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segunda-feira, 12 de abril de 2010

VISITA PASCAL - 11 DE ABRIL DE 2010

2ª edição - Pelo facto de ter saído truncada a anterior. AF.







VISITA PASCAL EM DOMINGO DE PASCOELA







NA COMUNIDADE DE S. PAULO DO VISO

 


Hoje, Domingo de Pascoela (11 de Abril de 2010) voltou a levar-se a efeito na Comunidade de S. Paulo do Viso, sob a forma de Visita Pascal, em algumas das ruas do Bairro do Viso (paróquia da Senhora do Porto) o anterior “Compasso” que se faz ainda hoje em muitas freguesias e aldeias do nosso Portugal e que se fez pela última vez neste local, há já muitos anos, precisamente há cerca de 37 ou 38 anos, por coincidência, no primeiro ano em que eu vim viver para este aglomerado habitacional em 1971, salvo erro ou omissão.







Havia várias cruzes percorrendo todas as casas dos paroquianos que o desejassem, e que nessa altura, já eram bastantes, e que espalhavam nas ruas e à entrada das casas e pelas escadarias dos blocos residenciais, ramos verdes e arbustos, folhas de palmeira, etc. para receberem a Cruz que era beijada por todos e também a bênção do padre ou diácono que a acompanhava e por sua vez entregavam as suas dádivas para a Igreja.







Por vários motivos, tal prática foi caindo em desuso em muitos locais e o saudoso Pároco da Senhora do Porto Padre António Inácio Gomes decidiu a partir dessa altura acabar com essa tradição, pois além de se registarem alguns abusos por parte de algumas pessoas (poucas felizmente) que achavam que convinha à Paróquia (ou ao Pároco) fazer o “Compasso” porque o que «interessava era arranjar dinheiro para encher os bolsos a alguém» à custa dos “papalvos” que faziam as suas ofertas, - como ia dizendo, - o Pároco um pouco desgostoso com isso, decidiu acabar com o “compasso”.







No entanto o actual Pároco Dr. Manuel Correia Fernandes, já na altura em que tomou posse, manifestou interesse em que se voltasse a efectuar o “compasso” - fosse na anterior fórmula ou como Visita Pascal - percorrendo as ruas da Paróquia. Assim já há dois ou três anos, começou a experiência, primeiro nas imediações da Igreja Paroquial, depois estendendo a área a outros locais, como Bairro de Santa Luzia, Bairro da Prelada e Bairro do Viso. Este ano, no Domingo de Páscoa, resolveu-se que fosse feita a Visita Pascal percorrendo as ruas do Bairro de Santa Luzia e hoje, Domingo de Pascoela, as ruas do Bairro da Comunidade de S. Paulo do Viso.







No nosso caso, após a missa das 10 horas, cerca das 11, foi feito o percurso de muitas das ruas do Bairro, efectuando-se uma pequena celebração junto da entrada Sul do Bairro, próximo das instalações do Ministério da Economia ali existentes, na qual após a Invocação feita pelo Pároco, seguida de um cântico pelo Grupo Coral Juvenil, foram efectuadas as leituras (primeira: Actos dos Apóstolos – 10, 40-43; segunda Ef. 2, 4-6; terceira Hebr. 10, 12-14; e quarta Rom. 6, 8-11) por 4 leitores, que foram intercaladas com cânticos de Aleluia e concluidas com Preces recitadas pelo Pároco e respondidas pelo povo presente com a invocação CRISTO RESSUCITADO, OUVI A NOSSA ORAÇÃO, e com o PAI NOSSO rezado e cantado e ainda com o Cântico SOMENTE TU.







Pouco depois das 12 horas e 30 a Cruz deu entrada na Igreja da Comunidade, acompanhada por muita gente que tinha assistido à referida Missa das 10 horas e que percorreu todas as ruas do Bairro, terminando a Visita Pascal deste ano. Para o ano, se Deus quiser, prosseguir-se-á com esta tradição, possivelmente melhorada e com mais gente a receber a beijar a Cruz do Senhor Jesus Cristo Ressuscitado.







Anexo algumas fotos que recolhi do evento para o documentarem devidamente.













Compilação do texto e fotos de António Fonseca

13 DE ABRIL DE 2010 - SANTOS DO DIA

IDA DE BOLONHA, BEATA

Ida de Bolonia, Beata

Viúva (1040-1113)

Teve dois filhos e um genro cujos nomes ficaram na história. Os filhos, Godofredo de Bulhão e Balduíno I, tomaram parte gloriosa na primeira cruzada e foram os primeiros soberanos do reino franco de Jerusalém (1099-1187). O genro foi Henrique IV, imperador da Alemanha, cujo nome anda ligado à “questão das investiduras”. Vencido, foi pedir e obteve o perdão de S. Gregório VII em Canossa (1077). Mas, tornando-se mais forte, reabriu as hostilidades, apoderou-se de Roma e enviou o Papa a morrer no exílio (1085).

Filha de Godofredo, duque da Baixa Lotaríngia, casou-se aos 17 anos com Eustáquio, conde de Bolonha. Os imensos domínios do conde iam do Luxemburgo actual até ao Atlântico. Piedosíssima, recebeu conselhos de Santo Anselmo, que a visitava em Bolonha e lhe escrevia cartas espirituais que se conservam. Gostava sobretudo de fazer belos paramentos litúrgicos. Rezava tanto que não faltou cronista que atribuísse, em boa parte, às suas orações o bom êxito da primeira cruzada. Dotou ricamente antigas abadias e fundou três novas. Numa destas, em Wast, foi enterrada e fez milagres segundo a tradição. Faleceu a 13 de Abril de 1113m, com setenta e três anos.

Recolhido em www.jesuitas.pt

 

Martinho l, Santo
Abril 13   -  Papa e Mártir, Abril 13

Martín l, Santo

Martinho l, Santo

LXXIV Papa e Mártir

Oriundo de Todi e diácono da Igreja romana, Martín foi eleito Papa para suceder ao Papa Teodoro, morto em 13 de Maio de 649. Imediatamente demonstrou muita firmeza na condução da Igreja. com efeito, não pediu nem esperou o consentimento para sua eleição por parte do imperador Constante II que um ano antes havia promulgado o Tipo, um documento em defesa da tese herética dos monotelitas. Para acabar com a difusão desta heresia, aos três meses de sua eleição, o Papa Martín convocou na basílica lateranense um grande concilio, a que foram convidados todos os bispos de Ocidente. 
A condenação de todos os escritos monotelitas, decretada nas cinco solenes sessões conciliares, suscitou a furiosa reacção da corte bizantina. O imperador ordenou ao exarca de Ravena, Olímpio, que fosse a Roma e prendesse o Papa. Olímpio não só se propôs cumprir as ordens imperiais, mas que tratou de assassinar ao Papa por meio de um sicário durante a celebração da missa em Santa María Maior. 
No momento de receber a Hóstia de mãos do Pontífice, o vil sicário sacou o punhal, mas nesse momento ficou repentinamente cego.
Provavelmente este feito convenceu a Olímpio de mudar de atitude e a reconciliar-se com o santo Pontífice e a projectar uma luta armada contra Constantinopla. Em 653, morto Olímpio de peste, o imperador pôde levar a cabo sua vingança, fazendo prender ao Papa por meio do novo exarca de Ravena, Teodoro Caliopa.
Martín, acusado de haver-se apoderado ilegalmente do alto cargo pontifício e de haver tramado com Olímpio contra Constantinopla, foi levado por mar para a  cidade do Bósforo. A longa viagem, que durou quinze meses, foi o começo de um cruel martírio. Durante as numerosas escalas não se permitiu a nenhum dos fieis que saíram a saudar ao Papa que se acercassem a ele. Ao prisioneiro não se lhe dava nem sequer a água para se banhar.

 

  Martín l, Santo

Martín l, Santo

Em 17 de Setembro de 654 chegou a Constantinopla, foi colocado numa camilla e exposto durante todo um dia aos insultos do povo, e depois o encerraram durante três meses na cadeia Prandiaria. Depois começou um longo e extenuante processo, durante o qual foram tais as sevícias que lhe fizeram murmurar ao imputado: “Façam de mim o que queiram; qualquer classe de morte será um bem para mim”.
Degradado publicamente, desnudo e exposto aos rigores do frio, encadeado, foi encerrado na cela reservada aos condenados a morte. Em 26 de Março de 655 o fizeram partir secretamente para o desterro em Crimeia. Sofreu a fome entre os bárbaros que habitavam a região, e morreu, ao que parece, a 13 de Abril de 656. Ficou sendo celebrado liturgicamente, até há pouco, a 12 de Novembro; o outro Martinho, do dia 11, atraiu este para junto de si.

Monotelismo: É uma heresia em que se aceitava as duas naturezas de Jesús, mas tão só uma vontade: a divina.
¿Queres saber mais? Consulta ewtn


Neste dia também se festeja a São Hermenegildo e a Santa Margarita de Ciudad Castillo

Hermenegildo, Santo
Abril 13   -  Mártir

Hermenegildo, Santo

Hermenegildo, Santo

Mártir

Hermenegildo e seu irmão, Recaredo eram filhos de Leovigildo, rei dos visigodos de Espanha, e de sua primeira esposa, Teodósia.
Seu pai os educou na heresia arriana. Sem embargo, Hermenegildo se casou com uma católica, que com seu exemplo e orações converteram o mártir.
Seu pai ao inteirar-se disto se enfureceu e o deserdou, e tomou prisioneiros a sua esposa e filho.
Sem embargo, logo depois de um ano fizeram as pazes. Tempo depois, a segunda esposa de Leovigildo começou a despertar novas suspeitas contra Hermenegildo, que foi encarcerado em Tarragona acusado de heresia; se lhe oferecia a liberdade na condição de que se retractasse. 
O mártir pediu fervorosamente a Deus que o fortalecesse em seu combate pela fé, acrescentou mortificações voluntárias a seus sofrimentos e se vestiu com um saco, como os penitentes.
Ao negar-se a receber a comunhão de mãos de um bispo arriano, seu pai o mandou matar.
Hermenegildo recebeu a noticia com grande resignação e morreu instantaneamente de um só golpe de maça.
São Gregório o Grande atribui aos méritos de Santo Hermenegildo a conversão de seu irmão Recaredo e de toda a Espanha visigótica.

MARGARIDA DE CIDADE CASTELO, Beata

(ou BEATA MARGARIDA DE MÉTOLA)
Abril 13   -  Laica Dominicana - (Cega, corcunda, coxa) (1320)

Margarita de Ciudad Castillo, Beata

Margarita de Cidade Castello, Beata

Laica Dominicana

No castelo de Métola, em Città di Castello, em Itália, viviam em 1287 os Condes D. Parisio e D. Emília, esperando o nascimento do primeiro herdeiro. Certos de que seria um menino, forte e belo, continuador do nome e das glórias da família, mandaram preparar grandes festejos. Convidaram os fidalgos das cidades vizinhas, prepararam banquetes e esplendorosos espectáculos. Os trovadores, os actores e os músicos aguardavam o minuto em que o menino viesse à luz do dia para desatarem num coro de louvores e de música.

Quanto tão grandes esperanças se debruçavam sobre a criança que havia de nascer, veio ao mundo uma menina disforme, cega e coxa, aleijada e feia.

A notícia foi mantida oculta e toda a festa se desfez repentinamente. Os pais, envergonhados, ocultaram a infeliz, chamada Margarida,  a princípio no celeiro, depois no sótão e mais tarde numa cela pegada à capela que possuíam no bosque.

Os horríveis defeitos do corpo eram compensados pelas qualidades de alma. Dotada de inteligência e memória invulgares,  aprendeu Margarida de cor muitas orações que repetia nas horas de soledade, para seu conforto.

Morreu nessa altura na cidade um frade franciscano, de nome Tiago. Era tal a fama da sua santidade que lhe começaram a atribuir numerosos milagres. Um raio de esperança iluminou a vida dos Condes. Levaram a aleijadinha, que então contava 16 anos, ao túmulo do frade santo, para lhe pedirem ou quase exigirem um milagre. A menina , depois de longo tempo de oração silenciosa, proferiu estas palavras:

Senhor, concedei-me a cura, se for da vossa santíssima vontade. Senhor, se quiserdes que leve a minha cruz até à morte, ficarei igualmente contente. Só Vos peço que se faça a vossa vontade.

O milagre não veio. No fim da oração, a menina continuava cega, corcunda, coxa e anã. Os desapiedados pais abandonaram a desgraçadinha na igreja e fugiram apressadamente para o castelo. Umas pobres mulheres, que ali vieram rezar, tiveram compaixão da menina. Desde essa altura passou ela a ser propriedade comum de toda a gente, andando de casa em casa, sustentada pela caridade.

A pobre cega, abandonada, como traste inútil, por todos, até pelas freiras dum convento, foi finalmente recolhida por uma família rica. Com memória prodigiosa, rezava de cor todos os dias os 150 salmos, os Ofícios de Nossa Senhora e de Santa Cruz. Consagrava especial devoção ao Menino Jesus e a São José, concorrendo poderosamente para a difusão do culto de tão amável santo.

Alma inocente e pura, encantava a toda a gente pela sua alegria, inocência, desconhecimento do mal do mundo, abandono filial nas mãos de Deus e terna confiança nos amigos. Desculpava os defeitos alheios e acreditava na bondade de toda a gente.

Apaixonada pelas crianças, atendi-as com carinho, ensinava-lhes a catequese e contava-lhes variadas histórias. Conduzida por mãos caridosas à cabeceira dos doentes, consolava-os, infundia-lhes resignação e consegui a que os pecadores mais endurecidos se reconciliassem com Deus. Parecia ter recebido do céu a missão de difundir a paz, luz e graça. Atribuíam-lhe já em vida grandes milagres. Tendo-se declarado um incêndio na casa duma família que a recebera, bastou deitar o seu manto sobre as labaredas para logo se apagarem.

Prodígios ainda maiores sucederam depois da sua morte, ocorrida no dia 13 de Abril de 1320, quando Margarida contava 33 anos de idade. O povo começou desde logo a invocá-la como santa. A 9 de Junho de 1558, mais de dois séculos após a sua morte, o seu corpo foi encontrado fresco e incorrupto. A 19 de Outubro de 1509, o Papa Paulo V reconheceu a sua santidade concedendo-lhe o título de Beata. É venerada na Ordem Dominicana e na Diocese de Santo Ângelo in Vado.

Todos os limitados físicos, como a Beata Margarida de Métola, podem ser integrados na sociedade e prestar-lhe serviço.

Recolhido em www.jesuitas.pt

 

Scubilion Rousseau, Beato
Abril 13   -  Irmão Cristão de La Salle

Scubilion Rousseau, Beato

Scubilion Rousseau, Beato

Religioso Lassallista

Martirológio Romano: Na ilha da Reunião, no Oceano Índico, beato Scubilión (Juan Bernardo), religioso do Instituto das Escolas Cristãs, que ensinou incansavelmente as crianças e ofereceu ajuda aos pobres e esperança aos escravos (1867). 
Data de beatificação: 2 de Maio de 1989

Jovem cristão, Juan Bernardo Rousseau faz o catecismo em seu povo natal de Borgonha, França, quando lhe apresentam aos Irmãos que acabam de abrir uma escola numa cidade vizinha. Entra no Noviciado de París em 1822.
Depois de dez anos de ensino nas escolas elementares, em França, o irmão Scubilion sai de França em 1833 para consagrar os trinta e quatro anos de vida que ficam os escravos da ilha da Reunião, no Oceano Índico. 
O chamam o "Catequista dos escravos"; inaugura classes de noite para eles e são numerosos os que vêm, ainda depois de uma dura jornada de trabalho.
Inventa programas e técnicas especialmente adaptadas a suas necessidades e a suas capacidades, para poder ensinar-lhes o essencial da doutrina e da moral cristãs e prepará-los para receber os sacramentos.
Ganha sua amizade com suas atitudes cordiais e cheias de respeito para com eles. Depois da emancipação dos escravos em 1848, continua ocupando-se deles e os ajuda a adaptar-se a sua nova vida de liberdade e de responsabilidade.
Durante os últimos anos de sua vida, apesar de sua saúde delicada, colabora com o clero local quando vai a visitar os enfermos, granjeando-se o coração dos pecadores, animando as vocações e até fazendo o que parece curas milagrosas.
Quando falece se o venera em toda a ilha como a um santo.
Nascido em Annay la-Côte, França, em 21 de Março de 1797
Entrado no Noviciado em 24 de Dezembro de 1822
Falecido na ilha da Reunião, em 13 de Abril de 1867
Beatificado em 2 de Maio de 1989

Sabas Reyes Salazar, Santo
Abril 13   -  Mártir Mexicano

Sabas Reyes Salazar, Santo

Sabas Reyes Salazar, Santo

Nasceu em Cocula, Jalisco (Arquidiocese de Guadalajara), em 5 de Dezembro de 1883.
Vigário de Tototlán, Jal. (Diócesis de San Juan de los Lagos). Simples e fervoroso, tinha especial devoção à Santíssima Trindade.
Também invocava frequentemente as almas do purgatório.
Procurou muito a formação dos meninos jovens, tanto na catequese como no ensino de ciências, ofícios e artes, especialmente na música.
Cumprido e abnegado em seu ministério. Exigia muito respeito em tudo o referente ao culto e gostava que com prontidão se cumprisse qualquer dever.
Quando, pelo perigo que havia para os sacerdotes, o aconselhavam que saísse de Tototlán, ele replicava: «A mim aqui me deixaram e aqui espero, a ver que dispõe Deus».
Na Semana Santa de 1927 chegaram as tropas federais e los agrários buscando ao Sr. Cura Francisco Vizcarra e a seus ministros.
Só encontraram ao padre Reyes e nele concentraram todo seu ódio. O tomaram preso, o ataram fortemente a uma coluna do templo paroquial, o torturaram três dias por meio da fome e da sede e com sadismo inqualificável, lhe queimaram as mãos porque estavam consagradas.
Em 13 de Abril de 1927, Quarta-feira Santa, foi conduzido ao cemitério. Balearam-no, mas antes de morrer, mais com a alma que com a voz, pôde gritar o sacerdote mártir: «¡Viva Cristo Rei!».

Os 25 santos canonizados em 21 de Maio de 2000 foram:

1 - Cristobal Magallanes Jara, Sacerdote; 2 - Roman Adame Rosales, Sacerdote; 3 - Rodrigo Aguilar Aleman, Sacerdote; 4 - Julio Alvarez Mendoza, Sacerdote; 5 - Luis Batis Sainz, Sacerdote; 6 - Agustin Caloca Cortés, Sacerdote; 7 - Mateo Correa Magallanes, Sacerdote; 8 - Atilano Cruz Alvarado, Sacerdote; 9 - Miguel De La Mora De La Mora, Sacerdote; 10 - Pedro Esqueda Ramirez, Sacerdote; 11 - Margarito Flores Garcia, Sacerdote; 12 - José Isabel Flores Varela, Sacerdote; 13 - David Galvan Bermudez, Sacerdote; 14 - Salvador Lara Puente, Laico; 15 - Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Sacerdote; 16 - Jesus Mendez Montoya, Sacerdote; 17 - Manuel Morales, Laico; 18 - Justino Orona Madrigal, Sacerdote; 19 - Sabas Reyes Salazar, Sacerdote; 20 - José Maria Robles Hurtado, Sacerdote; 21 - David Roldan Lara, Laico; 22 - Toribio Romo Gonzalez, Sacerdote; 23 - Jenaro Sanchez Delgadillo; 24 - David Uribe Velasco, Sacerdote; 25 - Tranquilino Ubiarco Robles, Sacerdote

Para ver as biografias dos Mártires Mexicanos do século XX. Faz Click AQUI
Reproduzido com autorização de Vatican.va

http://es.catholic.net/santoral e também www.jesuitas.pt

 

Recolha, transcrição e tradução (incompleta) de espanhol para português, por António Fonseca

12 DE ABRIL DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

NOTA PRÉVIA:

Problemas técnicos surgidos no meu sistema de Windows Live Writer, que lamentavelmente ainda não consegui resolver, - nem sei ainda como o devo fazer, - têm impedido a normal publicação das biografias dos Santos de cada dia (e não só) – como aliás ontem, ou melhor já depois das 24 horas de ontem, ou seja hoje, me aconteceu com a publicação truncada da “reportagem acerca da Visita Pascal efectuada no Bairro do Viso, em Domingo de Pascoela, que mesmo assim, vou tentar publicar hoje novamente como desejaria ter feito. Pelo acontecidocontra a minha vontadeespero a vossa cooperação e compreensão das falhas verificadas. Como podem verificar hoje não é feita a tradução habitual. Desculpem-me e muito obrigado. António Fonseca

Julio I, Santo
Abril 12   -  Papa

Julio I, Santo

Julio I, Santo

XXXV Papa

Se conocen pocos datos de su vida anterior a la elección para Sumo Pontífice el 6 de febrero del 337, muerto el papa Marcos y después de ocho meses de sede vacante. El Liber Pontificalis nos dice que era romano y que su padre se llamaba Rústico.
La primera de las actuaciones que deberá realizar -que le seguirá luego por toda su vida- está directamente relacionada con la lucha contra el arrianismo. Había sido condenada la herejía en el Concilio universal de Nicea, en el 325; pero una definición dogmática no liquida de modo automático un problema, cuando las personas implicadas están vivas, se aferran a sus esquemas y están preñadas de otros intereses menos confesables.
A la muerte del emperador Constantino, por decreto, pueden regresar a sus respectivas diócesis los obispos que estaban en el destierro. Es el caso de Atanasio que vuelve a su legítima sede de Alejandría con el gozo de los eclesiásticos y del pueblo. Pero los arrianos habían elegido para obispo de esa sede a Pisto y comienzan las intrigas y el conflicto. El Papa Julio recibe la información de las dos partes y decide el fin del pleito a favor de Atanasio.
Eusebio de Nicomedia
, Patriarca proarriano con sede en Constantinopla, envía una embajada a Roma solicitando del papa la convocatoria de un sínodo. Por su parte, Atanasio -recuperadas ya sus facultades de gobierno- ha reunido un importante sínodo y manda al papa las actas que condenan decididamente el arrianismo y una más explícita profesión de fe católica.
Julio I, informado por ambas partes, convoca el sínodo pedido por los arrianos. Pero estos no envían representantes y siguen cometiendo tropelías.
Muere Eusebio y le sucede Acacio en la línea del arrianismo. Otro sínodo arriano vuelve a deponer a Atanasio y nombra a Gregorio de Capadocia para Alejandría.
El papa recoge en Roma a los nuevamente perseguidos y depuestos obispos con Atanasio a la cabeza. Como los representantes arrianos siguen sin comparecer, Julio I envía pacientemente a los presbíteros Elpidio y Filoxeno con un resultado nulo en la gestión porque los arrianos siguen rechazando la cita que pidieron.
En el año 341 se lleva a cabo la convocatoria del sínodo al que no quieren asistir los arrianos por más que fueron ellos los que lo solicitaron; ahora son considerados por el papa como rebeldes. En esta reunión de obispos se declara solemnemente la inocencia de Atanasio; el papa manda una encíclica a los obispos de Oriente comunicando el resultado y añade paternalmente algunas amonestaciones, al tiempo que mantiene con claridad la primacía y autoridad de la Sede Romana.
Los arrianos se muestran rebeldes y revueltos; en el mismo año 341 reúnen otro sínodo en Antioquía que reitera la condenar a Atanasio y en el que se manifiestan antinicenos.
Estando así las cosas, el papa Julio I decide convocar un concilio más universal. En este momento se da la posibilidad de contar con la ayuda de Constancio y Constante -hijos de Constantino y ahora emperadores- que se muestran propicios a apoyar las decisiones del encuentro de obispos arrianos y católicos. El lugar designado es Sárdica; el año, el 343; el presidente, el español -consejero del emperador- Osio, obispo de Córdoba. El papa envía también por su parte legados que le representen.
Pero se complican las cosas. Los obispos orientales arrianos llegan antes y comienzan por su cuenta renovando la exclusión de Atanasio y demás obispos orientales católicos. Luego, cuando llegan los legados que dan legitimidad al congreso, se niegan a tomar parte en ninguna deliberación, apartándose del Concilio de Sárdica, reuniendo otro sínodo en Philipópolis, haciendo allí otra nueva profesión de fe y renovando la condenación de Atanasio. El bloque compacto de obispos occidentales sigue reunido con Osio y los legados.
Celebran el verdadero Concilio que declara la inocencia de Atanasio, lo repone en su cargo, hace profesión de fe católica y excomulga a los intrusos rebeldes arrianos. Como conclusión, se ha mantenido la firmeza de la fe de Nicea, reforzándose así la ortodoxia católica.
Aún pudo Julio I recibir una vez más en Roma al tan perseguido campeón de la fe y ortodoxia católica que fue Atanasio, cuando va a agradecer al primero de todos los obispos del orbe su apoyo en la verdad, antes de volver a Alejandría.
Julio I escribirá otra carta más a los obispos orientales y de Egipto.
En los 15 años de papado, sobresale su gobierno leal no exento de muchas preocupaciones y desvelos por defender la verdad católica. La lealtad a la fe y la búsqueda de la justicia en el esclarecimiento de los hechos fueron sus ejes en toda la controversia posnicena contra el arrianismo. Su paciente gobierno contribuyó a la clarificación de la ortodoxia fortaleciendo la primacía y autoridad de la Sede Romana.

• Teresa de Jesús de los Andes
Abril 12   -  Monja Carmelita

Teresa de Jesús de los Andes

Teresa de Jesús de los Andes

Religiosa Carmelita

Martirologio Romano: En la ciudad de Los Andes, en Chile, santa Teresa de Jesús (Juana) Fernández Solar, virgen, que, siendo novicia en la Orden de Carmelitas Descalzas, consagró, como ella misma decía, su vida a Dios por el mundo pecador, muriendo de tifus a los veinte años de edad (1920).
Etimológicamente: Teresa = Aquella que es experta en la caza, es de origen griego.

Teresa de Jesús de Los Andes (Juanita Fernández Solar) es la primera chilena y la primera carmelita americana que ha alcanzado el honor de los altares. Nació en Santiago de Chile el 13 de julio de 1900, en el seno de una familia acomodada, muy cristiana.
Desde los 6 años asistía con su madre casi a diario a la santa misa y suspiraba por la comunión, que recibió por primera vez el 1 de septiembre de 1910. Desde entonces procuraba comulgar diariamente y pasar largo rato en diálogo amistoso con Jesús.
También desde su niñez vivió una intensa vida mariana, que fue uno de los grandes cimientos de su vida espiritual. El conocimiento y amor de la Madre de Dios vivificó y sostuvo todos los momentos de su camino en el seguimiento de Cristo.
Hizo sus estudios en el colegio del Sagrado Corazón. Profundamente afectiva, se creía incapaz de vivir separada de los suyos. Sin embargo, asumió generosamente la prueba de estudiar en régimen de internado los tres últimos cursos, como entrenamiento para la separación definitiva, que se consumaría el 7 de mayo de 1919, ingresando en las Carmelitas Descalzas de Los Andes.
Se había sentido llamada al Carmelo a los 14 años. Y, mediante la lectura de los santos carmelitas y la frecuente correspondencia con la priora de Los Andes, fue preparándose, de suerte que es admirable la clarividencia con que, desde sus 17 años, expone el ideal de la carmelita y el ardor con que defiende su vida contemplativa. Ella la abrazó ilusionada por verdadero amor al mundo; para serle más útil como testigo de la dimensión espiritual del hombre, y para contribuir con su sacrificio a que la sangre de Cristo se derrame sobre la humanidad y la purifique.
No alcanzando a vivir ni un año entero en el convento, murió el 12 de abril de 1920. Las religiosas aseguraban que al entrar ya era santa. De modo que, en tan corto tiempo, pudo consumar la carrera a la santidad que había iniciado muy en serio mucho antes de su primera comunión: “Cristo, ese loco de amor, me ha vuelto loca”, decía.
Estaba siempre dispuesta a servir y a sacrificarse por los demás, sobre todo para que reinaran la alegría y la felicidad, para hacer amable y atractiva la virtud. Su vida fue enteramente normal y equilibrada.
Alcanzó una envidiable madurez integrando en la más armoniosa síntesis lo divino y lo humano: oración, estudios, deberes hogareños... y deporte -al que era muy aficionada- destacando en natación y equitación.
Su santuario, visitado por más de cien mil peregrinos cada mes, se ha convertido en uno de los centros espirituales más concurridos de Chile.
Fue beatificada por el Papa Juan Pablo 11 en Santiago de Chile el 3 de abril de 1987, y canonizada en la basílica de San Pedro el domingo 21 de marzo de 1993.
Nota: Hoy 12 de julio se la festeja en el calendario carmelita, el Martirologio Romano la recuerda el 12 de abril, el día de su ingreso a la Casa del Padre.

• José Moscati, Santo
Abril 12   -  O médico santo

José Moscati, San

José Moscati, Santo

O Médico Santo
(1880-1927)

El doctor José Moscati nació en Benevento (Italia), el 25 de julio de 1880. Ingresó a la universidad para estudiar medicina y a los veintidós años de edad se graduó con las mejores calificaciones de su generación. Se levantaba diariamente muy temprano para ir a misa y recibir la comunión. Después se dirigía a las colonias pobres para ver algunos enfermos y a las ocho treinta de la mañana iniciaba el trabajo en el hospital.
Sus pacientes predilectos eran los pobres. Basta narrar un episodio que sucedió en los últimos años de su vida. Desde hacía tiempo atendía a un anciano pobre. Ya que no podía visitarlo en su casa con la frecuencia deseada, le pidió que todos los días fuera a desayunar al café situado junto a la iglesia donde acudía diariamente a misa y así lo podía ver. El día en que el anciano no iba a desayunar, el doctor acudía a su domicilio para asistirlo. De los pobres nunca aceptaba honorarios, antes bien los curaba a sus expensas o los ayudaba sin hacerse notar.
Después de la muerte del doctor, su hermana Ana aseguró que durante su vida, dedicó todas sus ganancias -que no eran pocas- a los pobres, sin quedarse con nada.
Cuando sucedió la erupción del Vesubio en 1906, fue de voluntario a Torre del Greco donde había un gran hospital, con la orden de desalojarlo. Durante más de veinte horas ayudó a trasladar enfermos a un lugar seguro. Cuando todos estaban a salvo, el techo del edificio se derrumbó por el peso de las cenizas. Durante la epidemia de cólera de 1911 en Nápoles, se mantuvo en su puesto a pesar de que los demás médicos se ausentaban, sosteniendo con abnegación heroica las tareas más difíciles en las zonas más afectadas de la ciudad.
En 1911 fue nombrado director del Hospital de Incurables y se le encomedó la formación de los estudiantes de medicina. Son suyas estas palabras dirigidas a uno de ellos: “Ama la verdad; muéstrate cual eres, sin fingimientos, sin miedos, sin miramientos. Y si la verdad te cuesta persecución, acéptala; y si tormento, sopórtalo. Y si por la verdad tuvieras que sacrificarte a ti mismo y a tu vida, sé fuerte en el sacrificio”.
Su densa jornada, llena de ocupaciones en el hospital, la universidad, el consultorio y las visitas domiciliarias, quebrantaron su salud. Murió el 12 de abril de 1927. Aquella mañana, como siempre, asistió al hospital, visitando a numerosos enfermos. Hacia las tres de la tarde se sentó en un sillón, donde murió.
Entre los primeros que acudieron a rezar ante su cadáver estuvo el cardenal Ascalesi, quien ante los presentes, pronunció estas conmovedoras palabras: “El doctor pertenecía a la Iglesia; no a aquella de quienes sanó el cuerpo, sino de la de quienes salvó el alma y que salieron a su encuentro mientras subía al cielo”. Fue beatificado en 1975 por el papa Pablo VI y canonizado el 25 de octubre de 1987 por el papa Juan Pablo II.

Zenón de Verona, Santo
Abril 12   -  Bispo

Zenón de Verona, Santo

Zenón de Verona, Santo

Bispo

Etimológicamente significa “relativo a al dios Zeus”. Viene del griego y del latín.
Cuando se visita la preciosa ciudad de Verona, acude a la mente la imagen de este santo. Los ojos no sólo contemplan el anfiteatro – bien conservado – o la casa de Julieta, sino que también se da una vuelta para visitar la iglesia de san Zenón.
El murió hacia el año 380. Se le conocía solamente gracias a los cien sermones que se le atribuyen.
Se sabe que fue obispo de Verona, cerca de Venecia en el 362. Lo primero que aparece de su figura ,está en Juliano el Apóstata (361-363). Es el caso de un clérigo pagano restablecido en su cargo durante el imperio, pero al que se le prohibió que hiciera proselitismo entre los cristianos.
Otro dato es el que proviene de Teodosia. Fue ella quien proclamó el cristianismo como religión del Estado.
El obispo Zenón vivía al modo, al estilo propio que llevaban los apóstoles.
Se le suele representar en el arte e iconografía como el santo que lleva un pez para recordarnos que, si no quieres estar a cargo de nadie, debes ir a pescar al río o al mar para comer lo necesario.
Buena idea y magnífica lección la que nos deja su simbología que, como siempre, trasciende la mirada hacia delante y nunca hacia atrás.
Si visitas Verona, además de lo típico en las guías turísticas, acércate un rato a contemplar el templo de san Zenón.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

David Uribe Velasco, Santo
Abril 12   -  Mártir

David Uribe Velasco, Santo

David Uribe Velasco, Santo

Nació en Buenavista de Cuéllar, Gro. (Diócesis de Chilapa), el 29 de diciembre de 1889.
Párroco de Iguala, Gro. (Diócesis de Chilapa). Ejerció ejemplarmente su ministerio en una región atacada por la masonería, el protestantismo y un grupo de cismáticos.
El militar que le apresó le propuso toda clase de garantías y libertad si aceptaba las leyes y el ser obispo de la Iglesia cismática creada por el Gobierno de la República, pero el Padre David reafirmó lo que había escrito un mes antes, y que revela toda la fuerza de su fe y de su fidelidad: «Si fui ungido con el óleo santo que me hace ministro del Altísimo, ¿por qué no ser ungido con mi sangre en defensa de las almas redimidas con la sangre de Cristo? !Qué felicidad morir en defensa de los derechos de Dios! ¡Morir antes que desconocer al Vicario de Cristo!»
Ya en la prisión escribió sus últimas palabras: «Declaro que soy inocente de los delitos que se me acusa. Estoy en las manos de Dios y de la Virgen de Guadalupe. Pido perdón a Dios y perdono a mis enemigos; pido perdón a los que haya ofendido».
Llegado a un lugar cercano a la estación de San José Vistahermosa, Mor. (Diócesis de Cuernavaca). Apenas hubo pisado tierra, se puso de rodillas y desde lo más profundo de su alma imploró de Dios el perdón de sus pecados y la salvación de México y de su Iglesia.Se levantó tranquilo y dirigiéndose a los soldados con paternal acento, les dijo: «Hermanos, hínquense que les voy a dar la bendición. De corazón les perdono y solo les suplico que pidan a Dios por mi alma. Yo, en cambio, no los olvidaré delante de El».
Levantó firme su diestra y trazó en el aire el signo luminoso de la Cruz; después repartió entre los mismos su reloj, su rosario, un crucifijo y otros objetos.
Sus restos descansan en la en el iglésia de San Antonio de Padua en su pueblo natal de Buenavista de Cuéllar.
Fue sacrificado con un tiro en la nuca el 12 de abril de 1927.

 
Os 25 santos canonizados em 21 de Maio de 2000 foram:


1 - Cristobal Magallanes Jara, Sacerdote; 2 - Roman Adame Rosales, Sacerdote; 3 - Rodrigo Aguilar Aleman, Sacerdote; 4 - Julio Alvarez Mendoza, Sacerdote; 5 - Luis Batis Sainz, Sacerdote; 6 - Agustin Caloca Cortés, Sacerdote; 7 - Mateo Correa Magallanes, Sacerdote; 8 - Atilano Cruz Alvarado, Sacerdote; 9 - Miguel De La Mora De La Mora, Sacerdote; 10 - Pedro Esqueda Ramirez, Sacerdote; 11 - Margarito Flores Garcia, Sacerdote; 12 - José Isabel Flores Varela, Sacerdote; 13 - David Galvan Bermudez, Sacerdote; 14 - Salvador Lara Puente, Laico; 15 - Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Sacerdote; 16 - Jesus Mendez Montoya, Sacerdote; 17 - Manuel Morales, Laico; 18 - Justino Orona Madrigal, Sacerdote; 19 - Sabas Reyes Salazar, Sacerdote; 20 - José Maria Robles Hurtado, Sacerdote; 21 - David Roldan Lara, Laico; 22 - Toribio Romo Gonzalez, Sacerdote; 23 - Jenaro Sanchez Delgadillo; 24 - David Uribe Velasco, Sacerdote; 25 - Tranquilino Ubiarco Robles, Sacerdote


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Reproduzido com autorização de Vatican.va

Alfério, Santo
Abril 12   -  Abade

Alferio, Santo

Alfério, Santo

Nacido en Salermo, Italia, en el año 930.
Miembro de la noble familia Pappacarbone. Era embajador para el Duque Gisulf de Salermo, cuando cayó tremendamente enfermo en la abadía de Chiusa, Italia, él prometió a Dios que si sobrevivía, le entregaría su vida a Él asumiendo una vida religiosa.
Cuando él se recuperó, se hizo monje en Cluny, Francia, entrenado por San Odilio.
El Duque Gisulf lo llamó nuevamente a Salermo para reformar los monasterios en esa región. Alferio tuvo éxito moderado en esta tarea.
Se volvió ermitaño en la Montaña Fenestra cerca de Salerno en el año 1011.
Su reputación de santidad y sabiduría se extendió por toda la region, por lo que muchos estudiantes se acercaban a él, de entre ellos seleccionó doce, y fundó la abadía Benedictina de la Santísima Trinidad de La Cava bajo la regla de Cluniac.
La abadía se volvió el modelo a seguir para otras fundaciones en la zona; esta red de casas se volvieron una fuerza poderosa para la civilización y religión en Sicilia e Italia del sur.
Vivió hasta los 120 años de edad, y gobernó la abadía hasta el día de su muerte; ese día el celebro Misa y lavó los pies de sus hermanos, incluso el futuro Papa Victor III. Era el Jueves Santo del año 1050.
Su culto fue confirmado en el año 1893 por S.S. León XIII

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução (incompleta de espanhol para português) por António Fonseca

VISITA PASCAL EM DOMINGO DE PASCOELA



NA COMUNIDADE DE S. PAULO DO VISO







Hoje, Domingo de Pascoela (11 de Abril de 2010) voltou a levar-se a efeito na Comunidade de S. Paulo do Viso, sob a forma de Visita Pascal, em algumas das ruas do Bairro do Viso (paróquia da Senhora do Porto) o anterior “Compasso” que se faz ainda hoje em muitas freguesias e aldeias do nosso Portugal e que se fez pela última vez neste local, há já muitos anos, precisamente há cerca de 37 ou 38 anos, por coincidência, no primeiro ano em que eu vim viver para este aglomerado habitacional em 1971, salvo erro ou omissão.



Havia várias cruzes percorrendo todas as casas dos paroquianos que o desejassem, e que nessa altura, já eram bastantes, e que espalhavam nas ruas e à entrada das casas e pelas escadarias dos blocos residenciais, ramos verdes e arbustos, folhas de palmeira, etc. para receberem a Cruz que era beijada por todos e também a bênção do padre ou diácono que a acompanhava e por sua vez entregavam as suas dádivas para a Igreja.



Por vários motivos, tal prática foi caindo em desuso em muitos locais e o saudoso Pároco da Senhora do Porto Padre António Inácio Gomes decidiu a partir dessa altura acabar com essa tradição, pois além de se registarem alguns abusos por parte de algumas pessoas (poucas felizmente) que achavam que convinha à Paróquia (ou ao Pároco) fazer o “Compasso” porque o que «interessava era arranjar dinheiro para encher os bolsos a alguém» à custa dos “papalvos” que faziam as suas ofertas, - como ia dizendo, - o Pároco um pouco desgostoso com isso, decidiu acabar com o “compasso”.



No entanto o actual Pároco Dr. Manuel Correia Fernandes, já na altura em que tomou posse, manifestou interesse em que se voltasse a efectuar o “compasso” - fosse na anterior fórmula ou como Visita Pascal - percorrendo as ruas da Paróquia. Assim já há dois ou três anos, começou a experiência, primeiro nas imediações da Igreja Paroquial, depois estendendo a área a outros locais, como Bairro de Santa Luzia, Bairro da Prelada e Bairro do Viso. Este ano, no Domingo de Páscoa, resolveu-se que fosse feita a Visita Pascal percorrendo as ruas do Bairro de Santa Luzia e hoje, Domingo de Pascoela, as ruas do Bairro da Comunidade de S. Paulo do Viso.



No nosso caso, após a missa das 10 horas, cerca das 11, foi feito o percurso de muitas das ruas do Bairro, efectuando-se uma pequena celebração junto da entrada Sul do Bairro, próximo das instalações do Ministério da Economia ali existentes, na qual após a Invocação feita pelo Pároco, seguida de um cântico pelo Grupo Coral Juvenil, foram efectuadas as leituras (primeira: Actos dos Apóstolos – 10, 40-43; segunda Ef. 2, 4-6; terceira Hebr. 10, 12-14; e quarta Rom. 6, 8-11) por 4 leitores, que foram intercaladas com cânticos de Aleluia e concluidas com Preces recitadas pelo Pároco e respondidas pelo povo presente com a invocação CRISTO RESSUCITADO, OUVI A NOSSA ORAÇÃO, e com o PAI NOSSO rezado e cantado e ainda com o Cântico SOMENTE TU.



Pouco depois das 12 horas e 30 a Cruz deu entrada na Igreja da Comunidade, acompanhada por muita gente que tinha assistido à referida Missa das 10 horas e que percorreu todas as ruas do Bairro, terminando a Visita Pascal deste ano. Para o ano, se Deus quiser, prosseguir-se-á com esta tradição, possivelmente melhorada e com mais gente a receber a beijar a Cruz do Senhor Jesus Cristo Ressuscitado.



Anexo algumas fotos que recolhi do evento para o documentarem devidamente.





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Compilação do texto e fotos de António Fonseca