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sexta-feira, 3 de abril de 2009

SANTO ISIDORO DE SEVILHA (e outros) 4-ABRIL

Santo Isidoro de Sevilha

Santo Isidoro de Sevilha4 de abril (560-636)
Isidoro, o mais novo de quatro irmãos, nasceu em 560, em Sevilha, capital da Andaluzia, numa família hispano-romana muito cristã. Seu pai, Severiano, era prefeito de Cartagena e comandava sua cidade dentro dos mais disciplinados preceitos católicos. A mãe, Teodora, educou todos os filhos igualmente nas regras do cristianismo. Como fruto, colheu a alegria de ter quatro deles: Isidoro, Fulgêncio, Leandro e Florentina, elevados à veneração dos altares da Igreja. Isidoro começou a estudar a religião desde muito pequeno, tendo na figura do irmão mais velho, Leandro, o pai que falecera cedo. Diz a tradição que logo que ingressou na escola o menino tinha muitas dificuldades de aprendizagem, chegando a preocupar a família e os professores, mas rapidamente superou tudo com a ajuda da Providência Divina. Formou-se em Sevilha, onde, além do latim, ainda aprendeu grego e hebraico, e ordenou-se sacerdote.
Tudo isso contribuiu muito para que trabalhasse na conversão dos visigodos arianos, a começar pelo próprio rei. Isidoro também foi o responsável pela conversão dos judeus espanhóis. Tornou-se arcebispo e sucedeu a seu irmão Leandro, em Sevilha, durante quase quatro décadas. Logo no início do seu bispado, Isidoro organizou núcleos escolares nas casas religiosas, que são considerados os embriões dos atuais seminários. Sua influência cultural foi muito grande, era possuidor de uma das maiores e mais bem abastecidas bibliotecas e seu exemplo levou muitas pessoas a dedicarem seus tempos livres ao estudo e às boas leituras. Depois, retirou-se para um convento, onde poderia praticar suas obrigações religiosas e também se dedicar intensamente aos estudos. Por seus profundos conhecimentos, presidiu o II Concílio de Sevilha, em 619, e o IV Concílio de Toledo, em 633,Igreja, de modo que a religiosidade se enraizou no país. Por isso foi chamado de "Pai dos Concílios" e "mestre da Igreja" da Idade Média. do qual saíram leis muito importantes para a Isidoro era tão dedicado à caridade que sua casa vivia cheia de mendigos e necessitados, isso todos os dias. No dia 4 de abril de 636, sentindo que a morte estava se aproximando, dividiu seus bens com os pobres, publicamente pediu perdão para os seus pecados, recebeu pela última vez a eucaristia e, orando aos pés do altar, ali morreu. Ele nos deixou uma obra escrita sobre cultura, filosofia e teologia considerada a mais valorosa do século VII. Nada menos que uma enciclopédia, com vinte e um volumes, chamada Etimologias, considerada o primeiro dicionário escrito, um livro com a biografia dos principais homens e mulheres da Bíblia, regras para mosteiros e conventos, além de muitos comentários acerca de cada um dos livros da Bíblia, estudo que mais lhe agradava. Dante Alighieri cita Isidoro de Sevilha em seu livro A divina comédia, no capítulo do Paraíso, onde vê "brilhar o espírito ardente" nesse teólogo. Em 1722, o papa Bento XIV proclamou santo Isidoro de Sevilha doutor da Igreja, e seu culto litúrgico confirmado para o dia de sua morte.
Fonte: www.paulinas.org.br
António Fonseca

INDULGÊNCIA PLENÁRIA - Tríduo Pascal

El Santo Triduo Pascal e a Indulgência Plenária
Durante a Semana Santa podemos ganhar para nós ou para os defuntos o dom da Indulgência Plenária
Durante a Semana Santa podemos ganhar para nós ou para os defuntos o dom da Indulgência Plenária se realizarmos algumas das seguintes obras estabelecidas pela Santa Sé.
Obras que gozam do dom da Indulgência Plenária na Semana Santa: Quinta-feira Santa
1. Se durante a solene reserva do Santíssimo Sacramento, que segue à Missa da Ceia do Senhor, recitarmos ou cantarmos o hino eucarístico do "Tantum Ergo" ("Adorad Postrados"). 2. Se visitarmos pelo espaço de meia hora o Santíssimo Sacramento reservado no Sacrário para o adorar.
Sexta-feira Santa
1. Se em Sexta-feira Santa assistirmos piedosamente à Adoração da Cruz na solene celebração da Paixão do Senhor.
Sábado Santo 1. Se rezarmos juntos o Santo Rosário. Vigilia Pascal
1. Se assistirmos à celebração da Vigília Pascal (Sábado Santo pela noite) e nela renovarmos as promessas de nosso Santo Baptismo.
Condições:
Para ganhar a Indulgência Plenária além de haver realizado a obra enriquecida se requer o cumprimento das seguintes condições: a). Exclusão de todo o afecto a qualquier pecado, incluso venial. b). Confissão sacramental, Comunhão eucarística e Oração pelas intenções do Sumo Pontífice. Estas três condições podem cumprir-se uns dias antes ou depois da execução da obra enriquecida com a Indulgência Plenária; mas convém que a comunhão e a oração pelas intenções do Sumo Pontífice se realizem no mesmo dia em que se cumpre a obra. É oportuno assinalar que com uma só confissão sacramental podem ganharse várias indulgências. Convém, não obstante, que se receba frequentemente a graça do sacramento da Penitência, para honrar na conversão e na pureza de coração. Em troca, com uma só comunhão eucarística e uma só oração pelas intenções do Santo Padre só se ganha uma Indulgência Plenária. A condição de orar pelas intenções do Sumo Pontífice se cumpre se se reza a sua intenção um só Pai Nossoo e Avé Maria; mas se concede a cada fiel cristão a faculdade de rezar qualquer outra fórmula, segundo sua piedade e devoção.

SÁBADO SANTO

María é a primeira partícipante de todo o sacrifício
Sábado Santo. Tratemos de imitar a María em sua fé, em sua esperança e em seu amor, que a sustêem no meio da prova.
María es la primera partícipe de todo el sacrificio
María es la primera partícipe de todo el sacrificio
Contemplemos o coração da Santíssima Virgem —dorido na paixão—, nas lamentações do profeta Jeremías. O profeta está referindo-se à destruição de Jerusalém, mas nesta poesia, que é a lamentação, há muitos textos que recolhem a dor de uma mãe, a dor de Maria. Como disse o profeta: “Um Deus que rompe os muros e entra na cidade”. Poderia ser interessante tomar este texto desde o capítulo II das lamentações de Jeremías, e ir vendo como se vai desenrolando esta dor no coração da Santíssima Virgem, porque pode surgir em nossa alma uma experiência da dor de Maria, pelo que Deus fez n'Ela, pelo que Deus realizou n'Ela; mas pode dar-nos também uma experiência muito grande de como Maria enfrenta com fé esta dor tão grande que Deus produz em seu coração. Uma dor que a Ela lhe vêm ao ver a seu Filho em tudo o que havia padecido; uma dor que lhe vem ao ver a ingratidão dos discípulos que haviam abandonado a seu Filho; a dor que teve que ter Maria ao considerar a inocência de seu Filho; e sobretudo, a dor que teria que prover à Santíssima Virgem de seu amor tão terno por seu Filho, ferido pelas humilhações dos homens. Maria, em Sábado Santo na noite e domingo na madrugada, é uma mulher que acaba de perder a seu Filho. Todas as fibras de seu ser estão sacudidas pelo que viu nos dias culminantes da paixão. Como impedir a Maria o sofrimento e o pranto, se havia passado por uma dramática experiência cheia de dignidade e de decoro, mas com o coração quebrado. Maria —não o esqueçamos—, é mãe; e nela está presente a força da carne e do sangue e o efeito nobre e humano duma mãe por seu Filho. Esta dor, junto com o facto de que Maria haja vivido tudo o que havia vivido na paixão de seu Filho, mostra seu compromisso de participação total no sacrifício redentor de Cristo. Maria quis participar até o final nos sofrimentos de Jesus; não recusou a espada que havia anunciado Simeão, e aceitou com Cristo o desígnio misterioso de seu Pai. Ela é a primeira participante de todo sacrifício. Maria fica como modelo perfeito de todos aqueles que aceitaram associar-se sem reserva à oração redentora. ¿Que passaria pela mente de nossa Senhora este sábado na noite e domingo na madrugada? Todos as recordações se juntam na mente de Maria: Nazareth, Belém, Egipto, Nazareth de novo, Canaán, Jerusalém. Talvez en seu coração revive a morte de José e a solidão do Filho com a mãe depois da morte de seu esposo...; o dia em que Cristo partiu para a vida pública..., a solidão durante os três últimos anos. Uma solidão que, agora, Sábado Santo, se faz mais negra e pesada. São todas as coisas que Ela conserva em seu coração. E se conservava no coração a seu Filho no templo dizendo-lhe: “¿Acaso não devo estar nas coisas de meu Pai?”. ¡Que haveria em seu coração ao contemplar a seu Filho dizendo: “Pai, em tuas mãos encomendo meu espírito, tudo está consumado”! ¿Como estaría o coração de Maria quando vê que os poucos discípulos que ficam o baixam da cruz, o envolvem em lençois aromáticos, o deixam no sepulcro? Um coração que se vê banhado e iluminado nestes momentos pela única luz que há, que é a de Sexta-feira Santa. Um coração em que a dor e a fé se fundem. Vejamos toda esta dor de alma, todo este mar de fundo que tinva que haber necessáriamente n'Ela. Apenas há vinte e quatro horas que havia morrido seu Filho. ¡Que não sentiria Santíssima Virgem! Junto com esta reflexão, penetremos no gozo de Maria na ressurreição. Tratemos de ver a Cristo que entra na habitação onde está a Santíssima Virgem. O carinho que haveria nos olhos de nosso Senhor, a alegria que haveria em sua alma, a ilusão de poder dizer a sua mãe: “Estou vivo”. O gozo de Maria poderia ser o simples gozo de uma mãe que vê de novo a seu Filho depois de uma tremenda angústia; mas a relação entre Cristo e Maria é muito mais sólida, porque é a relação do Redentor com a primeira redimida, que vê triunfador o que é e sentido de sua existência. Cristo, que chega junto a Maria, enche sua alma de gozo que nasce de ver cumprida a esperança. ¡Como estaria o coração de Maria com a fé iluminada e com a presença de Cristo em sua alma! Se a encarnação, sendo un grandíssimo milagre, fez que Maria entoasse o Magníficat: “Minha alegria que grande é quando exalta minha alma ao Senhor. Quanto se alegra minha alma em Deus meu Salvador, porque olhou a humilhação de sua escrava, e desde agora me dirão ditosa todas as generações, porque o Poderoso fez obras grandes em mim, seu nome é Santo”. ¿Qual seria o novo Magníficat de Maria ao encontrar-se com seu Filho? ¿Qual seria o cântico que aparece pela alegria de ver que o Senhor há cumprido suas promessas, que seus inimigos não puderam com Ele? E porquê não repetir com Maria, junto a Jesus ressuscitado, este Magníficat com um novo sentido. Com o sentido já não simplesmente duma esperança, mas de uma promessa cumprida, duma realidade presente. Eu, que sou testemunha da cena, ¿que devo experimentar?, ¿que em que haver em mim? Deve brotar em mim, portanto, sentimentos de alegria. Alegrar-me com Maria, com uma mãe que se alegra porque seu Filho voltou. ¡Que coração tão duro, tão insensível seria ele que não se alegrasse por isto! Tratemos de imitar a Maria em sua fé, em sua esperança e em seu amor. Fé, esperança e amor que a sustentam no meio da prova; fé, esperança e amor que a fizeramencher-se de Deus. A Santíssima Virgem Maria deve ser para o cristão o modelo mais acabado da nova criatura surgida do poder redentor de Cristo e o testemunho mais eloquente da novidade de vida trazida ao mundo pela ressurreição de Cristo. Tratemos de viver em nossa vida a verdadeira devoção para com a Santíssima Virgem, Mãe amantíssima da Igreja, que consiste especialmente na imitação de suas virtudes, sobretudo de sua fé, esperança e caridade, de sua obediência, de sua humildade e de sua colaboração no plano de Cristo.
  • Perguntas ou comentários ao autor
  • P. Cipriano Sánchez LC http://es-catholic.net recolhido por António Fonseca __________________________

    SEXTA-FEIRA SANTA

    Sexta-Feira Santa
    Dia em que crucificaram a Cristo no Calvário . Como rezar a Via Sacra . A Virgem da Soledade
    Viernes Santo
    Viernes Santo
    Neste dia recordamos quando Jesus morre na cruz para nos salvar do pecado e dar-nos a vida eterna. O sacerdote lê a paixão de Cristo na litúrgia da Adoração da cruz. Nesse dia não se celebra a Santa Missa.
    Nas igrejas, as imagens cobrem-se com uma tela roxa igual que o crucifixo e o sacrário está aberto em sinal de que Jesus não está. A cor roxa na litúrgia da Igreja significa luto. Veste-se de negro a imagem da Virgem em sinal de luto pela morte de seu Filho.
    Podemos recordar lendo o Evangelho de San João, capítulo 18, versículos 1-19, 42. ¿Como podemos viver este día? Este dia manda a Igreja guardar o jejum e a abstinência. é costiume rezar a Via Sacra e meditar nas Sete Palavras de Jesus na cruz. Participa-se na Litúrgia de Adoração da Cruz com muito amor, respeito e devoção. Trata-se de acompanhar a Jesús em seu sofrimento. Às três da tarde, recordamos a crucifixão de Jesus rezando o Credo. ¿Como se reza uma Via Sacra? Este costume vem desde finais do século V, quando os cristãos em Jerusalém, se reuniam pela manhã de Sexta-feira Santa a venerar a cruz de Jesus. Voltavam a reunir-se ao começar a tarde para escutar a leitura da Paixão.
    A Via Sacra é uma maneira de recordar a paixão de Jesus e de reviver con Ele e acompanhá-lo nos sofrimentos que teve no caminho do Calvário.
    Divide-se em catorze estações que narram, passo a passo, a Paixão de Cristo desde que é condenado à morte até que é colocado no sepulcro.
    A Via Sacra reza-se caminhando em procissão, como simbolismo do caminho que teve que percorrer Jesus até ao Monte Calvário. Até adiante, algum dos participantes leva uma cruz grande e é ele que preside à procissão. Fazem-se paragens ao longo do caminho para reflectir em cada uma das estações, mediante alguma leitura específica. Se se desejar, depois de escutar com atenção a estação que se medita e no final de cada uma, pode-se rezar um Pai Nosso, enquanto se caminha até à seguinte estação. O que leva a cruz, pode passá-la a outra pessoa.
    Via Sacra para jovens 1.- Jesus é condenado a morte Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Meu bom Jesus, condenaram-te à morte. ¿Estás triste? ¿ Estás assustado? Em teu lugar eu me sentiria assim. Eu quero ficar junto de ti para que não te sintas só. Ajuda-me, Jesus, a ter forças para ficar junto de ti. 2.- Jesus carrega com a cruz Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Meu Jesus, te caregaram com a cruz. Vejo-a muto grande e seguramente te pesa muito. Eu quero ajudar-te. Deus meu, ajuda-me a portar-me muito bem e assim ajudar a Jesus, teu Filho, para que a cruz lhe pese um pouco menos esta Sexta-feira Santa. 3.- Jesus cai pela primeira vez Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Te magoaste, meu bom Jesus, mas voltas a levantar-se. Sabes que deves seguir adiante. Eu quero seguir contigo. Deus meu, dá-me forças para levantar-me quando cair e assim seguir adiante, como o fez Jesus. 4.- Jesus encontra a María. Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Maria, vês passar teu Filo e te magoa muito vê-lo assim. Te magoa mais que a todos nós. Mas tu confias em Deus e Ele te faz forte e mantém viva tua esperança na ressurreição. Maria, deixa-me estar contigo acompanhando-te e ajuda-me a parecer-me cada dia mais contigo. 5.- Jesus é ajudado pelo Cireneu Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. O Cireneu te ajuda a carregar a cruz. Eu também quero ajudar-te cada vez que te veja cansado. Deus meu, ajuda-me a ser generoso e serviçal. Em minha casa, na escola e em todo o lugar para assim me parecer com o Cireneu e ajudar a teu Filho a carregar a cruz. 6.- A Verónica enxuga o rosto de Jesus Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Uma mulher aproximou-se de ti, meu bom Jesus e te limpou a face. Tu a olhas com muito amor. Assim queres que tratemos a nossos semelhantes. Deus meu, assim como a Verónica se acercou de teu Filho, eu também quero fazê-lo com meus irmãos. 7.- Jesus cai pela segunda vez Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo.
    Outra vez caíste, meu bom Jesus. É que o caminho é muito longo e difícil. Mas novamente tu te levantaste. Tú sabes que é necessário levantar-se e seguir adiante até ao final. Jesus, ajuda-me a levantar-me como tu, para poder seguir adiante no meu caminho até ti. 8.- Jesus consola as santas mulheres Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Há umas mulheres no caminho do calvário e tu detiveste-te a saudá-las. É tão grande teu coração que as consolas, em lugar de receber consolação. Queres dar-lhes a esperança da Ressurreição. Deus meu, ajuda-me a ter o coração tão grande como o de teu Filho Jesus, para ajudar sempre a meus irmãos. 9.- Jesus cai pela terceira vez Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Uma vez mais, meu bom Jesus, uma vez mais caíste. E uma vez mais te levantaste. Tú sabes que é necessário chegar até ao final para assim poder salvar-nos do pecado. Graças, meu bom Jesus, porque te levantaste e assim me salvaste. Ajuda-me a mim a levantar-me cada vez que me caía.
    10.- Jesus é despojado de suas vestes Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Meu bom Jesus. Te tiram a única túnica que tens e os soldados a jogam aos dados. Vais morrer pobre, como também nasceste pobre. Mas tú nos disseste uma vez que teu Reino não é deste mundo, e são as portas do céu as que queres abrir para nós. Graças, meu bom Jesus, graças por quererdes salvar-me. 11.- Jesus é cravado na cruz Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Chegaste à parte alta do monte, meu bom Jesus. E te cravaram na cruz como se fosses o pior dos ladrões. Mas tu sabes perdoar a quem o fez. E também nos perdoas as nossas faltas. Jesus meu, também me perdoas. Eu te quero muito e não gosto de te ver assim. 12.- Jesus morre na cruz Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo.
    Meu bom Jesus, vieste ao mundo para nos salvar e agora o conseguiste. Com tua morte na cruz, com tua obediência a teu Pai nos abriste as portas do céu. Graças, meu bom Jesus, graças. Agora ajuda-me para que eu ganhe o Céu. 13.- Jesus é baixado da cruz Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Maria, tua Mãe, te detém entre seus braços. Está muito triste, mas segue confiando em Deus. Ela sabe que este não é o final. Maria, tú te converteste na minha Mãe desde a cruz. Jesus nos quis fazer essa oferta. Ajuda-me a estar muito perto de ti e de teu Filho toda minha vida. 14.- Jesus é colocado no sepulcro Te louvamos Oh Cristo e te bendizemos. Que por tua Santa Cruz redimiste o mundo. Agora tudo está terminado. Toda a gente volta a sua casa. Mas nós nos resta a esperança da ressurreição. Sabemos que tú viverás sempre. No Céu, no Sacrário e também em nosso coração. Ajuda-me, meu bom Jesus, ajuda-me a ressuscitar contigo cada dia, e a viver com a alegría da ressurreição.
    Vía Sacra para crianças
    Primeira estação: Jesus é condenado a morte Jesus meu, teu silêncio me ensina a levar as contradições com paciência. Pai nosso. Segunda estação: Jesus vai carrregado com a Cruz Esta Cruz, ¡Jesus meu! Deveria ser minha; meus pecados te crucificaram. Pai nosso. Terceira estação: Jesus cai pela primeira vez debaixo da Cruz ¡Jesus meu! Por esta primeira queda, não me deixes cair em pecado mortal. Pai nosso. Quarta estação: Jesus encontra a sua Mãe Que nenhum afecto humano, ¡Jesus meu!, me impeça de seguir o caminho da cruz. Pai nosso. Quinta estação: Simão, o cirineu, ajuda a Jesus a levar a cruz Jesus, amigo meu, que eu aceite com resignação qualquer prova que seja tua Vontade enviar-me. Pai nosso. Sexta estação: A Verónica enxuga o rosto de Jesus Imprime, Jesus, teu sagrado rosto sobre meu coração e concéde-me que nunca o suje o pecado. Pai nosso. Sétima estação: Jesus cai por segunda vez Jesus meu, deixa-me ajudar-te a levantar, e quando eu cair, me ajudes tú. Pai nosso. Oitava estação: Jesus consola as santas mulheres Meu maior consolo, ¡Jesus meu!, seria ouvir te dizer: muitos pecados te são perdoados, porque amaste muito. Pai nosso. Nona estação: Jesus cai pela terceira vez Jesus, quando me sinta cansado no caminho da vida, sejas Tú meu apoio e minha perseverância nos trabalhos. Pai nosso. Décima estação: Jesus é despojado de suas vestes Despoja-me, Jesus, do afecto das coisas terrenas e reveste-me da túnica do arrependimento e penitência. Pai nosso. Décima primeira estação: Jesus é cravado na cruz Ensina-me, amado Jesus meu, a perdoar as injúrias e esquecê-las. Pai nosso. Décima segunda estação: Jesus morre na cruz Já estás em agonia, Jesus meu, mas teu Sagrado Coração bate de amor pelos pobres pecadores. Faz que te ame. Pai nosso. Décima terceira estação: Jesus é baixado da cruz Tua cruz ficou vazia e nós, tristes. Ajuda-nos a saber esperar a alegria da ressurreição. Pai nosso. Décima quarta estação: Jesus é colocado no sepulcro Quando eu, Jesus, te receba em meu coração na Sagrada Eucaristía, faz que encontres digna morada, para Ti. Pai nosso.
    Esta devoção consiste en reflectir nas últimas sete frases que pronunciou Jesus na cruz, antes de sua morte. Primeira Palavra "Pai: Perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. (S. Lucas 23, 24)
    Segunda Palavra "Eu te asseguro: Hoje estarás comigo no paraíso". (S. Lucas 23,43) Terceira Palavra "Mulher, aí tens a teu filho. Aí tens a tua Mãe". (San Juan 19, 26-27) Quarta Palavra "Deus meu, Deus meu, ¿porque me abandonaste?" (Sa. Marcos 15, 34) Quinta Palavra "¡Tenho sede!" (S. João 19, 28) Sexta Palavra "Tudo está consumado". (S. João 19, 30) Sétima Palavra "Pai, en tuas mãos encomendo meu espírito". (S. Lucas 23, 46) Sob o título da Virgem da Soledade, se venera a Maria em muitos lugares e se celebra em Sexta-feira Santa. Em Sexta-feira Santa se acompanha a Maria na experiência de receber nos braços a seu Filho morto com um sentido de condolência. Se diz que se lhe vai a dar os pêsames à Virgem, cuja imagem se veste de negro nesse dia, como sinal de luto. É Ela quem com a sua companhia, sua fortaleza e sua fé nos dá força nos momentos de dor, nos sofrimentos diários e peçamos-lhe a graça de sofrer unidos a Jesus Cristo, em nosso coração, para assim unir os sacrifícios de nossa vida aos dela e compreendamos que na dor, somos mais parecidos a Cristo e capazes de amá-lo com maior intensidade. Pode-se cantar à Virgem o seguinte canção:
    Levar flores à Virgem para a consolar. Fazer oração em família, em voz alta frente à Virgem para consolá-la Rezar As sete dores em honra da Mãe Dolorosa recolhido de http://es-catholic.net António Fonseca

    QUINTA-FEIRA SANTA - tradições judaicas

    Quinta-feira Santa
    Jueves Santo
    Jueves Santo
    Significado da celebração
    Na Quinta-feira Santa celebra-se:
  • A Última Ceia,
  • O Lava-pés,
  • A institição da Eucaristia e do Sacerdócio
  • A oração de Jesus no Jardim das Oliveiras de Getsemaní.
  • Na manhã deste dia, em todas as catedrais de cada diocese, o Bispo reúne os sacerdotes em torno do altar e, numa Missa solene, consagram-se os Santos Óleos que se usam nos Sacramentos do Baptismo, Confirmação, Ordem Sacerdotal e Unção dos Enfermos.
    Na Missa vespertina, antes do ofertório, o sacerdote celebrante toma uma toalha e uma bandeja com água e lava os pés de doze varões, recordando o mesmo gesto de Jesus com seus apóstoles na Última Ceia. a) Leituras bíblicas:
    Livro do Éxodo 12, 1-8. 11-14; Primeira carta do apóstolo S. Paulo aos Corintios 11, 23-26; Evangelho segundo S. João 13, 1-15. b) A Eucaristía
    Este é o dia em que se instituiu a Eucaristía, o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo sob as espécies de pão e vinho. Cristo teve a Última Ceia com seus apóstolos e pelo grande amor que nos tem, ficou connosco na Eucaristía, para nos guiar no caminho da salvação. Todos estamos convidados a celebrar a cena instituida por Jesus. Esta noite santa, Cristo nos deixa seu Corpo e seu Sangue. Revivamos este grande dom e comprometámo-nos a servir a nossos irmãos. c) O lava-pés Jesus nesta passagem do Evangelhoo nos ensina a servir com humildade e de coração aos demais. Este é o melhor caminho para seguir a Jesus e para demonstrar-lhe nossa fé n'Ele. Recordar que esta não é a única vez que Jesus nos fala acerca de serviço. Devemos procurar esta virtude para nossa vida de todos os dias. Viver como servidores uns dos outros.
    d) A noite no Jardim das Oliveiras

    Leitura do Evangelho segundo S. Marcos14, 32-42.:

    Reflexionemos com Jesus no que sentia nestes momentos: seu medo, a angústia ante a morte, a tristeza por ser traído, sua solidão, seu compromisso por cumprir a vontade de Deus, sua obediencia a Deus Pai e sua confiança n'Ele. As virtudes que nos ensina Jesus este dia, entre outras, são a obediência, a generosidade e a humildade.

    Os monumentos e a visita das sete igrejas

    É costume, depois da Missa vespertina, fazer um momento para ressaltar a Eucaristia e expô-la de uma maneira solene para a adoração dos fieis. A Igreja pede para dedicar um momento de adoração e de agradecimento a Jesus, um acompanhar a Jesus na oração do jardim. É por esta razão que as Igrejas preparam seus momentos. Este é um dia solene.Na visita das sete igrejas ou sete templos, é costume levar a cabo uma breve oração na qual se dão graças ao Senhor por todo o seu amor ao ficar connosco. Isto se faz em sete templos diferentes e simboliza o ir e vir de Jesus na noite da traição. É o que refere quando dizem “trazer-te de Herodes a Pilatos”

    A ceia de páscoa no tempo de Jesus Há milhares de anos, os judeus vivíam na terra de Canaán, mas sobreveio uma grande carestia e tiveram que mudar-se a viver no Egipto, onde o faraó lhes deu umas terras férteis onde puderam viver, graças à influência de um judeu chamado José, conhecido como o sonhador. Depois de mutos anos, os israelitas se multiplicaram muitissimo no Egipto e o faraó tuvo medo de que se rebelassem contra seu reino. Ordenou matar a todos os meninos varões israelitas, afogando-os no río Nilo. Moisés logrou sobreviver a essa matança, pois sua mãe o pôs numa canastra no río e foi recolhido pela filha do faraó.
    O faraó converteu em escravos os israelitas, encomendando-lhes os trabalhos mais pesados. Deus elegeu a Moisés para que liberartasse o seu povo da escravidão. Como o faraó não acedia a libertá-los, Deus mandou cair dez pragas sobre o Egipto.
    A última dessas pragas foi a morte de todos os primogénitos do reino.
    Para que a praga não caisse sobre os israelitas, Deus ordenou a Moisés que cada um deles marcasse a porta de sua casa com o sangue de um cordeiro e lhe deu instrucções específicas para ele: Na ceia, cada familia devia comer-se inteiro um cordeiro assado sem romper-lhe os ossos. Não deviam deixar nada porque ao dia seguinte já não estariam aí. Para acompanhar o cordeiro deviam come-lo com pão ázimo e ervas amargas. As ervas amargas ajudariam a que tivessem menos sede, já que teriam que caminhar muito no deserto. O pão ao não ter levadura não se faria duro e o podiam levar para comer no caminho. Lhes mandou comer de pé e vestidos de viagem, com todas as suas coisas prontas, já que tinham que estar preparados para sair quando os avisassem.No dia seguinte, o primogénito do faraó e de cada um dos egipcios amanheceu morto. Isto fez com que o faraó acedesse a deixar os israelitas em liberdade e estes sairam a toda a pressa do Egipto. O faraó prontamente se arrependeu de haver deixado irem-se e enviou a todo seu exército para trazê-los de novo. Deus ajudou o seu povo abrindo as águas do mar Vermelho para que passassem e as fechou no momento em que o exército do faraó tentava passar.
    Desde esse dia os judeus começaram a celebrar a páscoa na primeira lua cheia de primavera, que foi quando Deus os ajudou a libertar-se da escravidão no Egipto.
    Páscoa quer dizer “passagem”, ou seja, passagem da escravatura para a liberdade. A passagem de Deus por suas vidas. Os judeus celebram a páscoa com uma ceia muito parecida à que tiveram seus antepassados na última noite que passaram no Egipto.
    A festa da páscoa se chamava “Pesaj” e se celebrava em recordação da libertação do povo judeu da escravatura do Egipto. Isto o faziam ao chegar a primavera, de 15 a 21 do mês hebreu de Nisán, na lua cheia. Os elementos que se utilizavam na ceia eram os seguintes:
  • O Cordeiro: Ao sair do Egipto, os judeus sacrificaram um cordeiro e com o seu sangue marcaram aos umbrais das suas portas.
  • Karpas: É uma erva que se banha em água salgada e que recorda as misérias dos judeus no Egipto.
  • Naror: É uma erva amarga que simboliza os sofrimentos dos hebreus durante a escravidão no Egipto. Comiam naror para recordar que os egipcios amargaram a vida de seus antepassados convertendo-os em escravos.
  • Jarose: É uma mistura de maçã, noz, mel, vinho e canela que simboliza a mistura de argila que usaram os hebreus no Egipto para as construcções do faraó.
  • Matzá: É um pão sem levedura que simboliza o pão que sacaram os hebreus do Egipto que não pôde fermentar por falta de tempo.
  • Água salgada: Simboliza o caminho pelo Mar Vermelho
  • Quatro copos de vinho: Simbolizam quatro expressões Bíblicas da libertação de Israel.
  • Sete velas: Alumiam dando luz. Esta simboliza a vinda do Messias, luz do mundo.
  • A ceia constava de oito partes:
    1. Acesas as luzes da festa: O que presidia à celebração acendia as velas, todos permaneciam de pé e faziam uma oração. 2. A bênção da fiesta (Kiddush): Se sentavam todos à mesa. Diante de quem presidia à ceia, havia uma grande taça ou vasilha de vinho. Frente aos demais membros da família havia um prato pequeno de água salgada e um prato com matzás, rábano ou alguma outra erva amarga, jaroses e alguma erva verde.
    Se servia a primeira taça de vinho, a taça de acção de graças, e de davam a todos os membros da familia. Todos bebiam a primeira taça de vinho. Depois o servente apresentava uma vasilha, jarra e servilheta ao que presidía à celebração, para que se lavasse suas mãos enquanto dizia a oração. Se comia a erva verde, o servente levava um prato com três matzás grandes, cada uma envolta numa servilheta. O que presidía à cerimónia desenvolvia a peça superior e a levantava no prato.
    3. A história da saida do Egipto (Hagadah). Serviam-se a segunda taça de vino, a taça de Hagadah. Alguém da familia lia a saida de Egipto do livro do Éxodo, capítulo 12. O servente trazia o cordeiro pascal que devia ser macho e sem mancha e se assava num assador em forma de cruz e não se lhe podia partir nenhum osso. Colocava-se diante de quem presidía à celebração, e perguntava pelo significado da festa de Pesaj. Eles respondíam que era o cordeiro pascal que nossos pais sacrificaram ao Senhor em memória da noite en que Yahvé passou de largo pelas casas de nossos pais no Egipto. Logo tomava a peça superior do pão ázimo e o sustinha ao alto. Logo levantava a erva amarga.
    4.Oração de acção de graças pela saida de Egipto: O que presidía à cerimónia levantava sua taça e fazia uma oração de graças. Colocava a taça de vinho no seu lugar. Todos se punham de pé e recitavam o salmo 113.
    5. A solene bênção da comida: Todos se sentavam e se benzia o pão ázimo e as ervas amargas. Tomava primeiro o pão e o benzia. Depois cortava a matzá superior em pequenas porções e distribuía um pedaço a cada um dos presentes. Eles o sustinham em suas mãos e diziam uma oração. Cada pessoa punha uma porção de erva amarga e algo de jaroses entre dois pedaços de matzá e diziam juntos uma pequena oração.
    6. A ceia pascal: Se levava a cabo a ceia. 7. Bebida da terceira taça de vinho: a taça da bênção.- Quando se terminavam a ceia, o que presidia tomava a metade grande da matzá no meio do prato, a partia e a distribuía a todos ali reunidos. Todos sustinham a porção de matzá em suas mãos enquanto quem presidia dizia uma oração e logo o comiam. Se lhes servia a terceira taça de vinho, “a taça da bênção”. Todos se punham de pé e tomavam a taça da bênção.
    8. Bênção final: Enchiam-se as taças pela quarta vez. Esta quarta taça era a “Taça de Melquisedec”. Todos levantavam suas taças e diziam uma oração de louvor a Deus. Se as tomavam e quem presidia à cerimónia concluía a celebração com a antiga bênção do Livro dos Números (6, 24-26).
    Día da Caridade:
    No México, os bispos, estabeleceram que Quinta feira Santa seja o dia da caridade. O objectivo disto não é levar a cabo uma colecta para os pobres, mas sim o impulso de seguir o exemplo de Jesus que compartilhou todo o seu ser.
    Sugestões para viver esta festa:
  • Dedicar um tempo à adoração à Eucaristía
  • Fazer a visita das sete casas.
  • http://es-catholic.net António Fonseca

    DOMINGO DE RAMOS - Festa 5-ABRIL

    Domingo de Ramos, Festa
    Festa, Abril 5
    Domingo de Ramos, Fiesta
    Domingo de Ramos, Fiesta
    O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a recordação das Palmas e da Paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a litúrgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de S. Marcos. Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que têm dado origem a esta celebração: a alegre, multitudinária, festiva litúrgia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte en minmesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnesis - da paixão que marcava a litúrgia de Roma. Litúrgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossaa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser actualizada. Vamos com o pensamento a Jerusalém, subimos ao Monte das Oliveiras para entrar na capela de Betfagé, que nos recorda o gesto de Jesus, gesto profético, que entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e condenado depois, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento a gente reviveu a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e gente que acompanhou a Jesus, como um Rei. S. Lucas não fala de oliveiras nem palmas, mas sim de gente que ia atapetando o camiho com seus vestidos, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória no alto". Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrava este momento com uma procissão multitudinária. E a coisa gustou tanto aos peregrinos que o ocidente deixou plasmada nesta procissão de ramos uma das mais belas celebrações daq Semana Santa. Com a liturgia de Roma, por outro lado, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante de Cristo do Domingo de Ramos e na Via Sacra dos dias santos. Sem embargo, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo.
    http://es-catholic.net António Fonseca
    "Pai, em tuas mãos encomendo o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autónomo, necessita que se lhe anuncie o mistério da debilidade de nosso Deus em que se demonstra o cúmulo de seu amor. Como o anunciaram os primeros cristãos com estas narrações largas e detalhadas da paixão de Jesus.
    Era o anúncio do amor de um Deus que baixa connosco até ao abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto com ele se podia medir a força da Ressurreição.
    A litúrgia das palmas antecipa neste domingo, chamado páscoa florida, o triunfo da ressurreição; enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.