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sábado, 27 de março de 2010

27 DE MARÇO DE 2010 - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

27 DE MARÇO

SÁBADO  – 5ª SEMANA DA QUARESMA

João 11, 45-56

“NÃO VEDES QUE É MELHOR QUE MORRA UM SÓ HOMEM PELO POVO?”

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Aproximámo-nos da Páscoa.

Chega o tempo de tomar posição.A favor de Jesus ou contra Ele.

Aceitando que Ele tem o poder de nos dar vida abundante ou opondo-nos a Ele e procurando a sua morte.

Começam a desaparecer os meios termos.

Estás do seu lado?

Ou contra Ele?

 

»»»»»»»»»

Senhor, ajuda a minha pouca fé.

Tira-me da mediocridade e da rotina.

Dá-me a coragem de ficar do teu lado, de ficar do lado da vida.

 

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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SANTOS DO DIA DE HOJE

27 DE MARÇO DE 2010

• Alexandre de Drizipara, Santo
Março 27 - Legionário e Mártir, Março 27

Alejandro de Drizipara, Santo

Alejandro de Drizipara, Santo

Militar

Etimologicamente: Alejandro = Aquele que protege o homem, é de origem grega.

Este jovem mártir romano deu mostras suficientes do que significa o perdão para todo ser humano e, para o crente – com maior razão todavia.
Era um militar às ordens do tribuno Tibério, em tempos do imperador Maximiliano (286-305).
Se celebravam na cidade imperial umas grandes festas dedicadas à honra de Júpiter, o deus dos deuses.
Sabiam que era cristão. Então quiseram obrigá-lo a que fizesse os sacrifícios ao deus.
Como era natural e consequente com sua fé no Ressuscitado, se negou rotundamente.
Como era um militar afamado, o levaram ante o imperador. Em sua presença professou abertamente sua fé. Consequência: o torturaram e o enviaram a Trácia, onde lhe deram fortes castigos. Mas tudo suportou com alegria por Jesús, perdoando a seus verdugos. 
O trasladaram de um sitio para outro. Os interrogatórios contínuos o indignavam.
Cansados, o transferiram para Drizipara (actual Karistiran) onde o decapitaram.
Arrojaram seu corpo ao rio e quatro cães o rasgaram em presença de sua mãe Pemenia.
O culto a Alejandro começou com muito fervor no século VI. Exaltavam o valor da mãe dando sepultura a seu filho.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários ao P. Felipe Santos:
al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

Ruperto, Santo
Março 27 -  Bispo, Março 27

Ruperto, Santo

Ruperto, Santo

Bispo de Salzburgo

Martirologio Romano: Em Salzburgo, em Baviera, são Ruperto, bispo, que sendo originário da região de Worms, a petição do duque Teodon se dirigiu a Baviera e na antiga cidade de Juvavum edificou uma igreja e um mosteiro, onde esteve à frente como bispo e como abade, e desde ali difundiu a fé cristã (c. 718).
Etimologicamente: Ruperto = Aquele homem de fama brilhante, é de origem germânica.

Bispo de Salzburgo, a formosa cidade austríaca, cuja fama está unida à de seu filho mais ilustre, Wolfgang Amadeus Mozart, se chama assim porque perto se encontram umas minas de sal. vem o nome de Salzburgo, que significa “cidade do sal”.
Seu primeiro bispo e patrono principal, são Ruperto, aparece nos quadros com um saleiro na mão (ou com um barril,cheio precisamente de sal e não de vinho, como crêem alguns estudiosos não bem informados). É o único santo local festejado, não só nas regiões de idioma alemão, mas também na Irlanda: em realidade, também ele foi um típico representante dos “monges irlandeses” itinerantes.
São Ruperto descendia dos robertinos ou rupertinos, uma importante família que dominava com o título de conde na região do meio e alto Rin. Desta família nasceu também outro são Ruperto (ou Roberto), de Bingen, cuja vida foi escrita por santa Ildegarda. Os robertinos estavam aparentados com os carolíngios e tinham seu centro de actividades em Worms. Aqui recebeu são Ruperto sua formação de timbre monástico irlandês. No ano 700, como seus mestres, se sentiu levado à pregação e ao testemunho monástico itinerante e por isso viajou a Baviera, obtendo bons resultados em Regensburg e em Lorch. Com a ajuda de Teodoro de Baviera fundou, perto de Salzburgo, no que hoje é Seekirchen, uma igreja dedicada a são Pedro.

Ruperto, Santo

Ruperto, Santo

Mas o lugar não parecia apropriado para os projectos de são Ruperto, e então pediu ao conde outro território, na margem do rio Salzach, perto da antiga e decadente cidade romana de Juvavum. 
O mosteiro que construiu ali, dedicado também a são Pedro, é o mais antigo de Áustria e o núcleo da nova Salzburgo. Seu desenvolvimento se deve à obra dos doze colaboradores que são Ruperto levou ali de sua terra natal: entre eles Cunialdo e Gislero, venerados como santos. Não longe do mosteiro de são Pedro, surgiu também um mosteiro feminino, cuja direcção foi confiada à abadessa Erentrude, sobrinha de Ruperto.
Este grupito de valentes foi o que fez surgir a nova Salzburgo, que com razão considera a Ruperto como seu refundador: “Sua figura demonstra como uma personalidade cheia de força e de sensibilidade, aprofundando as raízes nas profundidades do espírito cristão, pode impedir com inteligência e sem limites geográficos qualquer decadência tanto interior como exterior” (J. Henning). São Ruperto morreu em 27 de Março de 718, dia de Páscoa. Suas relíquias se conservam na magnífica catedral de Salzburgo, edificada no século XVII.

Peregrino de Falerone, Beato
Março 27   -  Presbítero Franciscano, Março 27

Peregrino de Falerone,  Beato

Peregrino de Falerone, Beato

Presbítero Franciscano

Martirológio Romano: Na região Septempedana (hoje São Severino Marche), do Piceno, em Itália, beato Peregrino de Falerone, presbítero, que foi um dos primeiros discípulos de são Francisco e que, peregrino na Terra Santa, resultou admirado inclusive pelos sarracenos (1232).
Etimologicamente: Peregrino = Aquele que caminha pelos campos, é de origem latina.

Religioso e discípulo de São Francisco, da Primeira Ordem. († 1233). Seu culto foi aprovado pelo Papa Pío VII em 31 de Julho o de 1821.
Peregrino não era certamente um ignorante. Filho de uma família nobre e rica, oriundo de Falerone, diocese de Fermo, hoje província de Ascoli Piceno; uma cidade das Marcas que traz o nome da destruída cidade romana Faléria, no vale de Tenna, entre Amandola e Monte Giorgio. Em Bolonha havia estudado filosofia e direito canónico, e era profundamente versado nas ciências sagradas e profanas. Sem embargo, quando Peregrino se apresentou a São Francisco, ouviu que lhe dizia: “Tu servirás a Deus na humilde condição de irmão religioso e te aplicarás sobretudo à prática da humildade”.
Peregrino
tomou a profecia de São Francisco como um mandato, e durante toda sua vida quis permanecer na modesta condição de religioso irmão, entregue aos serviços mais humildes e a miúdo oculto nos conventos mais pobres e escondidos. Segundo dizer de Frei Bernardo de Quintaval, foi, entre os primeiros discípulos de São Francisco, um dos religiosos mais exemplares.
Inflamado em sagrado fervor, buscou o martírio a mãos dos infiéis, e como o mesmo São Francisco, passou o mar para ir a Terra Santa no meio dos muçulmanos. O martírio a mãos dos maometanos, considerados então como os “mata cristãos” por antonomásia, era com frequência a devota aspiração de muitos irmãos. Em realidade e em circunstâncias normais os árabes, especialmente em Terra Santa, eram tolerantes e respeitosos para com os hóspedes cristãos, e mais com os missionários.
No caso de Peregrino,  faltou pouco para que nascesse em seu redor a veneração precisamente por parte dos muçulmanos. E não podia ser de outro modo, frente aquele fradezinho descalço que visitava os lugares santos com o livro dos evangelhos na mão, espalhando em todas partes abundantes lágrimas de compaixão e piedade.
Voltando a Itália, Peregrino de Falerone voltou a esconder-se nos lugares mais ocultos e nos conventos mais afastados. Mas por mais que se fizesse pequeno e humilde, a luz de sua santidade resplandecia ainda desde debaixo do celeiro e desabrochava no brilho dos milagres que se lhe atribuíram em vida. Nos últimos anos de sua vida, todavia jovem, viveu no convento de São Severino Marcas e ali morreu em 1233. Sepultado na igreja dos Cistercienses, A Madonna das Luzes. Novos milagres acontecidos em seu sepulcro, fizeram ainda mais amada e venerada sua recordação.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Francisco Faà di Bruno, Beato
Março 27   -  Presbítero e Fundador, Março 27

Francisco Faà di Bruno, Beato

Francisco Faà di Bruno, Beato

Presbítero

Martirológio Romano: Em Turim, no Piemonte, beato Francisco Faá di Bruno, presbítero, que uniu a ciência das matemáticas e da física com a prática das obras de caridade (1888).
Etimologicamente: Francisco = o abandeirado, é de origem germano.

A vida de Francisco nos mostra uma admirável síntese entre o homem de fé e o homem de ciência. Nasceu em Alessandria, na região de Piemonte em Itália, em 7 de Março de 1825. Sua família era de boa situação económica e social e educaram a seus doze filhos ao calor da fé, sendo nosso beato o último a nascer.
Era um apaixonado das matemáticas, as que estudou com verdadeiro entusiasmo. Se incorporou ao corpo de engenheiros do exército italiano, chegando a obter o grau de capitão. Estando no estado maior do rei Victor Manuel II, este lhe encomendou a educação de seus filhos Umberto e Amadeu. O ambiente da corte estava carregado de anticlericalismo e dado que Francisco era um firmíssimo crente, convencem ao rei de que separe a Francisco de dito cargo, pois sua influência podia ser “perigosa” para os jovens príncipes.
Francisco decide viajar a París para aperfeiçoar seus estudos matemáticos, renunciando a seu cargo no exército. Aqui estudou sob o grande intelectual católico Cauchy e o grande científico, co-descobridor do planeta Neptuno, professor Leverrier. No meio de seus estudos, o chamado de Deus vai soando mais forte em seu coração e Francisco decide ser sacerdote.
Retorna a Itália e em Turim é ordenado sacerdote. Seu bispo vê por conveniente que Francisco se dedique ao ensino das Matemáticas, pois era necessário mostrar aos jovens que a fé era perfeitamente compatível com o estudo das ciências. Ensinou na Universidade de Turim por muitos anos, desenvolvendo um impressionante labor académico pois publicou quarenta artigos nas mais importantes revistas científicas do momento. Por tais méritos recebeu o grau de Doutor pelas Universidades de Paris e de Turim. 
É incrível descobrir como um homem tão comprometido com o mundo da ciência, se haja dado tempo para escrever alguns livros ascéticos e também haja composto formosas melodias sagradas. Turim está recebendo o benéfico apostolado de Dom Bosco e também a caridade de Cottolengo. Francisco aporta a este grande renascimento da fé no norte de Itália, fundando a Obra de Santa Zita, para a promoção da mulher. Esta obra se converteu numa verdadeira “cidade das mulheres”, pois  nela haviam escola, laboratório, enfermaria, pensionato; tudo com seus próprios regulamentos e com uma clara perspectiva de fortalecimento da família.
Em 1867 surge no povo turinés de Santo Donato uma igreja para recordar os mortos da guerra, pelo que recebe o nome da Igreja de Sufrágio. Ali celebrará a missa o P. Francisco, que por conselho de Dom Bosco, está exercendo agora seu ministério sacerdotal com mais dedicação. O próprio Papa lhe há pedido fortalecer a obra de Santa Zita e inspirado pelo Espírito Santo, funda com a irmã Agostina Gonella, As Religiosas Mínimas de Nossa Senhora de Sufrágio, dedicadas à oração pelas almas do Purgatório. O Padre Bueno chamou a sua presença o P. Francisco em 27 de Março de 1888.
Um século depois, em 25 de Setembro de 1988, sua Santidade João Paulo II o proclamou beato.
Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Francisco, escreva para:
Suore Minime di Nostra Signora del Suffragio
Via San Donato, 31
10144 Torino, ITALIA

Panacea de´Muzzi, Beata
Março 27   -  Virgem e Mártir, Março 27

Panacea de´Muzzi, Beata

Panacea de´Muzzi, Beata

Virgem e Mártir

Martirológio Romano: Em Quarona, junto a Novara, de Piemonte, em Itália, beata Panacea de’Muzzi, virgem e mártir, que aos quinze anos de idade, estando orando na igreja, foi assassinada por sua própria madrasta, que sempre a atormentava (1383).

Nasceu no ano 1368 em Quarona, diocese de Novara, Itália,
Sua mãe, que era já uma mulher muito idosa, morreu quando Panacea era uma infanta.
Panacea ajudava a sua família trabalhando como pastora.
Seu pai se voltou a casar, com Margarita de Lucarno Sesia, que rapidamente desenvolveu um ódio para com a rapariga já que ela não trabalhava como lhe ordenava, somado ao facto de que enquanto Margarita odiava a religião, Panacea era uma menina muito piedosa.

 

O conflito culminou quando Margarita assassinou a Panacea, apunhalando-a com um fuso, enquanto a menina estava orando.
Era a primavera de 1983.
Foi enterrada em Ghemme, Novara, e desde um inicio foi considerada uma mártir pela gente da localidade, desenvolvendo-se devoção quase imediatamente.
Seu culto foi confirmado em 5 de Setembro de 1867 pelo Papa Pío IX.

 

 

Juan Damasceno, Santo
Marzo 27 Doutor da Igreja, Marzo 27

 

Juan Damasceno, Santo

Juan Damasceno, Santo

Doutor da Igreja

Martirologio Romano: San Juan Damasceno, presbítero y doutor da Igreja, célebre por sua santidade y por sua doutrina, que lutou valorosamente de palavra y por escrito contra o imperador León Isáurico para defender el culto de las sagradas imagens, y feito monge en la laura de San Sabas, cerca de Jerusalém, compôs hinos sagrados y ali morreu. Seu corpo foi enterrado en este dia (c. 750).
Etimológicamente: Juan = Dios es misericórdia, es de origem hebreu.

Juan Damasceno (Yahia ibn Sargun ibn Mansur, nacido a mediados del siglo VII de una familia árabe cristiana y muerto en el 749) es considerado el último representante de la patrología griega y el equivalente oriental de San Isidoro de Sevilla por sus obras monumentales como la Fuente del conocimiento. Su actividad literaria es multiforme: pasa con autoridad de la poesía a la liturgia, de la elocuencia a la filosofía y a la apologética. Hijo de un alto funcionario del califa de Damasco, Juan fue compañero de juegos del príncipe Yazid, que más tarde lo promovió al mismo puesto del padre, que corresponde en cierto modo al de ministro de Hacienda. En calidad de “Logothete”, fue representante civil de la comunidad cristiana ante las autoridades árabes.
A un cierto punto Juan renunció a la corte y a su alto cargo, probablemente por las tendencias anticristianas del califa. En compañía del hermano Cosme, futuro obispo de Maiouma, se retiró al monasterio de San Sabas cerca de Jerusalén, en donde, ordenado sacerdote, profundizó su formación teológica, preparándose para el cargo de predicador titular de la basílica del Santo Sepulcro.
Era el período en el cual el emperador de Bizancio, León III Isáurico, inauguraba la política iconoclasta, es decir, desterraba todas las imágenes sagradas, cuyo culto era considerado como un acto de idolatría. El anciano patriarca de Constantinopla, San Germán, defendió el culto tradicional explicando la verdadera naturaleza del homenaje que se les rendía a las imágenes, pero pagó con la destitución su acto de valentía. Desde Jerusalén, bajo el dominio árabe, se hizo oír otra voz en favor del culto de las imágenes, la del entonces desconocido monje Juan Damasceno o de Damasco, que con sus Tres discursos en favor de las sagradas imágenes se impuso inmediatamente a la atención del mundo cristiano. El emperador, no pudiendo atacar directamente al monje, recurrió vilmente a la calumnia, haciendo falsificar una carta de Juan, en la que éste habría tramado una conjuración para restituir el dominio de la ciudad de Jerusalén al emperador bizantino.
En esta disputa teológica, hecha de sutiles distinciones, Juan pudo demostrar toda su preparación teológica, puesta al servicio no sólo del patriarca de Jerusalén, sino de toda la Iglesia. En efecto, el segundo concilio de Nicea, en reparación de las injurias recibidas por el defensor de la ortodoxia, proclamó no sólo su ciencia, sino también su santidad. León XIII lo proclamó doctor de la Iglesia en el año 1890.
La Iglesia lo recuerda el 4 de Diciembre, aunque en muchos sitios se mantiene la fecha tradicional antigua de festejarlo el 27 de Marzo.
¿Quieres saber más? Consulta corazones.org

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca