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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

NOVAS CATEQUESES DO PAPA BENTO XVI

Solicitando nova vénia a http://diocese-porto.pt e utilizando novamente o estratagema possibilitado pela informática, de copiar os textos, que experimentei anteriormente, faço agora a transferência para esta página das
Novas Catequeses do Papa Bento XVI sobre o Apóstolo São Paulo
1
O ambiente e contexto global do tempo de São Paulo
Caros irmãos e irmãs:
Hoje gostaria de começar um novo ciclo de Catequeses, dedicado ao grande Apóstolo São Paulo. A ele, como sabeis, é consagrado este ano, que iniciou na festa litúrgica dos Santos Pedro e Paulo de 29 de Junho de 2008 e terminará com a mesma festa em 2009.
O Apóstolo Paulo, figura excelsa e quase inimitável, mas de qualquer maneira estimulante, está diante de nós como exemplo de total dedicação ao Senhor e à sua Igreja, bem como de grande abertura à humanidade e às suas culturas. Portanto, é justo que lhe reservemos um lugar especial, não só na nossa veneração, mas também no esforço de compreender aquilo que ele tem para nos dizer, a nós cristãos de hoje.
Neste nosso primeiro encontro, queremos deter-nos para considerar o ambiente em que se encontrou a viver e a agir. Um tema deste género pareceria levar-nos para longe do nosso tempo, visto que devemos inserir-nos no mundo de há dois mil anos. E todavia isto só é verdade aparentemente e, de qualquer forma apenas de modo parcial, porque poderemos constatar que, sob vários aspectos, o contexto sóciocultural de hoje não se diferencia muito do de então.
Um factor primário e fundamental que se deve ter presente é constituído pela relação entre o ambiente em que Paulo nasce e se desenvolve, e o contexto global em que sucessivamente se insere.
Cultura judaica
Ele vem de uma cultura bem específica a circunscrita, certamente minoritária, que é a do povo de Israel e da sua tradição.
No mundo antigo e nomeadamente no âmbito do Império Romano, como nos ensinam os estudiosos da matéria, os judeus deviam representar cerca de 10% da população total; depois em Roma, por volta dos meados do século I o seu número era ainda menor, alcançando ao máximo 3% dos habitantes da cidade. Os seus credos e o seu estilo de vida, como acontece também hoje, distinguiam-nos claramente do ambiente circunstante; e isto podia ter dois resultados: ou a ridicularização, que podia levar à intolerância, ou então a admiração, que se exprimia de várias formas de simpatia, como no caso dos "tementes a Deus" ou dos "prosélitos", pagãos que se associavam à sinagoga e partilhavam a fé no Deus de Israel.
Como exemplos concretos desta dupla atitude podemos citar, por um lado, o juízo pungente de um orador como Cícero, que desprezava a sua religião e até a cidade de Jerusalém (cf. Pro Flacco, 66-69) e, por outro, a atitude da esposa de Nero, Popeia, que é recordada por Flávio Josefo como "simpatizante" dos judeus (cf. Antiguidades judaicas 20, 195.252; Vita 16), sem mencionar que já Júlio César lhes tinha oficialmente reconhecido alguns direitos particulares que nos foram legados pelo mencionado historiador judeu Flávio Josefo (cf. ibid., 14, 200-216). Sem dúvida, o número de judeus, como de resto acontece ainda hoje, era muito maior fora da terra de Israel, ou seja na diáspora, do que no território que os outros chamavam Palestina.
Portanto, não admira que o próprio Paulo tenha sido objecto da dupla e contrastante avaliação de que falei. Uma coisa é segura: o particularismo da cultura e da religião judaica encontra tranquilamente lugar no interior de uma instituição tão omnipresente como era o império romano.
Cultura helenista
Mais difícil e sofrida foi a posição do grupo daqueles, judeus ou gentios, que aderiram com fé à pessoa de Jesus de Nazaré, na medida em que se distinguiram quer do judaísmo quer do paganismo imperante. De qualquer forma, dois factores favoreceram o compromisso de Paulo. O primeiro foi a cultura grega, ou melhor helenista, que depois de Alexandre Magno se tinha tornado património comum pelo menos do Mediterrâneo oriental e do Médio Oriente, mesmo que tenha integrado em si muitos elementos das culturas de povos tradicionalmente considerados bárbaros. Um escritor dessa época afirma, a este propósito, que Alexandre "ordenou que todos considerassem como pátria toda a ecumene... e que o Grego e o Bárbaro já não se distinguissem" (Plutarco, De Alexandri Magni fortuna aut virtute 6.8).
Cultura Romana
O segundo factor foi a estrutura político-administrativa do império romano, que garantia paz e estabilidade desde a Britânia até ao Egipto meridional, unificando um território de dimensões nunca vistas. Neste espaço podia-se mover com suficiente liberdade e segurança, usufruindo entre outras coisas de um sistema rodoviário extraordinário, e encontrando em cada ponto de chegada características culturais de base que, sem prejudicar os valores locais, representavam contudo um tecido comum de unificação super partes, a tal ponto que o filósofo judeu Filone Alexandrino, contemporâneo do próprio Paulo, elogia o imperador Augusto, porque "compôs em harmonia todos os povos selvagens... tornando-se guardião da paz" (Legatio ad Caium 146-147).
Homem de três culturas
A visão universalista típica da personalidade de São Paulo, pelo menos do Paulo cristão sucessivo ao acontecimento do caminho de Damasco, deve certamente o seu impulso básico à fé em Jesus Cristo, enquanto a figura do Ressuscitado se situa além de qualquer limite particularista; com efeito, para o Apóstolo "já não há judeu nem grego; não há servo nem livre, não há homem nem mulher, pois todos vós sois um só em Cristo" (Gl 3, 28). Todavia, também a situação histórico-cultural do seu tempo e do seu ambiente não deixou de influenciar as escolhas e o seu compromisso. Alguém definiu Paulo "homem de três culturas", tendo em consideração a sua matriz judaica, a sua língua grega e a sua prerrogativa de "civis romanus", como atesta também o nome de origem latina.
Filosofia estóica
Há que recordar de modo especial a filosofia estóica, que na época de Paulo era predominante e que influiu, embora em medida marginal, também sobre o cristianismo. A este propósito, não podemos deixar de mencionar alguns nomes de filósofos estóicos, como os iniciadores Zenão e Cleante, e depois os que cronologicamente estão mais próximos de Paulo, como Séneca, Musónio e Epicteto: neles encontram-se elevadíssimos valores de humanidade e de sabedoria, que naturalmente serão recebidos no cristianismo. Como escreve de modo excelente um estudioso da matéria, "a Stoa... anunciou um novo ideal, que impunha ao homem deveres em relação ao seu próximo, mas ao mesmo tempo libertava-o de todos os vínculos físicos e nacionais, e dele fazia um ser puramente espiritual" (M. Pohlenz, La Stoa, I, Florença 2 1978, págs. 565 s.). Pensemos, por exemplo, na doutrina do universo entendido como um único grande corpo harmonioso e, consequentemente, na doutrina da igualdade entre todos os homens sem distinções sociais, na equiparação pelo menos de princípio entre o homem e a mulher, e depois no ideal da frugalidade, da justa medida e do domínio de si para evitar qualquer excesso. Quando Paulo escreve aos Filipenses: "Tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável, honroso, virtuoso ou que de algum modo mereça louvor, é o que deveis ter em mente" (Fl 4, 8), não faz senão retomar uma concepção claramente humanista própria daquela sabedoria filosófica.
Crise da religião tradicional
Na época de São Paulo havia também uma crise da religião tradicional, pelo menos nos seus aspectos mitológicos e também cívicos. Depois que Lucrécio já um século antes, tinha polemicamente asseverado que "a religião conduziu a muitas injustiças" (De rerum natura, 1, 101), um filósofo como Séneca, indo muito além de todo o ritualismo exteriorista, ensinava que "Deus está próximo de ti, está contigo, está dentro de ti" (Cartas a Lucílio, 41, 1). Analogamente, quando Paulo se dirige a um auditório de filósofos epicureus e estóicos no Areópago de Atenas, diz textualmente que "Deus não habita em santuários feitos por mãos humanas... mas nele vivemos, nos movemos e existimos" (Act 17, 24.28). Com isto, ele certamente faz ressoar a fé judaica num Deus não representável em termos antropomórficos, mas põe-se também numa sintonia religiosa que os seus ouvintes conheciam bem. Além disso, temos que ter em conta o facto de que muitos cultos pagãos prescindiam dos templos oficiais da cidade e se realizavam em lugares particulares que favoreciam a iniciação dos adeptos. Por isso, não constituía motivo de admiração, o facto de que também as reuniões cristãs (as Ekklesíai), como nos atestam sobretudo as Cartas paulinas, se realizassem em casas particulares. De resto, nessa época ainda não existia qualquer edifício público. Portanto, as reuniões dos cristãos deviam parecer aos contemporâneos como uma simples variante desta sua prática religiosa mais íntima. De qualquer forma, as diferenças entre os cultos pagãos e o culto cristão não são de pouca monta e dizem respeito tanto à consciência identitária dos participantes como a participação comum de homens e mulheres, a celebração da "ceia do Senhor" e a leitura das Escrituras.
Em conclusão, desta rápida série sobre o ambiente cultural do século I da era cristã parece claro que não é possível compreender adequadamente São Paulo sem o inserir no contexto, tanto judaico como pagão, do seu tempo. Deste modo, a sua figura adquire valor histórico e ideal, revelando partilha e ao mesmo tempo originalidade em relação ao ambiente. Mas isto vale analogamente também para o cristianismo em geral, do qual precisamente o Apóstolo Paulo constitui um paradigma de primeira ordem, do qual todos nós temos sempre muito a aprender. Esta é a finalidade do Ano Paulino: aprender de São Paulo, aprender a fé, aprender Cristo e, enfim, aprender o caminho da vida recta.
LOUVADO SEJA PARA SEMPRE JESUS CRISTO E SUA MÃE MARIA SANTISSIMA
António Fonseca

SANTOS DO DIA

POR ORDEM ALFABÉTICA, CONFORME CONSTA NO SITE DA DIOCESE DO PORTO - http://diocese-porto.pt permito-me copiar a lista de Santos, ali publicada, com a devida vénia, isto só porque, como estou limitado, devido ao acidente que sofri no passado Domingo, a escrever apenas com um dedo da mão direita e a informática possibilita efectuar estas transferências de textos, eu aproveito para manter a escrita em dia ... Se calhar irei aproveitar esta possibilidade para efectuar outras cópias para colocar aqui no blogue ... DESCULPEM A OUSADIA, MAS PENSO QUE NÃO ESTOU A PREJUDICAR NINGUÉM E ESTA É TAMBÉM UMA FORMA DE EVANGELIZAR, NÃO É VERDADE ? Santos Santo do dia: ANUNCIAÇÃO DO SENHOR 25 Março APRESENTAÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA 21 Novembro APRESENTAÇÃO DO SENHOR 2 Fevereiro AS CINCO CHAGAS DO SENHOR 7 Fevereiro ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA 15 Agosto B. BARTOLOMEU DOS MÁRTIRES 18 Julho B. GONÇALO DE AMARANTE, presbítero 10 Janeiro B. GONÇALO DE LAGOS, presbítero 27 Outubro B. JOANA DE PORTUGAL, virgem 12 Maio B. NUNO DE SANTA MARIA, religioso 6 Novembro B. SANCHA e B. MAFALDA, virgens e B. TERESA, religiosa 20 Junho BB. Francisco e Jacinta Marto 20 Fevereiro BB. INÁCIO DE AZEVEDO, presbítero e COMPANHEIROS, mártires 17 Julho CADEIRA DE S. PEDRO, Apóstolo 22 Fevereiro COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS 2 Novembro CONVERSÃO DE S. PAULO, Apóstolo 25 Janeiro DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE LATRÃO 9 Novembro DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE SANTA MARIA 5 Agosto DEDICAÇÃO DAS BASÍLICAS DE S. PEDRO e S. PAULO, Apóstolos 18 Novembro EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ 14 Setembro IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA 8 Dezembro MARTÍRIO DE S. JOÃO BAPTISTA 29 Agosto NASCIMENTO DE S. JOÃO BAPTISTA 24 Junho NATIVIDADE DA VIRGEM SANTA MARIA 8 Setembro Nossa Senhora das Dores 15 Setembro NOSSA SENHORA DE FÁTIMA 13 Maio NOSSA SENHORA DE LURDES 11 Fevereiro Nossa Senhora do Carmo 16 Julho NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO 7 Outubro OS PRIMEIROS SANTOS MÁRTIRES DA IGREJA DE ROMA 30 Junho OS SETE SANTOS FUNDADORES DA ORDEM DOS SERVOS DE MARIA (SERVITAS) 17 Fevereiro S. Adalberto, bispo e mártir 23 Abril S. AFONSO MARIA DE LIGÓRIO, bispo e doutor da Igreja 1 Agosto S. AGOSTINHO DE CANTUÁRIA, bispo 27 Maio S. AGOSTINHO, bispo e doutor da Igreja 28 Agosto S. ÁGUEDA, virgem e mártir 5 Fevereiro S. ALBERTO MAGNO, bispo e doutor da Igreja 15 Novembro S. AMBRÓSIO, bispo e doutor da Igreja 7 Dezembro S. ANDRÉ, Apóstolo 30 Novembro S. ÂNGELA MERICI, virgem 27 Janeiro S. ANSCÁRIO (ÓSCAR), bispo 3 Fevereiro S. ANSELMO, bispo e doutor da Igreja 21 Abril S. ANTÃO, abade 17 Janeiro S. ANTÓNIO DE LISBOA, presbítero e doutor da Igreja 13 Junho S. ANTÓNIO MARIA CLARET, bispo 24 Outubro S. ANTÓNIO MARIA ZACARIAS, presbítero 5 Julho S. Apolinário, bispo e mártir 20 Julho S. ATANÁSIO, bispo e doutor da Igreja 2 Maio S. BARNABÉ, Apóstolo 11 Junho S. BARTOLOMEU, Apóstolo 24 Agosto S. BASÍLIO MAGNO e S. GREGÓRIO NAZIANZENO, bispos e doutores da Igreja 2 Janeiro S. BEATRIZ DA SILVA, virgem 1 Setembro S. BEDA VENERÁVEL, presbítero e doutor da Igreja 25 Maio S. BENTO, abade 11 Julho S. BERNARDINO DE SENA, presbítero 20 Maio S. BERNARDO, abade e doutor da Igreja 20 Agosto S. BOAVENTURA, bispo e doutor da Igreja 15 Julho S. BONIFÁCIO, bispo e mártir 5 Junho S. BRÁS, bispo e mártir 3 Fevereiro S. BRÍGIDA, religiosa 23 Julho S. BRUNO, presbítero 6 Outubro S. CAETANO, presbítero 7 Agosto S. CALISTO I, papa e mártir 14 Outubro S. CAMILO DE LÉLIS, presbítero 14 Julho S. CARLOS BORROMEU, bispo 4 Novembro S. CASIMIRO 4 Março S. CATARINA DE SENA, virgem e doutora da Igreja 29 Abril S. CECÍLIA, virgem e mártir 22 Novembro S. CIRILO DE ALEXANDRIA, bispo e doutor da Igreja 27 Junho S. CIRILO DE JERUSALÉM, bispo e doutor da Igreja 18 Março S. CIRILO, monge, e S. METÓDIO, bispo 14 Fevereiro S. CLARA, virgem 11 Agosto S. CLEMENTE I, papa e mártir 23 Novembro S. COLUMBANO, abade 23 Novembro S. CORNÉLIO, papa, e S. CIPRIANO, bispo, 16 Setembro S. COSME e S. DAMIÃO, mártires 26 Setembro S. DÂMASO I, papa 11 Dezembro S. DIONÍSIO, bispo, e COMPANHEIROS, mártires 9 Outubro S. DOMINGOS, presbítero 8 Agosto S. EFRÉM, diácono e doutor da Igreja 9 Junho S. ESCOLÁSTICA, virgem 10 Fevereiro S. ESTANISLAU, bispo e mártir 11 Abril S. ESTÊVÃO DA HUNGRIA 16 Agosto S. ESTÊVÃO, primeiro mártir 26 Dezembro S. EUSÉBIO DE VERCELAS, bispo 2 Agosto S. FABIÃO, papa e mártir 20 Janeiro S. FIEL DE SIGMARINGA, presbítero e mártir 24 Abril S. FILIPE DE NÉRI, presbítero 26 Maio S. FILIPE e S. TIAGO, Apóstolos 3 Maio S. FRANCISCA ROMANA, religiosa 9 Março S. FRANCISCO DE ASSIS 4 Outubro S. FRANCISCO DE PAULA, eremita 2 Abril S. FRANCISCO DE SALES, bispo e doutor da Igreja 24 Janeiro S. FRANCISCO XAVIER, presbítero 3 Dezembro S. GERTRUDES, virgem 16 Novembro S. GREGÓRIO MAGNO, papa e doutor da Igreja 3 Setembro S. GREGÓRIO VII, papa 25 Maio S. HEDVIGES, religiosa 16 Outubro S. HENRIQUE 13 Julho S. HILÁRIO, bispo e doutor da Igreja 13 Janeiro S. INÁCIO DE ANTIOQUIA, bispo e mártir 17 Outubro S. INÁCIO DE LOIOLA, presbítero 31 Julho S. INÊS, virgem e mártir 21 Janeiro S. IRENEU, bispo e mártir 28 Junho S. ISABEL DA HUNGRIA 17 Novembro S. ISABEL DE PORTUGAL 4 Julho S. ISIDORO, bispo e doutor da Igreja 4 Abril S. JANUÁRIO, bispo e mártir 19 Setembro S. JERÓNIMO EMILIANO 8 Fevereiro S. JERÓNIMO, presbítero e doutor da Igreja 30 Setembro S. JOANA FRANCISCA DE CHANTAL, religiosa 12 Dezembro S. JOÃO BAPTISTA DE LA SALLE, presbítero 7 Abril S. JOÃO BOSCO, presbítero 31 Janeiro S. JOÃO CRISÓSTOMO, bispo e doutor da Igreja 13 Setembro S. JOÃO DA CRUZ, presb. e doutor da Igreja 14 Dezembro S. JOÃO DAMASCENO, presb. e dout. da Igreja 4 Dezembro S. JOÃO DE BRÉBEUF e S. ISAAC JOGUES, presbíteros, e COMPANHEIROS, mártires 19 Outubro S. JOÃO DE BRITO, presbítero e mártir 4 Fevereiro S. JOÃO DE CAPISTRANO, presbítero 23 Outubro S. JOÃO DE DEUS, religioso 8 Março S. JOÃO DE KENTY, presbítero 23 Dezembro S. JOÃO EUDES, presbítero 19 Agosto S. JOÃO FISHER, bispo, e S. TOMÁS MORO, mártires 22 Junho S. JOÃO I, papa e mártir 18 Maio S. JOÃO LEONARDO, presbítero 9 Outubro S. JOÃO MARIA VIANNEY, presbítero 4 Agosto S. JOÃO, APÓSTOLO E EVANGELISTA 27 Dezembro S. JOAQUIM e S. ANA, pais de Nossa Senhora 26 Julho S. JORGE, mártir 23 Abril S. JOSAFAT, bispo e mártir 12 Novembro S. JOSÉ DE CALASANZ, presbítero 25 Agosto S. JOSÉ OPERÁRIO 1 Maio S. JOSÉ, ESPOSO DA VIRGEM SANTA MARIA 19 Março S. Josefina Bakhita 8 Fevereiro S. Josemaria Escrivá 26 Junho S. JUSTINO, mártir 1 Junho S. LEÃO MAGNO, papa e doutor da Igreja 10 Novembro S. LOURENÇO DE BRINDES, presbítero e doutor da Igreja 21 Julho S. LOURENÇO, diácono e mártir 10 Agosto S. LUCAS, evangelista 18 Outubro S. LUÍS DE FRANÇA 25 Agosto S. LUÍS GONZAGA, religioso 21 Junho S. Luís Maria Grignion de Monfort, presbítero 28 Abril S. LUZIA, virgem e mártir 13 Dezembro S. MARCELINO e S. PEDRO, mártires 2 Junho S. MARCOS, Evangelista 25 Abril S. MARGARIDA DA ESCÓCIA 16 Novembro S. MARGARIDA MARIA ALACOQUE,virgem 16 Outubro S. MARIA GORETTI, virgem e mártir 6 Julho S. MARIA MADALENA 22 Julho S. MARIA MADALENA DE PAZZI, virgem 25 Maio S. Marta 29 Julho S. MARTINHO DE PORRES, religioso 3 Novembro S. MARTINHO I, papa e mártir 13 Abril S. MARTINHO, bispo 11 Novembro S. MATEUS, Apóstolo e Evangelista 21 Setembro S. MATIAS, Apóstolo 14 Maio S. MAXIMILIANO MARIA KOLBE, presbítero e mártir 14 Agosto S. MIGUEL, S. GABRIEL e S. RAFAEL, Arcanjos 29 Setembro S. MÓNICA 27 Agosto S. NEREU e S. AQUILEU, mártires 12 Maio S. NICOLAU, bispo 6 Dezembro S. NORBERTO, bispo 6 Junho S. PANCRÁCIO, mártir 12 Maio S. PATRÍCIO, bispo 17 Março S. PAULINO DE NOLA, bispo 22 Junho S. PAULO DA CRUZ, presbítero 19 Outubro S. PEDRO CANÍSIO, presbítero e doutor da Igreja 21 Dezembro S. PEDRO CHANEL, presbítero e mártir 28 Abril S. Pedro Claver, presbítero 9 Setembro S. PEDRO CRISÓLOGO, bispo e doutor da Igreja 30 Julho S. PEDRO DAMIÃO, bispo e doutor da Igreja 21 Fevereiro S. PEDRO e S. PAULO, Apóstolos 29 Junho S. Pedro Julião Eymard, presbítero 2 Agosto S. PERPÉTUA e S. FELICIDADE, mártires 7 Março S. Pio de Pietrelcina, presbítero 23 Setembro S. PIO V, papa 30 Abril S. PIO X, papa 21 Agosto S. POLICARPO, bispo e mártir 23 Fevereiro S. PONCIANO, papa, e S. HIPÓLITO, presbítero, mártires 13 Agosto S. RAIMUNDO DE PENHAFORTE, presbítero 7 Janeiro S. ROBERTO BELARMINO, bispo e doutor da Igreja 17 Setembro S. ROMUALDO, abade 19 Junho S. ROSA DE LIMA, virgem 23 Agosto S. SEBASTIÃO, mártir 20 Janeiro S. SILVESTRE I, papa 31 Dezembro S. SIMÃO e S. JUDAS, Apóstolos 28 Outubro S. SISTO II, papa, e seus COMPANHEIROS,mártires 7 Agosto S. TEOTÓNIO, presbítero 18 Fevereiro S. Teresa Benedita da Cruz, virgem e mártir 9 Agosto S. TERESA DE JESUS, virgem e doutora da Igreja 15 Outubro S. TERESA DO MENINO JESUS, virgem e doutora da Igreja 1 Outubro S. TIAGO, Apóstolo 25 Julho S. TIMÓTEO e S. TITO, bispos 26 Janeiro S. TOMÁS BECKET, bispo e mártir 29 Dezembro S. TOMÁS DE AQUINO, presbítero e doutor da Igreja 28 Janeiro S. TOMÉ, Apóstolo 3 Julho S. TURÍBIO DE MONGROVEJO, bispo 23 Março S. VENCESLAU, mártir 28 Setembro S. VICENTE DE PAULO, presbítero 27 Setembro S. VICENTE FERRER, presbítero 5 Abril S. VICENTE, diácono e mártir 22 Janeiro SANTA MARIA, MÃE DE DEUS 1 Janeiro Santíssimo Nome de Jesus 3 Janeiro Santíssimo Nome de Maria 12 Setembro Santo Anjo da Guarda de Portugal 10 Junho SANTOS ANJOS DA GUARDA 2 Outubro SANTOS INOCENTES, mártires 28 Dezembro SS. ANDRÉ DUNG-LAC, presbítero, e Companheiros, mártires 24 Novembro SS. ANDRÉ KIM TAEGON, presbítero, PAULO CHONG HASANG e COMPANHEIROS, mártires 20 Setembro SS. CARLOS LWANGA e COMPANHEIROS, mártires 3 Junho SS. LOURENÇO RUIZ e Companheiros,mártires 28 Setembro SS. MARTINHO DE DUME,FRUTUOSO,e GERALDO,bispos 5 Dezembro SS. PAULO MIKI e COMPANHEIROS, mártires 6 Fevereiro TODOS OS SANTOS 1 Novembro TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR 6 Agosto VIRGEM SANTA MARIA, RAINHA 22 Agosto VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA 31 Maio LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA Ántónio Fonseca