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segunda-feira, 23 de março de 2009

V DOMINGO DA QUARESMA - 28/29 de Março

V DOMINGO DA QUARESMA

Leitura do Livro de Jeremias Jer 31, 31-34

Dias virão, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá uma aliança nova. Não será como a aliança que firmei com os seus pais, no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egipto, aliança que eles violaram, embora Eu exercesse o meu domínio sobre eles, diz o Senhor. Esta é a aliança que estabelecerei com a casa de Israel, naqueles dias, diz o Senhor: Hei-de imprimir a minha lei no íntimo da sua alma e gravá-la-ei no seu coração. Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Não terão já de se instruir uns aos outros, nem de dizer cada um a seu irmão: «Aprendei a conhecer o Senhor». Todos eles Me conhecerão, desde o maior ao mais pequeno, diz o Senhor. Porque vou perdoar os seus pecados e não mais recordarei as suas faltas.

Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial Salmo 50 (51)

Dai-me, Senhor, um coração puro

Compadecei-Vos de mim, ó Deus, pela vossa bondade,

Pela vossa grande misericórdia, apagai os meus pecados.

Lavai-me de toda a iniquidade

E purificai-me de todas as faltas.

Criai em mim, ó Deus, um coração puro

E fazei nascer dentro de mim um espírito firme.

Não queirais repelir-me da vossa presença

E não retireis de mim o vosso espírito de santidade.

Dai-me de novo a alegria da vossa salvação

E sustentai-me com espírito generoso.

Ensinarei aos pecadores os vossos caminhos

E os transviados hão-de voltar para Vós.

Leitura da Epístola aos hebreus Hebr 5, 7-9

Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte e foi atendido por causa da sua piedade. Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento e, tendo atingido a sua plenitude, tornou-Se para todos os que Lhe obedecem causa de salvação eterna.

Louvor a Vós, Jesus Cristo, Rei da eterna glória.

Se alguém Me quiser servir, que Me siga, diz o Senhor e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo.

Louvor a Vós, Jesus Cristo, Rei da eterna glória.

(cf. Lec. P’ 429)

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São João Jo 12, 20-33

Naquele tempo, alguns gregos que tinham vindo a Jerusalém para adorar nos dias da festa, foram ter com Filipe, de Betsaida da Galileia, e fizeram-lhe este pedido: «Senhor, nós queríamos ver Jesus». Filipe foi dizê-lo a André; e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus.

Jesus respondeu-lhes: «Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará. Agora minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome».

Veio então do Céu uma voz que dizia: «Já O glorifiquei e tornarei a glorificá-lO». A multidão que estava presente e ouvira dizia ter sido um trovão. Outros afirmavam: «Foi um Anjo que Lhe falou». Disse Jesus: «Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir, foi por vossa causa. Chegou a hora em que este mundo vai ser julgado. Chegou a hora em que vai ser expulso o príncipe deste mundo. E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim». Falava deste modo, para indicar de que morte ia morrer.

Palavra de salvação.

CHEGOU A HORA EM QUE O FILHO DO HOMEM VAI SER GLORIFICADO

1ª Leitura (Jer 31, 31-34): “Estabelecerei uma Aliança nova...”

Neste texto famoso, Jeremias refere a promessa do Senhor de estabelecer com Israel uma nova Aliança. A aliança do Sinai impusera obrigações escritas em tábuas de pedra, obrigações que, portanto, eram sentidas como uma imposição vinda de fora, que era necessário recordar constantemente. E a história de Israel era a história das infidelidades do povo a essa aliança. A aliança nova será bem diferente porque as suas cláusulas serão escritas no coração e, por isso, todos conhecerão as obrigações que a aliança implica sem a necessidade de serem ensinados ou lembrados. Mais ainda: mesmo sem coacção externa, todos serão movidos interiormente a pôr em prática os preceitos dessa Lei gravada nos corações. Esta promessa inteiramente gratuita, alcança-nos mediante Jesus Cristo, pelo qual também nós podemos invocar o perdão de Deus e a graça de um coração novo. (cf. O Salmo Responsorial)

Evangelho (Jo 12, 20-33): “Se o grão de trigo morrer, dará muito fruto”

Filipe e André – dois apóstolos com nome claramente grego – referem a Jesus o desejo de “uns gregos” (“prosélitos” vindos a Jerusalém para a festa da Páscoa) o verem. E Jesus parte deste facto para anunciar a sua iminente paixão. “Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser glorificado”Jesus, que até então sempre declarara que a sua hora ainda não chegara e que por esse motivo até se esquivara àqueles que o queriam matar, agora abandona-se à sua hora pondo-a em relação com a sua glorificação. A glorificação consiste no regresso ao Pai na glória celeste, regresso esse que passará pela morte. Por isso Jesus compara-se ao grão de trigo que tem de se aniquilar para que surja a espiga. Jesus pede aos discípulos que o imitem no dom da própria vida: só quem perder a vida para o servir será honrado pelo Pai com o dom da vida eterna. “Agora a minha alma está perturbada...” – Não obstante a determinação com que enfrenta a sua hora, Jesus sente-se perturbado perante a perspectiva do sofrimento e da morte. Os Sinópticos relatam este drama na agonia do Getsémani (Mc 14, 36; Mt 26, 39; Lc 22, 42; cf. Heb. 5, 7-9; 2ª leitura). Perante a sua própria morte, Jesus experimenta uma perturbação idêntica à que sentiu diante do túmulo do amigo Lázaro (cf. Jo 11, 33) e à que sentirá aquando do anúncio da traição de um dos seus íntimos (Jo 13, 21). Mas Jesus supera essa perturbação na oração em que pede ao Pai que glorifique o Seu Nome, prece cuja aceitação é expressa pela voz vinda do céu (Jo 12, 29). Em João a glorificação está intimamente ligada à Páscoa de Jesus (cf. o episódio da transfiguração, nos Sinópticos), em que a glorificação do nome do Pai coincide com a glorificação do próprio Filho. A glória não está na morte, que é sempre causa de perturbação, mas na vida que nasce da morte, como para o amigo Lázaro cuja morte foi ocasião para que o Filho de Deus fosse glorificado. A morte é aceite na perspectiva aberta pela metáfora do grão de trigo cuja morte é condição da frutificação.

2ª Leitura (Hebr. 5, 7-9): “Aprendeu a obediência no sofrimento”

Como não recordar a oração do Getsémani ou o brado supremo do abandono no Calvário? Jesus, o Filho de Deus, partilhou connosco a angústia da morte revelando-nos a compaixão de Deus. O grito angustiado de Jesus, nasce da fé “naquele que o podia livrar da morte”. “E foi atendido” – afirma o Autor Sagrado. Não, porém, como humanamente o esperaríamos. Deus não o poupou ao sofrimento nem o preservou da morte. A resposta do Pai que atendeu estas preces foi a glorificação do Filho mediante o amor total e incondicionado demonstrado na prova suprema da Paixão e da Morte. Foi então que Jesus alcançou a plenitude – a “perfeição” – da sua capacidade de mediação sacerdotal.

HOMILIÁRIO PATRÍSTICO

Semeava Cristo e germinava a Igreja

É preciosa aos olhos do Senhor a morte dos seus santos (S/115, 15). E quão preciosa! E precisamente aos olhos do Senhor! Pois quando eram mortos pareciam vis aos olhos dos homens. Aliás, como é que se teria derramado tanto sangue de mártires se ele não fosse vil aos olhos daqueles que o derramavam? Aqueles que matavam os mártires não sabiam que estavam a semear. Caindo aqueles poucos na terra, brotou esta messe. Era, pois, preciosa aos olhos do Senhor a morte dos seus santos – e quão preciosa! -, mesmo quando parecia vil aos olhos dos homens. Na verdade, qual era o preço da morte deles senão a morte do Santo dos Santos? Que quer dizer “do Santo dos Santos? É de todo sabido, não é preciso que o digamos. Por que razão nos havemos de admirar que seja preciosa a morte dos santos pelos quais morreu o Santo dos Santos? Ele foi aquele primeiro grão do qual este procede. Ele próprio falou acerca disto no Evangelho: “Se o grão de trigo não cair na terra, ficará só, Mas se cair e morrer dará muito fruto” (Jo 12, 24). Semeava Cristo e germinava a Igreja. Caiu o grão, ressuscitou o grão e o grão subiu ao Céu, onde está a multidão dos grãos.

(S. Agostinho, Sermão 335 E (= LAMBOT 7), 2)

SUGESTÕES LITÚRGICAS

1. O tema da “hora” de Cristo que ressoa por três vezes no Evangelho deste Domingo situa-nos na iminência da Páscoa. A ambientação das igrejas deveria ajudar-nos, através de elementos sensíveis, a entrar neste clima espiritual. Para tal poderá ajudar o antigo costume de cobrir com véus roxos as imagens e os crucifixos (cf. Missal Romano, rubrica ao fundo da pág. 206): as cruzes ficarão tapadas até ao final da celebração da Paixão em Sexta-Feira Santa; as restantes imagens só serão descobertas na Vigília Pascal. Significativo também deste clima novo é o uso, a partir de Segunda-feira, do I Prefácio da Paixão em que se dá graças ao Pai pela salvação operada na árvore da Cruz.

2. Leitores: 1ª Leitura – Não é difícil. Note-se que há uma Palavra de grande valor que deve ser sublinhada: “aliança”. 2ª Leitura – Não é difícil. A primeira frase, feita sem pausas ou censuras, ficará mais expressiva.

SUGESTÃO DE CÂNTICOS

Entrada:

Fazei-me justiça, ó Deus, F. Valente, BML 50, 15;

Lembrai-Vos, Senhor, A. Oliveira, NCT 89;

Do abismo em que vivo, BML 35, 10;

Salmo responsorial

Dai-me, Senhor, um coração puro, F. Santos, BML 45, 14; NCT 435;

Aclamação ao Evangelho

Se alguém estiver ao meu serviço, F. Santos, BML 45, 12

Ofertório

Ele foi trespassado, F. Santos, NCT 489;

Comunhão:

Se o grão de trigo, F. Santos, BML 60, 54;

Fim

Salvé, ó Cruz, M. Faria, NCT.

VÉSPERAS II – F. Santos, BML 90, 56-60

Ver: Cadernos Litúrgicos da Quaresma in: http://voz-portucalense.pt António Fonseca

S. TORÍBIO DE MOGROVEJO (e outros) - 23 Março

Os Santos de hoje Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Toribio de Mogrovejo, Santo
Toribio de Mogrovejo, Santo

Bispo de Lima

Em 1594, durante sua terceira “visita” diocesana, escrivendo-lhe o rei de Espanha Felipe II, S. Toríbio Alfonso de Mogrovejo fazia um pequeno balanço de sua vida: 15.000 kilómetros percorridos e 60.000 confirmações administradas (Toríbio não podia saber que entre eles havia três santos: Rosa de Lima, Francisco Solano e Martín de Porres). A situação da América Latina seria muito distinta da actual se seus sucessores e todos os cristãos pudessem ter o mesmo impulso e a mesma coerência de quem foi chamado “apóstolo do Perú e novo Ambrósio e a quem Benedicto XIV comparou com São Carlos Borromeu. Toríbio nasceu em Espanha no ano 1538 de uma nobre familia; estudou em Valladolid, Salamanca e Santiago de Compostela, onde obteve a licença em direito. Foi nomeado inquisidor en Granada. Graças à relação que cultivava com Felipe II foi nomeado por Gregório XIII, arcebispo de Lima, con jurisdição sobre as dioceses de Cuzco, Cartagena, Popayán, Asunción, Caracas, Bogotá, Santiago, Concepción, Córdoba, Trujillo e Arequipa: de norte a sul eram mais de 5.000 kilómetros, e o território tinha mais de 6 milhões de kilómetros quadrados. Depois de haver sido consagrado bispo em Agosto de 1580, partiu imediatamente para América, aonde chegou na primavera de 1581. Durante 25 anos viveu exclusivamente ao serviço do povo de Deus. Dizia: “O tempo é o nosso único bem e temos que dar estrita conta dele”. Foi um verdadeiro organizador da Igreja na América, cuja actividade abarcou também dez sínodos diocesanos e três provinciais. Também fundou o primeiro seminário da América; interviu com energia contra os direitos particulares dos religiosos, a quem estimulou para que aceitassem as paróquias mais incómodas e pobres; quase duplicou o número das “Doutrinas” ou paróquias, que passaram de 150 a mais de 250. Ao final de sua vida, Toribio recebeu o viático numa capelinha índia, em 23 de Março de 1606, em Quinta-feira Santa e aí expirou. Foi canonizado em 1726 por Benedicto XIII.
José Oriol, Santo
Confessor, Março 23
José Oriol, Santo
José Oriol, Santo

Martirológio Romano: Em Barcelona, em Espanha, S. José Oriol, presbítero, que, com a mortificação corporal, el o cultivo da pobreza e a continua oração, manteve uma constante união com Deus, enriquecido de dons celestiais (1702)
Nasceu em Barcelona, Espanha, e ficou orfão de pai sendo todavia muito pequeno. Criança ainda, foi admitido como acólito e cantor numa igreja, e vendo os sacerdotes sua grande piedade e devoção, se propuseran pagar-lhe os estudos de seminário. Passava muitas horas rezando ante o Santíssimo Sacramento no templo.
Ordenado sacerdote, e havendo recebido na universidade o grau de doutor, dedicou-se à educação da juventude. Era sumamente estimado pelas gentes e muito louvado pela sua grande virtude e por seus modos tão amáveis que tinha no trato com todos, mas Deus deixou-o ver o estado de sua alma e desde esse dia já não teve José nenhum sentimento de vaidade nem de orgulho. Deu-se conta de que o que ante os olhos da gente brilha como santidade, ante os olhos de Deus não é senão miséria e debilidade. Desde o dia em que Deus lhe permitiu ver o estado de sua alma, José Oriol se propôs nunca mais voltar a comer carne em sua vida e jejuar todos os dias.
A S. José Oriol concedeu-lhe Deus o dom da direcção espiritual. As pessoas que iam a consultá-lo voltavam a suas casas e a seus ofícios com a alma em paz e el espírito cheio de confiança e alegría. Às pessoas que dirigia insistia em que sua santidade não fora só superficial e externa, senão sobretudo interior e sobrenatural.
O santo nunca se atribuía a ele mesmo nenhum dos prodígios que obrava. Dizia que tudo se devia a que seus penitentes se confessavam com muito arrependimento e que por isso Deus os curava. Em seus últimos anos obteve de Deus o dom de profecia e anunciava muitas coisas que íam suceder no futuro. E até anunciou quando ia suceder a sua própria morte. Num dia do mês de Março do ano 1702, enquanto cantava em sua cama de enfermo um hino à Virgem Maria, morreu santamente. Tinha apenas 53 anos.
Rebeca Pierrette (Rafqa Pietra Choboq) Ar-Rayès, Santa
Monja Maronita, Março 23
Rebeca Pierrette (Rafqa Pietra Choboq) Ar-Rayès, Santa
Rebeca Pierrette (Rafqa Pietra Choboq) Ar-Rayès, Santa

(nasceu em Himlaya, 29 de Junho de 1832 - morreu em Batroun, em 23 de Março de 1914) Foi uma religiosa maronita libanesa , seu nome real era Petra Choboq Ar-Rayes, descendía de uma família camponesa.
Sua vida religiosa
Desde sua juventude, Petra sentiu um profundo amor por Cristo e pela Eucaristia, pelo que queria ingressar como noviça nas Hermanas de María, mas a forte influência dos que mais tarde seríam futuros santos libaneses, os maronitas, Charbel Makhlouf e Nimatullah Al-Hardini, levou-a ao mosteiro maronita de San José de Batroun, no qual ingressou em 1897, tomando o nome de Sor Rafka (en español, Rebeca).
Seus últimos años
Sor Rafka se caracterizou também pelo amor que sentiu pelos enfermos e pelos crianças abandonadas, e orava por elas. Em 1899, a religiosa sofre de diversas enfermidades, fica paralítica e cega, mas sua fé não se quebrou, e ofereceu suas dores físicas para propiciação dos pecados de toda a humanidade, sobretudo, de sua nação.
Morreu en Batroun en 1914, com a idade de 82 anos, foi beatificada em 1985, e canonizada en Roma, em 2001.
Victoriano, Frumencio y compañeros, Santos
Mártires, Março 23
Victoriano, Frumencio y compañeros, Santos
Victoriano, Frumencio y compañeros, Santos

Etimológicamente significam “vencedor e que se deleita”. Vêem da língua latina.
Victoriano era um católico rico em Adrumento. Nomearam-no pro-cônsul Hunerico. Portou-se sempre com uma grande fidelidade com o rei. Um dia enviou-lhe uma mensagem pedindo-lhe que se pusesse de acordo com Arrio, o hereje. Respondiu-lhe em seguida dizendo-lhe: ”Confio sempre em Cristo. Se sua majestade me quer condenar, fáça-o. Jamais renunciarei à minha fé na Igreja católica em que fui baptizado”...O rei submeteu-o a torturas até que morreu mártir.O Martirológio recorda outros quatro mercadores que foram martirizados no mesmo dia.Dois eram de Cartago, chamados Frumencio. Outros dois eram irmãos da cidade de Agua Regia. Prenderam-nos e levaram-nos a Tebaída.

Os dois prometeram a Deus que lhes permitissem morrer juntos por defender a sua fé . Os perseguidores colocaram-nos ao ar livre con pesos grossos nos pés. Um deles não podia aguentar a dor epediu-lhes que o soltassem por um momento.Seu irmão temia que não fosse fiel à sua fé no Senhor e disse-lhe:”Irmão, ¿foi isso que prometeste a Jesus Cristo?, ¿como serás acusado no seu tribunal?Estas palavras animaram o irmão. E então disse aos verdugos: Não, não me soltem. E morreram mártires. Era o ano 484.

¡Felicidades a quem tenha estes nomes!
Metodio Domingo Trcka, Beato
Mártir Redentorista, Marzo 23
Metodio Domingo Trcka, Beato
Metodio Domingo Trcka, Beato
Dominick Trcka nasce em 6 de Julho em Frydlant nad Ostravici (actualmente Republica Checa), último dos sete filhos de Františka Šterbova e Tomaš Trcka. Foi baptizado no dia seguinte de seu nascimento, em 7 de Julho de 1886. Cresce numa familia católica onde recebe uma boa educação cristã. Uma de suas irmãs foi religiosa.
Dominick começou seus estudos na escola elementar de Frydlant e depois passou ao instituto de Mistek. Durante o curso 1902/1903 começou a frequentar a classe sexta do Jovenado Redentorista a Cervenka. Através desses contactos, decidiu entrar na Congregação do Santíssimo Redentor. A etapa seguinte de sua vida religiosa foi seu ingresso no noviciado de Bilsko que começou em Agosto de 1903. Inicia a profissão religiosa em 25 de Agosto de 1904 (curiosamente a data do seu martirio).
...~... ... ... ... (Devido à sua grande extensão, interrompo aqui os seus dados biográficos, prosseguindo apenas os dois últimos parágrafos, podendo pois a sua totalidade ser consultada através do site: http://es-catholic.net/santoral Em 22 de Abril de 1958, o P. Metodij foi transferido novamente para a prisão de Leopoldov. No cárcere reservado aos padres viviam 18 sacerdotes, dos quas 5 eram anciãos e enfermos. Na Noite de Natal de 1958 canta uma canção natalícia. Por este facto é confinado a uma cela de castigo e isolamento. Ali contraí uma grave pneumonía, que o levará à morte em 23 de Março de 1959.
No dia seguinte enterraram, obviamente sem nenhum sacerdote, no cemitério do cárcere com a assistência de um guarda.
Depois da restauração da igreja greco-católica em 1968, os redentoristas puderam pedir a trasladação dos restos mortais de P. Trcka do cemitério da prisão de Leopoldov para Michalovice. Em 1969, os redentoristas pediram que o regime comunista o reabilitasse, sem êxito. Em 1990, depois da queda do regime comunista, o P. Metodij Dominik Trcka foi reabilitado pelo tribunal regional de Kosice, e con isto foi oficialmente reconhecida a culpa do estado pela sua prisão injusta, pela sua condenação e pela sua morte.