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quinta-feira, 21 de maio de 2009

UM ANO COM SÃO PAULO (27)

CONTINUAÇÃO (27)
Do livro "Um ano com São Paulo" da Editorial Missões - Cucujães, escrito pelo Pde. Januário dos Santos, com os textos bíblicos retirados da BÍBLIA SAGRADA, (tradução dos Monges de Maredsous) e publicado em Junho de 2008, passo a transcrever (com a devida vénia) alguns dos textos dos Actos dos Apóstolos e das Epístolas de S. Paulo, - ali inseridos - desde 19 de Abril:
Até (6/Maio) transcrevi textos dos Actos dos Apóstolos. A partir desta data inicia-se a transcrição da Epístola Aos Romanos, que tal como a anterior (e todas as seguintes) seguem a ordem dos dias do calendário, conforme aliás está apresentado no livro Um Ano com São Paulo.
NA EDIÇÃO DE HOJE, PASSO A TRANSCREVER AS PALAVRAS DE S. PAULO SEM SER EM ITÁLICO, COMO VINHA FAZENDO ATÉ AGORA; APENAS O FAREI QUANDO APAREÇAM FRASES ESCRITAS POR PROFETAS, OU SALMOS OU AINDA PALAVRAS DITAS POR DEUS NOSSO SENHOR...
Dia 19 de MAIO
CONDESCENDÊNCIA MÚTUA (Rom. 15, 1-6)
Cada um faça-se apóstolo da concórdia e da paz em relação aos mais fracos. Consolar deve ser uma das principais tarefas do arauto do Evangelho. Nada de divisões entre vós mas "acolhei-vos uns aos outros, como Cristo vos acolheu para glória de Deus".
1 Nós, que somos os fortes, devemos suportar as fraquezas dos que são fracos; e não agir a nosso modo. 2 Cada um de vós procure contentar o próximo, para seu bem e sua edificação. 3 Cristo não se agradou a si mesmo; pelo contrário, como está escrito: Os insultos dos que vos ultrajam caíram sobre mim (Sal. 68, 10). 4 Ora tudo quanto outrora foi escrito, foi escrito para nossa instrução, a fim de que, pela perseverança e pela consolação que dão as Escrituras, tenhamos esperança. 5 O Deus da perseverança e da consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Jesus Cristo, 6 para que, com um só coração e uma só voz, glorifiqueis a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
Frase para recordar: Com um só coração e uma só voz glorificai a Deus.
Dia 20 de Maio
CONDESCENDÊNCIA MÚTUA (2) (Rom. 15, 7-13)
7 Por isso, acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para glória de Deus. 8 Pois asseguro-vos que Cristo exerceu o seu ministério entre os incircuncisos para manifestar a veracidade de Deus pela realização das promessas feitas aos patriarcas. 9 Quanto aos pagãos, eles só glorigicam a Deus em razão da sua misericórdia, como está escrito: Por isso, eu vos louvarei entre as nações e cantarei louvores ao vosso nome (II Sam 22,50; Sal 17,50). 10 Noutro lugar diz: Alegrai-vos, nações, com o seu povo (Deut. 32,43). 11 E ainda diz: Louvai o Senhor, nações todas, glorificai-o todos os povos (Sal. 116,1)! 12 Isaías também diz: Da raiz de Jessé surgirá um rebento que governará as nações; nele esperarão as nações (Is. 11,10). 13 O Deus da esperança vos encha de toda a alegria e de toda a paz na vossa fé, para que pela virtude do Espírito Santo transbordeis de esperança!
Frase para recordar: Com um só coração e uma só alma glorificai a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
Dia 21 de Maio
MINISTÉRIO DO APÓSTOLO (Rom. 15, 14-21)
Paulo, com muita delicadeza, justifica a razão desta carta dirigida a uma comunidade que não tinha fundado. Ele não pretende evangelizar os bons cristãos de Roma mas recordar-lhes coisas que eles já sabiam.
14 Estou pessoalmente convencido, meus irmãos, de que estais cheios de bondade, cheios de um perfeito conhecimento, capazes de vos admoestar uns aos outros. 15 Se em parte vos escrevi com particular linerdade, foi para relembrar-vos. E fi-lo em virtude da graça que me foi dada por Deus. 16 de ser o ministro de Jesus Cristo entre os pagãos, exercendo a função sagrada do Evangelho de Deus. E isto para que os pagãos santificados pelo Espírito Santo, lhe sejam uma oferta agradável. 17 Tenho motivo para gloriar-me em Jesus Cristo, no que diz respeito ao serviço de Deus. 18 Porque não ousaria mencionar acção alguma que Cristo não tivesse realizado por meu ministério para levar os pagãos a aceitar o Evangelho, pela palavra e pela acção, 19 pelo poder dos milagres e prodígios, pela virtude do Espírito. De maneira que tenho divulgado o Evangelho de Cristo desde Jerusalém e suas terras vizinhas até à Ilíria. 20 E empenhei-me em anunciar o Evangelho onde ainda não havia sido anunciado o nome de Cristo, pois não queria edificar sobre fundamento lançado por outro. 21 Fiz bem assim como está escrito: Vê-lo-ão aqueles aos quais ainda não tinha sido anunciado; conhecê-lo-ão aqueles que dele ainda não tinham ouvido falar (Is 52,15).
Frase para recordar: Sois capazes de vos admoestar uns aos outros.
Dia 22 de Maio
PROJECTOS DE VIAGEM (Rom. 15, 22-33)
A ida a Roma é apenas uma etapa da viagem a Espanha. Antes, porém, passará por Jerusalém para levar aos irmãos pobres o fruto de uma colecta feita na Macedónia e na Acaia.
22 Foi isso o que muitas vezes me impediu de ir ter convosco. 23 Mas agora, já não tenho com que me ocupar nestas terras; e como há muitos anos tenho saudades de vós, 24 espero ver-vos de passagem, quando eu for a Espanha. Espero também ser por vós conduzido até lá, depois de ter satisfeito, ao menos em parte, o meu desejo de estar convosco, 25 Mas no momento vou a Jerusalém para ajudar os irmãos. 26 A Macedónia e a Acaia houveram por bem fazer uma colecta para os irmãos de Jerusalém que se acham em pobreza, 27 Houveram-no por bem; aliás, devem-lho, pois se os pagâos têm parte nos bens espirituais dos judeus, devem por sua vez assisti-los com os bens materiais. 28 Logo que eu tiver desempenhado essa incumbência, e lhes tiver feito entrega fiel dessa colecta, irei a Espanha, passando por vós. 29 E sei que quando for ter convosco, irei com todas as riquezas das bênçãos de Cristo. 30 Rogo-vos, irmãos, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo e em nome da caridade que é dada pelo Espírito, combatei comigo, dirigindo as vossas orações a Deus por mim; 31 para que eu escape dos infiéis que estâo na Judeia, e para que o auxílio que levo a Jerusalém seja bem acolhido pelos irmãos. 32 Então poderei ir ver-vos com alegria e, se for a vontade de Deus, encontrar no vosso meio algum repouso. 33 E o Deus da paz esteja com todos vós. Amén.
Frase para recordar: Quando for ter convosco irei com todas as riquezas das bênçãos de Cristo.
23 de Maio RECOMENDAÇÕES (Rom. 16, 1-7)
O capítulo 16, último da carta aos Romanos, começa com muitas saudações pesoais. Através delas, vemos não só o reconhecimento de Paulo a todos os que com ele trabalharam pela causa do Evangelho mas também ficamos a conhecer os seus nomes e actividades.
1 Recomendo-vos a nossa irmã Febe, que é diaconisa da igreja de Cêncris, 2 para que a recebais no Senhor, dum modo digno dos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós venha a precisar; porque ela tem ajudado a muitos e também a mim. 3 Saudai Prisca e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus; 4 pela minha vida eles expuseram as suas cabeças. E isso lhes agradeço, não só eu, mas também todas as Igrejas dos gentios. 5 Saudai também a comunidade que se reúne em sua casa. Saudai o meu querido Epéneto, que foi das primícias da Ásia para Cristo. 6 Saudai Maria, que muito trabalhou por vós. 7 Saudai Andrónico e Júnias, meus parentes e companheiros de prisão, os quais sâo muito estimados entre os apóstolos e se tornaram discípulos de Cristo antes de mim. Frase para recordar: Saudai Prisca e Áquila... Pela minha vida eles expuseram as suas cabeças.
Dia 24 de Maio RECOMENDAÇÕES (2) (Rom. 16, 8-16)
8 Saudai Ampliato, amicíssimo meu no Senhor. 9 Saudai Urbano, nosso colaborador em Cristo Jesus, e o meu amigo Estáquis. 10 Saudai Apeles, provado em Cristo. Saudai aqueles que são da casa de Aristóbulo. 11 Saudai Herodião, meu parente. Saudai os que são da família de Narciso, que estâo no Senhor. 12 Saudai Trifena e Trifosa, que trabalham para o Senhor. Saudai a estimada Pérside, que muito trabalhou para o Senhor. 13 Saudai Rufo, escolhido no Senhor, e sua mãe, que considero como minha. 14 Saudai Asíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrobas, Hermas e os irmãos que estão com eles. 15 Saudai Filólogo e Júlia, Nereu e sua irmã, Olímpio e todos os irmãos que estão com eles. 16 Saudai-vos uns aos outros com o ósculo santo. Todas as Igrejas de Cristo vos saúdam.
Frase para recordar: Saudai-vos uns aos outros com o ósculo santo.
UM ANO COM SÃO PAULO Pde Januário dos Santos Ed. Editorial Missões Cucujães-2008 António Fonseca

RITA DE CÁSSIA, Santa (e outros)-22-MAIO

Rita de Cássia, Santa
Religiosa, Maio 22
Rita de Casia, Santa
Rita de Casia, Santa

Viúva, Religiosa, e Advogada de Impossíveis

Vista de perto, sem o halo da lenda, se nos revela o rosto humaníssimo de uma mulher que não passou indiferente ante a tragédia da dor e da miséria material, moral e social. Sua vida terrena poderia ser de ontem como de hoje.
Rita nasceu em 1381 en Roccaporena, um povo perdido nas montanhas apeninos. Seus anciãos pais a educaram no temor de Deus, e ela respeitou a tal ponto a autoridade paterna que abandonou o propósito de entrar no convento e aceitou unir-se em matrimónio com Pablo de Ferdinando, um jovem violento e revoltoso. As biografías da santa nos pintam um quadro familiar muto comum: uma mulher doce, obediente, atenta a não chocar com a susceptibilidade do marido, cujas maldades ela conhece, e sofre e reza em silêncio. Sua bondade conseguiu finalmente mudar o coração de Paulo, que mudou de vida e de costumes, mas sem conseguir fazer esquecer os antigos rancores dos inimigos que se havia encontrado. Uma noite foi encontrado morto à beira do caminho. Os dois filhos, já granditos, juraram vingar a seu pai. Quando Rita se deu conta da inutilidade de seus esforços para convencê-los de que desistissem de seus propósitos, teve a valentía de pedir a Deus que os levasse antes que manchassem suas vidas com um homicídio. Sua oração, humanamente incompreensível, foi escutada. Já sem esposo e sem filhos, Rita foi a pedir sua entrada no convento das Agostinhas de Cássia. Mas seu pedido foi recusado. Regressou a sua casa deserta e rezou intensamente a seus três santos protectores, S. João Baptista, Santo Agostinho e S. Nicolás de Tolentino, e uma noite sucedeu o prodígio. Se lhe apareceram os três santos, e disseram que os seguisse, chegaram ao convento, abriram as portas e a levaram à metade do coro, onde as religiosas estavam rezando as orações da manhã. Assim Rita pôde vestir o hábito das Agostinhas, realizando o antigo desejo de entrega total a Deus. Se dedicou à penitência, à oração e ao amor de Cristo crucificado, que a associou ainda visívelmente a sua paixão, cravando-lhe na frente um espiho. Este estigma milagroso, recebido durante um êxtase, marcou o rosto com uma dolorosíssima chaga purulenta até à sua morte, isto é, durante catorze anos. A fama de sua santidade passou os limites de Cássia. As orações de Rita obtiveram prodigiosas curas e conversões. Para ela não pediu senão carregar sobre si as dores do próximo. Morreu no mosteiro de Cássia em 1457 e foi canonizada no ano 1900.
ORAÇÃO Oh Deus omnipotente, que te dignaste conceder a Santa Rita tanta graça, que amasse a seus inimigos e levasse impressa em seu coração e na sua frente o sinal de tua paixão, e fosse exemplo digno de ser imitado nos diferentes estados da vida cristã. Concede-nos, por sua intercessão, cumprir fielmente as obrigações de nosso próprio estado para que um dia possamos viver felizes com ela em teu reino. Te pedimos por Cristo nosso Senhor. Amén.
Ésta e muitas orações as encontrarão no DEVOCIONARIO CATOLICO
Santa Rita de Cássia
Uma história de amor supremo primeiro a seus homens e depois a Deus na vida monástica apaixonada pela Paixão de Cristo

Quando entramos em muitas igrejas nos encontramos com a imagen de uma Santa que chama a atenção. Vestida de negro, com uma rosa em suas mãos, e fincada em sua frente um espinho atroz. A reconhecemos imediatamente: é Santa Rita de Cássia, a italiana do século quinze que se fez tão popular porque --dizem-- alcança de Deus as graças mais difíceis... Rita derrama exemplaridade em todos os estados de vida da mulher. Menina, é um anjo encantador. Jovem, é uma estampa de piedade, de simpatia e de carinho. Se casa, e em seu lar vai ser uma mulher excepcional na prática das virtudes mais heróicas. Sonha no amor, naturalmente. Mas apenas vem a saber o que é una lua de mel. Porque o marido lhe resulta fatal. Dominante, violento, brutal, é um dono sobre uma escrava:

- ¿Queres ir à Missa? Vais, mas porque eu te dou permissão, ¡e basta!...

Assim um dia e outro dia. Rita suporta tudo com bondade inalterável. Ainda que ouça as amigas: - Mas, Rita, ¿como tens tanta paciência, como aguentas tanto?... E ela, inquebrantável no meio de sua dor: - Deus sobretudo. Veremos quem vence no fim. Sua norma ante a conduta do marido é clara. Ante a violência, doçura. Ante os atropelos, aguenta passiva. Ante a falta de fé nele, oração contínua, sem fé no marido, mas com muita fé em Deus. Até que chega o milagre. Primeiro no marido e depois na pequena povoação em que vivem.O marido se volta para Deus; se dá conta do tesouro de mulher que tem e começa a amá-la loucamente. Diríamos que está recuperando com um amor apaixonado o que antes havia perdido com tanta frigidez.O povo também. Começam todos a admirar Rita, a tomam como exemplo, e os cidadãos, que viviam antes em lutas de partido violentas e contínuas, fazem as pazes entre si para viver na concórdia e na paz.
Até que vêm as provas mais dolorosas. Morrem os pais de Rita, muito queridos dela. E depois dos pais, o marido, assassinado por aquele inimigo pessoal que não lhe perdoa uma antiga ofensa. Convida-o hipocritamente a sair com ele, e mata-o fora da povoação.
¡Pobre Rita! ¡Agora que era tão feliz com seu marido, depois que o soube ganhar para Deus e para si mesma!... Mas faltava o pior. Os dois filhos não aguentam a morte de seu pai; Rita pressente que um dia o vão vingar matando ao assassino, e pede a Deus:
- ¡Não, Deus meu, não o permitas! Leva-os antes de que manchem suas mãos com sangue.
O Senhor a escuta, e os dois filhos morrem antes de perder a graça de Deus com um assassinato... Pedir a Deus uma graça como esta não o faz qualquer um. Isto o faz só uma mulher da estatura de Rita. É necessário um valor sobrehumano. Livre agora de todo o laço familiar, quando está no melhor da vida, aos seus trinta e tantos anos volta-lhe aquele sonho que teve toda mulher verdadeiramente cristã: ¿porquê não me dar todo a Deus? Rita o cumpre. Entra no mosteiro das Agostinhas de Cássia, e a oración e a penitência pela salvação do mundo vão ser os ideais e as ocupações de sua vida.
Agora vamos a entender o mistério desse espinho na frente e essa flor acesa que reluz nas imagens de Rita.
A Paixão de Jesus Cristo a tem obcecada. Prostra-se um dia diante do Santo Cristo e sente que o Senhor a quer fazer participar de suas dores. Rita aceita, e vê como se crava um espinho agudo na frente, que começa a causar-lhe dores insuportáveis. A chaga purulenta que lhe abre produz um cheiro tão fétido que obrigará a Rita a viver separada das demais porque não se pode aguentar. Faz uma peregrinação a Roma, e pede ao Senhor que durante a viagem lhe tire aquele cheiro tão repugnante. Deus o concede, e, regressada a seu convento, cai prostrada no leito com uma doença que a tem crucificada os últimos anos de sua vida. Recebe a visita de uma antiga amiga, que lhe diz:
- Rita, ¿queres alguma coisa? - Sim; vai à minha terra, e traz-me do horto de minha casa uma rosa e dois figos frescos. A amiga fica desconcertada. - ¿Quê ? Rita voltaste louca? ¿Como no meio do frio gelado e na neve de Janeiro te ocorre pedir rosas e figos? Mas a amiga vai cumprir o encargo, e encontra a flor no roseiral gelado e os figos pendentes da árvore seca...
Era o sinal do Céu, tomado da Bíblia no Cântico dos Cânticos: - Levanta-te, minha amiga, esposa minha, e vem, que já passou o Inverno e cessaram as chuvas. Já brotaram na terra as flores, e deixaram na figueira seus frutos. Levanta-te, amada mnha, esposa minha, e vem. Jesus a chamava para o descanso eterno. Santa Rita, muito querida do povo cristão. Esposa e mãe tão bela. Enamorada de Jesus Cristo e de sua Paixão. A dos Espinhos de Cristo, a da rosa e dos frutos frescos...
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Joaquina Vedruna, Santa
Viúva e Fundadora, Maio 22
Joquina Vedruna, Santa
Joquina Vedruna, Santa

Viúva e Fundadora das Irmãs Carmelitas da Caridade

Esta é uma santa que esteve casada até aos 33 anos. Teve oito filhos e bastantes netos. Aos 47 anos fundou a Comunidade das Irmãs Carmelitas da Caridade, e ao morrer aos 61 anos havia fundado conventos, escolas e hospitais em diversos sítios de Espanha. Nasceu em Barcelona, Espanha, em 1773. Seu pai, Don Lorenzo de Vedruna, era rico e alto empregado do governo. Sua família era muito católica.
A menina desde muito pequena teve muita devoção ao Menino Jesus e as benditas almas. Algo que a caracterizou desde seus primeiros anos foi um grande amor à limpeza. Não tolerava nenhuma mancha de sujo em seus vestidos. E isto a foi levando a não tolerar tampouco manchas de pecado em sua alma.
Aos doze años sentiu um grande desejo de ser religiosa carmelita. Mas as monjitas não a aceitaram porque lhes parecia muto criança todavia para decidir-se pela vocação religiosa.
Aos 26 anos, em 1799, contrai matrimónio com um rico fazendeiro, Don Teodoro de Mas, muito amigo de seu pai, e empregado oficial como ele. Teodoro estimava muito as três filhas de Don Lorenzo e para decidir-se por uma delas lhes levou un pequeno pacote de doces, como regalo. As duas primeiras o recusaram como um regalo demasiado infantil, mas Joaquina o aceitou com alegria exclamando: "Me encantam as amêndoas". Este gesto de humildade decidiu o jovem a elegê-la como esposa. Ao princípio de seu matrimónio sentia às vezes seéios escrúpulos por não haver seguido a vocação de religiosa que de menina tanto a chamava a atenção, mas seu esposo a consolava dizendo-lhe que na vida do lar se pode chegar a tão alta santidade como num convento e que com suas boas obras de piedade iria recuperando as que ia a fazer na vida religiosa. Isto a tranquilizou. 16 anos viveu com seu esposo, e Deus lhe deu oito filhos. E como prémio a seus sacrifícios, quatro filhas se fizeram religiosas, e várias de suas netas também. Cuando Napoleón invadió España; el esposo de Joaquina se fue al ejército a defender la patria y participó valerosamente en cinco batallas contra los invasores. Joaquina y sus niños tuvieron que abandonar la ciudad de Barcelona y huir hacia la pequeña ciudad de Vich. Cuando Joaquina y sus hijos andaban por la llanura huyendo, de pronto apareció una misteriosa señora y la condujo hasta Vich a casa de una familia muy buena, que los recibió con gran cariño. Enseguida la Señora desapareció y nadie pudo dar razón de ella. Joaquina creyó siempre que fue la Sma. Virgen quien llegó a auxiliarla. Un día mientras estaba rodeada de su familia, le pareció oír una voz que le decía: "Pronto te vas a quedar viuda". Ella se preparó a aceptar la voluntad de Dios, y a los dos meses, aunque su esposo gozaba de buena salud, y apenas tenía 42 años, murió imprevistamente. Joaquina quedaba viuda a los 33 años, y encargada de ocho hijitos. Desde aquel día dejó todos sus vestidos de señora rica. Y se dedicó por completo a ayudar a los pobres y a asistir a los enfermos en los hospitales. Al principio la gente creía que se había vuelto loca por la tristeza de la muerte de su esposo, pero pronto se dieron cuenta de que lo que se estaba volviendo era una gran santa. Y admiraban su generosidad con los necesitados. Ella vivía como la gente más pobre, pero todas sus energías eran para ayudar a los que padecían miseria o enfermedad. Durante diez años estuvo dedicada a penitencias, muchas oraciones y continuas obras de caridad, pidiéndole a Dios que le iluminara lo que más le convenía hacer para el futuro. Cuatro de sus hijas se fueron de religiosas y los otros cuatro hijos se fueron casando, y al fin ella quedó libre de toda responsabilidad hogareña. Ahora iba a poder realizar su gran deseo de cuando era niña: ser religiosa. Se encontró providencialmente con un sacerdote muy santo, el Padre Esteban, capuchino, el cual le dijo que Dios la tenía destinada para fundar una comunidad de religiosas dedicada a la vida activa de apostolado. El sabio Padre Esteban redacta las constituciones de la nueva comunidad, y en 1826, ante el Sr. Obispo de Vich, que las apoya totalmente, empieza con ocho jovencitas su nueva comunidad a la cual le pone el nombre de "Carmelitas de la Caridad". Pronto ya las religiosas son trece y más tarde cien. Su comunidad, como el granito de mostaza, empieza siendo muy pequeña, y llega a ser un gran árbol lleno de buenos frutos. Ella va fundando casas de religiosas por toda la provincia. Tuvo Santa Joaquina la dicha de encontrarse también con el gran apóstol San Antonio María Claret cuyos consejos le fueron de gran provecho para el progreso de su nueva congregación. Vino luego la guerra civil llamada "Guerra Carlista" y nuestra santa, perseguida por los izquierdistas, tuvo que huir a Francia donde estuvo desterrada por tres años. Allí recibió la ayuda muy oportuna de un joven misteriosos que ella creyó siempre haber sido San Miguel Arcángel, y Dios le preparó en estas tierras a una familia española que la trató con verdadera caridad. Al volver a España, quizás como fruto de los sufrimientos padecidos y de tantas oraciones, empezó a crecer admirablemente su comunidad y las casas se fueron multiplicando como verdadera bendición de Dios. En 1850 empezó a sentir los primeros síntomas de la parálisis que la iba a inmovilizar por completo. Aconsejada por el Vicario Episcopal renunció a todos sus cargos y se dedicó a vivir humildemente como una religiosa sin puesto ninguno. Aunque conservaba plenamente sus cualidades mentales, sin embargo dejó a otras personas que dirigieran la Congregación. Dios le suscitó un nuevo y santo director para su comunidad, el Padre Bernardo Sala, benedictino, quien se propuso dirigir a las religiosas según el espíritu de la santa fundadora. Durante cuatro años la parálisis se fue extendiendo y la fue inmovilizando por completo hasta quitarle también el habla. Vino luego una epidemia de cólera, la cual acabó con su vida y el 28 de agosto de 1854 pasó santamente a la eternidad. Antes había tenido el gusto de ver aprobada su Comunidad religiosa por la Santa Iglesia en 1850. Y desde entonces ha venido ayudando de manera prodigiosa a sus religiosas que se han extendido por muchos países. La Comunidad de Carmelitas de la Caridad tiene ahora 290 casas en el mundo con 2,724 religiosas. 40,079 niñas son educadas en sus colegios y 4,443 personas soln atendidas en sus hospitales. Fue declarada santa por el Papa Juan XXIII en 1959 (siendo ella la primera persona que canonizó este Pontífice). Santa Joaquina: sin hacer milagros en vida, y siendo una sencilla madre de familia, una esposa afectuosa, y una mujer que tuvo que sufrir mucho en la tierra, y que dedicó sus grandes energías en ayudar a los necesitados, sea para nosotros un modelo para imitar, y una poderosa protectora que ruegue por nuestra santificación y la salvación. Que Dios nos mande muchas santas como ésta, muchas Joaquinas más.
Juan-Vladimiro, Santo
Principe, Maio 22
Juan-Vladimiro, Santo
Juan-Vladimiro, Santo

Principe

Zeta (Montenegro), siglo X – Prespa (Macedonia), Maio 22, 1016.
Etimologicamente significa “Deus é misericórdia” e “grande em poder”. Vêm da língua hebraica e da Alemanha. Este joven, principe de Zeta (e não rei de Dalmácia como asseguram alguns), teve que actuar contra Samuel, Zar de Macedónia, porque lhe havia declarado a guerra.
Queria o macedónio apoderar-se de seu pequeno reino. O jovem principe João Vladimiro perdeu a guerra e seus Estados.
E para cúmulo, levaram-no cativo para o país balcânico (Macedónia). Menos mal que lhe permitiram que pudesse receber visitas uma vez por semana. Uma destas visitas que o gratificaram muito, foi a da filha de Samuel. Era uma fervorosa cristã. Foi lavar-lhe os pés, como fez Cristo no Evangelho, ao rei destronado. Ela dizia a seu pai:"¿Onde está aquele com quem me vou casar? ¿É que não há ninguém?".
A princesa se havia enamorado loucamente pelo rei encarcerado. Comunicou a seu pai . Este, mais ou menos pelas boas e pensando no bem de sua filha, permitiu o casamento.
Já casados, voltaram a Zeta, onde viveram uns anos de paz e de felicidade. À morte de Samuel, um desalmado assassinou a seu filho e ao herdeiro, e se apoderou do trono tomando a decisão de apoderar-se também de Zeta.
Com falsas aparências e muitos afagos, próprio de alguns cortesãos, convidou a Vladimiro a sua corte. E enquanto saía da capela em que havia estado orando ao Senhor e à Virgem durante um bom bocado de tempo, uns sicários lhe deram a morte.
João Vladimiro se converteu num santo muito popular nos Balcãs. Começaram a cantar suas canções de gesta, seus méritos e suas desgraças. A igreja lhe deu desde então o culto próprio de um mártir.
¡Felicidades a quem tenha este nome!
João Rainuzzi, Beato
Confessor, Maio 22
Juan Rainuzzi, Beato
Juan Rainuzzi, Beato

Confessor

Etimologicamente significa “ Deus é misericórdia”. Vem da língua hebraica. Sem uma ampla esperança humana, as novas gerações não se sentem estimuladas a participar na construção da família humana. Frente a um vazio, muitos jóvens estão marcados por uma apatia, uma desilusão, buscando vias de escape que anestesiem uma angústia insuportável.
A João não lhe ocorreu nada disso. Foi um confessor do século XIV. Era natural de Todi, Itália. Seu culto começou dois séculos mais tarde. Um dia de 1568, nesta cidade, na cripta da igreja de Santa Margarita, se exorcizava a um homem porque diziam que estava endemoninhado. Num certo momento sucedeu algo misterioso para que os assistían atónitos. O possuído começou a gritar e a denunciar a presença naquele lugar de um santo, João o Esmoler. Se encontrou, efectivamente, o túmulo do defunto e sua inscrição: "Este é o corpo de Juan Rainuzzi, que passou para a casa do Pai no ano 1330". Então se expuseram seus restos ao público para que todos pudessem venerá-los. Lhe colocaram roupa e o título de “João o Esmoler” por sua grande caridade para com os pobres. Não fora ter acontecido o caso do endemoninhado, talvez houvesse tardado mais em conhecer a existência de Juan Rainuzzi, monge beneditino. ¡Felicidades a quem leve este nome!
João Forest, Beato
Franciscano Mártir, Maio 22
Juan Forest, Beato
Juan Forest, Beato

Sacerdote e mártir da Primeira Ordem

León XIII em 9 de Dezembro de 1886 aprovou seu culto. Juan Forest nasceu em 1471, provavelmente em Oxford, Inglaterra; aos dezassete anos vestiu o hábito dos Irmãos Menores em Greenwich. Nove anos depois foi enviado a Oxford para os estudos teológicos, realizados os quais foi ordenado sacerdote e regressou ao convento de origem. Do cardeal Wolsey recebeu o encargo de pregar na igreja de S. Paulo de Londres e ao mesmo tempo foi escolhido pela rainha Catalina de Aragão primeiro como capelão, logo como confessor.
Gozou da estima e da amizade de Enrique VIII, até quando João se declarou pela validade do matrimónio do rei, que queria dissolvê-lo sustentando a invalidez das primeiras núpcias.
João Forest, guardião do convento, advertiu aos co-irmãos num capítulo de 1532 que o rei queria suprimir a Ordem. Desde o púlpito da igreja de S. Paulo havia defendido energicamente a validade das núpcias posta em discussão e havia falado abertamente contra Cromwell e indirectamente contra o rei. A condenação papal de 1534 indignou a Enrique VIII, que suprimiu os conventos dos franciscanos e lhes ordenou dispersarem-se noutros conventos. O Beato João Forest, o encontramos na prisão em Newgate, até 1534.
Em 1538 Juan se encontrava no convento dos Conventuais, em Smithfield. Naquela espécie de confinamento pôde manter com a rainha Catalina, com sua dama de companhia Elisabeth Hammon e com o Beato Tomás Abekl uma correspondência que se conserva todavia pelo menos em parte. Escreveu também um tratado contra Enrique VIII, que usurpava o título de cabeça espiritual da nação. Este tratado irritou o rei, que ordenou fosse preso. Conduzido ao tribunal, foi vítima de um jogo de astúcia. Se queria que ele aceitasse em bloco alguns artigos submetidos a sua firma, mas quando pôde lê-los um por um, entendeu claramente que um deles o levava a um acto de apostasía. Os recusou todos juntos e por isto foi condenado à fogueira.
A execução teve lugar em Smithfield em 22 de Maio de 1538. No lugar do suplício, foi convidado a pedir perdão ao rei e a fazer juramento de fidelidade, mas o mártir resistiu impávido: antes quis juntar uma belíssima profissão de fé católica:
“Creio na Igreja, una, santa, católica, apostólica, romana. Juro que não me separarei jamais do Papa, Vigário de Cristo, sucessor de S. Pedro e Bispo de Roma. Ainda que baixasse um anjo do céu e me insinuasse algo distinto disto que tenho acreditado por toda minha vida, ainda que devesse ser despedaçado parte por parte, membro por membro, queimado, enforcado ou se me infligisse qualquer outra dor, não me separarei de minha fé”. Foi atado pelas costas e suspenso sobre as chamas. Morreu a fogo lento orando e invocando o nome do Senhor. Tinha 67 anos.
María Doménica Brun Barbantini, Beata
Fundadora, Maio 22
María Doménica Brun Barbantini, Beata
María Doménica Brun Barbantini, Beata

Fundadora da Congregação das Irmãs Ministras

dos Enfermos de S. Camilo

Maria Doménica nasceu em 17 de Janeiro de 1789 em Lucca, aos 12 anos perdeu o pai e aos 22, depois de cinco meses de matrimónio, perdeu o marido de paragem cerebral. Voltou todo o seu amor sobre Lorenzo, o único filho nascido de tal matrimónio, e além disso dedicando-se às enfermas nas casas particulares. Aos 31 anos lhe morreu o filho de 8 anos. Ainda vivendo a perda e no abandono à vontade de Deus, o sofrimento foi enorme.
Recusou distintas propostas de matrimónio e seguiu com a actividade de assistência domiciliária já iniciada há alguns anos com outras mulheres: a Pia União das Monjas Oblatas da Caridade que ela mesma havia fundado. Aos 36 anos lhe morreu entre os braços a mãe dizendo-lhe: ¿Faz tudo o que possas para Deus e para tua Igreja?
Aos 40 anos fundou o instituto das Irmãs Oblatas Enfermeiras sob a proteção de Maria SS. Dolorosa e com os conselhos de Padre Scalabrini, depois 2 anos o instituto vem agregado à Ordem dos Camilianos com o nome de Ministras dos Enfermos. A actividade foi enfocada sobre enfermas e crianças, mas Maria Doménica passava também muito tempo na formação de suas filhas espirituais e na oração enfocada sobre o Jesus que sofre. Exortava a si mesma e a suas filhas a rezar antes de ir a assistir às enfermas: "quando forem aos enfermos, recordem que estão assistindo a um Deus humanizado e expirante sobre a cruz".
Os pontos fixos de sua vida foram dois: a caridade heróica para descobrir e servir a Jesus nos enfermos e a transformação do sofrimento próprio em amor com o outro. A condição para viver estas duas atitudes era uma profunda humildade e abertura de coração aos desejos de Deus. Maria Doménica construiu paz em si (um coração unificado no amor) e em redor de si (na família, na comunidade, na Igreja), compartilhando isto sobretudo com os enfermos.
Em 22 de Maio de 1868 aos 79 anos Maria Doménica morreu santamente: ¿Eu tenho que morrer assim? Pedi sempre ao Senhor tanto amor e tanta dor? a dor não me falta, mas ¿o amor?. Morrendo manteve no rosto o mesmo sorriso que havia tido sempre em vida. http://es.catholic.net/santoral Recolha, trasncrição e tradução de António Fonseca