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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

NOSSA SENHORA DO PILAR, NOSSA SENHORA DA APARECIDA, e outros Santos - 12 de Outubro

Nossa Senhora de Pilar
Festa em 12 de Outubro

Nuestra Señora del Pilar

Nossa Senhora de Pilar

Festa
Outubro 12

Etimologicamente significa “ pilar ”. Vem da língua latina.
Este nome, um dos mais abundantes em Espanha tem uma origem curiosa. Foi a própria Virgem Maria que apareceu ao apóstolo Santiago que estava desanimado enquanto evangelizava a pátria espanhola.
Apareceu-lhe em "carne e osso" quando, junto ao Ebro, e sentado numa pedra ou pilar queria chegar até outros lugares pregando a Boa Nova do Evangelho.
Santiago levava inscritas em seu coração as últimas recomendações de Jesus:"Ide por todo o mundo pregando o Evangelho e baptizando a gente em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".
Com o passar do tempo, os saragoçanos lhe fizeram uma imensa e preciosa basílica levantada em sua honra no primeiro milénio, ainda que haja sofrido muitas reformas arquitectónicas.
Há que ter em conta que Espanha sofreu muitas invasões, mas é certo que já existia na época dos Visigodos.
Dizem que a própria Virgem deixou uma imagem como recordação do inolvidável encontro. E o mandato de que lhe construíssem ali um templo.
Segundo diz a Tradição, isto sucedia no ano 40. Cientificamente não está nada comprovado a nível de papeis. Sem embargo, o testemunho vivo de tantos milhares e milhares de pessoas que vão em peregrinação a este santo lugar mariano, demonstram eficientemente que a fé não vem do ar mas sim de pessoas que, geração após geração, vivem sua devoção à Virgem de forma continuada.
Juntamente com o sepulcro de Santiago na Galiza e o Pilar de Zaragoza são dois pólos de espiritualidade palpável em Espanha e com projecção a todo o universo.
Hoje é a festa nacional em Espanha e também o dia da Hispanidade. As bandeiras das nações sul americanas enchem este lugar. Na missa de hoje se lêem estas palavras:"A devoção ao Pilar tem uma grande repercussão em Ibero América, cujas nações celebram a festa do descobrimento de América neste dia".
¡Felicidades às pessoas que levem este
nome!

Se queres saber mais consulta
El Pilar de Nuestra Fé de Jesús Martí Ballester

O Pilar de Nossa Fé

Magnífica reportagem escrita pelo sacerdote valenciano Jesús Martí Ballester

Frente a quem ontem e ainda hoje se envergonham, ignorantes ou malvados, da grande, máxima evangelização de América, recordamos hoje nós aquela proeza de fé. Se sabemos interpretar os sinais dos tempos, leremos que Deus se valeu de Espanha para levar a fé salvadora a povos inumeráveis, que hoje permanecem fieis a ela e são a esperança da Igreja, sobretudo em vocações. Assim o reconheceu o anterior Pontífice, João Paulo II, quando disse na sua Mensagem ao Congresso Mariológico e Mariano celebrado em Huelva de 18 a 27 Setembro de 1992: "Os marinheiros intrépidos de Palos, de Huelva, de Moguer, de Lepe, que em nome de Deus e de Santa María partiram do porto de Palos, foram protagonistas daquela grande epopeia que chegaria a mudar a configuração do mundo conhecido e que, à vez, abriu espaços insuspeitados à expansão da mensagem cristã". E o próprio Papa, em sua viagem de enorme valor testemunhal a Santo Domingo, na República Dominicana, quer dizer a Espanhola, primeira terra descoberta por Colombo, quis associar sua pessoa e à Igreja, à celebração do V Centenário do Descobrimento e Evangelização de América; para com sua autoridade suprema de Papa, reconhecer e enaltecer a gesta evangelizadora de Espanha.

A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ
Escreveu Garcilaso de la Vega, historiador natural de Cuzco, Peru, que "oferecia sua história para que se dêem graças a Nosso Senhor Jesus Cristo e à Virgem Maria, sua Mãe, por cujos méritos e intercessão se dignou Deus tirar do abismo da idolatria a tantas e tão grandes nações e reduzi-las ao grémio de sua Igreja Católica Romana, a maior coisa depois da criação do mundo, salvo a encarnação e morte do que os criou".
Os que propalaram a "sem razão" de que Espanha pedira perdão aos americanos por os haver libertado de seus ritos macabros até chegar a sacrificar cada dia raparigas para que o sol voltasse a nascer no dia seguinte, são os mesmos que impedem que hoje nossas crianças e jovens cresçam na ignorância do barro que lhes construímos por dentro, o pensamento e a arte ocidentais, e também o fabuloso legado moral sem o qual seriam incompreensíveis conquistas como a abolição da escravidão ou a condenação da pena de morte, sem enumerar prolixamente os avanços da civilização que tem acumulando o cristianismo. Privar a um rapaz da religião é como despojá-lo de sua filiação genética. A moral cristã instituiu a piedade como regra de conduta, o respeito e o amor ao próximo como pilares de nossa convivência.
¿É lícito escamotear que Deus se fez um homem como nós, que proclamou o belo poema das bem-aventuranças, que impediu matar a pedradas a uma mulher adúltera e que pediu água a uma mulher samaritana e lhe ofereceu em troca a água da eternidade gloriosa com Ele? ¿E junto a isto, a criação de uma nova cultura que tem inspirado as mais eximias excelências de nossos artistas que hão transcendido os séculos, e que os homens de amanhã entrem no museu do Prado ou em outros do mundo como papalvos? ¿Que entenderão do Greco, de Velásquez, de Zurbarán, de Giotto, de Tintoretto, do divino Morales e de Rafael, dos grandes génios da música e da arquitectura, de Miguel Ângelo, da poesia, que de São João da Cruz, que de Divina Comédia, da grande obra civilizadora da Ordem de Císter?... E como as árvores também envelhecem, também Europa, engendradora de povos e patrocinadora do humanismo, se está convertendo a passos agigantados num tronco seco e sem seiva. Com o sentido excepcional da oportunidade de este velho Papa jovem, se está celebrando em Roma o Sínodo dos Bispos que quer enfrentar a perda de fé de Europa.
Ante ele, o cardeal belga Jan Pieter Schotte já adiantou que o principal desafio não é um problema político ou social mas a debilitação da fé. Europa sofre um problema de conhecimento da fé e de sua transmissão. As famílias se sentem impotentes, as escolas encontram dificuldades e nas paróquias se nota menor presença de fieis. Além disso, os meios de comunicação criam uma cultura nem sempre religiosa. A resposta ao panorama incerto e obscuro é o tema da assembleia: "Jesus Cristo vivente em sua Igreja, fonte de esperança para Europa". E o Cardeal Rouco faz agora seis anos, em 1 de Outubro de 1999, formulava este dilema fundamental: “Ou a Europa se converte ao Deus de nossos pais ou se desarreiga das raízes espirituais das que tem germinado o verdadeiro humanismo europeu. Nossa tarefa como Igreja é anunciar com obras e palavras ao Deus vivo". Fora de Cristo não sabemos que são Deus, a vida, da fé, nem nós mesmos.

A VIRGEM A PRIMEIRA MISSIONÁRIA
E foi a Virgem a primeira missionária que nos deixou em seu Pilar o dedo certeiro que nos assinala de novo: "Fazei o que Ele vos disser". Ao celebrar a festa da Virgem del Pilar, proclamamos que María escolheu o Pilar para derramar sobre Espanha suas bênçãos. Ali, os Reis, os Capitães, os Heróis, têm encontrado a força para cumprir sua missão providencial. "Aos teus lhes deste uma coluna flamejante, guia para um caminho desconhecido" Sabedoria 18,3. "O Senhor os precedia de dia em coluna de nuvem para marcar-lhes o caminho, e em coluna de fogo de noite para os iluminar" Génesis 13,21.
Assim diz a história que a Virgem os levou como coluna flamejante pelo caminho desconhecido: Em sete de Outubro, Colombo está inquieto ante as dúvidas e lutas lógicas daqueles noventa homens, depois de setenta dias de navegação, e com um problemático retorno. Pouco depois chegou a calma e se fez no oceano uma grande bonança. No dia oito, estava o mar claro e sossegado e eram os ares doces e olorosos, como se fossem do mês de Abril sevilhano. O dia nove durante toda a noite os navegantes ouviram o voar de pássaros. No dia dez viram passar gralhas e papagaios.
No dia onze aumentaram os indícios. A noite foi uma noite clara de lua e no ar e na água havia um ambiente de calma suave. De repente, soou na Pinta um tiro de bombarda, e se ouviu o grito triunfal e esperado: TERRA. O havia dado Rodrigo de Triana. Eram duas horas depois da meia noite. E ali há noventa homens de pé sobre a ponte das caravelas com os corações agitados por violenta emoção. Ao amanhecer apareceu a língua branca de areia do primeiro solo americano. Em Espanha, os sinos dos conventos chamavam a Matinas, e todo aquele dia 12, a Igreja de Espanha rezava à Virgem del Pilar. Era o dia do desembarque e do Descobrimento.

REZAR EM ESPANHOL
Quando um sacerdote, um cristão chega a América e ouve falar e rezar em nossa própria língua a Deus e à Virgem, se lhe acelera o coração, se lhe faz um nó na garganta, e seus olhos choram lágrimas de assombro, de gratidão, de admiração e de fé. E quando na Basílica de Guadalupe, todo o dia aberta e sempre cheia de mexicanos, que mais que rezar, falam com a Virgen com um falar contínuo, misturado de soluços, gritos, palavras terníssimas cheias de íntima e ingénua confiança, muitos deles caminhando de joelhos, arrastando os pais a seus pequenos, sente a gratidão e o gozo de ser espanhol.
Me convidaram a comer uns amigos em Monterrey (México). A metade da comida, uma criança de uns dez anos, guapíssimo, posto de pé, disse: "O melhor do mundo é que os espanhóis hajam vindo a evangelizar a América". Me recordei das palavras de Jesus no domingo de Ramos aos sacerdotes do Templo que lhe pediam que fizesse calar as crianças os seus gritos e hossanas: ¿"Não haveis lido na Escritura que da boca das crianças nasce o louvor"? (Mt 21,16).
Reunamos-nos hoje em oração comunitária e eucarística, como os Apóstolos com Maria no Cenáculo, para dar graças porque nos há dado a sua Mãe, "que nos protege em sua tenda no dia do perigo, e nos eleva sobre a rocha" Salmo 26. E aclamemos a Maria, intacta em sua virgindade, gloriosa em sua descendência e triunfante em sua assunção. Que ela seja nosso gozo e a causa de nossa alegria.


A virgem do Pilar


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Segundo uma venerada tradição, a Santíssima Virgem Maria se manifestou em Zaragoza sobre uma coluna ou pilar, sinal visível de sua presença. Esta tradição encontrou sua expressão cultual na missa e no Ofício que, para toda Espanha, decretou Clemente XII. Pío VII elevou à categoria litúrgica da festa. Pío XII outorgou a todas as nações sul-americanas a possibilidade de celebrar a mesma missa que se celebrava em Espanha.

* O Pilar, lugar privilegiado de oração e de graça (Do Oficio Divino)

História da Virgem do Pilar
A tradição, tal como tem surgido de uns documentos do século XIII que se conservam na catedral de Zaragoza, remonta à época imediatamente posterior à Ascensão de Jesus Cristo, quando os apóstolos, fortalecidos com o Espírito Santo, pregavam o Evangelho. Se diz que, por então (40 AD), o Apóstolo Santiago o Maior, irmão de São João e filho de Zebedeu, pregava em Espanha. Aquelas terras não haviam recebido o evangelho, pelo que se encontravam atadas ao paganismo. Santiago obteve a bênção da Santíssima Virgem para sua missão.

Os documentos dizem textualmente que Santiago, "passando por Astúrias, chegou com seus novos discípulos através de Galiza e de Castela, até Aragão, o território que se chamava Celtiberia, onde está situada a cidade de Zaragoza, nas ribeiras de Ebro. Ali pregou Santiago muitos dias e, entre os muitos convertidos elegeu como acompanhantes a oito homens, com os quais tratava do dia do reino de Deus, e pela noite, percorria as ribeiras para tomar algum descanso".

Na noite de 2 de Janeiro do ano 40, Santiago se encontrava com seus discípulos junto ao rio Ebro quando "ouviu vozes de anjos que cantavam Ave, Maria, gratia plena e viu aparecer a Virgen Madre de Cristo, de pé sobre um pilar de mármore". A Santíssima Virgem, que ainda vivia em carne mortal, pediu ao Apóstolo que lhe construísse ali uma igreja, com o altar em torno ao pilar onde estava de pé e prometeu que "permanecerá este sitio até ao fim dos tempos para que a virtude de Deus obre portentos e maravilhas por minha intercessão com aqueles que nas suas necessidades implorem meu patrocínio"

Desapareceu a Virgem e ficou aí o pilar. O Apóstolo Santiago e as oito testemunhas do prodígio começaram imediatamente a edificar uma igreja naquele sitio e, com o concurso dos conversos, a obra se pôs em marcha com rapidez. Mas antes que estivesse terminada a Igreja, Santiago ordenou presbítero a um de seus discípulos para serviço da mesma, a consagrou e lhe deu o título de Santa María del Pilar, antes de regressar à Judeia. Esta foi a primeira igreja dedicada em honra da Virgem Santíssima.

Muitos historiadores e investigadores defendem esta tradição e aduzem que há uma série de monumentos e testemunhos que demonstram a existência de uma igreja dedicada à Virgem de Zaragoza.  O mais antigo destes testemunhos é o famoso sarcófago de Santa Engrácia, que se conserva em Zaragoza desde o século IV, quando a santa foi martirizada. O sarcófago representa, em baixo relevo, a descida da Virgem dos céus para aparecer ao Apóstolo Santiago.

Mesmo assim, no ano 835, um monge de San Germán de Paris, chamado Almoino, redigiu uns escritos em que fala da Igreja da Virgen María de Zaragoza, "onde havia servido no século III o grande mártir São Vicente", cujos restos foram depositados pelo bispo de Zaragoza, na igreja da Virgen María. Também está atestado que antes da ocupação muçulmana de Zaragoza (714) havia ali um templo dedicado à Virgem.

A devoção do povo pela Virgem del Pilar se acha tão arraigada entre os espanhóis e desde épocas tão remotas, que a Santa Sé permitiu o estabelecimento do Ofício del Pilar en que se consigna a aparição da Virgen del Pilar como "uma antiga e piedosa crença".

Numerosos milagres da Virgem

Em 1438 se escreveu um Livro de milagres atribuídos à Virgem del Pilar, que contribuiu ao fomento da devoção até ao ponto de que, o rei Fernando o católico disse: "cremos que nenhum dos católicos de ocidente ignora que na cidade de Zaragoza há um templo de admirável devoção sagrada e antiquíssima, dedicado à Santíssima e Puríssima Virgem e Mãe de Deus, Sta. María del Pilar, que resplandece com inumeráveis e contínuos milagres".

O Grande milagre do Coxo de Calanda (1640)  Se trata de um homem a quem amputaram uma perna.  Um dia anos mais tarde, enquanto sonhava que visitava a basílica da Virgem del Pilar, a perna voltou a seu sítio.  Era a mesma perna que havia perdido. Milhares de pessoas foram testemunhas e na parede direita da basílica há um quadro recordando este milagre.

O Papa Clemente XII assinalou a data de 12 de Outubro para a festividade particular da Virgem del Pilar, mas já desde séculos antes, em todas as igrejas de Espanha e entre os povos sujeitos ao rei católico , se celebrava a dita de haver tido a Mãe de Deus em sua região, quando todavia vivia em carne mortal.

Três rasgos peculiares que caracterizam a Virgem del Pilar que a distinguem das outras:

1- Se trata de uma vinda extraordinária da Virgem durante sua vida mortal. A diferença das outras aparições a Virgem vem quando todavia vive na Palestina: ¨Com nenhuma nação fez coisa semelhante", cantará com razão a liturgia de 2 de Janeiro, festa da Vinda da Virgem.

2- A Coluna ou Pilar que a própria Senhora trouxe para que, sobre ele se construísse a primeira capela que, de facto, seria o primeiro Templo Mariano de toda Cristandade.

3- A vinculação da tradição pilarista com a tradição jacobea (do Santuário de Santiago de Compostela). Por isso, Zaragoza e Compostela, o Pilar e Santiago, hão constituído dois eixos fundamentais, em torno aos quais há girado durante séculos a espiritualidade da pátria espanhola.


Simbolismo do pilar
O pilar ou coluna: a ideia da solidez do edifício-igreja com a da firmeza da coluna-confiança na protecção de María.

A coluna é símbolo da conduta que une o céu e a terra, "manifestação da potência de Deus no homem e a potência do homem sob a influência de Deus". É suporte dos sagrado, suporte da vida quotidiana. María, a porta do céu, a escada de Jacob, há sido a mulher escolhida por Deus para vir a nosso mundo. Nela a terra e o céu se hão unido em Jesus Cristo.

As colunas garantem a solidez do edifício, seja arquitectónico ou social. Quebrantarlas es amenazar el edificio entero. La columna es la primera piedra del templo, que se desarrolla a su alrededor; es el eje de la construcción que liga entre si los diferentes niveles. María es también la primera piedra de la Iglesia, el templo de Dios; en torno a ella, lo mismo que los apóstoles reunidos el día de pentecostés, va creciendo el pueblo de Dios; la fe y la esperanza de la Virgen alientan a los cristianos en su esfuerzo por edificar el reino de Dios.

Vemos en Ex 13, 21-22, que una columna de fuego por la noche acompañaba al pueblo de Israel peregrino en el desierto, dirigiendo su itinerario.

En la Virgen del Pilar el pueblo ve simbolizada "la presencia de Dios, una presencia activa que, guía al pueblo de elegido a través de las emboscadas de la ruta".


Liturgia Eucarística del Pilar:
Los textos utilizados son: en la primera lectura, 1 Crónicas 15, donde se recuerda a la Virgen simbolizada por el arca de la alianza, la presencia de Dios en medio de su pueblo, a través de María, lo cual es gozo para la Iglesia. La segunda lectura (He 1, 12-14) y el evangelio (Lc. 11, 272-28) nos hablan también de la presencia de la Virgen en la iglesia y de las alabanzas que el pueblo le tributa. El prefacio celebra las maravillas que Dios ha realizado en María, "esperanza de los fieles y gozo de todo nuestro pueblo". Durante la oración colecta se pide por intercesión de la Virgen "fortaleza en la fe, seguridad en la esperanza y constancia en el amor", así como en la oración de las ofrendas, donde se muestra el deseo de "permanecer firmes en la fe".

Antífona de entrada: se piensa en la Virgen como "la columna que guiaba y sostenía día y noche al pueblo en el desierto", y en el salmo responsorial se recuerda "el Señor me ha coronado, sobre la columna me ha exaltado".

En el aleluya: "afianzó mis pies sobre la roca y me puso en la boca una cántico nuevo".

Domina en la liturgia la idea de la presencia de María en la Iglesia y de la firmeza que su intercesión y su devoción procura al pueblo de Dios.

El día 12 de octubre de 1492, precisamente cuando las tres carabelas de Cristóbal Colon avistaban las desconocidas tierras de América, al otro lado del Atlántico, los devotos de la Virgen del Pilar cantaban alabanzas a la Madre de Dios en su santuario de Zaragoza, pues ese mismo día, conocido hoy como el Día de la Raza, era ya el día de la Virgen del Pilar.


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La Basílica de la Virgen del Pilar es la mas extraordinaria que tiene España como prueba de una antiquísima y profunda devoción por la Santísima Virgen María. Esa gran basílica mariana con sus once cúpulas y sus cuatro campanarios es famosa en el mundo entero, puesto que en el año 40 AD se apareció ahí la Madre de Dios al Apóstol Santiago. La Virgen vino mientras aún vivía en la tierra. Es decir apareció en carne mortal. Desde entonces, a través de los siglos, ha mostrado su protección especial con repetidas gracias, milagros y portentos, ganándose la piedad de los españoles, que le tributan culto con gran devoción.
El interior de la Basílica es de una gran belleza y una serena grandiosidad. Toda la traza del templo está acomodada a la idea, siempre defendida por el Cabildo del Pilar, de no mover de su sitio la Sagrada Columna de la Virgen.
La Basílica de Nuestra Señora del Pilar es visitada por millares de personas cada día. Son los hijos que vienen a rezarle a su madre quien nunca los abandona.
Historia de la Basílica
Al principio del siglo XVI, el arzobispo Alonso de Aragón, hijo del rey católico, transformó en estilo gótico la iglesia anterior, erigida en el lugar mismo de la aparición de la Virgen, que quedó así incluida desde entonces dentro del templo; el lugar mas sagrado de esta capilla lo constituía y lo sigue constituyendo el que ocupa la santa columna, su mas preciada reliquia, en la que se asienta la imagen de la Virgen.
Por la necesidad que se vio de cobijar a las inmensas muchedumbres de peregrinos y poder atender mejor a los numerosos asistentes en los actos de culto, en 1681 se puso la primera piedra del nuevo templo, donde se incluyó también la santa capilla, conservando intacto el lugar de asentamiento de la columna de la Virgen. En 1872 se concluyeron las diversas capillas y cúpulas, mas tarde se añadirán las cuatro torres, la última se concluyó en 1961.
Los sitios de Zaragoza, (1808) durante la guerra de independencia, dieron notoriedad a la devoción de la Virgen del Pilar. Junto a su manto se reunía el pueblo buscando en ella protección y aliento; se le representaba velando el sueño de los soldados y se le nombró: "capitana de la tropa aragonesa". Un siglo mas tarde en 1908, la devoción a la Virgen del Pilar, afianzo su dimensión hispánica con el tributo que se le ofreció de todas las banderas de las naciones hispanoamericanas, que cuelgan actualmente en los muros del Pilar.
El Papa Juan Pablo II en 1984, al hacer escala en su viaje a Santo Domingo para iniciar la conmemoración del descubrimiento de América, reconoció a la Virgen del Pilar como "patrona de la hispanidad".
No nos podemos olvidar la importancia que tuvo en aumentar la devoción a la Virgen del Pilar, la guerra civil de 1936-1939. Las tres bombas que cayeron sobre el templo no estallaron y muchos vieron en este hecho un signo de la especial protección de la Virgen sobre las tropas nacionalistas. De toda España acudían peregrinos a pie a dar gracias a la Virgen por haberlos librado de los peligros de la guerra.  
Actividades en el Santuario del Pilar: Misas, confesiones, rezo del Santo Rosario en la capilla de la Virgen, paso de los niños (a la Virgen del Pilar) y museo pilarista.

Información para visitas al Pilar
Peregrinaciones marianas: Tel 976-39-58-63
Sacristía Mayor del Pilar: Tel 976-39-74-97
Cabildo de Zaragoza: Tel 976-29-12-31

 
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Nossa Senhora de Aparecida
Padroeira de Brasil, 12 Outubro

Nuestra Señora de Aparecida

Nossa Senhora de Aparecida

A história conta que no ano 1717, O governador de São Paulo e Minas Gerais, D. Pedro de Almeida e Portugal, Conde de Assumar, passou pela vila de Guaratinguetá caminho a vila Rica. Por tal motivo, os povoadores do lugar, querendo agasalhar ao convidado, solicitaram a três pescadores, Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves, uma provisão de peixes.
Estes homens se encontravam no rio Paraiba, atirando suas redes na água, quando de repente ao levantar uma delas, encontraram uma figura antiga de terracota da Virgem da Conceição, de tão só 36 cm. Primeiro acharam o corpo e ao atirar outra vez a rede lograram encontrar a cabeça. Logo do sucesso, a pesca, que até esse momento havia sido escassa, foi tão abundante, que tiveram que voltar à costa pelo peso que tinham suas pequenas embarcações.
Um dos pescadores levou a imagem a sua casa e lhe construiu um pequeno altar, uns anos depois criaram um oratório, lugar que era visitado por todos os daquele lugar.
Em 5 de Maio de 1743, começou-se a construir um templo, que se inaugurou em 26 de Julho de 1745, venerando a Virgem sob a invocação de Nossa Senhora Aparecida. 
O povo de Nossa Senhora Aparecida se encontra a uns quantos kilómetros de Guaratinguetá, vila do Estado de São Paulo.
Se ignora completamente como é que a imagem foi parar ao rio, mas se conhece seu autor, um monge de São Paulo, chamado Frei Agostinho de Jesus que a modelou no ano 1650. 
A Virgem é de cor morena e está vestida com um manto grosso bordado, suas mãos se cruzam no peito em posição de oração, foi coroada solenemente em 1904, por dom José de Camargo Barros, bispo de São Paulo.
Em 16 de Julho de 1930, Pío XI a declarou Nossa Senhora Aparecida padroeira de Brasil. O dia 4 de Julho de 1980, o Papa João Paulo II visitou o santuário e lhe deu o título de Basílica.

Amigo, Santo
Biografia, 12 de Outubro

Octubre 12

Etimologicamente significa “amável”. Vem da língua latina. 
O cristão verdadeiro se distingue porque em seu diário acontecer todos o vêm sob o prisma de seu grande Amigo e companheiro Jesús. “Onde Ele vá, estou com Ele”. 
A vida deste jovem do século IX. A literatura daqueles anos se dedicava muito a escrever sobre o belo e fantástico mundo da amizade.
Não é de estranhar que também se fizesse entre a amizade dos santos.
Amigo tinha um amigo chamado Amelio, que tem a mesma raiz e etimologia. Eram filhos de duas famílias nobres que nasceram no mesmo dia e no mesmo lugar.
También fueron bautizado al mismo tiempo por el Papa en Roma. Se distanciaron hasta que, ya mayores, decidieron ponerse al servicio del emperador Carlomagno.
Amelio fue acusado de haber seducido a la hija del emperador. Para pagar su pena, no le quedaba otra salida que el duelo.
Entonces se presentó Amigo para hacerlo en su lugar y lo ganó.
El emperador se alegró de que su hija salvara su honor. Amigo se había expuesto demasiado por salvar a su amigo y tuvo que acudir a triquiñuelas inimaginables.
El hecho es que se juntaron de nuevo los dos viejos amigos. Amigo cogió la lepra y la mujer lo echó de casa.
Se fue al castillo de su amigo Amelio. Este le curó. Se sintió feliz y acogido como un hermano. Eso es la amistad.
Hubo una guerra entre los Francos y los Lombardos. En ella murieron Amigo y Amelio. El propio emperador mandó que sus cuerpos se conservaran en dos sarcófagos distintos y en dos iglesias. Al día siguiente sin saber cómo, los dos féretros aparecieron juntos y en la misma iglesia, en la de san Albino en Montara, Italia.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Serafim de Montegranario, Santo
Leigo Capuchinho, 12 Outubro

Serafín de Montegranario, Santo

Serafim de Montegranario, Santo

Nasci num pequeno povo das Marcas, na Itália central, onde todas as casas, como se fossem girassóis, estão abertas ao sol. Foi em 1540, quando em toda a região começava a estabilizar-se a Reforma Capuchinha. Sem embargo eu não conheci aos frades até que entrei no noviciado.
Era o segundo de quatro irmãos, e meu pai era pedreiro. Como a economia não ia demasiado boa, cedo teve que deitar mão de todos nós para que o ajudássemos. Meu irmão mais velho foi a trabalhar com ele; e a mim, como era fraquito e algo desajeitado, me mandou com um camponês para que lhe cuidasse do rebanho. Um trabalho fácil e agradável, sobretudo porque me deixava muito tempo para rezar e pensar nas minhas coisas.
Esta afeição minha pela solidão e a oração me criou uma fama de milagreiro que eu não via justificada. Tudo começou quando numa das viagens a Loreto, enquanto meus companheiros pararam na margem do rio à espera de que diminuísse o caudal, eu o cruzei sem me molhar. E é que há que conhecer os vaus e saber passar os rios.
Quando morreu meu pai, meu irmão me reclamou para que lhe ajudasse. Sabia muito bem que não poderia fazer-me um pedreiro, mas se empenhou em que fosse, ao menos, um peão. Sem embargo fracassou. Por muito que tenha tentado ensinar-me o ofício, não conseguiu nada. Ao mais que cheguei foi a trazer-lhe cubos de água e ladrilhos. Ele, como é lógico, se enfadava e me dava um ou outro cachaço; eu o compreendia e me calava.
Aquela vida me aborrecia e sonhava com desertos, jejuns e penitências, segundo havia lido nas vidas dos eremitas. Mas não foi necessário ir-me tão longe. Uma amiga me manifestou que conhecia «uma religião santa, em que podia fazer-me santo»: os Capuchinhos.

O Senhor me fez desajeitado
Cuando me presenté en el convento para hacer el noviciado, muy pocas cosas dejaba atrás; hasta el punto que le dije al guardián: «Sólo tengo un crucifijo y un rosario; pero con éstos espero ayudar a los frailes y hacerme santo». Y me admitieron.
Mi convivencia con los frailes fue un calvario, ya que seguía igual de inseguro, poco mañoso y torpe para el trabajo. Por mucho que me esforzara no conseguía hacer nada a derechas, lo que motivaba que me reprendieran y humillaran. Tanto me costaba soportar mi torpeza, que estaba dispuesto a dejar el convento y marcharme al desierto.
Sin embargo reflexioné y se me hizo la luz. Tenía que aceptar mi torpeza para el trabajo y mi capacidad para conectar a la gente con Dios. De ahí que tuviera que acoger, incluso con cariño, las justas reprimendas de los superiores cuando me salían mal las cosas, y trabajar para que la gente fuera feliz al encontrarse con Dios.


Mas me deu a graça de ajudar aos outros
Esto me lo encontraba hecho, hasta el punto de correrse la voz de que yo hacía milagros, cuando en realidad lo que hacía era convencerlos para que confiaran en el Señor. Lo que pasara después ya no dependía de mí, pero la gente me lo atribuía.
Una vez vino un matrimonio joven, con una niña muda de nacimiento, pidiéndome que la curara. Yo les insinué que fueran a la capilla del Santísimo y rezaran. Al cabo de un rato me acerqué para darle a la niña un ramito de flores, y en plan jocoso le dije a la pareja: «Esta niña va a hablar más que una cotorra». Y así sucedió. Se le fue soltando la lengua hasta el punto de que, muchas veces, había que hacerla callar, de tanto que hablaba.
Los casos se multiplicaban, y la gente venía en busca de ayuda para sus necesidades. Yo me veía abrumado ante tanta demanda de milagros, pero hacía lo que buenamente podía: darles confianza y acercarlos al Señor. Hasta tal punto se complicó la cosa que el guardián me prohibió hacer tanto prodigio, cuando el primer asombrado era yo.
Pero no vayáis a creer que me dedicaba solamente a «hacer milagros». En los distintos conventos por los que pasé ayudaba también en los trabajos de la casa, pero mi relación con la gente, bien al salir a pedir limosna, o porque ellos venían a visitarme al convento, ocupaba mucho tiempo.
El secreto de mi disponibilidad para atenderles estaba en el ejemplo de Jesús; de ahí que me pasara grandes ratos en la iglesia pidiendo por los demás, incluso por la noche, cuando las puertas de la muralla estaban cerradas y la gente que se había quedado fuera venía al convento a pedir hospedaje.
Y así transcurrió mi vida, hasta que un 12 de octubre, el de 1604, los niños, que junto con las flores era lo que más quería, empezaron a gritar por el pueblo: «Ha muerto el santo, ha muerto el santo». Y ese santo era yo.

Eufrásio do Menino Jesus, Beato
Mártir, 12 Outubro

Eufrasio del Niño Jesús, Beato

Eufrásio do Menino Jesus, Beato

Eufrásio Barredo Fernández nasceu em Cancienes do Concelho de Corvera (Astúrias) em 8 de Fevereiro de 1897. Em 5 de Dezembro de 1912 ingressou no colégio teresiano dos Carmelitas Descalços de Villafranca de Navarra. Em 26 de Julho de 1916 emitiu a profissão simples, que ratificaria com a solene em 18 de Março de 1922. Terminados seus estudos foi ordenado sacerdote em 23 de Setembro de 1922 em Santander. Destinado a Cracóvia (Polónia), a fim de fortalecer a presença carmelita naquelas terras, permaneceu ali de 1926 a 1928. A seu regresso foi destinado a Burgos, como director das revistas “Ecos del Carmelo e Praga” e “Monte Carmelo”.
En 1929 llega a Oviedo, como professor de teología y el 8 de mayo de 1933 es elegido prior de su comunidad. El 5 de octubre de 1934 estallaba la revolución de Asturias. Ante esta adversidad el P. Eufrasio buscó refugio para sus religiosos. Él trató de huir por la alta tapia de la huerta, pero se cayó y se luxó una cadera. Al ir empeorando su lesión, el 12 de octubre solicitó que lo llevaran al Hospital. Los milicianos le arrancaron –con ese verbo crudo lo expresa Albert Camus en una obra dramática suya– de la cama del hospital y lo condujeron al Mercado Viejo en el barrio de san Lázaro (Oviedo). Colocado de pie junto a un muro, y antes de recibir los disparos, se dirigió a los pistoleros con estas palabras: “Os perdono, hijos míos”; luego por tres veces gritó: “¡Viva Cristo Rey!”.
Beatificado el 28 de Octubre del 2007 por Su Santidad Benedicto XVI

 

Edwin de Northumbria, Santo
Mártir e Rei, Outubro 12

Edwin de Northumbria, Santo

Edwin de Northumbria, Santo

Santo Edwin (também conhecido como Eadwine ou Æduini) (c. 586-12 de Outubro de 633) foi Rei de Deira e Bernicia, os quais se iriam a conhecer colectivamente como Northumbria. Seu reino durou desde 616 até sua morte. Ele se converteu ao cristianismo e foi baptizado no ano 627; depois de haver morrido na Batalha de Hatfield Chase foi venerado como santo.


Infância e exílio
La Crónica Anglosajona cuenta que después de la muerte de Aella un tal "Etelric" asumió el poder. La identidad exacta de Aethelric es incierta. El pudo haber sido un hermano de Aella, un hermano mayor de Edwin, un noble cualquiera, o el padre de Eteelfrido. El mismo Eteelfrido parece también haber sido rey de "Northumbria" (Deira y Bernicia juntos) desde no después de 604. Durante el reino de Eteelfrido, Edwin estuvo en exilio. La ubicación de su temprano exilio como niño es desconocida, pero algunos relatos de Reinaldo de Durham y Godofredo de Monmouth, ponen a Edwin en el Reino de Gwynedd, acogido por el rey Cadfan ap Iago, lo cual explicaría el conflicto entre Edwin y su supuesto hermano adoptivo Cadwallon. Para los años 610 el ya se encontraba en Mercia, bajo protección del rey Cearl, con cuya hija Cwenburga se casó.
Para el año 616, Edwin ya estaba en Anglia Oriental, bajo la protección del rey Raedwald. Bede cuenta que Eteelfrido quería que Raedwald asesinara a Edwin, su despreciado rival, y que Raedwald lo iba a hacer, si no fuera por que su esposa lo persuadió justo a tiempo. De todas maneras, Raedwald se enfrentó a Aethelfrith en una batalla cerca del río Idle en 616, en la cual Eteelfrido, y el hijo de Raedwald, Raegenhere, murieron. Edwin fue coronado como Rey de Northumbria, nombrando Raedwald como Bretwalda; los hijos de Eteelfrido se exiliaron en Dalriada y Pictavia. Que Edwin hubiera podido mantener control no solo en su tierra natal de Deira, pero también en Bernicia, pudo haber sido gracias al respaldo de Raedwald, al cual pudo seguir siendo súbdito a principios de su reino. El reino de Edwin marca una interrupción en el consistente dominio de Northumbria por los Bernicianos.


Edwin como rei
Con la muerte de Eteelfrido, y del poderoso Ethelburgo de Kent en el mismo año, Raedwald y su cliente Edwin estaban en posición para dominar Inglaterra, y Raedwald lo hizo hasta su muerte una década después. Edwin adhirió el pequeño reino bretones de Elmet después de la muerte de su rey Ceretic. Elmet fue probablemente leal a Mercia y por lo tanto a Edwin. El más grande reino de Lindsey parece que fue capturado después de c. 625, luego de la muerte del rey Raedwald. Sin embargo para este tiempo Edwin y Eadbald de Kent eran aliados, y como su primera esposa Cwenburga ya había muerto, Edwin planeo casarse con la hermana de Eadbald, Ethelburga de Kent. Según Bede, Eadbald solo aceptaría que su hermana se casara con Edwin, si el se convirtiera al cristianismo. El matrimonio de la Merovingia Berta con Ethelburgo de Kent, los padres de Eadbald, había resultado en la conversión al cristianismo de Kent, y el de Ethelburga y Edwin haría lo mismo en Northumbria.
La expansión occidental de Edwin pudo haber comenzado a principios de su reino. A principios de los años 620, ya había clara evidencia de una guerra entre Edwin y Fiachnae mac Báetáin del reino Dál nAraidi, rey de Ulaid en Irlanda. Se sabe que un poema, el cual se perdió con el tiempo, recuenta las campañas de Fiachnae en contra de los sajones, y los anales Irlandeses cuentan la toma, o asedio de Bamburgo en Bernicia en los años 623-624. La muerte de Fiachnae en el año 626, a manos de su tocayo, Fiachnae mac Demmáin de los Dál Fiatach, y la muerte de Fiachnae mac Demmáin un año después en la batalla contra Dalriada probablemente le facilitaron a Edwin sus conquistas en la provincia marítima de Irlanda.
La rutina de los reinos en los tiempos de Edwin envolvía estar en guerra regularmente, incluso anualmente, con sus vecinos para así obtener tributo, y esclavos.
La casa real se mudaba regularmente de una “ciudad real” a otra, consumiendo la comida ofrecida por los súbditos, cobrando tributo de las haciendas, dispersando justicia, y asegurándose que la autoridad real se hiciera presente por todo el reino. Las ciudades reales en los tiempos de Edwin fueron, entre otras, Yeavering en Bernicia, donde rastros de un anfiteatro hecho en madera se han descubierto. Otros sitios reales fueron Campodunum en Elmet (de pronto Barwick), Sancton en Deira y Goodmanham, el lugar donde el sacerdote pagano Coifi destruyo los ídolos paganos según Bede. El reino de Edwin incluyo las ciudades romanas de York y Carlisle, y las dos parecen que fueron de importancia en el siglo XII, aunque no esta claro si la vida urbana continúo durante este periodo.


A conversão de Edwin ao Cristianismo
La versión de Bede acerca de la conversión de Edwin tiene dos eventos importantes. El primero fue durante el exilio de Edwin, y cuenta como Paulinus de York le salvo la vida. El segundo evento fue siguiendo el matrimonio con Ethelburga, cuando lo intentaron asesinar en York, la pascua del 626, un agente de Cwichelm de Wessex, Edwin después decidió permitir el bautizo de su hija Eanfleda y prometió adoptar el cristianismo si su campaña contra Cwichelm fuera exitosa. Aparte de estos eventos, la representación general que Bede da de Edwin, es aquella de un rey indeciso, temeroso de tomar riesgos, y sin poder decidir si ser cristiano o no.
Además de estos eventos, la influencia de la reina Ethelburga, no puede ser ignorada, ya que siendo de la Dinastía Merovingia era cristiana y evangelizadora por naturaleza, y de tal forma como lo hizo su madre con su padre, ella iba a convertir a Edwin al cristianismo, también hubieron cartas que el Papa Bonifacio V les mando a Edwin y a Ethelburga lo cual muestra el esfuerzo del papa en cristianizar la isla. Dado que Kent estaba bajo control Franco, ellos estaban interesados en proselitar a sus camaradas alemanas, y en extender su poder e influencia. Bede recuenta el bautizo de Edwin, y de uno de sus comandantes, el 12 de abril de 627. El fervor de Edwin, según Bede, llevo que el hijo de Raedwald, Eorpwald también se convirtiera al cristianismo.


Morte e legado
Edwin se enfrentó contra Penda y Cadwallon en la batalla de Hatfield Chase en el otoño de 633, y fue derrotado y murió en batalla. De los dos hijos mayores que Edwin tuvo con Cwenburh de Mercia, Osfrido murió en la Hatfield, y Eadfrido fue capturado por Penda de Mercia y asesinado un tiempo después.
Sus restos fueron llevados a Whitby, pero su cabeza, ya que fue decapitado, se llevó a la iglesia de Saint Peter, en York donde todavía se encuentra.
Después de la muerte de Edwin, la reina Ethelburga junto con Paulinus de York, se devolvieron a Kent, llevando consigo su hijo Wuscfrea, su hija Eanfleda de Whitby, y el hijo de Osfrido, Yffi para exiliarse con ellos. Wuscfrea y Yffi fueron enviados a la corte de Dagoberto I rey de los Francos, pariente de Ethelburga, pero murieron poco después. Aun así, Eanfleda vivió para casarse con su primo, el Rey Oswiu de Northumbria, hijo de Acha y Aethelfrido de Bernicia, también se convirtió en santa, igual que sus padres.
El reino de Edwin fue dividido después de su muerte. Su sucesor fue Osric, hijo del tío paterno de Edwin Aelfric, en Deira, y por Eanfrido, hijo de Eteelfrido y la hermana de Edwin Acha, en Bernicia. Los dos se cambiaron al paganismo, y los dos fueron matados por Cadwallon; eventualmente, el hermano de Eanfrido,
Osvaldo derroto y dio muerte a Cadwallon y unió a Northumbria una vez más. Desde hay en adelante, con excepción de Oswine hijo de Osric, el poder en Northumbria estuvo en manos de los Idaneses, los descendientes de Ida de Bernicia, hasta mediados del siglo XIII.
Después de su muerte, Edwin vino a ser venerado como santo por algunos, aunque su culto fue eventualmente ignorado por el más exitoso culto a Osvaldo, quien fue asesinado en 642. Murieron en batalla a manos de enemigos similares, los paganos Mercias y los Británicos en ambos casos, lo cual permitió que se percibieran como mártires; Sin embargo, el trato de Bede con respecto a Osvaldo demostraba que lo percibía como un santo indiscutible, un status que no le confirió a Edwin.

Maximiliano de Celeia, Santo
Bispo de Lorch, 12 Outubro

Maximiliano de Celeia, Santo

Maximiliano de Celeia, Santo

Atributo: O santo Maximilian é apresentado numa vestimenta episcopal e tem em suas mãos uma espada e uma cruz ou um livro.
Nota: As afirmações em seus dados biográficos de 1290 não são historicamente demonstradas. Os dados têm paralelismos consideráveis com o currículo do santo Pelagius.
Biografía: Maximilian nació como hijo unico de padres ricos, nobles y religiosos en Celeia (Celje, Eslovenia). Después de la muerte de sus padres él distribuyó toda su hacienda entre los pobres y puso en libertad los esclavos. Con el deseo de ponerse misionero peregrinó a Roma. El papa Sixto II. (=258) le mandó como misionero a Norikum y Pannonia. Maximilian se volvió ser obispo de Lorch en la Enns, la capital de la provincia Noricum.
Después de 20 años regresó a Celeia para predicar. Por haberse negado a participar en la idolatría, el emir Eulasius le hizodecapitar el 12 de octubre de 281 o de 284. Su cadáver fue sepelido fuera de la ciudad.

 
Factos históricos:
Século VIII En las listas de los bienes de la iglesia Salzburg es mencionado por la primera vez una capilla en Bischofshofen que fue construido sobre la sepultura del Santo Maximilian.


09.09.878 El rey Karlmann regala las osamentas del Santo Maximiliano a la colegiata de Altötting. El depósito y el origen de las reliquias no es documentado antes de 878.


903 Burkhard, abad del convento de Altötting, se vuelve obispo de Passau


907 El rey Lodovico "el niño" regala el convento de Altötting a Burkhard; el convento se convierte en monasterio propio de los obispos de Passau.

entre 976 y 985 El obispo Pilgrim de Passau traslada las reliquas del Santo Maximilian a Passau.

30.09.985 En un diploma del emperador Otto III., Maximiliano es por la primiera vez mencionando como patrón del obispado además de Valentino.

1289/1290 Un canónigo de la catedral probablemente escribe la "Vita Sancti Maximiliani"; reactivación del culto.


1289 - 1291 El obispo Bernardo hace construir una sepultura para los patrones del obispado, Valentino y Maximiliano, en la catedral gótica.


Século XV Patrón de la familia Habsburgo.


1634 Procesión con las reliquias de los dos patrones para evitar una epidemia de peste inminente.


1662 Después del fuego en la ciudad se abren los sarcófagos de los patrones y se descubre que las reliquias estan desaperecidos; exepto algunas partículas. Estas partículas estan guardados en relicarios barrocos.


1782 - 1962 El obispado de Linz es puesto bajo el patronato del Santo Maximiliano.

 
Uno de los altares de la nave transversal de la catedral barroca es consagrado a los patrones. El duadro del altar, hecho por Frans de Neve, muestra la decapitación de Santo Maximiliano.


La veneración del Santo Maximiliano es extindo especialemente en la zonade los Alpes.

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução incompleta de António Fonseca