oración en Francia, recibiendo de él noticias detalladas de la naciente Asociación, con el Diploma de Celadora, el primero llegado a Italia. En julio de 1867, P. Ramière visita el edificio de Largo Petrone en la Salud, en Nápoles, donde Catalina está pensando establecer la sede de sus actividades apostólicas "para hacer renacer en los corazones, en las familias y en la sociedad el amor por Jesucristo".
El Apostolado de la Oración será el centro de todo la estructura espiritual de Catalina, que le permitirá cultivar su amor ardiente por la Eucaristía y se convertirá en instrumento de una acción pastoral que tiene las dimensiones del Corazón de Cristo y por lo tanto abierta a todo hombre, siempre al servicio de la Iglesia, de los últimos y de los sufridos.
Con las primeras celadoras, el 1 julio de 1874 Catalina funda el nuevo Instituto de las "Esclavas del S. Corazón", aprobado en primera instancia por el Cardenal Arzobispo de Nápoles, el Siervo de Dios Sixto Riario Sforza, y posteriormente, el 13 junio de 1890, por el Papa León XIII que concede a la nueva familia religiosa el Decreto de alabanza".
Interesada en el futuro de la juventud, abrió enseguida el asilo de huerfánas las "Margaritas", fundó una biblioteca circulante e instituyó la Asociación de las Hijas de María, con la guía sabia de la Venerable M. Rosa Carafa Traetto (+ 1890).
En poco tiempo abrió otras casas: en Nápoles en el edificio Sansevero y luego junto a la iglesia de la Sabiduría, en Ponticelli, donde las Esclavas se distinguieron en la asistencia a las víctimas del cólera del año 1884, en Minturno, en Meta de Sorrento y en Roma.
El 14 mayo de 1884, el nuevo Arzobispo de Nápoles, el Cardinal Guillermo Sanfelice, OSB, consagró el Santuario dedicado al S. Corazón de Jesús, que la Volpicelli había hecho eregir junto a la Casa Madre de sus obras, destinándolo particularmente a la adoración reparadora, solicitada por el Papa para el sostèn de la Iglesia, en una època difícil para la libertad religiosa y para el anuncio del Evangelio.
La participación de la Catalina al primer Congreso Eucarístico Nacional, que se celebró en Nápoles en el año 1891 (19-22 noviembre), fuè el acto cumbre del apostolado de la Fundadora de las Esclavas del S. Corazón; en aquella ocasión montó una rica exposición de ornamentos sagrados, destinados a las iglesias pobres, organizó la adoración eucarística en la Catedral y fue la animadora de aquel gran movimiento de almas que culminó en la impresionante: "Confesión y Comunión general".
Catalina Volpicelli muere en Nápoles el 28 diciembre de 1894 ofreciendo su vida por la Iglesia y por el Santo Padre.
La Causa de beatificación y canonización de la insigne testigo de la caridad del Corazón de Cristo, despuès de la instrucción del Proceso Ordinario en los años 1896-1902 en la Curia eclesíastica de Nápoles, fue oficialmente presentada ante la entonces S. Congregación de los Ritos el 11 enero de 1911.
El 25 de marzo de 1945, el Santo Padre, Pio XII declaraba la heroicidad de las virtudes, atribuyèndole el titulo de Venerable.
El 28 de junio de 1999, su Santidad Juan Pablo II, aprobó la lectura del decreto para su beatificación.
El 26 de abril de 2009 fue canonizada por S.S. Benedicto XVI.

 

Mattía Nazarei, Beata
Abadessa Clarissa, 28 Dezembro

Mattía Nazarei, Beata

Mattía Nazarei, Beata

Virgem religiosa da Segunda Ordem Franciscana (1236‑1320). Clemente XIII aprovou seu culto em 27 de Julho de 1765.
Matía, nascida no ano 1235 em Matelica, nas Marcas, pertencia à família nobre De Nazarei. Cresceu rodeada dos amorosos cuidados dos familiares, que fizeram tudo para a preparar para um brilhante porvir. Seu pai, se sonhava para ela um matrimónio digno de sua categoria. Mas um facto inesperado transtornou todos seus planos. O exemplo das duas santas irmãs Clara e Inês de Assis também se repetiu em Matelica. Um dia Matía sem avisar a ninguém, fugiu de sua casa e foi a tocar as portas do mosteiro de Santa María Magdalena das irmãs Clarissas, pedindo à  abadessa que a recebesse entre suas co-irmãs. Esta lhe fez notar que era impossível sem o consentimento de seus pais. Pouco depois o pai e alguns parentes irritadíssimos irromperam no mosteiro decididos a levá-la de novo a sua casa pela força. Mas tudo foi inútil. O pai foi vencido pela insistência de sua filha, que assim pôde realizar seu sonho de seguir a Cristo pelo caminho da perfeição.
Tenía dieciocho años cuando comenzó el noviciado y antes de la profesión distribuyó parte de sus bienes a los pobres y parte la reservó para urgentes trabajos de restauración del monasterio. Tras su ejemplo otras muchachas la siguieron por el camino de vida evangélica que habían trazado San Francisco y Santa Clara.
Después de ocho años de vida religiosa fue elegida abadesa unánimemente. Durante cuarenta años Matía fue la celosa superiora de las Clarisas, iluminada guía espiritual y al mismo tiempo sagaz administradora. Poseía las cualidades aparentemente contradictorias de una gran mística y de una sabia organizadora. Confiando en la Divina Providencia, con ofrendas de la población y de su familia, reconstruyó casi desde los cimientos la iglesia y el monasterio.
La vida interior de la Beata Matía se modeló sobre la Pasión del Señor. Por muchos años todos los viernes sufrió dolores y numerosos arrobamientos. Fue una mujer de gobierno que a las virtudes contemplativas unía las virtudes prácticas. Se mantuvo también en contacto con el mundo, sabiendo decir una palabra de consuelo, ayuda y exhortación a los muchos que acudían a ella. Fue llamada “Madre de la caridad” pues ayudaba en la medida de las posibilidades aun a indigentes y pobres. Un niño estaba a punto de morir como consecuencia de una caída. La madre desesperada lo llevó a la Beata Matía, quien después de orar lo tocó con la mano y lo restituyó sano y salvo a su madre. Y se cuentan de ella otros prodigios.
El 28 de diciembre de 1320, después de haber exhortado y bendecido por última vez a sus queridas cohermanas, murió serenamente a los 85 años, dejando tras de sí un dulce recuerdo, que luego se transformaría en culto, el cual confirmaría Clemente XIII.

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Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca