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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

19 DE FEVEREIRO DE 2010 – SANTOS DO DIA

 

SANTOS DO DIA DE HOJE 

SEXTA-FEIRA, 19 DE FEVEREIRO DE 2010

Conrado de Piacenza Confalonieri, Santo
Fevereiro 19   -  Eremita Franciscano

Conrado de Piacenza Confalonieri, Santo

Conrado de Piacenza Confalonieri, Santo

Eremita

Martirológio Romano: Em Neto, em Sicília, são Conrado de Piacenza Confalonieri, eremita da Terceira Ordem de São Francisco, que, abandonando os prazeres seculares, perseverou durante mais de quarenta anos numa vida austera de oração e penitência (1351).
Os ecólogos provavelmente não têm nenhuma simpatia por este santo, pois durante uma caçada não duvidou em queimar o bosque com o fito de fazer sair as lebres e os faisões.
Para aplacar a ira dos colonos que viram destruídas suas colheitas e suas casas pelo voraz incêndio, o governador de Piacenza, Galeazzo Visconti, fez condenar à morte ao primeiro que caiu em suas mãos e cuja única culpa era a de haver-se encontrado no monte durante o incêndio. 
O verdadeiro culpável era Conrado Confalonieri que havia nascido em Piacenza em l290; estava casado e sua profissão era a de soldado de aventura.
Era fundamentalmente um homem de bem, e por isso não duvidou em entregar-se, quando soube que um inocente ia a pagar com a vida seu acto de ligeireza. Depois de haver confessado sua culpa, manifestou que estava disposto a pagar os danos. E assim o fez, ainda que tenha ficado em extrema pobreza.
Como os caminhos do Senhor são infinitos, o pirómano caçador, atitude muito pouco franciscana, entrou arrependido e em paz na Terceira Ordem franciscana de Calendasco em 1315, depois de haver-se separado de comum acordo de sua esposa, Eufrosina, que, seguindo o exemplo do marido, entrou no mosteiro franciscano de Piacenza.
Dentro do saio franciscano palpitava todavia o coração do errante homem de armas.
Depois de vários anos de piedosa peregrinação de um santuário a outro, frei Conrado fixou sua residência numa pequena aldeia chamada Noto, mais abaixo de Siracusa, num lugar afastado. Mas a fama de sua santidade o seguia como a sombra, e ao ver que as demasiadas visitas lhe tiravam o tempo para a oração, retirou-se dali e foi viver numa gruta afastada que depois a gente baptizou com o nome de “gruta de São Conrado”. Ali morreu em 19 de Fevereiro de 1351. 
A Ordem franciscana venera a este ilustre membro secular de sua família e celebra sua memória em 19 de Fevereiro, desde que Urbano VIII, por decreto de 12 de Setembro de 1625, concedeu à Ordem celebrar missa e oficio do santo eremita.

• Álvaro de Zamora de Córdoba, Beato
Fevereiro 19   -  Pregador Dominicano

Álvaro de Zamora de Córdoba, Beato

Álvaro de Zamora de Córdoba, Beato

Predicador Dominicano

Martirológio Romano: Em Córdoba, na região espanhola de Andaluzia, comemoração do beato Álvaro de Zamora, presbítero da Ordem de Pregadores, que se fez célebre por seu modo de pregar e contemplar a Paixão do Senhor (c. 1430).
Etimologicamente Álvaro = Aquele que é o defensor de todos, é de origem germânica.
Álvaro de Córdoba, o beato, nasceu a meados do século XIV, em Zamora (1360?) e morreu em Córdoba o ano 1430. Pertenceu à nobre família Cardona.
Entrou no convento dominicano de S. Pedro em Córdoba, no ano 1368. Foi um famoso e ardente pregador, e com seu exemplo e suas obras, contribuiu para a reforma da Ordem, iniciada pelo Beato Raimundo de Cápua e seus discípulos.
Depois de voltar de uma peregrinação a Terra Santa, ficou tocado no coração pelo doloroso Caminho do Calvário, percorrido por nosso Salvador.
Desejoso de viver uma existência em solidão e perfeição, onde pudesse temperar o espírito para um apostolado mais e observante convento de Sto. Domingo Escalaceli (Escalera del Cielo), onde havia vários oratórios que reproduziam a “via dolorosa”, por ele venerada em Jerusalém. Esta sagrada representação foi imitada noutros conventos, dando origem à devoção tão bela da “Via Crucis”, apreciadíssima na piedade cristã.
De noite, se retirava para uma gruta distante do convento onde, a imitação de seu Sto. Padre Domingo, orava e se flagelava. Com o tempo, esta se converteu em meta de peregrinações para os fieis. Possuía o dom de profecia e obrou milagres.
Morreu em 19 de Fevereiro de 1430 e foi sepultado em seu convento. O Papa Bento XIV, aprovou seu culto em 22 de Setembro de 1741
¡ Felicidades a quem leve este nome!

Isabel Picenardi, Beata
Fevereiro 19   -  Virgem Servita

Isabel Picenardi, Beata

Isabel Picenardi, Beata

Virgem Servita

Martirologio Romano: En Mantua, en Lombardía, beata Isabel Picenardi, virgen, la cual, habiendo revestido el hábito de la Orden de los Siervos de María, se consagró a Dios en su casa paterna, recibiendo frecuentemente la comunión eucarística, dedicándose a la celebración de la Liturgia de las Horas, a la meditación de las Sagradas Escrituras y a la devoción a la Santísima Virgen (1468).
Etimologicamente: Isabel = Aquella a quien Dios da la salud, es de origen hebreo.
Isabel, hija de Leonardo Picenardi y de Paula de Nuvaloni, nació probablemente en Cremona hacia el año 1428. Poco después de su nacimiento, su padre se fue a vivir con toda la familia a Mantua para desempeñar el cargo de administrador del Marqués de Gonzaga. Isabel se educó en esta ciudad y vivió cerca de la Iglesia de san Bernabé, que entonces era regida por los Siervos de María de la Congregación de la Observancia, lo que fue motivo de un trato frecuente con los frailes de nuestra Orden; esta circunstancia no dejaría d influir en la formación espiritual de la joven Isabel.
Su padre quiso darla en matrimonio a alguno de los principales de la ciudad, pero ella deseando a toda costa guardar su virginidad, rehusó con firmeza el matrimonio y a la edad de veintiún años se consagró a Dios y vistió el hábito de las “Manteletas”. Primero vivió en la casa paterna a la manera de una religiosa; luego, al morir su padre, se fue a vivir con su hermana Ursina, casada con el aristócrata Bartolomé de Gorno. Allí, en una habitación apartada, pasó el resto de su vida, no lejos de la iglesia de los Siervos.
Las virtudes más destacadas de la beata Isabel fueron el amor a la Virgen, la castidad, la fervorosa penitencia, el espíritu de oración, el amor a la Eucaristía.
Se dedicó con tanto fervor a la Madre de Cristo que, a imitación suya, quiso guardar perpetua virginidad. Cultivó con tanta delicadeza la castidad que, en los últimos instantes de su vida, daba rendidas gracias a Dios y a la santísima Virgen porque moría conservando intacta la flor de la virginidad.
A pesar de las diversas enfermedades que padecía, mortificaba severamente su cuerpo, llevando en todo tiempo un cilicio y un cinturón de hierro.
En penitencia y oración aguardaba a Cristo, su Esposo, Cubría de alabanzas al Señor e intercedía por la salvación de los hombres recitando el oficio divino “según el rito de la Curia romana” difundido por los frailes mendicantes.
Contra la costumbre de su tiempo, recibía con frecuencia el pan eucarístico de manos de fray Bernabé de Mantua. Al final de su vida acudía diariamente al sacramento de la Penitencia.
Esparcida la fama de su santidad, la gente acudía a ella para consultarla, pues la consideraba un oráculo divino; y dado que muchas veces alcanzó para sus conciudadanos los favores celestiales por intercesión de nuestra Señora, recibió el apelativo de “confidente de la Madre de Dios”.
Muchas doncellas siguieron su admirable ejemplo y formaron una fraternidad regular de la Tercera Orden. Un año antes de morir quedó patente el sincero amor que prodigaba a nuestra Orden pues, además de otros detalles, legaba a los frailes del convento de san Bernabé el breviario con el cual cantaba las alabanzas divinas y una suma de trescientos ducados. Antes de ir al encuentro del Señor, en el instante en que arreciaban los cólicos – narra el autor de la “Leyenda”, fue confortada con la presencia visible de Jesús y de su misericordiosa Madre y de una dulce melodía celestial. Murió el 19 de febrero de 1468.
Su cuerpo fue venerado y custodiado en un sepulcro de la iglesia del convento de san Bernabé; luego, al desaparecer éste, fue trasladado al pueblo de “Tor de’ Picenardi”, en a provincia de Cremona. El papa Pío VII en el año 1804 concedió a toda la Orden la facultad de celebrar la Misa y el Oficio propios de la Beata.

Outros Santos e Beatos
Fevereiro 19   -  Completando santoral deste dia

Santo Quodvultdeus, bispo e mártir

Em Nápoles, na Campânia, sepultura de santo Quodvultdeus, bispo de Cartago, que foi desterrado junto com seu clero pelo rei ariano Genserico, e abandonados no mar, em navios velhos e sem remos nem velas, contra toda esperança chegaram a Nápoles, onde morreu como confessor da fé (439).

Santos Monges e monjas de Palestina, mártires


Comemoração dos santos monges e demais mártires que, na Palestina e por sua fé cristã, foram vítimas de cruéis tormentos por parte dos sarracenos chefiados por Alamondir (507).


São Mansueto, bispo


Em Milão, de Lombardia, são Mansueto, bispo, que lutou firmemente contra a heresia dos monoteletas (c. 680).

 
São Barbado, bispo


Perto de Benevento, na Campânia, são Barbado, bispo, de que se conta que converteu aos longobardos junto com seu caudilho (682).

São Jorge, monge

 
No mosteiro de Vabres, na região de Rodez, em Aquitânia, são Jorge, monge (c. 877).


São Proclo, monge


Em Bisignano, perto de Cosenza, em Calábria, são Proclo, monge, que, muito bem formado doutrinalmente, foi heraldo da vida monástica (c. 970).

São Bonifácio, bispo


No mosteiro de Camera, perto de Bruxelas, em Brabante, sepultura de são Bonifácio, que foi bispo de Lausana, abraçando depois la vida ascética junto à casa das monjas cistercienses do lugar (1260).

Santa Lucía Yi Zhenmei, virgem e mártir


Na aldeia de Kaiyang, perto de Mianyang, na província chinesa de Sichuan, santa Lucía Yi Zhenmei, virgem e mártir, que foi condenada a ser degolada por confessar sua fé católica (1862).


Beato José Zaplata, religioso e mártir


No campo de concentração de Dachau, próximo a Munich, de Baviera, de Alemanha, beato José Zaplata, religioso da Congregação do Sagrado Coração de Jesus e mártir, que, condenado a um atroz encarceramento por razão de sua fé, enfermou gravemente e consumou seu martírio (1945).

São Beato, monge e presbítero 
Na região cantábrica de Liébana, em Hispânia, são Beato, presbítero e monge do mosteiro de São Martín de Turieno, que defendeu a fé contra a heresia adopcionista e escreveu um célebre Comentário sobre o Apocalipse (c. 802).

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por António Fonseca

VIA SACRA

NOTA PESSOAL:

Com início hoje, Sexta-feira depois das Cinzas, 19 de Fevereiro de 2010, vai começar a realizar-se na Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso a celebrar-se (todas as sextas-feiras) até à Páscoa, às 19 horas, a VIA SACRA.

Embora ainda desconheça qual a versão que será efectuada,  permito-me deixar aqui uma versão que me foi enviada hoje por e-mail. António Fonseca

VIA SACRA DE JESUS

Oração Preparatória  

A Agonia de JESUS no Getsemani 

Ó meu Jesus, que para nos salvar carregastes a cruz até o Calvário, suportando dores, injúrias e humilhações, ajudai-me agora a meditar esses vossos sofrimentos e dai-me forças para não vos ofender nunca mais. Que esta Via Sacra aumente em mim o amor a Deus e ao próximo. Ámen 

PRIMEIRA ESTAÇÃO: JESUS É CONDENADO A MORTE  

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, os meus pecados gritaram: "Crucifica-o! Crucifica-o! " Mas foi mais a minha ignorância do que a minha malícia que me levou a este desatino. Perdão, Senhor! 

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico) A morrer crucificado, teu Jesus é condenado, por teus crimes, pecador. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

SEGUNDA ESTAÇÃO: JESUS TOMA A CRUZ ÀS COSTAS. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, os meus pecados tornaram a vossa Cruz ainda mais pesada. Perdão, Eu não quero mais pecar. 

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Com a Cruz é carregado, e do peso acabrunhado, vai morrer por teu amor. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

TERCEIRA ESTAÇÃO: JESUS CAI PELA PRIMEIRA VEZ DEBAIXO DA CRUZ 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, caístes por terra, cansado e já sem forças. Eu quero ajudar os meus irmãos caídos e prostrados pelo sofrimento, já que eu não vos dei a mão na vossa queda.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Pela cruz tão oprimido, cai Jesus desfalecido, pela tua salvação. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

QUARTA ESTAÇÃO: JESUS ENCONTRA-SE COM SUA SANTÍSSIMA MÃE. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó coração aflito de Jesus! Ó Maria, Mãe das Dores! Aliviai as aflições dos filhos longe de sua mãe e consolai as mães separadas dos seus filhos.   

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). De Maria lacrimosa, Sua Mãe tão dolorosa, vê a imensa compaixão. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

QUINTA ESTAÇÃO: SIMÃO CIRINEU AJUDA A JESUS A LEVAR A SUA CRUZ. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, fazei-me compreender que toda a ajuda que eu dou aos meus irmãos é a vós que eu ajudo, como o Cireneu vos ajudou a carregar a Cruz.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  

(cântico). Em extremo desmaiado, deve auxílio, tão cansado, receber do Cireneu. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

SEXTA ESTAÇÃO: VERÔNICA ENXUGA A FACE DE JESUS. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  

Ó meu Jesus, que o vosso rosto ensanguentado impresso na toalha de Verónica me lembre sempre tudo o que vós sofrestes por meu amor.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  

(cântico). O seu rosto ensanguentado, por Verónica enxugado, eis no pano apareceu.  

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  

SÉTIMA ESTAÇÃO: JESUS CAI, PELA SEGUNDA VEZ, DEBAIXO DA CRUZ. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Foram as minhas recaídas ó meu Jesus, que vos fizeram cair de novo em terra. Dai-me a graça de não tornar a cair em pecado para o futuro.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Outra vez desfalecido, pelas dores abatido, cai em terra o Salvador. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

OITAVA ESTAÇÃO: JESUS CONSOLA AS FILHAS DE JERUSALÉM. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, que predissestes a Jerusalém sua ruína e destruição, livrai-me a mim da ruína e socorrei-me com a vossa misericórdia e o vosso perdão.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Das matronas piedosas, de Sião filhas chorosas, é Jesus consolador. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

NONA ESTAÇÃO: JESUS CAI, PELA TERCEIRA VEZ, DEBAIXO DA CRUZ. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, pelas dores que sofrestes nesta terceira queda, dai-me a força de me levantar, todas as vezes que a fraqueza me leva a cair em pecado.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Cai terceira vez prostrado, pelo peso redobrado, dos pecados e da Cruz. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

DÉCIMA ESTAÇÃO: JESUS É DESPOJADO DE SUAS VESTES. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, que fostes despojado das vossas vestes e recebestes a beber fel e vinagre, fazei-me rejeitar as vaidades e prazeres ilícitos para que eu não me desvie do vosso amor.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Dos vestidos despojado, por verdugos mal tratado, eu Vos vejo, meu Jesus. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO: JESUS É PREGADO NA CRUZ. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, pelas dores e angústias que sofrestes na Cruz, dai-me forças para suportar as angústias, tristezas e sofrimentos da minha vida para purificar-me dos meus pecados.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Sois por mim à Cruz pregado, insultado, blasfemado, com cegueira e com furor. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO: JESUS MORRE NA CRUZ. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó meu Jesus, vós completastes a redenção do mundo pregado na cruz; aceitai os meus sofrimentos como ajuda para a minha redenção.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Por meus crimes padecestes, Meu Jesus por mim morrestes, como é grande a minha dor. 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO: MARIA RECEBE JESUS MORTO, EM SEUS BRAÇOS. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos. 

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo. 

Ó Maria, Mãe de Jesus, que recebestes nos braços o corpo do vosso Filho, concedei-me a graça de receber sempre dignamente o Corpo de Cristo, na Santa Comunhão.  

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). Do madeiro Vos tiraram, e nos braços Vos deixaram, de Maria. Que aflição! 

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO: JESUS É DEPOSITADO NO SANTO SEPULCRO. 

V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  

R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  

Ó meu Jesus, que a vossa sepultura e ressurreição fortaleçam a minha fé na ressurreição dos mortos e na vida eterna.    

(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...) 

V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor. 

(cântico). No sepulcro Vos deixaram, enterrado Vos choraram, magoado coração.  

Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus 

ORAÇÃO FINAL 

Pai Eterno que enviastes o vosso Filho Jesus para socorrer o mundo e ele o salvou morrendo na Cruz, fazei que, por esta Cruz e pelos sofrimentos de Cristo, a humanidade encontre sempre o auxílio e o socorro de que necessita. Ámen. 

 

Recolha e transcrição por António Fonseca

REZAR NA QUARESMA – 19 DE FEVEREIRO

19 DE FEVEREIRO

SEXTA-FEIRA, DEPOIS DAS CINZAS

Mateus 9, 14-15

“O noivo está com eles….”

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A vida cristã é como uma festa de casamento. Onde o noivo está connosco. É assim a nossa relação com Deus: amor que leva à união, ternura intensa, fidelidade que gera mais vida.

Jesus é o esposo que nos ama totalmente. Nós, a Igreja, somos a esposa, chamados a responder em liberdade generosa a este amor.

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Senhor, eu Te peço uma alegria inabalável.

Capaz de resistir à tristeza e à dor.

Sabendo que sou amado por Ti com esse amor radical, nada poderá abalar o meu sorriso

 

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

 

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com