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sexta-feira, 19 de março de 2010

19 de MARÇO de 2010 - DIA DE S. JOSÉ - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

19 DE MARÇO

S. JOSÉ

SEXTA-FEIRA – 3ª SEMANA DA QUARESMA

Lucas 2, 41-51

“NÃO SABEIS QUE DEVO OCUPAR-ME DAS COISAS DE MEU PAI?”

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Nesta festa de S. José lemos o episódio da perda de Jesus no templo.

Jesus é capaz de Se separar dos laços de sangue para Se entregar radicalmente à vontade do Pai.

A Quaresma é tempo de treinarmos  a nossa capacidade  de deixar tudo de lado para nos ocuparmos com o mais importante.

Aquele que Se ocupa connosco.

»»»»»»»»»

Hoje quero rezar por todos os pais do mundo.

Protege-os na sua tarefa de educar,

de ser exemplos.

De ser imagens da bondade do nosso Pai do céu.

 

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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SANTOS DO DIA DE HOJE

19 DE MARÇO DE 2010

José, Santo
Março 19   -  Esposo da Virgem Maria, Março 19

José, Santo

José, Santo

Esposo da Virgem María

Martirológio Romano: Solenidade de são José, esposo da bem-aventurada Virgem Maria, varão justo, nascido da estirpe de David, que fez as vezes de pai do Filho de Deus, Cristo Jesus, o qual quis ser chamado filho de José e lhe esteve sujeito como um filho a seu pai. A Igreja o venera com especial honra como padroeiro, a quem o Senhor constituiu sobre sua família.
Etimologicamente; José = Aquele a que Deus ajuda, é de origem hebraica.

As fontes biográficas que se referem a são José são, exclusivamente, as poucas passagens dos Evangelhos de Mateus e de Lucas. Os evangelhos apócrifos não nos servem, porque não são senão lendas. “José, fez de David”, assim o chama o anjo. O facto sobreposto da vida deste homem “justo” é o matrimónio com Maria. A tradição popular imagina a são José em competência com outros jóvens aspirantes à mão de Maria. A eleição caiu sobre ele porque, sempre segundo a tradição, o bastão que tinha florescido prodigiosamente, enquanto o dos outros ficou seco. A simpática lenda tem um significado místico: do tronco já seco do Antigo Testamento refloresceu a graça ante o novo sol da redenção. 
O matrimónio de José com Maria foi um verdadeiro matrimónio, ainda que virginal. Pouco depois do compromisso, José se apercebeu da maternidade de Maria e, ainda que não duvidasse de sua integridade, pensou “repudiá-la em segredo”. Sendo “homem justo”, acrescenta o Evangelho -o adjectivo usado nesta dramática situação é como o relâmpago deslumbrante que ilumina toda a figura do santo-, não quis admitir suspeitas, mas tampouco avalizar com sua presença um facto inexplicável. A palavra do anjo aclara o angustioso dilema. Assim ele “tomou consigo a sua esposa” e com ela foi a Belém para o censo, e ali o Verbo eterno apareceu neste mundo, acolhido pela homenagem dos humildes pastores e dos sábios e ricos magos; mas também pela hostilidada de Herodes, que obrigou a Sagrada Família a fugir para o Egipto. Depois regressaram à tranquilidade de Nazaré, até aos doze anos, quando houve o parénteses da perda e encontro de Jesus no templo.

José, Santo

José, Santo


Depois deste episódio, o Evangelho parece despedir-se de José com uma sugestiva imagem da Sagrada Familia: Jesus obedecia a Maria e a José e crescia sob o seu olhar “em sabedoria, em estatura e em graça”. São José viveu em humildade o extraordinário privilégio de ser o pai putativo de Jesus, e provavelmente morreu antes do começo da vida pública do Redentor.
Sua imagem permaneceu na sombra ainda depois da morte. Seu culto, com efeito, começou só durante o século IX. Em 1621 Gregório V declarou em 19 de Março festa de preceito (celebração que se manteve até à reforma litúrgica do Vaticano II) e Pío IX proclamou a são José, Padroeiro da Igreja universal. A última homenagem foi-lhe tributada por João XXIII, que introduziu seu nome no Canon da missa.

Marcel ou Marcelo Callo, Beato
Março 19   -  Mártir Laico, Março 19

Marcel o Marcelo Callo, Beato

Marcel ou Marcelo Callo, Beato

Mártir

Martirológio Romano: No lugar de Mauthausen, em Austria, beato Marcelo Callo, mártir, que sendo um jovem oriundo da região de Rennes, em França, durante a guerra confortava na fé, com cristão ardor, aos companheiros de cativeiro, que se achavam esgotados pelos duros trabalhos, e por este motivo se lhe fez morrer num campo de extermínio (1945).
Etimologicamente: Marcelo = Nascido em Março, relativo ao deus Marte, é de origem latino.

O Beato Marcel Callo nasceu em Rennes, França, em 6 de Dezembro de 1921, é o segundo de nove filhos, foi baptizado dois dias depois na Igreja de Nossa Senhora da Boa Nova.
Quando tinha 12 anos, se converteu em aprendiz de imprensa e tomou o rol de filho mais velho quando seu irmão mais velho entrou no seminário.
Era membro da Cruzada Eucarísica, que ensinava os jóvens a viver uma oração ininterrupta pondo a Eucaristia no coração de sua vida. Também era um Scout (escuteiro).

VER MAIS SOBRE BEATO MARCEL ou MARCELO CALLO, no site: http://es.catholic.net/santoral, DADA A MINHA IMPOSSIBILIDADE EM TRADUZIR EM TEMPO ÚTIL (DE ESPANHOL PARA PORTUGUÊS) PELA SUA EXTENSÃO. OBRIGADO E DESCULPEM-ME. António Fonseca.


• Sibilina (Sibila) Biscossi de Pavia, Beata
Março 19   -  Terceira Dominicana, Março 19

Sibilina (Sibila) Biscossi de Pavia, Beata

Sibilina (Sibila) Biscossi de Pavia, Beata

Terceira Dominicana

Martirologio Romano: Em Pavía, em Lombardia, beata Sibilina Biscossi, virgem, a qual, cega aos doze anos, transcorreu sessenta e cinco reclusa junto à igreja da Ordem de Pregadores, alumiando com sua luz interior a muitos que acudiam a ela (1367).
Etimologicamente: Sibilina = Sibila = Aquela que é capaz de adivinhar o futuro, é de origem grega.

Se costuma chamar indistintamente Sibilina ou Sibila.
Nasceu em Pavía, Itália, no ano 1287. Morreu no ano 1367.
Toda sua existência transcorreu em Pavía. Desde os 12 anos, ficou cega para o resto de sua vida.
Aos quinze ingressou na Terceiria ordem dominicana, onde viveu até sua morte, enclausurada numa estreita cela, perto do templo dos dominicanos em Pavía. Sua habitação tinha duas janelas, uma dava para o templo e a outra para a rua; através da primeira recebia a Eucaristía, pela segunda brindava sábios e prudentes conselhos aos numerosos fieis que acudiam a ela e ensinava catecismo às crianças.
Cada dia encontrava forças para viver santa e elegantemente participando da Eucaristía.
Conhecia bem a qualquer que falasse com ela, lhe dava boas orientações e conselhos para viver bem a preciosa vida que Deus nos há dado.
Nada a impedía fazer o bem. Era o lema de sua vida.
Possuia um grau tal de amor e de caridade que nunca se esgotava. Quando se lhe apresentava alguma dificuldade, acudia a suas fontes interiores , para desde elas, tirar a água necessária que lhe tirassse a sede ou a dificuldade que podía atormentá-la.
Os santos não nascem. Se fazem quando vivem o Evangelho e sua novidade de vida.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários ao P. Felipe Santos:
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• Marcos de Montegallo, Beato
Março 19  -  Criador do Monte de Piedade, Março 19

Marcos de Montegallo, Beato

Marcos de Montegallo, Beato

Criador do Monte de Piedade

Martirológio Romano: Em Vicenza, no território de Veneza, beato Marcos de Marchio de Montegallo, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, que criou a obra chamada Monte de Piedade, para aliviar a indigência dos pobres (1496).
Etimologicamente: Marcos = Aquele que procede de Marte, com relação a Marte deus da guerra na mitología romana, é de origem latina.

Sacerdote da Primeira Ordem Franciscana(1425‑1496). Seu culto foi aprovado por Gregório XVI em 20 de Setembro de 1839.
Marcos nasceu em 1425 em Fonditore, povoado da comuna de Montegallo, onde seu pai, Claro de Marchio, se havia retirado por alguns anos para fugir das ferozes facções que açoitavam a Ascoli Piceno. Regressou a esta cidade para facilitar os estudos a Marcos, que cedo passou a Universidade de Perusa e daqui a Bolonha, onde se doutorou em Leis e Medicina. Em Ascoli exerceu um tempo a profissão de médico. Para satisfazer os desejos de seu pai, em 1451 se casou com Clara Tibaldeschi, nobre mulher, com a qual viveu em continência. À morte de seu pai, no ano seguinte, de comum acordo os esposos abraçaram a vida religiosa, ela acolhida entre as clarissas do mosteiro de Santa Clara das Damas Pobres em Ascoli, ele no convento dos Irmãos Menores de Fabriano.

VER MAIS SOBRE BEATO MARCOS DE MONTEGALLO, no site: http://es.catholic.net/santoral, DADA A MINHA IMPOSSIBILIDADE DE TRADUZIR EM TEMPO ÚTIL (DE ESPANHOL PARA PORTUGUÊS) A RESPECTIVA BIOGRAFIA. OBRIGADO E DESCULPEM-ME. António Fonseca.

 

• Andrés Gallerani, Beato
Março 19   -  Laico Fundador

Andrés Gallerani, Beato

Andrés Gallerani, Beato

Fundador da Sociedade Laical Irmãos da Misericórdia

Martirológio Romano: Em Siena, da Toscana, beato Andrés Gallerani, que visitou e consolou com diligência a enfermos e aflitos e congregou aos Irmãos da Misericórdia, laicos sem votos, para atender a pobres e enfermos (1251).
Etimologicamente: Andrés = Aquele que é um Homem viril, é de origem grega.

O beato Andrés de Gallerani foi um aguerrido soldado que levou os sieneses à vitória contra os orvietanos.
Ao dar morte a um homem que abertamente blasfemou de Deus, foi obrigado a fugir da justiça ou da vingança dos amigos de sua víctima, e se retiou a uma propriedade de sua familia na costa. Quando regressou a Siena, se dedicou inteiramente às obras boas.
Fundou naquela cidade a Sociedade da Misericórdia para a assistência aos enfermos e um hospital. 
O resto de sua vida o dividiu entre actividades de caridade e a oração. Sua sociedade, cujos membros usavam uma espécie de capa com uma cruz e a letra M, continuou até o ano de 1308, quando se fusionou com a ordem dominicana.
Se atribuiram muitos milagres ao Beato Andrés. Em certa ocasião, sarou um pé que já começava a gangrenar; outra vez, caminhou a pé enxuto e sem se molhar com a chuva pelas ruas de Siena, enquanto caía um violento aguaceiro; noutra oportunidade, ao regressar bem entrada a noite depois de realizar una missão de caridade num lugar distante, o portal e as portas de sua casa se abriram por si sós. Morreu no ano 1251.

Narciso Turchan, Beato
Março 19   -  Mártir

Narciso Turchan, Beato

Narciso Turchan, Beato

Mártir Franciscano

Martirológio Romano: Perto de Munich, na Baviera, de Alemanha, beato Narciso Turchan, presbítero da Ordem de Irmanos Menores e mártir, que deportado por causa da fé desde Polónia, que estava submetida a um regime malvado, aos campos de concentração de Dachau, ali morreu esgotado pelas torturas (1942).
Etimologicamente: Narciso =Aquele que produz soporífero, é de origem grega e faz referência ao forte aroma da flor.

Nasceu em Biskupice, Polónia, em 19 de Setembro de 1879.
Sacerdote professo, que havia ingressado na Ordem no ano 1895. Foi Guardião do convento de Wloclaweck; zeloso pastor, pregador e catequista. Preso em 6 de novembro de 1940, levaram-no ao campo de concentração de Dachau, onde morreu em 19 de março de 1942, esgotado pelas torturas.
Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

108 mártires de Polonia durante la segunda guerra, Beatos

108 mártires de Polonia durante a segunda guerra, Beatos

Em 13 de Junho de 1999, o papa João Paulo II beatificou, em Varsóvia, a 108 mártires da última Guerra Mundial na Polónia, e estabeleceu que sua festa se celebre em 12 de junho. Entre eles há 3 bispos, 52 sacerdotes diocesanos, 26 sacerdotes religiosos, 3 clérigos, 7 religiosos não sacerdotes, 8 religiosas e 9 pessoas laicas.

NOTA de António Fonseca

Apesar do dia destes 108 mártires estar marcado para 12 de JUNHO, conforme se diz no parágrafo anterior, aproveito para dar aqui a relação dos referidos mártires, por ordem alfabética:

1 - Adam Bargielski;  2 - Aleksy Sobaszek; 3 - Alfons Maria Mazurek; 4 - Alicja Maria Jadwiga Kotowska; 5 - Alojzy Liguda; 6 - Anastazy Jakub Pankiewicz; 7 - Anicet Koplinski; 8 - Antoni Beszta-Borowski; 9 - Antoni Julian Nowowiejski; 10 - Antoni Leszczewicz; 11 - Antoni Rewera ; 12 - Antoni Swiadek; 13 - Antoni Zawistowski , sacerdote (1882-1942 KL Dachau) ; 14 - Boleslaw Strzelecki , sacerdote (1896-1941, Germania Auschwitz); 15 - Bronislaw Komorowski , sacerdote (1889-22.3.1940 KL Stutthof); 16 - Bronislaw Kostkowski , estudiante (1915-1942 KL Dachau); 17 - Brunon Zembol , religioso (1905-1922 KL Dachau); 18 - Czeslaw Jozwiak (1919-1942 prisionero en Dresden) ; 19 - Dominik Jedrzejewski , sacerdote (1886-1942 KL Dachau) ; 20 - Edward Detkens , sacerdote (1885-1942 KL Dachau) ; 21 - Edward Grzymala , sacerdote (1906-1942 KL Dachau) ; 22 - Edward Kazmierski (1919-1942 prisionero en Dresden), ; 23 - Edward Klinik (1919-1942 prisionero en Dresden), ; 24 - Emil Szramek, sacerdote (1887-1942 KL Dachau) ; 25 - Ewa Noiszewska, religiosa (1885-1942, Góra Pietrelewicka in Slonim) ; 26 - Fidelis Chojnacki, religioso (1906-1942 KL Dachau) ; 27 - Florian Stepniak, religioso, sacerdote (1912-1942 KL Dachau) ; 28 - Franciszek Dachtera, sacerdote (1910-23.8.1942 KL Dachau) ; 29 - Franciszek Drzewiecki, religioso, sacerdote (1908-1942 KL Dachau) ; 30 - Franciszek Kesy (1920-1942 priosionero en Dresden), ; 31 - Franciszek Rogaczewski, sacerdote (1892-11.1.1940) ; 32 - Franciszek Roslaniec, sacerdote (1889-1942 KL Dachau) ; 33 - Francisco (Franciszek) Stryjas, padre de familia, (1882-31.7.1944 prisionero en Kalisz) ; 34 - Gregorio (Grzegorz) Boleslaw Frackowiak, religioso (1911-1943 decapitado en Dresden) ; 35 - Henryk Hlebowicz, sacerdote (1904-1941 Borysewo) ; 36 - Enrique (Henryk) Kaczorowski, sacerdote (1888-1942 KL Dachau) : 37 - Henryk Krzysztofik, religioso, sacerdote (1908-1942 KL Dachau) ; 38 - Hilario (Pawel) Januszewski, religioso, sacerdote (1907-1945 KL Dachau) ; 39 - Jan Antonin Bajewski, religioso, sacerdote (1915-1941 KL Auschwitz) ; 40 - Jan Nepomucen Chrzan, sacerdote (1885-1942 KL Dachau) ; 41 - Jarogniew Wojciechowski (1922-1942 prisionero en in Dresden). ; 42 - Jerzy Kaszyra, religioso,sacerdote (1910-1943, in Rosica), ; 43 - Jozef Achilles Puchala, religioso, sacerdote (1911-1943) ; 44 - Jozef Cebula, religioso, sacerdote (1902-1941 KL Mauthausen) ; 45 - Jozef Czempiel, sacerdote (1883-1942 KL Mauthausen) ; 46 - Jozef Innocenty Guz, religioso, sacerdote (1890-1940 KL Sachsenhausen) ; 47 - Jozef Jankowski, religioso,sacerdote, (1910 -16.10.1941, Auschwitz) ; 48 - Jozef Kowalski ; 49- Jozef Kurzawa, sacerdote (1910-1940) ; 50 - Jozef Kut, sacerdote (1905-1942 KL Dachau) ; 51 - Jozef Pawlowski, sacerdote (1890-9.1.1942 KL Dachau) ; 52 - Jozef Stanek, religioso, sacerdote (1916-23.9.1944, morto a seguito delle torture in Varsavia) ; 53 - Jozef Straszewski, sacerdote (1885-1942 KL Dachau) ; 54 - Jozef Zaplata, religioso (1904-1945 KL Dachau) ; 55 - Julia Rodzinska, religiosa (1899-20.2.1945 Stutthof); ; 56 - Karol Herman Stepien, religioso, sacerdote (1910-1943) ; 57 - Katarzyna Celestyna Faron, religiosa (1913-1944 KL Auschwitz) ; 58 - Kazimierz Gostynski, sacerdote (1884-1942 KL Dachau) ; 59 - Kazimierz Grelewski, sacerdote (1907-1942 KL Dachau) ; 60- Kazimierz Sykulski, sacerdote (1882-1942 KL Auschwitz) ; 61 - Cristino (Krystyn) Gondek, religioso, sacerdote (1909-1942) ; 62 - Leon Nowakowski, sacerdote (1913-1939) ; 63 - Leon Wetmanski(1886-1941, Dzialdowo), Obispo ; 64 - Ludwik Gietyngier ; 65 - Ludwik Mzyk, religioso, sacerdote (1905-1942) ; 66 - Ludwik Pius Bartosik, religioso, sacerdote (1909-1941 KL Auschwitz) ; 67 - Maksymilian Binkiewicz, sacerdote (1913-24.7.1942, Dachau) ; 68 - Marcin Oprzadek, religioso (1884-1942 KL Dachau) ; 69 - Maria Antonina Kratochwil, religiosa (1881-1942) ; 70 - Maria Klemensa Staszewska, religiosa (1890-1943 KL Auschwitz) ; 71 - Marian Gorecki, sacerdote (1903-22.3.1940 KL Stutthof) ; 72 - Marian Konopinski, sacerdote (1907-1.1.1943 KL Dachau) ; 73 - Marian Skrzypczak, sacerdote (1909-1939 in Plonkowo) ; 74 - Mariana Biernacka (1888-1943), ; 75 - Marta Wolowska, religiosa (1879-1942, Góra Pietrelewicka in Slonim) ; 76 - Michal Czartoryski, religioso, sacerdote (1897-1944) ; 77 - Miguel (Michal) Ozieblowski, sacerdote (1900-1942 KL Dachau) ; 78 - Michal Piaszczynski, sacerdote (1885-1940 KL Sachsenhausen) ; 79 - Michal Wozniak, sacerdote (1875-1942 KL Dachau) ; 80 - Mieczyslaw Bohatkiewicz, sacerdote (1904-4.3.1942 shot in Berezwecz) ; 81 - Mieczyslawa Kowalska, religiosa (1902-1941 KL Dzialdowo) ; 82 - Narcyz Putz, sacerdote (1877-1942 KL Dachau) ; 83 - Narciso Turchan, religioso, sacerdote (1879-1942 KL Dachau) ; 84 - Natalia Tulasiewicz (1906-31.3.1945 Ravensbrück), ; 85 - Piotr Bonifacy Z|ukowski, religioso (1913-1942 KL Auschwitz) ; 86 - Piotr Edward Dankowski, sacerdote (1908-3.4.1942 KL Auschwitz) ; 87 - Roman Archutowski, sacerdote (1882-1943 KL Majdanek) ; 88 - Roman Sitko, sacerdote (1880-1942 KL Auschwitz) ; 89 - Stanislaw Kubista, religioso, sacerdote (1898-1940 KL Sachsenhausen) ; 90 - Stanislaw Kubski, religioso, sacerdote (1876-1942 KL Dachau) ; 91 - Stanislaw Mysakowski, sacerdote (1896-1942 KL Dachau) ; 92 - Stanislaw Pyrtek, sacerdote (1913-4.3.1942 Berezwecz) ; 93 - Stanislaw Starowieyski, padre de familia (1895-13.4.1940/1 KL Dachau) ; 94 - Stanislaw Tymoteusz Trojanowski, religioso (1908-1942 KL Auschwitz) ; 95 - Stefan Grelewski, sacerdote (1899-1941 KL Dachau) ; 96 - Symforian Ducki, religioso (1888-1942 KL Auschwiitz) ; 97 - Tadeusz Dulny, seminarita (1914-1942 KL Dachau) ; 98 - Wincenty Matuszewski, sacerdote (1869-1940) ; 99 - Wladyslaw Bladzinski, religioso, sacerdote (1908-1944) ; 100 - Wladyslaw Demski, sacerdote (1884-28.5.1940, Sachsenhausen) ; 101 - Wladyslaw Goral,(1898-1945 KL Sachsenhausen), Obispo ; 102 - Wladyslaw Mackowiak, sacerdote (1910-4.3.1942 Berezwecz) ; 103 - Wladyslaw Maczkowski, sacerdote (1911-20.8.1942 KL Dachau) ; 104 - Wladyslaw Miegon, sacerdote, (1892-1942 KL Dachau) ; 105 - Wlodzimierz Laskowski, sacerdote (1886-1940 KL Gusen) ; 106 - Wojciech Nierychlewski, religioso, sacerdote (1903-1942 KL Auschwitz); 107 - Zygmunt Pisarski, sacerdote (1902-1943) ; 108 - Zygmunt Sajna, sacerdote (1897-1940 Palmiry)

• Isnardo de Chiampro, Beato
Março 19   -  Presbítero Dominicano

Isnardo de Chiampro, Beato

Isnardo de Chiampro, Beato

Presbítero Dominicano

Martirológio Romano: Em Pavía, de Lombardía, beato Isnardo de Chiampo, presbítero da Ordem de Pregadores, que nesta cidade fundou um convento de sua Ordem (1244).

Isnardo nasceu em Chiampo, um povoado perto de Vicenza.
Sendo todavía jovem parece haver caído sob o feitiço da eloquência de Santo Domingo, pelo que ingressou na Ordem de Pregadores, onde recebeu o hábito de mãos do santo fundador no ano 1219, junto com o Beato Guala Romanoni.
Apesar de Isnardo ter levado uma vida extremamente ascética, era muito corpulento, pelo que lhe era dificil qualquer aula de actividade física.
Sem embargo nada podía diminuir sua energía como pregador e, sua persuasão e erudição eram tais, que logrou muitas conversões. 
Numa ocasião, um burlão, ridiculizando a corpulência do pregador, gritou: "Me sería tão difícil crer na santidade de uma velha  como o irmão Isnardo, que crer em que aquele barril saltasse por sí próprio sobre minhas pernas." Ao ponto, se disse, o barril caiu sobre ele e lhe partiu uma perna.
Isnardo foi um dos primeiros dominicanos que pregaram em Pavía e, quando se fundou aí uma casa da ordem em 1240, foi eleito prior. Nesta casa morreu em 1244, creditando-se-lhe vários milagres antes e depois de sua morte.
Seu culto foi confirmado em 1919.

Juan Buralli de Parma, Beato
Março 19   -  Franciscano

Juan Buralli de Parma, Beato

Juan Buralli de Parma, Beato

Sétimo Superior Geral dos Franciscanos.

Martirológio Romano: Em Camerino, de Piceno, em Itália, beato Juan de Parma Buralli, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, a quem o papa Inocêncio IV enviou como legado aos gregos, para restaurar sua comunhão com os latinos (1289).
Etimologicamente: Juan = Deus é misericórdia, é de origem hebraica.

Nasceu em Parma em 1209 e já se encontrava ensinando lógica quando, com a idade de vinte e cinco anos, entrou na ordem franciscana.
Foi enviado a París para prosseguir sus estudos e, depois de haver sido ordenado, se lhe enviou a ensinar e pregar em Bolonha, Nápoles e Roma. Sua eloquência arrastava multidões a seus sermões e grandes personagens se congregavam para o escutar.
Se há afirmado que em 1245, quando o Papa Inocêncio IV convocou o primeiro Concílio geral de Lyon, Juan foi designado para representar a Crescêncio, o superior geral, que devido a suas enfermidades estava incapacitado para ir, mas isto é inexacto: o frade que foi ao concílio se chamava Buenaventura de Isco. Juan, por seu lado, aquele mesmo ano viajou a Paris para ensinar  "Sentenças" na Universidade, e em 1247, foi eleito superior geral da ordem.

PARA VER MAIS SOBRE A BIOGRAFIA DE BEATO JUAN DE PARMA BURALLI, CONSULTAR POR FAVOR O SITE HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL. OBRIGADO E DESCULPEM. António Fonseca


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• Juan, Santo
Março 19   -  Abade

Juan, Santo

Juan, Santo

Abade

Martirológio Romano: Em Spoleto, na Umbría, são Juan, abade de Parrano, que foi padre de muitos servos de Deus (s. VI).
Etimologicamente: Juan = Deus é misericórdia, é de origem hebraica.

Durante os distúrbios monofisitas no oriente, um sírio, chamado Juan deixou sua terra natal, se dirigiu ao ocidente e estabeleceu-se não longe de Espoleto. Alí construiu uma abadía, da qual chegou a ser superior, e também fundou outra casa religiosa perto de Pésaro.
Uma lenda não muito digna de confiança nos informa que quando o santo estava para abandonar Siria, sua pátria, orou desta maneira: "Senhor, Deus dos céus e da terra, Deus de Abraão, Isaac e Jacob, te suplico a Ti que ás a luz verdadeira, que me ilumines, já que espero de tí que faças prosperar o caminho que tenho diante e que seja para mim sinal do lugar de meu descanso onde a pessoa a quem lhe preste meu saltério, não mo devolva nesse mesmo dia".
Desembarcou em Itália e viajou até aos arredores de Espoleto, onde encontrou a uma serva de Deus, a quem lhe prestou seu saltério. Quando lhe pediu que o devolvesse, ela disse, "¿aonde vais, servo de Deus? Fica aquí e empreende teu caminho amanhã". Juan acedeu a passar alí a noite e, recordando sua oração, se disse, "isto é certamente o que pedí ao Senhor: aquí me ficarei". Na manhã seguinte, recebeu de novo seu saltério e, não havia caminaado a distância de quatro tiros de flecha, quando apareceu um anjo que o conduziu a uma árvore, sob a qual lhe pediu que se sentasse para anunciar que era a vontade de Deus que ficasse  naquele lugar e que alí tería uma grande congregação e encontraría o descanso desejado.
Era o mês de dezembro e a terra estava endurecida pelo gelo; mas a árvore, debaixo da qual se achava sentado Juan, estava em flor, como na primavera. Alguns caçadores que passaram por alí lhe perguntaram de onde vinha e que fazia. O santo lhes contou toda sua história e ficaram cheios de assombro, especialmente pela forma em que vestía, pois nunca haviam visto coisa parecida. "Por favor não me causem dano, meus filhos", disse Juan: "pois só vim aquí ao serviço de Deus". A súplica não era necessária, pois os caçadores já se haviam fixado na árvore em flor e reconheceram que o Senhor estava com aquele homem. Longe de querer fazer-lhe dano, partiram entusiasmados a anunciar sua chegada ao bispo de Espoleto, que se apressou em ir saudá-lo, e o encontrou orando sob a árvore.
Os dois choraram de alegría quando se encontraram e todos os presentes deram louvores a Deus. Naquele lugar, Juan edificou seu mosteiro e alí viveu por quarenta e quatro anos mais, até que adormeceu em paz e foi sepultado com hinos e cânticos.

 

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (completas umas e incompletas outras) por António Fonseca