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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Transfiguração de Jesus – Santos (e outros) – 6 de Agosto

 

Transfiguração de Jesus
Festa, nosso Senhor

Mostrou sua glória a três de seus apóstolos no monte Tabor, Agosto 6

Transfiguración de Jesús

Transfiguração de Jesus

Se celebra um momento muito especial da vida de Jesus: quando mostrou sua glória a três de seus apóstolos. Nos deixou um exemplo sensível da glória que nos espera no céu.

Um pouco de história

Jesus se transfigurou no monte Tabor, que se se encontra na Baixa Galileia, a 588 metros sobre o nível do mar.
Este acontecimento teve lugar, aproximadamente, um ano antes da Paixão de Cristo.
Jesus convidou à sua Transfiguração a
Pedro, Santiago e João. A eles lhes deu esta prenda, este dom.
Esta teve lugar enquanto Jesus orava, porque na oração é quando Deus se faz presente. Os apóstolos vieram a Jesus com um resplendor que quase não se pode descrever com palavras: seu rosto brilhava como o sol e seus vestidos eram resplandecentes como a luz.
Pedro queria fazer três tendas para ficarem aí. Não lhe fazia falta nada, pois estava plenamente feliz, gozando um antecipação do céu. Estava em presença de Deus, vendo-o como era e ele tinha querido ficar aí para sempre.
Os personagens que falavam com Jesus eram Moisés e Elias. Moisés foi o que recebeu a Lei de Deus no Sinai para o povo de Israel. Representa a Lei. Elias, por seu lado, é o pai dos profetas. Moisés e Elias são, portanto, os representantes da lei e dos profetas, respectivamente, que vêem a dar testemunho de Jesus, que é o cumprimento de tudo o que dizem a lei e os profetas.
Eles falavam da morte de Jesus, porque falar da morte de Jesus é falar de seu amor, é falar da salvação de todos os homens. Precisamente, Jesus transfigurado significa amor e salvação.

Transfiguración de Jesús

Transfiguração de Jesus

Seis dias antes do dia da Transfiguração, Jesús lhes havia falado acerca de sua Paixão, Morte e Ressurreição, mas eles não haviam entendido a que se referia. Lhes havia dito, também, que alguns dos apóstolos veriam a glória de Deus antes de morrer.
Pedro, Santiago e João experimentaram o que é o Céu. Depois deles, Deus há escolhido a outros santos para que compartilhassem esta experiência antes de morrer:
Santa Teresa de Ávila, São João da Cruz, Santa Teresinha do Menino Jesus e São Paulo, entre outros. Todos eles gozaram de graças especiais que Deus quis dar-lhes e seu testemunho nos serve para proporcionar-nos uma pequena ideia do maravilhoso que é o Céu.
Santa Teresinha explicava que é sentir-se “como um passarinho que contempla a luz do Sol, sem que sua luz o fira.”

¿Que nos ensina este acontecimento?

  • Nos ensina a seguir adiante aqui na terra ainda que tenhamos que sofrer, com a esperança de que Ele nos espera com sua glória no Céu e que vale a pena qualquer sofrimento para o alcançar.
  • A entender que o sofrimento, quando se oferece a Deus, se converte em sacrifício e assim, este tem o poder de salvar as almas. Jesus sofreu e assim se desprendeu de sua vida para salvarmos a todos os homens.
    . A valorizar a oração, já que Jesus constantemente orava com o Pai.
  • A entender que o Céu é algo que há que ganhar com os detalhes da vida de todos os dias.
  • A viver o mandamento que Ele nos deixou: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”.
    Haverá um juízo final que se baseará no amor, quer dizer, enquanto tenhamos amado ou deixado de amar aos demais.
    Deus da sua graça através da oração e os sacramentos. Sua graça pode suprir todas nossas debilidades.

  • Consulta também Transfiguração de Jesús de Jesús Martí Ballester
  • Justo e Pastor, Santos
    Mártires, Agosto 6

    Crianças Mártires

    Martirológio Romano: Em Compluto (hoje Alcalá de Henares), na Hispânia Cartaginense, santos mártires Justo e Pastor. Todavia crianças, correram voluntariamente ao martírio, abandonando na escola suas tabelinhas de escolar e, detidos por ordem do juiz e imediatamente açoitados, animándo-se e exortando-se mutuamente foram degolados por seu amor a Cristo (304).
    Convenceram os da tetrarquia a Diocleciano que os verdadeiros inimigos a exterminar do Império eram os que se professavam cristãos e que já estavam por todas partes.Foram capazes de convencê-lo porque havia dados que de nenhum modo necessitavam provar-se por sua evidência: os cristãos não davam culto aos deuses romanos, se mostravam ausentes no circo e punham autêntico reparo a ver-se nas termas; seu matrimónio lhes dura para toda a vida e aos filhos concebidos não os expõem jamais à morte; compartilham o pão e as casas, mas não a cama. Estas coisas poderiam perdoar-se-lhes porque são honestas, mas realizam estranhas práticas religiosas só acessíveis aos iniciados e como não cedem na adoração aos deuses dando-lhes incenso, e como adoram a um Cristo ou Cresto mais que a sua própria vida são uma força potencial imensa que pode voltar-se contra o Império se se o propusessem. São fanáticos que escapam à influência e autoridade do César e é precisa sua destruição. O César Galerio há triunfado em seu intento exterminador. Decretos e mais decretos promulga Diocleciano que está representado por seu governador o prefeito Daciano no extremo ocidental do Império. A perseguição se há desatado forte e cruel desde os Pirenéus até ao sul, deixando um rasto de sangue cristão: Vicente, Eulália, tantos e tantos. Também os meninos Justo e Pastor.
    Prudencio, que em seu Peristefhanon cantará a glória dos mártires e das cidades que os possuíram, inclui aos dois meninos mártires entre os que formam sua coroa, afirmando que são a "glória para Alcalá"; logo serão mencionados por Venâncio Fortunato e estarão presentes com veneração nos Santorais e Calendários visigóticos com S. Isidoro em sua obra De viris Illustribus e santo Ildefonso que retoca, em apêndice, o diálogo entre os irmãos; também na liturgia Moçárabe aparecem seus nomes ao celebrar as festas, e são cantados pela literatura posterior como no soneto de Lope: "Dois cordeiros ao céu sacrifica, primícias já de inumeráveis santos". Chegam com o tempo a ser nomeados Justo e Pastor os Padroeiros de Alcalá e de toda a arquidiocese de Madrid.
    As actas são tardias, não autênticas e nada credíveis. Só recolhem a tradição oral dos feitos transmitidos ao longo das gerações; um autor anónimo os põe por escrito adaptando-os às necessidades de seus destinatários ou inventando-os para dar uma boa catequese apresentando-os adornados com elementos estéticos mais ou menos plausíveis.
    Só sabemos de Justo e Pastor que eram dois meninos, como de sete e nove anos, e que morreram degolados por apresentar-se espontaneamente ante Daciano, manifestando sua condição de discípulos de Cristo; sofreram martírio os dois irmãos ao ser degolados provavelmente fora da cidade chamada então Complutum e agora Alcalá de Henares.
    Não quis Asturio, o bispo de Toledo, deixar já a cidade complutense depois do resgate de seus restos. Assim chegou Complutum a ser sede episcopal e o seu bispo primeiro. Ali mesmo edificou em sua honra a primeira basílica.
    Cedo se difundiu seu culto a toda a pele de todo o cristão e incluso mais além dos Pirenéus; de facto, ele que em Barcelona se pusesse a diocese recém erigida sob sua invocação, lá pelo século IV, é um testemunho bem claro de como se comentou o sucesso da morte dos intrépidos inocentes, de quanto estimulou seu exemplo a ser leais à fé e onde se situa o termo ou medida do amor a Jesus Cristo para não dizer nunca "basta" a suas exigências.
    Em 1567, S. Pio V promulgou uma bula papal, em que ordenava que fossem trasladadas parte das relíquias dos santos Justo e Pastor desde Huesca a Alcalá de Henares, cidade de seu nascimento e martírio. Em Novembro desse mesmo ano, Felipe II e seu filho o príncipe Carlos, enviaram uma carta cada um dirigida ao Bispo de Huesca para que cumprisse com o ordenado pelo Papa. Assim foi, como parte das relíquias dos santos Justo e Pastor, foram remetidas à cidade de Alcalá de Henares de que são padroeiros os "Santos Niños".

     

    Octaviano, Beato
    Bispo, Agosto 6

    Bispo

    Martirológio Romano: Em Savona, da Ligúria, beato Octaviano, bispo e irmão do papa Calixto II, que tanto no claustro como na cátedra buscou com afinco servir a Deus e aos irmãos (1132).
    Etimologia: Octaviano = do oitavo dia. Vem da língua latina.
    Octaviano
    morreu em Ligúria em 1132. Era nada menos que filho de Guillermo II, rei de Borgonha. Seu irmão chegou a ser Papa com o nome de Calixto II. Outro irmão foi o arcebispo de Besançon.
    Toda a ilusão que o animava em seu puro coração era a de ser monge de Cluny.
    O pai, sem embargo, que o havia reservado para que fosse seu sucessor, o enviou a estudar à universidade de Bolonha.
    Era um jovem muito inteligente. Ao terminar seus brilhantes estudos, se converteu em professor.
    Guillermo via que sua morte se acercava.
    Então enviou mensageiros para que seu filho voltasse. Quando chegaram, seu pai já havia morrido.
    Graças a esta morte, dolorosa mas esperada, ele pôde seguir livremente sua vocação com tal de que os seus não pusessem dificuldades.
    Ao não encontrá-las, ele entrou na abadia de S. Pedro em que viveu por espaço de quarenta e dois anos, entregue à oração e ao estudo da Palavra de Deus.
    Era uma pessoa muito sociável e com uns talentos apropriados para tratar a todo o mundo como se merecia.
    Pôde conquistar as honras mais altas, e, em verdade, se apresentaram muitas vezes. Jamais, sem embargo, as aceitou en sua alma.
    O que ele sentia realmente era a humildade de Jesus feita carne nele mesmo.
    Vinte meses antes de sua morte, teve que presidir à diocese de Savone porque não havia candidato. Durante este tempo realizou vários milagres, o primeiro dos quais foi a reforma dos canónicos. Privou-os de suas prebendas enquanto não mudaram de conduta.
    ¡Felicidades a quem leve este nome!

    Comentários al P. Felipe Santos: al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

    Carlos López Vidal, Beato
    Mártir, Agosto 6

    Sacristão Mártir

    Martirológio Romano: Nas cercanias de Gandía, em Valência, em Espanha, beato Carlos López Vidal, mártir, que em tempo de perseguição da fé alcançou a glória celestial (1936).
    Carlos López Vidal, laico fiel, nasce em 15 de Novembro de 1894 em Gandía (Valência) e fez seus estudos no colégio esculápio daquela localidade.
    Era sacristão na Colegiata de Gandía e contraiu matrimónio com Rosa Tarasona Ribanocha.
    Era um homem de fé e de vida orante como parte de seu exercício de virtudes cristãs. Foi membro de algumas associações de apostolado.
    Encarcerado em Agosto de 1936 foi martirizado até morrer, na Pedrera de Gandía, suas últimas palavras foram: "Viva Cristo Rei".
    Foi beatificado, junto a outros
    232 mártires espanhóis, em 11 de Março de 2001 por S.S. João Paulo II.

    María Francisca de Jesús (Ana María Rubatto), Beata
    Fundadora, Agosto 6

    Fundadora do Instituto das
    Irmãs Terceiras Capuchinhas

    Martirológio Romano: Em Montevideo, de Uruguai, beata María Francisca de Jesús (Ana María) Rubatto, virgem, que na cidade de Loano, perto de Savona, em Itália, fundou o Instituto das Irmãs Terceiras Capuchinhas e, havendo-se mudado para a América Latina, pôs todo seu empenho no serviço aos pobres (1904).
    María Francisca de Jesus (no século, Ana María Rubatto) nasceu em Carmagnola (Turim) em 14 de Fevereiro de 1844. Quando tinha quatro anos, ficou órfã de pai. Aos dezanove anos perdeu a sua mãe, após o que foi a viver a Turim. Dotada de uma grande inteligência, ainda que não tivesse estudos alcançou um grau notável de cultura, que harmonizou constantemente com la vida prática. Cultivou desde pequena una profunda espiritualidade. Em la capital piemontesa entrou al serviço de la nobre Mariana Scoffone, de la que fue dama de companhia e colaboradora en la administração de se ingente património desde 1864 hasta 1882. Durante esses anos Ana María se dedicou a las obras de caridade, a la ensino del catecismo a los crianças, e a la visita a los enfermos del Cottolengo e a los abandonados. Em el verão de 1883 se trasladou a Loano. Um dia, al Sair de la igreja, olhou lamentos e chorou: una pedra se havia caído de la construção e havia ferido en la cabeça a um jovenzinho peão. Ana María socorreu al jovem, lavou e curou la ferida e, depois de dar-lhe el equivalente a dos dias de trabalho, lo enviou a casa para que se recuperara. La construção devia albergar a una comunidade feminina, para la qual se estava buscando una directora: el padre capuchinho Angélico de Sestri Ponente, que apoiava esta iniciativa, pensou que Ana María Rubatto podia ocupar el cargo de directora.
    Visitou el hábito religioso junto com outras cinco jovens el 23 de Janeiro de 1885. Cambiou sua nome por el de soror María Francisca de Jesús. Se converteu, por mandato del bispo diocesano, en superiora, mas sobre todo en madre e formadora. Foi este el inicio del «instituto de las Hermanas Capuchinhas de la Madre Rubatto» [logo, Terceiras o Hermanas Capuchinhas de Loano]. Três anos depois, el instituto começou a dilatar-se: Génova-Voltri, Sanremo, Génova-Centro... Em 1892 fundou en Montevideo. Seguiu la fundação en Uruguai e Argentina. Sete vezes atravessou la fundadora el oceano para estar al lado de las irmãs en los dos continentes. Abriu dezoito casas en los vinte anos de seu governo. Durante los oito anos que durou en total sua estancia en América, foram incontáveis los viajes de Uruguai a Argentina e de una casa a outra. Fundou também en Alto Alegre en 1899, mas 18 meses más tarde las religiosas foram assassinadas com los missionários capuchinhos e muitos fieis.
    Depois de organizar las casas de Itália, viajou a América para lo que ia a ser una visita pastoral de poucas semanas, mas que en realidade se prolongou por más de um ano. Ali, en Montevideo, la surpreendeu la morte el 6 de Agosto de 1904. Juan Pablo la beatificou el 10 de Outubro de 1993.

    Mateo de Bascio, Beato
    Fundador, Agosto 6

    Fundador da Ordem de Frades
    Capuchinhos Menores

    Foi fundador e primeiro superior geral da ordem dos frades capuchinhos menores, o ramo principal que se dedicou à Reforma da Observância. Nasceu em 1495 em Bascio na Diocese de Montefeltro no Ducado de Urbino. Morreu em Veneza em 1552. Quando tinha 17 anos de idade entrou na ordem dos Observantes de Montefiorentino. Em 1525 era sacerdote e missionário sendo também membro da Província Reformada de Ancona.
    Motivado pela necessidade que sentia por reformar-se, a qual era comum em toda a família franciscana, resolveu em 1525 no ano do jubileu, principiar com uma vida mais austera escolhendo para o efeito um estilo mais parecido ao de São Francisco.O Papa Clemente VII lhe aprovou seu requerimento e por meio do mesmo lhe permitiu pregar em qualquer lugar e ter seguidores. Alguns dos membros da observância pediram a permissão para unir-se a Mateo, e em 3 de Julho de 1528 o Papa decretou a Bula “Religionis zelus”, por meio da qual a nova reforma era aprovada e colocada na jurisdição nominal dos Conventuais. O nome “Capuchinho” foi dado pela gente aos novos monges franciscanos e logo adoptado oficialmente, nos decretos pontificais os seguidores de Bassi utilizaram vários estilos na  expressão “Capucini”,  “Capuciati”, “Capulati” e “Irmãos da Observância Capucinorum”.
    Em Abril de 1529 la ordem teve sua primeira seccional em Albacina onde Mateo de Bacci foi eleito por aclamação vigário geral. Se elaborou um código a maneira de constituição que servia de base à reforma. Sem embargo, o humilde fundador não manteve seu cargo por muito tempo. Depois de visitar uns povoados desejou voltar a ter sua carreira apostólica e talvez também influído pelo facto de sentir-se sem maior poder contra as dificuldades que se geravam por parte de problemas com os discípulos, renunciou a seu posto.
    Desde entonces no tomó parte en el gobierno de la orden. Aproximadamente en el año 1537 decidió retornar a la obediencia de los Observantes aún con el temor de incurrir en alguna censura eclesiástica. En diferentes oportunidades y diferentes épocas habrían obtenido bulas y decretos contra la nueva reforma. Bacci predicó en todo el país de Italia y parte de Alemania.
    Murió en Venecia en medio de sus labores y fue enterrado en la Iglesia de los Observantes de esa ciudad en presencia de una vasta concurrencia que había llegado al lugar atraída por su reputación como un santo. El siguiente texto de Arthur du Monstier se puede leer el Martirologio Franciscano y dice: “allí murió en Venecia el Santo Mateo, confesor, fundador de la congregación de los capuchinos. Sus continuos ayunos, vigilias y oraciones, su gran pobreza y ardiente celo por las almas, le confirieron una santidad extraordinaria y el don de los milagros hace que su memoria sea gloriosa”.

    Hormisdas, Santo
    LII Papa, Agosto 6

    LII Papa

    Martirológio Romano: Em Roma, na basílica de S. Pedro, sepultura de S. Hormisdas, Papa. Abandeirado da paz, conseguiu acabar com o cisma de Acácio no Oriente, e no Ocidente fez que se respeitassem religiosamente pelos novos povos os direitos da Igreja (523).
    Originário da Campania, era um diácono de Roma, viúvo, cujo filho São Silvério havia de cingir também a tiara pontifícia. 
    No ano 514, Hormisdas foi eleito Papa. Teve que consagrar toda sua actividade ao problema delicado e complexo da situação que havia produzido no oriente o cisma provocado por Acácio de Constantinopla, com o fim de aplacar aos monofisistas.
    A São Hormisdas pertence a honra de haver acabado com o cisma mediante a confissão de fé que leva seu nome: "A Fórmula de Hormisdas". Este documento, citado todavia pelo Concilio Vaticano I, é uma das provas mais eficientes da autoridade que se atribuía ao Papa nos seis primeiros séculos.
    Sabemos que São Hormisdas foi um homem inteligente, hábil e amante da paz . Em seus últimos anos teve o consolo de ver cessar em África a perseguição dos vândalos.

     

    http:/es.catholic.net/santoral

    Trabalho efectuado com ajuda de Windows Live Writer

    Recolha, transcrição e tradução parcial dos textos por António Fonseca