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terça-feira, 7 de julho de 2009

CARITAS IN VERITATE

Foi publicada a terceira Carta encíclica escrita por Bento XVI "CARITAS IN VERITATE" (Caridade na verdade) sobre o desenvolvimento humano integral na caridade e na verdade, firmada em 29 de Junho do ano 2009, festa de São Pedro e São Paulo.
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síntese e descarga em PDF Fonte: Vatican Information System Autor: Bento XVI
Síntese da nova encíclica de Bento XVI, "Caritas in veritate":
A Caridade na verdade, sobre o desenvolvimento humano integral na caridade e na verdade.
A Encíclica, publicada hoje, 7 de Julho de 2009, consta de uma introdução, seis capítulos e uma conclusão e está datada de 29 de Junho de 2009, solenidade de São Pedro e São Paulo.
"Na Introdução - explica a síntese - o Papa recorda que a caridade é "a vía mestra da doutrina social da Igreja".
Por outro lado, dado o "risco de ser mal entendida ou excluída da ética vivida" adverte de que "um cristianismo de caridade sem verdade se pode confundir facilmente com uma reserva de bons sentimentos, proveitosos para a convivência social, mas marginais". "O desenvolvimento (...) necessita esta verdade", escreve Bento XVI e analiza "dos critérios orientadores da acção moral: a justiça e o bem comum. (...) Todo o cristão está chamado a esta caridade, segundo sua vocação e suas possibilidades de incidir na globalização. Esta é a vía institucional do viver social".
O primeiro capítulo está dedicado à "Mensagem da "Populorum progressio" de Paulo VI
que "reafirmou a importância imprescindível do Evangelho para a construção da sociedade segundo a liberdade e justiça". "A fé cristã - escreve Bento XVI - ocupa-se do desenvolvimento não se apoiando em privilégios ou posições de poder (...) mas apenas em Cristo". O pontífice evidencia que "as causas do subdesenvolvimento não são principalmente de ordem material". Estão antes de tudo na vontade, o pensamento e todavía mais "na falta de fraternidade entre os homens e os povos".
"O desenvolvimento humano em nosso tempo" é o tema do segundo capítulo.
"O objectivo exclusivo do benefício, quando é mal obtido e sem o bem comum como fim último - reitera o Papa - corre o risco de destruir riqueza e criar pobreza". E enumera algumas distorções do desenvolvimento: uma actividade financeira "em boa parte especulativa", os fluxos migratórios "frequentemente provocados e depois não geridos adequadamente ou a exploração sem regras dos recursos da terra". Frente a esses problemas ligados entre sí, o Papa invoca "uma nova síntese humanista", constatando depois que "o quadro de desenvolvimento se espalha em múltiplos ámbitos: (...) cresce a riqueza mundial em termos absolutos, mas aumentam também as desigualdades (...) e nascem novas pobrezas". "No plano cultural -prossegue- (...) as possibilidades de interacção" deram lugar a "novas perspectivas de diálogo", (...)mas há um duplo risco". Em primeiro lugar "um eclectismo cultural" onde as culturas se consideram "substancialmente equivalentes". O perigo oposto é o de "rebaixar a cultura e homologar os (...) estilos de vida". Bento XVI recorda "o escândalo da Fome" e auspicia "uma equânime reforma agrária nos países em desenvolvimento". Assim mesmo, o pontífice evidencia que o respeito pela vida "em modo algum pode separar-se das questões relacionadas com o desenvolvimento dos povos" e afirma que "quando uma sociedade se encaminha para a negação e a supressão da vida acaba por não encontrar a motivação e a energía necessárias para esforçar-se no serviço do verdadeiro bem do homem". Outro aspecto ligado ao desenvolvimento é o "direito à liberdade religiosa. A violência - escreve o Papa -, trava o desenvolvimento autêntico" e isto "ocorre especialmente com o terrorismo de inspiração fundamentalista".
"Fraternidade, desenvolvimento económico e sociedade civil" é o tema do terceiro capítulo,
que se abre com um elogio da experiência do dom, não reconhecida habitualmente, "devido a uma visão da existência que antepõe a tudo a produtividade e a utilidade. (...) O desenvolvimento, (...) se quer ser auténticamente humano, necessita em troca dar espaço ao princípio de gratuidade", e porquanto se refere ao mercado a lógica mercantil, esta deve estar "ordenada à consecução do bem común, que é responsabilidade sobretudo da comunidade política". Retomando a encíclica "Centesimus annus" indica "a necessidade de um sistema baseado em três instâncias: o mercado, o Estado e a sociedad civil" e espera "uma civilização da economía". Fazem falta "formas de economía solidária" e "tanto o mercado como a política têm necessidade de pessoas abertas ao dom recíproco". O capítulo se encerra com uma nova valoração do fenómeno da globalização, que não se deve entender só como "um processo sócio-económico". (...) A globalização necessita "uma orientação cultural personalista e comunitária aberta à transcendência (...) e capaz de corrigir suas disfunções".
No quarto capítulo, a Encíclica trata o tema do "Desenvolvimento dos povos, direitos e deveres, ambiente".
"Governo e organismos internacionais - se lê - não podem esquecer "a objectividade e a indisponibilidade" dos direitos. A este respeito, se detém nas "problemáticas relacionadas com o crescimento demográfico". Reafirma que a sexualidade não se pode "reduzir a um mero feito hedonístico e lúdico". Os Estados, escreve, "estão chamados a realizar políticas que promovam a centralidade da família". "A economía -afirma uma vez mais- tem necessidade da ética para seu correcto funcionamento; não de qualquer ética mas sim de uma ética amiga da pessoa". A mesma centralidade da pessoa, escreve, deve ser o princípio guía "nas intervenções para o desenvolvimento" da cooperação internacional. (...) Os organismos internacionais - exorta o Papa - deveriam interrogar-se sobre a real eficácia de seus aparatos burocráticos", "com frequência muito custosos". O Santo Padre se refere mais adiante às problemáticas energéticas. "O acumular dos recursos" por parte de Estados e grupos de poder, denuncia, constituem "um grave impedimento para o desenvolvimento dos países pobres". (...) "As sociedades tecnologicamente avançadas - acrescenta - podem e devem diminuir a própria necessidade energética", enquanto deve "avançar a investigação sobre energías alternativas".
"A colaboração da família humana" é o coração do quinto capítulo,
em que Bento XVI põe em relevo que "o desenvolvimento dos povos depende sobretudo do reconhecimento de ser uma só familia". Daí que, se lê, a religião cristã pode contribuir ao desenvolvimento "só se Deus encontra um posto também na esfera pública". O Papa faz referência ao princípio de subsidiaridade, que oferece uma ajuda à pessoa "através da autonomía dos corpos intermédios". A subsidiariedade, explica, "é o antídoto mais eficaz contra toda a forma de assistencialismo paternalista" e "é mais adequada para humanizar a globalização". Assim mesmo, Bento XVI exorta aos Estados ricos a "destinar maiores quotas" do Produto Interno Bruto para o deesnvolvimento, respeitando os compromissos adquiridos. E augura um maior acesso à educação e, ainda mais, à "formação completa da pessoa" afirmando que, cedendo ao relativismo, se converte em mais pobre. Um exemplo, escreve, é o do fenómeno perverso do turismo sexual. "É doloroso constatar - observa - que se desenvolve com frequência com o aval dos governos locais". O Papa afronta a continuação ao fenómeno "histórico" das migrações. "Todo o emigrante, afirma, "é uma pessoa humana" que "possui direitos que devem ser respeitados por todos e em toda a situação". O último páragrafo do capítulo o dedica o Pontífice "à urgência da reforma" da ONU e "da arquitectura económica e financeira internacional". Urge "a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial" (...) que goze de "poder efectivo".
O sexto e último capítulo está centrado no tema de "Desenvolvimento dos povos e a técnica".
O Papa põe em guarda ante a "pretensão Prometeica" segundo a qual "a humanidade crê poder-se recrear valendo-se dos ’prodígios’ da tecnología". A técnica, sublinha, não pode ter uma "liberdade absoluta". O campo primário "da luta cultural entre o absolutismo da tecnicidade e a responsabilidade moral do homem é hoje o da bioética", explica o Papa, e acrescenta: "A razão sem a fé está destinada a perder-se na ilusão da própria omnipotência". A questão social se converte em "questão antropológica". A investigação com embriões, a clonação, lamenta o Pontífice, "são promovidas pela cultura actual", que "crê haver desvendado todo o mistério". O Papa teme "uma sistemática planificação eugenésica dos nascimentos".
Na Conclusão da Encíclica, o Papa sublinha que o desenvolvimento "tem necessidade de cristãos com os braços elevados até Deus em gesto de oração", de "amor e de perdão, de renúncia a sí mesmo, de acolhimento ao próximo, de justiça e de paz".
Descarregar o texto completo da Encíclica em PDF, dando click em: http://es.catholic.net/catholic_db/archivosWord_db/caritas_en_veritate.pdf Recolha, transcrição e tradução (de espanhol para português) de António Fonseca

FERMIN (ou FIRMINO) e outros - 7 de JULHO

Fermín (ou Firmino), Santo Bispo e mártir, 7 de julho
Fermín, Santo Bispo e mártir, 7 de julho
Fermín, Santo - Século IV - Martirológio Romano: São Fermín, bispo de Pamplona.
O bispo de Tolosa, São Saturnino o enviou a pregar oEvangelho a Pamplona, o consagrou para seu primeiro bispo , voltando depois de alguns anos às Gálias, pregou o Evangelho no norte de França, morrendo em Amiéns, séc. II.
Etimologicamente: Fermín = Aquele que é constante, firme, recto, valoroso e sólido, é de origem latina. Este Santo é o famoso patrono das "Corridas de San Fermín" em Espanha. Seu nome provém de "Firmus", o firme, o valoroso
Nasceu em Pamplona, Espanha, converteu-o à Fé S. Honesto, um discípulo de S. Saturnino, e o consagrou o bispo de Toulose, o qual o enviou a pregar por França. São Fermín construiu um templo em Amiens, e nessa cidade converteu muitos pagãos ao cristianismo. Em Amiens recebeu também o martírio por proclamar a fé em Jesus Cristo.
Pregou San Fermín com muito fruto nas regiões de Pamplona e Navarra e conseguiu deixar aí muitos sacerdotes fervorosos, os quais reafirmaram a fé católica naquelas terras. Quando se foi dali, a maioría dos pagãos da região haviam voltado a ser cristãos. Em França um governador mandou-o prender, mas o povo invadiu o cárcere e o libertou. Mais tarde o chefe pagão de Amiens lhe ordenou que deixasse de pregar a religião de Cristo. Como o Santo não quis deixar de pregar a verdadeira religião, então o governador lhe mandou cortar a cabeça. E assim obteve o que mais quería em toda sua vida: derramar seu sangue por Jesus Cristo e chegar a ser mártir de nossa santa religião.
A cidade de Pamplona celebra sua festa, cada 7 de Julho com grandes regozijos populares.
Queira Deus que nossos religiosos nem os apóstolos, não deixem nunca de pregar e ensinar, sem se cansarem, nem desanimarem, a verdadeira religião de Jesús. Ainda que isso lhes custe grandes sacrifícios.
María Romero Meneses, Beata Religiosa, Julho 7
María Romero Meneses, Beata Religiosa, Julho 7
Beata María Romero Meneses nasce em Granada (Nicarágua) em 13 de Janeiro de 1902, numa família muito acomodada, mas de grande sensibilidade para as necessidades dos mais pobres, a quem socorre regularmente com generosidade. Orientada em família nos estudos artísticos, cedo revela seu talento para a música e pintura. Aos doze anos, no colégio das Filhas de María Auxiliadora, recém chegadas a sua cidade, começa a conhecer a Dom Bosco: congenia imediatamente com a figura do grande apóstolo da juventude, em quem encontra como a encarnação dos ideais que vibram em seu espírito, primeiro de maneira genérica e vaga e depois cada vez mais claramente e com maior capacidade de a entusiasmar.
Faz sua opção: Filha de María Auxiliadora (1923), e no nome desta sua Mãe e «sua Rainha» – como ama invocá-la – realiza uma incansável actividade apostólica, dando vida a grandiosas obras sociais, especialmente na Costa Rica, aonde é enviada em 1931.
Com viva sensibilidade evangélica e eclesial, conquista para sua missão apostólica às jóvens alunas que se voltam «missionárias» (missioneritas, as chama Soror María) nas aldeias dos arredores da Capital, entre crianças semi abandonadas e familias deserdadas. Luego, también adultos, empresarios adinerados y renombrados profesionales quedan conquistados por su devoción mariana, que obtiene gracias estrepitosas, y se sienten por lo tanto comprometidos a colaborar efectivamente a las iniciativas asistenciais que Soror María, baixou a acção do Espírito, vai projectando continuamente com a audacia de la más auténtica fe en la Providencia.
Soror María sueña para sus pobres siempre nuevas soluciones a las urgencias apremiantes: obtiene primero visitas médicas gratuitas, gracias a la acción voluntaria de médicos especialistas, y con la colaboración de industriales del lugar organiza cursos de formación profesional para jóvenes y mujeres que en la pobreza hubieran encontrado una pésima consejera. En esta forma logra dar vida en poco tiempo a un ambulatorio múltiple, con varias especialidades, para asegurar la asistencia médico-farmacéutica a muchas personas y familias privadas de toda garantía social. Al mismo tiempo crea cerca instalaciones adecuadas para Ia acogida de los pacientes – a veces familias enteras – como también salas para la catequesis y la alfabetización en los momentos de espera, además la capilla y un gracioso jardín, y hasta el balcón con los canarios.Para las familias sin techo, reducidas con frecuencia a una vida precaria bajo los puentes de la periferia, hace construir – siempre con la ayuda de una sorprendente Providencia – «verdaderas» casitas, en las cuales limpidez y propiedad, junto con los colores de un pequeñísimo jardín, tienen la función pedagógica de recuperar personas amargadas, restituir dignidad a vidas envilecidas por el abandono, abriendo los corazones a horizontes de verdad, de esperanza y de nueva capacidad de inserción social.
Surgen así las ciudadelas de María Auxiliadora: una obra que continúa todavía, debido al interés de sus colaboradores a través de la Asociación de laicos Asayne (Asociación de Ayuda a los Necesitados).En medio del sucederse de obras para organizar, y de una peculiar actividad suya como consejera espiritual (cada día horas y horas de intensos coloquios privados, las llamadas consultas) encuentra espacio y momentos de ardientes elevaciones del espíritu y de una profunda vida mística, que es en realidad la fuente de la fuerza interior de donde su apostolado brota y recibe extraordinaria eficacia.
Su ideal: amar profundamente a Jesús, «su Rey», y difundir su devoción junto a la de su divina Madre. Su íntima alegría es la posibilidad de acercar a la verdad evangélica a los niños, a los pobres, a los que sufren, a los marginados. La más ambicionada recompensa a sus sacrificios es la de ver reflorecer la paz y la fe en una vida «perdida».Haciéndose como el Apóstol, «toda para todos» y olvidándose de sí para conquistar cada vez nuevos amigos a su Jesús, se entrega hasta el último de sus días: el primero en el que decidió darse un poco de descanso. La esperaba allí el descanso eterno, con «su Rey» y «su Reina». Era el 7 de julio de 1977.La fama de su santidad se expresa en el lamento general de sus asistidos y de sus colaboradores; y por obra de éstos, en el continuo reflorecimiento de las obras fundadas por ella.Fue beatificada el 14 de abril de 2002 por S.S. Juan Pablo II.
Reproducido con autorización de Vatican.va

Benedicto Xl (Nicolás Boccasini), Beato CXCIV Papa, Julho 7

De nome Nicolás Boccasini, aos 14 anos ingressou na ordem dominicana em Veneza. Destacou-se por sua inteligência como mestre. Foi nomeado prior da Lombardía e em 1296 o noveno de superior geral da Ordem de Pregadores. Por suas qualidades esteve encarregado de uma delicada missão diplomática em Flandres, onde obteve éxito e em continuação o Papa o nommeou cardeal em 1298. Foi bispo de Ostia. Na controvérsia com o rei Felipe o Formoso de França, é um dos cardeais que permaneceu fiel a Bonifácio VIII, com quem se refugiou no castelo de Anagni, sendo feito prisioneiro e forçado sem éxito a abdicar.

À morte de Bonifácio VIII, foi eleito Papa em 1303.

Muito mais pacífico que seu antecessor, seu breve pontificado se iniciou com a absolvição da excomunhão ditada contra Felipe o Formoso de França, mas se negou sistemáticamente a perdoar aos autores materiais da ofensa sofrida por seu predecessor em Anagni, excomungando tanto a Guillermo de Nogaret, conselheiro do rey francês, como a Sciarra Colonna. Após oito meses de pontificado morreu, em 11 de Outubro de 1304, ao aparecer envenenado por ordem de Guillermo de Nogaret. De seus oito meses de pontificado, se connhece a anedota de que sua mãe, pobre e viúva foi visitá-lo, para o que se vestiu apropriadamente para ser recebida pelo Papa. Este ao vê-la, protestou por não reconhecer a pia dama, humildemente vestida, a quem tanto quería. Foi beatificado em Abril de 1736 por Clemente XII, seu nome se introduziu no martirológio romano por disposição do Papa Bento XIV em 1748. Sua festividade se celebra em 7 de Julho

Antonino Fantosati, Santo Bispo e Mártir, Julho 7
Antonino Fantosati, Santo bispo e Mártir, Julho 7
Nasceu em Santa Maria in Valle en Trevi, provincia de Perusa, em 16 de Outubro de 1842. De constitución débil, parecía que sería um galhardo e pacífico camponês, em troca foi recebido na Ordem dos Irmãos Menores, ordenado sacerdote aos 23 anos de idade e partiu para a capital de Hupe na China, sede do Vicariato e residência principal da missão, aonde chegou em 15 de Dezembro de 1867. De seus 33 años de apostolado na China os primeiros sete anos foram os mais serenos entre aquelas heroicas cristandades e pôde dedicar-se ao estudo da língua até a falar expeditamente, como um chinês, e ser chamado “o mestre europeu”.
Pasó luego a Lao‑ho‑kow, centro fluvial de primera importancia, donde por 18 años ejerció el ministerio con tacto, prudencia y singular penetración de la mentalidad china. Fue Administrador Apostólico del Alto Hu‑pe cuando la carestía y la peste desolaron a China. En 1878 fundó un orfanato para los niños abandonados y organizó la distribución de numerosas ayudas provenientes de Europa. Luego fue vicario general del obispo Banci y colaboró en la erección del gran templo de tres naves de estilo románico del Sagrado Corazón. En 1888 fue por breve tiempo a Italia. Al regresar a China, fue nombrado Obispo titular de Adana y Vicario Apostólico del Hu‑nan meridional.Sus últimos años fueron amargados por cruces y persecuciones, pero las adversidades no apagaron su celo. En la feroz persecución de los bóxers perecieron en solo Shansi y en Hunan más de 20.000 cristianos. Precedido en el Hunan por el P. Cesidio Giacomantonio, muerto el 4 de julio, San Antonino acudió junto con el P. José María Gambaro al lugar del peligro, a donde llegaron el 7. Reconocidos, fueron asediados por los revoltosos con una granizada de piedras y objetos contundentes, y asesinados bárbaramente. El martirio del obispo se prolongó por más de dos horas entre atroces tormentos, hasta que un pagano, viéndolo todavía vivo, lo atravesó con un largo palo de bambú con una aguda punta de hierro, traspasándolo de un lado a otro. Los dos cadáveres, arrojados primero al río, fueron luego recogidos para ser quemados y sus cenizas dispersadas en el agua o arrojadas al viento a fin de que no se honrara su sepultura. Algunos testigos vieron en el lugar del suplicio dos ángeles elevarse al cielo mientras numerosos paganos que habían asistido a la escena exclamaban: “Estos misioneros eran en verdad hombres justos”. Tenía 58 años.
Fue canonizado el 1 de octubre de 2000 junto a otros 119 mártires en China
José María Gambaro, Santo Presbítero e Mártir, 7 de julho

José María Gambaro, Santo Presbítero e Mártir, 7 de Julho

Martirológio Romano: Perto da cidade de Heu-Chow-Fou, na provincia de Hunan, en China, santos Antonino Fantosati, bispo, e José María Gambaro, presbítero da Ordem dos Menores, que durante a perseguição promovida pelo movimento dos Yihetuan, ao acercarem-se da costa para prestar ajuda aos fieis cristãos, foram lapidados (1900).

Etimológicamente: José = Aquele a quem Deus ajuda, é de origem hebraica. Nasceu em Galliate, provincia de Novara, em 7 de agosto de 1869. Aos treze anos entrou no colégio seráfico e em 20 de setembro de 1886 recebeu o hábito religioso dos Irmãos Menores com o nome de José María. Activo e circunspecto, entusiasta e prudente, foi estimado e apreciado pelos superiores, que o escolheram desde clérigo teólogo como assistente dos irmanos jóvens de Ornavasso. A eleição foi sábia, pois sua natural perspicácia, unida a uma exemplaridade e afabilidade que conquistava, produziu frutos copiosos naqueles jóvens que se preparavam para o sacerdócio e vida religiosa franciscana.

Apenas ordenado sacerdote (marzo 13 de 1892) José fue nombrado rector del colegio de Ornavasso. Pero un año después, según su deseo, se le permitió ir como misionero: abandonó a Italia en 1896 y al llegar a China fue destinado a Hu‑nan meridional.Esta nueva experiencia se le manifestó de inmediato en su áspera dificultad: los usos y costumbres tan diversas no fueron tan difíciles de asimilar como la lengua.

El Vicario apostólico Fantosati, considerando las óptimas cualidades de Gambaro, lo destinó al seminario de Schen‑fan‑tan; los tres jóvenes seminaristas estaban entusiasmados con él, lo admiraban y lo seguían: por tres años fue rector y profesor. Luego, al faltar el misionero en la importante cristiandad de Yent‑chou, José María fue encargado de sustituirlo. Supo hacer frente a la vida misionera activa, y sus inevitables pruebas, con serena fortaleza y con absoluto abandono en las manos del Señor.

En Pentecostés de 1900 fue llamado a Lei‑yang por Mons. Fantosati; terminado el trabajo, después de pocos días, ambos se dirigieron a San‑mu‑tchao para reconstruir la capilla destruida por los paganos: en esta localidad se abatió sobre ellos la persecución. Estalló de improviso el 4 de julio de 1900 en la ciudad de Heng‑tche‑fu, residencia del Vicario Apostólico. Apenas llegaron las primeras tristes noticias, ambos se apresuraron a regresar a la sede; en vano los cristianos insistieron para que buscaran un refugio seguro; ambos declararon abiertamente que, a cualquier costo, su puesto era junto a las ovejas en peligro. Se embarcaron hacia Heng‑tche‑fu: el viaje duró tres días, pero su presencia ya había sido advertida y fueron esperados por una turba fanática y enfurecida. Al bajar a la orilla fueron inmediatamente rodeados y asesinados a golpes de bastón y de lanzas.

Alguien refirió que el P. José María, ya agonizante, tuvo la fuerza de pronunciar sus últimas palabras sobre la tierra: “Jesús, ten piedad y sálvanos”. Era el 7 de julio de 1900. Tenía 31 años de edad, catorce de religioso, ocho de sacerdocio y cuatro de vida misionera.

Fue canonizado, por S.S. Juan Pablo II, el 1 de octubre de 2000, como parte de los 120 mártires católicos en China.
Pedro To Rot, Beato Mártir, Julho 7
Pedro To Rot, Beato Mártir, Julho 7
Primeiro Beato de Papua Nova Guiné. Angel To Puia, chefe respeitado e rico, vivía com sua esposa, María Ja Tumul, uma mulher honrada e silenciosa, na aldeia de Rakunai, no extremo nor-oriental de Nova Bretanha (hoje Papua Nova Guiné). Homem de grande influência entre os seus, a tribu Gunantuna, era considerado como pai e protector, cujo conselho se buscava e cujas opiniões contavam em ordem para a vida da comunidade. Tiveram seis filhos. Os dois últimos morreram ainda crianças. Eram adultos conversos que formavam parte da primeira genração de católicos da região. Pedro era o terceiro. Nasceu em 1912. Se fez notar por sua docilidade e obediência, ainda que estava adornado de um carácter enérgico. Seu pai viu nele o seu futuro sucessor à frente de seu povo de Rakunai, o que o induziu a não o mimar nunca, aconselhá-lo, repreendê-lo, incluso castigá-lo nas falhas, ainda que fossem mínimos. Comienza a frecuentar la escuela de la misión hacia los siete años y no falta ni un sólo día, a no ser por causa de enfermedad:
Detalle significativo, tanto del cuidado de sus padres, como del pundonor del niño, en un pueblo en que no había obligación de asistencia a la escuela, y, peor aún, en una tribu que no se distinguía precisamente por su afición a las ideas y costumbres cristianas. Los niños se sentían independientes, libres; vivían con quien les apetecía, ya fuera con su padre, ya con alguno de los tíos maternos, siempre bajo el dominio consuetudinario de la madre, en una sociedad con muchos elementos de matriarcado clásico.To Rot era inteligente, captaba enseguida los temas y acostumbraba a estar muy atento. “Era el primero en responder a las cuestiones del maestro”, declara uno de sus antiguos condiscípulos.
Otro subraya su afición a aprenderse pasajes de la Biblia y recitarlos sin equivocaciones. Disposiciones que le valieron ser admitido a la primera Comunión en edad muy temprana.‑ “Todos conocíamos su actitud religiosa”, declara el catequista To Labit, era humilde y muy devoto del Santísimo. Algunos chicos iban a la iglesia sólo a mirar a todos lados.., él, en cambio, venía porque Jesús estaba en el Sagrario.
Era un jefe nato. Sus compañeros aceptaban de buen grado su dirección en juegos y trabajos. Le obedecían y sobre todos ejercía una saludable influencia: Les apartaba a menudo de los hurtos a que tan aficionados son los niños, pidiendo a los dueños permiso para coger algunos frutos de los árboles y repartirlos entre todos. Es cierto que en más de una ocasión participó en juegos un tanto comprometidos y profirió palabras malsonantes; pero, en cuanto advertía que el asunto revestía visos de gravedad, inmediatamente se aferraba a sus principios cristianos y se alejaba.Fué el primero en ofrecerse cuando el Misionero buscó acólitos que asistieran con regularidad a las funciones del templo. Nunca dejó de levantar su mano en gesto afirmativo cuando en la escuela se preguntaba sobre quién había hecho las oraciones de la mañana y de la noche. Y cuando se pedía una relación de las actividades del día anterior, la de To Rot comenzaba invariablemente señalando su oración de la mañana, para anotar a continuación el cumplimiento de las diferentes tareas que sus padres le habían asignado. Nadie crea que Pedro To Rot había nacido santo.
Sus travesuras merecieron en más de una ocasión la reprensión y el castigo por parte de su padre. Un día el maestro se enfadó con él y hubo de propinarle un cachete. El compañero de escuela que lo narra no recuerda el motivo. Otra vez, durante la clase de redacción, escribió en su pizarra una fogosa carta de amor adolescente y se la enseñó después de la escuela a Teresa Ja Vinevel. Esta lo comunicó a sus propios padres. To Rot lo reconoció enseguida y la borró para poder hacer las cuentas.En el otoño de 1930 ingresa a la Escuela de Catequistas de Tililigap. Frecuentaba con gusto la oración. Rezaba con auténtico fervor. Pasaba por la iglesia antes de ir al trabajo, también a la vuelta, y después de las comidas, y varias veces a lo largo del día, cuando las clases le dejaban algún tiempo libre. Sentía profundo amor a Jesús Sacramentado. Comulgaba diariamente, percatándose de que Jesús era la vida y fuerza de sus obreros.En la Escuela de Catequistas había tiempos dedicados al deporte y expansión. A Pedro le gustaba. Participaba en el fútbol y en otros juegos. Rehuía, empero las discusiones que se originaban. De temperamento alegre y bromista, cuando dos compañeros se pegaban, les hablaba bromeando, a fin de hacerles reír y lograr que el enfado se fuera disipando. Si alguno le molestaban, ni siquiera pasaba por su mente la idea de resarcirse.No fue prolongada su estancia en la Escuela. Su párroco le necesitaba y le llamó antes de terminar el tercer año.
Regresó a casa para convertirse en le catequista más joven de la zona de Rakunai. Era a principios de 1933. Sus compañeros catequistas recalcan, en sus recuerdos, la modestia y sencillez de Pedro. Se dejaba guiar en su trabajo y aceptaba con gusto los consejos de los veteranos. Bien pronto, sin embargo, hubieron de reconocer su superioridad y acatar con gusto su indiscutible liderazgo, aunque fuese el más joven de todos.Su actitud no sufrió cambios. Continuó modesto, amable, sencillo, de suerte que logró que entre ellos no hubiera nunca disensiones, ni envidias, ni resquemores.Con frecuencia iba, por las tardes, a visitar a su Párroco. Quería continuar su formación. Le planteaba las cuestiones a las que él no encontraba respuesta.No le importaba sólo saber cosas: le importaba sobre todo, penetrarlas hasta el fondo, lo que no era, a la verdad, fenómeno frecuente entre los nativos.L
La única fecha que, en la vida de Pedro To Rot, puede señalarse como cierta y segura, es la de su matrimonio canónico. Se casó con Paula Ja Varpit el 11 de Noviembre de 1936 en la iglesia de Rakunai. Paula había nacido el 27 de Junio de 1920 en Ramalmal; pero, a los catorce años había venido a la granja de su madre en Rakunai. Asistía a la escuela de la misión y fué así cómo se convirtió en alumna de Pedro To Rot, su futuro marido.El matrimonio fué muy feliz, aunque, al principio tuvieran sus dificultades. Lo cuenta Paula: “En lo comienzos tuvimos algunas peleas. La razón era que yo era un poco dura de mollera". Pero en situaciones de diferencia de opinión, era normalmente Pedro quien cedía primero. Hacía por su esposa cuanto estaba en su mano y acentuaba sus cuidados cuando le sobrevenía alguna ligera enfermedad.Nació su primer hijo el 5 de Diciembre de 1939. Lo llamaron To Puya, en memoria del abuelo, ya difunto, y en el bautismo le impusieron el nombre cristiano de Andrés. Anota To Burangan, compañero de escuela de Pedro, que éste rezaba muy a menudo por su esposa y por sus hijos, especialmente por su primogénito. Le sacaba de paseo, le cuidaba, jugaba con él, de suerte que Andrés pasaba más tiempo con su padre que con su madre.Dos años más tarde, en 1942, cuando ya la ocupación japonesa había comenzado, nació una niña, Rufina Ja Mama. No cabe duda de que la vida de Pedro To Rot como esposo y como padre fué ejemplar. Tenemos un testimonio espléndido en la declaración de su tío, el jefe Tarúe: "To Rot, afirma, era un hombre íntegramente bueno, que nunca decepcionó. Eran sus palabras tan buenas como sus hechos. Pensaba sólo en la religión. Su matrimonio fué para él sagrado y luchó contra la secularización del vínculo, defendida por otros”.Cuando prematuramente le fué arrancado a los suyos y martirizado, su esposa creyó enloquecer. Tenía, a la sazón, 25 años. A pesar de su juventud, no quería oír hablar de nuevo matrimonio: "Nunca encontraré un hombre como Pedro". Mas, a la vuelta de algunos años, presionada por los parientes y para atender al bien de sus tres hijos, tan pequeños, aceptó casarse de nuevo.En 1942 todos los misioneros y su personal fueron detenidos por los invasores japoneses y encerrados en campos de concentración. Pedro continuó dirigiendo los fieles de su pueblo lo mejor que pudo, cuidando de los enfermos, bautizando, enseñando a los fieles y ayudando a los pobres.Cuando los japoneses comenzaron a perder batallas en la guerra, se desquitaron reprimiendo a los locales, prohibiendo el cristianismo, presionándolos para el regresen a sus costumbres pre-cristianas, en particular a la poligamia. Pedro se opuso a ese retroceso y en 1945 fue detenido por organizar reuniones religiosas.

El 7 de julio de 1945 murió por envenenamiento y asfixia, esto ocurrió en el campo de concentración en Rakunai.Fue beatificado por S.S. Juan Pablo II el 17 de enero de 1995.

Si usted tiene información relevante para la canonización del Beato Pedro, comuníquese a:Archdiocese of RabaulVunapope, P.O. Box 357Kokopo, Enbp. Papua New Guinea

Recolha, transcrição e tradução (quando consigo fazê-la) António Fonseca