OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

ANDRÉ, Apóstolo, Santo (e outros) – 30 de Novembro

Os Santos de hoje Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

André, Santo
Apóstolo, 30 Novembro

Andrés, Santo

Andrés, Santo

Apóstolo

André era irmão de Simão Pedro e como o pescador em Cafarnaum, onde ambos haviam chegado de sua natal Betsaida. Como o demonstram as profissões que exerciam os doze apóstolos, Jesus deu a preferência aos pescadores, ainda que dentro do colégio apostólico estejam representados os agricultores com Santiago o Menor e seu irmão Judas Tadeu, e os comerciantes com a presença de Mateus. Dos doze, o primeiro a ser tirado das fainas da pesca no lago de Tiberíades para ser honrado com o titulo de “pescador de homens” foi precisamente Andrés, junto com João.
Os dois primeiros discípulos já haviam respondido ao chamamento do Baptista, cuja incisiva pregação os baía tirado de sua pacífica vida quotidiana para se preparar a iminente vinda do Messias. Quando o austero profeta o assinalou, Andrés e João se aproximaram de Jesus e com simplicidade se limitaram a perguntar-lhe:

Andrés, Santo

Andrés, Santo

Mestre,¿onde habitas?”, sinal evidente de que em seu coração já haviam feito sua eleição.
Andrés foi também o primeiro que recrutou novos discípulos para o Mestre: “Andrés encontrou primeiro a seu irmão Simão e lhe disse: Havemos encontrado o Messias. E o levou a Jesus”. Por isto Andrés ocupa um posto eminente na lista dos apóstolos: os evangelistas Mateus e Lucas o colocam no segundo lugar depois de Pedro.
Além do chamamento, o Evangelho fala do Apóstolo Andrés outras três vezes: na multiplicação dos pães, quando apresenta o rapaz com uns pães e uns peixes; quando se faz intermediário dos forasteiros que tinham ido a Jerusalém e desejavam ser apresentados a Jesus; e quando com sua pergunta faz que Jesus profetize a destruição de Jerusalém.
Depois da Ascensão a Escritura não fala mais dele. Os muitos escritos apócrifos que tratam de colmatar este silêncio são demasiado fabulosos para que se os possa acreditar. A única notícia provável é que Andrés anunciou a boa notícia em regiões bárbaras como a Scitia, na Rússia meridional, como refere o historiador Eusébio. Tampouco se têm notícias seguras respeito de seu martírio que, segundo uma Paixão apócrifa, foi por crucifixão, numa cruz grega.
Igual incerteza há a respeito de suas relíquias, trasladadas de Patrasso, provável lugar do martírio, a Constantinopla e depois a Amalfi. A cabeça, levada a Roma, foi restituída à Grécia por Paulo VI. Consta concerteza, por outro lado, a data de sua festa, em 30 de Novembro, festejada já por São Gregório Nacianceno.

Consulta também São Andrés, de Jesús Martí Ballester
¿Queres saber mais? Consulta ewtn

Everardo, Santo
Sacerdote, 30 de Novembro

Novembro 30

Etimologicamente significa “audaz, forte”. Vem da língua alemã.
Inclusive quando haja no crente dúvidas, a presença do Espírito Santo permanece, nos dias aprazíveis como nas horas de aridez.
Deus não faz acepção de pessoas. A todos os quer e chama por igual para que façam na vida algo concreto que ajude aos demais e se santifiquem.
Este jovem nasceu de uma família rica e com o título de condes de Stahleck.
Nessa casa acomodada surgiu a vocação para cisterciense na abadia de Schoeneau. Teve dificuldades ao princípio porque não tinha nenhuma classe de estudos.
Então, quando só tinha 16 anos, se foi de ermitão a uma ermida que ele mesmo construiu perto de Maguncia.
Deus o guiava em cada instante. Por isso lhe veio a ideia de fundar ali um mosteiro de monjas cistercienses.
Se dirigiu ao abade próximo, e este o enviou a um grupo de religiosas da abadia de Marienhausen.
Assim nasceu a abadia de Chumbd.
Nestas circunstâncias, o abade lhe impôs o hábito da Ordem. Cedo o fizeram pai espiritual das religiosas, uma vez, claro está, que se ordenou de sacerdote.
Entre estas religiosas havia duas irmãs suas.
Caiu enfermo e assim esteve durante muitos anos. Todo o mundo, começando pelas religiosas, o consideravam um verdadeiro santo que vivia entre elas.
Ninguém podia supor que morresse tão jovem: aos 28 anos. Foi tal dia como hoje do ano 1191. O sepultaram na igreja do mosteiro.
Seus restos se conservam na actualidade na abadia de Himmerod.

¡Felicidades a quem leve este nome!

José Otín Aquilué, Beato
Mártir salesiano, 30 Novembro

José Otín Aquilué, Beato

José Otín Aquilué, Beato

Nascido em Huesca em 22 de Dezembro de 1901.
Ingressou na Ordem Salesiana, recebendo o ministério sacerdotal em 1928.
Educador muito apreciado em Alcoy.
† Valência, Novembro de 1936.

Para ver mais sobre os 233 mártires em Espanha faz "click" AQUI

José Marchand, Santo
Mártir, 30 Novembro

José Marchand, Santo

José Marchand, Santo

Presbítero da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris.
Foi sentenciado a receber chicotadas até morrer pelo imperador Minh M, no Vietname

Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietname faz "click" AQUI

Federico de Ratisbona, Beato 

Lenhador, 30 Novembro

Federico de Ratisbona, Beato

Federico de Ratisbona, Beato

Nasceu em Ratisbona (Alemanha). Seus pais pertenciam à classe média. Entrou como irmão não clérigo no convento dos agostinhos, e serviu a comunidade como carpinteiro, com o encargo de prover a casa da lenha necessária para o uso quotidiano, um modesto trabalho levado a cabo durante anos unido a uma profunda vida de oração.
Cedo foi apreciado por sua religiosidade, por sua humildade e em particular por sua ardente devoção à Eucaristia. Morreu em 29 de Novembro de 1329.
É uma lástima que seja pouco o que se sabe de sua vida. Conhecemos, isso sim, algumas relações lendárias, como as aparecidas no inicio do século XX, provenientes de um manuscrito existente na biblioteca do capítulo metropolitano de Praga, publicadas pelo canónico Dr. Podlaha. O autor, P. Hieronymus Streitel, prior de Ratisbona e cronista da Ordem a princípios do século XVI, recolhe tradições orais, preferentemente às já propostas no retrato historiado que um de seus imediatos predecessores à frente da comunidade ratisbonense, o P. Konrad Schleier, havia seleccionado para decorar com elas a tumba de Federico.
Entre elas, a mais conhecida, narra como um dia em que não pôde assistir à missa, no mesmo lugar onde se encontrava trabalhando recebeu a comunhão de mãos de um anjo.
A carga de colorido com a que se apresentam e marcam os feitos históricos conformidade aos gostos do tempo, hoje faz que tais relatos sejam vistos com fortes reservas, inclusive com recusa.
Mas há que ter em conta que ao narrador medieval, mais que a mesma vida dos santos lhe interessava mostrar seu testemunho, e a confirmação e reconhecimento divino de sua santidade mediante o milagre. Sua intenção era a de representar exemplos de virtude e ideais religiosos que animassem a segui-los.
Episódios como o exposto atestam a devoção eucarística de nosso beato e provam o profundo efeito produzido entre seus contemporâneos e a continuidade da piedosa memória de que foi objecto ao longo dos séculos.
Os esforços do servo de Deus, P. Pio Keller, lograram seu cometido quando em 12 Maio de 1909, o papa Pío X ratificou e o ininterrupto culto que Federico havia gozado e o proclamou beato.

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo
Mártir, 30 Novembro

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo

Nasceu em Yorkston, perto de Barnstaple, Devonshire (baptizado em 20 de Março de 1543 ou 1544); morreu em Launceston, Cornwall, em 29 Novembro de 1577.
Era filho de William Mayne; seu tio era um sacerdote cismático que o fez educar na escola primária de Barnstaple.
Foi ordenado ministro protestante com a idade de dezoito ou dezanove anos. Então foi a Oxford, primeiro a Saint Albans Hall, e logo à Universidade de Saint John, onde se graduou em 1570.
Durante sua permanência em Oxford conheceu ao Dr. Gregório Martin e ao Beato Edmundo Champion, que era todavia protestante. Cutberto compreendeu muito cedo que a verdade estava no catolicismo, mas não se atreveu a abandonar o protestantismo por medo de perder quanto tinha e ficar na miséria. Martin e Champion partiram para o Colégio Inglês de Douai e desde ali escreveram várias vezes a Cutberto para o convidar a reunir-se com eles.
Em 1570, pouco depois de que Cutberto havia obtido a licenciatura, uma dessas cartas caiu em mãos do bispo de Londres que mandou prender a todos os estudantes de Oxford cujos nomes figuravam nela. Cutberto estava então ausente, de sorte que escapou da prisão quase milagrosamente. Mas aquele incidente venceu suas últimas resistências: imediatamente abjurou do protestantismo e, em 1573, ingressou no Colégio de Douai.
Três anos depois, recebeu a ordenação sacerdotal e obteve o título de bacharel em teologia.
Em Abril de 1576, foi enviado a Inglaterra com o Beato Juan Payne. Cutberto Mayne foi o décimo quinto sacerdote de Douai enviado a Inglaterra.
Nosso Santo estabeleceu sua residência em casa de Francisco Tregian, em Golden de Cornwall, onde se fez passar por um criado. Sabemos muito pouco acerca dos ministérios de Cutberto. O certo é que sua presença despertou suspeitas porque um ano depois, o alcaide maior, Ricardo Grenville, percorreu palmo a palmo a casa de Tregian.
O Padre Mayne foi preso por levar ao pescoço um "Agnus Dei". Também o senhor Tregian foi detido. O alcaide arrastou a Cutberto da casa de um nobre a outro. Finalmente, em Launceston o encerrou numa horrível masmorra e o encadeou a um poste da cama.
Era o dia da festa de São Miguel, o Padre Mayne foi julgado por vários crimes: por haver obtido de Roma e publicado em Golden "uma faculdade de absolver" aos súbditos da rainha (na realidade se tratava de um exemplar da indulgência do jubileu de 1575); por haver ensinado na cadeia de Launceston que o bispo de Roma conservava o poder espiritual sobre Inglaterra e haver dado ao Senhor Tregian "um objecto vão e supersticioso, vulgarmente chamado "Agnus Dei" (do qual não se aduziu prova alguma); e por haver celebrado a missa (pois se haviam descoberto em Golden um missal, um cálix e uns ornamentos sacerdotais). Tudo isso era contrário aos estatutos da rainha.
El jurado dirigido por el fiscal Manwood, después de hablar muy largamente con el alcalde Grenville, declaró culpable al acusado, que fue condenado a muerte. Tres de los cuatro señores y los tres administradores de sus fincas fueron condenados a prisión perpetua y a la confiscación de sus bienes, por haber prestado ayuda al culpable.
Pero el segundo juez, que se llamaba Jeffrey, descontento de la forma en que se había llevado el proceso, consideró que el caso fuera estudiado nuevamente por todo el cuerpo judicial en Serjeants´Inn. Los jueces no lograron ponerse de acuerdo; pero, aunque la mayoría opinaba como Jeffrey, el Consejo Privado determinó que se ejecutase la sentencia para que sirviese de escarmiento a los sacerdotes que pasaban del continente a Inglaterra.
La víspera de la ejecución, se ofreció la libertad al Padre Mayne, a condición de que jurase la supremacía espiritual de la reina.
El beato pidió una Biblia, la besó y dijo: "La reina no ha sido ni será nunca la cabeza de la Iglesia en Inglaterra."
Fue conducido en un trineo al sitio de la ejecución y no se le permitió dirigir la palabra a la multitud desde el patíbulo. Como las autoridades tratasen de arrancarle una confesión contra el señor Tregian y su cuñado, Sir John Arundell, el Padre Mayne declaró: "Lo único que sé sobre ellos es que son hombres buenos y piadosos. El único que estaba al tanto de mi ministerio sacerdotal era yo mismo." El santo fue descuartizado vivo, pero probablemente ya había perdido el conocimiento cuando los verdugos enpezaron a desentrañarle.
Cutberto Mayne fue uno de los mártires beatificados por León XII. Su fiesta se celebra en Plymouth y algunas otras diócesis de Inglaterra. Las carmelitas de Lanherne poseen una importante reliquia del cráneo del santo; procede de Launceston, donde fue expuesta la cabeza después de la ejecución. Francisco Tregian fue desposeído de sus vienes y estuvo en diversas prisiones durante casi treinta años. Murió en Lisboa en 1608 y a sus reliquias se atribuyeron varios milagros. "Es de notar que ninguno de aquellos a los que el Padre Mayne reconcilió con la Iglesia, apostató de la fe católica, sin duda porque la habían conocido gracias a tan excelente maestro."
Pablo VI lo canonizó en 1970 como uno de los cuarenta mártires de Inglaterra y Gales.

Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click" AQUI

40 Mártires de Inglaterra y Gales, Santos

40 Mártires de Inglaterra e Gales, Santos

A raiz da controvérsia entre o Papa e o rei Enrique VIII no século 16, as questões de fé se enredaram com questões políticas nas Ilhas Britânicas, com frequência se resolveram mediante a tortura e o assassinato dos fieis católicos.
Em 1970, o Vaticano seleccionou 40 mártires, homens e mulheres, laicos e religiosos, para representar um grupo de aproximadamente 300 casos conhecidos que deram sua vida, entre 1535 e 1679, por sua fé e fidelidade à Igreja. Este grupo foi canonizado pelo Papa Paulo VI no dia 25 de Outubro desse ano.
Cada um deles tem seu próprio dia do memorial, mas são recordados como um grupo, em 25 de Outubro. 
Lista dos 40 mártires:
Cartuxos

Augustine Webster
John Houghton
Robert Lawrence
Brigidino
Richard Reynolds
Agostinho
John Stone
Jesuitas
Alexander Briant
Edmundo Arrowsmith
Edmund Campion
David Lewis
Henry Morse
Henry Walpole
Nicholás Owen
Philip Evans
Robert Southwell
Thomas Garnet
Beneditinos
Alban Roe
Ambrose Barlow
John Roberts
John Jones
Franciscanos
John Wall
Clero Secular
Cuthbert Mayne
Edmund Gennings
Eustace White, 1591
John Almond
John Boste
John Kemble
John Lloyd
John Pain
John Plesington
John Southworth
Luke Kirby
Polydore Plasden, 1591
Ralph Sherwin
Laicos
John Rigby
Philip Howard
Richard Gwyn
Swithun Wells, maestro, 1591
Ana Line
Margaret Clitherow
Margaret Ward

Ludovico Roch Gietyngier, Beato
Sacerdote e Mártir, 30 Novembro

Ludovico Roch Gietyngier, Beato

Ludovico Roch Gietyngier, Beato

Sacerdote diocesano, nascido em Zarki, Polónia, em 16 de Agosto de 1904.
Morreu suportando tortura em Dachau, Alemanha, em Novembro de 1941.

Para ver mais sobre os mártires da Polónia faz "click" AQUI

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca