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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

3 de FEVEREIRO de 2010 - SANTIOS DO DIA

SANTOS DO DIA DE HOJE  -  3 DE FEVEREIRO DE 2010

Blas, (Brás) Santo
Fevereiro 3   - Bispo e Mártir.

Blas, Santo

Blas, Santo

Bispo de Sebaste de Arménia

Martirológio Romano: São Blas, (Brás) bispo e mártir, que, por ser cristão, padeceu em tempo do imperador Licínio na cidade de Sebaste, na Arménia (c. 320).
Etimologia: Blas = Aquele que é tartamudo, de origem latina.
"Blas, bispo de Sebaste de Arménia, é uma personagem bastante incerta desde o ponto de vista histórico, mas todavia goza de muita popularidade por um milagre que se lhe atribui e que se perpetuou a conhecida bênção contra o mal da garganta. Com efeito, se conhece em sua Paixão que enquanto levavam o santo ao martírio, uma mulher abriu passagem entre a multidão e colocou aos pés do santo bispo seu filho que estava morrendo sufocado por uma espinha de peixe que se lhe havia atravessado na garganta. São Brás pôs suas mãos sobre a cabeça do menino e permaneceu em oração. Um instante depois o menino estava completamente são. Este episódio o fez famoso como taumaturgo no decorrer dos séculos, e sobretudo para a cura das enfermidades da garganta.
Graças a esta tradição, o novo calendário litúrgico colocou neste dia a memória do santo, ainda que se trate de uma personagem historicamente incerta. São Brás foi bispo de Sebaste a começos do século IV, e sofreu a perseguição de Licínio, o colega do imperador Constantino. Pode, pois, considerar-se como um dos últimos mártires cristãos dessa época.
Era o ano 316. Parece que São Brás, seguindo a advertência do Evangelho, fugiu da perseguição e se refugiou numa gruta.
A lenda, como de costume, abunda em particulares amenos e nos apresenta o ancião bispo rodeado de animais selvagens que o visitam e lhe levam alimento; mas como os caçadores vão atrás destes animais, o santo foi descoberto e levado amarrado como um malfeitor à cadeia da cidade. Apesar dos prodígios que o santo fazia na cadeia,levaram-no a juízo e como não quis renegar de Cristo e sacrificar aos ídolos, foi condenado ao martírio: primeiro o torturaram e depois lhe cortaram a cabeça com uma espada.

santo joão teófano vénard

pRESBÍTERO E mÁRTIR  -  2 de Fevereiro

Juan Teófano Vénard, Santo

Juan Teófano Vénard, Santo

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Em Hanoi, em Tonquín, hoje Vietname, são Juan Teófano Vénard, presbítero da Sociedade de Missões Estrangeiras de Paris e mártir, que após passar seis anos de trabalhos de ministério na clandestinidade e no meio de grandes dificuldades, aceitou com alegre ânimo, em tempo do imperador Tu Duc, ser encerrado numa cova e depois degolado (1861) 
Data de canonização: 19 de Junho de 1988 pelo Papa João Paulo II, junto a outros 116 mártires no Vietname.

Sacerdote da Sociedade de Missões Estrangeiras de Paris e mártir que após passar seis anos de trabalhos de ministério na clandestinidade e no meio de grandes dificuldades, aceitou com alegre ânimo o martírio por causa de Cristo. Permaneceu encerrado numa jaula por mais de oito semanas e depois foi degolado. Suas cartas, escritas durante o cativeiro, inspiraram a Santa Teresinha do Menino Jesús a orar pelas missões.
Jean-Théophane Vénard (em francês) nasceu em 21 de Fevereiro de 1829 em Saint-Loup-sur-Thouet (França), no seio de uma família profundamente cristã e patriarcal.
Solía leer los "Anales de la Propagación de la Fe"; de ahí fue que supo de los atroces sufrimientos que padecían los cristianos por odio a la fe en tierra vietnamita. Entonces tomó una decisión heroica: "Yo también quiero ir a Tonkín, yo también quiero ser un mártir".
En 1841 el jovencito ingresó al colegio Doué-la-Fontaine. A sus 18 años estudiaba la Filosofía en el Seminario de Montmorillon y posteriormente la Teología en el Seminario Mayor de Poitiers. "El Seminario es el paraíso en la tierra", escribió un día.
Sintiendo en su corazón el llamado de Dios a un apostolado más vasto, manifestó a su obispo el deseo de adherirse a la Sociedad de las Misiones Extranjeras de París.
Ordenado sacerdote en 1852, después de 15 meses de viaje el P. Vénard arribó a Hong Kong, donde le fue anunciado su destino: el Tonkín (Vietnam) adonde llegó en 1854.
Invocando a María, "mi reina y mi madre", y bajo la protección de su ángel de la guarda, se dispuso a entregarse completamente al servicio de Dios, aprendiendo rápidamente la lengua indígena.
Desde 1851 el rey Tu-Duc, instigado por sus consejeros, emanó un edicto para ordenar que los sacerdotes europeos fueran arrojados al río, los vietnamitas descuartizados y el delator premiado; posteriormente ordenó que todos los cristianos fueran proscritos. Algunos alcanzaron a esconderse, entre ellos el Obispo y el P. Vénard, pero toda la villa fue destruida.
Siempre de refugio en refugio, el misionero continuó evangelizando hasta su arresto, el 30 noviembre de 1860 en Kim-Bang. Fue encerrado en una jaula de bambú y transportado en ella hasta Hanoi donde fue condenado a muerte.
Transcurrieron ocho semanas antes de que se ratificara la sentencia, tiempo que el padre Vénard aprovechó para catequizar a cuanto visitante llegaba y escribir cartas, algunas de ellas dirigidas a su familia.
El 2 de febrero de 1861, a sus casi 32 años de edad, el P. Vénard fue cruelmente decapitado tras cinco golpes de espada. Sus despojos mortales fueron trasladados a Francia en 1865, al Seminario de la Sociedad para las Misiones Extranjeras de París.
Beatificado por Pío X (1906), fue canonizado por Juan Pablo II (1988) junto a 116 compañeros mártires en Vietnam de los siglos XVIII-XIX, siendo su festividad el 24 de noviembre, en tanto que la memoria litúrgica de Saint-Jean-Théophane la recordamos el 2 de febrero.

• Óscar (Ansgário), Santo
Fevereiro 3   -  Bispo de Brema.

Oscar (Ansgario), Santo

Óscar (Ansgario), Santo

Bispo

Martirológio Romano: Santo Óscar ou Ansgário, bispo de Hamburgo e depois também de Brema, em Saxónia, que, sendo monge do mosteiro de Corbie, foi designado pelo papa Gregório IV como legado para todas as terras do norte de Europa, anunciando o Evangelho a grandes multidões de Dinamarca e Suécia e consolidando ali a Igreja de Cristo. Depois de superar com ânimo invicto muitas dificuldades, desgastado por seus trabalhos morreu em Brema (865).
Etimologia: Óscar = Aquele que leva a lança de Deus, é de origem germânica.
Nasceu em Amiens, Austrásia; 801 e morreu em Brema, Saxónia, em 3 de Fevereiro de 865.
Foi um missionário europeu, o primeiro arcebispo de Hamburgo e é o santo padroeiro de Escandinávia, sendo seu dia festivo em 3 de Fevereiro.
Foi mandado por Gregório IV a ajudar o rei Harald Klak a cristianizar Dinamarca e com o rei Björn på Håga para converter ao cristianismo a Suécia. Óscar iniciou uma missão religiosa em todos os países eslavos e escandinavos (Dinamarca, Suécia e Noruega), sendo designado arcebispo de Hamburgo no ano 832.
Sem embargo, Suécia e Dinamarca restituíram o paganismo em 845 e Óscar teve de repetir todo seu trabalho. Depois frustro outra rebelião pagã e foi reconhecido como um santo logo depois que morresse esgotado de tanto missionar e de tanto trabalhar por estender o reino de Cristo.
Propósito: Pedirei a Deus que me conceda sua grande fortaleza para ser fiel crente até ao final da vida. Se não peço esta graça talvez não a receba, mas se a peço muitas vezes a vou a conseguir, porque Jesus prometeu: "Todo o que pede, recebe".

Maria de Santo Ignácio (Claudina) Thévenet, Santa
Fevereiro 3   -  Virgem e Fundadora

María de San Ignacio (Claudina) Thévenet, Santa

María de San Ignacio (Claudina) Thévenet, Santa

Virgem e Fundadora

Martirológio Romano: Em Lyon, - França, santa María de San Ignacio (Claudina) Thévenet, virgem, que, movida pela caridade e com ânimo esforçado, fundou a Congregação das Irmãs de Jesús e María, para a formação espiritual das jovens, especialmente as de condição humilde (1837).
CLAUDINA THÉVENET, a segunda de uma família de sete filhos, nasce em Lyon em 30 de Março de 1774. " Glady ", como se a chama familiarmente, exerce muito cedo uma benfazeja influência sobre seus irmãos e irmãs porque sua bondade, delicadeza e olvido próprio a levam a comprazer sempre aos demais.
Tem 15 anos quando estala a Revolução Francesa. Em 1793 vive as horas trágicas do assédio de Lyon pelas forças governamentais e, em Janeiro de 1794, cheia de horror e de impotência, assiste à execução de seus irmãos, condenados a morte por represália, depois da queda da cidade. Suas últimas palavras: "Perdoa, Glady, como nós perdoamos" as faz muito suas, as grava em seu coração e a marcam profundamente dando novo sentido a sua vida. Daí em diante se dedicará a socorrer as inumeráveis misérias que a Revolução havia produzido. Para Claudina, a causa principal do sofrimento do povo era a ignorância de Deus e isto desperta  nela um grande desejo de o dar a conhecer a todos. Crianças e jovens atraem principalmente seu zelo apostólico e arde por fazer conhecer e amar a Jesus e a Maria.
O encontro com um santo sacerdote, o Padre Andrés Coindre, a ajudará a conhecer a vontade de Deus sobre ela e será decisivo na orientação de sua vida. No átrio da igreja de San Nizier, o Padre Coindre havia encontrado duas meninas pequenas abandonadas e tremendo de frio. As conduziu a Claudina que não vacilou em se ocupar delas. 
A compaixão e o amor para com as meninas abandonadas são a origem da Providência de São Bruno em Lyon (1815). Algumas companheiras se unem a Claudina. Se reúnem em Associação. Elaboram e experimentam um Regulamento e cedo a elegem como Presidenta.
El 31 de julio de 1818 el Señor se deja oír por la voz del Padre Coindre: "hay que formar una comunidad. Dios te ha elegido" dijo a Claudina. Y así, el 6 de octubre de ese mismo año, se funda la Congregación de Religiosas de Jesús-María, en Pierres-Plantées, sobre la colina de la Croix Rousse. En 1820 la naciente Congregación se instalará en Fourviére (frente al célebre santuario) en un terreno adquirido a la familia Jaricot. En 1823 obtiene la aprobación canónica para la Diócesis del Puy y en 1825 para la de Lyon.
El fin inicial del joven Instituto era recoger las niñas pobres hasta los 20 años de edad. Se las enseñaba un empleo y los conocimientos propios de la escuela primaria, todo ello desde una sólida formación religiosa y moral. Pero querían hacer más, y Claudina y sus hermanas abrieron también sus corazones a niñas de clases acomodadas construyendo para ellas un pensionado. El fin apostólico de la Congregación será pues, la educación cristiana de todas las clases sociales con una preferencia por las niñas y jóvenes, y entre ellas, las más pobres.
Los dos tipos de obras se desarrollan simultáneamente a pesar de las pruebas que acompañarán a la Fundadora a lo largo de los últimos doce años de su peregrinación en esta tierra: la muerte dolorosamente repentina del Padre Coindre (1826) y de las primeras hermanas (1828); la tenacidad para impedir la fusión de su Congregación con otra también recién fundada; los movimientos revolucionarios de Lyon en 1831 y 1834 con todas las consecuencias que debieron sufrir los habitantes de Fourviére, por ser la colina punto estratégico de los dos bandos antagónicos.
El insigne valor de la Fundadora no se deja intimidar por la adversidad, al contrario, emprende con audacia nuevas construcciones, entre ellas la de la Capilla de la Casa Madre, al mismo tiempo que se entrega a la redacción de las Constituciones de la Congregación. Las estaba ultimando cuando, a sus 63 años, la muerte llamó a su puerta. Era el 3 de febrero de 1837.
"Hacer todas las cosas con el único deseo de agradar a Dios" fue el hilo conductor de toda su vida. Esta búsqueda constante de la voluntad de Dios, "llevar una vida digna del Señor agradándole en todo", le dio una fina sensibilidad para leer los signos de los tiempos, discernir los designios de Dios sobre ella y dar una respuesta íntegra y total. Ese camino le ha merecido "compartir la suerte de los santos en la Luz" (Col. 1, 10-11).
"Encontrar a Dios en todas las cosas y todas las cosas en Dios" es vivir en espíritu de alabanza. En un mundo en que está demasiado ausente la esperanza, redescubrir la bondad del Creador, presente en la creación y en las personas, reafirma el sentido de vivir e invita a la acción de gracias. Claudina hizo de su vida religiosa apostólica "un himno de gloria al Señor". Sus últimas palabras: "Qué bueno es Dios" fueron la exclamación admirativa de la bondad de Dios que había sabido descubrir aún en los momentos más dolorosos de su vida.
Claudina imprimió en su Congregación su fuerte personalidad. Dotada de una grandeza de alma poco común, de prudente inteligencia y buena organización, fue, sobre todo, una mujer de gran corazón. Y quería que sus hijas fueran verdaderas madres de las niñas confiadas a su cuidado: "Es necesario ser madres de las niñas - les decía - sí, verdaderas madres, tanto del alma como del cuerpo". Ninguna parcialidad, ninguna preferencia, "las únicas que os permito son para las más pobres, las más miserables, las que tienen más defectos. A estas sí, amadlas mucho".
La solidez de una construcción se revela al paso del tiempo. Cinco años apenas de la muerte de la Fundadora sus hijas llegaban a la India (1842). En 1850 entran en España y en 1855 van al Nuevo Mundo, a Canadá.
175 años después de la fundación de la Congregación, son más de mil ochocientos las Religiosas de Jesús-María repartidas hoy en ciento ochenta comunidades por los cinco continentes. Todas acogen con grande gozo y gratitud la canonización de esta humilde y generosa hija de Francia que el Señor escogió para hacerla su Fundadora.
Fue canonizada el 21 de marzo de 1993 por S.S. Juan Pablo II.
Reproduzido com autorização de
Vatican.va

 

María Elena Stollenwerk, Beata
Fevereiro 3   -  Co-fundadora

María Elena Stollenwerk, Beata

María Elena Stollenwerk, Beata

Virgem e Co-fundadora
da Congregação Missionária Servas do Espírito Santo.

Martirológio Romano: Na povoação de Steyl, nos Países Baixos, beata María Elena Stollenwerk, virgem, que colaborou com o beato Arnoldo Janssen na fundação da Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo e, tendo abandonado a função de superiora, se entregou à adoração (1900).
Nasceu em 28 de Novembro de 1852 na Alemanha, filha e herdeira de um acomodado agricultor. Seu desejo de se unir à obra missionária empreendida pelo sacerdote Arnoldo Janssen, a levou a ingressar na Casa Missional de Steyl en 1882.
Em 1889, participa - junto com Josefa Hendrina Stenmanns - na fundação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo.
Em 1898, o P. Arnoldo Janssen lhe pede que ingresse na Congregação das Irmãs Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua, fundada em 8 de Dezembro de 1896. obra que ia a ser consolidada definitivamente por sua sucessora: María Micaela Tönnies. 
O chamado que recebe Elena e que a marca desde sua meninice, é o chamado à missão. Se sente convocada a levar calor, luz e a segurança do amor de Deus aos meninos abandonados de China. Seus anseios de ir à missão não se cumprirão jamais, mas hoje suas irmãs estão repartidas por todo o mundo.
Em 3 de Fevereiro de 1900 partiu desta terra a seu destino definitivo.
Sua vida religiosa se caracterizou por uma relação viva e profunda com o Espírito Santo e seu entranhável amor a Jesus Sacramentado.
Em 7 de Maio de 1995, a Irmã María Elena foi proclamada Beata, por João Paulo II.

María Ana Rivier, Beata
Fevereiro 3   -  Fundadora

María Ana Rivier, Beata

María Ana Rivier, Beata

Fundadora

Martirológio Romano: Em Bourg-Saint-Andéol, na região de Viviers, em França, beata María Ana Rivier, virgem, a qual, durante a Revolução Francesa, que suprimiu todas as ordens e congregações religiosas, instituiu a Congregação das Irmãs da Apresentação de Maria, para educar na fé ao povo cristão (1838).
Nasceu em 19 de Dezembro de 1768 em  Montpezat-sous-Bauzon, Ardeche, França.

Uma mulherzita de um metro e trinta e dois
Em 1770, quando ainda não havia cumprido os dois anos, Ana María sofre um grave acidente ao cair da parte superior da liteira onde dorme. Em consequência dessa queda fractura a cadeira, pelo que daí em diante não pode manter-se de pé, nem sequer com ajuda de muletas. Esse dramático episódio teve lugar em sua terra natal, em Montpezat, nas montanhas da região francesa de Ardèche.
Ana María padece igualmente de raquitismo: tem o torso e a cabeça normalmente desenvolvidos,mas os braços e as pernas são fracos e, uma vez adulta, não passará de um metro trinta e dois de estatura. Se arrasta pelo chão por causa de sua invalidez, e sua mãe a leva todos os dias à capela dos Penitentes, onde se venera uma antiquíssima estátua da Piedade. Durante aquelas visitas, explica à menina quem é essa Mãe em pranto que leva em braços a seu Filho jacente baixado da Cruz. O amor de Cristo e de sua Mãe, o desejo de fazer algo por eles, o horror dos pecados que são a causa de seus sofrimentos e, sobretudo, uma confiança absoluta em Maria, penetram pouco a pouco no generoso e terno coração da menina. Um dia declara sem rodeios a sua mãe: «¡A Senhora da capela me curará!». Assim que espera imperturbável o milagre que não chega, e suplica: «Virgem Santa, se me curais vos trarei todos os dias ramos e coroas de flores. Mas se não me curais, já não voltarei mais... ¡Se não me curais, me enfadarei com vós!».
Sem embargo, a pobre inválida segue todos os dias ante a estátua, pois sabe que no céu Maria segue ocupando-se da salvação eterna dos homens. Mediante suas palavras e seus exemplos, contados nos Evangelhos, contribui a nossa educação espiritual: nos convida à pureza perfeita, a preocuparmo-nos unicamente por comprazer a Deus, à fidelidade, à docilidade ante todas as moções do Espírito Santo, à prática das virtudes e à união íntima com Jesús. María é um coração que ama, que canta, que ascende e que resplandece. A Virgem intervém igualmente em nossa vida com suas preces, que pode chegar - se o considera oportuno – até conseguir-nos milagres, e suas boas inspirações são mais frequentes do que pensamos. Em quantas ocasiões nos sentimos preocupados ante o facto de ter que eleger ou ante um dever difícil de cumprir; então, basta com uma chamada de socorro para que a luz brilhe e volte a alegria. Às vezes há também palavras mais precisas ou consignas mais explícitas para quem solicita filialmente uma linha de conduta. «A Virgem nunca deixa de proteger-me quando a invoco, escreve Santa Teresa do Menino Jesus. Quando me surge uma inquietação, uma preocupação, em seguida me volto para ela e, como a mais terna das mães, sempre se ocupa de meus interesses» (Ms C, folio 26r°). Também Ana María sentirá os efeitos dessa protecção maternal.
En casa, cuenta historias edificantes a los niños del pueblo, y sabe captar maravillosamente la atención de su pequeño auditorio para mantenerlo tranquilo. Enseña el catecismo y a rezar a todos esos pequeños. Poco a poco, siente en su interior el deseo de consagrarse a Dios y a la instrucción de los niños. Más tarde dirá: «También experimentaba más que nunca un vivo deseo de curarme».
En 1774, su padre es llamado por Dios. La inhumación tiene lugar el 8 de septiembre, festividad de la Natividad de la Santísima Virgen. Ese mismo día, Ana María pide las muletas. Estaban extraviadas, pero las encuentran y se las dan; y he aquí que, ante el asombro de todos, las utiliza y consigue dar tres vueltas a la habitación. Es la Virgen María, que ha querido concederle, en el día de su fiesta, el regalo de un hermoso milagro, permitiéndole que camine con la ayuda de las muletas.
Ahora más que nunca se encarga de los demás niños, organizando pequeñas procesiones en las que las niñas llevan un velo y los muchachos una cruz, todos rezando el Rosario.
Una dosis doble de milagros
El 31 de julio de 1777, Ana María, que entonces cuenta con nueve años, cae por la escalera y se fractura un muslo. El cirujano, al que han llamado con urgencia, vuelve a poner el hueso en su sitio. Después de irse el médico, la señora Rivier, animada por la fe que mueve montañas, le quita el vendaje y frota la pierna herida con el aceite de la lámpara de Nuestra Señora de Pradelles. Al día siguiente, el miembro se ha deshinchado. El 15 de agosto siguiente, uno de sus tíos le dice a la niña: «Levántate e intenta caminar». Se produce el segundo milagro, más notorio que el primero: ¡Ana María se levanta y camina sin las muletas! Y grita de alegría: «¡La Virgen me ha curado!... ¡La Virgen me ha curado!...». En medio de su alegría, cuenta por todas partes las maravillas realizadas en su favor por María.
Su amor de Dios se acrecienta con las gracias recibidas. En una ocasión, alguien la encuentra en un bosque y le pregunta: «¿Dónde vas así? - Al desierto, para rezar al Señor». Es conducida a casa, pero su deseo de soledad y de oración no disminuye, y su caridad para con los pobres la mueve a dar todo lo que puede. Incluso ayuda a mendigar a una ciega, tomándola de la mano para indicarle el camino. Toma la primera comunión a los once años: «Era tan pequeña, nos contará más tarde, que para llegar a la santa mesa tuve que poner mi sombrero de lana bajo las rodillas». Su madre le enseña entonces a leer y a escribir, enviándola después para perfeccionarse con las religiosas de Nuestra Señora, en Pradelles. Cuando regresa a casa, su celo la lleva a realizar numerosas obras pastorales y caritativas: da catequesis, encamina a los jóvenes a la Misa y al confesionario, cuida a los enfermos y asiste a los moribundos. Su vida interior se sustenta con la comunión diaria, el rezo del Rosario y el oficio parvo de la Inmaculada Concepción. Su influencia es tan grande que la solicitan para que haga novenas con diferentes intenciones.
A los diecisiete años, solicita su ingreso en las religiosas de Nuestra Señora, pero el consejo de las hermanas rechaza esa admisión a causa de su mala salud. ¡Qué penosa sorpresa! «Aquellos rechazos no hicieron sino inflamar mis deseos -nos confiará-, ¡ya que no quieren que entre en el convento, yo misma haré un convento!». Una fe a toda prueba, una confianza ciega en la Santísima Virgen y una caridad desbordante cubren el alma de nuestra "pequeña" Ana María.
« Todas al Paraíso »
En 1786, regresa a Montpezat. Tiene dieciocho años, pero sigue siendo de corta estatura. Aunque ello no es impedimento para que le pida a su párroco que la ponga al frente de una escuela. El párroco encuentra ridícula su petición, pues considera que no será respetada ni obedecida por los niños. Ana María insiste y sigue insistiendo... No solamente quiere reunir a las jóvenes, sino que desea formar buenas madres de familia, convencida como está de la función evangelizadora de las familias y de la importancia de la iniciación religiosa desde la más tierna infancia: «¡La vida se halla por entero en las primeras impresiones!», dirá. El párroco acaba cediendo, así que obtiene permiso para montar una escuela en una casa que pertenece a religiosas dominicas. La escuela abre sus puertas al principio de curso de 1786, poblada por hijas de gente notable, pero sobre todo por niñas pobres acogidas gratuitamente.
La joven maestra es exigente, pero recibe ánimos por parte de sus alumnas, que comprenden que su firmeza redunda en beneficio suyo y que procede de su amor hacia ellas. Su método pedagógico es simple y lleno de sentido común. Es consciente de que la formación integral de un niño debe comprender una formación espiritual y doctrinal sólida y profunda. Su deseo de llevar a la beatitud eterna a las almas que le son confiadas le mueve a repetir con frecuencia: «Hijas mías, quiero conduciros al Paraíso».
Con aquellas criaturas consigue éxitos alentadores. ¿Su secreto? Audacia, tenacidad, una alegría comunicativa y mucho coraje. He aquí algunos consejos que dará más tarde a sus religiosas:
Para la enseñanza: «No destaquéis por vuestro talento, ni siquiera para atraer a las niñas a la escuela... Si éstas aprueban con facilidad, que no se crean genios ni intenten deslumbrar. Nada de términos eruditos para hablarles. No admiréis su indumentaria, sino que, por el contrario, inculcadles el horror por los aderezos y las modas».
Advierte a las nuevas maestras: «A veces las niñas tienen la suficiente malicia para poner a prueba el carácter de una hermana recién llegada, para averiguar si es enérgica y vigilante, o si podrán burlarse de ella impunemente. Así pues, que quienes sean tutoras de un curso muestren un aspecto severo y serio que dé a entender que habrá que cumplir con los deberes sin rechistar, y también un tono de bondad y de educación para ganarse a las niñas».
«Velad por la limpieza y la abundancia de los alimentos, pues los jóvenes deben comer suficientemente. El sueño y el ejercicio son necesarios. Que no tengan los pies húmedos. Si tienen frío, dadles de beber algo caliente. Si están enfermas, llamad al médico sin darles "remedios de viejas". No les impongáis alimentos hacia los cuales muestren una irresistible repugnancia...».
En la tormenta
1789: la revolución estalla. Ana María hace todo lo que está en su mano para ayudar a ejercer su ministerio a los sacerdotes rebeldes, perseguidos por la ley a causa de su fidelidad al Papa. De día o de noche, según las circunstancias, reúne a los fieles para confesarse, oír Misa y comulgar. Cuando el sacerdote no puede acudir, es ella quien realiza la instrucción. En aquel tiempo en que la guillotina no para de trabajar, hay que utilizar un lenguaje realista. Por eso no duda en hablar con fuerza: de Jesús Crucificado, modelo de coraje y de constancia, del fin último, del pecado mortal que conduce a la condenación eterna, del paraíso prometido a quienes hayan sido fieles al Evangelio y a la Iglesia romana. Y luego interroga a su auditorio: «¿Me prometéis morir por Jesucristo?». Y, con lágrimas en los ojos, todos responden: «¡Sí!».
No tarda en ser convocada ante el comisario revolucionario, quien le prohíbe presidir tales asambleas, bajo pena de ser encerrada en prisión y de ir a juicio. Pero aquella mujercita de un metro treinta y dos se mantiene firme y, sin desconcertarse, indica a personas de confianza que en adelante el lugar de reunión será la casa Rivier.
En Montpezat, la casa dominica no ha sido vendida, a pesar de haber sido declarada bien nacional. Ana María continúa dirigiendo allí su escuela. Pronto consigue media docena de internas, a quienes intenta dar forma de comunidad religiosa, pues su idea de convento la sigue persiguiendo. Su celo por la salvación de las almas le inspira grandes audacias. «Dios me sostuvo hasta tal punto, nos cuenta, que en lugar de pensar en abandonar los trabajos que había iniciado, se me ocurrían aún otros mayores. Aquí, me decía a mí misma, los niños reciben educación, las mujeres y las jóvenes son socorridas, pero en otros lugares, ¿quién se encarga de tantas pobres almas?... Y ardía en deseos de multiplicarme...». Estamos en 1793, en lo más fuerte de la revolución. Tres jóvenes quedan prendadas de su ideal y acuden a ella. Ana María les asigna a cada una de ellas un pueblo de los alrededores para impartir el catecismo y para ayudar a la juventud a vivir conforme al Evangelio.
De nuevo la Virgen
En 1794, el gobierno revolucionario vende la casa de las dominicas de Montpezat. Ana María y sus compañeras, que deben mudarse, piden a la Virgen una señal de ánimo: la estatua de María cobra vida y les sonríe. Reconfortadas por aquel milagro, se instalan en el pueblo de Thueyts, en otra casa también de las dominicas, fundando allí una escuela. La afluencia es tal que Ana María debe confiar a los muchachos a los Hermanos de las Escuelas Cristianas. Su ejemplo atrae a otras dos jóvenes, que aceptan ayudarla. Un día, reúne a sus cinco primeras compañeras y les declara de entrada: «¡Juntémonos y haremos un convento!». Todas lo aceptan, así que la fundación se pone en marcha. El obispo concede las primeras autorizaciones y, el 21 de noviembre de 1796, en la festividad de la Presentación de María en el templo, Ana María y sus hijas se consagran a Dios y a la juventud, bajo el patrocinio de Nuestra Señora de la Presentación. «No éramos nada, no teníamos nada, no podíamos hacer nada, dirá más tarde. Después de eso, ¿acaso dudáis que fue Dios quien condujo las cosas?». La espiritualidad de la fundadora está basada, efectivamente, en las virtudes de la fe, de la esperanza y de la caridad, con una nota apostólica. Para ella se trata de proseguir con Cristo la obra de la Redención. Por eso escribe: «Nuestra vocación es Jesucristo».
A principio de curso de 1798, la escuela Thueyts cuenta con 62 internas, y es necesario comprar una nueva casa, claro está que sin disponer de dinero... Pero la Providencia, que nunca falta a quienes confían en ella, provee, y los fondos necesarios son reunidos rápidamente. En 1801, el arzobispo Monseñor d´Aviau aprueba las reglas provisionales que la madre Ana María le ha presentado. Ésta es confirmada como superiora de por vida y doce religiosas quedan consagradas. En 1815, la mayor parte de la comunidad se traslada de Thueyts a Bourg-Saint-Andéol, al enorme convento de las salesas, adquirido con dificultades por la fundadora. «Siempre he buscado el dinero mediante la oración, y siempre ha llegado», confesará mostrando una estatua de la Santísima Virgen.
Las escuelas se multiplican prodigiosamente. En el momento de abandonar esta tierra para ver por fin a la Virgen María a la que tanto ha amado en la fe en este mundo, su congregación cuenta con 300 religiosas repartidas en 141 centros. Hoy en día, las hermanas de la Presentación son alrededor de 3000, repartidas en 9 provincias, 3 de las cuales se encuentran en Europa y 6 en los Estados Unidos. Son a la vez enseñantes, hospitalarias y educadoras parroquiales.
El 3 de febrero de 1838, mientras está rezando la segunda parte del "Ave María": «... Santa María, Madre de Dios, ruega por nosotros, pecadores, ahora y en la hora de nuestra muerte», la madre Ana María se apaga apaciblemente. Nuestra Señora había acudido a la cita.
Al pedir a María que interceda por nosotros, reconocemos nuestra condición de pecadores e imploramos a la "Madre de la Misericordia", a la Virgen Santísima. Nos ponemos en sus manos "ahora", en el hoy de nuestras vidas. Que infunda en nuestros corazones la certeza de que Dios nos ama, y que se encuentre cerca de nosotros en los momentos de soledad, cuando sentimos la tentación de bajar los brazos ante las dificultades de la vida. Que nuestra confianza se ensanche para entregarle desde ahora "la hora de nuestra muerte". Que esté presente en esa hora, como estuvo en la muerte en Cruz de su Hijo, y que en la hora de nuestro tránsito nos acoja como madre nuestra para conducirnos a su Hijo Jesús, al Paraíso.
Fue beatificada el 23 de mayo de 1982 por S.S. Juan Pablo II.
Reproduzido com autorização expressa de Abadía San José de Clairval

Celerino de Cartago, Santo
Fevereiro 3   -  Mártir

Celerino de Cartago, Santo

Celerino de Cartago, Santo

Leitor e Mártir

Martirológio Romano: Em Cartago, cidade de África, são Celerino, leitor e mártir, que confessou denodadamente a Cristo na cadeia entre açoites, cadeias e outros suplícios, seguindo as pegadas de sua avó Celerina, anteriormente coroada pelo martírio, e de seus tios Lorenzo, paterno, e Ignácio, materno, os quais, tendo servido em acampamentos militares, chegaram a ser soldados de Deus, obtendo do Senhor palmas e coroas com sua gloriosa paixão (s. III).
Celerino era originário de Roma e pertencia a uma família de mártires.
No começo da perseguição de Décio e sendo ainda muito jovem, foi detido como soldado de Cristo. O levaram ao tribunal onde o próprio Décio devia julgá-lo, pelo que se esperava uma sentença muito severa. Sem embargo, o imperador, comovido talvez pela juventude, o valor e a audaz franqueza de Celerino, lhe concedeu a liberdade, depois de dezanove dias de prisão e de torturas. O jovem levava sobre seu corpo os sinais de seus tormentos.
Na primavera do ano 250, Celerino marchou para Cartago para levar a Cipriano novas dos confessores da Igreja em Roma. No seu regresso, teve a pena de constatar a defecção de sua irmã Numéria. Para mitigar sua dor, o compartilhou com um de seus amigos, Lucianno, que estava prisioneiro em Cartago, escrevendo-lhe uma extensa carta com a funesta noticia. Isto aconteceu pouco depois de Páscoa. Fazia a metade do Outono, quando recebeu a resposta de seu amigo, Celerino regressou a Cartago, onde Cipriano o ordenou leitor de sua igreja, com outro confessor da fé chamado Aurélio. Numa de suas cartas, Cipriano faz o mais sentido elogio de Celerino: se vê nela a intenção do bispo de elevar ao sacerdócio a um atleta do cristianismo: sua gloriosa confissão havia provado que, apesar de sua juventude, já estava consumado na virtude.
Provavelmente Celerino permaneceu sempre ao lado do bispo de Cartago, sem que possa dizer-se se foi elevado ao diaconado. Sem embargo, quase todos os martirológios o consideram como diácono.
Depois da morte de Cipriano, Celerino se mostrou sempre tão firme e piedoso, como havia sido desde o começo de sua vida. 
No dia 3 de Fevereiro, a Igreja honra sua memória como a de um santo confessor de Jesus Cristo.
Alguns hão confundido a nosso santo com outro Celerino, um dos clérigos romanos, enredado no cisma Novaciano. Mas esta defecção não haveria passado inadvertida ao bispo Cipriano e seguramente teria provocado as reconversões do prelado, em vez dos elogios que se lhe tributaram.
Se pode considerar a Celerino como mártir, em razão dos tormentos que suportou na prisão.

Outros Santos e Beatos
Fevereiro 3   -  Completando o santoral deste dia

 

Beato Estêvão Bellesini

Confessor

 

São Leónio, presbítero

Em Poitiers, na Aquitânia, são Leónio, presbítero, que foi discípulo de santo Hilário (s. IV).

Santos Terídio e Remédio, bispos

Em Gap, da Provença, na Gália, santos Terídio e Remédio, bispos (s. IV/V).

San Lupicino, bispo

Em Lyon, na Gália, são Lupicino, bispo, que viveu na época da perseguição sob os vândalos (s. V ex.).

Santo Adelino, abade

No mosteiro de Celle, em Hanonia, santo Adelino, presbítero e abade (c. 696).

Santa Wereburga, abadessa

Em Chester, na região de Mercia, em Inglaterra, santa Wereburga, abadessa de Ely, que fundou vários mosteiros (c. 700).

Santa Berlinda, virgem

Em Meerbeke, em Brabante, santa Berlinda, virgem, que se distinguiu nessa cidade por sua vida religiosa de pobreza e caridade

(s IX-X).

Beato Helinando, monge


No mosteiro cisterciense de Froidemont, na região de Beauvais, em França, beato Helinando, monge, o qual, depois de haver vivido como trovador itinerante, abraçou a vida humilde e escondida no claustro (post 1230).

Beato João Nelson, religioso presbítero e mártir

Em Londres, em Inglaterra, beato Juan Nelson, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que por haver negado a suprema potestade da rainha Isabel I no referente à vida do espírito, foi condenado à morte e enforcado em Tyburn (1578).

Santos Simeão e Ana, santos do Novo Testamento


Em Jerusalém, comemoração dos santos Simeão, ancião honrado e piedoso, e Ana, viúva e profetisa, que mereceram saudar a Jesus Menino como o Messias e Salvador, esperança e redenção de Israel, no momento em que, segundo a lei, foi apresentado no Templo.

ANA LA PROFETISAEL ANCIANO SIMEÓN

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Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (incompleta pela extensão de algumas das biografias) por António Fonseca