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segunda-feira, 8 de junho de 2009

EFRÉN (EFRAIM), SANTO (e outros)-9-JUNHO

Efrén, Santo (EFRAIM)
Diácono e Doutor da Igreja, 9 de junho de 373
 
Efrén, Santo
Efrén, Santo

Diácono e Doutor da Igreja Junho 9

Pouco é o que sabemos da vida de Santo Efrén. Nasceu em Nisibi, na Mesopotamia setentrional no começo do século IV, provavelmente em 306. Portanto, tinha sete anos quando Constantino promulgou o édito de Milão. Mas parece que Efrén não pôde gozar da liberdade de culto no seio da própria família, porque o pai era sacerdote pagão e não estava de acordo con a formação cristã que a piedosa mãe queria incutir-lhe. Aos 18 anos recebeu o baptismo e viveu do próprio trabalho, em Edesa, como empregado num balneário público. Em 338 Nisibi foi atacada pelos Persas, e Efrén acudiu em sua ajuda.
Quando Nisibi caiu em mão dos Persas, Efrén, que já era diácono, estableceu-se definitivamente em Edesa em 365, e ali dirigiu uma escola. Ali morreu em 9 de Junho de 373. Bento XV o declarou doutor da Igreja em 1920. A tradição no-los recorda como um homem austero. Não conhecía o grego e provavelmente esta era a razão pela qual não encontramos na sua obra literária esse influxo teológico contemporâneo, caracterizado pelas controversas trinitárias. Ele é o transmissor genuíno da doutrina cristã antiga. O meio usado por Santo Efrén para a divulgação da verdade cristã é sobretudo a poesia, pelo qual com razão sedefiniu “a cítara (ou a harpa) do Espírito Santo”.
Em sua época se estava organizando o canto religioso “alternado” nas igrejas. Os iniciadores foram Santo Ambrósio em Milão e Diodoro em Antioquía. O diácono de Nisibi, nas fronteiras da cristandade e do mundo romano, compôs em língua nativa poesias de conteúdo didáctico ou exortativo, e próprias para adaptá-las ao canto colectivo. O carácter popular de suas poesias fez com que rapidamente se difundissem muitissimo. Graças também as cuidadosas traducções em grego,e logo passaram da Síria ao Oriente mediterrâneo.
Efrén não escrevía para buscar éxitos literários; ele se servía da poesía como um excelente meio pastoral. Até nas homílias e nos sermões usava este meio como captação e sedução do espírito. O profundo conhecimento da Sagrada Escritura lhe oferecía a sua rica veia poética o elemento mais original para penetrar nos mistérios da verdade e tirar úteis ensinamentos para o povo de Deus. Efrén é também o poeta da Virgem, a quem dirigiu 20 hinos e a quem se dirigía com expressões de terna devoção. Ele chamava a María “mais resplandecente que o sol, conciliadora do céu e da terra, paz, alegria e saúde do mundo, coroa das virgens, toda pura, imaculada, incorrupta, beatíssima, inviolada, venerável, honorável...”.

 • Amada de Bolonia, Beata  Junio 9 Religiosa, Junio 9
Plácido de Amiterno, Santo
Abade, Junho 9
 
Placido de Amiterno, Santo
Placido de Amiterno, Santo

Abade

Etimológicamente significa “ de carácter suave”. Vem da língua latina.
Plácido foi um abade do século XIII. Não sabia nem ler nem escrever e, sem embargo, tinha muita cultura.
Levava todos os dons de sua inventiva pessoal até à escuta dos outros. Tudo repetia quando ouvia para gravá-lo na sua memória.
Desde criança, trabalhou no campo com seus pais em Amiterno. Era já  homem quando pensou que a vida do campo não era a sua.
Partiu numa das peregrinações medievais com a intenção de não voltar nunca mais.
Veio a Santiago de Compostela. Permaneceu na cidade do Apóstolo durante um ano até que voltou a casa.
Chegou tão doente que apenas se podia mover-se. Não prestava atenção aos médicos. Assim esteve durante cinco anos.
Um dia, sem o esperar, ficou bom. E em seguida empreendeu uma nova peregrinação a Roma.
Passou por sua mente fazer-se eremita, mas esta vida tampouco era para ele.
Então foi para beneditino no mosteiro de são Nicolás. E justamente um ano, passou a servir a  igreja de são Nicolás e do Salvador.
Quando sofreu a tentação de uma mulher que ia atrás dele com não muito boas intenções, foi para uma ermida durante doze anos.
A gente começou a ir a esta cova em peregrinação. Fundou um mosteiro dedicado ao Espírito Santo com a regra de Claraval. Morreu no ano 1248.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários de P. Felipe Santos: 
fsantossdb@hotmail.com
José de Anchieta, Beato
Sacerdote, Junho 9
 
José de Anchieta, Beato
José de Anchieta, Beato

Jesuita

Nasceu em 19 de Março de 1534 em S. Cristobal da Laguna, (Tenerife). Aos 14 anos ingressou no Colégio de Artes, anexo à Universidade em Coimbra, (Portugal) destacando-se como um dos melhores alunos e como um grande poeta. Compunha versos latinos com extrema facilidade e era chamado o "Canário de Coimbra". Em 1 de Maio de 1551 ingressou na Companhia de Jesus e começou seus estudos de Filosofia. Devido a uma doença em 1553 partiu de Tejo (Lisboa) para o Brasil, onde iniciou seu primeiro trabalho de catequese com os indios tupis. 
Em 1565 foi enviado a São Vicente de Rio de Janeiro, onde colaborou na construção de um colégio e do primeiro hospital da cidade chamado a Casa da Misericórdia. Neste mesmo ano foi ordenado sacerdote. Logo regressou a São Vicente, onde por espaço de seis anos colaborou no colégio além de realizar um importante trabalho apostólico e literário. Entre 1577 e 1587 foi designado superior dos jesuítas no Brasil, incentivando ainda mais o trabalho nas escolas e a catequese com os meninos. Faleceu em 9 de Junho de 1597, com a idade de 63 anos. Em 10 de agosto de 1736 o Papa Clemente XII declarou o Padre Anchieta como "Venerável". 
O Padre José de Anchieta foi beatificado por João Paulo II em 22 de Junho de 1980
 
Diana degli Andalò. Beata
Religiosa, Junho 8
 
Diana degli Andalò. Beata
Diana degli Andalò. Beata

Virgen Dominicana

Diana de Andaló (abreviação do nome do nobre pai: Andrea Lovello), é uma das mais características e simpáticas figuras das orígens da Ordem. Ajudou o beato Reginaldo a fundar o convento de Bolonha.
No ano de 1219, quando Domingo se dirigía a Bolonha, Diana junto com outras jóvens fez em mãos do bem aventurado Patriarca a promessa de vida religiosa.
Uma vez superada a grande oposição dos familiares que incluso chegaram a fracturar-lhe uma costela, entrou no mosteiro de Santa Inés, fundado pelo beato Jordán e dele recebeu o hábito.
Se comportou como uma verdadeira mãe com as irmãs e morreu no ano de 1236. Se conservam cinquenta cartas de Jordán de Saxónia dirigidas a ela, que são um formoso testemunho da espiritualidade da Familia dominicana e da fraternidad entre frades e irmãs.
Seu culto foi confirmado por Leão XIII em 8 de agosto de 1888.
Ana María Taigi, Beata
Mãe de familia, Junho 9
 
Ana María Taigi, Beata
Ana María Taigi, Beata

Mãe de Familia e Mística

Tal vez no hubo en toda Roma, durante el siglo XIX, una mujer más notable que Ana María Taigi, la abnegada y trabajadora esposa de un criado y la madre ejemplar de muchos hijos, quien fue honrada con la particular estimación de tres sucesivos Pontífices y cuya pobre casa fue el centro de reunión para muchos de los altos personajes de la Iglesia y el Estado que buscaban su intercesión, su consejo y su opinión, en las cosas de Dios. Ana María Antonia Gesualda nació el 29 de mayo de 1769, en Siena, donde su padre era boticario. La familia perdió sus bienes y, reducida a la pobreza, emigró a Roma, donde los padres de Ana trabajaron en el servicio doméstico en casas particulares, mientras que la joven se internaba en una institución que se encargaba de educar a los niños sin recursos. A la edad de trece años, Ana comenzó a ganarse el pan con su trabajo. Durante algún tiempo estuvo empleada en una fábrica de tejidos de seda y después entró al servicio ce una noble dama en su palacio.  Al convertirse en mujer, experimentó una fuerte inclinación por los vestidos ostentosos y el deseo de ser admirada, lo que en ocasiones la puso al borde del mal, y si no cayó en los abismos del pecado fue por sus buenos principios. Además, en 1790, cuando tenía veintiún años, se salvó de las tentaciones al casarse con Domenico Taigi, un servidor del palacio Chigi. Aun entonces seguían atrayéndola las cosas del mundo, pero poco a poco, la gracia se iba adueñando de su corazón y sintió remordimientos de conciencia que la impulsaron a hacer una confesión general.  Esposa y madre ejemplar Su primer intento de abrir el corazón ante un sacerdote, chocó con una seca negativa; pero la segunda tentativa tuvo éxito. Encontró la guía espiritual que necesitaba.. en un fraile servita, el padre Angelo, quien habría de ser su confesor durante muchos años. El sacerdote se dio cuenta desde un principio que estaba tratando con un alma elegida y ella, por su parte, siempre consideró el momento en que conoció al padre Angelo como la hora de su conversión. Desde aquel día renunció a todas las vanidades del mundo y se contentó con vestir las ropas más sencillas. No volvió a tomar parte en diversiones mundanas, a menos que su esposo se lo pidiera especialmente. Su mayor consuelo y alegría los encontró en la oración, y su generoso deseo de someterse a mortificaciones externas, tuvo que ser moderarlo por su confesor quién lo adaptó a los límites en que no afectara los deberes de su vida diaria como ama de casa. Su marido era un buen hombre, pero de escasas luces y muy quisquilloso; si bien apreciaba las evidentes cualidades de su esposa, nunca pudo comprender los heroicos esfuerzos de Ana por adquirir la santidad ni sus dones especiales. Ella siempre cumplía su deberes cotidianos del hogar con extraordinaria entrega. Con referencia a la época en que la beata comenzaba ya a ser conocida y admirada, Domenico declaró: "Con frecuencia sucedía que. al regresar a casa, la encontraba llena de gente desconocida. Pero en cuanto Ana me veía, dejaba cualquiera, ya fuese una gran señora o tal vez un prelado el que tuviese con ella, se levantaba y acudía a atenderme con el afecto y la solicitud de siempre. Se podía ver que lo hacía con todo el corazón; se habría arrodillado en el suelo a quitarme los zapatos, si yo se lo hubiese permitido. En resumidas cuentas, aquella mujer era una felicidad para mí y un consuelo para todos... Con su maravilloso tacto, era capaz de mantener una paz celestial en el hogar, a pesar de que éramos muchos, de muy distinto temperamento y había toda clase de problemas, sobre todo cuando Camilo, mi hijo mayor, se quedó a vivir con nosotros durante los primeros tiempos de su matrimonio. Mi nuera era una mujer que se complacía en crear la discordia y se empeñaba en desempeñar el papel de ama de casa para molestar a Ana; pero aquella alma de Dios sabía cómo mantener a cada cual en el puesto que le correspondía y lo hacía de una manera tan sutil, tan suave, que no la puedo describir. A veces llegaba yo a la casa cansado, de mal humor y hasta enojado, pero ella siempre se las arreglaba para aplacarme y hacerme alegre la existencia."  La familia que Ana debía cuidar estaba formada por sus siete hijos, dos de los cuales murieron cuando eran pequeños, su marido y sus padres, que vivían con ella. Cada mañana, los reunía a todos para orar; a los que podían. Los llevaba a oír misa y por la noche volvían a reunirse todos para escuchar lecturas espirituales y rezar las plegarias. Ana se preocupaba, sobre todo, de vigilar la conducta de los niños.  También tenía tiempo la beata para trabajar en sus costuras con las que, muchas veces, complementó el escaso salario de su marido, y, otras, pudo socorrer a los más pobres que ella, porque siempre fue extraordinariamente generosa y enseñó a sus hijos a serlo.  Visiones y experiencias místicas Se diría que un trabajo doméstico tan excesivo hubiese monopolizado las energías de cualquier mujer; sin embargo, las obligaciones familiares no la privaban de entregarse a experiencias místicas de gran altura. Para dar una idea de lo que era aquello, recurrimos a las memorias sobre la beata, escritas después de su muerte por el cardenal Pedicini, a quien conoció por intermedio de su confesor y con quien compartió, durante treinta años la dirección espiritual de aquella alma elegida. Muy posiblemente, a través del cardenal se dieron a conocer las excelsas virtudes y dones sobrenaturales de la beata. Desde el momento de su conversión, Dios la gratificó con maravillosas intuiciones sobre sus designios respecto a los peligros que amenazaban a la Iglesia, sobre acontecimientos futuros y sobre los misterios de la fe. Estas cosas se le revelaron a Ana en un "sol místico" que reverberaba ante sus ojos y en el que vio también las iniquidades que los hombres cometían continuamente contra Dios. En aquellas ocasiones sentía que era su deber dar satisfacciones al Señor por aquellos agravios y ofrecerse como víctima. Por eso sufría Ana verdaderamente agonías físicas y mentales cuando se entregaba a la plegaria por la conversión de algún pecador endurecido. Con frecuencia leía los pensamientos y adivinaba los motivos entre las gentes que la visitaban y, en consecuencia, podía ayudarlas de una manera que parecía sobrenatural. Entre las personalidades que estuvieron relacionadas con ella, debe mencionarse a San Vicente Strambi, a quien ella pronosticó la fecha exacta de su muerte.  En los primeros años después de su conversión, Ana María tuvo abundantes consuelos espirituales y arrobamientos, pero más tarde, especialmente durante los últimos años de su vida, sufrió grandemente por los ataques de Satanás. Estas pruebas, aunadas a los quebrantos de su salud y a las murmuraciones y calumnias, le dieron ocasión para mostrar resignación y soportarlas alegremente. El 9 de junio de 1837 murió, al cabo de nueve meses de agudos sufrimientos, a la edad de sesenta años.  Fue beatificada en 1920 y su sepulcro se encuentra en Roma, en la iglesia San Crisógono, de los padres Trinitarios, en cuya orden la beata era terciaria. Su cuerpo yace en ataúd de cristal para que su cuerpo incorrupto pueda contemplarse. Es la patrona de las mujeres que reciben maltrato verbal de sus esposos. Si usted tiene información relevante para la canonización de la Beata Ana, contacte a: Father Michael Pintacura U.S.A. Vice Postulator - Taigi P.O. Box 610313 San Jose, CA 95161-0313 
Columba de Iona, Santo
Abade, Junho 9
 
Columba de Iona, Santo
Columba de Iona, Santo

Abade (7 de Dezembro de 521 - 9 de Junho de 597)

Foi uma destacada figura entre os monges missionários gaélicos que reintroduziram o cristianismo na Escóciano início da Idade Media.
Infancia y juventud en Irlanda Era hijo de Fedlimid and Eithne, del clan Uí Néill, y nació en Gartan, cerca de Lough Gartan, Donegal. Por línea paterna era descendiente de Niall of the Nine Hostages, un rey irlandés del siglo V. Profesó como monje y fue ordenado sacerdote. Según la tradición, hacia 560 se vio envuelto en una disputa con San Finnian acerca de un salterio. Columba copió el manuscrito en el scriptorium siguiendo órdenes de San Finnian, quien pretendía quedarse con la copia. La disputa fue la causa de la batalla de Cúl Dreimhne, que tuvo lugar en 561, y en la que hubo numerosas bajas. (La copia del salterio mencionada en esta historia se identifica tradicionalmente con el Cathach de San Columba). Como penitencia por esas muertes, Columba decidió marchar como misionero a Escocia para convertir a tantas personas como habían muerto en la batalla. Se exilió de Irlanda, a donde solo regresaría en una ocasión, varios años después. Escocia>/b> En 563 viajó a Escocia con doce compañeros. De acuerdo con la leyenda, desembarcó en la punta sur de la península de Kintyre, cerca de Southend. Sin embargo, como todavía tenía a la vista su tierra natal, se movió hacia el norte, a la costa oeste de Escocia.  En 563 le fue concedida tierra en la isla de Iona, que se convirtió en el centro de su misión evangelizadora entre los pictos. Además de sus tareas dirigiendo el único foco de cultura letrada de la región, adquirió una gran reputación como hombre santo gracias a su actividad diplomática enter las tribus; se cuentan también varias historias de milagros realizados por él en su afán por convertir a los pictos. Visitó al rey pagano Bridei I, rey de Fortriu, en su base de Inverness, y consiguió ganarse su respeto. Desde entonces jugó un importante papel en la política del país.  Fue muy enérgico en su predicación del evangelio y, además de fundar varias iglesias en las Hébridas, trabajó para convertir su monasterio de Iona (la Abadía de Iona) en una escuela para misioneros. Fue un renombrado hombre de letras, al que se le atribuye la composición de varios himnos y la copia de su propia mano de más de 300 libros. Una de las épocas veces, si no la única, que dejó Escocia tras su llegada fue, hacia el final de su vida, cuando regresó a Irlanda para fundar el monasterio de Durrow. Murió en Iona y está enterrado en la abadía que él mismo fundó. La principal fuente de información sobre la vida de Columba es la Vita Columbae, escrita por Adomnan, noveno abad de Iona, que falleció en 704. Tanto la Vita Columbae como Beda el Venerable refieren la visita de Columba a Bridei. Mientras que Adomnán solo explica que Columba visitó a Bridei, Beda relata una tradición más tardía, quizá de origen picto, según la cual el santo llegó a convertir al rey de los pictos. Otra fuente temprana es un poema en alabanza de Columba, probablemente compuesto también en el siglo VII, que tiene 25 estrofas de cuatro versos de siete sílabas cada uno.
Luis Boccardo, Beato
Canónico e Fundador, Junho 9
 
Luis Boccardo, Beato
Luis Boccardo, Beato

Fundador das Filhas de Jesús Rey

Nasceu em Moncalieri em 9 de agosto de 1861. Em 1875 entrou no seminário diocesano; recebeu a ordenação sacerdotal em 7 de Junho de 1884. Seus superiores o destinaram a uma paróquia de Pancalieri, como vice-pároco de seu irmão Juan María. Antes de transcorrer um ano, o beato José Allamano o chamou a exercer o cargo de vice-reitor e padre espiritual do centro de formação de sacerdotes Virgem do Consolo, em Turín, tarefa a que se sumou o ensino de várias matérias na escola de teología do seminário. 
El centro de formación de sacerdotes Virgen del Consuelo era una institución concebida y realizada por el teólogo Luigi Guala; los sacerdotes recién ordenados,Alinhar à esquerda antes de ser enviados a desempeñar la función de vicarios parroquiales, perfeccionaban allí durante dos años sus estudios, en especial el de materias morales. Casi todos los presbíteros de la archidiócesis se formaron en él; alcanzó su mayor esplendor durante el rectorado de san José Cafasso, de 1849 a 1860. Precisamente en ese centro don Luis formó espiritual e intelectualmente a varias generaciones de presbíteros. 
En 1913 murió don Juan María, fundador de las "Hijas Pobres de San Cayetano", dejando a su hermano Luis al frente de la congregación, que ya contaba con numerosas casas en varias regiones de Italia. En 1919 el arzobispo de Turín le encomendó la dirección del Instituto para ciegos, que nadie quería aceptar a causa de la dificilísima situación económica en la que se encontraba. Don Luis no se amedrentó: saneó la economía del Instituto para ciegos y organizó la congregación de las "Hijas Pobres de San Cayetano", construyendo su nueva casa general cerca de la estación de Turín, más accesible y cómoda para las religiosas que debían partir hacia otras partes de Italia.  Además, fundó la sección piamontesa de la Unión apostólica del clero, escribió libros muy apreciados de espiritualidad y vidas de santos (entre ellos, el famoso "Confesión y dirección") y artículos para varios periódicos, predicó ejercicios espirituales, y desempeñó un infatigable apostolado en las cárceles. A él se debió también la fundación de escuelas de religión, que dirigió y en las que enseñó, en un tiempo en que el régimen de Mussolini había prohibido la enseñanza de esta materia en las escuelas públicas.  En 1931, pocos años antes de su muerte, construyó y donó a la archidiócesis el hermoso santuario de Jesucristo Rey y Sacerdote, el primero del Piamonte en difundir esta devoción propuesta por el Papa. Al año siguiente fundó la rama contemplativa de las Hijas Pobres de San Cayetano, las "Hijas de Jesús Rey", religiosas invidentes de vida contemplativa, que aún hoy mantienen vivo el ideal de entregarse totalmente al Señor en la oración por todos los hombres.  Las características más sobresalientes de la figura del canónigo Luis Boccardo son: el amor al sacerdocio y la solicitud por los sacerdotes, en especial por los más jóvenes, por cuyo bienestar espiritual y físico, y por cuya formación moral y cultural se preocupó concretamente; la "pastoral del ambiente", o sea, la vida y el testimonio del sacerdote en todos los lugares y en todas las situaciones diarias; y la atención a los discapacitados, en quienes veía el corazón herido de Cristo y, en él, el sentido y el significado de su misma existencia y vocación.  Murió el 9 de junio de 1936. El 14 de abril de 2007 fue beatificado por el Papa Benedicto XVI. Si usted tiene información relevante para la cononización del Beato Luis, contactar a: Congregazione della Sacra Famiglia Via Giovanni Piamarta, 6 25121 Brescia, ITALY  Reproducido con autorización de Vatican.va
Primo e Feliciano, Santos
Irmãos Mártires, Junho 9
 
Primo y Feliciano, Santos
Primo y Feliciano, Santos
São Primo e São Feliciano, irmãos, nasceram em Roma, ilustres por seu sangue e por sua fé.  Acusados por cristianos ante los emperadores Diocleciano y Maximiano, fueron presos y encarcelados; pero el ángel del Señor los libró de la prisión. A los pocos días, por no haber querido adorar la estatua de Hércules, los azotaron cruelmente y entregaron al juez Promoto, el que los exhortó a obedecer a los emperadores; mas, viendo que todas sus diligencias eran vanas, los hizo separar, llevando a Primo a la cárcel, y quedando allí Feliciano, al cual recomendó que mirase por su vejez. "Mira Jesucristo por ella -respondió Feliciano- ochenta años tengo, y treinta ha que el Señor me alumbró para dedicarme a El totalmente».  Mandóle el juez azotar, y después le hizo clavar en un palo; y, haciendo traer a Primo delante de si, le dijo que su hermano estaba ya cambiado; pero Primo le respondió que «sabía que su hermano estaba firme en la confesión de Cristo».  Finalmente, después de varios martirios, fueron degollados el día 9 de Junio año del nacimiento del hijo de Dios de 303.
http://es.catholic.net/santoral
Recolha, transcrição e tradução de
António Fonseca

UM ANO COM SÃO PAULO (43)

Dia 18 de Agosto
ATENÇÃO AOS FALSOS APÓSTOLOS (2ª Cor. 11, 16-21)
Paulo chama a atenção dos coríntios para que saibam discernir entre os verdadeiros e falsos apóstolos.
16 Repito: não me queiram tomar por um louco. No mínimo, aceitai-me como tal, para que também eu me possa gloriar!
17 O qie vou dizer, na certeza de poder gloriar-me, não o digo sob a inspiração do Senhor, mas como num acesso de delírio.
18 Porque muitos se gloriam segundo a carne, também eu me gloriarei.
19 Vós, sendo homens sensatos, suportais de boa mente os loucos.
20 Sim, tolerais a quem vos escraviza, a quem vos devora, a quem vos faz violência, a quem vos trata com orgulho, a quem vos dá no rosto.
21 Sinto vergonha de o dizer, temos mostrado demasiada fraqueza... Entretanto, de tudo aquilo de que outros se ufanam (falo com um insensato), disto também eu me ufano.
Frase para recordar:
Tolerais a quem vos escraviza, a quem vos devora.
19 de Agosto
TRABALHOS E PROVAÇÕES DO APÓSTOLO (2ª Cor. 11, 22-33)
Paulo utiliza a figura teatral do insensato para falar das suas alegrias, sofrimentos e trabalhos do apóstolo.
22 São hebreus? Também eu. São israelitas? Também eu.
23 São ministros de Cristo? Falo como menos sábio: eu, ainda mais. Muito mais pelos trabalhos, muito mais peloos cárceres, pelos açoites sem medida. Muitas vezes vi a morte de perto.
24 Cinco vezes recebi dos judeus os quarenta açoites menos um.
25 Três vezes fui flagelado com varas. Uma vez apedrejado. Três vezes naufraguei, uma noite e um dia passei no abismo.
26 Viagens sem conta, exposto a perigos nos rios, perigos de salteadores, perigos da parte dos meus concidadãos, perigos da parte dos pagãos, perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, perigos entre falsos irmãos!
27 Trabalhos e fadigas, repetidas vigílias, com fome e sede, frequentes jejuns, frio e nudez!
28 Além de outras coisas, a minha perocupação quotidiana, a solicitude por todas as igrejas!
29 Quem é fraco. que eu não seja fraco? Quem sofre escândalo que eu não me consuma de dor?
30 Se for preciso que eu me glorie, eu me gloriarei na minha fraqueza.
31 Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que é bendito pelos séculos, sabe que não minto.
32 Em Damasco, o governador do rei Aretas mandou guardar a cidade dos damascenos para me prender.
33 Mas, dentro de um cesto, desceram-me por uma janela ao longo da muralha, e assim escapei das suas mãos.
Frase para recordar:
Eu me gloriarei na minha fraqueza.
20 de Agosto
VISÕES E REVELAÇÕES (2ª Cor. 12, 1-10)
Depois de ter falado dos seus trabalhos e sofrimentos físicos, Paulo fala das visões e revelações...
1 Importa que me glorie? Na verdade, não convém! Passarei entretanto, às visões e revelações do Senhor.
2 Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado até ao terceiro céu. Se foi no corpo, não sei. Se fora do corpo, também não sei: Deus o sabe.
3 E sei que esse homem - se no corpo ou se fora do corpo, não sei; Deus o sabe -
4 foi arrebatado ao paraíso e lá ouviu palavras inefáveis, que não é permitido a um homem repetir.
5 Desse homem eu me gloriarei mas de mim mesmo não me gloriarei, a não ser das minhas fraquezas
6 Pois, ainda que me quisesse gloriar, não seria insensato, porque diria a verdade. Mas abstenho-me para que ninguém me tenha em conta de ser superior ao que vê em mim ou ouve dizer de mim.
7 Demais, para que a grandeza das revelações não me levasse ao orgulho, foi-me dado um espinho na carne, um anjo de Satanás para me esbofetear e me livrar do perigo da vaidade.
8 Três vezes roguei ao Senhor que o apartasse de mim.
9 Mas ele disse-me: "Basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força." Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo.
10 Eis porque sinto alegria nas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições, no profundo desgosto sofrido por amor de Cristo. Porque quando me sinto fraco, então é que sou forte.
Frase para recordar:
Quando me sinto fraco, sou forte.
21 de Agosto
DESCULPAI (2ª Cor. 12, 11-18)
Quase pedindo desculpa de tudo o que disse atrás, o apóstolo sentiu-se obrigado a isso pelo acolhimento que em Corinto deram aos "super-apóstolos".
A comunidade não se deve sentir em nada inferior às outras porque nela houve sinais, prodígios e milagres, porque a ama ternamente, porque não lhe foi pesado.
11 Procedi como insensato! Vós a isso me obrigastes. Vós é que deverieis fazer o meu elogio, visto que em nada fui inferior a esses eminentes apóstolos, se bem que nada sou.
12 Os sinais distintivos do verdadeiro apóstolo realizaram-se no meio de vós através de uma paciência a toda a prova, de sinais, prodígios e milagres.
13 Em que fostes inferiores às outras igrejas, senão no facto de que a vós não vos fui pesado? Perdoai-me esta injúria!
14 Eis que estou pronto a ir ter convosco pela terceira vez. Não vos serei pesado, porque não busco os vossos bens, mas sim a vós mesmos. Com efeito, não são os filhos que devem entesourar para os pais, mas os pais para os filhos.
15 De muito boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós.
16 Mas seja! Não vos fui pesado. Como, porém, sou esperto, apanhei-vos pela astúcia.
17 Acaso tirei proveito de vós por meio de algum daqueles que vos enviei?
18 Pedi a Tito, e com ele enviei um irmão que conheceis. Por acaso tirou Tito de vós alguma coisa? Não andamos nós com o mesmo espírito sobre as mesmas pegadas?
Frase para recordar:
Não busco os vossos bens, mas sim a vós mesmos.
22 de Agosto
APREENSÕES (2ª Cor. 12, 19-21)
Paulo, teme que no novo encontro com a comunidade, a ache no meio de contendas e rixas e sem ter feito penitência das graves desordens morais. Nesse caso, terá de se humilhar e chorar.
19 Já há muito pensais que nos justificamos diante de vós. Perante Deus, em Cristo, é que nós falamos; mas tudo isto, meus caríssimos, para vossa edificação.
20 Temo que, quando for, não vos ache como eu quisera, e que vós me acheis como não quereríeis. receio encontrar entre vós contendas, invejas, rixas, dissenssões, calúnias, murmurações, arrogâncias e desordens.
21 Receio que, à minha chegada ao meio de vós Deus me humilhe ainda a vosso respeito e tenha de chorar por muito daqueles que pecaram e não fizeram penitência daNegrito impureza, fornicação e vícios que cometeram.
Frase para recordar:
De muito boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas.
Do livro
UM ANO COM SÃO PAULO,
do Pde Januário Santos
Recolha e trancrição de
António Fonseca