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domingo, 11 de outubro de 2009

Mais cinco novos Santos - 11 de Outubro

 

In: "Agência Ecclesia"

 

 

Bento XVI canoniza cinco novos santos

Papa lembra «lepras» do mundo moderno

Bento XVI canonizou este Domingo, no Vaticano, cinco novos Santos da Igreja Católica, afirmando que os mesmos são um exemplo para os fiéis de todo o mundo.

Entre os novos Santos está o padre Damião de Veuster, conhecido como apóstolo dos leprosos e a religiosa francesa Maria da Cruz (Joana, nome civil) Jugan, fundadora da Congregação das Irmãzinhas dos Pobres.

Os outros fiéis canonizados foram Francisco Coll e Guitart (Espanha), sacerdote Dominicano, fundador da Congregação das Dominicanas da Anunciação da Bem-aventurada Virgem Maria;

Zygmunt Szczesny Felinski (Polónia), Arcebispo, fundador da Congregação das Religiosas Franciscanas da Família de Maria; e

Rafael Arnáiz Baron (Espanha), monge da Ordem Cisterciense da Estrita Observância (Trapista), que faleceu aos 27 anos, vítima de um coma diabético. É considerado um dos grandes místicos do século XX.

Na sua homilia, o Papa disse que “Jesus convida os seus discípulos ao dom total da sua vida, sem cálculos nem recompensas humanas, com total confiança em Deus. Os santos acolhem este exigente convite e colocam-se com humilde docilidade no seguimento de Cristo crucificado e ressuscitado”.

A sua perfeição, acrescentou, “consiste em já não pôr no centro a si próprios, mas em escolher ir contra-corrente vivendo segundo o Evangelho”.

Evocando depois, nas respectivas línguas, o perfil de vida de cada um dos novos Santos, Bento XVI começou, em polaco, por São Segismundo Felinski, arcebispo de Varsóvia, fundador das Franciscanas da Família de Maria, “grande testemunha da fé e da caridade pastoral em tempos muito difíceis para a nação e para a Igreja na Polónia”. Por ordem do Czar russo, este Santo passou vinte anos exilado e nunca mais pôde regressar à sua diocese.

Seguiu-se, em espanhol, a referência a São Francisco Coll, dominicano, da Catalunha, fundador das Irmãs Dominicanas da Anunciada. “A sua paixão – sublinhou o Papa - era a pregação, em grande parte de maneira itinerante e seguindo a forma demissões populares”, para ajudar as pessoas a um profundo encontro com Deus”.

Bento XVI prosseguiu a sua homilia em flamengo, para evocar o Padre Damião, da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, o qual, com 23 anos apenas, deixou a sua Flandres natal partindo como missionários para as Ilhas Hawai, em pleno Pacífico.

Não sem receio e repugnância – recordou – fez a escolha de ir para a Ilha de Molokai, ao serviço dos leprosos que aí se encontravam, abandonados de todos. Assim se expôs à doença de que eles sofriam”.

O servidor da Palavra tornou-se assim um servo sofredor, leproso com os leprosos, durante os últimos quatro anos da sua vida”, acrescentou.

Bento XVI concluiu em francês esta evocação deste novo santo belga: “Seguindo os passos de São Paulo, São Damião, leva-nos a escolher os bons combates, não os que levam à divisão, mas os que reúnem. Convida-nos a abrir os olhos sobre as lepras que desfiguram a humanidade dos nossos irmãos e ainda hoje chamam, mais do que a nossa generosidade, a caridade da nossa presença de servidores”.

Foi de novo em espanhol que o Papa prosseguiu, evocando o jovem oblato trapista Rafael Baron, falecido, com 27 anos, em 1938: “O Irmão Rafael, ainda perto de nós, continua a oferecer com o seu exemplo e as suas obras um percurso atraente, especialmente para os jovens que não se conformam com pouco, aspirando à plena verdade, à mais indizível alegria, que se alcançam pelo amor de Deus”.

Finalmente, em francês, uma referência a Joana Jugan, Santa Maria da Cruz, e à sua obra ao serviço das pessoas idosas mais desfavorecidas, dando origem à congregação das Irmãzinhas dos Pobres. Joana Jugan – sublinhou Bento XVI – sentiu apreocupação pela dignidade dos seus irmãos e irmãs em humanidade que a idade torna vulneráveis, reconhecendo neles a própria pessoa de Jesus”.

Joana Jugan levou este olhar de compaixão para com as pessoas idosas, brotando da sua profunda comunhão com Deus, através do seu serviço feliz e desinteressado, exercido com doçura e humildade de coração, sentindo-se ela mesma pobre entre os pobres. Joana viveu o mistério de amor, aceitando em paz a obscuridade e o despojamento até à morte”, prosseguiu.

Para o Papa, este é um carisma que continua bem actual, fazendo votos de que Santa Joana Juganseja para as pessoas idosas fonte viva de esperança, e para os que se colocam generosamente ao seu serviço um poderoso estímulo”.

Bento XVI fez até hoje mais de 750 beatos e 23 novos Santos, incluindo o Português São Nuno Álvares Pereira. O “recordistaJoão Paulo II fez 482 novos Santos e 1342 novos Beatos, num pontificado de 26 anos e meio.

Na cerimónia deste Domingo concelebraram sete Cardeais, nove Arcebispos, 14 bispos e 20 sacerdotes. Estiveram presentes todos os padres sinodais a participar no II Sinodo dos Bispos para a África.

Fotos

Internacional | Agência Ecclesia | 2009-10-11 | 13:08:47 | 5957 Caracteres | Bento XVI

Recolha e transcrição através do e_mail que me foi enviado por Agência Ecclesia, de quem sou subscritor. António Fonseca

http://ecclesia.pt

SOLEDAD TORRES ACOSTA, Santos (e outros) - 11 de Outubro

 

* Na Diocese do Porto (cidade do Porto) – Nossa Senhora de Vandoma, Padroeira principal da cidade – SOLENIDADE
. Não consegui por hoje, mais elementos. Dentro em breve espero poder inseri-los aqui. António Fonseca

Soledad Torres Acosta, Santa
Fundadora das Servas de Maria, Outubro 11

 

Soledad Torres Acosta, Santa

Soledad Torres Acosta, Santa

Fundadora das Servas de Maria
Outubro 11

Manuela Torres Acosta nasceu em Madrid (Espanha), em 2 de Dezembro de 1826. Seus pais, Manuel Torres e Antónia Acosta, era um modesto casal de labregos que possuíam uma leitaria em Chamberí, bairro pobre de Madrid de oitocentos. De menina foi para a escola que as Filhas da Caridade abriram no Hospital de Incuráveis. Ajudava na leitaria de seus pais e ao mesmo tempo cuidava das crianças das vizinhas organizando-lhes jogos para entretê-los.
Aos vinte e cinco anos pediu a admissão como irmã leiga no convento de dominicanas, mas tinha que esperar até que houvesse vaga... Nessa espera conheceu os planos de fundação do cura de Chamberí, padre Miguel Martínez, de uma associação de mulheres para assistir a enfermos em casa. Em 1851 reuniu a sete mulheres em comunidade que no dia 15 de Agosto receberam o hábito e o nome de Servas de Maria. Manuela tinha vinte e sete anos e escolheu o nome de Maria Soledad em honra à Virgem. Em finais de 1853 a pequena comunidade de Servas chegou a vinte e quatro. Em 1855, das sete fundadoras só restava uma, a irmã Soledad, que havia chegado em último lugar, e que o padre havia recebido arreganhando os dentes: quatro das fundadoras haviam abandonado o grupo e duas haviam morrido.
Finalmente em 1856 também o padre Miguel abandonou a associação por ele fundada deixando só a soror María Soledad que se converteu em fundadora e superiora de doze religiosas distribuídas em três casas: Madrid, Getafe e Ciudad Rodrigo.
Em 13 de Novembro de 1856 o novo director, padre Francisco Morales, decidiu mudar a superiora e o cardeal de Toledo pensou em suprimi-las. Mudaram então o padre Francisco pelo padre Gabino Sánchez, frade capuchinho, que em 1857 repôs a madre Soledad no posto de superiora; ambos redigiram uns estatutos para a associação e, com o apoio da rainha de Espanha, Isabel II, evitaram a supressão.
Dois anos depois da aprovação, em Outubro de 1878, madre Soledad visitou Roma. Ante o papa Leão XIII que lhe colocou as mãos sobre a cabeça e lhe disse palavras carinhosas, não pôde senão chorar. Em 1875, com ajuda do bispo Orberá, fundaram uma casa em Cuba. A partir de então se acelerou o crescimento da congregação em Espanha: Santander, Almería, Zaragoza... De 1877 a 1887 se puseram em pé um total de vinte e nove fundações. Também se lhes confiou o Hospital de San Carlos del Escorial. Na epidemia de cólera do ano 1885 as Servas, com madre Soledad à frente, ajudaram a cuidar os enfermos. Em 21 de Novembro o cardeal Rampolla, núncio do Papa em Espanha, inaugurou a casa mãe e o noviciado. Estiveram presentes vinte e oito superioras que representavam a quase trezentas religiosas. Se aproveitou essa circunstância para celebrar um capítulo geral extraordinário, ficando madre Soledad como superiora geral. Em finais de Setembro de 1887 madre Soledad caiu enferma. Ao aproximar-se a morte, lhe pediram sua bênção. Uma irmã lhe susteve a mão enquanto dizia: Filhas, que tenhais paz e união. Morreu em 11 de Outubro. O papa Pío XII a beatificou em 5 de Fevereiro de 1950 e foi canonizada pelo papa Paulo VI em 25 de Janeiro de 1970.


* Na Congregação das Servas de Maria – Santa Maria Soledad Torres, virgem, Fundadora da Congregação

Ver também Santa Soledad Torres Acosta, não é mulher de 10

Santa Soledad Torres Acosta

Não é mulher de 10

Não é uma mulher 10. Em qualquer sala de espera não figuraria em nenhuma das revistas de moda. Nem em “Diez minutos”, nem em “¡Hola!” Nem, por suposto, em “Interviú”. Todas essas revistas que te fazem pensar que hoje se lê muito mais que antes, com a vantagem ao menos, de que a leitura com o movimento dos neurónios, atrasa o Alzheimer, mas a cultura se rebaixa pelos modelos que desfilam em suas páginas e pelos costumes que inoculam lentamente nas mentes, inclusive de pessoas mais velhas. Não. Definitivamente, Soledad Torres não é modelo de nenhuma de essas revistas. A natureza não foi sido demasiado generosa com ela, era baixinha, enfermiça, inapta, padecia de asma e tinha os olhos enfermos. ...


A mulher forte
Más encajaría en la descripción de la “mujer fuerte” de Prov.31, 30, “vale mucho más que las perlas”, es buena ama de casa, buena madre, buena vecina, hablando bien, sin chismes... “engañosa es la gracia, vana la belleza; la mujer que teme a Dios, ésa es de alabar”. A Soledad le compensan con creces las dotes de espíritu con las que sí ha sido generoso el cielo. Toda su vida estuvo adornada por la prudencia y el tesón en el cumplimiento de la voluntad de Dios
Su madre, Antonia Acosta, fervorosa cristiana, educó a su hija en las virtudes evangélicas, especialmente en la honradez, en la sinceridad, en el amor al prójimo y en una gran devoción a la Eucaristía y a Maria. Esta siembra producirá en toda la vida de Soledad y que inculca a sus hijas espirituales y a sus enfermos.

Não se acanhava

A pesar de sus pocas agraciadas dotes físicas, en lugar de encerrarse en su casa se lanza al apostolado en la parroquia de San Martin de Madrid con gran fruto y gratitud de todos. Las Hijas de la Caridad sostienen una casa de pobres ancianos que atienden. Allí pasará largos ratos consolando, dando conversación y ayudando a las pobres ancianitas. Las lleva de la mano y las acompañan a donde quieren ir y sus piernas o su cabeza no se lo permiten. Les cuenta noticias agradables de España o de fuera. Les lee las cartas a las que no saben leer, que son muchas... Emplea todo el día ayudando a aquellas personas que ya se gastaron en favor de los demás y que ahora necesitan ayuda y consuelo. Y allí se siente feliz. Allí, en aquel ambiente. Y no descuida su formación. Como sus padres no pueden pagarle un colegio asiste a una escuela gratuita. Y hace tales progresos que admira a profesoras y compañeras. Todo le servirá para el día de mañana cuando la divina Providencia le abra nuevos caminos para ayudar a estas mismas personas, en la que va discerniendo su decidida vocación. A los veinticinco años pidió la admisión en el convento de dominicas, pero tenía que esperar hasta que hubiera lugar En esa espera conoció los planes de fundación del cura de Chamberí, Miguel Martínez, de una asociación de mujeres para asistir a enfermos en casa. En 1851 reunió a siete mujeres en comunidad que el día 15 de agosto recibieron el hábito y el nombre de Siervas de María. Manuela tenía veintisiete años y escogió el nombre de María Soledad en honor de la Virgen. A finales de 1853 la pequeña comunidad de Siervas llegó a veinticuatro personas. En 1855, de las siete fundadoras sólo quedaba una, la hermana Soledad, que había llegado la última, y que el padre había recibido a regañadientes por su juventud y poca salud, y: cuatro de las fundadoras habían abandonado el grupo y dos habían muerto. ...

Em transe de dissolução
Se ha hecho todo muy rápidamente y casi sin formación ni noviciado, y poco a poco, sin solidez, se desmembra el grupo. Era aquello una especie de asociación llamada “Devotas de Maria” y queda casi sola la joven Maria Soledad. No se desalienta. Allí sigue y a los cinco años es nombrada Superiora General de aquel naciente Instituto del que el Papa Pablo VI al canonizarla, lo definirá como “era único en su genero y nadie la había precedido con este carisma de visitar a los enfermos en su domicilio”... Se difunden y llueven las vocaciones. Abundan tambien las dificultades, pero la gracia de Dios y el tesón de la Madre Fundadora, durante los treinta años que dirigió el Instituto de Siervas de Maria, Ministras de los enfermos, se consolidó y se extendió por otras latitudes. El 11 de octubre de 1887, moría en Madrid, consumida por su gran caridad.

Sai Don Miguel
Finalmente en 1856 también Don Miguel abandonó la asociación por él fundada dejando sola a sor María Soledad que se convirtió en fundadora y superiora de doce religiosas distribuidas en tres casas: Madrid, Getafe y Ciudad Rodrigo. El 13 de noviembre de 1856 el nuevo director, padre Francisco Morales, decidió cambiar a la superiora y el cardenal de Toledo pensó en suprimirlas. Cambiaron entonces al padre Francisco por el padre Gabino Sánchez, fraile capuchino, quien en 1857 repuso a la madre Soledad como superiora; ambos redactaron unos estatutos para la asociación y, con el apoyo de la reina de España, Isabel II, evitaron la supresión.

A aprovação
Dos años después de la aprobación, en octubre de 1878, madre Soledad visitó al papa León XIII quien le puso las manos sobre la cabeza y le dijo palabras cariñosas que la hicieron llorar. En 1875, con ayuda del obispo Orberá, fundaron una casa en Cuba. A partir de entonces se aceleró el crecimiento de la congregación en España: Santander, Almería, Zaragoza... De 1877 a 1887 se pusieron en pie veintinueve fundaciones. También se les confió el Hospital de San Carlos del Escorial. En la epidemia del cólera del año 1885 las Siervas, con madre Soledad, ayudaron a cuidar a los enfermos. El 21 de noviembre el cardenal Rampolla, nuncio del Papa en España, inauguró la casa madre y el noviciado, con la presencia de veintiocho superioras que representaban a trescientas religiosas. Se celebró un capítulo general extraordinario, que designó a la madre Soledad superiora general. 

O Papa Paulo VI
A finales de septiembre de 1887 madre Soledad cayó enferma. Al acercarse la muerte, le pidieron su bendición. Una hermana le sostuvo la mano mientras decía: Hijas, que tengáis paz y unión. Murió el 11 de octubre. El papa Pío XII la beatificó el 5 de febrero de 1950 y fue canonizada por el papa Pablo VI el 25 de enero de 1970. Cuando el Papa Pablo VI el 25 de enero de 1970, la canonice, dirá en la homilía de ella que: “Unió una vida hecha de humildad y de amor”. Humildad en su origen sencillo. Sus padres, un modesto matrimonio dedicado a la industria. Había nacido en la calle Flor Baja, donde hoy se levanta el teatro Lope de Vega, en Madrid, el 2 diciembre de 1826

João XXIII, Beato
CCLXI Papa, Outubro 11

Juan XXIII, Beato

Juan XXIII, Beato

CCLXI Papa
Outubro 11

Nasceu no seio de uma numerosa família camponesa, de profunda raiz cristã. Cedo ingressou no Seminário, onde professou a Regra da Ordem franciscana secular. Ordenado sacerdote, trabalhou em sua diocese até que, em 1921, se pôs ao serviço da Santa Sé. Em 1958 foi eleito Papa, e suas qualidades humanas e cristãs lhe valeram o nome de "Bom papa". João Paulo II o beatificou no ano 2000 e estabeleceu que sua festa se celebre em 11 de Outubro.
Nasceu no dia 25 de Novembro de 1881 em Sotto il Monte, diocese e província de Bérgamo (Itália). Nesse mesmo dia foi baptizado, com o nome de Ângelo Giuseppe. Foi o quarto de treze irmãos. Sua família vivia do trabalho do campo. A vida da família Roncalli era de tipo patriarcal. A seu tio Zaverio, padrinho de baptismo, atribuirá ele mesmo sua primeira e fundamental formação religiosa. O clima religioso da família e a fervorosa vida paroquial, foram a primeira e fundamental escola de vida cristã, que marcou a fisionomia espiritual de
Ângelo Roncalli.
Recebeu a confirmação e a primeira comunhão em 1889 e, em 1892, ingressou no seminário de Bérgamo, onde estudou até ao segundo ano de teologia. Ali começou a redigir seus apontamentos espirituais, que escreveria até ao fim de seus dias e que hão sido recolhidos no «Diário da alma». Em 1 de Março de 1896 o director espiritual do seminário de Bérgamo o admitiu na Ordem franciscana secular, cuja Regra professou em 23 de Maio de 1897.
De 1901 a 1905 foi aluno do Pontifício seminário romano, graças a uma beca da diocese de Bérgamo. Neste tempo fez, além disso, um ano de serviço militar. Foi ordenado sacerdote em 10 de Agosto de 1904, em Roma. Em 1905 foi nomeado secretário do novo bispo de Bérgamo, Mons. Giácomo María Radini Tedeschi. Desempenhou este cargo até 1914, acompanhando o bispo nas visitas pastorais e colaborando em múltiplas iniciativas apostólicas: sínodo, redacção do boletim diocesano, peregrinações, obras sociais. À vez, era professor de história, patrologia e apologética no seminário, assistente da Acção Católica feminina, colaborador no diário católico de Bérgamo e pregador muito solicitado por sua eloquência elegante, profunda e eficaz.
Naqueles anos, além disso, aprofundou o estudo de três grandes pastores: são Carlos Borromeo (de quem publicou as Actas da visita apostólica realizada à diocese de Bérgamo em 1575), são Francisco de Sales e do então beato Gregório Barbarigo. Após a morte de Mons. Radini Tedeschi, em 1914, dom Ângelo prosseguiu seu ministério sacerdotal dedicado à docência no seminário e ao apostolado, sobretudo entre os membros das associações católicas.
Em 1915, quando Itália entrou em guerra, foi chamado como sargento sanitário e nomeado capelão militar dos soldados feridos que regressavam da frente. No final da guerra abriu a «Casa do estudante» e trabalhou na pastoral de estudantes. Em 1919 foi nomeado director espiritual do seminário.
Em 1921 começou a segunda parte da vida de dom Ângelo Roncalli, dedicada ao serviço da Santa Sé. Chamado a Roma por Bento XV como presidente para Itália do Conselho central das Obras pontifícias para a Propagação da fé, percorreu muitas dioceses de Itália organizando círculos de missões. Em 1925 Pío XI o nomeou visitador apostólico para Bulgária e o elevou ao episcopado indicando-lhe a sede titular de Areópoli. Seu lema episcopal, programa que o acompanhou durante toda a vida, era: «Obediência e paz».
Após sua consagração episcopal, que teve lugar em 19 de Março de 1925 em Roma, iniciou seu ministério na Bulgária, onde permaneceu até 1935. Visitou as comunidades católicas e cultivou relações respeitosas com as demais comunidades cristãs. Actuou com grande solicitude e caridade, aliviando os sofrimentos causados pelo terramoto de 1928. Sobrelevou em silêncio as incompreensões e dificuldades de um ministério marcado pela táctica pastoral de pequenos passos. Afiançou sua confiança em Jesus crucificado e sua entrega a ele.
Em 1935 foi nomeado delegado apostólico em Turquia e Grécia. Era um vasto campo de trabalho. A Igreja católica tinha uma presença activa em muitos âmbitos da jovem república, que se estava renovando e organizando. Mons. Roncalli trabalhou com intensidade ao serviço dos católicos e destacou por seu diálogo e talento respeitoso com os ortodoxos e com os muçulmanos. Quando estalou a segunda guerra mundial se achava na Grécia, que ficou devastada pelos combates. Procurou dar notícias sobre os prisioneiros de guerra e salvou a muitos judeus com o«visto de trânsito» da delegação apostólica. Em Dezembro de 1944 Pío XII o nomeou Nunito apostólico em Paris.
Durante os últimos meses do conflito mundial, e uma vez restabelecida a paz, ajudou os prisioneiros de guerra e trabalhou na normalização da vida eclesiástica em França. Visitou os grandes santuários franceses e participou nas festas populares e nas manifestações religiosas mais significativas. Foi um observador atento, prudente e cheio de confiança nas novas iniciativas pastorais do episcopado e do clero de França. Se distinguiu sempre por sua procura da simplicidade evangélica, inclusive nos assuntos diplomáticos mais intrincados. Procurou actuar como sacerdote em todas as situações. Animado por uma piedade sincera, dedicava todos os dias largo tempo à oração e à meditação.
Em 1953 foi criado cardeal e enviado a Veneza como patriarca. Foi um pastor sábio e resoluto, a exemplo dos santos a quem sempre havia venerado, como S. Lorenzo Giustiniani, primeiro patriarca de Veneza.
Após a morte de Pío XII, foi eleito Papa em 28 de Outubro de 1958, e tomou o nome de João XXIII. O seu pontificado, que durou menos de cinco anos, apresentou-o ao mundo como uma autêntica imagem do bom Pastor. Manso e atento, empreendedor e saliente, simples e cordial, praticou cristãmente as obras de misericórdia corporais e espirituais, visitando os encarcerados e os enfermos, recebendo a homens de todas as nações e crenças, e cultivando um diferente sentimento de paternidade perante todos. Seu magistério, sobretudo suas encíclicas «Pacem in terris» e «Mater et magistra», foi muito apreciado.
Convocou o Sínodo romano, instituiu uma Comissão para a revisão do Código de direito canónico e convocou o Concílio ecuménico Vaticano II. Visitou muitas paróquias de sua diocese de Roma, sobretudo as dos bairros novos. A gente viu nele um reflexo da bondade de Deus e o chamou «O Papa da bondade». O sustentava um profundo espírito de oração. Sua pessoa, iniciadora de uma grande renovação na Igreja, irradiava a paz própria de quem confia sempre no Senhor. Faleceu na tarde de 3 de Junho de 1963.
João Paulo II o beatificou em 3 de Setembro do ano 2000, e estabeleceu que sua festa se celebre em 11 de Outubro, recordando assim que João XXIII inaugurou solenemente o Concilio Vaticano II el 11 de Outubro de 1962.

Alejandro Sauli, Santo
Bispo de Pavia, Outubro 11

Alejandro Sauli, Santo

Alejandro Sauli, Santo

Bispo

Se conta que Alejandro Sauli era muito jovem todavia quando se apresentou um dia com um crucifixo na mão ante uma multidão que assistia a um espectáculo de acrobatas e saltimbancos, e pregou severamente contra esse tipo de diversões frívolas, com grande assombro de todos os presentes. Ainda que o santo exagerou talvez um tanto ao proceder assim; esse gesto pode considerar-se como um símbolo de sua vida, já que se consagrou por inteiro à restauração da ordem cristã na atmosfera de negligência e frialdade religiosas de meados do século XVI. Alejandro nació en Milán en 1535, pero su familia era originaria de Génova. A los diecisiete años, ingresó en la congregación de los clérigos regulares barnabitas. Sus superiores le enviaron a proseguir sus estudios en el colegio que la congregación tenía en Pavía, y el santo pagó de su bolsillo la obra de ensanchamiento de la biblioteca del establecimiento. En 1556, después de su ordenación sacerdotal, empezó a enseñar filosofía y teología en la Universidad. El obispo de la ciudad le tomó pronto por teólogo suyo, y la reputación de Alejandro como predicador empezó a crecer rápidamente. El éxíto que tuvo en Pavía fue tan grande, que San Carlos Borromeo le invitó a predicar en la catedral; a sus sermones asistieron el propio San Carlos y el cardenal Sfondrati quien fue más tarde Papa con el nombre de Gregorio XIV. Las ardientes palabras del joven barnabita arrancaron lágrimas a ambos personajes, quienes le tomaron por confesor; San Carlos Borromeo siguió dirigiéndose con él muchos años. En 1567, el P. Sauli fue elegido preboste general de su congregación. Aunque no tenía más que treinta y ocho años, parecía bastante seguro de sí mismo como para oponerse al parecer de San Pío V y de san Borromeo. En efecto, el cardenal Borromeo, quien era protector de los "Humiliati" que quedaban, había recibido la misión de reformarlos, ya que dichos frailes eran tan ricos como de costumbres poco edificantes. Para ello decidió fundir a los "Humiliati" con la fervorosa congregación de los barnabitas, recientemente fundada. Pero San Alejandro, aunque estaba dispuesto hacer cuanto pudiera por ayudar a los "Humiliati", no se sentía oblígado a aceptar una medida que podía hacer daño a sus hijos, y San Carlos Borromeo tuvo que renunciar a su propósito.
La firmeza de San Alejandro y su celo apostólico no pasaron ínadvertidos a los ojos del gran reformador San Pío V, quien le nombró en 1570 obispo de Aleria, en Córcega, a pesar de sus protestas. San Carlos Borromeo le confirió la consagración, y el nuevo obispo se trasladó a su diócesis. La tarea que tenía ante sí era imponente. El clero era tan ignorante como corrompido; el pueblo, que conservaba aún muchas costumbres bárbaras, poseía apenas algunos rudimentos de religión; la isla estaba infestada de bandidos, y las salvajes venganzas entre las familias eran cosa de todos los días. San Alejandro llevó consigo a tres barnabitas para que le ayudasen en la tarea. Inmediatamente después de establecerse en Tallona, porque la ciudad episcopal estaba en ruinas, congregó un sínodo y anunció las reformas que se proponía llevar a cabo. En seguida procedió a visitar su diócesis, y en el curso de la visita comenzó a aplicar las nuevas leyes con todo el rigor que se imponía. El gobierno del santo duró veinte años, y el cambio que se efectuó en la isla fue tan notable, que las gentes le llamaban el apóstol de Córcega. En el tercer sínodo diocesano, el santo promulgó los decretos del Concilio de Trento y la energía con que supo exigir su cumplimiento fue sin duda lo que más contribuyó a la reforma de las costumbres. San Alejandro tuvo que hacer frente no sólo a la oposición de sus subalternos, sino también a la violencia de los extraños, ya que los piratas berberiscos solían atacar con frecuencia la isla. Debido a ello, el santo obispo se vio obligado a cambiar tres veces de residencia y, finalmente, estableció en Cervione su catedral, su capítulo y su seminario.
Durante su gobierno, tuvo que hacer frecuentes viajes a Roma, donde se hizo muy amigo de San Felipe Neri, quien le consideraba como modelo de prelados. Era un canonista consumado que escribió varias cartas pastorales y obras catequéticas. Habiendo tenido un éxito tan grande en Córcega, es muy natural que se le hayan ofrecido las diócesis de Tortona y Génova; pero el santo se negó a cambiar de sede hasta que Gregorio XIV le impuso, por obediencia, que aceptase el gobierno de la diócesis de Pavía en 1591. Dios le llamó a Sí al año siguiente, cuando se hallaba en Calozza visitando la diócesis. Durante su vida, San Alejandro poseyó el don de profecía y el de calmar las tempestades. Los milagros continuaron después de su muerte y su canonización tuvo lugar en 1904.

Zenaida, Santa
Biografia, 11 de Outubro

Etimologicamente significa “a que recebe a vida de Zeus”. Vem da língua grega.
Há na natureza humana um desejo de possuir tudo. Mas quem quer tudo por uma vez cai na vertigem do impossível; e nada que seja amplo, nada que seja duradouro, pode realizar-se.
Zenaida foi do século I de nossa era e se converteu ao cristianismo por São Paulo, que era seu primo.
Nasceu em Tarso, Turquia, e saiu desta cidade para marchar para as montanhas que bordejam o Cydnus para se instalar numa gruta.
Se sabe que antes de su conversión, había ejercido la medicina. Una vez conversa, continuó haciéndolo con cualquier persona que se encontrase o que fuera a su consulta.
Una de sus preferencias fue tratar siempre a los niños enfermos y a los poseídos por el diablo.
Un día se presentaron ante su gruta tres hombres atraídos por su santidad.
Le rogaban que tuviera la bondad de tenderles y celebrar con ella una entrevista.
Zenaida consintió. Al poco tiempo, los tres caballeros, Papas, Pateras y Filosiro, se entregaron a la vida contemplativa en aquellos lugares.
A los tres años fueron a decirle:”Por qué, en lugar de estar aquí escondidos, no nos vamos a la ciudad??”
Zenaida se dejó convencer y se marchó con ellos. El primer día de viaje, ella se clavó una espina en el pie y murió.
Zenaida es muy venerada entre los griegos, y sobre su figura se han escrito muchos libros.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Jaboco de Ulm, Beato
Religioso, 11 Outubro

Jaboco de Ulm, Beato

Jaboco de Ulm, Beato

O Beato Jacobo nasceu en 1407, em Ulm de Alemanha, no seio da respeitável família dos Griesinger. A los veinticinco años partió de su patria a Italia, donde se enroló como soldado en Nápoles; pero, disgustado por las costumbres licenciosas de sus compañeros de filas y al comprobar que su buen ejemplo no les hacía mella, abandonó el ejército y entró a servir como secretario a un abogado de Capua.
Desempeñó su oficio con tanto acierto que, cinco años después cuando decidió partir, el abogado no se lo permitió. Pero Jacobo logró escabullirse y se dirigió a Alemania, aunque no llegó a su país natal, pues en Bolonia volvió a enrolarse en el ejército. Durante su estancia en esa ciudad, acostumbraba a ir con frecuencia al santuario de Santo Domingo y acabó por ingresar en la orden como hermano lego. Su prior, queriendo demostrar la obediencia de Jacobo a un prelado que se hallaba de paso en el convento, le entregó una carta y le dijo que la llevase inmediatamente a París. No obstante que el viaje era largo, difícil y peligroso, el hermano Jacobo tomó la carta como la cosa más natural del mundo y pidió simplemente permiso de pasar por su celda para tomar su sombrero y su bastón.
Los hijos de Santo Domingo ocupan un sitio distinguido en la historia del arte. El Beato Jacobo, como su hermano en religión Guillermo de Marcillat, era un maestro consumado en el arte de pintar sobre vidrio. Sus superiores le dedicaron a ese trabajo y el beato solía prepararse a él con la oración asidua.
En cierta ocasión, fue arrebatado en éxtasis y se le atribuyeron numerosos milagros, antes y después de su muerte. Dios le llamó a Sí el 11 de octubre 1491, cuando tenía ochenta y cuatro años. Fue beatificado en 1825.
Su contemporáneo, Fray Ambrosino de Saracino, nos legó una semblanza del Jacobo en italiano; puede verse traducida al latín en Acta Sanctorum, oct., vol. v. CL Wilms, lakob Griesinger (1922); y Procter, Dominican Saints, pp. 287-291.

Meinardo de Letónia, Santo
Primeiro Bispo de Letónia, 11 Outubro

 

Meinardo de Letonia, Santo

Meinardo de Letónia, Santo

San Meinardo (1134/36-1196).

O primeiro apóstolo de Letónia foi o canónico lateranense alemão San Meinardo. Construiu em madeira a primeira igreja em Ikškile. Sucedia em 1184. O Papa Clemente III o nomeou primeiro bispo. Nove séculos depois, durante sua visita apostólica em 8 de Setembro de 1993 João Paulo II restaurou o culto de São Meinardo (+ 1196), padroeiro de Letónia

Fermín, Santo

Bispo e Mártir, 7 de julio

Fermín, Santo

Fermín, Santo

Bispo e Mártir
Século IV

Martirológio Romano: San Fermín, bispo de Pamplona. O bispo de Tolosa São Saturnino o enviou a pregar o Evangelho a Pamplona, o consagrou seu primeiro bispo e, voltando depois de alguns anos às Gálias, pregou o Evangelho no norte de França, morrendo em Amiéns, s. II.
Etimologicamente: Fermín = Aquele que é constante, firme, recto, valoroso e sólido, é de origem latina.

Este Santo es el famoso patrono de las "Corridas de San Fermín" en España.
San Fermín de Amiens, nacio en Pamplona alrededor del año 272, murió en Amiens el 25 de septiembre de 303 fue un misionero cristiano, primer obispo de Amiens, cuya iglesia construyó. Fue decapitado cuando tenía unos 31 años. Es patrón de Amiens, Lesaca, y co-patrón de Navarra junto con San Francisco Javier.
Según la leyenda, nació en Pompaelo (la actual Pamplona), hijo de un senador pagano de nombre Firmo, un alto funcionario de la administración romana que gobernó Pamplona en el siglo III. La predicación de san Honesto, quien había marchado a la península tras ser milagrosamente liberado de su prisión en Carcassonne, conmovió a sus padres, quienes sin embargo no se convirtieron hasta oír a san Saturnino de Toulose. El santo habría bautizado a Fermín y a sus padres en el lugar que hoy se llama popularmente pocico de San Cernin.
Bajo la tutela de Honesto el joven Fermín aprendió la religión y el arte de la prédica. A los 18 años fue enviado a Tolosa, donde sería ordenado. Tras predicar en Navarra, marchó a Francia, donde se asentó en Amiens. Habiendo organizado la construcción de la iglesia local, fue nombrado obispo a los 24 años. La oposición oficial a la doctrina cristiana le granjeó la cárcel, donde, tras negarse a cesar su prédica, fue decapitado.
En 1186 el obispo Pedro de París llevó de Amiens a Pamplona una reliquia de la cabeza de Fermín.
Actualmente su santoral se celebra el 7 de julio. En Pamplona se conmemora con unas fiestas de fama internacional, los Sanfermines, en las que destacan los encierros de toros.
Es además patrono de las cofradías de boteros, vinateros y panaderos.

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Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca