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sábado, 5 de setembro de 2009

À atenção dos portugueses

             

              In: Voz Portucalense, de Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

             

            Homossexualidade e casamento

            Albertino Costa

            Os bispos católicos analisaram a hipótese do partido do governo querer legalizar o casamento entre pessoas o mesmo sexo.
            Fizeram-no com todo o direito. É sua obrigação alertar e esclarecer os católicos da situação ridícula e anti-cristã destas uniões.
            Se estiverem devidamente esclarecidos, nada há a temer. Em Portugal a maioria da população ainda se diz católica... Se, pelo contrário, não estiverem esclarecidos, todos teremos de lamentar... Há que tirar ilações da forma como se tem educado e esclarecido toda a família católica. Talvez se possa concluir que não basta fazer muitos casamentos e baptizados, ou até mesmo rezar muitas missas ou praticar actos de caridade... Em primeiro lugar, é preciso cultivar consciências.
            A Igreja Católica precisa de sobreviver com dignidade, preocupando-se por criar um nível cultural que permita às pessoas, nos momentos de crise como este, saber discernir o que é bom, do que deve ser rejeitado.
            Hoje a nossa cultura, o materialismo prático, separa-nos da zona mais profunda do nosso ser, que é a alma.
            A César o que é de César e a Deus o que é de Deus. A César o poder, o dinheiro, as aldrabices, o salve-se quem puder, o egoísmo. A Deus o bem estar do homem, a paz, a alegria, o viver com dignidade, a comunhão entre as pessoas, o amor.
            Aos partidos, que ambicionam governar o país, compete propor leis, que vão ao encontro da vontade da maioria da população.
            Aos católicos compete estar atentos, Não devem votar naqueles que legislam contra as suas convicções religiosas.
            Os seres humanos, criados à imagem de Deus, são por natureza corpóreos e espirituais, homens e mulheres, feitos uns para os outros, pessoas orientadas para a comunhão com Deus.
            "Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda ... Então Deus fez cair um torpor sobre o homem e ele dormiu. Tomou uma das suas costelas, modelou uma mulher e trouxe-a ao homem. Este exclamou - Esta sim, é osso de meus ossos e carne da minha carne!".
            A diferença de sexos existe desde o princípio. Um homem será sempre um homem. Uma mulher será sempre uma mulher.
            Mas como fazer compreender isto a gente descristianizada, a gente paganizada? Respondendo-lhe como Pedro - Convertei-vos e fazei-vos baptizar em nome de Jesus Cristo.
            Alguns responderão - Mas eu já estou baptizado I
            Pois é verdade. Já estás baptizado, mas não sabes o que isso devia significar na tua vida. Foste pela mão de alguém e continuas a ser guiado pela cabeça dos outros...
            Ainda é tempo, Preparemo-nos para que, na altura própria, possamos dar a resposta apropriada.
            Compete à Igreja mostrar o seu amor pelos homens, dando-lhe a sabedoria e o discernimento necessários, que permitam a cada um decidir por si.

           

           

          http://voz-portucalense.pt

           

          Porque se trata de um assunto que interessa sobremaneira a todos os católicos portugueses, e aproveitando o momento que se atravessa em que todos nós temos de reflectir o que devemos fazer a este respeito, tomei a liberdade de tomar emprestado este artigo e efectuar a sua publicação no meu blogue, solicitando ao seu autor (Albertino Costa) as minhas desculpas por não o ter contactado para este efeito, mas creio que o mesmo não ficará aborrecido, pois trata-se duma boa causa.

          António Fonseca

          TERESA DE CALCUTÁ, Santa (E OUTROS) – 5 de Setembro

          Teresa de Calcutá, Beata
          Fundadora, 5 de Setembro

          Teresa (Inês) Gonhxa Bojaxhiu
          Fundadora

          Martirológio Romano: Na cidade de Calcutá, na Índia, beata Teresa (Inês) Gonhxa Bojaxhiu, virgem, que, nascida na Albânia, tratou de apagar a sede de Cristo cravado na cruz atendendo com exímia caridade aos irmãos mais pobres, e fundou as congregações de Missionários e Missionárias da Caridade, para servir aos enfermos e abandonados (1997).
          A Madre Teresa foi albanesa de nascimento e seu nome original é Agnes Gonxha Bojaxhiu. No ano 1948 a Madre Teresa adquiriu a cidadania hindu. Aos 18 anos de idade, a Madre Teresa ingressou na Ordem das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto na Irlanda. Recebeu sua formação religiosa em Dublin, Irlanda e em Dardjiling, Índia. 
          No ano 1931, a Madre Teresa tomou o nome de Teresa em honra a uma monja francesa, Thérèse Martin que foi canonizada em 1927 com o título de Santa Thérèse de Lisieux. No ano 1937 a Madre Teresa tomou os votos religiosos e ensebou por 20 anos no Colégio Santa María em Calcutá, Índia e no ano 1946, precisamente em 10 de Setembro, recebeu outro chamado de Deus, o serviço para os mais pobres. No ano 1948, o Papa Pio XII lhe concedeu a Madre Teresa permissão para deixar suas funções como monja independente e começou a compartilha sua vida nas ruas de Calcutá com os mais pobres, os enfermos e os famélicos. 
          A Madre Teresa fundou uma congregação chamada as Missionárias da Caridade. Seu trabalho inicial foi o de ensinar a ler aos meninos pobres da rua. No ano 1950, a Madre Teresa começou a ajudar as pessoas enfermas de lepra. No ano 1965, o Papa Paulo VI colocou a congregação das Missionárias da Caridade sob o controle do Papado e autorizou a Madre Teresa a expandir a Ordem religiosa em outros países. Ao redor de todo o mundo se abriram centros para atender leprosos, anciãos, cegos e pessoas que padecem de SIDA e se fundaram escolas e orfanatos para os pobres e crianças abandonadas. 
          A Madre Teresa merece um lugar especial nesta rede gigantesca de comunicação porque sua obra é uma mensagem de amor. Seu trabalho demonstra que uma convicção verdadeira sempre está acompanhada por uma acção, que o amor em acção é serviço. Ganhou o Prémio Nobel da Paz no ano 1979 contra sua vontade mas que agradeceu em nome dos mais pobres entre os pobres.

          Beatificação: 19 Outubro, 2003
          Uma mulher, uma verdadeira heroína
          Site oficial motherteresacause.info

           

          Lorenzo Justiniano, Santo
          Patriarca de Veneza, 5 Setembro

          Bispo

          Martirológio Romano: Na cidade de Veneza (hoje Itália), S. Lorenzo Giustiniani, bispo, que ilustrou a esta Igreja com sua doutrina de sabedoria eterna (1456).
          São Lorenzo nasceu em Veneza em 1381, e desde menino abrigou o desejo de ser santo. Quando tinha dezanove anos sentiu o chamado de Deus para consagrar-se de maneira especial a seu serviço, e por revelação divina se entregou inteiramente à busca da ciência e o amor de Deus. A força de sua resolução para seguir o tortuoso caminho da cruz ficou demonstrada na rigorosa severidade com que tratava a seu corpo e a constante dedicação de sua mente aos assuntos da religião.
          Em 1406, o santo recebeu a ordenação sacerdotal. O fruto de seu espírito de pregação e penitência foi o conhecimento profundo das coisas espirituais e os caminhos interiores da virtude, assim como uma grande destreza e uma enorme prudência na direcção das almas. Pouco depois de sua ordenação foi nomeado preboste de São Jorge e, para instruir a seus discípulos, só tratava de inculcar-lhes a mais sincera humildade.
          Em 1433, o Papa Eugénio IV nomeou São Lorenzo para a sede arcebispal de Castelo, uma diocese que incluía parte de Veneza. O mesmo como religioso que como prelado, foi admirável sua piedade sincera com Deus e a grandeza de sua caridade para os pobres.
          São Lorenzo deixou alguns escritos ascéticos muito valiosos; tinha setenta e quatro anos quando escreveu seu último trabalho, titulado "Os Graus de Perfeição".
          São Lorenzo faleceu em 8 de Janeiro de 1455, mas sua festa se celebra neste dia, em que recebeu sua consagração episcopal. Foi canonizado em 1690.

           

          Raíssa, Santa
          Mártir, Setembro 5

          Mártir

          Etimologia: Raissa = amiga. Vem do idioma guarao.
          O importante em nossa existência é que a vivamos bem e que não culpemos a outros do que não somos capazes de superar.
          Vendo a biografia desta rapariga, que morreu no ano 300 em Alejandría de Egipto, nos damos conta de que foi uma mártir voluntária porque, em lugar de fugir dos perseguidores, ela mesma não deixava de pensar neles.
          Dizia:"Havendo-me amado Cristo até morrer por mim, ¿porquê não vou a ser capaz de morrer por ele e demonstrar-lhe assim meu amor?"
          E parece que Deus ouviu sua petição ou desejo. Era a filha de um sacerdote de Tamieh, na fronteira do deserto de Líbia.
          Tinha vinte anos quando o perseguidor Diocleciano decidiu acabar com a seita cristã em sua torpe concepção desta comunidade nova que invadia todos os lugares do império.
          Quando consultou a Apolo de Mileto, este lhe disse que eram bárbaros e que constituíam o perigo maior com que se encontrava o império.
          Estas palavras lhe bastaram para publicar um édito mediante o qual todos os cristãos deveriam ser submetidos à morte, começando pelos bispos, os sacerdotes e os demais seguidores de Jesus de Nazaré.
          Todos aqueles /as que não sacrificassem aos deuses ou não fossem a seus templos a orar, seriam encarcerados e levados à morte mais cruenta.
          Foi nesse ano, 303, quando Raïssa se encontrou com um cortejo de monjes e de virgens consagrados. A policia os levava a Alejandría para que fossem julgados.
          Os esperava o governador Culciano para fazer um juízo inútil e vergonhoso.
          Ela se uniu a eles e elas. Foi impedida. Raïssa insistia uma e outra vez em unir-se a todos e gritava que era cristã. Além disso, com uma valentia inusual, proferia injúrias contra os deuses.
          Se uniu ao cortejo e assim encontrou o que desejava: morrer por Cristo.
          ¡Felicidades a quem leve este nome!
          Comentários al P. Felipe Santos:
          fsantossdb@hotmail.com

           

          Bertín (ou Bertino) de Sithin, Santo
          Abade, Setembro 5

          Abade

          Martirológio Romano: No distrito de Thérouanne, na Flandres (hoje em França), S. Bertino, abade de Sithin e sepultado no mosteiro que leva seu nome, o qual havia fundado junto com S. Mumolino (c. 698).
          Etimologia: Bertín = muito brilhante. Vem das línguas latina e grega.

          São Bertino nasceu em Constanza, França, nos primeiros anos do século VII.
          Se educou na Abadía de Luxeuil, conhecida pela rigidez com que aplicava a Regra de São Columbano, regra Famosa por sua estriteza e austeridade. Pese não ser noviço, Bertino se sentiu chamado a seguir a regra em igualdade com os monges da Abadía, e ao fazer-se maior, tomou o hábito.
          Em 639, Bertino e outros dois monges se uniram a São Omer para evangelizar aos habitantes de Pas-de-Calais, uma região famosa por sua idolatria e imoralidade.
          Os apóstolos não tiveram grande êxito, mas seguiram adiante e edificaram um mosteiro em honra de São Momolin. Bertino foi o primeiro Abade do mesmo, cargo en que permaneceu os restantes sessenta anos de sua vida. Enviou monges com a missão de fundar outros mosteiros tanto em França como em Inglaterra, e ele mesmo viajava constantemente para ensinar e animar os fieis a praticar uma maior devoção a Deus. 
          Sob sua direcção, o mosteiro era um excelente exemplo para todos, e ajudava a aproximar muitas almas ao Senhor. Durante sua longa vida, de quase cem anos, Bertino foi conhecido por sua santidade e as severas austeridades que se impunha. Ao morrer, o mosteiro lhe foi dedicado.

          María dos Apóstolos (Teresa von Wüllenweber), Beata
          Co-fundadora, Setembro 5

          Co-fundadora da Congregação das Irmãs do Divino Salvador

          Martirológio Romano: Em Roma, beata María dos Apóstolos (María Teresa) von Wüllenweber, virgem, alemã de origem, que, inflamada pelo ardor missionário, fundou o Instituto das Irmãs do Divino Salvador, em Tivoli, de Lacio (1907)
          Teresa Wüllenweber nasceu no castelo de Myllendonk, Alemanha, em 19 de Fevereiro de 1833, sendo seus pais o Barão Teodoro Wüllenweber e a Baronesa Elizabeth Lefort.


          Cronologia


          1848 – 1850
          2 anos no Internato das Beneditinas em Lieja (Bélgica)
          1850 – 1857
          7 anos em Myllendonk (Alemanha) Missões paroquiais
          1857 – 1863
          6 anos na Congregação do Sagrado Coração; votos temporais
          1863 – 1868
          Em Myllendonk 3 semanas no convento da Visitação
          1868 – 1871
          Com as Irmãs da Adoração Perpétua; noviciado
          1871 – 1876
          Myllendonk; voto missionário privado; arrenda Neuwerk
          1876 – 1882
          Instituto Santa Bárbara dirigido por ela; compra Neuwerk
          1882 
          Sob a direcção do P. Jordán; segue em Neuwerk


          Após largos anos de busca, descobre que en Alemanha se necessitam novas fundações para enfrentar o Kulturkampf; luta contra a religião. 
          Aluga um convento em Neuwerk e começa uma fundação de “Irmãs Missionárias Alemãs”

          Quando ouço falar sobre as missões
          Experimento em meu interior uma verdadeira urgência
          Um amor e um anseio que
          De outro modo são desconhecidos para mim…

          A gente do povo pensava que o convento devia converter-se em hospital.
          Teresa pensava que devia servir para todo uso bom. De facto o primeiro que recebeu foram meninas órfãs e crianças pobres. 
          O pároco escreveu uns estatutos para que tudo funcionasse.
          Teresa insistia em normas conventuais.
          As jovens que chegavam o tomavam como algo de passagem.
          O alcaide queria que fosse um hospital.
          Empresários queriam que fossem para suas empregadas em dificuldade.
          Ou seja que todo o mundo metia a colher no assunto.
          Desde Suíça, as Filhas do Divino Amor, fizeram um contrato de colaboração, mas teve de  o romper.
          Também esteve em negociações com o Verbo Divino (Arnold Janssen), missionários, mas tampouco chegou a concluí-las.


          Temos despachado até aqui em poucas linhas os 50 primeiros anos de vida de Teresa, ainda que ela visse que “o facto de que seus esforços fossem compensados com um modesto resultado, era uma prova difícil e humilhante, que aceitava como a vontade de Deus”.
          Em 12 de Abril de 1882 leu uma nota numa revista com o seguinte conteúdo:

          “Sociedade Apostólica Instrutiva (SAI): fundada em Roma por Juan Bautista Jordán com dois sacerdotes: Bernhard Lüthen e Friedrich von Leonhardi. O propósito: estender, proclamar e fortalecer a fé católica em todas partes do mundo no espírito dos Apóstolos. Os membros se dividem em três grupos:
          1.- Sacerdotes e laicos: aqueles que deixam tudo, segundo o exemplo dos apóstolos e se dedicam exclusivamente ao propósito da Sociedade.
          2.- Homens instruídos que, sem deixar sua ocupação, contribuem aos esforços científicos ou literários da Sociedade;
          3.- Todos os que se esforçam por cumprir seus deveres no espírito da Sociedade”.


          Jordán visitou a Teresa em 4 de Julho: “Me deu a impressão de ser um humilde, verdadeiro, zeloso apóstolo (ficou ali três dias) meu primeiro e único desejo é pertencer a esta Sociedade sempre mais estreitamente até à minha morte. Amado Deus, graças a ti para sempre!” 
          Em poucos dias escreveu a seguinte poesia com a melodia latina de “O Sanctissima”:


          Oh santa, venerável única Sociedade!
          Apostólica, zelosa pelas almas, nobre Sociedade!
          Cresce firmemente, multiplica-te,
          difunde-te por todas partes!
          abarca e renova o universo!
          Atrai sobre ti pastores de almas, atrai mestres, educadores,
          mulheres consagradas -Oh, conduzi-os e guiai-os a todos eles!
          Recristianiza a pátria; evangeliza aos infiéis;
          protege aos meninos órfãos -
          Oh, ensina-os e instrui-os a todos eles!
          Motiva os pais à fidelidade,
          às mães, a  santa formação dos filhos,
          aos administradores públicos a honradez -
          Chama-os à santidade a todos eles!
          Reparte a verdadeira sabedoria aos doutos;
          dá profundidade às artes;
          consagra e transforma o mundo do trabalho.
          Oh, fazei-o... fazei-o!
          Ilumina a teus próprios líderes,
          acende-lhes o coração e a alma
          de modo que, realmente, não busquem senão só a Jesus!
          Oh santa, venerável, única Sociedade!
          Apostólica, zelosa pelas almas, nobre Sociedade!


          5 Setembro de 1882:


          Pela presente prometo, com pleno conhecimento do que estou fazendo, obedecer ao P. J. B. Jordán, Fundador da Sociedade Apostólica Instrutiva, em tudo o que é conforme a lei e viver em espírito de pobreza, como também de acordo à santa castidade. Através deste compromisso meu me proponho comprometer-me com o P. Juan Bautista Jordán provisionalmente por um ano a ser contado a partir da data de hoje.”

          Fundação Santa Bárbara em Neuwerk.

          Radicalidade de Teresa:
          “No dia 6… ante notário, dou meu convento e as três casas à Primeira Ordem, aos três Fundadores”.


          E trabalha distribuindo a revista “Missionär” = O missionário, outras publicações, assim como a Liga Angélica com meninos e vendendo “pedras de construção”, para recolher fundos.
          Em Maio de 83 Jordán visita Neuwerk, anima as Irmãs, e Teresa escreve “Fiz votos perpétuos”.

          En Neuwerk sigue trabajando durante unos años hasta que Jordán la llama para ir a Tívoli, cerca de Roma para comenzar con la actual rama femenina de las Salvatorianas. Se desprende fácilmente de la casona de Neuwerk y sale con ánimo para Roma el 21 de noviembre de 1888.
          A excepción de María, ninguna de las Hermanas había estado lejos de su pueblo natal. Les costó adaptarse y casi cada día había alguna que estaba enferma.
          “La congregación de las Hermanas será grande, si está cimentada en la cruz, no desistan, el Señor ayuda”, les escribió Jordán.
          Llegadas a Roma con varias candidatas de Munich que se incorporaron en el trayecto, se prepararon con unos retiros para recibir el hábito el 8 de Diciembre, quedando fundadas las salvatorianas. Teresa von Wüllenweber, cambió su nombre por María de los Apóstoles. En total eran 5 Hermanas. Jordán les invitó a ser santas.
          El 25 de marzo del 89, con dispensa especial, pudo hacer la madre María sus votos perpetuos, por su preparación y porque estaba destinada a ser madre superiora.
          Escribe en su diario:
          “Debo estar muy agradecida, porque mi vida está completa con el fin de vivir enteramente una nueva vida hasta la muerte para darme totalmente a la Sociedad, venga lo que sea. Hacer todo de acuerdo al espíritu del Fundador”
          Durante los primeros meses no tuvieron grandes dificultades económicas, pues el padre de María vendió los muebles de Neuwerk y otras pertenencias y pudo seguir ayudando a su hija.
          En estos primeros momentos el P. Lüthen era el confesor ordinario de las Hermanas, dándoles a la vez conferencias sobre la santa regla y clases de italiano. Los padres Otto y Thomas también ayudaron mucho.
          A finales de 1890 podían salir algunas Hermanas como misioneras para Assam, en la India, a fin de acompañar a los padres que ya llevaban allá unos meses.
          María estaba contenta por ello, dado su espíritu misionero.
          El tiempo en Tívoli era dedicado especialmente a la formación y al apostolado con los niños y los pobres.
          Bastantes Hermanas estuvieron enfermas y algunas murieron. La casa se llenó con más de 50 candidatas. Era hora de pensar en ir a fundar a Roma (lo cual estaba prohibido por el momento).
          En 1893 son enviadas 3 Hermanas muy jóvenes a Ecuador.
          La experiencia les dicta que deben prepararse mejor como maestras, y se funda una institución para ello.
          Entra el tifus, terrible enfermedad, en la casa y mueren varias Hermanas jóvenes. Varias tienen que salir de Tívoli para no contagiarse y es el momento de ir a Roma, aunque no son aceptadas de forma definitiva en la ciudad.
          Se comenta de ella, que en el trato con las jóvenes fue siempre amable, y que la trataban como una compañera más que como una superiora.
          Aunque el guión de superioras de entonces exigía ser duras, y exigir con frecuencia humillaciones, que probaran a las candidatas, sin embargo supo disculparse cuando a alguna por esos motivos se le salían las lágrimas.
          “La superiora debe ser como un saco cargado sobre un asno, que no le importe si la suben o bajan, así debe ser una superiora. Si le dan el cargo o se lo quitan, debe ser lo mismo para ella”.
          En 1894 se pueden establecer de forma definitiva en Roma.
          Además de las propias tareas de formación, se dedican a dar catequesis en una parroquia cercana y a atender a menesterosos en un centro cercano.
          El 30 de mayo del 95 son enviadas las 3 primeras Hermanas a Estados Unidos.
          Fueron creciendo tanto que era difícil encontrar trabajo para todas en Roma.

          Testamento de la Madre María:


          “Espero confiadamente
          que minhas boas irmãs orem muito por mim

          e continuem  trabalhando com santo zelo
          pela própria santificação, desejosas de fazer ao próximo o verdadeiro bem
          aderindo ao espírito do Fundador
          da Sociedade do Divino Salvador”.
          (antes de 1903)

          Por ese entonces ya eran más de 150 religiosas, y habían sido reconocidas oficialmente en Roma, y M. de los Apóstoles escribe:
          “Las cosas ahora han cambiado, querida. Algunas veces llegan veinte cartas en un día y necesitan respuesta. Puesto que nuestra Congregación ha crecido, también debe crecer nuestro espíritu de sacrificio y un verdadero amor interior debe unirnos estrechamente, de modo que ni la desconfianza ni el resentimiento se arraiguen entre nosotras”.
          En diciembre de 1905, a pesar de su edad y sus achaques fue reelegida como Superiora General por unanimidad, queriendo mostrar así el amor hacia ella y la unidad congregacional.
          El 25 de diciembre de 1907, fiesta de Navidad, muere rodeada de Hermanas y de Salvatorianos en gran paz.
          Como resumen de la vida de María de los Apostoles podemos decir que:
          Buscó siempre la voluntad de Dios,
          No se desanimó en tiempos de oscuridad y de cruz. Amó mucho a la Iglesia y a la gente sencilla. Fue una intrépida misionera junto con Jordán,
          No pudo salir a países lejanos a misionar, pero envió a jóvenes religiosas a hacerlo, y comprendió que la misión está cerca de casa y lejos de la misma.
          Su carácter fue sencillo y afable, su conversación amigable y espontánea, su forma de vida –aún siendo baronesa- sencilla, pobre y abnegada. Su entrega: radical, constante y perseverante.
          Foi beatificada em 13 de Outubro de 1968 e sua festa se celebra em 5 de Setembro

           

          María Magdalena de la Pasión (Constanza Starace), Beata
          Fundadora, Setembro 5

           

          Fundadora das Religiosas Compasionistas

          Nasceu em Castellammare di Stabia, província de Nápoles (Itália), em 5 de Setembro de 1845. Foi baptizada com o nome de Costanza. Sua mãe, muito piedosa, a consagrou à Virgem das Dores. Com a idade de 4 anos começou a frequentar a escola, onde se relacionou com meninas pobres. Seguramente esta experiência deixou um rastro profundo em seu coração.
          Em 1850 as Filhas da Caridade se estabeleceram em Castellammare, com o fim de assistir aos enfermos internados no hospital de São Leonardo. Abriram um orfanato e um internato para meninas, no que Costanza solicitou entrar. O clima de oração e de piedade que se vivia ali suscitou nela o desejo de consagrar-se ao Senhor. Hizo la primera comunión y, a la edad de 10 años, recibió el sacramento de la Confirmación. Por motivos de salud, tuvo que volver a su casa.
          A los 15 años su confesor la autorizó a consagrarse al Señor con los tres votos perpetuos, aconsejándole que se hiciera "monja en casa". El 8 de junio de 1867 profesó en las Terciarias de los Siervos de María, tomando el nombre de María Magdalena de la Pasión. El obispo de Castellammare, mons. Francesco Saverio Petagna, le encomendó la dirección de la pía unión de las Hijas de María y la catequesis de las niñas del pueblo. Las diversas epidemias de cólera que azotaron Castellammare la impulsaron a fundar, en 1869, el instituto de las Religiosas Compasionistas, cuyo carisma —según palabras de la madre María Magdalena— es: "Compadecer con Jesús doliente y con la Virgen de los Dolores; por tanto, compadecerse del prójimo en todas sus necesidades, tanto del espíritu como del cuerpo".
          El 27 de mayo de 1871 mons. Petagna concedió al Instituto la erección canónica; el 10 de noviembre de 1893 el general de los Servitas firmó el decreto de agregación a la Orden; y, por último, el 10 de julio de 1928, el Papa Pío XI aprobó el Instituto.
          Fueron innumerables las pruebas físicas y espirituales que la madre María Magdalena debió soportar en su camino hacia la santidad, pero contribuyeron a fortalecer su fe y su compromiso de servir totalmente al Señor. Murió de pulmonía el 13 de diciembre de 1921.
          El 19 de agosto de 1929 su cuerpo fue trasladado al santuario del Sagrado Corazón, en Scanzano. El proceso de beatificación comenzó el 4 de abril de 1939. Con decreto pontificio del 7 de julio de 2003, Juan Pablo II la declaró venerable. Benedicto XVI, el 26 de junio de 2006, firmó el decreto de beatificación.
          La semilla sembrada por sor María Magdalena de la Pasión se ha convertido hoy en un gran árbol, cuyas ramas se extienden más allá de los confines de su tierra natal: 24 comunidades en Italia y 14 en el extranjero (Canadá, México, Chile, India, Indonesia y Filipinas), 350 religiosas, 34 novicias y 35 postulantes.
          Beatificada por Su Santidad Benedicto XVI el 15 de abril del 2007 en la Catedral Castellammare de Stabia. En el decreto de beatificación fijó el 5 de septiembre como su fiesta litúrgica.
          Reproducido con autorización de
          Vatican.va

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          Recolha, transcrição e tradução (incompletas as duas últimas, por serem muito extensas) por António Fonseca