OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

UMA MÃO ESTENDIDA

 

 

Uma mão estendida
Fuente: Catholic.net
Autor: P. Fernando Pascual LC


Estender a mão é simplesmente isso: deixar uma oportunidade para o diálogo.
Vivemos num mundo de tensões e de choques, de rancores e de críticas, de etiquetas e de medos.
Passamos junto a pessoas a que não saudamos, não olhamos, não amamos. Em algumas ocasiões, pomos etiquetas às pessoas, as qualificamos quando nem sequer sabemos como se chamam. 
O panorama muda profundamente quando começamos a ver o outro com olhos bem abertos e disponíveis, com esperança e com alegria, com amor e com doçura.
Neste dia posso estender a mão a alguém. Talvez ao vizinho, com o qual normalmente me cruzo pela escadaria sem dirigir uma palavra. Ou ao vendedor de frutas, ao que até agora só olhava furtivamente ao chegar a hora de pagar. Ou ao funcionário de um local governamental, que manuseia os papeis sem levantar os olhos, mas que talvez espera sem o dizer que alguém lhe dê uma saudação.
Com a mão estendida quero, simplesmente, deixar-te um espaço em minha vida. E pedir-te, com respeito, que me permitas ser, ao menos por uns instantes, um companheiro de caminho nesta aventura da existência humana, que começa nesta terra e que culmina, se soubemos amar e deixarnos invadir-nos pelo amor, no Reino dos céus.

 

Recolha e transcrição de um email recebido hoje de www.es.catholic.net

António Fonseca

PAPA BENTO XVI em VITERBO

 

Bento XVI lembrou II Guerra Mundial

Papa em visita pastoral a Viterbo e Bagnoregio, na Itália

RV

Bento XVI deixou este Domingo, em Viterbo, um apelo às religiões de todo o mundo, para que contribuam para construir a paz.

O Papa falava no final da Missa a que presidiu na cidade italiana, referindo-se ao Congresso "Homens e religiões", em Cracóvia, que assinala os 70 anos do início da II Guerra Mundial. A iniciativa junta numerosas personalidades e representantes de várias religiões, convidados pela arquidiocese de Cracóvia e pela Comunidade de Santo Egídio, para reflectirem e rezarem a favor da paz.

Bento XVI disse que “não podemos deixar de recordar os dramáticos factos que deram início a um dos mais terríveis conflitos da história, que causaram dezenas de milhões de mortos e tantos sofrimentos provocaram ao amado povo polaco; um conflito que viu a tragédia do Holocausto e o extermínio de outras fileiras de inocentes”.

“Que a memória destes acontecimentos nos leve a rezar pelas vítimas e por aqueles que continuam feridos no corpo e no coração. Seja também, para todos, uma advertência a não repetir tais barbáries e a intensificar esforços para construir no nosso tempo, ainda assinalado por conflitos e confrontos, uma paz duradoura, transmitindo às novas gerações uma cultura e um estilo de vida caracterizados pelo amor, pela solidariedade e pela estima do outro”, acrescentou.

Neste contexto, disse o Papa, é especialmente importante o contributo que podem e devem dar as Religiões: “Nesta perspectiva, é particularmente importante o contributo que as Religiões podem e devem dar para promover o perdão e a reconciliação contra a violência, o racismo, o totalitarismo e o extremismo que deturpam a imagem do Cristo no homem, cancelam o horizonte de Deus e, em consequência, conduzem ao desprezo do próprio homem”.

“Que o Senhor nos ajude a construir a paz, partindo do amor e da compreensão recíproca”, conclui.

Chegado a Viterbo, de helicóptero, proveniente de Castel Gandolfo, o Papa presidiu, numa esplanada, à Eucaristia dominical. Comentando as leituras do dia, Bento XVI observou que “o deserto – na sua linguagem simbólica – pode evocar acontecimentos dramáticos, situações difíceis e a solidão que tantas vezes assinala a nossa vida”. Mas "o deserto mais profundo é o coração humano, quando perde a capacidade de escutar, de falar, de comunicar com Deus e com os outros. A pessoa torna-se cega, incapaz de ver a realidade; fecham-se os ouvidos para não escutar o grito de quem implora ajuda; o coração endurece-se na indiferença e no egoísmo”.

Para o Papa “tudo está destinado a mudar. A ‘terra árida’ será irrigada por uma nova linfa divina. E quando vem, aos de coração abatido de qualquer época, o Senhor diz com autoridade: Coragem, não temais!”

Bento XVI referiu-se ao episódio evangélico em que Jesus cura, em terra pagã, um surdo-mudo, começando por o acolher e “ocupando-se dele antes de mais com a linguagem dos gestos, mais imediatos do que as palavras”.

“Podemos ver neste sinal o ardente desejo de Jesus de vencer no homem a solidão e incomunicabilidade criadas pelo egoísmo, para dar rosto a uma nova humanidade, a humanidade da escuta e da palavra, do diálogo, da comunicação, da comunhão com Deus. Uma humanidade boa, como boa é toda a criação de Deus: uma humanidade sem discriminações, sem exclusões – como adverte o apóstolo Tiago na sua Carta – de tal modo que o mundo seja verdadeiramente e para todos campo de genuína fraternidade, na abertura, no amor pelo Pai comum que nos criou e nos fez seus filhos e filhas", prosseguiu.

Exemplos vivos desta “humanidade boa” e de “verdadeira fraternidade” são os santos, sublinhou o Papa, evocando diversas figuras bem conhecidos dos viterbeses. Depois de sublinhar a importância do testemunho cristão dos leigos, “nos diversos âmbitos da sociedade, nas múltiplas situações da existência humana”, Bento XVI exortou os fiéis a um empenho concreto em favor do desenvolvimento humano integral de todos e cada um.

A concluir a Missa, pouco antes do meio-dia, o Papa recitou, como todos os domingos, a oração mariana do Angelus, precedida da costumada alocução. Bento XVI recordou que esta diocese de Viterbo se caracteriza, desde há muitos séculos, por “um especial vínculo de afecto e de comunhão com o Sucessor de Pedro”.

“Viterbo é justamente chamada Cidade dos Papas, e isto constitui para vós um estímulo a viver e testemunhar a fé cristã, a mesma fé pela qual deram a vida os santos mártires Valentino e Hilário, conservados na Igreja Catedral, como os primeiros de uma longa série de Santos, Mártires e Bem-aventurados da vossa terra”, precisou.

Tendo pedido aos fiéis orações “para poder desempenhar sempre com fidelidade e amor a missão de Pastor de todo o rebanho de Cristo”, o Papa assegurou que rezará por esta “comunidade diocesana”.

De tarde, Bento XVI desloca-se ao santuário da padroeira da diocese de Viterbo, nos arredores da cidade, onde terá um encontro com as religiosas de clausura. Partirá depois, de helicóptero, para Bagnoregio, onde numa praça central da cidade, dirigirá a palavra aos habitantes desta que é a terra natal de São Boaventura. O regresso a Castel Gandolfo terá lugar ao fim da tarde.

Fotos

REGINA, Santa (e outros) – 7 de Setembro

Regina,Santa
Mártir, 7 de Setembro.

Virgem e Mártir
Setembro 7

Filha de um cidadão pagão de Alise, na Borgonha, a santa -cuja mãe faleceu ao dar-lhe a luz- foi entregue a uma ama que era cristã e que a educou na fé. Sua beleza atraiu os olhares do prefeito Olybrius, que, ao saber que era de nobre linhagem, quis casar-se com ela, mas ela se negou a aceitá-lo e não quis atender os discursos de seu pai, que tratava de a convencer para que se casasse com um homem tão rico.-
Perante sua obstinação, seu pai decidiu encerrá-la num calabouço e, como passava o tempo sem que Regina cedesse, Olybrius desafogou sua cólera fazendo açoitar a jovem e submetendo-a a outros tormentos.-
Uma daquelas noites, recebeu em seu calabouço a consolação duma visão da cruz ao tempo que uma voz lhe dizia que sua libertação estava próxima. No momento da execução (decapitação), apareceu uma pomba branquíssima que causou a conversão de muitos dos presentes.-
A devoção à santa aumentou a partir do século VII.

 

Juan Duckett e Rafael Corby, santos
Mártires, 7 de Setembro

Mártires
Setembro 7

Etimologicamente significam “Deus é misericórdia e medicina de Deus”. Vêm da língua hebraica.
O crente não busca mudar as intenções de Deus, mas sim deixar-se mudar, transformar e renovar pela força do Espírito.
Estes sacerdotes se deixaram levar por Deus até a própria morte, ocorrida em Londres no ano 1644.
A razão de seu martírio não teve outra causa fora de que eram sacerdotes católicos.
Uma vez que o ordenaram de sacerdote em Douai, levou um apostolado intenso com os católicos de Durham.
Rafael Corbington veio al mundo perto de Dublin. Sua família constituía um facto singular  naqueles anos. Os pais e as irmãs e irmãos, todos fizeram votos.
Começou sua educação em S. Omer. Depois, vendo suas qualidades intelectuais, levou a cabo seus estudos de teologia em Sevilha e Valladolid.
Este costume segue na actualidade, ao menos na cidade castelhana.
Em 1631 entrou nos jesuítas de Flandres, o ordenaram de sacerdote e o enviaram à missão de Durham para prestar os serviços religiosos aos católicos.
Esteve em seu intenso apostolado nada menos que doze anos antes de que morresse por Cristo.
Há quem comenta que os jesuítas negociaram sua liberdade a câmbio de que voltasse um coronel escocês que estava na Alemanha.
Todo foi infrutuoso. Tudo foi inútil. Não se pôde evitar seu martírio. O único que se conseguiu foi dar-lhe sepultura a seus corpos por parte de seus queridos fieis.
¡Felicidades a quem leve estes nomes!

 

Evorcio ou Evodio, Santo
Bispo, 7 de Setembro

Bispo
Setembro 7

Etimologicamente significa “ o que traça um bom caminho”. Vem da língua grega.


Por pouco que percebamos do Espírito Santo, ele é vida para nós.

Por pouco que entendamos o Evangelho, ele é luz entre nós.

Por pouco que compreendamos a Eucaristia, ela é presença viva em nós.

 
Viajando no tempo, nos encontramos hoje em Orleães. Resulta que havia um concílio e havia reunidos muitos bispos para tratar a condenação das heresias reinantes naqueles turbulentos anos de 358.
Estavam trabalhando a fundo. Enquanto se fazia um dia a oração costumada, entrou um desconhecido e todos puseram cara de surpresa.
Um guardião do templo, picado pela curiosidade, se acercou dele e lhe perguntou que fazia ali.
"Sou subdiácono da Igreja e meu nome é Evorcio. Minha pátria é Benevento e venho em busca de meus irmãos Eumorcio e Casia.
Estão cativos e quero que lhe dêem a liberdade". 
O guarda o levou a sua casa e o alojou nela. 
No dia seguinte se pôs a caminho. O guarda o chamou e lhe disse:" Amigo de Deus, ¿não sabes o que se passa aqui? Desde que morreu o bispo, não encontraram a um sucessor.
Há dois bandos e ninguém se entende. Fica connosco".
Se foi à igreja e colocou-se ao lado do guardião. Rezaram juntos. E nesse momento apareceu uma branca pomba sobre Evorcio.
Todos, sem o duvidar, e nomearam bispo, e governou a diocese durante 30 anos. Morreu em 7 de Setembro de 388.
¡Felicidades a quem leve este nome!

 

Ignacio Klopotowski, Beato
Sacerdote e Fundador, 7 de Setembro

Sacerdote e Fundador da Congregação das
Religiosas da Bem-aventurada Virgem María de Loreto

 

Martirológio Romano: Em Powazki, Polónia, beato Ignacio Klopotowski, presbítero e fundador (1931)

Nasceu em 20 de Julho de 1866 em Korzeniówka, na região de Podlasie. Frequentou o instituto de estudos clássicos de Siedlce. Em 1883 entrou no seminário maior de Lublin. Para completar os estudos, ao quarto ano foi enviado à Academia de teologia de São Petersburgo, onde obteve a licenciatura em teologia. Recebeu a ordenação sacerdotal em 5 de Julho de 1891 na catedral de Lublin, de mãos de monsenhor Franciszek Jaczewski.
Depois da ordenação, foi nomeado vigário paroquial na paróquia da Conversão de S. Paulo. Em 1892 foi designado capelão do hospital de S. Vicente e professor do seminário maior, onde durante catorze anos ensinou, entre outras disciplinas, sagrada Escritura, teologia moral e direito canónico.
Em seu trabalho pastoral se encontrou muitas vezes com a miséria moral e material, o desemprego, a ignorância e o subdesenvolvimento; estas eram as condições em que vivia grande parte da sociedade de então. Para tentar resolver estas situações, fundou diversas instituições de beneficência: uma casa de trabalho retribuído, uma escola profissional, o hospício de Santo António para mulheres da rua, orfanatos, residências de anciãos, etc..
El padre Klopotowski, que estaba atento a la voz de Dios y la reconocía ante todo en la oración y en las circunstancias concretas de la vida, no se contentó con satisfacer las necesidades básicas de los más pobres, sino que también quiso llevarles ayuda espiritual, preocupándose a la vez por su situación cultural. Su vida se polarizaba en torno a la Eucaristía. El rosario era para él un importante elemento de la piedad mariana. En particular, cuando Polonia se liberó de Rusia, promovió incansablemente la educación cristiana de niños y jóvenes, defendiendo con empeño la figura de la madre en el hogar y su papel insustituible en la educación de los hijos y en la transmisión de las primeras nociones de la fe.
Ya durante los primeros años de su sacerdocio publicó libros de oración y de contenido religioso. En 1905 empezó a publicar el diario "Polaco-Católico", el semanario "La Semilla" y la revista mensual "El Buen Domingo". Su celo por la difusión del rosario lo impulsó a publicar la revista mensual "Círculo del Rosario"; fruto de su amor a la niñez es la publicación "El Ángel Custodio".
En uno de sus escritos decía: "Todo niño abrazado contra el corazón, toda existencia humana salvada de la muerte, todo centésimo sumado a una obra buena, son un gran mérito ante la patria".
Con el fin de garantizar la continuidad de la acción apostólica mediante la palabra impresa, el 31 de julio de 1920 fundó la congregación de las Religiosas de la Bienaventurada Virgen María de Loreto. Sabía que la vocación del sacerdote consiste en guiar a las personas a la salvación. Para lograrlo a través de los medios de comunicación más modernos de su tiempo, se inspiraba en las exhortaciones de los Sumos Pontífices León XIII y Pío X a oponer a la prensa negativa la fuerza de la buena. Por lo demás, consideraba la palabra impresa como la prolongación del ambón y un medio muy idóneo para difundir el reino de Dios en la tierra. Murió el 7 de septiembre de 1931, y fue enterrado en el cementerio de Powazki.
Foi beatificado em 19 de Junho de 2005.

Eugenia Picco, Beata
Virgem, 7 de Setembro

Virgen

Martirológio Romano: Em Parma, cidade da Emilia, en Itália, beata Eugenia Picco, virgem, da Congregação das Pequenas Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, que, entregue ao cumprimento da vontade de Deus, promoveu a dignidade da mulher e se dedicou à formação das religiosas (1921).

"Como Jesus escolheu o pão, algo tão comum, assim deve ser minha vida, comum... acessível a todos e, ao mesmo tempo, humilde e escondida, como o é o pão".


Estas palavras de Eugenia Picco brotan de una larga contemplación de Jesús, Pan de vida, entregado por todos. A esta contemplación Eugenia llega tras un largo y doloroso camino.
Nace en Crescenzago (Milán) el 8 de noviembre de 1867 de José Picco y Adelaida del Corno. El padre es un excelente músico de «La Scala» de Milán, ciego. La madre es una mujer frívola, que no ama a su marido, sino que prefiere el dinero, el éxito y los viajes. De Eugenia cuidan habitualmente los abuelos y encuentra a sus padres durante las breves pausas que se conceden entre una gira y otra, hasta que un día la madre vuelve sola, sin su marido, dándolo por muerto.
Eugenia, no sabrá nunca nada de su padre. Desde este momento la madre obliga a la hija a vivir con ella y con su amante, del que luego tendrá otros dos hijos. Eugenia crece en un ambiente irreligioso y moralmente malsano, teniendo que convivir entre los deseos mundanos de la madre que la quiere cantante famosa y con el amante de la madre que la molesta y la fastidia frecuentemente.
«Peligros y ocasiones tanto en casa como afuera» dirá luego Eugenia recordando aquellos años de tribulación y aquel «instintivo» anhelo de orar, de mirar hacia arriba, en el silencio de la austera basílica de S. Ambrosio de Milán, donde cada día va a pedir ayuda a Dios, casi sin conocerlo. Hasta que una tarde de mayo de 1886, Eugenia siente dentro de sí la llamada a la santidad y desde aquel instante caminará, con prontitud y fidelidad indefectibles hacia la perfección.
A los veinte años Eugenia decide amar a Jesús y ser santa. Ingresa en la todavía joven Familia Religiosa de las Pequeñas Hijas de los Sagrados Corazones de Jesús y de María huyendo de casa el 31 de agosto de 1887, siendo inmediatamente acogida, comprendida y amada por el Fundador, el venerable Agustín Chieppi.
El 26 de agosto de 1888 comienza el noviciado y el 10 de junio de 1891 emite la primera profesión religiosa en manos del mismo Fundador. Hace la profesión perpetua el 1 de junio de 1894.
Simple y humilde, fiel y generosa, se entrega sin reservas a las alumnas del Colegio de las que es maestra de música, canto y francés; a las novicias de las que es madre y maestra; a las hermanas como archivista, Secretaria general y Consejera. En junio de 1911 es elegida Superiora general permaneciendo en el cargo hasta la muerte.
Mujer valiente, hace voto de cumplir con perfección serena y tranquila los deberes de Superiora y esto para cumplir la voluntad de Dios.
Animadora sabia y prudente de la Congregación de las Pequeñas Hijas de los Sagrados Corazones de Jesús y de María, durante su gobierno desarrolla una actividad iluminadora y prudente para una organización definitiva del Instituto, proponiéndose cumplir las directrices transmitidas por el Fundador.
Para todos es madre, especialmente para los pobres, para los pequeños y para los marginados, a los que sirve con caridad generosa e incansable. Las necesidades y los dramas de muchos hermanos durante la gran guerra de 1915-1918 le abren aun más el corazón para acoger todo llanto, tanto dolor y toda preocupación social o privada.
Su principal apoyo, el eje vital de su vida interior y de toda la obra y trabajo apostólico es para Sor Eugenia la Eucaristía, su gran amor, centro de piedad, alimento, consuelo y gozo de sus jornadas densas de oración y de fatiga.
Jesús le infunde su celo por la salvación de las almas, su deseo ferviente de llevar a todos a la Casa del Padre y es en su ardiente amor a Jesús donde se encuentra la explicación de su incesante actividad caritativa.
De salud débil, con un cuerpo consumido por la tuberculosis ósea, tiene que someterse, el año 1919, a la amputación de la extremidad inferior derecha. Sor Eugenia se ofrece con toda disponibilidad a cumplir los planes del Padre sobre ella, pronta a cualquier inmolación, mostrándose siempre la amiga sonriente de Jesús, de los hermanos y del mundo.
Este dinamismo que concentra todos sus deseos y toda su voluntad en Dios, esta decisión resuelta de caminar hacia la perfección, expresada en una vida de mortificación, de pureza, de obediencia, de heroismo, de obras virtuosas, viviendo lo ordinario y más humilde de la vida de manera extraordinaria, es el clima en el que se desarrolla la existencia de Sor Eugenia Picco.
En la enfermedad y en la muerte cumple su total consagración a Dios. Sor Eugenia muere santamente el 7 de septiembre de 1921.
Su fama de santidad pervive e incluso irá en aumento después de su muerte. Por todas partes se oyen expresiones de devota admiración y veneración hacia Sor Eugenia, considerada por todos como ejemplo de extraordinaria virtud y modelo de piedad, celo, prudencia, espíritu de sacrificio y sabiduría.
Comenzado el Proceso de beatificación en septiembre de 1945, el 18 de febrero de 1989 fue reconocido el ejercicio heroico de las virtudes y el 20 de diciembre de 1999 se publicó el Decreto sobre el milagro, atribuido a su intercesión, que reconoce la curación prodigiosa de Camilo Talubingi Kingombe de la diócesis de Uvira (ex Zaire) acaecida el 25 de agosto de 1992.
El 7 de octubre del 2001, Juan Pablo II la proclama «beata».
La luz que acompañó los pasos de Eugenia niña, contemplada sólo por Dios, la luz que brilló de repente en los días de su juventud, la luz que la condujo a la santidad, la luz a través de la cual ha llegado a la vida de tantos hermanos y hermanas desorientados y confusos, se transforma en mensaje para hoy, cuando tanto se insiste sobre los condicionamientos psicológicos negativos, que pueden provenir de situaciones dificiles, sin tener debidamente en cuenta lo que puede la gracia cuando es acogida y secundada.
Fue beatificada el 7 de octubre de 2001 por S.S. Juan Pablo II.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

 

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Recolha, transcrição e tradução incompleta de António Fonseca