OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

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sábado, 4 de julho de 2009

ROGAI - Cadeia de Oração

In: diocese-porto.pt-Seminário do Bom Pastor
Cadeia de Oração Diocesana pelas Vocações Sacerdotais
Rogai - Cadeia de Oração
Lausperene
(…) Sobre a adoração eucarística mais alargada e intensa, o cardeal Hummes retoma a indicação insistente, “de um movimento de oração que ponha no centro a Adoração Eucarística contínua, no espaço das vinte e quatro horas, de forma que de todas as partes da terra se eleve sempre a Deus uma oração de adoração, de agradecimento, de louvor, de pedido e reparação, com a finalidade principal de suscitar um número suficiente de santas vocações ao sacerdócio e, ao mesmo tempo, de acompanhar espiritualmente […] quantos já foram chamados ao sacerdócio ministerial e estão ontologicamente conformados com o único Sumo e Eterno Sacerdote, para que sirvam cada vez melhor a Ele e aos irmãos”.
Certamente que todos queremos corresponder a este apelo. Os Seminários e o Secretariado Diocesano da Pastoral das Vocações, as comunidads paroquiais e religiosas, todas os estimados diocesanos do Porto quererão juntar-se na adoração eucarística e na oração insistente pelas vocações sacerdotais dos actuais e futuros padres. Para que os primeiros cresçam sempre no seu exercício e os segundos despertem para ele. Tudo parte realmente da Eucaristia a que se destinam. As formas de concretizar este proposto lausperene logo surgirão. Assim ressurja antes de mais o nosso desejo dele: tão grande quanto a urgente necessidade de muitos e santos sacerdotes!(…).
Conforme Calendário elaborado, para o mês de Julho, a hora de oração pela Vocações Sacerdotais, terá lugar das 11 às 12 horas, na Igreja da Paróquia da Senhora do Porto, no dia 29, quarta-feira.
As propostas de oração são as seguintes:
Propostas de Oração
Recolha e transcrição de
António Fonseca

DESTINO UNIVERSAL DOS BENS

DESTINO UNIVERSAL DOS BENS
No presente momento da vida do mundo, afectado por grave doença que o atinge em variadas vertentes, entre as quais a “Crise Social”, considero que seria benéfico recorrer à Doutrina Social da Igreja que, na realidade, devia ser estudada com muita atenção pelos grandes senhores do mundo.
Deus destinou a terra e tudo o que ela contém para uso de todos.O homem só pode ser concebido como pessoa solidária, pois a solidariedade é inerente à pessoa humana e é para si essencial, através das diversas formas em que se estabelecem as relações interpessoais.
O desenvolvimento integral do homem não pode realizar-se sem o desenvolvimento solidário da humanidade”. (P.P.).
As estruturas devem ser orientadas para o bem comum que não é a soma dos bens individuais nem o bem do próprio Estado, já que nem o Estado nem sociedade alguma devem jamais substituir a iniciativa e a responsabilidade das pessoas e das comunidades intermediárias. O homem inserido num corpo social não perde, por isso, a sua personalidade, tanto moral como jurídica. A partir do destino universal dos bens como expressão da solidariedade humana e do princípio regulador do sentido e do alcance da propriedade privada, surge a importância e necessidade de atender ao Bem Comum, entrando então em função as virtudes sociais da justiça e da caridade.
Dentro dos Princípios da Solidariedade e da Subsidiariedade, dou exemplo de uma situação em que pode surgir conflito entre as pessoas e as estruturas.
Refiro-me ao problema do desemprego no nosso país, que arrasta consigo uma situação de mal-estar entre os que são atingidos pelo flagelo e as estruturas governativas. Milhares de famílias são afectadas socialmente, pois os seus encargos mantêm-se diminuindo os seus proventos ou antes, ficando sem capacidade económica para manter uma vida digna para o seu agregado familiar.
É uma situação concreta em que os Princípios de Subsidiariedade e de Solidariedade se devem aplicar. Relativamente ao primeiro, toda a actividade social, por sua natureza, deve ajudar os membros do grupo social e não destruí-los. Quanto ao segundo, não se trata apenas de vencer a fome nem afastar a pobreza. Trata-se de construir um mundo em que todos os homens possam viver uma vida digna.
Refiro, por fim, aspectos da vida no nosso país e no mundo, que se incluem na aplicação do Destino Universal dos Bens.
No país, assinalo o direito a uma habitação condigna para todos, combatendo as especulações imobiliárias urbanas, o direito a possuir o necessário para o sustento pessoal e familiar e o direito ao trabalho, face ao desemprego existente. No mundo, dada a visibilidade do abismo das assimetrias existentes, a imposição aos países mais ricos de devedores de Solidariedade para com os países pobres e que, dentro do Destino Universal dos Bens, os bens criados cheguem equitativamente às mãos de todos.
Fernando Reis
Texto inserido no
Boletim Português da Sociedade de São Vicente de Paulo - Abril/Maio de 2009 em Editorial
Recolha e transcrição de
António Fonseca

DECRETO URBIS ET ORBIS

Do BOLETIM Nº 0328 – 12.5.2009
publicado in:
Congregazione per il clero
TRADUÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA URBIS ET ORBIS DECRETO Exercícios especiais de piedade, realizados no Ano Sacerdotal promulgado em homenagem a São João Maria Vianney, sejam agraciados com o dom da Santa Indulgência.
Estamos próximos do dia em que serão comemorados os 150 anos da piedosa passagem aos céus de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, que neste mundo foi modelo admirável de verdadeiro Pastor a serviço do rebanho de Cristo. Dado que seu exemplo pode incitar os fiéis, e principalmente os sacerdotes, a imitarem suas virtudes, o Sumo Pontífice Bento XVI estabeleceu que, nesta ocasião, de 19 de junho de 2009 a 19 de junho de 2010, seja celebrado em toda a Igreja um especial Ano Sacerdotal, durante o qual os sacerdotes possam ser cada vez mais fortalecidos na fidelidade a Cristo por meio de meditações piedosas, santos exercícios e outras obras oportunas. O ano santo terá início com a solenidade do Santíssimo Coração de Jesus, dia de santificação sacerdotal, quando o Sumo Pontífice celebrará as Vésperas na presença das sagradas relíquias de São João Maria Vianney, levadas a Roma pelo Exmo. Bispo de Belley-Ars. O Santo Padre concluirá também o Ano Sacerdotal, na praça de São Pedro, na presença de sacerdotes provenientes do mundo inteiro, que renovarão a fidelidade a Cristo e o vínculo de fraternidade. Que os sacerdotes se esforcem, com orações e boas obras, para obter de Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, a graça de resplandecer em Fé, Esperança, Caridade e outras virtudes, e mostrem, com a conduta de vida, mas também com seu aspecto exterior, sua dedicação plena ao bem espiritual do povo, objecto de atenção da Igreja, acima de qualquer outra coisa. Para obter do melhor modo possível o fim almejado, será muito útil o dom das Santas Indulgências, que a Penitenciaria Apostólica, mediante o presente Decreto, emitido em conformidade com a vontade do Augusto Pontífice, concede benignamente ao longo do Ano Sacerdotal:
BOLETIM Nº 0328 – 12.5.2009

A. Aos sacerdotes realmente arrependidos, que em qualquer dia rezarem com devoção ao menos as Laudes matutinas ou as Vésperas diante do Santíssimo Sacramento, exposto a adoração pública ou guardado no tabernáculo, e, a exemplo de São João Maria Vianney, se oferecerem com espírito pronto e generoso à celebração dos sacramentos, sobretudo da Confissão, é concedida misericordiosamente, em Deus, a Indulgência Plenária, que poderão aplicar também em sufrágio dos co-irmãos defuntos, se, em conformidade com as disposições vigentes, participarem da confissão sacramental e da Ceia Eucarística, e rezarem segundo as intenções do Sumo Pontífice. Aos sacerdotes é concedida, ainda, a Indulgência Parcial, também aplicável aos co-irmãos defuntos, todas as vezes que rezarem com devoção orações devidamente aprovadas, tendo em vista levar uma vida santa e realizar santamente os ofícios que lhes foram confiados. B. A todos os fiéis realmente arrependidos que, na igreja ou numa capela, assistirem com devoção ao divino Sacrifício da Missa e oferecerem, pelos sacerdotes de toda a Igreja, orações a Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, e uma boa obra realizada nesse dia, para que os santifique e os molde segundo Seu Coração, é concedida a Indulgência Plenária, desde que tenham expiado seus pecados com a penitência sacramental e elevado orações pela intenção do Sumo Pontífice: nos dias em que se abre e encerra o Ano Sacerdotal; no dia do 150º aniversário da piedosa passagem para os céus de São João Maria Vianney; na primeira quinta-feira do mês ou em qualquer outro dia estabelecido pelos Ordinários do lugar para a utilidade dos fiéis. Será muito oportuno que, nas igrejas catedrais e paroquiais, os sacerdotes encarregados da pastoral sejam os mesmos a dirigir publicamente esses exercícios de piedade, celebrar a Santa Missa e confessar os fiéis. Aos idosos, aos doentes e a todos aqueles que por motivos legítimos não puderem sair de casa, mas tiverem o espírito desapegado de qualquer pecado e a intenção de cumprir, tão logo possível, as três condições habituais, em sua casa ou no local em que o impedimento os detém, será igualmente concedida a Indulgência Plenária, se, nos dias acima determinados, rezarem orações pela santificação dos sacerdotes e oferecerem a Deus com confiança, por meio de Maria, Rainha dos Apóstolos, as doenças e os dissabores de sua vida. É concedida, enfim, a Indulgência Parcial a todos os fiéis todas as vezes que rezarem devotamente cinco pai-nossos, ave-marias e glórias, ou outra oração especialmente aprovada, em honra do Sagrado Coração de Jesus, para obter que os sacerdotes se conservem em pureza e santidade de vida. O presente Decreto é válido por toda a duração do Ano Sacerdotal, não obstante qualquer disposição contrária. Dado em Roma, da sede da Penitenciaria Apostólica, em 25 de abril, festa de São Marcos Evangelista, ano da Encarnação do Senhor de 2009. James Francis Card. Stafford Penitenciário-Mor Gianfranco Girotti, O.F.M. Conv. † Bisp. Tit. de Meta, Regente
Recolha e transcrição de
António Fonseca

ISABEL DE PORTUGAL, Santa (e outros)

Os Santos de hoje Sábado 4 de julho de 2009
Rainha de Portugal, Julho 4

Terceira Franciscana.

Isabel significa "Promessa de Deus". Nascida em Aragão, Espanha em 1271, Santa Isabel é a filha do rei Pedro III desse reino e neta do rei Jaime o Conquistador, bisneta do imperador Frederico II de Alemanha. Lhe puseram o nome de Isabel em honra de sua tía avó, Santa Isabel de Hungría. Sua formação foi formidável e já desde muito pequena tinha uma notável piedade. Lhe ensinaram que, para ser verdaderamente boa devia unir sua oração, à mortificação de seus gostos e caprichos. Conhecía desde pequena a frase: "Tanta maior liberdade de espírito terás quando menos desejos de coisas inúteis ou danosas tenhas". Se esmerou por ordenar sua vida no amor a Deus e ao próximo, disciplinando seus hábitos de vida. Não comía nada entre horas . Casaram-na quando tinha 12 anos com o rei Dinis de Portugal. Esta foi a grande cruz de Santa Isabel já que era un hombre de pouca moral, sendo violento e infiel. Mas ela soube levar heroicamente esta prova. Orava e fazia sacrificios por ele. O tratava sempre com bondade. Teve dois filhos: Afonso, futuro rei de Portugal e Constância, futura rainha de Castela. Santa Isabel chegou até a educar os filhos naturais de seu esposo com outras mulheres. O rei por sua parte a admirava e lhe permitía até certo ponto sua vida de cristã autêntica. Ela se levantava muito cedo e lia 6 salmos, asisstía à Santa Missa e se dedicava a reger os trabalhos do palácio. No seu tempo livre se reunía com outras damas para confeccionar roupas para os pobres. às tardes dedicava a visitar anciãos e enfermos. Fez construir albergues, um hospital para os pobres, uma escola gratuita, uma casa para mulheres arrependidas da má vida e um hospício para meninos abandonados. Também construiu conventos e outras obras para o bem do povo. Prestava seus belos vestidos e até uma coroa para a boda de jóvens pobres. Santa Isabel frequentemente distribuía Moedas do Tesouro Real aos pobres para que pudessem comprar o pão de cada día. Numa ocasião, o Rei Díniz, suspeitando de seus actos, começou a espiá-la. Quando a Rainha começou a distribuir moedas entre os pobres, o rei o observou e enfurecido foi a rreclamar. Mas o Senhor interviu, de maneira que, quando o rei he ordenou que lhe dissesse o que estava dando aos pobres, as moedas de ouro se converteram em rosas.

Forjadora da paz

O filho de Isabel, Afonso, tinha como seu pai um carácter violento. Se enchia de ira pela preferência que seu pai demonstrava por seus filhos naturais. Em duas ocasiões promoveu a guerra civil contra seu pai. Isabel fez todo o possível pela reconciliação. Numa ocasião foi em peregrinação até Santarém lugar de Milagre Eucarístico, e vestida de penitente implorou ao Senhor pela paz. Chegou até a apresentar-se no campo de batalha e, quando os exércitos de seu esposo e seu filho se dispunham à guerra, a rainha se ajoelhou entre eles e perante seu esposo e filho, lhes pedía que se reconciliassem. Se conservam algumas de suas cartas as quais reflectem o calibre evangélico e a audácia de nossa santa. A seu esposo: "Como uma loba enfurecida à qual vão matar a seu filhinho, lutarei por não deixar que as armas do rei se lancem contra nosso próprio filho. Mas ao mesmo tempo farei que primeiro me atirem a mim, as armas dos exércitos de meu filho, antes de que eles disparem contra os seguidores de seu pai". A seu filho: "Por Santa María Virgem, te peço que faças as pazes com teu pai. Vê que os guerreiros queimam casas, destroem cultivos e destroçam tudo. Não com as armas, filho, não com as armas, resolveremos os problemas, mas sim dialogando, conseguindo arbitragens para resolver os conflitos. Eu farei que as tropas do rei se afastem e que as reclamações do filho sejam atendidas, mas por favor recorda que tens deveres gravíssimos com teu pai como filho, e como súbdito com o rei".

Conseguiu a paz em mais duma ocasião e seu esposo morreu arrependido, sem dúvida pelas orações de sua santa esposa. Entra no convento das Clarissas depois de enviuvar. Pelo amor tão grande que Santa Isabel tinha à Eucaristía, se dedicou a estudar a vida dos santos mais notáveis por seu amor em especial a Santa Clara. Depois de enviuvar, Santa Isabel se despojou de todas as suas riquezas. Empreendeu uma peregrinação a Santiago de Compostela, onde entregou a coroa ao Arcebispo para receber o hábito das Clarissas como terceira. O Arcebispo foi tão movido por este acto da santa, que lhe entregou seu cajado pastoral para que a ajudasse no seu regresso a Portugal. Viveu os últimos anos no convento, dedicada à adoração Eucarística. Quando estalou a guerra entre seu filho e seu genro, o rei de Castela, Santa Isabel, apesar de sua velhice, empreendeu uma longa viagem por caminhos muito perigosos e alcançou a paz. Sem embargo a viagem lhe custou a vida. Ao sentir próxima a morte pediu que a levassem ao convento das Clarissas que ela mesma havia fundado. Ali morreu invocando a Virgem Santíssima em 4 de Julho de 1336. Deus bendizeu seu sepulcro com milagres. Seu corpo se pode venerar no convento das Clarissas em Coimbra. Foi canonizada em 1625. Santa Isabel de Portugal, roga pela paz em nossos países. É padroeira dos territórios em guerra.

Abadessa, Julho 4

Berta de Blangy, Santa AbadesaEtimológicamente significa “resplandeciente”. Viene de la lengua alemana.En Blangy, en la región de la Galia Atrebatense, santa Berta, abadesa, la cual, habiendo ingresado junto con sus hijas Gertrudis y Deotila en el monasterio que ella misma había fundado, pasados unos años se encerró en una celda, donde vivió en completa clausura (c. 725). Berta murió hacia el año 725. Sus padres fueron el conde Rigoberto y Ursana, relacionados con los reyes del condado de Kent, Inglaterra.A la edad de veinte años, contrajo matrimonio con Sigefroi y tuvieron cinco hijas.Movida por su religiosidad profunda, se dio cuenta de que hacía falta fundar monasterios o abadías. Comenzó por la de Blangy en Artois.La cuidó con esmero hasta después de la muerte de su esposo. Y como cuando se respira el aire de lo espiritual en casa es fácil que salgan vocaciones religiosas, Berta tuvo la suerte de que dos de sus hijas, Gertrudis y Deotila, sintieran como su madre el ansia de la perfección.Y sin más, se fueron las tres a llevar una vida alejada del mundanal ruido.No esperaban, sin embargo, que su retiro le sentara tan mal a Roger. No podía ni verla. La razón no era otra que el haberle negado la mano de su hija Gertrudis para casarse con ella.El rey Thierry, una persona sensata y buena gente, al ver la actitud del joven, le dijo que Berta era inocente de cuanto le acusaba y que su hija era muy libre de rechazarle en su proposición matrimonial.Y para evitar que hiciera daño a la madre e hijas, las puso bajo su protección hasta que volvieran a Blagny.Antes de volver, logró terminar Blagny y construyó, además, tres iglesias en honor de los santos de su devoción: San Audomaro y San Martín de Tours. Estableció una observancia regular en su comunidad. Y según se cuenta, ella pasó el resto de su vida en una pequeña habitación con una ventana que daba a la iglesia y al altar.¡Felicidades a quien lleve este nombre!Comentarios al P. Felipe Santos:

Arcebispo e Mártir, Julho 4
Etimológicamente significa “ laureado, coronado”. Viene de la lengua griega. El portentoso san Laureano, arzobispo de Sevilla y glorioso mártir de Cristo, nació de padres nobles en la provincia de Pannonia que ahora llamamos Hungría. Dejó su patria siendo de poca edad, y fue a Milán donde por misericordia del Señor se hizo cristiano, recibiendo el bautismo de manos del obispo Eustorgio II, y ordenándose de diácono a la edad de treinta y cinco años. Pasó después a España, guiado por la Providencia, para resistir con su predicación y doctrina a los herejes arrianos que eran muy poderosos y señores de la nación, y perseguían a los católicos. Muriendo en esta sazón Máximo, arzobispo de Sevilla, por la malicia de los herejes, estuvo vacante aquella cátedra por espacio de dos años, hasta que por común voto de los prelados sufragáneos fue elegido para aquella dignidad el varón de Dios san Laureano, el cual gobernó diez y siete años aquella Iglesia. Mas como los herejes levantasen en Sevilla una grande persecución contra el santo arzobispo, y el mismo rey Theudes que injustamente ocupaba el trono, enviase gente que le matasen, el santo, avisado de todo por un ángel, dijo misa, convocó al pueblo, hizo un largo sermón, y tomando después su báculo rodeó parte de la ciudad, llorando y dando voces diciendo: «Haced penitencia, y mirad que está Dios enojado y tiene levantado el brazo para heriros»- y en efecto, poco después fue reciamente castigada de Dios aquélla ciudad con sequedad, hambre y pestilencia. Saliendo desterrado de ella el santo obispo, en el camino sanó a un ciego; entró en un navío llegando a Marsella, donde resucitó a un hijo de un hombre principal. De allí pasó a Italia y llegó a Roma, sanando muchos enfermos. En Roma visitó al Sumo Pontífice y consolóse con él; dijo Misa Pontifical delante del Papa el día de la Cátedra de san Pedro, y allí sanó a un viejo que desde niño estaba tullido de pies y manos. Partió después para visitar el cuerpo de san Martín, en Francia, y tuvo la revelación de que venían por parte del rey Totila algunos soldados con el fin de quitarle la vida. No se turbó el santo, ni se congojó, antes encendido de amor del Señor y deseoso del martirio, salió a buscarles, y encontrándose con ellos en un campo raso, siendo conocido por ellos, dieron en él y le cortaron la cabeza. Tomáronla y la llevaron al tirano, el cual cuando la vio y supo lo que había pasado, la envió a Sevilla, y con su entrada respiró aquélla ciudad y cesó la sequedad, hambre y pestilencia con que había sido azotada y afligida por el Señor a causa de sus pecados. El cuerpo del santo lo sepultó Eusebio, obispo de Arlés, en la iglesia de la ciudad de Bourges: y el Señor glorificó su sepulcro con innumerables prodigios.
Laico, Julho 4

Pier Giorgio Frassati, Beato Laico“Vivir sin fe, sin un patrimonio que defender, sin mantener una lucha por la Verdad no es vivir, sino ir tirando...”“Cada día comprendo mejor la gracia de ser católico. Vivir sin fe, sin un patrimonio que defender, sin mantener una lucha por la Verdad no es vivir, sino ir tirando... Incluso a través de cada desilusión tenemos que recordar que somos los únicos que poseemos la verdad”.Quizá sean pocos los que se atrevan a escribir hoy día, con grandes letras, el párrafo anterior. Escribirlo no sólo con las palabras, sino, sobre todo, con la vida. Como lo hizo un joven decidido e intrépido que se llamaba Pier Giorgio Frassati.Pier Giorgio había nacido el 6 de abril de 1901 de una rica familia de Turín. Su padre, Alfredo, era el fundador del periódico La Stampa, en el que se divulgaban ideas liberales, no ciertamente favorables a la Iglesia. Alfredo llegó a ser embajador de Italia ante Alemania, lo cual permitió a la familia el vivir y establecer amistades en el mundo alemán.Pier Giorgio recibió en casa una educación correcta, pero sin una fe vivida. Al iniciar la adolescencia sintió una fuerte necesidad de zambullirse en el Evangelio, de ser un cristiano al cien por ciento. Por eso fue miembro de un gran número de asociaciones católicas: tenía un gran anhelo de conocer más su fe, de crecer en la vida de oración, de vivir en un sincero compromiso por los demás, sea en la asistencia social, sea en el enseñar y dar testimonio de sus convicciones cristianas.Cuando llega a la Universidad, percibe un ambiente hostil contra todo lo que huela a católico. Pier Giorgio no duda en promover actividades espirituales entre los universitarios. A veces a riesgo de más de algún choque violento con grupos intolerantes (esos que presumían de “liberales”, de “libertadores comunistas”, o de “patriotas” en las filas del fascismo).En el panel de anuncios de la universidad de Turín pone un día, entre las muchas hojas y folletos que hablan de fiestas y diversiones, un cartel para invitar a los estudiantes a la adoración nocturna. Los “anticlericales” deciden intervenir para arrancar la “provocación” de Pier Giorgio. Al llegar, se encuentran allí delante al joven, que defiende enérgicamente su derecho a expresar las propias convicciones. Al final el panel queda completamente destruido, y el anuncio de Pier Giorgio acaba hecho pedazos...Además del trabajo con los jóvenes universitarios, Pier Giorgio quiere dedicarse a los más necesitados, a los pobres, a los enfermos. Encuentra también tiempo para acompañar a un sacerdote dominico que da catequesis a los niños de un barrio obrero para defenderle ante los insultos y agresiones de algunos comunistas amenazadores, y no pocas veces se llega a los golpes...Cuando el fascismo llega a su apogeo, Pier Giorgio intuye el carácter anticatólico (y antihumano) de la nueva ideología, y no duda en enfrentarse con los nuevos enemigos. Se irrita especialmente cuando ve cómo algunos católicos muestran su simpatía hacia los fascistas. Su fama de enemigo del nuevo poder llega a Pier Giorgio Frassati, Beatoser conocida. Hasta tal punto, que un domingo, cuando Pier Giorgio come en casa con su madre, un escuadrón de fascistas entra para destrozarlo todo. Nuestro joven aparece en el vestíbulo de ingreso, arranca un bastón a uno de los agresores y, con el bastón en mano, pone en fuga a los fascistas.Es una vida apasionante: compromiso social, compromiso político, compromiso militante en numerosas organizaciones católicas, especialmente en los grupos de universitarios católicos. Compromiso, como dijimos, entre los más necesitados. A muchos impresiona ver al hijo de los Frassati por las calles con un carro con los bártulos de gente pobre que busca una casa, o mientras visita a los hijos de los obreros para darles catequesis. En su familia lo tienen por loco. Casi siempre llega tarde, muchas veces sin dinero. No duda en prescindir del tranvía para dar lo ahorrado a quien pueda necesitar una limosna.Un día invita a uno de sus amigos a un mayor compromiso de caridad, a visitar y atender a los pobres. El amigo le dice que tiene miedo, que no se atreve a entrar en casas miserables, donde todo es suciedad, donde las enfermedades contagiosas dominan por doquier. Pier Giorgio le responde con sencillez y convicción: visitar a los pobres es ¡visitar a Jesús!Entre los pobres la providencia tenía prevista la llegada de la hora definitiva. Un día de finales de junio de 1925, el peligro se hace realidad. Pier Giorgio contrae, después de una de sus visitas, una poliomielitis fulminante.Empieza a sentir fuertes dolores de cabeza y pierde el apetito. En su casa, sin embargo, no le hacen mucho caso, pues apenas tiene 24 años y es un joven robusto. Además, la abuela se encuentra muy grave, y todos están volcados sobre ella.Pier Giorgio siente cómo el mal va avanzando, sin que se le atienda debidamente. Sólo cuando ya se encuentra en una situación dramática, sus padres se dan cuenta y reaccionan. Demasiado tarde. Desesperados, piden un suero especial al instituto Pasteur de París, pero ya no queda nada por hacer.Con la humildad y el desapego con el cual había vivido se enfrentaba ahora, en plena juventud, a la muerte. O, mejor, al encuentro con aquel Jesús que tanto había amado, por el cual había luchado en la universidad y en la calle, entre los pobres o entre jóvenes de clase media poco activos en su fe.Por eso no resultó extraño su último gesto. Pidió a su hermana Luciana que tomase de su habitación una caja con inyecciones, y escribió encima de ella la dirección de la persona a la cual había que llevar la medicina.La muerte llega el 4 de julio de 1925. Los funerales se tienen dos días después. Son una explosión de cariño y afecto hacia un joven que había vivido para los demás. Son también el momento en el cual los padres de Pier Giorgio descubren realmente quién era su hijo, cuánta gente lo quería, lo mucho que había hecho, sencillamente, sin aspavientos, en las largas horas que pasaba fuera de casa.“Vivir sin fe, sin un patrimonio que defender, sin mantener una lucha por la Verdad no es vivir, sino ir tirando...”. La vida de Pier Giorgio fue, realmente, vida. Porque amó su fe, y porque su fe le llevó a amar y a servir a Jesús en sus hermanos.Pier Giorgio Frassati fue declarado beato por Juan Pablo II el 20 de mayo de 1990.(Esta breve biografía se inspira en un trabajo de Antonio Sicari, Retratos de santos, vol. 2, Editorial Encuentro, Madrid 1996).

Bispo, Julho 4

Andrés de Creta, Santo Obispo, Julio 4 Andrés de Creta, SantoSan Andrés de Creta, nació en Damasco a mediados del siglo VII, abrazó la vida monástica en un convento de Jerusalén, por lo que también es llamado Andrés Jerosolimitano. Asistió al III Concilio de Constantinopla que condenó la herejía del monotelismo (año 681), como legado del Patriarca de la Ciudad Santa. Más tarde, consagrado obispo de Creta, defendió la legitimidad del culto a las imágenes. Murió hacia el año 720. San Andrés de Creta fue un excelente compositor de himnos sagrados, hasta el punto de que la Iglesia oriental ha incorporado algunos a su liturgia. Además se conservan veintidós homilías suyas. Las que se refieren a la Virgen gozan de particular importancia, pues constituyen un testimonio muy elocuente de la fe en la Inmaculada Concepción y en la Asunción corporal de María al Cielo. Con toda la Tradición de la Iglesia, San Andrés expone que la Concepción de Nuestra Señora es el inicio de la renovación de la naturaleza humana, herida por el pecado original. La Virgen María, preservada por Dios de toda culpa, trae al mundo «las primicias de la nueva creación», siendo —como canta la liturgia— lirio que florece entre espinas y paraíso espiritual donde Jesucristo, el nuevo Adán, establece su morada.

Bispo, Julho 4

Alberto Quadrelli de Rivolta, SantoSan Alberto Quadrelli de Rivolta nació en Rivolta. El 29 de marzo de 1168, Jueves Santo, fue elegido por el clero y el pueblo de Lodi como obispo. Fue activo y celoso pastor, defensor del papa Alejandro III, y participo en el III Concilio Lateranense. Su rectitud fue reconocida hasta por sus enemigos. No se conoce la fecha de su nacimiento. Tampoco se sabe con certeza la fecha de su muerte, que puede haber ocurrido en 1173 o en 1179. Su cuerpo fue trasladado solemnemente en 1588.

Bispo, Julho 4

Ulrico de Ausburgo, Santo Obispo, Julio 4 Ulrico de Ausburgo, SantoSan Ulrico, obispo, descendía del noble linaje de los condes de Kyburg. Al nacer, era una criaturita tan esmirriada, que sus padres sentían incluso vergüenza de mostrarle a la gente, todos cuantos le veían quedaban convencidos de que aquel condesito no llegaría a valer para nada. Solamente un peregrino, que acababa de regresar de Tierra Santa, fue de distinto parecer y predijo que aquel niñito llegaría a ser un personaje famoso. De hecho, Ulrico, a quien solían llamar con la abreviatura familiar de Utz, alcanzó la edad de 83 años. Así que Utz de Kyburg logró superar con tenaz aferramiento a la vida, todas las enfermedades que pueden pasarse en la infancia y llegó a hacerse un buen mozo bien asentado sobre sus fuertes piernas, sus padres le enviaron a la famosa escuela monasterial de San Gall. Muy pronto supo ganarse Utz la simpatía de maestros y condiscípulos, pues no solamente era aplicado y piadoso, sino que, además, con mucha frecuencia tenía ocurrencias graciosísimas, de suerte que en presencia suya hasta los enfermos reían francamente. Por aquel entonces vivía en los alrededores de San Gall una ermitaña llamada Wiborada. Con frecuencia acudía Utz a visitarla. En una ocasión la ermitaña, penetrando el futuro, dijo al joven conde de Suabia, que en el futuro llegaría a ser obispo de una ciudad donde hay un río que separa dos comarcas. La profecía se cumplió, efectivamente, pues la ciudad de Augsburgo, de donde Ulrico fue más tarde obispo, está asentada junto al río Lech, que separa a Baviera de Württemberg. Cuando Utz, a quien por respeto vamos a llamar con su nombre completo de Ulrico, hubo terminado sus estudios en San Gall, regresó a su casa y se convirtió en seguida en la mano derecha de su tío Adalberto, que era a la sazón obispo de Augsburgo y de quien había recibido la ordenación sacerdotal. Ulrico hizo también una peregrinación a Roma. Allí le comunicó al Padre Santo que su tío Adalbero había muerto, entretanto, y que él sería su sucesor. Sin embargo, aquélla predicción no se cumplió en seguida, pues cuando Ulrico regresó ya habían nombrado a otra persona obispo de Augsburgo, y como en el ínterin había fallecido su padre, Ulrico se reunió con su madre, que se había quedado sola, para consolarla en su desgracia. Cuando quince años más tarde murió, él mismo le cerró los ojos y como igualmente murióel obispo de Augsburgo, Ulrico le sucedió, llevando en sus manos durante cincuenta años el báculo pastoral. Eran malos tiempos aquellos, pues poco antes los húngaros, pueblo bárbaro compuesto de pescadores, cazadores y jinetes, se habían desbordado sobre el país, montados en vivaces y pequeños caballos, iban incendiando ciudades y aldeas, asesinando a muchas personas y llevándose a otras como botín de esclavitud. Todos los que habían logrado escapar estaban sentados sobre las ruinas de sus antiguas haciendas, sin ánimos ni resolución para hacer nada. El obispo Ulrico tuvo muchísima labor. Con mano vigorosa se puso él mismo a trabajar en la reconstrucción, y su ejemplo inflamó a los demás. Nuevos alientos reanimaron a aquellos desgraciados hombres que se habían doblegado ante la desgracia, y todo fue resurgiendo con suma rapidez. Ulrico sabía además orar con fervor, y era de arriba abajo un obispo como debe ser. En el año 955 volvió a haber una violenta razzia de húngaros que saquearon el país, asesinaron a muchísima gente y redujeron nuevamente a cenizas las iglesias y los monasterios, las ciudades y las aldeas. Alaridos de dolor y angustia resonaban por doquier. Pero esta vez las hordas salvajes llegaron solamente hasta la ciudad de Augsburgo. En esta ciudad les tuvo a raya San Ulrico, obispo, acompañado de un escogido escuadrón de caballeros y soldados aguerridos, hasta que llegó con su ejército imperial el emperador Otón I de Alemania, el cual, en el día 10 de agosto del 955, causó tan completa derrota a los húngaros en la famosa batalla de Lechfeld, que estas hordas jamás volvieron a internarse en territorio alemán. No cabe duda, que un gran mérito en esta batalla, famosa en toda la historia universal, le corresponde a San Ulrico, obispo de Augsburgo, el cual, según dijera el peregrino de vuelta de Tierra Santa, había de ser realmente un hombre grande, valioso y afamado.La primera canonización pontifica, llevada a cabo por el Papa Juan XV en 993, fue la de elevar al honor de los altares a Ulrico de Augsburgo.

Fundadora, Julho 4

María Crucificada Curcio, Beata Fundadora, Julio 4 María Crucificada Curcio, Beata Fundadora de lasCarmelitas Misioneras de Santa Teresa del Niño JesúsNació en Ispica (Sicilia, Italia) el 30 de enero de 1877. Era la séptima de diez hijos. Vivió su infancia en un ambiente familiar cultural y socialmente elevado. Dotada de gran inteligencia y un carácter alegre y decidido, manifestó durante su adolescencia una marcada tendencia a la piedad y a la solidaridad con los más necesitados y marginados. En su casa recibió una severa educación, con principios muy rígidos, en razón de los cuales su padre, siguiendo las costumbres de la época, no le permitió seguir estudiando después de la escuela primaria. Eso le costó mucho, pues sentía una gran sed de conocimientos, que saciaba con los libros de la biblioteca familiar. Así pudo leer el "Libro de la vida" de santa Teresa de Jesús, que ejerció un gran impacto en ella, impulsándola a conocer y amar el Carmelo, y abriéndola al "estudio de las cosas celestiales". En 1890, a la edad de trece años, obtuvo, aunque con dificultad, el permiso de inscribirse en la Tercera Orden Carmelitana, recién constituida en Ispica. Visitaba con frecuencia el santuario de la Virgen del Carmen, cultivando una intensa devoción a María, "que le había robado el corazón desde su infancia", y le había encomendado la misión de "hacer que volviera a florecer el Carmelo". Profundizando en la espiritualidad carmelitana comprendió el plan de Dios para ella. Queriendo compartir el ideal de un Carmelo misionero que uniera la dimensión contemplativa con la apostólica, inició una experiencia de vida común con algunas compañeras terciarias en un apartamento de su casa paterna. Luego se trasladó a Modica, para dirigir la casa "Carmela Polara" para la acogida y asistencia de muchachas huérfanas o necesitadas. Después de años de pruebas y tribulaciones con el vano intento de que su obra fuera reconocida oficialmente por la autoridad eclesiástica local, por fin encontró apoyo en el padre Lorenzo van den Eerenbeemt, de la Orden Carmelita de la antigua observancia. El 17 de mayo de 1925 viajó a Roma para la canonización de santa Teresa del Niño Jesús. Al día siguiente, visitando la localidad de Santa Marinella, cercana a la ciudad de Roma, quedó impresionada por la extrema pobreza de la mayor parte de sus habitantes y comprendió que allí la quería Dios. Con permiso del obispo, se estableció definitivamente en Santa Marinella, y el 16 de julio sucesivo recibió el decreto de afiliación de su pequeña comunidad a la Orden Carmelitana. En 1930, después de muchos sufrimientos y cruces, su pequeña comunidad fue erigida como congregación de derecho diocesano con el nombre de Carmelitas Misioneras de Santa Teresa del Niño Jesús. "Llevar almas a Dios" era el objetivo que la impulsó a crear obras educativas y asistenciales en Italia y en el extranjero. Pudo realizar su anhelo misionero en 1947 enviando a las primeras cuatro religiosas a Brasil, con un solo mandato: "No olvidéis a los pobres". Su oración era un diálogo íntimo y continuo con Jesús, con el Padre y con todos los santos, inspirado por una confianza filial y sentimientos de gratitud, de alabanza, de adoración y de reparación, que trataba de transmitir, ante todo con el ejemplo de su vida, a sus hijas espirituales y a cuantos se acercaban a ella. Cultivó una intensa unión de amor con Cristo en la Eucaristía, esforzándose por vivir un profundo espíritu de reparación, que la llevaba a compartir los sufrimientos y las angustias de los hombres, especialmente "del inmenso número de almas que no conocen y no aman a Dios", tratando de ayudarles en sus necesidades con caridad, pues descubría en ellos el rostro de Cristo crucificado.Exhortaba a sus religiosas a entregarse sin medida al servicio de la juventud más humillada y abandonada, para "separar en ella el oro del fango", a fin de restaurar en toda criatura la dignidad y la imagen de hijo de Dios. Marcada toda su vida por una salud precaria y por la diabetes, que afrontaba con fortaleza y sincera adhesión a la voluntad de Dios, pasó sus últimos años enferma, orando y entregándose a sus religiosas. El 4 de julio de 1957 murió serenamente en Santa Marinella. Fue beatificada el 13 de noviembre de 2005 por S.S. Benedicto XVI.Reproducido con autorización de Vatican.va

Virgem Dominicana, Julho 4

Catalina Jarrige, Beata Virgen Dominica, Julio 4 Catalina Jarrige, BeataCatherine nació el 4 de octubre de 1754 en una pobre familia de campesinos en Doumis, Cantal, Francia. Sus padres con sus siete hijos vivían juntos en una pequeña casa. Siendo todavía bastante joven, como todos la juventud de su tiempo y medio, trabajó en los campos con su familia y a la edad de nueve años la enviaron a que trabajara como sirvienta de un vecino. Allí ella disfrutó de una vida alegre y traviesa. Esa era también la edad, como era la norma, que ella hiciera su primera comunión, un recuerdo que ella atesoraría para el resto de su vida. En la imitación de su patrona, Santa Catalina de Siena, ella se hizo terciaria dominica.Disfrutaba enormemente de bailar Bourrée, pero ella renunció a eso para ayudar a los más pobres a conocer a Dios y en sus necesidades terrenales, ella mismo diría: "Me gustaría que las personas se confiesen tanto como yo bailé el Bourrée" Ella ofreció toda su vida en satisfacer necesidades espirituales y materiales del pobres, consiguiendo limosnas para ellos, e inspirando al más renuente a despertar su conciencia. Era totalmente consagrada a las personas más humildes y más pobres, los cuidaba proporcionándoles la comida y vestido, generalmente ayudándos y confortándolos a lo largo de la vida. Durante la Revolución FrancesaCatalina fue la primera en ofrecer su ayuda a los sacerdotes perseguidos por la revolución, aquellos eran sacerdotes que se negaron a hacer un juramento poniendo la cosntitución por sobre Dios.Ella los escondía para que ellos pudieran celebrar misa, y también colaboraba con ellos en sus trabajos pastorales llegando muchas veces a poner en riesgo su propia vida. Una vez que el levantamiento revolucionario terminó, ella siguió con sus labores caritativas hasta su muerte el 4 de julio de 1836.Una gran muchedumbre asistió a sus funerales, y hasta hoy en día en la región de Mauriac su popularidad se mantiene intacta.Fue beatificada por S.S. Juan Pablo II el 24 de noviembre de 1996.

Mártir, Julho 4 Autor: . Fuente: Franciscanos.net Cesidio Giacomantonio de Fossa, Santo Mártir, Julio 4 Cesidio Giacomantonio de Fossa, Santo MártirAngel nació en Fossa, Abruzzo, provincia de Aquila, el 30 de agosto de 1873. Ya desde jovencito a menudo se iba al solitario convento de Ocre, donde reposan los restos del Beato Bernardino de Fossa y del Beato Timoteo de Monticchio. Orando ante aquellas urnas sintió germinar en su corazón la vocación religiosa y la idea de la vida franciscana.El 21 de noviembre de 1891 fue recibido en la Orden de los Hermanos Menores, vistiendo el hábito franciscano con el nombre de Cesidio, en memoria de un jovencito mártir. Después de la profesión religiosa, en varios conventos completó sus estudios y fue ordenado sacerdote. Por algún tiempo ejerció el ministerio de la predicación. Luego fue enviado a Roma como candidato a las misiones. Después de que completó su formación misionera, junto con dos cohermanos partió para la China. Al llegar fue acogido con inmensa alegría por el Vicario Apostólico, el obispo Antonino Fantosati. A pesar del ambiente de persecución, en él persistía siempre el gran deseo de predicar, de convertir y de bautizar en el nombre del Señor el mayor número posible. Para esto aprendió bien la lengua china y su apostolado se vio colmado de satisfacciones.En una carta a sus padres poco antes del martirio, describe su alegría de encontrarse en la China y pide oraciones por la conversión de muchos infieles. Luego añade: “Procuremos hacernos santos, si alcanzamos esta gracia podremos cantar en el cielo el eterno aleluya”. El 4 de julio de 1900, la misión donde él se encontraba fue invadida por los bóxeres. El Padre Cesidio corrió a la capilla a consumir el Santísimo Sacramento y luego se enfrentó a la rabia de sus perseguidores. Fue asesinado a golpes de lanza y bastonazos. Tenía solamente 27 años y fue así el primer mártir en la persecución de los boxers de 1900. Fue canonizado por S.S. Juan Pablo II el 1 de octubre de 2000 como parte de los 120 mártires en China Mártires de China, Santos 120 Mártires de China, 28 Septiembre Mártires de China, SantosDesde los más remotos orígenes del pueblo chino (hacia la mitad del tercer milenio antes de Cristo) el sentimiento religioso hacia el Ser Supremo y la piedad filial y devota hacia los antepasados difuntos son las características más relevantes de su cultura milenaria. Esta nota de neta religiosidad se encuentra, más o menos, en los chinos de todos los siglos, hasta el nuestro, cuando bajo el influjodel ateísmo occidental, algunos intelectuales, especialmente los educados en el exterior, han querido desprenderse, como algunosde sus maestros occidentales, de cualquier idea religiosa. El Evangelio se anunció en China en el siglo V y, a primerosdel VII, se erigió allí la primera iglesia. Durante la dinastía T´ang(618-907) la comunidad de los cristianos estuvo floreciente durante dos siglos. En el XIII la comprensión del pueblo chino y de sus culturas, que supo tener un misionero como Juan de Montecorvino, lograron que se pudiera dar impulso a la primera misión católica en el «Reino del medio» con sede episcopal en Beijin. No es de extrañar que, especialmente en la época moderna (es decir, desde el siglo XVI, cuando las comunicaciones entre oriente y occidente comenzaron a ser en cierto modo más frecuentes), haya existido por parte de la Iglesia Católica el deseo de llevar a este pueblo la luz del Evangelio, a fin de que ésta enriqueciese aún más el tesoro de tradiciones culturales y religiosas tan ricas y profundas. Así pues, a partir de las últimas décadas del siglo XVI, varios misioneros católicos fueron invitados a China: se habían elegido con gran esmero personas como Matteo Ricci y otros, teniendo en cuenta, además de su espíritu de fe y de amor, sus capacidades culturales y sus cualidades en diversos campos de la ciencia, en especial de la astronomía y de la matemática. De hecho, gracias a éstos y al aprecio que demostraron los misioneros por el notable espíritu de investigación presente en los estudiosos chinos, pudieron establecerse relaciones de colaboración científica muy provechosas. Éstas sirvieron a su vez para abrir muchas puertas, incluso las de la corte imperial, y para así entablar relaciones muy útiles con varias personas de grandes capacidades. La calidad de la vida religiosa de estos misioneros fue lo que indujo a no pocas personas de alto nivel a sentir la necesidad de conocer mejor el espíritu evangélico que los animaba y, luego, de instruirse en los postulados de la religión cristiana: lo cual se hizo de manera conveniente a sus características culturales y a su modo de pensar. A finales del siglo XVI y primeros del XVII, fueron numerosos los que, una vez adquirida la debida preparación, pidieron el bautismo y llegaron a ser cristianos fervientes, manteniendo siempre con justo orgullo su identidad de chinos y su cultura. El cristianismo se vio en aquel período como una realidad que no se oponía a los más altos valores de las tradiciones del pueblo chino, ni se superponía a ellos, sino que los enriquecía con una nueva luzy dimensión. Gracias a las óptimas relaciones existentes entre algunos misioneros y el mismo emperador K´ang Hsi; gracias a sus servicios prestados por restablecer la paz entre el «zar» de Rusia y el «hijo del cielo», o sea el emperador, éste promulgó en 1692 el primer decreto de libertad religiosa, en virtud del cual todos sus súbditos podían seguir la religión cristiana y todos los misioneros podían predicarla en sus vastos dominios. Como consecuencia, la acción misionera y la difusión del mensaje evangélico se desarrollaron notablemente y fueron muchos los chinos que, atraídos por la luz de Cristo, pidieron recibir el bautismo. Pero desgraciadamente la cuestión espinosa de los «ritos chinos», irritó sobremanera al emperador K´ang Hsi y preparó la persecución (fuertemente influenciada por la del vecino Japón), que en unos sitios más en otros menos, abierta o solapada, violenta o velada,se extendió prácticamente con sucesivas oleadas desde la primera década del siglo XVII hasta la mitad del siglo XIX, matando a misioneros y a fieles laicos y destruyendo no pocas iglesias. Fue exactamente el 15 de enero de 1648 cuando los Tártaros Manciù, habiendo invadido la región del Fujian y mostrándose hostiles a la religión cristiana, dieron muerte al San Francisco Fernández de Capillas, sacerdote de la Orden de los Frailes Predicadores. Después de haberlo encarcelado y torturado, lo decapitaron mientras rezaba con otros los misterios dolorosos del Rosario. El San Francisco Fernández de Capillas ha sido reconocidopor la Santa Sede como Proto mártir de China. Hacia la mitad del siglo siguiente, el XVIII, otros cinco misioneros españoles, que habían ejercido su actividad entre los años 1715-1747, fueron también asesinados como resultado de una nueva ola de persecución iniciada en 1729 y con secuaces más encarnizados en 1746. Era la época de los emperadores Yung-Cheng y de su hijo K´ien-Lung. San Pedro Sans i Iordà, O.P., Obispo, martirizado el 26 de mayo de 1747 en Fuzhou. San Francisco Serrano, O.P., Sacerdote, San Joaquín Royo, O.P. Sacerdote, San Juan Alcober, O.P., Sacerdote, San Francisco Díaz, O.P. Sacerdote, los cuatro fueron matados el 28 de octubre de 1748 en Fuzhou. Una nueva fase de régimen de persecución en relación con la religión cristiana se desató posteriormente en el siglo XIX. Mientras algunos Emperadores de los siglos precedentes habían autorizado el catolicismo, el Emperador Kia-Kin (1796-1821) publicó en cambio numerosos y severos decretos en contra. El primero se remonta al 1805; dos edictos del 1811 iban dirigidos contra aquellos de entre los chinos que hacían los estudios para recibir las órdenes sagradas y contra los sacerdotes que propagaban la religión cristiana. Un decreto del 1813 exoneraba de cualquier castigo a los apóstatas voluntarios, es decir, a los Cristianos que declaraban espontáneamente que abandonaban la fe cristiana, pero amenazaba a todos los demás. En este período sufrió el martirio el San Pedro Wu, laico catequista, chino, nacido de familia pagana, recibió el bautismo en 1796 y pasó el resto de su vida anunciando la verdad de la religión cristiana. Todas las tentativas para hacerlo apostatar fueron vanas. Emitida contra él la sentencia de muerte, fue estrangulado el 7 de noviembre de 1814. Siguió sus pasos en la fidelidad a Cristo el San José Zhang-Dapeng, laico catequista, comerciante, bautizado en el 1800, llegó a ser después el alma de la misión en la ciudad de Kony-Yang. Encarcelado, murió estrangulado el 12 de marzo de 1815. Este año (1815) se promulgaron otros dos Decretos, en los que se aprobaba la conducta del Virrey del Sichuan, que había hecho decapitar a Mons. Dufresse, de las Misiones Exteriores de París,y a muchos cristianos chinos. Siguió una persecución más exacerbada. Son de este período los siguientes mártires: San Juan Gabriel Taurin Dufresse, M.E.P., Obispo, arrestado el 18 de mayo de 1815, conducido a Chengdu, condenado y ajusticiado el 14 de septiembre de 1815. San Agustín Zhao Rong, Sacerdote diocesano chino que, siendo antes uno de los soldados que escoltaron a Mons. Dufresse desde Chengdu hasta Beijin, había quedado impresionado por la paciencia de éste y había pedido ser contado entre los neófitos: una vez bautizado, se le mandó al Seminario y después se ordenó sacerdote. Arrestado, sufrió crueles suplicios y después murióen 1815. San Giovanni da Triora, O.F.M., Sacerdote, hecho prisionero junto con otros en el verano del 1815, después condenado a muerte y murió estrangulado el 7 de febrero de 1816. San José Yuan, Sacerdote diocesano chino, el cual, habiendo escuchado a Mons. Dufresse hablar de la fe cristiana, quedó prendado de la belleza de ésta y después llegó a ser un neófito ejemplar. Más tarde, ordenado sacerdote y, como tal, entregado a la evangelización en varios distritos; fue apresado en agosto de 1816, condenado a la estrangulación y matado de esta suerte el 24 de junio de 1817. San Francisco Regis Clet de la Congregación de la Misión que, después de haber obtenido el permiso para ir a las misiones de China, se había embarcado para el Oriente en 1791. Llegado allí, llevó durante treinta años una vida sacrificada de misionero: sostenido por un celo incansable, evangelizó tres inmensas Provincias del Imperio Chino: Jiangxi, Hubei, Hunan. Traicionado por un cristiano, fue arrestado y llevado a prisión donde sufrió atroces suplicios. Mediante sentencia del Emperador fue matado por estrangulación el 17 de febrero de 1820. San Tadeo Liu, Sacerdote diocesano, chino, que se negó a apostatar, diciendo que era sacerdote y quería ser fiel a la religión que había predicado. Condenado a muerte, fue estrangulado el 30 de noviembre de 1823. San Pedro Liu, catequista laico, chino, arrestado en 1814 y condenado al exilio en Tartaria, donde permaneció casi veinte años. Vuelto a la patria, fue de nuevo apresado y estrangulado el 17 de mayo de 1834. San Joaquín Ho, catequista laico, chino, fue bautizado a la edad de casi 20 años. En la gran persecución del 1814 había sido prendido con muchos otros fieles y sometido a crueles torturas. Desterrado a Tartaria, allí permaneció unos 20 años; regresado a la patria fue nuevamente apresado y rehusó apostatar. A continuación, una vez confirmada la sentencia de muerte por parte del Emperador, fue estrangulado el 9 de julio de 1839. San Augusto Chapdelaine, M.E.P., sacerdote de la Diócesis de Coutances. Habiendo ingresado en el Seminario de las Misiones Exteriores de París, se embarcó directamente a China en 1852; llegó a Guangxi a finales del 1854. Arrestado en 1856, torturado, condenado a muerte enjaulado, expiró en febrero de 1856. San Lorenzo Bai Xiaoman, laico, chino, obrero modesto, que acompañó al San Chapdelaine en el asilo que habían ofrecido al misionero y fue con él apresado y conducido al tribunal. Nada pudo hacerlo apostatar. Fue decapitado el 25 de febrero de 1856. Santa Inés Cao Guiying, viuda, había nacido de antigua familia cristiana; habiéndose dedicado a la instrucción de las muchachas jóvenes convertidas por el B. Chapdelaine, fue arrestada y, condenada a morir enjaulada, fue ajusticiada el 1 de marzo de 1856. El 28 de enero de 1858, por orden del mandarín de MaoKou (en la provincia de Guizhou), fueron matados tres catequistas, conocidos como Mártires de MaoKou: San Jerónimo Lu Tingmei,San Lorenzo Wang Bing, Santa Àgueda Lin Zao. Se pidió a los tres que renunciaran a la religión cristiana. Como su respuesta fuese negativa, fueron condenados a la decapitación. El 29 de julio de 1861 sufrieron el martirio simultáneamente dos seminaristas y dos laicos, de los cuales uno era cultivador y la otra una viuda que prestaba sus servicios como cocinera en el seminario. Se los conoce como Mártires de Qingyanzhen (Guizhou): San José Zhang Wenlan, seminarista, San Pablo Chen Changpin, seminarista, San Juan Bautista Luo Tingying, laico, Santa Marta Wang-Luo Mande, laica. El año siguiente, el 18 y 19 de febrero de 1862, dieron su vidapor Cristo otras 5 personas, conocidas como Mártires de Guizhou,a saber: San Juan Pedro Néel, Sacerdote de las Misiones Exterioresde París, San Martín Wu Xuesheng, catequista laico, San Juan Zhang Tianshen, catequista laico, San Juan Chen Xianheng, catequista laico, Santa Lucía Yi Zhenmei, catequista laica. Mientras tanto habían ocurrido, en el campo de la política, algunos episodios que tuvieron notables repercusiones en la vida de las misiones cristianas. En junio de 1840 el Comisario imperial de Guangdong, queriendo con razón suprimir el comercio del opio, que estaba en manos de los ingleses, había hecho arrojar al mar más de veinte mil cajas de esta droga. Este había sido el pretexto de la guerra inmediata, con victoria de los ingleses. Terminada la guerra, China debió firmar en 1842 el primer tratado internacional de los tiempos modernos, al que siguieron muy pronto otros con América y Francia. Aprovechando la ocasión, Francia sustituyó a Portugal como potencia protectora de las misiones y como consecuencia se promulgó un doble decreto: uno del 1844, por el cual se permitía a los chinos seguir la religión católica, otro del 1846, mediante el cual se suprimían las antiguas penas contra los católicos. La Iglesia pudo entonces vivir abiertamente y ejercer su acción misionera, desarrollándola también en el ámbito de la educación superior, universitaria y de la investigación científica. Al multiplicarse los diversos Institutos culturales de alto nivel y gracias a su actividad muy apreciada, se establecieron gradualmente lazos cada vez más profundos entre la Iglesia y China con sus ricas tradiciones culturales. Esta colaboración con las autoridades chinas favoreció de un modo creciente la mutua estima y participación en aquellos valores que deben regir siempre toda sociedad civil. Transcurrió así un siglo de expansión de las misiones cristianas, con la excepción hecha del período en que se abatió sobre ellas la desgracia de la insurrección de la «Asociación de la justicia y de la armonía» (conocida comúnmente como de los “Boxers”), que ocurrió al principio del siglo XX y causó el derramamiento de sangre de muchos cristianos. Es sabido que en esta revuelta confluyeron todas las sociedades secretas y el odio acumulado y reprimido contra los extranjeros de los últimos decenios del siglo XIX a causa de las vicisitudes políticas y sociales que siguieron a la «guerra del opio» y a la imposición de los así llamados «Tratados desiguales» por parte de las Potencias Occidentales. Sin embargo fue muy distinto el móvil de la persecución a los Misioneros, aunque fueran de nacionalidad europea. Su matanza fue determinada por una causa puramente religiosa: fueron matados por el mismo motivo con que lo fueron los fieles chinos que se habían hecho cristianos. Documentos históricos indiscutibles ponen en evidencia el odio anticristiano que impulsó a los “Boxers” a asesinar a los Misioneros y a los fieles locales que se habían adherido a su doctrina. Respecto a ellos se emitió un edicto el 1 de julio de 1900, en el cual se decía, en síntesis, que ya había pasado el tiempo de las buenas relaciones con los Misioneros europeos y sus cristianos: que los primeros debían ser repatriados inmediatamente y los fieles obligados a la apostasía, bajo pena de muerte. Como resultado de esto tuvo lugar el martirio de algunos misioneros y de muchos chinos que se agruparon en los siguientes grupos: a) Mártires de Shanxi, muertos el 9 de julio de 1900, que son Frailes Menores Franciscanos: San Gregorio Grassi, Obispo, San Francisco Fogolla, Obispo, San Elías Facchini, Sacerdote, San Teodorico Balat, Sacerdote, San Andrés Bauer, Hermano Religioso; b) Mártires del Hunan Meridional, muertos el 7 de julio de 1900, también Frailes Menores Franciscanos: San Antonino Fantosati, Obispo, San José María Gambaro, Sacerdote, San Cesidio Giacomantonio, Sacerdote ( 4 julio). A los mártires franciscanos de la Orden Primera se añaden siete Franciscanas Misioneras de María, de las cuales 3 francesas,2 italianas, 1 belga y 1 holandesa: Santa María Ermellina de Jesús (en el siglo: Irma Grivot), Santa María de la Paz (en el siglo: María Anna Giuliani), Santa María Clara (en el siglo: Clelia Nanetti), Santa María de Santa Natalia (en el siglo: Juana María Kerguin), Santa María de San Justo (en el siglo: Ana Moreau), Santa María Adolfina (en el siglo: Ana Dierk), Santa María Amandina (en el siglo: Paula Jeuris). De los mártires chinos de la familia franciscana forman parte también 11 Franciscanos seglares, todos chinos: San Juan Zhang Huan, seminarista, San Patricio Dong Bodi, seminarista, San Juan Wang Rui, seminarista, San Felipe Zhang Zhihe, seminarista, San Juan , Zhang Jingguang, seminarista, San Tomás Shen Jihe, laico, sirviente, San Simón Qin Cunfu, catequista laico, San Pedro Wu Anbang, laico, San Francisco Zhang Rong, laico agricultor, San Matías Feng De, laico neófito, San Pedro Zhang Banniu, obrero laico. A ellos se añaden algunos fieles laicos chinos: San Santiago Yan Guodong, agricultor, San Santiago Zhao Quanxin, sirviente, San Pietro Wang Erman, cocinero. Cuando la rebelión de los “Boxers”, iniciada en Shandong, difundida luego en Shanxi y en Hunan, llegó también al sudeste de Tcheli, en aquel entonces Vicariato Apostólico de Xianxian, confiado a los Jesuitas, los cristianos matados se cuentan por millares. Entre éstos se encuentran 4 misioneros jesuitas franceses y 52 cristianos laicos chinos, hombres, mujeres y niños, el más anciano de ellos tenía la edad de 79 años, mientras que los dos más jóvenes sólo 9 años. Todos sufrieron el martirio en el mes de julio de 1909; muchos de ellos fueron matados en la Iglesia del Pueblo di Tchou-Kia-ho, donde se habían refugiado y estaban en oración junto con los dos primeros de los misioneros que a continuación se enumeran: San León Mangin, S.J. sacerdote, San Pablo Denn, S.J., sacerdote, San Remigio Isoré, S.J., sacerdote, San Modesto Andlauer, S.J., sacerdote. He aquí los nombres y edades de los laicos cristianos chinos: Santa María Zhu, de unos 50 años, San Pedro Zhu Rixin, de 19 años, San Juan Bautista Zhu Wurui, de 17 años, Santa María Fu Guilin, de 37 años, Santa Bárbara Cui Lian, de 51 años, San José Ma Taishun, de 60 años, Santa Lucía Wang Cheng, 18 años, Santa María Fan Kun, de 16 años, Santa María Chi Yu, de 15 años, Santa María Zheng Xu, de 11 años, Santa María Du Zhao, de 51 años, Santa Magdalena Du Fengju, de 19 años, Santa María Du Tian, de 42 años, San Pablo Wu Anjyu, de 62 años, San Juan Bautista Wu Mantang, 17 años, San Pablo Wu Wanshu, de 16 años, San Ramón Li Quanzhen, de 59 años, San Pedro Li Quanhui, de 63 años, San Pedro Zhao Mingzhen, de 61 años, San Juan Bautista Zhao Mingxi, de 56 años, Santa Teresa Chen Tinjieh, de 25 años, Santa Rosa Chen Aijieh, de 22 años, San Pedro Wang Zuolong, de 58 años, Santa María Gou Li, de 65 años, San Juan Wu Wenyin, de 50 años, San Zhang Huailu, de 57 años, San Marcos Ki-T´ien-Siang, de 66 años, Santa Ana An Xin, de 72 años, Santa María An Guo, de 64 años, Santa Ana An Jiao, de 26 años, Santa María An Linghua, de 29 años, San Pablo Liu Jinde, de 79 años, San José Wang Kuiju, de 37 años, San Juan Wang Kuixin, de 25 años, Santa Teresa Zhang He, de 36 años, Santa Lang Yang, de 29 años, San Pablo Lang Fu, de 9 años, Santa Isabel Qin Bian, de 54 años, San Simón Qin Cunfu, de 14 años, San Pedro Liu Zeyu, de 57 años, Santa Ana Wang, de 14 años, San José Wang Yumei, de 68 años, Santa Lucía Wang Wang, de 31 años, San Andrés Wang Tianqing, de 9 años, Santa María Wang Li, de 49 años, San Chi Zhuze, de 18 años, Santa María Zhao Gou, de 60 años, Santa Rosa Zhao, de 22 años, Santa María Zhao, de 17 años, San José Yuan Gengyin, de 47 años, San Pablo Ge Tingzhu, de 61 años, Santa Rosa Fan Hui, de 45 años. El hecho de que este considerable número de fieles laicos chinos haya ofrecido la vida a Cristo juntamente con los misioneros que les habían anunciado el Evangelio y se habían prodigado por ellos pone en evidencia la profundidad de los vínculos que la fe en Cristo establece, reuniendo en una sola familia personas de razas y culturas diversas, estrechamente hermanados entre sí, no ya por motivos políticos, sino en virtud de una religión que predica el amor, la fraternidad, la paz y la justicia. Además de todos los matados por los “Boxers” hasta ahora mencionados, debe recordarse también al San Alberico Crescitelli, sacerdote del Instituto Pontificio de las Misiones Exteriores de Milán, que desarrolló su ministerio en el Shanxi Meridional y fue martirizado el 21 de julio de 1900. Años después, al nutrido ejército de los Mártires arriba recordados iban a unirse algunos Miembros de la Sociedad Salesiana de S. Juan Bosco: San Luis Versiglia, Obispo, San Calixto Caravario, Sacerdote. Fueron asesinados juntos el 25 de febrero de 1930 en Li-Thau-Tseul.Todos ellos fueron proclamados santos de la Iglesia el 1 de Octubre del año 2000 por el Papa Juan Pablo II.Reproducido con autorización de Vatican.va Recolha de www.es.catholic.net/santoral Transcrição e tradução incompleta de António Fonseca