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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

CONSCIÊNCIA POLÌTICA

In: Agência Ecclesia

http://ecclesia.pt

 

D. Carlos Azevedo pede consciência política

Bispo auxiliar de Lisboa presidiu à peregrinação internacional aniversária de Setembro, no Santuário de Fátima

Fatima.pt

D. Carlos Azevedo pediu “consciência política” para, com “determinação”, os portugueses se baterem por “um Portugal e um mundo orientados por ideais dignos e nobres, mobilizadores da responsabilidade de todos, na alegria de unir vontades para ser mais belo viver”.

O bispo auxiliar de Lisboa presidiu à peregrinação internacional aniversária de Setembro, no Santuário de Fátima, que contou, no dia 13, com cerca de 90 mil fiéis. O tema da celebração da quinta aparição de Nossa Senhora em Fátima foi «O pudor protege o mistério da pessoa e do seu amor».

Aos presentes D. Carlos alertou para os “projectos políticos” que apenas “ratificam a decadência humana” e “contribuem para tornar a vida feia e confundir as mentes”, em lugar de “dignificar a qualidade de vida e elevar o nível das relações e dos vínculos entre as pessoas”.

No Santuário de Fátima, ao contemplar Maria “estamos a purificar o nosso olhar”, indicou o bispo. “Como modelo inspirador e esperança consoladora, na beleza que nela resplandece, lavamos as seduções que nos arrastam e prendem, as atracções que nos desviam da fidelidade, as tentações que conduzem à perda da bela harmonia do corpo”.

“Os nossos olhos são ofendidos por imagens enganadoras de caducos e ilusórios impulsos. Precisamos de restaurar, nas nossas mentes e nos costumes à nossa volta, a experiência feliz do que é verdadeiramente belo. A Senhora de Fátima irradia para nós atitudes puras, grandes, fortes”.

Já na noite do dia 12, durante a homilia da celebração eucarística, D. Carlos advertia para o facto de “os condicionamentos da condição humana, para além dos culturais, político-económicos” serem “muitas vezes adversos à perspectiva de Deus e dos seus enviados”. Aos “seguidores de Deus” não lhes é “retirado o sofrimento”, considerou. Mas “pela cruz”, é-lhes indicado um “sinal de identidade de vida interior”, sem “promessas vagas de felicidade, antes apontando o caminho da cruz”.

“Não é por gosto que defendemos perspectivas diferentes para encarar o sofrimento e a doença, os males da vida e a morte. Não é por gosto de sofrer. Não é por tradição ultrapassada que não sabe ser moderna e actualizada. É por fidelidade à verdade da pessoa humana. Não podemos desviar o rosto dos que nos insultam ou cospem nos nossos princípios”.

O Bispo auxiliar de Lisboa lembrou o exemplo de Maria como interpelador para participar na entrega “por um Portugal mais livre e justo” e na “construção de um mundo novo”.

Na peregrinação internacional aniversária de Setembro estiveram representados 15 países e 73 grupos de peregrinos, os maiores oriundos de Portugal, Itália e Alemanha.

A Eucaristia do dia 13 foi presidida por D. Carlos Azevedo. Com o bispo auxiliar concelebraram 112 sacerdotes, D. António  Marto, da diocese de Leiria-Fátima, D. Canísio Klaus, da diocese brasileira de Diamantino e D. Gentil Delazari, da diocese brasileira de Sinop.

Fotos

Nacional | Lígia Silveira | 2009-09-14 | 10:14:52 | 3746 Caracteres | Santuário de Fátima

Recolha e transcrição do boletim da Agência Ecclesia

António Fonseca

PAPA quer cristãos corajosos

In: Agência Ecclesia

http:ecclesia.pt

 

Papa quer cristãos corajosos

Bento XVI diz que ensinamentos de Jesus são mais do que mera filosofia

Lusa

Bento XVI pediu este Domingo que os cristãos sejam corajosos, deixando apelos à fidelidade ao Evangelho. Durante a recitação do Angelus, na residência pontifícia de Castel Gandolfo, o Papa defendeu que “a fé não basta para se salvar” e falou na necessidade de “uma vida recta e o amor puro e generoso para com o próximo, os irmãos”.

Neste sentido, desafiou a “testemunhar a nossa fé com uma vida de serviço humilde, prontos a pagar pessoalmente para permanecermos fiéis ao Evangelho da caridade e da verdade, certos de que nada se perde de tudo aquilo que fazemos”.

Citando São João Crisóstomo, Doutor dos primeiros séculos da Igreja, Bento XVI frisou que “Jesus não veio ensinar-nos uma filosofia, mas mostra-nos um caminho, melhor ainda, o caminho que conduz à vida”.

“Este caminho é o amor, que é expressão da verdadeira fé. Se alguém ama o próximo com coração puro e generoso quer dizer que conhece verdadeiramente Deus. Se, pelo contrário alguém diz que tem fé mas não ama os irmãos, não é um verdadeiro crente. Deus não mora nele, porque como afirma claramente São Tiago na segunda leitura da Missa deste Domingo, «a fé sem as obras está pura e simplesmente morta»”, prosseguiu.

“Queridos amigos – disse ainda o Papa – amanhã (Segunda-feira, ndr) celebraremos a festa da Exaltação da Santa Cruz., e no dia seguinte Nossa Senhora das Dores. A Virgem Maria que acreditou na Palavra do Senhor, não perdeu a sua fé em Deus quando viu o seu Filho recusado, ultrajado e crucificado. Permaneceu ao pé de Jesus, sofrendo e orando até ao fim. E viu a aurora radiosa da sua Ressurreição”.

Fotos

Exaltação da Santa Cruz, + SANTOS – 14 de Setembro

 

Exaltação da Santa Cruz
Festa, Setembro 14

Festa
Setembro 14

Etimologicamente significa “ exultar”. Vem da língua latina.
Este dia nos recorda o achamento da Santa Cruz no ano 320, por parte de Santa Elena, mãe de Constantino. Mais tarde Cosroas, rei de Pérsia levou a cruz a seu país. Heraclio a devolveu a Jerusalém.-
O cristianismo é uma mensagem de amor. ¿Porque então exaltar a Cruz? Além disso, a Ressurreição, mais que a Cruz, dá sentido a nossa vida.-
Mas aí está a Cruz, o escândalo da Cruz, de São Paulo. Nós não havíamos introduzido a Cruz. Mas os caminhos de Deus são diferentes. Os apóstolos a recusavam. E nós também.-
A Cruz é fruto da liberdade e amor de Jesus. Não era necessária. Jesus a quis para mostrar-nos seu amor e sua solidariedade com a dor humana. Para compartilhar a nossa dor e fazê-lo redentor.-
Jesus não veio suprimir o sofrimento: o sofrimento seguirá presente entre nós. Tampouco veio para o explicar: seguirá sendo um mistério. Veio para acompanhá-lo com sua presença. Em presença da dor e morte de Jesus, o Santo, o Inocente, o Cordeiro de Deus, não podemos rebelar-nos ante nosso sofrimento nem ante o sofrimento dos inocentes, ainda que siga sendo um tremendo mistério.-
Jesus, em plena juventude, é eliminado e o aceita para abrirmos o paraíso com a força de sua bondade: "Em plenitude de vida e de caminho deu o passo até à morte porque Ele quis. Mirai, de par em par, o paraíso, aberto pela força de um Cordeiro" (Hino de Laudes).-
Em toda sua vida Jesus não fez mais que descer: na Encarnação, em Belém, no desterro. Perseguido, humilhado, condenado. Só subiu para ir para a Cruz. E nela está elevado, como a serpente no deserto, para que o vejamos melhor, para atrair-nos e infundir-nos esperança. Pois Jesus não nos salva desde fora, como por arte de magia, mas compartilhando nossos problemas. Jesus não está na Cruz para nos doutrinar olimpicamente, com palavras, mas sim para compartilhar nossa dor solidariamente.-
Mas o discípulo não é de melhor condição que o mestre, disse Jesus. E acrescenta: "O que queira vir comigo, que renegue de si mesmo, que carregue com sua cruz e me siga". É fácil seguir a Jesus em Belém, no Tabor. ¡Que bem estamos aqui!, dizia Pedro. Em Getsemaní se deixa dormir, e, logo o nega.-
"Não se vai ao céu hoje nem daqui a vinte anos. Se vai quando se é pobre e se está crucificado" (León Bloy). "Sobe a minha Cruz. Eu não desci dela todavia" (O Senhor a João da Cruz). Não tenhamos medo. A Cruz é um sinal mais, enriquece, não é um sinal menos. O sofrer passa, o haver sofrido -a madureza adquirida na dor- não passa jamais. A Cruz são dois paus que se cruzam: se acomodamos nossa vontade à de Deus, pesa menos. Se beijamos a Cruz de Jesus, beijemos a nossa, antes da sua.-
É a ambiguidade da dor. O que não sofre, fica imaturo. O que o aceita, se santifica. O que o recusa, se amarga e se rebela.-


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A Exaltação da Santa Cruz
Hino (laudes)
Brilhe a cruz do Verbo luminosa,
Brilhe como a carne sacratíssima
Daquele Jesus nascido da Virgem
Que na glória do Pai vive e brilha.
Gemia Adão, dolente e conturbado,
Lágrimas Eva junto a Adão vertia;
Brilhem seus rostos pela cruz gloriosa,
Cruz que se acende quando o Verbo expira.
¡ Salvé cruz dos montes e caminhos,
junto ao enfermo suave medicina,
régio trono de Cristo nas famílias,
cruz de nossa fé, salvé, cruz bendita!
Reine o Senhor crucificado,
Levantando a cruz onde morria;
Nossos enfermos olhos buscam luz,
Nossos lábios, o rio da vida.
Te adoramos, oh cruz que fabricamos,
Pecadores, com manos deicidas;
Te adoramos, ornato do Senhor,
Sacramento de nossa eterna dita. Ámen

 
ORAÇÃO
. Senhor, Deus nosso, que quiseste salvar os homens por meio de teu Filho morto na cruz, te pedimos, já que nos deste a conhecer na terra a força misteriosa da Cruz de Cristo, que possamos alcançar no céu os frutos da redenção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, teu Filho.-


Hino (vésperas)
As bandeiras reais se adiantam 
E a cruz misteriosa nelas brilha:
A cruz em que a vida sofreu morte
E em que, sofrendo morte, nos deu vida.
Ela susteve o sacrossanto corpo
Que, ao ser ferido pela lança dura,
Derramou sangue e água em abundância
Para lavar com elas nossas culpas.
Nela se cumpriu perfeitamente
O que David profetizou em seu verso,
Quando disse aos povos da terra:
“ Nosso Deus reinará desde um madeiro”.
¡Árvore cheio de luz, árvore formosa,
árvore ornada com a régia púrpura
e destinada a que seu tronco digno
sentisse o roçar da carne pura!
¡Ditosa cruz que com teus braços firmes,
em que esteve pendurado nosso preço,
foste balança para o corpo santo
que arrebatou sua presa aos infernos!
A ti, que és a única esperança,
Te exaltamos, oh cruz, e te rogamos
Que acrescentes a graça dos justos
E limpes os delitos dos maus.
Recebe, oh Trindade, fonte salubre
O louvor de todos os espíritos, 
E tu que com tua cruz nos deste o triunfo,
Acrescenta-nos o prémio, oh Jesus Cristo. Ámen

 

Alberto de Jerusalém, Santo
Bispo, Setembro 14

Bispo

Martirológio Romano: Em Tolemaida (São Juan de Acre), perto da actual Haifa, na Palestina, santo Alberto (de Castro Gualteri), bispo, que, trasladado da Igreja de Vercelli para a de Jerusalém, deu uma Regra aos eremitas do monte Carmelo e, enquanto celebrava a festa da Santa Cruz, foi assassinado pela espada de um malvado, a quem havia repreendido (1215).
Etimologia: Alberto = de nobreza brilhante. Vem da língua alemã.
No es carmelita en sentido estricto, pero la Orden del Carmen lo celebra con toda propiedad como a hijo querido por haber sido su Legislador.
Nació en Castel Gualtien, diócesis de Reggio Emilia (Italia), a mediados del siglo XII de la familia Avogadro o de los condes Sabbioneta.
En 1180 fue elegido Prior de los Canónigos Regulares de Santa Cruz de Mortara (Pavía). En 1184 es elegido obispo de Bobbio y al año siguiente de Vercelli, diócesis que gobernó por espacio de veinte años.
Durante este tiempo desempeñó, con gran acierto, delicadas misiones nacionales e internacionales, encargado por papas y emperadores. Todos acudían a él, sabedores de su prudencia, firmeza e independencia.
Fue lo que suele llamarse "experto árbitro" de los más intrincados litigios que tenían relación con la Iglesia.
Dadas sus cualidades y mirando el bien de la Iglesia universal, el papa Inocencio III lo nombró Patriarca de Jerusalén , aunque le dolió perder este sujeto, del que dijo en 17.2.1205:"... aunque nos eres muy necesario en la región de Lombardía, pues confiamos plenamente en ti para que nos representes incluso en los más dificiles asuntos"...
El 16.6.1205 anunciaba este mismo papa a los prelados de Tierra Santa que les enviaba a Alberto, "varón probado, discreto y prudente como legado suyo para la provincia eclesiástica de Jerusalén".
Llegó a Palestina a principios de 1206 y fijó su residencia en Accón (San Juan de Acre) porque Jerusalén estaba ocupada por los sarracenos.
Sus extraordinarias cualidades de experto mediador también las ejercitó con fruto durante los nueve años que duró su patriarcado.
Para nosotros - los carmelitas - su obra más benemérita fue la entrega de la Regla o Norma de vida que lleva su nombre y que aún hoy observa el Carmelo en todas sus múltiples Ramas.
El 14.9.1214, en Accón, mientras participaba San Alberto en una procesión, fue asesinado a puñaladas por el Maestro del Hospital del Espíritu Santo, al cual había reprendido y depuesto de su cargo a causa de su mala vida.
Su recuerdo, que comenzó a celebrarse en la Orden en 1504, celebramos ahora el 17 de septiembre con la categoría de fiesta.
Su espiritualidad
Por los años 1206-1209, a petición de los eremitas que moraban en el Monte Carmelo, entregó al "hermano e (rocardo) y compañeros" una Norma de vida o Regla, que llamamos "Regla de San Alberto".
Alberto codificó en breves trazos, ricos en citas bíblicas, la tradición monástica del Carmelo. Son normas concretas y prescripciones disciplinares. insiste, sobre todo, en la meditación de la Palabra de Dios para mejor servir a Jesucristo, en la oración, silencio,´ mortificación y trabajo.
La entregó en un solo cuerpo, pero hoy la tenemos dividida en un prólogo, dieciocho capitulillos y un epílogo.
Cantidad enorme de autores de dentro y fuera de la Orden han comentado durante estos más de siete siglos que cuenta de vida, este maravilloso documento legistavio-espiritual.
Muchos hombres y mujeres se santificaron observando esta Regla, que fue aprobada y transforada por varios Pontífices.
O hino do Oficio de Leituras de sua festa sintetiza sua espiritualidade:


Alberto, sol refulgente, / pastor y legislador, / tus hijos hoy te celebran, / escucha su invocación./ De la paz y la concordia, Imensajero sembrador,/ eres faro que nos das / en fe y costumbres fulgor. / Patrias fronteras rebosa / de tu virtud el olor; / y llena Jerusalén / tu dignidad y tu honor./ Resplandeciendo en la Iglesia/santo y prudente rector, len santa Regla al Carmelo / guias por sendas de amor. / Haz que en nosotros aumenten / caridad, gracia, oración; / y contigo a Dios rindamos / sempiterna adoración. Amén.

Materno São,
Discípulo de São Pedro Apóstolo, 14 de Setembro

Discípulo de S. Pedro Apóstolo
Setembro 14

Etimológicamente significa “de la madre”. Viene de la lengua latina.
Si un creyente quiere vivir bien y acorde con su fe, no le queda otro camino que el de la oración
Este chico murió en Treves entre los años 314 y 344. Apenas entregó alma a Dios, el pueblo empezó a tributarle el culto que merecía.
Por todas las ciudades que circundan al río Ródano, corrían leyendas acerca de su nombre.
Unos lo enmarcan como un amigo íntimo de san Pedro. Los hay también que se remontan al momento en que Jesús resucitó a Naïn, el hijo de la vida de este pueblo de Palestina.
De Palestina emigró a Occidente. Hacia el año 50 se encontró con san Pedro. Este le envió con otros compañeros a que evangelizara los países del Norte.
Iban alegres con trabajo apostólico. Poco antes de llegar a Alsacia, Materno cayó gravemente enfermo y murió.
Su oración le mantuvo alegre hasta el mismo instante de su muerte.
Sus dos compañeros, apesadumbrados por su pérdida, se volvieron a Roma para darle a san Pedro la mala noticia.
Y el apóstol les dijo:"No es nada. ¡Vamos! Coged mi bastón y colocadlo sobre el cuerpo de mi viejo amigo, y le ordenaréis, en nombre del Señor que vuelva a la vida".
Los discípulos obedecieron la orden de Pedro. Hicieron lo que les mandó, y el hijo de la vida de Naïm volvió a resucitar.
Se narran muchos milagros acerca de san Materno. El más llamativo fue la celebración simultánea en tres lugares: Treves, Tongres y Colonia.
A su muerte, las tres ciudades se disputaban sus reliquias. Finalmente se quedaron en Colonia.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Otros santos que se celebran hoy son: Crescenciano, Salustia, y Crescencio

http://es.catholic.net/santoral

 

Recolha, transcrição e tradução incompleta de António Fonseca