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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

18 DE FEVEREIRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

SANTOS DO DIA DE HOJE 

QUIINTA-FEIRA, 18 DE FEVEREIRO DE 2010

S. TEOTÓNIO, presbítero

São Teotónio, fundador

Em Coimbra, em Portugal, são Teotónio, que peregrinou duas vezes a Jerusalém e, depois de recusar a custódia do Santo Sepulcro, voltou a sua pátria e fundou a Congregação de Canónicos Regulares da Santa Cruz (c. 1162).

18  Fevereiro

Nota Histórica

Nasceu em Ganfei (Valença do Minho) aproximadamente no ano 1082 e foi educado piedosamente desde a infância. Quando D. Crescónio, seu tio, foi nomeado bispo de Coimbra, levou-o consigo para esta cidade e confiou ao arcediago D. Telo a sua formação nas disciplinas eclesiásticas. Depois de ordenado sacerdote, foi nomeado prior da Igreja da Sé de Viseu. Fez duas peregrinações à Terra Santa. No regresso da segunda peregrinação, insistentemente convidado por D. Telo e outros dez homens de grande virtude, fundou com eles o mosteiro da Santa Cruz em Coimbra, de que foi membro eminente e muito admirado, nomeadamente por S. Bernardo de Claraval. Teve também papel importante em algumas conjunturas da pátria. Morreu em 1162. http://ecclesia.pt

 

Eládio de Toledo, Santo
Fevereiro 18   -  Arcebispo

Eladio de Toledo, Santo

Eládio de Toledo, Santo

Arcebispo

Martirológio Romano: Em Toledo, em Hispânia, santo Eládio, que, depois de haver dirigido os assuntos públicos no palácio real, foi abade do mosteiro de Agali e, elevado depois ao bispado de Toledo, se distinguiu pelos exemplos de caridade (632).
Arcebispo importante elo que fez entre os visigodos toledanos de seu tempo. Teve o bom gosto de admitir ao diaconado a santo Ildefonso que lhe sucederia também na sede arcebispal de Toledo. Passou dezoito anos ao serviço dos cristãos como sucessor dos Apóstolos, desde que morreu Aurásio, seu antecessor no mesmo ministério, e construiu também o templo de santa Leocádia.
Seu pai levou antes que ele seu nome e ocupava um cargo importante na Corte. Na família de bons cristãos nasceu Eládio, em Toledo, passando a segunda metade do século VI. Chega a sobressair tanto no cuidado dos negócios e tão merecedor é de confiança que o rei o nomeia administrador de suas finanças ¡um antecedente dos ministros de Fazenda de hoje!
Não lhe sobe à cabeça de má maneira a honra, nem as riquezas, nem o poder que seu cargo congrega. Não, não se deixou deslumbrar pela grandeza. Desde sempre era conhecida sua devoção e a fidelidade às práticas de vida cristã. Santo Ildefonso diz dele que «ainda que vestisse como secular, vivia como um monge». E não lhe faltava razão, porque frequentava o retiro monacal do mosteiro Agaliense próximo a Toledo e algo se lhe pegaria.
Entre os afãs das contas, recolhas, ajustes e distribuição de dinheiros lhe chega a hora da vocação a coisas mais altas. Há uma mudança de negócio e quem o propõe é o Senhor. Com vontade desprendida deixa bens, afãs terrenos, comodidades, família e muita honra. Tomado hábito, à morte do abade, os monges o elegem para essa sua missão.
Depois vem outra morte, porque assim vamos passando os homens. Se resiste Eládio a aceitar a distinção de arcebispo, mas a cadeira toledana necessita um sucessor depois da morte de Aurásio. Os anos não são obstáculo para reformar o testamento eclesiástico, melhorar o estado secular e cuidar o culto divino. Como bispo não pode esquecer aos mais necessitados no material porque sem caridade não há cristianismo credível; e é neste ponto onde seu discípulo e sucessor Ildefonso escreve: «As esmolas e misericórdias que fazia Eládio eram tão copiosas que era como se entendesse que de seu estômago estavam tidos como membros os necessitados, e dele se sustentavam suas entranhas»; este era um motivo mais para cuidar a austeridade de sua mesa arcebispal, devia ser frugal na comida para não defraudar aos pobres.
Ainda teve mais actos na sua vida; negociou delicadamente com Sisebuto a árdua questão que pranteava a convivência diária entre as comunidades de judeus e cristãos que era fonte permanente de conflitos religiosos e de desordem social.
Morreu em 18 de Fevereiro do ano 632.

• Tarásio, Santo
Fevereiro 18   -  Patriarca de Constantinopla

Tarasio, Santo

Tarásio, Santo

Patriarca de Constantinopla

Martirológio Romano: Em Constantinopla, são Tarásio, bispo, insigne por sua piedade e sua erudição, que iniciou o Concilio Niceno II, no qual os Padres defenderam o culto das santas imagens (806).
Para nós que vivemos na “civilização das imagens”, assim chamada pela massiva presença dos instrumentos audiovisuais, sobretudo do cinema e a televisão, talvez resulte estimulante a recordação de uma personagem que lutou valentemente pelas “imagens”, ainda que esta não seja sua glória principal e as imagens pelas que ele combateu eram muito mais “sagradas” que as que nos propõe agora a sociedade de consumo. 
A polémica sobre O culto das imagens, a Chamada luta iconoclasta, contou entre seus protagonistas os imperadores bizantinos León III o Isáurico, Constantino V, Coprónimo e León IV. Khazaras por um lado, e por outro a São João Damasceno e aos patriarcas Germán de Constantinopla e a Tarásio. Na realidade, junto a um conflito ideal, que tratava sobre a ortodoxia, sobre a legitimidade de representar a Deus e ao “mundo celeste”, proibido pela lei judia mas não observado pelos cristãos, os historiadores fazem notar que havia muitas questões de carácter político e até económico: com efeito, os defensores das imagens eram os monges, os únicos verdadeiros opositores do poder imperial.

Tarasio, Santo

Tarásio, Santo

Mas, como dizíamos, Tarásio tem também outras glórias. Era de família nobre e havia sido revestido da dignidade de senador e chefe da chancelaria imperial.
Ainda que fosse um simples laico, por designação do defunto patriarca Paulo, foi eleito para receber uma difícil herança, que aceitou com a condição de que a imperatriz Irene e o senado se comprometessem a consentir a convocação de um concílio: só assim seria possível restabelecer a ortodoxia e a paz eclesiástica. Isto se conseguiu, não sem dificuldade, no concílio de Nicea de 787. Tarásio foi também um forte defensor da moral cristã e sobretudo do matrimónio, opondo-se com energia ao mesmo imperador Constantino VI, que pretendia dele a sentença de divórcio para poder contrair novas núpcias. Tarásio foi também um grande devoto da Virgem María, a quem saudava assim: “Salvé, oh Mediadora de tudo o que há sob o céu; salvé, reparadora de todo o universo; salvé, oh cheia de graça, o Senhor é contigo, ele que existia antes que tu e nasceu de ti, para viver connosco”. São Tarásio morreu com a idade de 76 anos, em 806 e foi sepultado no santuário “Todos os mártires” do mosteiro fundado no Bósforo.

Juan "Angélico" de Fiésole, Beato
Fevereiro 18   -  Presbítero e Pintor

Juan

Juan "Angélico" de Fiésole, Beato

Pintor

Martirologio Romano: Em Roma, beato Juan de Fiésole, apelidado “Angélico”, presbítero da Ordem de Pregadores, que, seguindo de perto a Cristo, o que contemplava interiormente o expressava em suas pinturas, para atrair os homens aos bens eternos (1455).
Nasceu com o nome de Guido de Pietro da Mugello em Vicchio de Mugello (Florença) perto do ano 1390 e morreu em Roma em 18 de Março de 1455). Pintor italiano de princípios do Renascimento que soube combinar a vida de frade dominicano com a de pintor consumado. Foi chamado Angélico e também Beato por sua temática religiosa, a serenidade de suas obras e porque era um homem de extraordinária devoção. Foi finalmente beatificado por João Paulo II em 1982 passando a ser o "Beato Frei Angélico".
Em 1418 ingressou num convento dominicano em Fiesole e em redor de 1425 se converteu em frade da ordem com o nome de Juan da Fiesole. Ainda que se desconheça quem foi seu mestre, se crê que começou sua carreira artística como iluminador de missais e outros livros religiosos. Depois começou a pintar retábulos e tábuas.
Entre as obras importantes de seus começos se contam a Madonna de la estrella (c. 1428-1433, São Marcos, Florença) e Cristo na glória rodeado de santos e de anjos (National Gallery, Londres), onde aparecem pintadas mais de 250 figuras diferentes. Também a esse período pertencem dos obras tituladas A coroação da Virgem (São Marcos e Museu de Louvre, París) e O juízo universal (San Marcos). A maturidade de seu estilo se aprecia por primeira vez na Madonna dei Linaioli (1433, San Marcos), onde pinta uma série de doze anjos tocando instrumentos musicais.
Em 1436, os dominicanos de Fiesole se trasladaram ao convento de San Marcos de Florença que acabava de ser reconstruído por Michelozzo. Frei Angélico, servindo-se à vezes de ajudantes, pintou numerosos frescos no claustro, na sala capitular e nas entradas das vinte celas dos frades dos corredores superiores. Os mais impressionantes são A crucifixão, Cristo peregrino e A transfiguração. O retábulo que fez para San Marcos (c. 1439) é uma das primeiras representações do que se conhece como conversação sacra: a Virgem acompanhada de anjos  e santos que parecem compartilhar um espaço comum. Ali pintou uma Anunciação.
Em 1445, Frei Angélico foi chamado a Roma pelo papa Eugénio IV para pintar uns frescos na capela do Sacramento do Vaticano, hoje desaparecida. Em 1447, pintou os frescos da catedral de Orvieto junto com seu discípulo Benozzo Gozzoli.
Suas últimas obras importantes, os frescos realizados no  Vaticano para decorar a capela do papa Nicolás V, representam episódios das Vidas de são Lorenzo e de santo Esteban (1447-1449), e provavelmente terão sido pintados por ajudantes a partir de desenhos do mestre. Desde 1449 até 1452, Frei Angélico foi o prior de seu convento de Fiesole.
Morreu no convento dominicano de Roma em 18 de Março de 1455.
Ver mais sobre Sua obra, em http://es.catholic.net/santoral

 

Angilberto de Centula, Santo
Fevereiro 18   -  Abade

Angilberto de Centula, Santo

Angilberto de Centula, Santo

Abade

Martirológio Romano: No mosteiro de Céntula, na região da Gália Ambianense, santo Angilberto, abade, que, deixando os cargos palatinos e militares, e com o consentimento de sua esposa Berta, que também recebeu o santo véu, abraçou a vida monástica e regeu com êxito o dito mosteiro (814).
Etimologicamente Angilberto = Aquele que porta uma arma brilhante, é de origem germânica.
Santo Angilberto foi um franco servidor de Carlomagno, a quem auxiliou como diplomático, abade e poeta. Pertenceu à nobreza franca e foi educado na escola do palácio por Alcuino.
Quando Carlomagno enviou a seu filho Pipino a Itália como rei dos lombardos, Angilberto ascendeu ao posto de primicerius palatii, um alto administrador da corte. Como amigo e conselheiro de Pipino, Angilberto o assessorou quando este governou Itália. Foi o mensageiro que levou a carta do sínodo de Frankfurt ao papa Adriano I; foi também embaixador em importantes empresas aos Estados Pontifícios em 792, 794 e 796.
Em 790 foi nomeado abade de Saint-Riquier, no norte de França (que nesse tempo era chamada por seu nome romano Centula), onde seu carácter lhe deu posteriormente a fama de santo. Em contraste com muitos de seus predecessores e sucessores, os quais só invertiam quantidades suficientes para a manutenção pessoal e da comunidade, ele inverteu uma grande quantidade de recursos e tempo em reconstruir Saint-Riquier; quando a obra terminou, Carlomagno permaneceu nesse sítio na Páscoa do ano 800. 
A relação não-sacramental de Angilberto com Berta, a filha de Carlomagno, foi reconhecida pela corte. Tiveram, pelo menos, dois filhos, sendo Nithard um deles, o qual se transformou numa destacada figura a meados do século XIX. Angilberto acompanhou a Carlomagno a Roma no ano 800 e foi testemunha para seu testamento em 814.
Os poemas de Angilberto revelam cultura e grande quantidade de conhecimentos, próprios de um "homem de mundo". Foi a cabeça do círculo literário do imperador e é provavelmente o autor de um poema épico, o qual descreve a vida no palácio e a reunião de Carlomagno com León III (esta obra possui uma imagem de Virgílio, Ovidio, Lucano, e Venantius Fortunatus). Entre outros poemas mais curtos se encontram: uma saudação a Pipino a seu regresso da campanha contra os Ávaros (em 796) e uma epístola, a qual revela acidentalmente uma descrição da vida do poeta, em que se lê que habitava numa casa com enormes jardins, próxima ao palácio do imperador. Nesta carta, as referências a Berta, são distantes e respeitosas: seu nome só aparece na lista das princesas as quais saúda ao inicio do texto.
Os poemas de Angilberto foram publicados por Ernst Dümmler na Monumenta Germaniae Historica
Ingressou no Reino do Pai em 18 de Fevereiro de 814.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Bernardette Soubirous, Santa
Fevereiro 18   -  Vidente de Lourdes

Bernardita Soubirous, Santa

Bernardita Soubirous, Santa

Virgem

La aparición de Nuestra Señora en Lourdes

A aparição de Nossa Senhora em Lourdes

¡A Virgem aparece a uma rapariga de 14 anos em Lourdes!

"Nos enche de alegria o saber que a Virgem veio a apresentar-se a uns meninos e dar-nos uma mensagem a toda a humanidade.”

Um pouco de história
Em 11 de Fevereiro de 1858, três meninas: Bernadette de 14 anos, sua irmã Marie-Toinette, de 11 e sua amiga Jeanne Abadie, de 12 anos, saíram de sua casa em Lourdes, França para recolher lenha. Para chegar ao lugar que se lhes havia dito na margem do rio Gave, tinham que passar junto duma gruta natural. As duas meninas pequenas cruzaram o arroio por uma parte segura mas dando gritos porque a água estava muito fria. Bernadette não se atrevia a passar porque padecia de asma. As outras duas se negavam a ajudá-la e então ela decidiu tirar as meias. Nisso estava quando ouviu a seu lado o ruído de um murmúrio, como o que produz uma rajada de vento. Levantou a cabeça e comprovou que as árvores da outra margem estavam quietos; só que lhe pareceu advertir um leve movimento no mato que crescia em frente à gruta, muito perto dela, ao outro lado do arroio. Ficou olhando fixamente para a gruta e viu agitar-se com força os ramos das sarças, mas além disso, num nicho dentro da cova, detrás e acima dos ramos, estava a figura de uma jovem vestida de branco saudando com ligeiras inclinações de cabeça. Vestia túnica branca, cintada por uma banda azul e levava um largo rosário pendurado do braço. Ao vê-la, lhe pareceu que fazia sinais como convidando-a a orar. Bernardette se ajoelhou, tirou seu rosário e começou a rezá-lo. A visão também o rezou mas sem mover os lábios, só passando as contas. Não se falaram, mas ao terminar os cinco mistérios, a figura sorriu e, retrocedendo para as sombras da gruta, desapareceu. As outras duas meninas regressaram de recolher a lenha e puseram-se a rir ao ver a Bernardette de joelhos. A amiga lhe reprovou que não tivesse ido a buscar lenha e a irmã lhe disse que a via assustada, que se havia visto algo que lhe desse medo. Ela lhe contou tudo, mas lhe pediu para não dizer nada a ninguém. Toinette disse a sua mãe ao regressar a casa. A mamã disse a Bernardette que se havia enganado e que seguramente havia visto uma pedra. Ela lhe disse que não, que era uma jovem e muito bela.

A mãe proibiu a Bernardette voltar à gruta. Muitos de seus vizinhos que se haviam inteirado do que se havia passado, lhe diziam que devia regressar ao lugar. A mamã disse a sua filha que fosse pedir conselho ao Padre Pomian que não lhe fez caso. Sua mãe lhe disse que fosse a falar com seu pai e este acedeu a que voltasse ao lugar. Várias meninas empreenderam o caminho à gruta, levando uma garrafa com água benta e, ao chegar, todas se ajoelharam a rezar o Rosário. Quando iam no terceiro mistério “a mesma jovem branca se fez presente no mesmo lugar de antes”. Bernardette disse “¡Aí está!” à que estava junto dela, mas esta não viu nada. Outra menina lhe deu a água benta e levantando-se, atirou algumas gotas sobre a visão; a figura sorriu e fez o sinal da cruz. Bernardette lhe disse “se vens de parte de Deus, aproxima-te”. A figura avançou um passo. Nesse momento, Jeanne Abadie com outras meninas lançaram uma pedra que caiu nos pés de Bernardette. A visão desapareceu. Mas Bernardette se voltou a ajoelhar e permaneceu imóvel com os olhos fixos na gruta. Não se podia mover, sua mãe lhe ralhou e ninguém a acreditava. Pensava que havia visto uma alma do purgatório. 
A terceira aparição teve lugar em 18 de Fevereiro, quando uma dama chamada Millet e sua filha, levaram a Bernardette à gruta. Levavam uma vela benzida, pluma e tinta. As três se ajoelharam a rezar e quando Bernardette disse que a havia visto, lhe entregaram papel e tinta. Bernardette pediu à Senhora para escrever seu nome e o que quisesse. Então, falou pela primeira vez dizendo que não tinha necessidade de escrever para o que tinha que dizer e lhe pediu se podia ir todos os dias durante uma quinzena. Logo acrescentou que não prometia fazê-la feliz nesta vida mas sim na outra e elevando-se até ao tecto da gruta desapareceu. 
No domingo 21 de Fevereiro grande número de pessoas a acompanharam à gruta. Esta vez a visão lhe pediu que orasse pelos pecadores. As autoridades a interrogaram e o chefe de policia lhe disse que se voltasse a ir seria sob suas próprias consequências. A eles os preocupava que se estava perturbando a ordem pública e que o lugar da gruta não era um lugar seguro para as multidões. 
No dia 22, Bernardette foi à gruta apesar das proibições, mas este dia não houve aparição. No dia 23 às 6 da manhã, Bernardette chegou ao lugar e já havia umas 200 pessoas. Viu a aparição e caiu em transe que durou quase uma hora. Ao dia seguinte sucedeu o mesmo. 
Na quinta-feira 25, depois de rezar um mistério do rosário, Bernardette começou a avançar de joelhos pela subida da cova. Ao chegar a esta se ficou vendo o nicho e a Virgem lhe disse que fosse a beber na fonte e a lavar-se em suas águas. Lhe assinalou com o dedo onde estava a fonte. Encontrou um charquito de água suja e meteu as mãos, mas não havia suficiente água para beber. Começou a escavar mas saiu turva. Depois de três vezes a tirar com as mãos, já se podia beber. As gentes viram que a menina tinha a cara suja com lodo. Parecia que mordiscava as folhas de uma planta. Depois se endireitou e se foi caminhando a Lourdes. Ao principio a gente se ria. Mas nesse mesmo dia à tarde, brotou um manancial de água na gruta e sua corrente desembocava no rio Gave. Antes de uma semana, o manancial estava produzindo 102,200 litros diários, como segue fazendo-o até hoje. No dia 26 havia umas 800 testemunhas que viram a Bernardette inclinar-se a beijar o solo.
As visões de 27 e 28 seguiram o curso de costume, ainda que a multidão tenha crescido. Para o primeiro de Março Já haviam umas mil pessoas, entre elas um sacerdote. Aí teve lugar uma cura ainda que a notícia se tenha dado dois meses depois. Em 2 de Março a Senhora pediu a Bernardette que dissesse aos clérigos que lhe construíssem uma capela e se realizasse uma procissão. O senhor cura a despediu friamente e lhe disse que não. No dia 3 apareceu quando a maioria dos espectadores já se haviam ido embora. Em 4 de Março também apareceu e até ao dia 25 de Março em que Bernardette visitou a gruta na madrugada, e lhe perguntou quem era e ela lhe respondeu que era a Imaculada Conceição. Logo lhe pediu que lhe construíssem uma capela e ela lhe disse que já lhes havia dito mas que não fizeram caso e que queriam um milagre como prova de seu desejo. Logo se desvaneceu.

A penúltima das aparições teve lugar em 7 de Abril. A última aparição teve lugar em 16 de Julho, festa de Nossa Senhora do Carmo.
Bernardette ingressou numa ordem religiosa de irmãs enfermeiras em 1886, aos 22 anos de idade morreu  de tuberculose em 1898.
A partir desta data a devoção pela Virgem e as visitas à gruta adquiriram grande importância. Com a água do manancial tem havido muitas curas. Acodem milhares de enfermos cada ano.
O papa João Paulo II visitou este santuário.
Algumas pessoas te poderão dizer que isto de ir às peregrinações não tem sentido, que o mesmo se pode rezar à Virgem em qualquer igreja. Isto é certo, mas também o é o que se pode receber graças especiais assistindo com devoção a estes lugares, como se tem demonstrado com as numerosas curas que acontecem nesses santuários.
¡Oração!
María de Lourdes, continua teu trabalho de cuidado materno a nós teus filhos necessitados para que sejamos sempre fieis a Deus.
¿Queres saber mais? Consulta corazones.org
Visita Gruta do Santuário de Lourdes por meio do
Sitio Oficial de Lourdes onde poderás também depositar tua intenção de oração, aos pés de Nossa Senhora

El 11 de febrero, fiesta de la Santísima Virgen de Lourdes, nos recuerda las apariciones de la Virgen a una niña de 14 años que no sabía ni leer ni escribir, pero que rezaba todos los días el rosario, Bernardita Soubirous. Nació en Lourdes en 1844 de padres muy pobres. Por medio de ella la Virgen hizo surgir la prodigiosa fuente del milagro, a la cual acuden peregrinos de todo el mundo para reavivar su fe y su esperanza. Muchos regresan de Lourdes curados también en su cuerpo. La Virgen, durante la segunda aparición, le dijo: “No te prometo hacerte feliz en este mundo, pero sí en el otro”.
A pesar de haber sido dócil instrumento para extener la devoción a la Inmaculada, Bernardita no se contaminó con la gloria humana. El día que el obispo de Lourdes, ante 50.000 peregrinos, colocó la estatua de la Virgen sobre la roca de Massabielle, Bernardita tuvo que permanecer en su celda, víctima de un ataque de asma. Y cuando el dolor físico se hacía más insoportable, suspiraba: “No, no busco alivio, sino sólo la fuerza y la paciencia”. Su breve existencia transcurrió en la humilde aceptación del sufrimiento físico como generosa respuesta a la invitación de la Inmaculada para pagar con la penitencia el rescate de tantas almas que viven prisioneras del mal.
Mientras junto a la gruta de las apariciones se estaba construyendo un grande santuario para acoger a los numerosos peregrinos y enfermos en busca de alivio, Bernardita pareció desaparecer en la sombra. Pasó seis años en el instituto de Lourdes, de las Hermanas de la Caridad de Nevers, y en el que después fue admitida como novicia. Su entrada se demoró debido a su delicada salud. En la profesión tomó el nombre de Sor María Bernarda. Durante los quince años de vida conventual no conoció sino el privilegio del sufrimiento. Las mismas superioras la trataban con indiferencia, por un designio providencial que les impide a las almas elegidas la comprensión y a menudo hasta la benevolencia de las almas mediocres. Al principio fue enfermera dentro del convento, después sacristana, hasta cuando la enfermedad la obligó a permanecer en la cama, durante nueve años, siempre entre la vida y la muerte.
A quien la animaba le contestaba con la radiante sonrisa de los momentos de felicidad cuando estaba a la presencia de la blanca Señora de Lourdes: “María es tan bella que quienes la ven querrían morir para volver a verla”. Bernardita, la humilde pastorcita que pudo contemplar con sus propios ojos a la Virgen Inmaculada, murió el 16 de abril de 1879.
Fue beatificada el año 1935 y el Papa Pío XI la elevó al honor de los altares el 8 de diciembre de 1933.
Tan sólo en Francia se la festeja el 18 de febrero, en el resto del mundo su fecha es el 16 de abril.

Gertrudis (Catalina) Comensoli, Santa
Feverero 18   -  Fundadora

Gertrudis (Catalina) Comensoli, Santa

Gertrudis (Catalina) Comensoli, Santa

Fundadora do
Instituto das Irmãs do Santíssimo Sacramento
(Sacramentinas)

Martirológio Romano: Em Bérgamo, em Itália, santa Gertrudis (Catalina) Comensoli, virgem, que fundou uma congregação de religiosas para a adoração do Santíssimo Sacramento e a educação da juventude (1903).
De família pobre, muito religiosa e crente na História Sagrada pregada pelo pároco nas aulas de Doutrina Cristã, Catalina, que era de inteligência vivaça e de ânimo sensível, vive em casa os mistérios cristãos da fé. Ademais assiste frequentemente à catequese e ao oratório paroquial. Nesta atmosfera de fé se impregna em seu coração o amor à Presença de Jesus na Eucaristia, aprofundando-se a devoção a este mistério pela ajuda de bons confessores, ao ponto de ansiar fortemente o fundar um Instituto que tenha como fim a adoração a este insondável mistério. Em 1867 se consagra na Companhia de Santa Ângela Mérici voltando-se mestra das noviças. Seu pai adoece, pelo que ela entra a trabalhar como empregada doméstica em casa da famosa família de dom Giovanni Baptista Rota, um ano depois, é chamada a São Gervásio pela Condesa Ippolita Fè Vitales, cunhada dos nobres Simoni de Bienno, para ser dama de companhia e ajudar com o filhinho que havia nascido em Março de 1871. Fica em São Gervásio aproximadamente 12 anos.
Convertida numa mulher sábia, rica em capacidades humanas e em sensibilidades interiores, dona de uma espiritualidade profunda e a uma crescente atenção às necessidades educativas das "jovenzitas" e dos enfermos de São Gervásio, amadurece cada vez mais nela o ideal de fundar um Instituto entregue à adoração e a educação, que se concreta com o encontro em Bérgamo com o Padre Francisco Spinelli. No século XIX era necessário um sacerdote Superior que garantira o bom funcionamento de um Instituto feminino, posto que se pensava que as mulheres não eram capazes de governar e administrar. De 1879 a 1882 o projecto se vai implementando e, depois de haver sido submetido para sua aprovação ao bispo de Bérgamo Mons. Gaetano Camillo Guindani, o instituto é fundado em 15 de Dezembro 1882. Na cidade e na diocese a iniciativa é bem acolhida, porque é a única sobre o território bergamasco com o objectivo primário da adoração perpétua. A Casa Matriz se abre em Bérgamo, a pouco teimo outras casas se abrem na Lombardia e em Véneto.
Um derrube financeiro forçou à separação dos dois Fundadores e portanto à divisão em dois Institutos. Em 19 de Janeiro 1889 a Madre Gertrudis escreve: "Este é o dia da terrível catástrofe Meu Jesus, daqui a poucos minutos estarão aqui, vêm a fechar tudo... sustentai-me na dura prova, ajudai-me por caridade. Os homens fecham nossas coisas. Vós selai meu coração dentro de vosso doce e amável Coração, já não me sacareis… sempre tende-me conVosco, meu querido Jesus, faça-se Tua vontade. Ámen.". "…meu pobre instituto, se é de Vosso agrado o sustentareis”. "Tão só Vós podeis levantar-me, tão só Vós ajudar-me. Tão só confio em Vós. ¡único Deus!". (Los Escritos, p. 57, 59; Brescia1981). 
O sinistro acontecimento parece levar tudo à ruína, mas a Madre Gertrudis, depois de um fugaz pessimismo, o considera uma prova permitida por Deus e reage com forte fé e tenacidade, confiada na Divina Providência, ainda que tenha que refugiar-se junto com as monjas que lhe restam em Lodi, cheia de dor, com paciência e com a esperança da reconstrução. Submetendo-se totalmente à Vontade de Deus "Fazei o que a Vós compraza meu Deus, com que fiqueis glorificado aceito o sofrer qualquer pena. Vossa vontade, não a minha… procuro a pura glória de meu Deus; Ámen” (Los Escritos, p. 58, Brescia1981).
Renasce o instituto lozano e vivo como uma tenra árvore que há encontrado suas raízes em terreno fértil da oração, do sofrimento, da fé e da humildade; renasce graças à energia e ao equilíbrio da Madre Gertrudis, das monjas que hão colaborado com todas suas forças e com todo o amor de que foram capazes para a realização de um sonho que já lhes pertencia; renasce graças ao concreto e atento sustentáculo do bispo de Lodi, Mons. Giovanni Baptista Rota, natural de Chiari, em cuja família Catalina Comensoli foi doméstica; renasce graças ao bispo de Bérgamo que em 1889 encomenda com diligência as Monjas Sacramentinas a Mons. Rota, e que toma a determinação de reconhecer, com o decreto de 8 de Setembro de 1891, o Instituto das Monjas Sacramentinas de Bérgamo, canonicamente erigido em Lodi com Casa Matriz temporal em Lavagna de Comazzo. 
A finalidade do instituto é dupla: Adorar a Jesus Sacramentado e Atender obras de caridade para com o próximo segundo las disposições da Divina Providência, tendo como objectivo especial "o educar a  juventude". 
Em 1892 a Madre Comensoli reconquista, ainda que seja por aluguer, a primeira casa de Bérgamo e volta com as monjas, depois de dois anos, à amada Casa Matriz, berço da Congregação a que dá um decisivo e vital impulso. 
A Madre Gertrudis abre 21 casas antes de sua morte. As monjas, à sua morte, são 179. Atendem: as órfãs, as meninas menores de idade, as estudantes nos pensionatos, os anciãos nos hospitais, os enfermos de pelagra1 e as empregadas domésticas. Além disso colaboram nas paróquias e nos oratórios, abrem centros de estudo e de lavores, ensinam em muitas escolas municipais. 
A Madre Gertrudis vê o primeiro reconhecimento pontifício do Instituto no Decreto de 11 de Abril de 1900 promulgado por Leon XIII.
¡A obra de Deus estava cumprida! 
A madre Gertrudis havia dado todas as garantias de continuidade para a adoração pública e perpétua a Jesus Sacramentado, havia infundido em suas monjas o precioso património espiritual da oração, de humildade e de caridade, sobretudo para com os pobres, portanto podia ir ao encontro com seu esposo Jesus.
Em 18 de Fevereiro de 1903, ao meio-dia, enquanto estava em adoração a seu amado na igreja, morre. Tinha tão somente 56 anos.
Os Decretos de reconhecimento pontifício ao instituto em1906 e de suas Constituições em1910, ambos subscritos por Pío X, não os verá sobre a terra, mas estarão presentes "sempre" suas Monjas Sacramentinas, que se empenham em difundir o Carisma Eucarístico e em expandir o Reino do Coração Eucarístico no mundo. 
O instituto em 2007 está presente em toda Itália, no Brasil, no Equador, no Malawi, no Kenia, na Bolívia, na Croácia. Entre 1939/1940 as Monjas Sacramentinas também estiveram na Etiópia e China, mas como consequência dos transtornos políticos, as Monjas foram internadas em “campos”, maltratadas e ridiculizadas e logo expulsas em 1943 de Etiópia e em 1951 de China.
Em 26 de Abril de 1961 S. S. João Paulo II reconhece as virtudes heróicas da Madre Gertrudis.
Um milagre foi atribuído à  intercessão da Madre Gertrudis, mesmo que lhe abriu as portas de sua beatificação: em 26 de Julho de 1979 nasceu de parto podálico (sentado), um pequeno que apresentava seus membros inferiores totalmente pegados ao alto, de modo irredutível. O diagnóstico era contractura congénita das articulações inferiores, devido à prolongada imobilidade do feto em tais condições. Em 9 de Agosto, ao término da novena a serva de Deus Gertrudis Comensoli e, sem que houvesse havido nenhuma classe de terapia, espontaneamente, tudo se normalizou e cessaram as dores do recém nascido. Até à data segue bem de suas pernas. O que foi considerado medicamente inexplicável pela comissão médica da Congregação para as causas dos santos, sobretudo, devido à rapidez da cura sem terapia alguma.


O Papa João Paulo II beatificou a Soror Gertrudis Comensoli em 1 de Outubro de 1989.
Em 26 de Abril de 2009 foi canonizada por S.S. Bento XVI, na dita cerimónia se canonizou também aos santos: Arcangelo Tadini; Bernardo Tolomei; Nuno de Santa Maria Álvares Pereira e Caterina Volpicelli.

traduzido por Xavier Villalta

1 Esta enfermidade é comum em certas partes do mundo (por exemplo, em pessoas que consumem excessivas quantidades de maíz). Soa denominar-se como a enfermidade das três D: dermatitis, diarrea e demência, já que se caracteriza por úlceras cutâneas escamosas, diarreia, câmbios na mucosa, ademais de confusão mental e alucinações. A pelagra pode ser consequência de alcoolismo devido às dietas pobres em nutrientes,e neste caso a Niacina. Por conseguinte este padecimento pode ser mortal ou chegar a tal caso à demência.

Francisco Régis Clet, Santo
Fevereiro 18    -  Presbítero e Mártir

Francisco Régis Clet, Santo

Francisco Régis Clet, Santo

Presbítero Vicentino, Missionário e Mártir

Martirológio Romano: Na cidade de Uchangfou, na província de Hupei, em China, são Francisco Régis Clet, presbítero da Congregação da Missão e mártir, que durante trinta anos, e no meio de grandes dificuldades, anunciou o Evangelho, mas, denunciado por um apóstata, depois de um longo cativeiro foi estrangulado por sua condição de cristão (1820).
São Francisco Regis Clet nasceu em 19 de Agosto de 1748 em Grenoble, décimo dos 15 filhos de Claudina Bourquy e César Clet.
Cursou seus estudos no colégio dirigido por sacerdotes diocesanos e os Oratorianos. Foi um estudante brilhante. A Congregação da Missão era conhecida em sua região natal e Francisco se sente atraído a seguir o caminho dos Missionários.
Entrou no noviciado em 6 de Março de 1769, em Lyón, no bairro de Fourvier. Foi ordenado sacerdote em 27 de Março de 1773.
Seu primeiro apostolado foi de professor do seminário de Mayor de Annecy sendo muito apreciado e nomeado superior.
Em Maio de 1778 é nomeado Superior do seminário Interno da Congregação da Missão.
Vieram depois os difíceis tempos da "Revolução Francesa". Em 13 de Julho de 1789 São Lázaro foi saqueado e sacerdotes e irmãos tiveram que fugir. 
O Superior Geral deseja enviar missionários à China, Francisco Regis se oferece e o Superior aceita seu oferecimento. Em Abril de 1791 parte com dois companheiros para a China chegando a Macau em 15 de Outubro.
Durante trinta anos se dedicará sem descanso à missão. A missão era difícil. A maioria dos sacerdotes entravam na China ilegalmente. Os Missionários Paúles exerciam seu apostolado em várias províncias ajudados por sacerdotes chineses atendendo a mais de 200.000 cristãos. A situação é perigosa e devem evitar ser reconhecidos. Francisco Regis foi preso em Jinjiagang e conduzido a Nanyang é encarcerado e depois de muitos sofrimentos é sentenciado a morte pelo Imperador com as seguintes palavras: Há chegado secretamente a China, há enganado a muita gente pregando sua doutrina, deve ser estrangulado, sem demora. Finalmente morreu estrangulado numa cruz perto de Outchangfou em 18 de Fevereiro de 1820.
Foi beatificado em 27 de Maio de 1900 e canonizado em 1 de Outubro de 2000 junto com 119 mártires de China.
Seus restos repousam na Casa Mãe da Congregação da Missão em París.

Outros Santos e Beatos
Fevereiro 18   -  Completando o santoral deste dia

Santos Sadoth e cento vinte e oito companheiros, mártires


Em Beth Lapat, no reino dos persas, paixão dos santos Sadoth, bispo de Seleucia, junto com cento vinte e oito companheiros mártires, presbíteros, clérigos e virgens consagradas, que, recusando adorar o sol, foram presos e, depois de cruéis tormentos, sofreram a morte por sentença real (342).


São Teotónio, fundador


Em Coimbra, em Portugal, são Teotónio, que peregrinou duas vezes a Jerusalém e, depois de recusar a custódia do Santo Sepulcro, voltou a sua pátria e fundou a Congregação de Canónicos Regulares da Santa Cruz (c. 1162).


Beato Guillermo Harrington, presbítero e mártir


Em Londres, em Inglaterra, beato Guillermo Harrington, presbítero e mártir, oriundo do condado de York, o qual, durante o reinado de Isabel I, por razão de seu sacerdócio exercido em Inglaterra foi condenado a ser decapitado e alcançou a coroa de martírio em Tyburn (1594).

Beato Juan Pibush, presbítero e mártir


Também em Londres, beato Juan Pibush, presbítero e mártir, que, encarcerado várias vezes reinando Isabel I, foi condenado a morte por causa de sua condição sacerdotal, cumprindo-se a sentença em Southwark, sendo enforcado e seguidamente esquartejado (1601).

 
Santos Juan Pedro Néel e companheiros, Martín Wu Xuesheng, Juan Zhang Tianshen e, Juan Chen Xianheng, mártires


Em Guizhou, cidade da China, são Juan Pedro Néel, presbítero da Sociedade de Missões Estrangeiras de Paris, que, acusado por pregar a fé cristã, foi atado à cauda de um cavalo e arrastado um longo trajecto, submetido a todo o género de burlas e tormentos, e finalmente degolado. Com ele sofreram o martírio os santos Martín Wu Xuesheng, catequista, Juan Zhang Tianshen, neófito, e Juan Chen Xianheng (1862).


Beato Jorge Kaszyra, presbítero e mártir

Rzeszow, na Polónia, beato Jorge Kaszyra, presbítero da Congregação dos Clérigos Marianistas e mártir, que, durante a ocupação militar em tempo de guerra, foi queimado pelos perseguidores da Igreja por causa de sua fé em Cristo (1943).

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (incompleta) por António Fonseca

REZAR NA QUARESMA – 18 de FEVEREIRO

 

18 DE FEVEREIRO

QUINTA-FEIRA, DEPOIS DAS CINZAS

 

Lucas 9, 22-25

“Se alguém quer seguir-Me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.”

*************

 

Jesus convida-me a entregar a minha vida com confiança nas suas mãos.

Fico com algum receio… mas quando penso melhor, concluo que é possível e que vale a pena.

Posso não ser grande cristão mas já conheço Cristo o suficiente para saber que n’Ele posso confiar. Sei que Ele me ama assim, como sou. E que o seu convite é para que eu seja capaz de amar mais. Os loucos amam as ideias, os gananciosos amam as coisas, os egoístas amam-se a si mesmos. Jesus convida-me à liberdade de amar os outros. Segui-l’O é sair de mim mesmo, descentrar-me, deixar de pensar em mim. E amá-l’O a Ele. E deixar que Ele me ame. E começarei a amar os outros.

»»»»»»»»»

Jesus, a tua cruz, mete medo! Francamente, não me agrada nada a tua cruz.

Provavelmente, nem a Ti Te agradou. Mas escolheste aceitá-la.

Abriste os braços e deixaste-Te pregar para abraçar toda a humanidade.

A tua escolha difícil é uma escolha de amor.

Ensina-me a amar como Tu.

E levarei o teu abraço a todos os que encontrar.

 

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

 

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com