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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Mensagem da Quaresma, por BENTO XVI

Mensagem do Santo Padre para a Quaresma 2010


"A justiça de Deus manifestou-se pela fé em Jesus Cristo"

Autor: S.S. Bento XVI | Fuente: Vatican Information Service

Publicou-se hoje a Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2010. O texto, datado de 30 de Outubro de 2009, leva por título a seguinte afirmação de São Paulo em sua Carta aos Romanos: ""A justiça de Deus manifestou-se pela fé em Jesus Cristo". Segue o documento íntegro em sua versão espanhola (traduzido para português, por A. Fonseca):
"Cada ano, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma sincera revisão de nossa vida à luz dos ensinamentos evangélicos. Este ano quero propor-vos algumas reflexões sobre o vasto tema da justiça, partindo da afirmação paulina: A justiça de Deus manifestou-se pela fé em Jesus Cristo (cf. Rm 3,21-22).
Detenho-me, em primeiro lugar, no significado da palavra "justiça", que na linguagem comum implica "dar a cada um o seu" - "dare cuique suum", segundo a famosa expressão de Ulpiano, um jurista romano do século III. Sem embargo, esta clássica definição não clarifica na realidade em que consiste "o seu" que há que assegurar a cada um. Aquilo de que o homem tem mais necessidade não se lhe pode garantir por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, necessita algo mais íntimo que se lhe pode conceder só gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive do amor que só Deus, que o criou à sua imagem e semelhança, pode comunicar-lhe. Os bens materiais certamente são úteis e necessários (é mais, Jesus mesmo se preocupou de curar aos enfermos, de dar de comer à multidão que o seguia e sem dúvida condena a indiferença que também hoje provoca a morte de centenas de milhões de seres humanos por falta de alimentos, de água e de medicinas), mas a justiça "distributiva" não proporciona ao ser humano todo "o seu" que lhe corresponde. Este, além do pão e mais que o pão, necessita de Deus. Observa santo Agostinho: se "a justiça é a virtude que distribui a cada um o seu… não é justiça humana a que separa o homem do verdadeiro Deus" (De Civitate Dei, XIX, 21).
"O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se situam no debate daquele tempo sobre o que é puro e o que é impuro: "Nada há fora do homem que, entrando nele, possa contaminá-lo; mas sim o que sai do homem, isso é o que contamina ao homem… O que sai do homem, isso é o que contamina ao homem. Porque de dentro, do coração dos homens, saem as más intenções" (Mc 7,15. 20-21). Mais além da questão imediata relativa aos alimentos, podemos ver na reacção dos fariseus uma tentação permanente do homem: a de identificar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas têm, se nos fixamos bem, este pressuposto: dado que a injustiça vem "de fora", para que reine a justiça é suficiente eliminar as causas exteriores que impedem ser posta em prática. Esta maneira de pensar - adverte Jesús - é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal, não tem raízes exclusivamente externas; tem sua origem no coração humano, onde se encontra o germe de uma misteriosa convivência com o mal. O reconhece amargamente o salmista: "Repara, na culpa nasci, pecador me concebeu minha mãe" (Sal 51,7). Sim, o homem é frágil por causa de um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o próximo. Aberto por natureza ao livre fluxo de compartilhar, sente dentro de si uma estranha força de gravidade que o leva a reprimir-se em si próprio, a impor-se acima dos outros e contra eles: é o egoísmo, consequência da culpa original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, aferrando o misterioso fruto contra do mandamento divino, substituíram a lógica de confiar no Amor pela da suspeita e a competição; a lógica de receber, de esperar confiado os dons do Outro, pela lógica ansiosa de aferrar e de actuar por sua conta (cf. Gn 3,1-6), experimentando como resultado um sentimento de inquietação e de incerteza. ¿Como pode o homem livrar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor? 
No coração da sabedoria de Israel encontramos um vínculo profundo entre a fé em Deus que "levanta do pó ao desvalido" (Sal 113,7) e a justiça para com o próximo. O expressa bem a própria palavra que em hebreu indica a virtude da justiça: sedaqad,. Com efeito, sedaqad significa, por um lado, aceitação plena da vontade do Deus de Israel; por outro, equidade com o próximo (cf. Ex 20,12-17), em especial com o pobre, o forasteiro, o órfão e a viúva (cf. Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão relacionados, porque dar ao pobre, para o israelita, não é outra coisa que dar a Deus, que se apiedou da miséria de seu povo, o que lhe deve. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, suceda depois da passagem do Mar Vermelho. Quer dizer, escutar a Lei pressupõe a fé em Deus que foi o primeiro a "escutar o clamor" de seu povo e "desceu para o livrar da mão dos egípcios" (cf. Ex 3,8). Deus está atento ao grito do desdenhado e como resposta pede que o escutemos: pede justiça com o pobre (cf. Si 4,4-5.8-9), o forasteiro (cf. Ex 20,22), o escravo (cf. Dt 15,12-18). Portanto, para entrar na justiça é necessário sair dessa ilusão de auto-suficiência, del profundo estado de encerramento, que é a origem de nossa injustiça. Em outras palavras, é necessário um "êxodo" mais profundo que o que Deus obrou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, por si só, não tem o poder de realizar. ¿Existe, pois, esperança de justiça para o homem? 
O anúncio cristão responde positivamente à sede de justiça do homem, como afirma o Apóstolo Paulo na Carta os Romanos: "Agora, independentemente da lei, a justiça de Deus se há manifestado… pela fé em Jesus Cristo, para todos os que crêem, pois não há diferença alguma; todos pecaram e estão privados da glória de Deus, e são justificados pelo dom de sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus, a quem exibiu Deus como instrumento de propiciação por seu próprio sangue, mediante a fé, para mostrar sua justiça (Rm 3,21-25).
¿Qual é, pois, a justiça de Cristo? É, antes de tudo, a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, se cura a si mesmo e aos outros. O facto de que a "propiciação" tenha lugar no "sangue" de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem os que o livram do peso das culpas, mas sim o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até aceitar em si próprio a "maldição" que corresponde ao homem, a fim de lhe transmitir em troca a "bênção" que corresponde a Deus (cf. Ga 3,13-14). Mas isto suscita em seguida uma objecção: ¿que justiça existe onde o justo morre em lugar do culpável e o culpável recebe em troca a bênção que corresponde ao justo? Cada um não recebe deste modo o contrário de "o seu"? Em realidade, aqui se manifesta a justiça divina, profundamente distinta da humana. Deus pagou por nós em seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Frente à justiça da Cruz, o homem pode-se rebelar, porque põe de manifesto que o homem não é um ser autárquico, mas que necessita de Outro para ser plenamente ele próprio. Converter-se a Cristo, crer no Evangelho, significa precisamente isto: sair da ilusão da auto-suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência, indigência dos outros e de Deus, exigência de seu perdão e de sua amizade.
Se entende, então, como a fé não é um facto natural, cómodo, óbvio: faz falta humildade para aceitar ter necessidade de Outro que me liberte do "meu", para me dar gratuitamente o "seu". Isto sucede especialmente nos sacramentos da Penitência e da Eucaristia. Graças à acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça "maior", que é a do amor (cf. Rm 13,8-10), a justiça de quem em qualquer caso se sente sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que podia esperar.
Precisamente pela força desta experiência, o cristão se vê impulsionado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebam o necessário para viver segundo sua própria dignidade de homens e onde a justiça seja vivificada pelo amor.
Queridos Irmãos e Irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, em que este ano voltaremos a celebrar a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom e de salvação. Que este tempo penitencial seja para todos os cristãos um tempo de autêntica conversão e de intenso conhecimento do mistério de Cristo, que veio para cumprir toda justiça. Com estes sentimentos, vos envio a todos, de coração, a bênção apostólica".

Recolha e transcrição de e-mail recebido de

http://es.catholic.net em 8 de Fevereiro de 2010

e traduzida de espanhol para português

por António Fonseca

9 de FEVEREIRO de 2010 - SANTOS DO DIA DE HOJE

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SANTOS DO DIA DE HOJE

TERÇA-FEIRA, 9 DE FEVEREIRO DE 2010

Apolónia, Santa
Fevereiro 9   - Virgem e Mártir

Apolonia, Santa

Apolónia, Santa

Virgem e mártir

Martirológio Romano: Em Alexandria, no Egipto, comemoração de santa Apolónia, virgem e mártir, a qual, depois de haver sofrido muitos e cruéis tormentos por parte dos perseguidores, para não se ver obrigada a proferir palavras ímpias preferiu entregar-se ao fogo antes que ceder em sua fé (c. 250).
Etimologia: Apolónia = Aquela que descende de Apolo, é de origem grega.
Sucedeu em tempos do imperador Felipe que é uma época suave na prática da fé cristã. O lugar dos acontecimentos é Alexandria e pelo ano 248, prévio à perseguição de Décio. 
Sai à rua um poeta com ares de profeta de males futuros; praticava a magia, segundo se diz; vai pelas vias e praças alexandrinas publicando, como agoireiro de males, as catástrofes e calamidades que vão a sobrevir à cidade se não se extermina dela aos cristãos. Não se sabe que coisas deram motivo para predizer esses tempos aziagos, mas a verborreia produziu seu efeito. O bispo Dionísio Alexandrino é o que relata o começo da perseguição. Tomaram violentamente ao ancião Metro, sem respeitar suas cãs; lhe exigem blasfémias contra Jesus Cristo, se desalentam com sua firmeza e acabam moendo-o  de pancada e lapidando-o fora da cidade. Logo vão a por a matrona Cointa que é atada, arrastada e também morta a pedradas. Agora a cidade parece em estado de guerra; hão crescido os tumultos; a gente vai louca assaltando as casas onde pode haver cristãos. Se multiplicam os incêndios, os saques e a destruição.
Em Alexandria vive uma cristã baptizada desde pequena e educada na fé por seus pais; nos tempos de sua juventude decidiu a renúncia voluntaria ao matrimónio para dar sua vida inteira a Jesus. Se chama Apolónia e já é entrada em anos; os que a conhecem sabem muito de suas obras de caridade, de sua sólida virtude e de seu retiro em oração; inclusive presta ajuda à igreja local como diaconisa, segundo se fazia na antiguidade. As hordas incontroladas a sequestram e pretendem obrigá-la a blasfemar contra Jesus Cristo. Como nada sai de sua boca, com uma pedra partem-lhe os dentes. Depois a levam fora da cidade ameaçando atirá-la para uma fogueira, se não apostatar. Pede um tempo para reflectir. Se abisma em oração. Logo, nas chamas onde morreu.
Os cristãos recolheram de entre as cinzas o pouco que ficou de seus despojos. Os dentes foram recolhidos como relíquias que distribuíram pelas igrejas.
Sua representação iconográfica posterior a apresenta sofrendo martírio de mãos de um saião que tem uma grande pedra na mão para dar o golpe que lhe destroçou a boca. Por isso é advogada contra os males de dentes.
Também a nós nos assombra a decisão de santa Apolónia por se parecer a suicídio. Algum magnânimo escritor fala de que «isso só é lícito fazê-lo sob uma inspiração de Deus». Desde logo é susceptível de mais de uma glosa. Só que os santos, tão extremosamente cheios de Deus, adoptam em ocasiões atitudes inverosímeis e desconcertantes sob o aguilhão do Amor e ¡quem sabe se essas são «loucuras» só para quem não tem tanto amor! Ao fim e ao cabo, cada santo é o mistério de responder sem conto a Deus.

Miguel Febres-Cordero Muñoz, Santo
Fevereiro 9   -  Religioso Lassallista

Miguel Febres-Cordero Muñoz, Santo

Miguel Febres-Cordero Muñoz, Santo

Religioso Lassallista

Martirológio Romano: Em Premiá de Mar, perto de Barcelona, em Espanha, são Miguel (Francisco Luis) Febres-Cordero, religioso dos Irmãos das Escolas Cristãs, que durante quarenta anos se dedicou à educação na cidade de Cuenca, no Equador, e, trasladado a Espanha, se distinguiu pela perfeita observância da disciplina da vida religiosa (1910).
Quando o irmão Miguel Febres Cordero era menino, todos o chamavam “Panchito” e até lhe tinham lástima por sua delicada saúde e seus pés deformados que o impediam de caminhar bem. Mas em 21 de Outubro de 1984, dia de sua canonização na Praça de São Pedro, em Roma, se converteu no grande santo da história de Equador: seguidor, até na santidade, de Juan Bautista de La Salle, o fundador dos Irmãos das Escolas Cristãs, Congregação a que pertinácia Panchito.
Em 1863 o presidente equatoriano García Moreno, preocupado pelo enorme analfabetismo de seu país, depois de muitas insistências, obtém que dez Irmãos das Escolas Cristãs fossem de França para o Equador a fundar as escolas populares. As primeiras três escolas nascem em Quito, Guayaquil e Cuenca. Os começos são duros, os Irmãos vivem e ensinam em edifícios miseráveis. Mas os alunos se multiplicam; entre os de Cuenca está Panchito, que se distingue imediatamente por sua inteligência e por seu desejo de aprender. O ensino o encanta, permanece na escola fora de horário e com frequência dá uma mão aos Irmãos. Queria entrar a formar parte de sua obra, mas os familiares se opõem: demasiado pobre a vida dos Irmãos para quem, como ele, pertence à alta sociedade. ¿Porquê, se tem vocação religiosa, não segue a carreira eclesiástica?
Miguel Febres Cordero obedece e entra no seminário. Sai os três meses com graves enfermidades devidas à dificuldade para se ambientar. Finalmente os pais cedem, e na festa da Anunciação de 1868 Miguel pode vestir o hábito dos lassalistas, convertendo-se no Irmão Miguel.
Terminado el noviciado, pasa a Quito, entre otras cosas para evitar las presiones del padre que sigue insistiendo para llevárselo a casa. Son años de trabajo intenso, preludio de una vida que no conocerá descanso, ni mucho menos tiempo libre. Tiempo completo para la enseñanza, con horarios agotadores, el trabajo catequístico y la ayuda a los cohermanos enfermos. Sin embargo, el flaco Panchito logra sacar algunas horas para estudiar idiomas (no solo latín, sino también francés, italiano, inglés y alemán) y para escribir libros para las escuelas.
En tres años publica un centenar de textos escolares que tratan de religión y literatura, gramática y matemáticas. Aunque en varios casos se trata solo de ediciones corregidas, el trabajo es increíble, si se tiene en cuenta que Miguel fundamentalmente es un autodidacta.
Como profesor es muy bueno, y logra hacerse querer. Cuando en 1890 se abre el grande Instituto La Salle del Cebollar, que tiene un semi-internado, es a él a quien se le confían los semi-internos.
En 1907 lo llaman a Europa a preparar los textos escolares para los Hermanos de las Escuelas Cristianas que parten para América Latina. Primero va a Bélgica y luego, por su delicada salud, en busca de un clima más suave, pasa a España (a Premiá de Mar, cerca de Barcelona). Siguen siendo años de mucha actividad hasta la muerte por pulmonía. Antes de morir, les dice a los hermanos que rodean su lecho de muerte, entristecidos: “Otros trabajarán mejor que yo”. Era el 9 de febrero de 1910.
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Este día también se festeja a Santa Apolonia

Sabino de Canossa, Santo
Fevereiro 9   - Bispo

Sabino de Canosa, Santo

Sabino de Canossa, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Canossa, da Apúlia, san Sabino, bispo, que foi amigo de são Bento e legado da Sede Romana em Constantinopla, para defender a fé autêntica ante a heresia monofisita (c. 566).
Etimologia: Sabino = Aquele que é do povo das sabinas, é de origem romana.
La historia de Sabino es bastante difícil de desembrollar, no sólo porque está recargada de leyendas, sino también porque hay otros dos santos del mismo nombre en el "Acta Sanctorum" el 9 de febrero y algunos puntos de sus vidas son tan semejantes, que parece que se han confundido. Uno de ellos fue un obispo que asistió a la consagración del santuario de San Miguel en el Monte Gárgano, en 493, y fue sepultado en Atripaldo, mientras que nuestro santo vivió después y su cuerpo fue enterrado en otro lugar.
Nació en Canosa en Abulia [Canosa en Apulia (Canusium) es completamente diferente a Canóssa, no lejos de Parma, famosa en la vida del Papa San Gregorio VII]. Desde su juventud no aspiraba sino a las cosas de Dios, y no deseaba en absoluto el dinero, excepto como medio para ayudar a los pobres, cosa que hacía con suma generosidad. Llegó a ser obispo de Canosa, y tenía amistad con la mayoría de los hombres prominentes de su tiempo, incluyendo al mismo San Benito, quien parece que le predijo que Roma no sería destruida por Totila y los godos. El Papa San Agapito I lo envió a la corte del emperador Justiniano para apoyar al recién nombrado patriarca, San Mennos contra el hereje Anthimus y asistió al concilio que presidió Mennos en el año 536. En su camino de regreso, pasó por Lycia, visitó la tumba de San Nicolás en Myra, donde se le mostró el santo en una visión.
En su ancianidad, Sabino perdió la vista, pero fue dotado de gran luz interior y del don de profecía. Se cuenta que Totila, deseando poner esto a prueba, persuadió al copero del obispo para que lo dejara ofrecerle la copa del brindis al santo ciego. No bien Sabino asió la copa exclamó, "Viva esa mano" y desde entonces Totila y sus cortesanos lo consideraban como profeta.
Otra ocasión en que demostró su poder de profecía fue cuando su arcediano Vindimus, que ansiaba obtener el obispado, deseando apresurar su muerte, indujo al copero a poner veneno en la copa del anciano. San Sabino dijo al joven, "Bébelo tú; yo sé lo que contiene." Entonces, cuando el copero retrocedió sobresaltado, el santo tomó la copa y la apuró diciendo: "Beberé esto, pero el instigador de este crimen nunca será obispo." El veneno no lo dañó en absoluto, pero el que había querido ser su sucesor murió en aquella misma hora en su casa a 4 Km. de distancia de allí. San Sabino murió a los cincuenta y dos años de edad, y su cuerpo fue trasladado posteriormente a Bari, donde parece que estuvo olvidado algún tiempo y fue redescubierto en 1901.
En 1562, el altar de mármol bajo el cual estaban sus reliquias fue cubierto con plata y se grabó una inscripción en él, indicando los hechos más notables del santo.

Leopoldo de Alpandeire Sánchez Márquez, Beato
Fevereiro 9   -  Laico Capuchinho

Leopoldo de Alpandeire Sánchez Márquez, Beato

Leopoldo de Alpandeire Sánchez Márquez, Beato

Laico Capuchinho

Leopoldo de Alpandeire Sánchez Márquez (seu nome de baptismo era Francisco), laico professo da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos; nascido em 24 de Julho de 1866 em Alpandeire (Espanha) e falecido em 9 de Fevereiro de 1956 em Granada (Espanha).

Dejando atrás la señorial ciudad de Ronda, metrópoli de la Serranía del mismo nombre, y, bajando por una carretera que serpentea entre escarpados cerros de alcornoques y encinares, llegamos a Alpandeire, pintoresca villa de la provincia de Málaga, situada en las extremidades de la sierra de Jarestepar al sur de Ronda.
Aquí, en este pueblecito de casitas blancas, acurrucado alrededor de su majestuosa iglesia parroquial, considerada la "catedral de la Serranía", nació un 24 de junio de 1864 Francisco Tomás Márquez Sánchez, nuestro futuro Fray Leopoldo. Fueron sus padres Diego Márquez y Jerónima Sánchez. Francisco Tomás tuvo otros tres hermanos más cuyos nombres nos son conocidos: Diego, Juan Miguel y María Teresa y algunos más que murieron en la infancia sin disponer hoy de datos sobre ellos. Diego moriría soldado en la guerra de Cuba.
Nuestro protagonista había nacido en el seno de una familia de cristianos labradores. El hogar de Diego y Jerónima era humilde y en él se vivían y practicaban las virtudes cristianas que inculcaban, con su ejemplo diario, a sus hijos.
Junto a los verdes campos de sementeras y alcornocales, las montañas rocosas, los trigales, los cercados de rastrojos y retamas, las ovejas y los aperos de labranza, la infancia y juventud de Francisco Tomás se deslizaron apaciblemente, como uno de esos innumerables arroyuelos que corren escondidos por las laderas de las montañas. Entre los trabajos del campo, la vida familiar y de piedad y oración pasó los treinta y cinco años de su vida oculta mientras Dios lo iba modelando lenta y paulatinamente -- que ya desde niño "era todo corazón" --; disfrutaba socorriendo a los pobres. Se decía de él que ni aún de niño se cerró, egoísta, a la compasión. Repartía su merienda con otros pastorcillos más pobres que él, o daba sus zapatos a un menesteroso que los necesitaba, o entregaba el dinero ganado en la vendimia de Jerez, a los pobres que encontraba por el camino de regreso a su pueblo. "Dios da para todos", diría años más tarde.
Fue a raíz de haber oído predicar a dos capuchinos en Ronda, con ocasión de las fiestas que tuvieron lugar en la ciudad del Tajo, en 1894, para celebrar la beatificación del capuchino Diego José de Cádiz, cuando el joven Francisco Tomás decidió abrazar la vida religiosa haciéndose capuchino. A aquellos predicadores comunicó su deseo de ser uno como ellos, pero tuvo que esperar algunos años, debido a ciertas negligencias y olvidos en los trámites de admisión. Finalmente un día salió de su tierra y de su parentela, como Abrahán, y tomó el hábito capuchino en el Convento de Sevilla el 16 de noviembre de 1899, cambiando el nombre de Francisco Tomás por el de Leopoldo, según usos de la Orden. Este cambio de nombre -- comentaría él años adelante -- le cayó "como un jarro de agua fría", ya que el nombre de Leopoldo no era corriente entre los miembros de la Orden; tal vez su maestro de novicios, P. Diego de Valencina, lo escogió por celebrarse su fiesta el 15 de noviembre.
Desde el noviciado Fray Leopoldo no tuvo otra meta que santificarse, siguiendo a Cristo por el camino de la cruz como San Francisco. Su amor a Dios, la oración, el trabajo, el silencio, la devoción a la Virgen y la penitencia marcarían ya su vida. La cruz y la pasión de Cristo serían para él, a partir de ahora, objeto de meditación y de imitación. El 16 de noviembre de 1900 hizo su primera profesión; a partir de entonces vivió cortas temporadas, como hortelano, en los conventos de Sevilla, Antequera y Granada. El 23 de noviembre de 1903 emite, en Granada, sus votos perpetuos. Sin embargo, la azada lo perseguía como fiel compañera mientras él seguía cultivando la huerta de los frailes. Pero para entonces ya había aprendido a sublimar el trabajo, a transformarlo en oración y servicio a los hermanos. Como todos los santos hermanos capuchinos, Leopoldo fue un gran trabajador, ya que como ellos, estaba convencido de la virtud redentora del esfuerzo humano. El trabajo y la soledad del convento hicieron crecer en él la ascesis y la mística. Como ha escrito uno de sus biógrafos, fue un “contemplativo entre el agua de las acequias, las hortalizas, los frutales y las flores para el altar”. E1 21 de febrero de 1914 llegaría a Granada para quedarse definitivamente en ella. La ciudad de la Alhambra, que dormita a los pies de Sierra Nevada, la Granada cristiana y mora, donde el agua se hace música, sería el escenario de su vida durante más de medio siglo. Trabajó primero de hortelano en la huerta del Convento para ejercer después de sacristán y limosnero. Dos trabajos que unirían admirablemente la doble faceta de su vida: su dimensión contemplativa, su vida de oración, su vida íntima con Dios y su vida activa, su ir y venir por las calles y cuestas de Granada, su contacto con la gente, su diario quehacer de limosnero.
Pero lo que define y caracteriza prácticamente la vida de Fray Leopoldo es su oficio de limosnero. El, que se había hecho religioso para vivir alejado del "mundanal ruido", fue lanzado por la obediencia a librar la batalla decisiva de su vida, en medio de la calle. Lo que él mismo confirmaría años más tarde, con ocasión de las fiestas de sus Bodas de Oro de vida religiosa y al saber que la efeméride había salido en la prensa, exclamó: "Qué jaqueca, hermano, -- confesó a un compañero -- nos hacemos religiosos para servir a Dios en la oscuridad y, ya ve, nos sacan hasta en los papeles". Fray Leopoldo, como otros santos capuchinos con marcada inclinación a la vida contemplativa, vivió constantemente en contacto con el pueblo, como limosnero. Se hizo así santo, santificando a los demás. Y lo hizo como quería San Francisco: con el testimonio de su vida, con su ejemplo, con su palabra, con la gracia y el carisma que Dios le dio. El contacto con los hombres, lejos de distraerlo o mundanizarlo, lo empujó a salir de sí mismo, a cargar sobre sí el peso de los demás, a comprender, a ayudar, a servir, a amar.
Su figura se hizo popular en la ciudad de los cármenes, todos lo reconocían, las gentes y los chiquillos decían en la calle: "Mira, por allí viene Fray Nipordo", y corrían a su encuentro. Con los niños se paraba para explicarles algo de catecismo, con los mayores para hablar de sus problemas, angustias y preocupaciones. Fray Leopoldo había encontrado el modo de derramar sobre todos la bondad divina: rezaba tres Ave Marías, era su forma de enhebrar lo divino con lo humano. Y las gentes se alejaban de él transformadas, dispuestas a seguir su camino, pero con la tranquilidad y la seguridad que Fray Leopoldo les había devuelto, la de saber que Dios había tomado buena nota de sus preocupaciones.
Y así día tras día, durante medio siglo, "con la vista en el suelo y el corazón en el cielo" --como el mismo diría --, Fray Leopoldo recorrió Granada repartiendo la limosna del amor, elevando y sublimando la pesada monotonía de todos los días, dando colorido a los días grises, poniendo unidad y armonía en la fragilidad del ser humano, sobrenaturalizando y dignificando el quehacer diario. El ha aportado, así, abundantes riquezas espirituales, bondad, caridad, sencillez, limpieza al fatigoso discurrir de los hombres por esta tierra.
Padeció algunas enfermedades y dolencias, que él se esforzaba en ocultar y disimular, especialmente una hernia que le causaba agudos dolores y muchas molestias en sus caminatas diarias de limosnero. Estos y otros sufrimientos, como grietas en los pies que sangraban abundantemente, le ayudaban a completar en su carne lo que falta a los sufrimientos de Cristo, en favor de su Cuerpo que es la Iglesia.
Cierto día en que, como de costumbre, recogía la limosna de la caridad a sus 89 años, cayó al suelo rodando precipitadamente escaleras abajo desde un primer piso y sufrió fractura de fémur, -- dicen que le empujó el diablo --. Fue ingresado en la Clínica de la Salud de Granada; afortunadamente y sin operación, los huesos le anudaron; regresó al convento y pudo caminar con la ayuda de dos bastones, pero ya no salió más a la calle. Así pudo entregarse totalmente a Dios que era el gran amor de su vida. Y llenándose de Dios, pasó los tres últimos años de su existencia terrena, hasta irse poco a poco consumiendo "cual llama de amor viva".
Finalmente, la llama se extinguió. Con el beso de la hermana muerte, Fray Leopoldo, el humilde limosnero de las tres Ave Marías, se durmió en el Señor. Era el 9 de febrero de 1956. Tenía 92 años.
La noticia de su muerte corrió y conmovió a toda la ciudad de Granada. Un río humano acudió al convento de capuchinos, el pueblo y las autoridades, hasta los niños se acercaron a ver a su "Fray Nipordo", como ellos le llamaban, mientras se decían unos a otros: "Está muerto pero no da miedo". Su entierro fue multitudinario. La fama de santidad, de que había gozado en vida, creció después de su muerte. Desde entonces, todos los días, pero, sobre todo el 9 de cada mes, una inusitada afluencia de gentes de todo el mundo visita su sepulcro, siendo numerosas las gracias que Dios concede por intersección de su fiel Siervo.
El 19 de diciembre de 2009 S.S. Benedicto XVI autorizó la promulgación del decreto que reconoce un milagro atribuido a la intercesión del Siervo de Dios Fray Leopoldo, aún está pendiente se indique la fecha de la beatificación.

Anna Catalina Emmerick, Beata
Fevereiro 9   -  Mística

Anna Catalina Emmerick, Beata

Anna Catalina Emmerick, Beata

Anna Katharina Emmerick nasceu a 8 de Setembro de 1774 nos aldeões de Flamschen perto da cidade de Coesfeld. Se criou em união de 9 irmãos. Desde menina tinha que ajudar na casa e no trabalho de campo. Sua assistência escolar era curta. Tanto mais chamou a atenção a que ela estava bem instruída em coisas religiosas. Já em tenra idade os pais e todos que conheciam a Anna Katharina se davam conta de que esta se sentia atraída à oração e à vida religiosa duma forma extraordinária.
Tres años pasó Anna Katharina en una casa grande campesina en la vecindad haciendo servicio. A continuación aprendió coser y estuvo en Coesfeld por la mejor formación. Le gustaba visitar las iglesias antiguas de Coesfeld y asistir a la misa. Muchas veces salía a sólo para rezar el gran vía crucis.
Anna Katharina abrigaba el anhelo de entrar en un convento. Por no poder hacerse realizar este deseo inmediatamente, volvió a su casa paternal. Trabajaba de costurera y por esta ocupación entró en muchos hogares.
Anna Katharina acudió a varios conventos pidiendo ser recibida. Mas bien fue rechazada por no poder traer el dote necesario. Finalmente las monjas clarisas de Münster estaban de acuerdo de aceptarla, si aprendiera tocar el órgano. Sus padres le permitieron ir al organista Söntgen in Coesfeld, para aprender tocar el órgano. Pero no llegó a tener la posibilidad de aprender tocar el órgano. La necesidad y la pobreza en ese hogar le movían trabajar con los familiares en este hogar. Hasta entregó lo poco que había ahorrado, para ayudar a la familia Söntgen.
Por fin en 1802 ella pudo entrar en el convento de Agnetenberg de Dülmen junto con su amiga Klara Söntgen. El año siguiente hizo el voto monástico. Con ahínco participó en la vida de la comunidad. Siempre estaba dispuesta a aceptar también labores difíciles y no apreciadas. Al principio fue estimada poco por su origen humilde en el convento. Algunas cohermanas se escandalizaron de ella, porque observaba estrictamente la regla, y la tenían por una hipócrita. Anna Katharina soportó esta aflicción sin quejarse y con espíritu de entrega callada.
En los años de 1802 hasta 1811 Anna Katharina se enfermó con más frecuencia y tenía que padecer dolores grandes.
1811 el convento de Agnetenburg fue levantado en consecuencia de la secularización. También Anna Katharina tenía que abandonar el convento. Un sacerdote refugiado de Francia, el Abbé Lambert, que vivía en Dülmen, la recibió como ama de casa. Pero poco después se enfermó. Ya no podía salir de la casa y se metió en cama. En acuerdo con el vicario Lambert ella hizo venir a su hermana menor Gertrud, que bajo su dirección cuidaba a la casa.
En este tiempo recibió Anna Katharina Emmerick los estigmas. Los dolores de los estigmas los había sufrido ya desde hace mucho tiempo. El hecho, de que llevaba los estigmas, no podía quedarse occulto. El dr. Franz Wesener, un joven médico, la visitó y estuvo tan impresionado de ella, que en los siguientes 11 años este se convirtió en un amigo fiel, desprendido y auxiliante de ella. Sobre sus encuentros con Anna Katharina Emmerick él ha llevado un diario, en que ha conservado una plenitud de detalles.
Un rasgo característico en la vida de Anna Katharina era su amor hacia los hombres. Dondequiera veía necesidad, intentó ayudar. Hasta postrada en la cama confeccionó todavía vestidos para niños indigentes y se alegró, si pudiese ayudarles con esto. A pesar de que a veces le podían estar pesados los numerosos visitantes, los acogió amablemente a todos.
Se recordó de las intenciones de esos en las oraciones, animándoles y consolándoles.
Muchos personajes, que en el movimiento eclesiástico de renovación al principio del siglo 19 eran de importancia, buscaban el encuentro con Anna Katharina Emmerick, entre otros: Clemens August, barón de Droste zu Vischering, Bernhard Overberg, Friedrich Leopold von Stolberg, Johann Michael Sailer, Christian y Clemens Brentano, Luise Hensel, Melchior y Apollonia Diepenbrock.
Una importancia especial la alcanzó el encuentro con Clemens Brentano. De su primera visita en 1818 surgió una permanencia de 5 años en Dülmen. Cada día visitó a Anna Katharina, para apuntar sus visiones, que publicó más tarde.
En el verano de 1823 Anna Katharina se debilitó más y más. Como en años anteriores unió sus sufrimientos con los sufrimientos de Jesús, ofreciéndolos para la salvación de los hombres. Falleció a los 9 de febrero de 1824.
Anna Katharina Emmerick fue sepultado en el cementerio de Dülmen. Mucha gente asistió al entierro. Por haber surgido el rumor de que se habían robado los restos mortales de Anna Katharina, la tumba fue reabierta dos veces en las siguientes semanas después del sepelio. El cajón con el cadáver fue encontrado en perfecto estado.
Clemens Brentano escribe de Anna Katharina Emmerick: «Ella está parada como una cruz en el lado de camino». Anna Katharina nos señala hacia el centro de nuestra fe cristiana, el misterio de la cruz.
La vida de Anna Katharina Emmerick está caracterizada por una profunda unión con Cristo. Le gustaba rezar ante el famoso crucifijo de Coesfeld. Muchas veces recorrió rezando el gran vía crucis. Personalmente ella tenía tanta participación en la pasión del Señor, que no sea ninguna exageración de decir: Ella vivió, sufrió y murió con Cristo. Un signo exterior para esto, que a la vez es más que una señal externa, son los estigmas que llevaba.
Anna Katharina Emmerick era una veneradora ardiente de la Virgen María. La festividad del nacimiento de María fue también su cumpleaños. La palabra en una oración mariana nos muestra otro aspecto en la vida de Anna Katharina. En esa oración se dice: «O Dios, haznos servir a la obra de la salvación según el modelo de la fe y del amor de María». Servir a la obra de la salvación: Esto es, lo que quería Anna Katharina.
En la carta a los Colosenses el apóstol San Pablo habla de dos formas del servicio en favor del evangelio, del servicio para la salvación. La primera forma consiste en la anunciación activa de la palabra y del hecho. Pero qué ocurre, si eso ya no es posible? Pablo que aparentemente se encontró en tal situación, escribe: «Ahora me alegro de mis padecimientos por vosotros, y suplo en mi carne lo que falta a las tribulaciones de Cristo por su cuerpo, que es la Iglesia» (Col 1, 24).
En ambas formas Anna Katharina sirvió a la salvación. Su palabra que salió de su habitación sencilla de Dülmen y por medio de los escritos de Clemens Brentano alcanzó a numerosos hombres en muchas lenguas, es una anunciación eminente del evangelio en el servicio en favor de la salvación hasta en los días modernos. A la vez Anna Katharina Emmerick consideró sus sufrimientos como un servicio en favor de la salvación. El dr. Wesener, el médico de ella, relata en el diario la pretensión de ella: «Siempre me he pedido a Dios como un don especial, que yo sufra y haga satisfacción, en cuanto es posible, para aquellos, que se hayan desviado del camino por error o por debilidad». Se relata, que Anna Katharina Emmerick había dado ayuda de fe y consuelo a muchos de sus visitantes. Su palabra contenía poder, porque ella había entregado sus padecimientos y su vida al servicio de la salvación.
Servir a la obra de la salvación por medio de la fe y del amor: Anna Katharina Emmerick nos puede ser a nosotros un modelo en esto.
El dr. Wesener nos relata el dicho de Anna Katharina Emmerick: «El servicio en favor del prójimo lo he tenido siempre por la mayor virtud. Ya en mi juventud más temprana pedí a Dios darme la fuerza de servir a mis semejantes y de serles útil. Y ahora sé, que ha cumplido mi súplica». Cómo era posible, que ella, que durante años postrada en la cama no podía salir de su cuarto, sirviese a los prójimos?
En una carta dirigida al conde Stolberg el entonces vicario general de Münster, Clemens August Droste zu Vischering, la llama a Anna Katharina Emmerick una amiga especial de Dios. Con una palabra de Hans Urs von Balthasar podemos decir: «Ella echó su amistad con Dios en el platillo de la balanza por la solidaridad con los hombres».
Echar la amistad con Dios en el platillo de la balanza por la solidaridad con los hombres: No se manifiesta aquí un deseo para la vida eclesiástica del tiempo actual? La fe cristiana ya no abarca a todos. En el mundo la comunidad cristiana está teniendo una función suplente para los hombres ante Dios. Debemos echar nuestra amistad con Dios en el platillo de la balanza por la solidaridad con los hombres.
Anna Katharina Emmerick nos está unida en la comunidad de los creyentes. Esta comunidad no termina con la muerte. Nosotros creemos en la comunidad permanente con todos, que Dios ha llevado a la perfección. Más allá de la muerte estamos unidos con ellos, y ellos tienen parte en nuestra vida. Nosotros podemos invocarles y pedirles por su intercesión. Rogamos a Anna Katharina Emmerick, la nueva beata, que eche su amistad con Dios en la balanza por la solidaridad con nosotros y con todos los seres humanos.
Fue beatificada el 3 de octubre de 2004 por S.S. Juan Pablo II.
Si tiene información relevante para la canonización de la Beata Anna, contacte a:
Emmerick-Bund e. V.
An der Kreuzkirche 10
48249 Dülmen, GERMANY
Reproducido con autorización de Vatican.va
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Marón, Santo
Fevereiro 9   -  Eremita

Marón, Santo

Marón, Santo

Eremita

Martirológio Romano: Em uma montanha perto de Apamea, na Síria, são Marón, eremita, morto depois de uma vida de áspera penitência e intensa piedade, fundando-se sobre seu sepulcro um célebre mosteiro, em redor do qual se originou a nação que leva seu nome (c. 423).
São Marón nasceu na Síria; homem humilde, que um dia ouviu a voz de Deus, aceitando imediatamente o desafio que significava segui-lo.
San Marón eligió una morada solitaria no lejos de la ciudad de Cirrus en Siria, y allí, por espíritu de mortificación, vivía casi siempre a la intemperie. Cierto es que tenía una pequeña cabaña cubierta con pieles de cabra para guarecerse en caso de necesidad, pero rara vez la utilizaba. Encontró las ruinas de un templo pagano, lo dedicó al verdadero Dios, y lo convirtió en casa de oración. San Juan Crisóstomo, que lo estimaba mucho, le escribía desde Cucusus, donde estaba desterrado, y se encomendaba a sus oraciones, rogándole le diera noticias suyas con la mayor frecuencia posible. San Marón había tenido por maestro a San Zebino, cuya asiduidad en la oración era tal, que se dice que pasaba días y noches enteras orando, sin experimentar cansancio. Generalmente rezaba de pie, aunque cuando ya era muy anciano, tenía que sostenerse con un báculo. A los que iban a consultarle, respondía con la mayor brevedad posible; tan deseoso estaba de pasar todo su tiempo en conversación con Dios.
San Marón, no solo fue ejemplo, sino que además fue para aquellos hombres un líder lleno de sabiduría y del Espíritu Santo, que supo dar sentido a cada acción, con inflexible disciplina. Alcanzó en vida, fama de santidad en incluso realizó milagros de curación y conversión.
Sus virtudes fueron ampliamente conocidas: justicia, templanza, castidad y trabajo duro, semillas que él mismo plantó en otros, quienes se convirtieron en el campo fértil, que llevó a Dios numerosas vocaciones, que serían tiempo después labradores diligentes y sabios, que harían florecer la Montaña de Líbano en la fe sólida y verdadera de nuestro Señor Jesucristo.
San Marón imitó a su maestro en la constancia en la oración, pero trataba a sus visitantes de modo diferente. No sólo los recibía con suma bondad, sino que los invitaba a que se quedaran con él, aunque muy pocos estaban dispuestos a pasar toda la noche en pie, rezando. Dios recompensó sus trabajos con gracias abundantísimas y con el don de curar enfermedades tanto corporales como espirituales. No es sorprendente por tanto, que su fama como consejero espiritual se extendiera por todas partes. Esto le atrajo grandes multitudes, Formó a muchos santos ermitaños y fundó monasterios; sabemos que, cuando menos, tres grandes conventos llevaron su nombre. Teodoreto, obispo de Cirrus, dice que los numerosos monjes que poblaron su diócesis fueron formados por las instrucciones del santo. San Marón fue llamado al premio después de una corta enfermedad, la cual dice Teodoreto, reveló a todos la gran debilidad a que estaba reducido su cuerpo. Los pueblos vecinos se disputaron sus restos. Finalmente obtuvieron el cuerpo los habitantes de un centro relativamente populoso y construyeron sobre su tumba una espaciosa iglesia con un monasterio anexo, cerca de la fuente de Orontes, no lejos de Apamea.
Los Maronitas son los cristianos que deben su nombre a San Marón, santo hombre, rígido defensor de la fe católica de oriente. fue ejemplo para muchas personas, estos fueron sus discípulos, escuchando sus enseñanzas, imitando sus virtudes. estos disipulos fueron llamados "Discípulos de San Marón" que después de su muerte en el año 420, crecieron mucho.

Outros Santos e Beatos
Fevereiro 9   -  Completando o santoral deste dia

Santos Mártires de Alexandria, mártires


Também em Alexandria, paixão dos numerosos santos mártires que, durante uma celebração na igreja, foram assassinados de distintos modos pelos arianos (s. IV).

Santos Primo e Donato, diáconos  mártires


Em Lemellefa, em África, comemoração dos santos Primo e Donato, diáconos e mártires, que, por defender o altar da igreja, morreram em mãos dos hereges (c. 361).

 
São Teliavo, abade e bispo


No mosteiro de Llandaf, em Cambria, são Teliavo, bispo e abade, cujos exímios esforços pastorais são recordados por muitas igrejas de Cambria, Cornualles e Armórica (560).


São Ansberto, abade e bispo


No mosteiro de Hautmont junto ao Sambre, em Hainaut, morte de são Ansberto, que, depois de ser abade de Fontanelle, ocupou a sede episcopal de Rouen e foi desterrado pelo príncipe Pipino (c. 695).


Santo Alto, abade

 
Em Baviera, comemoração de santo Alto, abade, o qual, havendo nascido em Irlanda, fundou nos bosques desta região o mosteiro que depois levou seu nome (s. VIII).

São Rainaldo, monge e bispo


Em Nocera, da Umbría, são Rainaldo, bispo, que foi monge camaldulense em Fonte Avellana e, uma vez designado bispo, manteve os costumes da vida monástica (1222).