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terça-feira, 5 de maio de 2009

DOMINGOS SÁVIO, Santo (e outros)-6-MAIO

Domingo Savio, Santo
Adolescente Santo, Maio 6
Domingo Savio, Santo
Domingo Savio, Santo

Adolescente Santo

Martirológio Romano: Em Mondonio, no Piamonte, Santo Domingo Savio, que, doce e jovial desde a infância, todavía adolescente consumou com passo ligeiro o caminho da perfeição cristã. Etimologia: Domingo = Aquele que é consagrado o Senhor, á de origem latina.
PADROEIRO de: . Crianças e Adolescentes . Crianças Cantores . Estudantes . Acólitos . Mamãs Grávidas
Nasce em Riva de Chieri, Itália,na humilde casinha dos esposos Carlos e Brígida, em 2 de Abril de 1842. No ano seguinte toda sua família mudou-se para as colinas de Murialdo. É um menino do povo, nascido numa família profundamente cristã e jovem, pobre e repetidamente provada. Em 8 de Abril de 1849 faz a sua Primeira Comunhão. Muito cedo, vestido de festa, Domingo se dirige à Igreja paroquial de Castelnuovo. É o primeiro a entrar no templo e o último a sair. Aquele dia foi sempre memorável para ele. Ajoelhado ao pé do altar, com as mãos juntas e com a mente e o coração transportados ao céu, pronuncia os propósitos que vinha preparando desde há algum tempo: "Propósitos que eu, Domingo Sávio, fiz no ano de 1849, aos sete anos de idade, o dia de minha Primeira Comunhão:
1. Me confessarei muito a miúdo e receberei a Sagrada Comunhão sempre que o confessor me permita. 2. Quero santificar os dias de festa. 3. Meus amigos serão Jesus e Maria. 4. Antes morrer que pecar”. Estas recordações foram a norma de todos os seus actos até ao fim de sua vida. Em 2 de Outubro de 1854 conhece a D. Bosco. Este santo sacerdote o guiará pelo caminho da santidade juvenil, convertendo-se em seu pai, mestre e amigo. Leva-o a estudar a Turin. Tem nesse momento 12 anos e meio. Ali passa sua adolescência, vivendo como pupilo com os rapazes pobres que o mesmo D. Bosco recolhe no seu Oratório. Em 1 de Março de 1857 sua delicada saúde se agrava. O médico aconselha que vá para sua casa e ali se restabeleça. Ao despedir-se de D. Bosco e de seus companheiros lhes disse: “Nos veremos no paraíso”. Intuía que muito em breve ia morrer. Efectivamente, em 9 de Março, prostrado na cama, num momento se incorpora e diz a seu papá que o assiste: “Papá, já é hora”, e vai repetindo as orações dos moribundos que entre soluços lê o papá. Logo parece adormecer-se. Passados alguns minutos entreabre os olhos e com voz clara e sorridente exclama: “Adeus, querido papá, adeus. ¡Oh, que formosas coisas vejo!”, e expira com as mãos juntas sobre o peito, tão docemente que seu pai crê que se adormece de novo. Tinha 14 anos e 11 meses. Aos dois anos de sua morte D. Bosco escreve un livrinho narrando a vida deste seu querido aluno. Dos factos ali narrados são testemunho todos os seus companheiros; mas o que não todos eles conhecem ben são as grandes motivações da fé que orientaram a vida de Domingo Savio, coisa que se conhece D. Bosco, já que o atendia no sacramento da Confissão e na direcção espiritual.
¡Adolescente santo, de só 15 anos de idade! O primeiro que a tão curta idade, sem ser mártir, foi declarado santo pelo Papa Pío XII em 12 de Junho de 1954. Nessa ocasião o mesmo Papa disse: “Com admiração se descobrem nele os maravilhosos caminhos da graça, e uma adesão permanente e sem reservas às coisas do céu que sua fé percebia com rara intensidade”. Seu antecessor o Papa Pío XI disse dele: “Pequeno, melhor ainda, grande gigante do espírito”.
¿Que fez de extraordinário este menino e adolescente para que a Igreja o eleve à honra dos altares e o proponha como modelo de vida cristã?
Vejamos os rasgos de sua santidade
Perfil de sua meninice:
Uma vida na presença de Deus, a quem sentía vivo e presente em todo momento. Alguns exemplos: Se levanta da mesa e não quer comer porqueum convidado se senta e começa a comer sem rezar antes. Aos domingos é o primeiro a chegar à igreja, e se a encontra fechada se ajoelha junto à porta para rezar, haja bom tempo ou esteja nevando; e logo sua maior alegría é poder fazer de acólito na santa missa; e sua compostura durante a oração é objecto de admiração dos que o vêem: mãos juntas, olhos fixos no sacrário, absorto na presença de Jesus. Ao recorrer só e a pé, entre matos, os 18 kilómetros para ir diariamente à escola, um homem pergunta-lhe: ¿Não tens medo de ir sózinho? A resposta de Domingo, de 10 anos, não se faz esperar: “Eu não estou sózinho; me acompanha o Anjo da Guarda”.
O amor pessoal a Cristo e a sua Mãe: Esta vida na presença de Deus é posta em evidência desde sua Primeira Comunhão, com aquele propósito que é a chave de outros três: “Meus amigos serão Jesus e Maria”. Os outros três os fez como meios para manter e acrescentar a dita amizade, e são o "leit-motiv" em seus momentos mais importantes. As lágrimas que verte têm sua fonte neste precoce conceito do pecado: assim por exemplo pede perdão a sua mamã em vésperas de sua Primeira Comunhão; pede perdão quando crê haver ferido sua amizade com Cristo por ter cedido ante o convite de alguns companheiros a dar-se um banho num arroio, motivo pelo que chorou repetidamente, e não cedeu nunca mais a outros convites, como quando o convidavam a “fazer-se la rabona” e não concorrer à escola. Por isso decide eleger a amigos que não o impeçam de manter a sua amizade com Jesus e com a Virgem Maria.
O cumprimento heróico do humilde dever quotidiano: A seus pais não lhes dava senão “satisfações”. Para ir à escola percorria, com os seus 10 anos de idade, 18 kms diários, com qualquer tempo. Domingo era um rapaz de recta vontade, sustentada pela graça da amizade com Jesus e Maria. D. Bosco escreve: “Domingo não se fez notório nos primeiros tempos do Oratório por coisa alguma, fora de sua perfeita docilidade e de uma exacta observância das regras da casa…e uma exactidão no cumprimento de seus deveres mais além do qual não seria fácil chegar”. A este respeito, certa vez seus companheiros pupilos notaram que Domingo faltava no almoço; procuraram-no em vão; disseram-no a D. Bosco, e ele foi à igreja onde pela manhã havia participado na Missa e tinha comungado, e ali o encontrou junto ao altar, imóvel, com os olhos fixos no Sacrário desde as 7 horas; chamou-o por seu nome e nada, teve que tocar-lhe no ombro para que se desse conta; e ao inteirar-se de que já estavam almoçando pediu humildemente perdão a D. Bosco pela transgressão às regras da casa.
Com seus companheiros sobressai em duas atitudes: recusa aprová-los e segui-los em seus comportamentos repreensíveis; mas por outro lado irradia simpatia e “é a delícia deles”, a tal ponto que aceita em lugar de que o acusaram falsamente, um humilhante castigo. É dizer: tem firmeza unida a doçura.
Perfil de sua adolescência:
A idade da adolescência: se caracteriza pela instabilidade, que Domingosoube domar a força de domínio de si mesmo e de docilidade às directivas de D. Bosco, e mais que nada com seu habitual recolhimento em Deus. E as outras características próprias desta idade também as pôs ao serviço de sua santidade de adolescente: afirmação de si mesmo, chamado a grandes horizontes, fervor de sentimento. Isto se faz evidente na exaltante descoberta e no apaixonado desejo da santidade (“¡Eu quero fazer-me santo!”), em sua viva ternura demonstrada para com a Virgem Maria, como também com seus amigos mais íntimos, em sua vontade de acção, de domínio, de construção de alguma “obra” (funda a Companhia da Imaculada: grupo de companheiros bons que se comprometem a ajudar-se mutuamente e a ajudar a D. Bosco na educação dos rapazes do Oratório, que os havia artesãos rústicos e jóvens burgueses e aristocráticos, rapazes que lutavam a pedradas, que faltavam à aula, que tinham costumes de blasfemar, que com prazer se entretenham com revistas pornográficas, que não tinham problemas de tomar a golpes de murros e pontapés aos outros, que se enfureciam por nada). No meio destes é como Domingo viveu e construiu sua santidade: com quatro viagens diários pelas ruas de Turín para ir à escola; com um Regulamento e um horário de Internato cristão. Em resumo, se acha imerso em nosso mundo moderno (ainda que não haja todavia bicicletas e televisores), metido em tudo aquilo que ainda hoje é a substância da vida de um estudante de 15 anos. Aparecem perturbações e arranques bruscos, como o endurecimento para consigo que segue à descoberta de que a santidade é possível, as dúvidas de consciência que o levam a querer confessar-se cada três ou quatro dias, na ânsia de penitências extraordinárias (“¡para unir-me –disse- aos sofrimentos de Jesus na cruz!”). Também aparece o trágico de algumas circunstâncias: o desgarro fervente de suas truncadas amizades, o alarme por sua frágil saúde, a dolorosa partida do Oratório… Tudo isto faz de Domingo um verdadeiro e simpático adolescente. Um santo “jovem estudante”.
A presença de um guia: A adolescência é uma etapa de conquista da personalidade, e de grande necessidade de guia e formação individual. Domingo teve a sorte de encontrar um guia espiritual em D. Bosco e de saber aproveitá-lo. E assim se encontram a generosidade de um adolescente com a luz de um verdadeiro sacerdote amigo da alma. Quando chegou ao Oratório leu o cartaz posto sobre a porta do quarto de D. Bosco: “¡Dêem-me almas, e levem o demais!”; e com espontaneidade lhe disse: “D. Bosco, aqui se trata de um negócio, a salvação das almas. Pois bem, eu serei a tela e você será o alfaiate. Faça de mim um formoso traje para o Senhor”. A esta docilidade em deixar-se guiar, atribui D. Bosco a orientação de Domingo até sua santidade de estudante. Neste contexto aparece a função decisiva da Confissão frequente. Assim vai descobrindo o mistério da redenção: Jesus é compreendido como o Salvador; Maria como A Imaculada e A Dolorosa. Sua alma e a de seus companheiros devem ser salvadas…através do mistério da cruz.
Sua devoção à Virgem Maria: A estadia com D. Bosco coincide com o acontecimento mundial da proclamação do dogma da Imaculada Conceição. Como santo “adolescente”, Domingo é o fruto daquele 8 de Dezembro de 1854. Nesse dia faz uma confissão geral, e diante do altar da Imaculada se consagra pessoalmente a Ela. Daqui em diante vê a María com seu rosto de “Imaculada”, e o seu propósito da Primeira Comunhão adquire uma nova dimensão: “o pecado a que preferirá a morte é agora, de maneira mais precisa, a impureza”. Os esforços heróicos de adolescente para conservar intacta sua pureza, especialmente com o controle dos olhos, se devem à sua grande devoção à Imaculada vivida com espírito cavalheiresco e com ardente ternura. Havia dias que terminava com dor de cabeça, pelo esforço de controlar a curiosidade e não ver coisas que perturbavam sua alma limpa e punham em perigo sua amizade com Jesus e Maria, expondo-o a deixar-se levar por pensamentos e desejos impuros (tão comuns nessa idade). Também contempla a Virgem com seu rosto de “Dolorosa”: todos as quartas-feiras faz a comunhão em sua honra e pela conversão dos pecadores; cada sexta-feira se faz acompanhar por alguns companheiros para rezar na capela a Coroa das Sete Dores; mais de uma vez é visto em extática oração ante o altarzinho do dormitório, onde está uma imagen da Dolorosa; cada sábado houvera querido jejuar a pão e água por Ela (D. Bosco não lhe permite este último). Esta dupla devoção é a inspiradora de seu apostolado, especialmente na Companhia da Imaculada, que exige de seus membros uma verdadeira consagrção de si mesmos a Maria. Alguns anos depois de sua morte aparece a D. Bosco em um de seus famosos sonhos. Este lhe pergunta: “Domingo, ¿que é o que mais te consolou no momento de tua morte?”. E a resposta de Domingo: “A assistência da poderosa e amável Mãe do Salvador”.
Seu amor a Jesus. A missa e a comunhão quotidiana (cujos efeitos se prolongam através de frequentes visitas à capela que está junto ao pátio de jogos), ensinam a Domingo a considerá-lo como Salvador de sua alma e da de seus companheiros. Seu ódio pelo pecado cresce à medida que compreende o preço que por ele pagou Cristo e sua Mãe. Seu espírito de penitência o leva a sofrer para assemelhar-se a Jesus, por exemplo quando é caluniado, quando se cobre com uma só capa em pleno inverno ou põe pedritas entre os lençóis (ao inteirar-se D. Bosco o proíbe desta penitência), quando transforma suas frieiras em chagas, quando se lhe ministram medicinas amargas… Seu zelo apostólico se vê alimentado na mesma fonte: quer impedir ou reparar o pecado porque arruina o fruto do sangue de Cristo, e quer fazer o bem a seus companheiros para assegurar o fruto deste sangue divino. Este é o sentido de várias de suas intervenções, como a de impedir o desafío a pedradas de dois companheiros, interpondo-se entre eles com um crucifixo na mão e pedindo que atirem a primeira pedra contra ele; o de narrar coisas edificantes ou bem ensinar a fazer bem o sinal da cruz durante os tempos de recreio... (sua preocupação era atender de modo particular aos companheiros díscolos, aos recém chegados ao Oratório e aos solitários, aos companheiros de aula com dificuldades e aos doentes).
Obssessão pela santidade na alegria: A partir de uma pregação de D. Bosco sobre a santidade se desata em sua alma uma verdadeira efervescência. Realiza uma grande descoberta: ¡Deus o quer santo! E dá a sua explicação: “Eu quero entregar-me todo ao Senhor. Eu devo e quero pertencer todo ao Senhor”. Por um momento Domingo pensa imitar aos santos em suas práticas de penitência e numas prolongadas e extraordinárias práticas de piedade. Mas aquí intervém seu guía espiritual D. Bosco: “Domingo, o que Deus quer de ti, como adolescente, é que cumpras sempre em teus deveres de estudante, trates de fazer o bem a teus companheiros e estejas sempre alegre”. E coisa maravilhosa: este novo impulso de querer ser santo e de que é possível consegui-lo, lhe proporciona uma profunda alegria, e de tal modo a suscita que a alegria vem a definir esta santidade tão salesiana e juvenil: “Nós fazemos consistir a santidade em estar sempre alegres, fazendo bem as coisas que temos que fazer, porque Jesus o quer”.
¿Porquê este adolescente é Padroeiro das mamãs grávidas?
Estando Domingo no Oratório em Turín, um dia pede a D. Bosco que o deixe ir a ver a sua mamã porque está doente. D. Bosco não sabe explicar-se, pois ninguém o havia dito, nem ele mesmo o sabia; mas ante a insistência de Domingo o permite. Ao chegar perto da casa os familiares o querem impedir que entre a ver a sua mamã, pois está lutando por dar a luz a um novo filho e corre grave perigo de morrer no intento. Domingo não faz caso e entra, se atira sobre a mamã, a abraça, a beija e dissimuladamente deixa sobre o peito dela um escapulário da Virgem Maria. Regressa depois ao oratório e se apresenta a D. Bosco para agradecer-lhe a permissão e para dizer-lhe que sua mãe está perfeitamente bem. Efectivamente a mamã pôde dar a luz sem nenhum problema a seu filhinho . Todos viram que isto foi um milagre. A mamã conservou este escapulário. E o emprestava às vizinhas e as mesmas irmãs de Domingo quando tinham dificuldades na gravidez. Os médicos, inteirados, o recomendavam a suas pacientes. Foram muitas as graças conseguidas com aquel milagroso escapulário. O escapulário se pode adquirir nas livrarías e/ou santerias salesianas, com a imagem do Padroeiro Domingo Sàvio, junto com a oração e a história detalhada deste milagre.
Em 9 de Março se recorda o nascimento ao céu de Santo Domingo Savio, sendo o 6 de Maio a data fixada para a celebração litúrgica de sua festa.
Além da Vida de Domingo Savio escrita por D. Bosco, há abundante bibliografía e estudos sobre este adolescente santo. Há livrinhos escritos para crianças, para adolescentes, para educadores, para todos. Os que não o conhecem se vão a surpreender de sua santidade extraordinária vivendo o ordinário de sua vida de estudante cristão.
ORAÇÃO DA MÃE À ESPERA DE UM FILHO Senhor Jesus, por intercessão de Santo Domingo Sávio te rogo com amor por esta doce esperança que levo em meu seio. Me concedeste o imenso dom desta pequena vida que alenta na minha; te dou humildemente graças por haver-me escolhido como instrumento de teu amor. Nesta doce espera, ajuda-me a viver em contínuo abandono a tua divina vontade. Concede-me um coração de mãe, puro, forte e generoso. Te ofereço as preocupações do porvir: as ânsias, os temores, os desejos em favor da criatura que não conheço ainda. Faz que nasça sã no corpo, afasta dela todo o mal físico e todo o perigo para a alma. Tu, Maria, que gozaste as inefáveis alegrias de uma maternidade santa, dá-me um coração capaz de transmitir uma fé viva e ardente. Santifica minha espera, bendiz minha gozosa esperança, faz que o fruto de meu seio seja fecundo em virtude e santidade, como o concedeste ao adolescente Santo Domingo Sávio. Amén. ORAÇÃO A SANTO DOMINGO SÁVIO Santo Domingo Sávio, que na escola de D. Bosco aprendeste a percorrer os caminhos da santidade juvenil: ensina-nos a imitar teu amor a Jesus e a Maria, e tua ânsia de levar a teus companheiros a ser seus amigos; alcança-nos do Senhor que, praticando teu lema “Antes morrer que pecar”, possamos conseguir nossa salvação eterna. Amén.
Petronax de Montecassino, Santo Maio 6 Bispo, Maio 6
Petronax de Montecassino, Santo
Petronax de Montecassino, Santo

Bispo

Petronax, que chegou a ser bispo de Montecassino, pertencia a uma poderosa familia nobre da região de Nápoles. Movido pelo desejo de vida religiosa, resolveu gastar toda sua fazenda na restauração de Montecassino, mosteiro beneditino situado na colina do mesmo nome que domina a cidade italiana de Cassino, situada a noroeste de Nápoles. Foi fundado por s. Benito, conhecido como o pai do monacato ocidental, que havia nascido numa distinta família de Nursia, na Itália central, e que passou seus primeiros anos estudando em Roma; mas perturbado pela degenerada vida da cidade, se retirou para uma zona desabitada perto de Subiaco, onde viveu numa cova (mais tarde chamada a Gruta Santa) por três anos. Durante este periodo aumentou sua fama de homem santo, e se acercavam a visitá-lo multidões de pessoas. Aceitou o oferecimento para ser abade de um grupo de monges que viviam no norte de Itália, mas estes não aceitaram suas regras e intentaram envenená-lo. Ao descobrir a conspiração abandonou o grupo e pouco depois fundou o mosteiro de Montecassino. Benito estabeleceu uma regra de vida, adoptada posteriormente por quase todos os mosteiros de Europa, que sublinhava a vida em comunidade e o trabalho físico.
Pois bem, este sítio de trabalho e de oração, o mosteiro mais importante de Ocidente durante séculos, onde se iniciou pelos monges a famosa escola de medicina de Salerno no século XI, foi destruido pelos lombardos em 590 e estava deserto e arruinado desde um século antes de que vivesse Petronax que agora está disposto a reconstruí-lo e a devolver-lhe o espírito que com ele nasceu.. Animado pelo pontífice S. Gregório II, levou adiante seu projecto, recolheu as tradições do santo patriarca, reuniu companheiros participantes de seu entusiasmo, e restabeleceu na sagrada montanha a observância da regra beneditina que impunha austeridade e ascetismo: As comidas se faziam em comunidade e se evitava a conversação desnecesária; tinham que dispor os monges da comida, roupa e abrigo adequados, mas não podíam ter propriedades; dependendo da época do ano e das festas litúrgicas que celebravam cada dia, os beneditinos destinavam entre quatro e oito horas para celebrar o Oficio divino e sete horas para dormir. O resto do dia estava dividido com o mesmo número de horas para trabalhar (geralmente na agricultura), e para o estudo e a leitura religiosa. O abade, como sucedeu ao princípio com S. Benito, tinha uma total autoridade patriarcal sobre a comunidade, ainda que o mesmo estava sujeito à Regra e devia consultar com os membros da comunidade sobre os assuntos mais importantes entre os que se contava a esmola aos necessitados. O bispo Petronax já havia feito muito recuperando para a história, a cultura, a arte e a Igreja a joia que foi berço de tanto bem; mas havia-lhe faltado o principal se não houvesse devolvido a aquelas pedras do mosteiro o espírito primigénio e o destino pelos que foram arrancadas das montanhas. Essa foi em verdade a obra do santo.
Evodio de Antioquía, Santo
Evodio de AntioquíaSanto

Bispo

Etimologicamente significa “bem perfumado”. Vem da língua grega. Há pessoas que não as tendo conhecido pessoalmente, mas, sem embargo, nos ficam suas obras mediante as quais nós fazemos uma ideia do que foi sua personalidade. Este cristão do século I nos há chegado pelo ministério apostólico que levou a cabo durante sua vida. Antioquía, Turquia, tinha por aquele tempo mais ou menos meio milhão de habitantes. Era a residência dos reis Seleucidas e mais tarde a do legado imperial de Síria.Todo o mundo considerava esta cidade como a mais moderna e a mais atractiva por seu turismo, suas ruas, seus monumentos, suas festas civis e religiosas, hoteis, jardins e demais coisas que fazem a vida prazenteira ao visitante.Sen embargo, havia um bairro apartado, marginado. Era o dos judeus expatriados.A nivel religioso ocorria que existiam muitos pagãos com o culto a seus deuses falsos; outros pagãos iam pouco a pouco entrando no mistério da vida dos crentes em Deus.O cristianismo sobretudo devido a S. Paulo, rompeu as fronteiras de Israel para ir a outros países.Antioquía foi o primeiro lugar em que nasceu uma comunidade cristã composta por antigos pagãos convertidos ao cristianismo.Paulo e Barnabé trabalharam apostolicamente entre eles uma vez que sucedeu a vinda do Espírito Santo na festa de Pentecostes.O primeiro bispo foi S. Pedro, mas, ao ir-se para Roma, foi Evodio quem lhe sucedeu e depois de Evodio, o grande Santo Ignácio de Antioquía.

¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Enrique Kaczorowski, Beato
Sacerdote e Mártir, Maio 6
Enrique Kaczorowski, Beato
Enrique Kaczorowski, Beato

Mártir

Etimologicamente significa “protector de um estado”. Vem da língua alemã. Nasceu em Bierzwiennej, Wielkopolskie, Polonia, em 10 de Julho de 1888. O beato Enrique, igual que qualquer que viva sua fé em profundidade, teve que fazer frente a muitos problemas. Se deu conta de que o compromisso de sua fé, lhe exigía levar as dificuldades com a maior dignidade possível.
Era o superior do seminário de Wloclawek, na Polónia, terra de abundantes vocações religiosas desde sempre. Quando trabalhava com gosto na formação dos futuros sacerdotes, no seminário de Wloclawek chega a Gestapo e o prendeu. Ao perguntar a razão porque o faziam, responderam-lhe que por causa de suas actividades pastorais com as pessoas. Não era fiel à doutrina que impunha Hitler.
A Gestapo o levou para maior segurança ao campo de concentração de Dachau na Alemanha. Sentiam-se felizes por o terem sob atenta vigilância. Uma estupidez mais das muitas que se cometeram em tempos do ditador. Já no campo de concentração alemão, puseram-no no “bloco dos inválidos”, quer dizer, daqueles que, por causa de tantos maus tratos, ficavam com incapacidade em qualquer parte de seu corpo.Estando nesta situação, em 6 de Maio de 1942 o encerraram na câmara de gás onde morreu nesse instante.
Foi beatificado pelo Papa João Paulo II junto a outros 107 mártires polacos, (*) vítimas do ódio nazi à fé, em 13 de Junho de 1999. ¡Felicidades a quem leve este nome! (*) Estes mártires já foram indicados neste blog por variadas vezes, há alguns dias atrás.
Ana Rosa Gattorno, Beata
Religiosa, Maio 6
Ana Rosa Gattorno, Beata
Ana Rosa Gattorno, Beata

Fundadora das Filhas de Santa Ana, Mãe de Maria Imaculada

"Amor meu, ¿como posso fazer para que todo o mundo te ame?… Serve-te uma vez mais deste teu miserável instrumento para reavivar a fé e a conversão dos pecadores". Este impulso generoso brotado aos pés de seu "Sumo Bem", que a atraía sempre mais irresistvelmente a si, constituiu o anseio profundo do coração de Ana Rosa Gattorno, até a impulsionar a oferecer totalmente sua vida numa contínua imolação pela glória e complacência do Pai. Nasceu em Génova em 14 de Outubro de 1831, de uma familia de condição económica acomodada, de boa posição social e de profunda formação cristã. Foi baptizada no mesmo dia, na Paróquia de S. Donato, com o nombre de Rosa María Benedetta.
No pai Francisco e na mãe Adelaida Campanella, ela como seus outros cinco irmãos, encontrou os primeiros formadores essenciais de sua vida moral e cristã. Aos doze anos recebeu a confirmação em Santa María das Viñas, das mãos do Arcebispo Cardeal Plácido Tadini.
Durante sua juventude, lhe foi dada a instrução em casa, como era usança nas famílias acomodadas do tempo. De carácter sereno, amável, aberto à piedad e à caridade, sem embargo firme, soube reagir perante a conflictualidade do clima político e anticlerical da época, que afectou também a alguns componentes da família Gattorno.
Aos 21 anos (5 de Novembro, 1852) , contraiu matrimónio com seu primo Jerónimo Custo e se mudou para Marselha. Uma imprevista crise financeira perturbou muito pronto a felicidade da nova família, obrigada a voltar a Génova marcada pela pobreza. Desgraças ainda mais graves a ameaçavam, sua primeira filha Carlota afectada de uma imprevista doença ficou surdamuda para sempre; a tentativa de Jerónimo para fazer fortuna no estrangeiro se concluiu com o regresso, agravado por uma funesta doença; o gozo dos outros dois filhos foi profundamente perturbado pelo falecimento do marido, que a deixou viúva a menos de seis anos de casada (9 de Marzo, 1858) e depois de alguns meses da perda de seu último filhinho. Ao premiar tantos acontecimentos tristes, marcou em sua vida uma mudança radical que ela chamará "sua conversão" a oferta total de si ao Senhor, a seu amor e ao amor do próximo.
Purificada pelas provas, mas forte no espírito, compreendeu o verdadeiro sentido de dor, enraizando-se na certeza de sua nova vocação.
Sob a guia do confessor D. José Firpo emitiu em forma privada os votos perpétuos de castidade e obediência na festa da Imaculada de 1858; em seguida também o de pobreza (1861), no espírito do pobrezito de Assis, como terceira franciscana. Desde 1855 havia obtido o beneficio da comunhão diária, não comum naquele tempo. A tal manancial de graça ficou constantemente amparada e sustentada por uma sempre maior intimidade com o Senhor, na qual encontrou apoio, ardor missionário, força e impulso para o serviço aos irmãos. Em 1862 recebeu o dom dos estigmas ocultos, percebidos mais intensamente às sextas-feiras. Já esposa fiel e mãe exemplar, sem subtrair nada a seus filhos, sempre ternamente amados e acompanhados, com uma maior disponibilidade aprendeu a compartilhar os sofrimentos dos outros, prodigalizando-se em apostólica caridade: "me dediquei com maior fervor às obras piedosas e a frequentar os hospitais e aos pobres doentes no domicílio, socorrendo-os com quanto podia y sirvindo-os em tudo". Las asociaciones católicas en Génova la solicitaban y así, aún amando el silencio y el anonimato, todos notaron el carácter genuinamente evangélico de su tenor de vida. Progresando en este camino le fue confiada la presidencia de la "Pía Unión de las nuevas Ursulinas, Hijas de Santa María Inmaculada", fundada por Frassinetti y por expreso deseo del Arzobispo Monseñor Charvaz, también la revisión de las reglas destinadas a la Pía Unión. Justamente en aquella circunstancia (febrero 1864), en un clima de más intensa oración, delante del Crucifijo, recibió la inspiración de una nueva regla para una suya específica Fundación. Temiendo ser obligada a abandonar los hijos, reza, hace penitencia, pide consejo. Fray Francisco de Camporosso, santo capuchino lego, aún mostrándose temeroso por las graves tribulaciones que se perfilaban, la sostiene dándole valor; de igual manera lo hacen el confesor y el Arzobispo de Génova. Advirtiéndo siempre más insistentes sus deberes de madre, quiso la confirmación competente de la misma palabra de Pío IX, con la secreta esperanza de ser aliviada. El Pontífice en la audiencia del 3 de enero de 1866, la exhorta en cambio a iniciar de inmediato la fundación, agregando: "Este Instituto se extenderá rápidamente en todas las partes del mundo; Dios pensará en tus hijos, tú piensa a Dios en su obra". Aceptó, entonces, cumplir la voluntad del Señor y como después escribió en sus memorias: "con generosidad hice a Dios la oferta y le repetía las palabras de Abraham: "Héme aquí para cumplir tu voluntad "… me ofrecí víctima por su obra y recibí consolaciones muy grandes…". Superadas las resistencias de los parientes y abandonadas las obras de Génova, no sin disgusto de su Obispo, da inicio en Placencia a la nueva Familia Religiosa que denominó definitivamente "Hijas de Santa Ana, Madre de María Inmaculada" (8 diciembre 1866). Vistió el hábito religioso el 26 de julio de 1867 y el 8 de abril de 1870 emitió la profesión religiosa junto a doce hermanas. En el desarrollo del Instituto recibió la colaboración del P. Juan Baustista Tornatore, sacerdote de la Misión, a quien pidió expresamente que escribiera las Reglas y que luego fue considerado Cofundador del Instituto. Confiada totalmente a la Providencia divina y animada desde el principio de un valeroso impulso de caridad, Rosa Gattorno dió inicio a la construcción de la "Obra de Dios", como la había llamado el Papa y como la llamará siempre también ella, elegida para cooperar, en espíritu de donación materna, atenta y solícita hacia las diversas formas de sufrimiento y de miseria moral o material, con la única intención de servir a Jesús en sus miembros adoloridos y heridos y de "evangelizar ante todo con la vida". Da inicio a varias obras de servicio para los pobres y enfermos de cualquier enfermedad, para las personas solas, ancianas, abandonadas; los pequeños e indefensos; las adolescentes y las jóvenes "en peligro" a quienes proveía una instrucción adecuada y la sucesiva inserción en el mundo del trabajo. A estas formas, se agregan muy pronto la apertura de escuelas populares para la instrucción de los hijos de los pobres y otras obras de promoción humano-evangélica, según las necesidades más urgentes de la época, con una efectiva presencia en la realidad eclesial y civil. Llamaba a sus hijas "Siervas de los pobres y ministras de la misericordia" y las exhortaba a acoger como signo de predilección del Señor el servicio a los hermanos, cumpliéndolo con amor y humildad: "Sean humildes… piensen que son las últimas y las más miserables de todas las creaturas que prestan su servicio a la Iglesia, de la cual tienen la gracia de formar parte". A menos de diez años de fundación el Instituto obtuvo el Decreto de Aprobación(1876), y la aprobación definitiva en 1879, mientras que para la aprobación de las reglas se tuvo que esperar hasta el 26 de julio de 1892. Muy apreciada y estimada por todos, colaboró en Placencia con el Obispo Monseñor Scalabrini, ahora beato, en modo particular en la obra a favor de las sordomudas por él fundada. A pesar de todo, no fueron ahorradas a Madre Rosa Gattorno pruebas, humillaciones, dificultades y tribulaciones de todo género. No obstante esto, el Instituto se difundió rápidamente en Italia y en el extranjero, realizando así el ardiente deseo misionero de la fundadora: "Amor mío! Cómo me siento arder de deseo de hacerte conocer y amar por todos; quisiera atraer a todo el mundo, dar a todos, socorrer a todos… quisiera correr por doquier y gritar fuerte para que todos vengan a amarte". Ser "portavoz de Jesús" y hacer llegar a todos los hombres el Amor que salva, fue siempre el anhelo profundo de su corazón. En 1878 enviaba ya a las primeras Hijas de Santa Ana en Bolivia, después Brasil, Chile, Perú, Eritrea, Francia, España. En Roma, donde había iniciado su obra desde el 1873, organizó escuelas masculinas y femeninas para los pobres, jardínes infantiles, asistencia a los hijos recién nacidos de los obreros de la Manufactura de tabaco, casas para ex prostitutas, mujeres de servicio doméstico, enfermeras a domicilio, surgió también la Casa Generalicia, con la Iglesia anexa. A su muerte dejó 368 casas, en las cuales desempeñaban su misión 3.500 hermanas. El secreto de su camino de santidad, del dinamismo de su caridad y de la fuerza de ánimo con la cual supo afrontar con fe robusta todos los obstáculos y guiar por 34 años, con dedicción plena, valor y clarividencia el Instituto, fue su continua unión con Dios y un total y confiado abandono en El: "No obstante en medio de tanto tumulto de un abismo de trabajo, nunca he quedado privada de la unión con mi Bien"; la atención y docilidad a los impulsos del Espíritu, la íntima y amorosa participación a la pasión de Cristo; la incesante súplica por la conversión de los pecadores y la santificación de todos los hombres. Nutrió hacia la Iglesia un vivo sentido de pertenencia y fue siempre humilde, devota y obediente a las directivas del Papa y de la Jerarquía. En su predilección por Santa Ana, vivió un amor especial hacia María en quien se confió enteramente para ser toda de Dios y toda de los hermanos. Puro y simple instrumento en las manos del " delicado Artífice", conformada a Cristo pobre y víctima de amor con El, realizó en su vida el anhelo inculcado a sus hijas : "Vivir por Dios y morir por El, gastar la vida por amor". Así vivió hasta febrero de 1900, cuando afectada por una inesperada enfermedad, se agravó rápidamente. Sometida a duras pruebas de penitencia, frecuentes y extenuantes viajes, una intensa correspondencia epistolar, preocupaciones y grandes disgustos, su físico no pudo más. El 4 de mayo recibió el sacramento de los enfermos y dos días después el 6 de mayo, a las 9 de la mañana, cumplido su peregrinaje terreno se extingue santamente en la Casa General. La fama de santidad que ya había irradiado en vida, irrumpe en ocasión de su muerte, creciendo ininterrumpidamente en todas partes del mundo. Expresión de un singular designio de Dios, en su triple experiencia de esposa y madre, viuda y después religiosa- fundadora, Rosa Gattorno ha honrado la dignidad y el "genio de la mujer" en su misión al servicio de la humanidad y la difusión del Reino. Siempre fiel a la llamada de Dios y auténtica maestra de vida cristiana y eclesial, permaneció esencialmente madre: de sus hijos, que constantemente acompañó; de las hermanas, que profundamente amó; y de todos los necesitados, de los sufridos y de los infelices, en cuyo rostro contempló al mismo Cristo, pobre, llagado y crucificado. Su carisma se ha difundido en la Iglesia con el surgir de otras formas de vida evangélica: Hermanas de vida contemplativa, Asociación religiosa de vida sacerdotal, Instituto Secular y Movimiento eclesial de laicos, activamente operante en la Iglesia en casi todas partes del mundo. Em 9 de abril do ano 2000 foi beatificada por S.S. João Paulo II. Reproducido con autorización de Vatican.va
Bartolomé Pucci-Franceschi, Beato Mayo 6 Franciscano, Maio 6
Bartolomé Pucci-Franceschi, Beato
Bartolomé Pucci-Franceschi, Beato

Sacerdote da Primeira Ordem Franciscana

Seu culto foi aprovado por Leão XIII em 24 de Junho de 1880.
Bartolomé Pucci‑Franceschi nasceu no ano 1245 em Montepulciano, filho de Puccio di Francesco, nomes que foram unidos para formar o apelido familiar. Na sua juventude casou com Milla, filha do capitão Tomás de Pécora, da qual teve quatro filhos, que em 1290, quando ele aos 45 anos de idade, decidiu ingressar entre os Irmãos Menores do convento de S. Francisco de Montepulciano, já haviam chegado à maioría de idade. As crónicas exaltam sua memorável renúncia à família e ao rico património, sua caridade para com os pobres nos tempos de carestia, e vários milagres. El Señor le había inspirado consagrarse a su servicio y él, dócil a la divina llamada, proveyó al porvenir de sus hijos y con el consentimiento de su mujer se hizo religioso hermano. En la vida de convento llegó a ser modelo de perfección. Durante la oración a menudo era arrobado en éxtasis, su rostro se volvía radiante con una luz celestial, su alma encendida en un fuego divino. Se reputaba tan pequeño y pobre que no se atrevió a ser sacerdote, pero los superiores se lo impusieron y, después de un tiempo de estudios filosóficos y teológicos fue ordenado sacerdote y de inmediato se entregó humilde y devotamente al sagrado ministerio con fervor y santa vida. También entonces era tanta su humildad, que hubiera deseado vivir ignorado de todos. Su amor por el prójimo y especialmente por los más pobres y desdichados era grandísimo. Por sus oraciones a menudo Dios multiplicó el alimento para su comunidad y a favor de los necesitados. Frecuentes apariciones de la Santísima Virgen, de ángeles y de santos lo llenaban de tanta alegría que parecía estar ya en el paraíso. Fue para toda la comunidad modelo de observancia exacta de la regla de San Francisco, del espíritu de pobreza, de castidad y de penitencias con las cuales martirizaba su cuerpo. Bartolomé se durmió serenamente en la paz de los justos el 6 de mayo de 1330. Fue sepultado en la iglesia de San Francisco, donde permaneció hasta 1930. Luego fue trasladado a la iglesia de San Agustín. Un catálogo de 1538 recuerda que sus reliquias se conservaban en una urna de nogal, expuesta a la pública veneración de los fieles y cerrada con dos llaves, de las cuales una era guardada por el superior del convento y la otra era confiada a los descendientes de la familia del Beato.
María Catalina Troiani, Beata
Fundadora, Maio 6
María Catalina Troiani, Beata
María Catalina Troiani, Beata

Fundadora da Congregação das Franciscanas Missionárias

A nossa María Catalina se chama também com frequência simplesmente Catalina, e à vezes María Catalina de Santa Rosa de Viterbo, que é o nome completo que tomou ao ingressar na religião; de secular se chamava Constanza Troiani.
Nació en Giuliano di Roma, provincia de Frosinone, en el Lacio, un centenar de Km. hacia el sur de la capital de Italia, el 19 de enero de 1813. Fue la cuarta de cinco hermanos, el segundo de los cuales llegó a ser sacerdote y los otros tres murieron a edad temprana. Sus padres, de posición desahogada, fueron Tomás Troiani y Teresa Panici Cantoni. Constanza pasó feliz en el hogar paterno los 6 primeros años de su vida, pero su madre falleció en 1819, y su padre se vio en la necesidad de confiarla, para su educación, a las religiosas que tenían un colegio pensionado en el convento de Santa Clara de la Caridad situado en Ferentino (Frosinone). Esta comunidad observaba unas constituciones inspiradas en la Regla de Santa Clara, guardaba clausura episcopal y se dedicaba a la educación y enseñanza de niñas. Inteligente, sensible, vivaracha, era a la vez obediente, y en el silencio y con aplicación iba desarrollando su personalidad humana y espiritual. Llegó el momento en que algunos familiares suyos le propusieron volver a su puesto en la vida social. Pero ella rehusó tales propuestas porque pronto sintió la vocación al claustro, y de hecho el 8 de diciembre de 1829, a la edad de 16 años, vistió el hábito franciscano allí mismo. Al año siguiente fue admitida a la profesión religiosa, y Constanza tomó el nombre de Sor María Catalina de Santa Rosa de Viterbo. Se le confió enseguida el cargo de enseñante en la escuela y luego el de vicemaestra de las educandas, además de otros varios oficios en el seno de la comunidad religiosa. Escribió entonces la crónica de su monasterio desde que se fundara en 1803. Desde aquel tiempo se sintió fuertemente atraída por la contemplación de Jesús crucificado, por el amor a la penitencia y a la vida oculta imitando la de Cristo en Nazaret: «Quiero ser siempre la última en la casa de Dios, que eso es lo mejor para una religiosa», escribe el día de su profesión, a lo que añade: «Me acostumbraré a ofrecer cada acción antes de emprenderla y a vivir sin pausa en presencia de Dios, esforzándome en ser cada día mejor que el anterior». Su trato íntimo con el Señor fue progresando, y a veces se la oía exclamar: «¡Oh Jesús, dame el fuego de tu amor para que pueda consumirme por ti!» Se complacía en decir: «Penetremos en el interior del Corazón de Jesús: allí se está bien, y nadie puede hacernos daño». El año 1835, cuando contaba 22 años de edad, se sintió fuertemente llamada a trabajar en las misiones extranjeras, pero tuvo que esperar muchos años, unos 24, para poder llevar a cabo esa vocación. Mientras tanto se dedicó a la animación misional entre sus compañeras. Y tan acertadamente lo hizo, que florecieron en su monasterio las vocaciones misioneras. En efecto, cuando el Vicario apostólico de Egipto, el franciscano Mons. Perpetuo Guasco, siguiendo la sugerencia que le hizo la misma Sor María Catalina por medio de su confesor que había ido a Egipto por motivo de predicación, propuso a las monjas de Santa Clara de Ferentino, que ya eran de clausura, la apertura de una casa en Egipto para la educación de niñas, especialmente pobres, de cualquier color, nación y religión, las encontró prontas para secundar el proyecto. Y así, el obispo de Ferentino, con la aprobación de la Sagrada Congregación de Propaganda Fide, envió un grupo de seis clarisas misioneras que, presididas por la madre M. Luisa Castelli y animadas por sor María Catalina, llegaron a El Cairo el 14 de septiembre de 1859. Durante el viaje, cuando hicieron escala en Malta, se enteraron de que había fallecido repentinamente Mons. Guasco, que era quien las había invitado a establecerse en Egipto. Este suceso provocó dudas en las monjas viajeras, pero Sor María Catalina las hizo reflexionar diciéndoles: «Nos hemos puesto en camino para responder no al deseo de un prelado, sino a la llamada de Dios». De inmediato ocuparon la casa misión de Clot-Bey que se les había preparado en El Cairo Nuevo, aunque su primer trabajo lo desarrollaron en la iglesia católica de Muski que regían los franciscanos de la Custodia de Tierra Santa. Muy pronto la superiora que había guiado al grupo de misioneras hasta Egipto cayó gravemente enferma, y Sor María Catalina tuvo que ponerse al frente de las obras que habían emprendido. Luego, en 1863, fue elegida superiora de la casa misión. La comunidad de Santa Clara de Ferentino se transformó en 1842 en monasterio, aceptando la clausura, y, aunque en 1859 había organizado la primera expedición de religiosas a Egipto, en 1865 decidió renunciar a aquella misión tan distante dadas las nuevas circunstancias y las dificultades surgidas. A ello contribuyó el hecho de que el delegado apostólico que sucedió a Mons. Guasco redactó unas constituciones nuevas para las misioneras, que debían sustituir a las que ellas habían traído de Ferentino, lo que no fue del agrado del obispo de esta ciudad ni de las monjas del monasterio de Santa Clara. Así sucedió que, buscando todos el mayor bien, surgió un conflicto entre autoridades y proyectos. En consecuencia, Sor María Catalina y sus hermanas tuvieron que afrontar la alternativa en que al fin las puso la comunidad de Ferentino: abandonar las obras emprendidas y regresar a la casa madre, o independizarse de ésta. Fue un trance muy triste y doloroso para las misioneras. Sor María Catalina y las demás religiosas decidieron permanecer en Egipto, separándose con dolor de su casa de origen. En 1868, después de los acuerdos alcanzados entre las autoridades afectadas, la Orden de Hermanos Menores y la Congregación de Propaganda Fide, mediante decreto pontificio, la misión de Clot-Bey (El Cairo, Egipto) quedó constituida como instituto autónomo, del que fue reconocida como fundadora y nombrada superiora general la Beata María Catalina, la cual fue confirmada en su cargo en el primer capítulo general, celebrado en 1877, y después de nuevo en 1883. El nuevo instituto adoptó desde el primer momento la Regla de la Tercera Orden Franciscana, aprobada por León X para los terciarios regulares (TOR), con unas constituciones adaptadas a la situación misionera del mismo, que fueron aprobadas en 1876. De este modo nació una nueva congregación de derecho pontificio, la de las Franciscanas Misioneras del Corazón Inmaculado de María, hasta 1950 llamadas Franciscanas Misioneras de Egipto, que en 1897 fue agregada a la Orden Franciscana (O.F.M.). A las obras y actividades iniciales, la madre María Catalina fue añadiendo otras nuevas como respuesta a las muchas necesidades con que se encontraba en la población y particularmente en la infancia de aquel país. Su celo apostólico y su caridad se desarrollaron especialmente en dos obras misionales y sociales: la una, iniciada en 1860 en colaboración con dos sacerdotes, Olivieri y Versi, empeñados en la lucha contra la esclavitud, y destinada a rescatar y educar a las niñas negras esclavas, y la otra, iniciada en 1872, dedicada a recoger a los expósitos, recién nacidos abandonados. Las niñas pequeñas abandonadas al nacer o destinadas a los harenes turcos eran buscadas o acogidas, incluso pagando rescate por ellas. Para las niñas que gozaban de buena salud buscaba nodrizas que las criaran, y más tarde las confiaba a familias adoptivas. Con todo, eran muchas las pequeñas que estaban exánimes y pronto fallecían. Las niñas y las gentes, conmovidas por su bondad y entrega, la llamaban cariñosamente "Mamá Blanca". Con estas obras la madre María Catalina se insertó en lo más vivo de la lucha por el rescate y redención de los esclavos y por la dignificación de la mujer, uniéndose a los grandes líderes anti esclavistas de aquel tiempo como Olivieri, Versi, Daniel Comboni y el franciscano Ludovico de Casoria. En 1882, cuando la Beata estaba proyectando la apertura de nuevas casas, estalló la guerra angloturca. El consulado italiano pidió a las religiosas que salieran del país porque no podía garantizar su seguridad. La Madre y las hermanas tienen que marcharse a Roma; pero, tan pronto como se restablece la paz en Egipto, vuelven a su casa y misión, que permanece intacta, y reanudan su labor misionera y social. De nuevo son incontables las niñas y jóvenes que llenan sus aulas y sus centros de acogida. Pero en 1883 se extiende la epidemia del cólera, y las víctimas son incontables; las religiosas, a las que no falta el ejemplo y las palabras de aliento de la madre María Catalina, no abandonan sus puestos de trabajo sino que se multiplican en sus tareas para asistir a los apestados aun exponiendo las propias vidas. Durante sus 28 años de actividad misionera, la madre María Catalina abrió, con la colaboración de las autoridades y la ayuda de las personas a las que tendió la mano, numerosas casas en Egipto, en Jerusalén, en Malta, en Italia. Ella procedía de un ambiente de fuerte espiritualidad franciscana, e imprimió esa espiritualidad en su propia vida y en todas sus obras. El 10 de abril de 1887, víspera de Pascua, la Madre Troiani, enferma y agotada, tiene que meterse en cama, sin esperanza de recuperación porque su organismo está exhausto. Y el 6 de mayo de 1887, después de haber recibido por última vez la Eucaristía, fallece plácidamente en Clot-Bey, a los 74 años de edad. Al día siguiente, sus funerales se trasformaron en una solemne celebración con la presencia de cristianos y de musulmanes y entre el llanto especialmente de tantas mujeres beneficiarias de su obra, todos los cuales querían rendir un último homenaje a aquella apóstol de la caridad. Fue enterrada de momento en el cementerio latino de El Cairo, pero sus restos mortales fueron luego trasladados a la capilla de Clot-Bey, y en 1967 a Roma, y se veneran en la iglesia de la casa general del Instituto, dedicada al Corazón Inmaculado de María. «Tenemos dos vidas -había escrito-, la presente y la futura. La primera está hecha de luchas, la segunda es el final de todas ellas, la recompensa y la corona. La primera representa la navegación, la segunda el puerto. La primera dura sólo un instante, la otra no conoce la vejez ni la muerte». Y con frecuencia había recomendado a sus hermanas: «Cumplid bien vuestro deber; esperamos ir un día allá arriba, al Paraíso, llenas de gozo y alegría. ¿Después de haber soportado tantas fatigas y sufrimientos, qué podemos esperar mejor que el Paraíso? Para vivir como verdaderas religiosas, hay que comportarse cada día como si fuera el primero de nuestra vida consagrada y el último de nuestra vida terrena». Su fama de santidad se extendió enseguida, y desde el primer momento las autoridades civiles egipcias, los diplomáticos y gobernantes europeos y cuantos tuvieron conocimiento de la obra desarrollada por la Beata y su Congregación, le mostraron la más grande estima y gratitud. El papa Juan Pablo II la beatificó el 14 de abril de 1985 y estableció que su memoria se celebre el 6 de maio.
Francisco Montmorency-Laval, Beato
Bispo e Fundador, Maio 6
Francisco Montmorency-Laval, Beato
Francisco Montmorency-Laval, Beato

Fundador da Sociedade Sacerdotal Chamada

"Seminário de Missões Estrangeiras, estabelecida no Quebec (SME)" conhecida agora como o "Seminário de Quebec"
Da família Montmorency-Laval, uma das mais distintas de França, nasceu Francisco em 30 de abril de 1623, em Montigny-sur-Avre. Educado nos jesuitas de La Flèche, recebeu a tonsura, mas a morte de seu pai, ainda teve que ocupar-se dos assuntos e negócios dos seus, como cabeça de família.
Ordenado sacerdote em 1647, foi designado arquidiácono de Évreux, onde o bispo era tío seu. Quando em 1653 foi nomeado vigário apostólico de Tonkín, na Indochina, a viagem se fez impossível, e se retirou quatro anos no Hermitage, numa escola de espiritualidade aberta por João de Bernières. Sua vida missionária se iniciou em 1658, ano em que foi designado vigário apostólico da Nova França e bispo titular de Petra. Chegou a Quebec no ano seguinte, e em trinta anos desenvolveu uma formidável actividade apostólica, organizando aquela Igreja incipiente, lutando contra as tendências galicanas dos governadores e defendendo aos indios.
A ele se deve o Seminário de Quebec - Universidade Laval, desde 1852 -, e a erecção da diocese em 1674, da que foi primeiro bispo. Os últimos anos de sua vida os passou retirado no Seminário, onde morreu em 6 de Maio de 1708 aos oitenta e cinco anos.
Venerável desde 1960, e beatificado em 1980, «foi no Canadá o que Santo Agostínho em Bretanha, S. Bonifácio na Germânia, ou Cirilo e Metódio nos povos eslavos» (AAS 73,1981, 256).
http://es.catholic.net/santoral Recolha, transcrição e tradução parcial de António Fonseca

UM ANO COM SÃO PAULO (15)

CONTINUAÇÃO (15)
Do livro "Um ano com São Paulo" da Editorial Missões - Cucujães, escrito pelo Pde. Januário dos Santos, com os textos bíblicos retirados da BÍBLIA SAGRADA, (tradução dos Monges de Maredsous) e publicado em Junho de 2008, passo a transcrever (com a devida vénia) alguns dos textos dos Actos dos Apóstolos e das Epístolas de S. Paulo, - ali inseridos - desde 19 de Abril:
Dias 16, 17, 18, 19 e 20 de Março
PARTIDA DE PAULO PARA ROMA (Act. 27, 1-6)
Paulo embarca, em Mira, com outros presos, num navio proveniente de Alexandria que levava um carregamento de trigo para a Itália. O Centurião romano, a quem, tinha sido confiado, é homem de bom coração que até lhe permite visitar "os amigos", as comunidades cristãs.
1 Logo que foi determinado que embarcássemos para a Itália, Paulo foi entregue com outros presos a um centurião da coorte Augusta, chamado Júlio. 2 Embarcámos num navio de Adramito que devia costear as terras da Ásia, e levantámos âncora. Em nossa companhia estava Aristarco, macedónio de Tessalónica. 3 No dia seguinte, fazendo escala em Sidónia, Júlio, usando de bondade para com Paulo, permitiu-lhe ir ver os seus amigos e prover-se do que tinha necessidade. 4 Dali fazendo-nos ao mar, fomos navgegando perto das costas de Chipre, por nos serem contrários os ventos 5 tendo atravessado o mar da Cilícia e da Panfília, chegamos a Mira, cidade da Lícia 6 o centurião encontrou ali um navio de Alexandria, que rumava para Itália e fez-nos passar para ele.
Frase para recordar O centurião Júlio, usando de bondade para com Paulo, permitiu-lher ir ver os seus amigos.
PARTIDA DE PAULO PARA ROMA (2) (Act. 27, 7-12) Paulo adverte o centurião dos perigos da viagem mas este, como é natural, deu mais crédito ao piloto e ao mestre que ao prisioneiro cujo dom de profecia ele desconhecia. O tempo de jejum referido no texto é o tempo que precede a Festa da Expiação (fins de Setembro).
7 Por muitos dias navegámos lentamente e com dificuldade até diante de Cnido, onde o vento não nos permitiu aportar. 8 Fomos entâo costeando o sul da ilha de Creta, junto ao cabo Salmona. Navegando com dificuldade ao longo da costa, chegámos afinal a um lugar, a que chama Bons Portos, perto do qual está a cidade de Lasaia. 9 Passara o tempo - já havia passado a época do jejum - e a navegação tornava-se perigosa. Paulo advertiu-os: 10 "Amigos, vejo que a navegação não se fará sem perigo e sem graves danos, não somente para o navio e para a sua carga, mas também para as nossas vidas." 11 O centurião, porém, dava mais crédito ao piloto e ao mestre do que ao que Paulo dizia. 12 O porto era impróprio para passar o inverno, pelo que a maior parte deles foi de opinião que se retornasse ao mar, na esperança de chegar a Fenice, para passar ali o inverno, por ser esse o um porto de Creta, abrigado dos ventos ,do sudeste e do nordeste.
Frase para recordar: Amigos, vejo que a navegação não se fará sem perigo.
TEMPESTADE E NAUFRÁGIO (Act. 27, 13-20)
Descrição viva e pormenorizada da tempestade e profecia do naufrágio. Paulo convida os companheiros a ter coragem porque um anjo de Deus lhe tinha garantido que chegariam a Roma. Há muito tempo que não comiam nada , provavelmente devido ao enjoo.
13 Soprava então brandamnente o vento sul. Julgavam poder executar os seus planos. Levantaram a âncora e foram costeando de perto a ilha de Creta. 14 Mas, não muito depois, veio do lado da ilha um tufão chamado Euroaquilão. 15 Sem poder resistir à ventania, o navio foi arrebatado e deixámo-nos arrastar. 16 Impelidos rapidamente para uma pequena ilha chamada Cauda, conseguimos, com muito esforço, recolher o batel. 17 Içaram-no e, depois, como meio de segurança, amarraram o navio com cabos. Então, temendo encalhar em Sirte, arriaram as velas e entregaram-se à mercê dos ventos. 18 No dia seguinte, sendo a tempestadae ainda mais violenta, atiraram fora a carga. 19 No terceiro dia, atirámos para fora com as nossas próprias mãos os acessórios do navio. 20 Ora, não aparecendo por muito dias nem sol nem estrelas e sendo batidos por forte tempestade, tinhamos por fim, perdido toda a esperança de sermos salvos.
Frase para recordar: Tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.
TEMPESTADE E NAUFRÁGIO (Act. 27, 21-32)
21 Há muito tempo que ninguém havia comido nada. Paulo levantou-se no meio deles e disse: "Amigos, deviéis ter-me atendido e não ter saído de Creta, e assim evitar este perigo e estas perdas. 22 Agora, porém, vos admoesto que tenhais coragem, pios não perecerá nenhum de vós, mas somente o navio. 23 esta noite apareceu-me um anjo de Deus, a quem pertenço e a quem sirvo, o qual me disse: 24 Não temas, Paulo. É necessário que compareças diante de César. Deus deu-te todos os que navegam contigo. 25 "Por isso, amigos, coragem! Eu confio em Deus que há-de acontecer como me foi dito. 26 Vamos dar a uma ilha." 27 Já estávamos na décima quarta noite, pelo mar Adriático, quando, pela meia-noite, os marinheiros pressentiram que estavam perto de alguma terra. 28 Então, atirando a sonda, perceberam que a profundidade era de vinte braças. Depois, um pouco mais adiante, viram, que era de quinze braças. 29 Temendo que déssemos em algum recife, lançaram quatro âncoras da popa, esperando ansiosos que amanhecesse o dia. 30 Imediatamente, os marinheiros procuraram fugir e, sob o pretexto de largar as âncoras da proa lançaram o bote ao mar. 31 Paulo disse ao centurião e aos soldados: "Se estes homens não permanecerem no navio, não podereis salvar-vos." 32 Os soldados cortaram, então, os cabos do bote e deixaram-no cair.
Frase para recordar: Não temas, Paulo! É necessário que compareças diante de César. Deus deu-te todos os que navegam contigo. PAULO É LÍDER (Act. 27, 33-38)
Paulo mostra, nesta situaçao, as suas qualidades de líder. Ele aconselha toda a gente a comer, após catorze dias de completo jejum, faz uma pequena paraliturgia abençoando o pão (não se trata de uma celebraçâo eucaristica), e pela estima em que era tido pelo centurião, poupa a vida dos prisioneiros. Lembre-se que os soldados pagavam com a vida a fuga dos prisioneiros.
33 Enquanto ia amanhecendo, Paulo encorajou a todos que comessem alguma coisa, e disse: "Já faz catorze dias que estais em jejum, sem comer nada. 34 Rogo-vos que comais alguma coisa, no interesse da vossa vida, porque nem um cabelo da cabeça de algum de vós perecerá." 35 Tendo dito isso, tomou o pão, pronunciou uma bênção na presença de todos e, depois de parti-lo, começou a comer. 36 Com isso, todos cobraram ânimo e puseram-se igualmente a comer. 37 No navio éramos ao todo duzentas e setenta e seis pessoas. 38 Depois de terem comido à vontade, aliviaram o navio, atirando o trigo ao mar.
Frase para recordar: Rogo-vos que comais alguma coisa, no interesse da vossa vida, porque nem um cabelo da cabeça de algum de vós perecerá.
Recolha e transcrição do livro UM ANO COM SÃO PAULO Pde Januário dos Santos Ed. Editorial Missões Cucujães-2008 António Fonseca