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sábado, 10 de abril de 2010

10 DE ABRIL DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Fulberto de Chartres, Santo
Abril 10   -  Bispo

Fulberto de Chartres, Santo

Fulberto de Chartres, Santo

Fulberto de Chartres (St. Fulbert) (v. 960 - 1028) bispo de Chartres, amigo e discípulo de Gerberto de Aurillac.
Sábio de renome, docente em ciências profanas, teólogo e científico,passou à história por ser o mestre de obra da reconstrução da esplêndida catedral de Chartres, depois do incêndio na noite de 7 de Setembro 1020.
Se ignora seu lugar de nascimento exacto e a data respectiva mas se estima que podia ser originário de Picardía.
Seu nome provém do alemão "volk" - povo e "bert" - brilhante, a tradução seria algo assim como "brilhante do povo".
Ao contrário que seus predecessores e de seus sucessores no episcopado de Chartres, todos filhos de famílias nobres, Fulberto provinha de família humilde. Se educou em Reims, onde muito provavelmente recebeu parte de sua formação de parte do arcebispo Gerberto d’Aurillac, futuro Papa de nome Silvestre II, conhecido por ser o "Papa do Ano Mil".
Está documentada sua estância em Reims ao longo do ano 984. Foi enviado logo a Chartres onde ensinou durante 20 anos antes de ser nomeado bispo desta cidade com a idade de 50 anos (no ano 1007).
Ali fundou uma escola de grande fama e notoriedade, a Escola de Chartres, de carácter neo platónico e neo pitagórico, que destacou principalmente em filosofia, matemáticas e astronomia, além de teologia.
Morre em 10 de Abril 1028. Desde 10 de Abril 1861, a Igreja celebra sua festividade nesta data.
Foi um afamado mestre em teologia mas também ensinou gramática, retórica, dialéctica, aritmética e geometria. Fulberto foi qualificado por seus contemporâneos como o «venerável Sócrates da academia de Chartres». Um ponto destacado requer seu ensino acerca de astronomia e do manejo do astrolábio, aprendido provavelmente em Reims através do arcebispo Gerberto que havia residido em Gerona e viajado por Espanha muçulmana tomando contacto com a astronomia árabe.
Devido tanto a seu cargo e posição como a sua profunda e extensa formação Fulberto manteve contacto constante e directo com os homens mais poderosos de sua época. Neste domínio, seu talento se fez notar após o lamentável incêndio de sua catedral em 1020. Seu carisma lhe permitiu obter financiamento não somente dos particulares e grémios da cidade, mas também dos grandes de Europa, incluídos alguns soberanos pagãos como Knut, rei saxão de Dinamarca.
Foi preceptor de Roberto, filho do rei Hugo Capeto que mais tarde, já como rei Roberto II de França, conhecido como "o piedoso" o nomearia bispo de Chartres, em 1007. Foi um bispo consciente da necessidade de independência da Igreja. Foi conselheiro de numerosos príncipes e reis, entre outros de Inglaterra, Hungria e Dinamarca.

Gema Galgani, Santa
Abril 10   -  Virgem

Gema Galgani, Santa

Gema Galgani, Santa

Virgem

A história desta santa, tão próxima de nós pelo tempo (1878-1903) e pelos costumes da vida quotidiana, tem coisas incríveis pelos fenómenos místicos de que foi protagonista.
Em certos períodos de sua atormentada vida suportou vexames de toda classe. O demónio lhe aparecia até sob a figura do confessor para lhe sugerir obscenidades. Outras vezes lhe aparecia como um anjo luminoso; quando se via desmascarado, desaparecia numa grande chama vermelha deixando no chão uma estrela de cinza. Às vezes a golpeava e a deixava exânime no solo, onde a encontravam com o rosto tumefacto e com os ossos deslocados. 
Mas a animava a miúdo a companhia de Cristo, da Virgem e de seu anjo custódio. Assim narrou ela mesma, por obediência, os acontecimentos que precederam o misterioso fenómeno dos estigmas: “Era a noite de 8 de Junho de 1899, quando de repente sinto uma dor interna de meus pecados... Apareceu Jesús, com todas as feridas abertas; mas dessas feridas já não saía sangue, mas que saiam, umas como chamas de fogo, que vieram a tocar minhas mãos, meus pés e meu coração. Acreditei morrer...”.
As chagas que se haviam aberto apareciam cada semana das oito da noite de quinta-feira até às três da tarde de sexta-feira, acompanhadas com o êxtase. Ante estes fenómenos misteriosos, que foram cedo motivo de curiosidade dos vizinhos de Lucca  onde vivia Gema, a gente começou a chamá-la: “a menina da graça”. Era uma jovenzita crescida rapidamente e amadurecida pela experiência da dor.
Era filha de um farmacêutico da província de Lucca, e quando tinha oito anos perdeu a mãe. Cuidaram dela os sete irmãos. Poucos anos depois morreu também o pai e ela, curada prodigiosamente de uma grave enfermidade que a atormentava, pediu entrar ao convento, mas sua petição foi recusada. Foi recebida em casa do cavaleiro Mateo Giannini, e ali levou uma vida muito retirada, serena e obediente às directivas do pai espiritual e das Irmãs passionistas que se preocuparam dela. Debaixo das luvas e do modestíssimo vestido ocultava os sinais de sua participação na paixão de Cristo.
Entretanto as manifestações de sua santidade haviam superado os limites do bairro e da cidade. Muitos, que haviam ido a sua casa movidos pela curiosidade, saíam transformados em seu espírito. A enfermidade óssea que a havia atacado desde muito jovem voltou a aparecer e a fazia sofrer atrozmente. Compreendeu que seu calvário estava por terminar. Mas em sua humildade não acreditava haver pago suficientemente com a moeda do sofrimento o privilégio de haver sido associada à paixão de Cristo.
Morreu aos 25 anos, em 11 de Abril de 1903. era a manhã de sábado santo.
Canonizada por S.S. Pío XII em 2 de Maio de 1940.

ORAÇÃO


Aqui me tendes prostrada a vossos pés santíssimos, meu querido Jesús,
para manifestar-vos em cada instante meu reconhecimento e gratidão por tantos e tão contínuos favores
como me haveis outorgado e que todavia quereis conceder-me.
Quantas vezes vos tenho invocado,
¡oh Jesús!
me haveis deixado sempre satisfeita; hei recorrido a miúdo a Vós, e sempre me haveis consolado.
¿Como poderei expressar-vos meus
sentimentos, amado Jesús?

Vos dou graças…; mas outra graça quero de Vós,
¡oh Deus meu!,  se é de vosso agrado…
(aqui se manifesta a graça que se deseja conseguir).
Se não fosseis todo poderoso não Vos faria esta súplica.
¡Oh Jesús!, tende piedade de mim. Faça-se em tudo vossa santíssima vontade.


Rezar Pai nosso, Avé María e Glória.

Antonio Neyrot de Rivoli, Beato
Abril 10   -  Mártir Dominicano

Antonio Neyrot de Rivoli, Beato

Antonio Neyrot de Rivoli, Beato

(1420-1460)


Nasceu em Rivoli, Itália, em redor do ano 1423.
Ingressou nos dominicanos de Florença e nessa época de sua vida não se destacou precisamente por seu fervor. 
Numa viagem de Sicília a Nápoles foi preso por uns corsários e levado a Tunes.
Abraçou o Islão e contraiu matrimónio, mas nem sua nova religião nem seu novo estado civil o fizeram feliz.
Sabedor por mercadores genoveses que seu mestre santo Antonino havia morrido e fazia milagres, começou a encomendar-se a sua intercessão e obteve a graça de se converter.
Retomou seu hábito de dominicano, e se dispôs a percorrer a cidade de Tunes, proclamando sua fé cristã. 
Enquanto chorava seus pecados de joelhos ante o verdugo, a multidão impaciente se abalançou sobre ele e o matou. Depois passearam seu cadáver pelas ruas.
António não tardou em ser venerado como mártir em Itália e Clemente XIII confirmou seu culto em 1767.

Marco Fantuzzi de Bolonha, Beato
Abril 10   -  Franciscano

Marco Fantuzzi de Bolonia, Beato

Marco Fantuzzi de Bolonha, Beato

Nascido em Bolonha aproximadamente no ano 1405, quando tinha 25 anos, logo depois de uma brilhante passagem pela universidade na área das artes liberais1 ingressou nos Frades Menores no convento de São Paulo em Monte.
Infatigável servo da Palavra, realizou uma famosa pregação Quaresmal em São Petrónio (1455), e se dedicou à pregação popular inspirando-se em grandes modelos de seu tempo, como por exemplo São Bernardo de Siena, São Juan de Capistrano ou Santiago de la Marca.
Foi um heraldo da Palavra em muitos lares de Itália, como Norcia, Mantova, Milão, Florença, Bolonha.
Eleito por três ocasiões Vigário Geral da Ordem, trabalhou com firmeza e caridade evangélica para salvaguardar o movimento reformatório franciscano visitando vários conventos na Europa, Oriente e Terra Santa.
Em Bolonha promoveu a fundação do Mosteiro de Corpus Christi e o nascimento do Monte de Piedade.
Morreu em Piacenza, logo depois de sua pregação quaresmal, seus restos mortais se guardam na igreja de Santa María de Campagna.
Seu culto foi confirmado por S.S. Pío IX em 1868.


1Artes liberais:

Termo que designava os estudos que tinham como propósito oferecer conhecimentos gerais e destrezas intelectuais antes que destrezas profissionais ou ocupacionais especializadas, eram:

° a gramática, lingua "a língua";
° a dialéctica, tropus "as figuras";
° a retórica, ratio "a razão";
° a aritmética, numerus "os números";
° a geometria, angulus "os ângulos";
° a astronomia, astra "os astros"; e
° a música, tonus "os cantos".

 

 Miguel dos Santos, Santo
Abril 10   -  Trinitário

Miguel de los Santos, Santo

Miguel de los Santos, Santo

(1591-1624)


Nasceu São Miguel de los Santos em Vich, Catalunha, em 29 de Setembro de 1501.
Desde a idade de cinco anos descobriu sua piedade. Indo com seus irmãos a uma vinha de seu pai, se desnudou e estendeu sobre uns espinhos, por amor de Deus e por imitar a São Francisco.
Aos doze anos passou a Barcelona e foi recebido no convento da Santíssima Trindade.
Havendo sabido que na Reforma Trinitária se observava a primitiva regra, partiu a Pamplona, onde o San Juan Bautista de la Concepción, fundador, lhe deu o hábito descalço, chamando-se desde então Frei Miguel de los Santos.
De Pamplona foi a Madrid, e por vários motivos fez sua profissão em Alcalá de Henares. Recebeu a ordem sacerdotal por obediência. Jejuava com rigor, e só às Quintas-feiras e domingos comia pão e bebia água uma vez ao dia.
Por obediência aceitou o cargo de superior. Em 1 de Abril de 1615 se sentiu enfermo e, recebido o Santo Viático, expirou no dia 10 do mesmo mês, aos trinta e três anos de idade, em Valladolid, onde se venera hoje seu corpo.

Magdalena de Canossa, Santa
Abril 10   -  Fundadora

Magdalena de Canossa, Santa

Magdalena de Canossa, Santa

Virgem, fundadora da família Canossiana, Filhos e Filhas da Caridade

MAGDALENA DE CANOSSA, mulher que acreditou no Amor do Senhor Jesús, foi enviada pelo Espírito entre os irmãos mais menosprezados a que serviu com coração de mãe e ardor de apóstola.
Nasce em Verona em 1 de Março de 1774 de nobre e rica família, terceira nascida de seis irmãos.
Através de etapas muito dolorosas, como a morte de seu pai, as segundas núpcias de sua mãe, a enfermidade e a incompreensão, o Senhor a guia por caminhos imprevisíveis que Magdalena intenta percorrer com muitos esforços.

UMA CHAMADA

 
Atraída pelo Amor de Deus, aos 17 anos deseja consagrar sua vida a Ele e por duas vezes tenta a experiência do Carmelo. 
Mas seu Espírito a solicita interiormente a percorrer um novo caminho: deixar-se amar por Jesús, o Crucificado, pertencer a Ele só para dedicar-se completamente a seus irmãos aflitos por distintas pobrezas.
Volta a sua família e, obrigada por eventos dolorosos e trágicas situações históricas de fins do século XVIII, encerra no segredo de seu coração a vocação e participa na vida do Palácio Canossa aceitando a gestão do património familiar.

UM DOM

Con empeño y dedicación, Magdalena cumple con sus deberes diarios y amplía su círculo de amigos, quedando disponible a la misteriosa acción del Espíritu que, poco a poco, plasma su corazón y la hace partícipe de la pasión del Padre para el hombre, demostrada en el don completo y supremo de Jesús Crucificado, en el ejemplo de María, la Virgen Madre Dolorosa.
Prendida por esta caridad, Magdalena oye el grito de los pobres hambrientos de pan, instrucción, comprensión y de la Palabra de Dios. Ella los descubre en los barrios periféricos de Verona, donde los reflejos de la Revolución francesa, las subsiguientes dominaciones de Emperadores extranjeros y las Pascuas de Verona, habián dejado signos de patente devastación y de sufrimiento humano.

UM PROJECTO


Magdalena busca y encuentra a las primeras compañeras llamadas a seguir Cristo pobre, casto, obediente y enviadas a testimoniar su incondicionada Caridad entre los hermanos.
En 1808, superadas las últimas oposiciones de su familia, Magdalena deja definitivamente el Palacio Canossa para empezar, en el barrio más pobre de Verona, aquella que interiormente reconoce como la voluntad del Señor: servir a los más necesitados con el corazón totalmente plasmado en Cristo.

UMA PROFECÍA


¡La Caridad es un fuego que inflama!

Magdalena está dispuesta al Espíritu que la guía también entre los pobres de otras ciudades: Venecia, Milán, Bérgamo, Trento ... En pocos decenios, las fundaciones de la Canossa se multiplican, la familia religiosa crece al servicio del Reino.
El amor por Cristo Muerto y Resucitado arde en el corazón de Magdalena que, con sus compañeras, se vuelve testimonio del mismo Amor en cinco sectores específicos: la escuela de caridad por el crecimiento integral de la persona; la catequesis a todas las clases, privilegiando a los más lejanos; la asistencia sobre todo hacia las enfermas en los hospitales; seminarios residenciales para formar maestras, que obrasen en el campo, y preciosas colaboradoras de los párrocos en las actividades pastorales; cursos de ejercicios espirituales anuales para las damas de la alta nobleza, con el fin de animarlas espiritualmente y envolverlas en los distintos ámbitos caritativos.
Más tarde, esta actividad es dirigida a cualquier clase de personas.
Alrededor de la figura y de la obra de Magdalena nacen constantemente otros testimonios de la Caridad: la Naudet, el Rosmini, el Provolo, el Steeb, el Bertoni, la Campostrini, la Verzeri, la Renzi, los Cavanis, el Leonardi, todos fundadores de otras Familias religiosas.


UMA FAMILIA


La Institución de las Hijas de la Caridad obtiene, entre 1819 y 1820, la aprobación eclesiástica en las distintas diócesis donde las Comunidades ya están presentes.
El 23 de diciembre de 1828, Su Santidad León XII aprueba la Constitución del Instituto con el Breve Si Nobis.
Después de repetidos intentos negativos con Don Antonio Rosmini y con Don Antonio Provolo, hacia el fin de su vida, Magdalena consigue empezar también el Instituto masculino que proyectó ya desde 1799.
En Venecia, el 23 de mayo de 1831, abre el primer oratorio de los Hijos de la Caridad para la formación cristiana de los jóvenes y de los adultos, entregándolo al Sacerdote veneciano Don Francesco Luzzo, coadyuvado por dos laicos de Bérgamo: Giuseppe Carsana y Benedetto Belloni.
Magdalena acaba su intensa y fecunda existencia terrena a la edad de 61 años. Muere en Verona el 10 de abril de 1835 asistida por sus Hijas. Era Viernes Santo.


UMA MISSÃO


¡Hagan conocer sobre todo a Jesucristo! la grande pasión del corazón de Magdalena, es la grande herencia que las Hijas y los Hijos de la Caridad están llamados a vivir, una disponibilidad radical, "dispuestos por el divino servicio a ir a cualquier pueblo, aun al más lejano" (Magdalena, Ep. II / I, p. 266).
Las Hijas de la Caridad cruzan el Océano hacia el Extremo Oriente en 1860. Hoy son cerca de 4000, presentes en los cinco continentes, divididas en 24 Organismos.
Los Hijos de la Caridad son cerca de 200 y obran en distintas ciudades de Italia y de ultramar.
Hermanas y Hermanos Canosianos llamados "ad Gentes" tratan de entender y acogen "las semillas del verbo", presentes en cada cultura y, con sus testimonios, anuncian "lo que han visto, oído y contemplado...": el Amor del Padre que en Jesucristo alcanza a todos los hombres para que haya vida y, en este dar y recibir, el carisma se enriquece y se vuelve fecundo para el Reino.
El carisma que es el Espíritu Santo en Magdalena seguramente no agota su vitalidad en la realización de los dos Institutos.
Como consecuencia, distintos grupos laicos encuentran en Magdalena y en su don, su especial manera de vivir la fe, de testimoniar la caridad en los distintos ámbitos apostólicos de las distintas comunidades cristianas.

UM CANTO DE GRATIDÃO


La Iglesia nos propone a todos a Magdalena, y en especial, a sus Hijos e Hijas, como un testigo del Amor gratuito y fiel de nuestro Dios.
A Él damos gracias por el don de esta Madre y Hermana y por su intercesión pedimos de poderlo amar como Ella, por encima de cualquier otra cosa y hacerlo conocer a los hombres de nuestro tiempo, viviendo nuestra específica vocación.

ORAÇÃO


Deus Omnipotente e Eterno
que dás a teus Santos uma grande luz
e um forte sustento para a debilidade humana,
Digna-te escutar nossa oração por
intercessão de Santa Magdalena de Canossa.
Dá-nos a graça de seguir a Cristo
humilde e pobre e de caminhar,
como María,
na fidelidade à tua Palavra,
para chegar até Ti
e participar um dia de tua glória
com todos os santos.
Por Cristo Nosso Senhor.
Ámen

Reproduzido com autorização de Vatican.va

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução quase completa de espanhol para português por António Fonseca