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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Nº 1202 - 30 DE NOVEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

SANTO ANDRÉ

Apóstolo

Andrés, Santo

André, Santo

Apóstolo
 
Os Gregos chama a este ousado apóstolo Protókletos que significa: o primeiro chamado. Santo André foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava. O Baptista indicou-o com o dedo de Precursor e disse. «Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo». André e João foram atrás d’Ele, com a agitação duma juventude que se abre para a vida. Não se atreveram a falar-Lhe, até que Jesus se virou para eles – feliz olhar – e lhes perguntou: «Que procurais?» .- «Mestre, onde habitas?» – «Vinde e vereis». Foram com Ele e passaram juntos aquela noite. O que ouviram e viram, só eles o podem contar. Noite que foi mais clara que o meio-dia, porque nasceu para os afortunados discípulos o som da verdade. «Encontramos o Messias», dizia no dia seguinte André ao irmão, Simão Pedro. Um encontro afortunado decidiu para sempre da vida de Santo André. Aquela tarde do princípio do ano de 27 foi o amanhecer dum dia de sol e de vida. O Apóstolo viverá sempre à sua luz, junto a Jesus e com Jesus. A Igreja deve muito a Santo André. Chamado ao apostolado em primeiro lugar, não parou até encontrar seu irmão Simão. Convenceu-o, apresentou-o a Jesus e então realizou-se a eleição do primeiro Papa, num reduzido conclave campestre das margens do Jordão. «Tu chamar-te-ás Pedro». A pedra fundamental do edifício cristão estava escolhida pelo Divino Arquiteto. André tinha sido o mensageiro que o transportou à sua presença. Pouco depois apareceram André e o irmão Simão na margem do pitoresco lago da Galileia. Os dois tinham nascido perto das suas águas, na aldeia de Betsaida, casa de pesca, e eram pescadores. Jesus, a quem apraz madrugar, sobretudo quando chama almas, passeia muito cedo pela praia e vê-os nas barcas, lançando as redes ao mar. «Vinde após Mim, e Eu farei de vós pescadores de homens». E os dois irmãos ficaram com Ele e ficaram para sempre. Não há fraternidade comparável com esta, a qual sela uma vocação divina comum. Pedro e André, irmãos segundo o sangue, sê-lo-ão desde agora na fé, no apostolado e na glória. André era, como o seu nome indica, animoso, ativo e prático. Na praia norte do lago estão um dia 5 000 homens à volta de Jesus. Trata-se de lhes dar de comer. André averigua imediatamente quais as provisões disponíveis: cinco pães e dois peixes. Que eram para 5 000 homens? Com a bênção de Jesus, os pães e os peixes multiplicaram-se e todos comeram até saciar-se. Quanto gozaria Santo André naquela tarde de Primavera, ele que tinha procurado em todos os grupos e sacos, e não tinha encontrado nada além de cinco pães e dois peixes. Outro dia, uns gregos desejavam falar com o mestre; mostram o desejo a Filipe. Este não se atreve a ir com a embaixada ao Senhor e di-lo ao amigo e patrício, André. Animoso como sempre, foi direito a Jesus e transmitiu-lhe o recado dos gregos. Excelente intercessor na terra, não o há-de ser igualmente no Céu? S. Marcos apresenta-nos outra vez André sentado junto a Jesus, no dia de terça-feira santa, na colina do Monte das Oliveiras. Dali contemplam pelo Ocidente a cidade de Jerusalém e no primeiro plano a massa ingente, branca e brilhante pelo oiro e pelos mármores, do Templo. Terá sido Santo André quem primeiro perguntou pela sorte futura daquele Templo grandioso e daquela cidade de Sião? «Mestre, que será de tudo isto?» Hoje, no Céu, contempla Santo André aquela vasta esplanada, onde florescem as ervas e os cardos; aquelas ruas agitadas, que eram o ponto de encontro dos beduínos da vizinha aldeola de Siloé. Ciência divina de Jesus e desígnios imperscrutáveis da Providência de Deus sobre os povos! Chegará um dia, respondeu Jesus a André, em que não ficará pedra sobre pedra». Já não se torna a falar de Santo André nos livros sagrados. Mas uma tradição muito antiga e autorizada, expressa por figuras tão ilustres como Eusébio e S. Jerónimo no século IV, fala-nos dele como evangelizador da Cítia e da Acaia. Nesta última região, na cidade grega de Patras, foi onde encontrou a coroa gloriosa do martírio, selando assim com o sangue a fé que, como testemunha da verdade infalível, tinha pregado.
 

Andrés, Santo

Andrés, Santo

As Atas do seu martírio são relativamente tardias, do século IV, e revestem a forma duma carta que escrevem os presbíteros de Patras à Igreja Universal, comunicando a notícia da morte e martírio do Apóstolo. Embora a coroa esteja muito enfeitada, o fundo geral é histórico. Têm, especial interesse os afectos que sugere a santo André a vista da cruz, o instrumento do seu martírio. Cruz em forma de aspa ou X, quem é conhecida pelo nome de cruz de Santo André. «Eu vos saúdo, ó cruz consagrada pelo corpo de Jesus Cristo! As vossas pedras preciosas são as gotas do seu sangue. Antes de o meu mestre vos ter escolhido para seu trono, o mundo tinha-vos horror; hoje deseja-vos com ardor celestial. Os que creem em Cristo conhecem as delicias que possuis e as recompensas que por vós se obtêm. Alegre e sem temor venho a vós; regozijai-vos, porque ides receber um discípulo do Crucificado. Sempre vos amei apaixonadamente e desejei poder abraçar-vos. O vosso esplendor e a vossa beleza recebeste-os do Senhor. Oh! Cruz boa, tanto tempo desejada, tão ardentemente amada,e buscada sem descanso! Agora vejo-vos pronta a satisfazer os anelos da minha alma. Retirai-me do lado dos homens e devolvei-me ao meu Divino Mestre. Fazei que por vós me receba Aquele que por vós me resgatou». Ao pronunciar estas palavras, dizem as Atas, despojou-se do que vestia e distribuo-o entre os verdugos. Ataram-no de pés e mãos à cruz e levantaram-no nela. Dois dias inteiros durou o seu sacrifício, aquela Missa solene do seu pontificado na terra. «Recebei-me, Mestre meu, Cristo meu, a quem amei desde que vos conheci, a quem agora confesso. recebei o meu espírito». O seu corpo ficou envolvido em nuvem de luz celestial cerca de meia hora, e a sua alma voou à verdadeira mansão do Mestre, que tinha ficado a conhecer nas margens do Jordão: voou para a casa solarenga do Pai. Foi agora que ficou sabendo onde habitava Jesus. A noite que passou com Ele na tenda de Jericó converte-se na jornada eterna da glória. Amanheceu a luz eterna. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. Consulta também San Andrés de Jesús Martí Ballester. ¿Queres saber mais? Consulta ewtn  e www.santiebeati.it

Everardo, Santo
Novembro 30 Sacerdote,

Etimologicamente significa “audaz, forte”. Vem da língua alemã.
Inclusive quando haja no crente dúvidas, a presença do Espírito Santo permanece, nos dias aprazíveis como nas horas de aridez. Deus não faz acepção de pessoas. A todos os quer e chama por igual para que façam na vida algo concreto que ajude a os demais e se santifiquem.
Este jovem nasceu de uma família rica e com o título de condes de Stahleck. Nessa casa acomodada surgiu a vocação para cisterciense na abadia de Schoeneau. Teve dificuldades a principio porque não tinha nenhuma aula de estudos. Então, quando só tinha 16 anos, foi para ermitão para uma ermida que ele próprio construiu cerca de Mogúncia. Deus o guiava em cada instante. Por isso lhe veio a ideia de fundar ali um mosteiro de monjas cistercienses. Dirigiu-se ao abade próximo, e este lhe enviou um grupo de religiosas da abadia de Marienhausen. Assim nasceu a abadia de Chumbd. Nestas circunstâncias, o abade lhe impôs o hábito da Ordem. Cedo o fizeram o pai espiritual das religiosas, uma vez, claro está, que se ordenou de sacerdote. Entre estas religiosas havia duas irmãs suas. Caiu enfermo e assim esteve durante muitos anos. Todo o mundo, começando pelas religiosas, o consideravam um verdadeiro santo que vivia entre elas. ninguém podia supor que morresse tão jovem: aos 28 anos. Foi no dia de hoje no ano 1191. O sepultaram na igreja do mosteiro. Seus restos se conservam na atualidade na abadia de Himmerod.
¡Felicidades a quem leve este nome!

José Otín Aquilué, Beato
Novembro 30 Mártir salesiano,

José Otín Aquilué, Beato

José Otín Aquilué, Beato

Nascido em Huesca em 22 de Dezembro de 1901.
Ingressou na Ordem Salesiana, recebendo o ministério sacerdotal em 1928.
Educador muito apreciado em Alcoy.
† Valência, novembro de 1936.
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BEATO JOSÉ MARCHAND

Mártir (1803-1835)

José Marchand, Santo

José Marchand, Santo

Nasceu em 1803, em Passavant, diocese de Besançon, França, segundo de nove filhos duma família de lavradores. Em Novembro de 1826, entrou no seminário maior. Já então usava por vezes cilício e dormia sobre tábuas. Nasceu nele o desejo das missões estrangeiras, valendo-lhe este muitas lutas com o pároco e com os pais. Já subdiácono, entrou nas missões estrangeiras de Paris no Natal de 1828. Defendendo tal passo, escrevia aos pais: «Dai outra direção à vossa ternura. Faça-vos esta pedir sem descanso por mim e duplicar esforços no serviço de Deus». Ordenado sacerdote em 1829, embarcou em 12 de maio no navio Voltaire. Terrível viagem com uma tripulação anti-religiosa e obscena. Impossível dizer Missa. Um marinheiro atreveu-se um  dia a rezar com os  missionários; descarregaram nele 25 açoites e prometeram-lhe 50 se reincidisse. Navegação que foi noviciado para o martírio. O mandarim da alfândega examinou detidamente o nosso sacerdote vestido à chinesa. Por fim, sempre o deixou passar, quando o piloto português lhe deu uma receita para se tornar tão belo como esse homem «cor do céu». Marchand aprendeu o anamita no colégio de Lai Thiu e em seguida visitou, na Cochinchina, três províncias e chegou até ao Camboja. depois de ensinar e se ocupar de cristandades em Lai Thiu, ficou encarregado da província de Bintuã, com 7 000 cristãos em 25 cristandades. A partir de 1820, esteve a Indochina governada por Min Mang, príncipe inteligente mas cruel e inimigo dos estrangeiros. No principio de 1833, a perseguição expulsou o nosso missionário. refugiou-se na Baixa Cochinchina, mas um chefe revoltado contra Min Mang descobriu-o, levando-o para Cho-quã e pretendeu forçá-lo a levantar os cristãos contra aquele que os perseguia. Marchand não fez tal coisa. esteve 18 meses presos em Saigão. As tropas requisitaram a cidade em 1835. Foi acusado de ter tido parte na rebelião. Conduzido a Hué, continuou em ferros. Foi interrogado, foi torturado com tenazes em brasa. Manteve firmemente não ter nunca favorecido os revoltosos. O Beato Marchand foi o único a ser interrogado e torturado imediatamente antes da morte. A 30 de Novembro de 1835, às 5 horas da manhã, sete tiros de canhão convocaram a gente para o suplicio. Marchand é tirado da sua gaiola, levam-no entre duas linhas de soldados, preso a uma maca, com as pernas afastadas e os braços estendidos. Forçam-no a prostrar-se cinco vezes diante do príncipe. Min Mang deixa cair uma bandeirinha , sinal de partida para o tribunal dos suplícios. Lá, dois algozes imobilizam o mártir, enquanto os outros cinco, com uma grossa tenaz incandescente, lhe apertam cinco vezes as coxas e as pernas. O paciente grita. O mandarim pergunta porque arrancam os cristãos os olhos aos que morrem. Novas tenazadas ardentes. Porque diante do altar os futuros esposos se apresentam ao padre? Cinco novas feridas vêm juntar-se às dez precedentes. Porquê as abominações dos festins cristãos? Que é esse pão mágico que se come depois da confissão? O mártir extenuado já não pode responder,.. Os beleguins param. O cerimonial inclui nesta altura uma refeição para o condenado. O juiz chama ao criado: «Pergunta ao Senhor Europeu que deseja comer?» – «Obrigado, responde Marchand. Já não tenho fome». E recolhe-se. Metem-lhe uma pedra na boca a servir de mordaça, com freio de bambu. Levam-no a correr, na maca, e outra pessoa encarregaram-na de pôr os algarismos por escrito. Fazem-lhe cair a pele das pálpebras sobre os globos oculares. Com a tenaz, arrancam do peito dois pedaços de carne ensanguentada, de um meio pé de comprimento. Fazem o mesmo às costas e às barrigas das pernas. Neste momento o padre sucumbiu. Morre aos 32 anos, perto de Hué, em To-Duc. O corpo é cortado em quatro e lançado ao mar. A cabeça é exposta e depois esmagada num almofariz. O pó resultante vai também para o mar. Gregório XVI declarou venerável o missionário em 1840, e Leão XIII beatificou-o em 1900. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

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Federico (ou Frederico) de Ratisbona, Beato
Novembro 30 Lenhador,

Federico de Ratisbona, Beato

Federico de Ratisbona, Beato

Tendo nascido de pais pobres em Ratisbona (Regensburg), entrou como irmão leigo nos Eremitas de Santo Agostinho dessa cidade. Exerceu o ofício de carpinteiro. Pediam-lhe também que preparasse lenha para o fogão. Na verdade, sendo ele industrioso, as suas atribuições dilatavam-se à medida da necessidade dos seus irmãos, e agradecia a Deus poder prestar toda a espécie de serviços. Morreu a 30 de Novembro de 1329. O seu culto foi confirmado pela Santa Fé em 1909. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

• Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo
Novembro 30 Mártir,

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo

Nasceu em Yorkston,perto de Barnstaple, Devonshire (batizado em 20 de março de 1543 o 1544); morreu em Launceston, Cornwall, em 29 Novembro de 1577. Era hijo de William Mayne; su tío era un sacerdote cismático que lo hizo educacar en la escuela primaria de Barnstaple. Fue ordenado ministro protestante a la edad de dieciocho o diecinueve años. Entonces se fue a Oxford, primero a Saint Alban´s Hall, y luego a la Universidad de Saint John, donde se graduó en 1570. Durante su permanencia en Oxford conoció al Dr. Gregorio Martin y al Beato Edmundo Champion, que era todavía protestante. Cutberto comprendió muy pronto que la verdad estaba en el catolicismo, pero no se atrevió a abandonar el protestantismo por miedo de perder cuanto tenía y quedarse en la miseria. Martin y Campion partieron al Colegio Inglés de Douai y desde allí escribieron varias veces a Cutberto para invitarle a reunirse con ellos. En 1570,poco después de que Cutberto había obtenido la lincenciatura, una de esas cartas cayó en manos del obispo de Londres quien mandó arrestar a todos los estudiantes de Oxford cuyos nombres figuraban en ella. Cutberto estaba entonces ausente, de suerte que escapó de la prisión casi milagrosamente. Pero aquel incidente venció sus últimas resistencias: inmediatamente abjuró del protestantismo y, en 1573, ingresó en el Colegio de Douai. Tres años después, recibió la ordenación sacerdotal y obtuvo el título de bachiller en teología. En abril de 1576, fue enviado a Inglaterra con el Beato Juan Payne. Cutberto Mayne fue el décimo quinto sacerdote de Douai enviado a Inglaterra.  Nuestro Santo estableció su residencia en casa de Francisco Tregian, en Golden de Cornwall, donde se hizo pasar por un criado. Sabemos muy poco acerca de los ministerios de Cutberto. Lo cierto es que su presencia despertó sospechas porque un año después, el alcalde mayor, Ricardo Grenville, recorrió palmo a palmo la casa de Tregian. El Padre Mayne fue arrestado por llevar al cuello un "Agnus Dei". También el señor Tregian fue detenido. El alcalde arrastró a Cutberto de la casa de un noble a otro. Finalmente, en Launceston le encerró en una horrible mazmorra y le encadenó a un poste del camastro.
Hacia el día de la fiesta de San Miguel, el Padre Mayne fue juzgado por varios crímenes: por haber obtenido de Roma y publicado en Golden "una facultad de absolver" a los súbditos de la reina (en realidad se trataba de un ejemplar de un ejemplar de la indulgencia del jubileo de 1575); por haber enseñado en la cárcel de Launceston que el obispo de Roma conservaba el poder espiritual sobre Inglaterra y haber dado el Señor Tregian "un objeto vano y supersticioso, vulgarmente llamado "Agnus Dei" (de lo cual no se adujo pruba alguna); y por haber celebrado la misa (pues se habían descubierto en Golden un misal, un cáliz y unos ornamentos sacerdotales). Todo ello era contrario a los estatutos de la reina. El jurado dirigido por el fiscal Manwood, después de hablar muy largamente con el alcalde Grenville, declaró culpable al acusado, que fue condenado a muerte. Tres de los cuatro señores y los tres administradores de sus fincas fueron condenados a prisión perpetua y a la confiscación de sus bienes, por haber prestado ayuda al culpable. Pero el segundo juez, que se llamaba Jeffrey, descontento de la forma en que se había llevado el proceso, consideró que el caso fuera estudiado nuevamente por todo el cuerpo judicial en Serjeants´Inn. Los jueces no lograron ponerse de acuerdo; pero, aunque la mayoría opinaba como Jeffrey, el Consejo Privado determinó que se ejecutase la sentencia para que sirviese de escarmiento a los sacerdotes que pasaban del continente a Inglaterra. La víspera de la ejecución, se ofreció la libertad al Padre Mayne, a condición de que jurase la supremacía espiritual de la reina. El beato pidió una Biblia, la besó y dijo: "La reina no ha sido ni será nunca la cabeza de la Iglesia en Inglaterra." Fue conducido en un trineo al sitio de la ejecución y no se le permitió dirigir la palabra a la multitud desde el patíbulo. Como las autoridades tratasen de arrancarle una confesión contra el señor Tregian y su cuñado, Sir John Arundell, el Padre Mayne declaró: "Lo único que sé sobre ellos es que son hombres buenos y piadosos. El único que estaba al tanto de mi ministerio sacerdotal era yo mismo." El santo fue descuartizado vivo, pero probablemente ya había perdido el conocimiento cuando los verdugos enpezaron a desentrañarle. Cutberto Mayne fue uno de los mártires beatificados por León XII. Su fiesta se celebra en Plymouth y algunas otras diócesis de Inglaterra. Las carmelitas de Lanherne poseen una importante reliquia del cráneo del santo; procede de Launceston, donde fue expuesta la cabeza después de la ejecución. Francisco Tregian fue desposeído de sus vienes y estuvo en diversas prisiones durante casi treinta años. Murió en Lisboa en 1608 y a sus reliquias se atribuyeron varios milagros. "Es de notar que ninguno de aquellos a los que el Padre Mayne reconcilió con la Iglesia, apostató de la fe católica, sin duda porque la habían conocido gracias a tan excelente maestro."
Pablo VI lo canonizó en 1970 como uno de los cuarenta mártires de Inglaterra y Gales. Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click"
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• Ludovico Roch Gietyngier, Beato
Novembro 30 Sacerdote e Mártir,

Ludovico Roch Gietyngier, Beato

Ludovico Roch Gietyngier, Beato

Sacerdote diocesano, nacido en Zarki, Polonia, el 16 de Agosto de 1904. Murió soportando tortura en Dachau, Alemania, en Noviembre de 1941.  Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click" AQUI

 

  79920 > Beato Alessandro Crow Martire  MR
22000 >
Sant' Andrea Apostolo  - Festa MR
94790 >
Beato Berengario de Ostales Mercedari 
92157 >
San Cuthberto Mayne  MR
79900 >
Sant' Everardo di Stahleck Monaco a Chumbd 
90155 >
Beato Federico da Ratisbona Confessore MR
90493 >
San Galgano Guidotti Eremita  MR
90819 >
Beato Giovanni Garbella da Vercelli Sacerdote domenicano MR
92923 >
Beato Giuseppe (Josè) Otin Aquiluè Sacerdote salesiano e martire MR
95253 >
Beato Giuseppe Lopez Piteira Diácono agostiniano, martire 
93413 >
San Giuseppe Marchand Sacerdote e martire  MR
90453 >
Beato Guglielmo di Paolo Abate venerato a Maniace 
93071 >
Beato Ludovico Rocco (Ludwik Roch) Gietyngier Sacerdote e martire  MR
79950 >
Santa Maura di Costantinopoli Martire 
79940 >
Beati Michele Ruedas Mejias e sei compagni Martiri  MR
79910 >
San Mirocle (Mirocleto) Vescovo MR
79930 >
San Taddeo Liu Ruiting Sacerdote e martire  MR
92755 >
San Tutwal Abate e vescovo  MR

 

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António Fonseca

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Nº 1201 - 29 DE NOVEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

BEATO DIONÍSIO DA NATIVIDADE (Pedro Berthelot)

Dionisio de la Natividad (Pedro Berthelot), Beato

Dionísio de la Natividad (Pedro Berthelot), Beato

e

BEATO REDENTO DA CRUZ (Tomás Rodriguez)

Redento de la Cruz (Tomás Rodríguez), Beato

Redento de la Cruz (Tomás Rodríguez), Beato

e mais 60 portugueses Mártires (fins de 1638)

 

Pedro Berthelot, o futuro Dionísio, nasceu na atual Bélgica, em 1600. Embarcado para uma grande navegação só com doze anos, perdeu o seu navio pelos vinte e foi obrigado a servir algum tempo aos Holandeses. Mas, sendo bom católico, preferiu o Rei de Portugal a estes protestantes. O príncipe nomeou-o cosmógrafo e piloto-mor. Em Londres, o British Museum conserva cartas desenhadas por Berthelot. Ele bateu várias vezes os Turcos no mar. Enviado para Goa, pediu aos jesuitas que o admitissem no meio deles; mas estes recusaram-se, temendo desagradar ao vice-rei. Os Carmelitas, temendo menos , aceitaram-no e chamaram-lhe Dionísio da Natividade (1635). Vieram Holandeses cerca Goa. Dionísio aceitou retomar o serviço, sob chamada do vice-rei, organizou a defesa e rechaçou o inimigo. Depois voltou ao convento com as suas armas, que eram o crucifixo. No Natal de 1636, emitiu os seus votos religiosos, Ordenado sacerdote em Agosto de 1638, foi encarregado de acompanhar uma embaixada que Goa mandava ao Achém, no Norte da Samatra. Foi-lhe dado por companheiro o Irmão converso Redento da Cruz, nome de Carmelita de Tomás Rodrigues da Cunha, da Casa de Lisouros, em Paredes de Coura, da nobre família dos Cunhas (nasceu por 1598). Embarcara para a Índia aos 19 anos, onde se notabilizou em feitos de armas, como capitão da praça de Meliapor. Outra milícia, porém, mais nobre e meritória lhe arrebatou o coração, até o libertar dos vaivéns da vida e da fortuna. Como o Santo (agora, ex-Beato) Nuno de Santa Maria, pede o hábito dos Carmelitas descalços. Foi isto no convento de Goa, em cujas ruínas ainda hoje se celebra, a 29 de Novembro, uma Missa em honra do humilde donato, depois mártir de Cristo. Desta glória colheu ele a palma por ocasião da referida embaixada. Superentendia nesta expedição, com dois navios de guerra e mais provisões, D. Francisco de Sousa e Castro. Frei Redento, na partida repetia corajoso: Vamos, porque Deus me quer fazer mártir! Foram e chegaram ao Achém por fins de Outubro de 1638; mas os Holandeses, apostados inimigos dos Portugueses, na Índia como no Brasil, tinham já prevenido o rei  mouro de Samatra, anunciando os Portugueses como espias ou exploradores da região, e com intenções de guerra. Com isto foi logo preso o embaixador e sua comitiva; e os dois Carmelitas, com uns 60 portugueses postos a tratos, foram atraídos com promessas, para renegar o Evangelho e abraçar o Alcorão.  Decorrido um mês de provas, com geral e heroica perseverança, foram todos condenados ao suplício, e levados em fila ao local onde, atravessados por azagaias, ou varados pelo punhal, acabaram martirizados. Foi Redento foi o primeiro, enquanto frei Dionísio, que pediu para ser o último, assistia e animava a todos até os ver tomar. com mão segura, a palma do martírio. O embaixador português , que chegou a regressar a Goa, após três anos de cativeiro, escreveu em 1643 à Sagrada Congregação e ao Geral dos Carmelitas, contando os triunfos da fé em Samatra e solicitando a causa daqueles mártires. Quanto aos dois Carmelitas, seguiu-se o processo regularmente, até à beatificação no Domingo da Santíssima Trindade, 10 de Junho de 1990. Quanto aos restantes 60 portugueses, como a tantos outros semelhantemente sacrificados por aquelas regiões do Achém, Malaca e Molucas, não perderam as glórias da beatificação, canonização e coroação, na presença da mesma Santíssima Trindade, entre os seus Anjos e todos os demais Santos. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas,.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

 

BEATO FREDERICO DE RATISBONA

Leigo (1329)

Federico de Ratisbona, Beato

Federico de Ratisbona, Beato

Tendo nascido de pais pobres em Ratisbona (Regensburg), entrou como irmão leigo nos Eremitas de Santo Agostinho dessa cidade. Exerceu o ofício de carpinteiro. Pediam-lhe também que preparasse lenha para o fogão. Na verdade, sendo ele industrioso, as suas atribuições dilatavam-se à medida da necessidade dos seus irmãos, e agradecia a Deus poder prestar toda a espécie de serviços. Morreu a 30 de Novembro de 1329. O seu culto foi confirmado pela santa Sé em 1909. Do livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

 

SÃO FRANCISCO ANTÓNIO FASANI

Sacerdote (1681-1742)

Francisco Antonio Fasani, Santo

Francisco Antonio Fasani, Santo

Veio ao mundo em Lucera (Itália), a 6 de Agosto de 1681, e lá morreu a 29 de Novembro de 1742. Foi beatificado no dia 15 de Abril de 1951 e canonizado a 13 do mesmo mês de 1986.Fez os estudos no convento dos Frades Menores Conventuais. Sentindo o chamamento divino , ingressou no noviciado da mesma Ordem. Fez a profissão em 1696 e a 19 de Setembro de 1705 recebeu a ordenação sacerdotal. Doutorou-se em teologia e tornou-se exímio pregador e diretor de almas. Exerceu os cargos de Superior do convento de Lucera e de Ministro Provincial. João Paulo II, na homília da canonização assim enalteceu a figura do bem-aventurado: «Ele fez do amor, que nos foi ensinado por Cristo, o parâmetro fundamental da sua existência. O critério basilar do seu pensamento e da sua ação. O vértice supremo das suas aspirações… O novo Santo demonstrou com  a sua vida – como os Apóstolos – que sempre “importa mais obedecer a Deus do que aos homens” (Act 5, 29), mesmo à custa de sofrimentos e de humilhações, que não lhe faltaram, para além de estima e dos consensos que a sua generosidade soube conquistar junto dos seus contemporâneos. A sua alegria, portanto – como a dos Apóstolos – era motivada pelo facto de sofrer e de se afadigar pelo Senhor, quando não, até mesmo de “ser ultrajado por amor do seu nome” (Act 5, 41).

 

Francisco Antonio Fasani, Santo

Francisco Antonio Fasani, Santo

São Fasani apresenta-se-nos de modo especial como modelo perfeito de Sacerdote e Pastor de almas. Por mais de 35 anos, no início do século de 1700, ele dedicou-se, na sua Lucera, mas con incursões também nos territórios circundantes, ás mais diversificadas formas do ministério e do apostolado sacerdotal. Verdadeiro amigo do seu povo, ele foi para todos irmão e pai, eminente mestre de vida, por todos procurado como conselheiro iluminado e prudente, guia sábio e seguro nos caminhos do Espírito, defensor dos humildes e dos pobres. Disto é testemunho o reverente e afectuoso título  com que o saudaram os seus contemporâneos e que ainda hoje é familiar ao bom povo de Lucera; ele, outrora como  hoje, é sempre para eles o “Pai mestre”. Como Religioso, foi um verdadeiro “ministro” no sentido franciscano, ou seja, o servo de todos os frades: caridoso e compreensivo, mas santamente exigente quanto à observância da regra, e de modo particular em relação à prática da pobreza, dando ele mesmo incensurável exemplo de regular observância e de austeridade de vida». AAS 70 (1978) 425-32; L’OSS. ROM. 20.4.1986. Do livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

 

SÃO SATURNINO

Mártir (princípio século IV)

Saturnino y compañeros mártires de Abitinia, Santos

Saturnino e mais 46 companheiros mártires de Abitinia, Santos

Mártires - Santos Saturnino, presbítero, com quatro filhos: Saturnino filho e Félix, leitores, e María e Hilarião, ainda menino; Dativo (ou Sanator), Félix, outro Félix, Emérito e Ampélio, leitores; Rogaciano, Quinto, Maximiano (ou Máximo), Telica (ou Tacelita), outro Rogaciano, Rogato, Januário, Cassiano, Vitoriano, Vicente, Ceciliano, Restituta, Prima, Eva, outro Rogaciano, Giválio, Rogato, Pompónia, Januária, Saturnina, Martín, Clautos, Félix Júnior, Margarita, Mayor, Honorata, Victorino, Pelusio, Fausto, Daciano, Matrona, Cecilia, Victoria, Berectina, virgem cartaginesa, Secunda, Matrona e Januária

Martirológio Romano: Em Cartago, cidade de África, comemoração dos santos mártires de Abitinia (em Tunes), que durante a perseguição sob o imperador Diocleciano, por se terem reunido para celebrar a eucaristia dominical  contra o estabelecido pela autoridade, foram presos pelos magistrados da colónia e os soldados de guarda. Conduzidos a Cartago e interrogados pelo procônsul Anulino, apesar dos tormentos confessaram sua fé cristã e a impossibilidade de renunciar à celebração do sacrifício do Senhor, derramando seu sangue em lugares e momentos distintos (304)
Nomes dos mártires: Santos Saturnino, presbítero, com quatro filhos: Saturnino filho e Félix, leitores, e María e Hilarião, ainda menino; Dativo (ou Sanator), Félix, outro Félix, Emérito e Ampélio, leitores; Rogaciano, Quinto, Maximiano (ou Máximo), Telica (ou Tacelita), outro Rogaciano, Rogato, Januário, Cassiano, Vitoriano, Vicente, Ceciliano, Restituta, Prima, Eva, outro Rogaciano, Giválio, Rogato, Pompónia, Januária, Saturnina, Martín, Clautos, Félix Júnior, Margarita, Mayor, Honorata, Victorino, Pelusio, Fausto, Daciano, Matrona, Cecilia, Victoria, Berectina, virgem cartaginesa, Secunda, Matrona e Januária. Ver
www.es.catholic. e www.santiebeati.it

Maximino Hercúleo condenara muitos cristãos de Roma a trabalhos forçados na construção das termas imensas que Diocleciano se propôs levantar na colina do Viminal. Um cristão muito rico e generoso, por nome Trasão, ajudava com socorros pecuniários e alimentícios aqueles presidiários da fé. Os intermediários eram quatro diáconos: Ciríaco e Sinísio, Largo e Esmeragdo. Surpreendidos no exercício da sua caridade, também estes forma detidos e obrigados a transportar sacos de areia. Mas também no trabalho encontravam modo de socorrer os seus companheiros de infortúnio. Não há coisa que tanto una os cristãos entre si como a perseguição. Entre os fiéis que levavam cargas de areia às termas encontrava-se um ancião – vir senex – de origem cartaginesa, por nome Saturnino. Os seus passos hesitavam e os seus ombros cediam debaixo do peso cruel, enquanto os lábios rezavam e o coração se unia a Cristo. Estes operários singulares, que se convertiam em apóstolos e propagandistas do Evangelho com o pico na mão ou o saco às costas, ao mesmo tempo que motivavam admiração pela seriedade no trabalho e pelo cumprimento do seu duro dever, irritavam também os verdugos com a resignação e o espírito de proselitismo. Um dia cansaram-se eles e meteram na cadeia um grupo de cristãos mais distintos. Entre eles estava o diácono Sinísio e o velho Saturnino. Foram os dois julgados juntos e em sessão distinta da dos outros. Levados ao prefeito de Roma, no foro de Nerva, confessaram decididamente a própria fé. Foram submetidos à tortura, mas deram tais provas de firmeza e espírito que se converteu ao cristianismo Graciano, verdugo ou assessor do prefeito. Estas conversões repentinas aparecem com frequência nas Atas do tempo de Diocleciano e não se pode duvidar que são autênticas. Deve reconhecer-se nelas o triunfo da graça de Cristo que trabalhava interiormente nos corações. Sinísio e Saturnino tiveram a sentença de morrer decapitados na Via Nomentana. O presbítero João recolheu-lhes os sagrados corpos e enterrou-os a 28 de Novembro, com a ajuda do fervoroso Trasão, num terreno que este último possuía na Via Salária Nova, onde nos primeiros anos da paz cristã surgiu uma basílica dedicada a S. Saturnino. No século XVI conservava-se ainda. S. Dâmaso, o poeta dos mártires romanos, colocou esta inscrição no túmulo de S. Saturnino:

“Agora cidadão de Cristo, antes tinha-o sido de Cartago, quando a espada atravessava o peito da piedosa Mãe Igreja. O seu sangue mereceu-lhe mudar de pátria, nome e prosápia e, fazendo-se cristão, foi cidadão romano. O valor da sua fé demonstrou-o com a intrépida morte. Ruge o verdugo Graciano, enquanto desfaz o ecúleo os teus sagrados membros; Mas, embora derrame sobre ti todo o veneno da sua venenosa bílis, não consegue mover-te a que renegues a Cristo, ó Santo. Mais ainda, pelo mérito da tua oração conseguiu ele vir a morrer como confessor da fé. Esta é a súplica ardente de Dâmaso: que se venere o teu sepulcro. Que seja lugar de oração e de graças, porque está aqui o corpo do mártir Saturnino». Estes dois últimos textos, são do livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt

 

• Saturnino de Tolosa, Santo
Novembro 29 bispo e Mártir,

Saturnino de Tolosa,  Santo

Saturnino de Tolosa, Santo

A cidade de Toulouse, no Languedoc francês, mostra com orgulho sua magnífica e impressionante catedral —joia do românico— de Saint-Sernin. Tem cinco navios, vasto cruzeiro e um coro deambulatório com capelas radiadas.
São Saturnino —nosso conhecido e tantas vezes cantado Sanserenín das canções e jogos infantis— foi o primeiro bispo desta parte de Igreja.
No se conoce nada anterior a su muerte. Todo lo que nos ha llegado es producto del deseo de ejemplarizar rellenando con la imaginación y la fantasía lo que la historia no es capaz de decir. A partir de unos relatos probables se suman otros y otros más que lo van adornando como descendiente de familia romana — el nombre es diminutivo del dios romano Saturno— culta, adinerada, noble e incluso regia hasta llegar a las afirmaciones de Cesareo de Arlés que, nada respetuoso con la cronología, lo presenta candorosamente como oriundo de Oriente, uno más de los discípulos del Señor, bautizado por Juan Bautista, presente en la última Cena y en Pentecostés. Ciertamente es el comienzo de la literatura legendaria.
Lo que consta es que la figura está enmarcada en el siglo III, en tiempos de la dominación romana, después de haberse publicado, en el año 250, los edictos persecutorios de Decio, cuando la zona geográfica de Tolosa cuenta con una pequeña comunidad cristiana pastoreada por el obispo Saturnino que por no caer en idolatría, quemando incienso a los dioses, sufre el martirio de una manera suficientemente cruel para que el hecho trascienda los límites locales y la figura del mártir comience a recibir culto en el interior de las Galias, en la ribera mediterránea y pase también los Pirineos hacia España.
En tiempos posteriores, facilita la extensión de esta devoción el hecho de que el reino visigodo se prolongue hasta España lo que conlleva el transporte de datos culturales; también el peregrinaje desde toda Europa a la tumba el
Apóstol Santiago en Compostela hace que los andariegos regresen expandiendo hacia el continente la devoción saturniniana, al ser Tolosa un punto de referencia clásico en las peregrinaciones, y con ello los peregrinos entran en contacto con las reliquias del mártir.
El martirologio romano hace su relación escueta en estos términos: "En Tolosa, en tiempo de Decio, San Saturnino, obispo, fue detenido por los paganos en el Capitolio de esta villa y arrojado desde lo alto de las gradas. Así, rota su cabeza, esparcido el cerebro, magullado el cuerpo, entregó su digna alma a Cristo".
Los relatos siguientes lo presentan atado con cuerdas a un toro que estaba dispuesto para ser sacrificado y que lo arrastra hasta dejarlo muerto y destrozado. Dos valientes cristianas —Les Saintes-Puelles— recogen su cuerpo y lo entierran cerca de la ruta de Aquitania.
El obispo Hilario hizo construir sobre la tumba de su antecesor una pequeña basílica que reformó san Exuperio en el siglo V y que destruyeron los sarracenos en el 711. Edificada lentamente durante el siglo XI, la consagró en papa Urbano II el año 1096 para que, en el 1258, el obispo Raimundo de Falgar depositara en su coro los restos de san Saturnino.
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ewtn

• Álvaro Pelágio, Santo
Novembro 29 bispo de Corone,

Etimologicamente significa “totalmente sábio”. Vem da língua alemã.
O Senhor disse de seu povo: “Não passarão fome nem sede. Não lhes fará dano nem o vento ardente nem o sol, porque o que os conduz é misericordioso, e os guia a mananciais de água”. Este jovem espanhol recebeu em nossa pátria sua primeira educação. Quando a família e os professores viram que era muito inteligente, o enviaram a estudar na prestigiosa universidade de Bolonha.
Aqui cursou a carreira de Direito e fez o doutorado. Mas em seu interior aspirava a outra ciência mais sublime. Rezou e meditou muitas horas ante o sacrário para ver se tinha ou não vocação para a vida franciscana.
Tras un tiempo, ingresó esta Orden religiosa. Lo mandaron a que estudiase teología a París. Una vez que terminó sus estudios, le dieron el cargo de profesor en Todi, Perugia y en el monasterio de Mont – Averno. Desde este retiro solía ejercer el ministerio de la predicación. Dios lo bendecía con muchas conversiones, especialmente en Florencia y Pisa. Fue también a predicar a Roma, en donde se hizo notable, tanto por su erudición como por su elocuencia. El Papa Juan XXII lo hizo penitenciario y le nombró obispo de Corone y del Algarbe portugués. Sus restos reposan en el convento de santa Clara en Sevilla. Se dejó llevar por la voz del Espíritu de Dios, y en lugar de ser un jurista afamado, pasó a ser un santo lleno de lo divino y de lo humano.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

• Alfredo Simón Colomina, Beato
Novembro 29 Mártir Jesuíta,

Alfredo Simón Colomina, Beato

Alfredo Simón Colomina, Beato

Nascido em Valência em 18 de março 1877.
Ingressa na Companhia de Jesús em 1895 e havia sido Reitor do Colégio São José de Valência.
Foi assassinado no Picadero de Paterna (Valência) em 29 de novembro de 1936, confirmando assim, com seu sangue, sua fidelidade a Jesus Cristo.
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• María Magdalena de la Encarnación, Beata
Novembro 29 Fundadora,

María Magdalena de la Encarnación, Beata

María Magdalena de la Encarnación, Beata

Fundadora da  Ordem das Adoradoras Perpetuas do Santíssimo Sacramento

Nasceu em Porto Santo Stefano (Itália) em 16 de abril de 1770, no seio de uma família ferventemente católica. Foi batizada no dia seguinte com os nomes de Catalina María Francisca Antonia.
Creció en un ambiente impregnado de religiosidad ejemplar. Su padre, Lorenzo Sordini, promovió que en la iglesia parroquial se expusiera a la veneración pública, en circunstancias especiales, con espíritu de amor y reparación, el Santísimo Sacramento, como por ejemplo el jueves de carnaval. Así, desde su adolescencia, Catalina pasaba horas en adoración junto a Jesús sacramentado.  A los 17 años recibió una propuesta de matrimonio de parte de Alfonso, joven de posición acomodada que le regaló preciosas joyas. En una ocasión, adornada con ellas, al mirarse en un espejo se le apareció el rostro doloroso de Jesús crucificado que la invitaba a entregarse totalmente a él y le decía: "Catalina, ¿me abandonas por un amor humano?". En febrero de 1788 ingresó en el monasterio de las Terciarias Franciscanas de Ischia di Castro. Al vestir el hábito religioso tomó el nombre de sor María Magdalena de la Encarnación.  El 19 de febrero de 1789, jueves de carnaval, en el refectorio vio a "Jesús como en un trono de gracia en el Santísimo Sacramento, rodeado de vírgenes que lo adoraban" y oyó una voz que le decía: "Te he elegido para instituir la obra de las Adoratrices Perpetuas, que día y noche me ofrecerán su humilde adoración para reparar las ofensas y las ingratitudes de la humanidad e impetrar gracias y ayudas de mi divina misericordia". Aquel día se convirtió para ella en el "día de la luz".  El 20 de abril de 1802 fue elegida abadesa, cargo que ocupó hasta 1807, cuando, siguiendo la voluntad de Dios que deseaba un nuevo instituto —y escritas las Constituciones—, se trasladó a Roma, con algunas hermanas y la bendición de Pío VII, para fundar el primer monasterio de las Adoratrices Perpetuas del Santísimo Sacramento, en el convento de San Joaquín y Santa Ana, en Quattro Fontane. La fundación tuvo lugar el 8 de julio de 1807. Por iniciativa suya la iglesia se abrió a la adoración de los fieles laicos.  Gracias a su unión con Dios cada vez más íntima, a su gran espíritu de fe y a su intensa oración en tiempos muy difíciles, por la invasión de los franceses después de la Revolución, logró realizar muchas obras, en beneficio del monasterio y también de muchas personas que recurrían a ella.  La madre María Magdalena profetizó al Papa Pío VII la deportación a Francia: "Pero no tenga miedo; nadie le podrá perjudicar y volverá glorioso a Roma". También llegó la cruz para las Adoratrices, en forma de supresión del instituto; y ella fue exiliada a Florencia.  Caído el régimen napoleónico, en el año 1814 la madre volvió a Roma con algunas jóvenes florentinas y el 18 de septiembre de 1817 vistió el nuevo hábito religioso, que había visto en visión el "día de la luz": sayo blanco y escapulario rojo, símbolos del candor virginal y del amor a Jesús crucificado y eucarístico.  El 10 de marzo de 1818 la Santa Sede reconoció oficialmente la congregación, que la madre María Magdalena puso bajo el patrocinio de la Virgen de los Dolores.  Murió el 29 de noviembre de 1824 en Roma, donde reposan sus restos.  El instituto cuenta hoy con más de noventa monasterios esparcidos por todo el mundo.
El milagro para su beatificación
El milagro comprobado, y por el que S.S. Benedicto XVI la declarara beata el 3 de mayo de 2008, fue la sanación de Juan de Dios Rodríguez Madrid, un sinaloense de 60 años, que el 2 de julio de 1994 tuvo un accidente. El iba sentado en la parte trasera de una camioneta que corría a gran velocidad, al dar el vehículo una curva él cayo a tierra golpeándose fuertemente la cabeza contra el pavimento. Llegó inconsciente al hospital. El 3 de julio a la 01:40 horas fue preso de fuertes convulsiones, las que provocaron que cayera de la camilla del tomógrafo; golpeándose nuevamente la cabeza lo que empeoró la situación. Los exámenes que se le realizaron pusieron en evidencia una fractura linear fronto-parietal, hemorragia subaracnoidea, edema cerebral difuso y hematoma laminar sottodurale occipital. Los médicos que lo atendieron manifestaron un pronóstico desfavorable, temían por su vida y por los trastornos neurológicos secundarios al grave trauma cráneo encefálico. La madre María Eugenia Monárrez Madrid, sobrina de Juan de Dios, monja Adoratriz Perpetua del Santísimo Sacramento, avisada del accidente, invitó a la comunidad y a su familia a rogar a la Madre María Magdalena de la Encarnación, y se inició una novena. La mañana del lunes 4 de julio se le permitió a María Eugenia visitar al enfermo y el médico que lo asistía en el departamento de Terapia Intensiva le confirmó la gravedad de la situación. Con toda su fe, María Eugenia pone una reliquia sobre la cabeza de su tío, invoca la gracia de la curación por intercesión de la Madre y el 6 de julio, tercer día de la Novena, a las 13:35 horas, en presencia de los doctores Marenco y Rivera, inesperadamente el enfermo mueve las extremidades, trata verbalmente con los presentes que le asisten, se levanta solo del lecho y sin apoyo, camina. Los médicos afirmaron que la evolución de la mejoría fue inesperada, rápida e impresionante, para la cual no tienen explicación, pues de un caso así, quien sobrevive, queda paralizado.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

• Bernardo Francisco de Hoyos, Beato
Noviembre 29 Sacerdote Jesuíta,

Bernardo Francisco de Hoyos, Beato

Bernardo Francisco de Hoyos, Beato

Apóstol del Corazón de Jesús en España

Presbítero jesuita, primer y principal apóstol en España de la devoción al Sagrado Corazón de Jesús ( 1735)
Fecha de beatificación: 18 de abril de 2010, siendo Papa S.S. Benedicto XVI.

Nació en Torrelobatón (España) en 1711. Su padre don Manuel de Hoyos era secretario del ayuntamiento de Torrelobatón, pero su familia era originaria de Hoyos. Su madre doña Francisca de Seña, nació en Medina del Campo. El niño fue bautizado a los 16 días con el nombre de Bernardo por deseo de sus padres (nació un 20 de agosto, memoria litúrgica de San Bernardo deClaraval), y también con el nombre de Francisco, a propuesta del Párroco de la Iglesia de Santa María de Torrelobatón donde fue bautizado, poniendo al niño bajo la protección de San Francisco Javier.A los 9 años Bernardo recibió la confirmación en Torrelobatón, a los 10 años fue a estudiar en el colegio de los Jesuitas de Medina del Campo, y a los 11 años al colegio de los Jesuitas de Villa García de Campos. A los 14 años, con el permiso de su familia, fue admitido en el noviciado de los Jesuitas en Villa García de Campos.
Terminó el noviciado con casi 17 años, y emitió los votos simples perpetuos. Desde los 17 hasta los 20 años, Bernardo estudió filosofía en el colegio de los santos Pedro y Pablo en Medina del Campo. A los 20 años Bernardo comenzó los estudios de teología en el colegio de San Ambrosio de Valladolid. Cuando Bernardo tenía 13 años, murió su padre don Manuel de Hoyos. Este es un fragmento del testamento de don Manuel: "A mis hijos recomiendo que sean temerosos de Dios y de la propia conciencia, obrando y procediendo bien según sus obligaciones, porque así merecerán el mayor alivio y, sobre todo, el agrado de la misericordia de su Majestad que les guiará y les iluminará para su santo servicio y para permanecer en él hasta la muerte, guardando obediencia, respeto y veneración a su madre, abuelo, tío, y todas las otras personas, a fin de que consigan en esta vida el afecto de todos y en la otra el eterno descanso". Sobre su madre doña Francisca, podemos leer estas palabras: "crió a Bernardo su madre doña Francisca con especial esmero y cuidado, diciendo algunas veces que tendría gravísimo escrúpulo del menor descuido, porque si perdía aquel hijo, la daba a conocer el cielo, que le quitaba un santo grande". En el siguiente fragmento, se indica como era el joven Bernardo de Hoyos en el colegio: "era muy puntual a las confesiones y comuniones, que los estudiantes de nuestras aulas de gramática practican todos los meses, y recibía con suma docilidad los buenos consejos de sus maestros, cuando exhortaban a sus discípulos a la devoción a María Santísima, a la frecuencia de los sacramentos, a evitar toda culpa aunque fuese venial, y a los demás ejercicios virtuosos que inspiran los maestros a sus discípulos al tiempo mismo que les enseñan las letras".
VOTOS SIMPLES PERPETUOS
Cuando pronunció la fórmula de los votos simples perpetuos, con casi 17 años, escribe el mismo Bernardo lo que sintió en ese momento: “Al empezar a leer la fórmula de los votos ví en la sagrada eucaristía al mismo Jesucristo, que me oía, como juez en su trono, muy afable. Quedé al principio como fuera de mí, al ver tan gran Majestad, mas no fue tanto, que se conociese en lo exterior. Vile venir, y entrar en mi dichosa boca: causó mayor reverencia amorosa, y amor reverente, al verle entrar y estar en mi lengua. Después que pasó la Sagrada Forma, me dijo el Señor estas palabras intelectuales: “desde hoy me uno más estrechamente contigo por el amor que te tengo ". Contexto histórico durante la vida de Bernardo de Hoyos durante toda la vida de Bernardo de Hoyos reinaba en España y en la América Española el rey Felipe V, de la familia Borbón, que era nieto del rey de Francia Luis XIV. En Francia, la devoción al Sagrado Corazón de Jesús se había extendido mucho con los escritos de Santa Margarita María de Alacoque, y su confesor, san Claudio de la Colombière. Sobre la importancia de la consagración al Sagrado Corazón de Jesús, escribe Santa Margarita María de Alacoque: “... cuando nos hemos consagrado y dedicado por completo a este Corazón adorable, para honrarle y amarle con todos nuestros medios, abandonándose del todo a él, él se cuida de nosotros y nos hace arribar al puerto de salvación, a pesar de las borrascas ".
NADA SABIA DEL CULTO AL CORAZÓN DE JESÚS
De esta etapa de su vida, recogemos un hecho importante. En 1733, cuando Bernardo tenía 21 años y era estudiante de teología en el colegio de San Ambrosio de Valladolid, recibió una carta de su amigo Agustín Cadaveraz que era sacerdote y profesor de gramática en Bilbao. A Agustín le habían pedido un sermón para la octava de Corpus, y recordaba Agustín que en Valladolid había leído un libro escrito en latín cuyo título era ´de cultu Sacratissimi Cordis Iesu´, del P. José de Gallifet, sobre la devoción al Corazón de Jesús. Para preparar el sermón, Agustín le pedía a Bernardo que copiase determinados fragmentos de ese libro y que se los enviase. Bernardo tomó el libro de la biblioteca y lo llevó a su habitación para copiar los párrafos pedidos.
HABLA DIOS
Esto es lo que relata Bernardo: "Yo que no había oído jamás tal cosa, empecé a leer el origen del culto del Corazón de nuestro amor Jesús, y sentí en mi espíritu un extraordinario movimiento fuerte, suave y nada arrebatado ni impetuoso, con el cual me fui luego al punto delante del Señor Sacramentado a ofrecerme a su Corazón para cooperar cuanto pudiese a lo menos con oraciones a la extensión de su culto". "No pude echar de mí este pensamiento hasta que, adorando la mañana siguiente al Señor en la Hostia Consagrada, me dijo clara y distintamente que quería por mi medio extender el culto de su Corazón Sacrosanto, para comunicar a muchos sus dones por su corazón adorado y reverenciado, y entendí que había sido disposición suya especial que mi hermano el P. Agustín de Cardaveraz me hubiese hecho el encargo para arrojar con esa ocasión en mi corazón estas inteligencias. Yo, envuelto en confusión renové la oferta del día antes, aunque quedé algo turbado, viendo la improporción del instrumento y no ver medio para ello". "Todo el día anduve en notables afectos al Corazón de Jesús, y ayer estando en oración, me hizo el Señor un favor muy semejante al que hizo a la primera fundadora de este culto, que fue una hija de nuestro santo director, San Francisco de Sales, la venerable madre Margarita Alacoque, y lo trae el mismo autor en su vida: “mostróme su Corazón todo abrasado en amor, y condolido de lo poco que se le ama. Repitióme la elección que había hecho de este su indigno siervo para adelantar su culto, y sosegó aquel generillo de turbación que dije, dándome a entender que yo dejase obrar a su providencia, que ella me guiaría, que todo lo tratase con el P. Juan de Loyola que sería de singular agrado suyo, que esta provincia de su compañía tuviese el oficio y celebrase la fiesta de su Corazón, como se celebra en tan innumerables partes”. “El domingo pasado (dice) inmediato a la fiesta de nuestro San Miguel, después de comulgar, sentí a mi lado a este santo Arcángel que me dijo cómo extender el culto del Corazón de Jesús por toda España, y más universalmente por toda la Iglesia, aunque llegará día en que suceda, ha de tener gravísimas dificultades, pero que se vencerán, que él, como Príncipe de la Iglesia, asistirá a esta empresa; que en lo que el Señor quiere se extienda por nuestro medio, también ocurrirán dificultades, pero que experimentaremos su asistencia". "Después de esto quedé un poco recogido, cuando por una admirable visión imaginaria, se me mostró aquel divino Corazón de Jesús todo arrojando llamas de amor, de suerte que parecía un incendio de fuego abrasador de otra especie que este material". "Agradecióme el aliento con que le ofrecí hasta la última gota de mi sangre en gloria de su Corazón, y para que yo experimentase cuán de su agrado es esta oferta, por lo mucho que se complacía en los deseos solos, que yo tenía de extender por el mundo, cerró y cubrió mi corazón miserable dentro del suyo, donde por visión intelectual admirable vi los tesoros y riquezas del Padre depositadas en aquel sagrario, el deseo y como ímpetu que padecía su corazón por comunicarlas a los hombres, el agrado en que aprecien aquel Corazón, conducto soberano de las aguas de la vida, con otras inteligencias maravillosas en que por modo más especial entendí lo que San Miguel me había dicho. Pues las dulzuras, los gozos, suavidades y celestiales delicias que allí inundaron mi pobre corazón sumergido en aquel océano de fuego de amor, sólo el mismo Jesús lo sabe, que yo no"."Desde este punto he andado absorto, y anegado en este Divino Corazón; al comer, al dormir, al hablar, al estudiar y en todas partes parece que no palpa mi alma otra cosa que el Corazón de su Amado, y cuando estoy delante del Señor Sacramentado, aquí es donde se desatan los raudales de sus deliciosísimos favores, y como este culto mira al Corazón Sacramentado, como a su objeto, aquí logra de lleno sus ansias amorosas”. "Dióseme a entender que no se me daban a gustar las riquezas de este Corazón para mi sólo, sino para que por mi las gustasen otros. Pedí a toda la Santísima Trinidad la consecución de nuestros deseos, y pidiendo esta fiesta en especialidad para España, en que ni aun memoria parece hay de ella, me dijo Jesús: “reinaré en España, y con más veneración que en otras muchas partes’ “yo no salgo del Corazón Sagrado; allí me encontrará v. r. (Bernardo escribe al P. Juan de Loyola); quiere este Divino Dueño que yo sea discípulo del Corazón Sagrado de Jesús, y discípulo amado: así la obra de Bernardo de Hoyos. En sus pocos años de vida escribió varios centenares de cartas principalmente a su director espiritual, el p. Juan de Loyola, con el fin de difundir por toda España la devoción al Sagrado Corazón de Jesús, entre ellos: escritos espirituales, apuntes y sermones.
EL REINADO DEL SAGRADO CORAZÓN
En una carta del día 28 de octubre de 1733, Bernardo de Hoyos decía: en la acción de gracias después de haber comulgado "pedí la extensión del reino del mismo Corazón Sagrado en España, y entendí que se me otorgaba. y con el gozo dulcísimo que me causó esta noticia quedó el alma como sepultada en el Corazón Divino, en aquel paso que llaman sepultura. Muchas y repetidas veces he sentido estos asaltos de amor en estos días, dilatándose tanto en deseos mi pobre corazón que piensa extender en el nuevo mundo el amor de su amado Corazón de Jesús, y todo el universo se le hace poco".
La principal fuente para conocer estos escritos de Bernardo es el libro "vida del angelical joven P. Bernardo Francisco de Hoyos de la Compañía de Jesús" escrito por Juan de Loyola. Dice el propio p. Loyola: “Todos estos papeles han estado a mi vista al tiempo de escribir esta historia; y todos están hoy en este colegio de nuestro S. Ignacio de Valladolid, noticia que puede satisfacer a cualquiera que dudase de algún hecho particular de lo que escribo”.
BERNARDO CONSAGRADO SACERDOTE
A los 23 años le correspondía a Bernardo comenzar el cuarto curso de teología, y aunque no tenía edad para ordenarse, sus superiores pidieron dispensa para que pudiese hacerlo durante ese curso, y con esta dispensa pudo ordenarse de diácono. Poco después se ordenó de Presbítero, y unos días después celebró la primera misa en el colegio de san Ignacio de Valladolid. A los 24 años, pocos meses después de haber sido ordenado sacerdote, enfermó de tifus y falleció, habiendo recibido el viático y la santa unción.
CAUSA DEL PADRE HOYOS
En 1961 fue aprobada la investigación histórica o positio, y el 12 de enero de 1996 el papa Juan Pablo II leyó el decreto que declaraba heroicas las virtudes del desde entonces venerable Padre Hoyos.  En lo que respecta a la Causa del Padre Hoyos, en marzo de 2008 "... la Consulta Médica de la Congregación para las Causas de los Santos ha reconocido por unanimidad que el caso de la curación de María de las Mercedes Cabezas no puede ser explicado en base a los datos de la ciencia médica". Nos encontramos ante una "curación instantánea, completa y duradera, científicamente inexplicable". Mercedes Cabezas Terrero, de 23 años, hija de labradores de San Cristóbal de la Cuesta (Salamanca), tenía una tumoración de grandes proporciones, y quedó curada instantáneamente el 23 de Abril de 1936, después de rezar una novena y de pedir con frecuencia la intercesión del P. Bernardo de Hoyos para su curación. Cumplidos así todos los requisitos, el 16 de enero de 2009 el papa Benedicto XVI firmó el decreto que reconocía el citado milagro y admitía la beatificación, que, siguiendo los procedimientos en vigor, se celebró en la Archidiócesis de Valladolid, donde se promovió la causa, el 18 de abril de 2010, en el paseo Central del Campo Grande de Valladolid, y fue presidida por Mons. Angelo Amato, prefecto de la Congregación para las Causas de los Santos, como representante pontificio. Para conocer más sobre el Beato Bernardo de Hoyos se puede leer la Biografía escrita por su Director espiritual el P. Juan de Loyola S.J. poco después de la muerte de Bernardo en 1735. También se puede consultar el sitio web oficial por la canonización del Beato Bernardo de Hoyos.

 

93198 > Beato Anselmo Simon Colomina Sacerdote gesuita, martire MR
90687 >
San Bernardo di Nazareth Vescovo 
79850 >
Santi Demetrio e Biagio di Veroli Martire
79750 >
Beati Dionigi (Dionisio) della Natività (Pietro Berthelot) e Redento della Croce (Tommaso Rodriguez) Martiri  MR
79760 >
Beato Edoardo Burden Martire MR
79800 >
San Fedele di Merida Vescovo 
79710 >
San Filomeno di Ancira Martire  MR
79825 >
San Francesco Antonio Fasani  MR
79730 >
San Giacomo di Osroena  MR
79770 >
Beati Giorgio Errington, Guglielmo Gibson e Guglielmo Knight Martiri  MR
79720 >
Sant' Illuminata Venerata a Todi MR
91249 >
Beata Maria Maddalena dell'Incarnazione (Caterina Sordini) Fondatrice 
94791 >
Beato Pietro Andador Mercedario 
79740 >
San Radbodo di Utrecht Vescovo  MR
91140 >
San Saturnino di Cartagine Martire  MR
79700 >
San Saturnino di Tolosa Vescovo e martire  MR
92673 >
Santi Tiridate III, Askhen e Khosrovidukht Famiglia reale armena 

 

 

www.santiebeati.it  -  www.es.catholic. – www.jesuitas.pt (livro Santos de cada dia)

 

António Fonseca

domingo, 28 de novembro de 2010

Nº 1200 - 28 DE NOVEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

SANTA CATARINA LABOURÉ

Religiosa (1806-1876)

Catalina Labouré, Santa

Catalina Labouré, Santa

Religiosa

Numa família profundamente cristã de remediados lavradores da Borgonha, em França, nasceu, a 2 de Maio de 1806, Catarina Labouré. Era a nona filha com que Deus abençoava seus virtuosos pais. Depois dela floriram naquele jardim mais dois rebentos ainda. É quase sempre no seio das famílias numerosas que irrompem os grandes homens e os grandes santos. Aos 9 anos e meio perdeu a mãe. Depois de passar algum tempo à sombra dos tios, regressou novamente ao regaço familiar. Os irmãos mais velhos iam debandando. Sobre ela recaíam agora as canseiras domésticas. Sem sombra de exagero, pode dizer-se que o curso da vida e dos anos não embaciou a sua pureza, modéstia e simplicidade. Às repetidas pretensões de casamento opôs sempre forte resistência porque – dizia ela – desde há muito tempo estava desposada com Jesus. Consagrar-se a Deus na vida religiosa era a sua mais ardente aspiração. Desejava seguir os passos de sua irmã mais velha. religiosa nas Irmãs da Caridade. O pai não queria de maneira nenhuma consentir. apesar de Catarina ter já ultrapassado a maior idade. Para obrigar a que ela se distraísse, mandou-a para casa dum seu irmão, que mantinha um restaurante de operários, num bairro suburbano de Paris. Aí devia arejar e esquecer todos os intuitos da vida religiosa. O trato forçado e contínuo com os clientes, gente rude de sentimentos, tornava-se para ela verdadeiro martírio. Condoída da sua sorte, uma cunhada, diretora dum colegiozinho em Chatillon, frequentado pelas raparigas da aristocracia local, convidou-a para junto de si. O novo contacto com as Irmãs da Caridade, que moravam perto. reacendeu-lhe o desejo de as imitar. O pai, por fim, consente. Em sinal de relutância, não lhe deu o dote, que teve de ser posto pela cunhada.

 

Catalina Labouré, Santa

Catalina Labouré, Santa

 

Na casa local das Irmãs da Caridade, aos 24 anos de idade, a 22 de Janeiro de 1830, enceta o postulado, aperfeiçoando-se na cultura e na piedade. Meses depois, parte para Paris a iniciar o noviciado na Rua du Bac. Entra naquela casa durante a solene novena que precederia a transladação das relíquias de S. Vicente de Paulo. Desde logo se lhe depararam visões do coração o santo Fundador, cheias de simbolismo. Nosso Senhor mostra-Se-lhe frequentemente através das espécies  eucarísticas.  Estes favores preludiavam graças mais extraordinárias. Na noite de 17 para 18 de Julho de 1830, pouco tempo após o começo do Noviciado, às 11 e meia da noite, estando a dormir, sente uma voz que a chama. Acorda, levanta a cortina. Vê uma criança, vestida de branco, aparentando quatro ou cinco anos de idade, que lhe diz: «Vem à capela, Nossa senhora, espera-te». A  humilde religiosa receia que deem conta. O pequeno mensageiro tranquiliza-a: «Sossega. São 11 e meia. Estão todos a dormir profundamente. Fico à tua espera». Acompanhada daquela criança, que supõe ser o seu Anjo da Guarda, entra na capela, profusamente iluminada. Após demora um pouco longa, ouve estas palavras do Anjo: «Eis a Santíssima Virgem: ei-la». Logo sentiu um ruído como o de roçagar dum vestido de seda. Era Nossa Senhora. Vindo do lado da tribuna, senta-se na cadeira do diretor das Filhas da Caridade, ao lado do Evangelho, junto do altar. Catarina aproxima-se, ajoelha, põe as mãos sobre os joelhos da celestial visitante, que se inclina para ela com afabilidade e doçura. Começa entre ambas um íntimo e familiar colóquio que se prolonga por cerca de duas horas. A branca Senhora comunica-lhe que Deus a destina para uma missão especial. Há-de sofrer muito para a tornar conhecida. Não receie. A graça de Deus não a abandonará. Deve manifestar tudo ao confessor, que será o seu auxiliar em tão divina empresa. Descerrando-lhe o véu do futuro, prognostica-lhe as desgraças que daí a 40 anos cairiam sobre a França. Todas elas se vieram a realizar no tempo prefixado, em 1870, durante o cerco de Paris e a Comuna. Finalmente, como mãe solícita pelo bem dos seus filhos , aponta-lhe alguns pequenos abusos , ocasionalmente intrometidos em ambas as famílias de S. Vicente de Paulo, aos quais era preciso pôr emenda. para isso havia de se valer do seu confessor, que brevemente ascenderia a postos importantes na Congregação. Na verdade, dentro em pouco o Padre Aladel foi nomeado assistente da Congregação da Missão e diretor das Irmãs da Caridade. Ambas as famílias de S. Vicente de Paulo haviam de se espalhar por todo o orbe de modo extraordinário. «Minha filha, Deus quer encarregar-te duma missão», tinha-lhe dito a Celestial Visitante. para lha manifestar, apareceu-lhe novamente, a 27 de Novembro de 1830, às 5 e meia da tarde, enquanto a humilde religiosa se encontrava em oração na capela. Já referimos esta visão ontem, ao tratar de Nossa Senhora das Graças ou da Medalha Milagrosa. A Santíssima Virgem apareceu-lhe ainda uma terceira vez para insistir nos mesmos pedidos e apresentar um modelo da medalha de Nossa Senhora das Graças. No fim, concluiu: «Minha filha, doravante não me tornarás a ver, mas hás-de ouvir a minha voz nas tuas orações».Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

BEATO GRÁZIA DE CÁTTARO

Religioso (1438-1509)

Era pescador de Cáttaro, na Dalmácia (antiga Jugoslávia). Nascido pelo ano de 1438, levava vida muito regrada quando se converteu à vida perfeita, tendo cerca de trinta anos. Foi conquistado por um sermão dum religioso agostinho, o Padre Simão de Camerino que pregava numa igreja de Veneza. Entrou na Ordem donde lhe viera este apelo e ingressou como converso agostinho em Monte Ortona, perto de Pádua, numa casa pouco antes fundada pelo mesmo Padre Simão para uma estreita observância. Trabalhou sobretudo nos jardins. Foi transferido para Veneza, para um antigo mosteiro camaldulense, S. Cristóvão da Paz. Conta-se que, graças ao Beato Grázia , num Verão sequíssimo, um poço bastou para todas as carências da comunidade e para os trabalhos de restauro da igreja. Morreu pelo ano de 1509, ajoelhado num ímpeto de energia para honrar o sacramento da Eucaristia. O culto de Grázia foi confirmado em 1889 para os Agostinhos e para CáttaroDo livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

 

S. TIAGO (ou SANTIAGO) DA MARCA

Religioso (1391-1476)


Santiago de la Marca, Santo

Santiago de la Marca, Santo

Pregador incansável

Terá nascido em 1391, numa aldeia de Marca de Ancona, Itália. Recebeu no baptismo o nome de Domingos. Depois de aprender os primeiros rudimentos do latim em Ofído, e as humanidades em Áscoli, estudou direito civil na Universidade de Perusa, então muito florescente. Tendo morrido seu pai e sua mãe, fez-se preceptor dos filhos dum homem rico da mesma cidade, com o qual passou a Florença, a fim de o auxiliar na administração dum cargo de magistratura. Neste emprego reconheceu a iniquidade do mundo, tomando a resolução de se retirar para um convento. Seu primeiro pensamento foi entrar para os Cartuxos: mas numa viagem que fez a Babiena, na Toscana, ficou de tal modo edificado com as conversações frequentes que teve com os franciscanos, que resolveu abraçar o seu instituto. recebeu o hábito, tomando o nome de Tiago, no convento de Nossa Senhora dos Anjos, perto de Assis, onde, pouco tempo depois, fez profissão. Tinha vinte e um anos. Sabendo quanto o tempo é precioso, procurava não perder um único instante. Ordinariamente, apenas dormia três horas; passava o resto da noite na meditação das coisas celestes. Nunca comia carne, jejuava inviolavelmente as sete quaresmas de S. Francisco. Todos os dias se disciplinava com rigor. Estas penitências arruinaram-lhe a saúde. A única pena que sentia era não poder dedicar-se à pregação, único emprego que desejava na sua Ordem. Para conseguir o que tanto desejava, foi a Nossa Senhora do Loreto, celebrou a Santa Missa e, depois da consagração, a Santíssima Virgem apareceu-lhe a dizer que a sua oração tinha sido ouvida. Começou a pregar com tanto fervor que nunca subia ao púlpito sem tocar os corações mais endurecidos, fazendo muitas conversões miraculosas. Pregando um dia em Milão sobre Santa Madalena, falou tão eloquentemente contra o vício da impureza, que no fim do sermão trinta e seis mulheres infelizes renunciaram ao seu comércio infame e resolveram levar vida penitente. Foi associado a S. João Capistrano para pregar a cruzada entre os Turcos que, tendo-se apoderado de Constantinopla, enchiam de terror toda a cristandade. Foi tal o seu zelo por esta ocasião que se lhe pode atribuir em grande parte o sucesso desta gloriosa empresa. Adquiriu grande império sobre os corações. Em Buda, Hungria, conteve uma furiosa sedição com a sua presença e mostrando o crucifixo ao povo. Os sediciosos, deixando de roubar e de matar, tomaram-no aos ombros e conduziram-no em triunfo por todas as ruas da cidade. Consagrou cerca de treze anos a percorrer as províncias do Norte. Trabalhava com sucesso maravilhoso nos confias da Alemanha na conversão das almas, e preparava-se para ir pregar aos Turcos, com a esperança de encontrar a coroa do martírio, quando recebeu carta de Calisto III que o chamava imediatamente e desempenhou o cargo de Inquisidor geral contra os hereges. Obedeceu imediatamente e desempenhou o cargo com todo o proveito que se desejava. Uma infinidade de pessoas detestaram o seu erro e entraram, no grémio da Igreja. Este zelo apostólico atraiu-lhe grandes perseguições dos hereges. Deus, porém, livrou-o de todos os perigos. Depois de ter percorrido uma parte de Itália, chegou finalmente a Roma, onde foi honrosamente recebido pelo Papa Paulo II, que tinha sucedido a Calisto III e a Pio II. Numa visita que fez ao Cardeal de Savona, que tinha sido Geral da sua Ordem, como lhe falasse num tratado que tinha composto sobre a Conceição de Jesus Cristo, uma imagem da Virgem baixou  a cabeça à vista de todos os assistentes, para testemunhar a verdade de tudo o que tinha escrito sobre este assunto. A reputação dum homem tão santo fez que Fernando I, rei de Nápoles, desejasse possuí-lo nos seus estados. Mandou seu filho, o Duque da Calábria, pedir-lhe que viesse para lá. Recusando-se o santo, a pretexto da sua idade e enfermidades, o monarca recorreu ao papa, que ordenou ao santo que fosse. Partiu imediatamente , sentindo grande alegria em sacrificar a saúde e a vida ao dever de obediência. Quando chegou a Nápoles teve revelação de que aí terminaria os seus dias. Não foi para o convento da Observância da cidade, com receio de lá ser importunado com visitas. Retirou-se a um mosteiro, situado fora de Nápoles, onde esperava encontrar mais solidão. Somente saía para ir trabalhar na salvação das almas por meio da pregação e outras funções evangélicas. fez muitos  milagres no reino de Nápoles. Por fim, tendo de idade oitenta e cinco anos, foi violentamente atacado por uma doença. Depois de ter sofrido durante alguns dias as mais agudas dores com uma paciência invencível, e de ter recebido os Sacramentos com todo o fervor, perdeu de repente as forças em transportes de amor, em virtude dos quais parecia que o seu corpo queria voar para o Céu. Foi no meio destes transportes que entregou a sua alma a Deus, no dia 28 de Novembro de 1476. Foi canonizado em 1726 pelo papa Bento XIII. Do livro Santos de cada Dia, de www.jesduitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

 

• Fausta Romana, Santa
Novembro 28 Mãe do século I,

Novembro 28

Etimologicamente significa “ feliz”. Vem da língua latina.
El Señor dice: “Mirad que voy a crear un cielo nuevo y una tierra nueva. Habrá gozo perpetuo por lo que voy a crear. Voy a hacer de mi pueblo una tierra de alegría”.
Fausta fue un madre en el siglo I. Existe una carta de aquellos años en la que se dice:"Aunque mi padre sea pagano, mi madre es siempre fiel y casta. Me ha hecho cristiana desde la cuna". El nombre de su hijo era Crisógono.
Había ya en los primeros años del cristianismo personas con esta reciedumbre y fortaleza. Pertenece, sin duda, a lo que dice el Señor: Era de una tierra nueva y de un nuevo cielo. Para los apologistas, la difusión del cristianismo constituyó por sí mismo un verdadero milagro. Este milagro hubiera bastado para probar la divinidad de Cristo. La misma conversión de la gente era un camino seguro de santidad. Por eso, los cristianos de la primera hornada se llamaban “santos”. Anastasia hablaba muy bien en su “Pasión” o teatro medieval para ensalzar y el conocimiento de los santos, de la madre Fausta como una verdadera cristiana que educó en la verdad y la santidad a su hija.
Cuando en la familia florece la flor del creyente auténtico, se debe, en parte, a unos buenos padres que, además de alimentarlos y educarlos, no descuidan nunca el valor religioso. Si hoy existe tanto despiste y falta de sentido en alguna juventud, se debe a que lo cristiano está aparcado para actos oficiales de bautizo, primera comunión, boda y funerales.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

• Nerea de Tolomei, Santa
Novembro 28 Monja,

Etimologicamente significa “a que me pertence”. Vem da língua vasca.
Disse Pedro: “Não devolvais mal por mal, nem insulto por insulto. Ao contrário, bendizei, pois haveis sido chamados a herdar uma bênção”.
Nerea fue una monja del siglo XIII. Puede llamársele la hermana de santa Catalina, nacida, sin embargo, un siglo después. Nerea ou Nera pertenecía a una familia importante en la ciudad, ña de los Tolomeos.
Nació en el 1300 y también nació su hermano san Bernardo, fundador de la Orden del Monte de los Olivos. Fue una mística de altos vuelos. Tenía cuanto se podía soñar en este mundo, desde placeres hasta el poder que tanto fascina a la gente. En el silencio de su alma hizo voto de virginidad perpetua. Los padres, como era natural, querían casarla a toda costa. Ella se fabricó una especie de celda en el palacio en donde residía con vistas a iglesia.
Hablaba con el amigo Jesús y la guardiana pensaba – con toda razón – que era muy distinta a las demás. Tenía visiones celestiales y sobrenaturales, un don que Dios concede a almas especiales. Ella aguantaba en su prisión personal toda clase de sufrimientos que no nada en comparación con los bienes dela eternidad, su gran aspiración. Una vez fueron lo padres a verla. Coincidió que estaba en éxtasis y hablando con Jesús. Tenía la frente iluminada de gran luz y fulgor. Y desde entonces, la dejaron libre para hacerse mona terciaria dominica.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
“Quem discute com um ébrio, luta com um ausente” (Siro).

• Luis Camos Gorriz, Beato
Novembro 28 Pai de família e Mártir,

Luis Camos Gorriz, Beato

Luis Camos Gorriz, Beato

Nasceu em Valência em 30 de junho de 1905. Após estudar os primeiros ensinamentos e a média no colégio de São José que dirigiam os padres jesuitas, fez as licenciaturas em Direito e Filosofia e Letras na Universidade de Valência (em simultâneo) e doutorou-se em Leis na Universidade Central de Madrid. Durante estes anos de estudante, realizou distintas viagens pela Europa acompanhando o servo de Deus Ángel Herrera Oria.
Entre los cargos que desempeñó dentro del Apostolado seglar en sus 31 años de vida, destaca el de Secretario y Presidente de la Federación de Estudiantes Católicos de Valencia; miembro de la Junta Suprema de Confederación Nacional de Estudiantes Católicos; Presidente de la Congregación de la Inmaculada y San Luis Gonzaga de Valencia, Secretario del Centro de Valencia de la Asociación Católica de Propagandistas y finalmente, Secretario General de la misma.
En 1933 contrajo matrimonio con Carmen de Arteche, con la que se trasladó a vivir a Madrid. Fallecida su esposa, la Guerra Civil le sorprendió en la localidad valenciana de Torrente, donde vivía su padre, registrador de la Propiedad. Aunque los primeros meses de la contienda transcurrieron con cierta tranquilidad, el 28 de noviembre fue detenido por un grupo de personas armadas y tras ser interrogado, fue conducido al picadero de Paterna, donde lo fusilaron.
El día 11 de marzo de 2001 el Papa Juan Pablo II lo elevó a los altares, en la que ha sido la mayor ceremonia de beatificación de la historia: 233 mártires de la Guerra Civil española fueron declarados beatos. Entre ellos, sacerdotes, religiosos y seglares pertenecientes a distintos movimientos y asociaciones laicales.
Para ver mais sobre os 233 mártires em Valência, Espanha faz "click" AQUI

• Nossa Senhora das Dores de Kibeho (Ruanda)
Novembro 28 Invocação Mariana,

Nuestra Señora de los Dolores de Kibeho (Ruanda)

Nuestra Señora de los Dolores de Kibeho (Ruanda)

APARIÇÕES EM KIBEHO, (RWANDA, AFRICA) 1981-1989
Mãe do Verbo

As aparições começaram em 28 de Novembro de 1981. Anteciparam o genocídio que ocorreu em 1994. Esta aparição foi aprovada formalmente em 2001.
As 3 videntes
A primeira a ter as aparições foi Alphonsine Mumureke, de 16 anos. Estas ocorriam na escola e os mestres e estudantes não acreditavam e muitos se riram disso. Mas mais tarde outras duas meninas começaram a ver também a Virgem. Alphonsine foi filmada durante algumas aparições. Um doutor da comissão de investigação da Igreja examinou a jovem durante a aparição.
A segunda jovem foi Nathalie Mukamazimpaka, 17 anos, que começou a ver a Virgem em Janeiro 1982. Viu a Virgem quase
2 anos.
A terceira foi Marie Claire Mukamgango, de 21 anos. Viu a Virgem de março a setembro de 1982. Antes não acreditava nas aparições. A Virgem lhe deu a missão de difundir o Rosário das Sete Dores de María. (Ela morreu no massacre que relataremos depois).
Outros quatro jovens videntes não foram incluídos na aprovação eclesiástica
Quatro jovens de Kibeho disseram que também viam a Virgem em diferentes ocasiões, mas só receberam aprovação oficial as aparições aos três acima mencionados.
Entre as raparigas que disseram ter visto a Virgem havia uma jovem muçulmana que se converteu e batizou. Também um jovem pagão chamado Sagstashe, que depois das aparições se converteu tomando o nome Emmanuel. A Emmanuel, Jesús lhe apareceu no campo em julho de 1982 e ensinou-lhe o Pai Nosso e o catecismo. Ele nunca antes das aparições havia estado numa igreja.
As aparições terminaram para seis dos videntes em 1983 e só Alphonsine continuou tendo aparições, uma vez no ano em 28 de novembro. A última foi em 1989.
Para ver mais sobre as mensagens da Virgem em Kibeho faz "click" AQUI

• Estevão o Jovem, Santo
Novembro 28 Mártir,

Esteban el Joven, Santo

Esteban el Joven, Santo

Santo Estevão o jovem foi, antes de nascer, oferecido ao Senhor por seus pais.
Ele próprio se consagrou ao serviço de Deus abraçando a vida religiosa o mais cedo que pôde.
Pediu uma habitação sem tecto, a fim de estar exposto a todas as inclemências da intempérie.
Constantino Coprónimo lhe proibiu que honrasse as imagens dos santos, mas lhe respondeu o santo que estava disposto a morrer antes que cumprir sua proibição.
Esta generosa resposta lhe mereceu a corona do martírio, no ano 764.

 

79530 > Sant' Andrea Tran Van Trong Martire  MR
79650 >
Santa Fausta Romana Vedova 
35550 >
San Giacomo della Marca Religioso e sacerdote  MR
93346 >
Beato Giacomo Thompson Sacerdote e martire  MR
79540 >
Beati Giovanni Gesù (Mariano) Adradas Gonzalo e compagni Martiri  MR
93014 >
Sant’ Irenarco Martire  MR
93200 >
Beato Luigi Campos Gorriz Padre di famiglia, martire  MR
91937 >
Nostra Signora del Dolore di Kibeho (Rwanda) 
79520 >
Santi Papiniano di Vita, Mansueto di Uruci e compagni Martiri  MR
90452 >
San Sostene Discepolo di Paolo
92321 >
Santo Stefano il Giovane Monaco orientale, martire  MR
93222 >
Santa Teodora di Rossano Badessa  MR

 

 

www.santiebeati.itwww.es.catholic. – www.jesuitas.pt, (livro Santos de Cada Dia)

 

António Fonseca