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quinta-feira, 4 de junho de 2009

NORBERTO, Santo (e outros) 6-JUNHO

Norberto, Santo
Bispo, Junho 6
 
Norberto, Santo
Norberto, Santo

Bispo Junho 6

Norberto nasceu em Xanten (Alemanha) da nobre família, dos Gennep, em 1080. Como era costume para todo segundo filho da nobreza, a Norberto correspondia seguir a carreira militar ou eclesiástica. Preferiu o segundo caminho, não por vocação, mas sim por simples oportunidade. Com efeito, sendo diácono pôde gozar dos muitos privilégios ao lado do grande eleitor de Colónia e do imperador Enrique V, que o propôs para uma importante sede episcopal. Mas Dios tinha outros planos. Durante um pasesei a cavalo pelo bosque, o surpreendeu um violento furacão que o derrubou do cavalo e, como Saulo no caminho de Damasco, disse: “Senhor, ¿que queres que faça?”.
A resposta que mudou radicalmente sua vida pouco edificante foi: “Abandona o caminho do mal e faz o bem”. Esse episódio foi o começo de sua conversão. Abandonou os lugares mundanos e se pôs na escola do abade beneditino de Siegburg e dos canónicos de Klosterrath; depois seguiu o exemplo do eremita Lindolfo passando três anos em penitência e em oração. Em 1115 foi ordenado sacerdote pelo arcebispo de Colónia, e começou sua actividade missionária itinerante.
Quis dar o exemplo despojando-se de todos seus bens e distribuí-os pelos pobres. Conservou para ele uma mula e dez moedas de prata, mas depois deixou também isto e continuou suas peregrinações a pé e descalço. Em França, perto de Nimes, se encontrou com o Papa Calixto II que o animou a continuar por esse caminho. O bispo de Laon, para tê-lo na sua diocese, lhe propôs ser o guia dos Canónicos regulares que seguiam a Regra de Santo Agostinho, e a quem se lhes havia assinalado o convento de Praemonstratum. Assim nasceu a Ordem dos premonstratenses. Entretanto Norberto havia continuado sua actividade de pregador ambulante.
Encontrava-se em Magdeburgo assistindo aos funerais do bispo dessa cidade, quando o clamor popular o elegeu como sucessor. Foi um bispo incómodo para muitos. Tenaz, bom organizador, ganhou aplausos e inimizades. O imperador Lotário o nomeou chanceler do império para Itália e o Papa Inocêncio II estendeu sua jurisdição a Polónia. Mas Norberto não esqueceu a regra monástica da pobreza e do exercício do apostolado entre a gente humilde do campo, e viveu integralmente o ideal de vida activa e contemplativa dos premonstratenses ainda no fulgor dos altos cargos. Morreu em Magdeburgo, de regresso de uma missão de paz em Itália, em 6 de Junho de 1134. Foi canonizado em 1582.
Este dia também se festeja a San Marcelino Champagnat
 
Marcelino Champagnat, Santo
Fundador, Junho 6
 
Marcelino Champagnat, Santo
Marcelino Champagnat, Santo

Fundador da Sociedade de María

Marcelino Champagnat nasceu em Lyon (França), nos começos da revolução francesa, em 1789, e faleceu contando cinquenta e um anos, eNegritoseis de Junho de 1840. Fundou a Ordem dos Irmanitos de María, ou Maristas do Ensino
Sua mãe afirmou com lhaneza que «o eduquei, como a meus outros nove filhos, com simplicidade e longe dos caprichos; o ensinei a falar e a rezar». No interior desta afirmação se descobre a claridade de ideias e a vida recta de sua boa mãe; deve ter influido muito notávelmente na sua qualidade de vida cristã e ele estava nos planos de Deus já que nasceu nuns tempos nada favoráveis para a coerência da fé.
É admirável que uma pessoa que não sabia nem ler nem escrever chegara a ser todo um modelo educativo.
Estudou seus três últimos anos no seminário de Lyon; e se ordenou de sacerdote em 22 de Junho de 1816. No día seguinte da ordenação marchou com uma dezena de companheiros ao santuário de Nossa Senhora de Fourvière e ali se consagraram a María, fazendo o compromisso de fundar a Sociedade de María. 
Desde o principio teve clara a ideia da nova fundação havia de incluir um ramo de Irmãos que dedicassem sua vida ao ensino, trabalhando com crianças, principalmente com aquelas que por viver em zonas rurais tivessem menos oportunidades.
Viveu a caridade de um modo diferente polarizado com a preocupação por instruir a meninice e a la juventude, aberto  descòberta e aplicação de novas fórmulas para dar resposta adequada às novas situações que se vão apresentando. Soube viver a sua entrega a Deus pondo remédio naquilo que de modo muto particular impede aos homens o apreço de sua pessoal dignidade. Foi muito consciente de que a ignorância é uma das piores falhas que pode incapacitar para abrir-se aos demais, fazendo, além disso, as pessoas serem fácil objecto de manipulação por parte dos poderosos. 
Em menos de um século se estendeu rapidamente pela Europa o novo vento com uma espiritualidade e modos concretos de entrega. Logo, se acrescentou a outros continentes. 
Com sua canonização no día 18 de Abril do ano 1999, na queda do século, pelo papa João Paulo II, fica reconhecida e actualizada sua obra, seu compromisso educativo e espiritualidade. É o reconhecimento do modo heróico de viver a caridade um cristão que transborda em frutos de bem social para todos.
Queres saber mais? Consulta corazones.org
Este día também se festeja a San Norberto
Guido Maramaldi, Santo
Confessor, Junho 6
 
Guido Maramaldi, Santo
Guido Maramaldi, Santo

Confessor

Etimologicamente significa “o que guia e conhece todos os caminhos”. Vem da língua Alemanha.
¡Que se regozige o coração simples! ¡Ditoso quem tenha um coração de criança! Todas as realidades de Deus estão nele.
Guido foi um confessor do século XIV. Pertencía a uma familia de Nápoles de origem nobre. Eram quatro irmãos, e em todos eles brilhava a flor da simplicidade, um dos grandes dons que Deus concede às pessoas que querem sê-lo.
Um foi um soldado valoroso; outro, um brilhante homem de governo e primeiro ministro de Nápoles; o terceiro foi um arcebispo exemplar de Bari e, mais tarde, chegou a ser cardeal da Igreja.
O menos brilhante aos olhos do mundo, era Guido. Escolheu o caminho da humildade em lugar da via da ambição.
Entrou muito jovem na Ordem dos Dominicanos. Encontrou dificuldades para entrar por motivos de saúde, muito mais que por causas familiares.
Uma vez que entrou na Ordem, se revelou como um dominicano de primeira linha na pregação – o típico desta Ordem – e por sua virtude.
Foi o mestre do convento napolitano; depois se marchó de missionário a terras do Sul. Na Sicilia adquiriu uma fama sensacional como um comunicador claro. 
Todo o mundo que o escutava, o entendía todo. Sabía adaptar-se aos ouvintes com a linguagem adequada.
Em Ragusa fundu um novo convento. Foi nomeado pela Santa Sede Inquisidor da fé em Nápoles. O exerceu com prudência. Morreu no ano 1309.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Rafael Guizar y Valencia, Santo
5° Bispo de Veracruz, Junho 6
 
Rafael Guizar y Valencia, Santo
Rafael Guizar y Valencia, Santo

5° Bispo de Veracruz – México  (1878-1938)

INFâNCIA E JUVENTUDE
O menino Rafael Guízar viu a luz do mundo em 26 de abril de 1878, e no día seguinte foi baptizado como consta na acta de baptismo em que se lê: 
"Em Cotija, Michoacán (MÉXICO), a vinte e sete de abril de 1878, eu o Presbítero, Agustín Covarrubias, T. de cura, exorcicei, pus óleo, Sagrado Crisma e baptizei solenemente a um infante que nasceu um día antes, pús-lhe por nome Rafael, filho legítimo de Prudencio Guízar e de Natividad Valencia. Foram seus padrinhos Juan González e Benigna Valencia, cónjuges, a quem advertí sua obrigação e parentesco espiritual e o assinei". Agustín J. Covarrubias, uma rúbrica. 
Aprendió sus primeras letras en la escuela parroquial de su tierra natal y más tarde en un colegio que fundaron los Padres Jesuitas en la Hacienda de San Simón en los alrededores de Cotija.  Ingresó al Seminario de la Diócesis de Zamora en el año de 1894 en donde permaneció hasta el año de 1901, en el que en las Témporas de Pentecostés (1 de junio), recibió la Ordenación Sacerdotal, cuando contaba con 23 años de edad. El día 6 de junio del mismo año en la Festividad del Corpus Christi, celebró su Primera Misa en su tierra natal.  Apenas ordenado sacerdote, comenzó a acompañar en las Visitas Pastorales al Excmo. Sr. Obispo de Zamora D. José Ma. Cázares. De este virtuosísimo Prelado, aprendió sin duda alguna, a convertir en misión cada visita pastoral. Posteriormente, durante la enfermedad del Excmo. Sr. Cázares, acompañó al Sr. Obispo Auxiliar D. José de Jesús Fernández en las mismas tareas apostólicas.  MISSIONÁRIO INCANSÁVEL  Tuvo la encomienda de ser el Director Espiritual del Seminario de Zamora donde impartió la cátedra de Teología Dogmática. También fue nombrado Canónigo de la Catedral. Con estos cargos, pudo desarrollar una amplia actividad misionera, en la que involucraba a los alumnos del Seminario y les enseñaba a la vez "el arte del apostolado". Fundó una Congregación Religiosa puesta bajo el cuidado de Nuestra Señora de la Esperanza, desgraciadamente esta obra tuvo poco tiempo de existencia, debido sobre todo a las circunstancias que se vivían en el país en los inicios del pasado siglo.  El amor a Dios y la presencia de N.S. Jesucristo en la Eucaristía así como la devoción a la Santísima Virgen María, eran las notas distintivas de sus misiones.  A todos los pueblos que llegaba, siempre predicaba la Doctrina Cristiana, inspirado en un sencillo catecismo que él mismo compuso y escribió, adaptado sobre todo para los sencillos de corazón. Muchas generaciones aprendieron la Doctrina Cristiana con su catecismo, el cual perdura hasta nuestros días como una forma de instrucción de fe.  GANHAR ALMAS PARA DEUS  Para el Padre Rafael Guízar, "ganar almas para Dios" , era el gran reto de su vida. Esto lo lograba mediante las misiones predicadas tanto en el territorio mexicano, como en los lugares fuera de México: Cuba, Guatemala, Colombia y el Sur de los Estados Unidos. Pero además, durante los conflictos bélicos, existentes en México por la revolución de 1910, pudo prodigar la caridad y derramar la Gracia de Dios en los enfermos y moribundos por el movimiento armado. Disfrazado de vendedor de baratijas, en medio de la lluvia de balas, se acercaba a los heridos
Rafael Guizar y Valencia, Santo
Rafael Guizar y Valencia, Santo
que agonizaban y les ofrecía la reconciliación con Dios, les impartía la Absolución Sacramental, muchas veces les daba también el Sagrado Viático, que llevaba consigo de manera oculta para que no lo descubrieran como sacerdote.  Son numerosos los episodios en los que narran las intervenciones heroicas del P. Guízar para salvar almas y encaminarlas al cielo.  Sufrió varios destierros de su patria y en todas partes donde se encontraba su amor por las almas le transformaba en un gigante de la caridad y el amor al prójimo, dando todo lo que tenía a favor de los desposeídos.  NOMEADO 5 ° BISPO DE VERACRUZ  Estando desterrado en Cuba, cuando impartía fructíferas misiones, después de haber sido nombrado Misionero Apostólico, fue preconizado Obispo de Veracruz y recibió la consagración episcopal en la ciudad de La Habana, por el Delegado Apostólico, Mons. Tito Trochi, el 30 de Noviembre de 1919.  El día 1º de Enero de 1920, partió rumbo a Veracruz en el navío llamado "La Esperanza”, y después de llegar al Puerto, se dirigió a la Ciudad de Xalapa, Sede de su Obispado, en donde tomó posesión el día 9 de Enero del mismo año.  Apenas hubo llegado a su Diócesis, se distinguió por su celo ardentísimo a favor de las almas y por su gran caridad para con los demás, pues tuvo que enfrentar los estragos de un gran terremoto que había devastado la Zona de Xalapa, dejando sin hogar a muchos de sus hijos. Mons. Guízar se dio a la incansable tarea de ayudar a quines lo necesitaban y a visitar personalmente las regiones más afectadas, llevando la palabra del Señor y víveres para asistir a todos los dañados por el sismo.  1920 – 1938 SEU GRANDE TRABALHO EPISCOPAL  Monseñor Rafael Guízar y Valencia no sólo fue un misionero infatigable, sino que también fue un buen pastor que siempre estaba dispuesto a dar la vida por sus ovejas y fue, además, un Padre solícito y Bienhechor de los pobres y desamparados.  Estos fueron los rasgos de su ministerio episcopal. Entre los cuales su visión como pastor, le concedió darle una importancia capital a la formación de los sacerdotes, mediante la obra del Seminario Diocesano, en el que habrían de formarse muchos sacerdotes que multiplicarían sus misiones y la atención a las numerosas parroquias de todo el Territorio Veracruzano.  Como Obispo de Veracruz sufrió los estragos de la persecución religiosa en México, pero de manera especial en este jirón de la patria. Así comenzó su calvario en el que tuvo que padecer calumnias, vejaciones, destierros y hambre.  No obstante todo ello, su grande confianza en Dios Providente y su amor filial a María Santísima, le dieron la fortaleza necesaria para resistir los embates del demonio que quería arrancarle las almas que había ganado para Dios.  Predicó muchas misiones en el territorio veracruzano y mantuvo abierto su Seminario, aun en contra de las leyes persecutorias contra la Iglesia, y supo infundir en todos los fieles la confianza en Dios para resistir a los males de este mundo. La caridad, la pobreza, la humildad, la obediencia y el espíritu de sacrificio, fueron entre otras, algunas virtudes que más adornaron su alma y ministerio episcopal.  SUA ÚLTIMA DOENÇA E SANTA MORTE 
Escondido en la Ciudad de México por la persecución religiosa en el Estado de Veracruz, se dedicaba a prodigar la caridad entre los fieles y a conseguir bienes para el sostenimiento de su Seminario, el cual era para él “como la pupila de sus ojos”. 
Afectado de diversas enfermedades (diabetes, flebitis, insuficiencia cardiaca y otros padecimientos) fue llamado por el Señor para otorgarle el premio a sus fatigas, el día 6 de junio de 1938 en la Ciudad de México, en una casa contigua al edificio de su Seminario, donde éste estaba escondido por la persecución religiosa en Veracruz. Trasladado su cuerpo a Xalapa, sede de su Diócesis, fue sepultado con grandes manifestaciones del pueblo fiel, que le demostró su amor y gratitud por el inmenso bien que pasó haciendo cuando vivía. 
Su fama de santidad se ha extendido por todo México y por diversos países, particularmente en donde misionó incansablemente: Guatemala, Cuba, Colombia y el Sur de los Estados Unidos. Muchos milagros se han logrado por su valiosa intercesión particularmente curaciones asombrosas y ayudas en situaciones de penuria, especialmente para los necesitados. 
Su Santidad Juan Pablo II lo ha declaró Beato el día 29 de Enero de 1995, en Roma, Italia, en la Patriarcal Basílica Vaticana, y es un ejemplo de pastor abnegado y héroe de las virtudes cristianas.
Foi canonizado em 15 de Outubro na Praça de S. Pedro, presidida pelo Papa Bento XVI
Visita el sitio oficial de San Rafael Guizar y Valencia
Inocencio Guz, Beato
Mártir, Junio 6
 
Inocencio Guz, Beato
Inocencio Guz, Beato
Nasceu en Leopoli (Polónia), em 18 Março de 1890
Sacerdote professo entre os Conventuais Franciscanos, colaboNegritorava também com S. Maximiliano Kolbe em Grodno e Niepokalanów, confessor de seus co-irmãos e dos noviços, admirado por sua paciência «angelical». 
Preso nos começos de abril de 1940, foi deportado para o campo de concentração de Sachsenhausen, onde morreu em 6 de Junho de 1940 assassinado pelos guardas do campo.
Em 13 de Junho de 1999, o papa João Paulo II beatificou, em Varsóvia, a 108 mártires da última Guerra Mundial na Polónia.
- Adam Bargielski  - Aleksy Sobaszek  - Alfons Maria Mazurek  - Alicja Maria Jadwiga Kotowska  - Alojzy Liguda  - Anastazy Jakub Pankiewicz  - Anicet Koplinski  - Antoni Beszta-Borowski  - Antoni Julian Nowowiejski  - Antoni Leszczewicz  - Antoni Rewera  - Antoni Swiadek  - Antoni Zawistowski , sacerdote (1882-1942 KL Dachau)  - Boleslaw Strzelecki , sacerdote (1896-1941, Germania Auschwitz)  - Bronislaw Komorowski , sacerdote (1889-22.3.1940 KL Stutthof)  - Bronislaw Kostkowski , estudiante (1915-1942 KL Dachau)  - Brunon Zembol , religioso (1905-1922 KL Dachau)  - Czeslaw Jozwiak (1919-1942 prisionero en Dresden),  - Dominik Jedrzejewski , sacerdote (1886-1942 KL Dachau)  - Edward Detkens , sacerdote (1885-1942 KL Dachau)  - Edward Grzymala , sacerdote (1906-1942 KL Dachau)  - Edward Kazmierski (1919-1942 prisionero en Dresden),  - Edward Klinik (1919-1942 prisionero en Dresden),  - Emil Szramek, sacerdote (1887-1942 KL Dachau)  - Ewa Noiszewska, religiosa (1885-1942, Góra Pietrelewicka in Slonim)  - Fidelis Chojnacki, religioso (1906-1942 KL Dachau)  - Florian Stepniak, religioso, sacerdote (1912-1942 KL Dachau)  - Franciszek Dachtera, sacerdote (1910-23.8.1942 KL Dachau)  - Franciszek Drzewiecki, religioso, sacerdote (1908-1942 KL Dachau) - Franciszek Kesy (1920-1942 priosionero en Dresden),  - Franciszek Rogaczewski, sacerdote (1892-11.1.1940)  - Franciszek Roslaniec, sacerdote (1889-1942 KL Dachau)  - Francisco (Franciszek) Stryjas, padre de familia, (1882-31.7.1944 prisionero en Kalisz)  - Gregorio (Grzegorz) Boleslaw Frackowiak, religioso (1911-1943 decapitado en Dresden)  - Henryk Hlebowicz, sacerdote (1904-1941 Borysewo)  - Enrique (Henryk) Kaczorowski, sacerdote (1888-1942 KL Dachau)  - Henryk Krzysztofik, religioso, sacerdote (1908-1942 KL Dachau)  - Hilario (Pawel) Januszewski, religioso, sacerdote (1907-1945 KL Dachau) - Jan Antonin Bajewski, religioso, sacerdote (1915-1941 KL Auschwitz) - Jan Nepomucen Chrzan, sacerdote (1885-1942 KL Dachau)  - Jarogniew Wojciechowski (1922-1942 prisionero en in Dresden).  - Jerzy Kaszyra, religioso,sacerdote (1910-1943, in Rosica),  - Jozef Achilles Puchala, religioso, sacerdote (1911-1943)  - Jozef Cebula, religioso, sacerdote (1902-1941 KL Mauthausen)  - Jozef Czempiel, sacerdote (1883-1942 KL Mauthausen)  - Jozef Innocenty Guz, religioso, sacerdote (1890-1940 KL Sachsenhausen)  - Jozef Jankowski, religioso,sacerdote, (1910 -16.10.1941, Auschwitz)  - Jozef Kowalski  - Jozef Kurzawa, sacerdote (1910-1940)  - Jozef Kut, sacerdote (1905-1942 KL Dachau)  - Jozef Pawlowski, sacerdote (1890-9.1.1942 KL Dachau)  - Jozef Stanek, religioso, sacerdote (1916-23.9.1944, morto a seguito delle torture in Varsavia)  - Jozef Straszewski, sacerdote (1885-1942 KL Dachau)  - Jozef Zaplata, religioso (1904-1945 KL Dachau)  - Julia Rodzinska, religiosa (1899-20.2.1945 Stutthof);  - Karol Herman Stepien, religioso, sacerdote (1910-1943)  - Katarzyna Celestyna Faron, religiosa (1913-1944 KL Auschwitz) - Kazimierz Gostynski, sacerdote (1884-1942 KL Dachau)  - Kazimierz Grelewski, sacerdote (1907-1942 KL Dachau)  - Kazimierz Sykulski, sacerdote (1882-1942 KL Auschwitz)  - Krystyn Gondek, religioso, sacerdote (1909-1942)  - Leon Nowakowski, sacerdote (1913-1939)  - Leon Wetmanski(1886-1941, Dzialdowo), Obispo  - Ludwik Gietyngier  - Ludwik Mzyk, religioso, sacerdote (1905-1940)  - Ludwik Pius Bartosik, religioso, sacerdote (1909-1941 KL Auschwitz) - Maksymilian Binkiewicz, sacerdote (1913-24.7.1942, Dachau)  - Marcin Oprzadek, religioso (1884-1942 KL Dachau)  - Maria Antonina Kratochwil, religiosa (1881-1942)  - Maria Klemensa Staszewska, religiosa (1890-1943 KL Auschwitz)  - Marian Gorecki, sacerdote (1903-22.3.1940 KL Stutthof)  - Marian Konopinski, sacerdote (1907-1.1.1943 KL Dachau)  - Marian Skrzypczak, sacerdote (1909-1939 in Plonkowo)  - Mariana Biernacka (1888-1943),  - Marta Wolowska, religiosa (1879-1942, Góra Pietrelewicka in Slonim)  - Michal Czartoryski, religioso, sacerdote (1897-1944)  - Miguel (Michal) Ozieblowski, sacerdote (1900-1942 KL Dachau)  - Michal Piaszczynski, sacerdote (1885-1940 KL Sachsenhausen)  - Michal Wozniak, sacerdote (1875-1942 KL Dachau)  - Mieczyslaw Bohatkiewicz, sacerdote (1904-4.3.1942 shot in Berezwecz)  - Mieczyslawa Kowalska, religiosa (1902-1941 KL Dzialdowo)  - Narcyz Putz, sacerdote (1877-1942 KL Dachau)  - Narciso Turchan, religioso, sacerdote (1879-1942 KL Dachau)  - Natalia Tulasiewicz (1906-31.3.1945 Ravensbrück),  - Piotr Bonifacy Z|ukowski, religioso (1913-1942 KL Auschwitz)  - Piotr Edward Dankowski, sacerdote (1908-3.4.1942 KL Auschwitz)  - Roman Archutowski, sacerdote (1882-1943 KL Majdanek)  - Roman Sitko, sacerdote (1880-1942 KL Auschwitz)  - Stanislaw Kubista, religioso, sacerdote (1898-1940 KL Sachsenhausen)  - Stanislaw Kubski, religioso, sacerdote (1876-1942 KL Dachau)  - Stanislaw Mysakowski, sacerdote (1896-1942 KL Dachau)  - Stanislaw Pyrtek, sacerdote (1913-4.3.1942 Berezwecz)  - Stanislaw Starowieyski, padre de familia (1895-13.4.1940/1 KL Dachau)  - Stanislaw Tymoteusz Trojanowski, religioso (1908-1942 KL Auschwitz)  - Stefan Grelewski, sacerdote (1899-1941 KL Dachau)  - Symforian Ducki, religioso (1888-1942 KL Auschwiitz)  - Tadeusz Dulny, seminarita (1914-1942 KL Dachau)  - Wincenty Matuszewski, sacerdote (1869-1940)  - Wladyslaw Bladzinski, religioso, sacerdote (1908-1944)  - Wladyslaw Demski, sacerdote (1884-28.5.1940, Sachsenhausen)  - Wladyslaw Goral,(1898-1945 KL Sachsenhausen), Obispo  - Wladyslaw Mackowiak, sacerdote (1910-4.3.1942 Berezwecz)  - Wladyslaw Maczkowski, sacerdote (1911-20.8.1942 KL Dachau)  - Wladyslaw Miegon, sacerdote, (1892-1942 KL Dachau)  - Wlodzimierz Laskowski, sacerdote (1886-1940 KL Gusen)  - Wojciech Nierychlewski, religioso, sacerdote (1903-1942 KL Auschwitz)  - Zygmunt Pisarski, sacerdote (1902-1943)  - Zygmunt Sajna, sacerdote (1897-1940 Palmiry)
Alejandro de Fiésole, Santo
Obispo, Junio 6
 
Alejandro de Fiésole, Santo
Alejandro de Fiésole, Santo
Na região de Bolonha, na Emilia, tránsito de S. Alejandro, bispo de Fiésole, o qual, de regresso da cidade de Pavía, a que havía ido para reclamar ante o rei dos longobardos os bens de sua igreja, retidos por usurpadores, estes o afogaram atirando-o a um río.
Paulina de Roma y familia, Santos
Mártires. Junio 6
 
Paulina de Roma y familia, Santos
Paulina de Roma y familia, Santos

Santa Paulina e familia, Mártires

A existência da mártir santa Paulina está fora de toda dúvida, já que é mencionada em muitas hagiografias antigas, junto com Artemio e Cándida
Se comemora em 6 de Junho no Martirológio Romano, baseando-se na "Paixão de Pedro e Marcelino" que conta que: Artemio era o guardião de prisão romana onde estavam prisioneiros dos cristãos e futuros mártires chamados Pedro e Marcelino. Artemio tinha uma filha chamada Paulina que estava possuída pelo demónio. 
Pedro lhe prometeu a libertação de sua filha se se convertesse ao cristianismo, Artemio se negou já que pensava que o santo mártir estava louco. Mas depois de presenciar um milagre se converteu junto com sua esposa Cándida e sua filha Paulina que foi curada. 
Denunciado como cristão ante o juiz Sereno,Artemio foi sentenciado a morrer, junto com sua familia, na Vía Aurelia. As duas mulheres, Cándida e Paolina, foram lançadas para uma fossa e logo enterradas sob uma massa de pedras, enquanto Artemio foi executado com uma espada. 
Logo se assinala que Artemio y Paulina foram enterrados na Basílica de S. Pancracio na Vía Aurelia y Cándida foi enterrada numa igreja da via Portuense
http://es.catholic.net/santoral
Recolha, trancrição e tradução incompleta de
António Fonseca

FERNANDO DE PORTUGAL - Infante Santo, Santo (e outros) - 5- JUNHO

  

Fernando de Portugal, Beato "O Infante Santo"
Principe, Junho 5
 
Fernando de Portugal, Beato
Fernando de Portugal, Beato

Principe

Filho de João I de Portugal, empregava desde muito jovem suas rendas pessoais em resgate de cativos cristãos das mãos sarracenas. 
Parte em 1434, com seu irmão HEnrique o Navegador a uma expedição contra Marrocos, então em mãos de uma dinastía de piratas. ¿Acaso sería uma premonição sobre a situação actual? Nada novo há debaixo do sol. O certo é que a expedição foi um fracasso e a armada lusitana teve de render-se e deixar Fernando como garantía do pagamento de enormes quantidades de dinheiro.
As Cortes de Portugal, depois de nove anos de negociações, deixaram morrer de disentería e em mãos do inimigo a seu príncipe. Fernando viveu como escravo, preso por cadeias e obrigado aos mais sujos trabalhos. Suportou sua desdita com dignidade e pôs sua esperança em Deus com enorme inteireza de espírito, sem renunciar à fé nem a uns compatriotas tão esquecidos de sua terrível sorte. 
As fontes históricas muçulmanas falam de sua vida edificante e da veneração que suscitava nos mais piedosos habitantes de FezFernando optou pela pobreza, castidade e obediência, em radical fidelidade à sua própria consciência. Seu cadáver em pedaços se apodreceu colado nas torres das muralhas. 
Deveria ser padroeiro dos milhões de escravos que todavía se encontram no mundo; ou dos heróis esquecidos pelos seus, ou dos que são vítimas dos vaivens políticos. Quando o sacerdote D. Pedro Calderón de la Barca chegou ao céu,foi recebido por Fernando agradecido por essa maravilha de drama chamada O Príncipe constante.

                                              

Bonifácio de Crediton, Santo
Bispo e Mártir, Junho 5
 
Bonifacio de Crediton, Santo
Bonifacio de Crediton, Santo

Mártir e bispo

A obra missionária de S. Bonifácio não teria sido possível sem a organização política e social europeia de Carlomagno. Bonifácio ou Winfrid parece que pertenceu a uma nobre familia inglesa de Devonshire, onde nasceu no ano 673 (ou 680). Foi monge na abadia de Exeter, e depois dedicou-se à evangelização dos povos germánicos, mais além do Rin. Quis ir a Frisia, mas não foi possível pela hostilidade entre o duquNegritoe alemão Radbod e Carlos Martelo
Então Winfrid foi a Roma em peregrinação para orar sobre as tumbas dos mártires e receber a bênção do Papa. São Gregório. II apoiou o compromisso missionário, e Winfrid regressou a Alemanha. Se deteve em Turingia, logo passando a Frisia, recentemente submetida pelos francos, e ali logru as primeiras conversões.
Durante três anos percorreu grande parte do territorio germánico. Os Saxões corresponderam com entusiasmo a sua pregação. O Papa o chamou a Roma, o consagrou bispo e lhe deu o novo nome de Bonifácio. Durante a viagem de regresso a Alemanha, num bosque de Hessen, fez derrubar um gigantesco roble a que os povos pagãos atribuíam poderes mágicos, porque diziam que era sede de um deus. Esse gesto foi considerado como um desafío à divindade e os pagãos acorreram para presenciar a vingança do deus ofendido. Bonifácio aproveitou a ocasião para transmitir-lhes a mensagem evangélica. Aos pés do roble derrubado fez construir a primeira igreja, que dedicou a São Pedro.
Antes de organizar a Igreja na margems do Reno, pensou na fundação, entre as regiões de Hessen e Turingia, de uma abadía, que fosse o centro propulsor da espiritualidade 
Bonifacio de Crediton, Santo
Bonifacio de Crediton, Santo
e da cultura religiosa de Alemanha. Assim nasceu a célebre abadía de Fulda, comparável com a dos beneditinos de Montecassino pela actividade e o prestigio. Eligeu a Maguncia como sede arcebispal, mas expressou o desejo de ser enterrado em Fulda.
Já ancião, mas todavía infatigável, regressou a Frisia. O acompanhavam uns cinquenta monges. Em 5 de Junho havia citado perto de Dokkum a um grupo de catecúmenos. Era o día de Pentecostes; estavam começando a celebração da Missa quando um grupo de Frisones armadas com espadas assaltaram os missionários. Bonifácio disse aos companheiros: “Não temam. Todas as armas deste mundo não podem matar nossa alma”. Quando a espada de um infiel caiu sobre sua cabeça, ele tratou de cobrir-se com o missal, mas o inimigo derrubou o livro e cortou a cabeça ao mártir.
 
Doroteo de Tiro, Santo
Bispo e Mártir, Junho 5
 
Doroteo de Tiro, Santo
Doroteo de Tiro, Santo
Em Tiro, de Fenicia (hoje Líbano), S. Doroteo, bispo, que sendo ainda presbítero, padeceu muito sob o imperador Diocleciano, e no tempo do imperador Juliano, com mais de cento e sete anos de idade, honrou sua ancianidade com o martirio, que consumou em Odyssopolis (Varna), Tracia (actual Bulgária) (século IV).
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Recolha, transcrição e tradução de
António Fonseca

UM ANO COM SÃO PAULO (39)

Dia 29 de Julho
SUPERIORIDADE DA NOVA ALIANÇA (2ª Cor. 3, 12-18)
O ministério dos apóstolos é superior ao de Moisés que era transitório. O véu que cobria o rosto de Moisés, depois de ter falado com Deus, parece que ainda está descido sobre os olhos dos judeus quando lêem o Antigo Testamento. Só em Cristo ele se retira com a conversão.
Negrito
12  Na posse de tal esperança, procedemos com total desassombro.
13  Não fazemos como Moisés, que cobria o rosto com um véu para que os filhos de Israel não fixassem os olhos no fim daquilo que era transitório.
14  Em consequência, a inteligência deles permaneceu obscurecida. Ainda agora, quando lêem o Antigo Testamento, esse mesmo véu permanece descido, porque é só em Cristo que ele deve ser levantado.
15  Por isso até ao dia de hoje, quando lêem Moisés, um véu cobre-lhes o coração.
16  Esse véu só será tirado quando se converterem ao Senhor.
17  Ora, se o senhor é Espírito, e onde está o Espírito do Senhor, ai há liberdade.
18  Mas todos nós que temos o rosto descoberto, reflectimos como num espelho a glória do Senhor e vemo-nos transformados nesta mesma imagem, sempre mais resplandecentes, pela acção do Espírito do Senhor.
Frase para recordar:  
Todos nós reflectimos, como num espelho, a glória do Senhor.
30 de Julho
LEALDADE NA PREGAÇÃO EVANGÉLICA  (2ª Cor. 4, 1-6)
Recebendo o ministério por pura misericórdia de Deus, Paulo anuncia o Evangelho 
com toda a sinceridade. Porque é que alguns o rejeitam? Por cegueira voluntária porque 
estão dominados pelo "deus deste mundo". Como na criação a primeira criatura foi a luz, 
também agora Deus ilumina os cristãos para que vejam a Luz que é Cristo.
1  Por isso, não desanimamos neste ministério que nos foi conferido Negritopor miserticórdia.
2  Afastamos de nós todo o procedimento fingido e vergonhoso. Não andamos com astúcia, nem falsificamos a palavra de Deus. Pela manisfestação da verdade nós nos recomendamos à consciência de todos os homens, diante de Deus.
3  Se o nosso Evangelho ainda estiver encoberto, está encoberto para aqueles que se perdem,
4  para os incrédulos, cujas inteligências o deus deste mundo obcecou a tal ponto que não percebem a luz do Evangelho, onde resplandece a glória de Cristo, que é a imagem de Deus.
5  De facto, não nos pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, o Senhor. Quanto a nós, consideramo-nos servos vossos por amor de Jesus.
6  Porque o Deus que disse: "Das trevas brilhe a luz", é também aquele que fez brilhar a sua luz em nossos corações, para que irradiássemos o conhecimento do esplendor de Deus, que se reflecte na face de Cristo.
Frase para recordar:  
Não andamos com astúcia nem falsificamos a palavra de Deus
31 de Julho
DIFICULDADE DA TAREFA DOS APÓSTOLOS  (2ª Cor. 2, 7-12)
A boa notícia da salvação é um tesouro. Os apóstolos trazem este tesouro em vasos de barro (lembrar a  criação do homem a partir do barro 'Gen, 2,7, Sl. 103,14'). Os versículos 8 a 10 trazem quatro oposições que são explicadas por um paradoxo maior: a vida e morte de Jesus.
7  Porém, temos este tesouro em vasos de barro, para que transpareça claramente que este poder extraordinário provém de Deus e não de nós.
8  Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos.
9  Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos.
10  Trazemos sempre no nosso corpo os traços da morte de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo.
11  Estando embora vivos, somos a toda a hora entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus apareça em nossa carne mortal.
12  Assim em nós opera a morte, e em vós a vida.
Frase para recordar:
Somos a toda a hora entregues à morte por causa de Jesus.
1 de Agosto  
NÃO DESFALECEMOS   (2ª Cor. 4, 13-18)
No meio das dificuldades, o apóstolo não desanima porque a ligeira pena de um momento proporciona um peso incomensurável de glória.
13  Animados por este espírito de fé, conforme está escrito: Eu acreditei, por isso falei (Sal 115,1), também nós cremos, e, por isso, falamos.
14   Pois sabemos que aqueles que ressuscitou o Senhor Jesus, nos ressuscitará também a nós com Jesus e nos fará comparecer diante dele convosco.
15  E tudo isso se faz por vossa causa, para que a graça se torne copiosa entre muitos e redunde o sentimento de gratidão, para a glória de Deus.
16  É por isso que não desfalecemos. Ainda que exteriormente se desconjunte o nosso homem exterior, o interior renova-se de dia para dia.
17  A nossa presente tribulação, momentânea e ligeira, proporciona-nos um peso eterno de glória incomensurável.
18  Porque não temos em vista as coisas que se vêem mas sim as que não se vêem. Pois as coisas que se vêem são temporais e as que não se vêem são eternas.
Frase para recordar:  
Não temos em vista as coisas que se vêem mas sim as que não se vêem.
2 de Agosto
ESPERANÇA NA MANSÃO ETERNA (2ª Cor. 5, 1-10)
Paulo, fabricante de tendas, compara o nosso corpo a uma tenda que se gasta e lembra a nossa condição de peregrinos como o povo que habita em tendas a caminho da 
Terra Prometida
Desejamos ser revestidos porque a nudez recorda uma lembrança contínua do pecado.
Avançamos cheios de confiança para o julgamento final.
1  Sabemos, com efeito, que ao desfazer-se a tenda em que habitamos neste mundo, recebemos uma casa preparada por Deus e não poNegritor mãos humanas, uma habitação eterna no céu.
2  E por isso suspiramos e anelamos ser vestidos da nossa habitação celeste,
3  contanto que sejamos achados vestidos e não despidos.
4  Pois, enquanto permanecemos nesta tenda, gememos oprimidos: desejamos ser não despojados, mas revestidos de uma veste nova por cima da outra, de modo que o que há de mortal em nós seja absorvido pela vida.
5  Aquele que nos formou para este destino foi o próprio Deus, que nos deu por penhor o seu Espírito.
6  Por isso, estamos sempre cheios de confiança. Sabemos que todo o tempo que passamos no corpo é um exílio longe do Senhor.
7  Andamos na fé e não na visão.
8  Estamos, repito, cheios de confiança, preferindo ausentar-nos deste corpo para ir habitar junto do Senhor.
9  É também por isso que, vivos ou mortos, nos esforçamos por agradar-lhe.
10 Porque teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Ali cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito enquanto estava no corpo.
Frase para recordar:   
Sabemos que todo o tempo que passamos no corpo é um exílio longe do Senhor.
Do livro 
UM ANO COM SÃO PAULO, 
do Pde Januário Santos
Recolha e trancrição de 
António Fonseca