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segunda-feira, 1 de junho de 2009

MARCELINO e PEDRO (SANTOS) - 2 - JUNHO

Marcelino e Pedro, Santos
Mártires, Junho 2
 
Marcelino y Pedro, Santos
Marcelino y Pedro, Santos

Mártires

Muitissimas vezes na história se confirma o ditado: “O homem propõe e Deus dispõe”, o que quer duzerr, que a miúdo Deus “dispõe” o contrário do que o homem tem “proposto”. Foi o que sucedeu com os santos Marcelino e Pedro. São Dâmaso, quase adivinhando sua missão de transmitir a memoóia de inumeráveis mártires, como ele mesmo disse, escreveu a uma criança a narração do verdugo dos santos Marcelino e Pedro.
O “percursor” referiu que ele havia disposto a decapitação dos dois num bosque separado para que não ficassem com a recordação deles: incluso os dois tiveram que limpar o lugar que se ia a manchar com seu sangue.
Os últimos três versos, dos nove que compõem o poema 23 do Papa Dâmaso, informam que os “santíssimos membros” dos mártires permaneceram ocultos durante algum tempo numa “cándida gruta”, até quando a piedosa matrona Lucila levada pela devoção, lhes deu digna sepultura. O martírio se havia levado a cabo onde se encontra Torpignattara, a três milhas da antiga vía Labicana, a actual Casilina. Constantino edificou aí uma basílica, perto onde repousavam os restos de sua mãe santa Helena, antes de que o imperador os fizesse levar a Constantinopla. Mais tarde foi violada pelos Godos, e então o Papa Virgilio a fez restaurar e introduziu os nomes dos santos Marcelino e Pedro no canon romano da Missa, garantindo assim a lembrança e a devoção por parte dos fieis.
Em Roma há uma basílica dedicada aos santos Marcelino e Pedro, edificada em 1751 sobre uma base que parece se remonta à metade do século IV e onde parece que se encontrava a casa de um dos santos. Uma Paixão do século VI fala da vida do presbítero Marcelino e do exorcista Pedro, ainda que tenha muito de lenda. A dita Paixão conta que Pedro e Marcelino foram encerrados numa prisão sob a vigilância de um tal Artemio, cuja filha Paulina estava endemoninhada. Pedro, exorcista, asseguró a Artemio que, se ele e sua esposa Cándida se convertessem, Paulina ficaría imediatamente curada. Depois de algumas perplexidades, a familia se converteu e pouco depois deu testimunho de sua fé com o martirio: Artemio foi decapitado, e Cándida e Paulina foram afogadas debaixo de um montão de pedras.
Eugénio I, Santo
LXXV Papa, Junho 2
 
Eugenio I, Santo
Eugenio I, Santo
Santo Eugénio I nasceu em Roma. Foi eleito por expressa vontade do imperador Constante, um ano antes da morte de Martín, enquantos este era conduzido em cadeias a Constantinopla. O clero romano e o mesmo Eugenio I não se opuseram à vontade de Constante, provavelmente não por submissão ou medo, mas sim, por motivos de oportunidade. Talvez não quisesse indispor o imperador quem, por exemplo, houvera podido fazer eleger a um papa monotelista; ou talvez dando mostras de condescendência não se quis comprometer ainda mais a já precária posição do Papa Martín.
Não há dúvida de que a atitude de Eugenio fora demasiado reverente e condescendente, até tal ponto que o Liber pontificalis o definiu demasiado «benévolo, doce e cheio de mansidão». Se resgatou quando no final recusando a epístola sinodal que lhe enviou o patriarca Pedro, que continha graves ambigüidades doutrinais em sentido monotelista, e negando-se a subscrever uma profissão de fé ditada pelo mesmo imperador. Antes, contestou a provocação denunciando os abusos e as perseguições que Martín havia sofrido por parte da Corte imperial, fazendo-os de público dominio.
Havería recebido o mesmo trato que seu antecessor se entretanto não tivesse morrido. 
Se distinguiu por vários regulamentos utilíssimos que deu à Igreja numa época bastante azarenta. Prescreveu que os curas tivessem que guardar castidade perpétua.
Esteve dotado do dom de milagres, e morreu no Senhor em 2 de Junho do ano 657.
Nicolás o Peregrino, Santo
Patrono de Trani, Junho 2
 
Nicolás el Peregrino, Santo
Nicolás el Peregrino, Santo
Contrariamente ao mais célebre São Nicolás, patrono de Bari, deste São Nicolás chamado O Peregrino, possuimos pouquíssimos dados. 
Negrito
É o padroeiro da cidade de Trani, onde morreu em 1094, apenas quinze dias depois de sua chegada, proveniente de Taranto e antes ainda de Otranto.
Havia nascido na Grécia e depois de haver passado alguns anos de solidão em Puglia, a percorreu levando uma cruz na mão, repetindo continuamente a invocação: ‘Kyrie Eleison’.
Depois de sua morte, fez numerosos milagres. Quatro anos depois, em 1098, no Sinodo Romano, o bispo de Trani propôs à Assembleia que o venerável Nicolás fosse inscrito no catálogo dos Santos, pelos méritos que acumulou durante sua vida e pelos milagres conseguidos mediante sua intercessão depois de sua morte.
O Papa Urbano II mediante um ‘Breve’ autorizou o bispo de Trani a actuar em respeito como o considerasse oportuno. De regresso a Trani o bispo o canonizou e depois de edificar uma nova basilica, depositou ali o corpo do Santo.
Em 1748 o Papa Bento XIV o incluiu no Martirológio Romano.
Sadoc, Beato
Mártir, Junho 2
 
Sadoc, Beato
Sadoc, Beato
Sadoc sendo ainda jovem recebeu o hábito de mãos de santo Domingo -segundo a tradição-
Foi enviado por ele desde o capítulo geral de Bolonha de 1221 junto com frei Paulo de Hungría (Vidas, Apénd. 1) a estender a Ordem na Hungría, sendo portanto considerado como um dos fundadores e impulsionadores desta provincia na que viveu durante muito tempo.
Foi mais tarde trasladado a Sandomierz (Polonia) como superior da comunidade. Ali junto com a comunidade de quarenta e oito frades foram assassinados pelos tártaros enquanto cantavam a Salve no final de Completas. Essa destruição foi recentemente comprovada em escavações feitas no convento de Sandomierz.
Pío VII confirmou seu culto em 18 de Outubro de 1807.
http://es.catholic.net/santoral
Recolha, transcrição e tradução de 
António Fonseca

UM ANO COM SÃO PAULO (36)

Dia 14 de Julho
JESUS, PENHOR DA NOSSA RESSURREIÇÃO (1ª Cor. 15, 20-28)
Não! Nós pela nossa conduta, pela maneira como vivemos, não somos os mais infelises dos homens porque Cristo ressuscitou e nós também ressuscitaremos.
20  Mas não! Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram.
21  Com efeito, se por um homem veio a morte, por um homem vem a ressurreição dos mortos.
22  Assim como em Adão todos morrem, assim em Cristo todos reviverão.
23  Cada qual, porém, na sua ordem: como primícias, Cristo; em seguida, os que forem de Cristo, na ocasião da sua vinda
24  Depois, virá o fimn, quando Cristo entregar o Reino a Deus Pai, depois de haver destruído todo o principado, toda a potestade e toda a dominação.
25  Porque é necessário que ele reine, até que ponha todos os inimigos debaixo dos seus pésNegrito.
26  O último inimigo a derrotar será a morte, porque Deus sujeitou tudo debaixo dos seus pés.
27 Mas, quando ele disser que tudo lhe está sujeito, é claro que se exceptua aquele que lhe sujeitou todas as coisas.
28 E, quando tudo lhe estiver sujeito, então também o próprio Filho renderá homenagem àquele que lhe sujeitou todas as coisas, a fim de que Deus seja tudo em todos.
Frase para recordar:  
Assim como em Adão todos morrem, assim em Cristo todos reviverão.
15 de Julho
QUEM CRÊ NA RESSURREIÇÃO, VIVE DE OUTRO MODO  (1ª Cor. 15, 29-34)
Os actos de sufrágio pelos defuntos e os combates que travamos contra os inimigos da fé têm todo o sentido à luz da esperança da ressurreição. Se não há ressurreição, a nossa vida poderia resumir-se a comer, a beber e a gozar. Tudo é permitido.
29  De outra maneira, que intentam aqueles que se baptizam em favor dos mortos? Se os mortos realmente não ressuscitam, porque se baptizam por eles?
30  E nós, porque nos expomos a perigos a toda a hora?
31  Cada dia, irmãos, exponho-me à morte, tão certo como vós sois a minha glória em Jesus Cristo nosso Senhor.
32  Se foi por intenção humana que combati com as feras em Éfeso, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, porque amanhã morreremos.
33  Não vos deixeis enganar. "Más companhias corrompem bons costumes."
34  Despertai, como convém, e não pequeis! Porque alguns vivem na total ignorância de Deus - para vergonha vossa o digo.
Frase para recordar:  
Não vos deixeis enganar; más companhias corrompem bons costumes.
16 de Julho
COMO SERÁ A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS  (1ª Cor. 15, 35-39)
Sobre o modo como se dará a ressurreição, Paulo apresenta comparações dos vegetais semeados, da carne dos diversos animais, da luz dos astros. Em tudo há uma grande variedade. O nosso corpo não será animal mas espiritual.
35  Mas, dirá alguém, como ressuscitam os mortos? E com que corpo vêm?
36  Insensato! O que semeias não recobra vida, sem antes morrer.
37  E, quando semeias, não semeias o corpo da planta que há-de nascer, mas o simples grão, como, por exemplo, de trigo ou de alguma outra planta.
38  Deus, porém, dá-lhe o corpo como lhe apraz, e a cada uma das sementes o corpo da planta que lhe é próprio.
39  Nem todas as carnes são iguais: uma é a dos homens e outra a dos animais; a das aves difere da dos peixes.
17 de Julho  
COMO SERÁ A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS (2)   (1ª Cor. 15, 40-49)
40    Também há corpos celestes e corpos terrestres, mas o brilho dos celestes difere do brilho dos terrestres.
41    Uma é a claridade do sol, outra a claridade da lua e outra a claridade das estrelas e ainda uma estrela difere de outra na claridade.
42    Assim também é a ressurreição dos mortos. Semeado na corrupção, o corpo ressuscita incorruptível;
43   semeado no desprezo, ressuscita glorioso; semeado na fraqueza, ressuscita vigoroso;
44   semeado corpo animal, também há um espiritual.
45   Como está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito ser vivente (Gén 2,7); o segundo Adão é espírito vivificante.
46   Mas não é o espiritual que vem primeiro, mas sim o animal; o espiritual vem depois.
47   O primeiro homem, tirado da terra, é terreno; o segundo veio do céu.
48   Qual o homem terreno, tais os homens terrenos; e qual o homem celestial, tais os homens celestiais.
49  Assim como reproduzimos em nós as feições do homem terreno, precisamos de reproduzir as feições do homem celestial.
Frase para recordar:  
Assim como reproduzimos em nós as feições do homem terreno, precisamos de reproduzir as feições do homem celestial.
18 de Julho
ONDE ESTÁ, Ó MORTE, A TUA VITÓRIA?  (1ª Cor. 15, 50-58)
Perante a realidade da ressurreição, Paulo invectiva a morte com estes termos ousados: Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?
50  O que afirmo, irmãos, é que nem a carne nem o sangue podem participar do Reino de Deus, e que a corrupçao não participará da incorruptibilidade.
51  Eis que vos revelo um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados,
52  num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta (porque a trombeta soará). Os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
53  É necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que este corpo mortal se revista da imortalidade.
54  Quando este corpo corruptível estiver revestido da incorruptibilidade e quando este corpo mortal estiver revestido da imortalidade, então se cumprirá a palavra da Escritura:
55  A morte foi tragada pela vitória (Is 25,8). Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (Os 13,14).
56  Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
57  Graças, porém sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por Nosso senhor Jesus Cristo!
58  Por consequência, meus amados irmãos, sede firmes e inabaláveis, aplicando-vos cada vez mais à obra do Senhor. Sabeis que o vosso trabalho no Senhor não é em vão.
Frase para recordar:   
Sede firmes no Senhor aplicando-vos cada vez mais à obra do Senhor.
Do livro 
UM ANO COM SÃO PAULO, 
do Pde Januário Santos
Recolha e trancrição de 
António Fonseca

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

NOTA PRÉVIA: 
Meus amigos: 
Embora tenha efectuado algumas publicações idênticas durante esta manhã, elas são para deletar, porquanto estão imcompletas  e apenas esta é a definiva
Portanto solicito a vossa melhor compreensão para o facto, pelo que podem e devem delatar as que foram enviadas, pois esta substitui todas as outras
Desculpem-me e Obrigado.
António Fonseca
Como havia informado ontem à tarde, após a Procissão de Velas a encerrar o mês de Maria que saiu da Igreja Paroquial da Senhora do Porto às Negrito21,30 horas em direcção à Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso, realizou-se a cerimónia de entronização, inauguração e bênção da nova imagem de Nossa Senhora do Rosário que fica a substituir a pequenina imagem de Nossa Senhora de Fátima que ali estava colocada desde há cerca de 25 anos (o que não quer dizer que foi desprezada e retirada para um lugar obscuro - nada disso.
O facto é que a imagem anterior havia sido ali colocada já com a intenção de, logo que fosse possível, fosse substituída por outra mandada esculpir de propósito para a nossa Igreja - o que só pôde acontecer agora -. Entretanto a imagem de Nossa Senhora de Fátima foi colocada no salão grande, em lugar digno, onde quem quiser poderá continuar a venerá-la.
A cerimónia de descerramento da nova imagem, (que foi saudada com uma grande salva de palmas por toda a assistência que encheu por completo a Igreja) teve lugar após uma pequena oração introdutória à qual se seguiram os demais ritos conforme manda a Santa Madre Igreja. A Igreja estava completamente cheia de paroquianos, a maior parte dos quais havia participado na procissão de velas desde a Igreja paroquial uns, e desde a sua entrada no bairro do Viso, outros.
A propósito de se comemorar o Dia da Visitação de Nossa Senhora a Santa Isabel (cujo dia foi precisamente ontem 31 de Maio) foram lidas as duas leituras referentes a essa ocorrência assim como o Evangelho próprio. Após a homília, que se referiu não só a esta data mas também à inauguração propriamente dita, foram cantadas a Ladainha dos Santos, o Magnificat (ponto alto da celebração) e, ainda a Virgem do Rosário, que pessoalmente me deu muita emoção.
As cerimónias acabaram pouco depois das 23 horas.
Fica pois aqui uma pálida imagem do que ocorreu na noite de 31 de Maio de 2009, na Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso.
Em seguida vou procurar incluir aqui algumas das fotos e o vídeo 
(muito mal conseguido, dado que não estava muito bem enquadrado com a imagem...
mas, enfim, foi o que pude conseguir.
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Recolha, texto  e transcrição de fotos e vídeos
António Fonseca