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terça-feira, 20 de abril de 2010

20 de ABRIL de 2010 - SANTOS DO DIA

• Aniceto, Santo
Abril 20   -  XI Papa

Aniceto, Santo

Aniceto, Santo

XI Papa

Martirológio Romano: Em Roma, santo Aniceto, papa, que recebeu fraternalmente como hóspede insigne a são Policarpo, para tratar juntos acerca da data da Páscoa (c. 166).
Etimologicamente: Aniceto = Aquele homem de grande força, é de origem grega.

As noticias que temos sobre sua vida são poucas. É o décimo sucessor de São Pedro; foi Papa entre São Pío I e São Sotero; regeu a Igreja pelo tempo de onze anos - desde 155 a 166 - e era originário de Emesa, na Síria.
As circunstâncias em que trabalhou são dadas pela situação social, política, económica e cultural da época. No século II se utilizava o grego como língua cultual; os Papas são provenientes de famílias humildes do povo; ser eleito para esse serviço era eleição para o martírio (até ao século IV todos os Papas deram sua vida pela fé). 
O cuidado ou serviço aos irmãos tinha que ser intenso, sacrificado, valente, generoso e muito exigente mas cheio de bondade. Os discípulos de Jesús que aumentavam cada dia levavam ainda uma existência precária ainda nos períodos de paz. Inclusive com os Antoninos, a morte para o cristão podia estar detrás de qualquer acusação ou acontecimento; até o estóico Marco Aurélio pensou que a paciência dos mártires cristãos era fanatismo.
Havia que esforçar-se em levar aos pagãos o mistério, porque o Reino era também para dar a eles. Foi preciso contrariar aos pensantes pagãos que depressa, com sarcasmo, ironia e calúnia, ridiculizavam o espírito e vida dos cristãos. Por isso a fé se fez, além disso, apologia.
Aos cuidados havia que acrescentar a atenção primária da grei com os problemas que surgem desde dentro. Já pululavam versões cristãs de fé que não coincidiam com o genuíno modelo e era preciso manter a qualquer preço a pureza da fé recebida. Essa era a situação do complexo sistema que logo se chamou gnosticismo - se têm por cristãos e ensinam o secreto conhecimento do divino, recebem influências platónicas e de religiões dualistas persas, formam grupos cerrados, negam a morte expiatória de Jesús e recusam a ressurreição do corpo terreno-.
Marción era gnóstico, viveu em Roma e em tempo do Papa Aniceto; dizia que havia dois princípios: o bom era Deus e o espírito maléfico criou o mundo, a matéria e o corpo; se fez rico com negócios navieros; fazia estrago entre os cristãos semeando confusão e negando o valor do corpo com seu rigorismo extremo.
Nestes cuidados discorreu a vida de Aniceto.
Houve um assunto peculiar que merece comentário. Policarpo vem a Roma para tratar com o Papa um tema sério. Ele foi em seu tempo discípulo directo de São João, o apóstolo jovem, e agora é o bispo de Esmirna. Com seus oitenta e cinco anos quer deixar acordada a data da principal festa cristã. Os de Oriente seguem a tradição joânica, enquanto que os de Ocidente seguem a tradição de Pedro. Não chegaram a acordo. É uma questão - a da Páscoa - que tardará em resolver-se até ao concilio de Nicea. Mas se despedem em comunhão sem romper a unidade nem quebrar a caridade ¡Todo um exemplo!
Não há dados explícitos e concludentes sobre o lugar e modo de seu trânsito. O Liber Pontificalis – ainda que empregando uma expressão estranha pelo inusual - o coloca entre os mártires; logo, a tradição constante dos martirológios fala de martírio e assinala a data de 17 de Abril, ainda que não seja unânime. No referente ao lugar de seu enterramento, se assinala no cemitério de são Calixto, onde com frequência se enterraram aos Papas.
A reliquia de sua cabeça foi entregue ao arcebispo de Munich, Minúcio, no ano 1590, e se venera na igreja que regem os jesuítas na cidade. Os restos repousam no sarcófago que suporta o altar Mor - o que consagrou o cardeal Merry del Val em 1910 - da capela do Pontificio Colégio Espanhol de Roma; foram mudados para o que então era o palácio renascentista dos duques de Altemps, no ano 1604. Por isso, na abóbada está pintada, entre grinaldas barrocas e múltiplos amorzinhos, a apoteose de Santo Aniceto, com capa despregada e ascendendo ao céu.

InÊs de Montepulciano, Santa
Abril 20   -  Religiosa

Inés de Montepulciano, Santa

Inés de Montepulciano, Santa

Abadessa

Martirológio Romano: Em Montepulciano, também da Toscana, santa Inês, virgem, que vestiu o hábito das virgens aos nove anos, e os quinze, contra a sua vontade, foi eleita superiora das monjas de Procene, fundando mais tarde um mosteiro, submetido à disciplina de santo Domingo, onde deu mostras de uma profunda humildade (1317).
Etimologicamente: Inês = Aquela que se mantém pura, é de origem latina.

Nasceu em redor do ano 1270. Filha da toscana família Segni, proprietários acomodados de Graciano, perto de Orvieto.
Quando só tem nove anos, consegue a permissão familiar para vestir o escapulário de "saco" das monjas de um convento de Montepulciano que recebiam este nome precisamente pelo pobre estilo de sua roupa.
Seis anos mais tarde funda um mosteiro com Margarita, sua mestra de convento, em Proceno, a mais de cem kilómetros de Montepulciano. Muita maturidade deve ter visto nela o bispo do lugar quando com pouco mais de quinze anos a nomeia abadessa. Dezasseis anos desempenhou o cargo e no transcorrer desse tempo fez duas visitas a Roma; uma foi por motivos de caridade, muito breve; a outra teve como fim pôr os meios ante a Santa Sede para evitar que o mosteiro que acabava de fundar fora um dia presa de ambições e usurpações ilegítimas. Se vê que nesse tempo podia passar qualquer coisa não só nos bens eclesiásticos que eram detidos pelos varões, mas também com os que administravam as mulheres.
Apreciando os vizinhos de Montepulciano o bem espiritual que reportava o mosteiro de Proceno portas fora, rogam, suplicam e empurram a Inês para que funde outro em sua cidade pensando na transformação espiritual da juventude. Descoberta a vontade de Deus na oração, decide fundar. Será no monte que está semeando de casas de lenocínio, "um lugar de pecadoras", e se levantará graças à ajuda económica dos familiares, amigos e vizinhos. Há tido uma visão em que três barcos com seus patronos estão dispostos a recebê-la a bordo; Agostinho, Domingo e Francisco a convidam a subir, mas é Domingo que decide a questão: "
Subirá a meu barco, pois assim o há disposto Deus".
Sua fundação seguirá o espírito e as pegadas de santo Domingo e terá aos dominicanos como ajuda espiritual para ela e suas monjas.
Com fraca saúde, suas monjas intentam procurar-lhe remédio com os banhos termais próximos; porém falece no ano 1317.

Inés de Montepulciano, Santa

Inés de Montepulciano, Santa


Raimundo de Capua, o maior difusor da vida e obras de santa Inês, escreve em Legenda não só dados biográficos, mas um jorro de factos sobrenaturais acontecidos em vida da santa e, segundo ele, confirmados ante notário, firmados por testemunhas oculares fidedignos e testemunhados pelas monjas vivas a que tinha acesso por razões de seu ministério. Pensa que relatando prolixamente os factos sobrenaturais - êxtases, visões e milagres -, contribui a ressaltar sua santa vida com o aval inconfundível de milagre. Por isso falou do maná que parecia cobrir o manto de Inês ao sair da oração, o que cobriu no interior da catedral quando fez sua profissão religiosa, ou a luz radiante que ainda depois de meio século da morte o deslumbrou em Montepulciano; não menos assombro causava ouvi-lo expor como nasciam rosas onde Inês se ajoelhava e o momento glorioso em que a Virgem pôs em seus braços ao Menino Jesús (antes de o devolver a sua Mãe, teve Inês o acerto de lhe tirar a cruz que levava ao pescoço e guardá-la depois como o mais apreciado tesouro). Carinho, poesia e encanto.
Santa Catalina de Siena, nascida uns anos depois e dominicana como ela, será a santa que, profundamente impressionada por suas virtudes, falará de dentro de sua alma. Chegou a afirmar que, aparte a acção do Espírito Santo, foram a vida e virtudes exemplares vividas heroicamente por santa Inés as que a empurraram a sua entrega pessoal e a amar ao Senhor. Ressalta em carta escrita às monjas filhas de Inês de Montepulciano - uma santa que fala de outra santa - a humildade, o amor à Cruz, e à fidelidade ao cumprimento da vontade de Deus. Mas o maior elogio que pode dizer-se de Inés o deixou escrito em seu Diálogo, pondo-o na boca de Jesus Cristo: "A doce virgem santa Inés, que desde a meninice até ao fim de sua vida me serviu com humildade e firme esperança sem se preocupar de si própria".
Foi canonizada por S.S. Bento XIII no ano 1726.

Marcelino de Embrun, Santo
Abril 20   -  Bispo

Marcelino de Embrun, Santo

Marcelino de Embrun, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Embrún, na Galia, são Marcelino, primeiro bispo desta cidade, o qual, oriundo de África, converteu à fé de Cristo a maior parte da povoação dos Alpes Marítimos, sendo ordenado bispo por santo Eusebio de Vercelli (c. 374).
Etimologicamente: Marcelino = Aquele que procede de Marte, com Marte como deus da guerra romano. É de origem latina.

Vino al mundo en la provincia romana de Africa y murió en Embrun (Alpes), el 13 de abril del año 374.
Este joven tuvo la feliz idea evangélica de embarcarse con dos compañeros, Domingo y Vicente, con destino a Francia.
Les guiaba llana y simplemente la evangelización de los Alpes franceses.
A sus dos amigos los envió a los Alpes Bajos. El se quedó en Embrun. En seguida, llevado por la urgencia de anunciar el evangelio y para tener un lugar apropiado en donde hacerlo, construyó una capilla en la ciudad.
Para su inauguración invitó a san Eusebio de Vercelli. A pesar de la distancia y de los caminos, vino desde el Piamonte para la consagración de la iglesia y, de camino, lo consagró Obispo.
Se cuenta que, a la vuelta de una incursión apostólica, Marcelino se encontró con una reata de mulos que llevaban sacos de trigo, uno de los arrieros le daba golpes al animal porque había caído muerto de extenuación y agotamiento.
Al ver pasar al obispo, le dijo: "Usted va a hacer sus veces". Y así lo hizo. Cargó con el trigo hasta el pueblo. Cuando los cristianos lo vieron llegar de esta forma extraña, quisieron hacerle daño al arriero, pero Marcelino se lo impidió: "No le hagáis daño, es mi bienhechor. ¿No me ha permitido imitar un poco a Aquel que cargó con nuestros pecados y quiso llevar la cruz de la salvación?".
Con estas pruebas de amor a Cristo, la gente se quedó alucinada. Gracias a esto, le fue más fácil lograr conversiones para la fe cristiana.
Junto a este amor limpio y sincero para con todo el mundo, también supo luchar con ahínco contra el arrianismo que quería implantar Constancio II en todo el Occidente. Por eso, alguna que otra vez tuvo que huir a las montañas para que no lo cogieran los funcionarios imperiales. Al morir el emperador, quedó libre.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Sara de Antioquía, Santa
Abril 20 Mártir

Sara de Antioquía, Santa

Sara de Antioquía, Santa

Mártir

Etimológicamente: Sara = Aquella que es una princesa, nombre de origen bíblico.

Esta santa padeció el martirio durante la persecución del emperador Diocleciano.
Era la mujer de un alto oficial de la armada del emperador Diocleciano (284-305) de nombre Sócrates, entonces residentes en Antioquía y ambos cristianos; pero Sócrates, por temor a perder su puesto en el ejército, renegó de la fe cristiana mientras que Sara, por el contrario, continuó profesándola fielmente.
Tuvieron dos hijos a los cuales, por la persecución, no pudo hacerlos bautizar en Antioquía, por lo que decidió trasladarse a Alejandría de Egipto. Se embarcó entonces con sus dos hijos con este propósito, pero la travesía peligró a causa del mar agitado que, llegando a cierto punto, arremetía contra la embarcación con tanta furia que todos temían un naufragio.
Sara, preocupada por la salvación de sus dos hijos, tanto la corporal como la espiritual, se hizo con el cuchillo una incisión en el pecho y con la sangre que le corría signó con la señal de la cruz la frente de sus niños y después los sumergió por tres veces en el agua del mar, invocando con una fórmula a la Santísima Trinidad.
Pasada la tempestad, el mar se calmó y el viaje prosiguió hasta tocar puerto en Alejandría, donde Sara se dirigió al obispo San Pedro (300-310) para hacer bautizar a sus hijos, no creyendo que fuese suficiente el gesto hecho en alta mar.
El obispo se encontraba precisamente administrando el sacramento del Bautismo a los fieles, por lo que Sara se puso en la fila con sus hijitos a esperar su turno; llegado éste, el agua del lavatorio de improviso se secó, por lo que Sara se volvió a formar otra vez. Por tres veces lo intentó pero en todas las ocasiones el agua se secó.
Al término de la ceremonia el obispo se acercó a Sara y le pidió una explicación; ella le contó las peripecias de su viaje y que por la urgencia había realizado el rito del bautismo; de esta manera, el obispo comprendió la situación y aseguró a Sara que el Bautismo por ella administrado en el momento del peligro había sido totalmente válido y que por ello era inútil repetirlo.
Partió de regreso Sara a Antioquía; llegada a casa, platicó el episodio a su marido, quien a su vez lo contó a Diocleciano.
El emperador mandó llamar a Sara y la interrogó en modo casi brutal que ella, después de una sola respuesta, se quedó en un mutismo completo. Preso de la ira, Diocleciano la condenó a ser quemada viva junto con sus dos hijos.
La única fuente que refiere su vida es el ´Sinassario Alessandrino´, conmemorándola el 20 de abril.

• Clara Bosalta, Beata
Abril 20    -  Fundadora

Clara Bosalta, Beata

Clara Bosalta, Beata

Fundadora da Pequena Casada Divina Providência

Martirologio Romano: En Pianello Lario, en Italia, beata Clara (Dina) Bosatta, virgen, que, con la ayuda del beato Luis Guanella, fundó la Pequeña Casa de la Divina Providencia (1887).
Etimológicamente: Clara = Aquella que esta limpia de culpa. Es de origen latino.

Pianello Lario es un pequeño pueblo a orillas del lago de Como, al norte de Italia. Rosa y Alejandro están felices porque ha nacido su hija Dina, una más para aumentar la ya numerosa familia. Son muy buenas personas y también buenos cristianos. La llevan enseguida a bautizar.
Cuando Dina tiene tres años, Alejandro muere. ¡Rosa está desolada con tanta familia! ¿Qué hará para sacarlos adelante? Le dice a Marcelina, una de sus hijas mayores, que se encargue ella misma de Dina. Marcelina entonces decide llevarla a un colegio de monjas Ursulinas cercano a Pianello. Allí estudiará y trabajará al mismo tiempo.
Las monjas la aceptan muy bien. Pronto descubren su gran corazón, su espíritu de sacrificio, su deseo de agradar a Jesús en todo.
Quiere ser religiosa y pide la entrada, pero es rechazada. Sufre mucho por esto y vuelve a Pianello. Su hermana Marcelina la acoge con los brazos abiertos y la consuela. El Párroco de Pianello, don Carlos Coppini, ha reunido a un grupo de chicas, entre las que está Marcelina, con el fin de colaborar con él en las obras de la Parroquia: la catequesis, visitar a los enfermos, etc. Marcelina, que es la responsable, propone a Clara integrarse en el grupo.
Finalmente después de algunas dudas, se decide. Lo único que tiene claro es que quiere consagrar su vida al Señor y vivir el Evangelio. Hace la profesión religiosa y se entrega totalmente a Dios.
Tras la muerte de Don Carlos Coppini parece como si todo se acabase. Pero llega a Pianello Don Guanella que soñaba desde hace mucho con fundar una Congregación y se encuentra con unas jóvenes deseosas de servir a Dios y de ayudar a los pobres. Marcelina, se va a visitar al nuevo cura del que había oído de todo y se queda maravillada de su sencillez y su pobreza. “ Este debe ser un santo, dice a las demás compañeras, desde ahora será nuestra guía”.
Dina, se llama ahora Sor Clara. Sabe que puede confiar en Don Guanella y le abre su corazón. Don Guanella se da cuenta que está tratando con alguien muy especial. La ayuda a recorrer el camino de la santidad.
La ve a la cabecera de los enfermos sin contar el tiempo, cuidándoles con inmensa ternura. La ve hablando con Dios largo tiempo. Viviendo sencillamente con muchos sacrificios. Tiene una gran devoción a Jesús Crucificado. Le duele todo lo que ha tenido que sufrir por nosotros. Quiere consolarle de alguna manera.
El corazón grande de Jesús, le atrae y le anima a tener también ella un corazón abierto y disponible para los demás. Intenta amar con todas sus fuerzas. Sabe que el Amor es el más grande de los mandamientos, la esencia del Evangelio.
Don Guanella viendo su madurez y su santidad la manda a fundar una casa a la ciudad de Como. Allí llegará tras una larga noche en barca rezando e invocando la Providencia de Dios.
Pero después de unos meses enferma gravemente y la mandan a Pianello. Durará poco tiempo más, murió el 20 de abril de 1887.
Ofrece su vida por la Congregación que está naciendo.
Juan Pablo II, la beatificó el 21 de abril de 1991 poniéndola de modelo para toda la familia guaneliana y para la Iglesia.

Anastásio Pankiewicz, Beato
Abril 20 Mártir Franciscano

Anastasio Pankiewicz, Beato

Anastasio Pankiewicz, Beato

Presbítero e Mártir

Martirologio Romano: En el lugar de Hartheim, cerca de Linz, en Austria, mientras era conducido al campo de concentración de Dachau, beato Anastasio Pankiewicz, presbítero de la Orden de los Hermanos Menores y mártir, que hasta la muerte dio testimonio de su fe contra un régimen que oprimía la dignidad cristiana (1942).
Etimológicamente: Anastasio = Aquel que resucita, es de origen griego.

Durante la II Guerra Mundial, en Polonia fueron numerosas las víctimas de la encarnizada persecución nazi contra la Iglesia. También otros muchísimos ciudadanos fueron perseguidos y asesinados en aquellas terribles circunstancias. Pero los 108 beatificados por el Papa fueron todos ellos asesinados por odio a la fe cristiana en diversas circunstancias o lugares, o murieron como consecuencia de los sufrimientos infligidos por el mismo motivo en las cárceles y campos de concentración. La mayoría de los sacerdotes murieron por no dejar de ejercer su ministerio, a pesar de las amenazas; muchos de estos mártires perdieron la vida por defender a judíos; las religiosas, por su parte, en su servicio amoroso y silencioso, aceptaron con espíritu de fe los sufrimientos y la muerte. Todos fueron en sentido estricto testigos de la fe de Cristo.
Beato Anastasio Pankiewicz (1882-1942). Sacerdote profeso, que había ingresado en la Orden a los diecisiete años de edad. Heroico pastor de almas, organizó el centro pastoral y escolar del Barrio Doly en Lodz, y fue fundador de las Hermanas Antonianas de Cristo Rey. Arrestado el 10 de octubre de 1941 y deportado al campo de Dachau, permaneció allí hasta su muerte; asignado al «reparto de inválidos», murió en la cámara de gas el 20 de mayo de 1942. Consciente de la inminencia de su muerte, se confesó y luego dijo a un amigo: «Estoy tranquilo y listo para morir».
Para ver más sobre los 108 mártires Polacos durante la segunda guerra mundial haz "click"
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Oda, Beata
Abril 20   -  Monja Premonstratense

Oda, Beata

Oda, Beata

Religiosa

Etimológicamente: Oda = Aquella poseedora de grandes riquezas, es de origen sajón

Hija de una familia de la nobleza de Brabant, Bélgica.
Para evitar un matrimonio arreglado con un noble joven, ella se desfiguró el rostro, de este modo consiguió que su familia le permitiera seguir su vocación religiosa ingresando al monasterio premonstratense en Rivreulle, siendo muy venerada por la gente de la región en que vivió.
Murió en el año 1158, sus restos fueron sepultados en la abadia de la Buena Esperanza, que hoy en día es el seminario de la diocésis de Tournai.

Simón Rinalducci de Todi, Beato
Abril 20    -   Presbítero Agostinho

Simón Rinalducci de Todi, Beato

Simón Rinalducci de Todi, Beato

Presbítero Agostinho

Martirologio Romano: En Bolonia, de la Emilia, beato Simón de Todi Rinalducci, presbítero de la Orden de los Eremitas de San Agustín, que con su enseñanza y su ejemplo edificó a los jóvenes estudiantes y a todo el pueblo de Dios (1322).
Etimológicamente: Simón = Aquel que tiene la nariz chata, es de origen griego.

Nació a finales del siglo XIII en Todi, Italia.
Fraile agustino en el año 1280, famoso por sus estudioso estudios teológicos.
Sirvió en varias casas como lector y prior, ganando fama de predicador portentoso.
Fue superior de la provincia de Umbría, durante el capítulo general del año 1318 fue injustamente implicado en serias acusaciones, él prefirió guardar silencio y evitar un escándalo que podría afectar a sus hermanos agustinos, al final la verdad brilló y se re retiraron los cargos.
Murió en el monasterio de Santiago el Grande en Bolonia, Italia el 20 de abril de 1322.
Su culto fue confirmado el 19 de marzo de 1833 por el Papa Gregorio XVI.

Outros Santos e Beatos
Abril 20   -  Completando o santoral deste dia

Santos Sulpicio e Serviano, mártires

Também em Roma, santos Sulpicio e Serviano, mártires, enterrados no segundo miliário da via Latina (s. inc.).

São Secundino, mártir

Em Córdoba, na Hispânia Bética, são Secundino, mártir (s. IV).

São Marciano, monge

Em Auxerre, na Galia Lugdunense, são Marciano, monge (c. 488).

Santo Teodoro, eremita

Em Constantinopla, santo Teodoro, que foi chamado “Triquino” pelo áspero cilicio com que se cobria, e conduziu uma admirável existência na solidão (s. V).

Santo Anastásio, bispo e mártir

Em Antioquia de Síria, santo Anastásio, bispo e mártir, que durante o reinado do imperador Focas foi assassinado cruelmente por uns sicários (609).

Santa Heliena, virgem

Na região de Laurino, perto de Pesto, na Campania, santa Heliena, virgem, que, consolidada no seguimento de Cristo, abraçou uma vida solitária, em que serviu constantemente a Deus nas necessidades dos religiosos e dos enfermos (s. VII).

Santo Vihón, abade e bispo

Em Osnabrück, na Saxónia, santo Vihón, bispo, que sendo oriundo de Frísia, foi enviado pelo imperador Carlomagno como abade para evangelizar a região e, ordenado bispo desta Igreja, teve que sofrer muito por Cristo (804).

Beato Geraldo de Salles, eremita fundador 

No mosteiro de Châteliers, na região de Poitiers, em França, beato Geraldo de Salles, que, dedicado à vida penitente, foi um canónico pobre e um eremita mais pobre ainda, atraindo a muitos ao amor de Deus e à vida eremítica, e fundando várias casas de canónicos regulares (1120).

Beato Domingo Vernagalli, monge e presbítero

Em Pisa, da Toscana, beato Domingo Vernagalli, presbítero da Ordem dos Camaldulenses, que construiu um orfanato (1218).

Beatos Jacobo Bell e Juan Finch, mártires

Em Lancaster, na Inglaterra, beatos Jacobo Bell e Juan Finch, mártires, o primeiro deles sacerdote, ainda que tenha vivido durante vinte anos na apostasía até se reconciliar com a Igreja católica a instâncias de uma piedosa mulher, e o segundo, pai de família, agricultor e catequista, por sua fé esteve encarcerado durante vários anos, sofrendo fome e outras provas, e alcançando ambos, no tempo da rainha Isabel I, o prémio da glória com seu martírio (1584).

Beatos Ricardo Sageant e Guillermo Thompson, presbíteros e mártires

Em Londres, também em Inglaterra, beatos Ricardo Sageant e Guillermo Thompson, presbíteros e mártires, que foram condenados à morte por haver entrado e permanecido no país sendo sacerdotes, cumprindo seu martírio em Tyburn (1584).

Beato Mauricio MacKenraghty, presbítero e mártir

Em Clone, na Irlanda, beato Mauricio MacKenraghty, presbítero e mártir, que depois de dois anos passados na cadeia, por não reconhecer a autoridade de Isabel I sobre a Igreja, foi injustiçado no patíbulo (1585).

Beato Antonio Page, presbítero e mártir

Em York, em Inglaterra, beato Antonio Page, presbítero e mártir, homem manso e honesto, que por ser sacerdote foi condenado a cruéis suplícios (1593).

Beatos Francisco Page e Roberto Watkinson, presbíteros e mártires

Em Londres, também em Inglaterra, beatos Francisco Page, da Companhia de Jesus, e Roberto Watkinson, presbíteros e mártires, este segundo ordenado apenas um mês antes, os quais, reinando Isabel I, foram injustiçados em Tyburn por ser sacerdotes (1602).