OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Tragédia na MADEIRA (20-02-2010)

In: Boletim da Agência Ecclesia

 

 

Cáritas: Solidariedade com a Madeira

COMUNICADO

Solidariedade com a Madeira

Inesperadamente, abateu-se sobre a Região Autónoma da Madeira uma enorme tragédia.

A Cáritas Portuguesa, expressando o sentir de todas as Cáritas Diocesanas, disponibiliza a sua solidariedade aos nossos concidadãos madeirenses que será, como noutras ocasiões, muito significativa, com o apoio dos portugueses.

A nossa solidariedade chegará através da Cáritas do Funchal, com a qual estamos em contacto permanente, que já está no terreno, apoiando o realojamento dos desalojados e, em articulação com a Protecção Civil, disponibilizando alimentos e agasalhos. Para sustentar este apoio, a Cáritas Portuguesa disponibilizou já 25.000 Euros à Cáritas funchalense. Outros mais irão ser concedidos com os donativos que nos poderão confiar os portugueses, desde já, através das Paróquias do Continente e dos Açores e, a partir de segunda-feira, em conta bancária que indicaremos. Também, nessa ocasião, já saberemos se será possível e conveniente a entrega de bens em espécie.

Resta, por agora, mantermo-nos em comunhão com os madeirenses, permanecendo em contacto com a Cáritas local.

Apresentamos aos familiares de todos os que pereceram as nossas condolências e, nas pessoas do Bispo Diocesano e do Presidente do Governo Regional, o nosso pesar pelas nefastas consequências de tão forte intempérie, que é envolto de votos de que seja ainda mais forte o ânimo de retomar com redobrado vigor o futuro.

Lisboa, 20 de Fevereiro de 2010

O Presidente da Cáritas Portuguesa

Eugénio Fonseca

Documentos | Agência Ecclesia | 2010-02-20 | 19:54:30 | 1968 Caracteres

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Cáritas envia ajuda financeira para a Madeira

25 mil Euros foram já enviados para a Cáritas do Funchal

A Cáritas Portuguesa enviou 25 mil Euros à congénere do Funchal para ajudar a fazer face às primeiras necessidades causadas pelo temporal que se abateu sobre a Madeira, apoiando nomeadamente “o realojamento dos desalojados e, em articulação com a Protecção Civil, disponibilizando alimentos e agasalhos”.

Em Comunicado, a Cáritas Portuguesa anuncia também a criação de uma conta para onde podem ser enviados os contributos dos portugueses para ajudar os concidadãos madeirenses.

Em contacto permanente com a Cáritas do Funchal, “que já está no terreno”, o Presidente da Cáritas Portuguesa convida as comunidades cristãs do Continente e dos Açores a gestos de solidariedade já nos encontros comunitários deste Domingo.

Pelas indicações que chegarem do Funchal, posteriormente se saberá “se será possível e conveniente a entrega de bens em espécie” para serem enviados para a Madeira, refere o Comunicado.

Apresentando as condolências aos familiares das vítimas, Eugénio Fonseca manifesta “pesar pelas nefastas consequências de tão forte intempérie, que é envolto de votos de que seja ainda mais forte o ânimo de retomar com redobrado vigor o futuro”.

Fotos

Nacional | Agência Ecclesia | 2010-02-21 | 13:00:11 | 1474 Caracteres | Diocese do Funchal

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Bispo do Funchal celebrou missa pelas vítimas do temporal

Instituições da Igreja estão a colaborar no auxílio às populações

Este Domingo, a Missa das 17h00, na Catedral do Funchal, foi presidida pelo Bispo do Funchal, D. António Carrilho, onde são recordadas as vítimas do temporal que se abateu sobre a Ilha da Madeira.

O Bispo do Funchal, em declarações à Renascença, afirmou que as instituições ligadas à Igreja estão a colaborar no auxílio às populações, em estreita colaboração com as instituições públicas. “O apoio da diocese presta-se a dois níveis diferentes: ao nível da relação e actividade pessoal de cada um dos cristãos, conscientes da sua responsabilidade, de ajuda fraterna; e presta-se ao nível das instituições – de modo particular a Caritas com uma visibilidade maior – em cooperação com outras instituições públicas e privadas”, disse.

Numa mensagem divulgada este sábado, D. António Carrilho, manifestou a sua “profunda comunhão e solidariedade” para com todas as vítimas do “trágico temporal” que assola a Madeira.

Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, o prelado fala num “cenário de destruição e sofrimento”, na capital madeirense, frisando que “neste momento difícil e de natural angústia, é importante manter a serenidade possível e procurar dar atenção aos alertas e orientações, que vão sendo transmitidas pelas entidades competentes”.

À Madeira chegou uma mensagem de apoio do presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga. Este responsável diz comungar “as horas de dor e de perplexidade experimentadas pelo povo da Madeira”, assegurando “a mais profunda comunhão humana, cristã e eclesial”.

Dos Açores veio também a solidariedade do Bispo de Angra, “em nome pessoal e de toda a Diocese”, para com todo o povo madeirense.

A Cáritas Portuguesa enviou 25 mil Euros à congénere do Funchal para ajudar a fazer face às primeiras necessidades causadas pelo temporal. Em Comunicado, a organização católica anuncia também a criação de uma conta para onde podem ser enviados contributos em favor dos madeirenses.

O primeiro-ministro, José Sócrates, esteve na Madeira, para se inteirar da situação e manter contactos com o governo regional. O presidente da República, Cavaco Silva, expressou as suas “mais sentidas condolências” para com as vítimas do temporal que assolou a Região, sublinhando a solidariedade do Continente.

Nacional | Agência Ecclesia | 2010-02-21 | 22:01:15 | 3004 Caracteres | Diocese do Funchal

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Bispos lamentam destruição e sofrimento na Madeira

Diocese manifesta solidariedade às vítimas e recebe mensagens de apoio dos Açores e da Conferência Episcopal Portuguesa

Mensagem do Bispo do Funchal

Solidariedade para com as vítimas do trágico temporal na Madeira

Como Bispo do Funchal, manifesto a minha profunda comunhão e solidariedade para com todos aqueles que, de algum modo, foram e estão a ser vítimas do trágico temporal que assola a Madeira.

Atraído pelo estrondoso ruído da deslocação das águas e das lamas, estive ao início desta manhã, junto da Ribeira de S. João, observando a força da natureza e a agitação de tantas pessoas, num cenário de destruição e sofrimento.

Neste momento difícil e de natural angústia, é importante manter a serenidade possível e procurar dar atenção aos alertas e orientações, que vão sendo transmitidas pelas entidades competentes. Como é necessário, também, reconhecer, aceitar e agradecer o serviço generoso de quantos, por missão ou em regime de voluntariado, não se poupam aos riscos e sacrifícios do serviço que lhes é pedido, nomeadamente as Forças de Segurança, a Protecção Civil e os Bombeiros.

A Madeira já viveu, em tempos ainda lembrados, situações semelhantes de verdadeira impotência humana e sofrimento. Unidos na mesma fé, os católicos elevaram a Deus as suas preces, por especial intercessão de Nossa Senhora. Como vosso Bispo, neste momento de dor, também eu rezo e convido os católicos a rezar, confiando as preocupações e o sofrimento de todos, nesta hora, à Senhora do Monte, nossa Padroeira, e à Virgem de Fátima, cuja Imagem peregrina entre nós.

Estou muito unido a todos e gostaria que estas minhas palavras vos possam levar algum conforto e esperança! Que Maria-Mãe, Nossa Senhora do Monte, vele por nós!

Funchal, 20 de Fevereiro de 2010

† António Carrilho, Bispo do Funchal

Mensagem do Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

Caríssimo D. António,

A vida é uma encruzilhada de surpresas e de imprevistos. Nem sempre a harmonia da natureza com o concreto das populações acontece. Tudo pode parecer um grande enigma. São horas para encontrar um lenitivo na solidariedade.

Comungo, como Arcebispo de Braga e Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, as horas de dor e de perplexidade experimentadas pelo povo da Madeira e quero assegura a mais profunda comunhão humana, cristã e eclesial.

Recordo os que partiram, em tão dramáticas situações, com a certeza das nossas orações; estou presente com quantos vivenciam dum modo mais próximo a dor provocada pela morte de entes queridos ou pela destruição de bens materiais; manifesto a disponibilidade para alguma ajuda possível na hora de recuperar dos malefícios provocados por tão grande calamidade.

Rezo, dum modo particular, para que a comunidade cristã saiba estar presente, em gestos de autentica proximidade, de modo que a experiência de comunhão eclesial testemunhe um verdadeiro amor junto daqueles que sofrem.

A minha comunhão fraterna

+Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e presidente da CEP

Mensagem do Bispo de Angra

Excelentíssimo e Reverendíssimo Bispo do Funchal.

Perante os fatídicos momentos que se vive no Arquipélago da Madeira, o Bispo de Angra, em nome pessoal e de toda a Diocese, vem por este meio manifestar a sua solidariedade para com Vossa Excelência Reverendíssima, assim como, para com todo o povo madeirense.

Creia-nos unidos e presentes na oração.

Madalena do Pico, 20 de Fevereiro de 2010

+ António, Bispo de Angra

Documentos | Agência Ecclesia | 2010-02-20 | 19:27:24 | 4282 Caracteres

 

http://ecclesia.pt

Recolha e transcrição de notícias publicadas no boletim da Agência Ecclesia, por António Fonseca

21 DE FEVEREIRO - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

21 DE FEVEREIRO

1º DOMINGO DA QUARESMA

Lucas 4, 1-13

“Foi levado pelo Espírito ao deserto…”

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O deserto é o lugar da liberdade e da tentação. Da fidelidade a Deus e da dúvida. Do amor e dos egoísmos. Do caminho e da queda.

Jesus foi até lá para clarificar a sua identidade, para Se confrontar com os diferentes projectos de vida. E saiu de lá fortalecido. Vencedor sobre todas as tentações fáceis que Lhe propunham, ser menos. Quaresma é o tempo de tu ires para o deserto. Não vais sozinho. Lá está Jesus, do teu lado. A fortalecer a tua decisão.

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Espírito Santo de Deus,

força de Jesus e minha força:

ampara-me no meu caminho,

sacia as minhas sedes.

Converte-me ao teu amor.

Leva-me ao encontro de Jesus

que é caminho suave, verdade

luminosa e vida abundante.

 

 

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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Os Santos de hoje

Domingo 21 de Fevereiro de 2010

Pedro Damiani, Santo
Bispo, Cardeal e Doutor da Igreja

Cardeal e Doutor da Igreja

Martirológio Romano: Memória de são Pedro Damiani, cardeal bispo de Ostia e doutor da Igreja. Havendo entrado no ermo de Fonte Avellana, promoveu denodadamente a vida religiosa e nos tempos difíceis da reforma da Igreja trabalhou para que os monges se dedicassem à santidade da contemplação, os clérigos à integridade de vida e para que o povo mantivesse a comunhão com a Sede Apostólica. Faleceu no dia vinte e dois de Fevereiro em Favencia, da Romagna (1072).
Nasceu em Ravena e foi uma dessas figuras severas que, como São João Baptista, surgem nas épocas de relaxamento para afastar aos homens do erro e trazer-lhes de novo ao estreito caminho da virtude.
Devido à prematura morte de seus pais, o santo foi criado por seu irmão, convertendo-se num excelente discípulo, e mais tarde num profundo servidor de Cristo.
Pedro decidiu abandonar o mundo exterior e abraçar a vida religiosa noutra região, entrando no convento de Fonte Avellana, comunidade de ermitãos que gozava de grande reputação.

Pedro Damiani, Santo

Pedro Damiani, Santo


Ali se dedicou à oração, leitura espiritual e estudos sagrados, vivendo com grande austeridade.
Pese a sua negativa, Pedro assumiu a direcção da abadia em 1043 governando com grande prudência e piedade.
Fundou outras cinco comunidades de ermitãos, onde fomentou entre os monges o espírito de retiro, caridade e humildade e além disso esteve ao serviço da Igreja, sendo nomeado Cardeal e Bispo de Ostia em 1057.
São Pedro escreveu vários documentos que ajudaram a manter a observância da moral e da disciplina, particularmente no  que se refere aos deveres dos clérigos e monges.
Apesar de sua severidade, o santo sabia tratar os pecadores com bondade e indulgência, quando a caridade e a prudência o pediam. Morreu em 21 de Fevereiro de 1072. Imediatamente a gente começou a considerá-lo como um grande santo e a conseguir favores de Deus por sua intercessão.
O Papa o canonizou e o declarou Doutor da Igreja pelos eloquentes sermões que compôs e pelos livros tão sábios que escreveu.
São Pedro Damiani: consegue-nos de Deus a graça de que nossos sacerdotes e bispos sejam verdadeiramente santos e saibam cumprir fielmente seu celibato.

Noël (Natal) Pinot, Beato
Mártir

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Em Anjou, em França, beato Natal Pinot, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, sendo pároco, enquanto se preparava para celebrar missa foi detido e, revestido com os ornamentos litúrgicos a modo de burla, levado ao patíbulo como ao altar do sacrifício (1794).
O último de 16 filhos, que havia nascido no lar de piedosos pais em Angers (França Ocidental) em 19 de Dezembro de 1747, em vésperas do Natal, recebeu no baptismo um nome que devia recordar o Natal: "Noël" (Em latim seria "Natalis" e em italiano "Natale").
Este menino trazia não só alegria natalícia a sua numerosa família, mas também à Igreja em honra de um novo mártir da Santíssima Eucaristia.
Com os oratorianos em Angers recebeu o rapaz uma boa educação; em Dezembro de 1770 a ordenação sacerdotal fez dele um devoto e bondoso sacerdote diocesano que desenvolveu em seu lugar um precioso trabalho.
Os primeiros 10 anos trabalhou como capelão em Bousse (Sarthe) e em Corze. Em Junho de 1781 regressou à cidade bispal de no Hospital dos incuráveis em Angers. Em 6 de Fevereiro de 1788 recebeu o título de "Magister Artium".
Pouco depois foi nomeado pároco de Saint - Aubin em Lauroux - Béconnais, uma paróquia relativamente grande, que contava com 3,000 almas. Aqui obrou como bom pastor, mas somente durante dois anos, pois ele entrou cedo na tormenta da Revolução Francesa que apenas estalou. Em 12 de Julho de 1791 se acordou em París a Constituição civil. O padre Pinot se negou, com outros valentes sacerdotes, a prestar juramento a esta constituição anticlerical. Em seu sermão de 27 de Fevereiro de 1791 a criticou fortemente e de imediato foi denunciado às autoridades. Em 5 de Março foi preso e levado a Angers, onde sete dias depois recebeu a proibição de exercer sua profissão de sacerdote. 
Sob estas circunstâncias não lhe restava outra possibilidade que esconder-se. Primeiro no Hospital dos incuráveis em Angers. Depois de a encontrar lá, levou durante dois anos a vida de um sacerdote perseguido, livre como pássaro e fugindo de um lugar a outro. Ainda que sempre preparado para fugir, seguia oferecendo clandestinamente a Santa Missa e administrando os sacramentos.
Quando os católicos de Vendée se levantaram durante curto tempo com êxito contra o regime de terror, pôde o padre Pinot regressar a sua paróquia; mas só por curto tempo pôde gozar de sua liberdade, posto que o levantamento dos católicos foi derrubado desde París. O padre teve que esconder-se novamente, e não só isto: se ofereceu uma soma de dinheiro a quem o entregasse - vivo ou morto - aos tiranos da revolução. 
Na noite de 9 de Fevereiro de 1794 o padre Pinot se preparava numa longínqua fazenda nomeada Milanderie para celebrar a Santa Missa. Já estavam feitos todos os preparativos e o padre ia pôr a alva quando irrompeu a guarda e se dispôs a fazer uma revista exaustiva do lugar. O padre Pinot se escondeu o mais rápido possível numa caixa, posta todavia sua alva; ali foi descoberto e levado preso.
Sua vocação sacerdotal, junto com o facto de haver celebrado a Santa Missa, era suficiente para ditar sobre o padre Pinot a pena de morte e executá-lo no mesmo dia.
O candidato à morte foi ironicamente perguntado se queria morrer com a alva posta, proposta que aceitou com entusiasmo porque assim pôde viver ainda a mais bela satisfação: até ao último momento ser sacerdote. 
O suplício seria como a celebração de sua última Missa, sua oferenda final.
Assim subiu o padre Pinot ao patíbulo, vestido com alva e casula. Momentos antes de sua decapitação teve que tirar-se a casula, mas os fieis a puseram mais tarde o ornamento depois da consumação do sacrifício.
Em 21 de Outubro de 1926, o Papa Pío XI beatificou a este valente sacerdote dizendo: "Noel Pinot atestou, levando até ai momento de sua execução a casula, demonstrando que a tarefa primordial, mais importante e mais sagrada do sacerdote é a celebração da Santa Eucaristia segundo o encargo do Senhor: "Fazei isto em memória de mim"".

Eleonora ou Leonor de Inglaterra
Rainha e religiosa

Etimologicamente: Leonor = Eleonor = Eleonor = Aquela que é audaz, é de origem gálica.
Nascida no ano 1222, morta em Amesbury, em vinte e cinco de Junho do ano mil duzentos noventa e um.
Esta jovem veio ao mundo em França. Seus pais eram Berengário IV, conde de Provença e de Beatriz de Sabóia. 
A mãe era uma fervorosa cristã e muito dada às letras.
Em 1236 contraiu matrimónio em Canterbury com o rei Enrique III de Inglaterra. Com ela se marcharam muitos familiares e conhecidos em busca de uma maior fortuna.
Muitos chegaram a ocupar postos importantes na administração pública. Sem embargo, o favoritismo de Eleonora suscitou em seguida as invejas e uma impopularidade grande contra a rainha. 
A coisa se fez tão tensa que tiveram que encerrá-la na torre de Londres. A má sorte não só caía sobre suas costas, mas também seu marido foi feito prisioneiro durante a de Lewes. O sopro de Deus atravessou sua alma.
Por isso se foi a uma abadia beneditina e se fez religiosa em 1276.
Sua santidade cresceu a passos agigantados. Sua fama de santidade é enorme, ainda que nunca haja sido canonizada oficialmente. Todo o mundo, sem embargo, lhe tributa o culto que merece. Morreu santamente em 1291.

Eustáquio (Eustácio) de Antioquia, Santo
Bispo

Bispo

Martirológio Romano: Comemoração de santo Eustácio, bispo de Antioquia, que, célebre por sua doutrina, foi desterrado a Trajanópolis, em Trácia, em tempo do imperador ariano Constâncio, por causa de sua fé católica, e ali descansou no Senhor (c. 338).
Santo Eustáquio nasceu em Side, em Panfilia. Segundo afirma Santo Atanásio, confessou ante os perseguidores a fé de Cristo.
Era um homem sábio, eloquente e virtuoso. Eleito bispo de Beroea, na Síria, atraiu sobre si os olhares da Igreja. Mais tarde, foi trasladado para a  sede de Antioquia, que só cedia em dignidade as de Roma e Alexandria e era a terceira do mundo. Pouco depois de ocupá-la, assistiu ao Concílio de Nicea, onde foi acolhido com grandes honras e se distinguiu por sua oposição ao arianismo. 
No meio de seus trabalhos pelos outros, não olvidou que a verdadeira caridade começa por si mesmo e trabalhou antes de tudo por sua própria santificação. 
Mas não por cuidar de seu jardim guardava para ele toda a água da graça, mas que a deixava correr também pelos hortos de seus próximos a fim de que levasse a fecundidade para outros. 
Nas dioceses que estava encarregado de governar, distribuiu homens capazes de instruir e sustentar aos fieis.
O santo se alarmou ao inteirar-se de que Eusébio, o bispo de Cesareia, favorecia a nova heresia (se tratava de Eusébio conhecido como "o pai da história eclesiástica"). 
A desconfiança que mostrou Santo Eustáquio pela doutrina desse e outros bispos, assim como sua acusação no sentido de que haviam alterado o Credo de Nicea, provocaram contra ele as iras dos arianos, quem conseguiram depô-lo no ano 330.
Antes de sair de Antioquia o pastor congregou a sua grei e a exortou a manter-se fiel à verdadeira doutrina. A exortação foi tão eficaz que se formou um grupo de "eustacianos" para preservar a pureza da fé e negar o reconhecimento a todos os bispos que enviassem os arianos. Desgraçadamente, esta lealdade degenerou mais tarde em sectarismo contra os prelados ortodoxos.
Santo Eustáquio foi desterrado com alguns sacerdotes e diáconos a Trajanópolis de Trácia. Não sabemos com exactidão o sitio nem a data de sua morte. A maioria de seus copiosos escritos se perdeu.
Entre as obras suas que se conservam, a principal é uma discussão contra Orígenes, em que critica os poderes da pitonisa de Endor (1 Re. 28:7-23). Sozomeno recomenda as obras de Santo Eustáquio por seu estilo e conteúdo. Mas nada mostra melhor a virtude do santo que a paciência com que sobrelevou as acusações caluniosas que se lhe fizeram em coisas de importância e, depois, a deposição e o desterro.
Santo Eustáquio foi maior na desgraça do que havia sido quando suas virtudes brilhavam pacificamente no governo de sua sede.
Seu nome aparece no Canon das missas síria e maronita.

María Enriqueta (Henriqueta) (Ana Catalina) Dominici, Beata
Religiosa

María Enriqueta (Ana Catalina) Dominici, Beata

María Enriqueta (Ana Catalina) Dominici, Beata

Religiosa

Martirológio Romano: Em Turim, de Piemonte, beata María Enriqueta (Ana Catalina) Dominici, das irmãs de Santa Ana e da Providência, que governou sabiamente e engrandeceu seu Instituto durante trinta anos até sua morte (1894).
A Beata María Enriqueta Dominici nasceu no dia dez de Outubro de 1829 em Borgo Salsasio, Camagnola (Turim, Itália) ingressou na Congregação de Religiosas Irmãs de Santa Ana, já feitos seus votos perpétuos, morreu em odor de santidade no dia 21 de Fevereiro do ano de 1838 na cidade de Turim, em Itália.
Seu processo de beatificação foi iniciado no dia 4 de Abril de 1943, a Congregação para as Causas dos Santos, sua Santidade o Papa Paulo VI aprovou a heroicidade de suas virtudes e a declarou digna de veneração -"Venerável"- no dia 1 de Fevereiro do ano de 1975, finalmente, aprovou o milagre atribuído por sua intercessão e a declarou beata em 7 de Maio de 1978.
Se se obtém um favor ou graça especial atribuída pela intercessão da Beata Irmã María Enriqueta Dominici, por favor fazer comunicar a sua Causa de beatificação: Suore di Sant´Anna, Via degli Aldobrandeschi, 100, 00163 Roma, Itália.
Para tomar em conta: O fundador da Congregação das Religiosas Irmãs de Santa Ana foi Carlos Tancredo Falleti de Barolo, esposo de Júlia Victorina Colbert Falleti de Barolo, ambos fundadores da Congregação das Irmãs Religiosas de Santa Ana.

Roberto Southwell, Santo
Mártir Jesuíta

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Também em Londres, são Roberto Southwell, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que durante vários anos exerceu seu ministério na cidade e seus arredores e compôs escritos espirituais. Detido por ser sacerdote, por ordem da própria rainha foi duramente torturado, terminando seu martírio al ser pendurado em Tyburn (1595).
Foi o mais novo de oito filhos. Educado em Douai. Viajou a París onde esteve sob a tutela de jesuíta Thomas Darbyshire. Em 1580 se uniu à Companhia de Jesus depois de dois anos de estudos no Noviciado de Tournee. Se trasladou a Roma, onde pese a sua juventude foi Prefeito de estudos no Colégio Inglês de Roma dos jesuítas. Se ordenou de sacerdote em 1584. Foi enviado a Inglaterra em 1586 como missionário junto a Henry Garnett pese a estar em vigência o decreto da Rainha Isabel que proibia aos sacerdotes católicos permanecer mais de 40 dias em Inglaterra sob pena de morte. Fez trabalho missionário clandestino, foi capelão da Condessa de Arundel. Foi delatado em 1595 e acusado de traição, foi executado em 20 de Fevereiro de 1595 em Tyburn.
Sua obra literária está publicada. Em 1872 se publicou a colecção completa de "Poemas" por Reprint Services Corp e em 1970 na colecção "The Fuller Worthies Library" por AMS Press.
Beatificado em 1929 e canonizado por Paulo VI em 25 de Outubro de 1970 junto com os Quarenta Mártires de Inglaterra e Gales.

Outros Santos e Beatos
Completando santoral deste dia

 

São Germán, abade


No mosteiro de Granfeld,na região dos helvécios, são Germán, abade, que ao tratar de defender com pacíficas palavras aos vizinhos do mosteiro do assalto de um grupo de salteadores, foi desnudado e atravessado com lanças, junto com o monge Randoaldo (c. 667).

Beato Tomás Portmort, presbítero e mártir


Em Londres, em Inglaterra, beato Tomás Portmort, presbítero e mártir, que em tempo da rainha Isabel I foi encarcerado por ser sacerdote e depois pendurado perto da catedral de São Paulo, consumando assim seu martírio (1592).

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por António Fonseca

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SITI CATTOLICI ITALIANI