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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

VI Simpósio do Clero em Portugal

 

VI Simpósio do Clero de Portugal - Conclusões

            1.- O clero de Portugal deu uma resposta muito positiva ao convite para participar no VI Simpósio do clero. Mais de 800 inscrições são o melhor testemunho de uma forte adesão, alegre e agradecida, também por coincidir em pleno Ano Sacerdotal e sob o olhar da figura exemplar de sacerdote que foi São João Maria Vianey.

            2.- Conferencistas prestigiados e de renome internacional garantiram a elevada qualidade da reflexão e a pertinência dos desafios lançados.

            3.- O Simpósio foi, em si mesmo, um belo exercício de fraternidade e de comunhão entre bispos, sacerdotes, diáconos e seminaristas.

            4.- Todos os oradores glosaram, em registos vários, mas consonantes, o tema-lema do Simpósio: «Reaviva o dom que há em ti».

            5.- Anselmo Grün e Amadeo Cencini, com a sua autoridade de psicólogos, recordaram-nos que a espiritualidade não é redutível à psicologia, mas que uma espiritualidade não assente em correctas bases psicológicas, facilmente se transforma em moralismo vazio e autoritário.

            6.- As pessoas não se seduzem nem se cativam verdadeiramente com a acomodação do Evangelho aos seus desejos e gostos pessoais. Só quando o sacerdote se deixou, primeiro, seduzir no encontro pessoal com Cristo, poderá falar de tal maneira que as pessoas o descobrem possuído de uma luz e beleza que ele mesmo desconhece. Como Moisés, depois de falar com Deus.

            7.- O sacerdote não é um anjo. Junto com qualidades e luzes, tem defeitos e sombras. Só reconhecendo humildemente também as sombras se poderá abrir ao Amor que o plenifica, transforma e transfigura.

            8.- A formação sacerdotal ou é permanente ou não é verdadeira formação sacerdotal.

            O Senhor é fiel. Ao chamar sempre aquele que escolheu, não pára de o chamar todos os dias da sua vida. A Formação Permanente é a experiência de vocação permanente, como resposta agradecida e repleta de fidelidade ao Deus que ama e chama.

            9.- Esta autêntica mudança de paradigma na concepção de formação permanente implica que se crie uma cultura de formação permanente na Igreja, pois ainda não existe.

            A nossa vida, ou é formação permanente, ou é frustração permanente, repetitividade, desleixo geral, inércia, apatia, perda de credibilidade, ineficácia apostólica.

            10.- A Formação Permanente é essencialmente psicológico-espiritual; um processo de conformação-assimilação aos sentimentos do Filho obediente, do Servo sofredor, do Cordeiro inocente.

            11.- Não se trata tanto de criar novas estruturas, mas de uma nova mentalidade, uma cultura de Formação Permanente.

            12.-A Formação Permanente é a disponibilidade contínua e inteligente, activa e passiva, para aprender da vida, durante toda a vida. Até ao último dia.

            13.- Como nos disse o cardeal Cláudio Hummes: «a espiritualidade do presbítero deve ser nutrida cada dia. Os grandes meios são: manter um contacto assíduo com a Palavra de Deus; amar a Deus e deixar-se amar por Ele; viver uma vida de oração autêntica que inclui a Liturgia das Horas e a devoção mariana; celebrar diariamente a Eucaristia, como centro da vida ministerial; recorrer regularmente ao Sacramento da Confissão; viver a comunhão eclesial, principalmente com o Papa, o bispo e o presbitério; doar-se total e incansavelmente ao ministério pastoral, ao empenho missionário e evangelizador; ser o homem da caridade, da fraternidade e da bondade, do perdão, da misericórdia para com todos; ser solidário com os pobres, sendo seu defensor e amigo, vendo neles os preferidos de Deus».

            14.- Uma atenção cuidada aos vários programas de formação dos seminários levar-nos-á à opção pelo modelo de integração, polarizado no dinamismo da Cruz como ícone do Mistério Pascal, onde o amor entregado nos convida incessantemente, iluminando-nos e aquecendo-nos, a recebermos agradecidos o dom que a vida sacerdotal é, e a oferecermo-la alegremente como dom.

            15.- Este Modelo de Integração fará que nos sintamos abençoados por Deus e ajudar-nos-á a tornarmo-nos uma feliz bênção para os outros.

            Uma vida espiritual intensa, iluminada pelo guia fiável que é o Vaticano II, permitirá ao sacerdote entrar mais profundamente em comunhão com o Senhor e ajudá-lo-á a deixar-se possuir pelo amor de Deus, tornando-se sua testemunha em todas as circunstâncias, mesmo difíceis e obscuras. (SC, 89)

            16.- Os caminhos a percorrer para a Igreja responder aos novos desafios do mundo de hoje não estão ainda bem definidos e traçados. Temos de utilizar a lucidez na análise do que se apresenta, e a paciência misericordiosa para enfrentar as incompreensões.

            17.- Foi bom ouvir que a Igreja ama os seus sacerdotes, os admira e reconhece a sua insubstituível e incansável participação pastoral na missão e na vida eclesiais.

            18.- E que, à semelhança de São Francisco, encontrando no caminho um sacerdote e um anjo, saudaria primeiro o sacerdote, mesmo se fosse grande pecador, porque o sacerdote é quem nos dá o pão eucarístico.

            19.- O Santo Cura D’Ars reconforta-nos ainda mais ao afirmar: «Deus obedece-lhes. Depois de Deus, o sacerdote é tudo».

            Ser padre é viver todos os dias a Consagração: consagrando as espécies eucarísticas e consagrando-se aos irmãos, outra forma de dizer, já há mais de 150 anos, a urgência do que hoje chamamos Formação Permanente.

            20.- Os padres das várias dioceses reuniram com os seus bispos e manifestaram a alegria de participar no Simpósio, mutuamente se incentivando para encontrar formas de cultivo da fraternidade nos presbitérios.

            21.- Como bem recorda Bento XVI: «É preciso sempre partir de Cristo. Mas isso supõe tê-lo encontrado, ter-se deixado por Ele transformar inteiramente, ou seja, ter-se tornado seu discípulo fiel. Tudo começa ali. Encontrar-se com Cristo e deixar-se por ele transformar»

            Só assim reavivaremos continuamente o dom que há em nós, e responderemos gozosamente ao desafio incessantemente renovado de o oferecer aos outros, porque do povo de Deus vimos e só para o servir existimos.

Fátima, 4 de Setembro de 2009

In: boletim da Agência Ecclesia, de 4 de Setembro de 2009

Recolha e transcrição de António Fonseca

PADRES “FUNCIONÁRIOS”…

 

Cardeal Hummes critica padres «funcionários»

Prefeito da Congregação para o Clero encerrou Simpósio nacional, em Fátima

LFS

O Prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Cláudio Hummes, afirmou esta manhã (4 de Setembro) em Fátima que alguns padres fizeram um encontro “insuficiente e superficial” com Jesus Cristo e converteram o ministério ordenado recebido “numa espécie de profissão eclesiástica, que desenvolvem como funcionários que aprenderam a fazer a função”.

O Cardeal brasileiro falava na conferência de encerramento do VI Simpósio do Clero de Portugal. Na ocasião, pediu aos padres que sejam missionários.

Na intervenção, o responsável do Vaticano referiu que a cultura actual “promove uma descristianização, por demais visível, na maioria dos países cristãos, especialmente no Ocidente”. Neste contexto, caiu também o número de vocações sacerdotais e a quantidade dos padres “reduziu-se drasticamente”, seja pela falta de vocações seja pelo “influxo do ambiente cultural em que vivem”.

Ao longo de 4 dias e subordinado ao tema «Reaviva o Dom que há em ti», o VI Simpósio para o Clero reuniu, em Fátima, mais de 800 padres de todas as dioceses de Portugal. Depois de uma breve análise do mundo contemporâneo, o Cardeal Cláudio Hummes sublinha que “não devemos nem desencorajar-nos nem ter medo da sociedade actual nem, simplesmente, condená-la”.

Ontem, num encontro com os jornalistas, o cardeal brasileiro realça que “se deve voltar sempre à identidade que Cristo instituiu: ser pastor e guiar a comunidade”. Esta é uma tarefa urgente que “os últimos papas não se cansaram de insistir”. “Existe um novo paganismo e não é suficiente que nós procuremos manter o rebanho já existente” – afirma. E acentua: “Não podemos limitar-nos a atender e evangelizar as pessoas que nos procuram na Igreja e na casa canónica”.

Interpelado pelos jornalistas sobre a questão do celibato, o Prefeito da Congregação para o Clero sublinha que a “Igreja continua firme e para ela é clara que o celibato é um dom e carisma – e também uma lei eclesiástica – dado por Deus”. Durante o período formativo no seminário, é “fundamental perceber se ele recebeu o carisma do celibato”. Se isso não aconteceu, o candidato “não pode ser ordenado por mais que tenha outras boas qualidades”.

Na conferência de encerramento – subordinada ao tema «Renova nos seus corações o espírito de santidade» – o cardeal Cláudio Hummes disse aos participantes que a “missão é urgente” e constitui também “uma das oportunidades mais eficazes para renovar a vida sacerdotal

In: Boletim da Agência Ecclesia, de 4 de Setembro

www.ecclesia.pt

 

Recolha e transcrição de António Fonseca

Rosa de Viterbo, Santa (e outros) – 4 de Setembro

Rosa de Viterbo, Santa

Virgem, Março 6

Rosa de Viterbo, Santa

Rosa de Viterbo, Santa

Virgem Terceira Franciscana

Martirológio Romano: Em Viterbo, na Toscana, santa Rosa, virgem da Terceira Ordem de São Francisco, que, assídua nas obras de caridade, aos dezoito anos de idade consumou rapidamente o breve curso de sua vida (1253).
Etimologicamente: Rosa = Aquela que é bela como uma rosa, é de origem latina.

Um dos mais brilhantes ornamentos da Terceira Ordem de S. Francisco, e da santa Igreja, foi a penitente e maravilhosíssima donzela santa Rosa, natural de Viterbo.
Aos três anos recolhendo os pedaços de um cântaro que se partiu a uma menina, o devolveu inteiro; querendo seu pai ver o alimento que levava para os pobres, se converteu o pão em rosas.
Aos sete anos se recolheu num aposento de sua casa muito retirado, onde gastava muitas horas em oração e macerava seu delicado corpo com tão ásperas penitências, que se pôs em grave perigo de perder a vida, e a pudera perder se não houvesse trazido do céu a saúde a Santíssima Virgem, que, acompanhada de coros de virgens lhe apareceu, e lhe ordenou que tomasse o hábito da terceira Ordem seráfica. 
A Santa no momento o vestiu com singular devoção. redobrou suas admiráveis austeridades, mormente depois que lhe apareceu Jesus crucificado, cuja dolorosa imagem lhe ficou tão impressa na mente e no coração, que a violência do amor a trazia como fora de si e a fazia correr por ruas e praças desafogando os ardores de seu peito e cantando os divinos louvores.
Por aquel tiempo afligían a la Iglesia numerosos enemigos, favorecidos por el emperador Federico Barbarroja; y santa Rosa teniendo solamente doce años, ilustrada con ciencia infusa, rebatió y confundió a los herejes con los más sólidos e irrefutables argumentos, despreciando los terrores de los sectarios, y la muerte misma que le quisieron dar.
Avergonzados, obtuvieron del gobernador de Viterbo que la arrojase de la ciudad so pretexto de que conmovía al pueblo. Caminando entre nieves y expuesta a perecer, llegó a Salerno, donde profetizó los prósperos sucesos que a poco se verificaron con la muerte del emperador.
Vuelta a su patria fue recibida por sus conciudadanos con increíble regocijo. Quiso retirarse a la soledad en el monasterio de santa Clara; y como no fuese admitida, dijo que, puesto que no la recibían viva, la recibirían muerta.
Para que no saliesen defraudados sus deseos de soledad y recogimiento, continuó en el retiro de su casa sus acostumbrados ejercicios de oración y penitencia, atormentando su inocente cuerpo con ayunos, cilicios y disciplinas, y esto con tanto mayor espíritu y fervor cuanto sentía más cercano el fin de su vida, que esperaba como el principio de otra eterna y bienaventurada en el cielo, adonde voló el alma purísima de la santa, el día 6 de marzo de 1252, a la temprana edad de sólo diez y ocho años.
Sepultaron el sagrado cadáver en el templo de santa María de Podio; pero a los pocos meses Alejandro VI, que se hallaba en Viterbo, amonestado tres veces por la santa, que trasladase su cuerpo al monasterio de santa Clara, lo hizo con triunfal magnificencia, cumpliéndose entonces el vaticinio que había hecho la santa cuando no fue admitida en aquel convento.
Calixto III a colocou no catálogo dos santos no ano 1457.

ORAÇÃO

Oh Deus,
que te dignaste admitir 
no coro de tuas santas virgens
a bem-aventurada Rosa,
concede-nos por seus rogos e merecimentos
a graça de expiar todas nossas culpas 
e de gozar eternamente
da companhia de tua Majestade.
Por Jesus Cristo, nosso Senhor.
Ámen.

 

Rosália, Santa
Eremita, Setembro 4

Eremita

Martirológio Romano: Em Palermo, de Sicilia, santa Rosália, virgem, de quem se diz que praticou a vida solitária no monte Pellegrino (s. XII).
Etimologia: Rosália = rosal florido”. Vem da língua grega

Viveu no século XII e morreu em 1160.
Ainda que se desconheçam dados sobre sua pátria e vida, uma lenda assegura que aos 14 anos se retirou para uma cova (ou gruta) do monte Coscina e logo depois para outra do monte Pellegrino, perto de Palermo.

Rosalía, Santa

Rosália, Santa

Na Idade Média se lhe dedicaram várias igrejas e se considerou Protectora e Padroeira de Palermo.
Seus restos foram descobertos em 15 de Julho e o Papa Urbano VIII incluiu-a como santa no Martirológio. 
É invocada como advogada contra a peste e os terramotos. A iconografia a apresenta como eremita ou melhor, revestida com hábito agostinho.
Seus principais atributos são: uma coroa de rosas, em alusão a seu nome; e um crucifico e uma caravela, por sua ascese.

Bonifácio I, Santo
XLII Papa, Setembro 4

XLII Papa

Martirológio Romano: Em Roma, no cemitério de Máximo, na via Salaria Nova, sepultura de S. Bonifácio I, papa, que trabalhou para solucionar muitas controvérsias sobre disciplina eclesiástica (422).
Etimologia: Bonifácio = que faz o bem. Vem da língua latina.
Eleito em 28 Dezembro de 418; faleceu em Roma, em 4 de Setembro de 422. Pouco se conhece de sua vida prévia à sua eleição. O "Liber Pontificalis" o chama um romano, e filho do presbítero Jocundus. Se crê que foi ordenado pelo Papa Damasus I (366-384) e que foi representante de Inocêncio I em Constantinopla (c. 405). 
À morte do Papa Zosimus, a Igreja Romana entrou no quinto de seus cismas, com o resultado de duplas eleições papais que perturbaram sua paz durante as primeiras centúrias. Pouco depois das exéquias de Zosimus, em 27 Dezembro, 418, uma facção do clero romano formada principalmente por diáconos, tomou a basílica de Lateran e elegeu como papa ao Arquidiácono Eulalius. O alto clero intentou entrar, mas foi violentamente recusado por uma chusma de partidários de Eulalian.
Ao dia seguinte, eles se reuniram na igreja de Theodora e elegeram como Papa, contra sua vontade, ao ancião Bonifácio, um sacerdote muito estimado por sua caridade, conhecimentos, e bom carácter. O domingo 29 Dezembro, foram consagrados os dois, Bonifácio na Basílica de São Marcelo, apoiado por nove bispos provinciais e uns setenta sacerdotes; Eulalius na basílica de Lateran em presença dos diáconos, uns poucos sacerdotes e o Bispo de Ostia que foi convocado desde seu leito de enfermo para ajudar na ordenação. Os dois procederam a actuar como papas, e Roma começou a viver numa tumultuosa confusão pelo ruído produzido pelas facções de ambos os rivais.

O Prefeito de Roma, Symmachus, hostil a Bonifácio, informou o problema ao Imperador Honorius de Ravenna, e assegurou a confirmação imperial da eleição de Eulalius. Bonifácio foi expulso da cidade. Seus partidários, sem embargo, conseguiram fazer-se ouvir pelo imperador que convocou a um sínodo de bispos italianos em Ravenna para reunir os papas rivais e discutir a situação (Fevereiro, Março, 419). Incapaz de alcançar uma decisão, o sínodo tomou umas poucas decisões práticas pendentes até um concílio geral de bispos italianos, galos e africanos, a ser convocados em Maio para solucionar a dificuldade. Pediu que ambos demandantes deixassem Roma até que se alcançasse uma decisão, e proibiu o retorno sob pena de condenação. Como a Páscoa, em 30 de Março, estava acercando-se, Achilleus, Bispo de Spoleto, foi delegado para encabeçar os serviços Pascais na vacante sede romana.

Bonifácio foi enviado, aparentemente, ao cemitério de Santa Felicitas na Via Salaria, e Eulalius a Antium. Em 18 Março, Eulalius voltou audazmente a Roma, reuniu a seus partidários avivando novamente a disputa, e recusou com desprezo as ordens do prefeito para deixar a cidade; tomou a basílica de Lateran no sábado Santo (29 Março), decidido a presidir às cerimónias pascais. As tropas imperiais foram convocadas para depô-lo e fazer possível para Achilleus dirigir os serviços. O imperador, profundamente indignado com estes procedimentos, se negou a considerar novamente as demandas de Eulalius reconhecendo a Bonifácio como Papa legítimo (3 de Abril, 418). Este último voltou a Roma em 10 Abril e foi aclamado pelo povo. Eulalius foi designado Bispo de Nepi em Toscana ou de alguma sede em Campania, segundo os contraditórios dados das fontes do "Liber Pontificalis".

O cisma havia durado quinze semanas. E começos de 420, a crítica enfermidade do papa, animou os partidários de Eulalius a fazer outra tentativa. Já recuperado, Bonifácio pediu ao imperador (1o. de Julho, 420) prever alguma maneira de evitar um novo cisma no caso de sua morte. Honorius promulgou uma lei estabelecendo que, no caso de eleições Papais disputadas, não deve reconhecer-se nenhum candidato, e deve efectuar-se uma nova eleição.

El reino de Bonifácio fue marcado por el gran celo y actividad en organizar la disciplina y la autoridad. Revirtió la política de su predecesor de dotar a ciertos obispos Occidentales con poderes extraordinarios del vicariato papal. Zosimus había dado a Patroclus, Obispo de Arles, extensa jurisdicción en las provincias de Viena y Narbonne, y lo había hecho intermediario entre estas provincias y la Sede Apostólica. Bonifácio disminuyó estos derechos primados y restauró los poderes metropolitanos de los obispos principales de provincias. Así él respaldó a Hilary, Arzobispo de Narbonne, en su elección de un obispo de la sede vacante de Lodeve, contra Patroclus que intentó designar a otro (422). Así, también, insistió para que Maximus, Obispo de Valencia, fuera juzgado por sus supuestos crímenes, no por un primado, sino por un sínodo de obispos galos, y prometió sostener su decisión (419). Bonifácio tuvo éxito en las dificultades de Zosimus con la Iglesia africana con respecto a las apelaciones a Roma y, en particular, en el caso de Apiarius. El Concilio de Cartago, habiendo escuchado las presentaciones de los delegados de Zosimus, envió a Bonifacio el 31 mayo, 419, una carta en respuesta al commonitorium de su predecesor. Declaraba que el concilio había sido incapaz de verificar los cánones que los delegados habían citado como de Nicena, pero que más tarde resultaron ser de Sardican. Estaba de acuerdo, sin embargo en observarlos hasta que pudiera efectuarse la comprobación. Esta carta se cita a menudo para ilustrar la actitud desafiante de la Iglesia africana ante la Sede Romana. Un estudio imparcial de la misma, sin embargo, debe llevar a una conclusión no más extrema que la de Dom Chapman: "fue escrita con considerable irritación, aunque en un muy estudiado tono moderado"(Revisión de Dublín. Julio, 1901, 109-119). Los africanos estaban irritados ante la insolencia de los delegados de Zosimus y se indignaron por ser instados a obedecer leyes que pensaron no tenían una consistente fuerza en Roma. Esto ellos se lo manifestaron a Bonifacio directamente; todavía, lejos de repudiar su autoridad, le prometieron obedecer las leyes sospechosas, mientras que reconocieron la función del Papa como guardián de la disciplina de la Iglesia.

En 422 Bonifácio recibió la apelación de Anthony de Fussula que, a través de los esfuerzos de San Agustín, había sido depuesto por un sínodo provincial de Numidia, y decidió que debía ser restaurado en el caso de que su inocencia se estableciera. Bonifácio apoyó ardientemente a San Agustín en su combate contra el Pelagianismo. Habiendo recibido dos cartas de Pelagian que calumniaban a Agustín, se las envió. En reconocimiento de esta lealtad Agustín dedicó a Bonifacio su respuesta, contenida en "Contra das Epístolas Pelagianoruin Libri quatuor".
En el Este, mantuvo celosamente su jurisdicción sobre las provincias eclesiásticas de Illyricurn, sobre las que el Patriarca de Constantinopla estaba intentando afianzar el mando a causa de volverse una parte del imperio Oriental. El Obispo de Thessalonica había sido constituido vicario papal en este territorio, mientras ejercía su jurisdicción por encima de los metropolitanos y obispos. Por las cartas a Rufus, el titular contemporáneo de la sede, Bonifácio vigiló estrechamente los intereses de la iglesia de Illyrian e insistió en la obediencia a Roma. En 421, el descontento expresado por ciertos obispos, a causa de la negativa del Papa para confirmar la elección de Perigines como Obispo de Corinto a menos que el candidato fuera reconocido por Rufus, sirvió como pretexto para que el joven emperador Theodosius II concediera el dominio eclesiástico de Illyricurn al Patriarca de Constantinopla (14 julio, 421). Bonifácio protestó ante Honorius por la violación de los derechos de su sede, y prevaleció sobre él, que instó a Theodosius para que rescinda su promulgación. La ley no fue promulgada, pero permaneció en los códigos de Theodosian (439) y Justiniano (534) y causó muchos problemas a los papas subsiguientes. Por una carta del 11 marzo, 422, Bonifácio prohibió la consagración en Illyricum de cualquier obispo que Rufus no hubiera reconocido.

Bonifácio renovó la legislación del Papa Soter, prohibiendo a las mujeres tocar los sagrados linos o intervenir en el quemado de incienso. Dio fuerza a las leyes que prohibían a los esclavos ser clérigos. Fue enterrado en el cementerio de Maximus en la Vía Salaria, cerca de la tumba de su favorito, San. Felicitas en cuyo honor y en gratitud por su ayuda, le había erigido un oratorio encima del cementerio que lleva su nombre.

 

Moisés Santo
Grande caudilho que livrou os israelitas da escravidão do Egipto, Setembro 4

Profeta

Martirológio Romano: Memória de S. Moisés, profeta, a quem Deus elegeu para libertar ao povo oprimido no Egipto e conduzi-lo à terra de promissão. Também se lhe revelou no monte Sinai, dizendo-lhe: «Eu sou o que sou», e lhe propôs a lei para reger a vida do povo eleito. Morreu cheio de dias no monte Nebo, em terra de Moab, às portas da terra de promissão.
Etimologia: Moisés = salvo das águas. Vem da língua hebraica e egípcia.

Moisés juntamente com Abraão são as duas personagens centrais do Antigo Testamento. É o libertador do povo eleito, e o mediador da Aliança renovada no Sinai, e conforme a ela é o organizador da teocracia hebraica. Tal foi sua importância na história de Israel que muitas vezes o Messias é concebido como uma reencarnação do grande "Profeta" por autonomásia do Antigo Testamento. Os dias do Êxodo haviam ficado como os tempos heróicos da história israelita e o principal protagonista das gestas, Moisés, ficou na memória de todas as gerações como o amigo de Deus por excelência.
Seu mesmo nascimento está já marcado com o sinal da predilecção divina. Oriundo da tribo de Leví, foi abandonado por sua mãe numa cesta de juncos no Nilo. A perseguição dos israelitas havia chegado a seu ponto culminante, e as mães hebreias tinham que desfazer-se de seus filhos varões, cuja extinção estava decretada pelas autoridades egípcias. São os tempos de reacção contra os semitas. Haviam passado os anos da dominação dos Hiksos, de origem asiática, que protegiam aos estrangeiros oriundos de Canaã e Fenícia, porque os ajudavam a manter sujeitos aos egípcios. José, o cananeo descendente de Jacob, havia conseguido escalar o amparo desta situação de privilégio para os semitas, as mais altas dignidades do Estado egípcio. À sua sombra os hebreus haviam prosperado desmesuradamente na parte oriental do Delta, de tal forma que chegaram a criar um problema aos mesmos nativos súbditos do faraó. Ao subir outra dinastia, de procedência netamente egípcia, se generalizou uma política de perseguição contra os estrangeiros semitas, que haviam colaborado com os odiados Hiksos.

Vítimas desta política sectária foram entre outros os hebreus, que pacificamente se dedicavam à criação de rebanhos em Gesen. A opressão sobrepujava toda medida, e Deus ia a intervir milagrosamente para salvar a seu povo vinculado à promessa de bênção feita ao grande antepassado Abraão. Para ele havia de preparar o instrumento de sua especial providência. A Bíblia recalca estas intervenções milagrosas de Deus na vida de Moisés. O menino foi recolhido por uma princesa egípcia, que o levou para a corte do faraó como filho adoptivo, dando-lhe o nome de "Mossu" ou Moisés, que em egípcio parece significar simplesmente menino. Ali cresceu formado conforme a esquisita educação cortesã. A alma egípcia se distingue por sua delicadeza e bondade. Conhecemos muitas composições literárias cheias de beleza estilística e de grandes pensamentos. Talvez o menino hebreu tenha tido entre suas mãos as maravilhosas "Enseñanzas de Amenhemec", que deixaram vestígios na literatura sapiencial hebraica.


La vida de Moisés en la corte era muelle y distraída entre cantos de harpistas y recitaciones de versos por los escribas. Pero en sus oídos resonaban los gritos de dolor de sus compatriotas que estaban empleados en trabajos forzados en la construcción de una ciudad residencial que llevará el nombre de su fundador Ramsés II. Los capataces egipcios imponían horas agotadoras de trabajo y manejaban el bastón con demasiada frecuencia. Por otra parte los nativos despreciaban a sus compatriotas y les hacían la vida imposible. Un día el joven cortesano Moisés vio que un egipcio estaba abofeteando a un compatriota. La sangre le hirvió en las venas, y en un momento de furor mató al egipcio agresor. Para evitar consecuencias enterró su cadáver en la arena. Pero el hecho trascendió, pues su compatriota, al que había ayudado, le delató ante la opinión pública. El asunto era muy grave, y Moisés tuvo que abandonar la corte para no caer en manos de la policía egipcia. La península del Sinaí con sus estepas era el mejor lugar para huir a las pesquisas de los egipcios. Saliendo de la zona oriental del Delta, donde estaba la corte del faraón, le bastaban unas horas de camino para encontrarse ya en terreno de nadie.
El joven hebreo debió adaptarse a la nueva vida, muy distinta de la complicada de la corte faraónica. Durante años su género de vida será la del beduino que conduce sus rebaños de un lugar a otro en busca de pastos. Pronto entró en relaciones con un jeque-beduino, que como Melquisedec era también sacerdote de su tribu. De su experiencia se aprovechará más tarde para organizar la vida civil de los israelitas. El momento culminante de la vida trashumante de Moisés por las estepas sinaíticas es aquel en que el Dios de Israel se le apareció en una zarza ardiendo, con la declaración solemne: "Yo, soy el Dios de tu padre, el Dios de Abraham, el Dios de Isaac y el Dios de Jacob". Desde ese momento Moisés tendrá que hacerse cargo de una ardua misión, la de salvar a sus compatriotas de la opresión egipcia. Sin duda que Moisés había oído entre los suyos de las bendiciones especiales que su Dios había prometido a sus antepasados, los gloriosos patriarcas Abraham, Isaac y Jacob. Ahora Dios se declaró solemnemente vinculado a sus legendarios padres. Pero el nombre de "Dios (Elohim) de Abraham..." le parece demasiado genérico para en nombre suyo presentarse como el liberador de sus compatriotas, y así preguntó a Dios por su nombre específico, que autenticara su misión. En su estancia entre los egipcios había oído hablar de los diversos nombres de sus dioses, y por eso ahora quiere que su "Dios" le revele el nombre concreto que defina su personalidad. La respuesta por parte de Dios no pudo ser más evasiva: a la pregunta inquisidora llena de vana curiosidad "¿Tú quién eres?" respondió: "¡Yo soy el que soy!". Dios quiso rodear de misterio su nombre para que no se le materializara concibiéndole de un modo sensible conforme a cualquier noción basada en la imaginación, En adelante "El que es" ("Yahvé") será la mejor definición de la trascendencia divina. En el Decálogo se prohibirá representar sensiblemente al Dios de los israelitas, que se ha querido definir misteriosamente como: "El que es".
Ahora empieza una nueva etapa de la vida de Moisés. Por orden de su Dios debe volver a Egipto para convencer al faraón de la necesidad de que el pueblo israelita salga hacia el desierto. En los planes de Dios Israel debe aislarse de los otros pueblos hasta adquirir una nueva conciencia religiosa y nacional. En los años de estancia en el país del Nilo se había contaminado con los cultos idolátricos y era preciso despertar en él la añoranza de sus antiguas tradiciones patriarcales en tierra de Canaán, que les iba a ser entregada como heredad. Para ello nada mejor que llevarle a las estepas del Sinaí para hacerle olvidar las idolatrías de Egipto e ilusionarle con la "tierra que mana leche y miel de Canaán. El cometido de Moisés es difícil. El faraón se resistía a desprenderse de aquellos semitas que necesitaba para sus obras de construcción. Por fin, después de los milagros de las plagas permitió que los israelitas se fueran al desierto. Moisés decidió la marcha y en el mes de Abib (Nisán) sus compatriotas celebraron la fiesta agrícola de la Pascua, que este año tenía carácter de despedida, y había de quedar como recuerdo de la liberación de la opresión egipcia. Los israelitas salieron furtivamente con los despojos de los egipcios camino del desierto.
El éxodo no quedó desapercibido. El faraón revocó su permiso y envió un destacamento armado para obligarles a volver. La suerte estaba echada, y Moisés no permitió a los suyos el retorno, y así les animó a correr hacia la estepa, pero llegó un momento en que no pudieron avanzar. Ante ellos se extendía una laguna de agua que les cerraba el paso. De nuevo la intervención taumatúrgica de Moisés salvó la situación. Yahvé envió un viento huracanado, y el agua se retiró de forma que los hebreos pudieron pasar a pie enjuto, Detrás el ejército del faraón entró en su persecución sin apercibirse de la anomalía de la retirada del agua, creyendo fuera la retirada normal de la marea; pero, cuando los israelitas habían pasado, el agua volvió de nuevo y anegó a los soldados y carros del faraón. Es el gran portento del paso del mar Rojo, que será el símbolo de la protección de Yahvé a su pueblo. Durante generaciones los israelitas contarán el gran milagro, que había tenido lugar allá en tiempos de los faraones de la XIX dinastía (s. XIII a. de J. C.).
Pasado el mar Rojo los hebreos se adentraron en la península sinaítica, hasta llegar a una gran montaña, que también iba a tener eco en la tradición israelita. La nueva legislación que iba a enmarcar la teocracia hebrea surgiría en la cima de ese monte donde Yahvé se manifestó a Moisés como "un amigo a otro amigo". Allí se establecieron, en efecto, las bases de la nueva teocracia: de un lado Israel debía reconocer a Yahvé como Dios único, comprometiéndose a guardar sus preceptos, y de otro Yahvé prometía protegerle como pueblo a través de la historia. Sin embargo, este pacto fue roto muchas veces ya en los días de la peregrinación en el desierto. El pueblo hebreo siguió con su propensión a la idolatría, levantando al pie del Sinaí un becerro de oro para adorarle. En la marcha a través del desierto Israel se mostró como pueblo de dura cerviz. Se multiplicaban los milagros (el maná, las codornices, el agua de la roca), pero a la primera contrariedad los hebreos querían abandonar a su Dios y volverse a Egipto. Es el caudillo Moisés el que tuvo que hacer frente a esta obstinación materialista. Durante una generación su vida estuvo consagrada a modelar el alma nacional y religiosa de un pueblo rudo y recalcitrante, y cuando se hallaba ya para entrar en la tierra de promisión murió, haciendo sus últimas recomendaciones de fidelidad a Yahvé. Por una falta misteriosa que la Biblia no especifica, el gran libertador de los israelitas fue privado de entrar en Canaán, término de la larga peregrinación por el desierto.
Su recuerdo permaneció vivo en el pueblo de Israel. "No hubo nunca más en Israel un profeta como Moisés, a quien Yahvé conoció cara a cara". Es la síntesis que de él hace el autor del Deuteronomio. Su obra, la "Ley" constituyó la base de la vida religiosa y política del pueblo elegido hasta los tiempos del Mesías. Jesucristo dirá que no vino a abolirla, sino a perfeccionarla en su pleno sentido espiritualista y ético. Es la mejor consagración de una obra legislativa que giraba en torno al destino excepcional de un pueblo del que había de salir el Salvador del mundo. En la visión del Tabor, Moisés —símbolo de la Ley del Antiguo Testamento—, y Elías —símbolo del profetismo— hacen la escolta de honor al Dios-Mesías. Por eso la Iglesia cristiana, que se considera la heredera del "Israel de las promesas", ha sentido siempre una gran veneración por el gran Legislador y Profeta del Antiguo Testamento.

Ida de Herzfeld, Santa
Viúva, Setembro 4

Viúva

Martirológio Romano: Em Herzfeld, de Saxónia (Alemanha), santa Ida, viúva do duque Ecberto, insigne por sua assídua oração e caridade para com os pobres.
Etimologia: Ida = a que é laboriosa, do germânico

Santa Ida de Herzfeld era bisneta de Carlos Magno e cresceu na sua corte.
Por arranjo do imperador, se casou com Lord Egbert (Ecberto). Teve um filho: Warin, que entrou como monge em Corvey.
Ficou viúva em 811, sendo muito jovem. Não se voltou a casar, e dedicou o resto de sua vida ao Fez construir uma igreja em Hofstadt, Westfalia, e o convento de Herzfeld. Morreu em 813 por causas naturais; a enterraria no convento de Herzfeld.
Foi canonizada em 26 de Novembro de 980.

Marcelo de Chalons-sur-Saone, Santo
Mártir, Setembro 4

Mártir

Martirológio Romano: Em Chalons-sur-Saone, na Galia Lugdunense, S. Marcelo, mártir (s. III-IV)
Etimologia: Marcelo = pequeno martelo, do latim
 
A matança dos mártires de Lyon, com o bispo S. Potino à cabeça, teve lugar durante a perseguição de Marco Aurélio, no ano 177. Foi por então quando Marcelo, um sacerdote, recebeu um aviso do céu como diz seu "passio" e conseguiu escapar da morte e refugiar-se em Chalon-sur-Saône.
Aí recebeu hospedagem por parte de um pagão e, enquanto Marcelo viu que seu benfeitor queimava incenso ante as imagens de Marte, Mercúrio e Minerva, se propôs demonstrar-lhe seu erro e após uma série de práticas, o converteu ao cristianismo.
Certo dia, Marcelo empreendeu uma viagem até ao norte e no caminho se encontrou com a comitiva do governador Prisco, que o convidou a um banquete em sua casa. Marcelo aceitou o convite e se trasladou a casa do governador; mas ao cair na conta de que Prisco e seus convidados se dispunham a realizar alguns ritos religiosos pagãos, se desculpou de tomar parte na celebração, porque ele era cristão.
Semelhante declaração causou estupor entre os presentes que, indignados, se precipitaram sobre o sacerdote para matá-lo aí mesmo, mediante o feroz procedimento de o atar a dois troncos de árvores jovens dobrados e mantidos em tensão para que, ao soltá-los, desmembrassem ao mártir. 
O governador ordenou a Marcelo que fizesse um acto de adoração ante uma estátua de Saturno e como o sacerdote se negou rotundamente, Prisco ordenou que o matassem sem recorrer ao procedimento dos árvores  jovens, porque era demasiado rápido. Em consequência, levaram a Marcelo às margens do rio Saône, o enterraram até ao peito na terra apertada e aí o deixaram, imobilizado e abandonado à sua sorte. Aos três dias, morreu de fome e sede.
Alban Butler menciona, junto com S. Marcelo, ao mártir S. Valeriano, a quem se nomeia o 15 de Setembro no Martirológio Romano. Se diz que Valeriano fugiu da prisão ao mesmo tempo que Marcelo e que foi decapitado por causa da fé en Tournus, perto de Autum.

Irmgarda (Hermengarda) (Irma) de Süchteln, Santa
Condessa, Setembro 4

Condessa

Martirológio Romano: Em Colónia, da Lotaringia, santa Irmgarda, condessa de Süchteln, que utilizou seus bens na construção de igrejas (c. 1089).
Irma Santa Irma Condessa de Süchteln, pertencia provavelmente à família ducal de Luxemburgo. Morreu em cheiro de santidade em Colónia e seus restos repousam detrás do altar mor da catedral de esta cidade.

Catalina (Catarina) Mattei de Racconigi, Beata
Virgem, Setembro 4

 

Virgen Dominicana

Martirológio Romano: Em Carmagnoles, do Piamonte, em Itália, beata Catalina Mattei, virgem, religiosa das Irmãs de Penitência de Santo Domingo, que, vivendo com uma saúde muito precária, suportou com admirável caridade e abundância de virtudes as calúnias humanas e todo tipo de tentações (1547). 
A Beata piemontesa Catalina Racconi foi uma viva cópia de Santa Catalina de Siena, a quem, por uma celeste visão, adoptou como mestra. Catalina tinha quinze anos quando lhe apareceu a Santíssima Virgem, que tomando a mão da jovem, a uniu à do Divino Redentor, dizendo: "Te dou por esposo a meu Filho, em fé, esperaria e caridade".
Noutra visão, aparecendo-lhe a Santíssima Virgem com hábito dominicano, lhe mandou que entrasse na Terceira Ordem, predizendo que em curto tempo os irmãos abririam um convento em Racconigi.
Jesús enriqueció a su esposa con gracias extraordinarias y un sin número de favores. La imprimió con los santos estigmas, le ciñó una corona de espinas.
Su sóla esperanza fue siempre Jesús, tras los dolores, humillaciones, y calumnias de que fue objeto.
Con su palabra iluminada y sus oraciones, condujo innumerables almas a Dios.
Se ofreció como víctima para obtener una tregua de las continuas guerras que asolaban su patria y fue escuchada.
Murió en Caramagna, donde se había refugiado para sustraerse de los ímpetus de sus detractores, el 4 de septiembre de 1547. Según sus deseos, su cuerpo fue depositado en la iglesia parroquial de los Dominicos en Garessio.
O Papa Pio VII, el 9 de Abril de 1808 ratificou seu culto, concedendo-lhe Missa e Oficio próprios

 

http://es.catholic.net/santoral

 

Recolha, transcrição e tradução incompleta de António Fonseca