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terça-feira, 9 de março de 2010

9 de MARÇO de 2010 - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

9 DE MARÇO DE 2010

TERÇA-FEIRA – 3ª SEMANA DA QUARESMA

MATEUS 18, 21-35

“SENHOR, QUANTAS VEZES DEVEREI PERDOAR?”

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Às vezes abusam da minha paciência.

Se calhar, há um ponto onde até nós que temos alguma fé, temos o direito de explodir.

Se calhar…

Mas como poderemos nós não perdoar?

Nós que já experimentámos a ternura do perdão de Deus?

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Tu conheces a minha fragilidade.

Sabes como é fácil esquecer-me de Ti e do teu amor por mim.

Apesar de tudo, aqui estou.

Não me deixes isolado com o meu pecado.

A tua presença me liberte e me perdoe.

 

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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SANTOS DO DIA DE HOJE

9 DE MARÇO DE 2010

• Francisca Romana, Santa
Março 9 Esposa, mãe, viúva e apóstolo secular

Francisca Romana, Santa

Francisca Romana, Santa

Esposa, mãe, viúva e apóstolo secular
Março 9

Francisca Bussa de Buxis de Leoni nasceu em Roma no ano 1384. Era de uma família nobre e rica e, ainda que aspirasse à vida monástica, teve que aceitar, como era o costume, a eleição que por ela haviam feito seus pais.
Rara vez um matrimónio assim combinado tem êxito; mas o de Francisca o teve. A jovem esposa, só tinha treze anos, foi viver para casa do marido, Lorenzo de Ponziani, também rico e nobre como ela. Com simplicidade aceitou os grandes dons da vida, o amor do esposo, seus títulos de nobreza, suas riquezas, os três filhos que teve a quem amou ternamente e dedicou todos seus cuidados; e com a mesma simplicidade e firmeza aceitou ficar privada deles. 
A primeira grande dor foi à morte de um filho, pouco depois morreu o outro, renovando assim a ferida de seu coração que todavia sangrava. Nesse tempo Roma sofria os ataques do cisma de Ocidente pela presença dos anti-papas. A um dos pontífices, Alexandre V, lhe fez a guerra o rei de Nápoles, Ladislao, que invadiu Roma duas vezes. A guerra tocou de perto também a Francisca pois feriram ao marido e, ao único filho que lhe ficava, e levaram-no como refém. Todas estas desgraças não conseguiram dominar seu ânimo apoiado pela presença misteriosa mas eficaz de seu anjo guardião.
Seu palácio parecia meta obrigatória para todos os mais necessitados. Foi generosa com todos e distribuía seus bens para aliviar as tribulações dos demais, sem deixar nada para si. Para poder ampliar seu raio de acção caritativa, fundou em 1425 a congregação das Oblatas Olivetanas de Santa María a Nova, chamadas também Oblatas de Tor de Specchi. Aos três anos após a morte do marido, emitiu os votos na congregação que ela mesma havia fundado, e tomou o nome de Romana. Morreu em 9 de Março de 1440. Seus restos mortais foram expostos durante três dias na igreja de santa María a Nova, que fala de que toda a cidade de Roma acudiu a render-lhe a extrema saudação. Foi canonizada em 1608.

Domingo Sávio, Santo
Marzo 9   -  Adolescente Santo

Domingo Savio, Santo

Domingo Sávio, Santo

Adolescente Santo

Martirológio Romano: Em Mondónio, no Piemonte, santo Domingo Sávio, que, doce e jovial desde a infância, ainda adolescente consumou com passo ligeiro o caminho da perfeição cristã.
Etimologia: Domingo = Aquele que é consagrado ao Senhor, é de origem latina.

PADROEIRO de:
. Meninos e Adolescentes
. Meninos Cantores
. Estudantes
. Acólitos
. Mães Grávidas


Nasce em Riva de Chieri, Itália, na humilde casinha dos esposos Carlos e Brígida, em 2 de Abril de 1842. No ano seguinte toda sua se muda para as colinas de Murialdo. É um menino do povo, nascido numa família profundamente cristã e jovem, pobre e repetidamente provada.
Em 8 de Abril de 1849 faz sua Primeira Comunhão. Muito cedo, vestido de festa, Domingo se dirige á Igreja paroquial de Castelnuovo. É o primeiro a entrar no templo e o último a sair. Aquele dia foi sempre memorável para ele. Ajoelhado ao pé do altar, com as mãos juntas e com a mente e o coração transportados ao céu, pronuncia os propósitos que vinha preparando desde há algum tempo:

"Propósitos que eu, Domingo Sávio, fiz no ano de 1849, aos sete anos de idade, no dia de minha Primeira Comunhão:
1. Me confessarei muito a miúdo e receberei a Sagrada Comunhão sempre que o confessor me permita
.
2. Quero santificar os dias de festa.
3. Meus amigos serão Jesus e Maria.
4. Antes morrer que pecar”.


Estas recordações foram a norma de todos seus actos até ao fim de sua vida.
Em 2 de Outubro de 1854 conhece a Don Bosco. Este santo sacerdote o guiará pelo caminho da santidade juvenil, convertendo-se em seu pai, mestre e amigo. Leva-o a estudar em Turim. Tem nesse momento12 anos e meio. Ali passa sua adolescência, vivendo como pupilo com os rapazes pobres que o próprio Don Bosco recolhe em seu Oratório.
Em 1 de Março de 1857 sua delicada saúde se agrava. O médico aconselha que vá para sua casa e ali se reponha. Ao despedir-se de Don Bosco e de seus companheiros lhes disse: “Nos veremos no paraíso”. Intuía que muito cedo ia a morrer.
Efectivamente, em 9 de Março, prostrado na cama, num momento se incorpora e diz a seu papá que o assiste: “Papá, já é hora”, e vai repetindo as orações dos moribundos que entre soluços lê o papá. Logo parece adormecer. Passados alguns minutos entreabre os olhos e com voz clara e sorridente exclama: “Adeus, querido papá, adeus. ¡Oh, que formosas coisas vejo!”, e expira com as mãos juntas sobre o peito, tão docemente que seu pai crê que adormece de novo. Tinha 14 anos e 11 meses.
Aos dois anos de sua morte Don Bosco escreve um livrinho narrando a vida deste seu querido aluno. Dos factos ali narrados são testemunhas todos seus companheiros; mas o que nem todos eles conhecem bem são as grandes motivações da fé que orientaram a vida de Domingo Sávio, coisa que sim conhece Don Bosco, já que o atendia no sacramento da Confissão e na direcção espiritual.
¡Adolescente santo, de só 15 anos de idade! O primeiro que a tão curta idade, sem ser mártir, foi declarado santo pelo Papa Pío XII em 12 de Junho de 1954. Nessa ocasião o próprio Papa disse: “Com admiração se descobrem nele os maravilhosos caminhos da graça, e uma adesão permanente e sem reservas às coisas do céu que sua fé percebia com rara intensidade”. Seu antecessor o Papa Pío XI disse dele: “Pequeno, melhor ainda, grande gigante do espírito”.
¿Que fez de extraordinário este menino e adolescente para que a Igreja o eleve à honra dos altares e o proponha como modelo de vida cristã?

(VER MAIS SOBRE VIDA DE S. DOMINGO SÁVIO, NO SITE HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL. DESCULPEM E OBRIGADO. ANTÓNIO FONSECA)

Catalina Vigri de Bolonha, Santa
Marzo 9   -  Virgem

Catalina Vigri de Bolonia, Santa

Catalina Vigri de Bolonha, Santa

Religiosa

Etimologicamente significa “casta, pura”. Vem da língua grega. 
Eis aqui outra rapariga com inquietações espirituais a que não seduzem os encantos e esplendores dos palácios reais.
Efectivamente, era filha de uma família ilustre de Itália. Vivia encantada com a princesa Margarita, filha de Nicolás de Est, marquês de Ferrara.
Desde que nascera em 8 de Setembro do ano 1413 de nossa era, se foi fazendo uma jovem muito guapa, notava de dia para dia que seu caminho não era a corte nem as riquezas.
Na tenra idade dos doze anos buscava com ansiedade onde ser melhor e achar cedo a perfeição a que Deus chama a cada ser humano.
Uma vez que a princesa Margarita contraiu matrimónio, ela pôde respirar a plenos pulmões. Havia ficado livre de todos os laços à corte. 
Chegou para ela o momento no curral, ainda que com muitas dificuldades, se decidiu por entrar no convento das Terceiras de são Francisco de Assis. 
Deixaram-na entrar, e ela se sentiu mais feliz que nunca. Ao começar sua vida de relações humanas com as irmãs, ficavam contentes por seu trato, suas atenções personalizadas e por seu grau de santidade e de bondad que reflectia seu lindo rosto, imagem de sua casta alma. 
No capítulo no qual se elege a madre abadessa, todas as irmãs pensaram quase por unanimidade que a melhor seria Catalina.
Neste convento esteve toda sua vida, até ao ano de sua morte que teve lugar em 1463.
Escreveu muitos livros acerca da piedade e da vida religiosa. Todo o mundo, fino e atento ás coisas da alma, conhece seu melhor livro titulado “Sete Armas Espirituais”.
Ela, na sua simplicidade e com as melhores intenções, se dedicou a todo aquele ou aquela que sofra tentações. 
O Papa Clemente VIII a inscreveu no martirológio incruento e Bento XIII a levou à glória dos altares.
¡Felicidades às Catalinas!

• Paciano (Pacià) de Barcelona, Santo
Marzo 9   -  Bispo

Paciano (Pacià) de Barcelona, Santo

Paciano (Pacià) de Barcelona, Santo

Bispo

Etimologicamente significa “pacífico”. Vem da língua latina.
Este catalão universal veio ao mundo no século IV. Antes de que o nomeassem bispo de Barcelona, no ano 365, havia estado casado.
Seu filho Dexter era o Ministro de Assuntos Exteriores do imperador Teodósio e governador em tempos de Honório.
Era uma pessoa muito inteligente. Por este motivo se entregou, entre outras coisas, a escrever muitos livros, que tinham como eixo central de suas narrações, a disciplina da Igreja. 
É uma pena que se haja perdido quase todo este rico material. O próprio são Jerónimo escrevia as dedicatórias dos livros da gente ilustre. Pois bem, de Paciano disse que lendo seus livros se aprendia a eloquência , a delicadeza de sua linguagem, reflexo de sua castidade e pureza, sua santidade de vida e seu profundo estudo meditativo da Sagrada Escritura.
Seu único livro, “Exortação à penitência” é todo um clássico nesta matéria e um guia prático para alcançar a santidade. 
É curioso que João Paulo II haja publicado em Maio de 2002 uma Exortação titulada “Misericórdia Dei = Misericórdia de Deus”, em que convida os cristãos a não se descuidarem neste Sacramento do perdão de Deus. 
É o sinal mais palpável a nível de realidade eclesial, de como se mostra Deus um Pai com entranhas de misericórdia.
Também se conservam só três cartas das muitas que escreveu contra os hereges novacianos. Destas cartas data o famoso ditado que todo o mundo conhece: "Meu nome é Cristão, meu apelido Católico".
Também há um sermão sobre o baptismo na Enciclopédia Beneditina. 
Cheio da graça de Deus e com fama de santidade, Paciano morreu em Barcelona no ano 390.
¡Felicidades a quem leve este nome!

Bosa de York, Santo
Marzo 9   -  Monge e Bispo,

 

Etimologicamente significa “dia lunar de Suna dos índios Muiscas”.
¿Resignar-se frente às contradições? Resignar-te não, mas sim dar-lhe tua confiança. O Ressuscitado nunca nega que na condição humana existe o segredo de uma esperança e inclusive de uma felicidade. Resignar-te não, mas sim ceder em teu interior, abandonar-te ao Espírito Santo, ao Cristo que está vivo.
Este jovem monge e bispo de Inglaterra lutou o indizível por manter a união com Deus, apesar da vida não lhe ter sido fácil em seu tempo.
Morreu no ano 686. Quando chegou a sua juventude, sonhou em entregar sua vida ao Senhor como a melhor oferenda de sua vida para  conseguir sua santidade e fazer o bem a seu povo. 
Em 678 foi consagrado bispo de Deira, agora a diocese protestante de Yorshire. O consagrou são Teodoro
O bispo anterior, são Wilfrido, foi tirado de sua sede pelo rei Egfrido porque não queria aceitar a divisão da diocese.
Voltou no ano 686, mas voltou a ser desterrado pelo rei.
Então se fez cargo da diocese Bosa. Se distinguiu por sua grande santidade de vida e por sua enorme habilidade política no trato com o terrível e caprichoso rei. 
O grande historiador e sábio das Ilhas Britânicas, Beda o Venerável, ao falar de Bosa disse estas palavras: "Foi um homem muito querido por Deus... e por todos graças à santidade e méritos pouco comuns de sua pessoa".
Um de seus discípulos foi são Acca, que mais tarde seguiria e teria um grande êxito como são Wilfrido em Hexham. 
O que importa é não perder nunca a confiança no Ressuscitado, ainda que surjam dificuldades de ordem político e social.
¡Felicidades a quem leve este nome em outras culturas!

Bruno Bonifácio de Querfurt, Santo
Marzo 9   -  Bispo e mártir

Bruno Bonifacio de Querfurt, Santo

Bruno Bonifácio de Querfurt, Santo

Bispo Camaldulense e mártir

Martirológio Romano: Em Morávia oriental, são Bruno, bispo de Querfurt e mártir, que, quando acompanhava a Itália ao imperador Otón III, movido pela autoridade de são Romualdo abraçou a disciplina monástica, recebendo o nome de Bonifácio. Voltando a Alemanha e criado bispo pelo papa João X, durante uma expedição apostólica foi despedaçado, junto com dezoito companheiros, por uns idólatras (1009).
Etimologia: Bruno = Aquele que é de pele escura, vem do germânico
Segundo apóstolo dos prussianos e mártir, nascido em redor do ano 970; morreu em 14 de Fevereiro de 1009. Geralmente é representado com uma mão cortada, e é comemorado em 15 de Outubro.
Bruno era membro de uma das nobres famílias de Querfurt e comummente se há dito que foi parente do imperador Otto III, sem embargo Hefele (em Kirchenlex, II, s.v. Bruno) o nega enfaticamente. Quando tinha escassamente seis anos de idade, foi enviado ao Arcebispo Adalberto de Magdeburg para ser educado e teve como professor ao erudito Geddo na escola da catedral.
Ele era um aluno laborioso e de bom comportamento, e enquanto era ainda um rapaz ascendeu ao Canon da catedral. Aos quinze anos Otto III se apegou a Bruno, o incluiu na sua corte e o levou a Roma quando o jovem imperador foi ali no ano 996 para ser coroado. Em Roma Bruno conheceu a Santo Adalberto, arcebispo de Praga, que foi assassinado um ano mais tarde pelos pagãos prussianos aos quais havia ido em missão.
Logo depois da morte de Adalberto, Bruno se encontrou com um intenso desejo pelo martírio. Passou muito de seu tempo no mosteiro de Aventine, onde Adalberto se havia convertido em monge e onde o Abade Johannes Canaprius escreveu a vida de perto de Ravenna.

 

(VER MAIS SOBRE VIDA DE S. BRUNO BONIFÁCIO DE QUERFURT, NO SITE HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL. DESCULPEM E OBRIGADO. ANTÓNIO FONSECA)

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para Português por António Fonseca