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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

MENSAGEM DO TERÇO – 16-12-2009

Mais uma vez permito-me transcrever a Mensagem que me foi enviada por Artemisia Merlo, do Grupo rosamistica

Boa Noite,

Amigos a Mensagem do Terço de hoje é: DANIEL 5

É uma mensagem longa, mas que vale a pena ler, pois ensina:

- A acção da bebida em excesso nas nossas acções e as consequências disso.

- Não adorar falsos deuses, isso no nosso tempo também equivale à adoração de cantores, artistas, escritores e por ai afora............

- E que seremos: CONTADOS, PESADOS E MEDIDOS.

PS: A nossa amiga de grupo que precisa de oração por estar doente do seio é a DINAH FALCÃO.

Discernir as situações

1* O rei Baltazar fez um grande banquete para mil altos funcionários seus e ele se pôs a beber vinho na presença desses mil. 2 Tocado pelo vinho, Baltazar mandou trazer os cálices de ouro e prata, que seu pai Nabucodonosor havia tirado do Templo de Jerusalém, para neles beberem o rei, os altos funcionários, suas mulheres e concubinas. 3 Trouxeram os cálices de ouro tirados do Templo de Jerusalém; então o rei, os altos funcionários, mulheres e concubinas começaram a beber nesses cálices. 4 Bebiam vinho e louvavam seus deuses de ouro, prata, bronze, ferro, madeira e pedra.

5 De repente, surgiram dedos de mão humana riscando, por detrás do candelabro, na cal da parede do palácio do rei. O rei viu a mão rabiscando 6 e mudou de cor; seus pensamentos se embaralharam, a espinha desconjuntou e os joelhos batiam um no outro. 7 Aos gritos, ele chamou os astrólogos, magos e adivinhos, e disse aos sábios da Babilónia: «Quem conseguir decifrar esse escrito e dar a sua interpretação, vestirá o manto vermelho com o cordão de ouro no pescoço, e será a terceira autoridade do reino». 8 Chegaram todos os sábios da Babilónia, mas ninguém conseguia decifrar o escrito nem dar a sua interpretação. 9 Com isso, o rei ficava cada vez mais desorientado e pálido, e os seus funcionários perdidos de susto.

10 Foi então que a rainha, atraída pelos gritos do rei e funcionários, entrou na sala do banquete e disse: «Viva o rei para sempre! Não deixe embaralhar suas ideias, nem fique pálido desse jeito! 11 Existe uma pessoa no seu reino que tem o espírito dos deuses santos: no tempo do rei seu pai, achavam que ele tinha uma luz e uma inteligência parecidas com a sabedoria dos deuses. Seu pai, o rei Nabucodonosor, fez dele o chefe dos magos, astrólogos, agoireiros e adivinhos. 12 Pois bem! que esse Daniel, a quem o rei deu o nome de Baltasar, tem tanto espírito, conhecimento e luz para interpretar sonhos, decifrar enigmas e resolver problemas, seja ele convocado para que a interpretação disso».

13 Daniel foi levado à presença do rei, que lhe perguntou: «Então você é Daniel, um dos judeus exilados que meu pai trouxe de Judá? 14 O que se ouve falar é que você tem o espírito dos deuses, muita luz, muita inteligência e muita sabedoria. 15 Compareceram à minha presença os sábios e astrólogos para decifrarem o escrito e dar a interpretação, mas eles não foram capazes de mostrar o significado de coisa nenhuma. 16 Ouvi falar que você é capaz de interpretar e resolver problemas. Se for capaz de decifrar o escrito e explicar o seu significado, vestirá o manto vermelho com o cordão de ouro no pescoço, e será a terceira autoridade no reino».

17 Daniel respondeu ao rei: «Fique com os seus presentes e para outros os seus prémios. No entanto, eu vou decifrar o escrito e explicar o seu significado. 18 O Deus Altíssimo deu império e poder, glória e honra ao seu pai Nabucodonosor. 19 Por causa da grandeza que Deus lhe deu, todos os povos, nações e línguas temiam e tremiam diante dele, pois ele possuía poder sobre a vida e a morte, exaltava e humilhava conforme queria. 20 Mas quando ficou com ideias de grandeza e espírito soberbo, tornando-se orgulhoso, foi derrubado do seu trono real e perdeu a dignidade: 21 foi afastado da companhia dos seres humanos e, com instinto de fera, passou a morar com burros selvagens e a se alimentar de capim como os bois, enquanto o sereno banhava o seu corpo. Assim ficou até reconhecer que o Deus Altíssimo domina sobre os reinos dos homens e o trono a quem ele quer. 22 Você, porém, Baltazar, filho dele, mesmo sabendo de tudo isso, não quis se humilhar. 23 Você se revoltou contra o Senhor do céu e trouxe para os cálices do Templo, para que você, seus funcionários, mulheres e concubinas bebessem vinho neles, louvando deuses de prata, ouro, bronze, ferro, madeira e pedra, deuses que não enxergam, não escutam, não entendem. Você não glorificou o Deus em cujas mãos está a sua vida e todo o seu caminho. 24 Por isso, Deus mandou essa mão escrever isso. 25 Eis o que está escrito: ‘Contado, pesado, dividido’. 26 A explicação é a seguinte: ‘Contado’: Deus contou os dias do seu reinado e marcou o limite. 27 Pesado’: Deus pesou você na balança e faltou peso. 28 Dividido’: o seu reino será dividido e entregue aos medos e persas».

29 Baltazar mandou vestir Daniel com o manto vermelho e colocar-lhe o cordão de ouro no pescoço, proclamando-o terceira autoridade no reino. 30 Nessa mesma noite, porém, Baltazar, rei dos caldeus, foi morto.

Louvado seja Deus !

Artemísia

www.gruporosamistica2@yahoo.com.br

e

www.artemisia48@yahoo.com.br

Recolha e transcrição por António Fonseca

NOSSA SENHORA DO Ó (EXPECTAÇÃO DE MARIA) – 18 de Dezembro

Os Santos de hoje Sexta-feira 18 de Dezembro de 2009

A Expectação do Parto 
O gozo esperançado que possuiu Santa Maria pelo futuro próximo de seu parto.

La Expectación del Parto

A Expectação do Parto

Quando se espera algum acontecimento importante que traz consigo tristeza e pena a reacção espontânea da pessoa normal é de temor acompanhado às vezes pela angústia que tende a aumentar pela fantasia ante a consideração dos males futuros previsíveis. Quando pelo contrário se prevê a chegada de um bem que tem uma entidade considerável se vive numa espera atenta e pressurosa que vai desde o anseio e a ansiedade até à euforia acompanhada de uma pressa impaciente. A maior mau futuro, mais medo; a melhor bem futuro, mais esperança gozosa.
Algo disto passou ao Povo de Israel que conhecia seu carácter de transitoriedade funcional, ao menos nos círculos mais crentes ou especializados na espiritualidade pré-messiânica. O convencimento de que a chegada do Messias Salvador era iminente fez que muitos judeus piedosos viveram numa tensão de anseio crescente —basta pensar no ancião Simeón— até poder descobrir em Jesus o Messias que se havia prometido à humanidade desde os primeiros tempos posteriores ao Pecado. Era todo um Advento.
E como o Messias chega pela Madre Virgem, é impossível preparar o Natal prescindindo da contemplação do  indizível gozo esperançado que possuiu Santa María pelo futuro próximo imediato de seu parto. Isso é o que se quer expressar com "A Expectação do Parto", ou "O dia de Santa María" como se chamou também noutro tempo, ou "Nossa Senhora do Ó" como popularmente também se denomina hoje.
Foi em Espanha, concretamente em Toledo, no décimo concílio que se celebrou no ano 656, sendo S. Eugénio III o bispo daquela sede e que posteriormente um muito devoto da Virgem MariaSanto Ildefonso- se tomou bastante a sério propagar.
A intuição do povo denominando a expectante Donzela jovem "Virgem do Ó" está baseada na directa contemplação das obras pictóricas ou esculturais que apresentam piedosamente a natural redondeza avultada da Virgem grávida.
A origem do título é não obstante mais espiritual, mais fina, mais litúrgica e menos somático. Tem sua origem em que as antífonas marianas da oração de vésperas começam com o Ó: Ó Sapiência, Ó Adonai, Ó Emanuel... vinde!
Se me ocorre advertir uma vez mais que têm um notável valor catequético as dignas representações dos mistérios da fé, e que, em ocasiões, ensinam ao povo simples mais que os livros e a mesma liturgia. É bom ter em conta a hora de atender as petições das modas iconoclastas que a temporadas vão e vêm pelas igrejas.
Hoje também se festeja a São Modesto

Rupo e Zósimo, Santos
Mártires, 18 de Dezembro

Dezembro 18
Mártires

São Policarpo, em sua famosa carta aos filipenses, escreveu: “Os exorto, pois, a todos a obedecer e a exercitar sua paciência, a que viram com seus próprios olhos, não só nos beatos Ignácio, Rufo e Zósimo, mas também em outros cidadãos seus, no mesmo Paulo e nos outros apóstolos. Estejam seguros que nenhum de eles correu em vão, mas sim na fé e na justiça, e que eles estão com o Senhor, no lugar que lhes correspondia pelos sofrimentos que suportaram. Porque eles não amaram o século presente,mas a quem morreu por nós e que por nós foi ressuscitado por Deus
Filipos era una famosa ciudad de Macedonia, en los límites con Tracia, y su nombre le venía de Filipo II, padre de Alejandro Magno. La composición étnica de la comunidad cristiana era prevalentemente de ex-pagãos, mientras los provenientes del judaísmo eran minoría. El cristianismo les había sido llevado a los filipenses por el mismo San Pablo: era la primera comunidad fundada por él en tierra europea, y tal vez por esto él tenía un particular afecto a la comunidad de los filipenses, como lo demuestran varias expresiones de la carta que San Pablo les escribió desde su cautiverio romano, o más probablemente desde el cautiverio de Efeso.
Policarpo, al citar a San Pablo, estaba seguro de tocar el corazón de esos cristianos, como ya lo había hecho también al citar a ese otro campeón que fue San Ignacio de Antioquía, que se presentó a los filipenses encadenado durante su paso, camino hacia Roma, en donde –según su deseo—seria “trigo de Cristo triturado por los dientes de las fieras”.
Precisamente en compañía de San Ignacio y de San Pablo son citados San Rufo y San Zósimo. De ellos el Martirologio Romano refiere, con un juicio que depende del historiador San Abdón, que ellos “fueron del número de esos discípulos que fundaron la primitiva Iglesia entre los judíos y los griegos”. Pero la noticia no parece lo suficientemente confirmada. En una lista de discípulos del Señor festejados por la Iglesia bizantina se encuentra, efectivamente, un Rufo que tal vez se identifica con el personaje homónimo citado por el Evangelio de Marcos y por la carta de San Pablo a los Romanos, pero probablemente no se trata del santo de hoy; y en todo caso no se dice nada de Zósimo.
Fueron martirizados, según cuanto refiere San Policarpo, en Roma.

Modesto, Santo
Restaurador de Jerusalém, 18 de Dezembro

Dezembro 18

Etimologicamente significa “ o que observa a justa medida, o que mantém os limites do justo”. Vem da língua latina.
Hay personas que pasan a la historia por distintos motivos. Hoy nos encontramos ante un hombre que intentó reconstruir los Santos Lugares de Jerusalén a base de esfuerzo y constancia.
Todo había quedado en ruinas cuando el rey persa Cosroes entró y no dejó piedra sobre piedra de todo lo que tuviera sabor o resonancia a cristiano.
Modesto, hombre providencial, era el superior de uno de los conventos asentados en Jerusalén. Y puso en jaque a todos los monjes para que buscaran todo lo que había quedado de la barbarie para reconstruirlo a base de paciencia y resolución.
La gente le ayudó con su esfuerzo en esta ingente labor. Incluso desde lejos, el mismo arzobispo de Alejandría, Egipto, le mandó alimento, trabajadores y ganado para el trabajo.
Cuando cayó derrotado el rey persa, Heráclito, emperador de Constantinopla, le prestó también su ayuda inestimable.
El mismo emperador, tras la muerte del arzobispo Zacarías, lo nombró a él con este cargo pastoral.
Este cargo le dio alas para volar por el cielo limpio que siempre había soñado.
Fue entonces cuando se entregó de lleno a la reconstrucción de cada templo y de todos los lugares – por insignificantes que fueran – de todo lo que había destruido los bárbaros infieles.
Había gente que le tenía envidia por lo que hacía. Aguardaban el momento para darle muerte. Y tuvo que ser mediante el veneno.
Murió en el año 634. Fue el restaurador de Jerusalén.
¡Feliz día a los Modestos/as!

Flávio, Santo
Eremita, 18 de Dezembro

Flabio, Santo

Flávio, Santo

Dezembro 18

Etimologicamente significa “amarelo”. Vem da língua latina.
Nació en Lombardía y murió al final del siglo VI en san Flavy.
Nos encontramos en una época de guerras entre los Lombardos y los Francos.
Por lo visto, Flavio fue llevado como prisionero por los Francos a Italia. (553) o bien lo abandonaron los Lombardos en Champagne (568).
Dicen que lo compró como esclavo un señor por unas monedas, equivalentes al precio de un caballo.
Flavio se casó con una de sus esclavas y lo nombró capataz de sus territorios.
Como era un mozo guapo, la mujer de su dueño se enamoró de él y le hizo proposiciones.
Como era un cristiano lleno de virtud y de fe en Cristo, rechazó todas las malas intenciones de su dueña.
Esta, ofendida por su negativa, le dijo a su marido que Flavio había intentado violarla. El marido, que conocía la virtud del joven, lo que hizo fue vigilar a su mujer.
Otra mentira que le echó a su marido fue que el joven le robaba sus bienes. El dueño comprobó que el joven trabajaba mucho y de lo que le sobraba se lo daba a los pobres.
Viendo que eran tan buenos, el buen señor – para evitar males mayores – le indicó a Flavio que entrara en un monasterio y su mujer en otro.
Más que monasterios lo que buscaban eran lugares en los que vivir tranquilos. Y para esto, nada mejor que las emitas que estaban cerca de la propiedad del señor, lo que es hoy san Flavy, en el cantón de Macilly-le-Hayer.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Miguel Syncelle, Santo
Monge, 18 de Dezembro

Dezembro 18

Etimologicamente significa “ ¿quem como Deus?”.Vem da língua hebreia.
Pedro dice: “ Buscad la constancia, el amor fraterno, la caridad. Estas cosas darán fruto en vosotros para comprender mejor a Nuestro Señor Jesucristo”.
Era originario de Jerusalén.
Hizo sus estudios superiores, pero a los 25 años, se fue a un monasterio, al de san Sabas.
En él puso de manifiesto su gran caridad que le animaba por todos los costados de su vida a ser un monje ejemplar.
Su defensa de la caridad, de la verdad y de la penitencia lo convirtieron en una persona digna de atención para todo el que lo observaba noche y día.
Cundo se enteró el patriarca, lo llamó a su lado ara hacerlo su secretario.
Como consecuencia del proselitismo reinante entre os monjes que habían llegado de Jerusalén,, le enviaron a Roma con el fin de que mantuviera la unidad de la fe común tanto a Oriente como a Occidente, amenazada por el excesivo número de monjes latinos.
Se volvió a Constantinopla, pero esta vez fue arrestado por el emperador.
Era el emperador iconoclasta León I, el Armenio.
Lo tuvo encerrado durante siete años en un calabozo sin luz, con los pies atados. Fue liberado a la muerte del emperador. Cuando se sintió libre, se fue a su monasterio de Chora (actualmente Kahrié-Djami), en donde terminó sus días en el año 846.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
“la conversación es la imagen del espíritu. Según es el hombre, así es su espíritu” (Siro).

Júlia Nemésia Valle, Beata
Virgem e Formadora de Jovens, 18 de Dezembro

Julia Nemesia Valle, Beata

Júlia Nemésia Valle, Beata

Formadora da juventude

Martirológio Romano: Em Borgari, cerca de Turim, em Itália, beata Nemésia (Júlia) Valle, virgem do Instituto das Irmãs da Caridade, que se dedicou de modo extraordinário à formação e direcção dos jovens segundo o Evangelho, correndo pelo caminho dos mandamentos do Senhor por amor ao próximo (1916).

Julia, es el nombre que sus padres, Anselmo Valle y María Cristina Dalbar, eligen para ella. Nació en Aosta el 26 de junio de 1847, en el mismo día es bautizada en la antigua iglesia de San Orso.
Los primeros años de su vida transcurren en la serenidad de una familia que se alegra por el nacimiento de un nuevo hijo, Vicente, y donde el trabajo de la mamá que administra un negocio de modista y del papá que desempeña una intensa actividad comercial, aseguran un cierto bienestar. Su mamá muere cuando Julia tiene, tan sólo, cuatro años. Los dos huérfanos son confiados al cuidado de los parientes paternos, primero en Aosta, después a sus parientes maternos en Donnas. Aquí encuentran un ambiente sereno, la escuela, el catecismo y la preparación a los sacramentos se hace en casa, bajo la guía de un sacerdote, amigo de la familia.
Cuando Julia tiene once años, para completar su instrucción, es enviada a Francia, a Besançon, a un pensionado perteneciente a las Hermanas de la Caridad. La separación de la familia es un nuevo dolor para ella, una nueva experiencia de soledad que la orienta hacia una profunda amistad con “el Señor que tiene a su lado a su mamá”.
En Besançon aprende bien la lengua francesa, enriquece su cultura, llega a ser habilidosa en los trabajos femeninos, madura una delicada bondad que la hace amable y atenta hacia los otros.
Después de cinco años, Julia regresa a su tierra, pero no encuentra más su casa en Donnas. Su padre, se ha vuelto a casar, y se ha transferido a Pont Saint Martín. Encuentra una situación familiar tensa, donde la convivencia no es fácil. Su hermano Vicente no soporta: se va de la casa y no se sabrá nada más de él … Julia se queda y en su soledad nace el deseo de buscar aquello que la familia no le puede dar, a comprender aquellos que viven la misma experiencia de dolor, a encontrar gestos que expresen amistad, comprensión, bondad para todos.
En este periodo, en Pont Saint Martín se habían establecido las Hermanas de la Caridad. Julia encuentra allí su maestra de Besançon; las hijas de santa Juana Antida Thouret, la ayudan, la animan. Observa el estilo de vida donado a Dios y a los otros y decide ser una de ellas. Cuando su padre le presenta la propuesta de un buen matrimonio, Julia no vacila: ha decidido que su vida será toda donada a Dios: desea solamente ser Hermana de la Caridad.
El 8 de septiembre de 1866 su padre la acompaña a Vercelli, en el Monasterio de Santa Margarita donde las Hermanas de la Caridad tienen su noviciado.
Comienza una vida nueva en la paz, en la alegría, mas allá de las lagrimas por una separación no fácil. Se trata de entrar en una relación más profunda con Dios, de conocerse a sí misma y la misión de la comunidad, para ser disponible a andar donde Dios la llame. Julia entra con alegría en este camino de noviciado. Cada día descubre aquello que debe perder o conquistar: “Jesús despójame de mi misma y, revísteme de Vos. Jesús por ti vivo, por ti muero…” es la oración que la acompaña y la acompañará a lo largo de su vida.
Al fin del noviciado, con el habito religioso recibe un nombre nuevo: Hermana Nemesia. Es el nombre de una mártir de los primeros siglos. Está contenta y del nombre hace su programa de vida: testimoniar su amor a Jesús hasta las últimas consecuencias, a cualquier precio, para siempre.
Es enviada a Tortona, al Instituto de san Vicente. Encuentra una escuela primaria, cursos de cultura, un pensionado, un orfanato. Enseña en la escuela primaria y en los cursos superiores la lengua francesa. Es el terreno adapto para sembrar bondad. La Hermana Nemesia está presente donde hay un trabajo humilde para desarrollar, un sufrimiento para aliviar, donde un disgusto impide relaciones serenas, donde la fatiga, el dolor, la pobreza limitan la vida.
Muy pronto una voz se difunde dentro del instituto y en la ciudad: “¡Oh, qué corazón el de la Hermana Nemesia!”
Cada uno está convencido de tener un lugar particular en su corazón, que parece no tener limite: hermanas, huérfanos, alumnos, familias, pobres, sacerdotes del vecino seminario, soldados de la gran casa de Tortona recurren a ella, la buscan como si fuera la única hermana presente en la casa.
Cuando a los cuarenta años es nombrada superiora de la comunidad, la Hna.. Nemesia queda desconcertada, mas un pensamiento le da coraje: ser superiora significa “servir”, por consiguiente podrá darse sin medida y, humildemente, enfrenta la subida. Las líneas de su programa son trazadas:
“Enfrentar el paso, sin volver atrás, fijando una única meta: ¡Sólo Dios! “A Él la gloria, a los otros la alegría, a mí el precio a pagar, sufrir mas jamás hacer sufrir. Seré severa conmigo misma y toda caridad con las hermanas: el amor que se dona es la única cosa que permanece.”
Su caridad no tiene limites. En Tortona la llaman “nuestro ángel”
La mañana del 10 de mayo de 1903, las huérfanas y las pupilas encuentran un mensaje de la Hna.. Nemesia para ellas: “Me voy contenta, las confío a la Virgen…Las seguiré en cada momento del día.” Parte a las 4 de la mañana, después de 36 años… En Borgaro, pequeño pueblito cerca de Turín, existe un grupo de jóvenes que espera ser acompañado por un nuevo camino, hacia la donación total a Dios en el servicio a los pobres… Son las novicias de la nueva provincia de las Hermanas de la Caridad… El método de formación usado por la Hna.. Nemesia es siempre el mismo: el de la bondad, de la comprensión que educa a la renuncia más por amor, de la paciencia que sabe esperar y encontrar el camino justo que conviene a cada una.
Sus novicias la recuerdan: “Nos conocía a cada una, comprendía nuestras necesidades, nos trataba según nuestra manera de ser, nos pedía aquello que conseguía hacernos amar…”
La superiora provincial que tenía un carácter “en perfecta antítesis con el suyo” disentía de este método. Ella aplicaba un método rígido, fuerte, inmediato. Esta forma de ver generaba relevantes contrastes que desembocaban en reproches y humillaciones. La Hna.. Nemesia acogía todo en silencio, sonriendo continuaba su camino, sin apuro, sin dejar sus responsabilidades: “De estación en estación, recorremos nuestro camino en el desierto…y si el desierto es sordo Aquel que te ha creado siempre escucha…”
A lo largo de su camino la Hna. Nemesia se acerca al final. Han pasado trece años de su llegada a Borgaro. Cerca de quinientas hermanas aprendieron con ella a caminar los senderos de Dios. Ha donado todo: ahora el Señor le pide también de “dejar” a otras “su noviciado”.
La oración que ha hecho suya desde el inicio: “Jesús despójame de mi misma, revísteme de Vos” la acompaña a lo largo de toda la vida. Ahora puede decir “no soy más para ninguno”. El despojo es total. Es la última ofrenda de una vida donada totalmente por amor.
El 18 diciembre de 1916 la Hna. Nemesia muere.
Fue beatificada por Juan Pablo II el 25 de abril de 2004.
Reproducido con autorización de Vatican.va

Malaquias, Santo
Profeta Antigo Testamento, 18 Dezembro

Malaquías, Santo

Malaquías, Santo

Oriundo de Sofa, en Palestina, vivió en el siglo V antes de Cristo.
Perteneció a la tribu de Zabulón y fue el último de los doce profetas menores.
Desarrolló su actividad entre los años 450 y 455 antes de Cristo, después del destierro de Babilonia, anunció el gran día del Señor y su venida en el templo, y la oblación pura que siempre y en todo lugar se le ofrecería.
Los Padres de la Iglesia ven en las profesías de Malaquías el preanuncio del sacrificio de la misa y la llegada del precursor de Jesús: “He aquí que yo envío a mi mensajero para que prepare el camino delante de mí”.

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca

NOSSA SENHORA DO Ó (EXPECTAÇÃO DE MARIA) - 18 de Dezembro

.ctaLos Santos de hoy Viernes 18 de diciembre de 2009






La Expectación del Parto

El gozo esperanzado que poseyó Santa María por el futuro próximo de su parto.





Rupo y Zosimo, Santos

Mártires, 18 de diciembre





Modesto, Santo

Restaurador de Jerusalén, 18 de diciembre





Flabio, Santo

Eremita, 18 de diciembre





Miguel Syncelle, Santo

Monje, 18 de diciembre





Julia Nemesia Valle, Beata

Virgen y Formadora de Jóvenes, 18 de diciembre

Los Santos de hoy Viernes 18 de diciembre de 2009

La Expectación del Parto
El gozo esperanzado que poseyó Santa María por el futuro próximo de su parto.

Rupo y Zosimo, Santos
Mártires, 18 de diciembre

Modesto, Santo
Restaurador de Jerusalén, 18 de diciembre

Flabio, Santo
Eremita, 18 de diciembre

Miguel Syncelle, Santo
Monje, 18 de diciembre

Julia Nemesia Valle, Beata
Virgen y Formadora de Jóvenes, 18 de diciembre

Malaquías, Santo
Profeta Antiguo Testamento, 18 Diciembre




Malaquías, Santo

Profeta Antiguo Testamento, 18 Diciembre