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domingo, 31 de janeiro de 2010

SANTOS DO MÊS DE JANEIRO (De 1 a 31)

Nota: Caros Amigos. Abaixo descrimino o índice de publicação das biografias de Santos e Beatos que inseri no meu blogue desde 1 a 31 do corrente mês de Janeiro. Se desejarem saber mais acerca das mesmas poderão clicar nos nomes assinalados e/ou ir directamente ao site de www.es.catholic.net/santoral para consultar os originais das mesmas, ou ainda procurarem no dia respectivo no meu blogue, onde praticamente a maioria dos biografados foi traduzida de espanhol para português por mim próprio. E digo a maioria porque há algumas dessas biografias que por serem muito extensas não foram traduzidas na sua totalidade.
Em alguns dias (muitos) aparecem Outros Santos e Beatos, que têm uma biografia muito reduzida ou até nenhuma, mas mesmo assim eu resolvi efectuar a indicação que obtive através do referido site.
Obrigado pela atenção e – desculpem qualquer coisinha…. António Fonseca
índice da publicação das vidas de santos e beatos,
correspondentes ao mês de Janeiro
Dia 1
María, Madre de Dios, Santa Primeira festa mariana que apareceu na Igreja ocidental. Fulgêncio de Ruspe, Santo Bispo. Telémaco, Santo Mártir. Valentín Paquay, Beato Presbítero.
Dia 2
Dia 3
Dia 4
Dafrosa de Roma, Santa Viúva e Mártir. Ângela de Foligno, Beata Terceira Franciscana. Isabel Ana Bayley Seton, Santa
Fundadora. Cristina de Santa Croce (Oringa Menabuoi), Beata Agostinha. Manuel González García, Beato Bispo e Fundador  José Manuel González García, Beato (Vivências de alguém que o conheceu). Faraildis (Farailda) de Gante, Santa Viúva. Rigoberto de Reims, Santo Bispo. Outros Santos e Beatos: Santos Hermes e Caio, mártires.São Gregório de Langres, bispo. São Ferreol, bispo. São Rigomério, bispo. Beato Tomás Plumtree, presbítero e mártir
Dia 5
Dia 6
Dia 7
Dia 8
Severino, Santo Presbítero. Gúdula, Santa Padroeira de Bruxelas. Eurósia Fabris, Beata Esposa e Mãe. Lorenzo Giustiniani, Santo
Patriarca de Veneza.
Dia 9
Eulógio de Córdoba, Santo Memória Litúrgica. Júlia de la Rena de Certaldo, Beata Reclusa Agostinha.  Adrián (Adriano) de Canterbury, Santo Abade. Alexia (Alicia) le Clerc (María Teresa de Jesús), Beata Virgem e Co-fundadora. Marcelino de Ancona, Santo Bispo. Outros Santos e Beatos : São Felano, abade. Santo Eustrácio “Taumaturgo”, abade. Santo Honorato de Buzançais, laico. Beato António Fatati, bispo. Santas Ágata Yi e Teresa Kim, mártires. Beatos José Pawlowski e Casimiro Grelewski, presbíteros e mártires.
Dia 10
Gonçalo de Amarante, Beato Presbítero Dominicano. Gregório de Nisa, Santo Bispo. Milciades (Melquiades), Santo XXXII Papa. Gregório X, Beato CLXXXIV Papa. Guillermo de Bourges, Santo Abade e Bispo. Agatão, Santo LXXIX Papa.  Aldo, Santo Eremita. Ana dos Ángeles Monteagudo, Beata Dominicana. Gil de Lorenzana (Bernardino di Bello), Beato Eremita Franciscano. Francisca de Sales (Leonia Aviat), Santa Fundadora. María Dolores Rodriguez Sopeña, Beata Fundadora. Pablo de Tebas, Santo Ermitão. Pedro Orseolo (Urséolo), Santo Monge eremita. Outros Santos e Beatos: São Gregório de Nisa, bispo. São João de Jerusalém, bispo. São Petrónio, bispo. São Marciano, presbítero. São Valério, eremita. São Domiciano, bispo. São Arconte, bispo. Beato Benincasa, abade
Dia 11
DIA 12
Benito Biscop, Santo Abade Margarita Bourgeoys, Santa Virgem Fundadora Arcádio de Mauritânia, Santo Mártir Elredo de Rievaulx, Santo Abade António María Pucci, Santo Presbítero Servita Bernardo de Corleone (Filippo Latini), Santo Laico Capuchinho  Pedro Francisco Jamet, Beato Presbítero Nicolás Bunkerd, Beato Sacerdote e Mártir  Outros Santos e Beatos:
Completando o santoral deste dia.Santos Tigrio, presbítero, e Eutrópio, mártires, Santa Cesárea, abadessa,  São Ferreol, bispo  mártir, São Martín de la Santa Cruz, religioso presbítero,  Beato António Fournier, mártir, São Victoriano, abade
Dia 13
Hilário de Poitiers, Santo Bispo e Doutor da Igreja, Remigio de Reims, Santo Bispo, Hildemar, Beato Mártir, Verónica de Binasco, Beata Virgem Agostinha, Godofredo de Cappenberg, Santo Conde e Religioso, Agricio de Tréveris, Santo Bispo,  Kentigerno (Mungo), Santo Bispo e Abade, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, São Pedro, presbítero e mártir,
Santos Gumersindo, presbítero, e Servideo, monge, mártires, Santa Juta ou Iveta, reclusa, Santos Domingo Pham Trong (An) Kham, Lucas (Cai) Thin, seu filho, e José Pham Trong (Cai) Tá, mártires Beato Emílio Szramek, presbítero e mártir, Santos Hermilio e Estratonico, mártires
Dia 14
Félix de Nola, Santo Confessor da fé, Nino (Nina, Cristiana) de Geórgia, Santa Virgem, Dácio de Milão, Santo Bispo, Macrina La Maior, Santa Confessora da fé, Odón de Novara, Beato Monge Cartuxo, Pedro Donders, Beato Presbítero Redentorista, Potito, Santo Mártir Adolescente, Fulgêncio de Écija, Santo Bispo, Odorico de Pordenone, Beato Missionário Franciscano, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, São Glicério, diácono e mártir, Santos Monges de Egipto, monges e mártires
São Fermín, bispo, Santo Eufrásio, bispo
Dia 15
Mauro, Santo Abade, Raquel, Santa Esposa de Jacob, Arnoldo Janssen, Santo Presbítero e Fundador, Nicolás Gross, Beato
Periodista e Mártir, Francisco Fernández de Capillas, Santo Presbítero Dominicano e Mártir,
Dia 16 
Marcelo I, Santo XXX Papa, Honorato de Arles, Santo Bispo, José Vaz, Beato Presbítero, José António Tovini, Beato Mestre Laico, Juana María Condesa Llunch, Beata Virgem Fundadora, Berardo e companheiros, Otón e Pedro, presbíteros Acursio e Aiuto, religiosos Santos Mártires Franciscanos, Ticiano de Oderzo, Santo Bispo: Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia,São Melas, bispo e confessor, São Leobato, abade, Santo Trivério, presbítero e eremita, São Danacto ou Danax, mártir, São Jacobo, bispo, São Furseo, abade, Santa Juana, monja. 
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Germânico, Santo Mártir, Mário, Marta, Audifax e Ábaco, Santos Mártires, Macário o Grande, Santo Abade, Macário o Alexandrino, Santo Presbítero e Abade, Basiano, Santo Bispo, Marcelo Spínola e Maestre, Beato Bispo e Fundador, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, São João, bispo, São Remigio, bispo, Santo Arsénio, bispo, São Ponciano, mártir, Santas Liberada e Faustina, monjas, Santo Launomaro, abade.
Dia 20
Eustóquia (Esmeralda) Calafato de Mesina, Santa Abadessa, Sebastián, Santo Mártir, Fabián, (Fabião) Santo XX Papa, Basílio António Maria Moreau, Beato Sacerdote e Fundador, María Cristina de la Inmaculada Concepción (Adelaida) Brando, Beata
Virgem e Fundadora, Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato Presbítero, Neófito, Santo Mártir, Enrique de Upsala, Santo Bispo e Mártir, Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo Monge  Bispo, Angelo Paoli, Beato Sacerdote Carmelita. Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, Santa Ascla, mártir, Santo Esteban (Estêvão) Min Kuk-ka, mártir, Santo Eutímio, abade, Beato Benito Ricasoli, monge eremita
Dia 21
Nossa Senhora da Altagracia Invocação Mariana, Inês, Santa Mártir, Fructuoso (Frutuoso), bispo, Augúrio e Eulógio, diáconos, Santos Mártires, José Nascimbeni, Beato Presbítero e Fundador, Josefa María de Santa Inês, Beata Religiosa Agostinha, Juan Bautista Turpín du Comier e companheiros, Beatos Mártires, Albano Roe, Santo e Tomás Green, Beato Sacerdotes e Mártires, Outros Santos e Beatos:   Completando o santoral deste dia, São Publio, bispo e mártir, São Patroclo, mártir, Santo Epifânio, bispo, São Meinrado, monge eremita, São Zacarias, o “Angélico”, abade,  Beatos Eduardo Stransham e Nicolás Wheeler, presbíteros e mártires, São Juan Yi Yun-il, mártir
Dia 22
Vicente, Santo Diácono e Mártir, Laura Vicuña, Beata Virgem Adolescente, António della Chiesa, Beato Presbítero, Francisco Gil de Federic e Mateo Alonso de Leciniana, Santos Sacerdotes e Mártires, Valero (Valério), Santo Bispo de Zaragoza, Ladislao Batthyány-Strattmann, Beato Médico Laico, Guillermo José Chaminade, Beato Presbítero e Fundador, Vicente Pallotti, Santo
Presbítero e Fundador,  Anastásio (Magundat), Santo Monge e Mártir,  Domingo de Sora, Santo Abade, Outros Santos e Beatos:
Completando santoral deste dia, São Barnardo, monge e bispo, Beata María Mancini, religiosa, Beato Guillermo Patenson, presbítero e mártir
Dia 23
Ildefonso, Santo Bispo, Emerenciana, Santa Mártir, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, Santos Severiano e Aquila, mártires, Santos Clemente, bispo, e Agatángelo, mártires, Santo Amásio, bispo, São Mainbodo, eremita
Santo Andrés Chong (Tyong) Hwagyong, catequista mártir
Dia 24
Francisco de Sales, Santo Bispo de Genebra, Doutor da Igreja, Co-fundador da Congregação da Visitação. Marie (María) Poussepin, Beata Fundadora,
Dia 25
• A conversão de São Paulo Festa, Enrique Suso, Beato Dominicano, Elvira, Santa Abadessa,
Dia 26 
Timóteo e Tito, Santos Bispos, Miguel Kozal, Beato Bispo e Mártir,  Albérico, Santo Abade, Paula, Santa Padroeira das Viúvas, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, Santos Jenofonte (Xenofonte) e Maria, João e Arcádio, monges, São Teógenes, mártir, Santo Agostinho (Eystein) Erlandsön, bispo, Beata María de la Dive, mártir
Dia 27
Enrique de Ossó e Cervelló, Santo Sacerdote e Fundador.  Ângela de Mérici, Santa Virgem e Fundadora, Jorge Matulaitis, Beato
Bispo e Fundador, Julián de Le Mans, Santo Bispo, Devota, Santa Virgem e Mártir, Vitaliano, Santo LXXVI Papa, Pablo José Nardini, Beato Presbítero e Fundador, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, São Julián, (Julião) mártir, Santo Mário ou Marino, abade,  São Teodorico, bispo, São Gilduino, diácono, Beato João, bispo, São Vitale, presbítero e eremita, Beata Rosália du Verdier de la Solinière, virgem e mártir, São João Maria, chamado o “Muzeo” ou “Ancião”, mártir
Dia 28
Tomás de Aquino, Santo Presbítero e Doutor da Igreja, Julián (Julião) de Cuenca, São Bispo,  José Freinademetz, Santo
Missionário, Bartolomé Aiutamicristo de Pisa, Beato Religioso Camaldulense, Julián Maunoir, Beato Sacerdote Jesuíta,  María Luisa Montesinos Orduña, Beata Virgem e mártir, Olympia (Olga) Bidá, Beata Religiosa e Mártir, Moisés Tovini, Beato Sacerdote, Outros Santos e Beatos<. Completando o santoral deste dia, São João, abade, São Jacobo, eremita, Santos Ágata Lin Zhao, Jerónimo Lu Tingmei e Lorenzo Wang Bing, catequistas mártires
Dia 29
Afraates, Santo Escritor Anacoreta, Radegunda de Treviño, Santa Virgem, Pedro Nolasco, Santo Presbítero e Fundador, Sulpicio Severo, Santo Bispo de Bourges, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, Santos Sarbélio, presbítero, e Bebaia, mártires, Santos Papías e Mauro, mártires, São Constâncio, bispo, Santos Juventino e Maximino, mártires, São Valério, bispo, San Gildas, o “Sábio”, abade,  Beata Villana de Bottis, penitente, Beata Boleslava María Lament, virgem fundadora, São Serrano ou Serano, bispo
Dia 30
Jacinta Mariscotti, Santa Virgem, Muciano María Wiaux, Santo Religioso Lassallista, Martina Santa Virgem e Mártir, Sebastian Valfre, Beato Sacerdote, Columba Marmion, Beato Abade Beneditino, Bronislao Buenaventura Markiewicz, Beato Sacerdote Salesiano, Outros Santos e Beatos: Completando o santoral deste dia, São Matias, bispo, São Barsimeo, bispo, Santa Batilde, monja, Santa Aldegunda, abadessa, Santo Armentário, bispos, São Teófilo, o Jovem, mártir, Santo Adelelmo, abade, Beato Francisco Taylor, mártir, São Paulo Ho Hyob, mártir, Santo Tomás Khuong, presbítero e mártir, São David Galván, presbítero e mártir, Beata Carmela García Moyón, catequista mártir, Beato Segismundo Pisarski, presbítero e mártir
Dia 31
• João Bosco, Santo Presbítero, Candelária de São José, Beata  Fundadora. Francisco Javier María Bianchi, Santo, Presbitero Barnabita, 31 de enero

31 de JANEIRO de 2010 - SANTOS DO DIA

SANTOS DO DIA DE HOJE

DOMINGO, 31 DE JANEIRO DE 2010

João Bosco, Santo

Presbítero, 31 de Janeiro 1815

Juan Bosco, Santo

Juan Bosco, Santo

Presbítero 

São João Bosco nasceu em 16 de Agosto de 1815 em Castelnuovo de Asti, e recebeu de sua mãe Margarita Occhiena uma sólida educação cristã e humana. Dotado de inteligência, memória, vontade e agilidade física não comuns, desde menino  foi seguido por seus coetâneos, a quem organizava jogos que interrompia o toque das campanhas para levá-los à igreja. Foi ordenado sacerdote em Turim em 1841, e ali começou sua actividade pastoral com São José Cafasso.
Seu programa, ou melhor, sua paixão era a educação dos jovens, os mais pobres e abandonados. Reuniu um grupito que levava a jogar, a rezar e a miúdo a comer com ele. A incómoda e rumorosa companhia de Dom Bosco (assim se o chamava e se o chama familiarmente) tinha que estar mudando de lugar continuamente até que por fim encontrou um lugar fixo sob o alpendre Pinardi, que foi a primeira célula do Oratório. Com a ajuda de mamã Margarita, sem meios materiais e entre a persistente hostilidade de muitos, Dom Bosco deu vida ao Oratório de São Francisco de Sales: era o lugar de encontro dominical dos jovens que quiseram passar um dia de sã alegria, uma pensão com escolas de arte e ofícios para os jovens trabalhadores, e escolas regulares para os estudos humanísticos, segundo uma pedagogia que seria conhecida em todo o mundo como “método preventivo” e baseada na religião, a razão e o amor. “A prática de método preventivo se baseia toda nas palavras de São Paulo que diz: A caridade é benigna e paciente; sofre tudo, mas espera tudo e aguenta tudo”.
Para assegurar a continuidade de sua obra, São João Bosco fundou a Pia Sociedade de São Francisco de Sales (os Salesianos) e Filhas de Maria Auxiliadora (as Salesianas). Foi um fecundíssimo escritor popular, fundou escolas tipográficas, revistas e editoriais para o incremento da imprensa católica, a “boa imprensa”. Ainda que alheio às lutas políticas, prestou seu serviço como intermediário entre a Santa Sede, o governo italiano e a casa Sabóia.
Foi um santo risonho e amável, se sentia “sacerdote na casa do pobre; sacerdote no palácio do Rei e dos Ministros”. Bom polemista contra a seita dos Valdeses, segundo a mentalidade do tempo, nunca se envergonhou de suas amizades com os protestantes e os hebreus de boa vontade: “Condenamos os erros, escreveu no “Católico”, mas respeitamos sempre as pessoas”. São João Bosco morreu em 31 de Janeiro de 1888 e foi canonizado por Pío XI em 1934. 


O Homem polifacético
São João Bosco
Os sonhos de São João Bosco sobre e o Inferno

Candelária de São José, Beata

Fundadora

Candelaria de San José, Beata

Candelária de São José, Beata

Fundadora das
Irmãs Carmelitas da Terceira Ordem Regular de Venezuela
"Irmãs Carmelitas da Madre Candelária"

Susana Paz Castillo Ramírez, terceira filha do matrimónio de Francisco de Paula Paz Castillo e Maria del Rosário Ramírez, nasceu em Altagracia de Orituco (Estado Guárico, Venezuela), em 11 de Agosto de 1863.
Seu pai era un homem recto e honrado, de grande coração e profundamente cristão; gozava do apreço e estima de todos os habitantes; possuía conhecimentos de medicina naturista e os empregava para ajudar a muita gente que solicitava seus serviços. Sua mãe era uma pessoa piedosa, trabalhadora e honrada.
Tanto ela como dom Francisco brindaram a seus filhos uma educação tão esmerada como o permitiam as circunstâncias de seu tempo. No aspecto cristão foi óptima: Lhes infundiram o exemplo e a palavra, a solidariedade e a responsabilidade nas práticas da fé cristã e valores humanos.
Sua instrução académica, ainda que escassa e deficiente, própria da época que lhe tocou viver, não foi um impedimento para sua formação integral: frequentou uma escola particular onde deu seus primeiros passos na escritura e cultivo de sua paixão m valioso recurso para seu posterior serviço aos mais necessitados.
Seu pai morreu em 23 de Novembro de 1870, quando Susana contava com 7 anos de idade. Quando morreu sua mãe, em 24 de Dezembro de 1887, Susana, que tinha 24 anos, assumiu as responsabilidades de diligente ama de casa. Por sua vez, se encarregava de praticar a caridade com os enfermos e feridos que recolhia e cuidava numa casa semi-abandonada, adjunta à igreja paroquial.
Junto com outras jovens de seu povo e com o apoio de um grupo de médicos e do padre Sixto Sosa, pároco de Altagracia de Orituco, fundou um hospital para atender a todos os necessitados. Ali, em macas e catres de lona, que ela mesma confeccionava, os atendia.
Com a fundação deste centro de saúde, em 1903, se deu inicio à família religiosa das Irmãzitas dos Pobres de Altagracia, actualmente denominada Irmãs Carmelitas da Madre Candelária. Em 13 de Setembro de 1906, com autorização do bispo diocesano, a madre Susana fez sua profissão religiosa tomando o nome de Candelária de São José.
Em 31 de Dezembro de 1910 nasceu oficialmente a congregação das Irmãzitas dos Pobres de Altagracia com a profissão das primeiras seis irmãs, em mãos de mons. Felipe Neri Sendrea, que confirmou a madre Candelária como superiora geral. Em Dezembro de 1916 emitiu seus votos perpétuos em Cidade Bolívar.
Sua vida transcorreu entre os pobres; se distinguiu por uma profunda humildade, uma inesgotável caridade com eles, e uma profunda vida de fé, oração e amor à Igreja. Além de sua esmerada atenção pelos enfermos, se preocupou pela educação das crianças, tarefa que deixou como legado a suas filhas carmelitas. 
A madre Candelária era uma religiosa de carácter afável, recolhida, de baixa e modesto olhar; sempre deixava suavidade em quantos a escutavam quando repartia sua cordial e amena conversação.
Duas coisas chamavam poderosamente a atenção nela: sua profunda humildade e sua inesgotável caridade. Tinha uma grande sensibilidade ante as desgraças alheias; nunca dizia "não" a ninguém, sobretudo quando se tratava de enfermos pobres e abandonados.
Outra característica de sua entrega era a alegria; tudo fazia com amor e uma confiança sem limites na divina Providência. Seus grandes amores foram Jesus crucificado e a santíssima Virgem. Percorreu muitos kilómetros em busca de recursos para o sustento de suas obras e fundando novas comunidades que responderam às necessidades do momento.
Governou a congregação durante 35 anos, desde sua fundação até ao capítulo geral de 1937, em que lhe sucedeu no cargo a madre Luisa Teresa Morao.
Os últimos anos da madre Candelária estiveram marcados pela dor e pela doença. Não obstante, depois de deixar o cargo de superiora geral, aceitou seguir prestando seus serviços à congregação como mestra de noviças.
Tinha plena consciência de sua enfermidade, mas com incrível paciência suportava as dores e dava provas de conformidade com a Na madrugada de 31 de Janeiro de 1940 teve um vómito de sangue. Após pronunciar três vezes o nome de Jesús, entregou sua alma ao Criador.
Em 22 de Março de 1969 se iniciou na cidade de Caracas seu processo de beatificação e canonização. Bento XVI firmou o decreto de beatificação em 6 de Julho de 2007.
Foi beatificada em Caracas no domingo 27 de Abril de 2008, numa cerimónia presidida pelo Cardeal José Saraiva Martins, em representação de S.S. Bento XVI. 
Reproduzido com autorização de Vatican.va

 

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Presbítero Barnabita,

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Presbítero

Martirológio Romano: Em Nápoles, cidade da Campânia, em Itália, são Francisco Xavier María Bianchi, presbítero da Ordem de Clérigos Regulares de São Paulo (Barnabitas), o qual, dotado de carismas místicos, converteu a muitos a uma vida segundo a graça do Evangelho (1815).
Data de canonização: 21 de Outubro de 1951 pelo Papa Pío XII.

Francisco Javier M..ª Bianchi nasceu em Arpino, pátria de Cícero, em 10 de Dezembro de 1743, e foi baptizado no dia de São Francisco Javier, cujo nome recebeu com a água lustral.
Seu pai, Carlos António, tinha uma fábrica de tecidos de lã, em que o bom exemplo das virtudes do proprietário e a caridade com que este conjugava a justiça com as necessidades familiares de seus operários, fazia do lanifício Bianchi um excelente modelo. A mãe, Faustína Morelli, excedia ao esposo em virtudes cristãs de toda classe, principalmente na caridade, completamente entregue ao serviço social da cidade arpinatense, havendo transformado sua casa num hospital ou asilo, onde se acolhia continuamente a dezasseis enfermos ou necessitados. Com o exemplo de tantas virtudes se formou e temperou o espírito de nosso santo, dando já desde sua mais tenra infância frutos prometedores de santidade.
Para completar su formación literaria, fue mandado al seminario de Nola, cursando el bachillerato, confirmándose en su ánimo la vocación religiosa, contribuyendo a ello la escogida dirección espiritual, que no escatimaba medios para poner a disposición de los futuros levitas los grandes maestros del espíritu. En este centro de formación conoció y trató con el fundador de los redentoristas, San Alfonso María de Ligorio.
Cursados los estudios de filosofía en Nola y pasado algún tiempo en Nápoles, donde tuvo que vencer muchas dificultades, entró en el instituto de los barnabitas en 1762, y habiendo hecho su profesión y realizado diversas pruebas, el año 1765 empezó el curso de teología en el colegio que los barnabitas tenían en San Carlos alle Mortelle, de Nápoles, y en esta misma ciudad recibió las órdenes mayores del subdiaconado, diaconado y presbiterado, los días 11, 18 y 25 de enero de 1767, celebrando su primera misa el día de San Francisco de Sales de dicho año.
Para reponer su salud, algo quebrantada, con los aíres de la patria, fue destinado a Arpino, enseñando en el gimnasio público retórica durante dos años, transcurridos los cuales, fue enviado de nuevo a Nápoles, al colegio de San Carlos, esta vez como profesor de filosofía. El año 1773 pasó al colegio que los barnabitas tenían en Santa María in Cosmedin o de Portanova, en la misma ciudad de Nápoles, con la misma misión pedagógica. No había aún cumplido los treinta años cuando fue nombrado propósito de dicho colegio, cargo que regentó durante doce años.
Los testigos, llamados a declarar en los procesos de beatificación, le llaman el San Felipe de Nápoles, porque ambos santos, el Bianchí y el Neri, como se decía agudamente, tienen muchos rasgos paralelos, no sólo por su largo apostolado de dirección espiritual, sino también por el don de discreción de los espíritus.
Durante estos doce años, su apostolado fue fecundo, principalmente en el confesionario y en el púlpito, y sobre todo, conforme exigían los calamitosos tiempos, con el ejemplo que dio siempre de la más observante disciplina regular. Director y consejero de la clase más escogida de Nápoles, su discreción y su cultura se propagaba entre los círculos concéntricos de su celda y del confesionario, a donde acudían cada día toda clase de personas. principalmente del ambiente intelectual. Movido por esta fama el rector magnífico de la Universidad de Nápoles, monseñor Mateo Genaro Testa Piccolomini, titular de la sede de Cartago, le ofreció una cátedra en el Estudio General, que Bianchi rehusó. A pesar de esto, el rector del Ateneo, el 15 de septiembre, extendió el nombramiento de profesor de teología dogmática y polémica a favor del padre Bianchí, y el 21 de marzo del año siguiente (1779), el príncipe de Francavilla, presidente de la Academia de Ciencias y Letras, propuso fuera nombrado socio de número de dicha Academia, propuesta que fue aceptada por unanimidad.
Debemos tener presente que el siglo XVII transmitió al XVIII gérmenes de ideas nuevas, que se manifestaban externamente en una fiebre de saber. Por otra parte. los barnabitas, con sus renombrados colegios. recogían este afán de cultura, manifestada en la amplitud y brillantez de conocimientos que comunicaban a los escolares de su tiempo, pero principalmente a los religiosos de su instituto, que habían de profesarlos en sus cátedras. San Francisco Javier alcanzó este afán, que él llamaba intemperantia Iitterarum, que fue moderada después por consideraciones espirituales, religiosas, que desembocaron en sus últimos años al apostolado de la predicación y del consejo, en medio del cual, como en su ambiente propio, terminó los últimos años de su sufrida existencia.
Así se explica la nutrida correspondencia que mediaba entre el tío, canónigo, y el sobrino, barnabita, pidiendo éste libros a don Antonio y reclamando éste su devolución. Un modelo de esta erudición son también las notas que preparaba para sus lecciones y conferencias. Y la variedad de sus conocimientos se adivina en la lista de los libros del Santo, en el cual figuran tratados de omnire scibili, desde las lenguas, hebreo, griego y latín, literatura italiana y cristiana, hasta la filosofía, cristiana y profana, entre cuyos autores se distinguen Voltaire y Rousseau, para combatirlos, pues sabían todos que había obtenido del Santo Oficio permiso para leer estos autores. Cuando fue decretada la persecución a las órdenes religiosas, intentó salvar d6s cosas: la caja o fondo de la beatificación de la madre Francisca de las Llagas, de la que era el promotor con permiso de sus superiores, y treinta cajas de libros que quiso poner a salvo de las ruinas y destrucciones, que van siempre emparejadas con todas las persecuciones religiosas.
Los procesos están llenos de testigos, que narran sucesos extraordinarios o experimentados en sus propias personas o presenciados u obrados en otros.
Queremos reducir a pocos casos verdaderamente atestiguados por personas que los presenciaron: se refieren a las erupciones del Vesubio, La revolución, y la invasión francesa después, habían creado en Nápoles un ambiente de materialismo capaz de ahogar el espíritu religioso y moral que había conservado la tradición de la ciudad y los grandes ejemplos de santidad dados por una legión de sacerdotes y religiosos edificantes y santos. Los terremotos habían agrietado muchas casas de la ciudad, y el Vesubio, de cuándo en cuándo, rugía arrojando de sus entrañas ríos de fuego vivo. El dedo de Dios, vengándose de tantas iniquidades, parecerá evidente a las personas más temerosas y religiosas; pero, en medio de tantas pruebas, era también potente el Dios consolador, que hacia surgir hombres extraordinarios para conservar su fe con sus prodigios.
Dos casos solamente. El 22 de mayo se hallaba el padre Bianchí en Torre del Greco, a las faldas del Vesubio, en el Retiro de la Visitación. Instantáneamente, las llamas del volcán se desbordan y avanzan hacia el Retiro. La destrucción de la casa religiosa parecía inminente. Los más desesperados intentaron salvar lo irreparable, poniendo a salvo muebles y enseres. Este nerviosismo contrastaba con la calma y serenidad del padre Bianchí, asegurando que no pasaría nada. Enfermo, a duras penas pudo subir a la terraza, y ante aquel espectáculo apocalíptico del fuego que avanza, se detiene, musita una oración rogando a Dios detuviera aquel torrente amenazador. Y la lava se detuvo al margen mismo del Retiro, y se solidificó, no pasando adelante. En el mismo muro, formado por la solidificación de la lava, el cardenal arzobispo Guillermo Sanfelice levantó una capilla.
El día 12 de agosto, desde Pietra Bianca, escribe a las religiosas del refugio de Vía dei Portici que se pongan a salvo, pues el Vesubio quiere vengarse. La carta llegó al día siguiente; pero aquella noche, a las doce, el volcán irrumpió de nuevo y la casa fue destruida. El volcán estaba imponente y ante el gran peligro que todos presentían, el padre Bianchí fue llevado casi a cuestas al encuentro de la lava, y al hallarse frente a frente, venció la oración del padre Bianchí, pues la lava se detuvo instantáneamente a los pies del Santo.
La alcantarina Francisca de las Llagas le predijo una enfermedad larga y dolorosa. Y el vaticinio fue cumplido al pie de la letra. Empezó con una hinchazón en las piernas, que ni la ciencia de los médicos ni los cuidados de los amigos podían detener. Y en medio de terribles sufrimientos, recluido en la soledad de su celda, continuaba su apostolado de consejo y de edificación. A sus médicos les pedía sufrimientos, pues sus dolores eran las misericordias de Dios. Un alma eucarística como la suya sufría solamente ante el temor de no tener fuerzas para celebrar la santa misa. Sus amigos lo bajaban a la iglesia, y cuando ni esto podía hacer, le fue concedida la gracia de celebrarla en su celda. Durante la misa todos notaban la alegría que se leía en su semblante, como si le hubieran pasado todos los dolores. Se probó todo, incluso el cambio de clima; su amigo Buoncore le hospedó en su casa de Castelamare durante los años 1804-05. Un poco de alivio animaba a Bianchi físicamente; pero las calamidades morales que se cernían sobre la Iglesia y sus amigos le atormentaban extraordinariamente y quiso volver a animar a todos desde su soledad de Portanova. La dispersión de las órdenes religiosas fue un golpe duro para su alma apostólica. El párroco de Santa María in Cosmedin se arregló para que la celda que ocupaba en el contiguo colegio de Portanova fuese considerada como formando parte íntegramente de la parroquia, atendida la impotencia en que se hallaba el padre Bianchi. Esto sucedió el año 1810. Un cáliz más amargo tuvo que apurar hasta las heces: el abandono casi total de sus amigos, precisamente cuando más necesitaba de ellos: hubo tiempo en que era un peligro para el gobierno el trato con el padre Bianchi, Y el espionaje funcionaba.
Los últimos días de su existencia no tenía fuerzas para celebrar; pero cada día tuvo el consuelo de recibir la santa Eucaristía. El último aviso llamó a su puerta el día 27 de enero de 1815 bajo la apariencia de un accidente simple y fortuito. En virtud de una especie de contrato que había hecho con la venerable Francisca de las Llagas, ésta se le apareció para anunciarle que había llegado la hora de recibir el Viático, para el cual se preparó sonriente y alegre con todos los que le visitaron. El 31 del mismo mes de enero, muy de mañana, insistió en que le administraran la sagrada Eucaristía, habiendo recibido la noche anterior la extremaunción, y poco después de haber sido confortado con el pan de los ángeles, plácidamente expiró.
La fama de su santidad corrió rápidamente después de su muerte. Las gracias por él concedidas eran innumerables. Probáronse con la suficiencia requerida los milagros necesarios, y el barnabita padre Francisco Javier Bianchi fue solemnemente canonizado por la Iglesia.
Para el mundo, la vida es un hombre entre dos fechas: 2 diciembre 1743 - Francisco Javier María Bianchi - 31 de enero 1815.

Ludovica Albertoni, Beata

Viúva, 31 de Janeiro

Ludovica Albertoni, Beata

Ludovica Albertoni, Beata

Terceira Franciscana

Martirológio Romano: Em Roma, beata Ludovica Albertoni, que educou cristãmente a seus filhos e, ao morrer seu esposo, entrou na Terceira Ordem de São Francisco e prestou ajuda aos necessitados até tal ponto que depois de ser rica chegou a ser pobre (1533).
Data de beatificação: Culto confirmado em 28 de Janeiro de 1671 pelo Papa Clemente X.

Nasceu em Roma de família nobre em 1473. Aos dois anos morreu seu pai e, ao casar-se novamente sua mãe, ela foi encomendada às tias paternas e à avó materna. Aos vinte anos se casou e teve três filhas. Suas características foram a fidelidade aos próprios deveres e o amor para com os pobres. Amou a seu esposo com santo afecto. Se dedicou à educação de suas filhas dirigindo sua oração e suas leituras. Quando tinha trinta e três anos enviuvou, duro golpe que finalmente soube aceitar com resignação.
À morte de seu esposo se suscitaram problemas de herança que lhe causaram vexações de parte dos parentes. Viveu todo o drama do saque de Roma e se prodigalizou a favor dos necessitados. Dedicava parte da noite ao descanso, o resto à penitência. Apenas repetia: «¿Como é possível viver sem sofrer, quando se contempla a nosso Deus pregado numa Cruz?». Pela manhã participava na eucaristia e recebia devotamente a comunhão. Logo distribuía o tempo do dia entre os trabalhos de casa e a assistência aos pobres e enfermos, a quem visitava em casa ou nos hospitais. Dedicava todos seus cuidados às raparigas abandonadas ou em perigo.
Dizia a miúdo: «Deus nos deu os bens da terra para que os compartilhemos com os que os necessitam». Distribuiu todos seus bens entre os pobres e passou os últimos anos de sua vida na maior pobreza. Morreu em 31 de Janeiro de 1533 aos 60 anos de idade. Toda a Roma chorou sua morte julgando-a como a perda da mãe de todos. Seu corpo se venera na igreja de São Francisco a Ripa, em Roma.

Marcela de Roma, Santa

Viúva, 31 de Janeiro

Marcela de Roma, Santa

Marcela de Roma, Santa

Viúva

Martirológio Romano: Em Roma, comemoração de santa Marcela, viúva, a qual, como recorda são Jerónimo, abandonando suas riquezas e dignidades, se enobreceu com a pobreza e a humildade (410).

São Jerónimo chama a santa Marcela «a glória das matronas romanas». Habiendo perdido a su esposo a los siete meses de matrimonio, Marcela rechazó las proposiciones del cónsul Cereal y decidió imitar a los ascetas del oriente. Se privó del vino y de la carne, consagró su tiempo a la lectura espiritual, la oración, las visitas a las iglesias de los mártires, y no habló jamás a solas con ningún hombre. Otras mujeres de noble linaje siguieron su ejemplo y se pusieron bajo su dirección, y Roma presenció la formación de varias comunidades de ese tipo en breve tiempo. Nos han quedado dieciséis cartas de san Jerónimo a santa Marcela, en respuesta a las preguntas que la santa le hacía; pero ésta no se contentaba con escuchar pasivamente las respuestas del Doctor de la Iglesia, sino que discutía a fondo sus argumentos y aun le reprendía por su mal carácter. Cuando los godos saquearon Roma, el año 410, maltrataron a Santa Marcela para que revelase el sitio en que había escondido sus supuestos tesoros, que en realidad habían pasado a manos de los pobres, desde mucho tiempo atrás.
La santa no temía por sí misma, sino por su discípula Principia (no su hija, como algunos han supuesto erróneamente). Arrodillándose, pues, ante los soldados, les rogó que no le hicieran daño alguno. Dios les movió a compasión, y estos condujeron a las dos mujeres a la iglesia de San Paulo, en la que Alarico respetaba el derecho de asilo. Santa Marcela murió poco tiempo después, en los brazos de Principia, a fines de agosto del año 410. El Martirologio Romano venera su memoria en el día de hoy.

 

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Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por António Fonseca