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quarta-feira, 10 de março de 2010

10 DE MARÇO DE 2010 - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

10 DE MARÇO DE 2010

QUARTA-FEIRA – 3ª SEMANA DA QUARESMA

MATEUS 5, 17-19

“EU NÃO VIM ABOLIR MAS DAR CUMPRIMENTO”

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Senhor, Tu chamas por mim mas eu tenho medo de te dizer “sim”.

Tu procuras o meu bem mas eu fujo de Ti.

Estarei à altura do que me pedes?

Eu sozinho não tenho forças.

Mas apoiado na tua graça, na tua bondade, serei capaz.

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Às vezes, parece que a Bíblia sofre de dupla personalidade.

Há uma Bíblia dura, radical, com exigências morais.

E uma Bíblia simpática, fácil.

Ignorância minha, provavelmente.

Para Jesus a mensagem de Deus é sempre a mesma: um amor radical à humanidade.

Um amor que nos responsabiliza, que nos tira da mediocridade.

Que se torna perdão, compromisso.

 

 

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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SANTOS DO DIA DE HOJE

10 DE MARÇO DE 2010

• Os 40 mártires de Sebaste
Março 10   -  Festa

Los 40 mártires de Sebaste

Os 40 mártires de Sebaste

A Legión XII Fulminata se fez célebre entre os cristãos do século IV pelo martírio de 40 de seus soldados. Junto à Legião XV Apollinaris tinha a seu cargo a defesa de Ásia Menor.
No ano 312 Constantino e Licínio publicaram um édito favorável aos cristãos. Majencio havia sido derrotado em 28 de Abril desse ano junto à ponte Milvio e ficava Constantino como único imperador de Ocidente. Em Oriente, vencido Maximiano Daia, é Licínio o único dono. Constantino e Licínio são imperadores associados. Por esse momento há abundantes cristãos enrolados nas filas do exército pela tranquilidade que por anos os fieis cristãos vão desfrutando o amparo do édito imperial. Em linguagem de Eusébio, o ambicioso Licínio ´se tira a máscara’ e inicia no Oriente uma cruenta perseguição contra os cristãos.
A verdade histórica do martírio, com seus detalhes mais mínimos, não chega uniformemente a nossos tempos. A pregação viva de sua entrega até à morte -proposta uma e outra vez como paradigma aos fieis- está necessariamente adaptada à necessidade interior dos diferentes auditórios; isto faz que se ressaltem mais uns aspectos que outros, segundo o requeira o maior proveito espiritual, aos distintos ouvintes e provavelmente aí radique a diferença das memórias.
São Gregório de Nisa, apologista acérrimo dos soldados mártires, situa o lugar do martírio na Arménia,perto da actual Sivas, na cidade de Sebaste. Foi no ano 320 e num estanque gelado. (Santo Efrén, ao comentá-lo, deve t~e-lo imaginado tão grande que o chamou ´lago’). Disse que da XII Fulminata, quarenta homens aguerridos preferiram a morte gélida a renunciar a sua fé cristã. Sobre o gelo e fundindo-se no rigor da água fria, os soldados, com seus membros hirtos, se animam mutuamente orando: ´Quarenta, Senhor, baixamos ao estádio; faz que os quarenta sejamos coroados. Querem ser fieis até à morte... mas um deles fraqueja e se escapa; o encarregado de sua custódia -diz o relato-, assombrado pela interessa dos que morrem e aborrecendo a cobardia do que foge, entra no frio congelador e completa o número dos que, inteiros, mantém seu ideal com perseverança. Os sepultaram, também juntos, no Ponto, dado difícil de interpretar por ser arménios os mártires. 
Cedo começou o culto aos soldados e se propagou por Constantinopla, Palestina - onde santa Melania a Jovem construiu um mosteiro pondo-o sob sua protecção-, Roma e dali a toda a cristandade. A antiguidade cristã vibrava com a celebração do heroísmo de seus soldados, admirou a valentia, a constância, o desprendimento, a renúncia a uma vida longa e privilegiada. Desejavam as igrejas particulares conseguir alguma de suas relíquias tanto que são Gaudêncio afirma se valorizavam mais que o ouro e são Gregório Niseno as apreciava até ao ponto de as colocar junto os corpos de seus pais para que na ressurreição última o fizessem junto a seus valentes intercessores.
Seus nomes, segundo se encontram nas actas mais antigas, são os seguintes: Quirión, Cándido, Domno, Melitón (o mais jovem), Domiciano, Eunoico, Sisino, Heraclio, Alejandro, Juan, Cláudio, Atanásio, Valente, Heliano, Ecdicio, Acácio, Vibiano, Élio, Teóduío, Cirilo, Flávio, Severiano, Valério, Cudión, Sacerdón, Prico, Eutiquio, Eutiques, Smoragdo, Filoctemon, Aécio, Nicolás, Lisímaco, Teófilo, Xanteas, Angeas, Leoncio, Hesiquio, Cayo e Gorgonio.

Simplício Santo
Março 10   -  Papa

Simplicio Santo

Simplício Santo

Papa
Março 10

São Simplício nasceu em Tivoli (Itália) e exerceu seu ministério pontifício de 468 a 483, um período de graves dificuldades para a vida da Igreja e do Estado. Em 476, Odoacro, depois de haver eliminado a Orestes, deportou o filho Rómulo, último representante imperial. O confinou numa vila perto de Nápoles e lhe assinou uma renda anual de 6.000 libras de ouro, e as insígnias imperiais foram enviadas ao imperador de Oriente, Zenón.
Tampouco este se encontrava vivendo seus melhores dias, porque precisamente em 475-476 teve que fazer frente à rebelião de Basilisco. Logrou vencê-lo só com a ajuda de Teodorico, rei dos ostrogodos, que depois destronou a Odoacro. Esta série de acontecimentos prejudicava também a vida da Igreja no Ocidente e no Oriente, pois Odoacro e Teodorico eram seguidores da heresia arriana, e Basilisco era monofisita. 
O monofisismo havia sido suscitado por Dióscoro, patriarca de Alexandria do Egipto, e sobretudo pelo monge Eutiquio. Sua tese central, e que lhe dá o nome, era que em Cristo não há senão uma só natureza, a divina. Apesar da importante e enérgica intervenção de são Leão Magno, a heresia triunfou no chamado “latrocínio de Éfeso” de 449; mas aos dois anos a doutrina ortodoxa ficou confirmada com claridade no concilio de Calcedónia, que assumiu como artigo de fé o documento de são Leão Magno.
Este concílio emanou também o famoso Canon 28, que reconhecia uma certa preeminência no patriarcado de Constantinopla. Os enviados do Papa a julgaram como uma inovação perigosa, e foi combatida também por são Simplício. A controvérsia sobre O monofisismo durou por algum tempo: responsável disso foi o imperador Zenón que em 482 intentou um impossível compromisso com seu Henoticon, contra o qual o Papa Simplício tomou uma clara posição.
Além desta defesa da doutrina cristã genuína, são Simplício tem o mérito de haver restaurado e dedicado algumas igrejas romanas como a de santo Esteban Rotondo e santa Bibiana. Também salvou da destruição alguns mosaicos pagãos que se encontravam na igreja de santo Andrés. As relíquias de são Simplício repousam em sua cidade natal, Tivoli.

Juan Ogilvie, Santo
Marzo 10 Religioso Mártir. 10 Marzo

Juan Ogilvie, Santo

Juan Ogilvie, Santo

Religioso Mártir

O padre Juan Ogilvie procedia de uma família nobre. Nasceu em Drum-na-Kelth (Escócia), no ano 1579 e foi educado no calvinismo. Aos treze anos seu pai o enviou a França, Itália e Alemanha para lhe dar uma educação mais completa.
Ali teve os primeiros contactos com o catolicismo dado que as controvérsias religiosas eram muito populares nesses lugares. Se converteu ao catolicismo e foi recebido na igreja do colégio escocês de Lovaina em 1596, aos dezassete anos. Abraçar a fé católica significava para Juan a ruptura com a família e a perda de apoio que dela recebia, a renúncia a uma carreira brilhante e a perseguição reservada aos traidores. Em 15 de Novembro de 1599 ingressou no noviciado dos jesuítas em Brno, estudou filosofia em Gratz, foi professor do colégio dos jesuítas em Viena e finalmente estudou a teologia em Olmutz, sendo ordenado sacerdote em París o ano 1610. Depois de três anos de vida pastoral na cidade de Ruão conseguiu permissão para ir a Inglaterra. 
Chegou a Escócia, sob a guia de um ex-oficial, dedicado ao comércio de cavalos, com o pseudónimo de Juan Watson e fingindo-se tratador de cavalos, pois as leis contra os sacerdotes que ingressavam na Grã Bretanha eram muito severas. Desembarcou em Novembro de 1613 no porto de Leith.
Concentrou sua actividade em Renfrewshire, Edimburgo e Glasgow, enfrentando mil perigos. A comunidade católica do padre Ogilvie começou a crescer na clandestinidade e se fez famoso pela insistência com que pregava o fervor na vida católica; com grandes perigos, visitava aos católicos: sir James MacDonald recordava com satisfação as visitas na prisão do padre Ogilvie, que foi atraiçoado e preso em Glasgow em 14 de Outubro de 1614.

Juan Ogilvie, Santo

Juan Ogilvie, Santo

(PARA VER MAIS SOBRE S. JUAN OGILVIE, consultem por favor o site HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL. Obrigado e desculpem. António Fonseca)

 

• Juan (João) de Mata, São
Março 10   -  Fundador

Juan de Mata, San

Juan de Mata, San

Fundador dos Trinitários

Este santo é o fundador da Comunidade da Santíssima Trindade, ou Padres Trinitários, que tem 75 casas no mundo com 580 religiosos.
Nasceu em França, nos limites com Espanha, em 1160.
Durante seus primeiros anos se dedicou aos estudos de bacharelato e à equitação e ao desporto da natação.Mas as duas actividades que mais lhe agradavam eram a oração e o dedicar-se a ajudar os pobres. Frequentemente se retirava para uma ermida afastada do povo e ali passava vários dias dedicado à meditação.
Seu pai o enviou a París e lá obteve o doutorado e logo foi ordenado sacerdote.
As antigas crónicas dizem que durante a celebração de sua Primeira Missa teve uma visão celestial: viu a uns pobres cristãos prisioneiros dos maometanos e com perigo de renunciar a sua religião, e observou como um religioso vestido de branco e com uma cruz vermelha e azul no peito os livrava e os salvava de perder sua fé. Com isto acreditou sentir um convite celestial a fundar uma comunidade para libertar cristãos.
João foi a consultar a São Félix de Valois, que vivia retirado meditando e rezando e depois de vários dias de rezar com ele, lhe narrou a ideia que tinha de fundar uma comunidade de religiosos para libertar cativos. A São Félix lhe pareceu muito boa ideia e os dois se foram a Roma a conseguir a permissão do Papa.
Inocêncio III não era muito amigo de fundar novas congregações religiosas mas as orações destes dois santos lograram a boa vontade do Pontífice e lhes concedeu sua aprovação. Juan foi consagrado bispo e os religiosos se lhes concedeu um hábito branco com uma cruz roja e azul no peito. Superior Geral da Comunidade foi nomeado em favor dos prisioneiros, e assim nosso santo fez várias viagens a África a libertar cativos.
Los piratas mahometanos llegaban a las costas españolas y francesas y se llevaban prisioneros a todos los que encontraban. Y había el grave peligro de que aquellos pobres esclavos, en medio de tan terribles sufrimientos, renegaran de su fe para que no los trataran mal. Por eso San Juan de Mata se propuso rescatarlos.
En el año 1201 Juan de Mata y sus religiosos lograron rescatar en Marruecos 186 prisioneros. Al año siguiente en Túnez rescataron 110 prisioneros. Por cada uno había que pagar una crecida suma de dinero, y los Padres Trinitarios iban de ciudad en ciudad y de campo en campo consiguiendo con qué pagar el rescate de los pobres esclavos.
San Juan de Mata tuvo que sufrir mucho por parte de los mahometanos que le tenían mucha antipatía por los sabios consejos que les daba a los esclavos cristianos para que no se dejaran quitar su santa religión.
Un día en que Juan volvía del Africa con 120 prisioneros cristianos que había libertado de la esclavitud de los musulmanes, un grupo de piratas mahometanos asaltó su barco, destruyó el timón y rasgó las velas (telas por las cuales el viento empujaba la embarcación). Los pasajeros creyeron que iban a naufragar en el mar, pero el santo hizo unas nuevas velas uniendo los mantos de todos ellos, y se puso a rezar, y así sin timón, pero lleno de confianza en Dios, y suplicando que Nuestro Señor hiciera de piloto, y colocándose en la proa del barco con un crucifijo en las manos, logró tener un próspero viaje y desembarcaron sanos y salvos en Ostia (Italia).
Los últimos años los pasó en Roma dedicado a la predicación y a conseguir ayudas para los pobres y murió santamente en el año 1213.
Este santo se preocupó siempre de ocultar los hechos más admirables de su vida. El cumplía aquel antiguo principio: "Hay que amar el permanecer oculto y el no ser conocido".
Un religioso de su comunidad, el Padre Juan Gil, recató en 1580 a Miguel de Cervantes, autor del Quijote, que estaba preso de los musulmanes desde 1575.
El 21 de Octubre de 1666 el Papa Alejandro VII autorizó el culto a San Juan de Mata, y hoy en día son muchos los que en el mundo entero siguen recibiendo de Dios el mismo llamamiento que él recibió del cielo: ir a ayudar a los que sufren en cárceles y prisiones.
Los trinitarios lo festejan el 17 de Diciembre

• Juan de Vallumbrosa, Beato
Março 10   -  Monge

Juan de Vallumbrosa, Beato

Juan de Vallumbrosa, Beato

Etimologicamente significa “Deus é misericórdia”. Vem da língua hebraica.
Este monge descobriu em sua própria vida o que são tentações por dedicar-se a coisas que não estavam de acordo com a regra beneditina que professou livremente.
Nasceu em Florença e morreu no ano 1380. A historia de Juan nos recorda que teve muitas tentações, não só contra o sexo, mas também por suas leituras contínuas acerca de livros proibidos. Todas estas leituras o levaram á prática de necromancia e das Artes Negras.
Antes de que o descobrissem, havia exercido o cargo de abade do mosteiro.
Quando o submeterem a julgamento, negou seu pecado contra a humildade e a bondade de Deus. 
O encarceraram até que, finalmente, confessou seus pecados. Seu encarceramento o fez pensar muito. Se considerou um pecador e culpável de quanto havia negado antes.
Desde este momento, se dedicou a fazer penitência com severidade e uma austeridade digna de encómio para os irmãos monges.
Estes lhe rogavam de vez em quando que voltasse à vida de comunidade.
Ele, sem embargo, preferia ficar na prisão como um anacoreta até que chegasse o instante de sua morte.
Em sua solidão alcançou uma grande santidade. Dedicava seu tempo, além da oração e da penitência, a escrever formosos livros.
¡Felicidades a quem leve este nome!

María Eugénia de Jesús Milleret Brou, Santa
Marzo 10 Fundadora, Marzo 10

María Eugenia de Jesús Milleret Brou, Santa

María Eugenia de Jesús Milleret Brou, Santa

Fundadora da Congregação de Irmãs da Assunção

Martirológio Romano: Em París, em França, beata María Eugenia Milleret de Brou, virgem, fundadora da Congregação de Irmãs da Assunção, para a educação cristã de meninas.
Etimologia: Eugénia = aquela que é bem nascida, é de origem grego
Nascida numa família burguesa, em 1817 em Metz (França), após a derrota definitiva de Napoleão e a Restauração da Monarquia, Ana-Eugenia Milleret não parecia estar destinada a traçar um caminho espiritual na Igreja de França.
Seu pai, liberal e seguidor das ideias de Voltaire, desenvolve sua actividade como banqueiro e na vida política. Ana-Eugenia, dotada de uma grande sensibilidade, recebe de sua mãe uma educação que lhe dá um carácter forte e o sentido do dever. A vida familiar desenvolve nela uma curiosidade intelectual e o espírito romântico, um interesse pelas questões sociais e um amplo olhar.

PARA SABER MAIS SOBRE SANTA MARIA EUGÉNIA DE JESUS MILLERET BROU, ver site HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL. Desculpem e obrigado. António Fonseca


Elías del Socorro, Beato
Marzo 10 Mártir, 10 Marzo

Elías del Socorro, Beato

Elías del Socorro, Beato

Mateo Elías Nieves nasce em Yuriria (Guanajuato - México). Filho de modestos agricultores, muito cedo manifestou o desejo de ser sacerdote, mas aos doze anos seu pai era assassinado por uns salteadores, e lhe resultou necessário deixar os estudos para poder ganhar algum dinheiro com que contribuir ao sustento da família.
En 1904, no obstante su escasa preparación y a su edad adulta, consiguió ser admitido en el seminario agustiniano de Yuriria. Las dificultades por causa de los estudios iniciados por quien a los veintiún años abandonaba las faenas del campo fueron superadas con tesón y esfuerzo. En las provenientes de la carencia de recursos económicos y la débil constitución física - estuvo a punto de perder la vista - nunca faltó quien le echara una mano. En reconocimiento a la ayuda de lo alto en tantos momentos de su vida y movido de su filial devoción a María, al profesar en 1911 cambió el nombre de Mateo Elías por el de Elías del Socorro.
Ordenado sacerdote en 1916, ejerce su ministerio en diversas localidades del Bajío, hasta que en 1921 es nombrado vicario parroquial de La Cañada de Caracheo (Gto.), un poblado en las estribaciones del "Culiacán". En este centro de escasos recursos económicos, desprovisto de servicios sanitarios y de escuela pública no se limitó a la asistencia espiritual de su grey. Habiendo conocido el trabajo manual y la indigencia, no le pesaron ni las privaciones ni la pobreza, que compartió con ánimo generoso, jovial disponibilidad y confianza en la Providencia.
Fue precisamente durante estos años cuando nace el movimiento popular de los "cristeros". El P. Nieves, que se mantuvo al margen de esta revolución armada, cuando a finales del 1926 se llegó a la efectiva persecución de la Iglesia, a pesar de su carácter tímido, en vez de obedecer la orden del gobierno de pasar a vivir en las ciudades, se estableció en la cueva de un cerro cercano, asegurando así a sus fieles la asistencia religiosa.
Esta clandestinidad forzada, llevada adelante durante catorce meses finalizará la mañana en que se tropezó con un destacamento de soldados, a los que llamó la atención que bajo el vestido blanco de campesino se entreviera el oscuro que empleaba en su ministerio pastoral nocturno. Interrogado, declaró su condición de sacerdote, siendo arrestado inmediatamente junto con un par de rancheros que se ofrecieron a acompañarlo. Al amanecer del 10 de marzo de 1928 militares y prisioneros se pusieron en camino en dirección al pequeño centro urbano de Cortazar. En el primer alto el capitán al frente del destacamento dio la orden de pasar por las armas a los dos acompañantes del Padre, testigos incómodos, quienes después de confesarse murieron victoreando a Cristo Rey. En la siguiente parada, ya próximos al poblado, el capitán se dirige al Padre diciéndole: "Ahora le toca a Vd., vamos a ver si morir es como decir misa". El P. Nieves pidió unos momentos para recogerse, después dió la bendición a los soldados y comenzó a recitar el credo mientras estos preparaban las armas para fusilarlo. Sus últimas palabras fueron un sonoro "Viva Cristo Rey".
Sus restos descansan en la iglesia parroquial de la Cañada.
Fue solemnemente beatificado el 12 de octubre de 1997.

• Macário de Jerusalém, Santo
Março 10   -  Bispo

Macario de Jerusalén, Santo

Macário de Jerusalém, Santo

Bispo de Jerusalém (312-34).

A data em que Macário foi consagrado Bispo se encontra na versão de São Jerónimo das “Crónicas” de Eusébio.
Sua morte deve ter acontecido antes do Concilio de Tiro,no  ano 335, em que seu sucessor, Máximo, foi aparentemente um dos bispos participantes.
Macário foi um dos bispos a quem Santo Alexandre de Alexandria escrevera prevendo-os contra Árrio. 
O vigor de sua oposição à nova heresia se evidencia na maneira abusiva em que Árrio se refere a ele na sua carta a Eusébio de Nicomedia.
Asistió al Concilio de Nicea, y vale mencionar aquí dos conjeturas relacionadas con el papel que desempeñó en dicho concilio. La primera es que hubo un forcejeo entre él y su obispo metropolitano Eusebio de Cesarea, en cuanto a los derechos de sus respectivas sedes. El séptimo canon del concilio (“Debido a que la costumbre y la tradición antigua muestran que el obispo de Elia [Jerusalén] debe ser honrado y debe tener precedencia; sin que esto perjudique, sin embargo, la dignidad que corresponde al obispo de la Metrópolis”), por su vaguedad sugiere que fue el resultado de una prolongada batalla.
La segunda conjetura es que Macario, junto con Eustaquio de Antioquía, tuvo mucho que ver con la redacción del Credo adoptado finalmente por el Concilio de Nicea.
Para mayores datos sobre la base de esta conjetura (expresiones que aparecen en el Credo y que recuerdan las de Jerusalén y Antioquía) el lector puede consultar a Hort, "Two Dissertations", etc., 58 sqq.; Harnack, "Dogmengesch.", II (3a edición), 231; Kattenbusch, "Das Apost. Symbol." (Ver el índice del volumen II.).
De las conjeturas podemos pasar a la ficción. En la “Historia del Concilio de Nicea” atribuida a Gelasio de Cícico hay varias discusiones imaginarias entre los Padres del Concilio y los filósofos al servicio de Ario.
En una de esas discusiones, en donde Macario actúa como vocero de los obispos, éste defiende el Descendimiento a los infiernos.
Este hecho, consecuencia de la incertidumbre de si el Descenso a los infiernos se encontraba en el Credo de Jerusalén, es interesante, sobre todo si se tiene en cuenta que, en otros aspectos, el lenguaje de Macario aparece más conforme al del Credo.
El nombre de Macario ocupa el primer lugar los de los obispos de Palestina que suscribieron el Concilio de Nicea; el de Eusebio aparece en quinto lugar. San Atanasio, en su encíclica a los obispos de Egipto y Libia, incluye el nombre de Macario (quien había muerto ya hacía mucho tiempo) entre los de los obispos reconocidos por su ortodoxia.
San Teofano en su "Cronografía" indica que Constantino, al finalizar el concilio de Nicea, ordenó a Macario buscar los sitios de la Resurrección y de la Pasión y la Verdadera Cruz.
Es muy probable que esto haya sido así, ya que las excavaciones comenzaron muy poco tiempo después del concilio y se realizaron, aparentemente, bajo la superintendencia de Macario.
El gran montículo y las bases de piedra coronadas por el templo de Venus, que se habían construido sobre el Santo Sepulcro en la época de Adriano, se demolieron y “cuando de inmediato apareció la superficie original del suelo, contrario a todas las expectativas, se descubrió el Santo Monumento de la Resurrección de nuestro Salvador”.
Al oír la noticia, Constantino escribió a Macario dándole órdenes y detalladas para la construcción de una Iglesia en ese lugar.
Más tarde escribió otra carta “A Macario y a los demás Obispos de Palestina” ordenando la construcción de una Iglesia en Mambré, que también había sido profanada por un templo pagano. Eusebio, tal vez pensando en su dignidad como Obispo Metropolitano, aunque relata lo antes descrito, se refiere a la carta como “dirigida a mí”.
También se construyeron iglesias en los lugares e la Natividad y la Ascensión.

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para portuguêsincompleta por falta de tempo e problemas técnicos que não pude resolver ainda satisfatoriamentepor António Fonseca