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terça-feira, 21 de julho de 2009

LORENZO DE BRINDSI, Santo (e outros) - 21 JULHO

Doutor da Igreja, Julho 21
Martirológio Romano: San Lorenzo de Brindisi, presbítero e doutor da Igreja, da Ordem dos Irmãos Menores Capuchinhos, pregador incansável por várias nações de Europa, que de carácter simples e humilde, cumpriu fielmente todas as missões que se lhe encomendaram, como a defesa da Igreja ante os turcos que intentavam dominar Europa, a reconciliação de príncipes enfrentados e o governo de sua Ordem religiosa. Morreu em Lisboa, em Portugal, en vinte e dois de Julho de 1619. Etimoligía: Lorenzo = laurel, da língua latina. Cesar de Rossi nasceu en Brindis, cidade do reino de Nápoles, em 1559. Pertencía a uma família veneziana de certo renome. Aos seis anos já assombrava a todos pela facilidade de aprender de memória páginas inteiras, que declamava em público. Primeiro se educou no convento dos franciscanos de sua cidade natal e, depois, sob a direcção de um tío seu no colégio de S. Marcos de Veneza. Fez rápidos progressos, tanto desde o ponto de vista intelectual como espiritual e aos dezesseis anos ingressou no convento dos capuchinhos de Verona. Quando pediu ser admitido, o superior o advirtiu que lhe ia a ser muito difícil suportar aquela vida tão dura e tão austera. O jovem lhe perguntou: "Padre, ¿na minha cela haverá um crucifixo?." "Sim, haverá", respondeu o superior. "Pois isso me basta. Ao ver a Cristo Crucificado terei forças para sofrir por amor a Ele, qualquer padecimento". Com o hábito religioso recibeu o nome de Lorenzo. Durante seus estudos de filosofía e teología na Universidade de Pádua, se distinguiu por seu extraordinário domínio de línguas: aprendeu o grego, o hebraico, o alemão, o boémio, o francés, o espanhol e chegou a conhecer muito a fundo o texto da Bíblia. Por seu grande dom de prédica, sendo diácono, lhe foi encomendado o pregar os 40 días de Quaresma na Catedral de Veneza por dois anos consecutivos. A gente vibrava de emoção ao ouvir seus sermões, e muitas eram as conversões. Depois de sua ordenação sacerdotal, pregou com grande fruto em Pádua, Verona, Vicenza e outras cidades do norte de Itália. Em 1596, passou a Roma a exercer o cargo de definidor de sua ordem, e p Papa Clemente VIII lhe pediu que trabalhasse especialmente pela conversão dos judeus. Teve nisso grande éxito, já que a sua erudição e santidade de vida unía um profundo conhecimento do hebraico. Um sacerdote lhe perguntou: "Frei Lourenço, ¿a que se deve sua facilidade para pregar? ¿À sua formidável memória?" E ele respondeu: "Em boa parte se deve a minha boa memória. Outra boa parte a que dedico muitas horas a preparar-me. Mas a causa principal é que encomendo muito a Deus minhas pregações, e quando começo a pregar se me olvida todo o plano que tinha e começo a falar como se estivesse lendo num livro misterioso vindo do céu". Dormía sobre tábuas. Se levantava pela noite a rezar salmos. Jejuava com frequência comendo quase sempre pão e verduras. Fugia de receber honras, e se esforçava por manter-se sempre alegre e de bom humor com todos. Quando Lorenzo era vigário geral, o imperador Rodolfo II o enviou em missão diplomática a conseguir a ajuda dos príncipes alemães contra os turcos, cuja ameaça se estendia sobre toda Hungría. O santo teve éxito na sua missão e foi nomeado capelão geral do exército que se havia formado graças a seus esforços. En algunas ocasiones, San Lorenzo fue prácticamente general en jefe del ejército; por ejemplo, antes de la batalla de Szekes-Fehervar, en 1601, los generales le consultaron, el santo les aconsejó que atacasen, arengó personalmente a las tropas y partió al frente de las fuerzas de ataque, sin más armas que un crucifijo. La aplastante derrota que sufrieron los turcos fue atribuida por todos a San Lorenzo. Se cuenta que, al volver de la campaña, se detuvo en el convento de Gorizia, donde el Señor se le apareció en el coro y le dio la comunión por su propia mano.Los príncipes y gobernantes, por muy irreligiosos que sean, suelen apreciar los servicios de los hombres verdaderamente santos. Los principales señores de Nápoles acudían a San Lorenzo para presentarle sus quejas por la tiranía del virrey español, duque de Osuna y le pedían que fuese a la corte del rey Felipe para evitar que el pueblo se levantase en armas. El santo no era aún muy viejo, pero estaba enfermo y achacoso. Cuando llegó a Madrid, supo que el rey no estaba en la ciudad, sino en Lisboa. Así pues, prosiguió su camino a Portugal, en pleno calor del estío. Usó de toda su elocuencia y su poder de persuasión y logró que el monarca prometiese relevar del cargo de virrey al duque de Osuna. San Lorenzo regresó entonces a su convento y ahí falleció el día de su cumpleaños, 22 de julio de 1619. Cumplía 60 años. Fue sepultado en el cementerio de las Clarisas Pobres de Villafranca. Lo canonizó León XIII en 1881. Juan XXIII lo declaró Doctor de la Iglesia en 1959, con el título de Doctor Evangélico, por lo elevado de su inspiración evangélica. Iconografía: con hábito, un libro, la hostia alusiva a su veneración a la Eucaristía y la imagen de María Santísima, por la especial devoción que le manifestó.
Víctor, São
Mártir, Julio 21

Martirológio Romano Em Marselha, cidade da Provenza, na Galia, S. Víctor, mártir (c. 292). Etimología: Víctor = vencedor, do latim.

A pouco tempo de haver mandado degolar a toda a legión Tebea, foi o imperador Maximiano a Marselha, dnde havia uma igreja numerosa e florescente. A sua chegada temeram por sua vida todos os fieis da cidade y se prepararam para o mart+irio. Durante esta geral consternação um oficial cristão, chamado Víctor, ia todas as noites de casa em casa a visitar a seus irmãos em Jesus Cristo para os exortar ao desprezo da morte, e inspirar-lhes o desejo da vida eterna. Havendo sido surpreendido numa acção tão digna de um soldado de Cristo, foi conduzido ao tribunal dos prefeitos Asterio e Eutiquio, que lhe apresentaram o perigo que corría, e quão louco era de expor-se a perder o fruto de seus serviços e o favor do príncipe, por querer adorar a um homem morto. Respondeu Víctor que renunciava a todas as vantagens, que não podía servir mais que a Jesus Cristo, Filho eterno de Deus, que se havia dignado fazer-se homem e que havia ressuscitado depois de morto. Semelhante resposta excitou furiosos gritos de indignação, mas como o prisioneiro era pessoa ilustre, o enviaram ao imperador Maximiano, o qual, para torcer a constância de Víctor o fez atar de pés e mãos e mandou que o passeassem por todas as ruas da cidade, expondo-o assim os insultos do populacho. À volta deste público desprezo, o apresentaram todo coberto de sangue aos prefeitos, e Asterio :mandou que o estendessem sobre o cavalete, onde os verdugos o atormentaram por largo espaço de tempo. Encerraram-no depois numa lúbrega prisão, na qual, à meia noite, o visitou o Senhor pelo ministerio de seus anjos. O cárcere se encheu de admirável claridad. O santo mártir cantava com os espíritos celestiais os louvores do Senhor. Três soldados encarregados de custodiar ficaram tão assombrados do que se passava, que atirando-se aos pés de Víctor, lhe pediram perdão e a graça do baptismo. Chamavam-se Longinos, Alejandro e Feliciano, os quais foram baptizados naquele día, e Víctor lhes sirviu de padrinho. No día seguinte, soube tudo isto o imperador, e montado em cólera fez trasladar os quatro santos à praça pública, onde foram carregados de injúrias pela plebe soez e cortadas as cabeças dos três sentinelas. Três días depués chamou de novo o imperador a Víctor a seu tribunal e lhe mandou adorar uma estátua de Júpiter posta sobre um altar, mas Víctor, cheio de fé em Jesus Cristo, deu um pontapé ao altar, e o derrubou juntamente com o ídolo feito em pedaços. O tirano, para vingar a seus deuses, o fez cortar o pé ordenando logo que metessem ao mártir debaixo da roda de um moinho. Como a primeira volta o moinho se desconjuntou, tiraram dali o santo e lhe cortaram a cabeça. Seu corpo, junto com os cadáveres de Longinos, Alejandro e Feliciano, foram atirados ao mar, mas os cristãos os encontraram sobre a margem e lhes deram honrosa sepultura. Alberico Crescitelli, Santo

Mártir, Julho 21

Martirológio Romano: Em Yanzibian, de Yangpingguan, na China, S. Alberico Crescitelli, presbítero do Pontificio Instituto para as Missões Estrangeiras, que na perseguição promovida pelo movimento dos Yihetuan, golpeado primeiro brutalmente até ficar quase morto, foi arrastado no día seguinte, atados seus pés, por um caminho empedrado até perto de um río, onde seu corpo foi despedaçado e decapitado, merecendo por todo isso a palma do martírio (1900). San Alberico nasceu em Altavilla, em Benetto, Nápoles em 30 de Junho de 1863. Teve uma precoce vocação religiosa e seu sacerdócio o levou a integrar o Instituto Pontificio das Missões Exteriores de Milão. Sua vocação o impulssionou a missões extrangeiras na China que llutavam por expandir as crenças cristãs. Em fins do século XIX e principios do XX se abateu sobre estas missões um furioso e sangrento ataque, proveniente da Associação da Justiça e da Harmonía, conhecida comunmente como dos Boxers. O ódio acumulado e reprimido contra os extrangeiros durante a Guerra do Ópio e a imposición dos chamados Tratados Desiguais por parte das potências ocidentais foram desencaedores da perseguição. Sem embargo, a matança dos missionários foi motivada especialmente por razões religiosas, segundo contam os documentos da época. Crescitelli desenvolveu seu ministério em Shanxi Meridional e ali foi martirizado e decapitado em 21 de Julho de 1900. “Dizem que, quando sua cabeça rodava até un río perto, todavía seus lábios diziam: ‘Jesús, Jesús, Jesús’”.

Alberico e os outros 119 mártires - Ver: AGUSTÍN ZHAO RONG (+ 1815)Y 119 COMPANHEIROS, MÁRTIRES NA CHINA (+ 1648 – 1930) que morreram na China por ódio à fé cristã foram proclamados santos da Igreja em 1 de Outubro de 2000 por S.S. João Paulo II.

Profeta do Antigo Testamento, Julho 21

Etimológicamente: Daniel = Aquele que Deus é seu juiz, é de origem hebraica. Os dados acerca deste santo os sabemos pelo livro de Daniel, na S. Biblia. Pertencía a uma familia importante de Jerusalém. Era muito inteligente e estudioso e de agradável presença. Quando o rei Nabucodonosor invadiu a Jerusalém o levou prisioneiro a Babilónia junto com outros jóvens. Ao dar-se conta das qualidades deste adolescente, Nabucodonosor o faz instruir em todas as ciências políticas e sociais de seu país. Sendo este profeta todavía muito jovem, uns juízes quiseram fazer pecar a uma mulher casada e como ela não aceitou as infames pretensões deles, a caluniaram inventando que a haviam visto pecar com um jovem. As pessoas acreditaram na calunia e a levavam para matá-la a pedradas, quando apareceu Daniel. Chamou os dois juízes e os interrogou um por um, por separado, e lhes perguntou: "¿Onde estava Susana quando ela cometeu a falta?" Um respondeu: "Debaixo de uma acácia". E o outro disse: "Debaixo de uma azinheira." Então Daniel lhes disse: "Vós estavam acostumados a fazer pecar a mulheres sem fé e sem valor, mas agora se encontraram a uma mulher que crê e é valente. Sua formosura os seduziu e creram poder fazer que ela ofendesse a Deus, mas não o conseguiram. Agora terão a paga de seu delito". E o povo condenou a morte a estes dois impuros caluniadores e louvou a Deus pela sabedoría que lhe havia concedido a Daniel. Os inimigos da religião acusaram a Daniel porque três vezes por día se ajoelhava no soalho de sua casa a adorar e rezar a Deus. Em castigo foi metido no fosso onde estavam leões sem comer.

Mas Deus fez o milagre de que os leões não o atacaram, e isto fez que o rei acreditasse no verdadeiro Deus. O jovem se abstinha de tomar bebidas alcoólicas e de consumir alimentos proíbidos pela Lei de Moisés, e Deus em troca lhe concedeu uma imensa sabedoria, com a qual conseguiu subir aos mais altos postos de governo até chegar a ser primeiro ministro sob os governos de Nabucodonosor, Baltasar, Dárío e Ciro. A sua grande sabedoría, a sua habilidade para governar e a sua santidade deve ele que apesar das mudanças de governo conseguiu conservar seu cargo durante o reinado de quatro reis. Daniel recebeu de Deus a graça de revelar sonhos e visões.

Sonhou Nabucodonosor que estava vendo uma estátua imensa com cabeça de ouro, peito de prata, pernas de ferro e pés de barro e que uma pequena pedra se desprendía do monte e ia crescendo até chegar e chocar com a estátua e a fazer em pó. E Daniel lhe explicou que este sonho significava que viriam varios reinos no mundo, um muito rico, como de ouro, outro menos rico, como de prata, e um terceiro muito forte como de ferro e outro mais débil como de barro, e que a verdadeira religião, que ao princípio sería muito pequena, iría crescendo até lograr dominar todos os reinos. Isto se cumpriu com a religião de Cristo que começou sendo tão pequenita e agora está estendida por todo o mundo e é mais poderosa que qualquer reino da terra. Deus anunciou que o rei Nabucodonosor por haver cometido maldades e ser orgulhoso, o ia fazer louco. Nabucodonosor pediu a Daniel que rogasse a Deus que lhe trocasse o castigo por alguma boa obra, e o Senhor lhe disse que para livrar-se dos castigos tinha que dar esmolas aos pobres.

O rei Baltasar cometeu o pecado de empregar os cálices sagrados do altar de Deus para tomar licor numa festa, e estando nisto apareceu uma mão misteriosa que escrevia três palavras na parede: Mene, Tequel, Uparsin. O rei se assustou muito e o profeta Daniel lhe explicou: "Mene significa pesado. É que Deus há pesado suas obras e hão resultado faltas de peso para receber prémios. Tequel significa medido. Deus mediu suas obras e não dão a medida para receber glória. Uparsin significa dividido. è que seu reino será dividido e passado a outros".E nessa mesma noite chegaram os inimigos do reino e mataram a Baltasar e dividiram seu reino e o passaram aos persas.

Daniel foi um profeta tão estimado que pôde corrigir os mesmos chefes de governo de seu tempo e suas correcções foram recebidas com boa vontade. Ante o povo apareceu sempre como um homem iluminado por Deus e de uma conduta exemplar e como um crente de uma profunda piedade e devoção. En alguns santorais sua festa se asssinala para 21 de Julho, noutros para 20 de Março.

Virgem e Mártir, Julho 21

Martirológio Romano: Em Roma, comemoración de santa Práxedes, com cujo nome se dedicou a Deus uma igreja no Esquilino (antes de 491).

Etimología: Práxedes = activa, empreendedora, da língua grega. Uma bondade sem límites pode irradiar no coração decidido a amar, e queira aliviar os sofrimentos que atormentam a quem esteja perto ou longe. Os santos foram pessoas desta categoría humana e espiritual.

Práxedes. Pertenceu ao século II da era cristã. Prudêncio era o gobernador de Roma y, cosa rara, se distinguía por su virtud. Fue uno de los primeros conversos al cristianismo a pesar del cargo que ocupaba.Eran los tiempos en que Pedro predicaba en Roma abiertamente ante todo el mundo sin temer a nadie.Dicen que había recibido la catequesis del mismo san Pedro.Convirtió su casa en un verdadero templo, y los fieles acudían allá para celebrar los sagrados misterios de la fe. Práxedes recibió una profunda formación cristiana de manos del Papa Pío I.Tenía pretendientes para casarse, pero ella había ofrecido a Dios su virginidad por toda la vida.Todo el mundo la quería. Hasta los propios paganos. Después de la paz que vino con Antonio Pío, empezó la persecución de nuevo.Ella se dedicó a visitar a los encarcelados y a hablar con la gente por la calle y el mismo Foro de Cristo. Su casa era un verdadero templo en el que fue acogida “in fraganti” por los verdugos del emperador. Le dieron muerte a ella y a 23 más. Era tal día como hoy del año 159.

http://es.catholic.net/santoral Recolha, transcrição e alguma tradução de António Fonseca
(Ainda não consegui descobrir a falha técnica, que não me permite assinalar com "negrito" e/ou "itálico" ou "cores", as frases ou palavras; e também não me permite redimensionar o texto, pelo que solicito as minhas desculpas aos meus eventuais leitores - mas continuo a tentar encontrar a solução...)