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segunda-feira, 27 de abril de 2009

UM ANO COM SÃO PAULO (8)

CONTINUAÇÃO (8) Do livro "Um ano com São Paulo" da Editorial Missões - Cucujães, escrito pelo Pde. Januário dos Santos, com os textos bíblicos retirados da BÍBLIA SAGRADA, (tradução dos Monges de Maredsous) e publicado em Junho de 2008, passo a transcrever (com a devida vénia) alguns dos textos dos Actos dos Apóstolos e das Epístolas de S. Paulo, - ali inseridos - desde 19 de Abril: Dias 11, 12, 13, 14 e 15 de Fevereiro OS EXORCISTAS JUDEUS (Act. 19, 13-20) Alguns judeus e exorcistas judeus vendo os extraordinários prodígios que Paulo fazia, começaram a invocar o nome de Jesus, que o Apóstolo pregava, para expulsar os espíritos. Mas um respondeu a esta intimação: "Conheço Jesus e sei quem é Paulo. Mas vós quem sois?" 13 Alguns judeus exorcistas que percorriam vários lugares experimentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que se achavam possessos dos espiritos malignos, com as palavras: "Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega." 14 Assim procediam os sete filhos de um judeu chamado Cevas, sumo-sacerdote. 15 Mas o espírito maligno replicou-lhes: "Conheço Jesus e sei quem é Paulo. Mas vós, quem sois?" 16 Nisto o homem possuído do espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois deles e subjugou-os de tal maneira que tiveram que fugir daquela casa feridos e com as roupas rasgadas. 17 Este caso tornou-se (em breve) conhecido de todos os judeus e gregos de Éfeso, e encheu-os de temor e engrandeceram o nome do senhor Jesus. 18 Muitos dos que haviam acreditado vinham confessar e declarar as suas obras. 19 Muitos também, que tinham exercido artes mágicas, juntaram os seus livros e queimaram-nos diante de todos. Calculou-se o seu valor, e achou-se que montava a cinquenta mil moedas de prata. 20 Foi assim que o poder do Senhor fez crescer a palavra e a tornou sempre mais eficaz. Frase para recordar; Muitos dos que haviam acreditado (na magia) vinham, confessar e declarar as suas obras. PROJECTOS DE PAULO (Act. 19, 21-22) Os versículos 21 e 22 parecem estar aqui deslocados. Ficariam melhor no fim do capítulo. Ao episódio dos exorcistas segue-se o dos ourives. Um tal Demétrio, que fazia miniaturas do templo de Ártemis, que era um conjunto de 120 metros por 70, rodeado por 120 colunas de 19 metros de altura, uma das maravilhas do mundo, chama os artífices e dá-lhes a conhecer que o seu negócio está em perigo por causa da pregaçao de Paulo. Assim rebenta uma revolta popular contra o Apóstolo e faz-se uma manifestação que vai até ao teatro. São levados dois companheiros de Paulo. Ele quer intervir mas até os asiarcas (título dado a certos governantes antigos da província da Ásia) aconselham-no a não se apresentar. Por aqui vemos que o cristianismo tinha penetrado até nas classes dirigentes. 21 Concluídas estas coisas, Paulo resolveu ir a Jerusalém, depois de atravessar a Macedónia e a Acaia. "Depois de eu ter estado lá, disse ele, é necessário que veja também Roma." 22 Enviou à Macedónia dois dos seus auxiliares, Timóteo e Erasto, mas ele mesmo demorou-se ainda durante algum tempo na Ásia. Frase para recordar: É necessário que eu veja também Roma. TUMULTO DOS OURIVES (Act. 19, 23-31) 23 Por esse tempo, ocorreu um grande alvoroço a respeito do Evangelho. 24 Um ourives, chamado Demétrio, que fazia templozinhos de Ártemis em prata, dava muito a ganhar aos artífices. 25 Convocou-os, juntamente com os demais operários do mesmo ramo, e disse: "Conheceis o lucro que nos resulta desta indústria. 26 Ora, estais vendo e oiuvindo que não só em Éfeso, mas quiase em toda a Ásia, esse Paulo tem persuadido e desencaminhado muita gente, dizendo que não são deuses os ídolos que são feitos por mãos de homens. 27 Daí não somente há perigo de que esta nossa corporação caia em descrédito, como também que o templo da grande Ártemis seja desconsiderado, e até mesmo seja despojado da sua majestade aquela que toda a Ásia e o mundo inteiro adoram." 28 Estas palavras encheram-nos de ira e puseram-se a gritar: "Viva a Ártemis dos Efésios!" 29 A cidade alvoroçou-se e todos correram, ao teatro levando consigo Caio e Aristarco, macedónios e companheiros de Paulo. 30 Paulo queria apresentar-se ao povo, mas os discípulos não o deixaram. 31 Até alguns dos asiarcas, que eram seu amigos, lhe enviaram recado, pedindo que não se aventurasse a ir ao teatro. Frase para recordar: Paulo queria apresentar-se ao povo, mas os discípulos não o deixaram. A MANIFESTAÇÃO (Act. 19, 32-41) Nesta manifestaçao-revolta há um bom traço de psicologia das massas: a maioria participava e gritava mesmo sem saber por quê. Alexandre, que não é cristão, procura dissociar a causa dos judeus da dos cristãos... 32 Todos gritavam ao mesmo tempo. A assembleia era uma grande confusão e a maioria nem sabia por que se achavam ali reunidos. 33 Entâo fizeram sair do meio da turba Alexandre, que os judeus empurravam para a frente. Alexandre, fazendo sinal com a mão, queria dar satisfação ao povo. 34 Mas quando perceberam que ela era judeu, todos a uma voz gritaram pelo espaço de quase duas horas: "Viva a Ártemis dos Efésios!" 35 Então o escrivão da cidade (veio) para apaziguar a multidão e disse: "Efésios, que homem há que não saiba que a cidade de Éfeso venera a grande Ártemis, e que a sua estátua caiu dos céus? 36 Se isto é incontestável, convém que vos sossegueis e nada façais inconsideradamente. 37 Estes homens, que aqui trouxestes, não são sacrílegos nem blasfemadores da vossa deusa. 38 Mas, se Demétrio e os outros artífices têm alguma queixa contra alguém, os tribunais estão abertos e aí estão os magistrados; institua-se um processo contra eles. 39 Se tendes reclamação a fazer, a assembleia legal decidirá. 40 Do que se deu aqui hoje, corremos o risco de sermos acusados de rebelião, porque não há motivo algum que nos permita justificar este tumulto." 41 A estas palavras, dissolveu-se a aglomeraçâo. Frase pare recordar: Estes homens, que aqui trouxestes, não são sacrílegos nem blasfemadores da vossa deusa. VIAGEM À MACEDÓNIA E À GRÉCIA (Act. 20, 1-6) Não foi nada fácil o anúncio do Evangelho por Paulo. Vemo-lo até nestes seis versículos do capítulo 20 dos Actos, que nos relatam a viagem europeia dedicada a visitar comunidades já fundadas, e que também nos fornecem o nome de alguns dos seus colaboradores. 1 Depois que cessou o tumulto, Paulo convocou os discípulos. Fez-lhes uma exortação, despediu-se e pôs-se a caminho para ir à Macedónia. 2 Percorreu aquela região, exortou os discípulos com muitas palavras e chegou à Grécia, 3 onde se deteve por três meses. Como os judeus lhe armassem ciladas no momento em que ia embarcar para a Síria, tomou a resolução de voltar pela Macedónia. 4 Acompanharam-no Sópatro de Bereia, filho de Pirro, e os tessalonicenses Aristarco e Segundo, Caio de Derbe, Timóteo, Tíquico e Trófimo, da Ásia. 5 Estes foram na frente e esperaram-nos em Tróade. 6 Nós outros, só depois da festa da Páscoa é que navegámos de Filipos. E, cinco dias depois, fomos ter com eles a Tróade, onde ficamos uma semana. Frase para recordar: Percorreu aquela região, exortou os discípulos com muitas palavras. Recolha e transcrição do livro UM ANO COM SÃO PAULO Pde Januário dos Santos Ed. Editorial Missões Cucujães-2008

ZITA, Santa (e outros)-27-ABRIL

Zita de Lucca, Santa
Virgem, Abril 27
Zita de Lucca, Santa
Zita de Lucca, Santa

Padroeira das empregadas domésticas. É invocada também pelas chaves perdidas.

Nasceu perto de Lucca, Itália em 1218 e morreu em Lucca em 27 de Abril de 1278.
Sua família era pobre mas muito devota. Sua irrmana mais velha entrou no convento cisterciense e seu tío era eremita com fama popular de santidade. Não teve dinheiro e nem sequer se sabe seu apelido. Sem embargo, logrou o único que é necessário para que a vida seja um verdadeira santidade. Para manter a sua família, aos doze anos de idade se fez serviçal (hoje seria empregada doméstica...) dos Fatinelli, uma familia rica de Lucca, e os serviu o resto de sua vida, por 48 anos. Desde pequena demostrou um grande amor para com todos, especialmente aos pobres e abandonados. Isto não agradava muito à família Fatinelli. Mas o Senhor interviu. Numa ocasião, Zita foi a servir a um necessitado deixando momentáneamente seu trabalho na cozinha. Outros serviçais disseram à familia Fatinelli, mas quando esta foi à cozinha a investigar encontrou anjos fazendo seu trabalho. Desde aquele dia lhe permitiram mais liberdade para servir aos pobres. Não por isso cessaram as burlas e os ataques dos outros serviçais. Uma vez que a fome açoitou a cidade, Zita tinha o costume de repartir tudo o que era seu, incluindo sua comida, com os pobres. Mas a necessidade era muito grande, pelo que repartiu a despensa de grãos da família com os pobres. Quando a família foi a investigar encontrou a despensa repleta. Foram muitos os incidentes milagrosos de sua vida. Na véspera de Natal, Zita encontrou à porta da Igreja de S. Fredaino, um homem que tremia de frio. Ela tomou um valioso manto da familia e entregou-lho, advertindo-o que devia devolvê-lo depois da missa para que ela pudesse por sua vez fazê-lo a seu dono. Mas o homem desapareceu. Aquilo foi demasiado para o Senhor Fatinelli que no próximo dia montou em cólera contra Zita. Assim estava quando um ancião veio à porta e devolveu o manto. As pessoas do povo interpretaram que aquele ancião era um anjo, pelo que desde então a porta de S. Fredaino se chamou "O Portal do Anjo". Zita tinha particular devoção pelos prisioneiros condenados à morte. Morreu aos 60 anos e imediatamente seu culto se propagou especialmente em Palermo, Sicília, outras partes de Itália e Inglaterra. Seu corpo se venera na capela de Santa Zita da Igreja de S. Fredaino, em Lucca, Itália Foi canonizada por S.S. Leão X em 5 de Setembro de 1696.

Nossa Senhora de Montserrat

Posted: 27 Apr 2009 02:36 PM PDT

27 de abril (Festa Mariana) (Nossa Senhora de Montserrat ou Nossa Senhora Moreneta) "Deus Pai ajuntou todas as águas e denominou-as mar; reuniu todas as suas graças e chamou-as Maria". Santo Luiz Maria Grignion de Monfort Padroeira da Catalunha. Venerada pelos padres Beneditinos
A Catalunha está situada a noroeste de Barcelona, a pouco mais de trinta quilômetros, no sul da Espanha. A região possui um conjunto de montanhas que, à primeira vista, lembra os dentes de uma serra de madeira, por isto recebeu o nome de Montserrat. Este pitoresco cenário deu origem à devoção a Nossa Senhora de Montserrat, a "Mare de Déu", como se diz na língua local, e declara Padroeira da Catalunha pelo Papa Leão XIII. Os dados históricos se mesclam à antiga tradição do povo que situou o culto no ano 546, quando o monge Querino se retirou numa gruta da montanha e construiu uma pequena ermida dedicada à Virgem Maria. Com o tempo o lugar se tornou uma modesta. Passados dois séculos, sempre segundo a tradição, dois pastores passaram diante da gruta com seus rebanhos e perceberam uma luz dentro dela. Curiosos entraram para ver o que era e encontraram a bela imagem da Mãe de Deus. Os registros históricos dizem que em 880 existia realmente a ermida de Nossa Senhora de Montserrat. Nesta ocasião houve a reconquista do território, com os árabes muçulmanos expulsos pelos exércitos cristãos. A Catalunha foi retomada pelo conde Walfrido, o Cabeludo que cedeu a ermida de Montserrat, junto com outras três, aos monges beneditinos do mosteiro de Ripoll. Em 1032, o influente abade Oliva decidiu fundar pequenas comunidades de beneditinos ao lado das antigas ermidas doadas, inclusive na da Virgem de Montserrat. Desde então a devoção ganhou forte impulso na diocese da Catalunha. A bela imagem que preside o altar é dourada e policromada. Apresenta a Virgem Maria sentada sobre um pequeno trono com o Menino Jesus sobre seus joelhos. Ambos têm o rosto e as mãos de cor negra. Por este detalhe, o povo catalão a chama carinhosamente de Virgem "Moreneta" de Monteserrat. A devoção se estendeu por todas partes do mundo por meio das expedições marítimas espanholas. Os missionários a levaram para as Américas. No Brasil foi introduzida por Francisco de Souza, governador-geral, em 1590. Na cidade de Santos, é festejada como Padroeira oficial da cidade, em 08 de setembro. Esta era a antiga data da sua celebração no Mosteiro Santuário de Montserrat que a transferiu para o dia 27 de abril.
Nossa Senhora de Montserrat
Padroeira de Catalunha, Abril 27
Nuestra Señora de Montserrat
Nuestra Señora de Montserrat

Padroeira de Catalunha Abril 27

A Virgem de Montserrat foi declarada santa padroeira de Catalunha pelo papa Leão XIII.
Etimológicamente significa “ monte aserrado”. Vem do francés. Entre un mar de belleza natural, rocas , picachos y ermitas se eleva el santuario de la Virgen de Montserrat que aparece ya en el siglo IX. Durante el tiempo de los abades Ripoll y Oliva se propagó mucho.. Este último le dio un impulso enorme a su culto.Prácticamente, desde él hasta ahora sigue vigente, y miles y miles de peregrinos de Cataluña, España y del extranjero se pasan días o algunas horas orando ante la Moreneta de la Serra. Y desde entonces hasta nuestros días hay una gran expansión de esta devoción mariana.El Papa León XIII le concedió el privilegio de que fuera la primera Virgen coronada y la nombró patrona de toda Cataluña.El mundo de las leyendas no es ajeno a todas estas Vírgenes. Esta, por ejemplo, se le atribuye a san Lucas. Dice que fue él mismo quien la labró o talló. Se trata de un Virgen románica de una gran belleza con el Niño en sus rodillas en actitud de bendecir a todos los que se acercan a este precioso lugar. Y la tradición sigue hablando acerca de quien la trajo. Unos dicen que el propio Lucas, otros que san Pedro. Durante la invasión árabe hubo que enterrarla hasta que terminó la Reconquista Se le llama Moreneta debido, según algunos autores y estudiosos, al humo proveniente de tantas velas encendidas en su honor como señales de su protección o como signo de pedirle favores o de acción de gracias. Esta devoción montserratina no tardó en llegar a los lugares más lejanos. Los navegantes y conquistadores aragoneses y catalanes la llevaron hasta el mismo Oriente y al Nuevo Mundo. Debido a su gran devoción, hay muchas iglesias levantadas en su honor a lo largo y ancho de la geografía cristiana. A Montserrat han acudido muchos santos desde el siglo XIII. Los reyes de España la han visitado como muestras de su fe y amor a la Señora de Montserrat. Los monjes benedictinos le dan culto cada día. Y la coral ayuda a mantener viva esta devoción. ¡Felicidades a quienes lleven este nombre! “Con dinero se puede fundar una vivienda espléndida, pero no una familia dichosa”.
Jaime de Bitetto, Beato
Franciscano, Abril 27
Jaime de Bitetto, Beato
Jaime de Bitetto, Beato

Religioso da PrimeIra Ordem Franciscana (1400‑1490)

Clemente XI aprobó su culto. Nació en Dalmacia (de ahí el sobrenombre de Ilírico), más probablemente en Zara (según otros en Estridonio) hacia 1400, hijo de Leonardo y Beatriz Varinguer. De unos veinte años de edad entró a la Orden de los Hermanos Menores en Zara, en calidad de hermano religioso. En 1438 acompañó a Italia a su provincial; al llegar a Bari, pidió y obtuvo el poder permanecer en dicha provincia. Vivió doce años en diversos conventos y luego fue destinado a Bitetto, donde, salvo breves temporadas, permaneció hasta su muerte, por lo cual se le apoda también de Bitetto. Ejercitó principalmente el oficio de limosnero, y de esta forma ejerció un fructuoso apostolado; se distinguió por su caridad heroica durante la peste de 1482. Obró prodigios, algunos de ellos un tanto extraños y dignos del mundo de las «Florecillas». Los habitantes de la Apulia del siglo XV, durante 40 años vieron y admiraron al humilde penitente fray Jaime recorrer sus caminos, tocar de puerta en puerta, para pedir la limosna en el nombre del Señor y dar a cambio una palabra de aliento que brotaba de su gran corazón rebosante de caridad divina. Sólo Dios sabe cuánto bien hizo él con el buen ejemplo y con la palabra sencilla y persuasiva. El nombre de nuestro Beato ha permanecido ligado a la gruta de nuestra Señora llamada «La Bendita», no muy lejos del convento. Enamoradísimo de la celestial Madre, pasaba largas horas en oración ante la imagen de María; muchas veces fue visto arrobado en dulcísimos éxtasis. Dotado de espíritu profético, predijo muchas cosas que luego se cumplieron, entre ellas la curación o la muerte de personas enfermas que recurrían a él. Estos y muchos otros hechos prodigiosos glorificaron la santidad del humilde hermano limosnero y cocinero, quien en su vida nada buscó, nada pidió, nada amó sino a Dios. Era ya muy anciano y su cuerpo estaba desgastado por las prolongadas penitencias. En los últimos años tenía que ayudarse con el bastón para sostenerse en pie. Finalmente vino la hermana muerte a invitarlo al reposo eterno. Siempre había vivido en el silencio y en la humildad y así su muerte fue rodeada de oración y de silencio. Una antigua pintura lo representa recostado en la dura estera, rodeado de sus cohermanos y de los fieles llorando. El rostro del moribundo está rodeado de una misteriosa luz, el gozo de los santos en el acto solemne de recibir el premio eterno. El Beato Jaime de Bitetto murió el 27 de abril de 1490. Tenía 90 años.
María Antonia Bandrés E Elósegui, Beata
Religiosa, Abril 27
María Antonia Bandrés y Elósegui, Beata
María Antonia Bandrés y Elósegui, Beata

Religiosa da Congregação das Filhas de Jesus

Nace en Tolosa (España) un 6 de marzo de 1898. Su papá se llamaba Ramón Bandrés y su mamá Teresa Elósegui. Fue la segunda hija de los quince que tuvo el matrimonio. Antonita sentía un amor entrañable hacia sus padres y hermanos, esto hizo que le costara mucho afectivamente la separación de los mismos al ingresar al noviciado, por eso se le escuchó decir: “Sólo por Dios los he dejado”. En aquel hogar se vivía la fe y la caridad cristiana. Doña Teresa era una mujer ejemplar y santa, que supo ayudar a sus hijos a crecer en todo, pero especialmente en el amor a Dios, a María y a los más pobres y necesitados. Su salud era un poco débil. Sus padres tuvieron con ella cuidados especiales. La debilidad y el excesivo celo de los suyos, ayudaron a acentuar en aquella niña un carácter sensible hasta la susceptibilidad, que en los primeros años llegó a preocupar a doña Teresa: “¡Qué chiquilla más fastidiosa! ¡Cuánto vas a sufrir con ese carácter!”. Y sufrió sí, pero sin que la sonrisa, aunque teñida a veces de melancolía, se borrara de sus labios. Cursó sus estudios en el colegio de San José (Tolosa), el mismo fue fundado por la Madre Cándida y allí mismo conoció a la encantadora Antonita, todavía casi niña. Cautivada por su mirada profunda y transparente, profetizó la Madre Cándida: “Tú serás Hija de Jesús”. Sin duda estas palabras se grabaron con anhelo de respuesta fiel en su corazón, que ya quería ser sólo de Jesús. El amor a la Virgen, que había germinado en los brazos de su madre, floreció espléndido en el colegio, ya que el mismo está marcado por la advocación de la Virgen del Amor Hermoso. Y María Antonia Bandrés fue congregante mariana por méritos de conducta y aplicación. Su amor a los pobres y necesitados Con ellos compartía de niña sus ahorros y todo lo que tenía, pero supo siempre hacer las obras de misericordia con sencillez y naturalidad para que nadie se sintiera herido. Para Antonita seguir a Jesucristo y estar cerca de los pobres eran una misma cosa. Lo había aprendido de sus padres que le enseñaron que el amor a los otros era un deber. Primero los visitaba con su madre, luego –catorce o quince años– iba a su encuentro sólo con la sencillez y humildad que la caracterizaban. A veces cuando el lugar o la persona visitada podían suponer algún riesgo, le acompañaba Francisca, una empleada de la casa, cómplice en la caridad y en el silencio con que María Antonia actuaba en estas situaciones difíciles: Aquella viejecita de la chabola, que respondía con gritos y mal humor a su ternura; el marido amenazante, que se calmaba sólo cuando “la señorita” lo esperaba en su propia casa para evitar el terror de los niños; las obreras del sindicato, para quienes ella era “distinta de las demás, aunque todas buenas”; lugares, personas en los que el paso de María Antonia dejó huella. Su llamada La llamada a ser Hija de Jesús encontró su corazón bien dispuesto. La decisión estaba tomada. El realizarla costaría mucho, pero había de llegar a término seguro: “Es preciso llegar a la cumbre”. E inició María Antonia aquella subida, que nunca tuvo retrocesos. Las piedras del camino fueron hiriendo sus pies sin que jamás se detuviera a vendar las heridas. Era natural sufrir por Jesús, “que tanto sufrió por nosotros”. Tener algo que ofrecerle, era una compensación a sus deseos de darse toda, porque “de hacerlo, hacerlo entero”. Movida por un impulso del Espíritu Santo, ofreció a Dios su vida por quien había sido su padrino de bautismo, el querido tío Antón. El le manifestó su desacuerdo cuando ella se marchó al Noviciado, por tener una postura más agnóstica, pero comprendió luego el gesto misericordioso de su ahijada y descubrió tras él la misericordia del Padre, que lo acogió en sus brazos en un día de gracia y de perdón, bajo la mirada maternal de la Virgen de Aranzazu. Para sus últimos instantes, le estaban reservadas las gracias de la paz y la consolación verdaderas: “¿Esto es morir? ¡Qué dulce es morir en la vida religiosa! Siento que la Virgen está a mi lado, que Jesús me ama y yo lo amo…” Entro al Reino Celestial el 27 de abril de 1919, y fue beatificada por S.S. Juan Pablo II el 12 de mayo de 1996.
Cándida María de Jesus, Beata
Fundadora, Agosto 9
Cándida María de Jesús, Beata
Cándida María de Jesús, Beata

Fundadora da Congregação das Filhas de Jesus

Nació en el caserío de Berrospe, Andoain (Guipúzcoa, País Vasco, España) el día 31 de mayo de 1845, fue bautizada con el nombre de Juana Josefa Cipitria y Barriola. En 1854 la familia Cipitria y Barriola se mudó a Tolosa. En 1862 deja tierra vasca, rumbo a Burgos, donde siendo aún joven, tuvo que cuidar de sus hermanos menores en una familia numerosa, para ello ingresa a trabajar con la familia del magistrado Jose de Sabater. A la vez que daba los primeros pasos en la vida de piedad. Siguiendo a la familia Sabater, a Valladolid, en el año 1868, en la Iglesia del Rosarillo, conoce al P. Miguel San José Herranz, sacerdote jesuita, quien le ayuda a aumentar su actitud de penitencia y oración, que son dos caminos necesarios para tomar toda decisión importante, es aquí que siente el llamado a responder a las necesidades de aquella turbulenta sociedad española, lo que le lleva fundar una "Congregación con el nombre de Hijas de Jesús, dedicada a la salvación de las almas, por medio de la educación e instrucción de la niñez y juventud”. Será finalmente en Salamanca, el 8 de diciembre de 1871, cuando con otras cinco mujeres da inicio a la Congregación cpm la Eucaristía celebrada en la iglesia de la Clerecía. Juana Josefa tiene 26 años cuando empieza la redacción las Constituciones del nuevo Instituto y la formación de las aspirantes. El P. Herranz le presta ayuda poniendo a su alcance el Sumario de las Constituciones ignacianas. En poco tiempo la congregación se expande creando instituciones a lo largo de España creando escuelas en Peñaranda de Bracamonte, Arévalo, Tolosa, Segovia, Medina del Campo, etc. Tras este primer paso, el 3 de octubre de 1911 el primer grupo de religiosas de las Hijas de Jesús embarcan rumbo al Brasil, donde abrirán nuevas casas. Éste habrá sido sólo el primer paso de la expansión internacional de la Congregación. Después de su muerte el 9 de agosto de 1912 las Hijas de Jesús, pretenden seguir los caminos evangélicos como lo hizo la Madre Cándida Mª de Jesús. Fue beatificada por el Papa Juan Pablo II el 12 de mayo de 1996.
Hosanna de Kotor, Beata
Dominicana, Abril 27
Hosanna de Kotor, Beata
Hosanna de Kotor, Beata
Nacida en Montenegro, en el año 1493, en el seno de una familia ortodoxa griega, fue bautizada dentro de esa tradición con el nombre de Catalina (Catherine) Cosie. Ella era una pastorcita en su juventud, y aprovechaba su labor para pasar horas oración solitaria, es en esta época que comenzó a tener visiones del Niño Jesús. Cuando cumplió 12 años, sus visiones fueron seguidas por un fuerte deseo de viajar a Kotor, donde ella sentía que podría orar mucho mejor. Su madre le consiguió un trabajo como sirvienta de una católica muy adinerada, que le permitía pasar en la iglesia todo el tiempo que ella deseara, fue aquí donde Catalina se convirtió al Catolicismo Romano. Al final de su adolescencia ella sintió el llamado de llevar la vida dura y espiritual de un anacoreta. Aunque era muy joven para asumir esta vida, su director espiritual le facilitó una celda cerca de la iglesia de San Bartolomé en Kotor. Luego ella se mudó a una celda en la iglesia de San Pablo, y tomó el habito terciario dominico cambiando su nombre a Hosanna en memoria a la beata Hosanna de Mantua, y vivió bajo la regla dominica los siguientes 52 años. Un grupo de hermanas dominicas se mudaron cerca de ella para seguir sus consejos y guía, pedirle oraciones. La consideraban su líder. Llegaron a ser tantas, que un convento dominico fue construido para ellas. Las visiones místicas no se detuvieron, ella veía a la Santísima Virgen con al Niño Jesús, varios santos y de vez en cuando al mismo demonio. Alguna vez Satanás tomó la apariencia de la Virgen, pero Hosanna se dio cuenta de quien era cuando le pidió que deje la vida religiosa. La tradición cuenta que cuando Kotor fue atacada por los turcos, lograron su liberación gracias a las oraciones de nuestra beata; también se cuenta que sus oraciones salvaron a Kotor de la plaga. Murió en el año 1565, y fue beatificada en el año 1934 durante del pontificado de S.S. Pío XI
Nicolás Roland, Beato
Fundador, Abril 27
Nicolás Roland, Beato
Nicolás Roland, Beato

Fundador das Irmãs do Menino Jesus

Nicolás Roland nace en la pequeña localidad de Baslieux-les-Reims, a nueve kilómetros de Reims, hijo de Jean-Baptiste Roland (1611-1673), comisario para las guerras y antiguo comerciante de paños y de Nicole Beuvelet. El padrino de su bautismo, celebrado el 23 de julio de 1643, fue su tío, el luego famoso Matthieu Beuvelet. En 1650 ingresa en el colegio de los jesuitas de Reims, junto a la iglesia de San Mauricio, donde demuestra una inteligencia viva y el deseo de hacerse sacerdote. En 1653 recibe la tonsura de manos del obispo de Pouy en la abadía de Saint-Pierre les Dames. Ya clérigo, comienza sus estudios de Retórica y Teología, participando también en varias obras de teatro, como la estrenada con ocasión de la coronación de Luis XIV el 7 de junio de 1654, Le lys, sacreé roi des fleurs. Una vez terminados sus estudios, abandona momentáneamente la carrera sacerdotal y emprende un viaje por toda Francia para conocer el país. Tras un accidentado viaje por mar, decide consagrarse totalmente a Dios y hacerse presbítero. El joven estudiante se traslada a París en 1660 para estudiar Filosofía y Teología, probablemente con los jesuitas. Se aloja en el Colegio de "Bons Amis". Pertenece a varias asociaciones piadosas, demostrando un carácter apasionado y activo que le acompañó toda su vida, como la "Asociación de Amigos" del jesuita Jean Bagot, la de San Vicente de Paul y la Asociación de Misiones Extranjeras. Incluso llega a plantearse ingresar en la Compañía de Jesús. Se entusiasma con los misioneros y decide trasladarse a Siam, pero antes termina con el Doctorado sus estudios de Teología. En 1664, recibe el diaconado y el 3 de marzo de 1665 es ordenado sacerdote. Su deseo de ser misionero en tierras lejanas se disipa al recibir la prebenda de Canónigo «Teologal» -es decir, predicador- de la Catedral de Reims. Ya como canónigo, hace algunos viajes misioneros como predicador popular, pero su función principal es escribir sermones y formar a los nuevos sacerdotes. En 1666 abandona la casa paterna y se traslada a la calle de Barbâtre, en Reims, donde comienza una vida entregada a la caridad desde una gran pobreza. Establece contactos con el seminario de Saint Nicholas-du-Chardonnet, donde trabaja su tío y se impregna del espíritu de Adrian Bourdoise, Jean-Jacques Olier y el movimiento de renovación del clero francés. Pasa varios meses en Ruán, en la parroquia de Saint-Amand, viviendo en el hueco de la escalera durante seis meses. Allí sigue las orientaciones de Antoine de la Haye en total desprendimiento y pobreza. Tras esta experiencia, su casa se convierte en una especie de seminario preparatorio para jóvenes aspirantes al sacerdocio que él anima y ayuda de diversas formas. APOSTOLADO De entre todas su muchas actividades apostólicas y además de hacia la dirección espiritual, es hacia la educación popular hacia la que se siente más atraído el joven canónigo, especialmente tras la publicación en 1668 de las Amonestaciones de Charles Démia, verdadero precursor de la escuela para los pobres. En Ruán conoce a otro apasionado religioso embarcado en la obra de las escuelas para los pobres, el mínimo y posterior beato Nicolás Barré, que había llegado a la ciudad en 1659. El 15 de octubre de 1670 realiza la defensa legal del orfanato remense fundado por Marie Varlet. Solicita al padre Nicolás Barré el envío de dos religiosas maestras de las Hermanas de la Providencia, fundadas por la Orden de los Mínimos, para ayudar en esta obra. El 27 de diciembre del mismo año recibe a las dos maestras y las alberga en la casa. Eran Françoise Duval y Ana Le Coeur, con las que iniciará de la Congregación de Hermanas del Niño Jesús, dedicadas a la educación de las niñas pobres y abandonadas. LA FUNDACION En 1672 se encuentra con otro joven canónigo de Reims, Juan Bautista de La Salle, de quien asume por un tiempo la dirección espiritual. Ambos se animan mutuamente en las obras apostólicas que emprenden. Mientras su dirigido permanece en el Seminario de Saint-Sulpice, en París, conserva con él estrecha correspondencia y diversos encuentros. Sus primeras relaciones son más bien espirituales, aun cuando le va inculcando el desprendimiento que él mismo tiene y que luego manifestará el fundador de los Hermanos de las Escuelas Cristianas. Tras el fallecimiento de su padre, en 1673, se entrega más al apostolado sacerdotal y a la animación de la nueva comunidad de Hermanas del Niño Jesús. Además del Orfanato, se encarga de varias escuelas de barrio. El 13 de junio abre en Reims la primera escuela propia de las Hermanas. Lo hace a sus expensas. Se siente seguro en el terreno de las niñas, pero no sabe cómo atender por igual las escuelas de niños. Intentará que comience La Salle la obra masculina, pero no lo consigue. En 1675 recibe la aprobación de la Regla de las Hermanas, por parte del Arzobispo Charles-Maurice Le Tellier. Las señala el nombre de "Hermanas del Niño Jesús", por su devoción a esta advocación venerada en el Carmelo de Beaune, su lugar preferido de peregrinación. Escribe diversos obras espirituales y publica el manifiesto "Avisos para las personas regulares". Uno de los avisos dejado a las Hermanas dice así: "El fuego sagrado, que debe abrasar a las Hermanas, les lleva a caldear a los demás, sobre todo a las maestras, a las alumnas, y a cuantas personas traten. Así lograrán, con los buenos ejemplos y las palabras edificantes, hacer el bien que la Divina Providencia desee. Con ese fuego, amarán al prójimo, pues Dios no separa la caridad con que quiere que le amemos a Él de la que debemos tener con todos los hombres. Este es el principio que debe animar en la instrucción de las niñas en la escuela, no haciendo distinción de personas ni de sus cualidades humanas y naturales". Al año siguiente entrega todos sus bienes para consolidar la joven congregación. Multiplica sus actividades en favor de los necesitados. Sufre diversas incomprensiones por parte del cabildo catedralicio y de la autoridad eclesial. Emprende varios viajes a París para conseguir el reconocimiento civil de su Comunidad, pero el proceso se demora. Durante los meses de marzo y abril de 1678 participa en una gran campaña de predicación y apostolado, ayudando a los padres del Oratorio. El 30 de marzo asiste con gozo a la primera misa de su dirigido, Juan Bautista de la Salle. Anima a La Salle a canjear su canonjía por una pequeña parroquia, pero el arzobispo se opone y la operación queda en suspenso. INGRESO AL REINO DE LOS CIELOS El 19 abril de 1678 tiene que guardar cama aquejado de una fuerte fiebre. El 23 del mismo mes redacta el testamento, dejando el encargo a Juan Bautista de La Salle y al joven clérigo Nicolas Rogier de dar terminación a su Instituto. El 27 fallece tranquilamente, siendo enterrado en la capilla de las Hermanas el día 29. Tenía sólo 36 años y dejaba un gran proyecto apostólico iniciado, aunque sólo contaba 20 Hermanas, un asilo y cuatro escuelas. San Juan Bautista de La Salle continuará la aprobación de su obra y posteriormente seguirá sus pasos fundando la congregación de los Hermanos de las Escuelas Cristianas para la educación humana y cristiana de los hijos de los artesanos y de los pobres. Nicolás Roland fue beatificado en Roma, por el Papa Juan Pablo II el 16 de octubre de 1994, junto a los religiosos Josefina Vannini, Alberto Hurtado Cruchaga, Petra de San José Perez Florido y María Rafols, como paso previo a una futura canonización. Sus restos descansan en una cripta en la catedral de Reims.
http://es-catholic.net/santoral Recolha, transcrição (não traduzida por falta de tempo) por António Fonseca