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quinta-feira, 28 de maio de 2009

MÁXIMO DE ALEXANDRIA, (Santo Igr. Copta) e outros-29-MAIO

Máximo de Alexandria,

Foi o patriarca de Alexandria, entre os anos de 265 e 282. Foi durante seu episcopado que Paulo de Samósata foi exilado do Egipto.É venerado como santo pela Igreja Copta, sendo sua festa celebrada no dia 23 de abril.

Nota de AF.: No calendário consta um S. Máximo. Nas buscas que efectuei, não encontrei outro, senão este que acima indico, julgo pois que será este.

http://wikipedia.listadesantos/com

Voto e Félix, Santos
Eremitas, Maio 29
Voto y Félix, Santos
Voto y Félix, Santos

Eremitas

Todo Aragón, com Zaragoza, está dominado pelos sarracenos que faz mais de meio século chegaram a Espanha. Os cristãos sobrevivem como podem sua fé numa situação nova que ainda não está de todo clarificada. Agora resulta que os cristãos de sempre, os discípulos de Jesus Cristo de toda a vida, tem que pagar tributos especiais aos mouros se quisessem seguir fazendo as práticas cristãs. Assim, desgostados e humilhados como muitos outros, vivem os irmãos Voto e Félix que são gente pertencente à nobreza, piedosos e bons com os pobres.
Voto é amante da caça. Feriu um cervo no monte, e percorre o terreno revolvendo arbustos e olhando a ferida para curá-lo. Alertado pelos ladridos, vê os cães acossando o animal que vai fugindo; esporeia o seu cavalo e se une à perseguição. O cervo se despenha por um precipício e, quando Voto se dá conta, o cavalo vai em desfilada. Se encomenda a S. João Baptista em seu apuro e o cavalo se imobiliza, sem saber como, mesmo à borda da ribanceira. (Ainda hoje os vizinhos devotos do lugar se atrevem a mostrar na penha as pegadas que deixaram ali os ferros do animal).
Entre assustado e agradecido, inspecciona Voto o lugar, encontrando entre as matas e arbustos uma ermida dedicada a S. João Baptista que em seu interior tem um homem morto e uma escritura onde se lê: «Eu, João, eremita neste sítio, havendo desprezado o mundo, fundei como pude esta ermida em honra de S. João Baptista, e aqui descanso em paz. Amén.». Em uma situação como a sua está aturdido e não sabe que fazer ¡são tantas as cosas sucedidas em tão pouco tempo!... decide dar sepultura ao morto e, terminada a obra de piedade, regressa a sua casa com a alma encolhida e ansiando pôr ao corrente dos acontecimentos a seu irmão Félix.
Da conversa deduzem que o morto bem pudera ser João, o de Atarés, de quem ninguém dava conta há alguns anos, depois que desapareceu; se acertaram em sua conjectura, tudo se explica pelo retiro a uma vida solitária e santa. Agora tudo se lhes junta na cabeça: a presença dos mouros e as dificuldades para ser homens íntegros de fé; lamentam o tempo desperdiçado em caças e ninharias, conversam sobre o sentido da vida; não se lhes vai da cabeça a milagrosa paragem do cavalo a ponto de despenhar-se e a descoberta do solitário, morto e já enterrado, da ermida... «¿Não estará em tudo isto falando-nos Deus?».
Decidem repartir seus bens entre os pobres e se marcham para o monte Panno; constroem duas ermidas junto à que já havia e começam um retiro em paz. Ali contemplam com piedade a Paixão de Cristo, meditam animosamente as verdades eternas; é parco seu alimento de raízes, ervas e frutos que dá o campo, em alguma armadilha caiem animais e, de tarde em tarde, sobram alguns ovos de ninhadas selvagens; um e outro se sentem movidos, além disso, a juntar mortificação pelos pecados próprios e alheios. Não lhes faltam momentos de tentações, se sentem às vezes com vontade de voltar à civilização; um alenta o outro quando manifesta debilidade ou cansaço e juntos se apoiam com a oração.
Descoberta sua presença por outros que vão ocupando o monte fugindo da escravidão que supõe conviver com os discípulos do Profeta, vão-se agregando gentes que constroem outras cabanas onde viver na proximidade e abrigo dos eremitas. Recordando as gestas de D. Pelayo nas Astúrias se aprestam a organizar uma possível defesa em caso de necessidade; elegem como capitão a D. García Jiménez que é militar e tem experiência na luta contra os maometanos; em todo este novo modo de viver, Voto e Félix ajudam com a sua aprovação sem abandonar o principal: continuar orando. Voto morre primeiro, em dia 29 de Maio, algo depois se despediu Félix deste mundo e sua festa se celebra no mesmo dia pela união mantida no sítio, tempo e modo de santidade.
Guillermo Arnaud e companheiros mártires, Beatos
Mártires, Maio 29
Guillermo Arnaud y compañeros mártires, Beatos
Guillermo Arnaud y compañeros mártires, Beatos

Mártires

Guillermo foi um dos primeiros frades que foram encarregados do ofício de inquisidor na diocese de Tolosa (França) “em favor da fé cristã e da obediência à Igreja romana”. Foi preso dolosamente pelos hereges em Avinhão junto com outros frades de nossa Ordem: o presbítero Bernardo de Rochefort e o irmão García de Aure, junto com outros oito companheiros de ambos os cleros.
Estes ilustres protomártires dominicanos, como testemunhas excelsas de sua fé, se entregaram ao martírio “gozosos como homens apostólicos” e cantando o Te Deum, (Vidas dos frades, Parte V c. I, 1) a noite da Ascensão do Senhor, em 29 de Maio de 1242. Suas reliquias se perderam no século XVI. A lista de mártires está integrada por: - Guillermo Arnaud (Dominicano); - Bernardo di Roquefort (Dominicano); - Garcia d’Aure (Dominicano converso, nativo da diocese de Comminges);
- Stefano di Saint-Thibery (inicialmente abade, logo frade menor); - Raimondo Carbonius (frade menor); - Raimondo di Cortisan (conhecido como "o Escritor", dito “lo Scrittore”, canónico de Tolosa e arquidiácono de Lézat); - Bernardo (membro do clero da catedral de Tolosa); - Pietro d’Arnaud (notário da inquisição); - Fortanerio (clérigo); - Ademaro (clérigo); - El Prior de Avignonet (Monge professo em Cluse, cujo nome lastimosamente não se conhece).
Pío IX confirmou seu culto em 6 de Setembro de 1866.
Sisínio, Martório e Alexandre, Santos
Mártires, Maio 29
Sisinio, Martorio y Alejandro, Santos
Sisinio, Martorio y Alejandro, Santos

Mártires

Mártires mortos em Medol (Tirol) em 29 de Maio de 397. Ainda que o cristianismo estava a ponto de converter-se em religião de Estado, os cristãos todavia eram perseguidos em uns lugares do Império. Alguns funcionários fechavam os olhos, e incluso chegavam a ser cúmplices. Assim morreram Sisínio, Martório e Alejandro, missionários que Vigilio, bispo de Trento, havia enviado a divulgar o Evangelho nessa diocese.
Sisínio era um diácono originário de Capadócia, Martório e seu irmão Alejandro não haviam recebido mais que ordens menores: de leitor e de porteiro.
Ao chegar, os notáveis do lugar os submeteram a mil vexações, sob o olhar indiferente das autoridades. O nojo destes pagãos se aumentou quando os viram construir uma igreja e realizar conversões. E se desencadeou no dia em que Sisínio foi retirar com suas mãos um neófito que queriam sacrificar aos deuses. Se lançaram sobre a igreja para saqueá-la e partiram o crânio a Sisínio com o corno que servia para chamar à oração. Ataram Martório a uma árvore do jardim e atravessaram o peito e o ventre com paus pontiagudos. A seu companheiro Alejandro, o passearam pelo povo com um cinzeiro colado no pescoço e depois o tiraram vivo a uma fogueira em que já ardiam os corpos de seus companheiros.
Úrsula Ledóchowska, Santa
Fundadora, Maio 29
Úsula Ledóchowska, Santa
Úsula Ledóchowska, Santa

Fundadora da Congregação de Irmãs Ursulinas do Sagrado Coração de Jesus Agonizante

Nasceu em 17 de abril de 1865 em Loosdorf (Áustria), segunda de nove filhos. Sua mãe, de nacionalidade suiça, descendia de uma família nobre; seu pai procedia da antiga e nobre família polaca Ledóchowski, em que destacaram homens de Estado, militares, eclesiásticos e pessoas consagradas. Cresceu num clima familiar cheio de amor e exigente. María Teresa, sua irmã mais velha, fundadora das Missionárias de S. Pedro Claver (Irmãs Claverianas), conhecida como "mãe de África", foi beatificada pelo Papa Paulo VI no ano 1975; seu irmão Vladimiro, um ano menor que ela, foi superior geral da Companhia de Jesus de 1915 a 1942. Outro de seus irmãos, Ignácio, general do exército polaco, morreu assassinado pelos nazis no campo de concentração de Dora-Nordhausen, no ano 1945.
Em 1883 a famíia se mudou de Áustria para a Polónia. Três anos depois, Júlia entrou no convento das Ursulinas de Cracóvia. Durante a profissão religiosa, emitida em 1889, tomou o nome de María Úrsula de Jesús. Destacou por seu amor ao Senhor, seu talento educativo e sua sensibilidade ante as necessidades dos jóvens nas difíceis circunstâncias sociais, políticas e morais de seu tempo. Em 1904 foi eleita superiora do convento de Cracóvia. Nesse tempo emprendeu valentes iniciativas apostólicas. Abriu um internato para jóvens universitárias -o primeiro na Polónia-, onde as raparigas não só puderam encontrar um lugar seguro, mas também uma sólida formação religiosa: lhes organizava a Congregação mariana e cursos para aprofundar a visão cristã da vida, dirigidos por eminentes teólogos.
Convencida da necessidade de mudar as Constituções segundo as novas necessidades pastorais, dirigiu-se a Roma em 1907. Numa audiÊncia, propôs ao Papa Pío X realizar seu trabalho apostólico no coração da Rússia hostil à Igreja. Com a bênção do Vigário de Cristo, nesse mesmo ano, ao concluir seu cargo de superiora do convento de Cracóvia, acompanhada de outra religiosa, ambas vestidas de civil, pois a vida religiosa estava proíbida nesse país, partiu para S. Petersburgo. As religiosas viviam na clandestinidade e, ainda que fossem vigiadas continuamente pela policía secreta, realizavam um intenso trabalho educativo e de formação religiosa, também con vistas a promover boas relações entre polacos e russos.
Em 1908, a Santa Sé, por causa das grandes dificuldades de comunicação, aprovou a erecção canónica da casa de S. Petersburgo como casa autónoma, com noviciado. A madre Úrsula foi nomeada superiora. No ano seguinte, a actividade do convento se estendeu a Finlândia, onde construiu uma escola com internato para raparigas. Quando estalou a primeira guerra mundial, em 1914, a madre Úrsula, ao ser cidadã austríaca, teve que sair de Rússia e emigrou para a Escandinávia: primeiro a Suécia e depois a Dinamarca, de onde podia manter mais facilmente contactos com suas religiosas de S. Petersburgo. Para evitar-lhes as consequências da revolução bolchevique, mudou a comunidade para Estocolmo, onde fundou um instituto de línguas para raparigas. Em 1917 se mudou, com toda a comunidade, para Aalborg, na Dinamarca, onde abriu uma casa para meninos órfãos dos imigrantes polacos.
Durante o tempo de sua estadia na Escandinávia, além de seu apostolado educativo, trabalhou intensamente na promoção do compromisso ecuménico. Assim mesmo, colaborou com o Comité de ajuda às vítimas da guerra na Polónia, fundado por Henryk Sienkiewicz, famoso escritor polaco premiado com o prémio Nobel por seu livro "Quo vadis". La casa de sus religiosas se convirtió en un apoyo para la gente de diversas orientaciones políticas y religiosas. Su amor ardiente a la patria iba unido a la apertura a los otros. Cuando le preguntaban cuál era su orientación política, respondía sin vacilar: "Mi política es el amor". En ese tiempo, la Santa Sede le concedió el permiso para transformar su convento autónomo de Ursulinas en la congregación de Hermanas Ursulinas del Sagrado Corazón de Jesús Agonizante.
La espiritualidad de la congregación se centra en la contemplación del amor salvífico de Cristo y en la participación en su misión por medio de la labor educativa y el servicio al prójimo, especialmente a los que sufren, a los que viven en soledad, a los marginados y a los que buscan el sentido de su vida. Úrsula educaba a sus religiosas para amar a Dios sobre todas las cosas y en Dios a toda persona humana y a toda la creación. Recomendaba, como testimonio creíble de una relación personal con Cristo, la sonrisa, la serenidad de espíritu, la humildad y la capacidad de vivir la vida ordinaria como camino privilegiado para la santidad. Ella misma era un ejemplo notable de ese tipo de vida. La congregación se desarrolló rápidamente. Nacieron comunidades de religiosas Ursulinas en Polonia y en otras regiones. En 1928 abrió en Roma la casa general y una pensión para muchachas pobres. Las Ursulinas comenzaron también a trabajar entre los pobres de los suburbios de la ciudad eterna. En 1930 se establecieron en Francia. La madre Úrsula fundó numerosos centros de educación y de enseñanza; enviaba a las religiosas a dar catequesis y a trabajar en zonas pobres; organizaba ediciones de libros para niños y jóvenes; ella misma escribió libros y artículos. Trató de iniciar y apoyar organizaciones eclesiales para niños (Movimiento Eucarístico), para la juventud y para las mujeres. Participaba activamente en la vida de la Iglesia y del país. Recibió condecoraciones estatales y eclesiásticas. Ejerció gran influjo sobre la vida de la madre Úrsula su tío Mieczyslaw, arzobispo de Gniezno-Poznan, primado de Polonia y después prefecto de la Sagrada Congregación para la propagación de la fe. Murió en Roma el 29 de mayo de 1939. Fue beatificada por el Papa Juan Pablo II el 20 de junio de 1983 en Poznan y canonizada por el mismo Papa el 18 de mayo de 2003 en la Basílica Vaticana. Reproducido con autorización de Vatican.va
José Gérard, Beato
Missionário Oblato, Maio 29
José Gérard, Beato
José Gérard, Beato
José Gérard nasceu em 12 de Março de 1831 dentro duma família de lavradores na província de Lorraine em França. Parte de sua meninice la pasó siendo pastor de ovejas.
José Gérard escribe sobre una tal Hermana Odile que lo preparó para su Primera Comunión, un evento que tuvo un gran impacto en su vida. Entre otras personas que tuvieron un gran impacto en su vida están Monsieur Richard y el Abbé Cayens. Monsieur Richard ofreció pagar la educación del joven y lo guió en una enseñanza sobre el arte de orar. El Abbé Cayens fue misionero en Argelia y vio una posible vocación sacerdotal en el joven José Gérard. Por lo tanto lo ayudó a aprender Latín y luego lo guió al seminario menor en Pont-à-Mousson. También estudió algún tiempo en el seminario mayor de Nancy. Llegó a conocer a los Oblatos a través de algunos misioneros Oblatos que visitaron el seminario. Entró al noviciado y el 10 de Mayo de 1852 tomo sus votos perpetuos. El 3 de Abril de 1853 fue ordenado Diacono por el Obispo Eugenio de Mazenod. El Obispo luego le pidió que ejerciera su misión en el reino de Natal en el Sur de África. En mayo de 1853 José Gérard tomó un barco con otros dos Oblatos al pequeño reino. En 1854 El Obispo Allard lo ordenó sacerdote y comenzó su trabajo con un grupo de Irlandeses en Pietermaritzburg. Su misión era de ser con los Zulúes de Natal y por lo tanto tenia que aprender el idioma Zulú junto con el Inglés que usaba con los Irlandeses. Para aprender el idioma decidió pedir permiso para crear una misión en un pueblo Zulú. José Gérard trató varias veces a evangelizar a los Zulúes pero no tuvo éxito. José Gérard decidió tomar su misión al oeste de Natal a un pueblo llamado Roma en otro reino llamado Lesotho. Allí conversó con el jefe de una tribu familia de los Zulúes de Natal. El jefe le dio permiso a construir una Iglesia y ejercer su misión. Tuvo que aprender un idioma nuevo y una cultura nueva, pero siguió adelante. Después de dos años tuvo su primer catecúmeno. El jefe de la tribu también se convirtió después de algunos años. Después de 22 años en Roma decidió llevar su misión al norte de Lesotho y comenzó la Misión de Santa Mónica donde trabajo con los Basothos. Luego regresó a Roma donde viviría el resto de su vida. En 1914 se encontró con una enfermedad que lo dejó en cama. El 22 de Mayo celebró su última Misa. El 29 de Mayo Padre José Gérard dio su ultimo sí a Dios con la palabra Amén. Aunque sufrió muchos desafíos en su misión en África, el Padre Gérard nunca se dio por vencido. Siempre fue fiel a su voto de perseverancia. Dado a esto muchos de los nativos de aquellos países en el sur de África se convirtieron a la fe Católica. El Padre José Gérard fue beatificado por el Papa Juan Pablo II el 15 de Septiembre en Maseru, Lesotho donde le dieron el titulo de Apóstol de Lesotho.
Sor Elías de San Clemente (Teodora Fracasso), Beata
Monja Carmelita, Mayo 29
Sor Elías de San Clemente (Teodora Fracasso), Beata
Sor Elías de San Clemente (Teodora Fracasso), Beata
Sor Elías de San Clemente nació en Bari (Italia) el 17 de enero de 1901. A los cuatro días fue bautizada, con el nombre de Teodora, en la iglesia de Santiago por su tío don Carlo Fracasso, capellán del cementerio. Recibió la confirmación en 1903. En 1929, su padre, Giuseppe Fracasso, maestro pintor y decorador edil, con grandes sacrificios abrió un negocio para la venta de pinturas. Su madre, Pasqua Cianci, se ocupaba de las labores domésticas. Considerados ambos como óptimos cristianos practicantes, tuvieron nueve hijos, cuatro de los cuales murieron en tierna edad. Representaron un punto seguro de referencia en su crecimiento humano y espiritual para los cinco hijos que quedaron en vida: Prudenzia, Ana, Teodora, Domenica y Nicola. En 1905 la familia se trasladó a la calle Piccinni, a una casa que tenía un pequeño jardín; allí Teodora, a la edad de cuatro o cinco años, afirmó haber visto en sueños a una bella "Señora" que se paseaba entre las hileras de lirios florecidos y después desapareció repentinamente con un haz de luz, a la cual le prometió hacerse monja cuando fuese mayor. El 8 de mayo de 1911 recibió la primera Comunión; la noche precedente vio en sueños a santa Teresa del Niño Jesús, que le predijo: "Serás monja como yo". Entró en la asociación dominica "Beata Imelda Lambertini", cultivando una profunda piedad eucarística; pasó enseguida a la "Milicia Angélica" de santo Tomás de Aquino. Reunía periódicamente a las amigas en su casa para meditar y orar juntas. La vocación religiosa de Teodora comenzó a definirse con la ayuda del padre Pedro Fiorillo, o.p., su director espiritual, que la introdujo en la Tercera Orden Dominica, en la cual, admitida como novicia el 20 de abril de 1914 con el nombre de Inés, hizo la profesión el 14 de mayo de 1915, con dispensa especial por tener sólo catorce años. A finales de 1917, Teodora decidió dirigirse al padre jesuita Sergio Di Gioia para pedir consejo, el cual, convertido en su nuevo confesor, después de un año, decidió encaminarla, junto con su amiga Clara Bellomo, futura sor Diomira del Amor Divino, al Carmelo de San José, al que acudieron ambas por vez primera en diciembre de 1918. Durante el año 1919, bajo la guía sabia y prudente del padre Di Gioia, se preparó espiritualmente para su ingreso en el monasterio. Entró en la Orden de los Carmelitas Descalzos el 8 de abril de 1920 y vistió el hábito el 24 de noviembre del mismo año, tomando el nombre de sor Elías de San Clemente. Emitió los primeros votos el 4 de diciembre de 1921: "Sola a los pies de mi Señor crucificado —escribió—, lo miré largamente, y en aquella mirada vi que él era toda mi vida". Además de santa Teresa de Jesús, tomó como guía a santa Teresa del Niño Jesús. Hizo la profesión solemne el 11 de febrero de 1925. Su camino, desde el inicio, no fue fácil. Ya en los primeros meses del noviciado había tenido que afrontar con gran espíritu de fe no pocas dificultades. Siempre observante de las Reglas y de los actos comunitarios, sor Elías pasaba gran parte de la jornada en su celda, dedicada a los trabajos de costura que se le encomendaban; la madre priora la nombró sacristana en 1927. En las pruebas la orientó el padre Elías de San Ambrosio, procurador general de la Orden de los Carmelitas Descalzos, que la había conocido en 1922, con ocasión de una visita al Carmelo de San José, y con el cual la joven religiosa mantuvo una edificante correspondencia epistolar, con gran provecho. Afectada en enero de 1927 de una fuerte gripe que la debilitó mucho, sor Elías comenzó a acusar frecuentes dolores de cabeza, de los que no se lamentaba, y que soportaba sin tomar ninguna medicina. Pocos días antes de Navidad, el 21 de diciembre, sor Elías comenzó a tener una fuerte fiebre y otras molestias, a las que no se dio la debida importancia. Sin embargo, la situación se hizo cada vez más preocupante. El 24 de diciembre la visitó un médico que, aunque diagnosticó una posible meningitis o encefalitis, no consideró la situación clínica particularmente grave, por lo que hasta la mañana siguiente no fueron convocados a la cabecera de la enferma dos médicos, los cuales desgraciadamente constataron que sus condiciones eran irreversibles. Murió a mediodía del 25 de diciembre de 1927. Hizo su entrada en el cielo en un día de fiesta, como lo había predicho: "Moriré en un día de fiesta". El arzobispo de Bari, mons. Augusto Curi, celebró el funeral al día siguiente en presencia de los familiares de la sierva de Dios y con la participación de mucha gente. La joven carmelita dejó en todos un profundo recuerdo, y también una gran enseñanza: es necesario caminar con gozo hacia el Paraíso porque es el destino de todo creyente. Fue beatificada por S.S. Benedicto XVI el 18 de marzo de 2006. Reproducido con autorización de Vatican.va
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