OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

sexta-feira, 29 de maio de 2009

JOANA DE ARCO (JOANA D'ARC), SANTA E OUTROS- 30-maio

Joana de Arco, Santa

(Joana d'Arc)

Padroeira de França e Donzela de Orleáns, Maio 30

Padroeira de França e Donzela de Orleáns

Uma jovem de 13 anos, de Domremy (França), chamada Joana de Arco, enquanto rezava na igreja de seu povo, ouviu vozes misteriosas que a convidavam a libertar a França que estava dominada em grande parte pelos ingleses. Quatro anos depois o governador da provincia, a quem Joana de Arco havia contado o que lhe havia sucedido, levou-a onde o Delfim estava em Chinon. Ao falar com o futuro rei Carlos, ela demostrou que conhecía coisas secretíssimas que somente o céu havía podido revelar-lhe. O Delfím, ao princípio, desconfiou mas depois se convenceu de que a jovem era enviada de Deus; então lhe confiou o comando das tropas que sitiavam a Orleáns, e em pouco tempo reconquistaram quase todo o território francés.
O Delfím foi coroado rei de França em Reims, mas, zeloso da popularidade de Joana, pactuou uma trégua com os ingleses. A jovem, convencida de que esta trégua anulava os esforços e as vitórias de seu exército, indignada, recomeçou a luta com os poucos soldados que estavam de seu lado. Numa emboscada caiu prisioneira em mãos do conde de Luxemburgo, que a entregou aos ingleses por um resgate digno de um rei. Agora havia que demonstrar que Joana era uma bruxa, para poder declarar a Carlos VII como usurpador, pois havia chegado a ser rei graças a “diabólicas maquinações de uma herege”. Só os juizes eclesiásticos tinham a autoridade de levar a cabo este processo.
O bispo Cauchon se prestou para esta intriga política. A ilegalidade do processo era tal que Joana de Arco recusou a legitimidade e apelou ao Papa. A heróica jovem, encerrada numa prisão militar contra toda lei eclesiástica, não pôde fazer chegar sua voz a Roma e seus inimigos triunfaram e a condenaram à fogueira. O atroz suplício teve lugar em Rouen em 30 de Maio de 1431. Joana tinha 19 anos. Os actos do processo foram submetidos a revisão entre 1450 e 1456, e com a absolvição da imputada começou um irresistível desenvolvimento de veneração da valente Joana de Arco, por sua fé pura e seu genuino amor pela justiça e a verdade, levados até ao extremo sacrifício. Em 1920 o Papa Bento XV a elevou à honra dos altares. De todas as histórias dos santos, a de Santa Joana de Arco é sem dúvida a mais extraordinária e incrível: uma jovem, camponesa e sem estudos, à cabeça dum exército derrota a um aguerrido exército, derruba fortalezas, coroa a um rei e termina na fogueira. e todo en cuestión de dois anos. Um acontecimento unido à história de toda uma Nação, colorida com fortes tintas patrióticas e místicas.
¿Queres saber más? Consulta corazones.org

Fernando lll, Santo Rei, Maio 30 Fernando lll, Santo

Rei de Castela e Leão. Era filho do rei Afonso IX e primo irmão do rei S. Luis de França. Foi um verdadeiro modelo de governante, de crente, de pai, esposo e amigo. Empreendeu a construção da belíssima catedral de Burgos e de várias catedrais mais e foi o fundador da famosa Universidade de Salamanca. S. Fernando protegeu muito as comunidades religiosas e se esforçou porque os soldados de seu exército recebessem educação na fé. Instaurou o castelhano como idioma oficial da nação e se esmerou para que na sua corte se desse importância à música e ao bom falar literário. Seus enfrentamentos tiveram por fim, libertar a Espanha da escravidão em que a tinham os mouros, e libertar também a religião católica do domínio árabe. Como todos os santos foi mortificado e penitente, e sua maior penitência consistiu em ter que sofrer 24 anos em guerra incessante por defender a pátria e a religião. Em suas cartas se declarava: "Cavaleiro de Jesus Cristo, Servo da Virgem Santíssima, e Alferes do Apóstolo Santiago". O Papa Gregório Nono, o chamou: "Atleta de Cristo", e o Pontífice Inocêncio IV lhe deu o título de "Campeão invicto de Jesus Cristo". Propagava por todas partes a devoção à Santíssima Virgem e nas batalhas levava sempre junto a ele uma imagem de Nossa Senhora. Efazia construir capelas em acção de graças, depois de suas imensas vitórias. Este grande guerreiro logrou libertar da escravidão dos mouros a Ubeda, Córdoba, Murcia, Jaén, Cádiz e Sevilla. Para agradecer a Deus tão grandes vitórias levantou a formosa catedral de Burgos e converteu em templo católico a mesquita dos mouros em Sevilha. Foi canonizado em 1671 pelo Papa Clemente X.

María Celina de la Presentación, Beata

Maria Celina da Apresentação, Beata Maio 30 Clarissa, Maio 30 María Celina de la Presentación, Beata María Celina de la Presentación de la Bienaventurada Virgen María (no século, Jeanne Germaine Castang) nasceu em Nojals, aldeia de Dordoña (França), em 24 de Maio de 1878. Seus pais, Germain Castang e Marie Lafage, humildes camponeses mas testemunhas exemplares do Evangelho, tiveram doze filhos. Foi baptizada no mesmo dia de seu nascimento e posta sob a protecção da Mãe do Senhor. Com a idade de quatro anos, enquanto jogava com seus irmãos, caiu nas águas geladas de um riacho. O acidente lhe causou poliomielite, privando-a do uso da perna ezquerda. Apesar dessa incapacidade, a menina não se fechou em si mesma, mas colaborava nos afazeres domésticos. Frequentou a escola de sua aldeia, dirigida pelas Irmãs de S. José de Aubenas, e se destacou por sua inteligência e jovialidade.

Se integró, además, en las actividades parroquiales. En 1887 la familia, por una grave crisis económica, se vio obligada a abandonar su hermosa casa y trasladarse a vivir en una casucha en el campo. En la situación de indigencia de la familia, Jeanne Germaine, a sus diez años, dando muestras de humildad y disponibilidad, llegó incluso a ir al pueblo a pedir limosna para que sus padres y sus hermanos pudieran comer. Tuvo que abandonar la escuela y dejar de frecuentar diariamente la parroquia, porque le quedaba muy lejos. En febrero de 1891, en el hospital infantil de Burdeos, se sometió a la operación de la pierna. Permaneció cinco meses en este centro de salud, soportando el dolor con «paciencia angélica», como testimoniaron las enfermeras del hospital, Hijas de la Caridad de San Vicente de Paúl. En julio de ese mismo año, aún convaleciente, entró en el Instituto «Nazaret» de Burdeos, dirigido por las Hermanas de Jesús María de Le Dorat, que acogía muchachas con dificultades, para recibir los cuidados que su familia no podía proporcionarles. Fue un período fecundo de su vida, porque allí comenzó a discernir con mayor claridad la voluntad de Dios para ella. El 12 de junio de 1892 recibió, con extraordinaria devoción, la primera Comunión; y en julio sucesivo la Confirmación. Ya entonces daba la impresión de vivir constantemente en la presencia de Dios.

El 29 de diciembre de ese año murió su madre y ocho días después su hermano mayor; por eso, Jeanne Germaine tuvo que encargarse de sus dos hermanas pequeñas, a las que se llevó al Instituto «Nazaret» de Burdeos. Para entonces ya pensaba en consagrarse a Dios. Cuando las religiosas de San José de Aubenas, congregación a la que pertenecía su hermana mayor, acogieron a sus dos hermanas pequeñas, ella por fin pudo llevar adelante su plan de consagración total al Señor. Primero solicitó el ingreso en las clarisas de Burdeos y luego en las Religiosas de Jesús María de Le Dorat, pero no la aceptaron por su cojera y porque aún no tenía quince años. Tuvo que esperar. Por fin, a los 18 años, el 12 de junio de 1896 pudo ingresar como postulante en el cercano monasterio «Ave María» de las clarisas, y el 21 de noviembre de ese mismo año vistió el hábito franciscano, tomando el nombre religioso de María Celina de la Presentación de la Santísima Virgen María.En el convento conservó la actitud de caridad y servicio que la había caracterizado en su familia, y progresó sobre todo en el camino de la humildad, la mortificación y el ocultamiento. Su salud comenzó a empeorar. La enfermedad, que se manifestó en una grave forma de tuberculosis, reveló la grandeza de su fe y la firme voluntad de completar en su frágil cuerpo lo que falta a la Pasión de Cristo. Pocos días antes de su muerte, escribió en su diario: «No te complacen los holocaustos ni las víctimas. ¡Heme aquí! He venido para tomar mi cruz. Me ofrezco como víctima, como Jesús... Hasta ahora he sacrificado todo: afectos, pensamientos... ¿Deberé ser ahora menos generosa? No. ¡Heme aquí! Corta, quema, amputa, haz de mí lo que quieras, con tal de que mi amor a ti aumente siempre más y más. Sólo pido esto». El 30 de mayo de 1897, ciento noventa días después de ingresar en el noviciado, tras emitir la profesión religiosa «in artículo mortis», María Celina entregó su alma a Dios.La beatificó el papa Benedicto XVI, y presidió la ceremonia de la beatificación, celebrada en Burdeos el 16 de septiembre de 2007, el cardenal José Saraiva, Prefecto de la Congregación para las causas de los santos.

Isaac, Santo Mayo 30 Abad y Fundador, Mayo 30
Isaac, Santo Abad y Fundador, Mayo 30 Isaac, Santo

Asceta
Etimológicamente significa “sorridente”. Vem da língua hebraica. Este santo deu un salto capital em sua vida. Passava seus anos felizes como eremita no deserto de Siria. Mas, ante a voz do Imperador, teve que abandonar sua solidão, sua mortificação e sua penitência, para mudar-se para Constantinopla. Ninguém podía imaginar que um eremita pudesse desempenhar o papel que levou a cabo junto do imperador. Se sabe que esta metrópole ficou sem mosteiros por causa de la heresía ariana. E naquel tempo –como ocorre hoje– não se concebía uma vida cultural, moral e religiosa sã sem a existência destes lugares santos.Por isso, o facto fundamental de Isaac consistiu em restaurar os mosteiros.Sua influência neste terreno foi muito grande. Tão é assim que os mones o honravam como a seu pai. Era um asceta exemplar. Mas cometeu o erro de pôr-se contra de S. João Crisóstomo, arcebispo da capital. Arrependido pelo que havia feito, se retirou a um mosteiro, para nunca mais em sua vida imiscuir-se em assuntos políticos e eclesiásticos. Morreu no ano 406.¡Felicidades a quem leve este nome!

Santiago Felipe Bertoni, Beato Mayo 30 Servita, Mayo 30

Santiago Felipe Bertoni, Beato Servita, Mayo 30 Santiago Felipe Bertoni, Beato Se aplicava com sumo interesse ao estudo do ensino evangélico e da sagrada Escritura. Santiago Felipe nasceu em Faenza de pais virtuosos e de modesta condição, chamados Miserino da Cella e Dominga. Ele antes de abraçar a vida religiosa, se chamava Andrés. Acometido de ataques epilépticos com a idade de dois anos, o pai fez voto, se o filho se curasse, de consagrá-lo ao Senhor como frade.

Andrés desde tierna edad acudía con frecuencia a la iglesia. No se entregaba a los juegos y diversiones propios de su edad. Por temperamento fue más bien tímido y retraído y aficionado a la soledad.En torno a los nueve años, el padre, en cumplimiento de su voto, lo agregó a la Orden de los Siervos de la Bienaventurada Virgen María. En esta nueva vida recibió el nombre de fray Santiago Felipe. Una vez iniciado en la vida religiosa, siendo aún niño, empezó a sobresalir por la obediencia y exacta observancia de la Regla; llegado a la edad adulta practicaba a menudo ayunos y vigilias. Se aplicaba con sumo interés al estudio de las enseñanzas evangélicas y de la sagrada Escritura. Parece que su alimento era la lectura asidua de la vida de los santos Padres y de los ejemplos de castidad, de obediencia, de humildad, de los santos. Desde muy joven se dedicó con tanto esmero a los estudios literarios, que logró comprender con facilidad y exactitud las obras de autores cristianos y latinos de más fama. Conocía a la perfección las ceremonias rituales de la Iglesia y de la Orden y las rúbricas del breviario, y las observaba cuidadosamente. Cubrió algunos cargos conventuales con plena satisfacción de los frailes. Era, en efecto, de temperamento afable, manso y servicial. Nunca se le vio alterado o airado. Cuando alguien lo ofendía, soportaba con ánimo sereno las injurias; él, por su parte, nunca ofendía a nadie. Fue siempre parco en el hablar: no sólo evitaba las palabras inconvenientes, sino también las inútiles; si alguna vez conversando, escuchaba expresiones obscenas, se le ensombrecía el rostro, corregía al importuno con breve admonición , y se alejaba.Ordenado sacerdote, celebraba los divinos misterios con devoción y veneración incomparables, hasta llegar a derramar lágrimas; ninguno como él contemplaba tan profundamente el misterio de la cruz cuando tenía entre las manos el Cuerpo de Cristo. Fue enemigo declarado del ocio, al que llamaba receptáculo de todos los vicios. Se reunía con los demás frailes para la celebración y el canto de la oración coral; el tiempo que le quedaba lo pasaba en la celda ocupado en la oración o en la lectura; a veces recreaba su mente con trabajos manuales de bordado o taraceado: siempre estaba ocupado en algo. Paseaba por los corredores casi siempre solo, meditabundo y cabizbajo. Leía con avidez los libros sagrados y las obras de san Jerónimo, en especial se enfrascaba con la lectura del opúsculo [del Pseudo Eusebio] sobre la muerte de este santo. Llegó un momento en que ya sólo pensaba en las realidades eternas y se alimentaba más de las cosas celestiales que de los manjares corporales, puesto que comía una sola vez al día y se contentaba con un alimento parco y frugal; pero cuando lo llamaba el superior comía lo que estaba preparado para toda la comunidad. Los viernes, en memoria de la pasión del Señor, llevaba un cilicio y comía solo verduras.Nada rehuía tanto como las alabanzas: aunque todos lo tenían en gran aprecio, fue más estimado de Dios que de los hombres. A ejemplo del Salvador, quiso ser tenido en nada y despreciado: lo que más deseaba en su interior era agradar a Dios, su Padre y creador, y seguir las huellas de nuestro Redentor. Pasó los últimos días de su vida enfermo; ´le no lo decía, pero en su semblante se manifestaba su precario estado; en efecto, cuando le preguntaban cómo se encontraba, siempre respondía: “Bien, porque así lo quiere el Señor”. Nunca se impacientó ni se quejó, ni siquiera al afrontar la muerte, y esa conducta observó toda su vida. Aunque estaba enfermo, no guardaba cama, sino que iba de un lado para otro. La vigilia de su muerte asistió al coro con los demás frailes para el canto de maitines; el día anterior por la mañana había celebrado la misa.La tarde anterior al día de su muerte visitó a cada uno de los frailes para pedirles humildemente perdón y para que lo recordaran en sus oraciones del días siguiente. Porque estaba convencido que se acercaba su fin.A la edad de veinticinco años tornó victorioso a la patria celestial, el veinticinco de mayo hacía las tres de la tarde: era el domingo de la santísima Trinidad. Su estatura era algo más que mediana; era tan macilento que su piel estaba adherida a los huesos; tenía el rostro afilado, la nariz algo larga, los ojos hundidos, el cuello erguido, los dedos alargados; su tez era notablemente pálida. http://es.catholic.net/santoral Recolha, transcrição e tradução parcial António Fonseca

MISSÃO 2010

Dia 28 de Maio de 2009
Nas instalações do auditório da Casa Diocesana de Vilar, pelas 21,30 horas, com a presença do Senhor Bispo do Porto, D. Manuel Clemente e do restante Episcopado Diocesano e perante uma assistência que encheu por completo o salão, foi efectuada a apresentaçâo do Projecto MISSÃO 2010 para toda a Diocese do Porto.
Não me cabe a mim, evidentemente fazer um relato circunstanciado do que ali aconteceu, mas tão somente me permito efectuar aqui uma pequena referência pessoal a este evento.
Acho que foi uma apresentação muito bem feita, bastante ambiciosa e que creio que na sua maior parte, será exequível, pese embora o facto de muitas paróquias (pelo menos, nas grandes cidades, como Porto nomeadamente)  terem de vir a experimentar decerto muitas dificuldades em conseguir atingir alguns dos objectivos explanados pelos diversos Secretariados Diocesanos para os diferentes meses do ano (exceptuando evidentemente Julho e AgoNegritosto) ou até para o ano inteiro,Itálico em virtude da faixa etária em que se encontra a maioria dos paroquianos (católicos praticantes), estar bastante envelhecida.
Por sua vez, também alguns dos Movimentos, como Conferências Vicentinas - e digo-o com conhecimento de causa, pois sou Presidente duma, - não dispõem de meios estruturais humanos ou tecnicamente viáveis para se integrarem numa Missão como a que é proposta.
No entanto, pessoalmente a minha disponibilidade é quase total para, eventualmente ao longo dos meses de 2010 (assim Deus permita que eu lá chegue - completo 70 anos, em Fevereiro...) poder participar senão em todas, pelo menos em algumas das actividades que se irão desenvolver na Missão que em boa hora, o senhor Bispo do Porto, D. Manuel Clemente decidiu propor a todos nós.
Tenho em meu poder a Convocatória para a Missão 2010 e vou procurar dar algumas sugestões para aumentar o leque de realizações a integrar o programa para a Nova Evangelização, se assim for entendido.
Em breve darei notícias, se Deus quiser.
LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E 
LOUVADA SEJA SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA, 
POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS. AMÉN.
Antonio Fonseca
Antes de terminar, ouso transcrever aqui a Oração a Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Cidade do Porto, que foi lida por D. Manuel Clemente e por toda a assistência que estava presente na Reunião ontem efectuada:
SANTA MARIA, MÃE DE CRISTO E MÃE DA IGREJA, que com o título da Vossa gloriosa Assunção sois a bendita Padroeira da Diocese do Porto
Nós Vos consagramos a Missão 2010, pois só convosco a conseguiremos realizar, ó Cheia de Graça. Foi em Vós que a graça divina renovou o mundo, pela incarnação de Cristo, novo Adão, humanidade refeita e concluída na filiação divina. Por isso, é como Vós que O devemos acolher e é como Vós que O devemos apresentar aos nossos contemporâneos.
Assim que O concebestes por graça do Espírito e aceitação vossa, logo O levastes a Isabel, em cujo ventre João Baptista representava toda a expectativa do povo antigo. E, ao Menino que de Vós nasceu, logo O apresentastes aos pastores e aos magos, assim correspondendo às esperanças dos pobres e às buscas dos sábios.
Anos depois O reencontrastes no templo, para ouvirdes d'Ele aquelas palavras imensas que guardastes no coração. Na hora da Cruz O acompanhastes também, aí nos recebendo a todos como filhos, naquele discípulo que Jesus Vos confiou. No Pentecostes do Espírito lá estáveis no Cenáculo, inaugurando a missão que agora queremos prolongar. Pela vossa gloriosa Assunção, ó Senhora nossa, participais inteiramente da ressurreição de Cristo, com Ele nos impelindo ao anúncio do Evangelho.
Em Caná da Galileia, quando perigavam a convivência e a alegria, enviaste-nos ao vosso Filho, com palavras que perduram sempre: "Fazei o que Ele vos disser!". Inspirai-nos agora, ó Sede da Sabedoria, para sabermos em cada comunidade cristã e na Diocese toda discernir pela Palavra de Deus e na oração persistente a acção oportuna e maneira certa, para que a vida se reencontre e alargue, em partilha e festa.
Convosco, Senhora da Assunção, a Diocese do Porto concluirá a primeira década deste século. Convosco continuará a viver e a trabalhar, na missão permanente que Cristo nos confia. Em cada um dos nossos templos figurais sempre Vós, com as inúmeras invocações que a piedade cristã Vos atribuiu, como é próprio da ternura filial e da Vossa inesgotável verdade.
Estai então connosco, para que a luz e a caridade do vosso Filho, em Vós inteiramente manifestadas, rebrilhem nas nossas comunidades e famílias, para chegarem mais longe e mais profundamente à sociedade inteira.
Fazei-nos cumprir a vontade de Deus Pai, como Vos foi revelada: acolher a Cristo e levá-Lo a todos, com a graça e a força do Espírito. Fazei-nos participar do vosso "sim". Sim a Deus, no cumprimento dos seus desígnios para o tempo presente. Sim aos outros, oferecendo-lhes Cristo, palavra de esperança, dádiva de paz e vida do mundo.
Ámen!
Contribuição de
António Fonseca

UM ANO COM SÃO PAULO (34)

Do Livro "UM ANO COM SÃO PAULO" - autoria do P. Januário Santos, respeitando a ordem diária com que os textos são distribuídos
Dia 29 de Junho

A COMUNIDADE DIVIDIDA (1ª Cor. 11, 17-22)

Paulo sabe que a comunidade do Corínto é uma comunidade onde imperam as divisões. este foi o motivo desta primeira carta. Agora insurge-se sobre a maneira como celebram a Ceia do Senhor, que era precedida , em casas particulares, por uma refeição, onde muitos comiam e bebiam ao ponto de se embriagarem sem esperar pelos mais pobres ou atrasados para quem restavam apenas algumas sobras.

17 Fazendo-vos estas advertências não vos posso louvar a respeito das vossas assembleias que causam mais prejuizo que proveito.
18 Em primeiro lugar, ouço dizer que, quando se reúne a vossa assembleia, há desarmonias entre vós. (E em parte eu acredito.
19 É necessário que entre vós haja partidos para que possam manifestar-se os que são realmente virtuosos.)
20 Deste modo, quando vos reunis já não é para comer a Ceia do Senhor,
21 porquanto, mal vos pondes à mesa cada um se apressa a tomar a sua própria refeição; e enquanto uns têm fome, outros fartam-se.
22 Porventura não tendes casa onde comer e beber? Ou menosprezais a Igreja de Deus e quereis envergonhar aqueles que nada têm? Que vos direi? Devo louvar-vos? Não! Nisto não vos louvo.
Frase para recordar: Quando vos reunis já não é para comer a Ceia do Senhor.

Dia 30 de Junho

A CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA (1ª Cor. 11, 23-34)

Este é um dos relatos escritos mais antigos sobre a celebração da Eucaristia. Os que recebem indignamente o corpo do Senhor não invalidam a celebração comunitária mas tornam-se réus de uma grave profanação.

23 Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão,
24 e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: "Isto é o meu corpo, que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim."
25 Do mesmo modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: "Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim."
26 Assim todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha.
27 Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor.
28 Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.
29 Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, como e bebe a sua própria condenação.
30 Esta é a razão por que há entre vós muitos adoentados e fracos, e muitos mortos.
31 Se nos examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.
32 Mas, sendo julgados pelo Senhor, ele nos castiga para não sermos condenados com o mundo.
33 Portanto, irmãos meus, quando vos reunis para a Ceia, esperai uns pelos outros.
34 Se alguém tem fome, coma em casa. Assim as vossas reuniões não vos atrairão a condenaçâo. As demais coisas eu determinarei quando for ter convosco.
Frase para recordar: Recebi do Senhor o que vos transmiti.

Dia 1 de Julho

DIVERSIDADE DE CARISMAS (1ª Cor. 12, 1-11)

Todos os carismas na sua origem e variedade têm em vista o bem da comunidade. Não são dons naturais, nem fruto do esforço humano, nem privilégios. São dons de Deus confiados para o bem comum. São Paulo enumera nove.

1 A respeito dos dons espirituais, irmãos, não quero que vivais na ignorância.
2 Sabeis que, quando éreis pagãos, vos deixáveis levar conforme as vossas tendências, aos ídolos mudos.
3 Por isso, eu vos declaro: ninguém falando sob a acção divina, pode dizer "Jesus seja maldito", e ninguém pode dizer: "Jesus é o Senhor", senão sob a acção do Espírito Santo.
4 Há diversidade de dons, mas um só Espírito.
5 Os ministérios são diversos, mas um só é o Senhor.
6 Há também diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
7 A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum.
8 A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria, a outro uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito;
9 a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no mesmo Espírito;
10 a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas: a outro, por fim, a interpretação das línguas.
11 Mas um e mesmo Espírito distrtibui todos estes dons repartindo a cada um como lhe apraz.
Frase para recordar: Ninguém pode dizer "Jesus é o Senhor", senão sob a acção do Espírito Santo.

Dia 2 de Julho

CRISTO, CORPO MÍSTICO (1ª Cor. 12, 12-25)

12 Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo.
13 Num só Espírito fomos baptizados todos nós, para formar um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou livres, e todos fomos impregnados do mesmo Espírito.
14 Assim o corpo não consiste num só membro, mas em muitos.
15 Se o pé dissesse: "Eu não sou a mão; por isso, não sou do corpo" acaso deixaria ele de ser do corpo?
16 e se a orelha dissesse: "Eu não sou o olho; por isso, não sou do corpo" acaso deixaria ela de ser do corpo?
17 Se o corpo todo fosse olho onde estaria o ouvido? Se fosse todo ouvido, onde estaria o olfacto?
18 Mas Deus dispõs no corpo cada um dos membros como lhe aprouve.
19 Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo?
20 Há, pois, muitos menbros, mas um, só corpo.
21 O olho não pode dizer à mão "Eu não preciso de ti", nem a cabeça aos pés: "Não necessito de vós."
22 Antes, pelo contrário, os membros do corpo que parecem os mais fracos, são os mais necessários.
23 E os membros do corpo que temos por menos honrosos, a esses cobrimos com mais decoro. Os que em nós são menos decentes, recatamo-los com maior empenho,
24 ao passo que os membros decentes não reclamam tal cuidado. Deus dispôs o corpo de tal modo que deu maior honra aos membros que não a têm,
25 para que não haja dissenssôes no corpo e que os membros tenham o mesmo cuidado uns para com os outros.
Frase para recordar: Num só Espírito fomos baptizados...

Dia 3 de Julho

SOLIDÁRIOS UNS COM OS OUTROS (1ª Cor. 12, 26-30)

Quando um membro sofre, todos os membros sofrem com ele. Qualquer que seja a tua posição no Corpo de Cristo, se algum membro desse Corpo sofre (seja ele apóstolo, profeta, doutor...) tu deves sofrer com ele.

26 Se um membro sofre, todos os membros padecem com ele; e se um membro é tratado com carinho, todos os outros se congratulam por ele,
27 Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros.
28 Na Igreja, Deus constituiu primeiramente os apóstolos, em segundo lugar os profetas, em terceiro lugar os doutores, depois os que têm o dom dos milagres, o dom de curar, de socorrer, de governar, de falar diversas línguas.
29 São todos apóstolos? São todos profetas? São todos doutores?
30 Fazem todos milagres? Têm todos a graça de curar? Falam todos em diversas línguas? Interpretam-nas todos ?
Frase para recordar: Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele.
Recolha e transcrição de
António Fonseca

UM ANO COM SÃO PAULO (33)

Dia 23 de Junho
TUDO PARA TODOS (1º Cor. 9, 19-27)
Paulo, plenamente livre, faz-se tudo para todos com uma única finalidade: chamar o maior número possível para o Evangelho. Ele é corredor de Cristo que, no fim, quer ganhar uma incorruptível coroa de glória.
19 Embora livre da sujeição a qualquer pessoa, fiz-me servo de todos para ganhar o maior número possível.
20 Para os judeus fiz-me judeu, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, fiz-me como se eu estivesse abaixo da lei, embora o não esteja, a fim, de ganhar aqueles que estão debaixo da lei.
21 Para os que não têm lei, fiz-me como se eu não tivesse lei, ainda que eu não esteja isento da lei de Deus - porqunato estou sob a lei de Cristo -, a fim de ganhar os que não têm lei.
22 Fiz-me fraco com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de salvar a todos.
23 E tudo isto faço por causa do Evangelho, para dele me fazer participante.
24 Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prémio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais.
25 Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e fazem-no para alcançar uma coroa corruptível. Nós fazemo-lo por uma coroa incorruptível.
26 Assim, eu corro , mas não sem rumo certo. Dou golpes, mas não no ar.
27 Ao contrário, castigo o meu corpo e mantenho-o em servidão, com medo de vir eu mesmo a ser excluido depois de ter pregado aos outros.

Frase para recordar: Fiz-me tudo para todos, a fim de salvar a todos.

Dia 24 de Junho

EXEMPLO DOS CASTIGOS DE ISRAEL (1ª Cor. 10, 1-13)

1 Não quero que ignoreis, irmãos, que nos nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e que todos atravessaram o mar:

2 todos foram baptizados em Moisés, na nuvem e no mar;

3 todos comeram do mesmo alimento espiritual;

4 todos beberam da mesma bebida espiritual (pois todos bebian da pedra espiritual que os seguia e essa pedra era Cristo).

5 Não obstante, a maioria deles desgostou a Deus, e caíram mortos no deserto.

6 Estas coisas aconteceram para nos servir de exemplo, a fim de não cobiçarmos coisas más, como eles as cobiçaram.

7 Nem vos torneis idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo sentou-se para comer e para beber, e depois levantou-se para se divertir (Ex 32,6)

8 Nem nos entreguemos à impureza como alguns deles se entregaram, e morreram num só dia vinte e três mil.

9 Nem tentemos o Senhor, como alguns deles o tentaram, e pereceram mordidos pelas serpentes.

10 Nem murmureis, comom murmuraram alguns deles, e forma mortos pelo exterminador.

11 Todas estas desgraças lhes aconteceram para nosso exemplo; foram escritas para nossa advertência, para nós que vivemos o final dos tempos.

12 Portanto, quem pensa estar de pé veja que não caia.

13 Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e de sairdes dela.

Frase para recordar: Deus é fiel: não permitir que sejais tentados além das vossas forças.

Dia 25 de Junho

EVITAR O ESCÂNDALO (1ª Cor. 10, 14-22)

Novamente se fala da participação nos banquetes cultuais pagãos. Alguns poderiam objectar: se os ídolos nada são, que mal há nisso? Paulo responde dizendo que os ídolos são demónios. Por isso, ele quer que os cristãos não tenham comunhão com os demónios.

Os versícuilos 16-17 são um inciso sobre a Eucaristia. É a comunhão de Cristo com os irmãos. Por ela, nós obtemos um parentesco especial com o Senhor.

14 Portanto, caríssimos meus, fugi da idolatria.

15 Falo como a pessoas sensatas: julgai vós mesmos o que digo.

16 O cálice de bênção, que benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo ? E o pão, que partimos, não é a comunhão do corpo de Cristo?

17 Uma vez que há um único pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos nós comungamos do mesmo pão.

18 Considerai Israel segundo a carne; não entram em comunhão com o altar somos que comem as vítimas?

19 Que querem afirmar com isto? Que a carne sacrificada aos ídolos ou ao próprio ídolo são alguma coisa?

20 Não! As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas a demónios e não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com os demónios.

21 Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demónios. Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor, e da mesa dos demónios.

22 Ou queremos provocar a ira do Senhor? Acaso somos mais fortes do que ele?

Frase para recordar: Eu não quero que tenhais comunhão com os demónios.

Dia 26 de Junho

CARIDADE SEMPRE (1ª Cor. 10, 23-33)

A caridade (evitar o escândalo dos mais fracos) deve ser sempre uma norma de actuação para o cristão. O exemplo é dado pelo mesmo Paulo: fazei como eu... Não busco os meus interesses, mas os interesses dos outros, para que todos sejam salvos.

23 Tudo é permitido, mas nem tudo é oportuno. Tudo é permitido, mas nem tudo edifica.

24 Ninguém busque o seu interesse, mas o do próximo.

25 Comei de tudo o que se vende no talho, sem indagar de coisa alguma por motivo de consciência.

26 Do Senhor é a terra e tudo o que ela encerra.

27 Se algum infiel vos convidar e quiserdes ir, comei de tudo o que se vos puser diante, sem indagar de coisa alguma por motivo de consciência.

28 Mas se alguém disser: "Isto foi sacrificado aos ídolos, não o comais, em atençao àquele que o advertiu e por motivo de consciência.

29 Dizendo consciência, refiro-me não à tua, mas à do outro. Com efeito, por que razão seria regulada a minha liberdade pela consciência alheia?

30 Se eu como com acção de graças, porque sereui censurado por causa do alimento pelo qual rendo graças?

31 Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.

32 Não vos torneis causa de escândalo, nem para os judeus, nem para os gentios, nem para a Igreja de Deus.

33 Fazei como eu: em todas as circunstâncias procuro agradar a todos. Não busco os meus próprios interesses, mas os interesses dos outros, para que todos sejam salvos.

Frase para recordar: Quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.

Dia 27 de Junho

TRAJE DAS MULHERES NA IGREJA (1ª Cor. 11, 1-6)

Respondendo talvez a uma pergunta dos coríntios, Paulo trata um tema menor que hoje nos parece ridículo; o uso do véu pelas mulheres. Querendo manter e justificar um costume, limitado no tempo e no espaço, ele forja alguns argumentos. Há que veja nesta passagem uma alusão às mulheres casadas para as quais descobrir-se em público seria uma falta de respeito (Gen. 24,65; Dm, 13,32)

1 Tornai-vos meus imitadores, como eu o sou de Cristo.

2 Eu vos felicito, porque em tudo vos lembrais de mim e guardais as minhas instruções tais como eu vo-las transmiti.

3 Mas quero que saibais que o Senhor de todo o homem é Cristo, o senhor da mulher é o homem, o senhor de Cristo é Deus.

4 Todo o homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta falta ao respeito ao seu Senhor.

5 E toda a mulher que ora ou profetiza, não tendo coberta a cabeça, falta ao respeito ao seu senhor, porque é como se estivesse rapada.

6 Se uma mulher não se cobre com um véu, então corte o cabelo. Ora, se é vergonhoso para a mulher ter os cabelos cortados ou a cabeça rapada, então que se cubra com um véu.

Dia 28 de Junho

TRAJE DAS MULHERES NA IGREJA (2) (1ª Cor. 11, 7-16)

7 Quanto ao homem , não deve cobrir a cabeça, porque é imagem e esplendor de Deus; a mulher é o reflexo do homem.

8 Com efeito, o homem não foi tirado da mulher, mas a mulher do homem,

9 nem foi o homem criado para a mulher, mas sim a mulher para o homem.

10 Por isso a mulher deve trtazer o sinal de submissão sobre a cabeça, por causa dos anjos.

11 Com tudo isto, aos olhos do senhor, nem o homem existe sem a mulher, nem a mulher sem o homem.

12 Pois a mulher foi tirada do homem, porém o homem nasce da mulher, e ambos vêm de Deus.

13 Julgai vós mesmos: é decente que uma mulher reze a Deus sem estar coberta com o véu?

14 A própria natureza nâo vos ensina que é uma desonra para o homem usar cabelo comprido?

15 Ao passo que é glória para a mulher uma longa cabeleira, porque lhe foi dada como véu.

16 Se, no entanto, alguém quiser contestar, nós nao temos tal costume e nem as igrejas de Deus.

Frase para recordar: Tornai-vos meus imitadores, como eu o sou de Cristo.

António Fonseca