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Imagens e Frases de Natal Religioso

quinta-feira, 30 de abril de 2009

UM ANO COM SÃO PAULO (11)

CONTINUAÇÃO (11)
Do livro "Um ano com São Paulo" da Editorial Missões - Cucujães, escrito pelo Pde. Januário dos Santos, com os textos bíblicos retirados da BÍBLIA SAGRADA, (tradução dos Monges de Maredsous) e publicado em Junho de 2008, passo a transcrever (com a devida vénia) alguns dos textos dos Actos dos Apóstolos e das Epístolas de S. Paulo, - ali inseridos - desde 19 de Abril: Dias 26, 27 e 28 de Fevereiro
PAULO DIANTE DO GRANDE CONSELHO (Act. 22, 30; Act. 23, 1-5) Quando Paulo se declara inocente, o Sumo Sacerdote manda bater-lhe na boca como se ele tivesse proferido uma blasfémia. O apóstolo amaldiçoou-o chamando-lhe hipócrita (parede branqueada) mas, advertido de que era sumo-sacerdote, confessa o seu respeito por ele.
30 No dia seguinte, querendo saber com mais exactidão de que é que os judeus o acusavam, soltou-o e ordenou que se reunissem os sumos-sacerdotes e todo o Grande Conselho. Trouxe Paulo e mandou-o comparecer diante deles. 1 Paulo, fitando os olhos nos mebros do conselho, disse: "Irmãos, eu tenho procedido diante de Deus com toda a boa consciência até ao dia de hoje..." 2 Mas Ananias, sumo-sacerdote, mandou aos que estavam ao seu lado que lhe batessem na boca. 3 Então Paulo disse-lhe: "Deus te ferirá também a ti, hipócrita! Tu estás aí sentado para me julgar segundo a lei, e contra a lei mandas que me batam." 4 Os assistentes disseram: "Tu injurias o sumo-sacerdote de Deus." 5 Respondeu Paulo: "Não sabia, irmãos, que é o sumo-sacerdote. Pois está escrito: Não falarás mal do princípe do teu povo" (Êx 22, 28). Frase para recordar: Tenho procedido com boa consciência, diante de Deus, até ao duia de hoje.
DIVISÃO DA ASSEMBLEIA (Act. 23, 6-11) Numa assembleia constituida por fariseus e saduceus, quando Paulo se proclama fariseu, gera-se a confusâo. O tribuno romano vela por Paulo tirando-o da confusão.
6 Paulo sabia que uma parte do Sinédrio era de saduceus e a outra de fariseus e disse em alta voz: "Irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus. Por causa da minha esperança na ressurreição dos mortos é que sou julgado." 7 Ao dizer ele estas palavras, houve uma discussão entre os fariseus e os saduceus, e dividiu-se a assembleia. 8 (pois os saduceus afirmam que não há ressurreição, nem anjos, nem espíritos, mas os fariseus admitem uma e outra coisa). 9 Originou-se, então, grande vozearia. Levantaram-se alguns escribas dos fariseus e contestaram ruidosamente: "Não achamos mal algum neste homem. (Quem sabe) se não lhe falou algum espírito ou um anjo..." 10 A discussão tornava-se cada vez mais violenta. O tribuno temeu que Paulo fosse despedaçado por eles e mandou aos soldados que descessem, o tirassem do meio deles e o levassem para a cidadela. 11 Na noite seguinte, apareceu-lhe o Senhor e disse-lhe. "Coragem! Deste destemunho de mim em Jerusalém, assim importa também que o dês em Roma."
Frase para recordar: Coragem! Deste testemunho de mim em Jerusalém, assim importa também que o dês em Roma.
OS JUDEUS TENTAM ARMAR UMA CILADA (Act. 23, 12-15) Era tal o ódio a Paulo que mais de quarenta judeus fizeram um juramento solene de nada comer até o matar. Para isso, armaram-lhe uma cilada.
12 Quando amanheceu, coligaram-se alguns judeus e juraram com imprecações, não comer nem beber nada, enquantio não matassem Paulo. 13 Eram mais de quarenta as pessoas que fizeram este juramento. 14 Foram apresentar-se aos sumos-sacerdotes e aos cidadãos, dizendo: "Jurámos solenemente nada comer emnquanto não matarmos Paulo. 15 Vós, pois, ide ter com o conselho requerer do tribuno que o conduza à vossa presença, como se houvésseis de investigar com mais precisão a sua causa; e nós estamos prontos para matá-lo durante o trajecto." Frase para recordar: Estamos prontos para matá-lo durante o trajecto.
Recolha e transcrição do livro UM ANO COM SÃO PAULO Pde Januário dos Santos Ed. Editorial Missões Cucujães-2008 António Fonseca

JOSÉ, Operário, SANTO (e outros)-1-MAIO

José Obrero, Santo
José Obrero, Santo

Operário Maio 1

Cristianizou-se uma festa que havia sido até ao momento a ocasião anual do trabalhador para manifestar suas reivindicaçôes, seu descontentamentoto e até seus anseios. Facilmente nas grandes cidades se observava uma paragem geral e com não menos frequência se podiam observar as consequências sociais que levam consigo a inveja, o ódio e as baixas paixões repetidamente levantadas pelos agitadores de turno. Em nosso ocidente se aproveitava também esse momento para lançar reiteradas calunias contra a Igreja que era apresentada como força aliada com o capitalismo e consequentemente como o inimigo dos trabalhadores. Foi depois da época da industrialização quando toma corpo a festa do trabalho. As grandes massas operárias sairam prejudicadas com a troca e aparecem extensas massas de proletários. Também há outros elementos que ajudam a chegar lenha ao fogo do ódio: a propaganda socialista-comunista da luta de classes.
Era então uma festa baseada no ódio de classes com o ingrediente do ódio à religião. Calúnia dita pelos que, em sua injustiça, talvez tenham vergonha de que noutro tempo fosse a Igreja a que se ocupou de prestar assistência a seus antepassados na cama de hospital em que morreram; ou talvez lançaram essas afirmações aqueles que um tanto frágeis de memória esqueceram que os cuidados do primeiro ensino os receberam de umas monjas que não lhes cobravam a seus pais nem a comida que recebiam por caridade; ou possivelmente repetiam o que ouviam a outros sem inteirar-se de que são a Igreja aquelas e aqueles que, sem esperar nenhum tipo de aplauso humano, queimam suas vidas ajudando em todos os campos que podem aos que ainda são mais desafortunados no largo mundo, como Calcutá, territórios africanos cheios de pandemia de sida, ou terras americanas plenas de abandono e de miséria; ali estiveram e estão, dando do amor que desfrutam, ajudando com o que têm e com o que outros lhes dão, consolando o que podem e sendo testemunhos do que ensinou que o amor ao homem era a única regra a observar. E são bem conscientes de que hão sido sempre e são hoje os fracos os que estão no ponto próximo de mira da Igreja. Talvez sejam inconscientes, mas o resultado óbvio é que sua má propaganda danifica a quem faz o bem, ainda que com defeitos, e, desde logo, desejando melhorar. No dia 1 de Maio do ano 1955, o Papa Pío XII, instituiu a festa de S. José Operário. Uma festa bem distinta que há-de celebrar-se desde o ponto de partida do amor a Deus e daí passar à vigilância pela responsabilidade de todos e de cada um ao amplíssimo e complexo mundo da relação com o próximo baseada no amor: desde o trabalhador ao empresário e do trabalho ao capital, passando por pôr de relevo e bem manifesta a dignidade do trabalho -dom de Deus- e do trabalhador -imagem de Deus-, os direitos a uma casa digna, a formar família, ao salário justo para alimentá-la e à assistência social para atendê-la, ao ócio e a praticar a religião que sua consciência lhe dite; além disso, se recorda a responsabilidade dos sindicatos para conseguir melhoras sociais dos distintos grupos, por conta das exigências do bem de toda a colectividade e se aviva também a responsabilidade política do governante. Tudo isto incluí - e muito mais - a doutrina social da Igreja porque se toca ao homem a que ela deve anunciar o Evangelho e levar-lhe a Salvação; assim manteve sempre sua voz a Igreja e quem tenha vontade e olhos limpos o pode ler sem retoques em Rerum novarum, Mater et magistra, Populorum progressio, Laborem exercens, Solicitudo rei socialis, entre outros documentos. Dar doutrina, ensinar onde está a justiça e assinalar os límites da moral; recordar a prioridade do homem sobre o trabalho, o direito a um posto no tajo comum, animar a revisão de comportamentos abusivos e atentatórios contra a dignidade humana... é o seu compromisso para bem de toda a humanidade; e são princípios aplicáveis ao campo e à indústria, ao comércio e à universidade,ao trabalho manual e à alta investigação científica, quer dizer, a todo o variadíssimo campo onde se desenvolva a actividade humana. Nada mais natural que fosse o titular da nova festa cristã José, esposo de Maria e pai em funções de Jesus, o trabalhador que não o teve nada fácil apesar da nobilíssima missão recebida de Deus para a Salvação definitiva e completa de todo o homem; é um mais do povo, o trabalhador nato que entendeu de carências, soube estreitar em sua família e as levou com dignidade, sofreu emigração forçada, conheceu o cansaço do corpo por seu esforço, tirou adiante sua responsabilidade familiar; quer dizer,, viveu como vive qualquer trabalhador e provavelmente teve dificuldades laborais maiores que muitos deles; se lhe conhece em seu tempo como José «o artesão» e a Jesus se lhe dá o nombre descriptivo de «o filho do artesão». E, como se fosse pouco, os designios de Deus cobriam todo seu compromisso. Festa sugere honra a Deus, descanso e regozijo. Pois, ânimo. Honremos a Deus santificando o trabalho diário com que nós ganhamos o pão, descansemos hoje do trabalho e disfrutemos a alegria que nos leva a compartihar o que é nosso com os demais.

Criação e trabalho: Deus criador e o homem colaborando com Ele por amor. Meditação sobre o trabalho Jesús Martí Ballester

Jeremías, Santo
Profeta, Maio 1
Jeremías, Santo
Jeremías, Santo

Profeta

Etimologicamente significa “Deus me levanta”. Vem da língua hebraica.

Viveu no ano 566 antes de Cristo. Este profeta é um dos chamados grandes pela extensão de seus escritos. Deus se vale de pessoas em cada tempo para fazer o bem e para dar a conhecer a boa notícia que vem do céu. Ele vivía feliz com seus pais numa aldeia perto de Jerusalém. De pronto o Senhor irrompeu na sua vida e o trastornou todos os seus planos. Ao princípio se opôs indicando-lhe que era muito jovem e que, além disso, era tartamudo.
Ante estas palavras, Deus lhe disse:" Não digas que é demasiado jovem ou demasiado débil, porque eu irei contigo e te ajudarei". Lhe tocou pregar em tempos difíceis nos que reinaram vários reis. Profetizou acerca da destruição que sofreria Jerusalém. Ante profecías como esta, alguma gente reagia em contrário apedrejando-o ou expulsando-o para outros lugares ou nacões. Entre tanta pena teve o consolo de que o rei Josías o entendeu e o ajudou em suscitar ou restaurar a religiosidade do povo eleito por Deus, Israel. Outros reis, sem embargo, lhe fizeram a vida impossível. Jeremías, apesar de sua juventude, não tinha pelos na língua para deizer as verdades a quem fosse. Coisa que também ocorre com os mártires e profetas deste século XXI e do recém acabado XX. Houve reis que se permitiram ao luxo de queimar-lhe seus escritos proféticos. Outros o encarceravam e o ameaçavam em dar-lhe morte se não se calasse.
Estando nestas circunstâncias, o Senhor que nunca defrauda a ninguém que se fie n'Ele, lhe disse estas palavras:" Te farei forte como o diamante se não te acobardas. Mas se te deixas levar pelo medo, me afastarei de ti". Estas palavras o animaram a prosseguir em seu trabalho apostólico. Sentia em suas carnes que parte do povo e seus governantes “passavam” dele. "Senhor, todos se riem de mim. Quando vou pelas ruas se riem e dizem: Lá vai o das más notícias". Eram os desabafos do profeta ante Deus.

Jeremías, Santo
Jeremías, Santo

¡Felicidades a quem tenha este nome!
Segismundo, Santo Rei de Borgonha, Maio 1
Alinhar ao centro
Segismundo, Santo
Segismundo, Santo

Rei dos borgonheses

Foi rei da Borgonha desde o ano 516 até sua morte.
Foi filho do rei Gundebaldo, a que sucedeu. Segismundo e seu irmão Gundemaro foram derrotados em batalha pelos filhos de Clodoveo I. Segismundo foi capturado por Clodomiro, rei de Orleáns, que o manteve como prisioneiro. Gundemaro reuniu outro exército e reconquistou seu reino. Entretanto, Clodomiro ordenava a morte de Segismundo e marchava com seu irmão Teodorico, rei de Austrásia.
História
Segismundo foi estudante do bispo S. Avito de Viena, que o converteu à fá católica. Segismundo construiu um mosteiro dedicado a S. Mauricio em Agaune (Valais) em 515. No ano seguinte se converteu em rei de Borgonha. Quando seu filho Sigerico se opôs a ele e insultou a sua nova esposa, em 517, Segismundo ordenou sua morte por estrangulamento. Depois, com os remorsos se retira para o mosteiro que havia fundado.
Em 523, dirigiu os burgundios (ou borgonheses) contra a invasão de Childeberto I, Clotário I y Teodeberto I. Ainda que pôs o hábito de monge e se escondeu numa cela perto de sua abadia, foi capturado por Clotário,levado a Orleáns e condenado a morte. Depois foi honrado como mártir. Seus ossos foram recuperados em Columelle, onde seu corpo foi arrojado. Os monges, ao ir resgatá-lo, viram que no poço se faziam milagres. Mais tarde foi canonizado. Sobreviveu sua correspondência com o poeta Avito.
No século XIV, Carlos IV, Imperador Romano, transladou as relíquias de Segismundo para Praga, onde se convertou no Santo Padroeiro da República Checa. Se casou com Ostrogota, a filha ilegítima de Teodorico o Grande em 494 como parte das negociações de Teodorico para aliar-se com Segismundo. Ambos tiveram dois filhos:
° Sigerico (assassinado por seu própio pai) ° Suavegotha casada com Teodorico I de Austrásia, filho de Clodoveo I.
Orêncio e Paciência, Santos Esposos e Mártires, Maio 1
Orencio y Paciencia, Santos
Orencio y Paciencia, Sant

Esposos e Mártires

Etimologicamente significam “amanhecente”, da língua grega, e “paciente”, da língua latina. ¿Faz-se um uso abusivo do perdão? O amor que perdoa não é cego, está impregnado de lucidez. O perdão não preserva desta dura prova, quando alguns fazem este cálculo "eu posso permitir-me tudo, incluso destroçar a aquele ou aquela de quem sei que de todas as maneiras terminará por perdoar-me".
Estávamos a meados do século III quando na cidade de Huesca floresciam duas pessoas queridas por todos por causa de que faziam bem a todo o mundo.
Orêncio se casou com uma dama acautelada. Mas não viveram à grande, mas sim entregaram-se a viver com os pobres e a socorrê-los em todas as suas necessidades. Tiveram dois filhos (Lorenzo e Orêncio) que mereceram o respeito de todos pelo grau de virtude que lhe haviam inculcado seus pais.
Paciência, sua mulher, morreu e ele ficou muito abatido. Mas uma noite, enquanto orava , teve uma visão. Apareceu-lhe um anjo e lhe disse : "Toma a teu filho Orêncio e vai ao lugar que te mostrarei". Colheu a seu filho e se marchou a Tarbes, França. Desapareceu a luz de seus olhos. Então se deu conta de que aquele sitio era o ideal para viver. Dedicava-se às tarefas do campo. Contam que tinha dois novilhos brancos muito indóceis. Cansado de suas travessuras, fez sobre eles o sinal da cruz, e se converteram em mansos. Um dia, um lobo lhe matou um novilho. Em pouco tempo apareceu o lobo e se uniu à junta com o outro. Este facto está reproduzido na catedral de Zaragoza e de Huesca. A sua volta à sua cidade, foi muto bem recebido. Ao morrer, o enterraram na capela de Loret, onde estava sua mulher sepultada.
Felicidades a quem tenha estes nomes!
Agostinho Schoeffler, Santo Sacerdote e Mártir, Maio 1
Agustín Schoeffler, Santo
Agustín Schoeffler, Santo
Nasceu em 22 de Novembro de 1822 em Mittelbronn, Mosela, França.
Na aldeia de Son-Tay, em Tonquín (Vietnam), S. Agustín Schoeffler, presbítero da Sociedade de Missões Estrangeiras de París, depois de haver exercido durante três anos seu ministério, foi encarcerado e, por ordem do imperador Tu Duc, numa paragem denominado “Cinco Yugadas” foi decapitado, obtendo assim a graça do martírio que cada dia havia pedido a Deus. Era o ano 1851.
Foi canonizado em 19 de Junho de 1988 por S.S. João Paulo II. Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietnam faz "click" AQUI
Andrés Dung-Lag e companheiros, Santos
117 Mártires vietnamitas dos séculos XVIII y XIX, Novembro 24
Andrés Dung-Lag y compañeros, Santos
Andrés Dung-Lag y compañeros, Santos

Mártires de Vietnam

Esta memoria obligatoria de los ciento diecisiete mártires vietnamitas de los siglos XVIII y XIX, proclamados santos por Juan Pablo II en la plaza de San Pedro el 19 de junio de 1988, celebra a mártires que ya habían sido beatificados anteriormente en cuatro ocasiones distintas: sesenta y cuatro, en 1900, por León XIII; ocho, por Pío X, en 1906; veinte, en 1909, por el mismo Pío X; veinticinco, por Pío XII, en 1951. No sólo son significativos el número insuperado en la historia de las canonizaciones, sino también la calificación de los santos (ocho obispos, cincuenta sacerdotes, cincuenta y nueve laicos), la nacionalidad (noventa y seis vietnamitas; once españoles; diez franceses, el estado religioso (once dominicos; diez de la Sociedad de las Misiones Extranjeras de París; otros del clero local, más un seminarista, el estado laical (muchos padres de familia, una madre, dieciséis catequistas, seis militares, cuatro médicos, un sastre; además de campesinos, pescadores y jefes de comunidades cristianas). Seis de ellos fueron martirizados en el siglo XV, los demás, entre 1835 y 1862; es decir, en el tiempo del dominio de los tres señores que gobernaban Tonkín, Annam y Cochinchina, hoy integradas en la nación de Vietnam. En gran parte (setenta y cinco) fueron decapitados; los restantes murieron estrangulados, quemados vivos, descuartizados, o fallecieron en prisión a causa de las torturas, negándose a pisotear la cruz de Cristo o a admitir la falsedad de su fe. De estos ciento diecisiete mártires, la fórmula de canonización ha puesto de relieve seis nombres particulares, en representación de las distintas categorías eclesiales y de los diferentes orígenes nacionales. El primero, del que encontramos una carta en el oficio de lectura, es Andrés Dung-Lac. Nació en el norte de Vietnam en 1795; fue catequista y después sacerdote. Fue muerto en 1839 y beatificado en 1900. Otros dos provienen del centro y del sur del Vietnam. El primero, Tomás Tran-VanThien, nacido en 1820 y arrestado mientras iniciaba su formación sacerdotal, fue asesinado a los dieciocho años en 1838; el otro es Manuel Le-Van-Phung, catequista y padre de familia, muerto en 1859 (beatificado en 1909). Entre los misioneros extranjeros son mencionados dos españoles y un francés. El dominico español Jerónimo Hermosilla, llegado a Vietnam en 1829, vicario apostólico del Tonkín oriental, fue muerto en 1861 (beatificado en 1909); el otro dominico, el obispo vasco Valentín de Berriochoa, que llegó a Tonkín en 1858, a los treinta y cuatro años, fue muerto en 1861 (beatificado en 1906). El francés Jean-Théophane Vénard, de la Sociedad de las Misiones Extranjeras de París, llegó a Tonkín en 1854 y fue asesinado a los treinta y dos años (beatificado en 1906): sus cartas inspiraron a santa Teresa de Lisieux a rezar por las misiones, de las que fue proclamada patrona junto con san Francisco Javier.
LISTA DOS 117 MÁRTIRES DE VIETNAM
1 Andrés DUNG-LAC, Sacerdote 21-12-1839 2 Domingo HENARES, Obispo O.P. 25-06-1838 3 Clemente Ignacio DELGADO CEBRIAN, Obispo O.P. 12-07-1838 4 Pedro Dumoulin BORIE, Obispo M.E.P. 24-11-1838 5 José María DIAZ SANJURJO, Obispo O.P. 20-07-1857 6 Melchor GARCIA SAMPEDRO SUAREZ, Obispo O.P. 28-07-1858 7 Jerónimo HERMOSILLA, Obispo O.P. O1-11-1861 8 Valentín BERRIOCHOA, Obispo O.P. 01-11-1861 9 Esteban Teodoro CUENOT, Obispo M.E.P. 14-11-1861 10 Francisco GIL DE FEDERICH, Sacerdote O.P. 22-O1-1745 11 Mateo ALONSO LECINIANA, Sacerdote O.P. 22-O1-1745 12 Jacinto CASTANEDA, Sacerdote O.P. 07-11-1773 13 Vicente LE OUANG LIEM, Sacerdote O.P. 07-11-1773 14 Emanuel NGUYEN VAN TRIEU, Sacerdote 17-09-1798 15 Juan DAT, Sacerdote 28-10-1798 16 Pedro LE TuY, Sacerdote 11-10-1833 17 Francisco Isidoro GAGELIN, Sacerdote M.E.P. 17-10-1833 18 José MARCHAND, Sacerdote M.E.P. 30-11-1835 19 Juan Carlos CORNAY, Sacerdote M.E.P. 20-09-1837 20 Vicente DO YEN, Sacerdote O.P. 30-06-1838 21 Pedro NGUYEN BA TUAN, Sacerdote 15-07-1838 22 José FERNANDEZ, Sacerdote O.P. 24-07-1838 23 Bernardo VU VAN DUE, Sacerdote 01-08-1838 24 Domingo NGUYEN VAN HANH (DIEU), Sacerdote O.P. 01-08-1838 25 Santiago Do MAI NAM, Sacerdote 12-08-1838 26 José DANG DINH (NIEN) VIEN, Sacerdote 21-08-1838 27 Pedro NGUYEN VAN TU, Sacerdote O.P. 05-09-1838 28 Francisco JACCARD, Sacerdote M.E.P. 21-09-1838 29 Vicente NGUYEN THE DIEM, Sacerdote 24-11-1838 30 Pedro VO BANG KHOA, Sacerdote 24-11-1838 31 Domingo TUOC, Sacerdote O.P. 02-04-1839 32 Tomás DINH VIET Du, Sacerdote O.P. 26-11-1839 33 Domingo NGUYEN VAN (DOAN) XUYEN, Sacerdote O.P. 26-11-1839 34 Pedro PHAM VAN TIZI, Sacerdote 21-12-1839 35 Pablo PHAN KHAc KHOAN, Sacerdote 28-04-1840 36 Josée DO QUANG HIEN, Sacerdote O.P. 09-05-1840 37 Lucas Vu BA LOAN, Sacerdote 05-06-1840 38 Domingo TRACH (DOAI), Sacerdote O.P. 18-09-1840 39 Pablo NGUYEN NGAN, Sacerdote 08-11-1840 40 José NGUYEN DINH NGHI, Sacerdote 08-11-1840 41 Martín TA Duc THINH, Sacerdote 08-11-1840 42 Pedro KHANH, Sacerdote 12-07-1842 43 Agustín SCHOEFFLER, Sacerdote M.E.P. 01-05-1851 44 Juan Luis BONNARD, Sacerdote M.E.P. 01-05-1852 45 Felipe PHAN VAN MINH, Sacerdote 03-07-1853 46 Lorenzo NGUYEN VAN HUONG, Sacerdote 27-04-1856 47 Pablo LE BAo TINH, Sacerdote 06-04-1857 48 Domingo MAU, Sacerdote O.P. 05-11-1858 49 Pablo LE VAN Loc, Sacerdote 13-02-1859 50 Domingo CAM, Sacerdote T.O.P. 11-03-1859 51 Pedro DOAN LONG QUY, Sacerdote 31-07-1859 52 Pedro Francisco NERON, Sacerdote M.E.P. 03-11-1860 53 Tomás KHUONG, Sacerdote T.O.P. 30-01-1861 54 Juan Teofano VENARD, Sacerdote M.E.P. 02-02-1861 55 Pedro NGUYEN VAN Luu, Sacerdote 07-04-1861 56 José TUAN, Sacerdote O.P. 30-04-1861 57 Juan DOAN TRINH HOAN, Sacerdote 26-05-1861 58 Pedro ALMATO RIBERA, Sacerdote O.P. 01-11-1861 59 Pablo TONG VIET BUONG, Laico 23-10-1833 60 Andrés TRAN VAN THONG, Laico 28-11-1835 61 Francisco Javier CAN, Catequista 20-11-1837 62 Francisco DO VAN (HIEN MINH) CHIEU, Catequista 25-06-1838 63 José NGUYEN DINH UPEN, Catequista T.O.P. 03-07-1838 64 Pedro NGUYEN DicH, Laico 12-08-1838 65 Miguel NGUYEN HUY MY, Laico 12-08-1838 66 José HOANG LUONG CANH, Laico T.O.P. 05-09-1838 67 Tomás TRAN VAN THIEN, Seminarista 21-09-1838 68 Pedro TRUONG VAN DUONG, Catequista 18-12-1838 69 Pablo NGUYEN VAN MY, Catequista 18-12-1838 70 Pedro VU VAN TRUAT, Catequista 18-12-1838 71 Agustín PHAN VIET Huy, Laico 13-06-1839 72 Nicolás BUI DUC THE, Laico 13-06-1839 73 Domingo (Nicolás) DINH DAT, Laico 18-07-1839 74 Tomás NGUYEN VAN DE, Laico T.O.P. 19-12-1839 75 Francisco Javier HA THONG MAU, Catequista T.O.P. 19-12-1839 76 Agustín NGUYEN VAN MOI, Laico T.O.P. 19-12-1839 77 Domingo Bui VAN UY, Catequista T.O.P. 19-12-1839 78 Esteban NGUYEN VAN VINTI, Laico T.O.P. 19-12-1839 79 Pedro NGUYEN VAN HIEU, Catequista 28-04-1840 80 Juan Bautista DINH VAN THANH, Catequista 28-04-1840 81 Antonio NGUYEN HUU (NAM) QUYNH, Laico 10-07-1840 82 Pietro NGUYEN KHAC Tu, Catequista 10-07-1840 83 Tomás TOAN, Catequista T.O.P. 21-07-1840 84 Juan Bautista CON, Laico 08-11-1840 85 Martín THO, Laico 08-11-1840 86 Simón PHAN DAc HOA, Laico 12-12-1840 87 Inés LE THi THANH (DE), Laica 12-07-1841 88 Mateo LE VAN GAM, Laico 11-05-1847 89 José NGUYEN VAN Luu, Catequista 02-05-1854 90 Andrés NGUYEN Kim THONG (NAM THUONG), Catequista 15-07-1855 91 Miguel Ho DINH HY, Laico 22-05-1857 92 Pedro DOAN VAN VAN, Catequista 25-05-1857 93 Francisco PHAN VAN TRUNG, Laico 06-10-1858 94 Domingo PHAM THONG (AN) KHAM, Laico T.O.P. 13-01-1859 95 Lucas PHAM THONG (CAI) THIN, Laico 13-01-1859 96 José PHAM THONG (CAI) TA, Laico 13-01-1859 97 Pablo HANH, Laico 28-05-1859 98 Emanuel LE VAN PHUNG, Laico 31-07-1859 99 José LE DANG THI, Laico 24-10-1860 100 Mateo NGUYEN VAN (NGUYEN) PHUONG, Laico 26-05-1861 101 José NGUYEN DUY KHANG, Catequista T.O.P. 06-11-1861 102 José TUAN, Laico 07-01-1862 103 José TUC, Laico 01-06-1862 104 Domingo NINH, Laico 02-06-1862 105 Domingo TORI, Laico 05-06-1862 106 Lorenzo NGON, Laico 22-05-1862 107 Pallo (DONG) DUONG, Laico 03-06-1862 108 Domingo HUYEN, Laico 05-06-1862 109 Pedro DUNG, Laico 06-06-1862 110 Vicente DUONG, Laico 06-06-1862 111 Pedro THUAN, Laico 06-06-1862 112 Domingo MAO, Laico 16-06-1862 113 Domingo NGUYEN, Laico 16-06-1862 114 Domingo NHI, Laico 16-06-1862 115 Andrés TUONG, Laico 16-06-1862 116 Vicente TUONG, Laico 16-06-1862 117 Pedro DA, Laico 17-06-1862 _______________________ O.P. : Orden de los Predicadores (Dominicos) T.O.P.: Terciario de la Orden de los Predicadores M.E.P.: Sociedad de las Misiones Extranjeras de París
Aldebrando de Fossombrone, Beato
Aldebrando de Fossombrone, Beato
Etimologicamente significa "governante com a espada", vem do germánico. Nascido em Sorrivoli, Itália, no ano 1119. Realizou seus estudos em Santa María de Porto perto de Rávena. Já como sacerdote foi superior do mosteiro de Rimini.
Era conhecido por sua pregação contra a vida em pecado, o que lhe ganhou a antipatia de algumas autoridades locais que o ameaçaram matá-lo pelo que ele prefiriu ir-se dessa localidade.
Nomeado bispo de Fossombrone, Itália, no ano 1170, construiu a catedral dessa diocese. Uma das lendas que rodeiam a este Santo conta que uma vez lhe levaram uma perdiz cozinhada para o obsequiar, e como ele estaba jejuando, orou sobre a ave e esta recuperou a vida e voou. Morreu em Fossombrone em 30 de abril de 1219.
Brioc de Bretaña, Santo
Brioc de Bretaña, Santo
(Briocus, Brioc, ou Bru) Um santo céltico de Bretanha que recebeu sua educação em Irlanda e logo estudou sob a guia de S. Germanus, o famoso S. Germanus de Auxerre. Muito do que podemos ler acerca de seus primeiros anos, devemos de tomaá-lo com precaução. Ussher disse que nasceu em Irlanda, mas é muito provável que já estava em França para o ano 431, trazendo também com ele a S. Iltud.
Ainda antes de ser ordenado sacerdote, S. Brioc trabalhou vários milagres representados em seus “Acts” (editado por F. Godefrid Herschenn), e logo de um breve período, que esteve com seus pais, ingressou em sa carreira de missionário. Em 480, se estabeleceu em Armorica, e fundou um mosteiro em Landebaeron.
Dali foi a Alta Bretanha onde estabeleceu um oratório em um lugar conhecido como San Brieuc-des-Vaux, entre S. Malo e Land Triguier; desse lugar ele foi nomeado como seu primeiro bispo. Numerosos milagres são citados em seus “Acts”, especialmente a cura do Conde Riguel, a quem o nobre deu seu próprio palácio Champ-du-Rouvre e outras propriedades menores.
Os eruditos diferem enquantoà data de morte de S. Brioc, mas ocorreu muito provavelmente em 502, ou muito antes no Século VI. Morreu em seu próprio mosteiro de San Brieuc-des-Vaux e foi enterrado na catedral desse lugar, dedicada a S. Esteban. Baring-Gould indica que San Brioc se representa como “ameaçando a um dragão” o “com uma coluna de fogo”, como é visto em sua ordenação.
Suas relíquias foram trasladadas para a Igreja de S. Sérgio e S. Bacchus de Angers em 865, e logo novamente de maneira mais solene em 31 de Julho de 1166. Sem embargo, em 1210, uma porção de suas relíquias foi retornada à Catedral de S. Brioc, onde se preserva também o anel do santo. A festividade de S. Brioc se celebra em 1 de Maio, mas desde 1804, se transferiu ao segundo domingo de Páscoa. Existem igrejas em Inglaterra, Irlanda e Escócia que estão dedicadas a este antigo santo céltico.
Clemente Septyckyj, Beato Sacerdote e Mártir, Maio 1
Clemente Septyckyj, Beato
Clemente Septyckyj, Bea

Mártir

Clemente Septyckyj, era o irmão mais novo do bispo greco-católico Andrés Septyckyj, nasceu em 17 de Novembro de 1869 na vila de Prylbychi, na provincia de Lviv (Ucrânia). Em 1911 ingressou na Ordem dos Monges Estuditas de Ucrânia, renunciando a uma prometedora carreira no mundo secular. Foi transferido a Innsbruck para sua formação teológica. Foi ordenado sacerdote em 28 de Agosto de 1915. Durante muitos anos foi parte do mosteiro de Univ de que foi eleito superior em 1944. Já na Segunda Guerra Mundial, com a bêndição do bispo Andrés, ocultou no seu mosteiro a alguns judeus que escapavam da Gestapo. Em 5 de Junho de 1947 o Ministério de Seguridade do Estado, mediante decreto, o condenou a oito anos de trabalhos forçados. Morreu como mártir pela fé em 1 de Maio de 1951 numa prisão russa em Vladimir. Clemente Septyckyj foi beatificado por S.S. João Paulo II em 27 de Junho de 2001 junto com outros 24 mártires ucranianos durante o regime soviético.
O grupo beatificado está integrado por:
Mykolay Charneckyj, bispo, 2 abril Josafat Kocylovskyj, bispo, 17 noviembre Symeon Lukac, bispo, 22 agosto Basilio Velyckovskyj, bispo, 30 Junio Ivan Slezyuk, bispo, 2 diciembre Mykyta Budka, bispo, 28 septiembre Gregorio (Hryhorij) Lakota, bispo, 5 noviembre Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, bispo, 28 diciembre Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 marzo Mykola Konrad, Sacerdote, 26 junio Andrij Iscak, Sacerdote, 26 junio Román Lysko, Sacerdote, 14 octubre Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 mayo Petro Verhun, Sacerdote, 7 febrero Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 octubre Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 mayo Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 junio Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 junio Zynovij Kovalyk, Sacerdote, 30 junio Vidal Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Mayo Ivan Ziatyk, Sacerdote, 17 mayo Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julio Olympia (Olha) Bidà, Suora, 28 enero Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 agosto Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junio
(as datas indicadas correspondem às de seu martírio)
João Luis Bonnard, Santo Sacerdote e Mártir, Maio 1
Juan Luis Bonnard, Santo
Juan Luis Bonnard, Santo
Nasceu em 1 de Março de 1824, em Saint Christot-en-Jarret, povoado do departamento de Loira, França. Estudou nos seminários de Lyon e Aix, sendo ordenado no ano 1848. Como membro da Sociedade de Missões Estrangeiras de Paris, foi enviado a Hong-Kong, e no ano 1850 foi para Annam (Indochina). Trabalhou nos distritos de Kebang y Ketrinh, foi preso em Boasujan no ano 1852 por cometer o crime de ser missionário. Encarcerado e julgado em Nadinh foi decapitado junto a Santo Agostinho Schoeffler (*) em 1 de Maio de 1852. Seu corpo foi arrojado ao rio, mas os cristãos da localidade o resgataram imediatamente para enterrá-lo no colégio de Vinhtri. Foi canonizado em 19 de Junho de 1988 por S.S. João Paulo II. Para ver mais sobre os 117 mártires em Vietnam faz "click" AQUI (*)
(*) Ver biografias nesta mesma mensagem
Peregrino Laziosi, Santo Padroeiro dos enfermos de Cáncer e SIDA, Maio 1
Peregrino Laziosi, Santo
Peregrino Laziosi, Santo

Padroeiro dos doentes de Cancro e SIDA

Data de canonização: 1726 por Bento XIII Nasceu no ano 1260 numa família acomodada. Passou uma juventude mundana, e participou activamente na política de seu país. Teve o começo uma forte postura anticatólica. Sem embargo, durante uma rebelião popular, ele golpeou o embaxador papal de paz, o Santo Philip Benizi. O santo Philip com calma girou a outra face, rezou pela juventude, e Peregrino se converteu. Conta a tradição que ele recebeu uma visão de Nossa Senhora que lhe disse para ir a Siena, Itália, e ali unir-se à Ordem dos Frades Servitas. Depois de uma empenhada educação teológica e sua ordenação, a ordem o enviou a cumprir trabalhos na sua cidade natal. Ele serviu e trabalhou aí tanto como lhe foi possível, em silêncio completo, na solidão, e com o assombroso oferecimento penitente de não se sentar durante 30 anos. O conheciam como um fervente pregador, um orador excelente, e como confessor era conhecido como o mais afável e compreensivo. Foi fundador de uma casa da ordem dos servitas em Forli, Itália. Aí se descubriu que padecia de cancro. Um cancro que se estendia em todo seu pé. Peregrino foi programado para uma amputação. A noite antes da operação, ele a passou em oração; aquela noite recebeu uma visão de Cristo que o curou com um toque. Na manhã seguinte, Peregrino foi encontrado completamente curado. Morreu em casa dos servitas em Forli no ano 1345.
ORAÇÃO A S. PEREGRINO, PADROEIRO DOS DOENTES DE CANCRO Oh Deus, que deste a S. Peregrino um anjo como companheiro, a Mãe de Deus como sua mestra, e Jesus como médico para sua doença; te suplicamos nos concedas pelos méritos deste santo, que enquanto vivamos neste mundo amemos intensamente a nosso Anjo da Guarda, à Virgem Santíssima, e a nosso Salvador, e logo no Céu os bendigamos para sempre. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amén. Rezar um Pai Nosso, Avé Maria, Glória e a invocação: S. Peregrino roga por nós.
Esta e muitas orações as encontrarão em DEVOCIONARIO CATOLICO
Ricardo Pampuri, Santo Maio 1 Religioso, Maio 1
Ricardo Pampuri, Santo
Ricardo Pampuri, Santo
HERMINIO FELIPE PAMPURI em religião Fr. Ricardo, décimo de onze filhos, nasceu em 2 de agosto de 1897 em Trivolzio (Pavia) de Inocêncio e de Angela Campari, e foi baptizado no dia seguinte. Órfão de mãe aos três anos, foi acolhido e educado em casa dos tios maternos em Torrino, nos arredores de Trivolzio. Em 1907 morreu em Milão também seu pai. Completou sua Escola Elementar entre dois povospertos um do outro e os estudos medios em Milão, sendo aluno interno no Colégio de Santo Agostinho de Pavía. Depois dos Estudos de Liceu, inscreveu-se na faculdade de medicina da Universidade de Pavía. Durante a primeira guerra mundial, fez o serviço militar nos anos 1915-1920, prestando serviços de saúde em zona de guerra primeiro como sargento e depois como oficial aspirante de médico. Graduou-se em medicina e cirurgia com o máximo de pontuação em 6 de Julho de 1921 na mencionada Universidade. Depois de uma peritagem junto a seu tio médico e uma breve substituição na praça médica de Vernate, foi nomeado médico rural de Morimondo (Milão). Em 1922 fez laudavelmente um curso de aperfeiçoamento no Instituto Obstétrico-ginecológico de Milão, e em 1923 o curso de habilitação para oficial sanitário na Universidade de Pavía. Muito pronto começou a abrir a mente e o coração aos ideais cristãos da santidade e do apostolado, e já de menino havia querido seguir a vida sacerdotal e missionária, mas foi sempre dissuadido pela delicadeza de sua saúde. Desde a adolescência foi sempre e em todas as partes exemplo claro de cristão que, ainda vivendo em meio do mundo, professou abertamente e com coerência a mensagem evangélica E praticou com generosa dedicação as obras de misericórdia. Amava a oração e permanecia constantemente em íntima união com Deus, ainda durante sua actividade externa. Assíduo à Mesa Eucarística, permanecía largostempos diante do sacrário em profunda adoração. Muito devoto da Santíssima Virgem Maria, a honrava rezando o Santo Rosário, ainda mais de uma vez ao dia. Foi sócio activo e zeloso do Círculo Universitário Severino Boecio de Pavía, membro das Conferências de S. Vicente de Paulo, e terceiro franciscano. Pertenceu à Acção Católica desde menino; quando chegou a Morimondo, foi para o pároco um eficiente colaborador: co-fundador do Círculo da Juventude de Acção Católica, sendo seu primeiro presidente, e organizador de uma banda de música. Tanto o primeiro como a segunda os pôs sob a protecção de S. Pio X. Também actuou como secretário da Comissão Missionária da paróquia. Organizava Exercícios Espirituais na " Vila do Sagrado Coração" dos Padres Jesuítas de Triuggio, para os jóvens do Círculo e para os trabalhadores do campo e operários, cobrindo frequentemente os gastos, e até convidava também a colegas seus e amigos. No exercício de sua profissão, além de ser muito estudioso e competente, trabalhava com admirável solicitude, generosidade e caridade.
Visitava aos enfermos sem escusar-se jamáis, nem de dia nem de noite, em qualquer lugar do territorio médico rural que lhe correspondia, ainda que fosse lugar pouco acessível. Sendo seus doentes em grande parte pobres, lhes proporcionava as medicinas, dinheiro, alimentos, vestidos, roupa e se estendia sua caridade até aos trabalhadores e necessitados, tanto de Morimondo e seus arredores, como de outros povos e localidades. Por isso, quando, depois de quase seis anos, deixou a Praça médica rural para fazer-se religioso, o sentimento por haver perdido seu "doutorzito santo" foi vivíssimo e geral, até fazer-se eco na imprensa local. O Dr. Pampuri abraçou a vida religiosa hospitalária na Ordem de S. João de Deus (Fatebenefratelli) para poder assim conseguir mais expeditamente a perfeição evangélica e ao mesmo tempo continuar o exercício da profissão médica para o alívio do próximo sofredor. Havendo entrado na Ordem em Milão em 22 de Junho de 1927, depois do ano de Noviciado cumprido em Brescia, emitiu os votos religiosos em 24 de Outubro de 1928. Nomeado director do Gabinete de Odontología do Hospital dos Irmãos de S. João de Deus de Brescia, frequentado preferentemente por gente pobre e por operários, Fr. Ricardo se prodigalizou incansavelmente o seu alivio com admirável caridade, ganhando-se a estima e a veneração de toda a população.
Durante sua vida religiosa, Fr. Ricardo, igual como no mundo, foi para todos modelo de perfeição e de caridade: para os Irmãos, para os médicos, para os enfermos, para o pessoal paramédico e auxiliar, e para tantos quantos o tratavam. Ante todos aparecia em conceito de santidade. Acto seguido de haver-se-lhe agravado a pleuritis contraída durante o serviço militar, degenerada em broncopulmonitis específica, em 18 de Abril de 1930 foi transferido de Brescia para Milão, onde morreu santamente em 1 de Maio aos 33 anos de idade "deixando a recordação de um médico que soube transformar a própria profissão em missão de caridade, e de um religioso que reproduziu em si mesmo a figura do verdadeiro filho de S. João de Deus" (Decreto da heroicidade de suas virtudes, 12 junio 1978).Depois de sua morte, a fama de santidade que se percebia durante sua vida, se difundiu amplamente em Itália primeiro, e depois por Europa e nos outros continentes. Muitos fieis obtinham de Deus por sua intercessão graças assinaláveis, até milagrosas. Aprovados os dois milagres apresentados, foi beatificado por Sua Santidade João Paulo II em 4 de Outubro de 1981.
Posteriormente, reconhecida como milagrosa a cura ocorrida em 5 de Janeiro de 1982 em Alcadozo (Albacete, Espanha) em favor da criança de 10 anos Manuel Cifuentes Rodenas por intercessão do Beato Ricardo Pampuri, foi aprovado o milagre. Na festividade de Todos os Santos, 1 de Novembro de 1989, é solenemente canonizado. "A vida breve, mas intensa, de Fr. Ricardo Pampuri é um acicate para todo o povo de Deus, mas especialmente para os jóvens, os médicos, os religiosos. Aos jóvens contemporâneos dirige o convite a viver gozosamente e com coragem a fé cristã: em continua escuta da Palavra de Deus, em coerência generosa com as exigências da mensagem de Cristo na doação aos Irmãos. Aos médicos, seus colegas, lhes dirige a chamada para que desenvolvam com entrega sua delicada arte médica, com os ideais cristãos, humanos e profissionais, para que seja uma autêntica missão de serviço social, de caridade fraterna, de verdadeira promoção humana. Aos religiosos e as religiosas, mas especialmente aqueles e aquelas que, humilde e ocultamente, vivem sua consagração entre as salas dos hospitais e nas Casas de Saúde, Fr. Ricardo recomenda manter o espírito primário do próprio Instituto,no amor de Deus dos Irmãos necessitados " (Homília 4 Outubro 1981).
O corpo de S. Ricardo Pampuri se conserva e é venerado na Igreja paroquial de Trivolzio (Pavía) e sua festa se celebra em 1 de Maio. Reproduzido com autorização de Vatican.va
http://es-catholic.net/santoral
Recolha, transcrição e tradução de António Fonseca

PEREGRINAÇÃO (3)

Meus Amigos e Irmãos em Cristo

Devido a ter tido alguns problemas na paginação do meu blog, há poucos minutos, vejo-me forçado a repetir aqui as "reportagens" que efectuei em 26 e 29 do corrente mês de Abril, esperando que tudo volte ao normal. Desculpem esta repetição. Obrigado.

Domingo, 26 de Abril de 2009

Peregrinação do Ano Paulino

Acaba de sair da Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso, (Igreja jubilar do Ano Paulino) uma peregrinação composta por 10 (dez) elementos da paróquia da Boavista, capela de Francos.
Foram recebidos por uma delegação composta por mim próprio, Presidente da Conferência Vicentina de S. Paulo (entre outras actividades) e pela Catequista e leitora desta Comunidade, Catarina Torres. Depois de completarem o Rosário que haviam encetado quando começaram a caminhada, de Francos até aqui à Igreja, tiraram algumas fotografias, e trocaram impressões connosco sobre as comemorações Paulinas que se estão a desenrolar até Junho próximo.
Visitaram em seguida todas as instalações da Igreja e cerca das 17 horas foram novamente a pé para suas casas, tendo ficado muito satisfeitos com a recepção que lhe foi feita (que não teve absolutamente nada de especial) pois limitamo-nos a franquear a entrada e a dar alguns exemplares do Totus tuus e um prospecto com a resenha histórica da igreja de S. Paulo do Viso, datas significativas desta Comunidade, nota pastoral sobre o Ano Paulino e a Oração de S. Paulo, nada mais.
Fica aqui para a história a foto de grupo junto do altar.
Pela nossa parte agradecemos também a visita que nos fizeram e fazemos votos para que voltem em breve, com mais gente se possível e sempre que quiserem.
Bem hajam. António Fonseca

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SITI CATTOLICI ITALIANI