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domingo, 15 de novembro de 2009

ALBERTO MAGNO, Santo (e outros) - 15 de Novembro

Alberto Magno, Santo
Doutor da Igreja, 15 Novembro
Alberto Magno, Santo
Alberto Magno, Santo
Bispo de Regensburgo, Doutor da Igreja
Novembro 15
Alberto nasceu em Lauingen, Baviera, a inícios do século XIII. Aos 16 anos mudou-se para Pádua para cursar seus estudos universitários. Foi ali onde conheceu o superior geral dos dominicanos, o beato Jordán de Saxónia, que o levou para a vida religiosa.
No ano 1229, vestiu o hábito dos frades pregadores e foi enviado a Colónia, onde se encontrava a escola mais importante da Ordem. Ensinou em Hildesheim, Friburgo, Ratisbona, Estrasburgo, Colónia e París. Era tal a concorrência de alunos a suas aulas, que se viu obrigado a ensinar na praça pública, que todavia hoje leva seu nome. Entre seus discípulos destaca Santo Tomás de Aquino, de quem santo Alberto disse: “Quando o boi muge, seus mugidos se ouvirão em todo o orbe”. Com eles, a escolástica alcançou a plena maturidade.
Eleito superior provincial de Alemanha, abandonou a cátedra parisiense para estar constantemente presente entre as comunidades que se lhe haviam confiado. Percorria a pé as regiões alemãs, mendigando alimento e hospedagem. Posteriormente foi nomeado bispo de Ratisbona e apesar de sua elevada dignidade, soube dar exemplo de um total desapego dos bens terrenos. “Nas suas caixas não havia nenhum centavo, nem uma gota de vinho na garrafa, nem um punhado de trigo no seu celeiro”.
Dirigiu a diocese durante dois anos.
Posteriormente solicitou a renúncia a seu alto cargo, e regressou à vida comum do convento e ao ensino na universidade de Colónia. Para se preparar para a morte, fez construir seu túmulo ante o qual todos os dias rezava o Oficio de defuntos. Morreu em Colónia em 15 de Novembro de 1280. Foi canonizado em 1931 e declarado padroeiro dos cientistas. Mereceu o título de “Magno” e de “Doutor Universal”.
Se queres saber mais da vida de Alberto Magno consulta
Alberto Magno, Doutor Universal de Jesús Martí Ballester
corazones.org
Eugénio de Toledo, Santo
Bispo e mártir, 15 Novembro
Eugenio de Toledo, Santo
Eugénio de Toledo, Santo
Bispo, escritor e poeta espanhol da época visigoda. É um dos Pais da Igreja hispânica.
Foi discípulo de Bráulio de Zaragoza, estudando com ele na Igreja de Santa Engrácia dessa cidade. Foi chamado "O Poeta" e soube fundir os ensinamentos de seu mestre e de Santo Isidoro de Sevilla. Se destacou, além disso pela sua actividade poética, como músico e teólogo. Foi nomeado Bispo de Toledo e é considerado como o iniciador do Arcebispado desta cidade após ser designado em 649 por Chindasvinto.


Vida e obra
Seus poemas e os testemunhos de Santo Ildefonso, além de um relato martirológico do século IX, são a principal fonte para conhecer sua biografia. Se educou com Santo Eládio e mais tarde, atraído pela fama de Zaragoza como foco cultural, ingressou no mosteiro de Santa Engrácia para ampliar seus estudos com São Bráulio, um dos personagens mais cultos de seu tempo e que manteve constante comunicação com Santo Isidoro.
São Bráulio
, após ser nomeado bispo da sede saragoçana em 626, escolheu a Eugénio para que fosse seu arcediago. No ano 649 foi nomeado arcebispo de Toledo por Chindasvinto, como mostra a carta do rei visigodo a Bráulio, onde expressa seu desejo de nomear a Eugénio titular de um arcebispado em Toledo. Bráulio, que via nele o seu sucessor na sede César augustana, se opôs sem nenhum êxito. Desde sua nova cátedra toledana impulsionou a cultura e celebrou os concílios VIII, IX e X de Toledo. Foi assim mesmo, em tal sede catedralícia, promotor da música sacra.
Enquanto à sua actividade literária, escreveu livros de teologia, epístolas e poemas. Entre sua poesia, destaca o Libellus diversi carminis metro (Livro de poesias diversas). Uma de suas composições fala de santo Ildefonso, ainda que não tenha chegado até nossos dias. Outra, titulada «Lamentum de adventu propriae senectutis» («Lamento pela chegada de minha própria velhice») [1], trata o tema da velhice, a passagem do tempo e a implacabilidade da morte. Assim mesmo, Eugénio ensinou Gramática e Sagrada Escritura e foi conselheiro dos reis Chindasvinto e Recesvinto.
A narração martirológica sobre sua vida e relíquias foi composta a meados do século IX por um autor anónimo, provavelmente o presbítero do santuário de Deuil onde, segundo a lenda hagiográfica, repousaram os restos de Santo Eugénio. Existem duas versões do relato. A mais extensa se conserva em manuscritos das bibliotecas de Bruxelas,  Haia e Paris.
Morreu no ano 657 em Toledo e foi sepultado na basílica de Santa Leocádia.

Leopoldo de Austria, Santo
Leopoldo de Áustria, Santo
Novembro 15
Príncipe
Etimologicamente significa “valente com a gente”. Vem da língua alemã.
A Sabedoria diz: “ Te compadeces de todos, Senhor, porque tudo podes, Amas a tudo o que existe”.
Leopoldo era príncipe que nasceu em Melk em 1073 e morreu em Viena em 1136.
Não se conhece muito acerca deste príncipe, Leopoldo III, margrave de Áustria.
O que se sabe é que foi querido por seu povo e que foi um magnífico benfeitor da Igreja.
Três de suas fundações religiosas existem todavia: as abadias de Matiazell, beneditina; Heiligenkreux, cisterciense e Klosterneuburg, de agostinhos regulares.
Em 1125 renunciou a ser candidato para a coroa real.
O cronista Otto de Freising era um de seus 18 filhos. O chamavam o piedoso. Era filho de Leopoldo e de Ita, filha do imperador Enrique III.
Leopoldo preferiu viver como um pobre em lugar de viver com todo o boato da corte.
Fazia a Deus muita oração pedindo-lhe bons súbditos.
E é curioso que, sendo como era sua altura real, não preferisse nada para si.
Sem embargo, apesar de suas penitências e vida de preces, não descuidava o ser um bom governante.
Morreu no ano 1136.
¡Felicidades a quem leve este nome!

Maria da Paixão, Beata
Religiosa fundadora, 15 de Novembro
María de la Pasión, Beata
María de la Pasión, Beata
Maria della Passione (1839-1904)
Hélène Marie Philippine de Chappotin de Neuville
Martirológio Romano: Em São Remo, da Ligúria, em Itália, beata Maria de la Pasión (Helena) de Chappotin de Neuville, virgem, que, enamorada da humildade e simplicidade de são Francisco, fundou as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria, para o serviço da mulher em terras de missão (1904).


Hélène Marie Philippine de Chappotin de Neuville, em religião María de la Pasión, nasce em 21 de Maio de 1839 em Nantes, França, de uma nobre e cristã família. Desde a infância manifesta eminentes dons naturais e uma fé profunda.
Em abril de 1856, nuns exercícios espirituais, face à morte da mãe atrasa a realização. Sem embargo em Dezembro de 1860, com o consentimento do bispo de Nantes, entra nas Clarissas, atraída pelo ideal de simplicidade e pobreza de São Francisco.
Em 23 de Janeiro de 1861, ainda postulante, faz uma profunda experiência de Deus que a convida a oferecer-se vítima pela Igreja e o Papa. Esta experiência marcará toda sua vida. Cai gravemente enferma e tem que deixar o mosteiro. Depois de seu restabelecimento, seu confessor a orienta para a Sociedade de Maria Reparadora e é admitida em Maio de 1864. Em 15 de Agosto do mesmo ano, em Toulouse, recebe o hábito com o nome de María de la Pasión.
Em Março de 1865, ainda noviça, é enviada a Índia, ao Vicariato apostólico de Maduré, confiado à Companhia de Jesus, onde as Reparadoras têm como tarefa principal a formação das religiosas de uma congregação autóctone e outras actividades apostólicas. Em Maduré, em 3 de Maio de 1866, María de la Pasión pronuncia os votos temporais.
Por seus dons e virtudes é designada como superiora local e seguidamente, em Julho de 1867, provincial dos três conventos das Reparadoras. Sob sua direcção as obras de apostolado se desenvolvem, a paz — um tanto turvada por tensões anteriores — se restabelece, o fervor e a regularidade reflorescem nas comunidades. Em 1874, funda uma nova casa em Ootacamund, no Vicariato de Coimbatore, assinado às Missões Estrangeiras de Paris. Mas em Maduré as dissensões se agravas até tal ponto de que vinte religiosas, entre elas María de la Pasión, se vêm obrigadas, em 1876, a deixar a Sociedade de María Reparadora, Se reúnem em Ootacamund sob a jurisdição do Vigário Apostólico de Coimbatore, Mons. José Bardou, M.E.P.
Em Novembro de 1876, María de la Pasión se dirige a Roma para regularizar a situação das vinte irmãs separadas e obtém de Pío IX, em 6 de Janeiro de 1877, a autorização de fundar um novo Instituto, especificamente missionário, sob o nome de Missionárias de Maria.
Sugerido pela Congregação de Propaganda Fide, María de la Pasión abre em Saint-Brieuc, França, um noviciado que acolhe rapidamente numerosas vocações. Em abril de 1880 e em Junho de 1882, a Serva de Deus regressa a Roma para resolver as dificuldades que ameaçam obstaculizar a estabilidade e o crescimento do jovem Instituto. A última viagem, em Junho de 1882, marca uma etapa importante em sua vida: É autorizada a fundar em Roma uma casa e, levada por circunstâncias providenciais, encontra a orientação franciscana indicada por Deus vinte e dois anos antes. Em 4 de Outubro de 1882, na igreja de Aracoeli é recebida na Terceira Ordem de São Francisco e entra em relação com o Servo de Deus, Padre Bernardino de Portogruaro, ministro geral da Ordem de Frades Menores, que em suas provas a apoia com paternal solicitude.
Em Março de 1883, María de la Pasión é destituída em sua função de Superiora do Instituto por causa de oposições latentes. Mas depois da investigação ordenada a este respeito por Leão XIII, se reconhece plenamente sua inocência e é reeleita no Capítulo de Julho de 1884.
O Instituto inicia seu rápido desenvolvimento: em 12 de agosto de 1885 emitem o Decreto laudatório e ela filia-se na Ordem de Irmãos Menores; se aprovam as Constituciones ad experimentum em 17 de Julho de 1890 e definitivamente em 11 de Maio de 1896. É o momento do envio de missionárias, inclusive aos postos mais longínquos e perigosos, sem deter-se, mais além de todo o obstáculo e de toda fronteira.
O zelo missionário da fundadora não conhece limites para responder as chamadas dos pobres e abandonados. Também a promoção da mulher e a situação social lhe interessam particularmente; com inteligência e discrição oferece aos pioneiros que trabalham neste campo, uma colaboração que eles apreciam muito.
Sua intensa actividade e seu dinamismo brotam da contemplação dos grandes mistérios da fé. Para María de la Pasión tudo conflui na Unidade-Trindade de Deus Verdade-Amor, que se dá a nós através do mistério pascal de Cristo. Unida a estes mistérios vive sua vocação de oferenda numa dimensão eclesial e missionária. Jesus Eucaristia é para ela «o grande missionário» e Maria, na disponibilidade de seu «Ecce», traça o caminho da doação sem reserva à obra de Deus. Deste modo abre a seu Instituto os horizontes da missão universal, cumprida no espírito evangélico de simplicidade, pobreza e caridade de Francisco de Assis.
Tem grande cuidado, não somente da organização exterior das obras, mas sobretudo da formação espiritual das religiosas. Dotada de uma extraordinária capacidade de trabalho, encontra tempo para redigir numerosos escritos de formação, e para manter uma frequente correspondência com suas missionárias espalhadas pelo mundo, convidando-as com insistência a uma vida de santidade. Em 1900, o Instituto recebe o selo de sangue com o martírio na China de sete Franciscanas Missionárias de Maria, beatificadas em 1946 e canonizadas no transcorrer do Grande Jubileu do ano 2000. Este martírio é para María de la Pasión, junto com um grande dor, um imenso gozo, uma emoção intensa de ser a mãe espiritual destas missionárias que hão sabido viver o ideal de sua vocação, até à efusão do sangue.
Esgotada pelas fadigas de incessantes viagens e pelo trabalho quotidiano, María de la Pasión, depois de uma breve enfermidade, morre serenamente em São Remo em 15 de Novembro de 1904, deixando mais de duas mil religiosas e oitenta e seis casas insertas em quatro continentes. Seus restos mortais repousam num oratório privado da casa geral do Instituto em Roma.
Em Fevereiro de 1918 abre-se em San Remo o Processo informativo para a Causa de Beatificação e Canonização. Em 1941 é promulgado o Decreto sobre os escritos e, nos anos seguintes, chegam à Santa Sé numerosíssimas cartas postuladoras, de todas as partes do mundo, a favor da Causa da Serva de Deus. Depois do voto unanimemente favorável dos Consultores, se publica o Decreto para a Introdução da Causa, con aprovação de S.S. João Paulo II, em 19 de Janeiro de 1979.
Em 28 de Junho de 1999 é promulgado solenemente pelo Sumo Pontífice João Paulo II, o Decreto da heroicidade das virtudes da
Madre María de la Pasión.
Em 5 Março de 2002, se reconhece a cura de uma religiosa afectada de «TBC pulmonar vertebral; Morbo de Pott», um milagre que Deus concede por intercessão da Venerável. Em 23 de abril de 2002, na presença do Sumo Pontífice João Paulo II, é promulgado o Decreto que abre o caminho para a Beatificação da Venerável Serva de Deus. Foi beatificada em 20 de Outubro de 2002.

José Mkasa Balikuddembé, Santo
Mártir, 15 Novembro
José Mkasa Balikuddembé, Santo
José Mkasa Balikuddembé, Santo
Em Mengo, lugar de Uganda, são José Mkasa Balikuddembé, mártir, que sendo o conselheiro do rei pelo que administrava o palácio real, recebeu o baptismo e ganhou muitos jovens para Cristo e defendeu as crianças da corte das paixões viciosas do rei Mwenga, e, devido a isto, o rei, enfurecido, ordenou que fosse degolado aos vinte e cinco anos de idade (1885).
É um dos 22 mártires de Uganda.

http://es.catholic.net/santoral
Recolha, transcrição e tradução por António Fonseca