OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O INFERNO EXISTE E É ETERNO

 

In: www.es.catholic.net

O inferno existe e é eterno
Fonte: Educar é amar
Autor: Dr. Jorge Rodríguez


O INFERNO EXISTE E É ETERNO

Alguns grupos fundamentalistas dizem que o inferno não existe e que no juízo final, os pecadores serão simplesmente aniquilados, destruídos. Mas esta postura, contradiz totalmente o que nos ensina a Palavra Divina a respeito. O inferno sim existe e é eterno, nunca terá fim. Isso é o que nos diz a Bíblia:


Is 66.24 O verme que os devora não morrerá, e o fogo que os queima não se apagará e todos se sentirão horrorizados ao vê-los.
Dn 12.2 Muitos dos que dormem na região do pó se levantarão, uns para a vida eterna, outros para o horror e a vergonha eterna.
Mt 3.12Guardará o trigo em seus porões, enquanto que a palha a queimará no fogo que não se apaga’.
Mt 5.30Porque é melhor que percas uma parte de teu corpo e não que todo teu corpo seja atirado ao inferno’.
Mt 13.42E os atirarão no forno ardente. Ali não haverá mais que choro e ranger de dentes
Mt 13.49-50Separarão os maus de entre os bons e os atirarão ao forno ardente. Ali será o chorar e o ranger de dentes’.
Mt 18.8Pois é melhor para ti entrar na vida sem uma mão ou sem um pé que ser deitado ao fogo eterno com as duas mãos…’
Mt 25.41 ‘¡Malditos, afastem-se de mim e ide ao fogo eterno, que há sido preparado para o diabo e para seus anjos!
Mc 9.43Pois é melhor para ti entrar com uma só mão na vida, que ir com as duas  para a geena, ao fogo que não se apaga’.
Mc 9.48-49Onde o verme não morre e o fogo não se apaga. Pois o mesmo fogo os conservará’.
2 Tes 1.9 Serão condenados à perdição eterna, longe do rosto do Senhor e de sua Glória irresistível.
2 Tes 1.8 Então a chama ardente castigará aos que não reconhecem a Deus e não obedecem ao Evangelho de Jesus, nosso Senhor.
Jud 7 Estas (Sodoma e Gomorra) são agora uma advertência do fogo eterno.
Jud 12,13 São como nuvens arrastadas pelo vento que não dão chuva, … estrelas errantes às que esperam as trevas eternas.
Jud 22,23 Mostrem compreensão com os que duvidam; a uns os salvarão arrancando-os do fogo eterno.
Ap 14.11 Não há repouso, nem de dia nem de noite, para os que adoram a besta … O fumo de seu tormento se eleva pelos séculos dos séculos.
Ap 20.10 Então o diabo, o sedutor, foi atirado ao lago de fogo e enxofre… Ali serão atormentados dia e noite pelos séculos dos séculos.
Ap 20.15 E todo o que não se achou inscrito no livro da vida foi atirado ao lago de fogo.
Ap 21.8 Numa palavra, para todos os falsos, seu lugar e sua parte é o lago que arde com fogo de enxofre, que é a segunda morte.



Eu creio, Senhor; em Ti
que és a Verdade Suprema.
Creio em tudo o que me revelaste.
Creio em todas as verdades
que crê e espera minha Santa Mãe 
a Igreja Católica e Apostólica.
Fé na que nasci por tua graça,
fé na que quero viver e lutar
fé na que quero morrer.


Artigo cortesia de www.EducarEsAmar.mx.gs

ANO SACERDOTAL

 

(publicado em Agência Ecclesia, de www.ecclesia.pt, de 1/9/2009)

 

Trabalho dos padres não é burocrático, administrativo ou estatístico

Aberto o VI Simpósio nacional do Clero, em Fátima

LFS

Perante centenas de padres de todas as dioceses, D. António Francisco, presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, gostaria que o VI Simpósio do Clero “nos ajudasse a libertar de um olhar redutor que a leitura negativa da realidade tantas vezes acarreta e que fossemos capazes de descobrir, de forma reflectida e justa, tudo quanto é portador de dinamismos de futuro e em que pontos essenciais devemos investir as nossas forças”.

Subordinado ao tema «Reaviva o Dom que há em ti», o VI Simpósio do Clero de Portugal começou esta manhã (1 de Setembro) e prolonga-se até Sexta-Feira (4 de Setembro), no Santuário de Fátima O trabalho do clero “não é burocrático, administrativo ou estatístico mas um serviço querido por Deus” – frisou o Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios.

Na abertura do encontro, o Pe. Jorge Madureira, Secretário da referida Comissão, referiu que a transformação cultural “que estamos a viver afecta a Igreja, os seus membros”. “A influência das correntes culturais dominantes sobre a comunidade cristã e os cristãos intensificam-se”. Perante esta realidade, o Pe. Jorge Madureira apela à formação permanente. Ela é “um dever do sacerdote para com o seu próprio ser e para com o seu próprio fazer”.

Ao referir-se à situação vocacional, o secretário da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios salienta que “não é verdade que o declínio das vocações seja global”. A nível mundial “até aumenta o número”. E acrescenta: “Há regiões de florescimento exuberante”.

Se o aumento das vocações em determinados países é um facto, o Pe. Jorge Madureira sublinha que as comunidades cristãs na Europa “terão que se interrogar sobre as razões que estão por detrás dessa situação de aumento vocacional em países sujeitos aos mesmos ventos da globalização”. E aponta pistas: “A escolha de um estado de vida sacerdotal, é hoje no contexto de uma sociedade distraída e superficial, uma escolha de ruptura, que tem as suas raízes no Mistério de Deus e na sua livre escolha”.

Fotos

Nacional | Luís Filipe Santos | 2009-09-01 | 13:56:09 | 2689 Caracteres | Ano Sacerdotal

Recolha com a devida vénia de

www.ecclesia.pt

 

por António Fonseca

BEATRIZ DA SILVA, Santa (e outros) – 1 de Setembro

Autor: . | Fonte: Arquidiocese de Madrid
Beatriz de Silva e Meneses, Santa

Fundadora,17 de agosto

Beatriz de Silva y Meneses, Santa

Beatriz de Silva e Meneses, Santa

Fundadora da Ordem
da Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria

Martirológio Romano: Em Toledo, em Espanha, santa Beatriz da Silva Meneses, virgem, que foi dama nobre de corte da rainha Isabel, mas, depois, preferindo uma vida de maior perfeição, se retirou para as religiosas da Ordem de Santo Domingo durante muitos anos e fundou, finalmente, uma nova Ordem com o título de Ordem da Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria (1490).

O pai de Beatriz havia lutado com as forças portuguesas na conquista de Ceuta no ano 1415, às ordens do capitão Pedro Meneses, conde de Viana e descendente dos reis de Castela. Dessa conquista parte a origem de amizade, conhecimento e posterior união das famílias Silva e Meneses pelo matrimónio entre dom Rui Gomes de Silva e dona Isabel Meneses. Tiveram onze filhos e dois deles estão nos altares; Amadeo, o quinto dos irmãos, que tomou o hábito franciscano, fundou a Ordem chamada dos "amadeístas" e se dedicou a implantar a reforma na Igreja e Beatriz que foi canonizada pelo Papa Paulo VI no dia 3 de Outubro do ano 1976.

Beatriz de Silva y Meneses, Santa

Beatriz de Silva e Meneses, Santa

Se desconhece com certeza o lugar e data de nascimento de Beatriz. Encanto ao lugar alguns entendidos se pronunciam por Ceuta e outros se inclinam por Campo Maior (Portugal); e no que se refere à data se duvida entre 1424 ou 1426. Se sabe que pelos favores prestados nas guerras do norte de África, o rei João I ofereceu a Alcaldía de Campo Maior a dom Rui Gomes de Silva, cidade fronteiriça com Espanha, no distrito de Portalegre e pertencente à diocese de Évora, no Alentejo. Foi na casa solarenga da família onde tanto Beatriz como seus irmãos receberam uma esmerada educação e aprenderam o amor a Deus, a Jesus Cristo e a sua Mãe santa Maria. Consta como vivendo em Campo Maior nos anos 1434 a 1447.
Quando o rei João II de Castela contraiu matrimónio com Isabel de Portugal, muda-se a rainha portuguesa ao lado de seu marido e é em Tordesilhas (Valladolid) onde está a Corte. Leva com ela a damas portuguesas que a acompanham e entre as quais se encontra Beatriz. Parece que sua beleza fascinou ao Rei e a quantos jovens a chegaram a conhecer; e que isso foi a causa de que cedo chegaram os zelos da Rainha. Se conta que mandou encerrar a Beatriz num baú e que deste cativeiro foi milagrosamente salva pela Virgem ao terceiro dia.
Chega ao convento de Santo Domingo o Real, em Toledo. Ali morou durante trinta anos em qualidade de secular dedicada ao silêncio e à oração, ao sacrifício e ao desprezo do mundo. Chega a contar a historia anónima do século XVI que jamais ninguém, nem homem nem mulher, viu seu rosto por mantê-lo sempre coberto com um véu, muito possivelmente por haver sido sua beleza o motivo de loucuras alheias. Dedicou todos seus bens ao culto a Deus e a obras de caridade, repartindo-os entre os pobres. Intenta interessar a Rainha Isabel a Católica em seus projectos de fundar e consegue dela a doação das casas dos palácios reais de Galiana, junto à muralha norte de Toledo e sua capela. E contando com a decisão de doze companheiras funda a Ordem da Imaculada Conceição, que o Papa Inocêncio VIII aprova com a Bula "Inter Universa" em 30 de Abril de 1489. Pouco tempo de vida pôde dirigir a nova ordem imaculista por morrer, avisada uns dias antes pela Virgem, na mesma data en que estava prevista a cerimónia de toma de véus e fundação.
O franciscano P. Frei João de Tolosa evitou a extinção da recém nascida Ordem impedindo que se fusionassem em Toledo as concepcionistas com as dominicanas.
Logo, o também franciscano Cardeal Cisneros voltou a avivar a Ordem e facilitou a fundação de novos conventos.
Sua obra se estendeu por Europa e América chegando-se a contar na Ordem mais de 150 mosteiros ao ser canonizada por Paulo VI em 3 de Outubro de 1976.
É um consolo para os espanhóis ver na história pátria a decisão e empenho do fervor crente sem fissuras na Imaculada Conceição da Virgem séculos antes de que essa verdade fosse proclamada dogma pela autoridade máxima da Igreja
.

 

Josué, Santo

 


Patriarca do Antigo Testamento, Setembro 1

Patriarca

Martirológio Romano: Comemoração de S. Josué, filho de Nun, servo do Senhor, que ao receber a imposição de mãos por Moisés, foi cheio do espírito de sabedoria, e à morte de Moisés introduziu de modo maravilhoso o povo de Israel, cruzando o Jordão, na terra de promissão (Jos, 1, 1).

Morto Moisés, Josué é o capitão que introduzirá a sua gente na Terra Prometida. Já era a hora de possuir a terra que Deus prometeu aos israelitas ao tirá-los de Egipto. Hão passado quarenta anos. É um povo jovem o que está nas proximidades de Canã. São os filhos dos que Iavé tirou com mão poderosa. Se hão curtido no deserto inóspito onde hão vivido do mimo de Deus e presenciando no dia a dia suas grandezas. Têm esculpida em sua alma a ideia de que só na  fidelidade à Aliança têm garantia da protecção de Deus.
Josué é um varão pletórico de fé e casto, jovem e forte, que mantém a segurança de que será Deus quem vencerá aos poderosos habitantes da terra que se lhes dá em possessão. Têm que pelejar, mas só Deus lhes dará a vitória.
Jericó é a praça forte que lhes abrirá as portas à conquista. Possui muralhas duras e seus habitantes estão aprestados a defendê-la.
É Deus quem fala agora com Josué, como antes o fizera com Moisés, dando-lhe instruções para a empresa. Não se lhe pedirá passividade, mas sim uma disposição absoluta ao mistério. A táctica guerreira sugerida é a mais impensada e a menos descrita nas praxes da guerra: há que dar voltas à cidade, cantando e tocando as trompetas. Assim caíram as potentes muralhas de defesa.
Sem um "mas" de Josué e com a presteza originada pela fé sucede como Deus disse. E é que Deus se ri das apostas, a lógica humana se vê superada em sua potência e as estatísticas dos homens se tornam anãs em sua presença. Sem embargo, a fé faz que se derrubem as mais altas muralhas da terra.

Gil ou Egídio, Santo
Ermitão e Abade, Setembro 1

Ermitão

Martirológio Romano: Na região de Nimes, da Galia Narbonense (hoje França), santo Egídio ou Gil, cujo nome adopta a povoação que depois se formou na região de Camargue e onde se diz que o santo havia erigido um mosteiro e acabado o curso de sua vida mortal (s. VI/VII).

Também se chamava Egídio. Parece que tinha origem grega, peregrinou a Roma, logo se fez religioso e finalmente se estabeleceu como ermitão perto de Nimes.

Gil o Egidio, Santo

Gil ou Egídio, Santo

Fundou um mosteiro.
Conhecido e estendido seu culto por toda a Europa durante a Idade Média.
O que as devoções populares contam de sua vida ressaltam sua bondade cristã, sua misericórdia, a delicadeza que demonstrava com os pecadores e a chamada à conversão.
Os abundantes peregrinos de Santiago lhe pediam ajuda contra o medo e as mães recorriam a ele quando seus filhos eram presa de terrores nocturnos ou sofriam pesadelos.

¿Queres saber mais? EWTN pode complementar a informação.

 

Terenciano de Todi, Santo
Bispo e Mártir, Setembro 1

Bispo e Mártir

Martirológio Romano: Em Todi, da Umbría, S. Terenciano, bispo (c. s. IV).
Etimologia Terenciano = atento, delicado. Vem da língua latina.

São Terenciano se converteu graças à fé que via nos primeiros cristãos que chegaram à cidade de Todi, Itália. Chegou a ser bispo de Todi. Muitos pagãos se converteram à fé de Cristo por seu zelo pastoral. 
A inveja dos sacerdotes pagãos contra ele, crescia de dia a dia. Por isso, levados por sua inveja e enfurecidos as numerosas conversões, o denunciaram ao imperador Adriano.
Por ordem do procônsul Licínio, foi atormentado no potro e com escorpiões; enquanto se lhe ia a vida, repetia: "Senhor, sejam confundidos os que adoram a deuses falsos e se gloriam de suas ricas imagens". E sucedeu que um sacerdote pagão ficou cego e os templos caíram ao solo. Então o santo voltou a dizer: "
Glória a ti, Jesus bendito, que cumulas de bênçãos a quem crê em ti".
O juiz lhe perguntou: ¿Onde está teu Deus? E Terenciano contestou: "Está comigo e se tu cresses nele, encontrarias misericórdia".
Enfurecido, o juiz mandou que lhe cortassem a língua, e logo o degolaram.

Juana Soderini de Florença, Beata
Terceira Servita, Setembro 1

Virgem

Martirológio Romano: Em Florença, na região toscana também de Itália, beata Juana Soderini, virgem da Ordem Terceira dos Servos de Maria, preclara por sua oração e austeridade de vida (c. 1367).
Os Soderini eram considerados como membros de uma das famílias mais nobres de Florença ao iniciar-se o século XIV.
Precisamente naquela cidade, no ano de 1301, e no seio da aristocrática família, veio ao mundo Juana, a que haveria de alcançar a graça da beatitude.
Desde muito tenra idade, demonstrou ser uma menina excepcionalmente boa e com uma devoção tão profunda e sincera com Deus, que em certa ocasião disse a sua aia, Felícia Tonia, que, por revelação do céu, sabia que ela, Felícia, ia a morrer muito cedo e esta, que estava ao corrente do fervor da menina e de suas continuas orações, a acreditou e começou a preparar-se para sua próxima morte.
Quando Juana chegou à adolescência, seus pais lhe concertaram um matrimónio vantajoso, mas ela protestou com tanta energia que, no fim de contas e a arreganhando dentes, posto que Juana era a única filha, consentiram em que tomasse o hábito de monja.
Por aquele então,
Santa Juliana Falconieri (*) organizava a terceira ordem regular dos servitas (as "Mantellate") em Florença e Juana decidiu unir-se a essa nova comunidade.
Não tardou em distinguir-se pelas austeridades corporais que praticava e sua perseverança na oração, mas ao mesmo tempo se mantinha activa nos trabalhos da casa e o cuidado dos enfermos que acudiam em busca de atenção. Voluntariamente e de bom grado, se encarregava das tarefas mais desagradáveis e penosas e, no desempenho das mesmas provocava a admiração de suas irmãs, por sua alegria e mansidão.
Juana teve que padecer duras provas espirituais e grandes tentações, sobre as que, ao fim e ao cabo, triunfou e ainda adquiriu grandes graças celestiais, inclusive o dom de profecia. Juana era a auxiliar pessoal e permanente de Santa Juliana e não se separou dela nem por um instante no decurso de sua prolongada enfermidade que a manteve prostrada, quando a fundadora não podia passar alimento algum e estava tão débil que necessitava ajuda para poder mover-se. Por isso, se atribui à Beata Juana a descoberta de uma imagem de Cristo crucificado que, ao aparecer, ficou gravada no peito de Santa Juliana desde pouco antes de sua morte.
Juana sobreviveu a sua amada mãe durante mais de vinte anos, como sucessora sua no governo da comunidade, até que morreu, no lº de Setembro de 1367. A Beata Juana Soderini foi sepultada na igreja da Annunziata de Florença e, durante algum tempo, seu tumulo foi um lugar de peregrinações.
Em 1828, o conde de Soderini, parente de Juana, solicitou ao Papa Leão XII a confirmação do culto que foi concedida a seu devido tempo.

Juliana Falconieri, Santa (*)

Fundadora, Junho 18

Juliana Falconieri, Santa

Juliana Falconieri, Santa

Fundadora das Servas da Virgem María

Esta santa teve a dita de ser sobrinha de um santo (Santo Aleixo Falconieri, irmão de seu pai) e de ser dirigida espiritualmente por outro santo (São Felipe Benicio).
Nasceu em Florença no ano 1270. Seu pai era riquíssimo e havia construído por sua própria cruenta um templo em honra da Santíssima Virgem de quem era sumamente devoto.
Os pais haviam suplicado por muitos anos a Deus que lhes concedesse descendência e ao fim conseguiram que lhes desse esta filha que ia a ser sua glória e sua alegria(Ver mais acerca da sua biografia em
www.es.catholic.net/santoral. – nomeadamente no seu dia a 18 de Junho)

 

Lupo de Sens, Santo
Bispo, Setembro 1

 

Bispo

Martirológio Romano: Em Sens, de Neustria, são Lupo, bispo, que foi desterrado por haver dito ante um hierarca local que convinha ao povo ser regido por um sacerdote e obedecer a Deus antes que aos príncipes (c. 623).
São Loupo ou Leu, pertencente a uma família nobre, nasceu em Orleães. Foi eleito Arcebispo de Sens em 609.
Clotairo, rei dos Francos, entrando em Borgonha, enviou a seu senescal (magistrado judicial em certos estados antigos) contra os habitantes de Sens, este sitiou a cidade. São Lupo, fez repicar o campanário da igreja de Saint Esteban. Os sitiadores, ouvindo esse som, sentiram tal pânico, que pensaram que não poderiam escapar à morte, e empreenderam a fuga.
Havendo-se finalmente apoderado de Borgonha, Clotário enviou a Sens outro senescal. Como São Lupo não acorreu à sua presença levando-lhe presentes, difamou-o ante o rei, e este o enviou para o exílio. Ali, São Lupo se destaca por sua doutrina e milagres.
Os habitantes de Sens pediram ao rei que chamasse a São Lupo do exílio. Quando Clotário se encontrou perante aquele homem paciente e mortificado, se sentiu tão comovido que se prostrou a seus pés solicitando seu perdão. Cumulando-o de presentes, o restabeleceu em sua Sede.
Depois de haver-se feito famoso por suas grandes virtudes e milagres, o Santo Bispo entregou sua alma a Deus por volta de 610.

 

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de António Fonseca