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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Missa do XXVIII Domingo do Tempo Comum - 10 (11) de Outubro

No passado sábado, 10 de Outubro festejei o 44º aniversário do meu casamento e fui assistir à Celebração Eucarística na Capela de Fradelos, situada no cruzamento da Rua de Sá da Bandeira com a Rua Guedes de Azevedo e que já conheço há muitos e muitos anos, (quase 70...) mas em que por mero acaso nunca havia assistido a nenhuma Missa.

Devo dizer que fiquei surpreendido agradavelmente com a celebração: 1º não estava cheia a pequenina Capela, apesar de ser sábado e serem 19 horas; no entanto, estava bem composta - estariam provavelmente no início cerca de 25 pessoas e posteriormente devem ter entrado mais umas 10 talvez; toda a gente tinha um opúsculo de dez páginas pelo qual acompanhava o que dizia o sacerdote, já com uma idade razoável mas com uma presença respeitável; Não havia coro, mas o padre encarregava-se de dirigir os cânticos habituais - entrada, kírie, aleluia, santo e Agnus Dei - com uma voz não muito forte, mas perceptível para todos os presentes.

Contrariamente ao que habitualmente se faz, creio que na maior parte das igrejas - pelo menos as que conheço, a celebração começou por um cântico entoado em melodia fácil e iniciado pelo padre (sem música, embora houvesse um órgão, que no entanto, permaneceu fechado, visto que ninguém tocava e as pessoas cantavam como se fosse um coro nos seus próprios lugares).

Depois o celebrante leu o seguinte intróito: 

"É falsa a distinção habitual que muita gente faz entre público e privado, muito de acordo com a miserável classificação que os Modernos se habituaram a fazer de individual e colectivo. Cheia de sentido, verdade do Homem! a pessoa e a comunidade é que são o binómio que nos revela toda a riqueza da vida humana. Os Bens que o Criador nos deu para o Bem de todos e de cada um de nós, para serem próprios, e nunca se tornarem impróprios, não podem ser nem público nem privados, mas comuns ou pessoais. A propriedade privada é um modo impróprio de ter e de usar os Bens, pois priva os outros do usufruto e a propriedade pública acaba por cair nas mãos do Estado que em princípio deveria administrar com justiça o Bem Comum, mas acaba às mãos da burocracia na bolsa e no uso de apenas alguns. Não que o estado seja mau por natureza, somente porque não é tudo: não é, nunca foi, e nunca será fácil ter e conter o estado no seu lugar".

Seguiu-se depois o Kyrie, não como é habitual mas intercalado pelas seguintes palavras:

. Ter que não ajuda a ser, saber sem sabedoria,

é como a ciência sem consciência, caminho da Morte:

não servem de nada, meios sem fins e sem princípios!

Kyrie, eléison!  Kyrie, eléison! 

. Os Pobres não têm pão e os Ricos não têm paz,

pois ninguém é feliz à custa da felicidade dos outros

razão porque o Reino dos Céus foi dado aos Pobres!

Christe, eléison!  Christe, eléison! 

. Só o Amor, criador e criativo, pobre e livre,

sabe, quer e pode, restituir aos bens a sua função social,

a socialização dos bens, sem desvios totalitários!

Kyrie, eléison!  Kyrie, eléison! 

Oração Colecta

Oremos, Cristãos,

ao SENHOR, nosso Deus, a quem

ninguém pode chamar pai, Pai Nosso,

se não souber, se não puder chamar

aos homens, aos outros homens, Irmãos!

ASSEMBLEIA:

Ubi Caritas et Amor, Deus ibi est!
(Onde está a Caridade e o Amor, aí está Deus!)

PRESBÍTERO:

Dá-nos, Pai Nosso, nos mil lugares e tempos

e nas mil formas de Comunidade com que em 2 milénios

enriqueceste a tua Igreja, desde os primeiros dias

até aos últimos dias, em sociedades em mutação

chamadas a ser e a fazer da terra uma Casa Comum,

dá-nos ser no meio das massas aquele fermento,

que é do Reino dos Céus que o teu Cristo nos trouxer

e uma inspiração para a socialização-dos-Bens

que o bom Papa João XXIII na carta encíclica,

a que deu o belo nome de Pax in Terris,

apontou como programa de Justiça e de Paz

no meio de um mundo saturado

e desiludido com revoluções e ideologias,

que nada mudaram, antes tudo agravaram.

Ámen

A cerimónia prosseguiu com as leituras do Livro da Sabedoria (7,7-11) - Salmo 89 (refrão: Acumulai tesouros no Céu, diz o Senhor!) - Carta aos Hebreus (4.12-13) e Aleluia cantado e, finalmente o Evangelho Segundo S. Marcos (10,17-30), terminando também com Aleluia.

A Homília que foi feita pelo celebrante, (que antes chamou a atenção da assistência, para o facto de que o conteúdo da mesma não tem nada a ver com as eleições que vão ter lugar amanhã, dia 11/10 - trata-se apenas duma coincidência pura e simples... nada mais...) - é como segue:

"O problema do Estado é de todos os tempos nas sociedades organizadas, civilizadas. Agravou-se nos nossos dias, na medida em que regimes, de toda e qualquer cor política, tendem a absorver a vida das sociedades, não respeitando os seus limites. Não que o Estado seja mau, mas não é tudo. Não é, nunca foi, e nunca será fácil ter e conter o Estado no seu lugar. Nas sociedades há um lugar para o Estado. Para além do seu lugar, o Estado tem ou pode ter uma função supletiva, da qual se deve retirar logo que a sociedade seja ou se torne capaz de iniciativas e funções que, por si e em si não competem ao Estado. A boa e clara doutrina social da Igreja, desde Leão XIII (1891), com a sua encíclica Rerum Novarum, afirmou claramente a função supletiva do Estado e marcou os seus limites. Infelizmente na própria Igreja não é muito respeitada pelo centralismo romano que não respeita a liberdade da comunhão das Igrejas, apesar do último Concílio Ecuménico (1965) ter decretado grandes reformas contra esse centralismo que, desde Júlio II (1513) - de má memória - pensou e organizou a Igreja ao-modo-Estado. Felizmente as Igrejas e as suas Comunidades, desde aquele Concílio têm usado da liberdade dos Filhos de Deus, que nunca mais ninguém nos pode tirar.

Tudo tem a ver com a questão dos Bens que nos foram dados pelo Criador para nosso bem, e não para nosso mal.

Então os Bens que o Criador nos deu podem fazer-nos mal?

Sim, na medida em que privam os outros do Bem que os bens têm para lhes dar!

Temos hoje diante de nós uma grande e difícil questão: a questão da Propriedade Privada!

Então a Propriedade é um mal?

Os Comunistas é que tinham razão e os Capitalistas, ao privatizar tudo o que podem privatizar, não têm razão?

Nem os Comunistas nem os Capitalistas têm razão. Porque o Mal que vicia o uso dos Bens, não está na Propriedade.

O mal está na privatização, que priva os outros do Bem que os bens têm para nos dar a todos e a cada um. Para ser, todo o homem e cada homem precisa de ter. Para ser Ele-próprio, precisa de se apropriar dos bens que, como frutos na Árvore da Vida, são oferecidos a todos e a cada um, para saborear e alimentar a Vida, uma vida de Homem, uma vida própria! Mas esta apropriação não pode ser à custa da desapropriação dos outros homens. De qualquer forma, os Últimos Discípulos tal-qualmente os Primeiros Cristãos, para poderem fazer progredir o Reino dos Céus e a sua justiça, têm que resolver a sua relação com os Bens deste mundo. Todos os bens, toda a espécie de bens. Como explicou o Apóstolo: "Ainda que eu distribua todos os meus bens pelos Pobres, se não tiver Amor isso não me serve de nada!"

Depois de resolvida a tua relação com os bens que não nos foram dados para nos fazer mal, mas criados para o Bem de todos os homens, de todos e de cada homem, de todo o homem e do Homem todo, "que me falta?"

Depois, "Vem e segue-me!" diz o nosso Mestre.

Como?

Como?!

Ainda conheces, ao fim de tanto tempo, ainda conheces tão mal os Santos? Não sabes que o Cristo Jesus tem discípulos em todos os sítios e situações?!... Sim, os Cristãos não se imitam uns aos outros, não são macacos-de-imitação, mas seguidores de Cristo e, todos os sítios e situações, sem nunca se deixarem sitiar nos estados-de-sítio.

Porque são livres. Pobres e livres. Pobres porque são livres. Livres porque são pobres. Livres em relação a tudo e a todos.

Mas, então, o que é um Discípulo? Os discípulos são seguidores do Caminho - Caminho e verdade da Vida que lhes apareceu. Deixaram tudo, para ganhar tudo. Como o especialista de pérolas que encontrou a Pérola mais bela e mais cara: foi e vendeu todas as pérolas que tinha, para adquirir aquela Pérola. Como aquele lavrador que escavava e cultivava um campo, e descobriu numa vala que abriu, um tesouro. Foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo, para ficar com o tesouro. O nosso Mestre ensinou-nos que, deixando tudo, eu ganho tudo. Tudo isto tem a ver com aquele Amor que sabe conjugar o Verbo encarecer, e que nos trouxe a bela Caridade. Mas até do mais belo nome os medíocres fizeram uma coisa que hoje ninguém quer..."

Comentários para quê....

Depois desta Homília e ainda antes de se entrar na parte Eucarística, o celebrante fez ainda referência a várias memórias a decorrer nos dias 11 (Mártires Africanos - entre os anos 483 e 484 - mais de 5 mil mártires às mãos dos Vândalos - bárbaros que destruíram tudo à sua passagem pela Península Ibérica, Estreito de Gibraltar, Norte de África (Tunísia); Dia 13, João Ogílvie, 1615, em Glasgow (Escócia); dia 15, Santa Teresa de Ávila, em Alba de Tormes (Espanha) em 1582; Dia 16, Stª Margarida Maria, em Paray-Le-Monial (França) - 1690 e dia 17, Inácio de Antioquia (Síria) que no ano 107 foi morto em Roma, no Circo Máximo, aos dentes das feras.

Como Oração dos fiéis  - ou em sua substituição - e intercalando as invocações entoou-se o Kyrie, eléison:

Sobre este vale de lágrimas Pai Nosso,

venha o teu Amor que é poderoso

e que deu o Reino dos Céus aos que choram.

Kyrie, Eléison

Livra-nos, Senhor, nosso Deus e Pai nosso,

da Peste em mil versões de medo e horror

trazida por tempos de muito errados comportamentos.

Kyrie, Eléison

Por entre fogos-cruzados de mil ódios renovados

os sinais-dos-Tempos anunciam manhãs de guerra:

livra-nos, Pai nosso, dos previsíveis holocaustos.

Kyrie, Eléison

Os nossos contemporâneos falam muito de amor,

mas só conhecem o amor-da-Cupidez em que rivalizam:

manifeste-se, ó Deus, o amor dos filhos de Deus.

Kyrie, Eléison

O amor dos Modernos é medo de ter medo a sós,

gosto de se roçar e ódio vulgar aos outros rebanhos:

manifeste-se, ó Deus, o amor dos filhos de Deus.

Kyrie, Eléison

Só o teu amor, ó Deus, explica o mistério da Vida

desde o princípio nos seus meios e nos seus fins:

quem não ama está morto, quem odeia é homicida.

Kyrie, Eléison

Dá-nos, ó Deus, a Fé na Vida, Vida mais, mais Vida,

e tira-nos o medo da Morte que não nos deixa viver

para que quem dá a vida saiba que ganha a Vida!

Kyrie, Eléison

A celebração Eucarística propriamente dita decorreu então tal como a conheço. Na parte da Comunhão além da distribuição da partícula (Corpo)pelos comungantes, esta era imersa no cálice para ser embebida  no Vinho (Sangue) que o Acólito tinha nas suas mãos.

Antes da Bênção final, o Presbítero leu a seguinte Oração

No caminho da transformação das realidades terrestres, vocação e missão recebidas de Cristo, toda a prudência é pouca da parte dos Leigos inseridos nos sítios e situações, já que dos Ministros da Igreja podemos agora esperar uma liberdade que muitas vezes nos reinos chamados cristãos, não souberam, não quiseram ou não puderam ter.

A grande liberdade, agora sem reservas clericais, a liberdade dos filhos de Deus dará aos Leigos o saber restar, circular e empenhar-se a fundo à esquerda ou à direita, companheiros dos homens de boa vontade nas grandes lutas do Século pela Justiça e pela Paz, sem alienar a Vocação e a Missão e nunca perdendo o Espírito crítico!

A Assembleia por sua vez respondeu:


Senhor Jesus que fizeste de nós o Sal da terra e a Luz do Mundo, dá às nossas dedicações e empenhamentos a lucidez e força capazes daquele Modo de estar no Tempo que nos mantém livres em todos os sítios e situações. Ámen.

Comentário final:  Nunca tinha assistido a uma celebração idêntica a esta mas devo dizer que fiquei muito satisfeito com tudo o que vi e pude apreciar a dignidade e o recolhimento dos fieis que ali estavam que colaboraram com o celebrante, como se de facto estivessem reunidos em família  a louvar a Deus.

Transcrição de António Fonseca

 

FÁTIMA - 13 de Outubro

In: Agência Ecclesia

http://ecclesia.pt

Cerimónias presididas pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José da Cruz Policarpo

D. José Policarpo pede padres atentos à vida concreta

Milhares de fiéis acorreram a Fátima para a peregrinação de Outubro

Milhares de peregrinos marcam presença esta Terça-feira no recinto do Santuário de Fátima, para participar nas celebrações da peregrinação de 13 de Outubro, este ano presididas pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa.

Esta é a primeira grande peregrinação após o anúncio da visita do Papa em 2010 e a última antes de Maio do próximo ano. D. José Policarpo lembrou, por isso, este momento especial em que “o País inteiro se prepara para receber o Sucessor de Pedro, cabeça do Colégio dos Apóstolos”.

A identidade e a missão do sacerdote estiveram no centro da homilia proferida esta manhã. Para o Patriarca de Lisboa, a atenção à vida concreta de cada homem, “desafio a toda a Igreja, Povo Sacerdotal, é-o particularmente para nós, sacerdotes, chamados a sermos presenças vivas de Cristo Bom Pastor”.

D. José Policarpo afirmou que "a dimensão sacerdotal é, no meio dos homens, a manifestação da solicitude de Deus pelas necessidades do Povo e de cada um. Ele é o pastor do seu Povo, conhece as suas ovelhas, sabe do que precisam, cuida das doentes e das débeis, vai à procura delas, carrega aos ombros a que está ferida".

Nas Bodas de Caná, Maria mostra essa atitude pastoral de atenção ao pequeno-grande problema que afligia os esposos. Mostra-o quando diz a Jesus: «não têm vinho» (Jo. 2,5). Que solicitude, que atenção ao pormenor, que capacidade de avaliar um problema pessoal”, precisou.

Em pleno ano sacerdotal, D. José Policarpo afirmou que “o sacerdócio é um mistério de amor, do amor infinito de Deus pelo homem que criou à sua imagem, que destinou a partilhar, na intimidade com Ele, a comunhão de amor, onde encontrará a plenitude da vida”.

Desse desígnio eterno o homem afastou-se e continua a afastar-se pelo pecado. O sacerdócio resume toda a pedagogia salvífica de Deus: suscita na humanidade o fermento dessa vocação sublime de amor; apesar do pecado, renuncia aos critérios do mundo e deixa-se guiar pela Palavra do Senhor, oferecendo-lhe a sua vida e aprendendo a vivê-la como expressão de louvor”, acrescentou.

O Cardeal-Patriarca referiu que “todos os membros da Igreja são sacerdotes porque são ungidos pelo espírito Santo” e, referindo-se aos padres, lembra que “são ungidos e consagrados pelo Espírito na sua ordenação”. Por isso, recorda que o ministério sacerdotal é fecundo por obra do Espírito Santo. Isto, nas palavras do Patriarca de Lisboa, significa que “a Deus nada é impossível”.

A função sacerdotal passa por “reconhecer e fazer memória da acção salvífica de Deus”, oferecer “a Deus sacrifício de louvor” – de forma particular na “oferta da sua vida a Deus”, proclamar a Palavra que nos revela o amor de Deus e levar o povo a escutá-la e a segui-la, pondo-a em prática”.

O Patriarca de Lisboa considera que “nem podemos imaginar a intensidade com que Maria amou o mundo, encarnando a intensidade do amor salvífico de Deus. Essa intensidade comoveu o próprio coração de Deus, a ponto de o mensageiro divino a saudar como a «cheia de graça», aquela que vive a plenitude do amor”.

Na sua vocação, ao aceitar o chamamento de Deus, onde ela identifica o desígnio salvífico, ao partilhar com o seu Filho o sacrifício redentor, Maria viveu, na radicalidade do seu coração o amor sacerdotal”, defendeu.

Presentes na Cova da Iria, onde há 92 anos se deu o acontecimento conhecido como “Milagre do Sol” estão 92 grupos de 22 países.

Fotos

Nacional | Octávio Carmo | 2009-10-13 | 11:13:30 | 4302 Caracteres | Santuário de Fátima

Recolha e transcrição de António Fonseca

Ano Sacerdotal

Papa diz que nenhuma reforma deve ser contra a Igreja

São João Leonardo (1541-1609) apresentado como modelo para os padres de hoje

Bento XVI evocou hoje a figura de um padre italiano que morreu em Roma, há quatrocentos anos, São João Leonardo, com um modelo para os sacerdotes e os fiéis de todo o mundo, defendendo que qualquer reforma que seja feita na Igreja deve acontecer "dentro" da mesma, e "nunca" contra ela.

Este Santo viveu no séc. XVI, quando se deu a Reforma e consequente separação das Igrejas cristãs, que perdura até hoje. Após ressaltar a figura de S. João Leonardo (1541-1609) e seu desejo de renovação da Igreja para torná-la "mais bela e santa", o Papa disse que quem quer realizar uma reforma religiosa e moral "deve fazer como um bom médico, um cuidadoso diagnóstico sobre os males que atormentam a Igreja para poder prescrever o remédio mais apropriado".

"A renovação da Igreja deve começar em quem manda e estender-se ao resto", acrescentou, lembrando essa frase do santo.

Bento XVI acrescentou que qualquer reforma deve ser feita "de dentro da Igreja e nunca contra a Igreja", e que cada reforma, embora afecte as estruturas, deve incidir em primeiro lugar "no coração dos fiéis", para construir um mundo melhor.

Na catequese da audiência geral desta Quarta-feira, numa Praça de São Pedro inundada de peregrinos, o Papa especificou que São João Leonardo, depois de, num primeiro momento, ter pensado em ser farmacêutico, acabou por ser ordenado padre.

Para transmitir aos homens Jesus Cristo crucificado e ressuscitado, “medida de todas as coisas”, reuniu à sua volta jovens que desejavam reconhecer, também eles, a primazia de Cristo nas suas vidas. Surgiram assim os Clérigos Regulares da Mãe de Deus. Na sua preocupação de formar padres preparados para partir em missão para regiões distantes e lançou as bases do Seminário para a Propagação da Fé.

Atento a encontrar os remédios mais apropriados aos males do seu tempo, incitava cada um a reformar-se a si próprio. Recordava também que o encontro com Cristo se faz na sua Igreja, santa mas frágil, enraizada na história - onde crescem lado a lado o trigo e a cizânia – mas sempre Sacramento da Salvação”, indicou Bento XVI.

Neste ano sacerdotal, a tocante e luminosa figura de São João Leonardo, homem de Deus e infatigável educador, é um apelo para os padres e para todos os cristãos a fazer de Cristo o critério da nossa acção de do nosso zelo apostólico”, concluiu o Papa.

Em português, o papa deixou uma “saudação amiga aos fiéis da arquidiocese de Porto Alegre e demais peregrinos de língua portuguesa”.

Viestes a Roma, onde há quatrocentos anos morreu São João Leonardo, vítima da caridade fraterna, contagiado ele mesmo pela epidemia cujos doentes tratava. A luminosa figura deste Santo convida todos os cristãos a transmitirem aos homens o verdadeiro «remédio de Deus», que é Jesus Cristo crucificado e ressuscitado. N’Ele vos abençoo, a vós e às vossas famílias”, disse.

São João Leonardo morreu no dia 8 de Outubro de 1609, em Roma. Foi beatificado no ano de 1861, tendo a canonização acontecido a 17 de Abril de 1938.

No final da audiência, o Papa lembrou a celebração da Virgem do Rosário e destacou a “importância” desta oração.

(Com Rádio Vaticano)

Internacional | Agência Ecclesia | 2009-10-07 | 15:26:47 | 3941 Caracteres | Ano Sacerdotal, Bento XVI

 

http://ecclesia.pt

 

Recolha e transcrição do boletim da Agência Ecclesia - que poderia ser incluído até nos Santos do Dia ou nas notícias da Agência, mas preferi incluir no Ano Sacerdotal

NOSSA SENHORA APARECIDA


<div align=center><a title="Nossa Senhora Aparecida | Padroeira do Brasil | 12 de outubro" href="http://quiosqueazul.blogspot.com/2009/10/neste-dia-especial.html" target="_blank"><img src="http://i234.photobucket.com/albums/ee87/renatodetrindade/ORACAO/nossasenhora_aparecida.gif"></a></div>

~ Nossa Senhora Aparecida ~
Padroeira do Brasil | 12 de outubro


Neste dia especial...
Façamos uma prece a Nossa Senhora Aparecida
Querida Mãe,
Vós que nos amais e nos guiais todos os dias
com vossas mãos maternais.
Vós que sois a nossa Mãe,
a quem amamos com todo nosso coração.
A Vós pedimos e suplicamos mais uma vez
que nos ajude a alcançar as graças
de que necessitamos.
Por mais duras que sejam sabemos que Vós
nos ajudareis e acompanhareis sempre,
por toda nossa Vida.
Livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos e
a Vosso Santíssimo Filho nosso Redentor Jesus Cristo.
Para que, pelo merecimento de Vossa Santidade e
pelo preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo
possamos louvar a Deus junto a Vós na Glória Eterna.
Ave Maria, Cheia de Graça
O Senhor é Convosco!
Bendita sois Vós entre as mulheres
E Bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus
Santa Maria Mãe de Deus
Rogai por nós pecadores
Agora e na hora de nossa morte
Amém!
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha do Brasil!
Rogai por Nós e por Nossas Famílias!
Amém!



12 de outubro | Nossa Senhora Aparecida (Padroeira do Brasil)
Não bastasse ser um dos maiores países católicos do planeta, o Brasil tem também um dos maiores centros de peregrinação mariana da cristandade do mundo. Trata-se, é claro, do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, São Paulo. A cidade foi batizada com o nome da Senhora, "aparecida" das águas, mas o Brasil inteiro também recebeu sua bênção desde o nascimento, graças aos descobridores e colonizadores que a tinham como advogada junto a Deus nas desventuras das expedições. A fé na Virgem Maria cresceu com os séculos e a confiança não esmoreceu, [Leia mais...]
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ALEXANDRINA MARIA DA COSTA, santa (e outros) - 13 de Outubro

 

 

Alejandrina María da Costa, Beata

Alexandrina María da Costa, Beata

Laica

Martirológio Romano: No lugar de Balasar, perto de Braga, em Portugal, beata Alexandrina María da Costa, que ao tentar fugir de que a perseguia com má intenção, ficou impossibilitada em todos os seus membros, encontrando na contemplação da Eucaristia o modo de oferecer ao Senhor todos as suas dores por amor de Deus e dos irmãos mais necessitados (1955).
Laica portuguesa, membro da União de Cooperadores Salesianos, apóstola do sofrimento reparador (data de beatificação: 25 de Abril de 2004).
Nasceu em Balasar, província de Porto e arquidiocese de Braga (Portugal) em 30 de Março de 1904, e foi baptizada em 2 de Abril seguinte, Sábado santo. Foi educada cristãmente por sua mãe, junto com sua irmã Deolinda. Alexandrina permaneceu com sua família até aos sete anos; depois foi enviada a Póvoa do Varzim, onde se alojou com a família de um carpinteiro, para poder assistir à escola primária, pois não havia em Balasar. Ali fez a primeira comunhão em 1911; o ano seguinte recebeu o sacramento da confirmação.
Depois de dezoito meses, voltou a Balasar. Com sua mãe e sua irmã se mudou, logo, a viver na localidade de «Calvário», onde permaneceu até sua morte.
Começou a trabalhar no campo. Sua adolescência foi muito feliz; tinha um carácter comunicativo, e era muito apreciada por suas companheiras. Sem embargo, aos doze anos adoeceu: uma grave infecção (talvez tifóide) a elevou a um passo da morte. Superou o perigo, mas em consequência disso, sua constituição ficou debilitada para sempre.
Quando tinha catorze anos sucedeu um facto decisivo para sua vida. Era o Sábado santo de 1918. Nesse dia ela, sua irmã Deolinda e uma rapariga aprendiz realizavam seu trabalho de costura, quando se deram conta de que três homens tratavam de entrar em sua casa. Apesar das portas estarem cerradas, os três lograram forçá-las e entraram. Alexandrina, para salvar sua pureza ameaçada, não duvidou em atirar-se pela janela desde uma altura de quatro metros. As consequências foram terríveis, ainda que não imediatas. Com efeito, as diversas visitas médicas a que se submeteu sucessivamente diagnosticaram sempre com maior claridade um facto irreversível.
Até aos dezanove anos pôde ainda arrastar-se até à igreja, onde, totalmente contrafeita, permanecia gostosa, com grande admiração da gente. A paralisia foi progredindo cada vez mais, até que as dores se voltaram horríveis, as articulações perderam seu movimento e ela ficou completamente paralítica. Era o 14 de Abril de 1925. Nos restantes trinta anos de sua vida Alexandrina não pode levantar-se da cama.
Até ao ano 1928 não deixou de pedir ao Senhor, por intercessão da Virgem, a graça da cura, prometendo que, se se curasse, se faria missionária. Mas, quando compreendeu que o sofrimento era sua vocação, o abraçou com prontidão. Dizia: «Nossa Senhora me há concedido uma graça ainda maior. Primeiro a resignação, depois a conformidade completa à vontade de Deus e, por último, o desejo de sofrer».
A este período se remontam seus primeiros fenómenos místicos, quando iniciou uma vida de profunda união com Jesus no sacrário, por meio de Maria santíssima. Um dia que estava só, lhe veio imprevistamente este pensamento: «Jesus, tu estás prisioneiro no sacrário e eu em minha cama por tua vontade. Nos faremos companhia».
Desde então começou sua primeira missão: ser como a lâmpada do sacrário. Passava suas noites como peregrinando de sacrário em sacrário. Em cada missa se oferecia ao eterno Pai como vítima pelos pecadores, junto com Jesus e segundo suas intenções. Na medida em que percebia de maneira mais clara sua vocação de vítima, crescia nela o amor ao sofrimento. Fez o voto de fazer sempre o que fosse mais perfeito.
De sexta-feira 3 de Outubro de 1938 a 24 de Março de 1942, ou seja, 182 vezes, viveu cada sexta-feira os sofrimentos da Paixão. Superando seu estado habitual de paralisia, baixava do leito e com movimentos e gestos acompanhados de fortíssimas dores, reproduzia os diversos momentos da via crucis, durante três horas e meia.
«Amar, sofrer, reparar» foi o programa que lhe indicou o Senhor. Desde 1934, por mandato de seu director espiritual, punha por escrito tudo o que lhe dizia Jesus.
Em 1936, por ordem de Jesus, pediu ao Santo Padre a consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria. Esta súplica foi várias vezes renovada até 1941, pelo que a Santa Sé interrogou três vezes ao arcebispo de Braga sobre Alexandrina. Em 31 de Outubro de 1942, Pío XII consagrou o mundo ao Coração Imaculado de María com uma mensagem transmitido a Fátima em língua portuguesa. Este acto o renovou em Roma na basílica de São Pedro em 8 de Dezembro do mesmo ano.
Desde  27 de Março de 1942, Alexandrina deixou de se alimentar, vivendo só da Eucaristia. Em 1943, durante quarenta dias e quarenta noites, seu jejum absoluto e sua anuria foram estritamente controlados por médicos no hospital da Foz do Douro perto de Porto.
Em 1944 seu novo director espiritual a animou para que seguisse ditando seu diário, depois de constatar a altura espiritual a que havia chegado; ela obedeceu com docilidade até à morte. No mesmo ano 1944 Alexandrina se inscreveu na União dos cooperadores salesianos. Rezou e sofreu pela santificação dos cooperadores de todo o mundo.
Apesar de seus sofrimentos, seguia interessando-se em favor dos pobres, do bem espiritual dos paroquianos e de outras muitas pessoas que recorriam a ela. Promoveu tríduos, quarenta horas e exercícios quaresmais na sua paróquia.
Especialmente nos últimos anos de vida, muitas pessoas acudiam a ela inclusive de longe, atraídas por sua fama de santidade; e bastantes atribuíam a seus conselhos sua conversão.
Em 7 de Janeiro de 1955 se lhe anunciou que seria o ano de sua morte. Em 12 de Outubro quis receber a unção dos enfermos. Em 13 de Outubro, aniversário da última aparição da Virgem de Fátima, se lhe ouviu exclamar: «Sou feliz, porque vou para o céu». Às 19,30 expirou.

(Texto: L’Osservatore romano, edição em língua espanhola, 23 de Abril de 2004).

 

 

Rómulo, Santo
Bispo, Outubro 13

Rómulo, Santo

Rómulo, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Matuta (hoje Sanremo), na costa da Liguria, são Rómulo, bispo de Génova, que, cheio de ardor apostólico, morreu durante uma visita pastoral (s. V).
Etimologia: Rómulo = fundador de Roma. Vem da língua latina.

Cristo no vino a la tierra para ejercer un castigo, sino para que todo ser humano sea salvado, reconciliado, y descubra que Dios es amor y sólo amor.
Rómulo fue un obispo del siglo V.
El nombre mítico del fundador de Roma recorre el calendario una docena de veces.
Cuando se va estudiando su biografía, uno cae en la cuenta de que han sido mártires por defender su fe en Cristo el Señor.
El de hoy fue obispo de Génova en el siglo V.
¿Por qué se le conoce?
Hay dos característica en su vida que reflejan toda una vida que giró en torno a dos ejes fundamentales que, por otra parte, son los propios de cada cristiano:
En primer lugar, en todo cuanto hacía, pensaba y meditaba, le guiaba la luz de la fe. Sin esta lámpara encendida en su corazón no habría podido llevar a cabo lo que constituye su segundo eje.
La caridad sin límites. El amor de Dios, que ha venido para ayudar y para que todo el mundo se encuentre alegre y feliz, era el ímpetu que le lanzaba a recorrer la ciudad, las parroquias para tomar nota de las necesidades que padecían los predilectos de Dios, los pobres.
Dicen que agotado de tanto trabajo, murió en la paz de Dios. Y que desde el momento en que enterrado, su tumba comenzó a ser venerada por los genoveses y que incluso se hicieron varios milagros.
Cuando durante la invasión sarracena hubo que trasladar la sede episcopal a Villa Matutiana, se llevaron los restos de san Rómulo.
Históricamente no hay nada comprobado. Son leyendas inventadas en la Edad Media.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Comentarios al P. Felipe Santos: al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

Magdalena Panattieri, Beata
Virgem, Outubro 13

Magdalena Panattieri, Beata

Magdalena Panattieri, Beata

Virgem

Martirológio Romano: Na localidade de Trino, em Monferrato, beata Magdalena Panatieri, virgem, irmã de Penitência de Santo Domingo (1503).
Muchos autores consideran el hábito de los hijos de Santo Domingo símbolo por excelencia de la caridad y entrega al servicio del prójimo. Esa idea estuvo muy generalizada en una época, y numerosas personas tomaban el hábito de la tercera orden de Santo Domingo y vivían en sus casas el espíritu de caridad característico del fundador.
Santa Catalina de Siena es un ejemplo clásico; la Beata Magdalena Panattieri constituye otro. Magdalena nació y vivió toda su vida en el pueblecito de Trino-Vercellese del marquesado de Monte Ferrato, entre el Piamonte y la Lombardía. Antes de cumplir los veinte años, Magdalena hizo voto de castidad perpetua e ingresó como terciaria de Santo Domingo, en una cofradía de jóvenes que se consagraban a las obras de piedad y beneficencia. La vida de la Beata Magdalena no tiene nada de pintoresco. Cosa extraña: Magdalena no parece haber sido víctima de ninguna persecución y pronto llegó a ser un personaje de importancia en su pueblo. La caridad con que se consagraba al cuidado de los niños pobres, en cuyo favor realizó varios milagros, le facilitaba la tarea de convertir a los pecadores. Por estos últimos oraba y se imponía continuamente nuevas penitencias; pero no vacilaba en reprenderlos severamente, sobre todo a los usureros. La beata tenía gran facilidad de palabra y empezó a dar una serie de conferencias a las mujeres y a los niños en un salón llamado "la capilla del marqués", contiguo a la iglesia de los dominicos; pronto empezaron a acudir, a las conferencias también los hombres y aun los sacerdotes y religiosos, y el superior de los dominicos solía enviar a los novicios a escuchar las fervorosas exhortaciones de Magdalena.
Gracias a los esfuerzos de la beata, los dominicos empezaron, a practicar más estrictamente la observancia. El año de 1490, el Beato Sebastián Maggi fue de Milán a Vercellese para ratificar ese movimiento de reforma. Por entonces, los dominicos estaban envueltos en un pleito con uno de los miembros del consejo de Milán. El consejero abusó tanto de su poder, que fue excomulgado por Roma. En la terrible confusión que produjo esa sentencia, un joven abofeteó públicamente a Magdalena, la cual le presentó la otra mejilla, cosa que no hizo sino enfurecer más al agresor. Los habitantes de Vercellese vieron una especie de señal del cielo en el hecho de que el violento joven,
que se llamaba Bartolomé Perduto, murió trágicamente un año más tarde, y el consejero de Milán falleció también a consecuencia de una terrible enfermedad. La beata lloró esas muertes sinceramente. Según parece, Magdalena profeetizó las calamidades e invasiones que iban a abatirse sobre el norte de Italia en el siglo XVI. Los habitantes de Vercellese, que inexplicablemente no sufrieron daño alguno, atribuyeron a la intercesión de la beata ese favor. Sin embargo, en 1639, la población fue cañoneada por los españoles y los napolitanos, y las reliquias de Magdalena fueron destruidas.
Cuando Magdalena comprendió que se aproximaba el momento de su muerte, mandó llamar a todas las terciarias, a las que se unieron muchas otras personas, y les prometió orar por ellas en el cielo, diciendo: "No podría ser feliz en el cielo, si vosotras no estuviérais ahí." La beata entregó apaciblemente el alma a Dios, en tanto que los presentes entonaban el salmo 30. Los habitantes de Trino-Vercellese veneraban a Magdalena como santa desde antes de su muerte, ocurrida el 13 de octubre de 1503. El Papa León XII confirmó el culto de la beata.

Chelidonia (Celidonia ou Quelidonia), Santa
Eremita, Outubro 13

Chelidonia (Celidonia o Quelidonia), Santa

Chelidonia (Celidonia o Quelidonia), Santa

Eremita

Martirológio Romano: Perto de Subiaco, em Lacio, santa Quelidona ou Celidona, virgem, que, como diz a tradição, durante cinquenta e dois anos conduziu vida solitária e austera, dedicada unicamente a Deus, (1152).
Etimologia: Chelidonia = golondrina. Vem da língua grega.

Esta chica, de nombre original y que no mucha gente lo lleva, disfrutaba con la soledad. Se pasó nada menos que 60 años en el monte que rodea la ciudad de Abruzzo, Italia.
Este lugar era entonces un itinerario importante para lograr la santidad, debido, en parte, a las huellas de san Benito y a su inmensa obra religiosa.
Fue aquí a donde se retiró la primera vez para llevar una vida de penitencia y oración.
Fundó doce eremitorios. Hoy queda sólo el de santa Escolástica, hermana de san Benito.
Esta joven se fue en peregrinación a Roma. A su vuelta, tomó el hábito de monja en el monasterio de santa Escolástica. Esto significa que lo hizo en la comunidad femenina más antigua de Occidente.
Su vida estuvo marcada por el silencio, la oración, la meditación y la contemplación
La muerte le sobrevino en 1152. Cuatro siglos más tarde, sus reliquias se llevaron a la iglesia de santa Escolástica, en donde se veneran.
Ahora, ya sin sus vuelos como las golondrinas de una parte para otra por el monte, se le honra como a la patrona principal de la diócesis de Subiaco.
Posiblemente, en nuestros días habría menos estrés e infartos si mucha gente dedicara algunos días a lo que hizo Chelidonia. Sería la mejor terapia para todo aquel que siente necesidad de paz interior. Y es un hecho que las hospederías de los monasterios se encuentran llenas todo el año de personas que buscan el silencio.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Comentarios al P. Felipe Santos: al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

 

Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia, Outubro 13

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

São Teófilo, bispo
Comemoração de são Teófilo, bispo de Antioquia, varão muito erudito, que ocupou esta sede como sexto sucessor de são Pedro e compôs um livro para defender a fé ortodoxa contra o herege Marción (s. II).


Santos Fausto, Jenaro e Marcial, mártires
Em Córdoba, povoação da província hispânica de Bética, santos Fausto, Jenaro e Marcial, mártires, que adornam a cidade como três coroas (s. III/IV).

 
São Florêncio, mártir
Em Tessalónica, cidade de Macedónia, são Florêncio, mártir, que, segundo a tradição, depois de vários tormentos morreu queimado vivo, (c. s. III).

 
São Lubencio, presbítero
Em Kobern, junto ao Mosela, no território de Tréveris, são Lubencio, presbítero (s. IV).


São Venâncio, abade
Em Tours, da Gália Lugdunense, são Venâncio, abade, o qual, havendo-se casado em sua juventude, ao visitar a basílica de são Martín se comoveu ante a vida dos monges e, com a permissão de sua esposa, se juntou a eles para viver para Cristo (s. V).


São Leobono, eremita
Em Salagnac, no território de Limoges, em Aquitania, são Leobono, eremita (s. inc.).


São Comgano, abade
Na ilha de Iona, em Escócia, sepultura de são Comgano, abade, que chegou a esta região procedente de Hibernia, junto com sua irmã santa Kentigerna, os filhos desta e alguns missionários (s. VIII).


São Simberto, abade e bispo
Em Augsburgo, de Baviera, em Germânia, são Simberto, bispo, que antes foi abade de Mürbach (c. 807).


São Geraldo, laico
Em Cierges, na região de Auvernia, na Gália, são Geraldo, que, sendo conde de Aurillac, foi um exemplo para os demais príncipes por haver vivido como monge com hábito secular, procurando o bem das regiões que tinha encomendadas (909). ...[ler hagiografia]

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Recolha, transcrição e tradução incompleta de António Fonseca