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Imagens e Frases de Natal Religioso

sábado, 13 de fevereiro de 2010

MISSÃO 2010 – ENCONTRO IBÉRICO DE JOVENS NO POPRTO

In: Agência Ecclesia

Boletim de 13-02-2010

 

Encontro Ibérico leva festa cristã ao Porto

Iniciativa promovida pela Comunidade ecuménica de Taizé e a Diocese insere-se na «Missão 2010»

Seis mil participantes estão inscritos para o Encontro Ibérico de Jovens, que tem lugar no Porto de 13 a 16 de Fevereiro. Inserido no programa da “Missão 2010”, da Diocese nortenha, esta iniciativa é promovida pelos secretariados de Pastoral Juvenil e Universitária, em colaboração com a comunidade ecuménica de Taizé.

Entre os inscritos contam-se mais de 1000 jovens do Porto, cerca de 600 de Lisboa, 200 de Coimbra, 250 do Algarve, algumas dezenas de franceses e de alemães, mais de 100 polacos e espanhóis e 900 famílias de acolhimento. No total, estarão representados cerca de 25 países.

Nascida de um convite de D. Manuel Clemente à comunidade ecuménica radicada na França, este encontro dedicado à celebração das “Fontes da Alegria” integra-se na chamada “Peregrinação de Confiança através da Terra”.

“Está a correr tudo muito bem. Tem sido muito bonito ver todo o entusiasmo e alegria desta juventude e o dinamismo daqueles que prepararam o encontro e estão a acolher quem chega”, disse à Agência ECCLESIA o Ir. David, único português na comunidade de Taizé.

A meio da tarde de Sábado, primeiro dia do encontro, continuavam a chegar participantes às paróquias e às famílias de acolhimento. O religioso destacou a "grande serenidade e disponibilidade" dos jovens, mesmo quando tiveram de aguardar bastante tempo para receberem as primeiras instruções, dado que houve muitas pessoas a chegar simultaneamente.

Nestes dias de Carnaval, a proposta de Taizé quer assinalar a alegria “numa altura em que as pessoas se gostam de juntar e celebrar”.

A alegria destes dias, no Porto, é segundo o Ir. David, “uma alegria que perdura”. Os participantes são “jovens como todos os outros” que não estão ligados de forma institucional aos irmãos de Taizé, com diversas caminhadas de fé.

A “Peregrinação de Confiança” foi lançada em 1978 pelo irmão Roger, o fundador da Comunidade de Taizé. Nos últimos anos, teve como etapas encontros europeus em Lisboa (2004), Milão (2005), Zagreb (2006), Genebra (2007), Bruxelas (2008), Poznan (2009), um encontro asiático em Calcutá (2006), um latino-americano em Cochabamba (2007), um africano em Nairobi (2008) ou um ibérico em Sevilha (2009).

“É importante criar laços de comunhão, as pessoas encontrarem-se, terem confiança umas nas outras”, assinala o Ir. David, dando o exemplo de os peregrinos serem acolhidos por famílias que não os conhecem.

“Ao acolher os outros, podemos descobrir-nos melhor a nós próprios”, acrescenta.

Nas ruas do Porto, será possível encontrar o “testemunho forte” de jovens que querem “rezar”, encontrar-se, “acolher Cristo”.

Passo a passo

Os jovens peregrinos são acolhidos no dia 13 de Fevereiro no Dragão Caixa (pavilhão do Futebol Clube do Porto), sendo divididos pelos 39 centros de acolhimento.

Depois de passarem pela paróquia e pela família de acolhimento, os jovens vão regressar ao Dragão Caixa. Às 18h00 começa o fórum, que inclui cantares tradicionais portugueses de diferentes regiões do país, o jantar e a vigília de oração.

“Haverá também jovens que se vão reunir na igreja da Trindade, dado que não há espaço para todos no pavilhão", indicou o Ir. David. "As pessoas que quiserem podem associar-se a essa oração, que começa às 21h00", acrescentou.

No Domingo, 14 de Fevereiro, os peregrinos vão participar nas Eucaristias paroquiais e reunir-se de seguida para falar sobre como «fazer uma escolha dos nossos desejos». «Uma vez que não posso nem fazer tudo nem ter tudo, quais são as coisas que eu deveria abandonar? Será que renunciar é difícil? Será que é algo que nos liberta?», serão algumas das perguntas que lhes serão colocadas.

Depois do almoço, com as famílias de acolhimento, às 16 horas terão lugar no centro da cidade workshops com temas à escolha.

Na igreja de S. Bento da Vitória terá lugar um diálogo com D. Manuel Clemente, sobre o tema «É possível a alegria?». Ao final da tarde, os jovens regressam ao Dragão Caixa para o jantar e uma vigília de oração.

Na Segunda-feira, 15 de Fevereiro, depois da oração da manhã nas paróquias de acolhimento, os participantes vão reflectir sobre o tema «partilhar o que temos»: «O que posso fazer para que outras pessoas possam tirar proveito dos bens da criação e encontrem uma alegria de viver? Quais as iniciativas de partilha que conheço? Quais são as que estão ao meu alcance?»

Às 14h15, a oração da tarde ocorrerá em templos históricos do centro da cidade. As igrejas de São Lourenço, de São Bento da Vitória, da Trindade e de São João Novo, cheias de jovens, acolherão todos os que se queiram juntar a eles para este momento de oração meditativa e de louvor. De seguida, às 16 horas, é proposta a todos os que queiram aparecer uma lista de ateliers com temas à escolha.

A igreja das Taipas estará aberta nas tardes dos dias 13, 14, 15 e 16 para um tempo de silêncio e oração pessoal, dando a possibilidade àqueles que o desejarem de serem ouvidos, de receber o sacramento da reconciliação ou simplesmente de permanecer num espaço acolhedor para rezar.

Tal como nos outros dias, ao final da tarde os peregrinos vão reunir-se no Dragão Caixa para o jantar e a vigília de oração. As meditações que o irmão Alois fará durante as orações da noite serão publicadas no próprio dia no site da Comunidade de Taizé.

Na Terça-feira, 16 de Fevereiro, depois da oração da manhã e da reflexão baseada no tema «aprofundar a confiança em Deus e renovar a nossa coragem», os jovens peregrinos terão um almoço partilhado, nas paróquias, com as famílias de acolhimento.

Tanto os encontros, nas paróquias, como a maioria dos workshops, são abertos a todos, sem qualquer bilhete de entrada. Todos os interessados estão convidados a participar nestes momentos de reflexão, expressando assim um gesto de hospitalidade para com os jovens que estão de passagem no Porto.

Fotos

Nacional | Octávio Carmo | 2010-02-13 | 10:10:15 | 7507 Caracteres | Diocese do Porto, Ecumenismo, Taizé

Recolha e transcrição através do Boletim da Agência Ecclesia, de 13-02-2010

http://ecclesia.pt

13 DE FEVEREIRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

SANTOS DO DIA DE HOJE  

SÁBADO, 13 DE JANEIRO DE 2010

 

Benigno, Santo
Fevereiro 13   -  Presbítero e Mártir

Benigno, Santo

Benigno, Santo

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Em Todi, cidade da Umbría, são Benigno, presbítero e mártir (s. IV).
Etimologia: Benigno = Aquele que actua com Benevolência, é de origem latina.
Dizem que um frade, num arrebatar de falsa devoção, quis levar para o seu convento - isso que se chama roubar uma coisa sagrada e como agravante num sítio também sagrado - a cabeça do santo que repousava dentro de um relicário de prata no mosteiro de beneditinas que se chama «De las Milicias», em Todes. Em seu intento, e sem saber muito bem o que se passava, não pôde sair do templo por não poder localizar as portas até pouco antes tão expeditas. Assim, se viu obrigado a depositar a relíquia de são Benigno no sítio que lhe correspondia.
Todes é uma das primeiras cidades evangelizadas de Hungría. Benigno vive na segunda metade do século III. E se deu a conhecer entre os seus como um insigne propagador da fé cristã; o faz com alegria e com notável entusiasmo. O bispo Ponciano conhece seu afã apostólico e está ao corrente da sinceridade de sua vida; um dia o consagra presbítero para apoiar-se nele no cumprimento obrigado de atender a sua grei e de estender a Salvação.
Chegada a perseguição de Maximiano e Diocleciano, a comunidade de crentes está confortada pela atenção espiritual que com risco constante de sua vida lhe presta o bom sacerdote Benigno. Socorre aos confessores da fé presos nas cadeias; visita as casas dos débeis e procura-os pelos campos que os cobiçam para lhes dar ; e as arranja para estar perto dos que são torturados, acompanhando até onde é possível humanamente os que se dispõem ao martírio.
Passado o pior momento de estupor, se enche de audácia do Espírito Santo e começa a pregar com fortaleza de Jesus Cristo. Agora o faz publicamente no intento de converter os pagãos que estão no terrível erro da idolatria. O principal foco de atenção de seu discurso é fazer-lhes compreender que os ídolos são um disparate e o culto que se lhes tributa supõe uma verdadeira ofensa ao único Deus que merece adoração e pode dar-lhes a salvação oferecida a todos os homens sem excepção. Já não lhe importa sua vida. Se sabe portador da verdade e conhece bem que ela não é exclusivamente para ele. Só Jesus é o Senhor e todos hão-de servi-lo. 
O que era presumível com esse comportamento se faz realidade. É preso e obrigado a apostatar, sendo inúteis os tormentos que teve que suportar o fiel e valente discípulo. Por fim, morre em 13 de Fevereiro do ano 303 com a cabeça cortada, aquela que o frade quis mudar de sítio. 
A catequese, quer dizer, levar Cristo aos outros, comporta a responsabilidade de ser fiel ao que se propõe e nem que dizer tem que neste contexto a vida humana não é nenhum valor absoluto. ¡Que bem o soube fazer são Benigno sem ter que dar voltas os textos das bibliotecas das universidades que ainda não se haviam inventado! Foi simplesmente o dom do Espírito Santo. Hoje também fazem bastante falta sacerdotes - não só na Hungria - cuidadosos menos de sua própria vida que da Salvação que oferecem e ¡bispos que os descubram!
¡Felicidades a qem tenha este nome!

Jordán (Jordão) de Saxónia, Beato
Fevereiro 13   -  Presbítero Dominicano

Jordán de Sajonia, Beato

Jordán de Saxónia, Beato

Sucessor de Santo Domingo de Guzmán

Martirológio Romano: Perto de Ptolemaida, na Palestina, trânsito do beato Jordán de Saxónia, presbítero da Ordem de Pregadores, sucessor e imitador de santo Domingo, que trabalhou incansavelmente para estender a Ordem e pereceu num naufrágio (1237).
Etimologia: Jordán = "Aquele que baixa ou descende", faz referência ao rio Jordan do sul oeste de Ásia. É de origem hebraica.
Foi o sucessor de Santo Domingo de Guzmán, e o grande propagador da Comunidade de Padres Dominicanos.
Nació en Sajonia (al sur de Alemania) y se doctoró en la Universidad de París. Santo Domingo de Guzmán le envió a un hombre de toda su confianza (a Fray Reginaldo) a que le propusiera hacerse religioso dominico, y aceptó. El Miércoles de Ceniza del año 1220 entró a la Comunidad de Santo Domingo.
El caso de Jordán de Sajonia es uno de los más impresionantes de la historia. Un hombre que entra a una comunidad y a los solos tres años de estar de religioso reemplaza al santo Fundador y llega a ser Superior General de toda la Comunidad.
Jordán sobresalía por su gran elocuencia y por la eficacia maravillosa de su palabra para conmover los corazones de los creyentes.
Primero fue nombrado superior Provincial de la región más difícil de gobernar que tenía esa comunidad, que era la Lombardía, Italia. Luego al morir santo Domingo, en 1222, los delegados de toda su Orden religiosa lo eligen como Superior General y reemplazo del fundador. Y en este cargo dura 15 años, hasta su muerte en 1237. Santo Domingo tiene el honor de haber sido el fundador de la Comunidad de Padres Dominicos, pero Jordán de Sajonia fue el gran propagador de esta comunidad. Basta con recordar que durante su mandato se fundaron 249 Casas de Congregación y se hicieron seis nuevas provincias de religiosos.
Dicen que Jordán de Sajonia es el Patrono de los Capellanes de Universidades, porque este santo sacerdote recibió de Dios unas cualidades admirables para lograr ejercer influencia entre los universitarios. Por nueve años había estudiado en la más famosa Universidad de La Sorbona en Paría, y allí aprendió muchas técnicas para lograr influir en favor de los estudiantes. Su gran preocupación fue siempre lograr hacer mejores a los que estudiaban en las Universidades. Un año predicaba la cuaresma en la Universidad de París y al año siguiente en la concurridísima Universidad de Bolonia y al tercer año se dirigía a predicar a la Universidad de Oxford, en Inglaterra, y en todas partes los frutos espirituales que cosechaba eran admirables. En la Universidad de Alemania conquistó para su comunidad al más grande sabio en ciencias naturales de su época, a San Alberto Magno. Y conquistó también a Pedro de Tarantasia, que llegó a ser después el Pontífice Inocencio Quinto. Un famoso profesor de universidad previno a sus alumnos para que no se dejaran convencer por los discursos de Jordán, pero al oírle uno de sus elocuentes sermones, se convirtió él también en uno de sus más fervientes admiradores.
Uno de los antiguos biógrafos, compañero suyo, dice: "Las casas religiosas donde habitaba el Padre Jordán parecían colmenas, por los muchos jóvenes que entraban a hacerse religiosos, y por los muchos que de allí salían para ser superiores de otras casas religiosas. Por eso él al llegar a un convento mandaba hacer muchos hábitos religiosos, teniendo confianza en que Dios le enviaría muy numerosas vocaciones, y así le sucedía en todas partes".
El Padre Jordán no sólo se iba a las universidades a conseguir jóvenes muy bien instruidos, para que se hicieran religiosos, sino que también se iba a los campos y a los barrios obreros a invitar muchachos sanos, aunque fueran ignorantes, a que entraran en la comunidad. Y esto le valió la acusación de que él recibía a gentes que no le iban a dar gloria a su Congregación. Y sucedió una vez que recibió a unos 60 muchachos tan poco estudiados que casi no eran capaces ni de leer los salmos en la oración de la comunidad. Y a quienes lo criticaban por recibir esta clase de gentes, les respondió con unas palabras que resultaron ser una profecía o anuncio de lo que iba a suceder en el futuro: "Ténganles paciencia por ahora y concédanles tiempo para instruirse poco a poco, que un día se convertirán en grandes predicadores". Y esto se cumplió exactamente varios años después.
Cuando Dios le confía a una persona un oficio especial, le concede las cualidades que para ese oficio necesita. Y al Padre Jordán le confió Dios el oficio de conseguir muchísimas vocaciones para la vida religiosa, y por eso le concedió unas cualidades admirables. Recordemos algunas:
El Padre Jordán tenía unas cualidades que excedían a las que posee el común de las gentes. Dicen los que vivieron junto a él que la austeridad en el dominio de su lengua, de sus ojos y de la gula era algo impresionante, pero que sobre todo llamaba la atención el modo heroico como dominaba su ira para no ofender a nadie ni amargar la vida a ninguno.
Y no es que no fuera valiente. Cuando el emperador Federico II empezó a atacar ferozmente al Sumo Pontífice y a la religión, el Padre Jordán se fue al palacio y le dijo frente a frente al Emperador que ésta conducta era reprensible y que si no cambiaba de modo de proceder le llegarían desgracias muy grandes.
Pero con los pequeños sabía hacerse pequeño y con los débiles era extraordinariamente comprensivo. El tenía por cierto lo que más tarde afirmará y repetirá San Francisco de Sales, que "más moscas se logran cazar con una cuchara de dulce miel que un barril de amarga hiel".
Sus contemporáneos alababan mucho "las dotes de buen amigo" que poseía el Padre Jordán. Comprensivo, lleno de caridad, con deseos continuos de amoldarse a los demás para poder hacerles mayor bien. El mismo lo dice en uno de sus escritos: "Siempre me esforcé por tratar de estar de acuerdo con los demás en todo lo bueno y por tratar de no chocar contra nadie. Quise colocarme en el sitio de los otros para poder comprenderlos mejor. Nunca preferí mis propios gustos en contraposición de los de los demás. Con los soldados traté de amoldarme a ellos como si yo fuera un soldado. Con los campesinos como si fuera un campesino. Y sobre todo me propuse ser extremadamente comprensivo con los que sufren tentaciones, angustias y depresiones".
San Pablo recomienda a los seguidores de Cristo: "Rían con los que ríen, y lloren con los que lloran" (Rom. 12, 15). Es lo que hizo siempre Fray Jordán. Leamos un ejemplo: Una noche estaba rezando los salmos con un grupo de jóvenes recién llegados a su Comunidad, y de pronto a uno de ellos le vino una risa nerviosa y no fue capaz de controlarla, y enseguida los demás compañeros se contagiaron también y empezaron a reír todos, y no se pudo seguir el rezo. Uno de los superiores quiso regañarlos, pero el Padre Jordán les dijo: "Mis buenos jóvenes: tenemos que reírnos alegremente porque hemos logrado salirnos de la esclavitud del pecado y de los vicios en que nos tenía presos el mundo y ahora hemos llegado a ser del grupo de los preferidos de Dios. ¡Riámonos pues alegremente! Y él personalmente participó de aquella alegría juvenil.
Alguien le preguntó si un Padrenuestro rezado por un ignorante valía menos que uno rezado por un gran doctor de la Teología, y él respondió: "Un diamante valo lo mismo si está en manos de un sabio, que si está en manos de un analfabeta". Otro le preguntó: ¿Qué es más necesario para la vida del alma: rezar o meditar? Y le dijo: "Eso es como preguntar qué es más necesario para la vida del cuerpo si comer o beber. Ambas cosas son sumamente necesarias". Alguien le dijo: ¿Cuál es la posición mejor para rezar, sentado, arrodillado, de pies o postrado? Y respondió: "La mejor posición para rezar es aquella en la cual cada uno se siente mejor, con más fervor y con más inclinación a rezar bien". (Esta frase la repitió textualmente el Papa Pío XI, 700 años después de haber sido pronunciada por nuestro santo). El superior de una Comunidad le pidió que le quitara aquel cargo, aduciendo que ese oficio le traía cuatro males: orgullo, honores, trabajos y humillaciones. El Padre Jordán le respondió: "Los dos primeros sí son males y de ellos te libre Dios, y esfuérzate por evitarlos. Los otros dos, el trabajo y las humillaciones, son grandes bienes que te conseguirán un puesto altísimo en el Reino de los cielos".
El Padre Jordán, aprovechando que Dios le había concedido tal eficacia de la palabra que dondequiera que predicaba o hablaba la gente, conseguía vocaciones, fue recorriendo ciudades y países predicando y consiguiendo que muchísimos jóvenes entraran de religiosos. El Señor le concedió la inmensa alegría de que el fundador de la Comunidad, Domingo de Guzmán, fuera declarado santo por el Sumo Pontífice en 1234. Con esta bella noticia ya Jordán podía irse al cielo tranquilo. Y dispuso viajar a Jerusalén para visitar los Santos Lugares donde vivió y murió Nuestro Señor Jesucristo, y para visitar a los Padres Dominicos que trabajaban en esas tierras.
Pero en el viaje de regreso, el barco que lo transportaba fue lanzado por una violenta tempestad a las costas de Siria, frente a la ciudad de Tolemaida y Fray Jordán y los demás pasajeros murieron ahogados. Era el 13 de febrero del año 1237.

Jordán de Sajonia, Beato

Jordán de Saxónia, Beato

Las olas llevaron a las orillas del mar el cadáver del Padre Jordán y sus religiosos lo sepultaron con toda solemnidad. Después las gentes empezaron a conseguir milagros por su intercesión, y el Papa León Doce lo declaró Beato.
Padre Jordán: Gran promotor de vocaciones: recuérdanos siempre aquella frase de un gran Pontífice: "Las vocaciones existen. Lo que hay que hacer es cultivarlas."
¡Feliz día a quienes lleven este nombre!

Martiniano, Santo
Fevereiro 13   -  Eremita

Martiniano, Santo

Martiniano, Santo

Eremita

Martirológio Romano: EmAtenas, na Grécia, são Martiniano, que havia abraçado a vida eremítica perto de Cesareia, na Palestina (c. 398).
Etimologia: Martiniano = variante de Martín = Referente ao Deus Marte, é de origem latina.
Sendo ainda muito jovem, São Martiniano se instalou no deserto perto de Cesareia na Palestina. A seu jovem corpo o atormentavam as paixões carnais, sua alma estava turvada pelas tentações diabólicas, mas São Martiniano estava vencendo-as com o jejum, a oração e o trabalho.
Assim viveu 25 anos. Graças a ele uma rameira chamada Zoe, que veio especialmente para o tentar, se convirteu. O Santo pisou com os pés descalços o carvão ardente e com muito esforço aguentando a dor, gritou: "¡como será o fogo do inferno!" Surpreendida pela força espiritual e pelos sofrimentos de eremita, Zoe se arrependeu até ao seu falecimento.
Sâo Martiniano foi para uma ilha desabitada e ali viveu vários años sem o tecto, sob o céu. Recebia a comida do dono de um barco, para o qual ele fabricava os cestos.

Martiniano, Santo

Santo Martiniano

No mesmo lugar onde São Martiniano se esforçava espiritualmente, seguindo seus passos se salvou uma jovem chamada Fotini, depois de que seu barco se afundou e ela foi trazida pelas ondas à ilha.
Ao recebê-la na ilha, para evitar as tentações o Santo se atirou ao mar e com a ajuda de Deus alcançou a terra no sul de Grécia. Depois Martiniano estava peregrinando durante 2 meses e faleceu em paz em Atenas, perto do ano 422.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Cristina de Spoleto, Beata
Fevereiro 13   -  Secular Agostinha

Cristina de Spoleto, Beata

Cristina de Spoleto, Beata

Seglar Agustina

Martirológio Romano: Em Spoleto, cidade da Umbría, beata Cristina (Agostinha) Camozzi, que, morto seu esposo, cedeu por um tempo à concupiscência da carne, mas convertida, escolheu a vida penitente, ingressando na Ordem Secular de Santo Agostinho, distinguindo-se por sua vida de prece e pelo serviço a enfermos e pobres (1458).
Etimologia: Cristina = Aquela que segue ao Messias, é de origem grega. 
O inicio da vida desta figura feminina italiana pode muito bem colocar-se no instante em que ela, em torno a 1450 ou algo mais tarde, decidiu nudar de vida e, abandonando a familia e os lugares em que havia vivido, vestiu o hábito de agostinha secular. Dela só se sabia que era muito jovem, formosa, que dizia chamar-se Cristina, e que desejava ardentemente dedicar-se ao seguimento de Cristo.
Sua existência foi um peregrinar permanente em busca de um lugar onde viver no esquecimento mais absoluto. Sua penitência foi extraordinariamente dura. A vida de piedade, sua oração e suas obras de misericórdia com os necessitados se multiplicavam cada dia. Viveu em diversos mosteiros de Agostinhas; mas se afastava deles tão pronto como advertia que lhe dispensassem trato e apreço especiais.
En 1457, comenzó una peregrinación, deseosa de visitar los lugares santos de Asís, Roma y el Santo Sepulcro. En compañía de otra terciaria, llegó a Spoleto, donde permaneció hasta el final de sus días, dedicándose a la asistencia de los enfermos en el hospital de la ciudad.
Después de haber vivido intensamente su nueva vida durante unos años, quizá sin alcanzar los treinta de edad, el 13 de febrero de 1458 entregó su alma al Señor, con gran fama de santidad, sellada con muchos milagros.
En estas noticias hay concordia entre los hagiógrafos. No así sobre el tiempo precedente a su heroica decisión de huir del mundo permaneciendo en él, motivo por el que se la conoce bajo varias denominaciones. Algunos la consideran perteneciente a la familia de los Visconti de Milán o a la de los Semenzi de Calvisano, no distante de Brescia. Para éstos la fuga habría sido motivada por el deseo de liberarse de quienes insistían en casarla contra sus propios deseos e ideales. Otros la presentan con el nombre de Agustina, nacida en las proximidades del lago de Lugano entre 1432 y 1435.
Según esta versión, se llamaba Agustina Camozzi, hija de un médico de nombre Juan Camozzi, vecino de Osteno (Como), y casada todavía muchacha con un artesano del lugar, un cantero. Al quedar viuda tras breve convivencia, habría mantenido una relación con un caballero milanés, oficial del ejército, del que tuvo un hijo, muerto muy niño. Casada en segundas nupcias, con un campesino de Mariana, diócesis de Mantua. Se enamoró perdidamente de ella un militar, que terminó por asesinar a su marido. Por ésta, u otras causas, el asesino fue castigado con la pena capital.
Agustina decide cambiar totalmente de vida. Escoge Verona como residencia y allí, deseando imitar a Cristo y tomando el nombre de Cristina, hace profesión como agustina secular.
¿Visconti, Semenzi o Camozzi? ¿Modelo de vida sin mancha o de convertida? La respuesta se la llevó Cristina consigo a la tumba.
Su cuerpo fue sepultado en la iglesia de san Nicolás de Spoleto, en aquel entonces regida por los agustinos. Numerosas gracias y milagros atribuidos a su intercesión contribuyeron a acrecentar y difundir el culto nacido inmediatamente después de su muerte, que Gregorio XVI ratificó en 1834, proclamándola beata.

ORACIÓN
Oh Dios,
que no quieres la muerte del pecador,
sino que se convierta y viva;
haz que, también nosotros,
siguiendo el ejemplo de la beata Cristina,
demos frutos saludables de verdadera penitencia y conversión.
Por Nuestro Señor Jesucristo.
Amén.

• Eustóquia (Lucrécia) Bellini, Beata
Fevereiro 13    -  Venceu o demónio

Eustoquia (Lucrecia) Bellini, Beata

Eustóquia (Lucrécia) Bellini, Beata

Monja

Martirológio Romano: Em Pádua, na região de Veneza, beata Eustóquia (Lucrécia) Bellini, virgem da Ordem de São Bento (1469).
Etimologia: Lucrécia = Aquela que ganha, é de origem latina.
Seu nascimento não foi propriamente legítimo, Lucrécia Bellini nasceu em Pádua no ano 1944, era fruto da adúltera relação mantida por uma monja do mosteiro beneditino de São Prosdócimo com Bartolomé Bellini; quando tinha quatro anos de idade o demónio se apoderou de seu corpo, tirando-lhe o uso da razão, e atormentando-a praticamente toda a vida.
A los siete años fue confiada a las monjas de San Prosdocimo que mantenían en su monasterio una especie de escuela; la conducta de la comunidad no era ejemplar, pero Lucrecia despreciaba el ocio mundano, prefería los retiros, los trabajos y la oración, siendo muy devota de Nuestra Señora, de San Jerónimo y de San Lucas.
En 1460 el Obispo Jacopo Zeno, tras la muerte de la abadesa, intentó imponer una mejor disciplina en el monasterio, pero las monjas y las alumnas de la escuela, se regresaron a sus casas quedándose tan sólo Lucrecia Bellini en el monasterio.
Entonces vinieron a reemplazarlas unas monjas del monasterio benedictino de Santa María de la Misericordia, bajo la guía de la abadesa Justina de Lazzara. Lucrecia tenía casi dieciocho años, pidió ingresar a la orden, y el 15 de enero de 1461 toma el negro habito benedictino y cambia su nombre al de Eustoquia; el demonio que durante algún tiempo la había dejado en paz, tomó control de su cuerpo, obligándole a realizar actos contarios a la Regla; llevándola incluso a realizar actos tan ruidosos y violentos, que las hermanas estaban aterradas que optaron por tenerla atada a una columna durante varios días.
Más la calma duró poco, luego de que Eustoquia fuera desatada, la abadesa cayó enferma con un extraño malestar, ella sospechaba que Eustoquia tenía algo que ver con sus síntomas, creyendo incluso que practicaba brujería, por lo que fue obligada a mantener reclusión e ingerir tan sólo pan y agua durante los siguientes tres meses.
Pero todas estas pruebas no desaniman a la novicia quien y a todos aquellos que le proponían que retornara al mundo o que cambiara de monasterio ella les decía que todas aquellas tribulaciones eran bienvenidas ya que deseaba expiar el pecado del que ella había nacido, hacerlo allí donde fue cometido, en la soledad ella se confortaba recitando un rosario o una corana de salmos y oraciones que ella componía.
Una vez que fue liberada, el demonio volvió a atormentarla, con flagelaciones sangrientas, nauseas incontrolables y otras extrañas aflicciones que ella soportaba con una inflexible paciencia, lo que convenció a las hermanas de sus virtudes, y finalmente el 25 de marzo de 1465 se admitió su profesión solemne, y como era costumbre de aquel tiempo, dos años después se le impuso el negro velo de las benedictinas.
Su vida no fue larga, tubo gran belleza, pero las posesiones diabólicas, las enfermedades y penitencias, la habían reducido a casi un esqueleto viviente, por lo que los últimos años de su vida los pasó casi siempre enferma en una cama, absorta en la oración y meditación de la Pasión de Jesús.
Ella murió el 13 de febrero de 1469 cuando tenía tan sólo 25 años, su final fue tan sereno que su rostro pudo recobrar su antigua belleza, el demonio la había dejado finalmente en paz.
Eustoquia es que el único caso conocido de un creyente que logró triunfar en su deseo de santidad, aunque todos su vida fue poseída por el diablo.
Cuatro años después de su muerte, el cuerpo fue exhumado del sepulcro original, el que empezó a llenarse de una agua pura y milagrosa, que dejó de surgir sólo cuando el monasterio fue cerrado.
En 1475 su cuerpo fue trasladado a la iglesia del monasterio, y en 1720 fue puesto dentro de una arca de cristal. El monasterio de San Prosdocimo se suprimió en 1806 y el cuerpo de la beata benedictina fue trasladado a la Iglesia de San Pedro de Padua; sobre el altar de mármol que contiene su cuerpo, se encuentra una pintura de Guglielmi que representa a la beata pisoteando al diablo.
El Papa Clemente XIII, que anteriormente fuera obispo de Padua, confirmó su culto en 1760.
Su fiesta religiosa, actualmente oficiada en toda la diócesis de Padua, es el 13 de febrero.

traducido por Xavier Villalta

Outros Santos e Beatos
Fevereiro 13   -  Completando santoral deste dia

São Cástor de Aquitânia, presbítero e eremita

Em Karden, perto do Mosa, no território de Tréveris, são Cástor de Aquitânia, presbítero e eremita (s. IV).


Santo Esteban, bispo


Em Lyon, na Gália, santo Esteban, bispo (c. 515).

Santo Esteban, abade

Em Rieti, na região de Sabina, comemoração de santo Esteban, abade, varão de exímia paciência, acerca do qual escreveu são Gregório I Magno, papa (s. VI).


São Gosberto, bispo


Em Osnabrück, de Saxónia, em Germânia, são Gosberto, bispo dos suavos, que, havendo sido desterrado pelos pagãos, assumiu o governo da citada igreja de Osnabrück (874).


São Guimera, bispo


Em Carcasona, na Gália Narbonense, são Guimera, bispo (c. 931).


São Fulcrán, bispo


Em Lodève, também na Gália Narbonense, são Fulcrán, bispo, insigne pora misericórdia para com os pobres e por seu zelo no oficio divino (1006).


São Gilberto, bispo


Em Meaux, na Gália, são Gilberto, bispo (1009).

São Paulo Liu Hanzou, presbítero e mártir


Na localidade de Dongjaochang, perto da cidade de Lezhi, na província de Sechuan, na China, são Paulo Liu Hanzou, presbítero e mártir, estrangulado por ser cristão (1818).

São Paulo Le-Van-Loc, presbítero e mártir


Em Thi-Nghe, na Conchinchina, são Paulo Le-Van-Loc, presbítero e mártir, que em tempo do imperador Tu Duc foi degolado na porta da cidade por confessar a fé em Cristo (1858).

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Por motivos técnicos algumas das biografias hoje transcritas, sairam truncadas e não puderam ser traduzidas fielmente como é meu costume, pelo que peço desculpa aos meus eventuais leitores.Obrigado. Af.