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segunda-feira, 18 de maio de 2009

CELESTINO

Celestino V, Santo Maio 19 CXCII Papa, Maio 19
Celestino V, Santo
Celestino V, Santo

CXCII Papa

Nascido em Isernia, Italia (1221) Nome: Pietro Angelari de Murrone Pontificado: Eleito, 5 Julho 1294, ordenado bispo de Roma, 29 agosto, Renuncia em 13 Dezembro, 1294. Morre em Ferentino, 19 Maio 1296. Único Papa que há abdicado. Último Papa que leva esse nome.
Etimologicamente significa “ Filho do Céu”. Vem da língua latina. Este jovem, nascido no seio de uma família numerosa, 12 filhos, nasceu em Abruzzos, Italia. O mesmo conta em sua autobiografia:" Meus pais tiveram doze filhos, como Jacob, e seu maior desejo era oferecer algum ao Senhor. Foi escolhido o undécimo, que se chamava Pedro, como foi escolhido José, em casa de Jacob". Pedro lhe dizia a miúdo a sua mãe:"Quero ser um bom servo de Deus". Este jovem começou a distinguir-se entre seus familiares por seu alto grau de humildade. O encantava viver só como um eremita. Por isso se foi para uma cova. A ela acudia multidão de gente a fazer-lhe consultas.
Ordenado sacerdote em Roma, voltou à cova de novo. Não se atrevia a celebrar a missa. Então ouviu uma voz do céu que lhe dizia:"Celebra a Missa, filho".
Sua fama de santidade se estendieu por todos os contornos. O seguiram muitos discípulos com que fundou a Ordem dos Celestinos, que mais tarde se uniu aos Beneditinos.
Quando menos o esperava, se apresentaram perante ele vários bispos para notificá-lo que havia sido eleito Papa. Era já um ancião de 73 anos. Estamos no ano 1294. Todos o aceitaram bem porque a Igreja necessitava de um Papa santo para que acabasse com as intrigas dos Orsinis e Colonnas na administração burocrática do Vaticano. Por outra parte, a Igreja levava nada menos que dois anos sem Papa.
Ao ser nomeado Pontífice, se pôs o nome de Celestino V. Imitando a Jesus, entrou montado num burro. Após baixar-se, os cardeais o receberam com alegria. Mas em lugar de ir para o Vaticano,foi ao Palácio Real de Nápoles. Aquí mandou construír uma cabana para viver melhor na solidão. Ao não ter experiência diplomática, passou francamente mal. Por isso apresentou sua renúncia. Durou no Papado tão somente 5 meses. Lhe sucedeu Bonifácio VIII. Este encerrou Celestino no castelo Monte Fumone para que vivesse como um monge.
O Papa Clemente V o fez santo em Avinhão em 1313.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Crispín de Viterbo, Santo Maio 19 Capuchinho, Maio 19
Crispín de Viterbo, Santo
Crispín de Viterbo, Santo

Um santo alegre

Nasci com o nome de Pietro (Pedro) Fiorentti, em Viterbo, Italia, em 13 de Novembro de 1668. Apesar de me considerarem um santo alegre, a impressão que me fica de minha infância é a morte de meu pai, Ubaldo. Menos mal que meu tío Francisco -seu hermano- me queria muito e me enviou, primeiro, à escola dos Jesuitas para que aprendesse gramática e, depois, me acolheu como aprendiz na sua oficina de sapateiro, onde estive até os 25 anos em que me fui para frade.
Recordo que, de pequeno, me dava por ajudar missas e jejuar; e como era de natural delgado e enfermiço, meu tio resolveu dizer a minha mãe: «Tu serves para criar frangos, mas não filhos. ¿Não vês que o menino não cresce porque não come?» E daí em diante ele se encaregava de fazer-me comer; mas ao ver que seguia igual de pequeno e escanifrado se deu por vencido e disse a minha mãe: «Deixa que faça o que quiser , porque melhor será ter em casa um santo delgado que um pecador gordo». Capuchinho como S. Félix A gota que encheu o vaso para que me decidisse a fazer-me Capuchinho foi el ever a un grupo de noviços que havia baixado à igreja com o motivo de umas rogativas para pedir a chuva; mas na realidade já o havia pensado muito e havia lido e relido a Regra de S. Francisco, pelo que minha opção era madura. Além disso não queria ser sacerdote, mas sim como S. Félix de Cantalicio, irmão laico. Imediatamente me fui a falar com o Provincial, que me admitiu na Ordem, pensando que já estava tudo superado, mas não foi assim. Os primeiros que se opuseram foram meus familiares, começando por minha mãe. A pobre já era idosa e com uma filha solteira a seu cargo; além disso, não compreendía que, havendo feito os estudos com os Jesuitas, não quisesse ser sacerdote mas sim laico. Sem embargo, a decisão estava tomada. Procurei que as atendessem umas pessoas do povo e marchei para o noviciado.
Qual não seria a minha surpresa ao comprovar que, a
Crispín de Viterbo, Santo
Crispín de Viterbo, Santo
pesar de haver-me admitido já o Provincial, o mestre de noviços se negabva a receber-me. Ante minha insistência me respondeu: «Bom, se o Provincial lhe compete em receber aos noviços, a mim me toca aprová-los».
E bem que me provou. O primeiro que fez foi dar-me uma enxada e enviar-me ao horto a cavar de manhã à tarde. Em vista de que resistia, me mandou como ajudante do esmoleiro para que carregasse com o alforje, a ver si aguentava as caminhadas baixo de sol e da chuva. E as aguentei. Por último, não lhe ocorreu outra coisa que nomear-me enfermeiro para que atendesse a um frade tuberculoso. Parece que não o fiz mal de todo, pois tanto o enfermo como o mestre de noviços se ufanavam, quando já eram velhos, de haver-me tido como enfermeiro e como noviço. Uma vez professei e me enviaram por distintos conventos, até que recolhi em Orvieto. Ali estive durante quarenta anos de esmoleiro; quer dizer, toda minha vida, puis só me levaram a Roma para morrer.
Durante os cinquenta anos que estive com os frades fiz de tudo menos de sapateiro, que era minha profissão. Fui cozinheiro, enfermeiro, hortelão e esmoleiro; e é que eu não era uma besta para estar na sombra, mas sim ao fogo e ao sol; quer dizer, que devia estar ou na cozinha ou na horta. Sem embargo a maioría de minha vida se queimou buscando comida para os fraides e atendendo as necessidades da gente.
Pedindo pão e dando carinho
O primeiro que fazia antes de sair do convento era cantar o Ave, Maris Stella; depois, rosário na mão, me dirigia para a esmola, que, de ordinário, fazia rapidamente. Para arranjar tempo pedia antes ao cozinheiro o que necessitava, e assim me limitava a pedir somente o necessário. Como havia muitos pobres, procurava dirigir as esmolas que sobravam a uma casa do povo para que desde ali se redistribuissem; assim satisfazia a solidariedade dos pedintes e a necessidade dos pobres.
Tão convencido estava de que grade parte da miséria provém da injustiça, que não me podia conter ante os abusos dos patrões para com os trabalhadores. Quando algum tinha que vir ao convento procurava que o tratassem bem, porque ao trabalho há que ir de boa vontade.
Uma vez que um defraudador me pediu que rogasse por sua saúda, lhe respondi que quando pagasse o que devia a seus credores e a seus servidores então pediria à Virgem que o curasse. E é que gustava visitar aos enfermos e encarcerados; não só para dar-lhes bons conselhos mas sim para os remediar, na medida de minhas possibilidades, suas necessidades.
Não sei porquê, a gente acudia a mim em busca de remédios e se ia com a sensação de que fazia milagres. Incluso me cortavam pedaços do manto para fazer reliquias; até que não pude mais e lhes gritei: «Mas ¿que fazeis? Quanto melhor seria que cortasseis a fila a um cão.... ¿Estais loucos? ¡Tanto alboroço por um asno que passa!»
Sem embargo não de todo era pedir esmola e atender a gente. Isto era a consequência. Minha opção havia sido seguir a Jesus e isso leva muito tempo de estar com Ele e aprender suas atitudes. Mi nha devoção à Virgem me ajudou muito. Me gustava exteriorizar meus sentimentos para com ela adornando seus altares. Quando estive trabalhando de hortelão coloquei uma imagen de Maria numa pequena cabana. Diante dela espalhava restos de sementes e migalhas de pão para que se acercassem os pássaros, se alimentassem e cantassem, já que houvera querido que todas as criaturas do universo se juntassem para a louvar em todo o momento a mãe de Deus.
O reumatismo e a gota acabaram comigo. Já não podia quase andar e tive que retirar-me para a enfermaría de Roma. mas ali também a gente vinha buscar-me. ¿Porquê a gente acudia a mim se não era nem santo nem profeta?
No mês de Maio a doença foi demais. Para não estragar a festa de S. Félix assegurei ao enfermeiro que não morreria nem a 17 nem a 18. E, efectivamente, o Senhor me escutou e me levou em sua companhia em 19 de Maio de 1750. Tenho a singular honra de ser o primeiro santo canonizado pelo Papa João Paulo II, acto que se realizou em 20 de Junho de 1982.
Alcuino de York, Santo Maio 19 Abade e Professor, Maio 19
Alcuino de York, Santo
Alcuino de York, Santo

Abade e Professor

Etimologicamente significa “ amigo do templo”. Vem da língua alemã. Nascido ao redor do ano 730 em York, Inglaterra.
Em York estudou na escola principal que havia então. Não era outra que a episcopal.
Nela se ensinavam artes e letras, gramática e a Santa Biblia. Desde joven se distinguiu por seu amor al estudo. Se passava horas inteiras lendo na biblioteca livros clásicos, como Aristóteles, Virgilio e Cicero. Por isso, não é de estranhar que apenas terminasse seus estudos, o nomeassem professor.
Teve a sorte de acompanhar a seu bispo a Roma. De regresso, se encontrou com Carlomagno em Parma, Italia. A raíz deste encontro, nasceu uma profunda amizade entre ambos. Uma vez que sua missão havia concluído, Alcuino foi para a corte de Carlomagno. Levado por seu amor à cultura, fundou a escola do palácio. Ao mesmo tempo que dava aulas, atendia a abadía de S. Josse-sur-Mer, de que chegou a ser seu abade. Mais tarde, o imperador o nomeou abade da abadia de S. Martinho de Tours.
Apesar de tantas concessões, Alcuino mantinha a raia ao Imperador. Não se deixava embaraçar. Por isso numa carta lhe disse:” Um se pode sentir atraído pela fé, mas nunca forçado”. Morreu no ano 804 em Tours, França.
ORAÇÃO PELA PAZ Alcuin de York "Cristo, ¿porque permites as guerras e as matanças na terra? "¿Porqué juízo misterioso permites que as pessoas inocentes morram cruelmente? Eu não o posso saber. Eu só confío na promessa de que teu povo encontrará paz no céu, onde não haverá guerras. Assim como o ouro é provado no fogo, Tu purificas as almas nestas tribulações, para prepará-las a ser recebidas por cima das estrelas em teu lugar celestial. Amén
Agustín Novello, Beato Maio 19 Agostinho, Maio 19
Agustín Novello, Beato
Agustín Novello, Beato
Mateo de Termini nació en la primera mitad del Siglo XIII en Termini, una villa de Sicilia, situación de la cual se deriva su nombre. Debido a que esa villa perteneció a la Arquidiócesis de Palermo, algunas veces este personaje es llamado también como Panormitano. El Breviario se expresa de él en términos de quem Thermenses at Panormitani civem suum esse dicunt. Al entrar a la religión cambió su nombre por el de Agostino, y más tarde agregó el de Novello, un título sugerido por su gran erudición y virtud. Sus padres pertenecían a una familia noble que originalmente había venido de Cataluña, España, lo educaron de manera cuidadosa y le instruyeron en las ciencias conocidas. Primero la educación la recibió en casa, y luego en la ciudad de Boloña, donde en sus estudios consiguió altos honores especialmente en las ramas de ley civil y canónica. Al regreso a su tierra nativa, tuvo muchas posiciones de honor en la magistratura, realizando las tareas que imponían los diferentes cargos con prudencia y exactitud, a tal grado, que el rey de Sicilia, Manfredo, lo nombró como uno de sus asesores. Fue de esta manera como acompañó al rey en su guerra contra Carlos de Anjou, quien le disputaba a Manfredo su derecho a la corona de Sicilia. En la batalla en la cual Manfredo fue muerto, el propio Agostino quedó en el campo de batalla en medio de los cuerpos de otros soldados. Permaneció inconsciente, pero después fue capaz de llegar a casa, y desilusionado con el mundo y con lo efímero de la gloria terrestre, se determinó a servir al Rey de Reyes, Jesucristo, desdeñando todos los honores y dignidades del mundo, al seguir la inspiración celestial. Pidió ser admitido como hermano laico en la Orden de San Agustín, y fue recibido en el Convento de Tuscana, donde vivió desconocido para el mundo, lejos de su hogar y de su gente. Aquí se dedicó a los ejercicios de piedad y vivó tranquilamente, hasta que un imprevisto accidente le llevó de vuelta al mundo. Lo que ocurrió fue que algunas propiedades que pertenecían al convento fueron reclamadas como propias por un diestro e instruido abogado de Siena, Giacomo Pallares. Agostino, en un documento escrito, defendió los derechos de la hermandad. Pallares sospechó que debajo del hábito de un hermano laico, se escondía quizá un jurista, de manera que le indicó que deseaba verlo. Para su sorpresa, reconoció en el religioso a su ex compañero de estudios de abogacía en la Universidad de Boloña, Mateo di Termini. Una vez que lo hubo reconocido, Pallares no perdió tiempo en hacerle ver a los monjes a la persona y la preparación que tenían entre ellos. Cuando el General de la Orden, Clemente de Osimo se enteró de esto, hizo que Agostino, bajo los votos de obediencia, recibiera las Santas Ordenes y lo nombró como uno de sus asociados. Agostino reformó las Constituciones y coadyuvó a dar mayor esplendor a la Orden, de la cual llegó a ser General, un cargo al cual después renunció para vivir en retiro, dedicando así todo su tiempo al estudio, oración y penitencia. Por esos medios alcanzó un alto grado de perfección. Antes de esa etapa final, fue nombrado General por Nicolás IV, con el cargo de Confesor y Gran Penitenciario. Una posición que aceptó en nombre de la obediencia, y con tanta reticencia y protestas, dado que se consideraba no merecedor de ello, que llegó a afectar visiblemente, al Papa y a los Cardenales. En su retiro del convento de San Leonardo, cerca de Siena, se dedicó a la práctica de las virtudes propias del estado religioso, lo que llevó en grado heroico, pero también consumido por un ardiente sentido de la caridad. Debido a ello recolectó medios y fue capaz de prácticamente reconstruir un excelente hospicio y hospital para los enfermos y personas de avanzada edad, que no tenían medios para cuidar de si mismos durante los períodos de enfermedad, ni tenían un lugar para pasar sus últimos días. Muchos milagros se han conseguido por medio de la intersección del Bendito Agostino, los que fueron confirmados y autenticados. Clemente XIII solemnemente lo beatificó, y Clemente XIV autorizó su culto el 23 de julio de 1770.
Dunstan de Canterbury, Santo Mayo 19 Obispo, Mayo 19
Dunstan de Canterbury, Santo
Dunstan de Canterbury, Santo
Nació en el año 909 en Baltonsborough, Glastonbury, Inglaterra. Hijo de Heorstan, un noble de Wessex. Sobrino de San Athelm, y con parentesco con San Alphege de Winchester. Obispo de Canterbury, Inglaterra. En su infancia y juventud recibió una buena formación literaria y también en el arte de la pintura, orfebrería y en el manejo del arpa. A raíz de una grave enfermedad se hizo monje. Restauró la Abadía de Grastobury, donde poseía una pequeña fragua donde solía fabricar calices y otros objetos necesarios en la abadía. Justamente en torno a su fragua existen leyendas en las que venció al demonio gracias a su agudeza. Una de ellas cuenta que una vez el diablo se le apareció como una bellísima mujer que intentó seducirlo, pero al ver que nuestro santo se mostraba indeferente retomó su forma real, ante lo que Dunstan optó por agarrarle la nariz con unas tenazas que estaban en el fuego hasta que el demonio aceptara su derrota. Vivió exiliado en Gante hasta que fue llamado por el rey Edgar y pasó de la sede episcopal de Worchester a la de Londres y finalmente a la de Canterbury. Se le recuerda como gran renovador de la vida cristiana en Inglaterra. Murió en el año 988 en Canterbury. Es el patrono de los herreros, de los orfebres, de los joyeros, de los cerrajeros y de la diócesis de Charlottetown en Canadá.
María Bernarda Bütler, Santa Mayo 19 Fundadora, Mayo 19
María Bernarda Bütler, Santa
María Bernarda Bütler, Santa

Fundadora de las Misioneras de María Auxiliadora

Martirologio Romano: En Cartagena de Nueva Granada, en Colombia, beata María Bernarda (Verena) Bütler, virgen, la cual, nacida en Suiza, fundó la Congregación de las Hermanas Misioneras Franciscanas de María Auxiliadora Etimología: Bernarda = Aquella que es una guerrera, es de origen germánico. María = la amada por Dios, es de origen hebreo María Bernarda, fundadora de las Franciscanas Misioneras de María Auxiliadora, nació en Suiza y murió en Cartagena de Indias (Colombia). Siendo ya religiosa franciscana en su patria, marchó a Ecuador para desarrollar su vocación misionera, y luego pasó a Colombia. Dimensiones principales de su vida fueron la intensa oración, el apostolado, el servicio a los enfermos y desamparados, y la dirección de la Congregación en que se convirtió lo que en principio iba a ser una casa filial del monasterio suizo. El 29 de octubre de 1995, Juan Pablo II la beatificó. junto a otras dos hijas espirituales de san Francisco: María Teresa Sherer (16 de junio) y Margarita Bays (27 de junio).
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María Bernarda (de nombre de pila: Verena) nació y fue bautizada en Auw (cantón de Argovia, Suiza) el día 28 de mayo de 1848. Era la cuarta hija de Enrique y de Catalina Bütler, campesinos humildes y católicos practicantes. Al concluir la enseñanza escolar básica, se dedicó a los quehaceres domésticos y al trabajo en el campo. En plena juventud ingresó en una casa de religiosas. Al sentir que Dios no la llamaba a vivir en aquel lugar, regresó a la casa paterna, donde, entregada al trabajo, a la oración y al apostolado, continuó alimentando su vocación hasta que, el día 12 de noviembre de 1867, a los 19 años de edad, ingresó en el monasterio franciscano de María Auxiliadora, en Altstätten (Suiza). El 4 de mayo de 1868 vistió el hábito franciscano, tomando el nombre religioso de María Bernarda del Sagrado Corazón de María. Hizo la profesión religiosa el 4 de octubre de 1869. Destacaba por su profunda virtud y sus cualidades humanas; por ello, no tardó en ser nombrada maestra de novicias y, más tarde, superiora, servicio que prestó hasta su partida para las misiones. Cuando Mons. Pedro Schumacher, obispo de Portoviejo (Ecuador), escribió relatando el total abandono en que vivía la gente de aquellas tierras y ofreciendo su diócesis como campo misionero, María Bernarda tuvo el convencimiento de que aquella invitación era una clara llamada de Dios a anunciar el Evangelio y a fundar una casa filial del monasterio de Altstätten en tierras ecuatorianas. Tras vencer la resistencia inicial de las autoridades eclesiásticas y obtener el permiso pontificio para dejar el monasterio, el 19 de junio de 1888, se dirigió, con seis compañeras, a Le Havre, Francia, donde embarcaron las siete rumbo a Ecuador. Aquel paso, concebido sólo como el inicio de la fundación de una filial misionera del monasterio suizo, fue, de hecho, el inicio de un proceso que convirtió a María Bernarda en fundadora de un nuevo instituto, la congregación de las Hermanas Franciscanas Misioneras de María Auxiliadora. Cuando llegaron a Ecuador, el obispo asignó a las siete religiosas la población de Chone, lugar difícil y espiritualmente abandonado, que contaba con unos 13.000 habitantes. Puso como base de su actividad misionera la oración, la pobreza, la fidelidad a la Iglesia y el ejercicio de las obras de misericordia. Se encargaron de la educación de los niños y jóvenes, anunciándoles el Evangelio, animaban la liturgia, visitaban y asistían a los enfermos y a los pobres. La semilla derramada por esta gran mujer germinó y fructificó. Surgieron varias casas filiales en Ecuador. Pero la obra estuvo marcada también por el misterio de la cruz: pobreza absoluta, clima tórrido, inseguridades y dificultades de toda especie, se agregaron a malentendidos por parte de algunas autoridades de la Iglesia y la separación del instituto de algunas hermanas de su primera fundación fuera de Ecuador. En 1895 la madre María Bernarda y más de 15 hermanas tuvieron que huir de Ecuador, a causa de una violenta persecución contra la Iglesia. En el puerto de Bahía se embarcaron rumbo a Colombia. Durante la travesía recibieron la invitación de Mons. Eugenio Biffi, obispo de Cartagena de Indias, a trabajar en su diócesis. El día 2 de agosto de 1895 llegaron al puerto de Cartagena. Mons. Biffi las atendió paternalmente y les asignó como residencia un ala del hospital de mujeres, llamado Obra Pía, donde María Bernarda murió años más tarde. El número de las hermanas creció y la congregación fundó casas en Colombia, Austria y Brasil. La madre Bernarda permanecía temporadas con las hermanas en los diversos lugares, compartía con ellas su trabajo y su vida, era ejemplo vivo de sencillez evangélica, edificaba y animaba a todas. Atendía con ternura y misericordia a todos los necesitados en el alma o en el cuerpo, pero sus predilectos eran los pobres y los enfermos. Oraba, exhortaba, escribía y evangelizaba con asombrosa entrega e intensidad. Dirigió su congregación durante 32 años. Y cuando renunció con gratitud y humildad a este servicio, continuó animando a las hermanas con su ejemplo, su palabra y sus innumerables escritos, que son una mina de doctrina y de fecundidad espiritual. Falleció el 19 de mayo de 1924, en la Obra Pía, a los 76 años de edad, 56 de vida religiosa franciscana y 36 de misionera en América Latina. Su Intercesión comprobada Dos milagros han sido reconocidos expresamente por la Iglesia Católica, atribuidos a la intercesión de la Madre María Bernarda Bütler, que sirvieron, primero, para la beatificación y, luego, la canonización. Cabe señalar que la Iglesia pide en estos casos el testimonio oficial de un tribunal médico, el cual corrobora que no hay explicación científica para las curaciones. El milagro tomado para la beatificación ocurrió en 1969: la pequeña Liliana Sánchez, que por aquel entonces contaba con sólo 15 días de vida, presentaba ausencia de los huesos de la bóveda craneana e iba a morir en el corto plazo. Una religiosa de la congregación, la Hermana Filomena Martínez, le entregó a la mamá de la niña una reliquia de la Madre Bernarda y una novena. La señora puso la reliquia en la cabeza de su hija y rezó. De la noche a la mañana, se produjo una reconstrucción ósea completa, verificada por los médicos. Por otra parte, en el año 2002, Mirna Jazime Correa, una médico de 29 años de edad de Cartagena, presentaba neumonía atípica complicada con derrame pleural bilateral y síndrome distrés respiratorio del adulto (SDRA). A pesar de los tratamientos médicos y farmacológicos no mejoraba y el 5 de julio se encontraba completamente desahuciada, conectada a las máquinas, mientras sus signos vitales iban decayendo. Al igual que lo había hecho en su momento la madre de la niña Liliana Sánchez, la mamá de Mirna colocó sobre la cabeza de su hija una reliquia de la Beata María Bernarda y pidió durante todo el día la curación. Refieren testigos que a la oración se unió el personal de la unidad de cuidados intensivos. La sorpresa llegó el día después, cuando se observó en la enferma una mejoría general, que se acentuó con el correr de las jornadas, sin que quedara ninguna secuela en los pulmones, luego de un cuadro de extrema gravedad. Varios médicos del centro de salud testificaron: “No hay explicaciones naturales o clínicas en dicha curación. Lo que esperábamos en el cuadro tan complicado de la doctora Mirna era la muerte. La recuperación fue sorpresiva”. El 6 de julio del 2007, el Papa Benedicto XVI autorizó la promulgación del decreto sobre este milagro, que ha sido el último paso en el proceso que ahora terminará con la canonización de la beata Madre María Bernarda Bütler. Fue canonizada el 12 de octubre del 2008, por S.S. Benedicto XVI.
ORACIÓN Te bendecimos, Señor, porque has elegido a Santa María Bernarda, para hacer presente tu amor misericordioso y cooperar en la extensión de tu Reino. Concédenos las gracias que por su intercesión te pedimos, haz que su ejemplo de vida nos ayude a crecer en la bondad y el amor al servicio de los hermanos. Afirma, Señor, en nosotros, la fe, la esperanza y la caridad. Amén
Pina Suriano, Beata Mayo 19 Laica, Mayo 19
Pina Suriano, Beata
Pina Suriano, Beata

Laica Consagrada

Josefina Suriano nació el 18 de febrero de 1915 en Partinico, centro agrícola de la provincia italiana de Palermo, arquidiócesis de Monreale. Se la conocerá con el diminutivo de “Pina”. Era la primera hija de los jóvenes esposos José y Graciela Costantino, que vivían modestamente de la producción de la tierra. El 6 de mayo de 1915 Pina fue bautizada en la entonces única iglesia parroquial de la “Santísima Virgen de la Anunciación” (o Annunziata) Pina era de índole dócil y sumisa y particularmente sensible al espíritu religioso que reinaba en su familia. A los dos años de edad, cuando por primera vez descubrió a Jesús crucificado, se vio que comprendía el significado de aquel símbolo. Su serenidad de espíritu la llevó a demostrar inclinación hacia las cosas simples de la vida, que giraban entorno al sentido religioso que tuvo desde entonces y que a lo largo de su vida ocupará el primer lugar entre sus intereses. Viviendo en la gran casa de sus abuelos y rodeada del afecto de sus parientes, Pina, que era la primera nieta, recibió de todos ellos la primera educación moral y religiosa que, desde los cuatro años, fue confiada a las Hermanas “Collegine de San Antonio”. En 1921, a los seis años, comenzó la instrucción primaria en la escuela municipal de Partinico. Durante cinco años fue su maestra la Srta. Margarita Drago, primera admiradora de sus virtudes. Pina tenía un gran amor por la escuela y todas las materias le interesaban y la llenaban de alegría. En 1922 recibió los sacramentos de la penitencia, primera comunión y confirmación. En el mismo año ingresó en la Acción Católica (A.C.) siendo primero “benjamina”, después aspirante y finalmente joven de la A.C. A los doce años Pina empezó a participar con profundo espíritu eclesial en la vida parroquial y diocesana, tomando parte activa en todas las iniciativas de la A.C., sobre todo en las que se dirigían a afrontar los problemas locales. El centro de sus actividades fue la parroquia, donde con total disponibilidad cooperaba con el párroco, Don Antonio Cataldo, que fue a la vez su director espiritual y confesor. A partir de 1937, cuando se erigió la nueva parroquia de la “Santísima Virgen María del Rosario” a la que perteneció entonces la casa de Pina, Don Andrés Soresi, nombrado párroco, se convirtió en su director espiritual y confesor y después también en su primer biógrafo. En 1938 Pina fue designada delegada de las sesiones menores: angelitos, pequeñísimos, benjaminas y aspirantes. De 1939 a 1948 fue secretaria de la A.C. y de 1945 a 1948, si bien era parte del grupo de las mujeres, fue nombrada presidenta de las jóvenes por pedido de las mismas. En 1948 fundó la Asociación de las Hijas de María y fue su presidenta hasta la muerte. La participación de Pina en la A.C. fue algo que hay que tener presente, puesto que los intereses que ella cultivó y las aspiraciones y los actos religiosos de su vida surgieron precisamente de su compenetración con el hecho de ser miembro de la AC. Esto explica cómo ella, con el transcurrir de los años, se transformará en una experta de la vida y del mensaje de Jesús, de la misión de la Iglesia y de la vocación de los hombres a la santidad. Puso como fundamento de su apostolado la oración, el sacrificio, la misa, la comunión y la meditación cotidiana, el estudio de la palabra de Dios y la adhesión al magisterio de la Iglesia. Merece una consideración especial la relación de Pina con su familia ya que si bien ella se comportó siempre como hija perfecta en los servicios que le confiaban y en la sumisión a sus padres, debió enfrentarse con la cerrazón de su madre respecto de las prácticas religiosas. En efecto, Doña Graciela no quería que Pina transcurriera tanto tiempo en la iglesia, porque veía desvanecer los propósitos matrimoniales que soñaba para ella. El voto de castidad que hizo Pina el 29 de abril de 1932 en la capilla de las Hijas de la Misericordia y de la Cruz, que era la sede social de la juventud femenina de la A.C., demuestra que su compromiso religioso surgía de una opción de vida. Las palabras que pronunció y escribió en su diario aquel día son las siguientes: “En este día solemne, Jesús mío, yo quiero unirme más a Tí y prometo ser cada vez más pura y más casta para ser una azucena digna de tu jardín”. Con el permiso de su director espiritual, Pina renovaba todos los meses este voto y, fiel al mismo, rechazaba las distintas propuestas de matrimonio que más de un joven le dirigía, conquistado por su gracia y su belleza. Intentó varias veces entrar en la vida religiosa, pero se encontró con dificultades insuperables. Y mientras rezaba esperando obtener la bendición de sus padres para entrar en la vida religiosa, seguía participando con espíritu eclesial en la vida de la parroquia y de la diócesis, como socia y responsable de la A.C. y como presidenta de la Pía Unión de las Hijas de María. Viendo que no podía ingresar en la vida religiosa, Pina quiso dar al Señor la última prueba de su inmenso amor y el 30 de mayo de 1948, junto con otras tres compañeras, se ofreció como víctima por la santidad de los sacerdotes. En septiembre de 1948 y antes que se manifestara su enfermedad, Pina tuvo la grandísima alegría de participar en una peregrinación a Roma, con ocasión del XXX aniversario de la Juventud Femenina de la A.C. Fue verdaderamente llamativa la coincidencia entre el acto de su ofrenda como víctima y el comienzo de una forma de artritis reumática tan fuerte que le dejaría un defecto cardíaco que luego la llevará a la muerte. Hasta el último momento siguió dando un ejemplo sublime de perfección, feliz de que su ofrenda como víctima por la santidad de los sacerdotes estaba siendo aceptada. Murió improvisamente de un infarto el 19 de mayo de 1950. La participación masiva en la capilla ardiente y en su funeral fue la prueba de que la opinión común sostenía que había muerto una santa. Al día siguiente los restos mortales de Pina recibieron sepultura en la tumba de familia en el cementerio municipal de Partinico. El 18 de mayo de 1969 se realizó el traslado del cuerpo desde el cementerio municipal a la iglesia parroquial del Sagrado Corazón, en Partinico. Reproducido con autorización de Vatican.va
Humiliana de Cerchi, Beata Mayo 19 Terciaria Franciscana, Mayo 19
Humiliana de Cerchi, Beata
Humiliana de Cerchi, Beata

Viuda de la Tercera Orden Franciscana

Su culto fue aprobado por Inocencio XII el 24 de julio de 1694. Humiliana nació en Florencia en 1219 hija de Oliverio dei Cerchi, descendiente de los antiguos señores de Ancone in Val di Sieve. En tierna edad perdió a su madre, fue educada por su madrastra Ermelina di Cambio dei Benizi, consanguínea de San Felipe. En 1234, cuando todavía no tenía dieciséis años, por voluntad de sus parientes fue dada como esposa a un noble usurero. Fue un matrimonio de interés. Vivió en el matrimonio cinco años, y tuvo dos hijas. De natural enteramente diverso del de su esposo, Humiliana fue apoyada en este período por su óptima parienta Ravenna, dando a todos ejemplo de admirable piedad cristiana. Cada día se dedicaba muy temprano a la oración mental y se privaba del alimento y de vestidos para alimentar y vestir a los pobres. En 1239, a los veinte años quedó viuda, renunció a parte de su dote para saldar las deudas de su difunto esposo y se dedicó con amor a la educación de sus niñas. Transcurrido el año de viudez, volvió a la casa paterna, forzada a dejar las hijas a los consanguíneos de su esposo. Reconfirmó entonces su propósito de vivir en castidad, rechazando las propuestas y las amenazas de los familiares que querían que pasara a nuevas nupcias. Varias veces pidió a la clarisas de Monticelli ser admitida entre ellas, pero en vano. Resignada a vivir en el mundo, se puso bajo la dirección espiritual del Franciscano Fray Miguel degli Alberti, progresando en la contemplación de Jesús crucificado. En 1240 en la Basílica de Santa Cruz recibió el hábito franciscano de la penitencia: fue la primera terciaria florentina, seguida de una larga serie de santas mujeres. En 1241 pidió y obtuvo del Papa el poder vivir apartada en la torre de los Cerchi, cerca de la Piazza della Signoria. También en este aislamiento sufrió persecuciones y contrariedades. Privada de todos sus bienes por medio del engaño, se alegró de ello, dio gracias a Dios y se dedicó a la penitencia y a la limosna, distribuyendo a los pobres cuanto le quedaba. Fueron muchos los carismas con que fue favorecida por Dios: éxtasis, espíritu profético y poderes taumatúrgicos. Muchos episodios de su vida merecen inscribirse en el florilegio legendario: con una señal de la cruz de una mano invisible fue curada de una dolorosa llaga; el agua le sirvió en lugar de aceite para alimentar la lumbre del Santísimo Sacramento. El Angel de la Guarda la llamaba temprano en la mañana para la oración; ardiendo de sed, la Virgen le dio de beber; Jesús muchas veces la alimentó con pan, le cambió el agua en vino y le resucitó una hija muerta súbitamente; Satanás venía a tentarla con alucinaciones y engaños, con imágenes seductoras o en formas repulsivas: la firmeza de su fe la defendía siempre de estos asaltos. Rodeada de esta aureola de santidad, murió el 19 de mayo de 1246 a la edad de 27 años y fue sepultada en la iglesia de Santa Cruz.
José (Jozef) Czempiel, Beato Mayo 19 Sacerdote y Mártir, Mayo 19
José (Jozef) Czempiel, Beato
José (Jozef) Czempiel, Beato

Sacerdote y Mártir

Nacido en Jozefka, Polonia, el 21 de septiembre de 1883, fue sacerdote de la Arquidiócesis de Katowice. Los nazis lo arrestaron y lo llevaron al tristemente celebre campo de concentración de Dachau, cercano a Munich, donde pereció en la cámara de gas, asociado al sacrificio de Cristo, el 19 de mayo de 1942. Es uno de los 108 mártires polacos beatificados por S.S. Juan Pablo II el 13 de junio de 1999.
Yves (o Ivón) de Kenmartin, Santo Mayo 19 Sacerdote, Mayo 19

UM ANO COM SÃO PAULO (24)

CONTINUAÇÃO (24)
Do livro "Um ano com São Paulo" da Editorial Missões - Cucujães, escrito pelo Pde. Januário dos Santos, com os textos bíblicos retirados da BÍBLIA SAGRADA, (tradução dos Monges de Maredsous) e publicado em Junho de 2008, passo a transcrever (com a devida vénia) alguns dos textos dos Actos dos Apóstolos e das Epístolas de S. Paulo, - ali inseridos - desde 19 de Abril:
Até (6/Maio) transcrevi textos dos Actos dos Apóstolos. A partir desta data inicia-se a transcrição da Epístola Aos Romanos, que tal como a anterior (e todas as seguintes) seguem a ordem dos dias do calendário, conforme aliás está apresentado no livro Um Ano com São Paulo.
Dias 4, 5, 6, 7 e 8 de MAIO
A FÉ, CONDIÇÃO PARA A SALVAÇÃO (Rom. 10, 9-13)
Quem acredita que Jesus é o Messias e que Deus o ressuscitou dos mortos será salvo. Isto é tanto verdade para os judeus como para os pagãos.
9 Portanto, se com a tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. 10 É crendo de coração que se obtém a justiça, e é professando com palavras que se chega à salvação. 11 A Escritura diz: Todo o que nele crer não será confundido (Is. 28, 16). 12 Pois não há distinção entre judeu e grego, porque todos têm um mesmo Senhor, rico para com todos os que o invocam. 13 porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 3,5).
Frase para recordar: O Senhor é rico, é generoso, para todos os que o invocam.
O EVANGELHO ANUNCIADO POR TODA A PARTE (Rom. 10, 14-21)
Com várias interrogaçôes Paulo indica o caminho da evangelização: ser enviado, pregar, escutar, crer. Mas nem todos aceitam a mensagem. No entanto, mesmo os judeus da diáspora, já não podem alegar a desculpa de que não ouviram falar de Jesus porque este anúncio chegou a toda a terra.
14 Porém, como invocarão aqueles em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue? 15 E como pregarão, se não forem enviados, como está escrito: Quão formosos são os pés daqueles que anunciam as boas novas (Is. 52,7)! 16 Mas nem todos prestaram ouvidos à boa nova. É o que exclama Isaías: Senhor, quem acreditou na nossa pregação (Is. 53,1) 17 Logo, a fé provém da pregação e a pregação exerce-se em razão da palavra de Cristo. 18 Pergunto, agora: Acaso não ouviram? Claro que sim! Por toda a terra correu a sua voz, e até aos confins do mundo foram as suas palavras (Sal 18, 5). 19 E pergunto ainda: Acaso Israel não o compreendeu? Já Moisés lhes havia dito: Eu vos despertarei ciúmes com um povo que não merece este nome; provocar-vos-ei a ira contra uma nação insensata (Deut. 32, 2-20). E Isaías abalança-se a dizer: Fui achado pelos que não me buscavam; manifestei-me aos que não perguntavam por mim (Is. 65,1). 21 Ao passo que a respeito de Israel ele diz: Todo o dia estendi as minhas mãos a um povo desobediente e teimosos (Is. 65,2).
Frase para recordar: A fé provém da pregaçao e a pregação exerce-se em razão da palavra de Cristo.
A REJEIÇÃO DE ISRAEL NÃO É TOTAL (Rom. 11, 1-10)
Nem todos os judeus rejeitaram Cristo. O próprio Paulo é um exemplo. esta adesão a Cristo veio favorecer a difusão do cristianismo entre os pagãos. Mas houve obcecados que fecharam os olhos à verdade.
1 Pergunto então: Acaso rejeitou Deus o seu povo? De maneira alguma. Pois eu mesmo sou israelita, descendente de Abraão, da tribo de Benjamim. 2 Deus não repeliu o seu povo, que ele de antemão distingiu! Desconheceis o que narra a Escritura, no episódio de Elias, quando este se queixava de Israel a Deus: 3 Senhor, mataram os vossos profetas, destruiram os vossos altares. Fiquei apenas eu, e ainda procuram tirar-me a vida (1 Re 19,10). 4 Que lhe respondeu a voz divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram o joelho diante de Baal (I Re 19,18). 5 É o que continua a acontecer no tempo presente: subsiste um resto segundo a eleiçâo da graça. 6 E se é pela graça, ja não o é pelas obras; de outra maneira, a graça cessaria de ser graça. 7 Consequência? Que Israel não conseguiu o que procura. Os escolhidos, estes sim, conseguiram-no. Quanto aos mais, foram obcecados, 8 como está escrito: Deus lhes deu um espírito de torpor, olhos para que não vejam e ouvidos para que não ouçam até ao dia presente (Deut. 29,3). 9 David também o diz: A mesa se lhes torne em laço, em armadilha, em, ocasião de tropeço, em justo castigo. 10 A vista se lhes obscureça para não verem! Dobra-lhes as costas sem cessar (Sal 68, 23s)!
Frase para recordar: Deus não repeliu o seu povo que Ele de antemão distinguiu.
A INCREDULIDADE DE ISRAEL, CAUSA DA SALVAÇÃO DOS PAGÃOS (Rom. 11, 11-16)
A Igreja dos pagãos recebendo a seiva de Israel não pode desprezar as suas raízes, nem se pode vangloriar ou envaidecer mas deve temer: "Se Deus não poupou os ramos naturais, bem poderá também não de te poupar a ti".
11 Pergunto ainda: Tropeçaram acaso para cair? De modo algum. Mas a sua queda, tornando a salvação acessivel aos pagãos, incitou-os à emulação. 12 Ora, se o pecado ocasionou a riqueza do mundo, e a sua decadência, a riqueza dos pagãos, que não fará a sua conversão em massa?! 13 Declaro-o a vós, homens de origem pagã: como apóstolo dos pagãos, eu procuro honrar o meu ministério 14 com o inrtuito de, eventualmente, excitar à emulação os homens da minha raça e salvar alguns deles. 15 Porque, se da sua rejeiçao resultou a reconciliação do mundo, qual será o efeito da sua reintegraçâo, senão uma ressurreição dentre os mortos? 16 Se as primícias são santas, também a massa o é; e se a raíz é santa, os ramos também o são.
Frase para recordar: Se a raíz é santa, os ramos também o são.
A INCREDULIDADE DE ISRAEL, CAUSA DA SALVAÇÃO DOS PAGÃOS (2) (Rom. 11, 17-24)
17 Se alguns dos ramos foram cortados, e se tu, oliveira selvagem, foste enxertada em seu lugar e agora recebes seiva da raiz da oliveira, 18 não te envaideças nem menosprezes os ramos. Pois se te gloriares, sabes que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. 19 Dirás, talvez: "Os ramos foram cortados para que eu fosse enxertada."! 20 sem dúvida! É pela incredulidade que foram cortados, ao passo que tu é pela fé que estás firme. Não te ensoberbeças, antes teme. 21 Se Deus não poupou os ramos naturais, bem poderá não poupar a ti. 22 Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: severidade para com aqueles que cairam, bondade para contigo contanto que permaneças fiel a essa bondade; de contrário, também tu será cortado. 23 E eles? se não persistirem na incredulidade, serão enxertados, pois Deus é poderoso para enxertá-los de novo. 24 Se tu, cortado da oliveira de natureza selvagem, contra a tua natureza foste enxertado em boa oliveira, quanto mais eles, que são naturais, poderao ser enxertados na sua própria oliveira!
Frase para recordar: Considera a bondade e a severidade de Deus. UM ANO COM SÃO PAULO
Pde Januário dos Santos Ed. Editorial Missões Cucujães-2008 António Fonseca

JOÃO I, Papa LIII - Santo (e outros)-18-MAIO

João I, Santo LIII Papa e Mártir, Maio 18
Juan I, Santo
Juan I, Santo

LIII Papa e Mártir

Era italiano, de Toscana. En 523 fue elegido Sumo Pontífice. En Italia gobernaba el rey Teodorico que apoyaba la herejía de los arrianos. Y sucedió que el emperador Justino de Constantinopla decretó cerrar todos los templos de los arrianos de esa ciudad y prohibió que los que pertenecían a la herejía arriana ocuparan empleos públicos (los arrianos niegan que Jesucristo es Dios y esto es algo muy grave y contrario a la religión Católica). El rey Teodorico obligó entonces al Papa a que fuera a Constantinopla y tratar de obtener que el emperador Justino quitara las leyes que habían dado contra los arrianos. Pero Juan no tenía ningún interés en que apoyaran a los herejes. Y así lo comprendió la gente de esa gran ciudad. Más de 15,000 fieles salieron en Constantinopla a recibir al Papa Juan, con velas encendidas en las manos, y estandartes. Y lo hicieron presidir muy solemnemente las fiestas de Navidad. Y claro está que el emperador Justino, aunque les devolvió algunas iglesias a los arrianos, no permitió que ninguno de estos herejes ocupara puestos públicos. Y Teodorico se encendió en furiosa rabia, y al llegar el Santo Padre a Ravena (la ciudad donde el rey vivía) lo hizo encarcelar y fueron tan crueles los malos tratos que en la cárcel recibió, que al poco tiempo murió. Junto con el Papa fueron martirizados también sus dos grandes consejeros, Boecio y Símaco. Y dicen los historiadores que el rey Teodorico sintió tan grande remordimiento por haber hecho morir a San Juan Primero, que en adelante lo veía hasta en los pescados que le servían en el almuerzo.
Rafaela María do Sagrado Coração, Santa
Co-Fundadora, Maio 18
Rafaela María del Sagrado Corazón, Santa
Rafaela María del Sagrado Corazón, Santa

Co-Fundadora das Escravas do Sagrado Coração de Jesus

Rafaela María del Rosario Francisca Rudencinda Porras y Ayllón nació en Pedro Abad, Córdoba, el 1 de marzo de 1850. Era miembro de una familia de once hermanos y dos hermanas. Al morir los padres, las hermanas pasaron un tiempo en las clarisas de Córdoba. A la edad de 15 años habia hecho voto de castidad perpetua, e intensificó su piedad y obras de caridad. Con la ayuda de Mons. Ceferino González, la santa y su hermana Dolores fundan el Instituto de Adoradoras del Santísimo Sacramento e Hijas de María Inmaculada, pero al poco tiempo se traslada junto con otras 16 religiosas a Madrid, donde se les concede la aprobación diocesana en 1877, y 10 años más tarde, el Papa León XIII apruebla la Congregación con el nombre de Esclavas del Sagrado Corazón de Jesús. Pronto se multiplicaron las fundaciones de nuevas casas: obras de apostolado y adoración reparadora. En la base de todo estaba la altísima y continua oración, que la M. Rafaela vivía e infundia en sus hijas, y sus heroicas virtudes, sobre todo la profundísima humildad, tanto que alguien llamó a la Madre "la humildad hecha carne". Sin embargo, surgen pronto las desconfianzas, las incomprensiones, el arrinconamiento, el largo y absoluto olvido; graves dificultades que surgieron en el gobierno, la movieron a renunciar a favor de su hermana Dolores. Durante 30 años permaneció en el aislamiento, realizando duros trabajos y sufriendo pacientemente terribles humillaciones. El Año Santo 1925, el 6 de enero, falleció. Fue beatificada el 18 de mayo de 1952 y el 23 de enero de 1977 el Papa Paulo VI la canonizó. En muchos santorales se la recuerda el 6 de enero y en otros el 18 de mayo.
Leonardo Murialdo, Santo
Fundador, Maio 18
Leonardo Murialdo, Santo
Leonardo Murialdo, Santo

Fundador

Leonardo Murialdo no es un hombre lejano: nace en Turín (Italia) el 26 de octubre de 1828 y muere en la misma ciudad el 30 de marzo de 1900.Dios. A los 17 años, después de una crisis religiosa, decide consagrarse a Dios y en 1851 recibe la ordenación sacerdotal. Es el cura de los barrios pobres, el apóstol de los pequeños limpiachimeneas, de los chicos de la calle, de los encarcelados, de los jóvenes obreros. Piensa en la formación profesional de los jóvenes, en su capacitación para el mundo adulto y obrero. En 1866 acepta dirigir el colegio "Artesanitos", una institución para chicos pobres y huérfanos. Dócil a la voluntad de Dios y para dar continuidad a su misión educativa, el 19 de marzo de 1873 dio vida a la Congregación de San José (Josefinos de Murialdo), formada por sacerdotes y laicos. Es una persona dulce y noble, un hermano que se entrega todo a otros hermanos que no tienen casa y familia, que están solos y sin cariño, que non conocen a La pedagogía de san Leonardo se puede resumir "en el espíritu de dulzura, de paciencia y de familiaridad, porque éste es el secreto para realizar el bien entre los niños y los jóvenes". Este estilo educativo encuentra su fuente en el amor misericordioso de Dios que Murialdo experimentó desde su juventud. Todo esto se puede resumir en el vivir con los niños y jóvenes como "amigo, hermano y padre". Hoy los Josefinos de Murialdo continúan en la Iglesia su amor hacia los niños y los jóvenes en los centros juveniles, colegios, casa-hogar, parroquias, misiones... Están presentes en varios países de América Latina, de Europa y de Africa. El 3 de mayo de 1970 Leonardo Murialdo es proclamado santo por el Papa Pablo VI. Su fiesta se celebra el 30 de Marzo, los salesianos lo festejan el 18 de Mayo.

Erik IX de Suécia, Santo
Rei, Maio 18
Erik IX de Suecia, Santo
Erik IX de Suecia, Santo

Rei de Suécia (~1120 - Gamla Uppsala, 18 de Maio de 1160)

Rey de Suecia de 1156 a 1160. Es el fundador de la Casa de Erik. Sus obras se encaminaron a la consolidación y propagación de la fé cristiana en Escandinavia. Es considerado el santo patrón de la ciudad de Estocolmo. Su festividad es el día 18 de mayo. Nació en Västergötland, hijo de un noble llamado Jedvard (esto se sabe porque un hermano de Erik tenía el patronímico Jedvardsson) del cual no se sabe nada. En 1150 fue electo rey por los suecos de Uppland, al mismo tiempo que reinaba en Suecia Sverker I, por lo que Erik fue rival de éste último. Después del asesinato de Sverker en 1154, Erik fue el soberano de toda Suecia, aunque algunos historiadores medievales, como Saxo Grammaticus, lo consideran un usurpador. Probablemente su derecho a ocupar el trono le venía por su matrimonio con Cristina Bjørnsdatter, noble danesa nieta del rey Inge I de Suecia. Las obras conocidas durante su reinado tienen un carácter religioso. Se terminó y consagró la Catedral de la Vieja Uppsala. Contando con el apoyo y consejo de San Enrique, Erik emprendió la primera Cruzada de Finlandia en 1155, con el fin de cristianizar a los finlandeses paganos. Esta cruenta guerra finalizaría con la victoria de Erik y constituiría el fundamento para un largo dominio sueco en Finlandia, que duraría hasta el siglo XIX. Murió asesinado en 1160 el día de la Ascensión del Señor, junto a la Catedral de la Vieja Uppsala, cuando salía de misa. Fue abordado por varios hombres, derribado de su caballo y decapitado. Los sospechosos eran gente ligada a la Casa de Sverker, que pretendía controlar nuevamente el gobierno de Suecia. La Leyenda de San Erik, un manuscrito medieval que narra la vida del monarca, culpa al príncipe danés Magnus Henriksen, pretendiente al trono sueco. Magnus habría obtenido el apoyo de algún sector de la nobleza sueca, que decidió deshacerse de Erik, probablemente por su impopular política de pagar diezmo a la iglesia. Fue sepultado en la catedral de Gamla Uppsala. En 1167 sus restos fueron guardados como reliquias, y en 1273 trasladados a la nueva Catedral de Uppsala, sede del nuevo arzobispado. Es considerado el santo patrono de Estocolmo y el escudo de armas de la ciudad contiene la efigie del rey.
Félix de Cantalicio, Santo
Capuchinho, Maio 18
Félix de Cantalicio, Santo
Félix de Cantalicio, Santo
Nació en Cantalicio (Italia) en 1513. Hijo de dos campesinos muy pobres y muy piadosos. De niño tuvo por oficio pastorear ovejas, y allá en el campo, trazaba una cruz en la corteza de un árbol, y ante esa cruz pasaba horas rezando. Le encantaba rezar el Santo Rosario. Y decía que en cualquier oficio y a cualquier hora hay que acordarse de Dios y ofrecer por El todo lo que se hace o sufre. Cuando ya era mayor, un día estaba arando el campo y de pronto los bueyes se asustaron y se le lanzaron encima. Al sentir que iba a morir allí pisoteado, prometió a Nuestro Señor dedicarse a una vida más perfecta. Salió ileso del accidente y al oír leer un libro de vidas de santos sintió un fuerte deseo de imitar a los grandes amigos de Dios en la oración y en la penitencia. Entonces le preguntó a un amigo cuál era la Comunidad religiosa más exigente y fervorosa que existía en ese entonces. El otro le dijo que eran los padres Capuchinos. Y hacia allá se dirigió a pedir que lo admitieran. El superior, para que no se hiciera ilusiones le describió de manera muy fuerte las penitencias que había que hacer en aquella comunidad y la gran pobreza en que allí se vivía. Félix le preguntó: "Padre ¿en mi habitación hay un crucifijo?". "Sí, lo habrá", le dijo el superior. "Pues bastará mirar a Cristo Crucificado y su ejemplo me animará a sufrir con paciencia". El superior comprendió que este joven amaba y meditaba la Pasión de Cristo, y lo admitió. El oficio de Félix desde que entró a la comunidad hasta que se murió, fue por 40 años, el de pedir limosna por las calles de Roma, para ayudar a los necesitados. Era un oficio duro, cansado y humillante, pero él lo hacía con una alegría que impresionaba gratamente a la gente. A su compañero de limosnería le decía: "Amigo: los ojos en el suelo, el espíritu en el cielo y en la mano, el santo rosario". Y repetía: "o santo, o nada". "La única tristeza es la de no ser santo". Y con lo que recogía ayudaba a familias muy necesitadas y a enfermos y gente abandonada. La gente se admiraba de sus buenos consejos y le preguntaba en qué libro había aprendido tanta sabiduría y él respondía: en un libro que tiene seis páginas: cinco son las heridas de Cristo Crucificado, y la sexta es la Sma. Virgen María. Siempre alegre, parecía no sufrir. Se chistoseaba con San Felipe Neri. Un día San Felipe le dice: "Fray Félix, que te quemen vivo los herejes, para que te consigas un gran puesto en el cielo". Fray Félix le responde: "Padre Felipe: que lo picadillen los enemigos de la religión para que así se consiga una gran gloria en la eternidad". Siempre viajaba descalzo por calles y caminos, todos los días. Dormía sobre una tabla. La mayor parte de la noche la pasaba rezando. Se alimentaba con las sobras que quedaban de la mesa de los demás. Cuando ya estaba anciano, un cardenal le dijo: "Fray Félix, ya no cargue más esa maleta de mercados que recoge para los pobres. Ya es tiempo de descansar", y el santo le respondió: "Monseñor: el burro se hizo para llevar cargas. Mi cuerpo es un borriquillo y si lo dejo descansar le puede hacer daño al alma". Ya desde pequeño nunca se sentía ofendido cuando lo humillaban e insultaban. Cuando alguien lo insultaba u ofendía muy fuertemente le decía: "Que Dios te haga un santo. Pediré a Dios que te haga un buen santo". Ayunaba muchas veces a pan y agua. Trataba de ocultar los dones sobrenaturales que recibía del cielo, para que nadie los supiera, pero muchas veces mientras ayudaba a Misa se elevaba por los aires. Eran tantas las veces que repetía la frase "Gracias a Dios", que las gentes sencillas al verlo decían: allá viene el hermanito "Gracias a Dios". San Carlos Borromeo le pidió unos consejos para obtener que sus sacerdotes se hicieran más santos y le respondió: "Que cada sacerdote se preocupe por celebrar muy bien la Misa y por rezar muy devotamente los salmos que tiene que rezar cada día, el Oficio Divino". Al franciscano Padre Montalto que iba a ser nombrado Sumo Pontífice le dijo: "Si un día lo nombran Papa, esmérese por ser un verdadero santo, porque si no es así, sería mucho mejor que se quedara como sencillo fraile en un convento". Montalto llegó a ser Papa Sixto V Desde pequeñito se sintió favorecido por la Santísima Virgen y le tuvo un cariño inmenso. Cuando pasaba por frente a las imágenes de Nuestra Señora le repetía aquello que a San Bernardo le agradaba tanto decirle: "Acuérdate que eres mi Madre". Y le decía frecuentemente: "Yo soy siempre un pobre niño y los niños no pueden andar sin la ayuda de la madre. No me sueltes jamás de tus manos". Pocos minutos antes de morir se llenó de alegría y de emoción y exclamó: "Veo a mi Madre, la Virgen María, que viene rodeada de ángeles a llevarme". Murió el 18 de mayo de 1587 a los 72 años. El Papa Sixto V decía que en su tiempo ya se habían obtenido 18 milagros por intercesión de Félix de Cantalicio. En 1712, el Papa Inocencio XI lo declaró santo. y siempre recordaba el consejo del humilde hermano Félix.
Venancio de Camerino, Santo
Mártir, Maio 18
Venancio de Camerino, Santo
Venancio de Camerino, Santo
Camerino, ciudad del ducado de Espoleto, junto a la Marca de Ancona,San Venancio. Desde la edad de quince años empezó este santo a desear con ansia que todos conociesen y amasen a Jesucristo. Este celo suyo contribuía al crecimiento de la Iglesia y a la ruina de la idolatría. Llegó esto a oídos de Antíoco, que gobernaba aquella ciudad por orden de Decio. Y, como Venancio supo que le habían mandado prender, él mismo se presentó y le dijo que los dioses que adoraba no eran sino hombres y mujeres de vida estragada y disoluta, invención del diablo, para que en ellos adorasen el vicio; que no hay más que un solo Dios, Criador de Cielo y Tierra, cuyo único Hijo se hizo hombre y se dejó prender y matar para libramos de la servidumbre y dé la muerte que acarrea el pecado. Irritado el gobernador al ver que un imberbe joven osase vilipendiar en su presencia el culto de los ídolos, mandó a los soldados que le prendiesen y atormentasen del modo más cruel que pudieran imaginar. Empezaron los verdugos por azotarle con tanta fiereza, que hubiera muerto en este martirio si no enviara Dios un ángel, el cual quebrantó sus prisiones y alejó a los que le maltrataban. Pero estos desventurados, en vez de ablandarse por esta maravilla, más crueles que fieras, colgándole cabeza abajo, le quemaron el cuerpo con planchas encendidas, y le abrían la boca para que, recibiendo el humo, se ahogase. Muchos de los que presenciaban estos tormentos, viendo la constancia del mártir, se convirtieron a la fe, entre los cuales se cuenta Anastasio Cornientario, admitido después a la palma del martirio. Antioco, admirado de que Venancio no hubiese todavía muerto, quiso ver si con promesas y halagos le arrancaría de su propósito. Viendo que nada podía conseguir, le llamó y trató de inobediente a sus órdenes, mandando que le partiesen los dientes y las quijadas, y le echasen en un muladar. Le sacó de allí un ángel; y como le hubiesen llevado ante un juez para oír su sentencia, hablándole Venancio en defensa de la religión cristiana, cayó el juez de su tribunal y murió diciendo que el Dios de Venancio era el verdadero, a quien todos debían adorar, desechando los ídolos. Antioco, luego que llegó esto a su noticia, mandó que Venancio fuese arrojado a los leones, los cuales, olvidados del hambre y de su natural fiereza, se postraron a sus pies lamiéndole la cara, predicando el mártir entre tanto la fe de Jesucristo al pueblo que había concurrido a aquel espectáculo, y exhortándolo a que obedeciesen al verdadero Dios, supuesto que hasta las bestias fieras se amansaban reconociéndole como a su Señor, traspasando las leyes de la naturaleza por cumplir en todo su divina voluntad. Desesperados con esto los verdugos, volvieron al Santo a la prisión. fue patria, y al mismo tiempo teatro, del glorioso martirio de El gobernador, ciego ya de ira y de cólera, y cada vez más empedernido y desatinado, dispuso que nuevamente le arrastrasen por lugares ásperos y pedregosos a mil pasos de la ciudad. En este martirio consiguió su corona; obrando antes el santo mártir un prodigio, que fue con la señal de la cruz sacar agua de una piedra para apagar la sed de sus verdugos. Muchos se convirtieron a la fe a vista de esta maravilla, a los cuales, juntamente con Venancio, mandó degollar el gobernador en el mismo sitio. Todo esto acaeció en el año 250. Fue canonizado por Clemente X. Baronio dice que las actas de este santo mártir, que vio en Camerino, están llenas de inexactitudes, de las cuales ha entresacado la Iglesia lo que hay de verdad para ponerlo en su Oficio. No debe confundirse este Santo con otro del mismo nombre, obispo y mártir, de que habla el Martirologio el día 1 de Abril.
Blandita Merten, Beata
Ursulina, Maio 18
Blandita Merten, Beata
Blandita Merten, Beata
Blandina fue el nombre elegido por María Magdalena Merten cuando ingresó a la Orden de las Ursulinas. Nació en el pueblo de Düppenweiler, Alemania el 10 de julio de 1883. Ingresó a las Ursulinas en 1908 e hizo sus votos finales en 1913. Fue una activa maestra en Saarbrücken y Trier. Contrajo tuberculosis en 1916 y murió por esa enfermedad el 18 de mayo de 1918 en el convento en Trier. Durante su vida dio muestras de su gran piedad y durante su enfermedad fue notoria su paciencia y fe profunda. Fue beatificada por el Papa Juan Pablo II el 1 de noviembre de 1987.
http://es.catholic.net/santoral Recolha, transcrição não tendo sido feita tradução, por falta de tempo. António Fonseca