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sexta-feira, 31 de julho de 2009

IGNÁCIO DE LOYOLA, Santo (e outros)

Ignácio de Loyola, Santo
Fundador da Companhia de Jesus, 31 de Julho

Fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas)

Martirológio Romano: Memória de S- Ignácio de Loyola, presbítero, que, nascido no País Vasco, em Espanha, passou a primeira parte de sua vida na corte como pajem do contador maior até que, ferido gravemente, se converteu. Completou os estudos teológicos em Paris e conquistou seus primeiros companheiros, com os que mais tarde fundaria em Roma a Companhia de Jesus, cidade em que exerceu um frutuoso ministério escrevendo várias obras e formando a seus discípulos, tudo para maior glória de Deus (1556).
Santo Ignácio de Loyola soube transmitir aos demais seu entusiasmo e amor por defender a causa de Cristo.
Um pouco de história
Nasceu e foi baptizado como Iñigo em 1491, no Castelo de Loyola, Espanha. De pais nobres, era o mais rapaz de oito filhos. Ficou órfão e foi educado na Corte da nobreza espanhola, onde o instruíram nos bons modos e na fortaleza de espírito.
Quis ser militar. Sem embargo, aos 31 anos numa batalha, caiu ferido de ambas pernas por uma bala de canhão. Foi trasladado a Loyola para sua cura e suportou valentemente as operações e a dor. Esteve a ponto de morrer e terminou perdendo uma perna, pelo que ficou coxo para o resto de sua vida.
Durante sue recuperação, quis ler novelas de cavalaria, que lhe agradavam muito. Mas no castelo, os únicos dos livros que haviam eram: Vida de Cristo e Vidas dos Santos. Sem muito interesse, começou a ler e gostou tanto que passava dias inteiros lendo-os sem parar. Se incendiou em desejos de imitar as proezas dos Santos e de estar ao serviço de Cristo. Pensava: “Se esses homens estavam feitos do mesmo barro que eu, também eu posso fazer o que eles fizeram”.
Una noite, Ignácio teve uma visão que o consolou muito: a Mãe de Deus, rodeada de luz, levando nos braços a seu Filho, Jesus.
Iñigo passou por uma etapa de dúvidas acerca de sua vocação. Com o tempo se deu conta que os pensamentos que procediam de Deus o deixavam cheio de consolo, paz e tranquilidade. Em troca, os pensamentos do mundo lhe davam certo deleite, mas o deixavam vazio. Decidiu seguir o exemplo dos santos e começou a fazer penitência por seus pecados para entregar-se a Deus.
Aos 32 anos, saiu de Loyola com o propósito de ir peregrinando até Jerusalém. Se deteve no Santuário de Montserrat, em Espanha. Aí decidiu levar vida de oração e de penitência depois de fazer uma confissão geral. Viveu durante quase um ano retirado numa cova dos arredores, orando.
Teve um período de aridez e começou a escrever suas primeiras experiências espirituais. Estas lhe serviram para seu famoso livro sobre “Exercícios Espirituais”. Finalmente, saiu desta secura espiritual e passou ao profundo gozo espiritual, sendo um grande místico.
Logrou chegar a Terra Santa aos 33 anos e a seu regresso a Espanha, começou a estudar. Se deu conta que, para ajudar as almas, eram necessários os estudos.
Converteu a muitos pecadores. Foi encarcerado duas vezes por pregar, mas em ambas as ocasiões recuperou sua liberdade. Ele considerava a prisão e o sofrimento como provas que Deus o mandava para purificar-se e santificar-se.
Aos 38 anos se mudou a França, onde seguiu estudando sete anos mais. Pedia esmola aos comerciantes espanhóis para poder manter seus estudos, assim como a seus amigos. Aí animou a muitos de seus companheiros universitários a praticar com maior fervor a vida cristã. Nesta época, 1534, se uniram a Ignácio 6 estudantes de teologia. Motivados pelo que dizia Santo Ignácio, fizeram com o voto de castidade, pobreza e vida apostólica, numa simples cerimónia.
Santo Ignácio manteve a fé de seus seguidores através de conversações pessoais e com o cumprimento de umas simples regras de vida. Pouco depois, teve que interromper seus estudos por motivos de saúde e regressou a Espanha, mas sem hospedar-se no Castelo de Loyola.
Dois anos mais tarde, se reuniu com seus companheiros que se encontravam em Veneza e se trasladaram a Roma para oferecer seus serviços ao Papa. Decidiram chamar a sua associação a Companhia de Jesus, porque estavam decididos a lutar contra o vício e o erro sob o estandarte de Cristo. Paulo II converteu a dois deles professores da Universidade. A Ignácio, lhe pediu pregar os Exercícios Espirituais e catequizar o povo. Os demais companheiros trabalhavam com eles.
Ignácio de Loyola, de acordo com seus companheiros, resolveu formar uma congregação religiosa que foi aprovada pelo Papa em 1540. Acrescentaram aos votos de castidade e pobreza, o da obediência, com o que se comprometiam a obedecer a um superior geral, que por sua vez, estaria sujeito ao Papa.
A Companhia de Jesus teve um papel muito importante em contrariar os efeitos da Reforma religiosa encabeçada pelo protestante Martín Lutero e com seu esforço e pregação, voltou a ganhar muitas almas para a única e verdadeira Igreja de Cristo.
Ignácio passou o resto de sua vida em Roma, dirigindo a congregação e dedicado a  educação da juventude e do clero, fundando colégios e universidades de muito alta qualidade académica.
Para Santo Ignácio, toda sua felicidade consistia em trabalhar por Deus e sofrer por sua causa. O espírito “militar” de Ignácio e da Companhia de Jesus se reflectia no seu voto de obediência ao Papa, máximo chefe dos jesuítas.
Seu livro de “Exercícios Espirituais” se segue utilizando na actualidade por diferentes grupos religiosos.
Santo Ignácio morreu repentinamente, em 31 de Julho de 1556. Foi beatificado em 27 de Julho de 1609 por Paulo V, e canonizado em 1622 por Gregório XV.
¿Que nos ensina sua vida?

  • A ser fortes ante os problemas da vida.
  • A saber desprendermo-noss das riquezas.
  • A amar a Dios sobre todas las cosas.
  • A saber transmitir a los demás el entusiasmo por seguir a Cristo.
  • A vivir la virtud de la caridad ya que él siempre se preocupaba por los demás.
  • A perseverar en nuestro amor a Dios.
  • A ser siempre fieles y obedientes al Papa, representante de Cristo en la Tierra.
    Oración
    Virgen María, ayúdanos a demostrar en nuestra vida de católicos convencidos, una profunda obediencia a la Iglesia y al Papa, tal como San Ignacio nos lo enseñó con su vida de servicio a los demás.
    Amén.
    Para profundizar más en la vida de San Ignacio de Loyola consulta:
    Corazones.org
  • Elena (Elin) de Skövde, Santa
    Viúva, 31 de Julho

    Viuda

    Martirologio Romano En Skövde, en Suecia, santa Elena, viuda, a quien se considera mártir por haber sido injustamente asesinada (c. 1160).
    Mártir de la primera mitad del siglo XII. Su fiesta se celebra el 31 de julio.
    Su vida (Acta SS., Julio, VII, 340) es atribuida a San Brynolph, Obispo de Skara, en Suecia (+ 1317).
    Provenía de una noble familia y se le conoce como la hija de Jarl Guthorm. Cuando su esposo murió permaneció viuda, dedicándose a la caridad y a la piedad; las puertas de su casa estaban siempre abiertas para los necesitados, y la iglesia de Skövde fue casi enteramente construida a sus expensas.
    El marido de su hija era un hombre muy cruel, y como consecuencia fue asesinado por sus propios sirvientes. Sus familiares, deseando vengar su muerte, examinaron a los sirvientes. Estos admitieron el crimen, pero afirmaron falsamente que habían actuado por instigación de Elena.
    Entonces marchó en peregrinación a Tierra Santa, pero en su regreso fue asesinada por el año 1160 en Gothene. Por los mismos familiares de su marido. Su cuerpo fue llevado a Skövde para ser enterrado, y muchas curaciones maravillosas sucedieron por su intercesión.
    El informe de estos milagros fue enviado a Roma por Esteban, el arzobispo de Upsala, y éste, por orden del papa Alejandro III, en 1164 inscribió su nombre en la lista de santos canonizados (Benedicto XIV, "De canonizatione sanctorum", I, 85). Grande fue la veneración a sus reliquias, incluso después de que la Reforma se extendió en Suecia. Cerca de su iglesia estuvo un santo bien conocido en sus días como San Lene Kild.
    Varias veces las autoridades luteranas censuraron este rescoldo de lo que ellos llamaron superstición papal y anticristiana. Especialmente celoso en este sentido fue el arzobispo Abraham, quien llenó todas las fuentes de agua con piedras y escombros (Baring-Gould, "Lives of the Saints", July, II, 698).
    La tumba y manantial de Santa Elena (de Santa Elin) fueron también veneradas en Tiisvilde, en la parroquia de Tibirke, en la isla de Zealand. Había peregrinaciones cada verano, muchos lisiados y enfermos iban; permanecían toda la noche junto a la sepultura, se llevaban bolsas de tierra de allí, y frecuentemente dejaban sus bastones o exvotos en señal de agradecimiento.
    Tal fue el informe enviado en 1658 desde Copenhague a los Bollandistas por el jesuita Lindanus. Un informe similar hizo Werlaiff, en 1858, en su "Hist. Antegnelser". La leyenda dice que el cuerpo de Santa Elena llegó flotando hasta Tiisvilde en un ataud de piedra, y que una fuente brotó donde el ataud tocó tierra. Los Bollandistas (loc. cit.) dan una posible razón para su veneración en Tiisvilde, que quizás Santa Elena había visitado el lugar, o que alguna de sus reliquias había sido llevada allí.

    Fábio o Porta-estandarte, Santo
    Mártir, 31 de Julho

    Mártir

    Martirologio Romano: En Cesarea de Mauritania, san Fabio, mártir, que, por haberse negado a llevar la bandera del gobernador en una junta de la provincia, fue encarcelado y, como permaneciese fiel en la confesión de Cristo, condenado a muerte por el juez (303/304).
    Etimología: Fabio = el que cultiva las habas. Viene de la lengua latina.
    Fabio fue un mártir del siglo IV. Era un cristiano y un militar en el ejército imperial. Todo un grave problema para su conciencia.
    El dilema que se le planteaba era el siguiente: ¿se puede ser creyente y soldado a la vez?. El hecho de ser militar no implicaba que no se pudiese practicar y vivir la fe en Cristo.
    En el caso de Fabio, soldado cristiano en Mauritania, Africa, diríamos que es único.
    En una reunión militar hubo un desfile de las legiones que eran elegidas entre los soldados más valientes.
    Fabio, como cristiano, rechazó aquellos honores e insignias.
    ¿Por qué rechazó las insignias?
    Porque llevaban las efigies de los emperadores Diocleciano y Maximiliano.
    Eran imágenes que intentaban divinizar a estos dos jefes supremos del imperio.
    Una vez que se dieron cuenta deque no tomaba parte en la parada militar, lo llevaron a la cárcel.
    La policía militar lo sometió a un juicio severo. Los tribunales ordenaron que se le diese muerte por desacato a la autoridad. Murió en Cesarea de Mauritania.
    ¡Felicidades a quien lleve este nombre!
    Comentarios al P. Felipe Santos:
    al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

    Germán de Auxerre, Santo
    Bispo, 31 de Julho

    Obispo

    Martirologio Romano: En Ravena, en la vía Flaminia, tránsito de san Germán, obispo de Auxerre, defensor de la fe de los británicos contra la herejía pelagiana, que habiendo acudido a Ravena para obtener la paz de la región de la Armórica, fue recibido triunfalmente por los emperadores Valentiniano y Gala Placidia, y, estando allí, subió al reino celestial (448).
    San Germán, Obispo de Auxerre. Natural de Auxerre (Francia), y adscrito desde muy joven entre los clérigos por San Amador, Obispo de Auxerre. Gustábale frecuentar el trato con los monjes de San Cosme de Yonne, en los cuales aprendió las buenas letras con la virtud más acrisolada.
    Ordenado de Sacerdote, empezó a luchar con su palabra fogosa contra la herejía pelagiana, que esparció un cierto Timoteo en las Galias. En 420 el Papa San Celestino le ordenó Obispo regionario con encargo de pasar a predicar la fe a Inglaterra y combatir la herejía de Pelagio. Le acompañó el diácono Paladio y San Lupo, Obispo de Troyes.
    Los jefes de la secta aceptaron una conferencia con los dos enviados del Papa en Verulamio; en ella quedaron confundidos los corifeos de la secta ante un gentío inmenso que presenció las disputas. Vuelto a Auxerre, se le eligió por Prelado de aquella ciudad. En 448 volvió a Inglaterra en compañía de Severo, Obispo de Tréveris. Esta vez permaneció poco tiempo en la isla, pero fueron también ruidosas las conversiones de herejes que obró con su predicación y sus milagros.
    Negoció las paces entre los invasores germanos y el Emperador Valentiniano en 448, yéndose a entrevistar con él a Ravena. Murió en su ciudad de Auxerre en 450.

    Juan Colombini, Beato
    Fundador, 31 de Julho

    Fundador de la Congregación de
    Clérigos Apostólicos de San Jerónimo (Jesuatos)

    Martirologio Romano: En Acquapendente, de la Toscana, tránsito del beato Juan Colombini, rico comerciante que, dejándolo todo, abrazó la pobreza. Con los que le siguieron fundó la Orden de los Jesuatos, a quienes quiso pobres de Cristo y desposados con la dama Pobreza (1307).
    Avaricioso, adinerado y mal genio eran las palabras que mejor podían describir a este hijo de patricia familia nacido hacia el año 1304. Abogado de profesión, fue el primer magistrado (Gonfalionere) de Siena, Italia. Padre de dos hijos: Pedro y Ángela.
    Con su familia y amigos, vivía etapas de enojo seguidos de períodos de mortificación y aborrecimiento a si mismo.
    Convertido a la fe mientras leía la historia de la conversión de Santa María de Egipto, reformó su vida personal y empresarial visitando hospitales, atendiendo a los enfermos y ayudando a los pobres, personalmente siente un llamado a la pobreza y se va alejando de su vida social.
    Varios años después de su cambio, murió su hijo y su hija entró a un convento. Decidió destinar parte de su fortuna para crear una anualidad que le permitiera a su esposa vivir confortablemente, y usó el resto de su dinero para equipar un hospital y ayudar a dos conventos. Desde ese momento el vivió en total pobreza debiendo rogar para conseguir su pan diario.
    Algunos hombres comenzaron a ser sus seguidores, muchos de ellos eran jóvenes de familias adineradas que estaban desilusionados por sus estilos de vida, que sintiendo la llamada de Dios donaban sus fortunas para ayudar a los más pobres. Las elites de su localidad demandan el exilio de Juan ya que estaba ya que él estaba llevando a los más prometedores jóvenes de la ciudad hacia la "tontería".
    Con su pequeño grupo de hombres fundó, en el año 1335, a los Clérigos Apostólicos de San Jerónimo, comúnmente llamados "jesuatos" por el frecuente uso que hacían de jaculatorias como «Jesús sea alabado». Era una congregación de seglares consagrados a la plegaria, la penitencia y a la caridad. El Papa Urbano V, en el año 1367, aprobó esta congregación con la condición que establecieran monasterios propios. Su hábito estaba formado por una túnica blanca, con capucha cuadrada y un manto gris-marrón. Era una orden menor, hasta que en 1606 se les permitió tener uno o dos sacerdotes por convento.
    Juan Colombini murió camino a Acquapedente, apenas 35 días después de la aprobación de su congregación.
    Los jesuatos se divulgaron por muchos lugares, pero cayeron en la relajación por lo que el Papa Clemente IX los suprimió como instituto en 1668.
    Fue beatificado por S.S. Gregorio XIII
    Los jesuatos algunas veces han sido confundidos con los jesuitas, pero claramente son dos ordenes muy distintas.

    Justino de Jacobis, Santo
    Bispo, 31 de Julho

    Obispo y Confesor

    Martirologio Romano: En el valle Alighede, en Etiopía, san Justino de Jacobis, obispo, de la Congregación de la Misión, manso y lleno de caridad, que se entregó al apostolado y a la formación del clero indígena, teniendo que sufrir pronto hambre, sed, tribulaciones y la cárcel (1860).
    Justino Sebastián Pascual de Jacobis nació el 9 de octubre de 1800 en San Fele (Basilicata, actualmente provincia de Potenza, Italia). Era el séptimo de los 14 hijos de una familia enriquecida con nobles tradiciones y una vida profunda de fe religiosa. El 17 de octubre de 1818, ingresó en la Congregación de la Misión, en el noviciado de la provincia napolitana. El 18 de octubre de 1820 emitió los votos, y el 12 de junio de 1824 recibió la ordenación sacerdotal de manos del arzobispo de Brindisi, mons. Domenico Maria Tedeschi.
    Durante quince años ejerció con edificante piedad y prudente celo el ministerio sacerdotal en el sur de Italia, distinguiéndose sobre todo en la asistencia a los enfermos del cólera durante la epidemia de 1836. También dirige misiones al pobre pueblo, predica ejercicios espirituales y desarrolla otras actividades de caridad. Por un año ejerce el oficio de director del Seminario Interno, en Nápoles; luego es nombrado superior.
    En 1838, tras muchas insistencias del cardenal Prefecto de la Sagrada Congregación de Propaganda Fide, aceptó marchar a la misión de Abisinia (Etiopía), confiada a la Congregación de la Misión. Su intensa vida apostólica está salpicada de complejas dificultades, entre ellas las delicadas relaciones con las autoridades del lugar y la Iglesia copto-ortodoxa, que evidenciaron los talentos y la capacidad organizativa del misionero.
    La prefectura de Abisinia fue elevada a la categoría de vicariato apostólico y el “Abuna Yacob Mariam”, como cariñosamente le llamaban los fieles, es nombrado obispo titular de Nilopoli y Vicario apostólico de Abisinia el 6 de junio de 1847. Es consagrado obispo en 1849 y durante veinte años desarrolla un intenso trabajo misionero y ecuménico. Estaba a la total disposición de las gentes que evangelizaba y supo hacerse todo a todos, como el mismo San Pablo. Les decía: “El Espíritu Santo ha puesto en mi corazón un gran amor por los cristianos etíopes... Si Dios me concede uno, dos o más días de vida, los emplearé en vuestro bien, pues para vosotros me los reserva Dios. Vosotros sois los dueños de mi vida, pues para vosotros me la ha dado Dios”.
    En 1854, al negarse a abandonar Gondar y Abisinia, después de diversos acontecimientos fue encarcelado. Liberado y después expulsado de nuevo, evitó la captura refugiándose en las montañas de Semien. Otras pruebas morales y físicas templaron el espíritu de Justino de Jacobis; la fama de sus virtudes y su heroico apostolado echaban raíces fecundas de una evangelización de la que todavía hoy se manifiestan las huellas de las líneas trazadas por él. Murió en el Valle de Aligadé el 31 de julio de 1860.
    El 28 de julio de 1935 fue publicado el decreto sobre la heroicidad de sus virtudes, y el 25 de junio de 1939 Pío XII lo proclamó beato. El Papa Pablo VI lo canonizó el 26 de octubre de 1975.

    Sidónia (Zdenka) Cecília Schelingová, Beata
    Virgem e Mártir, 31 de Julho

    Mártir

    Martirologio Romano: En la ciudad de Trnava, en Eslovaquia, beata Sidonia (Cecilia) Schelingová, virgen de la Congregación de las Hermanas de la Caridad de la Santa Cruz y mártir, que en tiempos difíciles para la Iglesia de su país, con motivo de proteger a un sacerdote, sufrió mucho de cuerpo y alma, y, contraida una enfermedad, se mostró testigo alegre y constante de Cristo (1955).
    Nació el 24 de diciembre de 1916 en Krivá, en Orava, región montañosa al noroeste de Eslovaquia. Era la penúltima de once hijos. Fue bautizada, tres días después, con el nombre de Cecilia. Sus padres, Pavol y Susana, que formaban una familia muy religiosa, impartieron a todos sus hijos una ejemplar educación cristiana, fundada en la oración y en el cumplimiento del deber diario, que para ellos eran los trabajos del campo y los quehaceres de la casa.
    Cecilia hizo los estudios de primaria de 1922 a 1930. En la escuela era diligente y obediente, amable y modesta; siempre estaba dispuesta a ayudar a los demás. Por eso, todos sus compañeros la amaban.
    En 1929 empezaron a colaborar en la parroquia las Hermanas de la Caridad de la Santa Cruz. En 1931, Cecilia, atraída por el amor y la entrega de las religiosas, a los quince años, solicitó la admisión en el convento, decidida a consagrar su vida al amor a Dios y al prójimo. Tanto sus padres como sus hermanos se alegraron mucho y se sintieron muy orgullosos de su elección.
    En Podunajské Biskupice hizo estudios de enfermería durante dos años y luego un curso de especialización en radiología. En 1936 entró en el noviciado y el 30 de enero de 1937 emitió la profesión religiosa, escogiendo como nombre Zdenka.
    Destacaba por la intensidad de su oración. Durante su trabajo se mantenía muy unida a Dios. Se sacrificaba por amor a Dios y a los demás: era amable con todos y siempre estaba dispuesta a servir. La amistad espiritual con Jesús marcó su vida religiosa y su trabajo de enfermera.
    Inició su trabajo de enfermera en Humenné, ciudad situada en la parte oriental de Eslovaquia, cerca de Ucrania. En 1942, invitada por la dirección del hospital del Estado, fue a trabajar a Bratislava, en la sección de radiología, como ayudante de laboratorio. Se dedicó a los enfermos con ejemplar generosidad, ternura y competencia, siempre con la sonrisa en los labios, cuidando especialmente el orden y la limpieza. Para sus compañeras de trabajo era "modelo de religiosa y de enfermera profesional".
    En 1948, el partido comunista tomó el poder e inició la persecución contra la Iglesia católica: los obispos y sacerdotes fueron perseguidos y encarcelados; los laicos sufrieron discriminaciones a causa de su fe; fueron disueltas las comunidades religiosas y sus miembros condenados a trabajos forzados. 
    Nesses tempos de dificuldade, sor Zdenka afrontou o sofrimento antes que atraiçoar sue consciência e faltar à palavra dada a Cristo e a sua Igreja. Em Fevereiro de 1952, com grande valentia, ajudou a fugir a um sacerdote detido que se encontrava internado no hospital do Estado para ser curado das feridas causadas pelas torturas nos interrogatórios. Depois da fuga del sacerdote, soror Zdenka orou assim ante a cruz na capela do hospital: "Jesus, te ofereço minha vida pela sua. ¡Salva-o!".
    Foi detida em 29 de Fevereiro de 1952. Sofreu cruéis interrogatórios, com grandes humilhações e torturas, até que, em 17 de Junho, acusada de alta traição, um dos piores crimes contra o Estado, foi condenada a doze anos de cárcere e dez anos de perda dos direitos civis.
    Em 26 de Junho de 1952 foi trasladada ao cárcere de Rimavská Sobota e logo, em 16 de Abril de 1953, como castigo por não haver colaborado com os guardas, ao cárcere de Pardubice, muito mais dura. Sua via crucis prosseguiu por diversas prisões e hospitais de cárceres, pois por causa das torturas se lhe produziu um tumor maligno no peito e se agudizou a tuberculose.
    Até aos últimos momentos de sua vida terrena suportou todos os sofrimentos com paciência heróica, com firme determinação, disposta a morrer por Deus e pelo bem da Igreja, e sem nenhum rancor com respeito aos que lhe haviam causado esses sofrimentos. Enquanto era golpeada quase até à morte, sussurrou: "O perdão é o maior da vida".
    Em 7 de Abril de 1955, as autoridades políticas, prevendo que lhe restava pouco tempo de vida, para que não morresse no cárcere, lhe concederam a amnistia. Ficou em liberdade em 16 de Abril, mas, pouco mais de três meses depois, em 31 de Julho, morria em Trnava, depois de receber o viático, à idade de trinta e oito anos. 
    Já imediatamente depois de sua morte, o povo de Deus a considerava mártir da fé.
    Foi beatificada por S.S. João Paulo II em 14 de Setembro de 2003.
    Reproduzido com autorização de
    Vatican.va

    Dionísio Vicente Ramos e Francisco Remón Játiva, Beatos
    Mártires, 31 de Julho

    Mártires Franciscanos

    Martirológio Romano: Na cidade de Granollers, perto de Barcelona, em Espanha, beatos mártires Dionísio Vicente Ramos, presbítero, e Francisco Remón Játiva, religioso, ambos da Ordem dos Irmãos Menores Conventuais, que na perseguição desencadeada contra a fé seguiram, com seu martírio, os passos de Cristo (1936).
    Em 11 de Março do ano 2001, o papa João Paulo II beatificou a
    233 mártires da perseguição religiosa em Espanha (1936-39), dois deles receberam a coroa do martírio nesta data, são:
    Dionísio Vicente Ramos, sacerdote, nasceu em Caudé (Teruel) em 1871 e foi fuzilado em Granollers em 31 de Julho de 1936 junto com Beato Francisco. Ingressou na Ordem em Itália e ali realizou os estudos eclesiásticos. Exerceu diferentes ministérios tais como penitenciário na basílica de Loreto, professor em seminários diocesanos e da Ordem, formador dos candidatos à Ordem, tanto em Itália como em Espanha. Uma enfermidade dos olhos limitou na ancianidade suas actividades.
    Francisco Remón Játiva, irmão professo, nasceu em Caudé (Teruel) em 1890 e foi fuzilado em Granollers em 31 de Julho de 1936 junto com o Beato Dionísio. Passou a maior parte de sua vida religiosa em Assis, exercendo o ofício de sacristão da Basílica de São Francisco; era um reconhecido belenista. Em 1935 foi destinado ao convento de Granollers onde se encarregou da sacristia e da portaria.

    Francisco Stryjas, Beato
    Pai de Família, 31 de Julho

    Mártir

    Martirológio Romano: Em Kalisz, em Polónia, beato Francisco Stryjas, mártir, que durante a perseguição à fé em Polónia por um regime político contrário à religião, passando por terríveis tormentos, voou triunfador ao encontro do Senhor (1944).
    Nascido em Popowo, Polónia, em 26 de Janeiro de 1882, este laico da diocese de Kalisz, pai de família, morreu em 31 de Julho de 1944 vítima do nazismo logo de atrozes torturas.
    Em 13 de Junho de 1999, o Papa João Paulo II o beatificou junto a outros
    107 mártires polacos.

    Miguel Ozieblowski, Beato
    Sacerdote e Mártir, 31 de Julho

    Sacerdote e Mártir

    Martirológio Romano Perto de Munich, cidade de Baviera, em Alemanha, no campo de concentração de Dachau, beato Miguel Ozieblowski, presbítero e mártir, o qual, ocupada Polónia, sua pátria, por um regime político contrário à religião, foi expatriado e encarcerado por sua fé, e na prisão, onde foi torturado, alcançou o martírio (1942).
    Miguel Ozieblowski, nasceu em Izdebno, Polónia, em 28 de Setembro de 1900.
    Sacerdote da Arquidiocese de Varsóvia, fue vítima do nazismo no tristemente célebre campo de concentração de Dachau. Entrando ao reino dos céus em 31 de Julho de 1942.
    O Papa João Paulo II o elevou à honra dos altares junto com outros
    107 mártires da mesma perseguição.

    http://es.catholic.net/santoral

    Recolha, transcrição e tradução incompleta, através de Windows Live Writer, por António Fonseca

    quinta-feira, 30 de julho de 2009

    PEDRO CRISÓLOGO, Santo (e outros) – 30 JULHO

    Pedro Crisólogo, Santo
    Doutor da Igreja, Julho 30

    Bispo de Rávena
    Doutor da Igreja

    Martirológio Romano: São Pedro, “Crisólogo” de sobrenome, bispo de Ravena e doutor da Igreja, que, havendo recebido o nome do santo apóstolo, desempenhou seu ofício tão perfeitamente que conseguiu capturar a multidões na rede de sua celestial doutrina, saciando-as com a doçura de sua palavra. Seu trânsito teve lugar no dia trinta e um deste mês em Imola, na região da Emília Romana (c. 450).
    São Pedro, que foi um dos oradores mais famosos da Igreja Católica, nasceu em Imola, Itália e foi formado pelo bispo de essa cidade Cornélio, pelo qual conservou sempre uma grande veneração. O bispo Cornélio convenceu a São Pedro de que no domínio das próprias paixões e no recusar os maus desejos reside a verdadeira grandeza, e que este é um meio seguro para conseguir as bênçãos de Deus.
    São Pedro gozou da amizade do imperador Valentiniano e da mãe deste, Plácida, e por recomendação dos dois, foi nomeado Arcebispo de Ravena. Também gozou da amizade do Papa São Leão Magno.
    Quando começou a ser arcebispo de Ravena, havia nesta cidade um grande número de pagãos. E trabalhou com tanto entusiasmo para convertê-los, que quando ele morreu já eram pouquíssimos os pagãos ou não crentes neste lugar. 
    À gente lhe agradava muito seus sermões, e por isso lhe puseram o sobrenome de crisólogo, que quer dizer, o que fala muito bem. Seu modo de falar era conciso, simples e prático. A gente se admirava de que em pregações bastante breves, era capaz de resumir as verdades mais importantes da fé. Se conservam dele, 176 sermões, muito bem preparados e cuidadosamente redigidos. Por sua grande sabedoria ao pregar e escrever, foi nomeado Doutor da Igreja, pelo Papa Bento XIII.
    Recomendava muito a comunhão frequente e exortava a seus ouvintes a converter a Sagrada Eucaristia em seu alimento de todas as semanas. 
    Morreu em 30 de Julho do ano 451.

    Godeleva, Santa
    Mártir, 30 de Julho

    Mártir

    Martirológio Romano: Em Ghistelles, em Flandres, santa Godeleva, mártir, a qual, casada com o senhor do lugar, teve que sofrer muito por parte de seu esposo e também da mãe deste, sendo finalmente estrangulada por dois criados (c. 1070).>

    Jovem francesa cujos actos de piedade e caridade com os pobres se ganharam a apreensão de seu marido e sogra, que a maltratavam de contínuo.
    Havendo escapado da casa conjugal e pedido auxílio ao bispo local, foi sem embargo obrigada a volver com seu marido, que mandou estrangulá-la com os lençóis de sua cama e afundar seu corpo em um lago perto. 
    A veneração desta santa começou com una série de milagres acontecidos no seu túmulo, como foi a cura da filha de seu marido, que se havia voltado a casar em segundas núpcias. À vista de isto seu marido confessou o crime e tomou el hábito dos penitentes. É padroeira de costureiras, tecedores, alfaiates e lavadeiras, pelo lençol.
    ¡Felicidades a quem leve este nome!

    María de Jesús Sacramentado, Santa
    Fundadora, Julho 30

    Fundadora da
    Congregação das Filhas do Sagrado Coração de Jesus

    Martirológio Romano Na cidade de Guadalajara, no México, beata María de Jesús Sacramentado Venegas de la Torre, virgem, que passou cinquenta e quatro anos curando enfermos pobres numa pequena enfermaria,  em que fundou a Congregação das Filhas do Sagrado Coração de Jesus (1959).
    María de Jesús Sacramentado Venegas de la Torre, nació en un poblado del municipio de Zapotlanejo, Jalisco (México) el 8 de Septiembre de 1868, la bautizaron con el nombre de María Natividad. La vida de la joven María Natividad se desarrolló en un clima de sencillez, sin hechos extraordinarios, su niñez y adolescencia con los matices que da la vida. A la edad de 19 años quedó huérfana de padre y madre quedando al cuidado de una tía paterna. María Natividad sentía fuerte atractivo hacia la vida religiosa, y el 8 de diciembre de 1989, ingresa en la floreciente Asociación de Hijas de María, en su lugar natal.
    El 8 de diciembre de 1905 asistió a unos Ejercicios Espirituales y como fruto de éstos, decide formar parte del grupo de “Hijas del Sagrado Corazón de Jesús”, que con ella completaban 6 para el cuidado de los enfermos en el Hospital del Sagrado Corazón, recién fundado por el Sr. Canónigo Don Atenógenes Silva y Alvarez Tostado. Se distinguió por su humildad, sencillez, trato afable conlas hermanas, enfermos y personas en general, esta inmensa caridad bebida de la fuente del Corazón Divino de Jesús, a quien amó, en quien siempre esperó y cuya devoción procuró inculcar a todas las personas de su alrededor.
    Manifestó un trato especial a los obispos y sacerdotes, atendiéndolos con verdadero amor, respeto y obediencia, viendo en ellos la prolongación de Cristo Sumo y Eterno Sacerdote. En el año de 1912 fue elegida Vicaria, puesto que ocupó hasta el 25 de enero de 1921 en el que, realizadas las primeras elecciones canónicas, resultó elegida Superiora General, al poco tiempo escribe las Constituciones que regirían a las Hijas del Sagrado Corazón de Jesús, éstas fueron aprobadas en 1930, reconociéndose así el nuevo Instituto.
    El 30 de Julio de 1959 entregó su alma al Creador, llena de paz, después de recibir los auxilios sacramentales. El milagro reconocido para su Canonización pertenece al Sr. Anastasio Ledezma Mora, que fue llevado al Hospital del Sagrado Corazón para someterlo a una operación quirúrgica. Después de la anestesia, se manifestó una lentitud cardíaca, que aumentó gradualmente hasta finalizar en un paro total del corazón y de las arterias. Enseguida se intentaron terapias de reanimación aunque en vano, por lo que el enfermo cayó en coma profundo.
    Los médicos enfermeros que estaban en el quirófano, así como la esposa del enfermo y las hermanas (Hijas del Sagrado Corazón), invocaron la intercesión de la Beata María de Jesús Sacramentado. Después de 10 o 12 minutos, las palpitaciones se restablecieron y más allá de lo que los médicos esperaban, el enfermo no sufrió ningún daño en el cerebro; a los pocos días fue sometido a una hemicolectomía con colostomía definitiva sin complicación alguna. Se tuvo como admirable la reanudación de los latidos del corazón gravemente interrumpidos.
    Foi canonizada em 21 de Maio de 2000, por S.S. João Paulo II.
    Reproduzido com autorização de
    Vatican.va

    María Vicenta de Santa Dorotea, Beata
    Fundadora, Julho 30

    Fundadora do Instituto das Servas dos Pobres

    Martirológio Romano: Na cidade de Guadalajara, no México, beata María Vicenta de Santa Dorotea Chávez Orozco, virgem, fundadora do Instituto das Servas dos Pobres, que confiando só em Deus e na ajuda da Providência, deu provas eloquentes de delicadeza e diligência para com os desamparados e os pobres (1949).
    María Vicenta de Santa Dorotea Chávez Orozco nació el 6 de febrero de 1867 en Cotija (Michoacán, México). Era la menor de los cuatro hijos de Luis Chávez y Benigna de Jesús Orozco. Recibió los sacramentos de la iniciación cristiana en la parroquia de su pueblo natal. Su familia se estableció en el barrio de Mexicaltzingo, que en esa época estaba poblado por gente necesitada y de clase media baja. Durante su infancia se destacó por su devoción al Niño Jesús; hacía altarcitos e invitaba a otros niños a rezar.
    El p. Agustín Beas ejerció su ministerio en aquella parroquia con gran celo apostólico; se preocupaba de modo especial de los enfermos pobres, para los cuales fundó un sencillo hospital en la misma casa parroquial, con seis camas, dedicándolo a la Santísima Trinidad. Atendían a los enfermos las señoras de la Conferencia de San Vicente de Paúl.
    El 20 de febrero de 1892 Vicenta tuvo que ingresar en el hospital a causa de una pleuresía, y allí recibió la inspiración de consagrar su vida a Dios en la persona de los pobres y enfermos. El 10 de julio del mismo año, recuperada su salud, regresó al hospital de la Santísima Trinidad para servir definitivamente a los enfermos y a los pobres, demostrando una extraordinaria caridad para con ellos.
    Emitió votos privados el 25 de diciembre de 1895 con otras dos jóvenes. El 12 de mayo de 1905 fundó la congregación de Siervas de los Pobres, nombre que posteriormente cambió por el de Siervas de la Santísima Trinidad y de los Pobres. Profesó canónicamente el 3 de diciembre de 1911 y fue elegida superiora general de la congregación el 8 de septiembre de 1913, cargo que ejerció durante treinta años, siendo el alma y guía de su instituto. Por su indiscutible autoridad moral y su auténtica caridad fue un verdadero modelo de superiora y supo guiar a sus hijas a poner su vida en manos del Señor.
    Era muy devota y fervorosa. Presentaba la obediencia como el camino más corto para llegar a la perfección y estaba convencida de que era el holocausto mayor que se podía ofrecer al Señor: obedecía con prontitud, sin replicar y sin hacer juicios. Vivió constante y plenamente su castidad consagrada, practicó heroicamente las virtudes teologales y morales, sobresaliendo por su humildad, sencillez y caridad. La frase paulina: «la caridad de Cristo nos urge », constituyó el ideal de su vida, haciendo presente al Señor Jesús en donde servía.
    Sufrió mucho durante las dos persecuciones religiosas que se desencadenaron en México: en 1914 las tropas revolucionarias de Carranza ocuparon Guadalajara y se instalaron en la catedral, capturando a religiosos y sacerdotes; y en 1926 el hospital de San Vicente de Zapotlán fue transformado en cuartel general militar. Las religiosas siguieron atendiendo con dedicación a los heridos, sin amedrentarse ante el peligro. En cierta ocasión, en que las religiosas de su comunidad tuvieron que refugiarse en casas de personas amigas, que las protegían, la madre Vicenta se quedó sola con una postulante asistiendo a los heridos, soportando ultrajes y amenazas de muerte. El comandante, que llegó al puesto más tarde, reprendió a los soldados su indigna conducta, y exaltó implícitamente la grandeza de la intrépida religiosa. La mayoría de los enfermos atendidos en los hospitales de las Siervas de la Santísima Trinidad y de los Pobres recibían los sacramentos.
    El Señor bendijo al instituto con abundantes vocaciones y durante los años en que lo gobernó la madre Vicenta, se fundaron 17 casas en toda la República Mexicana: hospitales, clínicas y asilos.
    A los 75 años comenzó a padecer de la vista, con intensos dolores. Todo lo aceptó de manos del Señor, lo sufrió con admirable paciencia y le sirvió de purificación; su semblante era siempre amable, lleno de dulzura y paz, y nunca se le oyó una queja.
    El 29 de julio de 1949 su salud empeoró. El capellán don Roberto López le administró la extremaunción. Al día siguiente, mons. José Garibi Rivera, primer cardenal de México, al ver su gravedad, la confesó y mientras celebraba la eucaristía, en el momento de la elevación, la madre Vicenta entregó su alma a Dios en el hospital de la Santísima Trinidad de Guadalajara (Jalisco, México).
    Foi beatificada por S.S. João Paulo II em 9 de Novembro de 1997.
    Reproduzido com autorização de
    Vatican.va

    Sérgio Cid Pazo, Beato
    Sacerdote e Mártir, Julho 30

    Mártir Salesiano

    Martirológio Romano: Na cidade de Barcelona, igualmente em Espanha, beato Sérgio Cid Pazo, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir, vítima na mesma perseguição por haver dado sem medo testemunho de sua fé cristã (1936).
    Don Sérgio Cid Pazo nació en Allariz (Orense) el 24 de abril de 1884.
    Desde pequeño se adivinaba su vocación y siguió sus estudios sacerdotales en Sarriá para profesar en 1905.
    Su vida fue ejemplar. Todos hablan de él con respeto y casi con veneración por su bondad, que dejaba translucir en todo lo que hacía. Trabajador incansable, trancurrió toda su vida ligado a la casa de Sarriá como pastoralista.
    Fue expulsado del colegio de Sarriá el 22 de julio de 1936 y buscando refugio fue reconocido y delatado. En la detención no negó su condición "Sí, soy sacerdote salesiano". El 30 de julio fue fusilado.
    Foi beatificado por S.S. João Paulo II em 11 de Março de 2001, junto a outros
    232 mártires espanhóis.

    Leopoldo de Castelnovo (Adeodato Mandic), Santo
    Capuchinho, Julho 30

    Apóstolo da Confissão

    Martirológio Romano Em Pavia, cidade de Itália, são Leopoldo (Bogdan) de Castelnuovo Mandic, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores Capuchinhos, que ardeu de zelo pela unidade dos cristãos e gastou toda sua vida trabalhando para a reconciliação dos mesmos (1942).
    El P. Leopoldo, llamado en el siglo Adeodato Mandic, nació en Castelnovo de Càttaro o Herceg-Novi (Croacia) el 12 de mayo de 1866, siendo el penúltimo de doce hijos. Todavía joven, se sintió llamado por Dios a trabajar por la unidad de los Ortodoxos a la Iglesia católica. Para ello, se trasladó a la región de Venecia y, a la edad de 16 años, ingresó en el noviciado capuchino de Udine (Italia), con la ilusión de ir más tarde a Oriente como misionero.
    Ordenado de sacerdote en 1890, pidió a los superiores permiso para marchar a misiones, pero nunca se lo concedieron, entre otras razones, por su frágil constitución física y su delicado estado de salud, así como un pequeño defecto de pronunciación que le hacía penosa la predicación. No obstante, supo buscar la realización de su ideal allá donde le enviaba la obediencia. Se dedicó a las diversas tareas que le encomendaron los superiores, hasta centrarse en el ministerio de la confesión.
    Durante cuarenta años, y hasta la víspera de su muerte, estuvo siempre dispuesto a acoger, escuchar, consolar y reconciliar a innumerables penitentes en una pequeña habitación aneja al convento de los Capuchinos en Padua. Murió, a la edad de 76 años, el 30 de julio de 1942: mientras se preparaba para celebrar la misa, le dio un ataque cerebral que le causó poco después la muerte, mientras sus hermanos cantaban la Salve a la Virgen.
    Pablo VI lo beatificó el 2 de mayo de 1976, y Juan Pablo II lo canonizó el 16 de octubre de 1983, dentro del Año Santo de la Reconciliación y precisamente durante la VI Asamblea General Ordinaria del Sínodo de los Obispos, que tenía como tema central «La reconciliación y la penitencia en la misión de la Iglesia».

    José María Muro Sanmiguel, Beato
    Mártir Dominicano, Julho 30

    Mártir Dominicano

    Martirológio Romano: No lugar de Castelserás, cerca de Teruel, em Espanha, beatos mártires José María Muro Sanmiguel, presbítero, Joaquim Prats Baltueña, religioso, ambos da Ordem de Pregadores, e Zósimo Izquierdo Gil, presbítero, que conseguiram a coroa da glória ao morrer por Cristo durante a mesma perseguição (1936).
    Cuando en 1935 ingresó en la Orden era un joven sacerdote secular, cuyo ideal se cifraba en «ser misionero y mártir». Consta que el ambiente martirial le acompañaba especialmente durante los últimos años de su joven vida. Cuando llegaron los días de persecución, estaba en Calanda completando estudios. Comprendía la gravedad de la situación, sugiriendo la conveniencia de marchar a Zaragoza, pero siempre en manos de la Divina Providencia.
    Al ser asaltado el Convento, tuvo que huir perseguido a tiros, pero la copa de un tupido olivo le ocultó de sus perseguidores. Inició su calvario en busca de refugio y en este menester se encontró con fray
    Joaquín Prats, que como él buscaba acogida. La acogida que encontraron los dos fue la de Dios en el martirio. Ingenuamente levantaron sos­pechas al preguntar por la dirección hacia Alcañiz. Se les engañó y fueron a parar a un Lóbrego calabozo, en Castelserás. Poco después los sacaron junto con el Párroco del pueblo, P. Zósimo Izquierdo, para fusilarlos en las afueras del mismo.
    El P. Muro era una espléndida promesa que Dios tenía reservada para sí a los 31 años de edad. 
    É um dos
    233 mártires espanhóis beatificados por S.S. João Paulo II em 11 de Março de 2001.

    Joaquim Prats Baltueña, Beato
    Mártir Dominicano, Julho 30

    Mártir

    Martirológio Romano No lugar de Castelserás, cerca de Teruel, em Espanha também, beatos mártires José María Muro Sanmiguel, presbítero, Joaquim Prats Baltueña, religioso, ambos da Ordem de Pregadores, e Zósimo Izquierdo Gil, presbítero, que conseguiram a coroa da glória ao morrer por Cristo durante a mesma perseguição (1936).
    Era el más joven del grupo, pues contaba 21 años de edad y llevaba ocho meses de noviciado para clérigo. Vocación sacerdotal mantenida durante diez años y que le impulsó a ingresar en la Orden, en 1935, a raíz de unas visitas a Lourdes. Al tener que salir del Convento como los demás, pensó unirse al grupo que se dirigía a pie a Zaragoza, pero su delicada salud le desaconsejaba que emprendiese tan larga caminata. Intentó refugiarse en casa de su abuelo paterno, en un pueblo a pocos kilómetros de Calanda. De camino se encontró con el
    P. José M. Muro y juntos decidieron afrontar la aventura.
    Al llegar al término municipal de Castelserás, desconocedores de aquellos parajes, pidieron orientación para dirigirse a Alcañiz. Traicionados por una mujer que les orientó hacia una patrulla de milicianos, fueron detenidos y encerrados en un lóbrego calabozo. Fueron sometidos a un juicio en medio de burlas y frases sumamente ofensivas, que recibieron con la cabeza baja y en silencio. Al joven fray Joaquín se le prometió la libertad si gritaba «¡Viva el comunismo!». A lo que él contestó por tres veces «¡Viva Cristo Rey!».
    Fueron fusilados en las afueras del pueblo.
    É um dos 233 mártires espanhóis beatificados por S.S. João Paulo II em 11 de Março de 2001.

    Zósimo Izquierdo Gil, Beato
    Presbítero e Mártir, Julho 30

    Presbítero e Mártir

    Martirológio Romano: No lugar de Castelserás, cerca de Teruel, em Espanha também, beatos mártires José María Muro Sanmiguel, presbítero, Joaquim Prats Baltueña, religioso, ambos da Ordem de Pregadores, e Zósimo Izquierdo Gil, presbítero, que conseguiram a coroa da glória ao morrer por Cristo durante a mesma perseguição (1936).  Presbítero diocesano de Zaragoza, llevaba dieciséis años entregado al servicio parroquial, pero en Castelserás no hacía todavía un año. Su celo pastoral se había impuesto al margen de toda actividad política. Al llegar la persecución religiosa permaneció en la casa parroquial hasta que el 28 de julio un tiro contra una imagen de la Virgen de la fachada le hizo salir crucifijo en mano. Inmediatamente le apuntaron una serie de fusiles, pero él se limitó a decirles que no con fusiles se conquistaba el mundo, sino con el amor. Un miliciano quiso apuñalarle. Pero el comandante de la plaza no permitía que se aplicase la pena capital sin juicio previo.
    Detenido fue interrogado varias veces. Al preguntarle a qué se dedicaba, contestó: «A servir a Dios y a la Virgen, y hacer bien a todos». Metiéronlo en la cárcel donde coincidió con tres religiosos dominicos. Fue el consuelo de unos treinta detenidos, muchos de los cuales se confesaron, dedicando muchas horas al rezo del Rosario. Cuando los perseguidores se mofaban con burlas soeces, él correspondía con una delicada sonrisa.
    Finalmente el 30 de julio a media noche, lo sacaron junto con dos religiosos dominicos y los llevaron al lugar del suplicio. Se arrodillaron, y al preguntarles qué hacían, Zósimo contestó: «Oramos para encomendamos a Dios y pedir que os perdone pues no sabéis lo que hacéis». Varios disparos acabaron con sus vidas.
    É um dos 233 mártires espanhóis beatificados por S.S. João Paulo II em 11 de Março de 2001.

    Manés de Guzmán e Aza, Beato
    Sacerdote Dominicano, Julho 30

    Irmão de Santo Domingo de Guzmán

    Martirológio Romano: Em Caleruega, na região de Castela, em Espanha, comemoração do beato Manes Guzmán, presbítero, irmão de santo Domingo e colaborador seu na propagação da Ordem de Pregadores, prudente conselheiro de religiosas (c. 1235).
    Nace en Caleruega hacia el año 1.168. Es el segundo los hijos de Don Félix de Guzmán y de Doña Juana de Aza. Recibe las primeras enseñanzas de sus padres y de su tío Don Gonzalo de Aza en Gumiel de Izán.
    Ordenado Sacerdote, ingresa en el Monasterio Cisterciense de Gumiel de Izán. Enterado del trabajo e ideales de su hermano Domingo en el Sur de Francia, se incorpora a su labor apostólica, siendo pieza importante en la realización de sus proyectos.
    El 15 de agosto del 1217 sale con otros compañeros hacia París donde funda el Convento de Santiago. Era tenido como religioso ejemplar; al celo por la salvación de las almas unía un profundo espíritu de contemplación. En 1.219 es nombrado Capellán y director espiritual del convento de Dominicas contemplativas de Madrid. Hizo este encargo con prudente moderación de espíritu y con el ejemplo de sus virtudes, «sirviendo largo tiempo a Dios en la Orden» (fray Gerardo de Frachet).
    En 1.234 se traslada a Caleruega para levantar una pequeña Ermita en honor de su hermano Domingo recientemente canonizado. Muere en Caleruega y su cuerpo se traslada al panteón Familiar en Gumiel de Izán.
    El Papa Gregorio XVI lo declara Beato.
    Su culto fue confirmado por Gregorio XVI el 2 de junio de 1834.
    Es una de las figuras más queridas en la familia dominicana. Es hermano de sangre de santo Domingo y fue una gran ayuda para él en la fundación de la Orden. Era un hombre «contemplativo y santo» (fray Gerardo de Frachet); «suave, humilde, jovial y benigno» y «ardoroso predicador» (fray Rodrigo de Cerrato).

    Abdón e Senén, Santos
    Mártires, Julho 30

    Mártires

    Martirológio Romano: Em Roma, no cemitério de Ponciano, na via Portuense, santos Abdón e Senén, mártires (c. s. III).
    (Seus nomes variam em alguns calendários antigos e martirológios, como Abdo, Abdus; Sennes, Sennis, Zennen).
    Mártires persas en el tiempo de Decius, cerca del año 250 D. de C. y conmemorados el 30 de julio. La veneración se sigue desde tiempos del tercer siglo, aunque sus biografías fueron escritas antes del siglo noveno. Esos relatos contienen aspectos ficticios acerca de las causas y ocasiones en que los santos Abdón y Senén fueron a Roma, así como respecto a la naturaleza de sus tormentos. Se relata en esas historias que sus cuerpos fueron enterrados por un subdiácono llamado Quirino, y que fueron luego transferidos al reino de Constantinopla, al cementerio Pontiano, una localidad en la ruta a Porto, cerca de las puertas de Roma.
    Un fresco encontrado en el sarcófago que se supone contiene sus restos, los representa recibiendo coronas de parte de Cristo. De acuerdo con Martigny, este fresco data del siglo séptimo. Varias ciudades indican tener los cuerpos de estos santos, notablemente Florencia y Soissons, pero los Bolandistas indican que los restos de Abdón y Senén se encuentran en Roma.

    http://es.catholic.net/santoral

    Recolha, transcrição e tradução incompleta por serem muitos os biografados

    de ANTÓNIO FONSECA