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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

22 de FEVEREIRO de 2010 - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

22 DE FEVEREIRO

SEGUNDA-FEIRA – 1ª SEMANA DA QUARESMA

Mateus 25, 31-46

“Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a  Mim mesmo o fizestes.”

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As palavras de Jesus, às vezes, são difíceis de entender. A atenção ou a indiferença diante daqueles a quem Ele chama os “irmãos mais pequeninos” (os marginais, os últimos, os indefesos) equivalem ao amor ou à recusa face a Ele. Mas porquê?

Custa-nos a perceber. Estamos habituados a ver as relações com Deus e com os outros como duas experiências separadas. Mas para Jesus, a verdade última é o amor. Que quando é real, se torna amor a Deus e ao próximo. Mesmo aquele próximo mais “inútil” e desprezado.

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Jesus, faz crescer o meu coração através do amor aos outros.

Que eu Te possa ver nos irmãos que sirvo.

O teu coração, Jesus, arde de amor por mim e por todos os meus irmãos;

acende em mim esse amor pelos outros.

 

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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SANTOS DO DIA DE HOJE

22 DE FEVEREIRO DE 2010

 

• A Cátedra do Apóstolo São Pedro
Fevereiro 22   -  Festa

La Cátedra del Apóstol San Pedro

A Cátedra do Apóstolo São Pedro

Festa

Martirológio Romano: Festa da cátedra de são Pedro, apóstolo, a que o Senhor disse: Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja. No dia em que os romanos costumavam a recordar a seus defuntos, se celebra a sede daquele apóstolo, cujo sepulcro se conserva no campo Vaticano e foi chamado a presidir na caridade a toda a Igreja.
Hoje se celebra a festividade da Cátedra de São Pedro, uma ocasião solene que remonta ao quarto século e com que se rende homenagem e se celebra o primado e a autoridade de São Pedro. 
A palavra "cátedra" significa assento ou trono e é a raiz da palavra catedral, a igreja onde um bispo tem o trono onde faz pregação. Sinónimo de cátedra é também "sede" (assento ou sitial): a "sede" é o lugar de onde um bispo governa sua diocese. Por exemplo, a Santa Sede é a sede do bispo de Roma, o Papa. 
Faz não muitos anos, antes de rezar o Ângelus neste dia, o Papa João Paulo II recordou que "a festividade litúrgica da Cátedra de São Pedro sublinha o singular ministério que o Senhor confiou ao chefe dos apóstolos, de confirmar e guiar a Igreja na unidade da fé. Nisto consiste o ´ministerium petrinum´, esse serviço peculiar que o bispo de Roma está chamado a render a todo o povo cristão. Missão indispensável, que não se baseia em prerrogativas humanas, mas sim em Cristo mesmo como pedra angular da comunidade eclesial". "Rezemos – disse - para que a Igreja, na variedade de culturas, línguas e tradições, seja unânime em crer e professar as verdades de fé e de moral transmitidas pelos apóstolos". 
A cátedra é em realidade o trono que Carlos o Calvo presenteou o papa João VIII e em que foi coroado imperador no dia de Natal do ano 875. Carlos o Calvo era neto de Carlomagno. Durante muitos anos a cadeira foi utilizada pelo papa e seus sucessores durante as cerimónias litúrgicas, até que foi incorporada ao Altar da Cátedra de Bernini em 1666.
Tradições, lendas e crenças afirmaram durante muitos anos que a Cadeira era dupla e que algumas partes se remontavam aos primeiros dias da era cristã e inclusive que a utilizou São Pedro em pessoa. A Cadeira tem sido objecto de numerosos estudos ao longo dos séculos e a última vez que foi extraída do nicho que ocupa no altar de Bernini foi durante um período de seis anos, entre 1968 e 1974. As análises efectuadas naquela ocasião apontavam a que se tratava de uma só Cadeira cujas partes mais antigas eram do século VI. O que se havia tomado por uma segunda cadeira era em realidade uma coberta que servia tanto para proteger o trono como para levá-lo em procissão.
Todos os anos nesta data, o altar monumental que acolhe a Cátedra de São Pedro permanece iluminado todo o dia com dezenas de velas e se celebram numerosas missas desde a manhã até ao entardecer, concluindo com a missa do Capítulo de São Pedro.
Fuente: VIS - Serviço Informativo Vaticano

Isabel de França, Beata
Fevereiro 22   -  Fundadora

Isabel de Francia, Beata

Isabel de França, Beata

Irmã de Luis VIII

Martirológio Romano: Em Longchamp, subúrbio de París, em França, beata Isabel, virgem, que, sendo irmã do rei são Luis IX, renunciou a matrimónio de realeza e a vantagens mundanas e fundou um mosteiro de Irmãs Menores, com as que serviu a Deus em humildade e pobreza (1270).
Etimologicamente: Isabel = Aquela a quem Deus dá a saúde vem da língua hebraica.
Nasceu no ano 1225 e era filha do rei Luis VIII de França e de sua esposa Blanca de Castela, e era, portanto, irmã do rei São Luis IX.
Isabel se cria na corte paterna sob os cuidados de sua mãe que infundiu nela, como em seu irmão Luis, os mais fervorosos sentimentos religiosos e o horror ao pecado. Já de pequena aprendeu a amar aos pobres e a empregar muito tempo nos actos de piedade e culto divino.
Solicitou sua mão o príncipe Conrado, filho e herdeiro do imperador Federico II. A proposta foi acolhida com satisfação pela rainha viúva Blanca de Castela e por seu próprio irmão Luis, e o papa Inocêncio IV, a quem se havia dado notícia da petição, lhe pareceu boa para solidificar a paz entre os príncipes cristãos e escreve a Isabel dizendo-lhe que contasse com sua bênção. Mas Isabel contesta ao papa que ela fez voto de virgindade e que deseja manter sua consagração a Deus. Inocêncio IV contesta à princesa que não pode menos que a louvar por esta deliberação e que a animava a prosseguir em tão santo propósito.
Isabel prossegue então no meio da corte levando uma vida dedicada à caridade e à piedade e pode ver como seu irmão Luis, levado de um alto idealismo, marcha para as Cruzadas, onde suas armas não conseguem o triunfo esperado mas que inclusive é preso e a grande preço recupera a liberdade. Estando seu irmão ausente, morre sua mãe Blanca.
A partir de então já não se crê necessária na corte e pensa pôr em prática o propósito concebido de fundar um convento de clarissas em que passar o resto de seus dias. Seu irmão lhe dá a oportuna licença e surge assim o convento de Longchamp no ano 1257, que ela coloca sob a invocação da Humildade de Nossa Senhora. Parece claro que, ainda que a Ordem Franciscana apresenta a Isabel como monja da segunda ordem e com esse título se confirmou seu culto, na realidade ela nunca professou nem emitiu os votos religiosos. Viveu numa ala do convento, numa espécie de casa aparte, não nas celas das monjas, e continuou seu costume de generosidade extrema com os pobres. Desta forma além disso evitou que as monjas não pudessem elegê-la como abadessa.
Sua vida foi santa: toda ela dedicada à oração, à penitência e às boas obras, podendo ser vista em êxtases com que o Senhor a favorecia.
Morreu em 22 [para outros, em 23] de Fevereiro do ano 1270, e seu culto foi confirmado pelo papa Leão X no ano 1521 ao permitir ao mosteiro de Longchamp celebrar sua festa, que posteriormente o papa Inocêncio XII, a finais do século XVIII, estendeu a toda a Ordem Franciscana.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Margarita de Cortona, Santa
Fevereiro 22  -  Laica Franciscana

Margarita de Cortona, Santa

Margarita de Cortona, Santa

A mulher escandalosa que chegou a ser de muito bom exemplo.

Martirológio Romano: Em Cortona, da Toscana, santa Margarita, que profundamente comovida pela morte de seu amante, limpou os pecados de sua juventude com uma penitência saudável, pois recebida na Terceira Ordem de São Francisco, se entregou à contemplação de Deus e foi favorecida por especiais carismas (1297).
Etimologicamente: Margarita = Aquela de beleza pouco comum, é de origem latina.
Margarita nació en Italia en 1247. Hija de una familia de agricultores, los primeros años los pasa alegremente junto a su madre que es muy piadosa y que le enseña a ofrecer por la salvación y por la conversión de los pecadores todo lo que hace y lo que reza.
Pero a los 7 años queda huérfana de madre, y entonces su padre se casa con una mujer dominante y agresiva que se dedica a hacerle la vida imposible a la joven Margarita, la cual empieza a volverse triste y desconfiada y a buscar fuera del hogar las alegrías que en su casa no logra hallar.
A los 17 años ya es una joven muy hermosa pero no puede encontrar cariño en su hogar. Es entonces cuando se deja engañar por un terrateniente, un rico agricultor que prometiéndole que se casará con ella, logra obtener que se fuera de su casa y se vaya con él. Ella al principio opone resistencia porque sabe que lo que le ofrece es la deshonra y una vida de pecado, pero los regalos espléndidos y las promesas mentirosas de aquel engañador la logran convencer, y una noche sale huyendo y se va con él.
Viajan aquella noche por un río en una balsa. Chocan y la balsa se hunde. Ella corre gravísimo peligro de ahogarse, pero su prometido logra salvarla nadando ágilmente. La joven considera esto como una llamada de Dios, pero en aquella hora pueden más las promesas del pecado que los avisos de Dios, y sigue con aquel hombre.
Son ocho años de pecado, de lujos, de fiestas y placeres, pero su alma no es feliz. Desea fuertemente volver a los tiempos antiguos cuando aunque no tenía lujos ni fiestas, ni honores, sin embargo tenía el alma limpia de pecado y tranquila su conciencia. Tiene un hijo (que más tarde será franciscano) pero en su alma se libra cada día una violenta batalla entre su deseo de vivir en gracia y amistad con Dios y los deseos pasionales de su naturaleza humana. La gente la ve atravesar plazas y calles, elegantísima, en lujosas cabalgaduras, pero no imaginan que su alma agoniza de angustia.
Para calmar un poco los remordimientos de su conciencia se dedica a repartir limosnas entre los pobres. A una viejita agradecida que le dice: "Gracias señora, Ud. si es buena persona". Le responde: ¡Por favor: no diga eso, que yo sólo soy una miserable pecadora!
A ratos se retira a las soledades del bosque a llorar. Y allí exclama: "Oh Dios: que bueno es poder hablarte, aunque el alma se siente tan débil y pecadora. Te repito las palabras del hijo pródigo: He pecado contra el cielo y contra Ti".
Le ruega a su compañero que contraigan matrimonio porque su alma no puede vivir tranquila en esa vida de ilegitimidad, pero él le responde que prefiere vivir en unión libre todavía por muchos años. Entonces ella ruega a Dios que le proporcione alguna solución. Y no se cansa de pedirle, con lágrimas, penitencias y mucha fe.
Una mañana su compañero se va al campo a visitar sus fincas. Por el camino unos sicarios guerilleros lo atacan, y lo matan a puñaladas, y esconden su cadáver entre unas matas, el hombre no vuelve esa tarde a casa, pero su fiel perro llega al día siguiente dando aullidos muy lastimeros y tira insistentemente de la falda de Margarita como diciéndole: "Por favor, sígame". Ella lo sigue llena de afán y de temor de que algo grave le haya sucedido a su compañero. En el bosque, junto a un gran árbol hay un montón de ramas y hasta allí la lleva el perro fiel. Margarita mueve ramas y encuentra el cadáver de su amante, destrozado con horrorosas heridas y empezando a descomponerse.
Margarita siente en aquel momento como un relámpago la llamada del cielo a volver a vivir en gracia y en amistad con Dios. Estalla en llanto por la tristeza de ver muerto a aquel hombre y por los terribles remordimientos que atormentan su propia conciencia. Pero recuerda que el Padre Celestial tiene siempre abiertos sus brazos bondadosos para recibir a todos los hijos pródigos que quieren volver a su divina amistad, y que Jesucristo nunca rechaza a las Magdalenas que quieran arrepentirse y cambiar de comportamiento, y con todas las energías de su alma se propone darle un vuelco total a su vida. Bien sabe que mientras vivamos en esta tierra nunca es tarde para convertirse y lograr salvarse.
Margarita no es mujer de medias tintas. Cuando se decide por algo lo hace con todas sus fuerzas. Así que lo primero que hace al volver del funeral de su amante es devolverles a los familiares de él todas las fincas que el hombre tenía. Vende luego las joyas y los lujos, y el dinero obtenido lo reparte a los pobres y ella se dispone a seguir viviendo en total pobreza.
Se va con su hijito a casa de su padre, pero la madrastra no permite que sea recibida allí, pues la considera una mujer escandalosa, y no cree en su arrepentimiento. Entonces sentada bajo un árbol se pone a llorar y a pensar. Los enemigos de la salvación le dicen: "Eres hermosa, tienes apenas 25 años, lánzate a la vida, que amadores no te van a faltar". Pero mientras reza siente que el Espíritu Santo le inspira esta idea: ¿Por qué no ir a la ciudad de Cortona donde están los Padres Franciscanos que son tan amigos de los pobres, y pedirles que me ayuden? Y hacia esa ciudad dirige sus pasos.
Al llegar a Cortona, en la entrada de la ciudad se encuentra con dos buenas señoras que se conmueven al verla en tan impresionante estado de pobreza y se ofrecen a ayudarla. La llevan a su casa; se encargan de la educación del niño y ellas mismas van donde los Padres Franciscanos a recomendarla.
Una gran bendición para Margarita fue encontrar entre los Padres Franciscanos dos santos y sabios sacerdotes que le supieron dar una excelente dirección espiritual. Por tres años largos tiene todavía que luchar esta joven contra las terribles tentaciones de su carne, pero estos prudentes directores la ayudan muchísimo animándola cuando está decaída y deprimida y guiándola con prudencia cuando ella se quiere dejar llevar por desmedidos entusiasmos. Deseaba hacer excesivas penitencias, porque decía que co nlas pasiones de su cuerpo nunca podía hacer las paces y que tenía que dominar a la fuerza ese cuerpo que tanto le había hecho ofender a Dios. Pero los Padres Franciscanos la moderaban y le insistían en que para la sociedad puede ser más útil un burro vivo que un cadáver.
Margarita fue al pueblo y a los campos donde había dado malos ejemplos viviendo en concubinato, y fue a vestida de penitencia y pidiendo perdón a los vecinos por todos los escándalos que les había dado con su vida pecaminosa de otros tiempos.
Luego por inspiración de Dios dejó de pensar tanto en sus antiguos pecados, y se dedicó más bien a pensar en el amor que Dios nos ha tenido, y esto la hizo crecer mucho en santidad. Entonces empezó a tener éxtasis (se llaman éxtasis a ciertos estados de contemplación y de meditación profunda cuyo resultado es la suspensión temporal de la actividad normal de los sentidos y cierta unión mística con Dios, acompañada de visiones sobrenaturales).
Sus directores, los dos Padres Franciscanos, fueron escribiendo todos los datos que lograron saber y redactaron la vida de la santa y muchas de sus visiones.
Fue admitida como Terciaria Franciscana, o sea como religiosa seglar, que viviendo en el mundo, se dedica a llevar una vida de mucha oración y de intenso apostolado.
Con la ayuda de otras jóvenes terciarais franciscanas, y pidiendo limosnas y ayudas de todas partes, Margarita funda un hospital en Cortona y allí se dedica con sus compañeras a atender gratuitamente a muchos enfermos.
Nuestro Señor empieza a hablarle en visiones, y así esta santa llega a ser una de las precursoras de la devoción al Sagrado Corazón. Recordemos algunos de los mensajes que Jesús le dio:
"Quiero que tu conversión sea un ejemplo para muchos pecadores, para que se sientan animados también a dejar la vida de pecado que han llevado, y a emprender desde ahora en adelante una vida llena de buenas obras. Deseo que todos los pecadores de todos los siglos recuerden que estoy dispuesto a recibirlos con los brazos abiertos como el padre recibió al hijo pródigo".
Cuando le asaltan las angustias al pensar si Jesucristo le habrá perdonado todas sus maldades, oye la voz de Nuestro Señor que le dice: "Porque he muerto en la cruz por salvarte, por eso te perdono todas tus culpas, sin dejar ninguna que no quede perdonada".
Otro día le dice Nuestro Señor: "Glorifícame, y Yo te glorificaré. Ámame, ámame y Yo te amaré. Dedícate a buscar lo que más te convenga para tu salvación".
En sus últimos años Margarita recibió de Dios el don de obrar milagros. Y se dedica a continuas penitencias. Ayuna; duerme sobre el duro suelo; pasa horas y horas rezando. Atiende con exquisito cuidado a toda clase de enfermos, especialmente a los más repugnantes. Ayuda a las mujeres pobres que van a tener hijos y que no tienen quién las atienda. Y sobre todo soporta con gran paciencia la increíble cantidad de cuentos y calumnias que las gentes malas le inventan contra su buena fama. Hasta los Padres Franciscanos dejan de atenderla porque las malas lenguas dicen que es una mujer indigna. Se retira a pasar sus últimos días en un rancho miserable y abandonado, para hacer penitencia de sus pecados.
Muere el 22 de febrero de 1297, a los 50 años. La mitad de la vida la pasó en pecado y la otra mitad haciendo penitencia y obras buenas. Lo último que dijo al morir fue: "Dios mío: yo te amo". El Papa Benedicto XIII, al declararla santa en 1728, dijo que Margarita es la mujer que más parecido tiene con María Magdalena.
Santa Margarita, la convertida: pídele a Dios, que nosotros también logremos convertirnos.
Nuestro sacrificio más agradable para Dios será el arrepentirnos y convertirnos de nuestros pecados.

María de Jesús, Beata
Fevereiro 22   -  Fundadora

María de Jesús, Beata

María de Jesús, Beata

Fundadora da Congregação
de Irmãs de María Reparadora

Martirológio Romano: Em Florença, da Toscana, beata María de Jesús (Emília) d’Outremont, que, nascida na Bélgica e mãe de quatro filhos, ao ficar viúva, sem descuidar seus deveres maternos fundou e regeu a Sociedade de Irmanas de María Reparadora, confiando no auxilio divino, e superando não poucas enfermidades, quando regressava a sua pátria terminou sua terrena peregrinação, descansando no Senhor (1878). 
A Beata María de Jesús (no século: Emília D´Oultremont D´ Hoogvorst) nasce em Wégimont, Bélgica, em 18 de Outubro de 1818. Dotada de uma rica personalidade, tem encanto e vontade. Seu pai é embaixador de Bélgica ante a Santa Sede, e Emília o acompanha em suas viagens através de Europa. Muito jovem, se sente atraída fortemente por Deus como o absoluto e descobre a pessoa e a espiritualidade de Ignácio de Loyola. 
Nela cresce o desejo da vida religiosa. Mas aos 18 anos, seguindo o costume da época, seus pais lhe falam de matrimónio. Depois de um tempo de vacilação, em 19 de Outubro de 1837, contrai matrimónio com Victor d’Hooghvorst. É um matrimónio concertado que se vai transformar num matrimónio de amor e que será benzido com o nascimento de quatro filhos, dois meninos e duas meninas. 
A vida de Emília se reparte entre sua família, o serviço aos pobres e seus compromissos sociais. Um dia em Roma, no meio de um grande baile, Deus se le revela como o Único. Isto faz brotar nela a resposta: “¡Mestre, Tu só em minha vida!”A partir deste momento, compreendi que entre Ele e eu existia uma união que ninguém poderia romper”. 
A felicidade de Emília e de Victor será de curta duração: Victor contrai uma grave enfermidade e morre prematuramente em 1847.
Aos 29 anos, Emília se encontra viúva e com quatro filhos, entre os 2 e os 9 anos, que ela educa com amor. Mas o desejo de pertencer totalmente a Jesus se apodera mais e mais de seu coração. Nos quatro anos seguintes à morte de seu marido, falecem também seus pais. Neste momento decide pôr a seus filhos num colégio em França e ela com suas filhas faz as gestões necessárias para estabelecer-se em París; em 1854 sai definitivamente de Bélgica, distanciando-se assim de sua família. Mas antes de sua marcha, uma de suas tias a convida a seu castelo de Bauffe. Ali a esperava Deus.


¿Que experiência de Deus há vivido?
El 8 de Diciembre de 1854, en el preciso momento en el que el Dogma de la Inmaculada Concepción se proclama en Roma, Emilia se encuentra en oración en la capilla de Bauffe. Allí vive una fuerte experiencia espiritual que va a iluminar y a transformar su vida para siempre.
Emilia relata esta experiencia como un encuentro con María. Esta le confía el deseo secreto de su corazón maternal. María le llama a amar a Jesús y a los miembros de su Cuerpo, “con la delicadeza del amor que se encuentra en el corazón de una madre” y ser así “María para Jesús”. Es una invitación a colaborar en la misión de redención y de reparación de Cristo.
Emilia responde sin reserva:

“Prometí todo a María”.

Emilia se siente impulsada a una vida de “reparación”, según una corriente espiritual del siglo XIX y en una época muy sensible a las profanaciones de la Eucaristía; valora el peso de la ternura de Dios por el mundo y toma conciencia de la urgencia de responder con el don de su vida.
Para Emilia, reparar es querer estar vuelta a Cristo sin cesar, desear servirle y darle a conocer, aceptar seguirle hasta su pasión, viviendo la solidaridad efectiva con la humanidad que sufre la prueba, ofrecer gestos de comunión y ser artífices de la paz.

“Al lado de María y por medio de su Corazón,
todo en nuestra vida será
para Dios, su gloria y la Reparación".

¿Como serão os começos?
Desde el principio, Emilia, rodeada de jóvenes de distintas nacionalidades y ayudada por varios Jesuitas comienza una experiencia de vida religiosa, fundó la Congregación de las Hermanas de María Reparadora.
La primera comunidad oficial se abre en Estrasburgo el 1 de Mayo de 1857. Emilia toma el nombre de “María de Jesús”. Paralelamente a esta fundación, continúa ocupándose del cuidado y la educación de sus hijos e hijas.
Desde los orígenes, la unidad del grupo se hace en torno a la Eucaristía, vivida en su doble dimensión de adoración y anuncio de la Palabra cuidando un equilibrio entre oración y actividad apostólica.
Murió en olor de santidad el día 22 de febrero del año de 1878 en Florencia, en Italia, a la edad de cincuenta y nueve años.
Su Santidad el pontífice Juan Pablo II aprobó la heroicidad de sus virtudes y la declaró "Venerable" el día 23 de diciembre del año de 1993, finalmente, aprobó el milagro atribuido por su intercesión y la declaró beata el día 12 de octubre del año de 1997.

Outros Santos e Beatos
Fevereiro 22   -  Completando santoral deste dia

São Papías, bispo

 
Em Hierápolis, na Frigia, são Papías, bispo, de quem se diz que havia escutado ao ancião João, que foi companheiro de são Policarpo, e que comentou os discursos do Senhor (s. II)


São Pascásio, bispo

 
Em Vienne, na Gália Lugdunense, são Pascásio, bispo, célebre por sua erudição e a santidade de seus costumes (s. IV).

São Maximiano, bispo

Em Ravena, na província de Flaminia, são Maximiano, bispo, que cumpriu com fidelidade sua função episcopal e lutou contra os hereges da época em favor da unidade da Igreja (556).

Beato DIEGO CARVALHO, presbítero e mártir 


Na cidade de Sendai, no Japão, beato Diego Carvalho, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, depois de suportar injúrias, cárceres e caminhadas realizadas em pleno inverno, com fé intrépida confessou a Cristo, junto com seus companheiros no suplicio de água gelada (1624).

 

http://.es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (INCOMPLETA) por António Fonseca